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Título Original: The Black Cat Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Terror | Crime | Aventura | Suspense / 65min Direção: Edgar G. Ulmer Produção: E.M. Asher Roteiro: Edgar Allan Poe e Edgar G. Ulmer Fotografia: John J. Mescall Música: Heinz Roemheld Elenco Boris Karloff ... Hjalmar Poelzig Bela Lugosi... Dr. Vitus Werdegast David Manners ... Peter Alison Julie Bishop ... Joan Alison Egon Brecher ... The Majordomo Harry Cording ... Thamal, Werdegast's Servant Lucille Lund ... Karen Werdegast Poelzig Henry Armetta ... Police Sergeant Albert Conti ... Police Lieutenant Sinopse Após um acidente, um casal recebe a hospitalidade de um morador local, que vive sozinho em um enorme castelo. Não vai demorar para que ambos percebam que aceitar o convite não foi uma boa idéia, pois o anfitrião é um adorador do demônio e pretende utiliza-los, em especial a esposa, em seus rituais macabros.  
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Título Original: The Black Camel Ano/País/Gênero/Duração: 1931 / EUA / Crime | Drama | Terror | Mistério | Suspense / 71min Direção: Hamilton MacFadden Produção: Hamilton MacFadden Roteiro: Earl Derr Biggers e Barry Conners Fotografia: Joseph H. August Elenco Warner Oland ... Inspector Charlie Chan Sally Eilers ... Julie O'Neil Bela Lugosii ... Tarneverro / Arthur Mayo Dorothy Revier ... Shelah Fane Victor Varconi ... Robert Fyfe Murray Kinnell ... Archie Smith William Post Jr. ... Alan Jaynes Robert Young ... Jimmy Bradshaw Violet Dunn ... Anna the maid J.M. Kerrigan ... Thomas MacMasters Mary Gordon ... Mrs. MacMasters Rita Rozelle ... Luana Otto Yamaoka ... Kashimo Sinopse Durante uma filmagem em Honolulú, uma atriz é assassinada de forma trágica e misteriosa. Seu envolvimento amoroso com um rico viajante e seu passado obscuro como amante de um outro homem seria a explicação para as mortes que se anunciavam. Charlie Chan terá¡ que usar toda a sua astúcia antes que o assassino escape de sua mãos.
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Título Original: Topper Takes a Trip Ano/País/Gênero/Duração: 1938 / EUA / Comédia | Fantasia | Romance / 80 min Direção: Norman Z. McLeod Produção: Milton H. Bren Roteiro: Thorne Smith e Jack Jevne Fotografia: Norbert Brodine Música: Hugo Friedhofer Elenco Constance Bennett ... Marion Kerby Roland Young ... Cosmo Topper Billie Burke ... Mrs. Clara Topper Alan Mowbray ... Wilkins - Topper's Butler Verree Teasdale ... Mrs. Nancy Parkhurst Franklin Pangborn ... Louis - Hotel Manager Alexander D'Arcy ... Baron de Rossi Paul Hurst ... Charlie - the Bartender Armand Kaliz ... Hotel Clerk Eddie Conrad ... Jailer Spencer Charters ... Judge Wilson Irving Pichel ... Prosecutor Leon Belasco ... Bellboy Georges Renavent ... Magistrate Asta ... Mr. Atlas - the Dog Sinopse   Filme sequencia de Topper, lançado em 1937. Um fantasma tenta reunir um casal.
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Título Original: Splendor Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Comédia | Romance / 75 min Direção: Elliott Nugent Produção: Samuel Goldwyn Roteiro: Rachel Crothers Fotografia: Gregg Toland Música: Alfred Newman Elenco Miriam Hopkins ... Phyllis Manning Lorrimore Joel McCrea ... Brighton Lorrimore Paul Cavanagh ... Martin Deering Helen Westley ... Mrs. Emmeline Lorrimore Billie Burke ... Clarissa David Niven ... Clancey Lorrimore Katharine Alexander ... Martha Lorrimore Ruth Weston ... Edith Gilbert Arthur Treacher ... Major Ballinger Torben Meyer ... Baron Von Hoffstatter Ivan F. Simpson ... Fletcher Reginald Sheffield ... Billy Grimes Sinopse   A família Lorrimore está à beira da falência. A única maneira de sair do vermelho é casando o filho mais velho com uma mulher rica. Ao invés disso, ele retorna de uma viagem já casado com outra garota, que é mal acolhida na família.    
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Título Original: Road to Bali Ano/País/Gênero/Duração: 1952 / EUA / Comédia | Fantasia | Musical / 91 min Direção: Hal Walker Produção: Daniel Dare Roteiro: Frank Butler e Hal Kanter Fotografia: George Barnes Música: Joseph J. Lilley Elenco   Bing Crosby ... George Cochran Bob Hope ... Harold Gridley Dorothy Lamour ... Princess Lala Murvyn Vye ... Ken Arok Peter Coe ... Gung Ralph Moody ... Bhoma Da Leon Askin ... King Ramayana Jerry Lewis ... Woman in Lala's Dream Dean Martin ... Man in Lala's Dream Jane Russell ... Cameo Appearance Sinopse   Melbourne, Austrália. Harold Gridley (Bob Hope) e George Cochran (Bing Crosby), artistas americanos do vaudeville, se apresentam na cidade. Logo eles precisam fugir, pois se envolveram com uma jovem que quer casar com George. Vão parar em uma localidade onde Ken Arok (Murvyn Vye), um príncipe, procura mergulhadores, mas esta difícil encontrar algum, pois os 4 contratados não voltaram da ilha de Arok e atribuem isto a Bogatan, um enorme polvo. O príncipe diz que isto é uma lenda e que o ocorrido com os mergulhadores foi só um acidente. Sem ter consciência da situação e precisando de emprego, Harold concorda em mergulhar para o príncipe, que quer achar um tesouro. Então viajam para Batu, a (...) paradisíaca ilha de Arok. Ao chegarem lá são muito bem recebidos por sensuais nativas, mas a princesa Lala (Dorothy Lamour), uma bela jovem, diz para Arok que mandar os americanos mergulharem é assassinato a sangue frio. Naquela noite, após uma festa em homenagem a George e Harold, Lala se dirige para George e lhe diz que se ele e Harold ficarem na ilha logo morrerão. George não dá a devida importância aos avisos de Lala, pois está fascinado demais com a idéia de ganhar 50 mil moedas de ouro.  
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Título Original: One Night in the Tropics Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Comédia | Musical / 82 min Direção: A. Edward Sutherland Produção: Leonard Spigelgass Roteiro: Earl Derr Biggers e Kathryn Scola Fotografia: Joseph A. Valentine Música: Frank Skinner Elenco Allan Jones ... Jim Moore Nancy Kelly ... Cynthia Merrick Bud Abbott ... Abbott Lou Costello ... Costello Robert Cummings ... Steve Harper Mary Boland ... Aunt Kitty Marblehead William Frawley ... Roscoe Peggy Moran ... Mickey Fitzgerald Leo Carrillo ... Escobar Don Alvarado ... Rodolfo Nina Orla ... Nina Richard Carle ... James G. Moore Sinopse   Steve quer se casar com Cynthia, sua namorada, mas a tia dela desaprova a união e fará de tudo para separar o casal. Steve procura um amigo que é agente de seguros e pede que seja feita uma apólice que garanta uma alta quantia de dinheiro, caso o casamento não seja realizado.   Curiosidades - Filme de estréia da dupla Abbott e Costello.  
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Título Original: Born to Dance Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Musical Comédia / 106 min Direção: Roy Del Ruth Produção: Jack Cummings Roteiro: Jack McGowan e Sid Silvers Fotografia: Ray June Música: Alfred Newman Elenco   Eleanor Powell ... Nora Paige James Stewart ... Ted Barker Virginia Bruce ... Lucy James Una Merkel ... Jenny Saks Sid Silvers ... 'Gunny' Sacks Frances Langford ... 'Peppy' Turner Raymond Walburn ... Captain Percival Dingby Alan Dinehart ... James 'Mac' McKay Buddy Ebsen ... 'Mush' Tracy Juanita Quigley ... Sally Saks Georges ... Ele mesmo, Dance Speciality Jalna ... A própria, Dance Specialty Reginald Gardiner ... Central Park Policeman Barnett Parker ... Model Home Demonstrator The Foursome ... Sailor Quartette Sinopse   O marinheiro Ted conhece uma garota que quer ser uma estrela na Broadway e se apaixona. Curiosidades   - James Stewart falou mais tarde que cantou !Easy to Love" tão bem quanto qualquer profissional. Chegou a ser dublado por Jack Owens, mas a voz do cantor acabou ficando na versão final. - Eleanor Powell foi dublada por Marjorie Lane. - Judy Garland foi cotada para fazer um papel no filme. - O filme traz a única participação de James Stewart em um musical. - Canções de Cole Porter.  
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Título Original: Vengeance Valley Ano/País/Gênero/Duração: 1951 / EUA / Faroeste / 83 min Direção: Richard Thorpe Produção: Nicholas Nayfack Roteiro: Luke Short e Irving Ravetch Fotografia: George J. Folsey Música: Rudolph G. Kopp   Elenco   Burt Lancaster ...     Owen Daybright Robert Walker    ...     Lee Strobie Joanne Dru    ...     Jen Strobie Sally Forrest    ...     Lily Fasken John Ireland    ...     Hub Fasken Carleton Carpenter    ...     Hewie Ray Collins    ...     Arch Strobie Ted de Corsia    ...     Herb Backett Hugh O'Brian    ...     Dick Fasken Will Wright    ...     Mr. Willoughby Grayce Mills    ...     Mrs. Burke Jim Hayward    ...     Sheriff Con Alvis James Harrison    ...     Orv Esterly Stanley Andrews    ...     Mead Calhoun   Sinopse     Esta é a história de uma triste realidade entre Lee Strobie, o filho mal caráter de um fazendeiro, e seu irmão adotivo, o honesto Owen Daybright (Burt Lancaster). Lee enganou sua fiel esposa Jen (Joanne Dru) com uma moça da cidade (Sally Forrest) e teve um filho ilegítimo como resultado. Owen por ajudar a amante do irmão, é perseguido por engano pela família da moça para vingar a honra.     Download:   Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas     Imagens
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Título Original: Blade af Satans bog Ano/País/Gênero/Duração: 1921 / EUA / Drama / 112min Direção:Carl Theodor Dreyer Roteiro: Marie Corelli e Edgar Høyer Fotografia: George Schnéevoigt Música: Philip Carli Elenco Helge Nissen ... Satan / The Grand Inquisitor / Erneste / Ivan Halvard Hoff ... Jesus (first sequence) Jacob Texiere ... Judas (first sequence) (como Jacob Texière) Hallander Helleman ... Don Gomez de Castro (second sequence) Ebon Strandin ... Isabel, Castro's daughter (second sequence) Johannes Meyer ... Don Fernandez (second sequence) Nalle Halden ... The Majordomo (second sequence) (como Nalle Haldén) Tenna Kraft ... Marie Antoinette (third sequence) (como Tenna Frederiksen Kraft) Viggo Wiehe ... Count de Chambord (third sequence) Emma Wiehe ... The Countess of Chambord (third sequence) Jeanne Tramcourt ... Lady Genevive de Chambord (third sequence) Hugo Bruun ... Count Manuel (third sequence) Elith Pio ... Joseph (third sequence) Emil Helsengreen ... The People's Commissar (third sequence) Viggo Lindstrøm ... Old Pitou (third sequence) Sinopse   Eis aqui a lenda de Satanás. Atravessamos a história da humanidade em episódios de dor: a Crucificação de Cristo; a Inquisição Espanhola; a Revolução Francesa; a Primeira Guerra. Em todas, a conseqüência da Queda, o juízo de Deus e sua irrevogável condenação.  
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Título Original: Die Gezeichneten Ano/País/Gênero/Duração: 1922 / Alemanha / 105min Direção: Carl Theodor Dreyer Roteiro: Carl Theodor Dreyer e Aage Madelung Fotografia: Friedrich Weinmann Elenco Adele Reuter-Eichberg ... Mrs. Segal Vladimir Gajdarov ... Jakow Segal Polina Piekowskaja ... Hanne-Liebe Sylvia Torf ... Zipe Hugo Döblin ... Abraham Johannes Meyer ... Rylowitsch Thorleif Reiss ... Sascha J.N. Douvan-Tarzow ... Suchowersky Richard Boleslawski ... Fedja Emmy Wyda ... Anna Arkadiewna Tatjana Tarydina Elisabeth Pinajeff ... Manja Ivan Bulatov Friedrich Kühne Sinopse   Drama passado em 1900 na Rússia, período de imensa instabilidade política.   Assista Online      
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Título Original: Du skal ære din hustru Ano/País/Gênero/Duração: 1925 / Dinamarca / Drama / 107 min Direção: Carl Theodor Dreyer Roteiro: Carl Theodor Dreyer e Svend Rindom Fotografia: George Schnéevoigt Elenco Johannes Meyer ... Viktor Frandsen Astrid Holm ... Ida Frandsen Karin Nellemose ... Karen Frandsen Mathilde Nielsen ... Old Victor's Wetnurse Clara Schønfeld ... Alvilda Kryger Johannes Nielsen ... Doutor Petrine Sonne ... Laundress Aage Hoffman ... Dreng - Son Byril Harvig ... Barnet - Son Viggo Lindstrøm Aage Schmidt Sinopse   Victor Frandsen é um tirano que faz com que sua esposa Ida trabalhe como escrava para toda a família. Mads, uma senhora, convence a mãe de Ida a tomar alguma atitude. Quando Victor chega em casa e descobre que Ida foi embora, fica irritado e será capaz de tudo para reaver a mulher.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.  
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Título Original: Sangue mineiro Ano/País/Gênero/Duração: 1930 / Brasil / Drama / 82min Direção: Humberto Mauro Produção: Agenor Cortes de Barros. Carmen Santos Roteiro: Humberto Mauro Fotografia: Edgar Brasil     Elenco       Carmen Santos ...     Carmem Luís Soroa    ...     Roberto Maury Bueno    ...     Christovam Ernani de Paula         Pedro Fantol    ...     Juliano Sampaio Rosendo Franco    ...     Franco Adhemar Gonzaga    ...     Carmem's Father Luiz Guimarães         Augusta Leal    ...     Aunt Marta Humberto Mauro    ...     Farmer's servant Nita Ney    ...     Neusa Máximo Serrano    ...     Máximo Elie Sone    ...     Tuty     Sinopse     O filme trata das desventuras amorosas de Camen, filha de um industrial, que acaba se envolvendo com um rapaz que acaba se apaixonando por sua irmã.       Assista Online XMGz2mCMosM   Canal: http://www.youtube.com/user/bossabrasileira          
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Título Original: Turnabout Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Comédia / 83min Direção: Hal Roach Produção: Hal Roach Roteiro: Thorne Smith e Mickell Novack Fotografia: Norbert Brodine Música: Arthur Morton Elenco   Adolphe Menjou ... Phil Manning Carole Landis ... Sally Willows John Hubbard ... Tim Willows William Gargan ... Joel Clare Verree Teasdale ... Laura Bannister Mary Astor ... Marion Manning Donald Meek ... Henry - the Valet Joyce Compton ... Irene Clare Inez Courtney ... Miss Edwards Franklin Pangborn ... Mr. Alan Pingboom Marjorie Main ... Nora - the Cook Berton Churchill ... Julian Marlowe Margaret Roach ... Dixie Gale Ray Turner ... Mose Norman Budd ... Jimmy Sinopse   Entediada com sua vida, Sally passa a maior parte do tempo tentando descobrir maneiras de gastar o dinheiro do marido, enquanto ele tenta passar o tempo que pode longe dela. Após uma discussão, os dois acabam trocando de corpos e personalidade. Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   SEM Legendas
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Título Original: One Million B.C Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Aventura | Fantasia | Romance | Ficção Científica / 80min Direção: Hal Roach e Hal Roach Jr. Produção: D.W. Griffith Roteiro: Mickell Novack e George Baker Fotografia: Norbert Brodine Música: Werner R. Heymann Elenco Victor Mature ... Tumak Carole Landis ... Loana Lon Chaney Jr. ... Akhoba Conrad Nagel ... Narrating Archaeologist John Hubbard ... Ohtao Nigel De Brulier ... Peytow Mamo Clark ... Nupondi Inez Palange ... Tohana Edgar Edwards ... Skakana Jacqueline Dalya ... Ataf Mary Gale Fisher ... Wandi Norman Budd ... Rock Person Harry Wilson ... Rock Person John Northpole ... Rock Person Lorraine Rivero ... Rock Person Sinopse Na Pré-História, duas tribos de homens das cavernas brigam entre si. Um homem da tribo das pedras se apaixona por jovem da tribo das conchas e é deserdado por seus pares, sendo forçado a fugir com a amada. Curiosidades Originalmente, o diretor D.W. Griffith iniciou as filmagens desse projeto. Mas ele acabou se demitindo quase na metade, e Hal Roach assumiu o trabalho com a assistência de seu filho.  
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Título Original: Vigil in the Night Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Drama / 96 min Direção: George Stevens Produção: George Stevens Roteiro: Fred Guiol e P.J. Wolfson Fotografia: Robert De Grasse Música: Alfred Newman Elenco Carole Lombard ... Anne Lee Brian Aherne ... Dr. Robert S. Prescott Anne Shirley ... Lucy Lee Julien Mitchell ... Matthew Bowley Robert Coote ... Dr. Caley Brenda Forbes ... Nora Dunn Rita Page ... Glennie Peter Cushing ... Joe Shand Ethel Griffies ... Matron East Doris Lloyd ... Mrs. Martha Bowley Emily Fitzroy ... Sister Gilson Sinopse O filme conta a histórias das enfermeiras Anne e sua irmã Lucy. Anne leva a culpa por um erro fatal cometido pela sua irmã e acaba tendo que deixar o hospital onde trabalham. Ela então se muda para outra cidade e arruma um emprego, onde se apaixona pelo Dr Prescott. Superando os obstáculos e a tragédia pessoal ao longo do caminho, Anne e Prescott trabalham em conjunto para trazer melhores condições para o cuidado dos doentes, bem como lutam contra uma epidemia que ameaça submergir todos aqueles ao seu redor.  
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Título Original: Love Before Breakfast Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Comédia / 70min Direção: Walter Lang Produção: Edmund Grainger Roteiro: Faith Baldwin e Herbert Fields Fotografia: Ted Tetzlaff Música: Arthur Morton Elenco Carole Lombard ... Kay Colby Preston Foster ... Scott Miller Cesar Romero ... Bill Wadsworth Janet Beecher ... Mrs. Colby Betty Lawford ... Countess Jane Campanella Richard Carle ... 'Brinky' Brinkerhoff Forrester Harvey ... Chief Steward Joyce Compton ... Mary Lee Diana Gibson ... The Secretary Sinopse   Carole Lombard é uma beldade de Park Avenue cortejada por Preston S. Foster e Cesar Romero. Achando que nenhum dos cavalheiros merece tê-la como prêmio/namorada, Lombard se faz de fútil e inconstante propositadamente, no decorrer do filme. Este é o plot principal desta bela e refinada comédia, que ficou marcada pelo pôster de divulgação na década de 30, o famoso cartaz pintado, no qual um detalhe do filme se tornou o foco da atenção. Há uma alteração iconoclasta na pintura: Carole Lombard ganhou um olho preto. Comédia engraçadíssima, do começo ao fim.   Curiosidades - Trama inspirada no livro de Faith Baldwin.    
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Título Original: Virtue Ano/País/Gênero/Duração: 1932 / EUA / Drama / 68min Direção: Edward Buzzell Roteiro: Robert Riskin e Ethel Hill Música: Mischa Bakaleinikoff Elenco Carole Lombard ... Mae Pat O'Brien ... Jimmy Doyle Ward Bond ... Frank Shirley Grey ... Gert Hanlon Mayo Methot ... Lil Blair Jack La Rue ... Toots O'Neil Willard Robertson ... Detective MacKenzie Arthur Wanzer ... Flanagan Jessie Arnold ... Landlady Edwin Stanley ... District Attorney   Sinopse   Um relacionamento se desenvolve entre uma garota e um motorista de táxi de bom coração. Mas outros assuntos se colocarão em seus caminhos, incluindo problemas financeiros e até um assassinato.      
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Título Original: Ladies' Man Ano/País/Gênero/Duração: 1931 / EUA / Drama / 70min Direção: Lothar Mendes Roteiro: Rupert Hughes e Herman J. Mankiewicz Fotografia: Victor Milner Música: Karl Hajos Elenco William Powell ... Jamie Darricott Kay Francis ... Norma Page Carole Lombard ... Rachel Fendley Gilbert Emery ... Horace Fendley Olive Tell ... Mrs. Fendley Martin Burton ... Anthony Fendley John Holland ... Peyton Walden Frank Atkinson ... Valet Maude Turner Gordon ... Therese Blanton Hooper Atchley ... Headwaiter Richard Cramer ... Private detective Edward Hearn ... Maitre D' Lothar Mendes ... Lobby extra William H. O'Brien ... Elevator starter Frank O'Connor ... News clerk   Sinopse     Homem passa toda a sua vida se relacionando com mulheres ricas, até que se apaixona por uma jovem que nem é rica, nem possui nenhum poder social.  
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Título Original: The Squaw Man Ano/País/Gênero/Duração: 1931 / EUA / Drama | Faroeste / 107min Direção: Cecil B. DeMille Produção: Cecil B. DeMille Roteiro: Edwin Milton Royle e Lucien Hubbard Fotografia: Harold Rosson Elenco Warner Baxter ... James 'Jim' Wingate, aka Jim Carston Lupe Velez ... Naturich Eleanor Boardman ... Lady Diana Kerhill Charles Bickford ... Cash Hawkins Roland Young ... Sir John 'Johnny' Applegate Paul Cavanagh ... Henry, Earl of Kerhill Raymond Hatton ... Shorty Julia Faye ... Mrs. Chichester Jones DeWitt Jennings ... Sheriff Bud Hardy J. Farrell MacDonald ... Big Bill Mitchell Lewis ... Tabywana Dickie Moore ... Little Hal Carston Victor Potel ... Andy Frank Rice ... Grouchy Eva Dennison ... Dowager Lady Amy Kerhill, Henry's Mother Sinopse     Homem é falsamente acusado de um crime cometido por seu irmão. Ele foge para o Oeste americano e se casa com uma linda moça de origem indígena. Anos mais tarde, em seu leito de morte, seu irmão confessa o crime,libertando o herói para que ele possa recuperar terras e título.   Curiosidades   - TErceira versão da mesma história e a primeira a ser rodada no cinema falado. - Último filme de DeMille para a MGM.        
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Título Original: The Godless Girl Ano/País/Gênero/Duração: 1929 / EUA / Drama / 113 min Direção: Cecil B. DeMille Produção: Cecil B. DeMille Roteiro: Beulah Marie Dix e Jeanie Macpherson Fotografia: J. Peverell Marley Música: Hugo Riesenfeld   Elenco Lina Basquette ... Judy Craig - The Girl Marie Prevost ... Mame - The Other Girl Tom Keene ... Bob Hathaway - The Boy Noah Beery ... The Brute Eddie Quillan ... Samuel 'Bozo' Johnson - The Goat Mary Jane Irving ... The Victim Clarence Burton ... Prison Guard Richard Alexander ... Prison Guard Kate Price ... Prison Matron Hedwiga Reicher ... Prison Matron Julia Faye ... Inmate Viola Louie ... Inmate Emily Barrye ... Inmate   Sinopse Um grupo de estudantes cristãos se envolve em encontros secretos de cunho ateu. Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.    
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Título Original: The Volga Boatman Ano/País/Gênero/Duração: 1926 / EUA / Drama | Romance / 120min Direção: Cecil B. DeMille Produção: Cecil B. DeMille Roteiro: Konrad Bercovici e Lenore J. Coffee Fotografia: J. Peverell Marley Música: R.H. Bassett Elenco William Boyd ... Feodor, A Volga Boatman Elinor Fair ... Vera, A Princess Robert Edeson ... Prince Nikita Victor Varconi ... Prince Dimitri Julia Faye ... Mariusha, A Gypsy Theodore Kosloff ... Stefan, A Blacksmith Arthur Rankin ... Vasili - A Boatman Sinopse Durante a revolução Russa, a princesa Vera está arranjada para casar com o príncipe Dimitri. Contudo ela sente-se atraída pela plebeu Feodor Curiosidades - Filme mudo.    
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Título Original: Dead End Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / EUA / Crime | Drama / 93min Direção: William Wyler Produção: Samuel Goldwyn Roteiro: Lillian Hellman e Sidney Kingsley Fotografia: Gregg Toland Elenco Sylvia Sidney ... Drina Joel McCrea ... Dave Humphrey Bogart ... 'Baby Face' Martin Wendy Barrie ... Kay Claire Trevor ... Francey Allen Jenkins ... Hunk Marjorie Main ... Mrs. Martin Billy Halop ... Tommy Huntz Hall ... Dippy Bobby Jordan ... Angel Leo Gorcey ... Spit Gabriel Dell ... T.B. Bernard Punsly ... Milty Charles Peck ... Philip Minor Watson ... Mr. Griswald   Sinopse   Drina Gordon vive num subúrbio pobre de Nova York e tenta impedir que seu irmão mais novo desperdice a vida se envolvendo com uma gangue local.    
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Título Original: Frontier Marshal Ano/País/Gênero/Duração: 1939 / EUA / Biografia | Histórico | Romance | Faroeste / 71 min Direção: Allan Dwan Produção: Sol M. Wurtzel Roteiro: Stuart N. Lake e Sam Hellman Fotografia: Charles G. Clarke Música: Samuel Kaylin Elenco Randolph Scott ... Wyatt Earp Nancy Kelly ... Sarah Allen Cesar Romero ... John 'Doc' Halliday Binnie Barnes ... Jerry John Carradine ... Ben Carter Edward Norris ... Dan Blackmore Eddie Foy Jr. ... Eddie Foy Ward Bond ... Town Marshal Lon Chaney Jr. ... Pringle Chris-Pin Martin ... Pete Joe Sawyer ... Curley Bill Dell Henderson ... Dave Hall Harry Hayden ... Mayor John Henderson Ventura Ybarra ... Pablo Charles Stevens ... Indian Charlie Sinopse   MARSHAL FRONTIER,estrelado por Randolph Scott como Wyatt Earp, detém um papel interessante na história do cinema. Foi o segundo filme da 20th Century Fox baseado no livro de Stuart Lake WYATT EARP: MARSHAL FRONTIER. Apenas alguns anos mais tarde Frontier Marshal seria refeita, mais uma vez como John Ford, em DARLING CLEMENTINA. Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Já com Legendas
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Título Original: When Tomorrow Comes Ano/País/Gênero/Duração: 1939 / EUA / Drama | Romance / 90min Direção: John M. Stahl Produção: John M. Stahl Roteiro: James M. Cain e Dwight Taylor Fotografia: John J. Mescall Música: Frank Skinner Elenco   Irene Dunne ... Helen Lawrence Charles Boyer ... Philip Chagal Barbara O'Neil ... Madeleine Chagal Onslow Stevens ... Jim Holden Nydia Westman ... Lulu Nella Walker ... Betty Dumont Fritz Feld ... Nicholas    
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Título Original: History Is Made at Night Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / EUA / Drama | Romance / 97 min Direção: Frank Borzage Produção: Walter Wanger Roteiro: C. Graham Baker Fotografia: David Abel Elenco Charles Boyer ... Paul Dumond Jean Arthur ... Irene Vail Leo Carrillo ... Cesare Colin Clive ... Bruce Vail Ivan Lebedeff ... Michael Browsky - Vail's Chauffeur George Meeker ... Mr. Norton Lucien Prival ... Private Detective George Davis ... Maestro Sinopse   Triângulo amoroso envolvendo um magnata possessivo, sua bela esposa e um maitrê francês. Bruce Vail é o marido ciumento de Irene, e Paulo é o chefe dos garçons por quem ela se apaixona.   ASSISTA ONLINE         Curiosidades - A história se passa no transatlântico Titanic.  
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Título Original: Le bonheur Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / França / Comédia | Drama | Romance / 98min Direção: Marcel L'Herbier Roteiro: Henri Bernstein Fotografia: Harry Stradling Sr. Música: Billy Colson Elenco Gaby Morlay ... Clara Stuart Charles Boyer ... Philippe Lutcher Michel Simon ... Noël Malpiaz Jaque Catelain ... Geoffroy de Chabré Paulette Dubost ... Louise Jean Toulout ... Maître Balbant Henri Richard ... Le juge d'instruction Claude Roussell ... La dactylo Robert Colette ... Edmond Léon Arvel ... L'avocat général Georges Mauloy ... Le président des Assises Pierre Finaly ... Le directeur de l'Echo du Monde Jean Marais ... Jornalista - Un journaliste Raymond Destac ... Jornalista - Un journaliste Sylvain Itkine ... Jornalista - Un journaliste Sinopse   Clara Stuart, grande estrela, chega em Paris com grande aclamação do público. Mas enquanto ela é adorada pelas massas, é odiada por Philippe Lutcher, um jovem artista que é anarquista. Após um recital público, Lutcher tenta matá-la. Durante o julgamento, Clara tenta defendê-lo mesmo assim, mas ele rejeita seu apoio. Após um tempo na cadeia, Lutcher se apaixona por ela. Curiosidades - Este filme foi muito popular na época de seu lançamento.  
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Título Original: The Old Dark House Ano/País/Gênero/Duração: 1932 / EUA / Terror / 70min Direção: James Whale Produção: Carl Laemmle Jr. Roteiro: Benn W. Levy Fotografia: Arthur Edeson Música: William Hedgcock Elenco Boris Karloff ... Morgan Melvyn Douglas ... Roger Penderel Charles Laughton ... Sir William Porterhouse Lilian Bond ... Gladys DuCane Perkins Ernest Thesiger ... Horace Femm Eva Moore ... Rebecca Femm Raymond Massey ... Philip Waverton Gloria Stuart ... Margaret Waverton Elspeth Dudgeon ... Sir Roderick Femm Brember Wills ... Saul Femm Sinopse   Em busca de abrigo para fugir de uma tempestade, um casal de viajantes é acolhido na velha mansão da estranha família Femm.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas    
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Título Original: Les misérables Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Drama | Histórico | Romance / 108 min Direção: Richard Boleslawski Produção: Darryl F. Zanuck Roteiro: Victor Hugo e W.P. Lipscomb Fotografia: Gregg Toland Elenco Fredric March ... Jean Valjean / Champmathieu Charles Laughton ... Inspector Javert Cedric Hardwicke ... Bishop Bienvenu Rochelle Hudson ... Cosette Florence Eldridge ... Fantine John Beal ... Marius Frances Drake ... Eponine Ferdinand Gottschalk ... Thenardier Jane Kerr ... Madame Thenardier Marilyn Knowlden ... Little Cosette Jessie Ralph ... Madame Magloire Mary Forbes ... Mlle. Baptiseme Florence Roberts ... Toussaint Charles Haefeli ... Brevet John Bleifer ... Chenildieu   Sinopse Na França do pós-revolução, no século 18, homem desempregado que rouba um pedaço de pão para sua família é perseguido por um investigador. Baseado no clássico da literatura escrito por Victor Hugo.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas incluídas
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Título Original: The Mask of Fu Manchu Ano/País/Gênero/Duração: 1932 / EUA / Aventura | Terror | Ficção Científica / 68 min Direção: Charles Brabin e Charles Vidor Roteiro: Irene Kuhn e Edgar Allan Woolf Fotografia: Tony Gaudio Música: William Axt Elenco Boris Karloff ... Dr. Fu Manchu Lewis Stone ... Commissioner Sir Nayland Smith Karen Morley ... Sheila Barton Charles Starrett ... Terrence Granville Myrna Loy ... Fah Lo See Jean Hersholt ... Dr. Von Berg Lawrence Grant ... Sir Lionel Barton David Torrence ... McLeod     Sinopse   Exploradores ingleses estão na pista do túmulo secreto de Genghis Khan, onde esperam encontrar as lendárias espada dourada e máscara do conquistador. Sabem que o maléfico Doutor Fu Manchu também está interessado nessas peças, com o intuito de usá-las para dominar os povos orientais. Os exploradores não evitam os traiçoeiros ataques do vilão mas o ardiloso Nayland Smith consegue enganar temporariamente Fu Manchu com peças falsas. Mas o vilão não desiste e rapta um dos exploradores, hipnotizando-o para que lhe traga as verdadeiras relíquias.  
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Título Original: The Wizard of Oz Ano/País/Gênero/Duração: 1925 / EUA / Comédia | Família | Fantasia | Aventura / 81 min Direção: Larry Semon Produção:I.E. Chadwick Roteiro: L. Frank Baum e Frank Joslyn Baum Fotografia: Frank B. Good Elenco Dorothy Dwan ... Dorothy Mary Carr ... Aunt Em Virginia Pearson ... Lady Vishuss Bryant Washburn ... Prince Kynd Josef Swickard ... Prime Minister Kruel Charles Murray ... Wizard of Oz Oliver Hardy ... Farmhand William Hauber ... Palel Inderteminado William Dinus ... Palel Inderteminado Frank Alexander ... Uncle Henry Otto Lederer ... Ambassador Wikked Frederick Ko Vert ... Phantom of the Basket Larry Semon ... Toymaker / Farmhand Spencer Bell ... Snowball Chester Conklin ... Palel Inderteminad   Sinopse   Fabricante de brinquedos faz um espantalho para sua neta, que lhe pede para contar uma história sobre Oz. Ele conta a história de Oz, terra governada pelo príncipe Kynd, até que o primeiro ministro Kruel toma seu lugar. Tia Em revela a Dorothy que ela, na verdade é a princesa Dorotéia de Oz, e que deve se casar com o príncipe Kynd. Ela, tio Henry e dois lavradores irão parar na terra de Oz, depois que um furacão devasta a região. Curiosidades   - Filme mudo. - Este filme geralmente é incluído como extras nos dvds e blurays da versão de O mágico de Oz de 1939.   Assista Online se2149SPNJk    
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Título Original: The Wild Party Ano/País/Gênero/Duração: 1929 / EUA / Comédia | Drama / 77min Direção: Dorothy Arzner Produção: E. Lloyd Sheldon Roteiro: Samuel Hopkins Adams e E. Lloyd Sheldon Fotografia: Victor Milner Música: John Leipold Elenco Clara Bow ... Stella Ames Fredric March ... James 'Gil' Gilmore Marceline Day ... Faith Morgan Shirley O'Hara ... Helen Owens Adrienne Dore ... Babs (como Adrienne Doré) Joyce Compton ... Eva 'Evie' Tutt Jack Oakie ... Al Jack Luden ... George Phillips Holmes ... Phil Sinopse Stella Ames é uma garota que gasta todo o seu tempo participando das festas da faculdade, ao invés de estudar. Quando ela vai para a turma do profesor Gil Gilmore, logo se apaixona por ele e cria um dilema entre ambos. Curiodades - Primeiro filme falado de Clara Bow. - Clara Bow era incapaz de se acostumar com os microfones. Durante sua primeira cena o seu microfone teria explodido. - O sotaque de Bow foi muito criticado.  
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Título Original: Three-Cornered Moon Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Comédia / 77min Direção: Elliott Nugent Produção:B.P. Schulberg Roteiro: Ray Harris e S.K. Lauren Fotografia: Leon Shamroy Música: John Leipold   Elenco Claudette Colbert ... Elizabeth Rimplegar Richard Arlen ... Dr. Alan Stevens Mary Boland ... Mrs. Nellie Rimpleger Wallace Ford ... Kenneth Rimpleger Lyda Roberti ... Jenny Tom Brown ... Eddie Rimplegar Joan Marsh ... Kitty Hardie Albright ... Ronald William Bakewell ... Douglas Rimplegar Sam Hardy ... Hawkins     Sinopse   A família Rimplegar tem de sair à procura do próprio sustento, simplesmente porque mamãe Nellie geriu mal suas finanças e eles acabaram por perder tudo com a quebra da Bolsa em 1929. O amigo Dr. Alan Stevens lhes aluga um quarto, só para ficar mais perto da doce Elizabeth, mas ela namora um rival, o escritor Ronald, que vive no mundo da Lua e tem ojeriza ao trabalho. Elizabeth consegue um emprego numa fábrica de sapatos, enquanto seus irmãos Eddie, Douglas e Kenneth se tornam salva-vidas, ator e escrivão, respectivamente. Para piorar, Ronald decide morar com eles, sem nada dar em troca. Depois de muitas idas e vindas, todos ficam felizes.    
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Título Original: Imitation of Life Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Drama | Romance / 111min Direção: John M. Stahl Produção:Carl Laemmle Jr. Roteiro: Fannie Hurst e William Hurlbut Fotografia: Merritt B. Gerstad Música: Heinz Roemheld Elenco Claudette Colbert ... Beatrice 'Bea' Pullman Warren William ... Stephen 'Steve' Archer Rochelle Hudson ... Jessie Pullman, Age 18 Ned Sparks ... Elmer Smith Louise Beavers ... Delilah Johnson Fredi Washington ... Peola Johnson, Age 19 Juanita Quigley ... Baby Jessie Pullman, Age 3 Alan Hale ... Martin, the Furniture Man Henry Armetta ... The Painter Wyndham Standing ... Jarvis, Beatrice's Butler Sinopse A branca Beatrice e a negra Delilah são duas grandes amigas nos EUA dos anos 30, quando a discriminação racial ainda era um grave problema social. As duas enfrentam o preconceito e os problemas que têm com suas respectivas filhas, principalmente com Peola, filha de cor clara da negra Delilah.   ASSISTA ONLINE      
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Título Original: Under Two Flags Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Aventura | Romance / 112min Direção: Frank Lloyd Produção:Raymond Griffith Roteiro: Ouida e W.P. Lipscomb Fotografia: Ernest Palmer Música: R.H. Bassett Elenco Ronald Colman ... Sgt. Victor Claudette Colbert ... Cigarette Victor McLaglen ... J.C. Doyle Rosalind Russell ... Lady Venetia Cunningham Gregory Ratoff ... Ivan Nigel Bruce ... Capt. Menzies C. Henry Gordon ... Lt. Petaine Herbert Mundin ... Rake John Carradine ... Cafard Lumsden Hare ... Lord Seraph J. Edward Bromberg ... Col. Ferol Onslow Stevens ... Sidi-Ben Youssiff Fritz Leiber ... French Governor Thomas Beck ... Pierre William Ricciardi ... Cigarette's Father   Sinopse   Sargento Victor chega à Legião Estrangeira francesa depois de tomar a culpa para o crime do seu irmão. Lá, Cigarette acaba se apaixonando por ele.  
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Título Original: Maid of Salem Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / EUA / Drama / 85min Direção: Frank Lloyd Produção: Frank Lloyd Roteiro: Bradley King e Walter Ferris Fotografia: Leo Tover Música: Victor Young Elenco Claudette Colbert ... Barbara Clarke Fred MacMurray ... Roger Coverman Harvey Stephens ... Dr. John Harding Gale Sondergaard ... Martha Harding Louise Dresser ... Ellen Clarke Benny Bartlett ... Timothy Clarke Edward Ellis ... Elder Goode Beulah Bondi ... Abigail Goode Bonita Granville ... Ann Goode Virginia Weidler ... Nabby Goode Donald Meek ... Ezra Cheeves E.E. Clive ... Bilge Halliwell Hobbes ... Jeremiah Pedro de Cordoba ... Mr. Morse Madame Sul-Te-Wan ... Tituba   Sinopse   Clarke, uma jovem de Salem, vive na época da caça às bruxas. Ela se apaixona por Roger, causando a fúria e o escândalo dos habitantes puritanos. Por fim, uma garota fingindo estar possuída pelo demônio, diz que CLarke é uma bruxa. Ela é julgada e condenada à morte na fogueira.    
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Título Original: Drums Along the Mohawk Ano/País/Gênero/Duração: 1939 / EUA / Drama | Romance | Guerra | Faroeste / 104min Direção:John Ford Produção:Raymond Griffith Roteiro: Lamar Trotti e Sonya Levien Fotografia: Bert Glennon Música: Alfred Newman Elenco Claudette Colbert ... Lana (Magdelana) Henry Fonda ... Gilbert Martin Edna May Oliver ... Mrs. McKlennar Eddie Collins ... Christian Reall John Carradine ... Caldwell Dorris Bowdon ... Mary Reall Jessie Ralph ... Mrs. Weaver Arthur Shields ... Reverend Rosenkrantz Robert Lowery ... John Weaver Roger Imhof ... Gen. Nicholas Herkimer Francis Ford ... Joe Boleo Ward Bond ... Adam Hartman Kay Linaker ... Mrs. Demooth Russell Simpson ... Dr. Petry Spencer Charters ... Innkeeper Sinopse Magdalena (Colbert) e Gilbert (Fonda) casam-se em Albany, Nova York, 1776, e vão para o Vale Mohawk. Mas, os repetidos ataques indígenas os obriga a juntarem-se com outros colonos do vale, num forte, de onde assistem os índios devastarem suas propriedades. Sarah (Edna May Oliver), uma solteirona dona de uma grande fazenda, tenta ajudá-los e contrata Gilbert para trabalhar pesado. A vida árdua da fazenda não é fácil para Lana, que foi criada na riqueza e no conforto. Porém, o tempo deixa sua mão calejada, e ela aprende amar a vida do campo, especialmente depois de dar à luz ao seu primeiro filho. Gilbert se une à milícia para lutar contra os índios, juntamente com os soldados britânicos. Retorna ferido e enquanto se recupera, ocorre uma grande colheita. A alegria dura pouco, pois os índios mais uma vez atacam. Épico maravilhoso, obra-prima absoluta do mestre John Ford.  
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  Citizen Kane (1941) Vertigo (1958) 2001: A Space Odyssey (1968) The Godfather (1972) Casablanca (1942) The Third Man (1949) Taxi Driver (1976) Seven Samurai (1954) Psycho (1960) Dr. Strangelove or: How I Learned to Stop Worrying and Love the Bomb (1964) The Godfather: Part II (1974) The Searchers (1956) Rear Window (1954) Singin' in the Rain (1952) Persona (1966) Chinatown (1974) Sunset Boulevard (1950) Sunrise (1927) Tokyo Story (1953) Pulp Fiction (1994) La Règle du Jeu (1939) 8½ (1963) Lawrence of Arabia (1962) The Night of the Hunter (1955) Apocalypse Now (1979) City Lights (1931) Bicycle Thieves (1948) Annie Hall (1977) Touch of Evil (1958) The Passion of Joan of Arc (1928) Blade Runner (1982) M (1931) The General (1927) Some Like It Hot (1959) Once Upon a Time in the West (1968) The Four Hundred Blows (1959) Duck Soup (1933) Double Indemnity (1944) Raging Bull (1980) All About Eve (1950) A Clockwork Orange (1971) The Apartment (1960) La Grande Illusion (1937) Ikiru (1952) It's a Wonderful Life (1946) Rashomon (1950) The Wizard of Oz (1939) Do the Right Thing (1989) The Good, the Bad, and the Ugly (1966) L'Avventura (1960)
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Título Original: The Musketeers of Pig Alley Ano/País/Gênero/Duração: 1912 / EUA / Curto | Crime | Drama / 17min Direção: D.W. Griffith Produção: D.W. Griffith Roteiro: D.W. Griffith Elenco Elmer Booth ... Snapper Kid, Musketeers gang leader Lillian Gish ... The Little Lady Clara T. Bracy ... The Little Lady's Mother Walter Miller ... The Musician Alfred Paget ... Rival Gang Leader John T. Dillon ... Policial Madge Kirby ... The Little Lady's Friend / In Alley Jack Pickford ... Rival Gang Member / At Dance Lionel Barrymore ... The Musician's Friend Dorothy Gish ... Frizzy-haired woman in street Antonio Moreno ... Musketeers Gang Member / At Dance Sinopse Jovem esposa e seu marido, um músico, vivem na pobreza em um prédio de Nova York.     Assista Online kG5hbpL8Njo
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  Título Original:The Massacre Ano/País/Gênero/Duração: 1914 / EUA / Curta Drama / 20min Direção: D.W. Griffith Produção: D.W. Griffith Elenco Wilfred Lucas ... Stephen Blanche Sweet ... Stephen's Ward Charles West ... Stephen's Ward's Husband Alfred Paget ... Indian Chief Lionel Barrymore Charles Craig     Sinopse Curta de D.W.Griffth     Assista Online 7HB4JXAQ-eE
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Título Original: La crise est finie Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / França / Comédia / 74min Direção: Robert Siodmak Produção: Seymour Nebenzal Roteiro: Jacques Constant e Frederick Kohner Fotografia: Eugen Schüfftan Música: Jean Lenoir e Franz Waxman Elenco Beatrice Emanuel Albert Préjean ... Marcel Danielle Darrieux ... Nicole Marcel Carpentier ... Bernouillin Pedro Elviro ... Hercule Paul Velsa ... Le machiniste Paul Escoffier ... Le manager Milly Mathis ... La gouvernante Jeanne Marie-Laurent ... La mère de Nicole Régine Barry ... Lola Garcin Jeanne Lory ... Mme Bernouillin Suzanne Dehelly ... Olga René Lestelly ... Alex Alla Donell ... Une girl Wanda Barcella ... Une girl Sinopse   Uma trupe de teatro está numa turnê em uma província quando ocorre uma desavença. Incapazes de tolerar os caprichos do protagonista, o resto da trupe decide formar um novo grupo e se dirigir a Paris para montar um novo espetáculo. Mas, sem dinheiro, o sonho deles começa a se desvair.      
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  Juventude, guerra e jazz-band: os musicais de Judy Garland & Mickey Rooney (1939-1943)   Texto escrito por Daniele Cripaldi, do blog Filmes! Filmes! Filmes!   Aqueles que visitarem os quatro musicais protagonizados por Judy Garland e Mickey Rooney entre os anos de 1939 e 1943, acumularão do passeio uma inesperada carga de conhecimento. Quando foram escalados pela primeira vez como co-protagonistas, o casal de stars que rapidamente se tornaria unanimidade mundial tinha 15 e 17 anos, respectivamente. A meninice da dupla concorda com os enredos à primeira vista inanes que a MGM preparou para eles: eram um casal de namorados (ou viviam um amor platônico; ou então um vivia um amor não correspondido pelo outro) que desejava avidamente ingressar no show business e, portanto, uniam forças com a molecada da redondeza para organizar um espetáculo no celeiro mais próximo. A simplicidade das tramas cativou o público, tanto que a expressão “Mickey and Judy putting on a show!” virou mantra nas bocas dos moviegowers da América do Norte – e, por tabela, do restante do mundo. A simplicidade, no entanto, está só na aparência. Considerando-se o tanto de musicais rodados em Hollywood, “Babes in Arms” (1939), “Strike up the band” (1940), “Babes on Broadway” (1941) e “Girl Crazy” (1943) são joias raras, não só porque somam roteiros bem amarrados a ótimas interpretações e a excelente música, mas porque trazem para debate questões fundamentais daqueles tempos, como por exemplo aquela que dizia respeito ao papel dos Estados Unidos no concerto cultural e político mundial. E o trazem com uma impressionante suavidade, o que certamente não é traço característico da Meca do Cinema, que impingiu nos espectadores dos tempos das Guerras uma infinidade de patriotadas de curta validade. A visita a esse material tornou-se ainda mais deleitosa nos últimos anos, graças à “Ultimate Collector’s Edition” dos filmes colocada no mercado pela Warner Home Video. Aliás, faz tempo que estou para comentar o quanto essas edições cuidadosas de preciosidades da sétima arte foi fundamental para que se redefinisse o modo como elas passaram a ser apreendidas. Tony Curtis definiu bem a coisa nos extras de “Quanto mais quente melhor”: “o DVD elevou a estatura do espectador”, ele disse. Até uns 10 anos atrás, não era incomum que películas fossem editadas para que coubessem no infame espaço de 2 horas oferecido pelas fitas de vídeo. Era, então, praticamente impossível que um VHS oferecesse informações extras sobre a obra. O Digital Video Disc sanou o problema, pois abriga virtualmente qualquer quantidade de informação. Dizendo em outras palavras, e a partir de um exemplo pessoal: se “Singin’ in the rain” me ensinou a amar o gênero musical, a edição dupla do filme em DVD distribuída pela Warner acabou tendo papel fundamental na definição de minha escolha profissional. Se eu não tivesse tido acesso àquela fartura de material de arquivo que palmilhava de modo tão apaixonante as referências do filme de Gene e Stanley Donen, eu não teria me interessado tão intensamente nem por teatro, nem por cinema. Com o tempo, essas edições tornaram-se cada vez melhores. A da “Mickey Rooney & Judy Garland Collection”, além de reconstruir para os espectadores novos a experiência cinematográfica que tinham os antigos – já que oferecesse em cada DVD um desenho, um curta-metragem e o filme, elementos que compunham os programas dos cinemas dos anos 30 e 40 – introduz elementos que tornam ainda mais complexa a fruição do público contemporâneo: entrevistas com estudiosos da área, trailers, imagens da produção. A surpresa fica por conta de Mickey Rooney que, da altura de suas 9 décadas de entertainer, aprofunda com pertinácia aspectos dos filmes, traçando uma ponte que liga passado e presente. Os interessados não vão passar incólumes pelo velhinho nostálgico que mudou tão pouco nos últimos 70 anos, mantendo ainda o ar de afabilidade que dava para seus personagens, elemento que o fez amado por tantos. Vendo as fitas, salta aos olhos a tríade que apontei no título: juventude, guerra e jazz-band. Vou, a partir de agora, passear por eles para ensaiar uma explicação de como isso se dá: Juventude Não há como discutir os musicais de Judy & Mickey sem se pensar no contexto em que foram produzidos. Eles pertenciam a um gênero já bem codificado na época (e do qual a MGM era perita), o musical, e saiam de dentro do studio system, portanto, reafirmavam a persona artística de seus stars e as características que o musical de Hollywood construiu desde o início do cinema falado. Quando "Babes in Arms" (“Sangue de artista”, o único dos filmes lançado em DVD aqui) começa a ser exibido, Judy Garland havia acabado de dar corpo à Dorothy. A estrela era Mickey Rooney, indubitavelmente o centro em torno do qual gravita a ação da película. Se a MGM ainda precisava construir a personagem “Garland”, Rooney já estava mais que formado – tanto que, naquele 39, ele dividiu com Bette Davis o topo do box-office de Hollywood. Prova cabal do sucesso do rapaz era o fato de ele encabeçar a série Andy Hardy (Judy chega a interpretar um papel coadjuvante num dos filmes da série, "Life begins to Andy Hardy"), na qual desempenhava o filho do juiz James Hardy, interpretado por Lewis Stone (conhecido do público desde meados dos anos de 1910). Portanto, Mickey repete em “Babes in arms” o tipo que o fez amado das plateias. Mais que isso, seu Andy Hardy parece saltar das películas da família Hardy diretamente os musicais, traçando a linha de continuidade tão ao gosto da Hollywood clássica, que faz os personagens de um mesmo artista se remeterem uns aos outros como se ator e personagem tratassem-se das mesmas pessoas. A identificação fica clara em “Babes in arms”, em que a personagem de Mickey leva o próprio nome dele e repete características que definem a personalidade de Andy Hardy: por exemplo, o respeito que vota às tradições familiares e o desejo de se descobrir e de encontrar seu lugar ao sol como homem. Embora a moldura mude, os valores continuam os mesmos. Em ambos os veículos o público flagra o paulatino desabrochar do menino em homem. A trajetória é cheia de dificuldades. Sua transposição é apenas possível se se aliar a ousadia da juventude à firmeza das gerações mais velhas. Em Andy Hardy, as “conversas sérias” que o menino tem com o pai são fundamentais para que ele aprenda valores como a importância do estudo aliado ao trabalho, de se respeitar os familiares, a namorada e os amigos. Em “Babes in Arms”, Mickey pode ser vivaz e talentoso, mas apenas conseguirá se firmar como ator/compositor de teatro se aceitar trocar figurinhas com o pai – artista devaudeville jogado para escanteio pelo público com a penetração do cinema: Tolhido pelos espetáculos datados colocados em cena pelos pais e demais conhecidos da velha guarda, Mickey decidirá ele mesmo montar seu show, junto com a namorada e as crianças filhas dos artistas das redondezas. Pergunto-me o quanto disso não mimetiza a relação que na época se estabelece, nos Estados Unidos, entre a velha tradição e os novos valores. No campo político, aquele 1939 fechava um decênio de Depressão. Precisava-se caminhar rumo ao futuro sem se deixar de lado as lições dadas pelo passado. No artístico, era um decênio importante para estabelecimento da jovem música americana (o jazz, o blues, o swing) sobre a tradicional música europeia; época em que o cinema de Hollywood ainda era mundialmente próspero (dificuldades começaram a surgir com a 2ª Guerra, que encurtou o mercado consumidor de fitas); época em que o jovem Estados Unidos começava a se definir como potência mundial ao lado de antigos países da Europa. Mickey & Judy tornam-se retratos da juventude americana e, em última instância, retratos da própria América (do Norte). Seus finais felizes conseguidos com esforço e talento, ao mesmo tempo em que respeitam a convenção do gênero musical, metaforizam o lugar que os EUA se via no direito de ocupar no mundo.   Guerra Até outubro de 1939, quando “Babes in Arms” é lançado, os Estados Unidos ainda não haviam se envolvido na 2ª Guerra. Seu envolvimento objetivo deu-se em março de 1941, quando passou a fornecer armamentos aos aliados. No entanto, meses antes verbalizou seu apoio à Inglaterra. É também de forma sutil que se dá a menção à grande conflagração em “Strike up the band”, cuja premiére ocorreu em setembro de 1940. Na fita, acompanhamos a tentativa de James (Mickey) e Mary (Judy) de conseguirem verba para viajarem a N.Y. no intuito de se apresentarem num concurso de novas bandas presidido pelo consagrado band leader Paul Whiteman. Para isso, a dupla encabeça o elenco de um melodrama-cômico-musicado do qual participam seus amigos de colégio e companheiros de banda. O espetáculo é um sucesso – para o nosso próprio benefício, já que “Nell of New Rochelle”, o tal melodrama, é uma delícia de se ver. No entanto, o clímax é o número musical que a personagem de Mickey conduz no programa de rádio de Whiteman, quando lidera uma big-band de mais de uma centena de integrantes. A apresentação é composta por um medley do qual fazem parte as canções “Strike up the band” (Gershwins), “Drummer boy”, “Do the la conga” (Edens) e “Our love affair” (Edens, Freed). A primeira delas abre e fecha o número, servindo de acompanhamento à tomada final: o primeiro plano dos rostos de Judy & Mickey fundidos à bandeira dos Estados Unidos. Estabelece-se, então, uma relação de sinonímia entre Mickey – o líder da banda vitoriosa, responsável por conduzir a batuta no programa de Whiteman –, e o líder do país, a quem caberá conduzir os soldados em direção à vitória. O número é majestoso, misturando a parafernália das bandas marciais (clarim, tímpano); os instrumentos do jazz-band – que são multiplicados para se adequarem à dimensão de orquestra do conjunto (observem o fotograma abaixo); e instrumentos comuns às orquestras europeias, como a harpa. "Strike up the band": o plano de conjunto apresenta monumentalidade semelhante à requerida por uma ópera de Wagner. A ironia está no modo como o uso dessa canção aqui subverte sua função original: “Strike up the band” é a música-título de um musical da Broadway (de 1927) que satirizava a guerra e as canções militares. No filme, em contrapartida, ela serve para reafirmar o éthos guerreiro dos norte-americanos, convidando sutilmente o povo a unir forças em prol da vitória dos aliados. Para isso, os versos foram modificados. O que no original era “There is work to be done, to be done”/ “There's a war to be won, to be won”/ “Come, you son of a son of a gun,”/ “Take your stand” (reparem no “son of a gun”, achado linguístico típico de Ira Gershwin, que num só tempo faz referência ao insulto e faz pilhéria da inclinação que os americanos desde sempre tiveram pelos conflitos armados) no filme fica assim: Yankee doo doodle-oo, doodle-oo We’ll come through Yankee doo, doodle-oo. For the red, white and blue, doodle-oo Lend a hand O público contemporâneo ao filme entendia o “Yankee doo doodle-oo” como referência à canção patriótica composta por George M. Cohan, artista de teatro responsável por insuflar patriotismo no povo durante a Primeira Guerra (e que, em 1942, ganharia a biografia cinematográfica “Yankee Doodle Dandy” – “A canção da vitória”, protagonizada por James Cagney). Numa tradução livre e pobre: “Ianque, nós vamos superar isso. Dê uma mão ao vermelho, branco e azul (ou seja, às cores da bandeira), ianque”. Embora a patriotada vá na direção oposta a que queriam os Gershwin, o tom do número é abrandado com a entrada de outros ritmos. Rápido a batuta volta para o band-leader e o “homem com a batuta da mão” torna-se menos o líder da nação e mais o maestro da banda: “And you can’t go wrong/ With a happy song/ Hey leader strike up the band”. A escolha me parece glosar a situação dos Estados Unidos, que naquele final de 1940 ainda não apoiava abertamente a guerra. Ela vale a visita pelo modo grandioso como constrói na película o lugar que os EUA tomavam no concerto mundial. Quando “Babes on Broadway” estreou, no último dia de 1941, o país já estava com os dois pés na 2ª Guerra (Pearl Harbor foi atacada pelos japoneses em 7/12/41). No entanto, embora seus dois protagonistas tivessem sido explicitamente envolvidos na venda de war bounds, a película traz a guerra com uma sutileza que a afasta das produções do período. O par romântico, agora em Nova York, se esforça para montar um show de rua que o permitirá arrecadar dinheiro para alugar um teatro. O evento casualmente coincide com a chegada de um grupo de crianças fugidas da Inglaterra que, via rádio, se comunicará com os familiares que ficaram no Velho Mundo. As boas-vindas são dadas pela personagem de Judy, que transforma a graciosa canção patriótica “Chin Up, Cherrio, Carry on”, composta por Lane e Harburg, numa obra-prima da sensibilidade. Embora o filme se despeça rapidamente do assunto amargo, o episódio deixa um gosto muito mais duradouro de beleza e de melancolia do que as fitas estritamente patrióticas rodadas no período.   Jazz-band É minha parte preferida, então será a mais longa (espero não desapontar quem aguentou até aqui). O sub-item tem que começar com uma referência à excepcional mini-série em dez capítulos “Jazz” (2001), uma das principais culpadas desse post, já que me deu elementos para entender um assunto que eu não sabia muito bem por onde pegar. “Jazz” analisa o nascimento e a penetração desse moderno gênero musical de origem negro-americana nascido em New Orleans em fins do século XIX e bastante difundido após a Primeira Guerra Mundial. Sua história se confunde com a história cultural norte-americana – e com a nossa própria cultura, já que fomos tão vorazes consumidores da música popular americana durante o século XX quanto fomos consumidores da música europeia no XIX.   O 4º capítulo do documentário apresenta uma formulação preciosa: a big-band foi criada nos Estados Unidos para confrontar a sinfonia nascida na Europa. Não por acaso, compositores americanos que almejavam dar estatura à arte de seu país compunham para as big-bands misturando elementos de música clássica (de origem europeia) e de jazz: A “Rhapsody in Blue” (George Gershwin, 1924) foi primeiramente executada pela jazz-band de Paul Whiteman. Sua premiére, contam, teve na plateia nomes consagrados da música clássica, como Stravinsky e Rachmaninov. A mistura entre clássico e popular virou marca registrada dos Estados Unidos. A começar pela própria adaptação para o cinema de textos clássicos da literatura – se o país não foi pioneiro nesse trabalho, fez disso literalmente uma arte. Quanto à música, entre os anos de 1910 e 1920, época em que Louis Armstrong codificou o jazz, o ritmo americano se espalhou ao redor do mundo, passando a servir de metáfora da sociedade contemporânea – tão vertiginosa quanto ele. Logo, brancos e negros o tocavam – uns separados dos outros nos EUA, como pedia a lei de segregação racial. Ganhou as páginas da literatura, defendido por escritores do calibre de Scott Fitzgerald, e mais um pouco não precisava mais pedir licença. Exemplo bem acabado da miscigenação é o clássico de 1934 “You’re the top” (que na minha humilde opinião é a música mais genial criada nos EUA), em que Cole Porter coloca lado a lado e sem hierarquizar a cultura erudita europeia e a cultura popular americana: You’re the top/ You’re the Coliseum/ You’re the top/ You’re the Louvre Museum/ You’re a melody from a symphony by Strauss/ You’re a Bendel Bonnet (loja americana vendedora de acessórios)/ A Shakespeare sonet/ You’re Mickey Mouse – e aí vai, chegando o compositor a rimar “rosa” com “nariz” (rose/nose) e “Dante” com (Jimmy) “Durante”, numa deliciosa ousadia.Nos filmes musicais, Hollywood escolhe o caminho da metalinguagem para analisar o lugar que a cultura dos EUA ocupam no mundo. Acerta em cheio, considerando-se o potencial de circulação que tem seu produto. Exemplos não faltam. Eu poderia começar falando do curta-metragem “Heavenly music” (1943), que narra de um modo deveras escolar (e, portanto, aborrecido) a chegada de um band-leader no céu e os argumentos que lança aos compositores europeus (Wagner, Liszt, Strauss) para provar que sua arte é tão original (tão “celestial”, como diz o título) quanto à deles. Mas não vou: Judy e Mickey precisam voltar.     Os Garland & Rooney pictures são espaços em que a reflexão sobre a música norte-americana se dá de modo privilegiado. À medida em que vemos, nas películas, a paulatina transformação dos dois stars adolescentes em adultos, vemos também ser narrada a infância e a adolescência da arte norte-americana. A escolha da temática não é uma novidade para o gênero – filmes de bastidores explodiram desde o bem sucedido “Rua 42” (1933). Não por acaso, quem dirige os 3 primeiros filmes da série é Busby Berkeley, coreógrafo de “Rua 42”. No entanto, se há nos filmes de Garland & Rooney os exuberantes números musicais que abusam dos planos de conjunto para formarem imagens quase que caleidoscópicas, Berkeley inova ao transformar a série numa homenagem à arte americana: “Babes in arms” (1939) começa com uma emocionante cena em que o ator de vaudeville apresenta-se enquanto que, nos bastidores, sua esposa dá à luz ao primogênito. No fim do ato, após descobrir que o parto foi bem-sucedido, compartilha sua felicidade com o público, recebendo aplausos por ambos os feitos. O teatro popular, que teve influência fundamental no desenvolvimento do cinema, ganha aqui sua justa homenagem. Uma homenagem de tons em grande medida biográficos, já que Judy e Mickey pertenciam ambos a famílias de artistas, tendo nascido e crescido entre os baús dos camarins e a agitação dos bastidores (em "Nasce uma estrela", Judy eternizaria a expressão "I was born in a trunk").     A família de artistas de “Babes in arms” é reapresentada uma dezena e meia de anos depois, depauperada pela grande Depressão e pelo desenvolvimento dos talking-pictures. Os responsáveis por salvá-la são os jovens, que injetam seiva nova à arte já datada dos pais: e exemplar nesse sentido é o “minstrel show” que apresentam ao final. Contextualizando brevemente, os “minstrels” são brancos que se pintam de negro para interpretarem canções de origem negra. Não sei historicizar o costume, mas acredito que ele descenda das restrições raciais impostas pelos Estados Unidos, que impediam negros e brancos de dividirem o palco. O costume rumou dos palcos para o cinema, sendo Al Jolson seu principal difusor. Dono de uma voz potente e perfeito domínio de palco, Jolson, que era em 1927 um dos principais artistas da Broadway, é convidado pela MGM para rodar aquele que seria o primeiro filme falado: “The Jazz Singer”.   Al Jolson repete-se depois em outras fitas menos vigorosas, que valem mais enquanto documentos históricos que por suas qualidades artísticas. Sua arte é, todavia, decantada pelos musicais de Judy e Mickey, os quais injetam nela modernidade e vida ao atualizarem a orquestração e as frases melódicas das canções. Exemplo claro é a Judy fazendo a vez de uma morena sestrosa em “I’m just wild about Harry” (1921, Sissle, Blake). Em “Babes on Broadway” (1941) há uma sequência ainda mais sofisticada de um “minstrel show”, em que estão presentes elementos que dariam pano pra manga caso quiséssemos nos debruçar detidamente neles: um branco ocupa o centro do palco e organiza a apresentação de variedades protagonizada por negros, em que soam canções sulistas como “Oh! Susanna” (1848) e “Old Folks at Home” (1851) – essa última ganha de G. Gershwin e Caesar a maravilhosa paródia “Swanee” (1919) que dá o pontapé inicial na carreira artística do primeiro. Ainda preciso parar para pensar nas implicações racistas desse tipo de show, que reforçavam estereótipos gastos. Canções contemporâneas também ocupam espaço de destaque nos filmes da série. Compositores de sucesso na Broadway foram recrutados para levarem a moderna música norte-americana para as telas. E não só a música. “Babes in arms” dá título a um musical de teatro de Rodgers e Hart e, embora a trilha-sonora tenha recebido sensível modificação, no filme permanecem a canção título e “Where or when” – ambas eficientes, aquela porque ganha no filme uma eficaz coreografia que serve como rito de passagem dos jovens da infância para a vida adulta; esta porque inaugura os duetos românticos da dupla.   Também aparecem nos filmes composições de George M. Cohan (o Yankee doodle dandy), Arthur Freed e Nacio Herb Brown (cujas canções compõem a trilha de “Cantando na chuva”), Harold Arlen e E. Y. Harburg (que compuseram a trilha inesquecível do “Mágico de Oz” e cujas carreiras em muitos momentos viriam a se cruzar com a carreira de palco e tela de Judy Garland). Papel de destaque tem os irmãos Gershwin, que dão nome para dois dos quatro filmes da dupla, “Strike up the band” e “Girl Crazy” e são citados literalmente em “Babes on Broadway” na canção “How about you” (Burton Lane, Ralph Freed), lindo dueto romântico que só não ganhou o Oscar daquele ano porque competiu com “White Christmas”: I like New York in June. How about you?/ I like a Gershwin tune. How about you?...   No entanto, a arte dos Gershwin só foi plenamente aproveitada no último filme da série, “Girl Crazy” (1943), que leva para a tela prateada 7 números musicais da peça da Broadway acompanhados pela orquestra de Paul Whiteman - que na história se interpreta a si mesmo. A escolha dá unidade à película, que acaba também se destacando do conjunto porque deixa de lado a guerra – que àquela altura já era cantada numa infinidade de filmes. Além das músicas que rapidamente se tornariam clássicos – “I Got Rhythm”, “Fascinating Rhythm”; “But Not for Me”, “Embraceable You”, “Bidin' My Time”, “Could You Use Me?” –, o filme coloca o humor em primeiro plano, oferecendo a Judy Garland e Mickey Rooney a oportunidade de trabalharem num meio que conheciam desde a infância. Além disso, o público que viu a dupla crescer tem o prazer de encontrá-los aqui já maduros, desenvoltos no campo da música e da atuação. Judy Garland naquela altura havia perdido a "carinha de patinho feio" que cantara de modo tão tristonho anos antes, tornando-se uma bela mulher, bastante capaz de convencer na pele da moça que arrasa os corações de todos os jovens de uma universidade. E Mickey, na sua inegável versatilidade, circula com segurança pelos campos da comédia, da música e do drama. Esse é o Garland & Rooney picture que mais se sustenta à prova do tempo, pois apela para o bom e velho humor ao invés de enxertar no roteiro a história cultural da América do Norte – história que hoje poucos conhecem e, portanto, não ganha muito sentido para o espectador. Não deixa de ser curioso que o ponto culminante da série esteja no filme que finalmente coloca em ação toda a enorme contribuição dos EUA no campo da música ao invés de discutir metalinguisticamente sobre ela: ou seja, os Gershwin e Paul Whiteman estão juntos, numa evidenciação dos caminhos que começaram a trilhar em meados dos anos 20, quando, com “Rhapsody in blue”, mostraram ao mundo que o caminho para a originalidade no campo da música estava na união entre o erudito e o popular.
