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Cinema Clássico

Jayne Mansfield, Uma Vida não Tão Cor de Rosa

Parece incrível vendo as fotos de Jayne Mansfield, com toda a sua sensualidade, e seus trabalhos, mas ela, diferentemente de outras atrizes hollywoodianas, tinha uma diferença: por onde andava carregava seus filhos. Tanto que estava com eles quando a tragédia estava com eles quando a tragédia que lhe ocorreu e que lhe tirou a vida.

Jayne sempre adminrou Marilyn Monroe, tanto que lhe imitou o estilo desde o início. Mas também tinha talento chegou a receber um Globo de de Ouro de revelação.

Mas ao final da década de 50 sua carreira começou a definhar, e seu sonho de se tornar uma rival de Marilyn Monroe realmente foi para o ralo. O desespero foi tanto que ela chegou a aparecer nua em um filme chamado Promises! Promises! (1963). O filme foi um escândalo, e foi proibido em alguns lugares e em outros teve algumas cenas cortadas. A revista playboy chegou a publicar fotos do filme.

Pronto, carreira no cinema em declínio, a única saída da mulher dos seios mais invejados de Hollywood teve que se contentar em se apresentar em nigh-clubs e festinhas particulares. Foi numa dessas viagens, acompanhada de três de seus filhos, Miklos (8 anos), Zoltan (6 anos) e Maria (3 anos), que aconteceu o acidente fatal que levaria sua vida e de seu advogado, Sam Brody. Seus filhos sofreram escoriações leves, pois estavam dormindo no banco traseiro. Os demais filhos de Jayne, Maria (16 anos) e Anthony (novinho ainda) ficaram em casa.

A história de que a atriz teria sido decapitada não passa de uma lenda urbana. Na verdade a atriz usava uma peruca na hora do acidente, e a mesma foi encontrada a alguns metros do local. A notícia se espalhou através dos jornalescos e o público que adora uma tragédia engoliu a tal história. A atriz tinha apenas 34 anos. Jovem demais para morrer.

De qualquer modo, ela ficaria feliz ao saber que uma de suas fihas, Mariska Hargitay, que segundo Dulce Damasceno de Brito, seria filha do brasileiro Nelson Sardelli hoje em dia é uma atriz de sucesso. Sucesso que ela tanto buscou, mas de certa maneira só conseguiu após a morte.

Jayne e sua filha Mariska

Sardelli e Mariska

 


Por Carla Marinho

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Oscar 1944

 

Data: 02 de março de 1944

Apresentador: Jack Benny

Local: Grauman's Chinese Theatre, Los Angeles, California, USA

 

Prêmio

Vencedor

Indicados

Melhor Filme

Casablanca

# For Whom the Bell Tolls

# Heaven Can Wait

# In Which We Serve

# Madame Curie

# The Human Comedy

# The More the Merrier

# The Ox-Bow Incident

# The Song of Bernadette

# Watch on the Rhine

Melhor Ator

Watch on the Rhine  - Paul Lukas

# Casablanca  - Humphrey Bogart

# For Whom the Bell Tolls  - Gary Cooper

# Madame Curie  - Walter Pidgeon

# The Human Comedy  - Mickey Rooney

Melhor Atriz

The Song of Bernadette  - Jennifer Jones

# For Whom the Bell Tolls  - Ingrid Bergman

# Madame Curie  - Greer Garson

# The Constant Nymph  - Joan Fontaine

# The More the Merrier  - Jean Arthur

Melhor Ator Coadjuvante

The More the Merrier  - Charles Coburn

# Casablanca  - Claude Rains

# For Whom the Bell Tolls  - Akim Tamiroff

# Sahara  - J. Carrol Naish

# The Song of Bernadette  - Charles Bickford

Melhor Atriz Coadjuvante

For Whom the Bell Tolls  - Katina Paxinou

#  So Proudly We Hail!  - Paulette Goddard

# The Song of Bernadette  - Gladys Cooper

# The Song of Bernadette  - Anne Revere

# Watch on the Rhine  - Lucile Watson

Melhor Diretor

Casablanca  - Michael Curtiz

# Heaven Can Wait  - Ernst Lubitsch

# The Human Comedy  - Clarence Brown

# The More the Merrier  - George Stevens

# The Song of Bernadette  - Henry King

Melhor Roteiro Original

Princess O'Rourke  - Norman Krasna

# Air Force - Dudley Nichols

# In Which We Serve  - Noel Coward

# So Proudly We Hail!  - Allan Scott

# The North Star  - Lillian Hellman

Melhor Roteiro – História original

The Human Comedy  - William Saroyan

# Action in the North Atlantic  - Guy Gilpatric

# Destination Tokyo  - Steve Fisher

# Shadow of a Doubt  - Gordon McDonell

# The More the Merrier  - Frank Ross; Robert Russell

Melhor Roteiro

Casablanca  - Julius J. Epstein; Philip G. Epstein; Howard Koch

# Holy Matrimony  - Nunnally Johnson

# The More the Merrier  - Richard Flournoy; Lewis R. Foster; Frank Ross; Robert Russell

# The Song of Bernadette  - George Seaton

# Watch on the Rhine  - Dashiell Hammett

Melhor Fotografia -  em Cores

Phantom of the Opera  - Hal Mohr; W. Howard Greene

# For Whom the Bell Tolls  - Ray Rennahan

# Heaven Can Wait  - Edward Cronjager

# Hello Frisco, Hello  - Charles G. Clarke; Allen M. Davey

# Lassie Come Home  - Leonard Smith

# Thousands Cheer  - George J. Folsey

Melhor Fotografia – Preto e branco

The Song of Bernadette  - Arthur C. Miller

# Air Force  - James Wong Howe; Elmer Dyer; Charles A. Marshall

# Casablanca  - Arthur Edeson

# Corvette K-225  - Tony Gaudio

# Five Graves to Cairo  - John F. Seitz

# Madame Curie  - Joseph Ruttenberg

# Sahara  - Rudolph Maté

# So Proudly We Hail!  - Charles Lang

# The Human Comedy  - Harry Stradling Sr.

# The North Star  - James Wong Howe

Melhor Direção de Arte – preto e branco

The Song of Bernadette  - James Basevi; William S. Darling; Thomas Little

# Five Graves to Cairo  - Hans Dreier; Ernst Fegté; Bertram C. Granger

# Flight for Freedom  - Albert S. D'Agostino; Carroll Clark; Darrell Silvera; Harley Miller

# Madame Curie  - Cedric Gibbons; Paul Groesse; Edwin B. Willis; Hugh Hunt

# Mission to Moscow  - Carl Jules Weyl; George James Hopkins

# The North Star  - Perry Ferguson; Howard Bristol

Melhor Direção de Arte – em cores

Phantom of the Opera  - Alexander Golitzen; John B. Goodman; Russell A. Gausman; Ira Webb

 