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Título Original: The Return of Frank James Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Faroeste / 92min Direção: Fritz Lang Produção: Kenneth Macgowan e Darryl F. Zanuck    Roteiro: Sam Hellman Fotografia: George Barnes Música: David Buttolph Elenco Henry Fonda ...     Frank James Gene Tierney ...     Eleanor Stone Jackie Cooper ...     Clem Henry Hull    ...     Major Rufus Cobb John Carradine    ...     Bob Ford J. Edward Bromberg    ...     George Runyan Donald Meek    ...     McCoy Eddie Collins    ...     Station Agent George Barbier    ...     Juiz Russell Hicks    ...     Prosecutor Ernest Whitman    ...     Pinky Charles Tannen    ...     Charlie Ford Lloyd Corrigan    ...     Randolph Stone Victor Kilian    ...     Preacher Edward McWade    ...     Colonel Jackson Tyrone Power ...     Jesse Woodson James Sinopse Frank James (Henry Fonda) deixou sua vida de crimes e se tornou um pacífico fazendeiro. Nem quando Clem Tom Grayson (Jackie Cooper), um jovem e grande amigo, lhe conta que Jesse James foi baleado pelas costas pelos irmãos Ford, Frank procura se vingar, pois crê na justiça. Aparentemente isto acontece, pois Bob (John Carradine) e Charles (Charles Tannen) são condenados por assassinato. Porém meia hora após o veredicto o governador lhes dá total perdão, e ainda recebem uma recompensa. Ao ver isto Frank constata que precisa fazer justiça com as próprias mãos. Curiosidades - Continuação do filme ''Jesse James'', de 1939.   Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas        
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Título Original:Seventh Heaven Ano/País/Gênero/Duração:1937 / EUA / Drama | Romance / 102min Direção:Henry King Produção:Darryl F. Zanuck Roteiro:Melville Baker e Austin Strong Fotografia:Merritt B. Gersta Música:David Buttolph Elenco Simone Simon ... Diane James Stewart ... Chico Jean Hersholt ... Father Chevillon Gregory Ratoff ... Boul the Cab Driver Gale Sondergaard ... Nana, Diane's Sister J. Edward Bromberg ... Aristide the Astrologer John Qualen ... Sewer Rat Victor Kilian ... Gobin Thomas Beck ... Brissac Sig Ruman ... Durand (como Sig Rumann) Mady Christians ... Marie Rollo Lloyd ... Matoot Rafaela Ottiano ... Madame Frisson Georges Renavent ... Sergeant Gendarme Edward Keane ... Gendarme Sinopse Um trabalhador de esgoto chamado Chico é ateu, pois Deus negou seus dois pedidos: Subir na vida e ser um varredor de rua e uma linda esposa loira. Um dia, ele presencia a dona do bordel local espancando uma das garotas e acaba com a briga. O Padre Chevillon vem ao socorro da moça e, quando chega descobre que Chico, o ateu, a salvou. Questionando as razões de Chico, o Padre propõe a ele uma trégua com Deus: Ele dá uma indicação pessoal para que Chico seja varredor e pede-lhe que cuide da moça. Diane, como é chamada, vai morar na casa de Chico e, com o passar do tempo eles se apaixonam, mas ele é convocado e precisa ir para a Guerra.    
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Título Original: The Way Ahead Ano/País/Gênero/Duração: 1944 / Inglaterra / Guerra | Drama / 115min Direção: Carol Reed Produção: Stanley Haynes Roteiro: Peter Ustinov e Eric Ambler Fotografia: Guy Green Música: William Alwyn   Elenco     David Niven ...     Lieutenant Jim Perry Stanley Holloway    ...     Pvt. Ted Brewer James Donald    ...     Pvt. Evans Lloyd John Laurie    ...     Pvt. Luke Leslie Dwyer    ...     Pvt. Sid Beck Hugh Burden    ...     Pvt. Bill Parsons Jimmy Hanley    ...     Pvt. Geoffrey Stainer William Hartnell    ...     Sgt. Ned Fletcher Reginald Tate    ...     The Training Company Commanding Officer Leo Genn    ...     Captain Edwards John Ruddock    ...     Old Chelsea Soldier A. Bromley Davenport    ...     Old Chelsea Soldier Renée Asherson    ...     Marjorie Gillingham Mary Jerrold    ...     Mrs. Gillingham Tessie O'Shea    ...     A própria - ENSA Entertainer         Sinopse       David Niven é o tenente Jim Perry, que tem de assumir uma posição de dureza para com o grupo muito diverso de civis que foram colocados sob o seu comando, quando ele e o sargento Brewer (William Hartnell) os tentam preparar para o combate com o Afrika Korps de Rommel. De início, o grupo mostra-se desmotivado e com poucas capacidades. Mas aos poucos, através de um rigoroso método de treino, Perry consegue pô-los em forma. Quando embarcam para o Norte de África, percebem que estão finalmente prontos para lidar com a Raposa do Deserto.     Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas
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Título original: Reckless Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Drama | Musical | Comédia / 97min Direção: Victor Fleming Produção: David O. Selznick Roteiro: David O. Selznick e P.J. Wolfson Fotografia: George J. Folsey Música: Jack Virgil Elenco Jean Harlow ... Mona Leslie William Powell ... Ned Riley Franchot Tone ... Robert 'Bob' Harrison Jr. May Robson ... Mrs. Granny Leslie Ted Healy ... Smiley Nat Pendleton ... Blossom Rosalind Russell ... Josephine 'Jo' Mercer Mickey Rooney ... Eddie Henry Stephenson ... Colonel Harrison Sr. Man Mountain Dean ... Ele mesmo Robert Light ... Paul Mercer Allan Jones ... Allan, a Singer Carl Randall ... Carl Randall, Mona's Dance Partner in 'Trocadero' Number Louise Henry ... Louise James Ellison ... Dale Every Sinopse Mona é uma estrela da Broadway que tem dois homens em sua vida, o promotor de esporte Ned e o milionário Bob. Um dia ela e Bob estão muito bêbados e resolvem se casar. Logo depois, ele começa a se arrepender por ver como sua família é fria com ele pelo que fez e ao perceber que ainda ama sua ex-noiva Jo. Quando Jo se casa com outro homem, Bob comete suicidiu ao descobrir. Mas na suíte onde ocorreu a morte estava Ned e Mona, a polícia então, acusa os dois de matarem Bob.        
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Título original: Viva Villa! Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Biografia | Faroeste / 115min Direção: Jack Conway Produção: David O. Selznick Roteiro: Edgecumb Pinchon e O.B. Stade Fotografia: Charles G. Clarke e James Wong Howe   Elenco Wallace Beery ... Pancho Villa Leo Carrillo ... Sierra Fay Wray ... Teresa Donald Cook ... Don Felipe de Castillo Stuart Erwin ... Jonny Sykes Henry B. Walthall ... Francisco Madero Joseph Schildkraut ... Gen. Pascal Katherine DeMille ... Rosita Morales George E. Stone ... Emilio Chavito Phillip Cooper ... Pancho Villa as a boy David Durand ... Bugle boy Frank Puglia ... Pancho Villa's father Ralph Bushman ... Wallace Calloway Adrian Rosley ... Alphonso Mendoza Henry Armetta ... Alfredo Mendosa Sinopse Biografia ficcionada do jovem Pancho Villa que foge para as montanhas depois de matar um vigilante em vingança da morte de seu pai.    
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Título original: Girl Crazy Ano/País/Gênero/Duração: 1932 / EUA / Comédia | Musical / 74min Direção: William A. Seiter Produção: David O. Selznick Roteiro: Jack McGowan e Guy Bolton Fotografia: Edward Cronjager e J. Roy Hunt Elenco Bert Wheeler ... Jimmy Deegan Robert Woolsey ... Slick Foster Dorothy Lee ... Patsy Eddie Quillan ... Danny Churchill Mitzi Green ... Tessie Deegan Brooks Benedict ... George Mason Kitty Kelly ... Kate Foster Arline Judge ... Molly Gray Stanley Fields ... Lank Sanders Lita Chevret ... Mary Chris-Pin Martin ... Pete Monte Collins ... garçom     Sinopse   Danny é enviado por seu pai para o Arizona, para construir um rancho. O pai de Danny tenciona mantê-lo longe das garotas e dos cassinos, mas ao chegar na fazenda, Danny logo se apaixona por Molly Gray e é filha do dono do "saloon" local. Curiosidades - Primeira adaptação do musical. Os direitos foram vendidos para a MGM em 1939, que a filmou em 1943 com Judy Garland e Mickey Rooney nos papéis principais.      
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Título Original: Cardinal Richelieu Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Drama | Histórico | Romance / 82min Direção: Rowland V. Lee Produção: Darryl F. Zanuck Roteiro: Edward George Bulwer-Lytton e Cameron Rogers Fotografia: J. Peverell Marley Música: Alfred Newman Elenco George Arliss ... Cardinal Richelieu Maureen O’Sullivan ... Lenore Edward Arnold ... Louis XIII Cesar Romero ... Andre de Pons Douglass Dumbrille ... Baradas Francis Lister ... Gaston Halliwell Hobbes ... Father Joseph Violet Kemble Cooper ... Queen Marie Katharine Alexander ... Queen Anne Robert Harrigan ... Fontailles Joseph R. Tozer ... De Bussy Lumsden Hare ... Gustavus Adolphus - King of Sweden Russell Hicks ... Le Moyne Keith Hitchcock ... Duke D'Epernon Murray Kinnell ... Duke of Lorraine     Sinopse   Filme retrata a vida do grande estadista do século XVII francês, o Cardeal Richelieu e seus contatos com o rei Luís XIII.  
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Título Original: The House of Rothschild Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Biografia | Drama | Histórico | Guerra / 88min Direção: Alfred L. Werker Produção: Darryl F. Zanuck Roteiro: Nunnally Johnson Fotografia: J. Peverell Marley Música: Alfred Newman Elenco George Arliss ... Mayer Rothschild / Nathan Rothschild Boris Karloff ... Count Ledrantz Loretta Young ... Julie Rothschild Robert Young ... Capt. Fitzroy C. Aubrey Smith ... Duke of Wellington Arthur Byron ... Baring Helen Westley ... Gudula Rothschild Reginald Owen ... Herries Florence Arliss ... Hannah Rothschild Alan Mowbray ... Prince Metternich Holmes Herbert ... Rowerth Paul Harvey ... Solomon Rothschild Ivan F. Simpson ... Amschel Rothschild Noel Madison ... Carl Rothschild Murray Kinnell ... James Rothschild   Sinopse   A história da ascensão do império financeiro Rothschild, fundado por Mayer Rothschild e continuado por seus cinco filhos. De origens humildes, o negócio cresce e ajuda a financiar a guerra contra Napoleão.    
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Título Original: Shipmates Forever Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Musical / 109min Direção: Frank Borzage Produção: Frank Borzage Roteiro: Delmer Daves Fotografia: Sol Polito Música: Bernhard Kaun Elenco Dick Powell ... Richard John 'Dick' Melville III Ruby Keeler ... June Blackburn Lewis Stone ... Adm. Richard Melville Ross Alexander ... Lafayette 'Sparks' Brown Eddie Acuff ... Lincoln 'Cowboy' Dick Foran ... Gifford John Arledge ... Johnny 'Coxswain' Lawrence Robert Light ... Ted Sterling   Sinopse   Dick não tem intenção de ingressar na Marinha, mesmo essa sendo uma tradição familiar. Mas depois é convencido a entrar e decide cumprir sua função durante um tempo e sair da profissão. porém, um cruzeiro fará com que ele mude de idéia.  
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1. Frankly, my dear, I don't give a damn. (Clark Gabel, em "...E o Vento Levou") 2. We'll make him an offer he can't refuse. (Marlon Brando, em "O Poderoso Chefão") 3. I coulda been a contender... (Marlon Brando, em "Sindicato dos Ladrões") 4. Toto, I don't think we're in Kansas anymore. (Judy Garland, em "O Mágico de Oz") 5. Here's looking at you, kid. (Humphrey Bogart, em "Casablanca") 6. Go ahead, make my day. (Clint Eastwood, em ...esqueci...) 7. Mr. DeMille, I'm ready for my close-up,now. (Gloria Swanson, em "Crepúsculo dos Deuses") 8. May the force be with you. (Harrison Ford, em "Guerra nas Estrelas") 9. Fasten your seat-belts, it's gonna be a bumpy night. (Bette Davis, em "A Malvada") 10. You talkin' to me? (Robert De Niro, em "Taxi Driver") Lista completa: AFI
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  1º. CLEÓPATRA (1963) Duração: 4h03     2º. E O VENTO LEVOU (1939) Duração: 3h42   3º. LAWRENCE DA ARÁBIA (1962) Duração: 3h42 4º. OS DEZ MANDAMENTOS (1956) Duração: 3h40 5º. O PORTAL DO PARAÍSO (1980) Duração: 3h39 6º. BEN-HUR (1959) Duração: 3h32   7º. O SENHOR DOS ANÉIS – O RETORNO DO REI (2003) Duração: 3h30   8º. SPARTACUS (1960) Duração: 3h18   9º. A LISTA DE SCHINDLER (1993) Duração: 3h17 10º. TITANIC (1997) Duração: 3h15
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Título Original: Morte a Venezia Ano/País/Gênero/Duração: 1971 / Italia / Drama | Fantasia / 130min Direção: Luchino Visconti Produção: Luchino Visconti Roteiro: Luchino Visconti e Thomas Mann Fotografia: Pasqualino De Santis Música: Franco Mannino Elenco Dirk Bogarde ... Gustav von Aschenbach Romolo Valli ... Hotel manager Mark Burns ... Alfred Nora Ricci ... Governess Marisa Berenson ... Frau von Aschenbach Carole André ... Esmeralda Björn Andrésen ... Tadzio Silvana Mangano ... Tadzio's mother Leslie French ... Travel Agent Franco Fabrizi ... Barber Antonio Appicella ... Vagrant Sergio Garfagnoli ... Jaschu, Polish youth Ciro Cristofoletti ... Hotel clerk Luigi Battaglia ... Scapegrace Dominique Darel ... English tourist Sinopse Adaptação do romance de Thomas Mann, com o rigor artístico peculiar de Visconti. O personagem central é o compositor Gustave Aschenbach, que viaja para Veneza buscando descanso em meio a uma crise existencial. Mas não encontra a paz que procurava, pois logo se apaixona por um belo garoto adolescente, Tadzio. A beleza do rapaz ao mesmo tempo atrai e oprime o compositor. Esse fascínio pelo belo, a busca do sublime e do perfeito se contrapõe à epidemia que ataca a cidade, à pobreza que o cerca, à tudo que se afasta dos ideais estéticos. Tudo faz com que o compositor se sinta mais incompatível com o mundo, acentuando sua crise. ASSISTA ONLINE  
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Título Original: The Sealed Room Ano/País/Gênero/Duração: 1909 / EUA / Curto | Romance / 11min Direção: D.W. Griffith Produção: D.W. Griffith Roteiro: Edgar Allan Poe e Honoré de Balzac Fotografia: G.W. Bitzer Elenco Arthur V. Johnson ... The Count Marion Leonard ... The Countess Henry B. Walthall ... The Minstrel Linda Arvidson ... A Lady-in-Waiting William J. Butler ... Nobleman at Court Verner Clarges ... Nobleman at Court Owen Moore ... Nobleman at Court George Nichols ... Workman Anthony O'Sullivan ... Workman Mary Pickford ... A Lady-in-Waiting Gertrude Robinson ... A Lady-in-Waiting Mack Sennett ... A Soldier George Siegmann ... Nobleman at Court Sinopse Curta baseado na obra de Edgar Allan Poe.   Assista Online Dp8NKAz3DXY   Canal:http://www.youtube.com/user/CinemaClassico3  
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Título Original: Clive of India Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Ação | Aventura | Biografia | Drama | Histórico | Guerra / 94min Direção: Richard Boleslawski Produção: Darryl F. Zanuck Roteiro: W.P. Lipscomb e R.J. Minney Fotografia: J. Peverell Marley Música: Alfred Newman Elenco Ronald Colman ... Robert Clive Loretta Young ... Margaret Maskelyne Clive Colin Clive ... Capt. Johnstone Francis Lister ... Edmund Maskelyne C. Aubrey Smith ... Prime Minister Cesar Romero ... Mir Jaffar Montagu Love ... Governor Pigot Lumsden Hare ... Sergeant Clark Ferdinand Munier ... Admiral Watson Gilbert Emery ... Mr. Sullivan Leo G. Carroll ... Mr. Manning Etienne Girardot ... Mr. Warburton Robert Greig ... Mr. Pemberton Mischa Auer ... Suraj Ud Dowlah Ferdinand Gottschalk ... Old Member Don Ameche ... Prisoner in the Black Hole     Sinopse   Filme baseado na biografia de Lord Robert Clive, líder das forças britânicas na Índia no século 18.      
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  Ficha Título Original: The Miracle of Our Lady of Fatima Ano/País/Gênero/Duração: 1952 / EUA / Drama / 102min Direção: John Brahm Produção: Bryan Foy Roteiro: Crane Wilbur, James O'Hanlon Fotografia: Edwin B. DuPar Música: Max Steiner Elenco: Gilbert Roland ... Hugo da Silva Angela Clarke ... Maria Rosa Abóbora dos Santos Frank Silvera ... Council Administrator Arturo dos Santos Jay Novello ... António Abóbora dos Santos Richard Hale ... Father Ferreira Norman Rice ... Manuel Marto Frances Morris ... Olímpia Marto Carl Milletaire ... District Magistrate Susan Whitney ... Lúcia Abóbora dos Santos Sherry Jackson ... Jacinta Marto Sammy Ogg ... Francisco Marto     Sinopse   A história emocionante de sua aparição aos três pastores na aldeia de Leiria, região de Fátima, Portugal, espalhou muito rapidamente a sua devoção pelo mundo.No dia 13 de maio de 1917, em um dia claro, as três crianças, Lúcia, Jacinto e Francisca, estavam pastoreando nas colinas, quando sobre uma pequena azinheira, surge um clarão após um relâmpago, e a figura "de uma Senhora vestida de branco, mais brilhante que o sol, reluzindo mais clara e intensa que um copo de cristal cheio de água cristalina, atravessado pelos raios de sol mais ardente". Ela dirige-se às crianças e lhes pede que rezem o terço todos os dias pela paz do mundo, que peçam pela conversão dos pecadores, e pelo fim da guerra. As aparições continuam, e sempre a Virgem repete que se ore pela paz e pela conversão dos pecadores e que se reze o terço diariamente       Imagens  
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Título Original: The Story of Louis Pasteur Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Biografia | Drama | Histórico / 86min Direção: William Dieterle Produção: Jack L. Warner Roteiro: Sheridan Gibney e Pierre Collings Fotografia: Tony Gaudio Elenco Paul Muni ... Louis Pasteur Josephine Hutchinson ... Marie Pasteur Anita Louise ... Annette Pasteur Donald Woods ... Dr. Jean Martel Fritz Leiber ... Dr. Charbonnet Henry O'Neill ... Dr. Emile Roux Porter Hall ... Dr. Rossignol Raymond Brown ... Dr. Radisse Akim Tamiroff ... Dr. Zaranoff Halliwell Hobbes ... Dr. Lister Frank Reicher ... Dr. Pfeiffer Dickie Moore ... Joseph Meister Ruth Robinson ... Mrs. Meister Walter Kingsford ... Napoleon III Iphigenie Castiglioni ... Empress Eugénie     Sinopse   Paris, 1860. O químico Louis Pasteur é considerado um charlatão dentro da comunidade médica. Ele incentiva seus colegas a ferverem os instrumentos, e dessa maneira matarem os micróbios que poderiam matar seus pacientes. Suas teorias são dispensadas pela maioria dos médicos, em particular seu maior crítico, Dr. Charbonnet. No entando, Pasteur continua sua luta, com o auxílio de um pequeno grupo de pesquisadores leais e encontra uma cura para a raiva canina. Curisidades - Estréia de Eddie Dew. Prêmios Oscar 1937 (EUA) Venceu nas categoria de melhor ator (Paul Muni) e melhor roteiro original. Indicado na categoria de melhor filme. Festival de Veneza 1936 (Itália) Venceu na categoria de melhor ator (Paul Muni) Indicado na categoria de melhor diretor (William Dieterle)  
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Título Original: The Three Musketeers Ano/País/Gênero/Duração: 1939 / EUA / Ação | Aventura | Comédia | Musical / 73min Direção: Allan Dwan Produção: Raymond Griffith Roteiro: Alexandre Dumas père e M.M. Musselman Fotografia: J. Peverell Marley Música: Charles Maxwell Elenco Don Ameche ... D'Artagnan The Ritz Brothers ... Three Lackeys Binnie Barnes ... Milady De Winter Gloria Stuart ... Queen Anne Pauline Moore ... Lady Constance Joseph Schildkraut ... King Louis XIII John Carradine ... Naveau Lionel Atwill ... De Rochefort Miles Mander ... Cardinal Richelieu Douglass Dumbrille ... Athos John 'Dusty' King ... Aramis Russell Hicks ... Porthos Gregory Gaye ... Vitray Lester Matthews ... Duke of Buckingham Egon Brecher ... Landlord   Sinopse     O jovem D'Artagnan Gascon chega em Paris e deseja se juntar aos mosqueteiros do rei. Ele é levado por três dos mais respeitados mosqueteiros do rei, Porthos, Aramis e Athos. Juntos, lutam para salvar a França.        
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Título Original: Chad Hanna Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Drama | Romance / 86min Direção: Henry King Produção: Darryl F. Zanuck Roteiro: Walter D. Edmonds e Nunnally Johnson Fotografia: Ernest Palmer Música: David Buttolph Elenco Henry Fonda ... Chad Hanna Dorothy Lamour ... Albany Yates / Lady Lillian Linda Darnell ... Caroline Tridd Hanna Guy Kibbee ... A.D. Huguenine Jane Darwell ... Mrs. Bettina Huguenine John Carradine ... B.D. Bisbee Ted North ... Fred Shepley Roscoe Ates ... Ike Wayfish Ben Carter ... Bellboy Frank M. Thomas ... Burke Olin Howland ... Cisco Tridd Frank Conlan ... Elmer Proudfoot Eddie Conrad ... Fiero Edward McWade ... Elias Edward Mundy ... Joe Duddy     Sinopse   Henry Fonda interpreta Chad Hanna, um caipira de Nova York em meados do século XIX que se junta a um circo itinerante. Lá ele se apaixona pela beldade interpretada por Dorothy Lamour. Ela o rejeita, mas ele logo encontra um novo amor. Chad Hanna consegue salvar o circo da ruína financeira.      
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Título Original: High, Wide, and Handsome Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / EUA / Musical | Faroeste / 110min Direção: Rouben Mamoulian Produção: Arthur Hornblow Jr. Roteiro: Oscar Hammerstein II e George O'Neil Fotografia: Victor Milner Música: Robert Russell Bennett Elenco Irene Dunne ... Sally Watterson Randolph Scott ... Peter Cortlandt Dorothy Lamour ... Molly Fuller Elizabeth Patterson ... Grandma Cortlandt Raymond Walburn ... Doc Watterson Charles Bickford ... Red Scanlon Akim Tamiroff ... Joe Varese Ben Blue ... Zeke William Frawley ... Mac Alan Hale ... Walt Brennan Irving Pichel ... Mr. Stark Stanley Andrews ... Lem Moulton James Burke ... Stackpole Roger Imhof ... Pop Bowers Lucien Littlefield ... Mr. Lippincott     Sinopse     Numa pequena cidade da Pennsylvania, em 1870, Sally Waterson e seu pai param na cidade para a apresentação de um número, mas quando a carroça dos dois pega fogo, eles ficam presos no local. Ela acaba conhecendo Pedro, que está tentando criar um gasoduto que irá abastecer de petróleo todo o estado. Sally e Pedro logo se apaixonam e se casam.    
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Título Original: The Last Train from Madrid Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / EUA / Drama / 85min Direção: James P. Hogan Produção: George M. Arthur Roteiro: Elsie Fox e Paul Hervey Fox Fotografia: Harry Fischbeck Elenco Dorothy Lamour ... Carmelita Castillo Lew Ayres ... Bill Dexter Gilbert Roland ... Eduardo de Soto Karen Morley ... Baroness Helene Rafitte Lionel Atwill ... Col. Vigo Helen Mack ... Lola Robert Cummings ... Juan Ramos Olympe Bradna ... Maria Bonda Anthony Quinn ... Capt. Ricardo Álvarez Lee Bowman ... Michael Balk Alan Ladd ... Soldado     Sinopse   Ambientado durante a Guerra Civil espanhola, mostra um grupo de refugiados se preparando para embarcar em um trem que irá levá-los para longe dos horrores da guerra.
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  10. Fred Astaire e Audrey Hepburn cputT1kKc9M   09. Fred Astaire e Ann Miller bsAeE4ML020   08. Fred Astaire e Jane Powell Tes1EnEQuGc   07. Fred Astaire e Eleanor Powell DWW6QeeVzDc   06. Fred Astaire e Cid Charisse wDHwJrbrp0Y   05. Fred Astaire e Rita Hayworth WUhhKELUxB0     04. Fred Astaire e Gene Kelly lMKbGRCbsaw   03. Fred Astaire e Judy Garland 4nT3AE27Fn8   02. Fred Astaire e o cabide IYEec9rhYeQ   01. Fred Astaire e Ginger Rogers 5hIxvmCypE8    
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Título original: Der Herrscher Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / Alemanha / Drama / 103min Produção: Karl Julius Fritzsche Direção: Veit Harlan Roteiro: Gerhart Hauptmann e Harald Bratt Fotografia: Günther Anders Música: Wolfgang Zeller Elenco Emil Jannings ... Matthias Clausen Paul Wagner ... Professor Wolfgang Clausen - sein Sohn Hannes Stelzer ... Egert - sein jüngster Sohn Hilde Körber ... Bettina - seine Tochter Käthe Haack ... Ottilie Klamroth - seine verheiratete Tochter Herbert Hübner ... Direktor Erich Klamroth - deren Mann Maria Koppenhöfer ... Paula Clausen - geb. von Rübsamen Marianne Hoppe ... Inken Peters Helene Fehdmer ... Frau Peters Max Gülstorff ... Sanitätsarzt Geiger Harald Paulsen ... Justizrat Hanefeld Theodor Loos ... Pastor Immoos Rudolf Klein-Rogge ... Direktor Bodlfing Paul Bildt ... Diener Winter Walter Werner ... Privatsekretär Dr. Wuttke   Sinopse   Mathias Clausen é o poderoso líder de Clausen Works, uma antiga e próspera firma de munições. Ele se apaixona por uma secretária do escritório e seus filhos conspiram contra ele, a fim de proteger sua herança. Clausen renega-os e entrega a empresa ao Estado, confiante de que os trabalhadores irão perpetuar seu trabalho.  
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Título original: Herr Tartüff Ano/País/Gênero/Duração: 1925 / Alemanha / Drama / 74min Produção: Erich Pommer Direção: F. W. Murnau Roteiro: Molière e Carl Mayer Fotografia: Karl Freund Música: Giuseppe Becce Elenco Hermann Picha ... Der Greis Rosa Valetti ... Seine Haushälterin / Housekeeper André Mattoni ... Sein Enkel / Grandson Werner Krauss ... Herr Orgon Lil Dagover ... Frau Elmire / Elmire, Orgon's wife Lucie Höflich ... Dorine Emil Jannings ... Tartüff Camilla Horn   Sinopse   Esta tragi-comédia de Murnau, conta a história de uma governanta hipócrita e manipuladora que maltrata um velho, cuja herança espreita. O sobrinho do velho percebendo a falsidade e o plano diabólico da governanta, arma uma cilada para desmascara-la. A bela fotografia expressionista unida aos cenários barrocos, colocam Tartufo entre os mais deslumbrantes da era do cinema mudo.    
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Título original: Hello, Sister! Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Drama | Romance / 62min Direção: Alan Crosland e Erich Von Stroheim Produção: Winfield R. Sheehan Roteiro: Dawn Powell e Erich von Stroheim Fotografia: James Wong Howe Música: Arthur Lange Elenco James Dunn ... Jimmy Zasu Pitts ... Millie Boots Mallory ... Peggy Minna Gombell ... Mona La Rue Terrance Ray ... Mac Will Stanton ... Drunk Henry Kolker ... Jameson Brewster - Bank President Walter Walker ... Sedgwick Astrid Allwyn ... Webster's Secretary Claude King ... Dr. A. Peterson Wade Boteler ... Passerby at Apartment James Flavin ... Fireman Sinopse Uma jovem solteira se envolve em um triângulo amoroso e acaba grávida. Curiosidades - A versão sugeria uma relação lésbica entre o personagem de Mallory e a personagem interpretada por Zasu pitts. - O filme foi considerado demasiadamente atrevido e os executivos da Fox decidiram cortar drasticamente a versão de Von Stroheim, rodando cenas adicionais. - Após os cortes, o filme foi lançado com o título de Hello Sister, com pouca promoção e acabou sendo um fracasso total. - A versão original de Von Stroheim nunca foi exibida e é considerada perdida.    
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Título original: The Shop Around the Corner Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Comédia | Romance | Drama / 99min Direção: Ernst Lubitsch Produção: Ernst Lubitsch Roteiro: Samson Raphaelson e Miklós László Fotografia: William H. Daniels Música: Werner R. Heymann Elenco Margaret Sullavan ... Klara Novak James Stewart ... Alfred Kralik Frank Morgan ... Hugo Matuschek Joseph Schildkraut ... Ferencz Vadas Sara Haden ... Flora Felix Bressart ... Pirovitch William Tracy ... Pepi Katona Inez Courtney ... Ilona Sarah Edwards ... Freguês Edwin Maxwell ... Doutor Charles Halton ... Detetive Charles Smith ... Rudy Sinopse Dois funcionários de uma loja de presentes trocam farpas todos os dias no trabalho. Ele e ela têm algo em comum: estão se relacionando com outra pessoa através de cartas, utilizando nomes falsos. Ambos estão nervosos pelo momento de se encontrarem pela primeira vez pessoalmente. O que os dois não sabem é que eles estão trocando cartas entre si mesmos.  
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Título Original: Mr. Wong, Detective Ano/País/Gênero/Duração: 1938 / EUA / Ação | Aventura | Crime | Drama | Mistério / 69min Direção: William Nigh Produção: William T. Lackey Roteiro: Houston Branch e Hugh Wiley Fotografia: Harry Neumann Música: Edward J. Kay Elenco Boris Karloff ... Mr. James Lee Wong Grant Withers ... Captain Sam Street Maxine Jennings ... Myra Ross, Dayton's Secretary Evelyn Brent ... Olga Petroff / Countess Dubois / Sophie Dome George Lloyd ... Detective Lt. Devlin Lucien Prival ... Anton Mohl, aka Baron Von Krantz John St. Polis ... Carl Roemer, Poison Gas Inventor William Gould ... Theodore Meisel, Dayton's Partner Hooper Atchley ... Christian Wilk, Dayton's Partner John Hamilton ... Simon Dayton, President Dayton Chemical Co. Wilbur Mack ... Russell, Dayton's Office Manager Lee Tung Foo ... Tchin, Wong's Servant Lynton Brent ... Detective Tommy Grace Wood ... Mrs. Carl Roemer   Sinopse   Mr. James Wong investiga uma série de assassinatos e descobre uma rede de espionagem internacional que busca a fórmula para um gás venenoso.  
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Título Original: High Pressure Ano/País/Gênero/Duração: 1932 / EUA / Comédia / 73min Direção: Mervyn LeRoy Roteiro: Aben Kandel e Joseph Jackson Fotografia: Robert Kurrle Elenco William Powell ... Gar Evans Evelyn Brent ... Francine Dale George Sidney ... Colonel Ginsburg John Wray ... Jimmy Moore Evalyn Knapp ... Helen Wilson Guy Kibbee ... Clifford Gray Frank McHugh ... Mike Donahey Oscar Apfel ... Mr. Hackett - Better Business Bureau Manager Ben Alexander ... Geoffrey Weston Harold Waldridge ... Gus Vanderbilt Charles Middleton ... Mr. Banks Harry Beresford ... Dr. Rudolph Pfeiffer   Sinopse   Vagabundo finge ser um empresário em busca de investidores. Encontrá-los até que é f´pacil, o difícil é convencê-los a comprar a idéia de seu produto.      
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Título Original: Mystery of the Wax Museum Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Terror | Mistério | Suspense / 77min Direção: Michael Curtiz Produção: Henry Blanke Roteiro: Charles Belden e Don Mullaly Fotografia: Ray Rennahan Elenco Lionel Atwill ... Ivan Igor Fay Wray ... Charlotte Duncan Glenda Farrell ... Florence Dempsey Frank McHugh ... Jim Allen Vincent ... Ralph Burton Gavin Gordon ... George Winton Edwin Maxwell ... Joe Worth Holmes Herbert ... Dr. Rasmussen Claude King ... Mr. Galatalin Arthur Edmund Carewe ... Sparrow - Professor Darcy Thomas E. Jackson ... Detetive DeWitt Jennings ... Police Captain Matthew Betz ... Hugo Monica Bannister ... Joan Gale   Sinopse Londres, onde o escultor Ivan Igor entra em desespero quando seu museu de cera pega fogo. Anos mais tarde, Igor inicia a construção de um novo museu, ao mesmo tempo em que pessoas começam a desaparecer - incluindo cadáveres do necrotério. O mistério pode estar associado às estátuas de cera do museu, que se parecem pessoas de verdade. Curiosidades A mesma história foi refilmada em 1953 e 2005.
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Título Original: The Four Feathers Ano/País/Gênero/Duração: 1929 / EUA / Aventura | Guerra / Direção: Merian C. Cooper e Lothar Mendes Produção: Merian C. Cooper e David O. Selznick Roteiro: A.E.W. Mason e Hope Loring Fotografia: Robert Kurrle Música: William Frederick Peters Elenco Richard Arlen ... Lt. Harry Faversham Fay Wray ... Ethne Eustace Clive Brook ... Lt. Jack Durrance William Powell ... Capt. William Trench Theodore von Eltz ... Lt. Castleton Noah Beery ... Slave Trader Zack Williams ... Idris Noble Johnson ... Ahmed Harold Hightower ... Ali Philippe De Lacy ... Harry Faversham - age 10 E.J. Ratcliffe ... Col. Eustace George Fawcett ... Col. Faversham Augustin Symonds ... Col. Sutch Rex Ingram ... Fuzzy Wuzzy Native   Sinopse   Harry Faversham é um oficial britânico que renuncia lutar contra os rebeldes no Egito. Quando quatro de seus colegas o presenteiam com penas cujo significado é a covardia, ele resolve ir em missão, fingindo ser um árabe. Curiosidades - Um dos últimos filmes mudos, que trazia uma trilha sonora sincronizada. - Terceira versão do romance escrito por A. E. W. Mason.      
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Título Original: Suddenly Ano/País/Gênero/Duração: 1954 / EUA / Crime | Drama | Film-Noir | Romance | Suspense / 75min Direção: Lewis Allen Produção: Robert Bassler Roteiro: Richard Sale Fotografia: Charles G. Clarke Música: David Raksin   Elenco     Frank Sinatra ... John Baron Sterling Hayden ... Sheriff Tod Shaw James Gleason ... Pop Benson Nancy Gates ... Ellen Benson Kim Charney ... Peter Benson III - 'Pidge' Willis Bouchey ... Dan Carney Paul Frees ... Benny Conklin Christopher Dark ... Bart Wheeler James O'Hara ... Jud Hobson Kem Dibbs ... Wilson Clark Howat ... Haggerty Charles Smith ... Bebop Paul Wexler ... Slim Adams       Sinopse       Logo após vencer o Oscar por sua interpretação em A Um Passo da Eternidade, Frank Sinatra, um dos maiores astros do entretenimento mundial, decidiu interpretar um dos papéis mais ousados da sua carreira cinematográfica: o assassino psicopata do film noir hollywoodiano Meu Ofício é Matar (1954). O filme virou uma lenda do cinema pela sua forma corajosa e destemida de enfrentar um tema que era, até então, um tabu: o assassinato de um Presidente americano. De fato, existem indícios de que Lee Harvey Oswald, assassino do Presidente John F. Kennedy, teria assistido ao filme poucos dias antes do homicício do estadista norte-americano.A poucas horas da chegada do Presidente dos Estados Unidos ao vilarejo californiano de Suddenly, o atirador maníaco e sádico John Baron (Sinatra) toma como refém a família de Pop Benson, um agente aposentado do Serviço Secreto (James Gleason) e o xerife Tod Shaw (Sterling Hayden, Dr. Fantástico, O Poderoso Chefão). À medida que a chegada do trem do Presidente se aproxima, o suspense cresce até atingir um clímax surpreendente e profétivo à luz do assassinato do Presidente Kennedy em 1963.         Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas
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Título Original: Eyes in the Night Ano/País/Gênero/Duração: 1942 / EUA / Crime | Mistério / 80min Direção: Fred Zinnemann Produção: Jack Chertok Roteiro: Baynard Kendrick e Guy Trosper Fotografia: Charles Lawton Jr. Música: Lennie Hayton Elenco Edward Arnold ... Duncan 'Mac' Maclain Ann Harding ... Norma Lawry Donna Reed ... Barbara Lawry Stephen McNally ... Gabriel Hoffman Katherine Emery ... Cheli Scott Allen Jenkins ... Marty Stanley Ridges ... Hansen Reginald Denny ... Stephen Lawry John Emery ... Paul Gerente Rosemary DeCamp ... Vera Hoffman Erik Rolf ... Boyd Barry Nelson ... Mr. Busch Reginald Sheffield ... Victor Steven Geray ... Mr. Anderson Mantan Moreland ... Alistair   Sinopse   Um detetive deficiente visual conta com a ajuda de seu cão guia para investigar um assassinato e acaba descobrindo uma conspiração nazista.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas
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Título Original: Anthony Adverse Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Aventura | Drama | Romance / 141min Direção: Mervyn LeRoy Produção: Henry Blanke e Jack L. Warner Roteiro: Hervey Allen e Sheridan Gibney Fotografia: Tony Gaudio Música: Erich Wolfgang Korngold Elenco  Fredric March ...    Anthony Adverse Olivia de Havilland ...    Angela Guiseppe Donald Woods     ...    Vincent Nolte Anita Louise     ...    Maria Edmund Gwenn     ...    John Bonnyfeather Claude Rains     ...    Marquis Don Luis Louis Hayward     ...    Denis Moore Gale Sondergaard ...    Faith Paleologus Steffi Duna     ...    Neleta Akim Tamiroff     ...    Carlo Cibo Ralph Morgan     ...    Signore De Bruille Fritz Leiber     ...    Ouvrard Luis Alberni     ...    Tony Guiseppe Billy Mauch     ...    Anthony Adverse, at 10 Henry O'Neill     ...    Father Xavier Sinopse Final do século 18 na Itália. Uma bela jovem se casa com um homem rico, porém cruel. No entanto ela é apaixonada por outro homem, mais jovem. Quando o marido descobre, mata o amante durante uma luta de espadas, e leva sua esposa em uma longa viagem pela Europa. Meses depois ela morre ao dar à luz um filho. O marido deixa a criança em um convento. O garoto se transforma em um aprendiz de um comerciante local, que lhe dá o apelido de anthony Adverse, por causa das adversidades de sua vida.   Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas Pesquisar este filme no SUBMARINO
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Título Original: The Dark Angel Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Drama | Romance / 106min Direção: Sidney Franklin Produção: Samuel Goldwyn Roteiro: Guy Bolton e Lillian Hellman Fotografia: Gregg Toland Música: Alfred Newman Elenco Fredric March ... Alan Trent Merle Oberon ... Kitty Vane Herbert Marshall ... Gerald Shannon Janet Beecher ... Mrs. Shannon John Halliday ... Sir George Barton Henrietta Crosman ... Granny Vane Frieda Inescort ... Ann West Claud Allister ... Lawrence Bidley Cora Sue Collins ... Kitty as a Child Fay Chaldecott ... Betty Gallop George P. Breakston ... Joe Gallop     Sinopse   O filme conta a história de três amigos de infância. Ao crescer, a garota escolhe um dos homens para se casar. Com ciúme, o outro colega envia seu rival para uma situação perigosa durante a guerra. Curiosidades - foi feita uma versão silenciosa do filme em 1925, mas a mesma foi perdida.    
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Título Original: Death Takes a Holiday Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Romance | Fantasia / 79min Direção: Mitchell Leisen Produção: Emanuel Cohen Roteiro: Maxwell Anderson e Gladys Lehman Fotografia: Charles Lang Música: Bernhard Kaun Elenco Fredric March ... Prince Sirki / Death Evelyn Venable ... Grazia Guy Standing ... Duke Lambert Katharine Alexander ... Alda Gail Patrick ... Rhoda Helen Westley ... Stephanie Kathleen Howard ... Princess Maria Kent Taylor ... Corrado Henry Travers ... Baron Cesarea G.P. Huntley ... Eric Otto Hoffman ... Fedele   Sinopse   Após anos pensando no assunto, a Morte decide vir à Terra para descobrir por que os humanos a temem tanto. Na pele do Príncipe Sirki, ela se hospeda por três dias no palácio do Duque Lambert. Logo as mulheres se interessam vivamente pelo misterioso visitante, porém fogem quando pressentem que há algo de errado. Contra sua vontade, o príncipe experimenta o amor pela primeira vez ao se apaixonar por Grazia, a futura nora do duque, e decide retornar ao mundo das sombras. Mas Grazia também o ama e pede-lhe que a leve junto. Quando Sirki lhe mostra sua verdadeira forma, ela revela que sempre o viu assim.    
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Thelma Jordon ( Barbara Stanwyck)  em The File on Thelma Jordon (1950)   Norma Desmond (Gloria Swanson) em Sunset Boulevard (1950) Diane Tremayne (Jean Simmons) em Angel Face (1952)   Nell Forbes (Marilyn Monroe) em Don't Bother to Knock (1952)   Debby Marsh (Gloria Grahame) The Big Heat (1953)   Rose Loomis (Marilyn Monroe) em Niagara (1953) Mary Adams (Cleo Moore) em One Girl's Confession (1953)   Candy (Jean Peters) em Pickup on South Street (1953)   Vicki Buckley (Gloria Grahame) em Human Desire (1954)   Gabrielle/Lily Carver (Gaby Rodgers) em Kiss Me Deadly (1955)   Sherry Peatty (Marie Windsor) em The Killing (1956) Mamie Stover (Jane Russell) em The Revolt of Mamie Stover (1956) Gwen Dulaine (Mamie Van Doren) em High School Confidential! (1958) Madeleine/Judy (Kim Novak) em Vertigo (1958)
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Título Original: Dementia 13 Ano/País/Gênero/Duração: 1963 / EUA / Terror | Suspense / 75min Direção: Francis Ford Coppola Produção: Roger Corman Roteiro: Francis Ford Coppola e Jack Hill Fotografia: Charles Hannawalt Música: Ronald Stein Elenco William Campbell ... Richard Haloran Luana Anders ... Louise Haloran Bart Patton ... Billy Haloran Mary Mitchel ... Kane Patrick Magee ... Justin Caleb Eithne Dunne ... Lady Haloran Peter Read ... John Haloran Karl Schanzer ... Simon Ron Perry ... Arthur Derry O'Donavan ... Lillian Barbara Dowling ... Kathleen Sinopse Demência 13 conta a história de uma maldição envolvendo uma nobre família irlandesa que vive no enorme Castelo Haloran, uma edificação de pedra no melhor estilo gótico, e que foi atingida por uma tragédia envolvendo a morte de Kathleen (Barbara Dowling), uma jovem criança que afogou-se no lago da residência quando brincava com seu irmão Billy. Após o acidente fatal, a família se separou ficando apenas a matriarca Lady Haloran (Eithne Dunn) vivendo no castelo com seus criados Arthur (Ron Perry) e Lillian (Derry O´Donovan). Porém, a família, formada ainda pelos irmãos John (Peter Read), o escultor de estátuas Richard (William Campbell) e o jovem Billy Haloran (Bart Patton), se reúne todos os anos para celebrar o memorial da morte da irmã Kathleen. Passados alguns anos da morte da garota, quando a família reúne-se novamente para mais um memorial, um assassino começa a atuar nas imediações do castelo utilizando um machado para dilacerar suas vítimas. Curiosidades - Primeiro filme dirigido por Francis Ford Coppola.
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Título Original: Tirez sur le pianiste Ano/País/Gênero/Duração: 1960 / França / Crime | Drama | Música | Romance | Suspense / 80min Direção: François Truffaut Produção: Pierre Braunberger Roteiro: François Truffaut e David Goodis Fotografia: Raoul Coutard Música: Georges Delerue    Elenco  Charles Aznavour     ...    Charlie Kohler / Edouard Saroyan Marie Dubois     ...    Léna Nicole Berger     ...    Thérèse Saroyan Michèle Mercier     ...    Clarisse Serge Davri     ...    Plyne Claude Mansard     ...    Momo Richard Kanayan     ...    Fido Saroyan Albert Rémy     ...    Chico Saroyan Jean-Jacques Aslanian     ...    Richard Saroyan Daniel Boulanger     ...    Ernest Claude Heymann     ...    Lars Schmeel Alex Joffé     ...    Passerby Boby Lapointe     ...    Le chanteur Catherine Lutz     ...    Mammy Sinopse Após perder a esposa, o célebre pianista Edouard Saroyan abandona a carreira e passa a tocar em um bar, onde acaba reencontrando um de seus irmãos, que está envolvido com a máfia.   Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. ou Legendas Pesquisar este filme no SUBMARINO
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Título Original: Stranded Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Drama | Romance / 72min Direção: Frank Borzage Produção: Frank Borzage Roteiro: Frank Wead e Ferdinand Reyher Fotografia: Sidney Hickox Música: Bernhard Kaun Elenco Kay Francis ... Lynn Palmer George Brent ... Mack Hale Patricia Ellis ... Velma Tuthill Donald Woods ... John Wesley Robert Barrat ... Stanislaus Janauschek Barton MacLane ... Sharkey Joseph Crehan ... Johnny Quinn William Harrigan ... Updyke Henry O'Neill ... Mr. Tuthill Frankie Darro ... James 'Jimmy' Rivers John Wray ... Mike Gibbons Edward McWade ... Tim Powers June Travis ... Mary Rand Ann Shoemaker ... Mrs. Tuthill Gavin Gordon ... Jack  
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Título Original: No Greater Glory Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Drama / 74min Direção: Frank Borzage Produção: Frank Borzage Roteiro: Ferenc Molnár e Jo Swerling Fotografia: Joseph H. August Música: R.H. Bassett Elenco George P. Breakston ... Nemecsek Jimmy Butler ... Boka Jackie Searl ... Gereb Frankie Darro ... Feri Ats Donald Haines ... Csonakos Rolf Ernest ... Ferdie Pasztor Julius Molnar ... Henry Pasztor Wesley Giraud ... Kolnay Beaudine Anderson ... Csele   Sinopse   Adaptação de The Paul Street Boys, um romance autobiográfico de Ferenc Molnar.  
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Título Original: American Madness Ano/País/Gênero/Duração: 1932 / EUA / Drama / 75min Direção: Frank Capra Produção: Frank Capra Roteiro: Robert Riskin Fotografia: Joseph Walker Música: Mischa Bakaleinikoff Elenco Walter Huston ... Dickson Pat O'Brien ... Matt Kay Johnson ... Mrs. Dickson Constance Cummings ... Helen Gavin Gordon ... Cluett Arthur Hoyt ... Ives Robert Emmett O'Connor ... Inspector   Sinopse     Um conto emocionante e mágico da era da grande depressão sobre um homem que toma uma posição corajosa diante do imenso poder das corporações, ao passo que os Estados Unidos passam por sua maior catástrofe econômica. Tom Dickson (Walter Huston, vencedor do Oscar® de melhor ator coadjuvante por O Tesouro De Sierra Madre, 1948) tem sido um leal e dedicado presidente de banco por 25 anos. Quando a bolsa de valores sofre um colapso, o comitê da diretoria abusa do seu poder pedindo empréstimos, forçando Dickinson a lutar por seu emprego até que um executivo do banco sem escrúpulos e um suposto roubo de 5 milhões de dólares leva sua carreira e seu casamento à beira da destruição.  
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  Robert De Niro em The Last Tycoon, 1976 Natale Wood e Warren Beaty em Splendor in the grass, 1961 Lee Remick e Montgomery Clift, Wild River, 1960 Eli Wallach e Carroll Baker, Baby Doll, 1956 Julie Harris, Raymond Massey e James Dean, East of Eden, 1955 Marlon Brando, On The Waterfront, 1954 Anthony Quinn, Marlon Brando, Viva Zapata!, 1952 Vivien Leigh, A Streetcar named Desire, 1951 Jeanne Crain e Ethel Waters, Pinky, 1949 Gregory Peck, Gentleman's agreement, 1947
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    Vicky Lynn ( Carole Landis) em I Wake Up Screaming (1941) Brigid O'Shaughnessy ( Mary Astor) em The Maltese Falcon (1941) Phyllis Dietrichson ( Barbara Stanwyck) em Double Indemnity (1944)   Velma/Helen Grayle (Claire Trevor)  em Murder, My Sweet (1944) Laura Hunt ( Gene Tierney) em Laura (1944) Alice Reed ( Joan Bennett) em The Woman in the Window (1944) Vera (Ann Savage)  em Detour (1945) Stella ( Linda Darnell) em Fallen Angel (1945) Ellen Berent Harland ( Gene Tierney) em Leave Her to Heaven (1945) Veda Pierce Forrester (Ann Blyth) em Mildred Pierce (1945) Katharine "Kitty" March ( Joan Bennett)  em Scarlet Street (1945) Vivian Sternwood Rutledge ( Lauren Bacall) em The Big Sleep (1946) Helen Morrison (Veronica Lake) em The Blue Dahlia (1946)   Margot Shelby (Jean Gillie) em Decoy (1946)   Gilda Mundson Farrell ( Rita Hayworth) em Gilda (1946)  
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Título Original: Vier um die Frau Ano/País/Gênero/Duração: 1921 / Alemanha / Drama / 52min Direção: Fritz Lang Produção: Erich Pommer Roteiro: Fritz Lang e Rolf E. Vanloo Fotografia: Otto Kanturek Música: Aljoscha Zimmermann Elenco Hermann Böttcher ... Florences Vater Anton Edthofer ... Werner Krafft - William Krafft sein Zwillingsbruder Robert Forster-Larrinaga ... Meunier Harry Frank ... Bobby Ludwig Hartau ... Makler Harry Yquem Leonhard Haskel ... 1. Gauner Gottfried Huppertz ... Oberkellner Rudolf Klein-Rogge ... Hehler Upton Hans Lipschütz ... Strolch Lilli Lohrer ... Dienerin von Florence Paul Morgan ... Hehler Edgar Pauly ... Unauffälliger Herr Paul Rehkopf ... 2. Gauner Gerhard Ritterband ... Zeitungsjunge Carola Toelle ... Florence Yquem Erika Unruh ... Dirne Lisa von Marton ... Margot   Sinopse   Makler Harry Yquem compra uma joia para sua esposa Florence, em um lugar perigoso, cheio de ladrões. Dentre eles se encontra Upton. Ao sair, depara-se com uma pessoa cujo rosto reconhece como o mesmo de um retrato que possuía sua mulher. Yquem persegue o homem e acaba por conhecê-lo: é William Kraft, famoso escroque e irmão gêmeo de Werner, outrora amante de Florence. Todos conhecem Florence e, num ambiente onde predomina o crime, a ambiguidade e o acaso, ela é cobiçada pelos quatro homens, que lutarão entre si.    
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Título Original: Die Nibelungen: Siegfried Ano/País/Gênero/Duração: 1925 / Alemanha / Fantasia | Drama | Aventura / 140min Direção: Fritz Lang Produção: Erich Pommer Roteiro: Fritz Lang e Thea von Harbou Fotografia: Carl Hoffmann e Günther Rittau Música: Gottfried Huppertz Elenco Gertrud Arnold .... Koenigin Ute Margarete Schön .... Kriemhild Hanna Ralph .... Brunhild Paul Richter .... Siegfried Theodor Loos .... Koenig Gunther Hans Carl Mueller .... Gernot Hans Adalbert Schlettow .... Hagen Tronje Hardy von Francois .... Dankwart Georg John .... Mime, der Schmied/Alberich, der Nibelung Frida Richard .... Die Runenmagd Yuri Yurovsky .... Der Priester Iris Roberts .... Der Edelknabe rest of cast listed alphabetically: Fritz Alberti .... Dietrich von Bern Grete Berger .... Hunnenweib Erwin Biswanger .... Giselher Bernhard Goetzke .... Volker von Alzey Hubert Heinrich .... Werbel Rudolf Klein-Rogge .... Koenig Etzel Georg August Koch .... Hildebrand Rudolf Rittner .... Ruediger von Bechlarn   Sinopse   Após roubar o tesouro dos Nibelungos, Siegfried corteja a bela Kriemhild, irmã de Gunther, rei dos Burgúndios. O rei pede que Siegfried o ajude a seduzir a rainha virgem Brunhild que, ao desvendar a trama, pede a cabeça do herói.
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Título Original: You Only Live Once Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / EUA / Crime | Drama | Film-Noir / 86min Direção: Fritz Lang Produção: Walter Wanger Roteiro: Gene Towne e C. Graham Baker Fotografia: Leon Shamroy Música: Alfred Newman Elenco Sylvia Sidney ... Joan Graham Henry Fonda ... Eddie Taylor Barton MacLane ... Stephen Whitney Jean Dixon ... Bonnie Graham William Gargan ... Father Dolan Jerome Cowan ... Dr. Hill Charles 'Chic' Sale ... Ethan Margaret Hamilton ... Hester Warren Hymer ... Buggsy Guinn 'Big Boy' Williams ... Rogers John Wray ... Warden Wheeler Walter De Palma ... Monk Mendall   Sinopse   O ex-delinqüente juvenil Eddie Taylor sai da prisão graças aos esforços da noiva, Joan, se- cretária da Defensoria Pública. Mas o preconceito social é mais forte e Eddie é demitido do emprego e condenado à cadeira elétrica por um crime que não cometeu.  
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Lupe Velez (mexicana) Se tornou uma estrela do cinema mudo com o filme “The Gaucho”. Originalmente uma dançarina mexicana, foi descoberta por Fanny Brice. Maria Montez (dominicana) Descendene de espanhol, aprendeu inglês sozinha através das revistas. Iniciou a carreira como modelo e passou a ser conhecida como a rainha do technicolor. Maria Felix (mexicana) Ícone do cinema mexicano, ficou conhecida pelo título de "La Doña". Sua beleza e personalidade marcantes a levaram ao sucesso internacional e ao status de ícone Penelope Cruz (espanhola) De musa de Almodovar para a carreira em Hollywood foi um passo. Hoje em dia é uma das atrizes mais conhecida do mundo, tendo ganhado um Oscar de Melhor atriz Coadjuvante por Vicky Cristina Barcelona (2009). Sara Montiel (espanhola) Cantora e atriz espanhola, teve destaque em Hollywood, chegando a atuar ao lado de Paul Newman.   Rita Moreno (porto riquenha) A atriz recebeu quatro dos maiores prêmios concedidos a atores: Emmy, Globo de Ouro, Tony e Oscar.   Carmen Miranda (brasileira) Conhecida como Brazilian Bombshell, invadiu os Estados Unidos depois de uma sólida carreira no Brasil e até hoje é conhecida como um dos símbolos brasileiros. Rita Hayworth (Americana) Embora americana, era de origem espanhola. Margarita Carmen Cansino iniciou a carreira como dançarina, ao lado do pai e ficou imensamente conhecida por seu papel homônimo em Gilda.   Dolores del Rio (mexicana) Começou sua carreira nos Estados Unidos ainda no cinema mudo. Misteriosa e exótica, era considerada uma espécie de Rodolfo Valentino de saias. Era a grande rival de Maria Félix. Katy Jurado (mexicana) Foi a primeira atriz hispânica que disputou um Oscar da Academia. Isso em 1954. Katy era neta de ciganos.
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Título Original: The Last Round-up Ano/País/Gênero/Duração: 1947 / EUA / Faroeste / 77min Direção: John English Produção: Armand Schaefer Roteiro: Jack Townley Fotografia: William Bradford Música: Mischa Bakaleinikoff Elenco Gene Autry ... Gene Autry Champion ... Champion Jean Heather ... Carol Taylor Ralph Morgan ... Charlie Mason Carol Thurston ... Lydia Henry Mark Daniels ... Matt Mason Robert Blake ... Mike Henry Russ Vincent ... Jeff Henry The Texas Rangers ... Musicians   Sinopse   Gene Autry tenta unir índios quanto fazendeiros que deverãos er expulsos de suas terras para que seja construído um aqueduto pelo banqueiro da cidad, Mason. Mason tenta colocar os índios contra Gene, mas com a ajuda da professora Carol, Gene será capaz de expor os planos de Mason.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas
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Título Original: Red River Valley Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Ação | Música | Faroeste / 54min Direção: B. Reeves Eason Roteiro: Stuart E. McGowan e Dorrell McGowan Fotografia: William Nobles Elenco Gene Autry ... Gene Autry Smiley Burnette ... Frog Millhouse Frances Grant ... Mary Baxter Boothe Howard ... Steve Conway Jack Kennedy ... Mike - Train Engineer Champion ... Gene's Horse Sam Flint ... George Baxter George Chesebro ... Bull Dural - Conway's Henchman Charles King ... Sam - Bull's Dupe Eugene Jackson ... Iodine Edward Hearn ... Sheriff Ed Frank LaRue ... Banker Hartley Moore Ken Cooper ... Henchman Long Frankie Marvin ... Henchman Becker   Sinopse   Gene e Frog decidem investigar o que está causando acidentes na construção de uma barragem.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas
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  10. Gene Kelly e Rita Hayworth em Modelos (1944) PNimJOqaBI0   09. Gene Kelly e o jornal em Summer Stock (1950) Vw-qlHuktJs   08. Gene Kelly e o ratinho Jerry em Marujos do Amor (1945) 12qoDtocOP0   07. Gene Kelly e Cyd Charisse em Cantando na Chuva (1952) 7YWBOfsXsDA   06. Gene Kelly, Jules Munshin e Frank Sinatra em Um dia em Nova York (1949) x7CIgWZTdgw   05. Gene Kelly e Judy Garland em O Pirata (1948) PEVJubwhTmA   04.Gene Kelly e Donald O'Connor em Cantando na Chuva (1952) p3YWWfnWBJM   03.Gene Kelly e milhares de crianças em Sinfonia em Paris (1951) LvglHa_P9BA   02. Gene Kelly e Leslie Caron em Sinfonia em Paris (1951) wlvzGT1Ta2w   01. Gene Kelly e seu próprio guarda-chuvas em Cantando na Chuva D1ZYhVpdXbQ    
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Título Original: Racket Busters Ano/País/Gênero/Duração: 1938 / EUA / Crime | Drama / 71min Direção: Lloyd Bacon Produção: Jack L. Warner Roteiro: Robert Rossen e Leonardo Bercovici Fotografia: Arthur Edeson Música: Adolph Deutsch Elenco Humphrey Bogart ... John 'Czar' Martin George Brent ... Denny Jordan Gloria Dickson ... Nora Jordan Allen Jenkins ... 'Skeets' Wilson Walter Abel ... Hugh Allison Henry O'Neill ... Governor Penny Singleton ... Gladys Christie Anthony Averill ... Dave Crane, Martin's Henchman Oscar O'Shea ... Pop Wilson Elliott Sullivan ... Charlie Smith Fay Helm ... Mrs. Charlie Smith Joe Downing ... Joe Pender, Martin's Henchman Norman Willis ... Gus Hawkins, Martin's Henchman Don Rowan ... Cliff Kimball   Sinopse   O gangster John "Czar" Martin entra no ramo de caminhões em um esforço para controlar o mercado. Quando ele pega o caminhoneiro Danny Jordan roubando o escritório para sustentar a esposa grávida, o chama para fazer parte de sua quadrilha.  
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  Eu preferiria ser um fracasso em algo que amo, do que um sucesso em algo que odeio. Eu fumo porque, na minha idade, se não tenho algo em que segurar, eu caio. Você não pode evitar de envelhecer mas você não tem que ser velho. Quando você chegara aos 80 já terá aprendido tudo. Você só precisara lembrar disso. O segredo de um bom sermão é ter um bom começo, um bom fim e ter ambos o mais perto possível. Não importa o que as outras pessoas falem de você, o importante é que você continue sendo a pessoa que sempre foi, e se mudar mude para melhor. Não fique na cama... a menos que você possa fazer dinheiro deitado. Já fui casado por um juiz. Eu deveria ter pedido um júri. Felicidade é ter uma família grande, carinhosa e amorosa... morando em outra cidade. Na realidade, basta um drinque para me deixar mal. Mas nunca sei se é o 13º ou o 14º. É muito ruim que todas as pessoas que sabem como dirigir o país estão ocupadas dirigindo táxis e cortando cabelo. Você nunca será o homem que sua mãe era. O sexo é uma das 9 razões pelas quais gostaria de reencarnar. As outras 8 são irrelevantes. As pessoas me perguntaram que presente gostaria de ganhar nos meus 87 anos. Respondi: “Um teste de paternidade”. Me encanta cantar e me encanta tomar whisky. A maioria das pessoas prefere me escutar tomar whisky. Primeiro você esquece os nomes. Logo você esquece das caras. Depois se esquece de subir a braguilha. Finalmente se esquece de baixá-la. Sabem o que significa chegar em casa de noite e encontrar uma mulher que lhe dê um pouco de amor, um pouco de afeto e um pouco de ternura? Significa que você errou de casa! Na minha idade, as flores e as velas me assustam. Sou tão velho que quando eu era uma criança, o Mar Morto só estava doente.
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Título Original: The Renegade Ranger Ano/País/Gênero/Duração: 1938 / EUA / Faroeste / 59min Direção: David Howard Produção: Bert Gilroy Roteiro: Bennett Cohen e Oliver Drake Fotografia: Harry J. Wild Elenco George O'Brien ... Captain Jack Steele Rita Hayworth ... Judith Alvarez Tim Holt ... Larry Corwin Ray Whitley ... Happy Lucio Villegas ... Don Juan Campielo William Royle ... Ben Sanderson Cecilia Callejo ... Toñia Campielo Neal Hart ... Sheriff Joe Rawlings Monte Montague ... Henchman Monte Bob Kortman ... Henchman Idaho Charles Stevens ... Manuel Jim Mason ... Hank Tom London ... Henchman Red
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Título Original: The Sea Hawk Ano/País/Gênero/Duração: 1924 / EUA / Aventura | Drama | Romance / 123min Direção: Frank Lloyd Roteiro: Rafael Sabatini Fotografia: Norbert Brodine Música: William Axt Elenco Milton Sills ... Sir Oliver Tressilian Enid Bennett ... Lady Rosamund Godolphin Lloyd Hughes ... Lionel Tressilian Wallace Beery ... Capt. Jasper Leigh Marc McDermott ... Sir John Killigrew Wallace MacDonald ... Peter Godolphin Bert Woodruff ... Nick Claire Du Brey ... Siren Lionel Belmore ... Justice Anthony Baine Christina Montt ... The Infanta of Spain Albert Prisco ... Yusuf-Ben-Moktar Frank Currier ... Asad-ed-Din - Basha of Algiers William Collier Jr. ... Marsak Medea Radzina ... Fenzileh Fred DeSilva ... Ali George O'Brien ... Galley Slave   Sinopse   As aventuras de Oliver Tressilian, que vai de gentry Inglês para galeote ao capitão de um navio de combate dos Mouros, o tempo todo tentando recuperar sua amada. Segue o romance, ao contrário do filme de 1940 de mesmo nome.  
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Título Original: The Iron Horse Ano/País/Gênero/Duração: 1924 / EUA / Faroeste / 150min Direção: John Ford Produção: John Ford Roteiro: Charles Kenyon e John Russell Fotografia: George Schneiderman Música: Erno Rapee Elenco George O'Brien ... Davy Brandon Madge Bellamy ... Miriam Marsh Charles Edward Bull ... Abraham Lincoln Cyril Chadwick ... Peter Jesson Will Walling ... Thomas Marsh Francis Powers ... Sgt. Slattery J. Farrell MacDonald ... Cpl. Casey Jim Welch ... Pvt. Schultz George Waggner ... Col. William F. 'Buffalo Bill' Cody Fred Kohler ... Bauman James A. Marcus ... Judge Haller Gladys Hulette ... Ruby Jean Arthur ... Repórter George Brent ... Worker / Extra Sinopse Quando o presidente Lincoln autoriza a construção da estrada de ferro Transcontinental, a Union Pacific, construtor (Will Walling) e agrimensor (George O´Brien), começam a traçar o mapa para a melhor rota. Embora eles encontrem uma nova passagem, além da previamente esperada, a ambição dos homens que trabalham no projeto complica a construção.   ASSISTA ONLINE
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Título Original: The Strange Woman Ano/País/Gênero/Duração: 1946 / EUA / Drama | Film-Noir | Suspense / 100min Direção: Edgar G. Ulmer Produção: Hedy Lamarr Roteiro: Ben Ames Williams e Herb Meadow Fotografia: Lucien N. Andriot Música: Carmen Dragon Elenco Hedy Lamarr ... Jenny Hager George Sanders ... John Evered Louis Hayward ... Ephraim Poster Gene Lockhart ... Isaiah Poster Hillary Brooke ... Meg Saladine Rhys Williams ... Deacon Adams June Storey ... Lena Tempest Moroni Olsen ... Rev. Thatcher Olive Blakeney ... Mrs. Hollis Kathleen Lockhart ... Mrs. Partridge Alan Napier ... Judge Henry Saladine Dennis Hoey ... Tim Hager   Sinopse   A bela Jenny descobre que sempre pode conseguir o que quer dos homens no porto de Bangor, no Maine, em 1820. Libertada pela morte de seu pai bêbado, ela logo manobra para se casar com empresário local endinheirado. Apesar de muitas vezes ela usar seu dinheiro para fazer o bem, ela continua a considerar todos os outros homens como jogo.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legendas
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  10. Steve Burns (Cruising) Steve Burns é um policial machão que se faz passar por um homossexual para investigar assassinatos ocorridos na cidade. Uma das cenas mais interessantes do filme é justamente a que ele fica em dúvida sobre sua própria sexualidade. jR7y7g8h1y4   9. John Milton (The Devil's Advocate) No papel do diabo em pessoa, ele tenta articular para que seus filhos se unam e torne seus poderes invencíveis, e como o diabo não é bonzinho, não terá pena de ninguém que esteja em seu caminho, mesmo que seja uma bela mulher como Charlize Theron. RGR4SFOimlk   8. Bobby (The Panic in Needle Park) Al Pacino em seu segundo filme interpreta um jovem viciado que acaba por levar sua namorada para o mundo das drogas. Em cenas fortes, Al começou a chamar a atenção da mídia.   eNeN9ZU2CSM 7. Carlito 'Charlie' Brigante (Carlito's Way) Carlito sai da cadeia decidido a sair do mundo do crime e viver pacatamente, mas acaba sendo levado de volta ao velho mundo das drogas e assassinatos.   0yehgqPtG3Y 6. Sérpico (Sérpico) Sérpico é um policial que não se subordina à máfia dentro da polícia e sofrerá as consequências de seus atos. jqOGKiutxy0 5. Arthur Kirkland (... And Justice for All) Arthur é um advogado idealista, que não suporta as injustiças. Pacino está brilhante em cenas com o seu mentor Lee Strasberg e apesar do filme ser um pouco  enfadonho, vale a pena conferir.   sQzYNoLANrg 4. Frank Slade (Scent of a Woman) Finalmente Hollywood reconheceu o talento de Al Pacino, dando-lhe seu único Oscar por este filme em que ele interpreta um tenente amargurado por ter perdido a visão. A cena de Frank dançando o tango se tornou legendária.   6v4gwP8tknk 3. Toni Montana (Scarface) Toni Montana sai de sua terra em busca de melhores oportunidades nos Estados Unidos e acaba se transformando em um dos maiores traficantes de drogas. Filme bastante controverso de Brian De Palma, com cenas de extrema violência, chega a dividir opiniões até hoje. Considerado cult por muitos, o fato é que as expressões faciais e sotaque exagerados foram bastante criticados, mas é o que torna a interpretação de Al Pacino toscamente maravilhosa.   f26ueQKQqA8 2. Michael Corleone (The Godfather) Michael é o filho mais novo dos Corleone, e se transforma no chefe, após a morte de seu pai (interpretado pelo grande Marlon Brando). Sua frieza faz com que ele chegue a atos extremos, como o assassinato de membros de sua própria família. Considerado um dos maiores filmes de todos os tempos, teve três sequências, ,a última totalmente dispensável. niHKNAEdKDw     1. Sonny Wortzik (Dog Day Affternon) sonny resolve assaltar um banco para que seu namorado possa fazer uma operação de mudança de sexo. Só que tudo dá errado e o assalto se transforma em um grande espetáculo visto pelas tvs. Baseado em fatos reais.   xp_q5wJErYw    
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Título Original: Green Hell Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / 87 min Direção: James Whale Produção: Harry E. Edington Roteiro: Frances Marion Fotografia: Karl W. Freund Elenco Douglas Fairbanks Jr. ... Keith Brandon Joan Bennett ... Stephanie Richardson John Howard ... Hal Scott George Sanders ... Forrester Alan Hale ... Dr. Emil 'Nils' Loren George Bancroft ... Jim 'Tex' Morgan Vincent Price ... David Richardson Eugene Gericke ... Graham Francis McDonald ... Gracco   Sinopse   Um grupo de aventureiros parte para uma selva da América do sul em busca de um tesouro inca. Durante a travessia, dois homens começam a disputar o amor de uma mulher, e quando finalmente o tesouro é encontrado, os ânimos estão acirrados demais, para que eles vejam que correm mais perigos do que imaginam.    
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Título Original: Allegheny Uprising Ano/País/Gênero/Duração: 1939 / EUA / Ação | Aventura | Histórico | Faroeste / 81min Direção: William A. Seiter Produção: P.J. Wolfson Roteiro: Neil H. Swanson e P.J. Wolfson Fotografia: Nicholas Musuraca Música: Anthony Collins Elenco Claire Trevor ... Janie John Wayne ... Jim Smith George Sanders ... Capt. Swanson Brian Donlevy ... Callendar Wilfrid Lawson ... MacDougall Robert Barrat ... Duncan John F. Hamilton ... Professor Moroni Olsen ... Calhoon Eddie Quillan ... Anderson Chill Wills ... M'Cammon Ian Wolfe ... Poole Wallis Clark ... McGlashan Monte Montague ... Morris Olaf Hytten ... General Gage Eddy Waller ... Jailer   Sinopse   Por volta de 1759, na época em que Quebec foi tomada pelos ingleses dos franceses, os colonos estadunidense se insurgem contra os comerciantes recém-chegados à fronteira com o Canadá, que querem fazer negócios com os índios da região. Os índios usam as armas e munição compradas para atacar os colonos, e estes pedem ao governador que proíba esse comércio. O governador atende o pedido, mas Callendar, um comerciante inescrupuloso, se une a um oficial corrupto e tenta contrabandear mercadorias usando as carroças do exército como disfarce. John Smith e outros colonos descobrem o plano e lutam para impedir a chegada da carga. Eles contam ao capitão Swanson o que está acontecendo, mas o oficial não acredita neles.
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Título Original: A Shriek in the Night Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Comédia | Crime | Mistério | Romance | Suspense / 66min Direção: Albert Ray Produção: M.H. Hoffman Jr. Roteiro: Kurt Kempler e Frances Hyland Fotografia: Tom Galligan Elenco Ginger Rogers ... Pat Morgan Lyle Talbot ... Ted Kord Harvey Clark ... Peterson, the Janitor Purnell Pratt ... Police Insp. Russell Lillian Harmer ... Augusta, the Housekeeper Arthur Hoyt ... Wilfred Louise Beavers ... Empregada Clarence Wilson ... Editor Perkins   Sinopse   Ginger Rogers e Lyle Talbot são repórteres riavais tentando passar a perna uma na outra. Só que elas terão que se unir para tentar desvendar uma série de assassinatos ocorridos em um prédio de apartamentos.
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Título Original: The Green Glove Ano/País/Gênero/Duração: 1952 / EUA / Crime | Drama | Film-Noir | Mistério | Romance / 89min Direção: Rudolph Maté Produção: Georges Maurer Roteiro: Charles Bennett Fotografia: Claude Renoir Música:Joseph Kosma Elenco Glenn Ford ... Michael 'Mike' Blake Geraldine Brooks ... Christine 'Chris' Kenneth Cedric Hardwicke ... Father Goron George Macready ... Count Paul Rona Gaby André ... Gaby Saunders Jany Holt ... The Countess Roger Tréville ... Police Insp. Faubert Georges Tabet ... Jacques Piotet Meg Lemonnier ... Madame Piotet Paul Bonifas ... Inspector Jean Bretonnière ... Cantor   Sinopse   Michael 'Mike' Blake é um paraquedista americano que viaja para a França após o fim da segunda Guerra Mundial para tentar recuperar uma luva incrustada de pedras preciosas que havia sido roubado de uma igreja durante a guerra.  
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  A melhor maneira de se manter jovem é continuar trabalhando. Depois, é só relaxar e se divertir. Eu fui de santa a prostituta, e novamente santa. E tudo em uma só vida. As pessoas não esperam que eu tenha emoções como as outras mulheres. Eu nunca tinha procurado o sucesso a fim de obter fama e dinheiro. É o talento e a paixão que contam para o sucesso. Lembro-me de um dia sentada na beira da piscina, e de repente minhas lágrimas escorriam por meu rosto. Porque eu estava tão infeliz? Eu tinha sucesso e segurança. Mas isso não era o suficiente e eu estava explodindo por dentro. Eu não tenho arrependimentos. Eu não teria vivido a minha vida da maneira que vivi se tivesse me preocupado com o que as pessoas achavam de mim. Felicidade é ter uma boa saúde e uma péssima memória. Eu não me preocupo com a velhice. Se eu fosse a única, eu me preocuparia. Mas estamos todos no mesmo barco, e todos os meus amigos estão vindo comigo! Vamos todos para a velhice. Quantos anos teremos não sabemos. Só temos que aceitar. Meu tempo está se encurtando. Mas a cada dia que eu desafio esse tipo de câncer e sobrevivo, já é uma vitória para mim. Eu era a mais tímida dos seres humanos, mas eu tinha um leão dentro de mim que não iria calar a boca. Você deve treinar sua intuição e confiar na voz que vem de dentro de você e diz exatamente o que deve fazer. Seja você mesmo! O mundo adora o original. Um beijo é um truque encantador desenhado pela natureza para interromper a fala quando as palavras se tornam supérfluas. Há vantagens em ser uma estrela: você sempre pode conseguir uma mesa em um restaurante cheio. Eu sempre me senti culpada em toda a minha vida. Em não acho que ninguém tenha o direito de se intrometer em sua vida. Eles tem que saber separar a atriz da mulher! Eu posso fazer tudo com facilidade nos palcos, enquanto que na vida real eu me sinto muito grande e desajeitada. Tenho crescido sozinha. Já cuidei de mim mesma, pois aos 18 anos já ganhava meu dinheiro e era independente. Ter uma casa, marido e filho deve ser suficiente para a vida de qualquer mulher. Quer dizer, isso é o que estamos destinados a, não é? Mas ainda acho que cada dia é um dia perdido. Como se apenas metade de mim é vivo. A outra metade é pressionado em um saco e sufocada. Atuar é o melhor remédio do mundo. Se você não está se sentindo bem, o mal estar logo vai embora, porque você está sempre ocupado pensando que não é você mesmo. Nós atores somos pessoas muito felizes. Vítimas de câncer que não aceitam seu destino e não aprendem a viver com a doença, destroem o pouco tempo que lhes resta. Eu sempre quis fazer comédias, mas ninguém descobriu isso até minha velhice. Eles acham que todos os suecos são como Greta Garbo.
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  1. Um Bonde Chamado Desejo (1951) Marlon Brando também interpretou nos palcos. Desta vez, nas telas, ao lado da talentosíssima Vivien Leigh.   2. O Poderoso Chefão Parte 1 (1972) Marlon interpreta o patriarca da família Corleone, na primeira parte da saga dos mafiosos mais famosos do cinema.   3. Viva Zapata! (1952) Brando é Zapata, líder dos guerrilheiros.   4. Sindicato dos Ladrões (1954) Marlon ganhou seu primeiro Oscar no papel de Terry Malloy, um ex boxeador.   5. O Selvagem (1953) Marlon desta vez é Johnny Strabler, líder de um bando de motociclistas.   6. Apocalypse Now (1979) Walter R. Kurtz (Marlon Brando), aparentemente enlouqueceu e comanda um exército de fanáticos. É uma pequena participação. 7. O Pecado de todos nós (1967) Marlon é Weldon Penderton, um militar homossexuall.   8. O Último tango em Paris (1972) Marlon foi indicado ao Oscar por esse filme de Bertolucci. 9. Don Juan deMarco (1994) Mesmo idoso, Marlon mostra o porque de ser considerado um dos maiores atores de todos os tempos na América.   10. Caçada Humana (1966) Marlon é o Sheriff Calder, tentando fazer a lei valer numa terra em que os cidadãos querem tomá-la em suas próprias mãos.      
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Título Original: The House of the Seven Gables Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Suspense | Drama / 89min Direção: Joe May Produção: Burt Kelly Roteiro: Lester Cole e Harold Greene Fotografia: Milton R. Krasner Música: Frank Skinner Elenco George Sanders ... Jaffrey Pyncheon Margaret Lindsay ... Hepzibah Pyncheon Vincent Price ... Clifford Pyncheon Dick Foran ... Matthew Maule Nan Grey ... Phoebe Pyncheon Cecil Kellaway ... Philip Barton Alan Napier ... Fuller, the Postman Gilbert Emery ... Gerald Pyncheon Miles Mander ... Deacon Arnold Foster Charles Trowbridge ... Juiz   Sinopse   Em 1828, a luta da família Pyncheon é sobre As sete Torres, mansão ancestral. Cada um tentará de sua maneira obter a casa para si, mesmo que isso implique livrar-se de irmãos.  
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Título Original: Flesh and Blood Ano/País/Gênero/Duração: 1922 / EUA / Drama / 74min Direção: Irving Cummings Produção: Irving Cummings Roteiro: Louis D. Lighton Elenco Lon Chaney ... David Webster Edith Roberts ... The Angel Lady Noah Beery ... Li Fang DeWitt Jennings ... Detective Doyle Ralph Lewis ... Fletcher Burton Jack Mulhall ... Ted Burton Togo Yamamoto ... The Prince Kate Price ... Landlady Wilfred Lucas ... The Policeman   Sinopse   David Webster escapa da prisão onde esteve durante 15 anos para ver sua filha. Mas logo descobre que ela está noiva do filho do bandido que o levou à prisão, complicando seus planos de vingança.   Assista Online wCX0KN7RdoI
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Título Original: Romeo and Juliet Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Drama | Romance / 125min Direção: George Cukor Produção: Irving Thalberg Roteiro: William Shakespeare e Talbot Jennings Fotografia: William H. Daniels Música: Herbert Stothart Elenco Norma Shearer ... Juliet - Daughter to Capulet Leslie Howard ... Romeo - Son to Montague John Barrymore ... Mercutio - Kinsman to the Prince and Friend to Romeo Edna May Oliver ... Nurse to Juliet Basil Rathbone ... Tybalt - Nephew to Lady Capulet C. Aubrey Smith ... Lord Capulet Andy Devine ... Peter - Servant to Juliet's Nurse Conway Tearle ... Escalus - Prince of Verona Ralph Forbes ... Paris - Young Nobleman Kinsman to the Prince Henry Kolker ... Friar Laurence Robert Warwick ... Lord Montague Virginia Hammond ... Lady Montague - Wife to Montague Reginald Denny ... Benvolio - Nephew to Montgue and Friend to Romeo Violet Kemble Cooper ... Lady Capulet - Wife to Capulet   Sinopse   George Cukor dirige este conto imortal sobre amantes ardentes divididos por diferenças familiares. Norma Shearer e Leslie Howard, interpretando os personagens-título, estão "tão bem, que todos podemos esquecer que eles são velhos demais para os papéis" (Leonard Maltin's Movie Guide). Somado ao fato de que o filme foi indicado à quatro Oscars, incluindo Melhor Filme, estão sets e figurinos impecáveis (os quadros de Botticelli inspiraram o guarda-roupa de Shearer), que também refletem o generoso orçamento que teve a produção.   ASSISTA ONLINE
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Título Original: Trader Horn Ano/País/GênW.S. Van Dykeero/Duração: 1931 / EUA / Aventura | Romance / 122min Direção: W.S. Van Dyke Produção: Irving Thalberg Roteiro: Dale Van Every Fotografia: Clyde De Vinna Elenco Harry Carey ... Aloysius 'Trader' Horn Edwina Booth ... Nina Trent, the White Godess Duncan Renaldo ... Peru Mutia Omoolu ... Rencharo, Horn's Gun Bearer Olive Carey ... Edith Trent     Sinopse   am empresário americano e seu jovem parceiro partem em busca da filha de um missionário que desapareceu na selva Africana. Finalmente eles descobrem que ela vive como uma deusa branca na aldeia de uma tribo, mas os planos de resgatese complicam quando os dois homens se apaixonam por ela.  
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Título Original: The Unholy Three Ano/País/Gênero/Duração: 1930 / EUA / Crime | Drama / 72min Direção: Jack Conway Produção: Irving Thalberg Roteiro: Clarence Aaron 'Tod' Robbins e J.C. Nugent Fotografia: Percy Hilburn Música: William Axt Elenco Lon Chaney ... Professor Echo / Mrs. 'Grandma' O'Grady Lila Lee ... Rosie O'Grady Elliott Nugent ... Hector McDonald Harry Earles ... Midget aka Tweedledee John Miljan ... Prosecuting Attorney Ivan Linow ... Hercules Clarence Burton ... Detective Regan Crauford Kent ... Defense Attorney   Sinopse   Último filme de Lon Chaney, o homem das mil vozes, sobre um ventrilogo que associa-se a um anão e um gigante para cometer crimes.    
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Título Original: The Big House Ano/País/Gênero/Duração: 1930 / EUA / Drama | Suspense / 87min Direção: George W. Hill Produção: Irving Thalberg Roteiro: Frances Marion e Joseph Farnham Fotografia: Harold Wenstrom Elenco Chester Morris ... Morgan Wallace Beery ... Butch Lewis Stone ... Warden Robert Montgomery ... Kent Leila Hyams ... Anne George F. Marion ... Pop J.C. Nugent ... Mr. Marlowe Karl Dane ... Olsen DeWitt Jennings ... Wallace Matthew Betz ... Gopher Claire McDowell ... Mrs. Marlowe Robert Emmett O'Connor ... Donlin Tom Wilson ... Sandy Eddie Foyer ... Dopey   Sinopse   Kent (Robert Montgomery) é um playboy que, dirigindo bêbado, atropela e mata duas pessoas. Ele é preso por assassinato e na cadeia conhece Morgan (Chester Morris), com quem divide a cela, e Butch (Wallace Beery), o líder entre os presos. Butch é um homem cruel e calculista, disposto a tudo para fugir dali. As duras condições do lugar fazem com que uns se tornem contra os outros e levam a uma rebelião, causando tragédia. Na época de seu lançamento, os filmes com som sincronizado ainda eram novidade, e O Presídio se destacou pelo clima realista que os sons de tiros e pancadas nas barras de metal deram às cenas. Premiado com dois Oscars: melhor roteiro (para Frances Marion) e melhor som (para Douglas Shearer).    
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Título Original: The Crowd Ano/País/Gênero/Duração: 1928 / EUA / Drama | Romance / 98min Direção: King Vidor Produção: Irving Thalberg Roteiro: King Vidor e John V.A. Weaver Fotografia: Henry Sharp Elenco  Eleanor Boardman     ...    Mary James Murray     ...    John Bert Roach     ...    Bert Estelle Clark     ...    Jane Daniel G. Tomlinson     ...    Jim Dell Henderson     ...    Dick Lucy Beaumont     ...    Mary's Mother Freddie Burke Frederick     ...    Junior Alice Mildred Puter     ...    Daughter Sinopse Filme americano dirigido por King Vidor. Esse foi um dos primeiros filmes selecionados para compor a United States National Film Registry da livraria do Congresso dos Estados Unidos.   Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas Pesquisar este filme no SUBMARINO
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Título Original: The Hunchback of Notre Dame Ano/País/Gênero/Duração: 1923 / EUA / Drama | Histórico | Terror / 133min Direção: Wallace Worsley Produção: Irving Thalberg Roteiro: Perley Poore Sheehan e Victor Hugo Fotografia: Robert Newhard Música: Sam Perry Elenco Lon Chaney ... Quasimodo Patsy Ruth Miller ... Esmeralda Norman Kerry ... Phoebus de Chateaupers Kate Lester ... Madame de Condelaurier Winifred Bryson ... Fleur de Lys Nigel De Brulier ... Don Claudio Brandon Hurst ... Jehan Ernest Torrence ... Clopin Tully Marshall ... El Rey Luis XI Harry von Meter ... Mons. Neufchatel Raymond Hatton ... Gringoire Nick De Ruiz ... Mons. Le Torteru Eulalie Jensen ... Marie Roy Laidlaw ... Charmolu Ray Myers ... Charmolu's Assistant   Sinopse   Na Paris do século 18, o sineiro da catedral de Notre Dame, Quasímodo, deformado por um acidente de infância, se apaixona pela cigana Esmeralda. Mas o padre que o acolhera reprime essa paixão com maus-tratos e humilhações. Esta versão se destaca pela participação de Lon Chaney, o "Homem das Mil Faces".   ASSISTA ONLINE
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  De beleza singela e um carisma insuperável, Audrey Hepburn também conseguiu ganhar todos os grandes prêmios de cada Arte:  Tony (teatro), Oscar (cinema), Grammy (música) e Emmy (televisão). Mas sua maior vitória foram as causas humanitárias.   Ava Gardner chegou a ser chamada de "O animal mais belo do mundo". A música "Outra Vez" de Roberto Carlos , foi inspirada no romance da bela morena com o cantor Frank Sinatra.   A italiana Claudia Cardinale não se interessou em seguir uma carreira internacional, pois sempre amou viver na Europa. Até hoje a atriz é envolvida com causas políticas e humanitárias.   Adepta de uma alimentação saudável, aos 70 anos Dolores Del Rio ainda não tinha rugas. Segundo a mesma, o segredo era dormir 12 horas por dia, não beber álcool e evitar gorduras.   Elizabeth Taylor foi considerada uma das mais belas do mundo e ficou conhecida tanto por seus inúmeros casamentos quanto por sua luta humanitária a favor das vítimas de AIDS. Liz também era uma das maiores colecionadoras de jóias do mundo.   Belíssima e de família rica, Gene Tierney logo começou uma carreira como atriz, mas sofreu durante toda a vida de depressão crônica. O nascimento de uma filha deficiente mental aumentou consideravelmente suas crises.   A italiana Gina Lollobrigida ficou conhecida por seus papéis sensuais e ganhou a alcunha de "A mulher mais bela do mundo".   Além de bela, Hedy Lamarr também foi uma inventora de um sistema que deu origem aos telefones celulares.   Considerada uma das atrizes mais belas de todos os tempos pela revista Newsweek, Jacqueline Bisset trabalhou com diretores consagrados e é madrinha da também bela Angelina Jolie.   Jane Russell causou frisson quando seus seios apareceram sensualmente delineados em O Proscrito, de Howard Hughes. A atriz também dedicou-se a obras de caridade.   Linda Darnell tinha uma das pele mais perfeitas do cinema. Desapontada com a carreira, morreu devido às queimaduras que sofreu em um incêndio em sua casa.   Louise Brooks estrelou a Caixa de Pandora e eternizou seu nome no cinema. Discriminada pelos estúdios americanos, foi afastada das telas, mas nunca perdeu o glamour.   Com a chegada dos filmes falados, Lupe Velez acabou se afastando aos poucos da carreira cinematográfica. Os escândalos de Lupe Vélez tornaram-se maiores que sua obra e ela acabou se suicidando em 1944.   Descendente de espanhóis, Maria Montez aprendeu inglês sozinha, através de revistas. Chegou a ser considerada a rainha do tecnicolor.   A atriz mexicana Maria Felix ganhou status de mito por papéis em que interpretava mulheres fortes. Colecionadora de objetos antigos e jóias, foi homenageada pela Cartier que lançou em 2006 a coleção "La Dona Cartier".   Natalie Wood começou a carreira ainda criança e se tornou uma bela mulher. Morreu afogada em circunstâncias misteriosas. Seu caso foi reaberto recentemente.   Terceira esposa de Charles Chaplin, Paulette Goddard foi sua parceira em dois filmes. Chegou a ser cogitada para o papel de Scarlet O'Hara em O Vento Levou.   Pier Angeli é outra italianinha nessa lista. Namorada de James Dean, foi separada pela mãe que não concordava com o namoro com um rapaz não católico.   Sophia Loren é até hoje uma das mulheres mais belas do mundo, mesmo aos setenta anos.  A viúva de Carlo Ponti atribui a sua boa forma física ao sexo praticado diariamente.   A inglesa Vivien Leigh foi imortalizada por grandes papéis como Scarlett O'Hara em O Vento Levou e Blanche DuBois em Um Bonde Chamado Desejo. Vivien era bipolar e sofreu durante toda a sua vida com as crises. Mas isso não a impediu de se tornar uma das atrizes mais completas que já existiu.
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  Separamos alguns filmes do Buster, que valem a pena serem vistos. A lista está dividida por ordem cronológica.   1. A Country Hero (1917) - O filme traz a rara cena de Keaton sorrindo quando acerta a cabeça de roscoe arbuckle. Infelizmente não encontramos nenhuma cópia.   2. The Garage (1919) - Filme favorito de Buster, já mostrava uma maior sofisticação na preparação das cenas e um apuro no equipamento. Seu talento para atuar já chamava a atenção. lUtg7kfB74M   3. O Condenado nº 13 / Convict 13 (1920) - Inspirado na infância do ator. boa parte do filme é sobre o número de sua família no teatro de variedades, e Keaton fazia o papel de um condenado e de um guarda.   Nr51PzWSMvY   4. One Week (1920) - Primeiro filme lançado pela Buster Keaton Studios. Paródia de filmes sobre casas pré fabricadas e girava em torno de recem casados montando uma casa literalmente. o roteiro já era mais bem elaborado do que as comédias feitas com arbuckle. -JpEJILgcxU   5. The Playhouse (1921) - Ele estava ainda se recuperando de uma fratura no pé e não podia fazer suas acrobacias, entao resolveu impressionar as platéias com efeitos especiais. Fez todos os papéis, através de exposições múltiplas (em que ele podia aparecer na mesma cena). Ele era o único que estava investindo nesse tipo de comédia elaborada. Yd9kEIS4fns   6. My Wife's Relations - A Parentela da esposa (1922) - . Para alguns esse filme é autobiográfico e seria uma paródia e mostra a situação que o ator estava vivendo, com a ida das irmãs (no filme são irmãos) de sua esposa Natalie Talmadge para morar em sua casa. BnzdImqjejU   7. The Three Ages - As três eras (1923) - Primeiro longa de Keaton e paródia de Intolerância. Uma visão do amor ao longo da história. dxWA2PB6SxM 8. A General (1927) - custou 750 mil dóraes, sendo seu filme mais caro, mas fracassou. Não era uma típica comédia de Keaton, e chocou o seu público. Hoje em dia é considerado um dos maiores filmes de todos os tempos. F36S9E8Pi8E   9. Steamboat Bill, Jr. - Capitão Bill Jr (1928) - Ele criou o personagem de um filho mimado, que ao final conquista a aprovação do pai ao salvar a todos numa cena de ciclone. vjl2Fj-_Hg0   10. Limelight - Luzes da Ribalta (1952) J34PJbhnARM  
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Título Original: An Eastern Westerner Ano/País/Gênero/Duração: 1920 / EUA / Comédia | Curto | Família | Faroeste / 20min Direção: Hal Roach Produção: Hal Roach Roteiro: Frank Terry e H.M. Walker Fotografia: Walter Lundin Elenco Harold Lloyd ... The Boy Mildred Davis ... The Girl Noah Young ... Tiger Lip Tompkins, The Bully, Leader of the Masked Angels James T. Kelley Sammy Brooks Mark Jones Wallace Howe     Sinopse   Curta de Harold Lloyd.   ASSISTA ONLINE  
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Título Original: Why Worry? Ano/País/Gênero/Duração: 1923 / EUA / Aventura | Comédia | Família | Romance / 60min Direção: Fred C. Newmeyer Roteiro: Sam Taylor e Ted Wilde Elenco Harold Lloyd ... Harold Van Pelham Jobyna Ralston ... The Nurse John Aasen ... Colosso Wallace Howe ... The Valet Jim Mason ... Jim Blake Leo White ... Herculeo Gaylord Lloyd ... Homem Mark Jones ... Mounted Captain
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Título Original: Hallelujah I'm a Bum Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Musical / 82min Direção: Lewis Milestone Produção: Joseph M. Schenck Roteiro: S.N. Behrman Fotografia: Lucien N. Andriot Música: Alfred Newman Elenco Al Jolson ... Bumper Madge Evans ... June Marcher Frank Morgan ... Mayor John Hastings Harry Langdon ... Egghead Chester Conklin ... Sunday Edgar Connor ... Acorn Tyler Brooke ... Mayor's Secretary Louise Carver ... Ma Sunday Dorothea Wolbert ... Apple Mary Tammany Young ... Frank the Jockey
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Título Original: Ekstase Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / Checoslováquia / Drama | Romance / 82min Direção: Gustav Machatý Produção: Moriz Grunhut Roteiro: Frantisek Horký e Robert Horky Fotografia: Hans Androschin Música: Giuseppe Becce Elenco Hedy Lamarr ... Eva Hermann Aribert Mog ... Adam Zvonimir Rogoz ... Emile Leopold Kramer ... Eva's Father Emil Jerman ... Eva's husband (voz) Jirina Steimarová ... Typist Bedrich Vrbský ... Eva's father (voz) Jirina Stepnicková ... Eva (voz) Sinopse Eva acaba de se casar com um cavalheiro mais velho, mas descobre que ele está obcecado com a ordem em sua vida e não tem muito espaço para a paixão. Ela fica desanimada e o deixa, retornando à casa de seu pai. Um dia, enquanto toma banho no lago, ela conhece um rapaz e eles se apaixonam. Mas o destino traz o marido junto dela novamente.   Assista Online  
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10. Ella - Anne Hathaway (Ella Enchanted, 2004)   09. Samantha - Nicole Kidman (Bewitched, 2005)   08. Malévola (A Bela Adormecida)   07. Susan Sarandon, Michelle Pfeiffer e Cher  (As Bruxas de Eastwick, 1987)   06. Gillian Holroyd - Kim Novak (Bell Book and Candle, 1958)   05. Bruxa Má  (Branca de Neve)   04. Endora (A Feiticeira - Série)   03. Samantha Stephens (A Feiticeira - Série)   02. Jennifer - Veronica Lake  (Casei-me com uma bruxa, 1942)   01. Bruxa Má do Leste (O Mágico de Oz)
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Título Original: Blockade Ano/País/Gênero/Duração: 1938 / EUA / Drama | Guerra / 85min Direção: William Dieterle Produção: Walter Wanger Roteiro: James M. Cain e John Howard Lawson Fotografia: Rudolph Maté Música: Werner Janssen Elenco Madeleine Carroll ... Norma Henry Fonda ... Marco Leo Carrillo ... Luis John Halliday ... Andre Gallinet Vladimir Sokoloff ... Basil, Norma's Father Robert Warwick ... General Vallejo Reginald Denny ... Edward Grant Peter Godfrey ... Magician William B. Davidson ... Commandant Katherine DeMille ... Cabaret Girl Fred Kohler ... Pietro Carlos De Valdez ... Major del Rio Nick Thompson ... Seppo George Houston ... The Troubador Lupita Tovar ... Palm Reader Sinopse Henry Fonda interpreta Marco, um camponês que se torna líder da resistência contra os invasores durante a Guerra Civil Espanhola. Em seu caminho, ele encontra Norma (Madaleine Carroll) uma jovem russa cujo pai é suspeito de estar envolvido com espionagem. Esse romance colocará o jovem casal em perigo mortal, e seu amor será posto a prova quando finalmente estiverem cara a cara com seus inimigos.  
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Título Original: Barbary Coast Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Aventura | Drama | Romance | Faroeste / 91min Direção: Howard Hawks Produção: Samuel Goldwyn Roteiro: Ben Hecht e Charles MacArthur Fotografia: Ray June Música: Alfred Newman Elenco Miriam Hopkins ... Mary 'Swan' Rutledge Edward G. Robinson ... Luis Chamalis Joel McCrea ... Jim Carmichael Walter Brennan ... Old Atrocity Frank Craven ... Col. Marcus Aurelius Cobb Brian Donlevy ... Knuckles Jacoby Clyde Cook ... Oakie Harry Carey ... Jed Slocum Matt McHugh ... Broncho Donald Meek ... Sawbuck McTavish Rollo Lloyd ... Wigham J.M. Kerrigan ... Judge Harper Roger Gray ... Sandy Ferguson David Niven ... Cockney Sailor Thrown Out of Saloo   Sinopse   Em uma corrida do ouro californiano que atraiu aventureiros dos quatro cantos do mundo, chegam por terra ou por mar. Na véspera do ano novo em São Francisco chega um barco com pessoas só com um pensamento: ouro, mas igualmente está a bordo Marcus Aurelius Cobb, um jornalista que pretende fundar um jornal na cidade, e Mary Rutledge, que veio da cidade de Nova Iorque.  
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Título Original: Lábios Sem beijos Ano/País/Gênero/Duração: 1930 / Brasil / Drama | Romance / 53min Direção: Humberto Mauro Produção: Adhemar Gonzaga Roteiro: Adhemar Gonzaga e Arlindo Muccilo Fotografia: Humberto Mauro   Elenco   Lelita Rosa     ...    Lelita Paulo Morano     ...    Paulo Didi Viana     ...    Didi Gina Cavalieri     ...    Gina Augusta Guimarães     ...    Perpétua Alfredo Rosário     ...    Rosário Tamar Moema     ...    Tamar Décio Murilo         Máximo Serrano         Humberto Mauro     Sinopse     Lelita é uma jovem moderna, que encontra Paulo casualmente num táxi. Voltam a se falar durante uma festa. O desentendimento inicial não impede que os dois passem a se ver, nascendo entre ambos arrebatadora paixão. Certo dia, Lelita encontra sua prima Didi chorando sentidamente, e descobre que o motivo dessa mágoa chamava-se Paulo Morano. Paulo acusa sua ex-namorada, Tamar, de ter preparado a intriga e ter colocado Lelita contra ele.     ASSISTA ONLINE
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    "O problema com o mundo é que está sempre um drink atrás".   "Tem algo de doce por trás da experiência de atuar". "Ela é real, Joe. Você vai se apaixonar por ela como todos os outros". (Sobre Lauren Bacall). "Eu nunca deveria ter mudado de scotch para martinis" (Suas últimas palavras). "Eu vim aqui com um terno e todo mundo disse que eu parecia um vagabundo. Vinte anos depois Marlon Brando sai com apenas um moleton e a cidade toda cai em cima dele, elogiando. Isso mostra o quanto Hollywood tem progredido." "Um cachorro-quente no estádio é melhor que um bife no Ritz". "Democrata em política, episcopata de educação, dissidente por disposição". (Sobre si mesmo). "Não posso dizer que amei minha mãe, mas eu a admirava". "A única boa razão para tr dinheiro é esta: para que você possa dizer qualquer coisa pra todo mundo, inclusive mandá-los pro inferno". "Odeio funerais. Eles não são feitos para os mortos, mas sim para que os vivos possam desfrutar o luto". "Atuar é como sexo: você quer fazê-lo e não falar sobre isso. Ou você fala sobre isso ou faz. Por isso fico sempre tão desconfiado de pessoas que falam demais sobre isso..." "A única coisa que você deve ao público é um bom desempenho." "Fiz mais papéis ruins do que qualquer ator da história". "Esse cara está fazendo Hamlet enquanto o resto de nós está vendendo batatas". (Sobre Marlon Brando)
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Título Original: The Roaring Twenties Ano/País/Gênero/Duração: 1939 / EUA / Crime | Drama | Suspense / 106min Direção: Raoul Walsh Produção: Samuel Bischoff Roteiro: Jerry Wald e Richard Macaulay Fotografia: Ernest Haller Música: Heinz Roemheld Elenco James Cagney ... Eddie Bartlett Priscilla Lane ... Jean Sherman Humphrey Bogart ... George Hally Gladys George ... Panama Smith Jeffrey Lynn ... Lloyd Hart Frank McHugh ... Danny Green Paul Kelly ... Nick Brown Elisabeth Risdon ... Mrs. Sherman Edward Keane ... Henderson Joe Sawyer ... The Sergeant Joseph Crehan ... Michaels George Meeker ... Masters John Hamilton ... Juiz Robert Elliott ... First Detective Eddy Chandler ... Second Detective   Sinopse   Depois do armistício da Primeira Guerra, três amigos tomam caminhos diferentes. Lloyd Hart vai ser advogado, George Hally se torna contrabandista de bebidas, Eddie vira um chofer de táxi. Mas é este que fica rico lidando com bebidas e contrata Lloyd como advogado. A vida de gângster vai bem até que surgem as rivalidades e problemas românticos.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas
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Título Original: The Oklahoma Kid Ano/País/Gênero/Duração: 1939 / EUA / Histórico | Faroeste / 85min Direção: Lloyd Bacon Produção: Jack L. Warner Roteiro: Edward E. Paramore Jr. e Wally Kline Fotografia: James Wong Howe Música: Max Steiner Elenco James Cagney ... Jim Kincaid Humphrey Bogart ... Whip McCord Rosemary Lane ... Jane Hardwick Donald Crisp ... Judge Hardwick Harvey Stephens ... Ned Kincaid Hugh Sothern ... John Kincaid Charles Middleton ... Alec Martin Edward Pawley ... Doolin Ward Bond ... Wes Handley Lew Harvey ... Curley Trevor Bardette ... Indian Jack Pasco John Miljan ... Ringo Arthur Aylesworth ... Judge Morgan Irving Bacon ... Hotel Clerk Joe Devlin ... Keely   Sinopse   Um pistoleiro conhecido volta à sua cidade natal e descobre que seu pai foi linchado após ser acusado de um assassinato que não cometeu.  
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Título Original: The Adventures of Sherlock Holmes Ano/País/Gênero/Duração: 1939 / EUA / Crime | Mistério | Suspense / 85min Direção: Alfred L. Werker Produção: Darryl F. Zanuck Roteiro: William A. Drake e Edwin Blum Fotografia: Leon Shamroy Música: Robert Russell Bennett Elenco Basil Rathbone ... Sherlock Holmes Nigel Bruce ... Dr. Watson Ida Lupino ... Ann Brandon Alan Marshal ... Jerrold Hunter Terry Kilburn ... Billy George Zucco ... Prof. Moriarty Henry Stephenson ... Sir Ronald Ramsgate E.E. Clive ... Inspector Bristol Arthur Hohl ... Bassick May Beatty ... Mrs. Jameson Peter Willes ... Lloyd Brandon Mary Gordon ... Mrs. Hudson Holmes Herbert ... Justice of the Court George Regas ... Mateo Mary Forbes ... Lady Conyngham Sinopse O famoso detetive caça o maior bandido da época, o professor Moritarty. Sherlock faz tudo para impedir que o gângster cometa o crime do século, um plano para roubar as jóias da coroa britânica da Torre de Londres.  
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  Os momentos mais felizes da minha vida foram os dias quando eu estava viajando com Les Brown e sua banda. A gratidão é riqueza. Reclamação é pobreza. Eu gosto de alegria, eu quero ser feliz, quero divertir-me, vestir roupas bonitas e ficar bonita. Eu quero sorrir e eu quero fazer as pessoas rirem. E isso é tudo que eu quero. Eu gosto de ser feliz e quero fazer os outros felizes. [Na gravação de "Secret Love" para o filme Ardida Como Pimenta (1953)]: Quando eu ouvi pela primeira vez "Secret Love" Eu quase desmaiei. Era tão bonito. Quando finalmente cheguei a fazer a pré-gravação, Ray Heindorf , o diretor musical da Warner, disse que pegaria os músicos em volta das 12:30 para que eles pudessem ensaiar. Naquela manhã, eu fiz meu aquecimento vocal, em seguida, com ele. Quando cheguei lá, cantou a música com a orquestra pela primeira vez. Quando eu tinha terminado, Ray chamou-me para a cabine de som, sorrindo de orelha a orelha, e disse: "É isso aí. Você nunca vai fazê-lo melhor." Esse foi o primeiro e único exame que fizemos. [Relembrando suas memórias apenas agradáveis ​​de Julie (1956)] Quase todas as cenas de "Julie" foram filmadas em locações em Carmel, que é uma cidade encantadora um pouco ao sul de San Francisco. Meu companheiro de tela foi Louis Jourdan , de quem eu gostei muito. Um homem amável, muito gentil, muito interessado nas pessoas à sua volta. Tínhamos um bom relacionamento e eu encontrei de falar com ele uma alegria. . . Gostaríamos de fazer longas caminhadas na praia de Carmel bela, conversando por horas! Se houver um céu tenho certeza Rock Hudson está lá porque ele era uma pessoa tão amável. [Sobre Ronald Reagan ] Ronnie é realmente o único homem que eu já conheci que adorava dançar. [Sobre Cary Grant ] Uma pessoa completamente privada, totalmente reservado, praticamente impossível chegar até ele. A sucessão de musicais, além da observação de Oscar Levant, contribuiu para divulgar a minha imagem como virgem. Aliás, isso é uma coisa que me deixa perplexa, já que nunca houve qualquer intenção da minha parte, quer na atuação ou na vida privada para criar qualquer coisa nesse sentido. [Durante a campanha de reeleição do presidente George W. Bush ] Eu estou torcendo por ele a cada passo do caminho. Você realmente não conhece uma pessoa até que você vive com ela, e não apenas dorme com ela. O sexo não é suficiente para sustentar o casamento. Tenho a péssima reputação de  ser a virgem da América, e tudo isso, então eu tenho medo de chocar algumas pessoas para me dizem isso, mas eu firmemente acredito que duas pessoas não devem se casar até que tenham vivido juntos. Os jovens têm direito. Que tragédia é para um casal a se casar, ter um filho, e no processo de descobrir que eles não são adequados para o outro! Se eu tivesse vivido com Al Jorden por algumas semanas, Deus sabe que eu nunca teria me casado com ele. Nem eu ter casado com George Weidler. Mas eu era jovem demais e inexperiente demais para entender nada disso. Quando eu vejo Liz Taylor com esses pedregulhos pendurado no pescoço eu fico enjoada. Não em sentido figurado, mas enjoada! Tudo o que posso pensar em quantas são abrigos de cães os diamantes podiam ser comprados. [Rejeitando as alegações de que ela "roubou" o marido Martin Melcher de sua ex-esposa, a cantora Patty Andrews ] Uma pessoa não deixa um bom casamento por outro alguém.
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Leia entrevista concedida pelo filho de Mazzaroppi ao blog Sala Latina de Cinema
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Título Original: The Man from Utah Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Ação | Aventura | Crime | Romance | Esporte | Faroeste / 55min Direção: Robert N. Bradbury Produção: Paul Malvern Roteiro: Lindsley Parsons Fotografia: Archie Stout Música: Lee Zahler Elenco John Wayne ... John Weston Polly Ann Young ... Marjorie Carter Anita Campillo ... Dolores Edward Peil Sr. ... Spike Barton George 'Gabby' Hayes ... Marshal George Higgins Yakima Canutt ... Cheyenne Kent George Cleveland ... Nevada Sheriff     Sinopse   Este clássico de John Wayne leva-nos ao rodeio, onde o Duque tem que lidar com um enigma, alguém está matando alguns de seus Cowboys de rodeio.  
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Título Original: The Star Packer Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / Ação | Faroeste | Romance / 53min Direção: Robert N. Bradbury Produção: Paul Malvern Roteiro: Robert N. Bradbury Fotografia: Archie Stout Música: Carl Pierson Elenco John Wayne ... U.S. Marshal John Travers Verna Hillie ... Anita Matlock George 'Gabby' Hayes ... Matt Matlock Yakima Canutt ... Yak Billy Franey ... Henchman in the Stump Eddie Parker ... Henchman Parker Earl Dwire ... Henchman Mason Thomas G. Lingham ... Sheriff Al Davis   Sinopse   “O sombra” é um homem misterioso e chefe de um bando de ladrões que aterroriza a região. O xerife, John Travers, decide partir à perseguição destes criminosos.  
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Título Original: Dark Command Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Romance | Faroeste / 94min Direção: Raoul Walsh Produção: Sol C. Siegel Roteiro: Grover Jones e Lionel Houser Fotografia: Jack A. Marta Música: Victor Young Elenco Claire Trevor ... Miss Mary McCloud John Wayne ... Bob Seton Walter Pidgeon ... William 'Will' Cantrell Roy Rogers ... Fletcher 'Fletch' McCloud George 'Gabby' Hayes ... Andrew 'Doc' Grunch Porter Hall ... Angus McCloud Marjorie Main ... Mrs. Cantrell, aka Mrs. Adams Raymond Walburn ... Judge Buckner Joe Sawyer ... Bushropp Helen MacKellar ... Mrs. Hale J. Farrell MacDonald ... Dave Trevor Bardette ... Mr. Hale Sinopse Durante a guerra civil, o cowboy Bob Selon vai para Kansas, onde o sucesso parece estar garantido. Além do coração da bela e rica Mary, ele ganha também as eleições para delegado na cidade. Mas tanta vitória irrita Quantrill, que planeja uma vingança. Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas
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Título Original: Three Faces West Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Aventura | Drama | Romance / 79min Direção: Bernard Vorhaus Produção: Sol C. Siegel Roteiro: F. Hugh Herbert e Joseph Moncure March Fotografia: John Alton Música: Victor Young Elenco John Wayne ... John Phillips Sigrid Gurie ... Leni 'Lenchen' Braun Charles Coburn ... Dr. Karl Braun Spencer Charters ... Dr. 'Nunk' Atterbury Helen MacKellar ... Mrs. Welles Roland Varno ... Dr. Eric Von Scherer Sonny Bupp ... Billy Welles Wade Boteler ... Mr. Harris, Department of Agriculture Official Trevor Bardette ... Clem Higgins Russell Simpson ... Pastor Charles Waldron ... Dr. William Thorpe Wendell Niles ... Man-on-the-Street Radio Announcer   Sinopse   Três Faces West é um 1940, estrelado por John Wayne, Sigrid Gurie e Charles Coburn. Um filme incomum, com uma agenda política que parece ser parte pro negócio novo, é parte anti-fascista e parte pro bons e velhos valores da comunidade norte-americanos. Às vezes se depara com uma resposta mais conservadora As Vinhas da Ira.    
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Título Original: The Long Voyage Home Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Drama | Guerra / 105min Direção: John Ford Produção: John Ford Roteiro: Dudley Nichols e Eugene O'Neill Fotografia: Gregg Toland Música: Richard Hageman Elenco John Wayne ... Olsen Thomas Mitchell ... Driscoll Ian Hunter ... Smitty Barry Fitzgerald ... Cocky Wilfrid Lawson ... Capitão John Qualen ... Axel Mildred Natwick ... Freda Ward Bond ... Yank Arthur Shields ... Donkeyman Joe Sawyer ... Davis J.M. Kerrigan ... Crimp Rafaela Ottiano ... Bella Carmen Morales ... Principal Spanish Girl Jack Pennick ... Johnny Bob Perry ... Paddy   Sinopse   A bordo de um trem de carga, a vida de um grupo é solitária, repleta de medos, suspenses e camaradagem. Os homens fazem contrabando de bebidas e de mulheres, lutam contra todos, espionam e confronta a todos, mas resgatam do perigo quando necessário   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legendas  
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  Título Original: Seven Sinners Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Comédia | Drama | Romance / 87min Direção: Tay Garnett Produção: Joe Pasternak Roteiro: John Meehan e Harry Tugend Fotografia: Rudolph Maté Música: Hans J. Salter Elenco Marlene Dietrich ... Bijou Blanche John Wayne ... Lt. Dan Brent Albert Dekker ... Dr. Martin Broderick Crawford ... Edward Patrick 'Little Ned' Finnegan Anna Lee ... Dorothy Henderson Mischa Auer ... Sasha Mencken Billy Gilbert ... Tony Richard Carle ... District Officer Samuel S. Hinds ... Gov. Harvey Henderson Oskar Homolka ... Antro Reginald Denny ... Capt. Church Vince Barnett ... garçom Herbert Rawlinson ... First Mate James Craig ... Ensign William Bakewell ... Ens. Judson Sinopse Bijou Blanche (Marlene Dietrich) é uma cantora de cabaré que tem uma reputação de incitar tumulto por onde vá. Ela já foi deportada de várias ilhas no sul do Pacífico e deta vez chega em Boni Komba, um protetorado americano. Ela se tornou bem popular com os marinheiros e oficiais se apresentando no "Seven Sinners". Dan Brent (John Wayne), um tenente da Marinha, sente-se atraído por Bijou, apesar das maquinações do governador, que não quer vê-los juntos pos crê que esta ligação prejudicará a carreira de Whitney. Além disso, há Antro (Oskar Homolka), m criminoso local que também se interessa por Bijou, sendo que seus métodos de conquista são bem rudes. Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas
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Título Original: The Capture Ano/País/Gênero/Duração: 1950 / EUA / Drama / 91min Direção: John Sturges Produção: Niven Busch Roteiro: Niven Busch Fotografia: Edward Cronjager Música: Daniele Amfitheatrof Elenco Lew Ayres ... Lin Vanner / Lindley Brown Teresa Wright ... Ellen Tevlin Vanner Victor Jory ... Father Gomez Jacqueline White ... Luana Ware Jimmy Hunt ... Mike Tevlin, Ellen's Son Barry Kelley ... Earl C. Mahoney, Finance Co. V.P. Duncan Renaldo ... Carlos William Bakewell ... Herb Tolin, Bolsa Grande Oil Milton Parsons ... Thin Man Visiting Mahoney Frank Matts ... Juan, Telvin's Hired Man Felipe Turich ... Cpl. Juan Valdez, Payroll Guard Edwin Rand ... Sam Tevlin Sinopse Um fugitivo gravemente ferido precisa explicar a um padre que socorre o motivo de seus ferimentos.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legendas
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Título Original: The Dead Ano/País/Gênero/Duração: 1987 / EUA / Drama / 83min Direção: John Huston Produção: William J. Quigley Roteiro: James Joyce e Tony Huston Fotografia: Fred Murphy Música: Alex North Elenco Anjelica Huston ... Gretta Conroy Donal McCann ... Gabriel Conroy Dan O'Herlihy ... Mr. Browne Donal Donnelly ... Freddy Malins Helena Carroll ... Aunt Kate Cathleen Delany ... Aunt Julia Ingrid Craigie ... Mary Jane Rachael Dowling ... Lily Marie Kean ... Mrs. Malins Frank Patterson ... Bartell D'Arcy Maria McDermottroe ... Molly Ivors Sean McClory ... Mr. Grace Kate O'Toole ... Miss Furlong Maria Hayden ... Miss O'Callaghan Bairbre Dowling ... Miss Higgins Sinopse 6 de janeiro de 1904: Dublin celebra o Dia dos Reis. Na casa das irmãs Morgan, Julia e Kate, é oferecida uma ceia e um sarau a amigos e parentes. Perto do final da celebração, quando boa parte dos convidados já tinham saído, o barítono Bartell D'Arcy começa a cantar uma música triste, que faz com que Gretta Conroy (Anjelica Huston) se lembre de uma paixão antiga que já faleceu, Surpreso com a mudança de comportamento de sua esposa, Gabriel (Donal McCann) conhece a história da antiga paixão dela ao chegarem no hotel em que estão hospedados. Passado na Irlanda, durante a virada do século 19 para o século 20, o filme mostra um jantar na casa de uma família com seus convidados, onde reminiscências e momentos de melancolia trazem indagações e algumas revelações existenciais. Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. SEM Legendas      
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Título Original: O Descobrimento do Brasil Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / Brasil / Aventura / 60min Direção: Humberto Mauro Produção: Alberto Campiglia Roteiro: Affonso de Taunay e Bandeira Duarte Fotografia: Alberto Botelho Música: Heitor Villa-Lobos       Elenco       Alvaro Costa ... Pedro Álvares Cabral João de Deus ... Ayres Correa Manoel Rocha ... Pero Vaz Caminha Alfredo Silva ... Henrique de Coimbra De Los Rios ... Duarte Pacheco Arthur Oliveira ... Pedro Escobar J. Silveira ... Alfredo Cunha Hélio Barroso ... Edgar Armando Duval ... Nicolau Coelho / Bartolomeu Dias     Sinopse     A carta de Pero Vaz de Caminha, roteirizada por Humberto Mauro, com a reconstituição da histórica vigem de Pedro Álvares Cabral, da partida do Tejo à realização da primeira missa no Brasil. Trilha sonora de Heitor Villa-Lobos. Filme mudo.    
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  Quando pensamos em louras lembramos de Marilyn Monroe sempre. Mas há outras louras que fizeram sucesso no cinema. Confira nossa lista.   Marilyn Monroe será sempre considerada a loura das louras. Eternizada em papéis que exploravam sua sensualidade, eternizou seu nome.     Hoje conhecida por sua luta a favor dos animais, Brigitte Bardot brilhou em papéis sensuais, como em E Deus Criou a Mulher (1956).     Catherine Deneuve é francesa e também foi uma das musas de Roger Vadim (que também descobriu e casou-se com Brigitte Bardot e Jane Fonda). Seu filme de maior destaque foi A Bela da Tarde (1969), mas ela ainda é considerada uma das mulheres mais lindas e cultas do cinema.   Farrah Fawcett iniciou a carreira como modelo e se tornou um dos maiores símbolos sexuais da década de 70, quando estrelou com sucesso a série "As Panteras" (Charlie's Angels).   Grace Kelly era uma das atrizes preferidas de Alfred Hithcock e acabou abandonando as telas ao se tornar Princesa do Principado de Mônaco. Seu casamento virou um evento filmado pela MGM.   Jane Fonda não gosta muito de ser lembrada por seu papel em Barbarella, mas por seu trabalho político posterior. Mas como esquecer?   Primeira das blondies, descoloriu totalmente os cabelos numa época em que louras não eram bem vindas em Hollywood. Marilyn Monroe tinha Jean Harlow como ídola.   jean seberg ficou conhecida por seu papel em Joana D'Arc (Otto Preminger), mas sucumbiu à depressão, cometendo suicídio após quatro casamentos fracassados.   Os estúdios fizeram ela trocar seu nome original (Marilyn) para que as pessoas não a confundissem com Marilyn Monroe. Foi a loura de Hithcock no clássico Vertigo (1958).   Lana Turner chamava atenção desde a adolescência, quando recebeu o apelido de "garota de suéter". Tornou-se uma das atrizes mais respeitadas, mas teve o nome manchado por um escândalo quando sua filha assassinou seu amante.   lauren Bacall era pura sedução com seu cigarro em filmes noir como À Beira do Abismo (1946), mas também mostrou ser uma boa atriz de comédias em Como agarrar um Milionário (1953).       Sheron Stone também iniciou a carreira como modelo e se tornou inesquecível sua cruzada de pernas em Instinto Selvagem (1992).   E quem disse que nós não temos a nossa representante? Tonia Carreiro é brasileira e foi estrela na Companhia Vera Cruz. Brilhou também no teatro, ao lado de Paulo Autran durante os anos 50 e 60.
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Título Original: Tugboat Annie Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Comédia | Drama / 86min Direção: Mervyn LeRoy Produção: Irving Thalberg Roteiro: Norman Reilly Raine Fotografia: Gregg Toland Música: Paul Marquardt Elenco Marie Dressler ... Annie Brennan Wallace Beery ... Terry Brennan Robert Young ... Alexander 'Alec' Brennan Maureen O’Sullivan ... Patricia 'Pat' Severn Willard Robertson ... Red Severn Tammany Young ... Shif'less Frankie Darro ... Alec, as a Child Jack Pennick ... Pete Paul Hurst ... Sam
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Título Original: An American Tragedy Ano/País/Gênero/Duração: 1931 / EUA / Romance | Drama / 96min Direção: Josef Von Sternberg Produção: Josef von Sternberg Roteiro: TheodorLee Garmese Dreiser e Samuel Hoffenstein Música: John Leipold Elenco Phillips Holmes ... Clyde Griffiths Sylvia Sidney ... Roberta 'Bert' Alden Frances Dee ... Sondra Finchley Irving Pichel ... District Attorney Orville Mason Frederick Burton ... Samuel Griffiths Claire McDowell ... Mrs. Samuel Griffiths Wallace Middleton ... Gilbert Griffiths Emmett Corrigan ... Belknap Lucille La Verne ... Mrs. Asa Griffiths Charles Middleton ... Jephson Al Hart ... Titus Fanny Midgley ... Mrs. Titus Alden Arnold Korff ... Juiz Russ Powell ... Coroner Fred Heit   Sinopse   Drama de 1931 dirigido por Josef von Sternberg e baseado no romance de Theodore Dreiser, que faz alusão ao assassinato real de Graça Brown, por Chester Gillette em 1906.  
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Por Paula Palmieri Poucos sabem o valor dela, um dos maiores mitos cinematográficos do Século XX, talvez o maior. Vou então, refrescar a MEMÓRIA:
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Título Original: The Hitch-Hiker Ano/País/Gênero/Duração: 1953 / EUA / Drama Noir / 71min Direção: Ida Lupino Produção: Collier Young Roteiro: Ida Lupino e Collier Young Fotografia: Nicholas Musuraca Música: Leith Stevens   Elenco     Edmond O'Brien ... Roy Collins Frank Lovejoy ... Gilbert Bowen William Talman ... Emmett Myers José Torvay ... Captain Alvarado Sam Hayes ... Ele mesmo - Radio Broadcaster Wendell Niles ... Ele mesmo Jean Del Val ... Inspector General Clark Howat ... Government Agent Natividad Vacío ... Jose   Sinopse     Roy Collins (Edmond O'Brien) e Gilbert Bowen (Frank Lovejoy) saem para pescar nas montanhas da Califórnia, mas acabam mudando de planos e decidem ir ao México. No caminho, oferecem carona para um estranho, sem imaginar tratar-se de Emmett Myers (William Talman), um perigoso facínora procurado nos EUA e conhecido como "o caronista assassino". Brilhante mistura de film noir e road movie, dirigido com maestria por Ida Lupino.     Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legenda
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  Ficha Título Original: 13 Ghosts Ano/País/Gênero/Duração: 1960 / EUA / Terror / 82min Direção: William Castle Produção: William Castle    Roteiro: Joseph F. Biroc e Robb White Música:  Von Dexter Elenco: Charles Herbert     ...    Buck Zorba Jo Morrow     ...    Medea Zorba Martin Milner     ...    Benjamen Rush Rosemary DeCamp     ...    Hilda Zorba Donald Woods     ...    Cyrus Zorba Margaret Hamilton     ...    Elaine Zacharides John Van Dreelen     ...    Van Allen   Sinopse Ao morrer, o recluso Dr. Zorba deixou uma mansão assustadora para seu sobrinho, Cyrus Zorba (Donald Woods), que atravessa uma grave crise financeira. Com a sua família Cyrus se muda a mansão. Eles também herdam uma coleção de 12 fantasmas, que só podem ser vistos através de óculos especiais. Os membros da família colocam então suas vidas em risco, para descobrir em qual local da casa o Dr. Zorba escondeu sua fortuna, mas parece que algo ou alguém quer evitar que Cyrus e sua família não consigam realizar este objetivo.           Imagens  
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    Ficha Título Original: Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver Ano/País/Gênero/Duração: 1967 / Brasil / Terror / 108min Direção: José Mojica Marins Produção: José Mojica Marins Roteiro: Aldenora De Sa Porto, José Mojica Marins Música: Herminio Giménez Elenco: José Mojica Marins ... Zé do Caixão Tina Wohlers ... Laura Nadia Freitas ... Marcia Antonio Fracari ... Truncador Jose Lobo ... Bruno   Sinopse Zé do Caixão tenta encontrar, num povoado onde é agente funerário, a donzela que lhe dará o filho perfeito, convencido de que a única forma de imortalidade é a do sangue. Com a ajuda do fiel criado Bruno, rapta seis moças do lugarejo, e, enquanto a polícia as procura e o clero tenta apaziguar o povo enfurecido, ele faz o teste do medo: só uma donzela não se aterroriza ante o ataque de tarântulas no meio da noite. Será esta a escolhida? As outras serão entregues à volúpia do criado hediondo de Zé, ou colocadas num poço cheio de cascavéis. Uma das vítimas jura que encarnará no cadáver do sádico. Este põe sua favorita em liberdade e sai em busca de outra donzela. Atrai a seu antro de horrores uma recém-chegada e a mantém sob domínio místico. Com ela terá o seu filho. Durante a noite, Zé tem um pesadelo: a Morte leva-o a um cemitério, onde cadáveres saem das tumbas e o puxam para o inferno. Corredores de gelo, onde homens e mulheres ensanguentados são permanentemente torturados por carrascos do rei das trevas, de quem Zé do Caixão identifica sua própria fisionomia. As suas vítimas aparecem, ameaçadoramente, e Zé acorda. Sua mulher não suportará o parto e sucumbe. Sua esperança de perpetuar seu ser se desvanece, e Zé do Caixão profere blasfêmias contra os homens e suas divindades, no momento em que o povo, revoltado, sai em seu encalço. Depois de escapar de um atentado, Zé penetra num pântano e morre diante do povo e das autoridades, quando os esqueletos de suas vítimas boiam à superfície. Estava cumprido o juramento da donzela que ele sacrificara.           Imagens  
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Curiosa foi à partida do premiado astro William Holden. Em 1981, o ator foi tomando uma atrás da outra sem parar. Tudo bem, Holden estava em casa. O problema é que ele ainda queria mais, e, ao se levantar tropeçou nas próprias pernas, bateu com a cabeça na quina da mesinha do café, danificando o crânio externa e internamente. Levantou, continuou bebendo, sem perceber a gravidade do acidente e o sangue a pingar. Resultado: morreu horas depois.        
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  Ficha Título Original: Tammy and the Bachelor Ano/País/Gênero/Duração: 1857 / EUA / Comédia / 89min Direção: Joseph Pevney Produção: Ross Hunter    Roteiro: Oscar Brodney, Cid Ricketts Sumner Fotografia: Arthur E. Arling Música: Frank Skinner     Elenco: Debbie Reynolds     ...    Tambrey 'Tammy' Tyree Leslie Nielsen     ...    Peter Brent Walter Brennan     ...    John Dinwitty, Tammy's Grandpa Mala Powers     ...    Barbara Bissle Sidney Blackmer     ...    Professor Joel Brent Mildred Natwick     ...    Aunt Renie Fay Wray     ...    Mrs. Deena Brent Philip Ober     ...    Alfred Bissle Craig Hill     ...    Ernie Louise Beavers     ...    Osia, the Cook April Kent     ...    Tina   Sinopse Quando o avião de Pete cai no pântano, ele é salvo pela jovem Tammy, uma garota do interior que vive com seu avô. Recuperado, Pete retorna para sua casa e para sua noiva. Mas o avô de Tammy vai para a cadeia e ele envia a neta para ficar com Pete. Sua culinária e personalidade alegre transformam a família de Pete e ele próprio.   Assista Online   Canal: http://www.youtube.com/user/vsbonvenutofull     Imagens          
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  Ficha Título Original: The Other Side of the Mountain Ano/País/Gênero/Duração: 1975 / eua / dRAMA / 107min Direção: Larry Peerce Produção: Edward S. Feldman Roteiro: E.G. Valens Fotografia: David M. Walsh Música: Charles Fox Elenco: Marilyn Hassett ... Jill Kinmont Beau Bridges ... Dick Buek Belinda Montgomery ... Audra Jo Nan Martin ... June Kinmont William Bryant ... Bill Kinmont Dabney Coleman ... Dave McCoy Bill Vint ... Buddy Werner Hampton Fancher ... Lee Zadroga William Roerick ... Dr. Pittman Dori Brenner ... Cookie Walter Brooke ... Dean Jocelyn Jones ... Linda Meyers Greg Mabrey ... Bob Kinmont Tony Becker ... Jerry Kinmont Griffin Dunne ... Herbie Johnson   Sinopse   Baseado na história real de Jill Kinmont, trata-se de história passada em 1955, quando a jovem Jill, então com 18 anos de idade, revela-se um enorme talento para o esqui e aposta certa para vencer os Jogos Olímpicos de Inverno de 1956. Mas acontece uma fatalidade: Jill por pouco não perde a vida após uma queda brutal na neve, mas fica paralisada do pescoço para baixo. Ainda que esteja impedida de praticar esportes para sempre, Jill agora tem uma outra batalha: viver e conviver com sua deficiência. Para isso ela vai contar com a ajuda de amigos, dos pais e parentes.    