# For Whom the Bell Tolls ) - Hans Dreier; Haldane Douglas; Bertram C. Granger

# The Gang's All Here  - James Basevi; Joseph C. Wright; Thomas Little

# This Is the Army  - John Hughes; John Koenig; George James Hopkins

# Thousands Cheer  - Cedric Gibbons; Daniel B. Cathcart; Edwin B. Willis; Jacques Mersereau

Melhores Efeitos Sonoros

This Land Is Mine  - Stephen Dunn

# Hangmen Also Die!  - Jack Whitney

# In Old Oklahoma  - Daniel J. Bloomberg

# Madame Curie  - Douglas Shearer

# Phantom of the Opera  - Bernard B. Brown

# Riding High  - Loren L. Ryder

# Sahara  - John P. Livadary

# Saludos Amigos  - C.O. Slyfield

# So This Is Washington - James L. Fields

# The North Star  - Thomas T. Moulton

# The Song of Bernadette  - Edmund H. Hansen

# This Is the Army  - Nathan Levinson

Melhor Edição

Air Force  - George Amy

# Casablanca  - Owen Marks

# Five Graves to Cairo  - Doane Harrison

# For Whom the Bell Tolls  - Sherman Todd; John F. Link Sr.

# The Song of Bernadette  - Barbara McLean

Melhores Efeitos especiais

Crash Dive (1943) - Fred Sersen

# Air Force  - Hans F. Koenekamp; Rex Wimpy; Nathan Levinson

# Bombardier  - Vernon L. Walker; James G. Stewart ; Roy Granville

# So Proudly We Hail!  - Farciot Edouart; Gordon Jennings; George Dutton

# Stand by for Action  - A. Arnold Gillespie; Donald Jahraus ; Michael Steinore

# The North Star  - Clarence Slifer; Ray Binger; Thomas T. Moulton

Melhor Canção

Hello Frisco, Hello  - Harry Warren; Mack Gordon  - pela música "You'll Never Know".