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  Ficha Título Original: Scaramouche Ano/País/Gênero/Duração: 1952 / Aventura e drama / 115min Direção: George Sidney Produção: Carey Wilson        Roteiro: Ronald Millar Fotografia: Charles Rosher           Música:  Victor Young    Elenco: Stewart Granger     ...    Andre Moreau Eleanor Parker     ...    Lenore Janet Leigh     ...    Aline de Gavrillac Mel Ferrer     ...    Noel, Marquis de Maynes Henry Wilcoxon     ...    Chevalier de Chabrillaine Nina Foch     ...    Marie Antoinette Richard Anderson     ...    Philippe de Valmorin Robert Coote     ...    Gaston Binet Lewis Stone     ...    Georges de Valmorin Elisabeth Risdon     ...    Isabelle de Valmorin Howard Freeman     ...    Michael Vanneau Curtis Cooksey     ...    Fabian John Dehner     ...    Doutreval John Litel     ...    Dr. Dubuque Jonathan Cott     ...    Sergeant   Sinopse Na França pré-revolucionária, a rainha Maria Antonieta pede a seu primo Noel, marquês de Maynes, que descubra a identidade de Marcus Brutus, um panfleteiro que ataca com seus folhetos a decadente aristocracia. Logo se descobre que ele é Philippe de Valmorin, grande amigo do aventureiro André Moreau...           Imagens
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Título Original: For Whom the Bell Tolls Ano/País/Gênero/Duração: 1943 / EUA / Drama Romance / 170min Direção: Sam Wood Produção: Sam Wood Roteiro: Dudley Nichols Fotografia: Ray Rennahan Música: Victor Young Elenco Gary Cooper ... Robert Jordan Ingrid Bergman ... María Akim Tamiroff ... Pablo Arturo de Córdova ... Agustín Vladimir Sokoloff ... Anselmo Mikhail Rasumny ... Rafael Fortunio Bonanova ... Fernando Eric Feldary ... Andrés Victor Varconi ... Primitivo Katina Paxinou ... Pilar Joseph Calleia ... El Sordo Lilo Yarson ... Joaquin Alexander Granach ... Paco Adia Kuznetzoff ... Gustavo Leonid Snegoff ... Ignacio Leo Bulgakov ... General Golz Duncan Renaldo ... Lt. Berrendo Frank Puglia ... Captain Gomez Sinopse Durante a Guerra Civil espanhola, o americano Robert Jordan (Gary Cooper) recebe dos guerrilheiros a missão de explodir uma ponte ocupada pelos inimigos. Ele conhece Maria (Ingrid Bergman), cujos pais foram mortos pelos franquistas. Logo Robert se apaixona. Imagens
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  Ficha Título Original: To Sir, with Love Ano/País/Gênero/Duração: 1967 / Reino Unido / Drama / 105min Direção: James Clavell Produção: James Clavell Roteiro: James Clavell Fotografia: Paul Beeson Música: Ron Grainer Elenco: Sidney Poitier ... Mark Thackeray Christian Roberts ... Denham Judy Geeson ... Pamela Dare Suzy Kendall ... Gillian Blanchard Ann Bell ... Mrs. Dare Geoffrey Bayldon ... Theo Weston Faith Brook ... Grace Evans Patricia Routledge ... Clinty Clintridge Chris Chittell ... Potter Adrienne Posta ... Moira Joseph Edward Burnham ... Florian Rita Webb ... Mrs. Joseph Fiona Duncan ... Euphemia Phillips Fred Griffiths ... Mr. Clark Mona Bruce ... Josie Dawes   Sinopse Mark Thackeray é um engenheiro desempregado que resolve dar aulas no bairro operário de East End, em Londres. A turma de alunos indisciplinados é liderada por Denham, Pamela e Barbara, e fará de tudo para que Mark desista da sua missão, como fez com seus predecessores.     ASSISTA ONLINE       Imagens
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  Ficha Título Original: She Ano/País/Gênero/Duração: 1965 / Reino Unido / Aventura | Fantasia / 102min Direção: Robert Day Produção: Michael Carreras Roteiro: David T. Chantler Fotografia:Harry Waxman Música: James Bernard Elenco: Ursula Andress ... Ayesha Peter Cushing ... Holly Bernard Cribbins ... Job John Richardson ... Leo Rosenda Monteros ... Ustane Christopher Lee ... Billali André Morell ... Haumeid Princess Soraya ... Soraya Julie Mendez ... Night Club Dancer Lisa Peake ... Night Club Dancer   Sinopse Três amigos em viagem pela Palestina são surpreendidos quando um deles recebe um mapa que indicaria a localização da mítica cidade de Kuma, criada por um grupo de egípcios. Um deles seria a reencarnação de um sacerdote e tem sido procurado à séculos por Ayesha, a mandachuva local interpretada por Ursula Andress, e que encontrou uma forma de vencer a morte. Eles então decidem conferir se a história é real e descobrem que sim, a cidade existe e que a Ayesha é uma tirana cruel e capaz e qualquer coisa para ter a reencarnação de seu amado ao seu lado.     Assista Online         Imagens
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  Ficha Título Original: A Song to Remember Ano/País/Gênero/Duração: 1945 / EUA / Biografia | Drama | Musical / 113min Direção: Charles Vidor Produção: Sidney Buchman Roteiro: Sidney Buchman, Ernst Marischka Fotografia: Allen M. Davey Música:  Lodge Cunningham    Elenco: Paul Muni ... Prof. Joseph Elsner Merle Oberon ... George Sand Cornel Wilde ... Frédéric Chopin Nina Foch ... Constantia George Coulouris ... Louis Pleyel Howard Freeman ... Kalkbrenner Stephen Bekassy ... Franz Liszt   Sinopse Biografia de um dos maiores gênios da música de todos os tempos - Frédéric Chopin. Depois de ser expulso da Polônia, por se recusar a tocar para o governador czarista, Chopin e seu professor musical fogem para Paris. Lá, Chopin conhece a escritora Aurore Dupin - mais conhecida pelo pseudônimo masculino que usava para assinar seus livros, George Sand - por quem se apaixona perdidamente. Debilitado fisicamente e temendo que seu romance se torne público, Chopin, acompanhado de Sand, viaja para Majorca, onde o clima úmido e chuvoso favoreceria o agravamento de sua tuberculose.     Assista Online       Imagens
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  Ficha Título Original: Crossroads Ano/País/Gênero/Duração: 1986 / EUA / Drama | Musica | Mistério / 99min Direção: Walter Hill Produção: Mark Carliner Roteiro: John Fusco Fotografia: John Bailey Música: Ry Cooder Elenco: Ralph Macchio ... Eugene Martone Joe Seneca ... Willie Brown Jami Gertz ... Frances Joe Morton ... Scratch's Assistant Robert Judd ... Scratch Steve Vai ... Jack Butler Dennis Lipscomb ... Lloyd Harry Carey Jr. ... Bartender John Hancock ... Sheriff Tilford Allan Arbus ... Dr. Santis Gretchen Palmer ... Beautiful Girl / Dancer Al Fann ... Pawnbroker Wally Taylor ... O.Z Tim Russ ... Robert Johnson Tex Donaldson ... John McGraw   Sinopse Jovem e talentoso guitarrista (Ralph Macchio) está à procura de uma canção que o leve ao estrelato. Inspirado por um velho bluesman (Joe Seneca), ele o acompanha numa viagem até a legendária encruzilhada onde o veterano um dia negociou com o demônio sua alma em troca da fama. De longe, o melhor filme de Macchio (que ele fez entre o primeiro e segundo ´´Karatê Kid´´). Brilhante trilha sonora produzida e interpretada pelo guitarrista Ry Cooder - na famosa cena do duelo de blues, a lenda Steve Vai é quem toca as duas partes da canção ´´Eugene´s Trick Bag´´, uma releitura da clássica peça ´´Caprice #5´´, de Niccolo Paganini. Paganini, aliás, perpetuou o mito de que ele mesmo vendeu sua alma ao demônio para conquistar habilidade musical. Ainda que o som que se ouve da guitarra não tenha saído dos dedos de Ralph Macchio, o ator realmente toca todas as notas de Steve Vai e Ry Cooder, reproduzindo fielmente cada acorde.       Imagens
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  Ficha Título Original: The Stranger Ano/País/Gênero/Duração: 1946 / EUA / Drama Suspense / 95min Direção: Orson Welles      Produção: Sam Spiegel Roteiro: Victor Trivas e Decla Dunning Fotografia: Russell Metty                Música: Bronislau Kaper    Elenco: Edward G. Robinson     ...    Mr. Wilson Loretta Young     ...    Mary Longstreet Orson Welles     ...    Professor Charles Rankin Philip Merivale     ...    Judge Adam Longstreet Richard Long     ...    Noah Longstreet Konstantin Shayne     ...    Konrad Meinike Byron Keith     ...    Dr. Jeffrey Lawrence Billy House     ...    Mr. Potter Martha Wentworth     ...    Sara   Sinopse Orson Welles escreve, dirige e estrela este intenso, complexo e assustador clássico dos filmes noir. Charles Rankin aparenta viver a vida perfeita. Ele tem uma bela e nova esposa, um respeitável cargo em uma faculdade proeminente, e uma charmosa casa da idílica cidade de Conneticut. Sua esposa começa a revelar-se, no entanto, com a chegada do Detetive Wilson, da Comissão de Crimes de Guerra, à procura do elusivo e infame criminoso nazista Franz Kindler. Acompanhando Wilson está o único homem que pode identificar Kindler pessoalmente: seu ex-camarada Meinike. A busca por Kindler parece ser impossível com o repentino assassinato de Meinike, mas o insistente detetive Wilson continua com a busca, que o filme levará a um climax chocante que está entre os mais memoráveis da história do cinema.       Imagens  
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  Ficha Título Original: The Party Ano/País/Gênero/Duração: 1968 / EUA / Comédia / 99min Direção: Blake Edwards Produção: Blake Edwards Roteiro: Blake Edwards, Tom Waldman Fotografia: Lucien Ballard Música: Henry Mancini Elenco: Peter Sellers ... Hrundi V. Bakshi Claudine Longet ... Michele Monet Natalia Borisova ... Ballerina Jean Carson ... Nanny Marge Champion ... Rosalind Dunphy Al Checco ... Bernard Stein Corinne Cole ... Janice Kane Dick Crockett ... Wells Frances Davis ... Maid Danielle De Metz ... Stella D'Angelo Herbert Ellis ... Director Paul Ferrara ... Ronnie Smith Steve Franken ... Levinson Kathe Green ... Molly Clutterbuck Allen Jung ... Cook   Sinopse Fred Clutterbuck, um magnata de Hollywood, vai dar uma festa, mas não uma simples festa. Todo mundo, absolutamente todo mundo importante vai estar lá: modelos deslumbrantes, encantadoras estrelas, poderosos produtores, até um filhote de elefante! Mas, por uma falha de convite, Hrundi V. Bakshi (Peter Selers), um ator hindu com uma queda por desastres, também vai estar lá. Ele não perderia essa festa por nada neste mundo... e se você gosta de "piadas hilárias" (Leonard Maltin) e "ação desastrada" (boxoffice), você também não deve perdê-la! Este filme inicia a parceria da marca registrada da atuação cômica de Sellers e do inteligente trabalho de diretor/produtor/co-roteirista (junto com Tom e Frank Waldman) Blake Edwards.         Imagens
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Título Original: Freud Ano/País/Gênero/Duração: 1962 / EUA / Drama / 140min Direção: John Huston Produção: Wolfgang Reinhardt Roteiro: Charles Kaufman, Wolfgang Reinhardt, Jean-Paul Sartre Fotografia: Douglas Slocombe Música: Jerry Goldsmith Elenco Montgomery Clift ...     Sigmund Freud Susannah York    ...     Cecily Koertner Larry Parks    ...     Dr. Joseph Breuer Susan Kohner    ...     Martha Freud Eileen Herlie    ...     Frau Ida Koertner Fernand Ledoux    ...     Dr. Charcot David McCallum    ...     Carl von Schlossen Rosalie Crutchley    ...     Frau Freud David Kossoff    ...     Jacob Freud Joseph Fürst    ...     Herr Jacob Koertner Alexander Mango    ...     Babinsky Leonard Sachs    ...     Brouhardier Eric Portman    ...     Dr. Theodore Meynert John Huston    ...     Narrator Victor Beaumont    ...     Dr. Guber Sinopse Freud (Montgomery Clift) tornou-se o maior psicanalista de todos os tempos ao começar a tratar pacientes que  outros médicos se recusavam a aceitar. Para eles, se tratava de fingimento, mas Freud começou a estudar a hipnose, aplicando em seus pacientes. Curiosidades - Montgomery Clift teve tantos problemas de saúde no set de filmagem que a Universal acabouprocessando-o pelo atraso na produção. - Jean-Paul Sartre queria Marilyn Monroe em um dos papéis no filme. Assista Online       Imagens
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  Ficha Título Original: Arabian Nights Ano/País/Gênero/Duração: 1942 / EUA / Ação Aventura / 86min Direção: John Rawlins Produção: Walter Wanger    Roteiro: True Boardman, Michael Hogan Fotografia:  Milton R. Krasner      Música: Frank Skinner Elenco: Jon Hall     ...    Haroun-Al-Baschid Maria Montez     ...    Scheherazade Sabu     ...    Ali Ben Ali Leif Erickson     ...    Kamar (as Leif Erikson) Billy Gilbert     ...    Ahmad Edgar Barrier     ...    Nadan Richard Lane     ...    Corporal Turhan Bey     ...    Captain of the Guard John Qualen     ...    Aladdin Shemp Howard     ...    Sinbad William 'Wee Willie' Davis     ...    Valda Thomas Gomez     ...    Hakim Jeni Le Gon     ...    Dresser Robert Greig     ...    Eunuch Charles Coleman     ...    Eunuch   Sinopse   A dançarina Sherazade sonha em se tornar a esposa do califa Haroun. Ingênua, ela conta seu desejo ao irmão do califa, Kamar, que logo depois realiza um golpe de estado e assume o poder. Haroun fica ferido e acaba sendo cuidado por Sherazade. Os dois se apaixonam. Mas ela é capturada por Kamar e vendida como escrava. Agora o califa Haroun precisa encontrar Sherazade e criar um plano para recuperar o poder.   Assista Online     Imagens  
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  Ficha Título Original: Detective Story Ano/País/Gênero/Duração: 1951 / EUA / Drama Policial / 103min Direção: William Wyler Produção: William Wyler Roteiro: : Sidney Kingsley, Robert Wyler, Philip Yordan Fotografia: Lee Garmes Música: Leon Becker Elenco: Kirk Douglas ... Det. James McLeod Eleanor Parker ... Mary McLeod William Bendix ... Det. Lou Brody Cathy O'Donnell ... Susan Carmichael George Macready ... Karl Schneider Horace McMahon ... Lt. Monaghan Gladys George ... Miss Hatch Joseph Wiseman ... Charley Gennini Lee Grant ... Shoplifter Gerald Mohr ... Tami Giacoppetti Frank Faylen ... Det. Gallagher Craig Hill ... Arthur Kindred Michael Strong ... Lewis Abbott Luis Van Rooten ... Joe Feinson Bert Freed ... Det. Dakis   Sinopse A história se passa quase que inteiramente dentro da 21a Delegacia, onde o espectador acompanha a rotina de um grupo de policiais e fica conhecendo os bandidos levados para lá. O personagem principal é o detetive Jim MacLeod, que vê a chance de prender um suspeito que persegue há um ano. Mas ele não sabe que o caso pode desencavar segredos que irão repercutir em sua vida pessoal.         Imagens
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  Sinatra perdeu a cabeça quando se apaixonou por Ava Gardner. O problema é que os dois tinham gênios fortes. Discutiam dia e noite. Resultado: não houve meio de ficarem juntos.   Sinatra construiu um santuário para a ex-namorada. Virava noites agarrado a uma garrafa de uísque admirando sua foto e uma estátua feita dela para o filme A Condessa Descalça — além de pagar garotas de programa apenas para chamá-las pelo nome da atriz durante a relação.     Ava quando soube que ele havia se casado com Mia Farrow soltou: “Sempre soube que ele acabaria na cama com um rapazinho”. Farrow tinha 19 anos na época. Sinatra se casaria mais uma vez, com Bárbara Marx, todavia, não esqueceu seu grande amor. Quando a atriz sofreu um derrame que a destruiu por completo — isto, já na sua fase decadente —, Frank não mediu esforços, contratou os melhores médicos, mandou ela pra cima e pra baixo no intuito de curá-la. Reza a lenda que ele gastou — até o falecimento a atriz em 1990 — nada mais, nada menos que um milhão de dólares só com médicos.  
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  Ficha Título Original: O Assalto ao Trem Pagador Ano/País/Gênero/Duração: 1962 / Brasil / Policial / 103min Direção: Roberto Farias Produção: Herbert Richers Roteiro: Alinor Azevedo, Luís Carlos Barreto, Roberto Farias Fotografia: Amleto Daissé Música: Remo Usai Elenco: Eliezer Gomes     ...    Tião Medonho Reginaldo Faria     ...    Grilo Peru Jorge Dória     ...    Delegado Átila Iório     ...    Tonho Ruth de Souza     ...    Judith Helena Ignez     ...    Marta Luiza Maranhão     ...    Zulmira Dirce Migliaccio     ...    Edgar's Wife Miguel Rosenberg     ...    Edgar Grande Otelo     ...    Cachaça Clementino Kelé     ...    Lino Oswaldo Louzada     ...    Miguel's tenant Miguel Ângelo     ...    Miguel Mozael Silveira     ...    Reporter   Sinopse   Criminoso de classe média (Faria) reúne um grupo de moradores da favela para praticar um grandioso assalto. Juntos, eles roubam o trem pagador da central e combinam não gastar o dinheiro por um ano. Quando o líder do bando, Tião Medonho (Gomes), descumpre o combinado, inicia-se um conflito interno que levará cada um à ruína. Dois anos após representar o Brasil em Cannes com “Cidade Ameaçada”, Roberto Farias se consagra de vez como o maior nome do cinema policial brasileiro. Baseado em fatos reais, “O Assalto ao Trem Pagador” é o mais importante filme de assalto da cinemateca nacional, com todas as características marcantes do sub-gênero. Ao roteiro fatalista tradicional, acrescenta-se aqui o dramático contraste de classes: o postulado de que o crime não compensa, sempre presente nesse tipo de filme, é muito mais verdadeiro se o assaltante for favelado.   Prêmios   Prêmio Saci 1962 de Melhor ator coadjuvante (Jorge Dória), Melhor atriz coadjuvante (Dirce Migliáccio) e Melhor Roteiro (Roberto Farias) Prêmio Governador do Estado de São Paulo 1962, Melhor Roteiro (Roberto Farias) V Festival de Cinema de Curitiba 1962, Melhor atriz coadjuvante (Luíza Maranhão), Revelação (Eliezer Gomes) Troféu Cinelândia 1962, Revelação (Eliezer Gomes) Festival de Cinema da Bahia 1962, Melhor Filme, Melhor Ator (Eliezer Gomes), Melhor atriz coadjuvante (Luíza Maranhão), Melhor Roteiro (Roberto Farias) Festival de Lisboa, Portugal, 1963, Prêmio Caravela de Prata Festival de Arte Negra, Senegal, 1963, Prêmio Especial do Júri Representou o Brasil no Festival de Veneza de 1962   Assista Online     Imagens
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Ficha Título Original: Matar ou Correr Ano/País/Gênero/Duração: 1954 / Brasil / Comédia / 87min Direção: Carlos Manga Produção: Guido Martinelli Roteiro: Amleto Daissé e Victor Lima Fotografia: Amleto Daissé Música: Luiz Bonfá Elenco: Oscarito ... Kid Bolha Grande Otelo ... Ciscocada José Lewgoy ... Jesse Gordon John Herbert ... Bill Inalda de Carvalho ... Helen Renato Restier ... Bob Sinopse Dois vigaristas atrapalhados chegam a uma cidade do Velho Oeste, City Down, dominada por malfeitores. Um dos recém-chegados se sai bem numa briga de bar com o famigerado bandoleiro Jesse Godon e acaba por ser nomeado xerife, sem qualquer aptidão real para o cargo. Jesse Gordon escapa da prisão e volta para duelar com o xerife no trem das duas horas. Depois de uma crise de choro, o xerife vai para o confronto. Assista Online Imagens
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  Ficha Título Original: A Nous la Liberté Ano/País/Gênero/Duração: 1931 / França / Comédia / 104min Direção: René Clair Produção: Frank Clifford Roteiro: René Clair Fotografia: Georges Périnal Música: Georges Auric Elenco: Henri Marchand ... Émile Raymond Cordy ... Louis Rolla France ... Jeanne Paul Ollivier ... L'oncle Jacques Shelly ... Paul André Michaud ... Le contremaitre Germaine Aussey ... Maud - la femme de Louis Léon Lorin ... Le vieux monsieur sourd William Burke ... L'ancien détenu Vincent Hyspa ... Le vieil orateur     Sinopse   Um industrial é chantageado por causa do seu passado, recebendo então a ajuda de um antigo companheiro de prisão. Encantadora comédia satírica em estilo opereta, dirigido e escrito por René Clair, um dos mais admirados cineastas franceses de todos os tempos, o primeiro a ser eleito para a Academia Francesa. "A Nós a Liberdade" influenciou decisivamente Charles Chaplin ao fazer Tempos Modernos, tornando-se também uma poderosa denúncia à sociedade moderna mecanizada.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legenda   Imagens
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  Por Junia Lemos do blog Vintageblog Greta Garbo nunca escondeu que desde menina apreciava envolver-se  intimamente com pessoas de ambos os  sexos e que  durante toda sua vida teve paixões tanto do sexo feminino como masculino. Dona de uma beleza impar e ao mesmo tempo andrógena, foi geradora de muitas polêmica durante sua curta porém muito rica carreira de atriz. Aos 16 ano Garbo se casa Max Gumpel, a relação matrimonial durou pouco tempo mas ambos foram amigos durante longos anos. Quando protagonizava seu segundo filme,  "A Saga de Gösta Berling" Garbo se encantou por uma jovem que contracenava com ela, Mona Matersone ambas tiveram um caso.     ais tarde Greta se liga a Lilyan Tashman,  uma atriz lésbica muito conhecida por seus ultrajantes ataques nos banheiros femininos. Tashman falava abertamente para a imprensa sobre sua vida íntima com Garbo o que irritou a estrela levando-a ao rompimento da relação.     Greta se interessa pela atriz parisiense Fifi D'Orsay,  os jornais porém comentam sobre a “estranha amizade” das duas belas – Fifi havia contado tudo – e Garbo mais uma vez afasta-se...     Louise Brooks fazia parte de um famoso grupo de lésbicas de Hollywood freqüentado por Greta, o da russa Alla Nazimova, lá as duas estrelas se conheceram e acabaram tendo um affair.     Para tentar contornar as fofocas sobre a vida pessoal de Garbo a MGM interveio criando um romance entre Greta e John Golbert, um dos grandes astros e conquistadores do cinema mudo. A relação entre ambos foi conturbada e intensa. Greta realmente se encantou com Gilbert, mas temia  o casamento. Achava que o ator viria a controlá-la e o abandonou as vésperas da união oficial. Gilbert nunca se conformou...     Greta iniciou um romance com também ator de filmes mudos Nils Asther, mas nada muito duradouro.     Garbo se envolveu também com a socialite  e escritora Mercedes de Acosta. A divulgação da troca de cartas entre as duas dez anos após a morte de Greta Garbo causou sensação. Mercedes escreveu em suas memórias que apaixounou-se por Garbo desde a primeira vez que a viu em 1942 em Constantinopla.     Garbo e o carismático maestro  Leopold Stokowski se envolveram e partiram para uma viagem pela Europa que durou vários meses. Especulava-se que quando regressassem se casariam, mas o maestro uniu-se  a herdeira milionária Gloria Vanderbilt.     Garbo conhece a estilista russa  Valentina e seu marido George Schlee. Os três se tornaram tão íntimos que todos perguntavam quem fazia o que com quem. A relação entre o trio durou mais de 15 anos e só findou-se com a morte de George.     Garbo manteve um longo relacionamento com Cecil Beaton,  fotografo das grandes divas. O romance entre ambos foi demasiadamente conturbada e marcada por momentos onde a atriz procurava evitar de todas as formas Cecil e criticava sua forma de ser extremamente feminina (Beaton era bissexual). Por outras vezes Greta perseguia incessantemente o fotografo que apaixonado pela atriz sedia as suas investidas. Os constantes bombardeios da mídia sobre a relação de ambos e a publicação do diário de Beaton contando minúcias de sua relação com Garbo levaram a atriz a se distanciar do fotografo por anos. Ambos só reataram a relação poucos dias antes do falecimento de Cecil.      
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  Ficha Título Original: Marcelino pan y vino Ano/País/Gênero/Duração: 1955 / Espanha Itália / 91min Direção: Ladislao Vajda Roteiro: José María Sánchez Silva e Ladislao Vajda Fotografia: Heinrich Gärtner Música: Pablo Sorozábal Elenco: Pablito Calvo ... Marcelino Rafael Rivelles ... Padre Superior Antonio Vico ... Frade Porta Juan Calvo ... Frade Biscoito José Marco Davó ... Pascual Juanjo Menéndez ... Frade Giles Mariano Azaña ... Frade Mau Fernando Rey ... Monge narrador     Sinopse   Marcelino é um pequeno órfão que causa milagre. Quando bebê foi deixado na porta de um mosteiro e criado pelos monges. Marcelino é muito bem cuidado pelos monges, mas sempre sente falta de ter uma mãe. Um dia encontra um amigo especial no sótão proibido... pendurado em uma cruz. um amigo que retribui a bondade de Marcelino concedendo-lhe um desejo do fundo do seu coração. Assista Online     Imagens  
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      Ficha Título Original: Christiane F. - Wir Kinder vom Bahnhof Zoo Ano/País/Gênero/Duração: 1981 / Alemanha / Drama / 138min Direção: Uli Edel Produção: Bernd Eichinger Roteiro: Uli Edel Fotografia: Jürgen Jürges, Justus Pankau Música: Jürgen Knieper Elenco: Natja Brunckhorst ... Christiane Thomas Haustein ... Detlev Jens Kuphal ... Axel Rainer Woelk ... Leiche Jan Georg Effler ... Bernd Christiane Reichelt ... Babsi Daniela Jaeger ... Kessi Kerstin Richter ... Stella David Bowie ... O Próprio Eberhard Auriga ... Alter Fixer Peggy Bussieck ... Puppi Lothar Chamski ... Rolf Uwe Diderich ... Klaus Ellen Esser ... Kessis Mutter Andreas Fuhrmann ... Atze Lutz Hemmerling ... Bienenstich Bernhard Janson ... Milan Christiane Lechle ... Christianes Mutter Kerstin Malessa ... Tina Cathrine Schabeck ... Linda Stanislaus Solotar ... Stottermaxe     Sinopse   Na cidade de Berlin nos anos 70, Christiane (Natja Brunckhorst), uma linda adolescente, mora com sua mãe e sua irmã menor em um típico apartamento da cidade. Ela é fascinada para conhecer a "Sound", uma nova e moderna discoteca. Apesar de menor de idade ela pede a sua amiga para leva-la lá ela conhece Detlev (Thomas Haustein), assim ela se aproxima do terrível mundo das drogas. Primeiro é o álcool, depois a maconha, assim passo a passo ela começa a mergulhar cada vez mais profundamente no submundo do vício e da prostituição colocando-se à beira da morte. Um filme de cenas fortes e muito reais que nos transmite os horrores do mundo do vício entre os jovens.   Assista Online (legendado)     Imagens
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Título Original: Hollywood Or Bust Ano/País/Gênero/Duração: 1956 / EUA / Comédia / 95min Direção: Frank Tashlin Produção: Hal B. Wallis Roteiro: Erna Lazarus Fotografia: Daniel L. Fapp Música:Norman Luboff Elenco Dean Martin ... Steve Wiley Jerry Lewis ... Malcolm Smith Pat Crowley ... Terry Roberts Max 'Slapsie Maxie' Rosenbloom ... Bookie Benny Anita Ekberg ... Actress Anita Valerie Allen ... Bit Role Adelle August ... Dancer Drew Cahill ... Photographer Kathryn Card ... Old Lady Minta Durfee ... Miss Pettywood Joe Gray ... Gambler Sam Harris ... Hotel Extra Gretchen Houser ... Specialty Dancer Richard Karlan ... Sammy Ross Claudia Martin ... 11 Year Old Girl Deana Martin ... 7 Year Old Girl Gail Martin ... 9 Year Old Girl Jack McElroy ... Stupid Sam Del Moore ... Photographer Wendell Niles ... O Próprio Sinopse O grande sonho de Malcolm (Jerry Lewis) é ir a Hollywood para conhecer a atriz Anita Ekberg. Para realizar o sonho, ele participa sempre de sorteios de carros. Em um dos sorteios, conhece Steve (Dean Martin), um vigarista que planeja trapacear o jogo e assim ganhar o carro. Malcolm e Steve acabam dividindo o prêmio, e partem para Hollywood. O plano de Steve é se livrar de Malcolm e passar o carro para seu chefe. No meio do caminho, Terry (Pat Crowley) se junta aos dois na viagem. Curiosidades - Último filme da dupla Jerry Lewis e Dean Martin. Foram 16 filmes juntos. - Jerry Lewis não gosta de ver este filme, por se lembrar do período difícil das filmagens, ocasionado pela briga entre ele e Martin. - Jerry Lewis foi internado durante as filmagens, por problemas de saúde ocasionados pelo fumo. Assista Online   Imagens
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Ficha Título Original: O Pagador de Promessas Ano/País/Gênero/Duração: 1962 / Brasil / Drama / 98min Direção: Anselmo Duarte Produção: Oswaldo Massaini Roteiro: Anselmo Duarte, Dias Gomes Fotografia: H. E. Fowle Música: Gabriel Migliori Elenco: Leonardo Villar .... Zé do Burro Glória Menezes .... Rosa Dionísio Azevedo .... padre Olavo Geraldo Del Rey .... Bonitão Roberto Ferreira .... Dedé Norma Bengell .... Marli Othon Bastos.... repórter Antônio Pitanga .... mestre Coca Gilberto Marques .... Galego     Sinopse   Zé do Burro (Leonardo Villar) e sua mulher Rosa (Glória Menezes) vivem em uma pequena propriedade a 42 quilômetros de Salvador. Um dia, o burro de estimação de Zé é atingido por um raio e ele acaba indo a um terreiro de candomblé, onde faz uma promessa a Santa Bárbara para salvar o animal. Com o restabelecimento do bicho, Zé põe-se a cumprir a promessa e doa metade de seu sítio, para depois começar uma caminhada rumo a Salvador, carregando nas costas uma imensa cruz de madeira. Mas a via crucis de Zé ainda se torna mais angustiante ao ver sua mulher se engraçar com o cafetão Bonitão (Geraldo Del Rey) e ao encontrar a resistência ferrenha do padre Olavo (Dionísio Azevedo) a negar-lhe a entrada em sua igreja, pela razão de Zé haver feito sua promessa em um terreiro de macumba.   Prêmios   - Palma de Ouro no Festival de Cannes, França (Melhor longa-metragem), 1962; - Festival Internacional de São Francisco, Estados Unidos (Melhor filme) prêmio Darius Milhaud e melhor música (Golden Gate),1962; - Recebeu uma indicação ao Oscar, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, 1963. - Prêmio Sapatos Viejos, Festival de Cartagena, Colômbia, 1962; - Prêmio Cabeza de Palanque, Festival de Acapulco, México, 1962; - Prêmio Especial de Bucareste, Romênia, 1962; - Prêmio Crític's Award, Festival Internacional de Edimburgo, Escócia (Diploma de mérito), 1962; - Menção Honrosa, Festival de Sestri-Levante, Itália, 1962; Menção Especial, Festival de Locarno, Suiça, 1962; - Menção Honrosa, Festival de Toronto, Canadá, 1962; - Menção Honrosa, Festival de Karlovy-Vary, Tchecoslováquia, 1962; - Menção Especial, Festival de Moscou, Russia, 1962; - Melhor filme, produtor (Oswaldo Massaini), ator (Leonardo Villar) e prêmio especial (Anselmo Duarte e Dias Gomes), prêmio Saci, São Paulo, 1962; - Melhor filme, produtor (Oswaldo Massaini), diretor, ator (Leonardo Villar) e argumento (Dias Gomes), prêmio Governador do Estado de São Paulo, São Paulo, 1962; - Melhor filme, diretor, ator (Leonardo Villar), atriz (Norma Bengell), ator secundário (Geraldo del Rey) e revelação (Glória Menezes), V Festival de Cinema de Curitiba, Paraná, 1962; - Melhor diretor, ator (Leonardo Villar), atriz (Glória Menezes), ator secundário (Roberto Ferreira), menção honrosa (Norma Bengell), argumento (Dias Gomes), fotografia (H.C.Fowle), composição (Gabriel Migliori) e edição (Carlos Coimbra), prêmio Cidade de São Paulo, Júri Municipal de Cinema, São Paulo, 1962; - Melhor filme, diretor, ator (Leonardo Villar) e atriz (Glória Menezes), troféu Cinelândia, Rio de Janeiro, 1962. Assista Online         Imagens  
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  Ficha Título Original: Barabbas Ano/País/Gênero/Duração: 1961 / Itália / Drama / 137min Direção: Richard Fleischer Produção: Dino De Laurentiis    Roteiro: Christopher Fry, Pär Lagerkvist, Nigel Balchin, Diego Fabbri, Ivo Perilli Fotografia:  Aldo Tonti      Música: Mario Nascimbene Elenco: Anthony Quinn ... Barabbas Silvana Mangano ... Rachel Arthur Kennedy ... Pontius Pilate Katy Jurado ... Sara Harry Andrews ... Peter Vittorio Gassman ... Sahak Norman Wooland ... Rufio Valentina Cortese ... Julia Jack Palance ... Torvald Ernest Borgnine ... Lucius Arnoldo Foà ... Joseph of Arimathea Michael Gwynn ... Lazarus Laurence Payne ... Disciple Douglas Fowley ... Vasasio Guido Celano ... Scorpio     Sinopse   Essa é um história fictícia sobre Barrabás, baseada na fascinante passagem do Novo Testamento, quando Poncio Pilatos pergunta à população de Jerusalém quem deveria ganhar liberdade, Jesus de Nazaré ou Barrabás (Anthony Quinn), um ladrão e assassino que acaba sendo libertado pela voz do povo.       Imagens  
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  Ficha Título Original: Teorema Ano/País/Gênero/Duração: 1968 / Drama / Itália / 98min Direção: Pier Paolo Pasolini Produção: Manolo Bolognini e Franco Rossellini Roteiro: Pier Paolo Pasolini Fotografia: Giuseppe Ruzzolini Música: Ennio Morricone Elenco: Silvana Mangano ... Lucia, the mother Terence Stamp ... The Visitor Massimo Girotti ... Paolo, the father Anne Wiazemsky ... Odetta, the daughter Laura Betti ... Emilia, the servant Andrés José Cruz Soublette ... Pietro, the son Ninetto Davoli ... Angelino - the Messenger Carlo De Mejo ... Boy Adele Cambria ... Emilia - the second servant Luigi Barbini ... Boy at the station Giovanni Ivan Scratuglia ... Second boy Alfonso Gatto ... Doctor     Sinopse   Um jovem chega misteriosamente e se hospeda na casa de uma família burguesa. Aos poucos, ele vai seduzindo a empregada, a mãe, o filho, a filha, e por ultimo o pai. Assim como veio, ele parte sem dar mais explicações, deixando um vazio de existência na casa. O que teria mudado com a passagem deste rapaz?     Imagens
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  Ficha Título Original: Comizi d'amore Ano/País/Gênero/Duração: 1964 / Itália / Documentário / 1964 Direção: Pier Paolo Pasolini Produção: Alfredo Bini    Roteiro: Pier Paolo Pasolini Fotografia:  Mario Bernardo e Tonino Delli Colli Elenco: Pier Paolo Pasolini     ...    Himself - Interviewer Lello Bersani     ...    Speaker (voice)     Sinopse   Com o microfone na mão, o diretor Pier Paolo Pasolini faz pergunta aos italianos a respeito de sexo. Como as crianças acham de onde vieram os bebês, o que os adultos acham sobre homossexualismo, dentre outros assuntos.       Imagens    
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  Ficha Título Original: Il Decameron Ano/País/Gênero/Duração: 1971 / Itália / França / Alemanha / Drama / 112min Direção: Pier Paolo Pasolini Produção: Alberto Grimaldi Roteiro: Pier Paolo Pasolini, Giovanni Boccaccio Fotografia: Tonino Delli Colli Música: Ennio Morricone Elenco: Franco Citti ... Ciappelletto Ninetto Davoli ... Andreuccio of Perugia Jovan Jovanovic ... Rustico (scenes deleted) Vincenzo Amato ... Masetto of Lamporecchio Angela Luce ... Peronella Giuseppe Zigaina ... Monk     Sinopse   Em O Decameron, o renomado cienasta italiano Pier Paolo Pasolini doa aos cinéfilos uma versão inesquecível das histórias libidinosas de seu compatriota Giovanni Boccaccio. As noves histórias de O Decameron abrangem todas as travessuras humanas. Delicie-se com um elenco memorável de homens e mulheres que encarnam os prazeres pecaminosos da comédia humana! Uma freira capaz de realizar milagres sexuais. Uma adúltera com umolfato certeiro para os negócios.jovens amantes pegos em flagrante. Um servo que perde a cabeça pelo amor. Uma agricultor c´redulo que tenta transformar sua mulher em uma égua.     Imagens  
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  Ficha Título Original: Destroyer Ano/País/Gênero/Duração: 1943 / EUA / Aventura Guerra / 99min Direção: William A. Seiter Produção: Louis F. Edelman Roteiro: Borden Chase, Lewis Meltzer Fotografia: Franz Planer Música: Anthony Collins Elenco: Edward G. Robinson ... Steve Boleslavski Glenn Ford ... Mickey Donohue Marguerite Chapman ... Mary Boleslavski Edgar Buchanan ... Kansus Jackson Leo Gorcey ... Sarecky Regis Toomey ... Lt. Cmdr. Clark Edward Brophy ... Casey (as Ed Brophy) Warren Ashe ... Lt. Marton     Sinopse   História de um navio de guerra americano e sua tripulação em batalhas épicas contra os submarinos japoneses no oceano pacífico.  
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  Ficha Título Original: Sleeping Beauty Ano/País/Gênero/Duração: 1959 / EUA / Animação Direção: Les Clark, Eric Larson, Wolfgang Reitherman Produção: Walt Disney Roteiro: Erdman Penner Música: Evelyn Kennedy Elenco: Mary Costa ... Princess Aurora/Briar Rose (voz) Bill Shirley ... Prince Phillip (voz) Eleanor Audley ... Maleficent (voz) Verna Felton ... Flora (voz) Barbara Luddy ... Merryweather (voz) Barbara Jo Allen ... Fauna (voz) Taylor Holmes ... Stefan (voz) Bill Thompson ... Hubert (voz)     Sinopse   Em um reino distante, ao completar 16 anos a princesa Aurora sofre uma terrível maldição da Rainha Malévola ao espetar o dedo no fuso de uma roca. Ela caiu em um sono profundo de 100 anos. Mas as três fadas madrinhas - Flora, Fauna e Primavera - Descobrem uma forma de quebrar o feitiço: um beijo doce e verdadeiro de amor. Com Aurora adormecida, as fadas resolvem adormecer todo o reino. O príncipe Filipe, que é apaixonado por Aurora, munido de um escudo da virtude e a espada da verdade, combate e derrota Malévola e finalmente quebra o feitiço da princesa Aurora com um beijo de amor verdadeiro.       Imagens  
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Ficha Título Original: Alice in Wonderland Ano/País/Gênero/Duração: 1951 / EUA / Animação Fantasia / 75min Direção: Clyde Geronimi, Wilfred Jackson, Hamilton Luske Produção: Walt Disney Roteiro: Lewis Carroll Música: Oliver Wallace Elenco: Kathryn Beaumont ... Alice (voice) Ed Wynn ... Mad Hatter (voice) Richard Haydn ... Caterpillar (voice) Sterling Holloway ... Cheshire Cat (voice) Jerry Colonna ... March Hare (voice) Verna Felton ... Queen of Hearts (voice) J. Pat O'Malley ... Walrus / Carpenter / Dee / Dum Bill Thompson ... White Rabbit / Dodo (voice) Heather Angel ... Alice's Sister (voice) Joseph Kearns ... Doorknob (voice) Larry Grey ... Bill (voice) Queenie Leonard ... Bird in the Tree (voice) Dink Trout ... King of Hearts (voice) Doris Lloyd ... The Rose (voice) James MacDonald ... Dormouse (voice) The Mellomen ... Card Painters Don Barclay ... (voice)     Sinopse   Após seguir um coelho de colete e relógio, Alice embarca em uma aventura por um mágico mundo cheio de figuras inusitadas. Tentando encontrar o coelho, acaba conhecendo diversos personagens marcantes e se envolve em grandes confusões. É um dos filmes mais surrealistas que a Disney já fez.       Imagens  
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  Ficha Título Original: The Naked Gun: From the Files of Ano/País/Gênero/Duração: 1988 / EUA / Comédia / 84min Direção: David Zucker Produção: Robert K. Weiss Roteiro: Jerry Zucker, Jim Abrahams Fotografia:  Robert M. Stevens    Música: Ira Newborn     Elenco: Leslie Nielsen como tenente Frank Drebin Priscilla Presley como Jane Spencer Ricardo Montalbán como Vincent Ludwig George Kennedy como capitão Ed Hocken O. J. Simpson como detetive Nordberg Susan Beaubian como Wilma Nordberg Nancy Marchand como prefeito Barkley Raye Birk como Pahpshmir Jeannette Charles como rainha Elizabeth II Ed Williams como Ted Olsen Tiny Ron como Al, técnico de laboratório alto "Weird Al" Yankovic como ele próprio Leslie Maier como ela própria Winifred Freedman como Stephanie Joe Grifcomoi como funcionário das docas do pier 32     Sinopse   O filme mostra a rotina do atrapalhado policial Frank Drebin (Leslie Nielsen), que deve impedir o assassinato da Rainha Elizabeth II (Jeannette Charles), planejado por Vincent Ludwig (Ricardo Montalban), um magnata que fez lavagem cerebral em um jogador de baseball, para que ele cometa o crime. No meio de toda essa confusão, ele se apaixona por uma das integrantes do bando de Vincent (Priscilla Presley), que fica incumbida de atraí-lo a uma cilada. E eles acabam vivendo uma louca e estranha história de amor. Repleto de referências a outros grandes filmes, principalmente do sistema noir de contar histórias, percebe-se todo um charme e cuidado ao se construir tudo no filme, principalmente nos quesitos enquadramento, música e iluminação.         Imagens
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  Por Ricardo Steill De Pai Para Filho Ou Quem Tem Talento Sempre Aparece Apesar dos Ventos Contrários John F. Kennedy não foi o primeiro da família a ter como amante uma estrela no auge da sua carreira. Na verdade, o percussor veio a ser seu patriarca Joseph Kennedy — que ganhava um troquinho a mais fazendo contrabando de bebidas. Kennedy pai, teve um tórrido caso com Gloria Swanson — envolvendo inclusive a Igreja! Vendo o quanto à atriz ganhava — muito mais do que viver do contrabando — convenceu-a a deixar-lhe criar uma produtora — a Gloria Swanson Productions Inc. — do qual, ele seria o chefão e cuidaria de todo o dinheiro. Resultado: Swanson fazia um filme atrás do outro e enchia o bolso do picareta — que casado, jurava amá-la e que logo: “largaria a oficial”. Os anos passaram até que o cinema sonoro veio. Kennedy que aproveitara-se para ficar bem de vida, deu um pontapé no traseiro de Swanson que começara a perder o interesse do grande público. Devolveu a produtora falida. Gloria descobrira que fora enganada, e que, todos os brilhantes, casacos de vison, chapéus que ganhara de “presente” — sempre com um bilhetinho escrito “com amor” —, tinham saído do seu bolso! Ergueu os braços e foi atrás da sua carreira. Hoje, Crepúsculo dos Deuses, filme que protagonizou — eleito foi por duas vezes pela Academia como um dos cem melhores filmes de todos os tempos, e incluso está na lista dos filmes que você precisa ver antes de morrer.
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  Charles Chaplin e Edna Purviance conheceram-se por acaso. Ela namorava um rapaz que trabalhava na equipe dele e fora se encontrar com ele. Chaplin a viu e a convidou para um teste de câmera. Edna admitiu que não era atriz, era secretária. Mas topou. Iniciava-se ali uma grande amizade, que se transformaria em um namoro duradouro de oito anos. O namorado? Bem, este acabou sendo deixado para trás. Edna era a parceira ideal porque fazia exatamente o que Chaplin precisava em uma atriz: executava o que ele pedia, da forma como ele mandava. E como pessoa era doce, parceira. Ela mudou os velhos hábitos dele, fez com que ele comprasse meias novas (ele, com suas manias de pobre, ainda costurava suas velhas meias), e também trocasse as velhas roupas. Também era responsável pela vasta correspondência do ator. Os dois eram vistos por todos os lugares, jantavam e dormiam juntos quase todas as vezes. Edna também teria feito inúmeros abortos de Chaplin, segundo a biografia "Chaplin, o Contraditório Vagabundo", o que teria deixado ela doente em várias ocasiões, atrasando algumas filmagens.     Com o tempo, e as escapadas de Chaplin o relacionamento foi se desgastando e Edna ficando cada vez mais amargurada. Tentou de tudo para chamar a atenção de Chaplin. Criou o hábito de chamar a atenção dele fingindo desmaiar em festas, e ele corria para acudi-la. Só que em uma dessas festas, ao chegar para acudir sua amada, Chaplin deparou-se com outro homem a socorrer sua amada. Era o fim de um romance. Os dois terminavam oficialmente o namoro ali. Mas continuariam a se encontrar.   Mesmo com o casamento com Mildred Harris e Lita Grey, Chaplin e Edna davam suas escapadinhas de vez em quando, mas o tempo tratou de ir afastando-os. Os dois só iriam se encontrar novamente vinte anos depois, quando ele a chamou para integrar a equipe do filme Monsieur Verdoux. Ele a queria no papel de Madame Grosnay. Segundo o próprio Chaplin, em sua autobiografia, ele tinha medo do reencontro. Quando finalmente chegou a hora, ela falou-lhe que já não era a mesma. Edna engordara muito, e Chaplin foi educado chegando a elogiá-la, mas viu seus lábios tremerem. Disse que era natural os dois envelhecerem e não serem mais os mesmos. - Ora viva! Afinal chegou o dia do reencontro! Disse Chaplin.   Mas infelizmente Edna não aceitou o papel. Ficou nervosa. Achava-se incapaz de retornar às telas. Quanto à sua vida pessoal, jamais casou. Juntou recortes de jornais falando de Chaplin, e revistas, e escreveu-lhe cartas, que ele reproduziu em seu livro. Com relação a Chaplin, continuou a pagar-lhe o ordenado até o fim dos dias da atriz, em 11 de janeiro de 1958. Foram para ela uma de suas últimas frases do livro, quando soube de sua morte: "É assim que o mundo se renova. Os moços vão ocupando o lugar dos velhos. E os que, como eu, tem vivido um pouco mais sentem dia a dia crescer a solidão, à medida que avançam no caminho da existência.".  
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Marilyn anotou em papel de carta do hotel Waldorf Astoria, em Nova York, um triste sonho: “Um eterno vazio”   Marilyn cultivava desde a infância o hábito de ler e escrever poesias, todavia, jamais teve o intuito de publicá-las, visto considerar os seus versos apenas como passatempo. Mas esse material foi organizado por Bernard Coment e Stanley Buchtahl e publicado no livro "Fragmentos - Poemas, anotações íntimas e cartas de de Marilyn Monroe". Seus textos eram mostrados apenas para amigos íntimos, e após sua morte, seus escritos foram deixados para o amigo Lee Strasberg. Após a morte deste, em 1962, o material passou para as mãos de sua esposa Anna Strasberg.   Leia abaixo alguns fragmentos e textos de Marilyn:   "Vida - Eu sou de ambas as suas direções De alguma forma permanecendo de cabeça para baixo na maior parte mas forte como uma teia de aranha no vento – eu existo mais com a geada fria e cintilante. Mas os meus raios borbulhantes têm as cores que vi nas pinturas – ah vida eles traíram você"   “Na tela da escuridão absoluta / surgem sombras de monstros / meus inabaláveis companheiros/ E o mundo dorme/ Paz, preciso de você, mesmo que seja um monstro pacífico” "Ao salgueiro que chora. Eu ficava de pé sob teus galhos E florescente e finalmente te agarraste a mim Quando o vento nos atingiu... na terra E na areia te agarraste a mim." "Vida em momentos estranhos Eu sigo suas duas direções Bem ou mal fico suspensa,atraída pelo vazio Enquanto suas duas direções me puxam." "Noite da noite - relaxante. Trevas - refrescantes - o ar Parece diferente - a noite não tem Nem olhar nem nada - Silêncio - Exceto para a própria noite."      
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  E sempre a mesma história vem à tona: teria sido Marilyn Monroe vítima de um complô por saber informações demais acerca da família Kennedy e a máfia? A dúvida provém de certos fatos intrigantes como estes: - Quem se suicida ingerindo remédios geralmente recolhe o corpo como o de um bebê na barriga. - O corpo já estava morto há algum tempo. E mostrava sinais de ter sido revirado e colocado na posição encontrada. - A empregada, ao invés de ligar para a polícia, ligou para Peter Lawford, ator e cunhado de John Kennedy. Ela teria recebido as ordens de antes de avisar à polícia, fazer uma varredura na casa. Moradores da rua viram o próprio Lawford chegar. Nesse interim, o diário de Marilyn e diversos papéis foram levados. - Quando a polícia chegou, a empregada estava lavando os lençóis da casa. Como e porque ela estava fazendo isso? - A dosagem encontrada no estômago de Marilyn não era suficiente para matá-la. Supõe-se (daí é uma suposição mesmo), que tenha sido injetado ou uma injeção em seu couro cabeludo, local onde não seria encontrado, ou um supositório com a droga. - Uma semana antes de sua morte, Marilyn teria sido chamada para um final de semana com Frank Sinatra, Peter Lawford, dentre outros homens da máfia. Lá ela foi ameaçada, embebedada e estuprada por todos. Eles teriam tirado fotos e a ameaçado com isso, caso abrisse a boca para falar algo sobre o envolvimento dos Kennedys com a máfia. - O mandante do assassinato teria sido não John Kennedy, que já havia dispensado Marilyn. Mas Robert, seu irmão, com quem ela estava tendo um romance. - O legista T. NoguChi afirmou que foi encontrado em seu estômago apenas cristais de soporíferos, levando a crer que ela tomara apenas uma injeção leve horas antes e NENHUMA pílula. Ou seja, o cenário das pílulas no chão foi todo armado. O dr. Raph Creeson, seu psiquiatra, confirmou ter aplicado tal injeção pela tarde. - A polícia deixou que os jornais chegassem à conclusão da morte por suicídio por conclusões próprias ou por ordem de quem? - Pat Newcomb, a empregada, e última pessoa, ganhou uma viagem de 6 meses (sabe-se de quem) para a Europa, logo após a morte de Marilyn. E em seu retorno ganhou um grande cargo na US Information Agency, no Ministério da Justiça. Subiu na vida, hein?   (Todas essas histórias são suposições acerca da morte de Marilyn Monroe, retirada de livros e informações de sites).   Por Carla Marinho
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  Que Bette Davis ou Anne Baxter o queeee. Rezam os boatos de Hollywood que o roteiro do filme A malvada (1950) foi baseada na história de Lizabeth Scott e a veterana Tallulah Bankehead. A diferença sutil, não mostrada no filme, é que o relacionamento das duas teria ultrapassado a amizade para um romance explícito, não abordado na película. Os produtores negaram veemente tal fato, mas olhando a foto de Tallulah, sabendo-se dos fatos, e vendo a caracterização de Bette Davis no filme, fica um pouco difícil não acreditar que haja uma ponta de verdade na história. Tallulah Bankehead Bette Davis   Bom, o fato da tomada de papel na peça ocorreu mesmo. Em determinado momento, Lizabeth, fã de Talullah, tornou-se sua amiga íntima e tomou seu lugar na peça Skin of Our Teeth. A atriz veterana nunca mais a perdoou e a amizade se desfez. Ela também detestou quando lançaram o filme. Dizem as más línguas que chegou até mesmo a brigar com Bette Davis por ter aceitado fazer tal papel. Com relação a Lizabeth e Talullah, publicamente, nunca assumiram ser verdade.  
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A verdadeira família Von Trapp Maria Von Trapp nasceu na Áustria, em 26 de janeiro de 1905, órfã, criada por um tio que era ateu. Mas em um dia foi à Igreja ouvir um concerto de Bach. Amou o sermão do padre e decidiu ali ser freira, entrando para o convento católico em Salzburg. Quando ainda era noviça foi ser governanta dos sete filhos do Capitão George Ritter Von Trapp e o resultado foi uma paixão entre o capitão e ela e posterior casamento. O Casamento Da relação nasceriam mais três filhos. A família perdeu o dinheiro depois da Depressão americana de 1929 e para sobreviver resolveu cantar. A primeira apresentação foi em um festival, e após isso a família começou a viajar pelo país, fugindo em 1938 dos nazistas, por George não aderir ao novo regime. Após isso, sucesso na América onde montaram uma Escola de música. Maria Von Trapp Ficaram ricos novamente. George morreu em 1947, de câncer, e 10 anos depois o grupo se desfez. Maria morreu em 1987, em Vermont, na fazenda onde morava. Sua história ficou famosa no musical “A noviça rebelde”, onde Maria era interpretada por Julie Andrews. Família Von Trapp A Noviça Rebelde A Noviça Rebelde
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Deixando para lá o politicamente correto, o charme de algumas atrizes fumantes:   Bette Davis (Foto Dailyemail)   Marilyn Monroe (Foto: destaque-a-amarelo.blogspot.com)   Rita Hayworth (Foto: destaque-a-amarelo.blogspot.com)   Judy Garland (Foto: Corbis)   Joan Collins (Foto: Corbis)   Catherine Deneuve (Foto: Corbis)   Marlene Dietrich (Foto: Corbis)   Liz Taylor (Foto: Corbis)   Katherine Hepburn  
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  Ficha Título Original: Roberto Carlos em Ritmo de Aventura Ano/País/Gênero/Duração: 1968 / Brasil / Aventura Musical / 90min Direção: Roberto Farias Produção: Produções Cinematográficas R.F.Farias Ltda Roteiro: Roberto Farias e Paulo Mendes Campos Fotografia: José Medeiros Música: Roberto Carlos Elenco: Roberto Carlos ... O Próprio José Lewgoy ... Pierre Reginaldo Faria ... O Próprio Rose Passini David Cardoso Jorge de Oliveira Márcia Gonçalves Jacques Jover Ana Levy Marisa Levy Sérgio Malta Federico Mendes Jannik C. Pagh Elizabeth Pereira Grace L. Silva Leopoldo Volks Wanderléia Guiomar Yukawa     Sinopse   Roberto Carlos faz um filme, quando se vê perseguido por bandidos internacionais que querem levá-lo para os Estados Unidos. Os bandidos o segue em loucas correrias pela cidade do Rio de Janeiro.   Imagens  
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  Ficha Título Original: Oliver! Ano/País/Gênero/Duração: 1968 / EUA / Crime Drama Familia / 153min Direção: Carol Reed Produção: John Woolf Roteiro: Charles Dickens, Lionel Bart, Vernon Harris Fotografia: Oswald Morris Música: Johnny Green Elenco: Ron Moody ... Fagin Shani Wallis ... Nancy Oliver Reed ... Bill Sikes Harry Secombe ... Sr. Bumble Mark Lester ... Oliver Twist Jack Wild ... The Artful Dodger Hugh Griffith ... The Magistrate Joseph O'Conor ... Sr. Brownlow Peggy Mount ... Sra. Bumble Leonard Rossiter ... Sowerberry Hylda Baker ... Sra. Sowerberry Kenneth Cranham ... Noah Claypole Megs Jenkins ... Sra. Bedwin Sheila White ... Bet Wensley Pithey ... Dr. Grimwig James Hayter ... Sr. Jessop Elizabeth Knight ... Charlotte Fred Emney ... Chairman - Workhouse Edwin Finn ... Pauper - Workhouse Roy Evans ... Pauper - Workhouse Norman Mitchell ... Arresting Policeman Robert Bartlett ... Fagin's Boy Graham Buttrose ... Fagin's Boy Jeffrey Chandler ... Fagin's Boy Kirk Clugston ... Fagin's Boy Dempsey Cook ... Fagin's Boy Christopher Duff ... Fagin's Boy Nigel Grice ... Fagin's Boy Ronnie Johnson ... Fagin's Boy Nigel Kingsley ... Fagin's Boy Robert Langley ... Fagin's Boy Brian Lloyd ... Fagin's Boy Peter Lock ... Fagin's Boy Clive Moss ... Fagin's Boy Ian Ramsey ... Fagin's Boy Peter Renn ... Fagin's Boy Billy Smith ... Fagin's Boy Kim Smith ... Fagin's Boy Freddie Stead ... Fagin's Boy Raymond Ward ... Fagin's Boy John Watters ... Fagin's Boy John Baskcomb ... Workhouse Governor Frank Crawshaw ... Workhouse Governor Harry Fielder ... Smart Gent Jack Haig     Sinopse   O órfão favorito de todos retorna nesta espetacular edição especial que vai te levar ao coração de Dickens em Londres e ao mundo musical de “Oliver!” Desde seu início sofrido, o jovem Oliver Twist (Mark Lester) percebeu que a sua missão de achar uma família e uma casa não era uma das tarefas mais fáceis. Em sua trajetória consta participação em um grupo de trombadinhas, liderados pelo sacana Fagin (Ron Moody) e o terrível vilão Bill Sikes (Oliver Reed). Mas com a ajuda do talentoso Dodger (Jack Wild) e a linda Nancy (Shani Wallis) Oliver logo encontra o caminho certo a seguir. Vencedor de 6 categorias do Oscar incluindo a de Melhor Filme, “Oliver!” é uma emocionante aventura acompanhada por músicas clássicas que consagrou este como um dos melhores musicais de todos os tempos.   ASSISTA ONLINE         Imagens  
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Ficha Título Original: Carrie Ano/País/Gênero/Duração: 1976 / EUA / Suspense Drama / 98min / 98min Direção: Brian De Palma Produção: Paul Monash Roteiro: Lawrence D. Cohen Fotografia: Mario Tosi Música: Pino Donaggio Elenco: Sissy Spacek .... Carrie White Piper Laurie .... Margaret White Edie McClurg....Helen Shyres Amy Irving .... Sue Snell William Katt .... Tommy Ross John Travolta .... Billy Nolan Nancy Allen .... Chris Hargensen Betty Buckley .... Srta. Collins P.J. Soles .... Norma Watson Priscilla Pointer .... Sra. Snell Sydney Lassick .... Sr. Fromm Stefan Gierasch .... Sr. Morton Michael Talbott .... Freddy     Sinopse   Carrie White (Sissy Spacek) é uma jovem que não faz amigos em virtude de morar em quase total isolamento com sua mãe, uma pregadora religiosa fanática. A garota é menosprezada pelas colegas; Sue Snell (Amy Irving), uma das alunas que zombam dela, fica arrependida e pede a seu namorado que convide Carrie para um baile no colégio. Mas Chris Hargensen (Nancy Allen), uma aluna que foi proibida de ir à festa, prepara uma armadilha para ridicularizar Carrie em público. O que ninguém imagina é que a jovem possui poderes paranormais e, muito menos, conhece sua capacidade de vingança quando está repleta de ódio. Carrie mata todas as pessoas do baile, e Chris Hargensen tenta atropelar ela, mas Chris e o seu namorado morrem. Sua mãe pensa que sua filha está possuída por um demônio e tenta mata-lá, mas Carrie, com seus poderes paranormais, faz as facas pararem no corpo de sua mãe, e um tremendo incêndio acontece em sua casa. Sue Snell sonha que está indo para o enterro de Carrie mas Carrie acaba puxando-a pra dentro do túmulo. Sue acorda a assustada e gritando: tudo isso não passou de um pesadelo.   Principais prêmios e indicações Oscar 1977 (EUA) Recebeu duas indicações, nas categorias de melhor atriz, para Sissy Spacek, e de melhor atriz coadjuvante, para Piper Laurie. Globo de Ouro 1977 (EUA) Recebeu uma indicação na categoria de melhor atriz coadjuvante, para Piper Laurie. Avoriaz Fantastic Film Festival 1977 (França) Brian de Palma recebeu o Grande Prêmio. Prêmio Edgar 1977 (Edgar Allan Poe Awards, EUA) Indicado na categoria de melhor filme. Imagens  
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Ficha Título Original: La Donna Più Bella del Mondo Ano/País/Gênero/Duração: 1955 / Itália / Biografia Romance / 107min Direção: Robert Z. Leonard Produção: Maleno Malenotti Roteiro: Cesare Cavagna, Liana Ferri Fotografia: Mario Bava Música: Renzo Rossellini Elenco: Gina Lollobrigida.... Lina Cavalieri Vittorio Gassman.... Príncipe Sergei Robert Alda.... Maestro Doria Anne Vernon.... Carmela Tamara Lees.... Manolita Gino Sinimberghi.... o tenor Silvani Nanda Primavera.... Olimpia, a mãe de Lina Enzo Biliotti.... Perret Marco Tulli.... Juiz do duelo Rolf Tasna.... Lefebre Peter Trent.... Visconde Turin Loris Gizzi.... Duval Nico Pepe.... Louis Gianni Baghino.... Emilio Valeria Fabrizi.... Silvana     Sinopse   A estrela principal estava doente. Para substituí-la, sua filha de 16 anos sobe ao palco e enfrenta o público. Assim acontece a primeira aparição de Lina Cavalieri, que mais tarde seria conhecida como a melhor e mais bela cantora de todos os tempos. O que ela não sabia é que na platéia existia alguém especial que seria o grande amor de sua vida: O Príncipe Sergio Bariatine. Ele a presenteia com dinheiro e um valioso anel e se vai. Lina inicia então a sua busca pelo sucesso como cantora nas grandes cidades, sempre esperando ver novamente seu príncipe. O destino parece incerto e a paixão entre ambos se torna cada vez mais impossível... Prêmios Prêmio David di Donatello 1956 (Itália) Gina Lollobrigida venceu na categoria de Melhor Atriz.   Curiosidades Neste filme, La Lollo dispensou a dublagem, demonstrando assim também seu talento como cantora. Imagens  
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  Ficha Título Original: Dead of Night Ano/País/Gênero/Duração: 1945 / Inglaterra / Suspense Terror / 103min Direção: Alberto Cavalcanti, Charles Crichton, Basil Dearden, Robert Hamer Produção: Michael Balcon Roteiro: H.G. Wells, E.F. Benson, John Baines, Angus MacPhail, John Baines, Angus MacPhail Fotografia: Douglas Slocombe Música: Georges Auric Elenco: Mervyn Johns ... Walter Craig Roland Culver ... Eliot Foley Mary Merrall ... Mrs Foley Googie Withers ... Joan Cortland Frederick Valk ... Dr. Van Straaten Anthony Baird ... Hugh Grainger Sally Ann Howes ... Sally O'Hara Robert Wyndham ... Dr. Albury Judy Kelly ... Joyce Grainger Miles Malleson ... Hearse Driver Michael Allan ... Jimmy Watson Barbara Leake ... Mrs O'Hara Ralph Michael ... Peter Cortland Esme Percy ... Antiques Dealer Basil Radford ... George Parratt Naunton Wayne ... Larry Potter Peggy Bryan ... Mary Lee Allan Jeayes ... Maurice Olcott Michael Redgrave ... Maxwell Frere Elisabeth Welch ... Beulah Hartley Power ... Sylvester Kee Magda Kun ... Mitzi Garry Marsh ... Harry Parker Renee Gadd ... Mrs. Craig     Sinopse   O arquiteto Walter Craig, procurando trabalho no campo, descobre-se tendo o mesmo pesadelo recorrente. Temendo o fim do sonho, que ele sabe estar chegando, precisa primeiro ouvir as histórias bizarras de todos os convidados duma reunião em uma casa tão estranha quanto os presentes.       Imagens  
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  Ficha Título Original: Footsteps in the Fog Ano/País/Gênero/Duração: 1955 / Inglaterra / Drama Thriller / 90min Direção: Arthur Lubin Produção: M.J. Frankovich e Maxwell Setton Roteiro: Dorothy Davenport e Lenore J. Coffee Fotografia:  Christopher Challis    Música: Benjamin Frankel    Elenco: Stewart Granger     ...    Stephen Lowry Jean Simmons     ...    Lily Watkins Bill Travers     ...    David Macdonald Belinda Lee     ...    Elizabeth Travers Ronald Squire     ...    Alfred Travers Finlay Currie     ...    Inspector Peters William Hartnell     ...    Herbert Moresby Frederick Leister     ...    Dr. Simpson Percy Marmont     ...    Magistrate Marjorie Rhodes     ...    Mrs. Park Peter Bull     ...    Brasher Barry Keegan     ...    Constable Burke Sheila Manahan     ...    Rose Moresby Norman Macowan     ...    Grimes Cameron Hall     ...    Corcoran Victor Maddern     ...    Jones Peter Williams     ...    Constable Farrow Arthur Howard     ...    Vicar     Sinopse   Para os seus amigos vitorianos de Londres, Stephen Lowry é um viúvo inconsolável. Apenas sua empregada Lily sabe que, longe de morrer de gastroenterite, sua esposa foi lentamente envenenada pelo marido, informação que ela está feliz em usar para melhorar sua posição na casa e ter certeza que ela fique perto de Stephen. Como suas perspectivas para melhorar, pensa em uma parceria de negócios e um romance com uma pessoa de sua própria classe, Stephen decide que Lily deve ir. Infelizmente para ele, sua primeira tentativa dá-lhe ainda mais de um domínio sobre ele.       Imagens  
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  Ficha Título Original: Rashômon Ano/País/Gênero/Duração: 1950 / Japão / Crime Drama / 88min Direção: Akira Kurosawa Produção: Minoru Jingo Roteiro: Ryûnosuke Akutagawa e Akira Kurosawa Fotografia: Kazuo Miyagawa Música: Fumio Hayasaka Elenco: Toshirô Mifune ... Tajômaru Machiko Kyô ... Masako Kanazawa Masayuki Mori ... Takehiro Kanazawa Takashi Shimura ... Woodcutter Minoru Chiaki ... Priest Kichijirô Ueda ... Commoner Noriko Honma ... Medium Daisuke Katô ... Policeman     Sinopse   O filme descreve um estupro e assassinato através dos relatos amplamente divergentes de quatro testemunhas, incluindo o próprio criminoso e, através de um médium (Fumiko Honma), a própria vítima. A história se desvela em flashbacks conforme os quatro personagens — o próprio bandido (Toshiro Mifune), o samurai assassinado Kanazawa-no-Takehiro (Masayuki Mori), sua esposa Masago (Machiko Kyō) e o lenhador sem nome (Takashi Shimura) — recontam os eventos de uma tarde em um bosque. Mas é também um flashback dentro de um flashback, porque os relatos das testemunhas são recontados por um lenhador e um sacerdote (Minoru Chiaki) para um grosseiro plebeu (Kichijiro Ueda) enquanto eles esperam por uma tempestade em uma portaria arruinada. Cada história é mutuamente contraditória, deixando o espectador incapaz de determinar a verdade sobre os eventos. Principais prêmios e indicações Blue Ribbon Awards (1951) – Venceu na categoria de melhor roteiro (Akira Kurosawa e Shinobu Hashimoto). Mainichi Eiga Concours (1951) – Venceu na categoria de melhor atriz ([Machiko Kyô) National Board of Review (1951) – Venceu nas categorias de melhor diretor (Akira Kurosawa) e melhor filme estrangeiro (Japão). Festival Internacional de Cinema de Veneza (1951) – Recebeu o Leão de Ouro e Italian Film Critics Award (Akira Kurosawa). Prêmio Oscar Honorário de Melhor Filme Estrangeiro (1952). Oscar (1953) – Indicado na categoria de melhor direção de arte em preto e branco (So Matsuyama e H. Motsumoto). BAFTA (1953) – Indicado na categoria de melhor filme de qualquer origem (Japão). Directors Guild of America (1953) – Indicado na categoria de realização diretorial ressaltável no cinema (Akira Kurosawa). Assista Online (legendado)         Imagens  
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Por Karla Hack dos Santos do blog http://nascidaemversos.blogspot.com.br O belo James Dean foi um destes cometas, iluminando de forma arrasadoramente rápida a história cinematográfica mundial. Põe rápido nisto! Com apenas três filmes - Juventude Transviada, Vidas Amargas e Assim Caminha a Humanidade - em seu histórico - ainda que tenha atuado em diversas séries - Dean tornou-se um ídolo irrefutável, em parte pela sua morte trágica e prematura - ocorrida na data de 30 de setembro de 1955; James envolveu-se em um acidente automobilístico com seu caríssimo Porsche 550 Spyder, deixando todos em comovidos. Contudo, não apenas corações partidos restaram. Boatos surgiram, teorias montaram-se e o sobrenatural foi sentenciado como culpado. •    O Acidente Dean dirigia-se para uma corrida onde iria conduzir seu Porsche - apelidado de "The Little Bastard" - com o seu amigo Rolf Wütherich, há relatos de diversos avisos para que ele reduzisse a velocidade - inclusive levando uma multa - já que agravado a cor do automóvel, restava difícil a visibilidade do veículo. A conjunção destes fatores com a irresponsabilidade de outro motorista, o qual resolver fazer uma inversão, culminou numa forte colisão. O carro capotou, Rolf sofrendo graves lesões. James acabou preso nas ferragens e vindo a falecer cerca de uma hora após o acidente. Nenhum dos dois usava o cinto de segurança. •    A Maldição O Little Bastard era o "xodó" de James Dean. Apaixonado pelo veículo, pediu a George Barris - mestre de costumização - que algumas modificações fossem feitas no charmoso Porsche 550 Spyder. Conhecido pela inclusão de seu apelido na carroceria, bem como pelo número 130 pintado na frente e laterais, o carro chamava atenção por onde circulava, entretanto, nem sempre em um bom sentido; A exemplo de Alec Guinness que ao conhecer o veículo definiu-o como sinistro. Além dele, outros amigos de Dean comentaram que possuíam uma má impressão do mesmo, sendo que Eartha Kitt teria dito uma semana antes do acidente: “James, I don't like this car; it's going to kill you”. Há comentários, ainda, de que o galã mesmo pressentiu os eventos desastrosos, já que teria dado o gatinho que ganhou de Liz Taylor e alterado a frase “Please Drive Safely. The life you save may your own,” para “The life you save may be mine.”.Pressentimento ou coincidência? A verdade é que tais ocorrências serviram para embasar o elemento sobre humano dos fatos.   O fabuloso carro que após o acidente tornou-se destroços da tragédia, ganhou nova forma através dos eventos que sucederam a morte de Dean. Barris adquiriu os restos do veículo e as partes intactas revendeu. Os acontecimentos estranhos iniciaram-se logo que o little bastard chegou na garagem de George, aquele escorregou do trailer e acabou quebrando a perna de um mecânico. As partes revendidas foram duas rodas - as quais instaladas foram em outro veículo e que, simultaneamente, apresentaram defeito, fazendo com que o carro saísse da estrada -, o motor comprado por Troy McHenry - o qual faleceu após sofrer um acidente em Pomona onde corria -  e o trem de acionamento que ficou com William Eschrid - que ficou seriamente ferido quando o seu carro de corrida modificado teve o trem de acionamento travado, sem explicações. Mais tarde, graças a notoriedade do porsche, dois ladrões - em ocasiões diversas - ao tentarem furtar peças deste acabaram feridos: O que tentou pegar uma roda teve seu braço rasgado por um metal e o outro ficou ferido quando tentou pegar um dos assentos manchados de sangue. Em 1959 ocorreu um incêndio na garagem em Fresno que o guardava, sendo que a única peça que não foi incinerada por tal era justamente o carro de Dean. No mesmo ano, criou-se uma campanha para dirigir com segurança, o conceito era o de levar o carro até as escolas para conscientizar os jovens. Durante o transporte do mesmo a Salinas, o caminhão que carregava o Little Bastard sofreu um grave acidente. O motorista foi lançado da cabine, assim como o prosche, sendo que este aterrissou no homem, matando-o. Já em 1960, no exato dia do aniversário do acidente, um garoto de 15 anos que frequentava a exibição em Sacramento teve seu quadril quebrado quando os parafusos que prendiam o automóvel soltaram -se. Há relatos de outros acidentes em que o carro teria partido-se espontaneamente em cinco partes, além de ter caído durante o transporte do caminhão outras vezes, causando acidentes. Neste mesmo ano a exibição foi cancelada por Barris, o porsche selado num Box Car na Florida e transportado via trem até a Califórnia. Chegando lá, o selo estava intacto, mas o carro desaparecido. Até hoje o seu paradeiro é desconhecido. Existem teorias que afirmam que a maldição do carro era fruto de algum demônio/força malévolo; Outros acreditam que é o próprio espírito de James Dean que não conseguiu descansar e/ou aceitar sua morte refletindo nestes eventos; Entretanto, a minha versão preferida para explicar a maldição - por conta do absurdo envolvido - é a de que Maila Nurmi, mais conhecida como Vampira, teria namorado James em um período em que ele se interessou pelo ocultismo. Dean não assumira o relacionamento deles, vez que temia a repercussão em sua carreira. Nurmi, que seria uma bruxa, não aceitou bem este segredo e, usando de seus poderes, realizou um feitiço de magia negra. Amaldiçoando, assim, o lindo do Jimmy. Absurdo total, convenhamos. Encontrei nesta vastidão que é a internet um vídeo com uma entrevista de Maila onde ela relembra o dia do falecimento de Dean. Seria esta a sua última entrevista. jRSAtAOVW9U A versão misteriosa sobre o carro de James é um claro reflexo do poder mitológico deste ator. Sendo um dos ícones mais lembrados da cinedramaturgia, seus encantos, talentos, posturas geraram um efeito único... Verdade ou não, que importa! O que nos resta é vivenciar a magia fantástica de James Dean - vida e morte. Extra - Vídeos Caseiros de James Dean Como um extra, incluí aqui um vídeo que faz parte dos extras do documentário James Dean: Born Cool. Seriam imagens capturadas pelo próprio. Os comentários são de Marcus Winslow. wuitsdBLbJQ  
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Em um tempo em que a hipocrisia e a intolerância reinava em Hollywood, eram raros os casos de artistas que se assumiam homossexuais ou bissexuais, como Marlene Dietrich, Greta Garbo, Alla Nazimova, Sal Mineo e a diretora Dorothy Arzner. Os outros, para conseguir contratos e continuarem com seu público cativo, tinham que manter-se trancafiados em armários, como foi o caso de Rock Hudson, que só veio revelar sua condição no final de sua vida. Rock Hudson, um homem imensamente belo, atingiu os 30 anos sem se casar, e os rumores começaram a aparecer. Isso era perigoso para a sua carreira. Seu agente Henry Wilson começou a atribuir-lhe romances com inúmeras belas atrizes, para aplacar as fofocas, mas aquilo era pouco para o público americano da época, que "exigia" seus astros casados. Quando as fãs começaram a escrever às revistas de fofocas perguntando porque o astro jamais se casava, como fizera outros astros como Tony Curtis, Marlon Brando e outros, seu agente imediatamente tratou de iniciar uma campanha de marketing mostrando Rock perdidamente apaixonado por uma moça chamada Phyllis Gates, uma secretária. Poucos meses depois foi realizado um casamento, que a revista de fofocas "Confidential" chegou a chamar de "A farsa do ano". Bem, pelo menos o casamento serviu para aplacar os nervos das fãs e afirmar a masculinidade de Hudson. O casamento durou de 1955 a 1958, e a desculpa para o divórcio foi o de sempre: "crueldade mental". Phyllis teoricamente não teria direito a nada, pois não tiveram filhos nem propriedades adquiridas após o casamento. Mas... recebeu um milhão de dólares, uma casa em Beverly Hills, e um carro Lincoln Continental, suficientes para sua independência financeira. Nada mal para uma ex-secretária. Quanto a Rock, continuou sua carreira, ganhando milhões e restituindo sua popularidade graças a esse casamento. Os que o conheceram sempre o descrevem como uma das pessoas mais doces que já viram. Fez amigos por toda a vida, como Elizabeth Taylor e Doris Day. Morreu em decorrência da AIDS, em  2 de outubro de 1985, quando as pessoas vieram a saber sobre sua verdadeira sexualidade.   Por Carla Marinho  
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Após assistir ao filme "Roma, Cidade Aberta" de Roberto Rossellinni, Ingrid Berman, na época casada com Petter Aron Lindström, ficou extasiada com o filme. Diante disso, escreveu uma carta para o diretor: “Caro senhor Rossellini, vi seus filmes “Roma: cidade aberta” e “Paisá” e gostei muito deles. Se precisar de uma atriz sueca que fale inglês muito bem, não esqueceu o alemão, ainda não é muito inteligível em francês e de italiano só sabe ti amo, estou pronta para fazer um filme com o senhor”. Educado, mas sem saber quem era Ingrid, Roberto lhe respondeu carinhosamente, e lhe chamou para um teste para "Stromboli. Logo Ingrid partiria para a Itália, sem saber que isso mudaria completamente os rumos de sua vida. Lá chegando, ao se conhecerem, os dois se apaixonaram imediatamente e iniciaram um romance. Ela logo engravidou, e o escândalo se tornou inevitável, pois além dela, ele também era casado. Quando o filme estreou, Roberto, o primeiro filho do casal, nascia. Pouco tempo depois Ingrid se divorciou de seu primeiro marido, casando-se com Rossellini no México. Hollywood não deixaria isso barato. A Legião de Decência dos Estados Unidos boicotou o nome de Ingrid após o acontecido e os exibidores retiraram todos os seus filmes de cartaz. Ela era vista como um mal exemplo de comportamento e como uma pecadora. Foi massacrada pela crítica americana, pela imprensa e chamada de vagabunda. Após o divórcio, foi proibida de ver sua filha mais velha, Pia, que tinha 10 anos. Foi um período difícil na vida de Ingrid, que passou um ano até rever a filha. Em 1952 ela teve mais duas filhas com Rossellini, as gêmeas Isabella e Ingrid. Foram 7 anos vividos na Itália, atuando em filmes de Rossellini e Jean Renoir. Até que o encanto terminou. Em 1957 o casal se divorciou e Ingrid e Rossellini se separaram. Ela teria que retornar para os Estados Unidos. Tinha medo, mas tinha que retornar. Como seria recebida? Seu retorno foi triunfal, o público parecia desconhecer o acontecido. No cinema, ela retornou com o filme Anastacia, que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz. Um tapa na cara dos recalcados. Por Carla Marinho  
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Ficha Título Original: Village of the Damned Ano/País/Gênero/Duração: 1960 / Reino Unido / Ficção Científica Terror / 77min Direção: Wolf Rilla Produção: Ronald Kinnoch Roteiro: John Wyndham, Ronald Kinnoch, Stirling Silliphant, Wolf Rilla Fotografia: Geoffrey Faithfull Música: Ron Goodwin Elenco: George Sanders ... Gordon Zellaby Barbara Shelley ... Anthea Zellaby Martin Stephens ... David Zellaby Michael Gwynn ... Alan Bernard Laurence Naismith ... Doctor Willers Richard Warner ... Harrington Jenny Laird ... Sra. Harrington Sarah Long ... Evelyn Harrington Thomas Heathcote ... James Pawle Charlotte Mitchell ... Janet Pawle Pamela Buck ... Milly Hughes Rosamund Greenwood ... Miss Ogle Susan Richards ... Sra. Plumpton Bernard Archard ... Vicar Peter Vaughan ... P.C. Gobby John Phillips ... General Leighton Richard Vernon ... Sir Edgar Hargraves John Stuart ... Professor Smith Keith Pyott ... Dr. Carlisle Alexander Archdale ... The Coroner Sheila Robins ... Nurse Tom Bowman ... Pilot Anthony Harrison ... Lieutenant Diane Aubrey ... W.R.A.C. Secretary Gerald Paris ... Sapper Bruno ... The Dog June Cowell ... The Children Linda Bateson ... The Children John Kelly ... The Children Carlo Cura ... The Children Lesley Scoble ... The Children Mark Milleham ... The Children Roger Malik ... The Children Elizabeth Munden ... The Children Teri Scoble ... The Children Peter Preidel ... The Children Peter Taylor ... The Children Howard Knight ... The Children Brian Smith ... The Village Children Janice Howley ... The Village Children Paul Norman ... The Village Children Robert Marks ... The Village Children John Bush ... The Village Children Billy Lawrence ... The Village Children     Sinopse   Em uma pequena cidade da Inglaterra todas as pessoas, de forma inexplicável, desmaiam por algumas horas. Dois meses depois do acontecido todas as mulheres com possibilidade de ter filhos ficam grávidas. Quando as crianças nascem elas se revelam extremamente inteligentes e com traços desconhecidos da raça humana, sugerindo serem alienígenas.       Imagens
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  Ficha Título Original: Houe of Usher Ano/País/Gênero/Duração: 1960 / Terror / 90min Direção: Roger Corman Produção: Roger Corman Roteiro: Richard Matheson e Allan Poe Fotografia: Floyd Crosby Música: Les Baxter Elenco: Vincent Price...Roderick Usher Mark Damon...Philip Winthrop Myrna Fahey...Madeline Usher Harry Ellerbe...Bristol     Sinopse   Baseado em uma história de Edgar Allan Poe, o filme narra a história de Philip Winthrop, que chega à mansão Usher com o intuito de levar sua amada, Madeline, para a sua cidade. Chegando lá ele confronta-se com o irmão dela, Roderick, que vai revelando, um a um, os aterrorizantes segredos de sua família.       Imagens
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  Ficha Título Original: The Big Country Ano/País/Gênero/Duração: 1958 / EUA / Western / 160min Direção: William Wyler Produção: Gregory Peck e William Wyler    Roteiro: Donald Hamilton    Fotografia:  Franz Planer      Música: Jerome Moross Elenco: Gregory Peck ... James McKay Jean Simmons ... Julie Maragon Carroll Baker ... Patricia Terrill Charlton Heston ... Steve Leech Burl Ives ... Rufus Hannassey Charles Bickford ... Maj. Henry Terrill Alfonso Bedoya ... Ramón Guiteras Chuck Connors ... Buck Hannassey Chuck Hayward ... Rafe Hannassey Buff Brady ... Dude Hannassey Jim Burk ... Blackie / Cracker Hannassey Dorothy Adams ... Hannassey woman Chuck Roberson ... Terrill cowboy Bob Morgan ... Terrill cowboy John McKee ... Terrill cowboy Slim Talbot ... Terrill cowboy Richard Alexander ... Party guest (Oceans) Harry Cheshire ... Party guest Jay W. Jensen ... Cowboy Donald Kerr ... Liveryman Carey Paul Peck ... Boy Jonathan Peck ... Boy Stephen Peck ... Boy Ralph Sanford ... Party guest     Sinopse   Capitão da marinha se aposenta e vai ao Oeste para se casar com sua noiva, filha de rico fazendeiro. No entanto, sua conduta gera antipatia nos rancheiros, e o chefe deles se torna seu rival. Em meio a incessantes disputas por território e poder, os personagens traçam seu caminho através de suor e lágrimas.          
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Ficha Título Original: The Terror Ano/País/Gênero/Duração: 1963 / EUA / Terror / 81min Direção: Roger Corman Produção: Harvey Jacobson Roteiro: Leo Gordon, Jack Hill Fotografia: John M. Nickolaus Jr. Música: Ronald Stein, Les Baxter Elenco: Boris Karloff ... Baron Victor Frederick Von Leppe Jack Nicholson ... Lt. Andre Duvalier Sandra Knight ... Helene / Ghost of Ilsa The Baroness Von Leppe Dick Miller ... Stefan Dorothy Neumann ... Katrina, Witch / Eric's Mother Jonathan Haze ... Gustaf Rick Dean     Sinopse   Lt. Andre Duvalier (Jack Nicholson) é um soldado do exército napoleônico que fora separado de seu regimento no norte da Alemanha. Em sua busca desesperada para encontrar seu caminho de volta, ele se depara com uma misteriosa mulher chamada Helene (Sandra Knight) que o atordoa com sua beleza. Mas ela pode não ser a amável mulher que parece quando ela o guia para a morte certa nas traiçoeiras areias e armadilhas da praia. Ele encontra acolhida em um castelo estranho e não vê alternativa senão aceitar um quarto do estranho proprietário barão Frederick Victor Von Leppe (Boris Karloff). Ele começa a perceber que os muros imponentes do castelo podem manter invasores distantes, mas também são perfeitos para esconder os sinistros sons dos mistérios em seu interior.       Imagens
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Ficha Título Original: Jeux interdits Ano/País/Gênero/Duração: 1952 / França / Guerra Drama / 86min Direção: René Clément Produção: Robert Dorfmann Roteiro: Jean Aurenche e Jean Aurenche Fotografia: Robert Juillard Música: Narciso Yepes Elenco: Georges Poujouly … Michel Dolle Brigitte Fossey … Paulette Amédée … Francis Gouard Laurence Badie … Berthe Dolle Madeleine Barbulée Suzanne Courtal … Madame Dolle Lucien Hubert … Dolle Jacques Marin … Georges Dolle Pierre Merovée … Raymond Dolle Violette Monnier Denise Péronne … Jeanne Gouard (Denise Perronne) Fernande Roy Louis Saintève André Wasley … Gouard     Sinopse   O êxodo levou Paulette, uma menina de 5 anos cujos pais acabam de ser mortos, para a casa do menino Michel, 10 anos, numa aldeia longe de tudo. A morte reina no mundo em guerra e reina também no mundinho imaginário no qual as crianças se refugiaram, um mundo no qual vivem uma terna e pura história de amor. Neste universo fechado, eles entregam-se a jogos pueris, e também mórbidos... Eles brincam com a morte. Juntos decidem criar um cemitério de animais e roubar algumas cruzes, sem a noção de sacrilégio. O escândalo rebenta...   Imagens
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Ficha Título Original: A Raisin in the Sun Ano/País/Gênero/Duração: 1961 / EUA / Drama / 128min Direção: Daniel Petrie Produção: Ronald H. Gilbert Roteiro: Lorraine Hansberry, Lorraine Hansberry Fotografia: Charles Lawton Jr. Música: Laurence Rosenthal Elenco: Sidney Poitier ... Walter Lee Younger Claudia McNeil ... Lena Younger Ruby Dee ... Ruth Younger Diana Sands ... Beneatha Younger Ivan Dixon ... Asagai John Fiedler ... Mark Lindner Louis Gossett Jr. ... George Murchison Stephen Perry ... Travis Younger Joel Fluellen ... Bobo Louis Terrel ... Herman Roy Glenn ... Willie Harris     Sinopse   A família Younger, frustada com a vida em seu espremido apartamento em Chicago, vê a chegada de um cheque de dez mil dólares de um seguro como a resposta para suas preces. A matriarca Lena Younger imediatamente usa-o como parte do pagamento de uma casa num subúrbio cujos vizinhos são, em sua maioria, brancos. Mas a família se divide quando Lena confia a aplicação do dinheiro ao irrequieto filho Walter Lee, contra os desejos de sua filha e da nora.       Imagens      
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Ficha Título Original: The Great Impostor Ano/País/Gênero/Duração: 1961 / EUA / Comédia Drama / 113min Direção: Robert Mulligan Produção: Robert Arthur    Roteiro: Robert Crichton, Liam O'Brien Fotografia:  Robert Burks      Música: Henry Mancini Elenco: Tony Curtis     ...    Ferdinand Waldo Demara Jr. / Martin Donner / Dr. Gilbert / Ben. W. Stone / Dr. Joseph Mornay / Robert Boyd Hammnd Karl Malden     ...    Father Devlin Edmond O'Brien     ...    Capt. Glover - HMCS Cayuga Arthur O'Connell     ...    Warden J.B. Chandler Gary Merrill     ...    Pa Demara Joan Blackman     ...    Lt. Catherine Lacey Raymond Massey     ...    Abbott Donner Robert Middleton     ...    R.C. Brown Jeanette Nolan     ...    Ma Demara Sue Ane Langdon     ...    Eulalie Chandler Larry Gates     ...    Cardinal Mike Kellin     ...    Clifford Thompson Frank Gorshin     ...    Barney Cindi Wood     ...    WAC Lieutenant Dick Sargent     ...    Hotchkiss (as Richard Sargent) Robert Crawford Jr.     ...    Fred Demara Jr. (as Robert Crawford) Doodles Weaver     ...    Farmer Hauling Fertilizer Ward Ramsey     ...    Lieutenant Commander Howard - HMCS Cayuga David White     ...    Dr. Hammond Philip Ahn     ...    Capt. Hun Kim Herbert Rudley     ...    Senior Officer Jerry Paris     ...    Defense Lieutenant Harry Carey Jr.     ...    Dr. Joseph Mornay Willard Sage     ...    Lt. Thornton     Sinopse   História baseada em fatos reais sobre um rapaz de inteligência fora do comum, mas que não tem paciência para os caminhos normais de se alcançar um objetivo. Ao perceber que ramente pessoas e instituições o questionam sobre a legitimidade de seus documentos, ele se aproveita do vacilo para se tornar fuzileiro naval, monge, cirurgião a bordo de um navio canadense e até mesmo guarda de um presídio.       Imagens  
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Parece incrível vendo as fotos de Jayne Mansfield, com toda a sua sensualidade, e seus trabalhos, mas ela, diferentemente de outras atrizes hollywoodianas, tinha uma diferença: por onde andava carregava seus filhos. Tanto que estava com eles quando a tragédia estava com eles quando a tragédia que lhe ocorreu e que lhe tirou a vida. Jayne sempre adminrou Marilyn Monroe, tanto que lhe imitou o estilo desde o início. Mas também tinha talento chegou a receber um Globo de de Ouro de revelação. Mas ao final da década de 50 sua carreira começou a definhar, e seu sonho de se tornar uma rival de Marilyn Monroe realmente foi para o ralo. O desespero foi tanto que ela chegou a aparecer nua em um filme chamado Promises! Promises! (1963). O filme foi um escândalo, e foi proibido em alguns lugares e em outros teve algumas cenas cortadas. A revista playboy chegou a publicar fotos do filme. Pronto, carreira no cinema em declínio, a única saída da mulher dos seios mais invejados de Hollywood teve que se contentar em se apresentar em nigh-clubs e festinhas particulares. Foi numa dessas viagens, acompanhada de três de seus filhos, Miklos (8 anos), Zoltan (6 anos) e Maria (3 anos), que aconteceu o acidente fatal que levaria sua vida e de seu advogado, Sam Brody. Seus filhos sofreram escoriações leves, pois estavam dormindo no banco traseiro. Os demais filhos de Jayne, Maria (16 anos) e Anthony (novinho ainda) ficaram em casa. A história de que a atriz teria sido decapitada não passa de uma lenda urbana. Na verdade a atriz usava uma peruca na hora do acidente, e a mesma foi encontrada a alguns metros do local. A notícia se espalhou através dos jornalescos e o público que adora uma tragédia engoliu a tal história. A atriz tinha apenas 34 anos. Jovem demais para morrer. De qualquer modo, ela ficaria feliz ao saber que uma de suas fihas, Mariska Hargitay, que segundo Dulce Damasceno de Brito, seria filha do brasileiro Nelson Sardelli hoje em dia é uma atriz de sucesso. Sucesso que ela tanto buscou, mas de certa maneira só conseguiu após a morte. Jayne e sua filha Mariska Sardelli e Mariska   Por Carla Marinho
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  Ficha Título Original: Cuesta Abajo Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / Argentina EUA / Musical Romance / 75min Direção: Luis Gasnier Produção: Samuel E. Piza e Carlos Gardel Roteiro: Alfredo Le Pera Fotografia: George Webber Música: Alberto Castellanos e Carlos Gardel Elenco: Anita Campillo (Rosa) Carlos Gardel (Carlos Acosta) Carlos Spaventa (Corrales) Guillermo Arcos (Don Pedro) Jaime Devesa (Bastida) Manuel Peluffo (Gutierrez) Mona Maris (Raquel) Suzanne Dulier (Aida) Vicente Padula (Jorge Linares)     Sinopse   O estudante de direito, Carlos Acosta (Carlos Gardel) se desvia de seu verdadeiro amor por causa de Raquel (Mona Maris), uma "femme fatale", com quem foge para Paris, e logo para Nova Iorque, trabalhando como bailarino de tango. Seu amigo Jorge (Vicente Padula), tenta impedi-lo de fazer uma burrada, aparecendo casualmente em Nova Iorque como capitão de um navio. Num café, da Big Apple, em uma cena dramática, Carlos cai na real e decide retornar para Buenos Aires com Jorge para lá encontrar o seu amor verdadeiro.   Assista Online       Imagens  
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Título Original: Affair in Trinidad Ano/País/Gênero/Duração: 1952 / EUA / Drama Noir Crime Musical / 98min Direção: Vincent Sherman Produção: Vincent Sherman Roteiro: Berne Giler e James Gunn Fotografia: Joseph Walker Música: George Duning Elenco Rita Hayworth ... Chris Emery Glenn Ford ... Steve Emery Alexander Scourby ... Max Fabian Valerie Bettis ... Veronica Huebling Torin Thatcher ... Inspector Smythe Howard Wendell ... Anderson Karel Stepanek ... Walters George Voskovec ... Doctor Franz Huebling Steven Geray ... Wittol Walter Kohler ... Peter Bronec Juanita Moore ... Dominique Gregg Martell ... Olaf, Fabian's Chauffeur Mort Mills ... Martin, Wittol's Henchman Ralph Moody ... Coroner Sinopse Chris (Rita Hayworth) passa a ser a principal suspeita do assassinato de seu marido e empresário. O seu cunhado irá ajuda-la a solucionar o caso, mas também se apaixona por ela. Assista Online Imagens
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Ficha Título Original: Cul-de-Sac Ano/País/Gênero/Duração: 1966 / Inglaterra / Comédia Suspense / 111min Direção: Roman Polanski Produção: Gene Gutowski Roteiro: Gérard Brach, Roman Polanski Fotografia: Gilbert Taylor Elenco: Donald Pleasence - George Lionel Stander - Dickie Françoise Dorléac - Teresa Jack MacGowran - Albie William Franklyn - Cecil Jacqueline Bisset - Jacqueline Ian Quarrier - Christopher Robert Dorning - Philip Fairweather Marie Kean - Marion Fairweather     Sinopse   Dois gângsters que têm o carro enguiçado quando estão em meio a uma fuga de um assalto fracassado decidem se esconder em um castelo medieval próximo, onde reside um excêntrico casal que é obrigado a ajudá-los a entrar em contato com seu chefe. É o início do desenvolvimento de uma estranha relação entre eles.       Imagens
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Cleópatra foi a última Rainha do Egito, descendente de Alexandre, o Grande, uma combinação de egípcios e gregos era conhecida por sua inteligência e beleza. Bem, beleza para os padrões de sua época, conforme demonstram imagens só agora descobertas. Sempre envolvida em mitos, foi interpretada por diversas atrizes, no cinema e na tv ao longo dos tempos. Eis algumas delas:   Jeanne d'Alcy em "Cléopâtre" (1899)   Florence Lawrence em "Antony and Cleopatra" (1908)   Theda Bara em "Cleopatra" (1917)   Ethel Teare em  "Anthony and Cleopatra" (1924)   Claudette Colbert em "Cleopatra" (1934)   Vivian Leigh em "César e Cleópatra" (1945)   Sophia Loren em "Due notti con Cleopatra" (1954)   Elizabeth Taylor em "Cleopatra" (1963)   Alessandra Negrini em "Cleópatra" (2007)   Por Carla Marinho
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Saiba um pouco mais sobre a carreira desse grande astro do cinema mudo, hoje esquecido.   Nascido em Council Bluggs, Iowa, Harry Langdon começou a trabalhar na Vaudeville aos 12 anos, após fugir de casa. Um de seus maiores sucessos foi o personagem em "Johnny's new car", número com o qual ele chegou a se apresentar por quase 20 anos. Filho do teatro, desenvolveu a pantomina (Representação das idéias através dos gestos, sem os recursos das palavras). Em 1923 assinou contrato com a Vitagraph Studios, onde estrelou uma série. Após um breve período, teve seu contrato comprado pela Keystone Studios, onde se tornou uma grande estrela.   No início de sua carreira, trabalhou bom tempo com Frank Capra, e juntos desenvolveram o personagem que o consagraria, de um homem-criança, que sempre tinha uma mãozinha de sorte para sobreviver aos problemas da vida. A maior parte de seus trabalhos foi realizada nos estúdios Keystone, de Mack Sennett, onde trabalhava também outros astros, como Charles Chaplin, Buster Keaton e Fatty Arbuckle. Em 1926 ele deixou os estúdios para fundar sua prórpia empresa, a Harry Langdon Corporation. Foi acompanhado por Harry Edwards, Frank Capra e Arthur Riplay. Infelizmente, achando que o sucesso vinha somente de seu personagem, Harry rompeu com Capra, que em muito contribuía na realização de seus filmes. Harry tinha medo que Capra pudesse lhe roubar a glória. Essa tornou-se a pior decisão de sua vida.  O desastre veio logo em seu primeiro filme solo, "Three's a Crowd", um filme altamente sentimental e que não agradou. O público também parecia cansado de seu personagem, logo ele, que no auge de sua carreira foi considerado um dos quatro maiores cômicos do cinema mudo e era um mestre na pantomina. Seu último filme mudo veio em 1928. Dentre seus maiores filmes destacamos O Homem forte (1926), Tramp, Tramp, Tramp (1926) e Calças Compridas (1927).   fcXRNYufWSM Seu personagem infantil não se adaptou muito bem aos filmes falados, pois sua magia estava justamente na pantomina.  Ele chegou a fazer oito curtas falados, mas logo se tornou claro que sua magia acabara e ele foi demitido. Em 1934, aos 50 anos, assinou com a Columbia, onde iria ficar nos próximos dez anos, fez alguns filmes, claras imitações dos seus realizados anos antes. Também chegou a trabalhar mais uma vez com Hal Roach, se tornando roteirista de Laurel e Hardy. Em 1938 ele chegou a fazer um personagem de um marido dominado pela mulher. Harry manteve-se ocupado até sua morte em 1944, de hemorragia cerebral. No auge de sua carreira ele chegou a ganhar a enorme quantia de 7.500 dólares semanais, uma verdadeira fortuna para a época, mas perto da morte era somente sombra do que fora. Quem o derrotou, na verdade, não foi a chegada do cinema mudo, que tantas carreiras ceifou, mas um ego inflado, que o fazia acreditar que era maior que todos, e que sozinho sobreviveria melhor do que partilhando os louros da glória.
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Ficha Título Original: Samba Ano/País/Gênero/Duração: 1964 / Espanha / Musical / Direção: Rafael Gi Produção: Cesáreo González Roteiro: Jesús María de Arozamena, Rafael Gil, José López Rubio Fotografia: Christian Matras, Gábor Pogány Música: Gregorio García Segura Elenco: Sara Montiel ... Belén / Laura Monteiro Marc Michel ... Paulo Fosco Giachetti ... João Fernandes de Oliveira Carlos Alberto ... Assis José Prada ... Oliveira's lawyer Zeni Pereira ... Trinidad Eliezer Gomes ... Negro gangster Antonio Pitanga ... Paulo's friend Álvaro Aguiar ... White gangster José Policena (as Jose Policena) Antonia Marzullo ... Belén's grandmother Grande Otelo ... Freitas Arlindo Rodrigues ... Himself / Salgueiro art director     Sinopse   A Escola de Samba Salgueiro está pronta para se apresentar no desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro com o enredo sobre a lendária Xica da Silva, e escolheu uma de suas passistas para interpretá-la. Entretanto, misteriosas pessoas pressionam e oferecem muito dinheiro para que outra moça seja a protagonista: Belém (Sara Montiel). Nada explicaria esta decisão, porém, há um motivo. Belém tem uma impressionante semelhança física com a ex-esposa de um perturbado e desequilibrado multimilionário. Ela agora enfrentará muitas dificuldades e encarará o preconceito para se apresentar pela escola, mas principalmente para lutar contra o desespero e ciúme do violento ricaço, e finalmente conseguir viver um grande amor com um jovem brasileiro. Curiosidades Apesar do filme ser ambientado no Brasil (mostrando toda a exuberância do Rio de Janeiro nos anos 60), o estúdio é espanhol e a estrela do filme também. Sara Montiel prova mais uma vez que não há fronteiras para sua arte, interpretando grandes composições, desde Ary Barroso a Herivelto Martins; O que não cola é um morro ainda idealizado, mas isso era de praxe no cinema da época, além disso, brasileiros falando espanhol em seu próprio país. Mas o filme com a super diva espanhola foi feito mesmo para ser visto por seu público, daí fácil aceitar essas falhas. Na época isso nem era falha e todos aceitavam. No geral, vale muito a pena assistir este filme, é como uma viagem no tempo.   Imagens
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Ficha Título Original: Snow White and the Three Stooges Ano/País/Gênero/Duração: 1961 / EUA / Comédia / 107min Direção:  Walter Lang / Frank Tashlin Produção: Charles Wick Roteiro: Noel Langley e Elwood Ullman      Fotografia:  Leon Shamroy    Música: Lyn Murray     Elenco: Carol Heiss ... Snow White Larry Fine ... Larry Joe DeRita ... Curly-Joe Moe Howard ... Moe Edson Stroll ... Prince Charming Patricia Medina ... Queen / Witch Guy Rolfe ... Count Oga Michael David ... Rolf Buddy Baer ... Hordred Edgar Barrier ... King Augustus Peter Coe ... Captain Marie Blake ... Servant Mark Bailey ... Captain of the Guard Bill Blackburn ... Skater Mel Blanc ... Quinto (voz) Richard Collier ... Turnkey Craig Cooke ... Prince Gloria Doggett ... Specialty Skater #1 Leslie Farrell ... Snow White at Age 4 Herbie Faye ... Head Cook Sam Flint ... Chamberlain Edward Innes ... 2nd Cook Kenner G. Kemp ... Villager Chuck Lacy ... Frederick Robbi Lalonde ... Snow White as a Child Owen McGiveney ... Physician Leon McNabb ... Specialty Skater #2 Lisa Mitchell ... Linda Burt Mustin ... Farmer     Sinopse   Baseado no conto de fadas clássico, Larry, Moe e Curly Joe (Os Três Patetas) para substituir para os Sete Anões, enquanto a princesa Branca de Neve (Campeã Olímpica de patinação artística, Carol Heiss) é forçada a fugir de sua madrasta ciumenta, a rainha (Patricia Medina), que toma medidas drásticas para garantir que nunca a Branca de Neve suba ao trono.       Imagens  
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A primeira oportunidade que Sophia Loren teve no cinema foi numa cena de multidão no filme Quo Vadis, junto com outros 3 mil figurantes. Além disso Sophia Loren tem 6 dedos no pé esquerdo. Joan Crawford não filmava quando estava menstruada. As primeiras cenas de nudez no cinema já começavam a acontecer a partir de 1916. As pioneiras na ousadia foram as atrizes Anne Kellerman em Daughter of The Gods (1916) e June Caprice em The Ragged Princess (1916). Em 1936, o Código Hays baniu a nudez das telas. Anne Kellerman (em Daughter of The Gods) Segundo experts nos bastidores de Hollywood, o filme A Malvada (a história de uma fã que se aproxima de uma atriz famosa e, aos poucos, ocupa seu lugar), com Bette Davis e Anne Baxter, teria se baseado em uma situação real. Qualquer semelhança entre o mostrado no filme e o acontecido entre a atriz Tallulah Bankhead e Lizabeth Scott não seria mera coincidência. Katherine Hepburn, que tinha horror a cabelo sujo, chegava a cheirar a cabeça dos membros das equipes de filmagens para saber se estavam bem lavadas. Oficialmente Clark Gable teria tido somente um filho, mas reza a lenda, que a Loretta Young, após os terem feito um filme juntos, teria “sumido” e aparecido com uma menina adotada, que, coincidência ou não, lembrava Gable: tinha os mesmos olhos e orelhas de abano (corrigidas posteriormente com cirurgia)... Mariska Hargitay, filha de Jane Mansfield é filha do cantor paulistano Nélson Sardelli que foi companheiro de Jane e não de Mickey Hargitay ex-marido dela que assumiu a paternidade da menina sem problemas. Maureen O'Hara sofria de bulimia, numa época em que nem se sabia o que era isso. Em 1957, logo após o término das filmagens de Teu Nome é Mulher, comédia em que Lauren Bacall contracenava com Gregory Peck, Humphey Bogart morreu de câncer. Após onze anos de união, ela perdeu a pessoa que mais amava. Ele era mais do que um simples amor, era o pai que ela jamais teve. Com o falecimento de Bogart, Hollywood quis esquecer Lauren, pois sempre a consideraram apenas como a Sra. Humphrey Bogart. Frank Sinatra quis lhe oferecer apoio "emocional", se é que vocês me entendem, mas a viúva, gentilmente negou o galanteio do ator, amigo de Bogart. Frank Sinatra, Bing Crosby, Fred Astaire, Gene Kelly e Burt Lancaster, dentre outros, eram carecas.   Clark Gable tinha os dentes tortos, e teve que arrancar todos. Usava chapa. E James Dean perdeu os dentes da frente quando tinha 8 anos de idade. Como seu tio era dentista, colocou uma prótese que usou até morrer. A mãe de Cary Grant vestia ele de menina até os 5 anos de idade. Ela era doente mental e foi internada. Seu pai lhe informou que ela sumiu e ele não teve notícias mais dela. Após isso Cary só foi encontrá-la adulto, depois de famoso e cuidou dela até a morte da mesma.   Por Carla Marinho
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"Tenho uma idade em que inveja e ciúme já não fazem mais parte do meu repertório. Há muito me conformei com a minha feiúra. Assim como me conformei com a beleza dos outros. Todos nós somos famintos de elogios". (Bette Davis) No dia 5 de abril de 1908, em Massachussets, nascia Ruth Elizabeth Davis. Considerada feia por alguns, mulher de gênio forte por outros, mas unanimemente considerada uma das maiores atrizes que o cinema e o teatro já conheceram. Sua mãe fora abandonada pelo marido, e ensinou-lhe desde cedo a lutar pelo que queria. Uma noite ela foi ver o espetáculo "The wild Duck", de Henrik Ibsen, onde viu a atriz Peg Entwistle atuar magistralmente. Peg Entwistle Decidiu ali que teria que ser uma atriz. Iniciou sua luta, inscrevendo-se em algumas escolas, e após algumas recusas, entrou na John Murray Anderson School of Theatre. Por não ter uma beleza convencional, encontrou dificuldades para adentrar no mundo da 7ª arte, mas a Universal resolveu dar-lhe um nome, Bettina Dawes, posteriormente transformado em Bette Davis, e um contrato curto. Em 1931 estreava a atriz em "The bad sister" , filme de estréia também de Humphrey Bogard. Na Universal ela foi pouco valorizada, sendo inclusive emprestada para outros estúdios e não teve o contrato renovado. Nesse ínterim, Bette já resolvera arrumar suas malas e voltar para o teatro, mas nesse meio tempo recebeu a ligação de um ex-professor de teatro, George Arliss, que a convidava para fazer "The man who played god", pela Warner Bros. Ela aceitou e sua carreira deslanchou. Bette em "The bad sister", 1931 Sucessos sucederam-se e Bette interpretaria daí para frente as mais diversas mulheres: em tela foi babá, sogra, mãe solteira, aristocrata, velha ranzinza, rainha, louca, boa, má... mulheres essas que lhe renderam 11 indicações ao Oscar (curiosamente ela só recebeu 2, no início de sua carreira, por "Dangerous" e "Jezebel"). Decidida, a atriz resolveu cancelar seu contrato com a Warner quando sentiu que não estava sendo valorizada com bons papéis. Por decisão da justiça, ela foi obrigada a cumprir o contrato, porém a partir daí foram-lhe oferecidos melhores papéis. O ano de 1938 traria um dos melhores filmes de Bette: Jezebel. Bette Davis em Jezebel (1938) Jezebel é considerado por muitos uma espécie de teste ou Prêmio de consolação por a atriz não ter conseguido o papel principal em "E o vento levou". Consolação ou não, a atriz acabou levando o seu segundo Oscar pelo filme. Nesse momento ela já era considerada uma das estrelas mais bem pagas de Hollywood, e também um grande sucesso de bilheteria. Sucessos seguiram-se, com "Dark victory" (Vitória amarga), em que interpreta magistralmente uma mulher que está prestres a morrer com um tumor malígno (nos bastidores a atriz teria ficado irritada com a trilha sonora escolhida para o filme na hora em que ela desce as escadas, já cega). "The private lives of Elizabeh and Essex" (onde reclamou ao atuar ao lado de Errol Flynn, que considerava um canastrão) e  "The letter" (um de seus maiores triunfos), dentre tantos outros. Bette e Errol em The private lives of Elizabeh and Essex, ela o achava um ator canastrão.   Mas "All About Eve" (sob tão desastroso título em português de "A malvada") acabou sendo seu maior sucesso. Anne Baxter foi sua antagonista, e juntamente com ela, indicada ao Oscar. Nenhuma das duas ganhou esse ano. Foi um ano complicadíssimo, em que ótimas atrizes concorreram. Além de Bette e Anne, concorreram tambémEleanor Parker (por Caged), Gloria Swanson (por Crepúsculo dos Deuses), e Judy Holliday, a vencendora (por Nascida Ontem). All about Eve, 1950 (Marilyn Monroe como figurante)   Em 1962 Bette dividiria a cena com a também grande Joan Crawford em What Ever Happened to Baby Jane? (1962): brigas de bastidores entre duas atrizes de gênio e egos tão imensos dariam outro filme à parte. Com direito a mitos criados ou fofocas que nunca saberemos se foram reais como o fato de Bette Davis só beber coca-cola sabendo que Joan era casada com o dono da Pepsi ou Joan ter derrubado e quase fraturado as costas de Bette durante as filmagens, deixando-a de molho durante várias semanas.   Mas o resultado de duas atrizes tão consagradas nas telas foi tão positivo que os produtores quiseram ter as duas novamente juntas e insistiram em outro projeto, chamado "Hush, Hush, Sweet Charlotte", mas depois de muitas conversas e algumas cenas gravadas, o clima voltou a ficar tenso e Joan desistiu do projeto. Davis chamou sua velha amiga Olivia de Havilland, uma outra grande atriz, para assumir o papel no lugar de Joan, e o filme foi feito na maior tranquilidade, mas não teve o mesmo sucesso que teria se fosse com a Crawford, sem dúvida. Algumas fotos publicitárias chegaram a ser feitas para o filme. Joan e Bette nas fotos publicitárias de "Hush, Hush, Sweet Charlotte"   O tempo urge, e quando o cinema não mais a quis, a atriz voltou-se para a televisão, atuando em séries e filmes, como "The Dark secret of Harvest Home" e "Death on the Nile" (Morte sobre o Nilo). O final da vida para ela foi de algumas homenagens, após uma vida de trabalho. Um último golpe ainda lhe esperava, em seus tempos finais, quando sua filha Bárbara escreveu um livro denunciando que Bette tinha sido uma péssima mãe. A atriz a retrucou em uma biografia escrita posteriormente, e a deserdou. Bette e sua filha Bárbara   O livro escrito por sua filha suscitou dúvidas, porém alguns amigos e ex-companheiros foram a público renegar a história contada por Bárbara. Em 1989 Bette se despedia do público, no filme "The Whales of" (Baleias de agosto), onde contracenou com a grande dama do cinema mudo, Lilian Gish (na época com 93 anos). O último de ambas. Ela não veria a estréia do filme, e morreria de câncer, na França, aos 82 anos. Não morreria seu legado. Para os que colocam a beleza acima de todas as outras dádivas, fica a história desta mulher, incansável em suas lutas, e que foi capaz de colocar um anúncio de jornal oferecendo seus serviços de atriz quando não mais a procuravam. Enquanto outras atrizes refugiaram-se quando a velhice chegou, trancafiando-se em suas casas, para que não vissem o tempo e as rugas que chegavam, Bette as mostrou nas telas, nas ruas, nas fotos, onde quer que estivesse. Porque, como disse ela, isso era o que menos importava. Importou sua arte, o legado deixado, sua força e perfeição. Nossos aplausos a uma das maiores atrizes que o mundo já conheceu, e que nos presenteou nas telas até a sua morte, aos 81 anos.   Por Carla Marinho
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Crescer não é uma situação fácil, crescer na frente das telas, sob os olhares do mundo, cobrando posturas, imagens e modelos, é pior ainda. A primeira atriz "mirim" que alcançou grande notoriedade foi Mary Pickford, canadense, que realizou filmes como The Poor Little Rich Girl, Stella Maris, Pollyanna, na era do cinema mudo. Mas, apesar de sua imagem angelical, de ter menos de 1:50 de altura e se vestir com trajes infantis, a atriz já tinha quase 30 anos quando fazia papéis de criança, isso fez com que ela não sofresse traumas que outros astros soufressem posteriormente. A imagem em preto e branco ajudava. Seus filmes acabaram servindo de inspiração para outra atriz mirim que viria posteriormente, Shirley Temple. Mary Pickford em Pollyanna Depois de tantos filmes em que fazia sempre o papel de crianças ou adolescentes, Mary cansou-se dessa imagem angelical e tão diferente de sua personalidade e lançar-se como uma atriz adulta. Cortou os cachinhos e fez "Coquette", seu primeiro filme falado que rendeu-lhe um Oscar. Sua carreira, porém, não sobreviveria aos "falados", embora Pickford tenha se tornado uma das atrizes mais ricas e influentes do cinema silencioso. Mary e seu Oscar por Coquette   Outros astros mirins trabalhavam nas produções, mas sem grandes destaques, como Edward Peil Jr., Lewis Sargent, Wesley Barry, Breezy Eason Jr., Baby Blanche Pickert, Gladys Egan, Zoe Rae, entre outros. Mas a primeira grande sensação infantil verdadeiramente, chamava-se Baby Peggy (Margarete Montgomery), uma das mais populares atrizes do cinema mudo, tendo realizado mais de 15 filmes. Todos achavam bonitinha a tentativa da pequena em imitar atrizes como Pola Negra e a própria Mary Pickford. Baby Peggy Baby Peggy hoje em dia, ainda dá palestras. Sua fama foi tão grande que começaram a vender bonecas e artigos com o seu nome. Judy Garland, ainda criança, era uma de suas fãs, e tinha uma de suas bonecas. "Era uma de minhas grandes ídolas", diria mais tarde. Seu maior "rival" era Jackie Coogan na época. Sua fama, porém, também não sobreviveu a adolescência, e ela retirou-se da vida pública no final da década de 30, devido, em parte, a brigas familiares em torno do dinheiro. Alguns filmes seus foram regravados por Shirley Temple, uma década depois, como "Captain January". Hoje seus filmes são raríssimos de serem encontrados e o que temos dela são somente imagens fotográficas. Jackie Coogan, o primeiro mega astro infantil, surgiria para a fama depois de ser descoberto no teatro por ninguém menos que Charles Chaplin. Com ele brilhou em "The Kid" (O garoto). Depois disso seus pais começaram a explorá-lo em papéis parecidos com o garoto. Considerado o primeiro grande star mirim e foi na época um dos mais bem pagos, faturando algo em torno de 4 milhões de dólares até a adolescência, época que também teve que despedir das telas. Com o divórcio dos pais, ficou sem dinheiro algum, o que levou a criar uma lei de proteção às crianças que trabalham no cinema, conhecida como a Lei Coogan, que os protege justamente desses casos. Coogan ficou pobre e teve que recorrer a quem lhe deu a mão pela primeira vez: Charles Chaplin. Chaplin lhe deu uma ajuda de custo, mas Jackie só voltaria às telas já quase idoso, em filmes de terror e na série televisiva Família Addams. Jackie Coogan na Família Addams.   O final da década de 30 traria outro grande fenômeno, Shirley Temple. A garota que todos os pais queriam ter e todas as meninas queriam ser virou febre nos Estados Unidos, estampando roupas, bonecas, cadernos... Shirley, aos 5 anos atuava, sapateava, cantava, dançava e encantava a todos com as covinhas e cachinhos que lhe eram tão marcantes. Exatamente 52 cachinhos, segundo sua mãe Gertrude. Alguns filmes de Mary Pickford foram refeitos com ela, como "Miss Annie Rooney", mas seus grandes sucessos foram mesmo "Heidi" e "The blue bird" (O pássaro azul). Judy Garland, já uma adolescente na época, foi a primeira opção, mas como era desconhecida do público, Shirley foi convidada para interpretar Dorothy em "O Mágico de Oz". Foram feitos testes de voz, já que o filme seria musical, mas Shirley não agradou, apesar dela ter cantado em outros filmes. Mas em questão de voz, como ela haveria de competir com Judy Garland? Além disso, o estúdio pôs impecilhos e não quis emprestá-la de qualquer maneira, colocando-a para interpretar The Blue Bird no mesmo ano. Judy acabou ficando com aquele que acabou sendo o filme de sua vida, e Shirley com a decepção da sua. Shirley em O Pássaro Azul O interessante é que tanto O Mágico de Oz quanto O Pássaro Azul são ótimos filmes. Tivessem sido lançados em anos diferentes o efeito teria sido diferente, mas o filme de Shirley foi totalmente ofuscado pelo de Judy Garland. Além disso a estrelinha começava a crescer e a perder a graça de antes. A adolescência chegou, e a atriz retirou-se para uma "vida comum", terminando seus estudos. Ainda fez mais alguns filmes adolescentes, porém a carreira não decolou. Shirley dedicou-se a vida política, posteriormente, tornando-se membro do Partido Republicano e embaixadora, afastando-se definitivamente das telas. Shirley Temple Outro ator que parece ter nascido nos palcos: aos 5 anos já fazia participações em filmes mudos, porém seu boom aconteceu na década de 30, onde se tornou o garoto tipicamente americano foi Mickey Rooney. Ele é um dos maiores atores já visto em Hollywood: ia da comédia ao drama ou musical, e foi um dos poucos que conseguiram ultrapassar a barreira da infância. Durante a década de 40 foi responsável por boa parte das comédias familiares, participando de filmes de entretenimento num período de guerra. Só a série de filmes Andy Hardy (em que ele tinha o nome homônimo) teve 16 episódios, com a participação de atrizes que mais tarde fariam sucesso próprio, como Judy Garland e Lana Turner, dentre outros. Mickey ainda está vivo, e atuando, tornando-se portanto um dos atores com a carreira mais estável. O único ator que atuou no cinema silencioso (ainda vivo) e atuante. Nada mal para um baixinho, rechonchudo e de certa forma feio. Prova que para alguns, Hollywood não foi vilão de suas vidas.   Outra que iniciou cedo a carreira foi Elizabeth Taylor. Sua mãe tencionava criá-la para ser uma dama e casá-la com um um homem aristocrata. Mas os planos mudaram quando eles saíram da Inglaterra para os Estados Unidos. Sua carreira iniciou-se aos 10 anos em " There's One Born Every Minute", mas só foi deslanchar mesmo em "Lassie Come Home". Pode-se dizer que Elizabeth foi uma das poucas que não tiveram dificuldades em ultrapassar a barreira do tempo, pois sua carreira segui-se por toda a vida. Durante a adolescência passou tranquilamente com filmes como "Cynthia", "A Date with Judy" e "Little Women". E quando ela casou-se os estúdios aproveitaram para lança-la como atriz adulta em "Father of the Bride" e "Father's Little Dividend". Durante a fase adulta vieram sucessos como The Last Time I Saw Paris, Giant, Suddenly, Last Summer, Cat on a Hot Tin Roof, Who's Afraid of Virginia Woolf?, dentre outros. Realmente uma das poucas a sobreviver ao ostracismo.   Margaret O'Brien já nasceu numa família circence.Chamou a atenção como Tootie no filme Meet me in St. Louis em que dançava ao lado de Judy Garland. Segundo Margaret, Judy, que teria sofrido horrores ao crescer nos estúdios a teria chamado em um canto e dito que sentia pena dela, que cuidaria dela durante as filmagens e que não deixaria ninguém tratá-la mal. Mas Margaret contou, anos depois que nunca chegaram a tratá-la mal, talvez por causa das leis que já obrigavam os estúdios a não explorarem as crianças de uma forma abusiva. Apesar de ter feito mais alguns filmes, sua carreira não passou dos anos 50 e da adolescência.   Patty Duke iniciou a carreira em comerciais e fazendo participações em programas de Tv. Seguiu para o teatro, onde ficou em cartaz na Broadway por quase dois anos com "The miracle worker" (O milagre de Ann Sullivan). Posteriormente a peça teve os créditos comprados para o cinema, e transformou Patty em atração, com uma atuação única e marcante de Hellen, uma garota cega e surda, que a grosso modo é educada para sobreviver por Ann Sullivan. Patty Duke em O Milagre de Ann Sullivan O papel acabou lhe rendendo um Oscar de Melhor atriz coadjuvante. Após alguns filmes, a atriz ganhou um programa de tv com seu próprio nome, "The Patty Duke show", que durou três temporadas, sendo indicada ao Emmy. Filha de pai alcoólatra e mãe maníaco depressiva, após a separação deles, Anna Marie (seu nome verdadeiro) foi "preparada" para ser uma atriz pelos seus tutores, John e Ethel Ross, que lhe submetiam a treinos extenuantes e não a deixavam descansar, fazendo-a sentir-se uma prisioneira em sua própria casa, enquanto na frente das câmeras posavam de família perfeita. Segundo Patty, durante o período em que esteve sob tutela dos Ross, sofreu os mais diversos tipos de abuso, do sexual ao psicológico. Finalmente, aos 18 anos, livrou-se deles e pôde seguir sua vida. Participações em filmes e programas de tv fazem parte de sua rotina. Tatum O’neal Outra jovem atriz teve problemas emocionais. Tatum O’neal estreou ao lado do seu pai Ryan O’Neal, no filme "Paper Moon" (Lua de papel), e neste mesmo ano arrebatou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante, deixando para trás atrizes como Linda Blair e Candy Clark. Tinha só 10 anos e foi a mais jovem atriz a receber um Oscar na categoria. Seguiram-se The bad news Bears (Garotos em ponto de bala) e Little Darlings, dentre outros sucessos. "Certain Fury" (Choque mortal) foi seu último filme de destaque. Problemas com drogas, perda de guarda dos seus 3 filhos, abuso sexual na infância pelo próprio pai, traumas, tudo isso foi colocado na auto biografia de Tatum, "Uma vida de papel"; trazendo-a de novo aos holofotes, com a chocante história por trás da menina de ouro de Hollywood.   Jodie Foster   Alicia Christian Foster, mais conhecida por Jodie Foster, também começou sua carreira em comerciais, aos 2 anos de idade. Seguiu fazendo pequenos papéis, mas o boom de sua carreira aconteceu já na sua adolescência, quando fez a controversa prostituta em Táxi Driver, de Martin Scorcese. Sua atuação foi tão marcante que "inspirou" um psicopata a tentar assassinar o presidente dos Estados Unidos, deixando a atriz bastante abalada ao saber que ele o fizera para chamar a sua atenção. Jodie continua na ativa, tendo passado a infância, adolescência e hoje firmando-se como uma das melhores atrizes de sua geração, como produtora, diretora, atriz e ganhadora de 02 Oscars. Drew Barrymore   De outro lado a tradição: a família Barrymore vem há mais de um século trabalhando no meio artístico: neta de John Barrymore e sobrinha-neta de Ethel e Lionel, Drew Barrymore parece ter sido destinada às artes. Aos 9 meses aparecia em comerciais, e aos 2 tinha sua estréia no filme "Suddenly love". 1982 trouxe o fenômeno "ET" (O estraterrestre), e todos se apaixonaram pela garotinha de 7 anos. Ela já tinha feito testes para ser a Carol Ann em "Poltergeist". Drew entregou-se às drogas e bebidas logo cedo, perdendo papéis e ganhando fama de garota problemática: tinha tudo para ser uma estrela decadente, aparecendo somente em péssimos filmes. Adolescente, lançou um livro auto biográfico, "Little girl lost", onde falava dos problemas que tinha enfrentado até então. Na década de 90, a atriz começou a dar a volta por cima e seguir sua vida e carreira, recuperando-se dos vícios que iniciou aos 8 anos. Drew hoje é atriz e produtora, sendo considerada uma das queridinhas dos Estados Unidos.   Outros nomes recentes, como Haley Joel Osment (Forrest Gump e The Sixt Sense – O sexto sentido), Emma Watson, Daniel Radcliffe e Rupert Grint (da série de filmes Harry Potter) e Dakota Fanning (Dreammer – Sonhadora) são os novos astros que surgem a cada dia. Uns terão vida curta na mídia, outros sobreviverão. Nem todos deixarão marcas. Eles não estão aí para dar exemplos, estão para viver. Mas a vida não é fácil. Para nenhum de nós. Tantos seriam os citados aqui, como bons ou maus exemplos. Mas equivocados estaríamos mais uma vez, pois não se trata de quem seja ou não bom, mas quem teve ou não divulgada a sua real condição humana. Aguardemos o futuro, para visualizar estes que aqui estão. Dizíamos no início que não é nada fácil crescer em meio aos holofotes. Menos fácil ainda é sobreviver a eles e contar sua própria história.   Por Carla Marinho
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Quando o som ainda não existia, os gestos e o olhar tornaram-se o princípio de tudo. No início havia um certo de temor dos atores em serem reconhecidos, pois a nova arte ainda caminhava, e muitos a viam como arte menor; Algo parecido com o que ocorre hoje em dia entre os que fazem cinema e os que fazem televisão. Além disso, os produtores negavam-se a colocar os créditos, temerosos que futuramente os astros, já famosos, pedissem cachês mais altos. Diante disso, as atrizes eram conhecidas pelos nomes das Companhias onde trabalhavam. Florence Turner   Assim, Florence Turner ficou conhecida como a "Vitagraph girl". Turner estreara na Vitagraph em 1906, e se tornara a atriz mais popular da companhia. Florence Lawrence era a sua rival mais direta na Biograph, sendo mais conhecida como a "Biograph girl". Após alguns sucessos como Ressurrection, Lawrence recebeu uma proposta para tornar-se a "Imp girl", em outra companhia. Um golpe publicitário foi lançado (um dos primeiros em termos de marketing hollywoodiano) em que publicaram nos mais diversos jornais que a jovem atriz teria sido atropelada. Florence Lawrence Com o sucesso crescente do cinema, a partir de 1910 já era impossível ocultar o nome das estrelas. E surge Mary Pickford, a "The Girl With The Curls" (Garota de cachinhos), uma canadense acabou por se tornar a primeira namoradinha da América. Pickford vinha do teatro, e fez sucesso interpretando adolescentes e crianças, graças a sua baixa estatura, sendo lançada no cinema por David Griffith. Mary Pickford   Em 1918 era a atriz mais bem paga do cinema americano, fazendo mais de 200 filmes (a maioria mudo) e fundando, juntamente com Charles Chaplin, Douglas Fairbanks (seu marido na época) e D.W. Griffth a United Artists, sua própria companhia de filmes. Sua imagem angelical acabou por influenciar outras atrizes que vieram, como Mae Marsh e Olive Thomas. Mary ganhou seu Oscar pelo filme Coquette, onde, curiosamente, interpretava uma mulher compatível com sua idade e sem seus famosos cachinhos dourados. Sua cunhada, Olive Thomas (casada com o também ator Jack Pickford), graças ao seu carisma conseguiu enorme sucesso nas telas. Olive Thomas Chamando a atenção desde criança com seus olhos violetas (sim, antes dos famoso olhos violetas de Liz Taylor existiram os de Olive), ela ganhou alguns concursos de beleza e fez parte das dançarinas do ziegfeld Folies. Em 1916 ela estreou em Hollywood, assinando com a Selznick Pictures. Em suas fotos publicitárias Olive aparece sempre angelical e com um ar saudável, o que destoava com a sua vida privada, regada a orgias, drogas e bebidas desenfreadas. O casamento com Jack Pickford (também famoso por seus vícios) viria para apaziguar uma possível revelação do seu passado. Não foi suficiente: após uma noite de farras e drogas, Olive foi encontrada morta, provavelmente de overdose de medicamentos. Olive Thomas e Jack, irmão de Mary Pickford Tinha somente 26 anos. Cogitou-se que sua morte foi devida a uma combinação errada de bebidas e comprimidos, mas também comentou-se que ela teria ingerido uma dose enorme de uma medicação utilizada na época para combater a sífilis, prescrita por seu marido Jack. Falou-se também em suicido. Depois das investigações, a morte foi considerada acidental, Jack liberado e Olive Thomas esquecida. Theda Bara   Por outro lado haviam as vamps, mulheres egoístas e capazes de tudo para satisfazer o seu ego e conseguir dinheiro e fama, passando por cima de tudo. Mulheres "fabricadas" para chocar a sociedade. Nessa classe, a primeira a ganhar destaque foi Theda Bara, nascida em Ohio, mas, para aumentar a áurea de mistério, dizia-se que era filha de um artista francês com uma amante árabe. Foi divulgado que seu nome era um anagrama de Arab Death (morte árabe). Pronto, eis um ícone. Foram ao todo 40 filmes, com personagens como Cleópatra e Salomé, mas boa parte do que foi produzido foi perdido. Theda, na verdade, mantinha uma vida discreta. Clara Bow Ao contrário de sua contemporânea Clara Bow, um dos símbolos sexuais mais marcantes do cinema, e que tornou-se mais lembrada por seu comportamento fora das telas do que nela. Clara começou a carreira ganhando um concurso de beleza, e com isso uma aparição rápida numa película. "It" (1927) acabou sendo seu maior sucesso, passando então a ser conhecida como garota "It", numa clara referência ao filme. A atriz seria protagonista do primeiro filme a ganhar o Oscar, "Asas". Aos 25 anos já tinha realizado mais de 50 filmes. Os escândalos eram freqüentes (homens e mulheres iam e vinham em sua vida, enquanto a bebida e os jogos lhe corrompiam). Conhecida como ninfomaníaca, teve entre seus amantes Gary Cooper, Eddie Cantro, Bela Lugosi (!), Rex Bell (com quem casou). Foi quando chegaram os filmes falados e a decadência na carreira. Sua voz em nada ajudou, alguns problemas mentais (herança materna) tomaram conta dela e ela acabou abandonando as telas. Ah... Louise Brooks... Esquecida durante muito tempo, após a década de 60 tornou-se cult. Teve uma carreira cinematográfica curta (24 filmes entre 1925 e 1938), porém marcante. O corte melindrosa, foi amplamente divulgado após ela aparecer com ele em filmes como "Pandora’s box" . A atriz tinha uma personalidade forte, e negava-se a seguir à cega as ordens, o que lhe rendeu a fama de má profissional e explosiva. Após ser renegada pelo cinema americano, Louise que, assim como Olive Thomas, foi uma ziegfeld girl, retornou às raízes, tornando-se dançarina e posteriormente professora de dança. Dizia-se que em determinado momento de sua vida, também foi prostituta, mas revelou-se uma ótima escritora, relatando fatos de sua vida em seu livro "O diário de Lulu". Tantas foram as estrelas, hoje já esquecidas na poeira do tempo... Imagens distorcidas, de um tempo em que vida e filme se confundiam. Elas fizeram a alegria e a tristeza daqueles primeiros amantes da arte cinematográfica. Seus filmes e suas imagens seriam esquecidos, porém nunca apagados. Por Carla Marinho
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  Mais de 30 anos de carreira, que poderiam ter rendido mais do que os 19 filmes, mas que mesmo assim mostraram várias facetas de seu trabalho, rendendo-lhe 2 Oscars. O casamento com um dos maiores atores ingleses, que acabou colocando-os num patamar de nobreza britânica. A fama de beleza e felicidade, mas que escondia  do grande público uma doença constante e progressiva: a bipolaridade. Hoje, quatro décadas após sua morte, a sua obra é reconhecível, mas sua personalidade permanece intocada, nunca verdadeiramente conhecida ou entendida. Ainda ficamos maravilhados com a sua beleza e talento levados aos filmes e a sua performance naqueles que são considerado dois dos maiores papéis femininos já criados, Blanche Dubois e Scarlett O’Hara. Essa é Vivien Leigh. Ela costumava dizer que havia um pouco dela em cada personagem que representava, fosse a Cynthia de "Fogo sobre a Inglaterra", Elsa de "Um Ianque em Oxford" ou Scarlett de "E o vento levou", mas foi  Blanche de "Um bonde Chamado desejo", com toda a sua inconstância,  quem chegou mais perto de sua real personalidade. Vivian Mary Hartley nasceu em 1913, na Índia, onde seu pai trabalhava como corretor da Bolsa de valores, passando boa parte de sua primeira infância lá. Seu pai gostava de teatro, e se emocionou com a primeira performance teatral de sua filha, aos 3 anos, recitando poesias. Aos 6 , sua mãe achou que ela deveria ter uma educação inglesa, e a garota foi mandada para um convento, onde permaneceu longe da família. Lá ela fazia pequenas peças, tornando-se uma das garotas mais populares da escola.   Aos 15 voltou a viver com os pais, e a viajar. Aos 19 anos casou-se com Leigh Holman, advogado, 12 anos mais velho que ela, e no ano seguinte já era mãe. Após o parto, Vivian foi estudar na Royal Academy of Dramatic Arts, conseguindo pouco tempo depois algumas pontas em filmes. Foi então que mudou seu nome de Vivian para Vivien, acrescentando o sobrenome do marido, Leigh. “Look up and laugh” de 1935 foi um dos seus primeiros filmes. Sua voz fina e seu rosto rechonchudo levavam a crer que não teria muito futuro, mas ela seguiu no teatro, e fez um enorme sucesso com  “The mask of Virtue”, chamando a atenção do ator Laurence Olivier. Olivier já tinha a carreira estabilizada no teatro, e Vivien, assim como todos, desejava trabalhar ao seu lado. O inevitável aconteceu e eles cabaram se apaixonando. Foi um relacionamento problemático no início, pois ambos eram casados e com filhos.  Em 1937 estrelaria seu primeiro filme ao lado de Olivier, “Fogo sobre a Inglaterra”. Olivier e Vivien em "Fogo sobre a Inglaterra" Em “Tempestade num copo dágua”, ao lado de Rex Harrison, ela provou que podia fazer comédias. No mesmo ano ela faria sucesso ao lado de Charles Laughton, como uma artista de rua em “St. Martin’s Lane”. Apesar de ter aparecido em 10 peças e 10 filmes ainda não era reconhecida fora da Inglaterra. Foi quando soube dos testes para elenco de "E o vento levou", versão cinematográfica do livro de Margaret Mitchell, ambientado na guerra civil americana. Ela decidiu ir à América para tentar, e foi a 244ª atriz a fazer os testes. Tinha 26 anos. Sua escolha causou enorme surpresa aos fãs da obra, pois o papel de uma heroína tipicamente sulista era entregue a uma inglesinha. Deixara para trás atrizes como Paulette Goddard, Katherine Hepburn e até mesmo Bette Davis. Mas o resultado provou ser justo, e a Scarlett de Vivien cativou milhares de fãs no mundo inteiro. Com o filme ganhou o seu primeiro Oscar. Em 1940 a atriz voltou a contracenar com Robert Taylor, em “A ponte de Waterloo”, que ela considerava seu filme favorito. Neste mesmo ano ela divorciou-se de Leigh, dando-lhe a guarda de Suzana, sua filha de 6 anos, e casou-se com Olivier. Estrelaram mais um filme juntos, “Lady Hamilton, a divina Dama”. Vivien seguiu paralelamente sua carreira no cinema e no teatro, encenando peças de Bernard Shaw. Quando filmava “Cesar e Cleopatra”, a atriz caiu no set e sofreu um aborto. Foi também durante esse período começaram a surgir os primeiros sintomas de sua doença emocional. Em 1945 Vivien aceitou outro papel no teatro  em “The skin of our Teeth”, tendo seu primeiro esgotamento físico e sendo forçada a se retirar da peça por ser diagnosticada com tuberculose. Vivien também sentia-se frustrada, pois, sabendo dos planos de seu marido Olivier, de trazer “Hamlet” para as telas, ofereceu-se para o papel de Ofélia, mas ele acabou escolhendo uma atriz mais jovem. Ela seguiria fazendo “Anna Karenina”, ao lado de Ralph Richardson, no cinema, um de seus grandes fracassos. Em 1950 a atriz aceitou o desafio que ficaria marcado como um dos pontos altos de sua carreira. Blanche, de “Um bonde chamado desejo”, de Tennessee Williams. Teria Marlon Brando como parceiro. Uma verdadeira provação, em que ela exibia aspectos de sua própria personalidade conturbada, que estavam se tornando difíceis de dissimular. Para esquecer os problemas emocionais, ela passaria a trabalhar cada vez mais e mais. O esgotamento lhe renderia alguns ataques de nervos e seu 2º Oscar. As suas mudanças de humor se tornavam cada vez mais freqüentes, fazendo com que em momentos de fúria quebrasse janelas, atacasse pessoas, fizesse cenas para depois se desculpar quando se acalmava.  Nas clínicas, passava por tratamentos de choque, que se tornavam ineficientes. Para Olivier, a pressão tornava-se quase insuportável, e ele costumava dizer que Vivien havia lhe dado alguns dos melhores momentos de sua vida, e também alguns dos piores. Aos 40 anos a estrela de Vivien começava a cair. Em 1956 ela fez “Tito Adronico” no teatro, ao lado de Olivier. Ele, um enorme sucesso no papel principal, ela, num papel minúsculo. Ela passava então, por enormes problemas, com ataques maníacos cada vez mais constantes. Olivier acabara por deixá-la por uma mulher mais jovem. Em 1964 Vivien viveu seu último papel no cinema,  “A nau dos Insensatos”, onde interpretava uma mulher de idade avançada, com dificuldades para aceitar a sua idade. Durante as filmagens a atriz teve novos problemas de saúde, passando por mais tratamentos de choque, sendo obrigada a ausentar-se dos sets por estar tremendo em algumas cenas. Estava claro que os tratamentos não faziam efeito. O círculo estava se fechando. Ela que amava tanto a magia, era agora uma mulher doente. Em 1967 Vivien morreu, de tuberculose. Foram 53 anos de todos os humores possíveis. Se fosse possível escolher uma frase que resumisse a sua vida, seria esta de Blanche Dubois, que ela tão bem viveu no cinema: “Há coisas que não são imperdoáveis. A crueldade deliberada é uma delas. Isso é uma coisa que para mim é imperdoável. E eu nunca, nunca serei culpada disso.”   Por Carla Marinho
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No meu mundo de 10 anos de idade não havia ainda a paixão que desenvolveria por Chaplin (não passavam filmes dele na Sessão da tarde...) , não havia Judy Garland, que eu aprenderia a amar, nem os grandes galãs, já idosos na minha tenra idade. Ou mortos. Não. Para mim só havia um  homem que eu considerava belo e inigualável: Jerry Lewis. Quando eu ainda usava maria chiquinhas nos cabelos, quando minhas tardes eram recheadas de laranjas e sessão da tarde, eu via o mundo em technicolor e achava normal as mulheres usarem laquê no cabelo e saia rodada. Desenhava os modelos delas e desejava usar um, claro, e em cima de saltos altíssimos. No meu mundo de 10 anos de idade não havia ainda a paixão que desenvolveria por Chaplin (não passavam filmes dele na Sessão da tarde...) , não havia Judy Garland, que eu aprenderia a amar, nem os grandes galãs, já idosos na minha tenra idade. Ou mortos. Não. Para mim só havia um  homem que eu considerava belo e inigualável: Jerry Lewis. Acreditem. Jerry Lewis. Não há espanto.   E daí se ele parecia um bobo ao lado das mulheres, ou que fosse o idiota da dupla que fazia com Dean Martin? Ele reinava. Absoluto. Casei-me com ele diversas vezes. Acho que isso se explica facilmente: a fascinação que o sorriso exerce sobre as crianças. Com ele eu soltei minhas primeiras risadas em frente à TV. Solitárias risadas enquanto descascava laranjas. E adorava as semanas especiais das crianças, porque inevitavelmente passariam  filmes dele. Sozinho ou com Martin.  Lembrei-me disso tudo enquanto passava de canal e dei-me com um filme dele. Não soube identificar logo de cara, mas soltei algo como “ah, aquele filme em que ele está rodeado de mulheres! Daqui a pouco entra um leão”. E era o filme. Memória guardada. Fui buscar informações sobre o filme e descobri que se tratava de “The Ladies Man” (O terror das mulheres), em que ele interpretava um jovem tímido, traumatizado no amor e que foi trabalhar, ora, justamente numa pensão só para mulheres, palco perfeito para ele, reinando absoluto no meio de tantas, que o idolatravam, como eu. The Ladies Man   Nascido na cidade de Neward, em 1926, numa família de atores, Jerry Lewis (Joseph Levitch) já cantava nos palcos, junto com os pais aos 5 anos. Seus pais cantavam e tocavam em bares. Já crescido, passou a atuar em clubes noturnos.  Aos 18 anos já era um profissional, e teve sua carreira impulsionada quando conheceu Dean Martin, com quem passou a formar uma dupla cômica. Tornaram-se populares, com números de dança e comédia. Duplas de contrastes sempre fizeram sucesso, podemos citar Charles Chaplin e Eric Campbell, O gordo e o magro. No caso de Dean e Jerry, tínhamos o cara boa praça e o descoordenado, desatento, desajeitado da dupla. Em 1949 os dois estreariam no cinema em “My friend Irma”. My friend Irma Seguiram-se vários filmes em seqüência, até que em 1956 a dupla se desfez, quando  Jerry resolve atuar sozinho. Com o controle, ele passou a dirigir e a produzir alguns dos seus filmes, e seguiu com grande popularidade durante os anos 60, com filmes como “O professor aloprado” (1963), em que interpreta um professor feíssimo, mas que descobre uma fórmula para se tornar um homem atrativo. A segunda versão deste filme, protagonizada por Eddy Murphy teve a produção do comediante. A partir do final da década, sua carreira começou a minguar. Durante os anos 60 e 70 Lewis começou a trabalhar em causas beneficentes e escreveu sua biografia “Jerry Lewis”. Nos anos 80 começou a ter problemas de saúde, com um ataque de coração, chegando a ter sido diagnosticado morto. Salvou-se milagrosamente. Em 1983 foi chamado por Martin Scorsese para fazer “O rei da comédia”, ao lado de Robert de Niro. O resultado foi um show de interpretação, no papel do ansioso e suado anfritião de um programa de entrevistas. Na década de 90 trabalhou na Broadway em “Damn yankees”, e começou a se dedicar à UNICEF. Em 1998 recebeu um prêmio pela sua trajetória da Associação americana de comediantes. Comediantes nunca foram considerados bons atores, isso é uma pena. Enquanto Robert Taylor, Clark Gable, Spencer Tracy ganharam louros por suas carreiras, Harold Lloyd, Buster Keaton, Jerry Lewis e mais recentemente, Jim Carrey passaram e passarão apenas como atores que nos fizeram em algum momento rir. Privilegia-se o trágico ao cômico, embora prefiramos a alegria. Para mim Jerry foi e será um gênio da comédia. Explico: gênio para mim é aquele que permanece atual, não importa a época em que ele tenha realizado sua obra. Fazer rir é dificílimo. E hoje, olhando em retrospectiva minha própria infância, ver meu filho sorrir das gags de Jerry, faz-me perceber a eternidade de um ídolo.   Por Carla Marinho
| 1415 ace