# Cabin in the Sky  - Harold Arlen ; E.Y. Harburg - pela música  "Happiness Is a Thing Called Joe".

# Hers to Hold  - Jimmy McHugh; Herb Magidson - pela música  "Say a Prayer for the Boys Over There".

# Hit Parade of 1943  - Jule Styne ; Harold Adamson - pela música  "Change of Heart".

# Saludos Amigos  - Charles Wolcott; Ned Washington - pela música  "Saludos Amigos".

# Something to Shout About  - Cole Porter - pela música  "You'd Be So Nice to Come Home to".

# Stage Door Canteen  - James V. Monaco; Al Dubin - pela música  "We Mustn't Say Good Bye".

# Star Spangled Rhythm  - Harold Arlen; Johnny Mercer - pela música  "That Old Black Magic".

# Thank Your Lucky Stars  - Arthur Schwartz ; Frank Loesser - pela música  "They're Either Too Young or Too Old".

# The Sky's the Limit  - Harold Arlen; Johnny Mercer - pela música  "My Shining Hour".

Melhor Trilha Sonora Musical

This Is the Army  - Ray Heindorf

# Coney Island  - Alfred Newman

# Hit Parade of 1943  - Walter Scharf

# Phantom of the Opera  - Edward Ward

# Saludos Amigos  - Edward H. Plumb; Paul J. Smith; Charles Wolcott

# Something to Shout About  - Morris Stoloff

# Stage Door Canteen  - Freddie Rich

# Star Spangled Rhythm  - Robert Emmett Dolan

# The Sky's the Limit  - Leigh Harline

# Thousands Cheer  - Herbert Stothart

Melhor Trilha Sonora – Comédia ou Drama

The Song of Bernadette - Alfred Newman

# Casablanca - Max Steiner

# Commandos Strike at Dawn  - Louis Gruenberg; Morris Stoloff

# For Whom the Bell Tolls  - Victor Young

# Hangmen Also Die!  - Hanns Eisler

# Hi Diddle Diddle  - Phil Boutelje

# In Old Oklahoma  - Walter Scharf

# Johnny Come Lately  - Leigh Harline

# Lady of Burlesque  - Arthur Lange

# Madame Curie  - Herbert Stothart

# The Amazing Mrs. Holliday  - Hans J. Salter; Frank Skinner

# The Fallen Sparrow  - C. Bakaleinikoff; Roy Webb

# The Kansan  - Gerard Carbonara

# The Moon and Sixpence  - Dimitri Tiomkin

# The North Star  - Aaron Copland

# Victory Through Air Power  - Edward H. Plumb; Paul J. Smith; Oliver Wallace

Melhor Curta – Dois rolos

Heavenly Music

Letter to a Hero

Mardi Gras

Women at War

Melhor Curta – Um rolo

Amphibious Fighters

#  Cavalcade of Dance  - Gordon Hollingshead

# Champions Carry on  - Edmund Reek

# Screen Snapshots Series 23, No. 1: Hollywood in Uniform  - Ralph Staub

# Seeing Hands  - Pete Smith

Melhor Curta - Desenho

The Yankee Doodle Mouse - Fred Quimby

# 500 Hats of Bartholemew Cubbins  - George Pal

# Greetings Bait  - Leon Schlesinger

# Imagination  - Dave Fleischer

# Reason and Emotion  - Walt Disney

# The Dizzy Acrobat  - Walter Lantz

Melhor Documentário

December 7th

# Children of Mars  - RKO Radio

# Plan for Destruction  - M-G-M

# Swedes in America  - Office of War Information

# To the People of the United States  - Walter Wanger Prods.

# Tomorrow We Fly  - U.S. Navy Bureau of Aeronautics

# Youth in Crisis  - March of Time

Oscar Honorário

George Pal

 

Prêmio Irving Thalberg

Hal B. Wallis

 

 

Imagens

 

Paul Lukas, Jennifer Jones, Katina Paxinou e Charles Coburn .

 

Jennifer Jones

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Frases de Frank Sinatra

 

“Reaja!... Sabe quem são os solitários? Perdedores.”

“Sou a favor de tudo o que ajude a passar a noite, sejam orações, calmantes ou uma garrafa de Jack Daniels”.

“Você tem que adorar a vida, sabe: Porque a morte é muito chata!”

“O ar fresco me faz vomitar. Não consigo tolerar. Prefiro passar a noite inteira perto de três charutos Denobili enfumaçando tuo ao meu redor.”

“Posso parecer antiquado, mas acho bom pensar que todas as mulheres deveriam ser tratadas da mesma forma com que eu gostaria que minha esposa, filhas e netas fossem tratadas.”

“Acredito em dar à mulher bastante tempo para se decidir com quem ela vai querer passar o resto da vida. O homem não gosta de ser assolado pela claustrofobia feminina”.
“Não se preocupe Pombinha, você sempre pode pedir o divórcio”. (à sua filha, quando ela se casou.)

Respostas do velho Frank:
Qual a melhor coisa a se fazer com o dinheiro?
“Gastar! É preciso movimentar o dinheiro.”

Como um homem e uma mulher sobrevivem ao divórcio?
“Tentem continuar amigos, se puderem.”

Para afogar as mágoas, qual é o melhor lugar onde se deve mergulhar?
“Certamente não é na água. Água enferruja.”

Qual a regra para proteger um amigo?
“Não delate nem um delator”.

Como sobrevive o fumante num mundo de não fumantes/
“Dizendo: vocês morrem do seu jeito, eu morro do meu.”

Como você fica sabendo que escolheu o barbeiro correto?
“ Quando você sai da barbearia e ninguém lhe dá um chapéu, então ficou bom”.

O que um homem nunca deve fazer na presença de uma mulher?
“Bocejar.”

O que você faz quando uma mulher chora?
“Normalmente choro com ela”. 

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Melhores Filmes de Billy Wilder

 

Os filmes de Billy Wilder enfatizam os diálogos inteligentes e demonstram um certo desapontamento romântico. Wilder transitava entre os diversos gêneros, indo do noir ao cômico. O diretor recebeu oito indicações ao Oscar como Melhor Diretor e 12 como Melhor Roteiro. Confira alguns de seus melhores filmes, por ordem de ano.

 

A Incrível Suzana (1942)

 


Pacto de Sangue (1944)

 


Farrapo Humano (1945)


Crepúsculo dos Deuses (1950)


A Montanha dos Sete Abutres (1951)


Inferno nº 17 (1953)


Sabrina (1954)


Quanto Mais Quente Melhor (1959)


Se Meu Apartamento Falasse (1960)


Cupido Não Tem Bandeira (1961)

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Minha vida sem mim

Faça uma lista de 10 coisas a fazer antes de morrer.
 