Os musicais nasceram praticamente com os filmes falados. Depois de anos de experiências, “Don Juan”, de Alan Crosland passou a ser o primeiro filme com partes faladas, em 1926. No ano seguinte, “O cantor de Jazz”, do mesmo diretor, entra para a história ao ser o primeiro inteiramente falado. Dois anos depois o cinema falado já representava metade da produção cinematográfica. E surgia o primeiro grande musical: “Hollywood revue of 1929”, que trazia a primeira versão da música “singin’ on the rain” interpretada por Cliff Edwards. O filme era um desfile de grandes estrelas, incluindo a estreante Joan Crawford, Lionel Barrymore, Marion Davies, Buster Keaton, Marie Dressler e Ramon Novarro, mas resumia-se a esquetes isoladas de sapateados e canto. “Hollywood revue of 1929” Seguindo a fórmula de grandes espetáculos, “Broadway melody of 1929” ganhou o Oscar de melhor filme do ano, e a MGM descobriu um novo filão: filmes que retratavam os bastidores de produções de teatro, problemas com atores e ensaios, que fulminavam com uma grande apresentação: tema que viria dominar os musicais durante um bom tempo. Em 1936, “The great Ziegfeld” ganharia também um Oscar de melhor filme. Trazia centenas de pessoas e a imagem triunfal de um grande bolo com pessoas. No período de guerra, os musicais eram considerados uma bela forma de fuga. O povo precisava sorrir! A iluminação, coreografia e vestuários faziam a todos esquecerem por hora as grandes dificuldades enfrentadas. E quando muitos filmes passaram a ser bloqueados pela censura, os dançados passavam facilmente, apesar de algumas mulheres ostentarem pouquíssima roupa ou as danças evocarem o erotismo. O nível tornou-se tão alto que era difícil superar. “The great Ziegfeld”, 1936 Surgiram as grandes vozes. Uma das parcerias com maior êxito das telas foi Nelson Eddy e Jeanette McDonald. Estrelaram juntos alguns filmes, como “Naughty Marietta”, “Rose Marie” e “Maytime”. Mario Lanza foi outro grande tenor, que se converteria numa das vozes mais potentes dos filmes. “The toast of New Orleans” ao lado de Kathryn Grayson seria um dos seus melhores. Ele fez apenas 07 filmes, mas sua interpretação de Caruso ficaria na história. Outro destaque foi Bing Crosby (com filmes como “Fuzarca a Bordo”, “Os sinos de Santa Maria” e “High Society”). Nelson Eddy e Jeanette McDonald em Rose Marie Diante do sucesso dos musicais, estava claro que todos deveriam estrelar pelo menos um. Dessa forma, Liz Taylor, aos 15 anos cantou razoavelmente bem em “Cynthia” (1947), mas em “Date with Judy” (1948), seria dublada. Peter Lawford também estrelou alguns musicais, mas ele mesmo reconhecia que nunca foi bailarino e não tinha condições de competir com Astaire ou Kelly. Segundo o ele, “só fazia o que me mandavam, assim como os demais atores”. Robert Montgomery era outro que não parecia ficar a vontade, mesmo contracenando ao lado de Joan Crawford em “Forsaking All Others”. Jean Harlow, a primeira blondie foi dublada ao cantar em “ReckLess”, e em “Suzy”, dividiu a cena com Cary Grant, que surpreendentemente cantou muito bem. James Stewart teve a oportunidade de interpretar uma música de Cole Porter em “Born to dance”, ao lado de Eleanor Powell. Ele costumava dizer que a música era tão boa, que “apesar” dele, ficaria boa de qualquer forma. E Clark Gable... foi um enorme canastrão, ao cantar e dançar em “Idiot’s delight”. A platéia odiou, pois não queria ver seu maior galã dançando nas telas. Gene Kelly e Frank Sinatra Durante a década de 40, surgiram também os filmes familiares e os dedicados ao público jovem. Alguns ídolos jovens surgiriam a partir daí. Dentre eles, os de maior destaque foram June Allyson, Debbie Reynolds, Jane Powell, Deanna Durbin, Mickey Rooney e Judy Garland. June Allyson foi um dos rostos mais populares dos musicais da MGM, estrelando “Words and music” e “Good news”, ao lado de Peter Lawford, o filme foi considerado um dos favoritos da juventude da época. Jane Powell era uma estreante ainda, ao lado de Carmen Miranda e Liz Taylor em “Date with Judy”, mas soube aproveitar bem as oportunidades, e com seu olhar doce e voz de soprano, brilhou também em “Royal Wedding”, ao lado de Fred Astaire e “Seven Brides for Seven Brothers”. Mickey Rooney estreou ainda criança, aos 10 anos, em Broadway to Hollywood, e depois disso firmou-se como um dos grandes astros juvenis. Já aos 17 era um veterano. Deanna Durbin Ao lado de Judy Garland fez alguns dos maiores êxitos, baratos e populares, filmes que pareciam mudar apenas os nomes dos protagonistas, pois os papéis eram os mesmos: jovens que buscavam o sucesso na Broadway/teatro/teatro da escola, com um final presumivelmente de sucesso. Encantavam o público. Aos 12 cantou para Clark Gable, aos 15 tornou-se Dorothy em “Wizard of Oz” (O mágico de Oz), abocanhando o Oscar juvenil de 1939 e uma carreira que seguiria para fora das telas. Os filmes musicais devem muito a Fred Astaire. O fraque, o chapéu e a elegância eram suas marcas registradas, além de seu perfeccionismo: ele era capaz de passar dias e até meses inteiros ensaiando uma única coreografia, sempre em busca de novos passos e novidades. Sua carreira iniciou-se aos 05 anos, ao lado da irmã Adele, com quem fez par durante um bom tempo. A dupla se desfez quando ela casou-se e ele estreou no cinema em 1933 no filme "Dancing Lady", mas o sucesso veio mesmo quando ele passou a dividir a cena com Ginger Rogers, com quem fez 10 filmes. Ginger Rogers e Fred Astaire Apesar de não se darem bem pessoalmente, a parceria era imbatível. Além de Ginger Rogers, ele dividiria o palco com grandes mulheres como Rita Hayworth, Judy Garland, Joan Crawford, Cyd Charisse e Jane Powell. Nada mal para um baixinho magro e ligeiramente calvo. No fim, o homem era tão bom que parecia fazer dançar bem até mesmo objetos inanimados.Quanto a isso, Astaire era um dançarino generoso, pois parecia fazer qualquer um, eu digo, qualquer um transformar-se em um dançarino. Assim, dividiu o palco também com um cabide, subiu pelas paredes literalmente (Royal wedding) e até dançou com sapatos (The barkleys of Broadway). Astaire atuou em mais de 40 filmes, coreografando espetáculos, gravando 18 discos (trilhas sonoras) e ganhando um Oscar honorário em 1950, por sua contribuição ao mundo dos espetáculos. Hoje é considerado o maior dos dançarinos do século XX. The barkleys of Broadway Mas Astaire não reinaria sozinho. Assim como seu colega, Gene Kelly iniciou sua carreira também no teatro, ainda criança, ao lado dos irmãos. Adorava esportes, o que veio a refletir em sua carreira futura, pois ele acabou sendo conhecido não apenas como dançarino, mas pelas suas acrobacias, denotando um estilo mais jovial do que o empregado por Fred Astaire. Estreou no cinema com "For me and my Gal", fazendo par com Judy Garland, seguido por algumas participações sem grande importância, até que foi emprestado para a Columbia Pictures, para estrelar Cover Girl, ao lado de Rita Hayworth.   Judy Garland e Gene Kelly em For Me and My Gal Depois disso a MGM nunca mais o emprestaria para outros estúdios. Ele não se poupava, e gostava de experimentar coisas novas, quebrando regras (e às vezes também ossos), insistindo em fazer cenas mais difíceis, voando nos cenários, subindo em árvores, muros, voando entre cortinas, descendo por canos. Com isso se converteu num dos maiores símbolos dos musicais dos anos 50. Entre seus maiores sucessos estão "Um americano em Paris" (também conhecido como Sinfonia de Paris), "Brigadoon", "Marujos do Amor", "Um dia em Nova York" e naquele que é considerado o maior musical de todos, Cantando na chuva. Gene aposentou-se na década de 80, mas ainda fez trabalhos esporádicos como coreógrafo, em um deles para Madonna, em sua turnê de 1993. Outro grande dançarino, porém pouco reconhecido, foi Donald O'connor. Estreou em 1937, mas só ficou conhecido mesmo como companheiro de cena de Gene Kelly em "Cantando na chuva" com seu número Make in Laugh (uma releitura de um número feito por Judy Garland e Gene Kelly no filme O pirata), em que ele além de cantar fazia uma coreografia muito louca, com passos, saltos e piruetas. Bom, o resultado foram alguns dias de repouso para recuperar-se da seqüência, já que ele acabou se machucando muito na sequência. Donald trazia a experiência acumulada nos palcos da vaudeville. Donald O'connor na sequência Make in Laugh Aos 12 estreou no cinema, em "Melody for two" (mas sua parte foi cortada), e em seguida em "Sing you sinners" (1938). Fez alguns musicais considerados de segunda até que, em 1949 conseguiu seu primeiro papel de destaque em "Francis the talking mule" (em que conversava com uma mula, deixando mostrar que sua veia cômica chamava a atenção das crianças). Após esse trabalho ele fez ainda o papel principal de "I love Melvin" (1953), além de !Call me Madam" e "There's no business like show business". Estrelou como Buster Keaton na biografia "The Buster Keaton story", mas acabou abandonando a carreira ainda na década de 70, apesar de algumas participações em alguns programas de TV e filmes de baixo orçamento. Apesar de suas últimas palavras terem sido "Gostaria de agradecer à Academia por meu prêmio pelo conjunto da obra que um dia eu eventualmente receberei", jamais recebeu nenhuma indicação ou premiação do Oscar. Cyd Charisse e Gene Kelly E elas... Cyd Charisse é conhecida como a atriz das mais belas pernas do cinema, tendo assegurado elas em US$ 5 milhões na época. Participou dos maiores musicais, fazendo parceria com Gene Kelly, em "Cantando na chuva", e com Fred Astaire em "Roda da fortuna", e de outros de sucesso em "Party girl", onde fez um papel dramático. A formação de Cyd era erudita, era dançarina clássica desde os seis anos de idade, o que lhe forneceu agilidade para ir do clássico às danças mais populares. Ela não era uma atriz de grandes solos, mas desenvolvia-se melhor com um parceiro ao seu lado. Ao contrário de Cyd, Ann Miller brilhava melhor em seus solos. Em 60 anos de carreira, ela atuou em mais de 40 filmes, destacando-se principalmente ao lado de Fred Astaire em "Desfile de páscoa", em que faziam uma dupla de dançarinos famosos de teatro. A dança veio para Ann como forma de cura, pois ela era raquítica na infância, tendo que dançar para desenvolver-se. Aos 13 anos já era contratada pela RKO, graças a uma falsificação de documentos, que comprovavam que ela tinha 18 anos. Apesar de não estrelar nenhum filme, ela brilhou em vários deles, emprestando seu bailado em filmes como "Um dia em Nova York", "Garota do interior", "Do mundo nada se leva", "O belo sexo". Ann Miller em Easter Parade A sereia Esther Willians era campeã de natação, e trabalhava como modelo quando foi descoberta pelos olheiros da MGM. Construíram especialmente para ela uma enorme piscina, para ela em "Bathing beauty", e o que veio posteriormente foram sequências de produções espetaculares, em que ela surgia nadando e saltando. Conforme sua fama aumentava, aumentavam também os saltos. Jimmy Durante, Ricardo Montalban, Tom e Jerry foram alguns de seus parceiros. Esther Williams Muitos outros fizeram o sucesso desse grande gênero, como Eleanor Powell, Judy Garland, Rita Hayworth, e grandes nomes,como Vincent Minelli e Busby Berkeley (o grande nome dos musicais da década de 30). Considerado hoje um gênero já obsoleto, ainda é possível ver esporadicamente uma ou outra tentativa de ressuscitação de musicais, como "Vem dançar comigo", "Moulin rouge" e "Dirty Dancing’", porém sem o glamour de astros que se dedicavam a arte da dança. O que temos são filmes musicais, feitos com atores que se esforçam, muitas vezes sem sucesso, para a realização de mais um filme. Apenas mais um filme.   Por Carla Marinho
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"I am afraid I am a coward. I am sorry for everything. If I had done this a long time ago, it would have saved a lot of pain." (Tenho medo e sou uma covarde. Lamento por tudo. Se tivesse feito isso há mais tempo, teria poupado muitas dores). Peg. A grande Bette Davis decidiu que iria ser uma atriz quando viu Peg Entwistle atuando no espetáculo em "The wild Duck", de Henrik Ibsen. Peg então era considerada uma das grandes estrelas do teatro e uma grande promessa para o cinema. Tinha um grande futuro pela frente! Millicent Lílian Entwistle (nome verdadeiro) nasceu em Londres, em 1908. Ainda criança, e após perder sua mãe, partiu para os Estados Unidos com o seu pai em busca de uma nova vida. Seu pai casaria novamente e teria mais dois filhos. Por volta de 1925, Peg estréia na Brodway, em "Hamlet". O espetáculo "Martha" seria seu primeiro papel creditado. Aos 17 anos era considerada uma das atrizes de talento mais jovens já surgidas. Depois disso ela trabalharia com os mais consagrados atores do teatro e cinema, como William Gillette, Dorothy Gish, Henry Travers, Bobo Cummings, dentre outros. Aos 19 casou-se com o também ator Robert Keith. O casamento não vingou, pois descobriu-se que ele já tinha outra esposa e filhos. Com a peça "Tommy’, Peg foi aclamada a atriz de maior êxito na Broadway. Sucesso de público e crítica, e incentivada por todos, partiu para o seu segundo sonho, que era fazer cinema. Peg em "Thirtee women" Com sua mala cheia de sonhos, partiu para Hollywood, onde peregrinou por diversos estúdios até conseguir, com David O. Selzinick uma participação no filme "Thirtee women", que teria a participação também de Irene Dunne, Ricardo Cortez e Myrna Loy. Quando o filme foi lançado, em setembro de 1932, a atriz descobriu que sua participação fora reduzida para apenas algumas poucas aparições. Depois disso fez outros testes, mas, diante de tantas opções, acabava sendo colocada de lado. O golpe final foi ter sido convidada para fazer um teste para figuração. Para quem até um ano atrás era considerada uma atriz de sucesso no teatro, foi um golpe em tanto. Entregou-se às bebidas e à depressão. Totalmente deprimida, decidiu interpretar aquele que seria o seu último e principal papel: na noite de 16 de setembro de 1932 Peg vestiu a sua melhor roupa, maquiou-se generosamente e encaminhou-se para o Monte Lee, na Califórnia, onde fica o letreiro Hollywood (à época Hollywoodland). Após subir o monte, dobrou cuidadosamente seu casaco, colocando-o ao lado de um livro e carteiras. Subiu na letra "H" do letreiro e pôs fim à sua vida. Para os que ficaram, ela teve o cuidado de deixar um bilhete de despedida: "I am afraid I am a coward. I am sorry for everything. If I had done this a long time ago, it would have saved a lot of pain. P.E." Seu corpo foi encontrado dois dias depois, e só foi reclamado, por um tio, mais algum tempo depois, depois que seu tio leu em um jornal seu bilhete. Em 1945, o "LAND" foi retirado do letreiro, após sua reforma, ficando apenas o "Hollywood", depois que muitas outras pessoas passaram a utilizar o local para também se suicidar. Peg é hoje lembrada como uma das tantas que tentaram em vão o sucesso. Ironia da história: no dia seguinte à sua morte, chegava em sua casa um convite para estrelar um filme. E a atriz, que desejava o sucesso em vida, bizarramente conheceu-o (ou não) com sua morte, quando espalhou-se a lenda de que um fantasma de uma mulher loura vagueia pelo Monte, o fantasma de Peg Entwistle. Por Carla Marinho    
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Quatro personalidades conhecidíssimas no mundo das artes e publicidade: Marion Davis (atriz), Charles Chaplin (dispensa apresentações), William Randolph Hearst (dono do jornal, e que foi inspiração para o Cidadão Kane de Orson Welles) e Thomas Ince, produtor de cinema. O ano era 1924, época riquíssima em escândalos, alguns dos quais causaram o afastamento de atores (Mabel Normand e Roscoe Arbuckle, envolvidos em bebedeiras e homicídios), mesmo com alguns sendo abafado. As personalidades estavam todas reunidas num Iate, para comemorar o aniversário de Thomas Ince. Marion Davis era conhecida jovem amante de Hearst, mas também mantinha um caso com Charles Chaplin. Reza a lenda que em determinado momento da festa, Hearst, já desconfiado de sua amada e do seu amigo, pegou o casal em flagrante delito e, enraivecido, teria voltado em seu quarto para pegar uma arma. Charlie, então jovem, não teve dúvida e saiu do quarto, deixando Marion apavorada e aos gritos. O que ocorreu em seguida daria margem à uma tragédia: acordado pelos gritos de Marion, Thomas Ince entra no quarto e abraça Marion, tentando acalma-la. É quando Hearst retorna, já armado, e pensando tratar-se de Chaplin, já que os dois tinham o mesmo tipo físico e estava escuro, atira. Diante da tragédia, o grupo, que contava também com a cronista social (e fofoqueira) Louella Parsons, decide ocultar fatos, para que não ocorra mais um escândalo. Decide-se embalar o morto e mandar de volta para sua casa. Para todos os efeitos ele nunca esteve no iate naquela noite. Segundo o secretário de Chaplin, da época, a cabeça de Thomas tinha uma ligadura em redor do crânio.Compra-se o silêncio da sua esposa colocando no dia seguinte 1 milhão de dólares em sua conta, e anuncia-se no dia seguinte que o jovem produtor morreu em decorrência da ulcera gástrica. Seu corpo, sem maiores investigações, é logo cremado para apagar futuras investigações. Como dono de jornal, Hearst anuncia com estardalhaço a morte do colega, acompanhando de Louella, que por sua vez, torna-se empregada vitalícia do grande jornal. Parece um filme, o que realmente veio a se tornar, “O miar do gato”, de Peter Bogdanovich, que conta comKirsten Dunst, Cary Elwes, Eddie Izzard, Edward Herrmann, Joanna Lumley eJennifer Tilly no elenco. Mas baseado em fatos reais (?) e obscuros. A verdade nunca conheceremos, já que os envolvidos não se encontram mais entre nós.  
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Ficha Título Original: The Wall Ano/País/Gênero/Duração: 1982 / Inglaterra / Drama Musical / 95min Direção: Alan Parker Produção: Alan Marshall Roteiro: Roger Waters Fotografia:  Peter Biziou      Música: Roger Waters Elenco: Bob Geldof     ...    Pink Christine Hargreaves     ...    Pink's Mother James Laurenson     ...    J.A. Pinkerton (Pink's Father) Eleanor David     ...    Pink's Wife Kevin McKeon     ...    Young Pink Bob Hoskins     ...    Rock and Roll Manager David Bingham     ...    Little Pink Jenny Wright     ...    American Groupie Alex McAvoy     ...    Teacher Ellis Dale     ...    English Doctor James Hazeldine     ...    Lover Ray Mort     ...    Playground Father Margery Mason     ...    Teacher's Wife (as Marjorie Mason) Robert Bridges     ...    American Doctor Michael Ensign     ...    Hotel Manager Marie Passarelli     ...    Spanish Maid Winston Rose     ...    Security Guard Joanne Whalley     ...    Groupie Nell Campbell     ...    Groupie Emma Longfellow     ...    Groupie Lorna Barton     ...    Groupie Rod Bedall     ...    Roadie Peter Jonfield     ...    Roadie     Sinopse   Em um quarto de hotel, Pink (Bob Geldof), um superstar do rock, enloquece enquanto lembra das memórias de sua vida. Roteiro escrito por Roger Waters, ex-baixista do Pink Floyd, baseado no albúm The Wall.   Assista Online (legendado) vwIZgERvt1A   Canal:http://www.youtube.com/user/ClubMasterFilmes     Imagens  
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Ficha Título Original: The Haunted Palace Ano/País/Gênero/Duração: 1963 / EUA / Terror /87min Direção: Roger Corman Produção: Roger Corman Roteiro: Charles Beaumont, H. P. Lovecraft Fotografia:  Floyd Crosby      Música: Ronald Stein Elenco: Vincent Price     ...    Charles Dexter Ward / Joseph Curwen Debra Paget     ...    Ann Ward Lon Chaney Jr.     ...    Simon Orne (as Lon Chaney) Frank Maxwell     ...    Dr. Marinus Willet / Priam Willet Leo Gordon     ...    Edgar Weeden / Ezra Weeden Elisha Cook Jr.     ...    Peter Smith / Micah Smith (as Elisha Cook) John Dierkes     ...    Benjamin West / Jacob West (as John Dierkies) Milton Parsons     ...    Jabez Hutchinson Cathie Merchant     ...    Hester Tillinghast Guy Wilkerson     ...    Gideon Leach / Mr. Leach I. Stanford Jolley     ...    Carmody, Coachman (as Stanford Jolley) Harry Ellerbe     ...    Minister Barboura Morris     ...    Mrs. Weeden Darlene Lucht     ...    Miss Fitch Bruno VeSota     ...    Bruno, the Bartender     Sinopse   Em uma pequena vila, Charles, um sereno cidadão, é condenado por bruxaria. Antes de morrer, ele roga uma profecia, dizendo que retornaria dos mortos para assassinar todos aqueles que o levaram à fogueira. Mais de cem anos se passam, até que toda a rotina do pacato mas sombrio lugar é mudada pela chegada do tataraneto de Charles, querendo retomar a propriedade herdada de seu ancestral, um castelo, onde se concentra todo o mal que aflige a cidade.       Imagens  
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Ficha Título Original: Broken Arrow Ano/País/Gênero/Duração: 1950 / EUA / Drama Western Romance / 93min Direção: Delmer Daves Produção: Julian Blaustein Roteiro: Elliott Arnold, Albert Maltz, Michael Blankfort Fotografia: Ernest Palmer Música: Hugo Friedhofer Elenco: James Stewart ... Tom Jeffords Jeff Chandler ... Cochise Debra Paget ... Sonseeahray Basil Ruysdael ... Gen. Oliver 'The Christian General' Howard Will Geer ... Ben Slade, Rancher Joyce Mackenzie ... Terry, Scatfly Proprietress Arthur Hunnicutt ... Milt Duffield, Mail Superintendent     Sinopse   Em meados de 1870, índios americanos enfrentam ataques de conquistadores brancos. Tom Jeffords é encarregado pelo governo para mediar a paz entre os nativos e os invasores. Ao conhecer melhor os índios, Jeffords se torna amigo do líder indígena e casa-se com sua filha, passando a lutar ao lado deles     Imagens  
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  Ficha Título Original: The Flight of the Phoenix Ano/País/Gênero/Duração: 1965 / EUA / Aventura Drama / 142min Direção: Robert Aldrich Produção: Robert Aldrich Roteiro: Lukas Heller e Trevor Dudley Smith Fotografia:  Joseph F. Biroc    Música: Frank De Vol Elenco: James Stewart ... Frank Towns Richard Attenborough ... Lew Moran Peter Finch ... Captain Harris Hardy Krüger ... Heinrich Dorfmann Ernest Borgnine ... Trucker Cobb Ian Bannen ... Crow Ronald Fraser ... Sergeant Watson Christian Marquand ... Dr. Renaud Dan Duryea ... Standish George Kennedy ... Bellamy Gabriele Tinti ... Gabriel Alex Montoya ... Carlos Peter Bravos ... Tasso William Aldrich ... Bill Barrie Chase ... Farida Stanley Ralph Ross ... Arab Singer (voz)     Sinopse   Após sofrerem um terrível acidente de avião em pleno deserto do Sahara, o piloto Frank Towns (JAMES STEWART) e seu navegador Lew Moran (RICHARD ATTENBOROUGH) lutam para manter a ordem e a união entre os sobreviventes, um grupo de exploradores de petróleo. Enquanto alguns deles são muito prepotentes, outros se mostram amedrontados, raivosos e covardes despertando uma perigosa competição entre eles. A última esperança desses sobreviventes está nas mãos de Heinrich Dortmann (HARDY KRÜGER) que tenta usar os destroços do avião acidentado para construir outro. Assim eles terão que unir suas forças para sobreviver antes que fiquem sem água e comida.      
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  Ficha Título Original: The Hill Ano/País/Gênero/Duração: 1965 / Reino Unido / Drama Guerra / 123min Direção: Sidney Lumet Produção: Kenneth Hyman Roteiro: Ray Rigby e R.S. Allen Fotografia: Oswald Morris Elenco: Sean Connery ... Joe Roberts Harry Andrews ... R.S.M. Wilson Ian Bannen ... Harris Alfred Lynch ... George Stevens Ossie Davis ... Jacko King Roy Kinnear ... Monty Bartlett Jack Watson ... Jock McGrath Ian Hendry ... Staff Sergeant Williams Michael Redgrave ... The Medical Officer Norman Bird ... Commandant Neil McCarthy ... Burton Howard Goorney ... Walters Tony Caunter ... Martin     Sinopse   Durante a 2ª Guerra Mundial, o exército britânico mantém um acampamento para disciplinar militares, que tenham uma conduta reprovável, principalmente a deserção. Lá, os militares são obrigados diariamente a escalar uma colina, sob o sol escaldante. Um dia chegam 5 novos prisioneiros e cada um enfrentará de modo diferente a autoridade e o sadismo dos seus comandantes.   Imagens
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  Ficha Título Original: Vaghe stelle dell'Orsa Ano/País/Gênero/Duração: 1965 / Itália / Drama / 105min Direção: Luchino Visconti Produção: Franco Cristaldi Roteiro: Suso Cecchi d'Amico, Enrico Medioli e Luchino Visconti Fotografia:  Armando Nannuzzi Música: Bruno Borghi, Claudio Maielli Elenco: Claudia Cardinale ... Sandra Dawson Jean Sorel ... Gianni Wald-Luzzati Michael Craig ... Andrew Dawson Renzo Ricci ... Antonio Gilardini Fred Williams ... Pietro Formari Amalia Troiani ... Fosca - maid Marie Bell ... Sandra's mother Vittorio Manfrino Renato Moretti Giovanni Rovini Paola Piscini Isacco Politi     Sinopse   Ferdinando Scarfiotti Sandra retorna a Volterra, na Toscana, a pequena cidade onde passou a infância. Acompanhada do marido norte-americano, Andrew, ela pretende prestar homenagem ao seu pai, morto em Auschwitz, quando ela era criança. Em Volterra, o casal encontra Gianni, irmão de Sandra, e Andrew logo percebe que os dois irmãos compartilham um segredo desde a infância. Baseado na tragédia grega de Electra.     Imagens  
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Ficha Título Original: Can't Buy Me Love Ano/País/Gênero/Duração: 1987 / EUA / Comédia Romance / 94min Direção: Steve Rash Produção: Thom Mount Roteiro: Michael Swerdlick Fotografia: Peter Lyons Collister Música: Robert Folk Elenco: Patrick Dempsey ... Ronald Miller Amanda Peterson ... Cindy Mancini Courtney Gains ... Kenneth Wurman Tina Caspary ... Barbara Seth Green ... Chuckie Miller Sharon Farrell ... Sra. Mancini Darcy DeMoss ... Patty Dennis Dugan ... David Miller Cloyce Morrow ... Judy Miller Devin DeVasquez ... Iris Cort McCown ... Quint Eric Bruskotter ... Big John Gerardo Mejía ... Ricky Ami Dolenz ... Fran Max Perlich ... Lester David Schermerhorn ... Albert Steve Franken ... Moda Clerk Phillip Simms ... Rock Tudor Sherrard ... Brent George Gray ... Bobby Hilton Jimmie Lee Mitchell ... Sr. Webbly Jan O'Dell ... Sra. Hagmer James Gooden ... Sr. Wurman Erin O'Flaherty ... Jr. Wurman Ty Gray ... Duane Sinopse Ronald Miller é um adolescente nerd que sempre sonhou em ser popular na escola. A oportunidade bate em sua porta quando a garota mais popular do colégio, Cindy Mancini, entra em apuros ao sujar o casaco de camurça caríssimo de sua mãe. Como o casaco custa muito dinheiro, Ronald oferece a grana em troca dela fingir que os dois estão saindo, com o único intuito dele se tornar popular, que no fim das contas acaba acontecendo. Só que o destino vira contra os dois, e ambos despertam um sentimento mais forte do que se podia imaginar. Assista Online Imagens
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Família Barrymore Drew Barrymore causou surpresa ao aparecer aos 5 anos no clássico ET – O Extraterrestre. Mas sua família já tinha tradição em Hollywood: ela é sobrinha neta dos legendários Ethel e Lionel Barrymore, e neta de John Barrymore. Os Barrymores   Família Sheen/Estevez Charlie Sheen faz sucesso na série televisiva “Two and a Half men”. Emilio Estevez fez sucesso durante as décadas de 80 e 90 e seu maior sucesso é “Jovem Demais para morrer”. Ambos são filhos do ator Martin Sheen. Família Hudson/Hawn Hate Hudson é filha da atriz Goldie Hawn, que é casada com o ator Kurt Russell. Seu irmão mais velho também trabalha na tv, na série Rules of Engagement. Família Paltrow Gwyneth traz o show business em seu sangue: ela é filha da atriz inglesa Blythe Danner, e do escritor, diretor e produtor Bruce Paltrow. Família Aniston Uma das atrizes mais carismáticas da atualidade, Jennifer Aniston fez sucesso com a série Friends, e hoje com comédias românticas. Ela é filha da atriz Nancy Dow, que escreveu um livro de memórias sobre a filha. Família Spelling Tori Spelling, conhecida aqui no Brasil por sua participação como a Donna da série Barrados no Baile (Beverly Hills, 90210) é filha do criador da série, Aaron Spelling. Aaron também produziu outras séries de sucesso, como As Panteras, além disso foi escritor de enorme sucesso. O pai morreu sem falar com a filha. Família Jolie   Angelina Jolie é filha do também ator Jon Vought. Os dois passaram anos sem se falarem, por motivos pessoais, mas desde 2010 fizeram as pazes. Família Baldwin Os irmãos Balwin são famosos em Hollywood. Alec, o mais velho, faz sucesso na série “30’ Rock”, enquanto seu irmão mais novo Billy participa de Dirty sexy Money. Os outros irmãos, também da área, são Stephen Baldwin, Daniel Baldwin, Jane Sasso, and Elizabeth Keuchler. Família Douglas   Michael Douglas e seu pai Kirk Douglas mantém uma relação próxima. Ambos são atores, produtores e vencedores do Oscar. Cameron, o outro filho de Michael, também segue o mesmo caminho. Família Coppola O premiadíssimo diretor de O Poderoso Chefão, Francis Ford Coppola é pai de Sofia e tio do não menos talentoso Nicolas Cage. Família Bridges Jeff e Beau fizeram suas estréias ao lado do pai, o falecido ator Lloyd Bridges, em sua série “Sea Hunt”. Seguiram seus passos desde então.   Família Fonda Henry Fonda é uma lenda do cinema, e sua filha Jane Fonda seguiu-lhe os passos.   Família Minnelli / Garland Vincente Minnelli foi um grande diretor de musicais, Judy Garland, uma atriz conhecida por seus musicais, e Liza Minnelli, com sua voz, tornou-se uma das maiores cantoras de todos os tempos.   Família Montgomery   Robert Montgomery foi um grande ator, e sua filha Elizabeth transformou-se na grande Feiticeira na série televisiva.
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Título Original: The Three Faces of Eve  Ano/País/Gênero/Duração: 1957 / EUA / Drama Mistério / 91min Direção: Nunnally Johnson Produção: Nunnally Johnson Roteiro: Nunnally Johnson Fotografia: Stanley Cortez     Música: Robert Emmett Dolan Elenco Joanne Woodward ...     Eve White / Eve Black / Jane David Wayne    ...     Ralph White Lee J. Cobb    ...     Doctor Curtis Luther Edwin Jerome    ...     Doctor Francis Day Alena Murray    ...     Secretária Nancy Kulp    ...     Mrs. Black Douglas Spencer    ...     Mr. Black Terry Ann Ross    ...     Bonnie White Ken Scott    ...     Earl Mimi Gibson    ...     Eve - age 8 Alistair Cooke    ...     Narrador Sinopse Eve tem um problema psicológico que a leva a ter três personalidades diferentes: de uma hora para outra ela se transforma em White, Black ou Jane. O médico Ralph tentará ajudá-la a se curar.   Assista Online  
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Título Original: Madame Bovary Ano/País/Gênero/Duração: 1949 / EUA / Drama Romance / 130min Direção: Vincente Minnelli Produção: Pandro S. Berman Roteiro: Gustave Flaubert e Robert Ardrey Fotografia: Robert H. Planck Música: Miklós Rózsa Elenco Jennifer Jones ...     Emma Bovary James Mason ...     Gustave Flaubert Van Heflin    ...     Charles Bovary Louis Jourdan    ...     Rodolphe Boulanger Alf Kjellin    ...     Leon Dupuis  Gene Lockhart    ...     J. Homais Frank Allenby    ...     Lheureux Gladys Cooper    ...     Madame Dupuis John Abbott    ...     Mayor Tuvache Harry Morgan    ...     Hyppolite  George Zucco    ...     Dubocage Ellen Corby    ...     Félicité Eduard Franz    ...     Rouault Henri Letondal    ...     Guillaumin Esther Somers    ...     Madame Lefrançois Sinopse Adaptação do romance clássico Madame Bovary, mostra a história de Emma Bovary, uma mulher que acaba destruindo a vida de todos que entram em sua vida.    Curiosidades - Lana Turner estava inicialmente prevista como a atriz principal, mas teve que abandonar o projeto devido a uma gravidez. - O filme teve muitos problemas com a censura, devido ao tema de uma mulher adúltera. Assista Online
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  Título Original: In Cold Blood Ano/País/Gênero/Duração: 1967 / EUA / Crime | Drama | Histórico / 134min Direção: Richard Brooks Produção: Richard Brooks Roteiro: Truman Capote e Richard Brooks Fotografia: Conrad L. Hall Música: Quincy Jones Elenco Robert Blake ... Perry Smith Scott Wilson ... Richard 'Dick' Hickock John Forsythe ... Alvin Dewey Paul Stewart ... Jensen Gerald S. O'Loughlin ... Harold Nye Jeff Corey ... Mr. Hickock John Gallaudet ... Roy Church James Flavin ... Clarence Duntz Charles McGraw ... Tex Smith Will Geer ... Prosecutor John McLiam ... Herbert Clutter Ruth Storey ... Bonnie Clutter Brenda Currin ... Nancy Clutter Paul Hough ... Kenyon Clutter Vaughn Taylor ... Good Samaritan Sinopse Após matarem uma família no Kansas, Perry e Dick não se arrependem. Eles fogem e começa uma caçada em busca dos assassinos.    
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Ficha Título Original: La chamade Ano/País/Gênero/Duração: 1968 / França Itália / Drama / 103min Direção: Alain Cavalier Produção: Maria Rosaria Roteiro: Alain Cavalier, Françoise Sagan Fotografia: Pierre Lhomme Música: Maurice Leroux Elenco: Catherine Deneuve ... Lucile Michel Piccoli ... Charles Roger Van Hool ... Antoine Amidou ... Etienne Philippine Pascal ... Claire Louis Rioton Monique Lejeune Christiane Lasquin Matt Carney Jacques Sereys ... Johnny Irène Tunc ... Diane Jean-Pierre Castaldi     Sinopse   Neste filme romântico, Lucille (Deneuve), uma jovem que tem uma vida de conforto nos braços de seu amante rico, Charles (Piccoli). Ela conhece um jovem, Antoine (Van Hool). Eles se apaixonam, se tornam amantes. E ela deixa Charles para viver com Antoine. Por enquanto, os dois estão satisfeitos pelo amor, mas, eventualmente, Antoine pede que Lucille procure do emprego. Pouco tempo depois, Lucille já está entediada com o emprego, e acaba abandonando-o. Quando descobre que está grávida, os problemas começam a ficar evidentes, e vem à tona todas as dúvidas e discussões sobre essa relação. Sensível e profundo.   Imagens
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1. Velhinha assanhada Muitas divas  (e divos ) submetiam-se e submetem-se ao teste do sofá com os diretores e produtores, certas de que obteriam melhores oportunidades em cena. Joan Crawford é considerada, neste quesito, a “Rainha do teste da cama”! E pensam que foi só na juventude? Já velhinha, aos 65 ela se mostrou como veio ao mundo a Steven Spielberg, que na época tinha menos 20 anos! Ele não quis provar seus atributos e ela ficou no vácuo. Sou uma diva!   2. Danada! Ah Marilyn Monroe... sua danada! Como é sabido, também atingiu o sucesso distribuindo favores sexuais. Reza a lenda, que ao chegar em Hollywood, ela mandou um bilhete a um executivo, que dizia o seguinte: “Esta garota faz um ótimo ”. hehehe   3. Guloooosa! Clara Bow, mas conhecida como “The It Girl” uma vez entreteve o time inteiro de futebol da Universidade do Sul da Califórnia, incluindo John Wayne. Lílian Gish, depois de ter sido estuprada ainda adolescente, não conseguiu mais parar. (Quem, eu??)   (Boatos retirados do livro A Vida Sexual dos Ídolos de Hollywood, de Nigel Cawthorne)  
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Foram muitas ao longo do tempo... Virginia Kirtley   Mabel Normand   Viola Barry   Minta Durfee Phyllis Allen   Charlotte Mineau   Marie Dressler   Edna Purviance   Georgia Hale Merna Kennedy   Lita Grey   Virginia Cherrill Paulette Goddard   Martha Raye   Claire Bloom   Sophia Loren
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  Mazzaropi foi ator, produtor, roteirista e um dos maiores empreendedores do nosso cinema nacional.       Mazzaropi nasceu em 1912. Iniciou-se na vida artística aos 15 anos. Ele era fã de Genésio e Sebastião de Arruda, atores de teatro que faziam sucesso na época. Mazzaropi no início imitava Sebastião. Mas decidiu que era hora de ter seu próprio estilo, e partiu para fazer um caboclo inocente, com que ficaria conhecido. Ele preferiu não dar um nome específico ao personagem. Alguns diziam que Mazzaropi, um sobrenome italiano, em nada lembrava um caipira. Ele não ligou. Mazzaropi passou a fazer sucesso no teatro, e algum tempo depois parte para o cinema. Foi Abilio Pereira de Almeida e Franco Zampari quem lhe fizeram o convite. E o ator partiu para a Vera Cruz, onde fez seus dois primeiros filmes. Pensando em algo maior, o ator vendeu sua casa para conseguir dinheiro e fundou a PAM Filmes (Produções Amácio Mazzaropi), que passou a assinar seus filmes. Surgiram seus filmes mais famosos, Jeca Tatu (uma adaptação do famoso livro de Monteiro Lobato), dentre outros. Uma fazenda foi comprada e lá ele construiu o seu estúdio de gravação. Além de ator, produtor e roteirista, Mazzaropi era também um grande empresário. Seu filme O Corintiano (1972) foi recorde de bilheteria do cinema nacional. Como astro que era, chegou a ser recebido pelo então presidente do Brasil, Emílio Médici. Pediu apoio ao cinema nacional. Construiu em Taubaté um estúdio maior, com oficina de cenografia e um hotel, utilizado por atores e técnicos (hoje em dia o hotel está aberto ao público que deseje conhecer mais a história do ator). Mazzaropi ainda fazia um filme, quando foi internado. Chamaria-se “Maria Tomba Homem”. Não chegou a finaliza-lo. Morreu aos 69 anoa, em 13 de junho de 1981, vitimado pelo câncer na medula óssea. O ator, que era homossexual, nunca se casou, mas deixou um filho adotivo. Filmes •  O Jeca e a Égua Milagrosa (1980) •  A Banda das Velhas Virgens (1979) •  O Jeca e Seu Filho Preto (1978) •  Jecão... Um Fofoqueiro no Céu (1977) •  O Jeca Contra o Capeta (1976) •  O Jeca Macumbeiro (1975) •  Portugal... Minha Saudade (1974) •  Um Caipira em Bariloche (1973) •  O Grande Xerife (1972) •  Betão Ronca Ferro (1970) •  No Paraíso das Solteironas (1969) •  Uma Pistola para Djeca (1969) •  O Jeca e a Freira (1968) •  O Corintiano (1967) •  Meu Japão Brasileiro (1965) •  O Puritano da Rua Augusta (1965) •  O Lamparina (1964) •  Casinha Pequenina (1963) •  O Vendedor de Lingüiças (1962) •  Tristeza do Jeca (1961) •  As Aventuras de Pedro Malazartes (1960) •  Jeca Tatu (1960) •  Zé do Periquito (1960) •  Chofer de Praça (1959) •  O Noivo da Girafa (1958) •  O Gato de Madame (1957) •  Fuzileiro do Amor (1956) •  Chico Fumaça (1956) •  A Carrocinha (1955) •  Candinho (1954) •  Nadando em Dinheiro (1952) •  Sai da Frente (1952)
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  Ficha Título Original: What's Up, Tiger Lily? Ano/País/Gênero/Duração: 1966 / EUA / Comédia / 80min Direção: Woody Allen, Senkichi Taniguchi Produção: Woody Allen Roteiro: Woody Allen, Julie Bennett, Frank Buxton, Louise Lasser, Len Maxwell, Mickey Rose, Bryan Wilson Fotografia: Kazuo Yamada Música: The Lovin' Spoonful Elenco: Tatsuya Mihashi ... Phil Moscowitz Akiko Wakabayashi ... Suki Yaki Mie Hama ... Teri Yaki John Sebastian ... O Próprio Tadao Nakamaru ... Shepherd Wong Susumu Kurobe ... Wing Fat Sachio Sakai ... Hoodlum Eisei Amamoto ... Cobra Man Tetsu Nakamura ... Foreign Minister Osman Yusuf ... Gambler Woody Allen ... O Próprio / Dub Voice / Projectionist Zal Yanovsky ... O Próprio Joe Butler ... O Próprio Steve Boone ... O Próprio Frank Buxton ... Dub Voice (voz) Louise Lasser ... Dubbed voz (voz) Len Maxwell ... Dubbed Voice Kumi Mizuno ... Phil's Date Mickey Rose ... Voice China Lee ... Dancer in credits     Sinopse   Woody Allen (em narração) é um espião japonês que vive aventuras muito atrapalhadas. O filme é uma adaptação satírica de thrillers de espiões japoneses, como Key of Keys, com dublagens de atores americanos. Primeiro longa dirigido por Woody Allen.     Imagens
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  Marilyn Monroe assinou seu primeiro contrato com a Twentieth Century Fox em 1946, estreando no ano seguinte numa pequena participação. Mas bastou isso para que ela chamasse a atenção de todos. Em 1959 receberia um Globo de Ouro de Melhor Atriz em comédia por Some Like It Hot. Atuou em 30 filmes antes de sua morte em 1962, em circunstâncias ainda inexplicáveis e controversas. A briga entre Marilyn Monroe e Joan Crawford teria iniciado em um jantar de premiação da Photoplay, em 1953. Marilyn teria aparecido com um vestido provocante que logo chamou a atenção de todos os convidados. Joan teria dito para o amigo Bob Thomas (jornalista) que aquela "foi a exibição mais chocante de mau gosto que eu já vi. Olha, não há nada de errado com meus peitos, mas eu não saio por aí atirando ele no rosto das pessoas". O ruim de fazer uma confidência dessas para um amigo é quando ele é um jornalista. No dia seguinte a citação de Joan estava nos jornais. E, segundo ele, Joan ainda teria dito mais: "o sexo desempenha um papel importante na vida das pessoas, elas gostam disso, mas não querem ver isso ostentado e explorado. A publicidade foi longe demais, e Miss Monroe está cometendo o erro de acreditar nessa publicidade. Devem dizer a ela que o público gosta de saber que por dentro, todas as atrizes são ladies..." Monroe mandou uma resposta na coluna de Louella Parsons: "Eu chorei a noite inteira quando soube isso, porque eu sempre admirei Miss Crawford, por ela ser uma mãe tão maravilhosa, adotando quatro filhos e dando-lhes casa e o melhor. Quem melhor que eu sabe o que isso significa... desabrigar pequeninos?" Bom, de acordo com alguns boatos, a briga entre as duas não teria vindo de uma hora pra outra. Na verdade Joan remoía algo já há alguns anos. Ela teria sido rejeitada por Monroe... Joan aconselhou ela a experimentar alguns vestidos, tentado seduzi-la, e Marilyn não quis nada, fazendo com que Joan ficasse no mínimo desapontada... segundo outras versões, a história não foi bem assim... Em 2003, Matthew Smith teve acesso às fitas gravadas das sessões de Marilyn ao seu psiquiatra. Numa delas a loira falava sobre o dito encontro: "Fomos até a casa dela depois de um coquetel. Fomos para a cama e ela teve um orgasmo gigantesco, gritando como louca. Depois queria mais, no que eu disse que não tinha gostado de fazer isso com outra mulher. Depois disso ela se tornou rancorosa comigo." Segundo George Cukor, Joan foi até sua casa, na noite em que a loira morreu, e chorava loucamente. Ele ficou espantado e perguntou porque ela estava tão triste com a morte de Marilyn. Joan disse: "você está certo. Ela não valia nada, era exibicionista, ela nunca foi uma profissional e irritou muita gente. Mas, pelo amor de Deus, ela precisava de ajuda. Ela tinha todas essas pessoas em sua folha de pagamento. Onde diabos eles estavam quando ela precisava delas? Porque diabos ela tinha que morrer sozinha???"   (Por Carla Marinho)
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O ator sonhava em ser grande, e após o sucesso em Hollywood, acredita na cura do Mal de Parkinson que o atinge. Michael, como toda criança, sonhava em crescer e e se tornar escritor, jogador de hóquei ou astro do rock. Filho de um militar, que incentivava ele a ter uma profissão comum, Michael quase não ia as aulas, mas não faltava a um teste de teatro ou tv. Sua aparência infantil era um obstáculo, pois ele parecia mais novo do que realmente era e era difícil obter papéis de pessoas mais velhas. Mas foi justamente por ser pequeno que ele conseguiu o papel de um garoto de 10 anos na série The Beachcombers (1973).  “Queriam um garoto de 10 esperto, e aos 15 eu fui o garoto mais esperto que eles já viram”, disse o ator anos mais tarde. A série canadense seria arquivada e mostrada apenas alguns anos mais tarde, sem grande sucesso. Mesmo duvidando que Michael pudesse ter sucesso, seu pai o levou a Hollywood, onde o garoto encontrou um agente. Foram tempos difíceis e ele chegou a se vender como algo econômico. Explica-se: por ter aparência de jovem, Michael dizia que ele poderia interpretar papéis de garotos sem a necessidade do estúdio contratar tutores ou pessoas para acompanharem. Esperto, mas sem sucesso. Sem dinheiro, testes ou parentes famosos, passou por dificuldades financeiras. Não tinha perfil de ator principal, mas não estava disposto a desistir. E após alguns testes, conseguiu o papel de Alex Keaton, filho do um casal de hippies na série "Family Ties" (1982 – 1989). Isso depois que Matthew Broderick desistiu de interpretá-lo. Uma curiosidade é que Michael estava tão sem dinheiro nessa época, que nem telefone tinha, e os produtores tiveram que esperar um dia até que o jovem aparecesse para  anunciar que tivera sido o escolhido. Foram necessárias duas temporadas para que Alex Keaton se tornasse o protagonista da série. Simpático, adorável e ao mesmo tempo arrogante e imprevisível, o personagem cativou o público e Michael acabou conseguindo com ele três Emmys. Para alguém que poucos anos vendia o almoço para comprar a janta, o sucesso era retumbante. Fox queria aproveitar o sucesso da serie para brilhar também no cinema. Durante um intervalo na serie, realizou as filmagens de “O Garoto do Futuro” (1985). Spielberg ficou de olho no ator, e decidiu que queria ele no elenco de seu novo filme: De Volta para o Futuro. Com medo de que o jovem ator abandonasse a série, os produtores não quiseram de cara liberá-lo, mas depois de algum tempo concordaram, desde que as filmagens não atrapalhassem a série. Quem sofreu foi Michael, que trabalhava na série durante 8 horas ao dia, e durante a noite realizava as filmagens de De Volta para o Futuro. Estafa e muito cansaço depois, veio o lucro. O filme se tornou o grande sucesso de 1985, tendo a maior arrecadação e público e ganhou duas continuações. Apenas um mês depois, “O Garoto do Futuro” (1985) foi lançado e o improvável aconteceu: devido ao nome de Fox, o filme de baixo orçamento tornou-se um sucesso. ornava-se claro que ele vendia, e em meados dos anos 80 seu rosto estava em toda parte.  O espantoso sucesso preocupou toda a equipe de Caras e Caretas. Começaram rumores que ele abandonaria a serie e em uma demonstração de lealdade ele prometeu ficar na serie até o final. Em 1989, depois de 7 temporadas, finalmente chegava ao final e o ator podia se dedicar ao cinema. O ator seguiu a carreira, embora agora sem o mesmo sucesso de antes. Com o tempo, Fox tornou-se viciado em álcool, mas com a ajuda de sua esposa, Tracy, conseguiu vencer o vício. Enquanto filmava Doutor Hollywood (1990) sentiu os primeiros sintomas da doença que mudaria sua vida: o dedo mínimo começou a tremer e ele pensou ter se machucado. Após alguns exames, veio o diagnóstico, tratava-se de Mal de Parkson, doença que raramente atinge jovens e o atingira com menos de 30 anos! Michael não estava preparado para o que viria, embora lesse sobre o assunto, e decidiu ocultar a doença. Em 1996 voltou à tv na série de sucesso Spin City. Nessa época chegou a se submeter a uma cirurgia cerebral, cujos efeitos colaterais incluíam paralisia ou coma. Após a cirurgia, que diminuiu os efeitos da doença em seu organismo, ele resolveu abrir o jogo e contar sua luta de sete anos. Após quatro temporadas, sem conseguir seguir o ritmo exigido, ele anunciou sua retirada da série para se dedicar à família e ao Instituto que criara. Com a mesma força que o levou a se transformar em um astro, Michael, com 40 anos, se esforçava para encontrar a cura do Mal de Parkinson. Sua luta as vezes gera controvérsia quando ele se colocou à frente do debate sobre células tronco. Noutra vez chegou a ser criticado por um deputado, que achou que ele exagerava nos sintomas de sua doença. Apesar dos limites fisicos, Michael ainda chama a doença de uma dádiva que alterou sua vida: “Não quero dar uma de Poliana. É uma droga, é um saco, e uma das piores partes é a solidão. Mas quando encontramos uma pessoa assim na rua e olhamos para ela, nem é preciso conversar, é tipo, sei como se sente... Mas o que eu quero fazer é olhar pra alguém com Mal de  Parkinson e dizer: seu como é, e estou fazendo algo para acabar com isso.” Atualmente o ator tem feito algumas participações em séries e dedica-se sobretudo à sua Instituição  Michael J. Fox, que financia estudos sobre a cura do Mal de Parkinson. (Por Carla Marinho)
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Filha de mãe paranóica e pai alcóolatra, conseguiu chegar ao estrelato e se tornar a maior estrela do cinema em sua época. Mas a loucura e o esquecimento logo iriam bater à sua porta.   Primeiros tempos   Sarah, A mãe de Clara já tinha sofrido dois abortos antes de engravidar dela. Sofria de paranóia e epilepsia. Seu pai, Robert era alcoólatra e ausente. Às vezes suas ausências eram tão longas que Sarah, mãe de clara, chegava a pensar que ele tinha morrido. Foi nesse ambiente familiar conturbado que a atriz veio ao mundo, em 27 de setembro de 1905. Clara cresceu com a impressão de que era ela que cuidava da mãe Sarah, ao invés de ser o contrário. Sarah piorava a cada ano, e quando Clara lhe revelou o sonho de ser atriz, ela, em meio a um ataque, chegou a colocar uma faca no pescoço da filha, e a dizer que preferia vê-la morta. De manhã, Sarah parecia ter esquecido completamente do ocorrido. A distância do pai só fazia aumentar o cenário de angústia. Ele não conseguia um emprego digno e a família mudava-se constantemente de casa. Aos 14 anos, Clara preferia a companhia dos amigos, geralmente homens. Tinha dificuldades com amizades femininas. Segundo a atriz, as garotas zombavam de seus modos moleques, já que ela preferia jogar beisebol e brigar como um garoto. Ela se destacava também nos jogos escolares.     O sucesso Clara viu um anúncio de um concurso na revista Motion Picture de janeiro de 1922. Resolveu participar e acabou ganhando. Sua mãe ficou furiosa, mas pouco tempo depois estava internada em uma instituição para doentes mentais. Seu pai, ao contrário, a apoiou, visando o lucro certo que isso lhe traria. Após vencer o concurso ela abandonou a escola e começou a correr atrás de outros trabalhos. Mas foram tempos difíceis, idas e vindas sem sucesso. "Eu sempre era considerada ou muito jovem, ou um pouco ou muito gorda. É, geralmente eu era muito gorda", revelou Clara. Finalmente ela conseguiu um contrato que lhe rendia 50 dólares por semana. Mas logo que as filmagens de "Down to the Sea Ships" começou, ela recebeu uma notícia bombástica: sua mãe falecera. Apesar do luto, a carreira começava a decolar. Ela recebeu críticas bastante favoráveis. Logo se tornou uma WAMPAS Baby Star, um prêmio que lhe rendeu mais filmes. Vieram filmes como "Enemies of a woman", "Grit", "Maytame". Seu salário saltou para 200 dólares ao passo que o trabalho e fama dobravam. Em 1924 já era considerada uma das atrizes mais famosas do cinema, e rentável para os produtores. No período de 1922 a 1925 ela já tinha feito 29 filmes. Mas seu primeiro grande filme foi "The Plastic Age". Nessa época, a atriz ainda vivia com o pai, que muitos consideravam um explorador barato. Clara resolveu morar com seu namorado, Arthur Jacobson, um cameraman. BP Schulberg, quando soube disso, resolveu demitir o rapaz. Só arranjou confusão, porque Clara foi atrás do chefe e enquanto rasgava seu contrato, gritava que ele não tinha poder sobre sua vida. No final, chegaram a um acordo, no qual Clara tinha que dizer que Arthur era seu irmão. Mas antes do lançamento de "The Plastic Age", ela já tinha terminado o namoro com Jacobson, e saia com Gilbert Roland, seu co-star. Depois dele veio Victor Flemming, com quem teve um breve affair. Ele tinha o dobro da idade dela, mas... quem se importava com isso? Quando perguntada sobre Flemming, ela disse: "Foi o primeiro homem de verdade que eu conheci".     The It Girl Elinor Glyn, anunciou que Clara possuía algo especial, um "IT". Essa declaração trouxe curiosidade ao público, mas já fazia parte da publicidade por trás do filme que a marcaria, e do título que lhe cairia: "The It Girl". Segundo Adolph Zukor, ela era tão vivaz que parecia estar sempre se movendo, e seus grandes olhos possuíam um magnetismo animal, se tornando o centro das atenções onde quer que fosse.  "Wings" (1927) ganhou o Oscar de melhor Filme, o primeiro da história. ELa fez uma participação em um filme technicolor, "Red Hair", e era a rainha do cinema. yUbwooB5Cew     Até que... Vieram os "talkies", os tão temidos filmes falados. Clara, que tinha um forte sotaque do Brooklyn ficou insegura. Schulberg queria lançar logo um filme falado com ela. "The Wild Party", onde ouviu sua voz pela primeira vez, frequentemente é lembrado como um enorme fracasso: 6lmCjrQ0mcQ   Ela estava em pânico, e não conseguia se adaptar. Logo deixava de ser a preferida de Schulberg e a ser cada vez menos chamada. Seu favoritismo desapareceu e a Paramount a cancelar seus filmes. Seus figurinos e fotografias de publicidade agora tinham que sair de seu bolso, e para piorar tudo sua assistente Daisy DeVoe ainda roubou grandes somas de dinheiro de sua conta bancária. Bow chegou a processar DeVoe, mas o que conseguiu foi somente um infame processo judicial, em que DeVoe revelou detalhes íntimos da vida da ex-chefe. Histórias sobre lesbianismo, incesto, drogas, doenças venéreas e a lenda de que teria feito sexo com toda a equipe de futebol do USC foram declarações feitas por sua ex-empregada.   Fora de Hollywood   Clara teve um colapso nervoso e mental, seguidos de um ataque cardíaco. Foi hospitalizada enquanto os estúdios mentiam, dizendo que ela sofria de dores abdominais. Cansada de tudo, arrasada mental e fisicamente, finalmente ela se afastava da vida pública. Estava cansada, magoada e confusa, explicou mais tarde: "ser um símbolo sexual é um fardo pesado para carregar".   Após sair de Hollywood ela se casou com Rex Bell, que ficara ao seu lado durante todo o seu tormento pessoal. Tiveram dois filhos, mas logo Clara começava a dar os primeiros sinais da doença mental que lhe atormentaria. Com medo de ter ataques como os de sua mãe, ela preferiu se internar em um hospital psiquiátrico onde foi diagnosticada esquizofrênica. Clara Bow e sua família Afastada há tempos da vida pública, estava cansada, magoada e confusa, explicou certa vez: "ser um símbolo sexual é um fardo pesado para carregar". A atriz morreu aos 60 anos, de um ataque cardíaco, enquanto assistia a um filme de Gary Cooper. Foi enterrada ao lado de Rex Bell.   Por Carla Marinho  
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  Cinema mudo e comédia nos remete logo a Charles Chaplin e também em Laurel e Hardy (O Gordo e o Magro). Mas naquela época brilharam também alguns que embora estejam esquecidos hoje, fizeram a alegria naqueles cinemas pequenos: Mabel Normand Quando Chaplin chegou na Keystone, já encontrou Mabel. Ela era a mais importante comediante do estúdio. Em "Mabel's Strange Predicament", o primeiro filme realizado (Making a Living foi o primeiro lançado) que contou com a presença de Chaplin, Mabel Normand estava lá. Até hoje lea é creditada como a mais importante comediante do cinema mudo. Além de atuar, ela também era roteirista e dirigiu vários de seus filmes. Em 1918 ela assinou um contrato com Samuel Goldwyn, chegando a ganhar 3.500 dólares por semana, uma quantia significativa para aqueles tempos. Isso fez com que ela deixasse a Keystone.   Roscoe 'Fatty" Arbuckle Arbuckle foi uma das estrelas mais populares entre 1914 e 1922. Infelizmente sua carreira foi interrompida por um escândalo ocorrido durante uma festa em que uma atriz foi estuprada e morta. O comediante foi julgado inocente, mas jamais conseguiu retornar à carreira que tivera tanto sucesso. O ator dividiu a cena com Chaplin, Buster Keaton (com quem estrelou uma série de comédias antes deste último se lançar sozinho) e reinava absoluto dentro da Keystone. Após o escândalo, ele continuou a trabalhar de forma esporádica como diretor, utilizando condinomes para ocultar seu verdadeiro nome.   Buster Keaton Buster teve sua primeira grande chance ao lado de Roscor Arbucke no filme The Butcher Boy. Quando começou a dirigir, Buster utilizaav-se de gags visuais e truques de câmera, tornando suas comédias inteligentes. Seu rosto impassível diante de qualquer situação, lhe rendeu o apelido de "The Great Stone Face". Para alguns historiadores, ele é considerado um dos maiores diretores de todos os tempos. Seu filme O General é um dos maiores filmes do cinema mudo.   Harold Lloyd Harold Lloyd fez quase 200 filmes entre 1914 e 1947 e é considerado, juntamente com Buster Keaton e Charles Chaplin, um dos mais influentes comediantes da era muda. Muitos de seus filmes traziam cenas de perseguição. Lloyd criou um personagem almofadinha que não tinha medo de aventuras. Em uma de suas mais memoráveis cenas, no filme "Safety Last" ele se pendurou em um relógio de um prédio altíssimo.   Harry Langdon   Langdon foi mais um dos astros descobertos por Mack Sennett. Seu personagem era um homenzinho de olhos arregalados e de características infantis. Apesar de dirigir também, Langton teve suas melhores performances quando foi dirigido por outros.   Edna Purviance Edna Purviance apareceu em 33 produções de Chaplin, incluindo o mais célebre de todos, The Kid (O Garoto), 1922. Não era atriz quando Chaplin a escolheu para ser seu par nas telas, mas era justamente sua despreocupação que tornou célebre suas expressões de surpresa diante das peripécias do Carlitos.   Por Carla Marinho
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  Alguns fatos pareciam ser uma triste premonição ao que iria acontecer aos astros. Thelma Todd Thelma participou do filme Monkey Business, dos Irmãos Marx. Nele ela fazia a esposa de um gangster. Tempos depois a atriz se envolvia com Lucky Luciano, um mafioso de verdade. O relacionamento foi conturbado. O mais curioso foi que o personagem Groucho Marx, em determinada cena, saiu com essa frase: - Nós podemos limpar e amarrar mais firmemente seus freios, mas você terá que ficar na garagem a noite toda. Quatro anos mais tarde a atriz seria encontrada morta, em sua garagem, em causas não explicadas. Voltava de um encontro com seu (ex?) amante Lucky Luciano.   Sharon Tate Sharon teve um final triste, como sabemos, morta por dementes quando estava grávida de 8 meses de um filho de Roman Polanski. Ele jamais se recuperou, e usou muito do seu sofrimento em obras futuras. Alguns dizem que o acontecimento macabro foi motivado pelo filme “O Bebê de Rosemary”. Explico. Para fazer o filme, Polanski entrou em contato com o ocultista Anton Lavey durante a produção do filme. Dessa maneira, ele teria aberto uma porta para o mal que viria assolar a vida de sua esposa e filho, mortos brutalmente. Mas isso são apenas conjunturas. A coincidência triste foi a seguinte: Mais tarde Roman Polanski estava preparando uma adaptação da tragédia Macbeth. E durante uma das cenas violentas, sangue cenográfico foi jogado nos atores. Uma garotinha chamou a atenção, suja dos pés à cabeça de sangue cenográfico. Polanski foi até ela e perguntou-lhe o nome. “Sharon”, respondeu a garotinha. Imaginem o que deve ter passado na cabeça dele nesse instante? Judy Garland   A pequena menina com uma grande voz, Judy Garland, protagonizou o filme infantil mais visto de todos os tempos: O mágico de Oz. Nele ela era Dorothy, a garotinha que vê seu mundo escapar quando um tornado vai de encontro à sua pequena cidade. Da mesma maneira a vida dela mudou, e ela seria eternamente lembrada por seu papel no filme. Judy era a música Over the Rainbow, apesar de ter feito muitos outros sucessos ao longo de sua carreira. Curiosamente, no dia de sua morte, ocorreram algumas coisas estranhas. Dentre elas, um tornado no Kansas: cidade onde é ambientado o filme O mágico de Oz. Outra coincidência com relação a Judy diz respeito a uma cena de Summer Stock, último filme seu para a MGM. É realmente interessante uma cena em que ela canta e em determinado momento arranca a folha de um calendário e aponta: nele indica 22 de junho, data em que ela iria morrer. John Barrymore John tinha alguns poucos amigos com quem gostava de passar o tempo. Dentre eles John Decker, John Carradine, Ben Hecht e Gene Fowler. Gene adorava e respeitava John, e ficou arrasado quando viu o grande ator definhando fisica e mentalmente. Uma de suas peças que John mais gostava era um relógio cuco que ele tinha em sua casa em Beverly Hills. Ele já não funcionava, mas ficava na sala, exposto. Quando Barrymore faleceu, em 29 de maio de 1942, seu amigo Gene resolveu homenagear o amigo e colocar a hora exata de sua morte: 10:20. Mas quando Gene se aproximou, gelou: 10:20 era a hora exata do relógio parado.
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Segundo o livro Hollywood Nua e Crua, Grace Kelly nunca foi a garota fria que demonstrava ser...     Segundo o livro “A vida sexual dos Ídolos de Hollywood”, de Nigel Cawthorne, sua vida sentimental foi, no mínimo, bem movimentada. Com a imagem de uma mulher aristocrática, com tez suave e modos de princesa (mesmo antes de se tornar uma), ela se firmou em Hollywood. Era conhecido do meio o fato de que ela conseguiu muitos papéis através do “teste da cama”. Hedda Hopper chegou a intitulá-la como “ninfomaníaca”. Segundo Grace, perdeu a virgindade por acaso: “Fui a casa de uma amiga e ela tinha saído. Fiquei conversando com o seu marido e acabamos na cama”. Depois de ir para Nova York, para fazer teatro, começou a se envolver com pessoas do meio. Teve um caso com Alexandre D’Arcy, que tinha o dobro da idade dela. Segundo D’Arcy, era uma mulher muito fogosa, bastando só toca-la para incendia-la. Na mesma época, iniciou um romance com seu professor, Don Richardson, judeu e divorciado (fato que a família dela não aprovava). Ele teria dito que foi a garota mais linda que ele já viu nua. O próximo da lista foio xá do Irã Aly Khan. O primeiro artista com quem ela teve um caso foi Gary Cooper (bem conhecido com um garanhão). Seguiram-se Clark Gable (por quem ela se apaixonou perdidamente, enquanto que para ele, ela era só mais um flerte), Ray Milland (com quem contracenou em “Disque M para Matar”, casado), Bing Crosby (que vivia à época com problemas co sua esposa doente), William Holden (que fez com ela As pontes do Toko-Ri), Oleg Cassini (famosíssimo estilista), dentre outros. Em 1955 conheceu e casou-se com o príncipe Rainier. Seus pais a princípio foram contra o matrimônio, mas concordaram ao ver o charme do Principado de Mônaco. Para o casamento, foram feitos exames de fertilidade. Ela explicou ao médico que o hímen havia sido cortado em um jogo de hóquei. O casamento (de verdade) durou poucos anos, e ela logo se mudou para um local mais confortável onde pudesse criar seus herdeiros. Foi uma boa mãe. E estava disponível para novos romances. Cary Grant foi um deles. Mas a vida após Rainier merece um outro capítulo. Muito mais extenso. Que merecem outro capítulo a parte. Informações retiradas do livro Hollywood Nua e Crua.   Carla Marinho
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  Catherine Deneuve   Michèle Mercier   Brigitte Bardot   Isabelle Adjani   Anouk Aimée   Juliette Binoche   Capucine   Leslie Caron   Danielle Darrieux   Sophie Marceau   Marion Cotillard   Laetitia Casta   Audrey Tautou   Dominique Sanda
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Yves Montand   Serge Gainsbourg   Jean Paul-Belmondo   Nicolas Cage   Fred Astaire   Clark Gable   Humphrey Bogart   Willem Dafoe   Benicio Del Toro   Gerard Depardieu  
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  Jean Harlow — conhecida mundialmente como a Vênus Platinada —, foi a primeira grande loira do cinema. Filha única do casamento de Mont Clair Carpenter (que exercia a função de dentista) e Jean Poe Carpenter (do qual Jean adotaria o sobrenome de solteira, quando no futuro viesse a ser atriz) —, passou a agregar pequenos traumas desde o início, vendo lentamente o esfacelamento do amor entre seus pais. Os constantes desentendimentos resultaram no divórcio do casal — mas precisamente no dia 29 de setembro de 1922 —, e, a pequena “Baby” — apelido dado por seus progenitores, que a princípio acreditava ser seu nome de batismo — teve sua guarda entregue à mãe — a atriz veria seu pai (conforme relatos diversos) uma única vez mais ao longo da sua curta vida. Estudou na Miss Barstow's Finishing School for Girls — local do qual não guardou lembranças boas. Talvez a mais forte (no sentido recordatório) seja a de ter descoberto que “Baby” não passava de um tratamento carinhoso dado pelos seus, e que para todos ela sempre seria miss Harlean. Jean e sua mãe Solitária, apegava-se cada dia mais a progenitora — o laço afetivo que com os anos poderia em termos psicológicos ser definido como doentio, custaria a vida da atriz e ao mesmo tempo seria decisivo para o nascimento da estrela. Sem Jean mãe, não existiria a loira que encantaria o mundo nas telas anos depois. Em 1923, ambas partem para Hollywood — a senhora Harlow acreditava que poderia fazer carreira como atriz. Dois anos depois — movidas por problemas financeiros, bem como, sem perspectivas de realizar seu sonho — voltam a Kansas City. Os avós da célebre atriz possuíam uma fazenda em Michigan, onde a pequena contrai escarlatina. Em 1926 conhece aquele que seria seu primeiro marido: Charles McGrew. Um ano depois, casam. A senhora Carpenter também vive um novo relacionamento com um homem de origens italianas, não adepto ao trabalho, chamado Marino Bello. O casal McGrew parte tempos depois para Los Angeles. O primeiro esposo de Jean era um tanto quanto afortunado, tendo roda de amigos em meio à sociedade. Harlow tenta se adaptar a esta, no intuito de agradar seu marido e, muito mais sua mãe — alguns biógrafos citam a progenitora como uma mulher ambiciosa. Jean conhece Rosalie Roy — uma jovem aspirante à atriz. Esta amizade seria decisiva para os rumos futuros da célebre estrela. Numa noite qualquer do ano de 1928, ambas estão no carro de Rosalie, quando esta pergunta a Harlow se ela se importaria de passarem nos estúdios da Fox — onde a mesma tinha que falar com alguns executivos. Jean responde que tudo bem. Enquanto aguarda no carro, pela janela do estúdio, os executivos que tratavam com Roy vislumbram aquela jovem de cabelos loiros. Tempos depois, Rosalie informa a amiga que a Fox gostaria de contratá-la para ser figurinista em alguns filmes. A princípio responde que não está interessada. Sua mãe — agora morando também em Los Angeles — fica encantada com a idéia — a filha poderia realizar seu sonho —, de modo que a convence. “Baby” então procura os executivos, assina seu primeiro contrato — e em homenagem a mãe passa a se chamar Jean Harlow. O primeiro trabalho ao qual aparece, vem a ser como figurinista na película Why Is A Plumber (1927). Muitos autores não consideram parte integrante da sua biografia este filme mudo, sendo que, geralmente o primeiro filme a aparecer na lista de seus trabalhos é Honor Bound (1928). Ganhando sete dólares por semana, protagoniza pontas em Moran of the Marines, Chasing Husbands — ambos de 28 — Liberty, Fugitives, Why Be Good?, Close Harmony, The Unkissed Man, Thundering Toupess, Bacon Grabbers, Weak But Willing — todos de 29. Em junho do mesmo ano, Harlow se separa — para muitos biógrafos motivada pela carreira em ascensão. De modo que, volta a morar com a sua mãe. Esta e seu padrasto vivem da custa de seu trabalho como atriz. Meses depois a famosa dupla de comediantes Stan Laurel e Oliver Hardy — conhecidos no Brasil como O Gordo e o Magro —, convidam-na para participar do seu filme Double Whoopee — a crítica em geral, considera este, um dos trabalhos mais fracos da consagrada dupla. Todavia, sempre ressaltando a aparição de Jean. A cena mais marcante deste, é quando ao sair de um táxi, o vestido da atriz fica preso. Sem que ela perceba, continua caminhando tranqüilamente usando uma combinação transparente — que para os padrões da época era escandaloso — contudo, ainda não havia sido instituída a censura nos EUA, por isso o filme podia ser visto por qualquer um. O interessante nesta filmagens é ver o quão magra era Jean Harlow e, como seus cabelos eram curtos. O agente Arthur Landau — provável seu maior confidente e amigo nos anos seguintes — fica encantado com a atriz. Nesta época, a jovem já possuía os famosos cabelos loiros platinados. Depois de um jantar, torna-se seu empresário. Arthur sempre fora competente, logo Harlow participa do especial The Saturday Night Kid — ao lado de ninguém menos que Clara Bow — reza a lenda, que inicialmente as duas não se deram bem. Depois, nasceu uma forte amizade. Bow era atriz mais badalada daquele momento. Linda, talentosa, eternizou dois clássicos da era não sonora: Wings (Asas) e It. O primeiro, eleito por muitas revistas especializadas um dos melhores filmes de guerra de todos os tempos — vencedor também do primeiro Oscar —, o segundo introduziu na língua inglesa a expressão “it” (aquilo), que durante muitos anos fora sinônimo de sex-appeal. O mesmo especial ainda contava com a participação de outra talentosa atriz Jean Artur. Nenhum registro visual restou desta comédia da Paramount— comentada até hoje pelos admiradores das atrizes acima citadas —, apenas uma foto no qual as três aparecem, com Harlow no centro, e uma segunda dos bastidores onde todas as atrizes estão reunidas rindo. Deste ano ainda são New York Nights e The Love Parede (musical do diretor Ernst Lubitsch). Harlow com esforço, tornara-se uma atriz conhecida da grande maioria do público. Mas, faltava ainda um filme no qual fosse protagonista máxima, para eternizar-se. Howard Hughes havia concluído Hell’s Angels (Anjos do Inferno). Mas, teve seus planos de lançamento cancelados graças à introdução do som no cinema. Vira estrelas do nível de Louise Brooks terem seus filmes renegados por falta de sonorização. Além de tudo, a protagonista do seu épico Greta Nissen — tinha um belo rosto, mas um sotaque norueguês forte demais. James Hall — que trabalhara com Harlow em Saturday —, e fazia parte do elenco de Hells Angels viu a célebre atriz fazendo uma cena de dança num dos estúdios da Paramount. Logo que a cena fora concluída, pediu que esta o seguisse — o que Jean fez, usando o vestido de seda preta do próprio estúdio. James a levou diretamente a Howard Hughes — conhecido no meio “como um excêntrico que estava fazendo um filme que nunca terminava”. Jean e Howard Hughes Segundo Tony Thomas — autor do livro Howard Hughes em Hollywood (Frente Editora) —, ao vê-la este voltou seu olhar em direção do ator e perguntou: “Você está brincando?”. Todavia, o hoje lendário ator, insistiu que “aquela era a garota”. A beleza da garota fez com que os outros participantes do filme insistissem para que o empresário fizesse um teste com ela. No fim, ele concordou. Jean passa a interpretar Helen — uma frívola garota que está noiva, mas não ama seu futuro marido, apenas o suporta, pois, acha que este é seu dever para com a pátria. Assinado o contrato para trabalhar em Hell’s Angels, a jovem atriz passa a ganhar cento e vinte e cinco dólares por semana. Anjos do Inferno, com toda a certeza foi um marco na história do cinema. Antes deles, os filmes eram gravados com duas ou três câmeras no máximo. Por exemplo: nas cenas de batalhas aéreas foram utilizadas vinte e cinco! Também é o primeiro filme “independente”, sem o auxílio das grandes produtoras de Hollywood. E neste aparece uma das frases mais copiadas da sétima arte. Helen (Jean Harlow) estava usando um vestido — digamos — pouco tradicional — na verdade, quase transparente. Em certo momento, estando a sós com Monte (Ben Lydon), pergunta: Você ficaria chocado se eu vestisse algo mais confortável?”. Não é preciso dizer mais nada. Os bastidores de Hell’s Angels, com toda a certeza são tão interessantes quanto o próprio filme. Era nítido ali que, aquela jovem se tornaria na nova sensação do cinema americano. Logo após o lançamento da película, surgiram boatos de que Harlow e seu chefe — tinha ela agora contrato por cinco anos com este —, estavam namorando. Jean desmentiu em uma entrevista dada ao longo da turnê promocional do filme — transcrita tal como está no livro de Tony Thomas: “Ele é muito charmoso, de uma forma esquisita. Mas nunca mistura negócios e prazer. No que me diz respeito, eu poderia ser outro avião. Ele espera que você trabalhe da mesma maneira — nunca fique cansada, faça sua melhor interpretação a qualquer hora do dia ou da noite e não pense em mais nada. O mais perto que chegou de me passar uma cantada foi quando me ofereceu uma mordida de biscoito”. Talvez esta entrevista tenha sido o motivo pelo qual o empresário nunca mais fez um filme seu com a atriz, preferindo outros atores. Mas, a emprestou para outros estúdios — sempre lucrando com isso. Mesmo Anjos do Inferno sendo um sucesso, houve algumas revistas especializadas que ainda vinham com receio à estrela do filme — tais como a Variety e o The New Yorker. O ano de 1931 é corrido para a atriz. Ela participa do clássico Luzes da Cidade de Chaplin fazendo uma ponta — pode-se vê-la sentada em uma mesa. Depois atua em The Secret Six (com Wallace Berry e Clark Gable), The Public Enemy (com James Cagney), Iron Man, Goldie e o famoso Platinum Blonde. Platinum Blonde (Loira Platinada) chamava-se inicialmente Gallagher, todavia o agente de publicidade de Howard Hughes sugeriu que alterassem o nome do filme, visando fazer uma referência à atriz principal. Os estúdios Columbia aceitaram. A película ainda hoje é referência a atriz — tal como Gilda foi para Rita Hayworth — e ainda conta com a participação de Loretta Young — um dos rostos mais belos de Hollywood. As revistas que renegavam o talento da atriz, tiveram que se curvar tamanho o sucesso comercial do filme. Nasce com este também um crescente e fanático fã clube — grande parte dos adoradores de Harlow passam a clarear seus cabelos para ficarem iguais à diva. Se a vida profissional ia bem — sua vida amorosa, melhor ainda. Harlow conheceu o homem pelo qual toda a certeza foi apaixonada até o fim dos seus dias — apesar de tudo o que houve: Paul Bern — assistente de Irving Thalberg na MGM —, conhecido por dirigir Head Over Heels (1922) e estar sempre acompanhado das mais belas atrizes do cinema. Bern tentou convencer o dono da MGM Louis B. Mayer a comprar o contrato de Jean de Hughes. Este não deu a mínima — reza a lenda que Mayer não aceitava que Harlow tivesse escapado do teste do sofá. Insistente, Paul procura o amigo Thalberg — explicou o quão injusta era a situação da sua amada, Howard não fazia filmes com esta, emprestava-a a estúdios diversos e, lucrava muito em cima da garota. Por fim, Irving aceita a idéia. No dia do seu aniversário de vinte anos, Harlow recebe o maior de todos os presentes: Irving comprara por trinta mil dólares o contrato das mãos de Hughes. Fazendo agora parte do casting daMetro-Goldwyn-Mayer, passa a receber mil e duzentos e cinqüenta dólares por semana. No dia dois de julho de mil novecentos e trinta e dois, Harlow e Bern casam. Jean e Paul Bern O casamento de Harlow tinha tudo para ser um conto de fadas. Ela estava perdidamente apaixonada, e não havia uma única só pessoa em Hollywood que não gostasse de Paul Bern. Segundo Nigel Cawthorne — autor de A Vida Sexual dos Ídolos de Hollywood —, Bern “era gentil, inteligente e muito querido — chamavam-no carinhosamente de ‘pequeno padre confessor’, em homenagem à paciência com a qual escutava os problemas dos outros”. A diferença de idade não parecia incomodar a atriz também — ela estava com 21 e o esposo com 42. Mas o conto de fadas se tornou em uma triste história. Na noite de núpcias Paul Bern espancou Harlow, deixando-a com o corpo cheio de hematomas, mordidas e marcas de chicote. Durante a madrugada a atriz liga para Landau — seu agente —, que a leva para sua casa e lhe conta toda a loucura que ocorrera. No dia seguinte, Arthur vai a residência de Bern e encontra dormindo nu. O que vê, lhe deixa transtornado. O diretor e produtor possuía a genitália de um menino — sendo ainda impotente. Desesperado, aos prantos Paul confessa ao agente que casara com Harlow na esperança que ela lhe curasse. Segundo Nigel Cawthorne o mesmo dissera: “Todo o homem que conheço tem uma ereção só de falar ela. Eu não tinha o direito de pensar que Jean pudesse me ajudar?”. Transtornado ao descobrir que não, partira para agressão. Mas, tinha agora consciência de que desgraçara a vida da mulher amada — sim ele a amava, amava por demais, mas não poderia satisfazê-la como um homem normal. Se tudo isto transtornara Arthur, imagina o que ouviria depois e teria de contar a amiga: ele era casado com uma mulher que a muito estava internada em um sanatório. Os meses seguintes foram insuportáveis para os dois — de um lado a atriz que o amava e não tinha um casamento normal. Do outro ele, que a amava, não podia satisfazê-la, tornando-se a cada dia um ser ciumento, apavorado que ela pudesse trai-lo com um dos atores com o qual ela contracenava. Entre eles: Clark Gable. Ambos estão juntos em Red Dust. Clark Gable e Jean Harlow em Red Dust Muitos biógrafos consideram que a gota d’água no relacionamento Bern-Harlow fora uma cena do filme citado acima no qual, ao invés de usar um maiô e sair de um barril na frente de Gable, ela preferira apresentar-se completamente nua. Outros, no entanto, consideram que ao ver a mulher amada sofrendo — e culpando-se por tê-la desgraçado impedindo-a de ser casar com alguém que poderia fazê-la feliz. Um divórcio era algo ainda vergonhoso nos anos 30 —, Bern optara por dar cabo da sua vida na manhã de cinco de setembro enquanto a atriz estava no estúdio. Junto ao seu corpo despido, em frente a um espelho, encharcado do perfume preferido da criatura amada: Mitsuko, um bilhete curto, mas que explica muito do que passou em sua cabeça no momento final: “Minha querida, Infelizmente, este é o único modo de reparar o terrível mal que lhe fiz e de apagar minha abjeta humilhação. Amo você. Paul. Você compreende que ontem à noite foi apenas uma comédia”. Três dias depois, a atriz Dorothy Milette é encontrada afogada nas proximidades de um ferry boat entre São Francisco e Sacramento. Dissera em vida que fora mulher de Bern — na verdade, dez anos antes tinha sido internada em um sanatório devido a um colapso nervoso. Nos meses em que viveu ao lado de Jean, Paul a procurou algumas vezes. Louis B. Mayer — dono da MGM — tratou de ocultar o motivo que levara o diretor/produtor ao suicídio, mas foi esperto o suficiente para explorar o fato no cinema, no ano de 1935 em Reckless. Paul Bern Harlow passou maus bocados desde aquele dia. O falecido marido deixara-os cheios de dívida. Sua mãe e o padrinho — literalmente — passaram a viver junto dela — que os sustentava. Psicologicamente ainda era agredida ao ver sua mãe sendo traída dia e noite e perdoando Marino — que nos intervalos se atirava em cima da atriz, na tentativa de seduzi-la. Chantagistas de plantão, Louis B. Mayer que não lhe dava folga — o velho calhorda desejava-a de tal maneira que chegou a lhe oferecer um casaco de vison, pedindo que ela se despisse na sua frente. Ainda em 1932, Harlow protagonizou além de Red Dust, os seguinte filmes: Three Wise Girls, The Beast of the City,e Red-Headed Woman. Todas estas películas servem apenas para fãs em especial. As fotos da época também mostram o quanto à atriz esforçava-se para sorrir. A safra de 1933 é melhor. Neste ano Harlow trabalhou em Hold Your Man, Dinner at Eight, Bombshell, e no ótimo The Girl from Missouri. Também conhece Harold Rosson — durante as gravações de Bombshell. Casam-se, mas, vivem somente sete meses juntos. Harlow continua a morar com sua mãe e o padrasto — que descobre um novo filão para suas escapulidas: o nome da atriz, fazendo com isto que, muitas aspirantes ao estrelato fossem para cama com ele. E o pior, fazia isto na residência onde vivia com a esposa e enteada. Durante a lua-de-mel com Rosson, Jean tem dores terríveis. É internada as pressas sofrendo uma intervenção cirúrgica para tirar o apêndice. Podemos destacar ainda na sua carreira os seguintes filmes: China Seas (com Wallace Berry) e Wife vs Secretary (com James Stewart e Myrna Loy) de 35 e 36 respectivamente. Seu último trabalho — ao lado Clark Gable, no total fizeram seis filmes juntos — se chama Saratoga, ao qual não conseguiu concluir — sendo que, utilizaram uma duble para completar este. Separada do seu marido — a mãe de Jean, passou a freqüentar uma seita ao qual acreditava que todas as doenças do corpo eram curáveis apenas com o poder da mente. Jean estava sentindo dores terríveis — provavelmente uma seqüela do espancamento sofrido anos antes. Fraca, já não conseguia se levantar da cama. Landau custou para retirá-la de casa, pois sua mãe insistia que a filha não precisava de tratamento. Existe uma imagem da época — uma rara fotografia — no qual o agente a carrega em seus braços, e pode-se ver o estado no qual ela está, principalmente o quão roxas estão as veias do seu pé. Harlow é internada. Está sofrendo de uremia, e não há muito que fazer. Os medicamentos são inúteis, devido à demora do tratamento. Às onze horas e trinta e seis minutos do dia seis de junho de mil novecentos e trinta e sete, seus olhos fecham-se completamente. Jean está enterrada no Forest Lawn Memorial Park, na Califórnia. No grande mausoléu particular dela, não vimos referência ao seu nome, apenas a inscrição “Our Baby” — Nosso Bebê, como ela sempre preferiu ser chamada. Curiosidades — Nem sempre as sobrancelhas de Jean Harlow foram finas. Inicialmente elas eram tão cheias quanto à de Clara Bow. Vê-se isto nitidamente comparando as imagens da atriz em Hell’ Angels (1930) e The Girl from Missouri (1934) — Reza a lenda que sua cama era uma réplica da concha na qual Vênus surge vinda do mar no quadro O Nascimento de Vênus, do pintor renascentista Botticelli. — Marilyn Monroe era apaixonada pela atriz, tanto que mantinha uma foto dela no seu camarim. Provável o suposto namoro de Jean com Gable que tenham motivado a atriz a tentar ter um caso com este, enquanto contracenavam Os Desajustados. — Max Factor — um dos maiores maquiadores de Hollywood — é que teve a idéia de clarear os cabelos da atriz ao ponto deles se tornarem loiros platinados. Também com ela, estreou a paleta make-up, com os tons exatos para a atriz. Esta paleta se tornou obrigatória em todo o cinema, e é usada até os dias de hoje. — Gwen Stefani — ex-cantora do No Dout — interpretou a atriz no filme O Aviador de Martin Scorsese. O diretor a escolheu após ver uma sessão de fotos que cantora fez para uma revista inspirada em Marilyn Monroe. Para o papel, Gwen leu duas biografias sobre Harlow e assistiu dezoito filmes protagonizados pela diva. — Em junho de 1999, o Instituto Americano de Filmes, elegeu as 100 Maiores Lendas do Cinema nos últimos 100 anos. Jean Harlow ficou na vigésima segunda posição. — Seus hobbies eram golfe e tênis. — Jean usava óculos quando precisava ler. Mas, foi poucas vezes fotografada com estes. — Nem sempre Harlow usou as madeixas loiras que a eternizaram. Meses depois da morte do esposo, cortou os cabelos e utilizou uma peruca para circular entre o público sem ser reconhecida. Características Faciais Além das sobrancelhas finas e os cabelos loiros platinados, a atriz tinha algumas características faciais que destacavam: — Possuía olhos extremamente grandes — algo incomum — conhecido como “olhos de boneca”, além de serem verdes. — Seus cílios se sobressaíam naturalmente — o que destacava seus olhos. Hoje em dia, utiliza-se rímel nos cílios inferiores e superiores para conseguir um efeito artificial parecido. — Lábios em formato de coraçãozinho — naturais, sem a necessidade da utilização de batom para simular tal. — Também tinha uma pinta no rosto, que virou moda entre as mulheres da década de trinta. Cenas Que Você Precisa Conhecer Além da lendária cena de Hell’s Angels citada anteriormente no texto, podemos destacar outras cenas na carreira da atriz: — Double Whoopee: quando seu vestido fica preso no carro. — The Girl From Missouri: quando a atriz tenta acompanhar um grupo de dança. Ou no instante em que ela e outras atrizes tentam colocar seus vestidos para um show. — Bombshell: um casal de São Bernardo que a ataca quando está próxima a uma escada. Ela segura um cãozinho de pelúcia na mão. Os closes do seu rosto neste filme são os melhores de sua carreira. — Platinum Blonde: o filme inteiro é maravilhoso. Um duelo de atrizes ao cargo de Harlow e da talentosa Loretta Young. Robert Williams também não deixa por menos. — Reckless: neste filme com direção de David O. Selznick, Jean é Mona Leslie, uma dançarina cujo seu marido se mata quando descobre que ela tem um caso com outro. Este outro é ninguém menos que William Powell — que no filme interpreta Ned Rile — e fora casada com Carole Lombard. Harlow dá uma palhinha do seu talento como cantora, cantando o tema do filme. Livros Jean Harlow — An Intimate Biography de Irving Shulman. Esta biografia — que infelizmente parece estar voltada para a os prováveis casos que atriz teve após a morte de Bern, mostrando-a quase como uma ninfomaníaca, veio a ser traduzida no Brasil, e circulou por aqui entre os meados dos anos 60 e 70. Facilmente encontrada nos sebos da capital paulista e na capital paranaense, serve como início para aqueles que querem conhecer um pouco mais da atriz. Platinum Blonde — The Life and Legends of Jean Harlow de Eve Golden. Sem tradução no Brasil, contém boas fotos. Uma ótima biografia sobre a atriz. A Vida Sexual Dos Ídolos De Hollywood — Nigel Cawthorne. Nos Estados Unidos saiu em dois volumes. No Brasil, foi editado somente em um. Jean Harlow tem um capítulo à parte. Cawthorne baseou-se nas biografias acima para criar seu livro. Ainda neste consta à história de outros atores e atrizes como Greta Garbo, Chaplin, Gable, Rita Hayworth. Um banho de tradução ao cargo de Gabriel Manzano. Citações Literárias — No seu último livro — O Último Magnata — Francis Scott Fitzgerald — um dos maiores escritores de todos os tempos — comenta sobre uma lista de recados que seu personagem Monroe Stahr — um bem sucedido produtor de Hollywood — recebeu. Entres estes está: Fairbanks, Spiros Skouras — presidente da Twenty Century Fox nos anos 20 — e da atriz Jean Harlow. Ver capítulo 5 (Editora L & PM Pocket). Sites — Site oficial: http://www.jeanharlow.com/ — Site feito por um fã (completíssimo, inclui imagens raras e é possível baixar apresentações da atriz nas rádios americanas): http://www.jeanharlow.org/ — Doctor Macro (site especializado em fotografias, não somente de Jean Harlow, mas de centenas de atores e atrizes do cinema. De Ava Gardner a Zigfield Folies. Possui diversos trechos de filmes liberados para download): http://www.doctormacro1.info/ No Brasil — Os loiros platinados estilo Jean Harlow, tempos atrás, foram febre no país graças à talentosa atriz Caroline Dickeman que utilizou-os — a cor era idêntica aos de Harlow —, mas não consta registros que Caroline tenha se inspirado na atriz americana para escolher a cor dos seus cabelos. Por Ricardo Steil
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Aviso, portanto, aos poucos leitores, que se trata de uma visão imensamente pessoal, de alguém que gosta de cinema apenas... Faz tempo isso. Queria escrever algo sobre o Woody Allen, mas me bateu aquela insegurança típica quando a gente dá de cara com alguém que consideramos tão fabuloso, não sei se pela facilidade de se fazer entender ou pela confusão de sentimentos que ele me causa. O fato é que nunca me senti satisfatoriamente preparada para escreve-lo. Assisti a muitos de seus filmes. Não todos. Ainda chego lá. Está entre minhas metas de 2012. Aviso, portanto, aos poucos leitores, que se trata de uma visão imensamente pessoal, de alguém que gosta de cinema apenas. Minha viagem através dos filmes de Woody Allen começou pelo óbvio. Assisti Annie Hall (1977), que cria ser sua obra mais conhecida. Por curiosidade, por amar Diane Keaton (O Poderoso Chefão, Alguém Tem Que Ceder), para dar uma chance ao Woody. Afinal, algum dia eu teria que iniciar-me. Annie Hall, um filme baseado no relacionamento entre os dois atores protagonistas, tendo o título aqui no Brasil de "Noivo nervoso, noiva nervosa", sei lá por idéia de quem. Melhor seria se fosse mantido o Annie original, apelido da própria Diane Keaton. Através do filme fui apresentada ao seu sarcasmo na porta de um cinema, ao se irritar com pessoas que não se conformam em apenas saber, mas em mostrar a todos os outros sua superioridade. Ah, os chatos das filas, que tanto podem entreter a passagem das horas com seus absurdos quanto fazê-las infinitas. Percebi a delícia de suas respostas prontas e gags, provavelmente algumas oriundas de seu passado no teatro. A sua forma de ver as mulheres, seres sempre tão superiores e confusos, sempre em dúvidas e que em nada ajudam o pobre homem que busca um alento em seus corpos, em suas idéias. Ah, as mulheres de Woody Allen, que apesar de tão fortes e bonitas, sempre se deixam levar por um homem tão delicado e neurótico como ele.  É, também isso faz parte de suas naturezas imprevisíveis. Annie Hall me deixou no final (que eu a m a r i a revelar) com uma sensação incrível de que se pudéssemos, nós refaríamos o nosso final, escolheríamos o que melhor se encaixa. Ele me deixa com a garganta seca, embora com um sorriso da verdade naquilo tudo, ao perceber o inevitável das relações: as separações, a dor causada embora necessária, a vida que sempre segue, alheia ao que nós preferíamos. Play it Again, Sam (1972), sob o também péssimo título de Sonhos de um Sedutor foi meu segundo filme. Woody gosta de cinema clássico como eu. Nossa. Ele sempre dá um jeito de colocar uma música dos anos 20, uma citação de uma passagem de filme, uma imagem clássica, uma narrativa que lembra o velho e bom cinema de antigamente, a explicação direta com o público, que nos identifica com suas neuras. Em Sonhos de um Sedutor o protagonista é tudo menos o que o título indica. Na verdade caberia mais um Delírios de um Don Juan Fracassado. Ele é mais uma vez um homem solitário, com dificuldades em conquistar as mulheres (criaturas difíceis, muito difíceis) e que busca conselhos de um guru chamado Humphrey Bogart. Sim, o grande astro de Casablanca. Bogart sim sabia como as coisas deveriam ser. Era um grande sujeito, que entendia como agradar as mulheres (diga-se as ter nas mãos), mesmo sendo ele tão feio e baixinho como o próprio Woody. Bogart torna-se necessário nessa busca, até a inevitável conclusão de que não adiantam protótipos. Tudo é mesmo imprevisível nessa caminhada. Segui por Zelig (um falso documentário sobre um louco que tem a autoestima tão baixa que literalmente se transforma nas pessoas para agradá-las), Bananas (que achei péssimo, apesar de umas boas sequências de gags como a da revistaria em que ele compra uma revista pornô e passa uma das maiores vergonhas de sua vida), Sonhos Eróticos numa Noite de Verão (nem preciso comentar muito que é um dos seus mais fracos em minha concepção), Manhattan (seu segundo melhor filme e que um dia me atreverei a escrever sobre). Tantos outros, tantos outros mais. Resumo da ópera: Calei-me de amor e absurda paixão pela obra do diretor. Pelo personagem criado por ele, e que se repete inevitavelmente em todos os seus filmes. Identifiquei-me com o tenso e neurótico homem que vem de sucessivas derrotas pessoais, mas mesmo assim segue tentando sobreviver. Achei nele, sobretudo, um pedaço do meu Carlitos, que segue na mesma filosofia de seguir embora os tempos indiquem caminhos opostos ao da felicidade. Viver, ora, viver. Apesar de... viver. Os filmes de Woody me levam à reflexão e aos inevitáveis comentários de "isso é triste, mas é verdade, sim, é verdade". Ainda escreverei sobre cada um deles que já assisti (todos). Comprometo-me a fazê-lo no devido tempo. Por hora fica apenas essa reflexão, que ele jamais lerá, mas que eu sabendo da dificuldade que foi trazer às mãos a idéia de escreve-la, tomo como uma vitória pessoal. Certa vez ele disse: "Não quero atingir a imortalidade com meu trabalho, mas sim não morrendo.". Hum. Sinto muito, Woody, sua hora chegará, como a de todos nós. Eu entendo a piada e completo que mesmo que você não queira, já atingiu a imortalidade com seu trabalho.   Por Carla Marinho.
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A loura se decepcionou com o diretor, segundo suas próprias palavras.   Segundo Tippi Hedren, que atuou em Os Pássaros (1963) e Marnie (1964), em entrevista ao The Times, Alfred Hitchcock manteve-a sob contrato, pagando semanalmente por quase dois anos, e sem possibilidade de fazer mais nenhum outro trabalho, somente porque ela se recusou a seus avanços sexuais. "Eu admirava Hitch tremendamente para seu grande talento e ainda fazer", disse Hedren ao Londres Daily Mail . "Eu admirava Hitch tremendamente para seu grande talento e ainda fazer", disse Hedren Londres Daily Mail . "No entanto, ao mesmo tempo, eu o odiava por seu comportamento e pela forma como ele me assediou. Ele era um grande diretor -. E destruiu tudo por seu comportamento quando eu e ele estávamos sozinhos."   Após terminar o contrato, Hedren fez um papel coadjuvante em A Condessa de Hong Kong (1967), de Charles Chaplin, e fez mais alguns filmes sem importância. Depois disso fez aparições esporádicas em filmes durante as décadas de 70 e 80, só voltando a ter uma carreira mais frequente a partir de 1990. Por sua parte, o Alfred dirigiu mais quatro filmes após Marnie (que acabou sendo mal recebido pela crítica): Cortina rasgada (1966),  Topaz (1969), Frenzy (1972 ) e Family Plot (1976). Tippi Hedren foi uma das louras de Hitchcock. Além dela, ele trabalhou com Joan Barry (Leste de Xangai ), Madeleine Carroll ( The 39 Steps, Agente secreto ), Grace Kelly ( Dial M for Murder, Rear Window, To Catch a Thief ), Ann Todd ( O Caso Paradine ), Eva Marie Saint (Intriga Internacional ), Kim Novak ( Vertigo ), e Vera Miles ( The Wrong Man, Psycho ). Além delas, Ingrid Bergman, a ruiva, atuou em três filmes de Hitchcock ( Spellbound, Notorious, Under Capricorn ) e Joan Fontaine ( Rebecca, Suspicion ). Nenhuma delas se queixou de possíveis assédios do Mestre do Suspense, que nunca negou ser Grace Kelly a sua loura preferida.   Por Carla Marinho
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“Fora uma estrela numa galáxia onde novas estrelas nasciam e morriam a cada temporada. E permaneceria brilhante e visível durante algum tempo Mesmo após a sua morte” Sara Davidson Quando o avião alugado por Rock Hudson pousou em Los Angeles a 30 de julho de 1985 (terça-feira), vindo de Paris, o célebre ator somente certeza tinha de uma coisa: desejava morrer em seu quarto, já que estava seriamente doente. O corpo médico — os mais importantes da área naquele momento — haviam lhe decretado: nada mais, nada menos que três dias de vida no máximo. O HPA-23, na época, o melhor tratamento para àquela doença nova e — ainda hoje — devastadora — apesar dos efeitos colaterais nocivos —, nada poderia fazer pela saúde do artista. Transfusões de sangue eram ineficazes. O vômito uma constante após ingestão de qualquer forma de alimento — sólido ou líquido. De modo que, sua alimentação consistia em doses e mais doses de soro contínuo — no intuito de fortalecer um pouco mais Hudson para ele voltar para casa — lembrando que, devido à fraqueza, suas veias não suportavam muito tempo as agulhas fixas nestas. Já o fígado sofrera tamanha degeneração — estava quase liquefeito —, que houve alguns especialistas que acreditavam que ele sofresse de câncer e não do mal do século. Quanto ao corpo — que outrora fora sinônimo de beleza e fizera milhares de garotas suspirarem ao verem este sem camisa —, era somente pele e ossos, os músculos atrofiaram-se em sua grande maioria e já não tinham como suportar o peso do ator, além de tudo, haviam chagas por todo tecido, de modo que, para suportar, não usava mais calças ou camisa, apenas a peça íntima e implorava para que alguém o coçasse, pois, nem forças para este simples gesto tinha. Durante o sono, tinha pesadelos, acordava ensopado — mas, não era o suor tradicional, e sim, um líquido com um odor insuportável, que, chegava a manchar os lençóis, sendo assim, necessário manter o colchão forrado com plásticos. A imprensa queria fotografá-lo. Ele, a primeira vítima pública da Aids. O homem que por quase quarenta anos tentou de todas as formas manter sua vida pessoal longe da mídia em geral, confessara de uma vez só, ser soropositivo, homossexual e estar morrendo. Três dias. Três dias, nada mais. Mas Rock, fosse pelos cuidados ou por seu desejo de viver, suportou além de todas as expectativas e especulações. No dia 4 de setembro, recebeu a escritora Sara Davidson no Castelo — nome que deu a sua residência —, no intuito, que ela atendesse seu último pedido: “preciso de alguém que escreva minha história, a verdadeira história da minha vida, pois, já estou farto de todas as mentiras publicadas nos últimos anos nos tablóides, biografias não-autorizadas e a mitologia do cinema”. Sara ouviu tudo isso espantada. Parte, por conhecer o quão fechado para sua vida pessoal era Hudson — o que em si, criava a mitologia em torno dele —, parte por vê-lo naquele estado: sentado em uma cadeira, movendo só os lábios — era a primeira pessoa a vê-lo, já que seus grandes amigos impediam qualquer pessoa ligada a mídia de aproximar-se — não queriam fazê-lo sofrer mais do que estava. Logo após deixá-lo, Davidson caiu em prantos. Refletiu durante toda à noite, teria forças para conviver com aquilo? Confessou ser triste demais ver uma pessoa tão debilitada morrendo na sua frente. Todavia, na tarde seguinte, retorna ao Castelo e seria assim até do dia 30 de setembro do mesmo ano. Recebe uma carta de Rock no qual pede aos amigos para auxiliar Sara em tudo o que for preciso. Transcrevo: “Sempre fui um homem muito reservado. Nunca quis escrever um livro, nunca deixei fotografarem minha casa e nunca revelei ao público o que realmente pensava. Agora tudo mudou — existe tanta coisa que eu quero contar e tenho tão pouco tempo. Quero dizer a verdade porque até agora não foi dita, de maneira que pedi àqueles que me conhecem melhor, meus melhores amigos, para colaborarem com a Sara Davidson no relato da minha história. Rock Hudson. 5 de setembro de 1985”. A biografia de Rock é resultado dessa pesquisa e das entrevistas que se seguiram. Houve momentos em que ele relatou fatos deitado em sua cama. Noutras, a consciência perdia-se e precisava que alguém lhe ajudasse — geralmente Tom e Mark Miller. Em 1º de outubro falece. Suas últimas palavras, ao ser perguntado se queria uma xícara de café: “Não, agora, não”. Coube a Sara concluir a biografia, intitulada Rock Hudson: A História de Sua Vida. Diferente das muitas que existem, esta foi escrita de forma romanceada, mostrando com toda a certeza todas as qualidades e defeitos do seu personagem, desde a infância pobre na casa da avó — convivendo com os três divórcios da sua mãe —, o sonho de ser um ator de sucesso, seus desentendimentos na vida profissional e pessoal, o carinho por Doris Day — a maior atriz para comédias do mundo, segundo sua opinião —, as paixões que o viravam de ponta à cabeça, seu calvário como portador do vírus fatal — ao qual, ele apenas se referia como “a peste” —, ao instante em que suas cinzas somem no mar. Doris e Rock em 1985 Li muitas biografias, mas, confesso, jamais me emocionei tanto com uma. É inevitável não torcer por Rock — mesmo sabendo o fim —, na esperança que ele se safe. Impossível não se comover, ao vê-lo, debilitado, erguendo-se da cama para estar presente no programa da amiga Doris Day, apesar de todos dizerem: “isto é loucura, vai te matar”. Ele estava tão fraco, que houve um momento ao qual caminhava com a atriz que procurou um banco para se sentar. Mark Miller — seu grande amigo —, indagou porque fizera isso, já que, piorara muito de saúde após a gravação do programa. Fraco, respondeu: “Porque Doris é boa demais para ser decepcionada”. Naquele momento, ninguém, além de alguns poucos amigos, conheciam a verdadeira doença do ator. “Foi assustador. Não demonstrei o que estava sentindo, mas doeu-me o coração. Minha vontade era tirá-lo daquele lugar, perguntar-lhe por que viera... Jamais imaginei que fosse Aids” — afirmou Doris, tempos depois. E mais triste ainda é vê-lo ao lado da diva — procure no youtube Doris Day And Friends —, quando conversam, após sentarem e um cãozinho aproximar-se dos dois: — Será que ele ficou cansado? — Não, fui eu quem ficou — responde Hudson. — Eu fiz você andar muito. Sabe, tenho saudades das risadas que costumávamos a dar. — Eu também. Não voltei a rir daquele jeito desde... Silêncio entre eles, apenas olhares. — A gente se divertia muito, muito mesmo, fazendo todos aqueles filmes. — Pena que não fizemos mais — suspira Rock. — Nós devíamos fazer de novo — sugere Doris. Emociona ou não? E no livro há todos os detalhes desse encontro, todas as palavras dos bastidores. Assim como, o reencontro de Hudson com seu grande amor, Tom Clark, já no leito de morte. Onde todas as faltas de cada qual — Clark era alcoólatra, largou o vício após o falecimento de Hudson —, todas as palavras ditas e não ditas são perdoadas e cada segundo é aproveitado intensamente. Tom ficou ao lado de Rock até o final. Foi responsável pelos cuidados do ator até o instante definitivo. Feriu-se protegendo o caixão de Rock para que a imprensa não pudesse fotografá-lo. Uma história de amor com final trágico. Nesta também, encontramos o nascimento de grandes amizades e inimizades do ator. Um momento inesquecível é quando George Stevens — diretor de Assim Caminha a Humanidade —, pergunta a Hudson: — Vou lhe dar duas opções, pense bem. — Certo. — Quem você quer que seja a sua parceira na tela: Grace Kelly ou Elizabeth Taylor? — Então me responda uma coisa: se você pudesse filmar entre um clássico e filmezinho de sucesso, o que escolherias? — Ora, um clássico, é óbvio, Rock. — Chame Taylor, afinal todo clássico que se preze, necessita de uma diva e não de uma atriz simplesmente. Nota: Elizabeth e Hudson não se conheciam até aquele momento. Taylor foi uma grande figura na vida pessoal de Hudson — tal como Doris Day —, fora à amiga nos maus e bons momentos, foi irmã e conselheira. Um dos momentos máximos da biografia é quando Taylor vai visitá-lo. Era comum — naquelas semanas finais — vê-lo ficar horas e horas imóvel, com os olhos cerrados, sem forças para expressar-se. E mais comum, era se esquecer das pessoas — houve momentos de estar falando com uma pessoa e logo perguntar: “Mas quem é você, mesmo?”. Ele estava assim fazia horas. Pediram para Taylor conter-se ao vê-lo, e que não esperasse que ele falasse muito: “Falar é raro ultimamente”. Quando a diva entrou no quarto, de olhos fechados Hudson sussurrou de imediato num fiapo de voz: — Elizabeth, você veio. — Ora Rock, como você sabia que era eu? — Como não saber — puxou o fôlego, completando — o quarto se iluminou imediatamente. Contudo, se resta-lhe leitor dúvidas quanto a ler esta biografia, completo com dois belíssimos trechos — dos inúmeros —, como prova das minhas palavras: “Ninguém é descoberto. Nunca. Os departamentos de publicidade adoravam dizer que Lana Turner foi descoberta quando, sentada no balcão de uma lanchonete, tomava um sorvete de chocolate... Não é verdade... O próprio cinema criou este mito — esse monstro, já descrito e fantasiado milhares de vezes. Warner Baxter disse para Ginger Rogers ou para uma outra qualquer: — Venha comigo, farei de você uma estrela. Ou então: — A estrela torceu o pé, de modo que você vai ter que substituí-la hoje à noite e assim se tornará em uma estrela também. Pura mentira” (Rock Hudon: A História de Sua Vida, pg. 52). “Durante toda sua carreira, Rock sempre foi conhecido por seu extremo senso de profissionalismo. Sempre pontual, sempre preparado, sempre pronto para trabalhar até quando fosse necessário, sem se queixar. Rock não se dava bem com James Dean e uma das razões era porque achava que Dean não era profissional. Hudson e Taylor, certa vez, passaram o dia maquilados e vestidos esperando por Dean, que tinha ido a Salinas assistir a uma corrida de automóveis. ‘Eu não simpatizava com ele pessoalmente’, confessou Rock, ‘mas isto não tinha importância. Ele certamente esteve muito bem no seu papel, sobretudo na primeira parte do filme. Na verdade, ele só fez três filmes... Era um tipo miúdo e não tinha muita consideração pelo cinema... era absolutamente magnífico quando desempenhava o papel de jovem, mas quando precisava envelhecer não sabia como resolver certos problemas. Aliás, ele tinha um enorme monólogo numa sala de banquete vazia, que foi cortado porque ele não conseguia resolvê-lo a contento. Além do mais, Jimmy morreu antes do término da filmagem, e seu diálogo teve que ser dublado porque em certas cenas ele estava tão bêbado que não se entendia o que estava dizendo. Arranjaram outro ator para isso. Nick Adams” (Rock Hudon: A História de Sua Vida, pg. 122-123). Confesso que, não sabia disso. No mais, esta é a minha cena preferida de Assim Caminha a Humanidade. Gostou? E no livro tem mais, muito mais. Por exemplo, você já tomou martini de chocolate? Temos detalhes da data inclusive que este foi criado? Tem noção do nome dos dois grandes amores da vida de Rock? Quais seus filmes preferidos? O que o levou a querer ser um ator de cinema? Porque ele não conseguia cantar, mesmo tendo uma voz de veludo? Por quanto tempo ele trabalhou como vendedor de aspiradores de pó? Só lendo esta — que ao meu ver, até o momento — é uma das melhores biografias de todos os tempos. Por Ricardo Steil — Itajaí/SC
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A atriz descoberta por Luchino Visconti deixou o Brasil para seguir carreira na Europa.   Em 15 de fevereiro de 1941, nascia em Uruburetama no Ceará, a atriz Ítalo-brasileira Florinda Soares Bulcão, ou melhor, Florinda Bolkan como passou a ser conhecida quando entrou para o mundo do cinema. Filha do deputado José Pedro e da dona de casa de ascendência índigena, Maria Hosana. Florinda tinha apenas 14 anos quando começou a trabalhar como secretária. Nunca abandonou os estudos e aos 18 anos já tinha diploma de línguas estrangeiras (inglês e francês).   A vida de trabalho começou realmente no Rio de Janeiro para onde se mudou com a família após a morte do pai. Com a fluência nos dois idiomas teve vários empregos o que ajudou a conquistar uma boa posição como “Executive Hostess” pela “Varig Airlines”. Mas Florinda queria mais: ganhar o mundo com suas asas de pássaro livre e em 1963 em companhia de amigos, partiu para visitar Londres e Paris, ficando dois anos na cidade luz. Lá chegou a ser convidada para trabalhar como modelo, mas recusou devido a sua timidez. Aperfeiçoou o seu francês na “Sorbone” e fez um curso de História da Arte no “Museu do Louvre”. Não tendo como se estabilizar na França decide regressar ao Brasil. as a grande sorte de sua vida estava por vir: em 1967, convidada por amigos italianos, é descoberta em Roma pelo famoso diretor italiano Luchino Visconti, que a convenceu a tornar-se atriz. Assim nascia a estrela brasileira de maior grandeza no cinema italiano. Rapidamente foi escolhida para participar em um filme com Jean-Louis Trintignant e Robert Hossein em Paris, que se chamava “Voleur de crimes”. Em seguida, “Candy in Rome” ao lado do Beatle Ringo Starr, Richard Burton e Marlon Brando. O seu primeiro “Donatello” (O Oscar italiano) vem 1968 com “Metti una sera a cena”, com Jean Louis Trintignant, Annie Girardot e Tony Musante. A partir daí adquire o status de estrela do cinema italiano. Em 1969, o filme em que atuava, “Indagine su un cittadino al di sopra di ogni sospetto” conquista um prêmio no Festival de Cannes e o Oscar em Hollywood de melhor filme estrangeiro.   A consagração total vem com “Anonimo Veneziano” (1970) o filme mais visto daquele ano. Nos anos 70 ela reinava absoluta, tornando-se a n a nº 1 na Itália. Em 1997 decide retornar ao Brasil para filmar “Bella Donna” de Fábio Barreto. Atualmente seu empreendimento tem sido a carreira de cineasta, onde dirigiu “Eu não conhecia Tururú” (2000) e uma ONG que ela criou para dar assistência às crianças carentes do seu Estado, o Ceará. Florinda está no rol das grandes estrelas brasileiras de carreira internacional como Carmen Miranda, Sônia Braga, Norma Bengell e Denise Dumont. Seu perfil é o de uma mulher forte, sensual, elegante e sofisticada.   Por Magda Miranda
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Um ator que provou ser maior que o preconceito. O primeiro filme que assisti com Sidney Poitier foi Quando Só o Coração Vê (1965), ao lado de Shelley Winters. Desconhecia-o, mas logo de cara percebi que se tratava de um magnífico ator. De infância pobre (seu pai era agricultor), esse ator nascido em Miami por acaso (sua família estava de passagem pela cidade), veio a morar na cidade de Miami quando já contava 15 anos. Partiu para Nova York. Era tão pobre que teve que dormir na rodoviária. Foi recusado em empregos e obrigado a dormir em bancos de praças, paradas de ônibus e afins. Graças a essa experiência, futuramente participaria de Movimentos pela defesa dos Direitos Civis. A estréia no teatro veio com uma ponta em “Lysistrata”. Em 1949 veio sua primeira chance no cinema, com "O Ódio é Cego", onde interpretou o papel de um médico que tratava racistas. Sidney Poitier, que é Doutor Honorário da Universidade Shippensburg da Pennsylvania, casou-se duas vezes: a primeira em 1950, com Juanita Hardy (mãe de quatro filhos seus) e a segunda em 1976, com Joanna Shimkus (mãe de duas filhas suas). Em 1963 ele recebeu seu Oscar por “Uma Voz nas Sombras”. Tornou-se assim o primeiro negro a receber um Oscar em Papel principal. Em 2002 recebeu um Oscar Honorário pela sua obra. Outros filmes de destaque do ator são Guess Who's Coming to Dinner - Adivinhe quem vem para o jantar  (1967) , The Defiant Ones - Acorrentados (1958) , Band of Angels - Meu pecado foi nascer (1957) e Blackboard Jungle - Sementes da violência (1955) . Segundo o ator, “Nós todos sofremos com as preocupações, mas a perfeição pode ser encontrada apenas no amor”.   Por Carla Marinho
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Ficha Título Original: A Study in Terror Ano/País/Gênero/Duração: 1965 / Inglaterra / Suspense / Direção: James Hill Produção: Herman Cohen Roteiro: Donald Ford e Derek Ford Fotografia:  Desmond Dickinson    Música: John Scott Elenco: John Neville     ...    Sherlock Holmes Donald Houston     ...    Doctor Watson John Fraser     ...    Lord Carfax Anthony Quayle     ...    Doctor Murray Barbara Windsor     ...    Annie Chapman Adrienne Corri     ...    Angela Frank Finlay     ...    Inspector Lestrade Judi Dench     ...    Sally Charles Regnier     ...    Joseph Beck Cecil Parker     ...    Prime Minister Georgia Brown     ...    Singer Barry Jones     ...    Duke of Shires Robert Morley     ...    Mycroft Holmes     Sinopse   Sherlock Holmes e o Dr. Watson juntam-se para resolver uma série de assassinatos, até descobrirem que as pistas levam ao assassino serial, Jack, o estripador.    
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Ficha Título Original: Hang 'Em High Ano/País/Gênero/Duração: 1968 / EUA / Faroeste / 114min Direção: Ted Post Produção: Leonard Freeman    Roteiro: Leonard Freeman e Mel Goldberg Fotografia:  Richard H. Kline Música: Dominic Frontiere     Elenco: Clint Eastwood ... Marshal Jed Cooper Inger Stevens ... Rachel Warren Ed Begley ... Captain Wilson, Cooper Hanging Party Pat Hingle ... Judge Adam Fenton Ben Johnson ... Marshal Dave Bliss Charles McGraw ... Sheriff Ray Calhoun, Red Creek Ruth White ... Madame 'Peaches' Sophie Bruce Dern ... Miller, One of the 3 rustlers, and murderer Alan Hale Jr. ... Matt Stone, Cooper Hanging Party Arlene Golonka ... Jennifer, the Prostitute James Westerfield ... Prisoner Dennis Hopper ... The Prophet L.Q. Jones ... Loomis, Cooper Hanging Party Michael O'Sullivan ... Francis Elroy Duffy, Prisoner Joseph Sirola ... Reno, Cooper Hanging Party     Sinopse   Eles o cravaram de balas. Eles o penduraram pelo pescoço. Eles o deixaram para morrer. Mas eles cometeram dois erros fatais: eles tentaram enforcar o homem errado, e não terminaram o trabalho. Em seu primeiro western americano, Clint Eastwood cravou seu marco como o maior "durão" do cinema - tinha a cabeça fria, era feito de aço, e possuía um eterno desejo de vingança.Oklahoma, 1873, Jed Cooper (Eastwood), confundido com um trapaceiro e assassino, é linchado pelo corrupto homem-da-lei Capitão Wilson (Ed Begley) e seu grupo de vigilantes. Mas assim que eles deixam a cena do crime, esquecem de um importante detalhe: eles deixaram cooper vivo! Em busca da justiça - e vingança - Cooper aceita o trabalho de oficial local, e caça um a um, todos os nove homens que o maltrataram.       Imagens
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  Sempre procurando superar o cinema e englobar outras artes e políticas, formulou linguagem fílmica revolucionária, livre de cultura burguesa, dominante no Ocidente. O cosmopolitismo crítico e a desconstrução formal se tornariam suas marcas registradas. Segue lista de seus melhores filmes, por ordem de ano.   Acossado (1960) Viver a Vida (1962) O Desprezo (1963) Bande à Part (1964) Alphaville (1965) Duas ou Três Coisas Que eu Sei Dela (1967) Weekend à Francesa (1967) Nouvelle Vague (1990) Elogio ao Amor (1999) Nossa Música (2003)
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As estrelas do cinema  sempre inspiraram Madonna. Por Junia Lemos do blog http://vintageeblog.blogspot.com.br   Greta Garbo Brigitte Bardot   Jean Harlow   Jane Russell   Joan Crawford   Gina Lollobrigida     Jayne Mansfield   Marilyn Monroe   Bette Davis   Audrey Hepburn Marlene Dietrich
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    Alguns livros biográficos que vale a pena ler...   Marilyn e JFK, de François Forestier O livro é um pouco fantasioso no que se refere ao romance e a forma como ele descreve a Marilyn Monroe. Leia-o com humor, mas se você gostar da Marilyn em excesso sugiro pular para a segunda opção. O livro é um tiro no coração de seus fãs mais ardorosos. Como eu gosto de sofrer, li. Não gostei. Indico para que vocês também se revoltem. Marilyn: Retrato de uma Estrela, de Marie-Magdeleine Lessana Livro biográfico feito por uma fã, mas nem por isso ruim. Ele traz muitos relatos interessantes sobre a diva. Charles Chaplin, de Carlos Heitor Cony Esse livro é muito bom. Além de apresentar um resumo da vida do cineasta, também estuda o personagem, apresenta críticas de alguns de seus filmes, textos de outras pessoas sobre Chaplin e seus filmes e também traz o resumo de TODOS os filmes de Chaplin. Tesouro. Chaplin: Contraditório Vagabundo, de Joyce Milton Confesso que tive que ler o livro umas três vezes para acalmar meus ânimos. A jornalista simplesmente parecia ter algo contra o vagabundo! Em todas as situações, Chaplin sempre parecia ser culpado de tudo de ruim que poderia acontecer no mundo. (Quem ler vai perceber isso). Mas o livro é o mais completo que eu já li sobre ele. Traz informações acerca de suas origens desde os seus bisavós (!!!!), e mostra curiosidades também sobre outros astros da era do cinema mudo. Indico. Judy Garland, por David Shipman Esse livro foi o responsável por minha eterna paixão por Judy Garland. Explico: eu fiquei em dúvida se comprava essa biografia ou uma sobre Greta Garbo. Escolhi essa. E não me arrependi. O autor vai a fundo na história de Judy, conta curiosidades, e mostra uma Judy diferente da que estamos acostumados a ver na mídia: desmistifica a áurea de mulher triste, colocando-a num patamar de fortaleza. Enfim. Indico. James Dean, o moço da capa, de Antonio Bivar O livro também traz informações interessantes sobre a vida íntima de James, citando fatos que eu, obviamente, acabei citando por aqui… (vide posts anteriores. kkkk). Bette Davis, de Charles Higham Um belo livro sobre a minha divíssima Bette. O autor chegou a entrevistá-la, antes de fazer o livro, e traz informações respeitosas, porém, sem deixar de adentrar em curiosidades que todos nós amamos. Garbo, Uma biografia não autorizada, de Antoni Gronowicz Bom, muita calma. O livro foi escrito na primeira pessoa, como se a própria Garbo estivesse narrando fatos de sua vida. A família e Garbo entrou na justiça, inclusive porque o autor, no início, narra um possível (e fictício) encontro entre ele e a diva, em que ela se entrega aos prazeres carnais com o tal. Viajou legal. Indico o livro só porque precisamos dessas coisinhas que nos deixam revoltados. Carmem Miranda, de Ruy Castro Gente, Ruy Castro é um dos autores que me fazem ter esperança na humanidade. De leitura fácil, mas não burrática, traz detalhes mínimos da vida de nossa pequena, e elucida fatos de sua vida aqui e nos Estados Unidos. Um retrato respeitoso e, posso dizer, fiel (porque acredito em cada palavra do Ruy) sobre nossa pequena notável. Brando: Canções que minha mãe me ensinou Brando resolveu contar um pouco a sua história. E o fez nesse livro, cheio de xingamentos. Gente, ele fala mal até do pobrezinho do Al Pacino. Fala de suas relações (heteros), casos, romances, porém, sem citar nomes. Mas no quesito família, ele deixou claro: não iria tocar no nome dos filhos nem das ex-esposas. Livro maravilhoso. Indico a todos. O Grande Amante, de Irving Shulman Não pensei que tinha, mas tem. Um bom livro falando sobre a vida do grande amante, Rodolfo Valentino. Se bem que a linguagem não é muito boa, o autor se detém muito em detalhes, como as flores ou decoração da sala onde foi feito o velório, e também fortifica a visão de machão (que não foi) o Rodolfito. Mas mesmo assim indico: é a única biografia sobre Valentino que encontrei em português. Grace Kelly: as vidas secretas da princesa, de James Spada Se viva estivesse, creio que Grace não aprovaria este livro. Discreta como foi, manteve uma áurea em torno de sua dignidade, tão bonita (e tão falsa, mas bonita, vai…). De repente vem um sujeito e escracha, contando tudo: que ela gostava de homens mais velhos, que teve romances depois de casada, que não era feliz, e etc. Enfim. Para quem gosta de bafões, indico correndo comprar. Enfim, é isso. Por hoje. Depois eu indico outros livros. Onde encontrar os livros?? Links Abaixo No Submarino Na Estante Virtual (livros fora de catálogo)   (Por Carla Marinho)
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Ficha Título Original: The Witches Ano/País/Gênero/Duração: 1966 / EUA / Terror / 90min Direção: Cyril Frankel Produção: Anthony Nelson Keys Roteiro: Nigel Kneale Fotografia: Arthur Grant Música: Richard Rodney Bennett Elenco: Joan Fontaine .... Gwen Mayfield Alec McCowen .... Alan Bax Kay Walsh .... Stephanie Bax Ann Bell .... Sally Benson Ingrid Boulting .... Linda Rigg Gwen Ffrangcon Davies .... Granny Rigg John Collin .... Dowsett Michele Dotrice .... Valerie Creek     Sinopse   A professora Gwen Mayfield sofre um colapso nervoso enquanto leciona na África, atacada por feiticeiros locais que a querem fora do país. Ela retorna à Inglaterra e aceita o emprego de professora num pequeno vilarejo, mas estranha o fato de não haver nenhuma igreja cristã no local. Aos poucos, fatos estranhos passam a incomodá-la, até descobrir que antigos rituais pagãos continuam sendo praticados no vilarejo.       Imagens
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  Essa última entrevista foi concedida por Cary Grant, quatro meses antes de sua morte, ocorrida depois de um derrame sofrido enquanto se preparava para se apresentar em um teatro em Davenport, Iowa. O jornalista se encontrou com o ator, que estava afastado das telas há mais de 20 anos. KENT SCHUELKE: Qual foi a sua mais antiga ambição? CARY GRANT : Eu não sei, acho que foi respirar... Eu não tinha uma  ambição definida. Primeiro nós temos que saber o que queremos antes de fazer. Eu não sabia. Bom, ao menos que você já saiba o que quer, queira ser um bombeiro ou jogador de futebol. Mas eu não tinha nenhuma dessas... KS : E quanto à atuação? CG : Eu não tinha ambição de atuar um dia. KS : Eu entendo que, quando menino você sonhava em viajar em alto mar. Queria ser um marinheiro? CG : Sim. Eu sonhava em viajar. Nasci em uma cidade – Bristol (Inglaterra) – onde havia grande fluxo de viagens. Era uma cidade muito antiga, e navios entravam e saiam todo o tempo a partir do porto. Eu estava sempre interessado nas pessoas que por lá passavam. E queria viajar como eles. KS : Como você começou a atuar? CG : Foi basicamente por causa de meu desejo de viajar. Juntei-me a uma pequena trupe de acrobatas. Com eles fui para Nova York. Eles retornaram para a Inglaterra e eu fiquei. Gostei daqui (Estados Unidos). Gradualmente comecei a fazer espetáculos musicais. Fiz muitos antes de chegar ao cinema. KS : Os jovens que não eram sequer nascidos quando fez o seu último filme estão descobrindo agora seus clássicos. O que você acha sobre isso? CG : Eu acho que eles têm uma longa vida pela frente. Eles vão fazer suas próprias escolhas. Espero o melhor para a próxima geração, mas não vejo muitas esperanças. Todos se queixam deste século, para onde ele está caminhando. Não sei o que os jovens pensam ou não, só ouço a emanação de seus pensamentos: rock e muito barulho. Mas se isso os faz felizes, tudo bem – desde que longe de mim. KS : Como você se vê? CG : Como posso me ver? Nós somos o que somos na opinião dos outros. Cabe a eles nos avaliar, pensar como somos. Só posso me ver como um homem de 82 que se mantém em funcionamento. Eu faço o melhor que posso, nas circunstâncias em que me encontro. KS : Como você gostaria de ser lembrado? CG : Hum… como um sujeito simpático que não se deixa abalar, suponho. KS : A sua vida está relativamente tranquila nestes dias? CG : Eu vivo muito calmamente - mas o que se esperar de um homem da minha idade? KS :É assim que quer viver o resto de sua vida, silenciosamente, em Beverly Hills? CG : Eu não sei quanto tempo vai ser - "o resto da minha vida" - mas eu aprecio o que estou fazendo e, claro, vou viver a minha vida aqui ao menos que alguma mudança extraordinária de repente ocorra. Se eu não gostasse de viver em Beverly Hills, então eu iria me mudar - eu posso dar ao luxo de fazer isso. KS :Qual é a coisa mais difícil de ser Cary Grant, a estrela de cinema? CG : Eu não considero difícil ser eu. A única coisa que eu desejo é que o público não me persiga. Há uma repetição constante de pessoas que se aproximam de mim para pedir autógrafos ou qualquer outra coisa idiota. Essa é a única coisa que eu não gosto nesse negócio. KS : Há muitos fãs que se aproximam de você hoje em dia? CG : Isso acontece, mas não tanto quanto para um Robert Redford ou algum jovem mais popular de hoje. Chega a ser um furo. KS : Tem havido muitos encontros interessantes com seus fãs? CG : As pessoas que eu mais gostaria de encontrar são as pessoas que são menos suscetíveis de vir até mim. KS : Você é acessível aos seus fãs? Como você interage com eles? CG : Eu não me importo nem gosto de falar para os meus fãs. Eu não sou rude. Eu tento ser o mais simpático que puder quando alguém surge ao meu lado durante algum jantar para me perguntar o que eu acho de determinada atriz. Mas eu não posso responder a todos. Nem às cartas. Recebo dois sacos de cartas por dia. Não consigo dar conta. KS : Estudantes de cinema gostam de analisar seus filmes. Acha certo estudar filmes que foram feitos estritamente para o entretenimento? CG : Ah, sim. Um filme é um filme. Quando as pessoas se estressavam nos sets, Hitch (Alfred Hitchcock) dizia: “relaxem, camaradas! É apenas um filme”. Agora, se você deseja cortar o filme em pedaços pequenos para analisar, aí é com você. Nós fizemos ele. Para nós era somente um veículo de diversão e para atrair pessoas para as bilheterias. KS : Quais são as suas memórias do trabalho com Alfred Hitchcock? CG : Eu tenho apenas lembranças felizes. Os filmes estão vivos porque todos eles foram interessantes. Foi uma grande alegria trabalhar com Hitch. Ele era um homem extraordinário. Lamento esses livros idiotas escritos sobre ele, quando o homem não pode defender-se. Mesmo se você se defender contra esse tipo de literatura, não leva a lugar algum. KS : Você trabalhou com algumas das atrizes mais amadas da história do cinema. Qual foi a melhor atriz com quem você trabalhou? CG : É, eu trabalhei com várias delas. Mas, na minha opinião, a melhor atriz com quem eu já trabalhei foi Grace Kelly. Ingrid [Berman], Audrey [Hepburn], e Deborah Kerr foram esplêndidas, atrizes esplêndidas. Mas me senti imensamente relaxado com Grace Kelly. Sua mente era uma navalha afiada. Apreciei isso. Não é uma profissão fácil, apesar do que muita gente pensa. KS : Foi decepcionante para você quando Kelly deixou de atuar para se casar com o príncipe Rainier? CG : Ela estava incrivelmente bem. Era uma mulher notável em todos os sentidos. E quando ela parou, parou porque quis. KS :: Como foi trabalhar com Katharine Hepburn? CG : Maravilhoso. Eu trabalhei com ela cinco vezes. Alguém não faz algo que não gosta mais de uma vez. Ao menos que você seja um idiota. KS :  Na década de 1950, você anunciou que estava se aposentando dos filmes. A aposentadoria foi curta, mas o que fez você querer desistir dos filmes no auge da sua carreira? CG : Eu estava cansado de fazer filmes. KS : Como seus amigos e colegas reagiram à sua decisão? CG : As pessoas dizem que todos os tipos de coisas. Eu desisti porque eu cansei naquele ponto da minha vida. Eu não tinha idéia se ia continuar minha carreira ou não. A última vez que eu saí, eu sabia que não ia retornar. Gostei muito da profissão, mas eu não queria voltar. KS : Tem alguém na indústria cinematográfica já lhe disse que seu trabalho tem influenciado os filmes que eles fizeram? CG : Muitos, muitos, se eles acham que você fez algo melhor que eles hoje em dia, dizem isso. KS : Como você responde às críticas de que você nunca atuou, e que apenas retratava a si mesmo nos filmes? CG : Bem, quem mais eu poderia retratar? Eu não posso retratar Bing Crosby; Eu sou Cary Grant. Estou me nesse papel. A coisa mais difícil é ser você mesmo - especialmente quando você sabe que vai ser visto por 300 milhões de pessoas. KS : E sobre as pessoas que dizem que você deve ter ampliado seu repertório para incluir mais "caráter" nos seus papéis? CG : Eu não me importo com o que as pessoas dizem. Eu não levo os críticos em consideração. Não há nenhum ponto: Você fez o filme, ele é feito e se eles querem criticá-lo. Eu não presto atenção ao que dizem - exceto, talvez, o que dizem os diretores, o produtores e meus colegas atores. KS :Você acha que essas pessoas interpretam o que você estava tentando fazer? CG : Eu não tenho nenhuma preocupação com o que pensam. Não tenho como interferir no que qualquer um pense ao meu respeito. Não me importo. Não tenho nada a ver com isso, e também não  posso controlar seus pensamentos. KS : Você tem um filme favorito? CG : Não. Eu fiz todos eles com um propósito. Às vezes eu esperei melhores resultados. Às vezes fiquei surpreso com eles. KS : Por que você abandonou as telas nos anos 60? CG : O cinema tornou-se cansativo para mim. Eu não sei o quanto mais eu poderia ter melhorado a partir daquele momento. Era a hora.  