Este filme é de 2003, dirigido por Isabel Coixet (diretora espanhola) e tendo Almodóvar como produtor executivo. Inspirado no conto Pretending the Bed is a Raft, de Nancy Kincaid, conta a história de Ann (Sarah Polley), 23 anos, casada com Don (Scott Speedman ) e com duas filhas de sete e quatro anos (Penny e Patsy), que tem um relacionamento conturbado com sua mãe e o pai preso há mais de 10 anos. Tempo esse que ela não o vê. Ao saber que estava condenada a morrer dali a dois meses, com um câncer terminal, faz uma lista com algumas coisas para fazer antes da partida. 

Coisas simples, como visitar o pai na prisão, pintar os cabelos, colocar unhas postiças, dizer todos os dias que ama suas filhas e outras nem tanto, como encontrar uma nova esposa para seu marido, ter outro relacionamento (pois seu marido foi o único homem que conhecera e beijara em toda sua curta vida) e fazer alguém se apaixonar por ela nesse período. Fazer alguém se apaixonar, sabendo da sua morte eminente e não o avisar não é algo filantrópico. É até mesmo egoísta. Dessa forma, ela encontra Lee (Mark Ruffalo em mais um papel único de sua carreira) em uma lavanderia e inicia um romance. Quase temos pena de Lee, tão sozinho em seu apartamento sem móveis e sua vida sem pessoas, tanto que nos pegamos torcendo para que ele encontre a felicidade que ele vê estampada na foto das filhas de Ann.

Com a mãe de Ann há algo complicado. Ela a define, em uma das cenas como uma pessoa boa, porém frustrada na vida. E em suas tantas gravações que serão ouvidas após sua morte, deixa-lhe conselhos para que viva, arranje alguém, e que tente não só amar, mas também dizer às pessoas ao seu redor, como as netas, que as ama. É um discurso triste, e revela imaturidade ao iniciar com um pedido de desculpas por mais uma vez ter feito algo que a mãe iria condenar: morrer sem lhe informar antes. Nesta parte notamos o esforço de Ann em, apesar da adversidade, não se tornar igual à sua genitora. E assim ela vai reforçando suas metas. Para as filhas, fitas que serão ouvidas durante todos os anos, no aniversário de cada uma delas, até completarem 18. São conselhos, declarações de amor, e até desculpas por não poder aconselhá-las com relação aos garotos: ela própria não tem experiências para lhes passar.

É um filme difícil de ser visto impunemente. E impossível não absorver a idéia de que a vida deve ser aproveitada em seu máximo. Ela sabe o tempo que tem, e terá que correr para cumprir metas enquanto seu corpo se esvai. O interessante é que o filme não traz aquela monótona melancolia, própria da situação, mas esperança. Nós nos esquecemos por momentos que se trata de alguém condenado à morte para torcermos pelo futuro que Ann desenha para sua família. Ela sabe que não mais estará ali, e presume que mortos não sentem, e por isso preocupar-se consigo enquanto presente, e com os outros que lá ficarão após sua ida.
O filme nos traz a sensação de que precisamos correr. Logo. Ann sabe o tempo que tem. Nós não. Mesmo assim ela vive o que lhe resta numa calma infernal, que chega a doer nos nervos. Não há tempo para adiar nada. Nem para se lamentar: A vida continua, apesar de nossa ausência.

O filme conta ainda no elenco com Julian Richings (médico que lhe conta a notícia), Leonor Watling (enfermeira e provável esposa do marido, quando Ann se for) e Amanda Plummer (amiga obcecada pela magreza).

Ao término do filme ficamos com a vontade de fazer a nossa lista de metas a cumprir antes do grande dia, mesmo sem sabermos ao certo se será amanhã ou daqui há longos anos. Ficamos pelo menos com a frágil idéia, feliz, de que não somos nós que iremos morrer daqui há dois meses, e que teremos mais tempo para cumprirmos tudo. Mãos à obra. Façamos a lista.
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Oscar 1931

1931

 

Data: 10 de novembro

Apresentador: Lawrence Grant

Local: Sala D'Oro, Biltmore Hotel, Los Angeles, California, USA

 

Prêmio

Vencedor

Indicados

Melhor Filme

Cimarron

East Lynne

Skippy  

The Front Page

Trader Horn

Melhor Ator

A Free Soul  - Lionel Barrymore

Cimarron - Richard Dix

Skippy  - Jackie Cooper

The Front Page  - Adolphe Menjou

The Royal Family of Broadway  - Fredric March

Melhor Atriz

Min and Bill - Marie Dressler

A Free Soul - Norma Shearer

Cimarron - Irene Dunne

Holiday - Ann Harding

Morocco - Marlene Dietrich

Melhor Diretor

Skippy  - Norman Taurog

A Free Soul - Clarence Brown

Cimarron  - Wesley Ruggles

Morocco  - Josef von Sternberg

The Front Page - Lewis Milestone

Melhor Roteiro Original

The Dawn Patrol (1930) - John Monk Saunders

Laughter  - Harry d'Abbadie d'Arrast; Douglas Z. Doty; Donald Ogden Stewart

Smart Money - Lucien Hubbard; Joseph Jackson

The Doorway to Hell  - Rowland Brown

The Public Enemy  - John Bright; Kubec Glasmon

Melhor Roteiro Adaptado

Cimarron - Howard Estabrook

Holiday - Horace Jackson

Little Caesar  - Francis Edward Faragoh; Robert N. Lee

Skippy  - Joseph L. Mankiewicz; Sam Mintz

The Criminal Code  - Seton I. Miller; Fred Niblo Jr.

Melhor Fotografia

Tabu: A Story of the South Seas  - Floyd Crosby

Cimarron  - Edward Cronjager

Morocco  - Lee Garmes

Svengali  - Barney McGill

The Right to Love - Charles Lang

Melhor Direção de Arte

Cimarron  - Max Rée

Just Imagine  - Stephen Goosson; Ralph Hammeras

Morocco  - Hans Dreier

Svengali  - Anton Grot

Whoopee!  - Richard Day

Melhores Efeitos Sonoros

Paramount Publix Studio Sound Department

M-G-M Studio Sound Department

RKO Radio Studio Sound Department

Samuel Goldwyn-United Artists Studio Sound Department




Curiosidades

- Cimarron foi o primeiro filme a ganhar o Oscar de Melhor Filme, pois antes o prêmio era dado como Melhor Produção.
- Esse foi o primeiro e único Oscar recebido pela já veterana do teatro Marie Dressler.
- City Lights, de Chaplin, foi o grande esquecido da noite.
 

Imagens

Marie Dresler e Lionel Barrymore

 

Marie Dresler recebe o Oscar das mãos de Norma Shearer

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Monsieur Verdoux (1947)

 

Por Rodrigo Mendes do blog http://cinemarodrigo.blogspot.com.br

 

Que tal começar o ano com uma boa dose de humor negro? Eu sei que pode parecer estranho, mas sim, existe uma fita do mestre da pantomima Charles Chaplin na qual me sinto deslocado, provavelmente por ter me acostumado com as aventuras e trapalhadas do eterno vagabundo, Carlitos, sempre escorraçado pela polícia. Assim, “O filme mais inteligente e brilhante da minha carreira”, o mesmo afirmava isso com modéstia, MONSIEUR VERDOUX (Idem, 1947 – Indicado ao Oscar, Melhor Roteiro) é bom, mas é o único filme de sua obra que eu considero o mais distante.

Trata-se de uma satírica crítica das mais sombrias já realizadas por ele que foi originalmente concebido por outro gênio, ORSON “Cidadão Kane” WELLES (1915-1985) e seria um projeto dirigido por Welles e estrelado por Chaplin que acabou desistindo no último instante alegando que nunca tinha sido dirigido por alguém depois que assumiu o controle de sua carreira como “faz-tudo”! Para contornar o problema, Chaplin acabou comprando de Welles o argumento original por 5 mil dólares. Acabou reescrevendo todo o material do seu jeito, porventura atuando, produzindo, dirigindo e compondo a trilha musical. Mesmo assim, Welles é creditado honestamente pelo trabalho como autor do script original e que depois nunca se importou com o reconhecimento menor perante Chaplin já que o mesmo considerava uma de suas obras das mais inferiores.

 

 

O filme baseia-se na vida real do francês Henri Désiré Landru, o “Barba Azul” assassino de mulheres condenado e guilhotinado em 1922. Ao invés de criar uma biografia ou mesmo um drama romanceado da vida do sujeito, Chaplin opta por abordar uma crítica social extremamente mordaz. Eram os tempos da Guerra Fria e toda aquela paranoia americana que crescia cada vez mais.


Verdoux (Chaplin) é um burguês que mesmo não sendo milionário, não pretende mudar o conforto de sua vidinha. Ele é tranqüilo e charmoso e acaba adotando a profissão de serial killer em resposta à depressão econômica que assolou o país. Deixa de ser um simples empregado do bando e passa a matar mulheres ricas de meia-idade para depois ficar com a grana das trouxas. É basicamente isso. Nada de Chaplin fazendo suas típicas mímicas e gags extraordinárias, nem mesmo aquelas facetas de seu primeiro filme sem o Vagabundo, O GRANDE DITADOR (1940) que é mais interessante do que este, aliás, uma obra-prima. “Monsieur” é um de seus filmes na qual não tenho tanta empolgação de rever diversas vezes, por exemplo.

Eu o considero uma obra menor. Não tiro nenhum brilho do filme, muito pelo contrário, resultou em mais um exercício inovador e corajoso do artista associado eternamente ao icônico personagem dos clássicos mudos. Só que é preciso entender que a proposta dele aqui é totalmente diferente do que estamos mais habituados. Mesmo com leves sorridos e com alguma graça (sobretudo na cena da pesca), Chaplin não é o mocinho, o que também prova de uma vez por todas de que ele era completamente capaz de interpretar qualquer figura e mesmo que, no final, tenho a sensação de que lá no fundo o que ele sabia mesmo era ser Carlitos.

 

 

A polêmica em torno da premissa é a resposta do protagonista quando é levado à justiça, na qual sua defesa consiste em que, enquanto o assassino privado é condenado pela lei, o genocídio público, certamente a Guerra, é glorificado. No filme seu personagem diz: “Um assassino transforma uma pessoa em vilã – milhões, a transformam em herói. Os números santificam.” Por falar e pensar demais publicamente através de seus filmes, este aqui, definitivamente, resultou em sua amargurada expulsão da América. Chaplin na mira da caça as bruxas, não teve alternativas. Sinto-me incomodado com o seu discurso aqui, nada a ver com o que tinha feito lindamente em O Grande Ditador.


Em outras palavras, Monsieur Verdoux é um filme modesto até demais e auto-suficiente para Chaplin. Um homem que passa a maior parte da projeção vivendo na bigamia seduzindo mulheres solitárias com alguma propriedade ou renda, convencendo-as a sacarem dinheiro do banco, eliminando-as de seu caminho e investindo o que roubou em ações, mesmo em crise e acreditando que era o momento certo para tal investimento. O tempo todo elegante, distinto, dando telefonemas, viajando constantemente, caçando novas vítimas e fugindo. É estranho, confesso, e nem parece Chaplin, mesmo reconhecendo a narração tão bem construída por ele. Na trama, ainda tem o drama da esposa paralítica e o filho pequeno, a sua família verdadeira antes de ingressar no crime. Outra desculpa é que ele faz tudo isso por eles, mas sua situação é tão grave que ele mal arranja tempo e possibilidades para vê-los. É uma comédia extraordinariamente disfarçada, diga-se de passagem. Provavelmente, o momento mais notável da fita é quando ele tenta assassinar uma das esposas, interpretada pela notável MARTHA RAYE (1916-94) esta que tem uma sorte terrível!

 

Sua atriz predileta, EDNA PURVIANCE (1895-1958) foi testada para o papel de Madame Grosnay que acabou ficando com ISOBEL ELSOM (1893-81) de filmes como “My Fair Lady” (64) e “O Fantasma Apaixonado” (47) de Mankiewicz. Eventualmente, Purviance acabava participando da fita com alguma figuração especial, aqui, por exemplo, na festa do jardim.

Dentre toda a trajetória cinematográfica do cineasta, este eu o considero o mais tragicômico. Também feito às pressas com a rígida economia do pós-guerra e com mais seriedade, sem aquele toque de fantasia mágica dos trabalhos anteriores. Eis um filme que não me marcou, mas me deixou atento do início ao fim.

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Irina Palm

O que você é capaz de fazer por amor?

Costumamos dizer que somos capazes de fazer de tudo para salvar alguém que amamos. Tudo. Mas na maioria das vezes a hipocrisia permeia os sentimentos, encobrindo o que de verdade deveria ser levado em consideração. Os tabus cegam. E muito.

"Irina Palm", filme de Sam Garbarski (O Tango de Rashevski) inicia-se com um drama, e temos a falsa impressão de que estaremos daí para frente com mais um dramalhão: o neto de Maggie (Marianne Faithfull) possui uma doença rara, que em poucas semanas irá matá-lo se não viajar para a Austrália para um tratamento revolucionário. Seus pais não possuem dinheiro, e Maggie busca, em vão, pegar empréstimos em bancos ou arrumar emprego. Nunca trabalhara fora antes, e aos cinqüenta anos está velha demais para conseguir algo. Ao passar por uma rua do Soho Londrino, já desesperançada, verifica que uma boate precisa de recepcionistas. Um eufemismo para a verdadeira função: masturbação de homens, através de um buraco na parede. À princípio o susto, depois o desespero. Mas algo há de ser feito. Pelo neto ela faz tudo o que for possível. Até mesmo isso. O pagamento é bom, e ela, sem experiência alguma, assume o emprego. Luisa (Dorka Gryllus), uma profissional do local ensina-lhe a mazela do serviço, e Maggie parece ter um dom para a função.

Afasta-se dos poucos amigos que tem e começa a viver uma vida paralela, oculta sob a sala. Em pouco tempo começa a ganhar mais e mais clientes, que desconhecem quem ela é. Torna-se Irina Palm, a mais procurada das "recepcionistas". Consegue um empréstimo com o dono da boate Mikky (Miki Manojlovi) e dá o dinheiro para que seu filho possa embarcar com a mulher e neto para o tratamento. Maggie incrivelmente acaba encontrando também o amor, inusitado, ao lado de Mikky.

Curioso por saber como a mãe conseguira tanto dinheiro em tão pouco tempo, seu filho a segue. E descobre. Incapaz de entender os motivos, renega a própria mãe. A nora, com quem ela não se dá bem, incrivelmente, e talvez por também ser mãe, entende o motivo: Maggie fizera isso por eles. E não há razão para que seja perdoada, mas sim aclamada. Não há mais nada a esconder, e ela conta às amigas o motivo de sua ausência. Todas chocadas, e a exposição de mágoas passadas, quando uma delas a acusa de ter se tornado uma prostituta, e Maggie retribui, educadamente, dizendo que sempre soube que a amiga tivera um caso com seu marido. Hipocrisia revelada. Irina Palm é um daqueles filmes que nos faz pensar no que vale mesmo a pena, a honra ou o amor?

Marianne Faithfull, que tem uma extensa carreira como cantora desde a década de 60 (quando esteve ao lado de Mick Jagger), convence como a mulher idosa que, de repente, se redescobre como mulher e, porque não dizer, descobre também um dom. Ela acerta no tom, ignorando a melancolia, que poderia estragar a essência da roteiro. O elenco afiado, com Miki Manojlovi, Kevin Bishop e Siobhán Hewlett compensa a ausência de musicalidade, que poderia ter sido melhor explorada. Mas no final, a história compensa qualquer provável falha. A verdade é que, na ânsia de salvar o neto, Maggie acaba salvando a si mesma, do tédio em que vivia.
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