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A Grã- Duquesa Romanov inspirou o filme de Anatole Litvak.     Anastacia (1956), realizado pelo cineasta Anatole Litvak, foi baseado no relato da vida de Anna Anderson, que dizia ser a Grã-Duquesa Anastasia, única das filhos do Czar Nicolau II a escapar viva quando sua família foi assassinada durante a Revolução Russa. Anna e tantas outras reclamaram o título da princesa depois que foi revelado que seus restos mortais não foram encontrados. Mas nenhuma outra faria mais estardalhaço do que ela. Anna se tornou capa de jornal, vendeu revistas e teve sua popularidade durante toda a sua vida. Muita gente a apoiou, baseado em sua semelhança com a verdadeira Anastásia, e por a mesma ter algumas características que a princesa também tinha, como a mesma caligrafia. Anna morreu de pneumonia em 1984. Além de mostrar o exílio de Anna Anderson, o filme de  Atole Litvak curiosamente marcou o retorno de Helen Hayes depois de uma vírgula de 20 anos na carreira cinematográfica: ela havia ficado fora das telas após a morte de sua filha, de pólio. Mas o retorno mais marcante foi o de Ingrid Bergman à Hollywood, depois de sete anos na Europa: a musa causou um escândalo ao deixar seu marido e filha para unir-se ao diretor Roberto Rossellini na Itália, e ainda ter um filho com ele, fora do casamento. A atriz foi considerada uma traidora da moral americana. E que retorno foi esse, ela acabou ganhando o Oscar de Melhor Atriz. Em "Anastásia", Bergman interpreta a personagem título, que é encontrada na rua, morrendo de fome, pelo General Sergei Pavlovich Bounine (Yul Brynner),  do exército do antigo czar russo.  Ele a treina, ensinando como portar-se como uma princesa, ensina-lhe a andar, a segurar os talheres, a se vestir, para representar a princesa desaparecida que escapou milagrosamente da execução. O plano é fazê-la passar-se pela jovem, para resgatar a fortuna dos Romanov. A farsa se torna tão real que membros da família real e também sua avó, acabam suspeitando que se trata, de fato, da princesa esquecida. Uma grande cena a do encontro entre avó e neta. O roteiro foi baseado na história real da família Romanov e também na de Anna Anderson. Os personagens interpretados por Yul Brynner e seu ajudante não existem. E a fantasia e a realidade se misturam. Uma curiosidade é que Ingrid tinha cerca de 40 anos, ou seja, por volta de 10 anos a mais que sua personagem. Para acrescentar realismo na história, algumas filmagens foram feitas em Copenhagen. Bom, a história real na qual se baseou o filme de 1956 não teve um final feliz.  Anna Anderson passou toda a sua vida dizendo ser a princesa Anastásia. Após sua morte, seus ossos foram comparados com os de descendentes da família em testes de DNA e foi provado que sua identidade verdadeira era Franziska Schanzkowska, operária desaparecida na mesma época que Anna Anderson aparecera. A esperança continuou, porque se ela não era Anastásia, poderia ser a de outra princesa, já que havia ainda dois corpos desaparecidos. Mas, como tudo que é bom dura pouco, os dois corpos restantes foram finalmente encontrados, a lenda destruída.   Por Carla Marinho
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Saiba mais sobre a primeira sex symbol de Hollywood. Os estúdios venderam a imagem de Theda Bara dizendo que ela era filha de um artista francês com uma amante árabe, e que seu nome, Theda Bara, era um anagrama de Arab Death (traduzindo, morte árabe). Na verdade ela jamais foi à França ou sequer passou perto do Egito. A verdade era menos interessante, e ela nasceu no Ohio, em 29 de julho de 1885, EUA, filha de um alfaiate judeu, e foi registrada com o estranho nome de Theodosia Burr Goodman. Além disso era muito tímida, chegando a exigir, durante as filmagens, que poucas pessoas estivessem nos estúdios e que ele, de preferência, estivesse às escuras. Apesar disso, ficou conhecida como uma das vamps do cinema, precursoras das mulheres fatais. A primeira grande sex symbol. Após o código de produção ser estabelecido em 1930, seus filmes foram banidos, devido aos figurinos transparentes e sensualidade. Foram mais de 40 filmes realizados entre 1914 e 1926. Destes, somente seis sobreviveram. Isso porque um grande incêndio na FOX, ocorrido em 1937, levou embora a maior parte deles. A atriz chegou a ganhar 4000 dólares por filme, quantia considerada exorbitante para a época. Também pudera, era, juntamente com Charles Chaplin e Mary Pickford, uma das mais populares estrelas do cinema mudo. Fora de cena, ela viveu com sua mãe e irmãos em Nova York, seguindo para Los Angeles, atpé que o sucesso bateu-lhe a porta com Cleopatra (1917). Infelizmente não existem cópias deste filme sobrevivente, e as imagens que temos, é somente de fotografias. O fim da carreira começou quando ela se cansou da imagem de Vamp. Ela não queria mais renovar o contrato com a Fox, e depois de "The Lure of Ambition" (1919) deu um tempo das telas até o retorno, em 1925. No ano seguinte faria seu último filme, "Madame Mystery" (1926), em que fazia uma paródia de si mesma. A atriz terminou seus dias vivendo em Nova York, ainda rica, devido ao enorme sucesso que teve em sua juventude. Houve interesses em realizar uma cinebiografia sobre ela, em 1949, mas o projeto foi engavetado. Caso fosse realizado, traria Betty Hutton interpretando a atriz conhecida como a Serpente do Nilo. Theda morreu de câncer em Los Angeles, em 1955. Tinha 70 anos. Por Carla Marinho
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  Buster Keaton era mais conhecido como o palhaço que não ri. Ficou famoso por sua agilidade acrobática, dispensando dublês nas cenas mais perigosas. Quebrou dedos, machucou braços e pernas. Numa época em que era necessária a criatividade num cinema que ainda engatinhava, ele coreografava suas cenas milimetricamente, escrevia-as, dirigia e criava até mesmo os cenários. O ator nasceu em outubro de 1895, no Kansas (EUA), filho de pais que trabalhavam no teatro de Variedades (Vaudeville) com o mágico Houdini. O apelido "Buster", inclusive, foi dado a ele pelo famoso mágico. A família apresentava-se como os "The three Keatons", mas o grupo acabou e o jovem ator resolveu procurar emprego em teatros e, como muitos estavam fazendo naquela época, também no cinema. Em um dos testes, em 1917, conheceu Roscoe "Fatty" Arbuckle, ator da Keystone (aqui no Brasil conhecido como Chico Bóia), que lhe ajudou a conseguir uma ponta em "The butcher boy", no mesmo ano. Depois de pequenas participações, Buster começou a ganhar destaque. Seu primeiro grande sucesso em longas foi "The saphead" , de 1921. Pouco menos de 3 anos, e 16 películas depois, ele já dirigia seus próprios filmes. Dentre os mais famosos, destacam-se "The Three Ages" (1923), "Our Hospitality" (1923), "The Navigator" (1924), "Sherlock Jr." (1924), "Seven Chances" (1925), "Battling Butler" (1926), "College" (1927) e "Steamboat Bill Jr" (1928). "The General’ foi um dos mais caros, e também um dos menos reconhecidos na época. Keaton preocupou-s com os mínimos detalhes, roupas, cenários, figurantes, minúcias nas batalhas e efeitos de sobreposição e edição de imagem; embora tivesse todo esse cuidado, as platéias não deram o devido valor ao filme, que acabou lhe causando prejuízos. Hoje em dia o filme é considerado uma das obras primas do cinema mudo e não raro constando nas listas dos melhores já realizados. Embora tenha ganhado uma boa quantia em dinheiro ainda jovem, Buster permanecia como empregado da MGM, e tinha que seguir as regras de Louis B. Mayer, o que, inevitavelmente, limitou sua criatividade. Após perder quase tudo para sua ex-esposa Natalie, tornou-se alcoólatra e teve sua carreira abalada. Depois disso, a chegada do cinema sonoro, e poucos eram os produtores que estavam dispostos a investir em suas comédias. Era um gênio, e apesar disso, teve que se contentar com obras ruins e de mal gosto, para sobreviver. Fracassado nas telas e mal compreendido, Buster foi demitido da MGM por causa do alcoolismo. Seguiu fazendo pontas em alguns filmes. Em "A noiva desconhecida" (In the Good Old Summertime), de 1949, faz um empregado atrapalhado numa loja de instrumentos musicais. Dois anos depois aparece jogando cartas com Anna Nilson e Gloria Swanson, companheiras do cinema mudo, no clássico Crepúsculo dos Deuses (Sunset Boulevard). Os três formam uma espécie de melancólicos sobreviventes de uma era onde eram reconhecidos. Em 1957 sua vida foi levada às telas no filme "O palhaço que não ri", com Donald O'Connor, no papel título. Buster e Donnald O'Connor Em 1952, Chaplin preparava um filme sobre um palhaço envelhecido (ele próprio?), Luzes da Ribalta (Limelight), e lembrou-se daquele que fora seu maior "rival" de público, durante a década de 20. Em suas memórias, a filha de Chaplin chega a dizer que o mesmo morria de ciúmes de Keaton, por reconhecer-lhe a genialidade. Mesmo assim o procurou e presenteou-nos não com uma cena, mas com uma "mágica" do cinema: os dois dividem o mesmo palco, tocando cada qual seu instrumento. Lado a lado. Idosos já. Chaplin de um lado, rico e reconhecido, e Buster do outro, esquecido e pobre. Mas lado a lado. Podemos visualizar dois dos maiores talentos já surgidos. Keaton morreu em 1966, de câncer, deixando um legado de criatividade que até hoje é difícil encontrar. Mais ainda vive, em seus filmes mais atuais do que na época em que foram lançados. Por Carla Marinho
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A primeira vez que vi James Stewart eu era uma criança sonhadora e ele era um palhaço triste. Durante toda a projeção de O Maior Espetáculo da Terra (The greatest Show on Earth) ele ficava com o rosto coberto pela maquiagem, enquanto fugia da polícia e de um segredo do passado dentro do circo do personagem de Charlton Heston. Se vem daí ou não o meu encantamento pela figura circense do palhaço faz parte dos mistérios da memória, mas sem dúvida me tocou sua interpretação nesse filme. Mas o que realmente impressiona é que igualmente marcantes foram suas interpretações em TODOS os filmes que assisti dele até hoje. James Maitland Stewart nasceu dia 20 de maio de 1908 em Indiana, Estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos e dia 20 agora estaria completando 100 anos se estivesse vivo. Sua história se confunde com a própria história do cinema. Sua filmografia é tão diversa e tão densa quando um tesouro que merece ser descoberto, daí a grande revolta que me toma sempre que ouço os injustos rótulos colocados nele: ora "americano demais" ora "bonzinho demais", ora "jovem demais", ora "velho demais", ora "franzino demais" ora "grande demais", ora "simples demais", ora "intenso demais". Todas as críticas que diminuem de alguma forma o trabalho dele sempre soaram muito contraditórias. Um clássico exemplo é que certa vez na cerimônia do Oscar ele brincou por sua voz ser muito arrastada, o que o atrapalhava em algumas cenas, e muitos apreenderam isso como uma limitação irrevogável. Mas o fato é que do começo ao fim da carreira Stewart foi sempre chamado para trabalhar em rádio-teatro, longas músicais, narração de filmes, locução de comerciais e dublagem de desenhos. Seu último trabalho foi justamente dublando o xerife do longa animado Um Conto Americano: Fievel Vai Para o Oeste ( An American Tail: Fievel Goes West). Ou seja, trabalhou mais com a sua voz "horrível" do que muitos que eram considerados de bela voz. O começo de sua carreira em Hollywood, ao lado do amigo Henry Fonda, com quem dividia um dormitório, e da ex-namorada e amiga Margareth Sullavan, todos vindos da Brodway, não foi fácil. Mas o fato de ter os dois amigos tão próximos no começo da carreira ajudou-o a superar sua natural timidez, sendo contratado pela MGM. Estreou aos 26 anos de idade no obscuro curta-metragem Art Trouble em 1934. A seguir participou ao lado do grande Spencer Tracy de Entre a Honra e a Lei (The Murder Man) em 1935. Essa primeira gravação numa cena de uma grande produção foi descrita por ele como o pior momento de sua vida, de tão abalado que ficou diante das câmeras e holofotes. Mas já em 1936 obteve seu primeiro papel marcante na segunda e mais famosa versão do musical Rosie Marie. Baseado na popular opereta homônima, conhecida como a primeira a ter um homicídio como tema central, o filme foi um dos grandes sucessos da dupla Jeanette Macdonald e Nelson Eddy, o mais famoso par romântico do gênero na década de 30. Jimmy Stewart, fazendo o irmão da protagonista, desempenha um papel pequeno, porém chave para o desenrolar de toda a trama. Curiosamente ele aparece mais tempo ilustrando cartazes de Procura-Se do que propriamente atuando, mas bastou uma única sequência pra roubar a cena no filme, expressando toda a sensibilidade que depois ficaria famosa e caindo nas graças dos chefões da MGM. Nessa época viveu um breve romance com Ginger Rogers, o famoso par de Fred Astaire nas telas. Graças a Margareth Sullavan, estrelou com ela e Ray Milland o melodrama romântico Amemos Outra Vez (Next Time We Love), baseado numa idéia original de Preston Sturges e um dos primeiros a retratar os conflitos de um casal após as núpcias. O filme sofreu críticas por ser exagerado no melodrama, mas foi durante os ensaios para a filmagem com Sullavan que Jimmy perdeu o medo das câmeras. Aliás, o então marido de Margareth, Lelan Hayward, se tornou seu agente na mesma época. Já em Ciúmes (Wife vs. secretary), estrelado por Clark Gable e Mirna Loy, Stewart faz o namorado da outra ponta do triângulo amoroso principal do filme, interpretada por Jean Harlow. Foi sua primeira colaboração com o diretor Clarence Brown, que declararia que a cena aonde Jimmy espera pela namorada num táxi fora "um dos mais notáveis exemplos de representação sutil e emotiva que o cinema apresentara". Marcou presença representando um rapaz simplório em Garota do Interior (Small Town Girl), de William Wellman, onde contracenava com Janet Gaynor e que até hoje é um filme muio copiado em comédias românticas de Hollywood sobre moças ingênuas do campo que se apaixonam por jovens experientes da cidade, mas nunca mais houve um "ingênua" tão esperta como Gaynor. Como protagonista em Volante Ciclone/ No Limite da Velocidade (Speed) foi piloto de corridas. Ao lado de Joan Crawford teve outra grande atuação num pequeno papel em Mulher Sublime (The Gorgeous Hussy). Estrelou com Eleanor Powell o musical de grande sucesso Nasci Para Dançar/Nasci Para Bailar (Born to Dance), que pode ser considerado o primeiro marco em sua carreira, demonstrando grande química com Powell e dando conta do recado cantando e dançando ao lado dela, uma das maiores sapateadoras do mundo. Também se tornou célebre a passagem em que ingenuamente ele pediu a Cole Poter para cantar mais devagar.rsrs Aliás, as músicas de Cole Poter foram outra razão do sucesso do filme. Ainda em 1936 participou de A Comédia dos Acusados (After The Thin Man), sequência de A Ceia dos Acusados (The Thin Man), comédias policiais baseada nas histórias do grande escritor Dashiell Hammett e que anos mais tarde serviram de inspiração para a criação do seriado de tv Casal 20. A MGM ainda não sabia bem o que fazer com ele e o jogava pra tudo que é lado, inclusive dentro do sistema de empréstimos entre os estúdios, o que possibilitou trabalhar com vários atores e cineastas. Porém, diferente de outros astros do estúdio como Judy Garland (que tinha que lidar com seus próprios demônios internos e externos) e Nelson Eddy (que era sabotado descaradamente dentro do estúdio), Stewart com seu jeito tranquilo nunca teve problemas com os superiores e sempre se compenetrava a realizar o melhor trabalho, não importava em qual gênero, daí sua versatilidade natural, que a princípio me fazia acreditar que devia haver uns dois ou três atores chamados James Stewart... e realmente havia, pois esse é o verdadeiro nome do ator Stewart Granger, astro de Scaramouche, que adotou esse nome quando ingressou na Sétima Arte, para não ser confundido com o xará consagrado. Em 1937 teve uma comovente interpretação na refilmagem do clássico do cinema mudo Sétimo Céu (Seventh Haven). Sob a direção de Henry King, a partir da obra-prima original de Frank Borzage, com quem Jimmy trabalharia anos depois, a história narra o difícil romance entre dois marginalizados, Stewart e Simone Simon (a futura Mulher- Pantera dos clássicos de terror da RKO), que encontram um sentido pra suas vidas ao morarem juntos no sétimo andar de um cortiço, até a guerra vir acabar com suas ilusões. James Stewart se confirma neste belo melodrama como grande ator dramático e cheio de nuances, que ainda levariam uns anos para serem devidamente exploradas. Participou de O Último Gângster (The Last Gangster), ao lado do gângster por excelência, Edward G. Robinson, como um repórter que se envolve com a ex-mulher e o filho do dito cujo. Após isso brilhou junto com Robert Young e Lionel Barrymore em Juventude Valente (Navy blue and gold), do diretor Sam Wood, em que três jovens se tornam grandes amigos ao cursarem a Academia Naval Americana em Annapolis, mas entram em atrito quando dois deles se apaixonam pela irmã do terceiro e uma infame acusação põe em xeque a honra e amizade do grupo. Foi assistindo este filme que se revelou para o diretor Frank Capra o melhor tipo papel de Stewart, e que depois o próprio Capra se encarregaria de revelar ao mundo a partir do ano seguinte: o herói simples. Mas 1938 começou com outra elogiadíssima interpretação no clássico Ingratidão (Of Human Hearts), estrelada com Walter Huston. Novamente sob a batuta de Clarence Brown, Jimmy faz o papel do filho de um ministro da fé, Huston, que entra em conflito com o pai ao querer ajudar as pessoas no plano terreno como médico. Roubam a cena Beulah Bondi, como a mãe pega em meio à tensão familiar que se sacrifica pelo filho, quando a chegada da Guerra Civil muda o rumo dos acontecimentos e John Carradine, em uma das mais perfeitas representações do presidente Abrahan Lincoln. Vale destacar que na vida real Stewart havia enfrentado o pai, um humilde barbeiro de Indiana, ao largar a faculdade de arquitetura em Princeton para ingressar no teatro e mesmo nessa época que começava a fazer sucesso em Hollywood, o pai sempre o chamava de volta para se casar com uma moça da região e constituir família. Mas ele ficou e teve um intenso romance com Norma Shearer, simplesmenta a viúva do chefão da MGM, Irving Thalbert, e "Rainha de Hollywood". Romance devidamente "documentado" pelos jornais em 1938 e tão fugaz quanto tumultuado. Reencontrou Ginger Rogers em Que Papai Não Saiba (Vivacious lady), de George Stevens, que começou a ser filmada no ano anterior, mas devido a uma doença de Jimmy fora interrompido, sendo retomado depois com mudanças de parte do elenco, mas mantendo Stewart no papel principal. Este foi um grande acerto, pois esta comédia rasgada sobre um respeitado professor universitário que vai buscar o primo boêmio e volta tendo que contar aos pais que ele próprio se casou com uma cantora de cabaré fez muito sucesso, revelando toda a veia cômica e romântica de Stewart e Rogers numa screwball comedie com bastante sugestão sexual pra época e que faz rir até hoje. Depois foi a vez de seu segundo par romântico com Margareth Sullavan na terceira versão de O Último Beijo (The Shopworn Angel), em que ele vive um soldado prestes a ir para Primeira Guerra Mundial que pede a uma egoísta atriz vivida por ela, para se passar por sua noiva para seus companheiros, mesmo ela estando comprometida com um playboy (Walter Pidgeon). Mais uma vez o filme não fez juz a química do casal em cena. Finalmente, então, conteceu a consagração com Do Mundo Nada se Leva (You Can't Take It with You), de Frank Capra, com roteiro de Robert Riskin, baseado em peça de grande sucesso de George S. Kaufman e Moss Hart, em que Jimmy, num dos muitos empréstimos da MGM à Columbia, vivia Tony Kirby, herdeiro de um grande investidor de Wall Street, Edward Arnold, que se apaixona por uma simples secretária, Jean Arthur (um dos melhores pares românticos de Jimmy), membro de uma anárquica família cujo amável patriarca, um Lionel Barrymore surpreendente, incentiva todos a fazerem o que quiser da vida e serem felizes. Claro que esta postura altruística sempre causa enorme confusão no casarão onde vivem parentes, vizinhos, empregados, agregados e loucos (que devem ter servido de inspiração a muitas sitcoms familiares televisivas anos depois), mas que encantam a personagem de Stewart, mais uma vez confrontando a figura paterna como na vida real, para seguir seu sonho e fazer o que quiser na vida. Ele tenta apresentar seus pais a família da namorada e casar com ela sem que ambas as partes saibam que o casarão onde vivem é o último impedimento para a maior ambição de seu pai, de despejar todas as pessoas da vizinhança e vencer um ex-amigo e atual adversário nos negócios. A colisão dessas tramas é inenarravelmente cômica e supreendentemente emocionante. Os Estados Unidos ainda enfrentavam a Grande Depressão iniciada com a Quebra da Bolsa de Valores em 1929 e os filmes estimulantes e otimistas de Capra causavam um forte impacto no público pesaroso e preocupado da época, que sofria uma enorme catarse com as histórias da dupla Capra/Riskin. A despeito disso, o roteiro sempre competente, a direção sensível e o desempenho sincero dos atores tornavam as obras verossímeis. Do Mundo Nada se Leva (You Can't Take It with You) é contagiante ao apostar todas as suas fichas na simplicidade da vida e suave e envolvente ao tornar isto crível a quem o assiste. Foi o primeiro filme de Jimmy a ganhar o Oscar de melhor filme e o terceiro Oscar de Capra como diretor. Dizem que ele queria Henry Fonda o papel de Tony, mas Stewart acabou chamado e sobressaiu como nunca antes nesta que é uma das comédias malucas com contornos dramáticos mais inteligentes de todos os tempos, e pra alguns o melhor trabalho de Capra, que disse sobre Stewart: "Eu acho que ele é provavelmente o melhor ator que já chegou às telas." Enfim no auge, Jimmy começou a ser requisitado por todo mundo. Dizem que 1939 foi o ano da ascenção artística quando Hollywood produziu mais filmes de qualidade do que nunca, e nesse ano ele era o grande astro. Fez Nascido para casar (Made for each order), melodrama romântico com Carole Lombard sobre as agruras de um jovem casal, produzido por David O. Selznick; Folias no gelo (Ice follies of 1939), com Joan Crawford, um inusitado musical sobre casal de patinadores, que teve mais propaganda da MGM do que resposta do público; Que mundo maravilhoso (It's a wonderful world), terceiro encontro com o diretor W.S. Dike, de Rosie Marie e Comédia dos Acusados. (After the Thin Man), que rendeu outra hilária, embora não unânime, screwball comedie ao lado de Claudette Colbert. Enquanto isso, Capra queria fazer uma sequência de O Galante Mr. Deeds (Mr. Deeds Goes to Town), mas como Gary Cooper não estava disponível, resolveu criar um novo personagem protagonista e chamou Stewart para interpretá-lo. Nascia A Mulher Faz o Homem (Mr. Smith Goes to Washington), onde o líder escoteiro e patriótico Jefferson Smith é chamado para sem saber servir de testa-de-ferro às manobras políticas de um Senador corrupto, Claude Rains, e um empresário poderoso, Edward Arnold, que usam sua secretária, Jean Arthur de novo, para enganá-lo. Mas a cínica Arthur se apaixona pelo honesto personagem de Stewart e revela a verdade a ele que tenta deunciar o esquema, mas acaba responsabilizado por tudo frente a seus pares e a opinião pública. A partir daí se sente todo o poder da máquina política sobre os mais fracos e a única saída da dupla Arthur e Stewart é usar um artifício da própria lei a seu favor e levá-lo até as últimas consequências, mesmo com os políticos e toda a mídia contra. O final é um dos mais lendários e criativos do cinema, com Stewart falando sem parar por mais de 23 horas seguidas (ele chegou a pincelar mercúrio na garganta para simular o desgaste da voz) para um bando de políticos e repórteres egoístas e preguiçosos demais para enfrentarem uma fraude e arriscarem seu próprio status quo. Destaque mais uma vez para o embate final com a figura paterna representada pelo Senador vivido por Claude Rains num final dramático e memorável, que entrou pra história do cinema. A Mulher Faz o Homem (Mr. Smith Goes to Washington) causou muita polêmica ao retratar, mesmo no estilo suave de Capra, políticos como ladrões e jornalistas como bêbados. A Columbia chegou a receber propostas de grupos políticos que queriam comprar e QUEIMAR os negativos! Talvez por tudo isso este seja pra alguns até hoje o melhor filme político já feito, e pra outros também divide a honraria de ser a grande obra-prima de Capra. Jimmy, pelo seu soberbo desempenho foi finalmente indicado ao Oscar pela primeira vez, mas não levou, o que foi e é lembrado como uma das incontáveis injustiças da Academia; mas, sinceramente? Olhando pra trás, a gente acaba notando que não ganhar o Oscar trouxe mais prestígio a muita gente do que ganhá-lo. Coisas de Hollywood. Naquele tempo havia o episódio das três damas "Veneno de Bilheteria", um boicote feito pelas distribuidoras a Marlene Dietrich, Greta Garbo e Katharine Hepburn, o que praticamente fechou as portas pra elas nos filmes. Direta ou indiretamente Stewart acabou ajudando as três. Primeiro aceitou estrelar com Marlene Atire a Primeira Pedra (Destry Rides Again) de George Marshall, quando ninguém mais quis. Ela não queria fazer um faroeste de jeito nenhum, mas um amigo a aconselhou a topar e o resultado foi sensacional. Enquanto no mesmo ano, No Tempo das Diligências (Stagecoach) elevava os werterns para um gênero sério, Atire a Primeira Pedra (Destry Rides Again) fez o caminho oposto, fazendo uma paródia do velho oeste. Parte do sucesso é creditado a ardente química entre Stewart e Dietrich, que virou romance na vida real, mas não durou, presumivelmente porque ambos eram pessoas bem diferentes. Imagina ele chegando na barbearia do pai na cidadezinha de Indiana e apresentando a Mata Hári como namorada? Marlene não era muito fã do estilo de interpretação de Jimmy, achava-o muito disperso até durante as cenas de amor, mas reconhece que ele foi o pioneiro em superar o estilo do "galã suspirante" que havia em Hollywood antes. Além disso, ela não gostava de quase nenhum ator de Hollywood mesmo... profissionalmente, é claro. ^^ O ano de 1939 foi tão cheio que Stewart não pôde trabalhar com o diretor Ernest Lubitsch, que fazia questão do ator para seu script. Enquanto esperava por ele, simplesmente filmou outro clássico: Ninotchka, com Greta Garbo, e foi a vez dela ser catapultada de volta ao estrelato. Em 1940 Jimmy finalmente foi conhecer o projeto de Lubitsch, o igualmente clássico A Loja da Esquina (The Shop Around the Corner), uma das mais engenhosas, senão a mais engenhosa, comédia romântica realizada. Jimmy e Margareth Sullavan novamente atuam juntos, enfim com um roteiro a altura do talento de ambos. Stewart faz um empregado de uma loja de presentes em Budapeste, Alfred Kralik, que vive um amor idílico por correspondência com uma desconhecida, enquanto Sullavan é a nova funcionária da loja, Klara Novak, que o detesta à primeira vista, mas curiosamente mantém também um romance profundo com alguém que ela só conhece por carta. Paralelo a isso, o dono da loja investiga a esposa, que acredita o estar traindo. Após muita antipatia e hostilidade recíproca, Alfred descobre que Klara é sua musa, e, obviamente, ele a dela, mas quando tenta consertar as coisas é expulso da loja, pois o dono pensa ter descoberto que é ele o amante de sua mulher. A Loja da Esquina (The Shop Around the Corner) é um dos mais belos filmes tendo como pano de fundo o Natal. Nem precisa dizer quantos e quantos filmes depois se inspiraram nos desencontros amorosos de Alfred e Klara, incluindo a refilmagem. Mensagem Para Você (You've Got Mail), que foi um sucesso comercial, mas não teve a perfeição entre melancolia e ternura que Lubitsch alcançou no original. Em seguida Jimmy e Margareth repetem a dobradinha em Tempestades d'Alma (The Mortal Storm), do diretor Frank Borzarge, um drama trágico, em que a ascenção de Hitler ao poder na Alemanha (que ocorrera recentemente na época em que o filme fora feito), afetará a vida de um Professor vivido por Frank Morgan, que vê familiares e alunos contaminados pelo fanatismo ariano. Stewart é um amigo do Professor que é contra o nazismo e se apaixona pela filha do mestre, Sullavan, que está noiva de um partidário do Terceiro Reich, vivido por Robert Young. A situação fica cada vez mais insustentável, tanto na política do país quanto na relação do triângulo amoroso e da família do Professor. Pouco a pouco fica claro que não resta outra saída pra ninguém que seja contra Hitler a não ser o exílio, mas nem todos conseguirão se salvar. Borzage fez um libelo contra a supremacia ariana ao retratar como ela tristemente destruiu uma família e partiu a sociedade alemã ao meio. O inesquecível final cheio de tensão nos Alpes Austríacos, onde a intempérie da natureza é mesclada ao drama humano, é um dos mais bonitos do cinema. Embora a maioria dos fãs de Borzage possa discordar, Tempestades d'Alma (The Mortal Storm) talvez seja a obra-prima do diretor. O embaixador da Alemanha pediu a Lois B. Mayer pra pensar duas vezes antes de lançá-lo, mas não adiantou. O filme fez com que Hitler proibisse a exibição de qualquer produção da MGM em solo alemão e possivelmente foi a primeiro produção descaradamente anti-nazista de Hollywood até ali. Então Stewart fez A Vida é uma Comédia (No Time for Comedy/Guy with a Grin) com Rosalind Russel, com quem também teve um breve caso (é, ele não perdoava uma!). O filme era uma comédia ácida com toques de drama, que aparentemente não agradou muito. Sorte diferente teve Núpcias de Escândalo (The Philadelphia Story). Como já foi dito Kate Hepburn não conseguia mais papéis após seu boicote, mas estava fazendo sucesso no teatro com a peça que inspirou esse filme. Howard Hughes, seu ex-amante e fiel amigo, comprou os direitos e ela conseguiu que aceitassem fazer o filme se algum astro topasse participar. Jimmy foi o primeiro a aceitar o papel, mas houve problemas com Cary Grant, que só topou fazer se seu personagem tivesse o mesmo espaço concedido a Stewart e se seu nome aparecesse primeiro no letreiro... nada demais... hehehe. Graças aos roteiristas, dois personagens da peça foram habilmente fundidos, com Grant ganhando assim mais tempo em cena. Hepburn não queria concordar em ceder seu lugar nos créditos, afinal a história era sobre sua personagem, mas acabou concordando ao ver que as coisas demoravam pra se resolver. George Cukor dirigiu esplendidamente esse formidável elenco, em que Kate vivia uma socialite fútil prestes a se casar pela segunda vez com um homem muito centrado, mas que às vésperas da cerimônia fica terrivelmente balançada por seu ex-marido debochado, Grant, e ao mesmo tempo pelo cínico repórter, Stewart, que veio cobrir a cerimônia e abomina o mundinho da alta sociedade, ao menos até cair nos encantos de Hepburn. James Stewart e Cary Grant foram tavez os maiores entre os maiores astros de Hollywood, mas tinham um bom relacionamento. Uma das mais belas homenagens a Stewart é exatamente um depoimento de Grant sobre uma cena do filme: "Ele fazia papel de bêbado. E era de tal modo convincente naquela cena que se pode ver o meu ar de espanto no filme, admirado com o talento de Stewart." Esse desempenho marcante rendeu a Jimmy nova indicação e, mais que isso, a conquista do Oscar, a qual muitos creditam a uma das muitas tentativas da Academia de consertar erros passados, mas de fato ele foi notável no filme. Kate Hepburn conta em sua autobiografia que o autor da peça viu uma cena de Stewart no set de filmagem, chorou de emoção, e ao fim da mesma deu um grande abraço no ator. Núpcias de Escândalo (The Philadelphia Story) foi boa pra todo mundo, principalmente pro público que ganhou talvez a mais sofisticada e irônica comédia do cinema. Também foi bastante influente e teve uma refilmagem musical, Alta Sociedade (High Society), também um sucesso, mas que também não era a mesma coisa. Outra muito beneficiada com o filme foi a barbearia do pai de Jimmy, já que o astro deu o Oscar de presente ao pai! E ele o colocou na vitrine da barbearia pro pessoal de Indiana poder apreciar. :) Em 1941 James Stewart teve a sua derradeira colaboração com Clarence Brown em Pede-se um marido (Come live with me), em que Heddy Lamar vivia uma imigrante ilegal com um amante casado que recorre a um escritor frustrado, Stewart, para, com um casamento de conveniência, poder ficar no país. Para isso ela paga um "salário" a ele, financiando seu próximo livro e eles acabam se aproximando cada vez mais. O que serve de inspiração pra sua história, quando se descobre que o editor que enfim publica o livro dele é o amante dela. Uma comédia romântica agradável, não chega a ser um grande filme, mas tem méritos. Clarence Brown conseguiu fazer fluir uma doce história de amor e o tema foi bastante original e revisitado várias vezes depois. Em seguida Jimmy foi novamente dirigido por George Marshall em Ouro do céu (Pot o' gold), comédia romântica musical, onde Jimmy vive um ex-dono de uma loja de música (que também se chama Jimmy) que vai trabalhar na fábrica de seu tio e conhece uma banda famíliar, que seu tio odeia e a qual tenta ajudar, enquanto se envolve com a filha cantora, Paulette Godard. Esse filme divide opiniões. Tem a fama de ser o pior da carreira de Stewart, mas tem muita gente que gosta dele. Na realidade é um filme muito simpático com bons números musicais e é dinâmico nas investidas de Jimmy de tentar esconder de seu tio seu relacionamento com a família de músicos e ao mesmo tempo esconder deles que é sobrinho do homem que os detesta. O Pote de Ouro do título é uma referênica a cultura irlandesa e o filme acaba sendo uma homenagem à música. Seguiu-se então o musical O Mundo é um Teatro (Ziegfeld Girl), o menos conhecido filme da trilogia Ziegfield (tenho a sensação que eu acabei de inventar esse termo). O filme trata de três das garotas da famosa companhia de dança de Ziegfield, Heddy Lamar, Lana Turner e Judy Garland. Das três, só Judy foi elogiada pela crítica. Stewart faz o interesse amoroso de Lana Turner. Nessa época a MGM e seus musicais estavam em franco declínio e acredito que isso se reflita no filme. Enquanto a MGM chegava ao seu crepúsculo, a guerra na Europa chegava ao seu ápice e James Stewart foi o primeiro astro a se alistar, sem imaginar o que lhe esperaria do outro lado do oceano... e muito menos tudo o que ainda lhe esperaria na Terra do Cinema quando ele voltasse pra casa. COMO SERIA O CINEMA SE JIMMY NÃO TIVESSE EXISTIDO? Quando regressou, após o fim da Segunda Guerra Mundial em 1945, James Stewart já era tenente-coronel do exército norte-americano, depois de iniciar a guerra como recruta e pegar no pesado, realizando várias missões como piloto de bombardeio. A princípio, não quiseram aceitá-lo com medo que morresse em cobate, mas ele tanto fez que conseguiu participar das missões. Dizem que houve uma enorme fila admiradoras do sexo feminino no aeroporto quando ele embarcou. Ainda assim demorou pra voltar e, de certa forma, sua vida passou a estar sempre ligada às Forças Armadas. Continuou na Força Aérea como reservista até chegar a General-Brigadeiro e se aposentar mais tarde nos anos 50. Todos as suas medalhas foram fazer companhia ao Oscar ganho por Núpcias de Escândalo (The Philadelphia Story) na vitrine da barbearia do pai na Pensilvânia. Mas a guerra o abalou pra sempre. Nunca falou sobre ela, o que muitos creditam ao choque de ter matado tantas pessoas, além de ver seus companheiros morrerem. Inegavelmente passou por um crise que o fez pensar em largar o ofício de ator. Lelan Hayward não era mais seu agente, nem tinha mais contrato com a MGM, e, enquanto ele servia na guerra, muitos outros atores ficaram em casa preservando sua fama junto ao público, enquanto Jimmy só havia participado de documentários feitos pelos Aliados enquanto estava no front. E os que foram depois dele, que foi o primeiro, voltaram mais cedo. Sem falar dos novos astros que surgiam. A Segunda Guerra foi um divisor de águas em Hollywood como não se via desde o fim do Cinema Mudo e muitas estrelas do passado perderam seu espaço. Algumas ainda arrumaram trabalho, mas nem todas com a força de antes, se tornando pálidas sombras do que tinham sido. Nesse cenário difícil, se tornava ainda mais grave o desencanto dele pelo trabalho. Foi quando, em 1946, Lionel Barrymore o chamou a participar de um projeto de Frank Capra, que se tornaria sua última e mais marcante parceria com o diretor. Um filme chamado A Felicidade Não Se Compra (It's a Wonderful Life). Capra, que também acabara de voltar da Guerra, tinha fundado a produtora independente Liberty Films com George Stevens, William Wyller e Sam Briskin pra produzir o filme com distribuição da RKO. Apesar da impressionante afinidade que havia entre Capra e Stewart, neste filme, assim como em Do Mundo Nada Se Leva (You can't take it with you) e A Mulher Faz o Homem (Mr. Smith goes to Washington), o astro não foi a primeira opção para o papel. Inicialmente queriam que Cary Grant protagonizasse ao lado de Jean Arthur, mas não conseguiram nenhum dos dois. Depois do astro, ainda tentaram Olivia de Havilland e Ginger Rogers (ambas atrizes que viveram um romance com Jimmy na vida real), mas no fim acabaram contratando Donna Reed, que no ano anterior tinha feito o clássico do terror O Retrato de Dorian Gray (The Picture of Dorian Gray) na Metro, o que se revelou um grande acerto. Ela até mesmo recusou dublê em uma das cenas em que devia arremessar uma pedra, pois era exímia jogadora de basquete. A história é baseada num conto de Philip Van Doren Stern, que foi estendido no roteiro, co-escrito pelo próprio Frank Capra, mas é nítida a inspiração também em Um Conto de Natal de Charles Dickens. A Felicidade Não Se Compra (It's a Wonderful Life) é a história de George Bailey, mas também é um pouquinho a história de cada um de nós, inclusive do ator que o interpretou. George cresceu na cidadezinha de Bedford Falls e sempre foi um jovem sonhador. Queria viver, viajar o mundo, construir grandes obras, mas seu coração sempre acabava mudando o seu destino, fazendo-o se sacrificar por alguém. Salvou a vida do irmão, mas ficou surdo de um ouvido (outra semelhança com Stewart que tinha problemas de audição), impediu um farmacêutico com quem trabalhava de ministrar um remédio errado a uma criança, ajudou seus amigos e vizinhos e, mais importante, contra a sua vontade assumiu o negócio de seu pai e seu tio Billy, os quais emprestavam dinheiro sem juros aos habitantes da cidade para que eles pudessem financiar sua casa própria, atitude que era constante entrave nos negócios do milionário Henry Potter, Lionel Barrymore, que ganhava uma fortuna explorando a população de baixa renda da cidade com aluguéis caríssimos. No entanto, isso arruinou o sonho de George de fazer uma faculdade, mas ele seguia sonhando... E sonhando George continuou na sua cidadezinha... Compartilhou esses sonhos com sua amiga Mary, Donna Reed, uma jovem também sonhadora, e por quem se viu irremediavelmente apaixonado, mas o único sonho que acabou conquistando foi se casar com Mary, enquanto seu irmão já terminara sua faculdade, casara e seguira carreira trabalhando com o sogro... E George continuou na sua cidadezinha... Até que Henry Potter tenta comprá-lo, mas George segue seus princípios, ganhando um inimigo. Os anos passam, os filhos nascem, uma guerra vem e se vai, a vida encarece... e George continua na sua cidadezinha... Até que um dia, próximo do Natal, as coisas vão ficando cada vez mais difíceis, chega a um ponto em que todos os amigos de George em Bedford Falls dependem dele, enquanto ele mesmo mal consegue sustentar a família. O âmago do drama ocorre quando Potter se aproveita de uma distração do Tio Billy, tendo a possibilidade destruir George e amigos em mãos e aproveitando pra se vingar. Desesperado, George vaga de bar em bar sem achar uma solução fora do copo de bebida e como último recurso decide se matar para a família poder aproveitar o seguro. Ele se dirige a uma ponte decidido a pular. Porém, ao chegar lá algo inesperado acontece: outra pessoa pula da ponte primeiro! George se joga pra salvá-la e assim conhece Clarence, Henry Travers. Após se abrigarem, George desabafa com ele dizendo que seria melhor se não tivesse nascido. Clarence, então, se revela como o seu anjo da guarda, em missão para conseguir suas asas. Segundo ele toda vez que um sino toca um anjo ganha asas (óbvia referência a Peter Pan) e então realiza o desejo de um incrédulo George. Ele volta então a Bedford Falls e, choque após choque, vai descobrindo a verdade nas palavras de Clarence. Naquela que talvez seja a reviravolta mais fantástica da história do Cinema, George não reconhece seu lar e não é reconhecido por seus entes queridos... PORQUE SUA VIDA FOI APAGADA DA EXISTÊNCIA! É muito difícil comensurar num texto a importância de A Felicidade Não Se Compra (It's a Wonderful Life) na cultura popular mundial. O filme não fez muito sucesso na estréia, mas mesmo assim a produção foi indicada a vários Oscars, incluindo diretor e ator para Stewart, mas foram perdidos para Os Melhores Anos de Nossas Vidas (The Beste Years of Our Lives), filme com orçamento cinco vezes maior sobre a dura readaptação de três ex-combatentes da Segunda Guerra à seus lares e, ironicamente, dirigido sob contrato pra MGM por William Wyller, um dos sócios da Liberty Films, que acabou falindo. Talvez por essas e outras, Wyller ficou conhecido como "diretor de encomenda", já que sua única tentativa de criar obras independentes foi prejudicada indiretamente por seu trabalho para uma grande produtora. Mas seria absurdo culpá-lo por sua competência. Até porque se você perguntar a dez cinéfilos qual dos dois é melhor, uns vinte vão aparecer dizendo que é A Felicidade Não Se Compra (It's a Wonderful Life). Isso porque o filme de Wyller tem um grande valor histórico e é um clássico, mas o de Capra é uma obra atemporal e uma verdadeira lenda, praticamente o filme mais copiado de todos os tempos. Sua trama, seus personagens e conceitos são usados ou citados constantemente em vários meios de comunicação. Então por que ele não fez o sucesso esperado? Porque o mesmo público que antes prestigiava Capra quando queria espantar o fantasma da Depressão, agora parecia ver sua obra como algo antiquado e ingênuo para um mundo pós-Guerra, de onde os Estados Unidos emergiam como super-potência global, como se houvesse uma necessidade inconsciente de querer ser "adulto". Não foi só o cinema quem mudou. O povo e o país inteiro haviam mudado. Tanto que no ano anterior outra produção de cunho duro e realista ganhara o Oscar, o excelente Farrapo Humano (The Lost Weekend) de Billy Wilder. E essa linha de pensamento pareceu ser a tendência da Academia na época ao premiar Os Melhores Anos de Nossas Vidas (The Beste Years of Our Lives), mesmo este não sendo melhor que A Felicidade Não Se Compra (It's a Wonderful Life). Mas o tempo é o senhor da razão. Nos anos 70, quando caiu em domínio público, o filme de Capra passou a ser apresentado sempre no fim do ano pelas emissoras de tv, tornando-se mais simbólico no Natal que o próprio conto de Dickens. Hoje o filme é cult, mas ainda é considerado ingênuo por alguns, além de outros o acusarem de não contribuir para a arte cinematográfica com nenhuma inovação, embora só no cinema é possível ver reflexos do história em incontáveis filmes como Destino em Dose Dupla (Mr. Destiny), Ghost - Do Outro Lado da Vida (Ghost), Todo Poderoso (Bruce Almighty), Um Homem de Família (The Family Man), Click, Brilho Eterno de Uma Mente sem Lembranças (Eternal Sunshine of The Spotless Mind), Efeito Borboleta (The Buterfly Efect), Nimitz - De Volta ao Inferno (The Final Countdown), a trilogia De Volta Para o Futuro (Back to The Future), O Show de Truman, O Show da Vida (The Truman Show), entre muitos outros, além do seriado Além da Imaginação (The Twilight Zone). Isso porque, apesar de filmes anteriores adotarem temas parecidos como Que Espere o Céu (Here Comes Mr. Jordan) de Alexander Hall em 1941 e O Tempo é Uma Ilusão (It Happened Tomorrow) de René Clair em 1944, foi A Felicidade Não Se Compra (It's a Wonderful Life) o primeiro filme falar diretamente sobre o fascinante tema viagem no tempo/realidade paralela. Mas ninguém até hoje fez isso como Frank Capra, porque ninguém focalizou o conceito do "o que aconteceria se..." sob um aspecto tão radicalmente humano. No começo somos apresentados ao passado, depois ao presente, resultado das escolhas anteriores e o clímax mostra um mundo onde o presente é afetado por mudanças no passado. Alguns acham um erro o que na verdade é uma sacada genial de Capra, pois através dessa elipse, a viagem no tempo acontece na mente do público, que vai deduzindo boa parte do que aconteceu através das mudanças do mundo paralelo, o que por si só torna a narrativa bem mais inteligente do que o jugo preconceituoso dos que criticam sua história simples. E na verdade a simplicidade é a chave de tudo, porque partindo desse ponto obras posteriores passaram a buscar outros mundos, realidades, possibilidades e sonhos como os de George, ou melhor, de Capra, e A Felicidade Não Se Compra (It´sa Wonderful Life) teve papel fundamental nesse desabrochar do inconsciente coletivo na ficção. Depois deste filme, a frase "O Que Aconteceria se..." nunca mais foi a mesma. Mas talvez o maior êxito da produção seja a história de amor, drasticamente afetada pela dinâmica do filme. Ironicamente hoje tal expediente é implacavelmente taxado de lugar-comum, mas essa ousadia narrativa deve ter causado muito estranhamento na época, especialmente na cena do reencontro no mundo paralelo, uma das mais aflitivas da história do Cinema. O romance por si só já garante a força do filme, tanto que a parte "ortodoxa" da trama, como as cenas da piscina, da Lua e das pedras na casa foram repetidas inúmeras vezes em outras produções. George e Mary vivem um amor simples ao longo de suas vidas, como poderia acontecer nas vidas de qualquer um. É isso que o torna tão precioso e que faz do final algo tão apoteótico dentro do contexto da sua simplicidade. Donna Reed cintila em cena, num papel que tinha tudo pra ser um clichê. A atriz ficou pra sempre imortalizada como a esposa e dona-de-casa perfeita (outra personagem que também serviu de inspiração a tantas outras depois) e ela imprime tal humanidade ao papel que deixaria muitas feministas convictas com lágrimas nos olhos. Quanto a James Stewart... basta dizer que, se esse não é o papel da sua vida, concerteza é o papel que salvou sua vida. Alguns críticos defendem que a maior força do filme reside no contraste entre um Stewart marcado e transtornado pela guerra e um Capra com sua fé inabalável frente às maiores desgraças da vida, e por isso a produção conseguir soar tão alegre e triste ao mesmo tempo. A partir daí, Jimmy revezaria seus papéis mais cômicos e despreocupados com outros com uma tonalidade bem mais sombria de personalidade, mas talvez aqui fosse o único aonde ele atingiu o auge do equilíbrio entre ambos, como um personagem que não era unilateralmente bom, mas que escolhia fazer o bem, e amargava cada consequência de seus atos ao longo da vida. A experiência marcou tanto que até hoje tanto o astro quanto o diretor consideram esse seu filme favorito, aonde também pela quarta e última vez Beulah Bondi fez o papel da mãe de Jimmy em um filme. Foi assim o fim da parceria entre Capra e Stewart, ao longo da qual o ator foi indicado ao Oscar duas vezes e ganhou o prêmio da rigorosíssima Assossiação dos Críticos de Nova York por A Mulher Faz o Homem (Mr. Smith goes to Washington), embora seu trabalho mais premiado juntos tenha sido Do Mundo Nada Se Leva (You can't take it with you), que faturou 5 Oscars. Com a falência da Liberty Films e os novos tempos Capra nunca mais filmou do mesmo jeito até se aposentar de vez, com a sensação do dever mais do que cumprido para com a Sétima Arte e o público. Mas a carreira de James Stewart ainda iria longe. Nenhum fracasso profissional ou problema pessoal seguraria mais sua vontade de trabalhar. Por essa época, até voltar a se firmar como ator de cinema ele fez bastante no teatro, encenando a peça de grande sucesso Harvey. Em 1947 fez o filme Cidade Mágica (Magic Town) de William Wellman, com roteiro de Robert Riskin, antigo colaborador de Capra no pré-Guerra. O filme também não fez sucesso, apesar de tratar de forma criativa de um tema que estava criando grande interesse na época e que até hoje permanece atual, especialmente em época de eleição nos Estados Unidos. Stewart interpreta o chefe de um grupo de pesquisadores que descobrem numa pequena cidade dos Estados Unidos o sonho de todos os partidos políticos: um lugar onde a medição dos votos dos habitantes é uma réplica perfeita do percentual de votos do país como um todo, como se fosse um microcosmo da opinião pública norte-americana. Eles vão até lá dispostos a usar seus habitantes como cobaia, fazendo um trabalho barato e fácil. Mas a relação entre Stewart e editora do jornal local, Jane Wyman, coloca o segredo em risco, levando posteriormente a cidade à loucura e abalando totalmente a credibilidade da pesquisa. Apesar do filme conservar um lado bastante ingênuo, ele foi inspirado num estudo de sociologia famoso na época e claramente influenciado pelo controverso resultado das sondagens eleitorais que davam como certa a derrota da candidatura de Harry Truman, que acabou de fato se tornando presidente. Na vida real Stewart também se viu às voltas com problemas na política. Ele havia se tornado colaborador de J. Edgar Hoover, o chefe do Bureau de Investigação Federal (FBI), na tentativa de afastar a criminalidade crescente em Hollywood. Stewart, republicano e conservador convicto, ajudou a denunciar gângsters como Bugsy e Lucky Luciano. Este último, para perplexidade de Jimmy, escapou por ter um foto comprometedora de Hoover vestido de mulher. Infelizmente o astro parecia confiar cegamente em Hoover e este o teria manipulado para ajudá-lo na caça aos comunistas de Hollywood, mandando informações através de seu colega Ronald Reagan (que muitos anos depois se elegeria presidente pelo Partido Republicano). Stewart teria chegado a espionar seus amigos Frank Capra e Cary Grant, mas teria receio que eles descobrissem. No entanto quem acabou descobrindo foi justo seu melhor amigo, Henry Fonda, democrata e liberal convicto, e na primavera de 1947 teriam tido uma briga muito feia. Eles não tiveram um desentendimento assim nem quando estavam na Universidade de Princeton, no grupo de teatro de Joshua Logan (que revelou ambos) e Fonda se casou com Margareth Sullavan, até então namorada de Stewart, casamento esse que durou apenas dois meses. Dizem que a discussão foi tão acalorada que eles só pararam quando viram que estavam comprometendo uma amizade de anos e concordaram em nunca mais falarem sobre política de novo, nem sobre esse tempo, o qual depois ficaria conhecido como Machartismo, devido a caça às bruxas no meio artístico promovida pelo Comitê de Atividades Anti-Americanas, encabeçado pelo Senador Joseph MacCharty, e que teria tido apoio de Stewart. Porém, o ator José Ferrer, um democrata liberal, acreditava que o colega simplesmente forneceu os nomes das pessoas em Hollywood que ele sabia serem membros do Partido Comunista, e não aqueles que ele simplesmente suspeitava de terem simpatias comunistas, atitude comum na época e que interrompeu a carreira de vários artistas que tiveram inclusive que deixar o país, como Charles Chaplin. De fato, tirando a briga com Fonda, não se sabe de outros episódios que tenham a abalado a relação de Jimmy com seus colegas, até porque ele evitava falar de política em público. Aliás, foi bastante comedido durante toda sua carreira. Na contramão de outros astros, não usava roupas estravagantes, nem carros caros ou se envolvia em escândalos. Apesar disso, era muito gentil com seus pares e com os fãs, os quais dizia serem seus maiores críticos e que só gostava de uma interpretação sua se eles também gostassem. Seu carisma era tão forte, que o presidente democrata Harry Truman, ao assistir A Felicidade Não Se Compra (It's a Wonderful Life) teria dito: "Se eu e Bess (sua esposa) tivéssemos um filho, eu só queria que ele fosse como Jimmy Stewart." Em 1948 James Stewart estrela Sublime Devoção (Call Nothside 777) de Henry Hathaway, um espetacular filme noir no estilo semi-documental que vinha marcando uma revolução no gênero (e que virou até referência em paródias de desenhos animados). Baseado numa história real, o filme conta a história de um jovem, Richard Conte, condenado a 99 anos de prisão pela morte de um policial em Chicago. 11 anos depois sua mãe, uma humilde faxineira, após muita luta para juntar o dinheiro, põe um anúncio no jornal, oferecendo uma recompensa de cinco mil dólares a quem provasse a inocência de seu filho. O editor do jornal, Lee J. Cobb, se interessa e incumbe da matéria um repórter cínico chamado P.J. MacNeal, Stewart, mais preocupado em achar um furo de reportagem do que qualquer outra coisa. Mas seu envovimento com o caso vai transformando sua atitude conforme ele se dá conta da inocência do réu e de que a polícia não está nem um pouco disposta a admitir um erro. Hathaway traça um belo e envolvente retrato da Chicago do pós-guerra, focando certeiramente no aspecto social da cidade e não se inibindo de mostrar também o lado mais pobre do lugar. James Stewart tem uma grande atuação como o repórter investigativo, mas infelizmente ainda havia pessoas que tinham dificuldade em dissociá-lo de seus personagens mais leves de comédia, tanto que alguns não gostam de classificar o filme como noir, devido a personalidade do seu protagonista ser tão devotada à justiça no decorrer da trama. A despeito disso, a luta de MacNeal reflete de forma verdadeira o trabalho dos jornalistas da vida real, sendo bastante fiel ao duro, penoso, e por vezes impossível, processo de fazer as autoridades legais voltarem atrás e reconhecerem um erro, mesmo quando tal erro destrói a vida de uma pessoa. Sublime Devoção (Call Nothside 777) não deixa de ter suas semelhanças com a vida real, seja com a campanha do Machartismo que vigorava na época, ou mesmo com qualquer caso de denúncia de corrupção e mau uso do poder público que aconteça em qualquer grande cidade até hoje. Depois Stewart participa de No Nosso Alegre Caminho (On Our Marry Way), uma antologia dirigida por Leslie Caron, George Stevens, John Huston e King Vidor em que um casal vivido por Paulette Goddard e Burgess Meredith é a ligação entre várias histórias sobre como as crianças influenciam a vida das pessoas. No filme Stewart e Henry Fonda vivem dois músicos amigos, mas a relação deles na vida real não andava nada bem. Após a briga, Fonda passou muitos anos sem falar com Stewart e algum tempo depois se mudou de Hollywood por não suportar o clima de perseguição do Marchartismo, se dedicando mais a sua carreira na Broadway. Stewart chegou a dizer que invejava Fonda, pelo tempo que ele dedicava ao teatro. Mas graças ao diretor Alfred Hitchcock Jimmy teve a oportunidade de trabalhar no primeiro "teatro filmado" da história do cinema: Festim Diabólico (Hope). No filme, Farley Granger e John Dall, interpretando respectivamente Brandon e Phillip, são dois estudantes que resolvem pôr em prática a seu modo as teorias de Nietzche, o inventor da expressão Super-Homem, veiculadas pelo professor Rupert Caldell, Stewart, e matam um colega de classe, trancando seu corpo em um baú do apartamento, enquanto começam a chegar os convidados de um jantar preparado pela empregada, que nada sabe, em cima do baú onde está o defunto. Os convidados são os parentes do morto, sua noiva, o ex-namorado dela e o professor. Conforme a noite segue eles tentam provar suas teorias de que existem pessoas superiores a outras, o que justificaria a "eliminação" das inferiores. Em meio a debates aparentemente inocentes, a falta do amigo morto que também deveria ter vindo ao jantar se faz cada vez mais presente. No início, o professor Rupert desconfia de um trote envolvendo o assassinado, sua noiva, e o ex dela, mas começa a mudar de opinião conforme Brandon defende veementemente seu ponto de vista e Phillip começa a entrar em pânico ao sentir as suspeitas do professor. Toda essa tensão vai seguindo até ficar insuportável (toda hora alguém quase abre o baú) e ser descarregada com a inevitável descoberta no clímax. Hitchcock filmou toda a história, sua primeira produção à cores, como se fosse uma única cena. Na verdade, ele filmava o máximo que um rolo de filme aguentava, uns oito minutos, então focalizava algum ponto escuro (como as costas de um personagem), enquanto trocava o rolo, garantindo assim a sensação de que a história corria em tempo real. Pode parecer um truque tosco hoje em dia, mas em 1948 era de uma ousadia experimental sem precedentes. Infelizmente, tanto Festim Diabólico (Hope) quanto a interpretação de James Stewart são bastante subestimadas. O filme não fez sucesso na época e, mesmo hoje, alguns relutam em classificá-lo junto às grandes obras de Hitchcok, de certa forma por uma dificuldade de compreender uma realização que usa a linguagem do teatro feita pelo diretor que talvez tenha sido o maior gênio da linguagem cinematográfica. Pelo roteiro ter sido inspirado num caso real envolvendo um casal homossexual houve muita polêmica, fazendo o filme ser proibido em algumas cidades americanas. O professor também deveria ser homossexual, mas a censura vetou tudo isso e Hitchcock teve que se virar como pôde. Inicialmente o Professor Caldell seria vivido por Cary Grant, e o roteirista Arthur Laurentes critica James Stewart por ele não passar a sugestão homossexual e garante que Grant faria melhor, o que pra mim é um equívoco, pois Grant, imortalizado como um galã por quem as mulheres suspiravam no cinema, era homossexual na vida real e enfrentou muitos problemas na sua vida pessoal e profissional devido a isso. Portanto, mesmo que fizesse o filme é muito difícil acreditar que ele interpretaria o personagem desse jeito, tanto é que se recusou a participar da produção. O próprio roteiro sofreu diversas modificações devido a censura, então seria um equívoco culpar James Stewart por essa mudança de tom, que deixa a homossexualidade envolvendo o caso como algo velado. Quem vê o filme sem saber desse detalhe não perde nada e muitos acabam concordando que Jimmy teve uma grande atuação. Hitchcock parecia concordar com isso já que, numa das cenas, Stewart disse a ele que se errasse naquele filme seria o maior erro da história, devido ao método de simular um take só, e o diretor disse: "Eu sei. Por isso escolhi você para o papel." Além disso, é evidente que o que motiva o crime não é tanto "compulsão sexual" e sim mais as polêmicas teorias Nietzchianas. Nietzche era um filósofo tão controverso que muitas idéias suas foram adotadas pela Alemanha Nazista em campanhas contra os judeus, embora ele tenha dito textualmente que todos os anti-semitas deveriam ser fuzilados em paredões. É esse o ponto genial de Festim Diabólico (Hope). Ele não só é um filme que se propõe a discutir as teorias de Nietzche, mas também discute porque as pessoas não o compreendem, daí a relevância da interpretação de Stewart principalmente no final, demonstrando toda a amargura de um professor que vê seus alunos corrompendo seus ensinamentos, o que por sua vez também alça o filme entre os mais inteligentes, ao tratar de forma tão completa, dentro dum espaço físico tão curto, da responsabilidade de um mestre para com seus discípulos. Ainda em 1948, Stewart estrelou com Joan Fontaine A Conquista da Felicidade (You Gotta Stay Happy), uma screwball comedy de H. C. Potter, numa das últimas tentativas da Universal nesse tipo de produção, sobre um piloto que só quer dormir, uma noiva em fuga, um chimpanzé e um cadáver, entre outras coisas... o filme também não atingiu a bilheteria esperada, mas vale a pena ser visto. Dizem que Joan Fontaine convidou Stewart para o filme por ele ter sido o único ator a visitá-la no hospital quando ela teve um filho. Fontaine faz uma rica herdeira que foge na noite de núpcias e acaba se envolvendo com Stewart, um piloto comercial que faz uma escala no hotel dela. Juntos com o co-piloto, Eddie Albert, eles embarcam no avião do protagonista em uma viagem cheia de imprevistos. O filme vale mais como comédia do que como romance, inclusive devido as várias subtramas que se sucedem no decorrer da história. Jimmy, pela primeira vez após servir na Força Aérea, faz papel de piloto, coisa que seria comum daí por diante. A aviação foi uma das grandes paixões de sua vida. Curioso também é ver Eddie Albert num papel bem semelhante ao que faria anos depois em A Princesa e o Plebeu (Roman Holiday), como o amigo de Gregory Peck, e também tendo que ajudá-lo a lidar com outra bela rica e fugitiva: Audrey Hepburn. Já o tão almejado reconhecimento do talento do astro pelo público do pós-Guerra viria no ano seguinte. Em 1949, James Stewart voltou a trabalhar com o diretor Sam Wood em Sangue de Campeão (The Stratton Story), baseado na história real do jogador de beisebol Monty Stratton, um grande ídolo na década de 30, que teve a perna amputada acima do joelho e tenta se adaptar a nova situação com a ajuda da devotada esposa, June Allyson, e da mãe, Agnes Moorehead, enquanto se esforça para voltar ao esporte. O filme fez tanto sucesso que ajudou a redefinir o rumo da carreira de Stewart na década que viria com outros dramas românticos semi-biográficos, alguns também ao lado de June Allyson, que a exemplo de Donna Reed ficou marcada como a "mocinha perfeita", muito por causa da sua química com Stewart. Sam Wood já havia feito outro filme biográfico de muito sucesso sobre outra lenda do beisebol de destino trágico, Lou Gehrig, em Ídolo, Amante e Herói (The Pride of the Yankees), estrelado por Gary Cooper em 1942, e Sangue de Campeão (The Stratton Story) era quase a repetição dos mesmos ingredientes do sucesso anterior, inclusive com a participação de jogadores de verdade em ambos. Por essa expectativa, devia haver uma natural resistência a pôr Jimmy como o protagonista, já que ele não havia emplacado nada de muita repercussão junto ao público desde que voltara da guerra e ainda mais que o filme era feito pelos seus ex-patrões da MGM. Van Johnson e Gregory Peck eram outras opções para o papel, mas creio que a bem-sucedida parceria anterior entre o astro e o diretor em Juventude Valente (Navy blue and gold) pesou na hora da decisão. Stewart acabou prevalecendo e deu show no filme, o qual é menos sobre o amado esporte dos norte-americanos e bem mais sobre as agruras de um atleta lutando corajosamente pra dar a volta por cima. Tanto o filme quanto o ator ganharam o Photoplay Awards, o mais antigo prêmio da história do cinema, dado pela conceituada revista Photoplay através de votação popular. Ainda no mesmo ano ele faria Malaia (Malaya), de Richard Thorpe, onde voltou a contracenar com Spencer Tracy, o astro do primeiro filme importante do qual participara, Entre a Honra e a Lei (The Murder Man), lááá em 1935. 14 anos depois, eles agora estrelavam um filme juntos. Jimmy admirava tanto Tracy como ator, que teria aceitado um faturamento menor que o do colega, apenas pela oportunidade de trabalhar com ele novamente. Infelizmente o valor do filme é mais histórico, ao tratar de um inusitado fato real, o contrabando de borracha na época da Segunda Guerra, já que o produto começara a escassear no território americano. Um jornalista, Stewart, e um ex-presidiário, Tracy, são chamados pela CIA para trazer a borracha de solo malaio guardado pelo exército japonês. Lionel Barrymore, Valentina Cortese e Sydney Greenstreet, com um papel que lembra sua participação em Casablanca completam o elenco da produção. Mas o fato mais importante de 1949 ocorreu em 9 de agosto, quando James Stewart se casou com Gloria Hatrick Maclean, uma ex-modelo, a partir de então mais conhecida como Gloria Stewart. Ao que se sabe, Gloria virou a cabeça de Jimmy, já que ele era um solteirão já com seus 41 anos e contabilizava vários casos conhecidos com atrizes famosas. Jimmy não só não se importou dela ser divorciada com dois filhos, Ronald e Michael, como adotou-os e ainda teve com Gloria um casal de gêmeas dois anos mais tarde, Judy e Kelly. Seu casamento foi uma dos raras em Hollywood que se pode afirmar com segurança que realmente deram certo. O astro era tão apaixonado pela mulher que costumava dizer: "Tudo que vc está vendo que eu sou é graças a Gloria." A partir daí, parecia que tudo começou a dar certo de uma vez só. Em 1950, com um par de filmes, Stewart ajudou a revolucionar o faroeste. Primeiro atuou em Winchester 73, de Anthonny Mann, outro marco em sua carreira. Os produtores da Universal não tinham dinheiro para pagar o que o astro costumava receber em suas produções, então ele aceitou trocar seu salário por parte dos lucros da bilheteria do filme, um fato inédito e seguido por muitos outros atores com o correr dos anos, tão lucrativa se revelou essa idéia, devido ao grande sucesso de público e crítica do filme. Na história, Stewart é Lin MacAdams, um homem amargo e sorumbático que chega à famosa cidade de Dodge City acompanhado de seu parceiro, Millard Mitchell, em busca de vingança contra seu inimigo, Stephen MacNally, por causa de um segredo do passado. Lá, ele o enfrenta num torneio de tiro cujo prêmio é o cobiçadíssimo rifle Winchester 73. Lin vence seu rival, mas é emboscado e tem seu troféu roubado. A partir daí ele parte em outra jornada, enquanto o rifle passa de mão em mão e Mann vai delineando um profundo e fascinante mosaico humano dos grandes mitos do velho oeste, incluindo pessoas reais como o xerife Wyatt Earp, além de uma mulher cujo noivo é assassinado, Shelley Winters, um chefe indígena, Rock Hudson estreando no cinema, um soldado bêbado, Tony Curtis também em início de carreira, e um assassino psicopata, numa grande performance de Dan Duryea, entre outros. Mas mesmo com uma grande sorte de tragédias acontecendo ao redor do rifle, o clímax ainda aguarda o seu retorno às mãos de Lin, o confronto decisivo entre Stewart e MacNally, com a revelação de um segredo que seria o início de uma abordagem de elementos psicológicos pioneiros no gênero que o diretor, egresso dos filmes B, passaria a usar nos faroestes seguintes, quase sempre acompanhado por Stewart. Eles formaram uma parceria menos famosa do que a de John Ford e John Wayne, mas também muito importante para a Sétima Arte. Não é tarefa fácil examinar as várias influências de Winchester 73 em trabalhos posteriores do gênero ou mesmo fora dele, tão imitada foi essa produção. Se os westerns estão para o cinema como os contos de cavalaria estão para a narrativa oral, então pode-se dizer que a Winchester 73 é a Excalibur do velho oeste! A arma que simbolizava o poder numa terra onde as armas ditavam as leis. Tanto que ela aparece mais tempo em cena que o próprio Stewart, contando a história e os conflitos de cada um de seus breves donos. Esse recurso de usar um objeto como uma espécie de narrador da trama já havia sido usado antes, mas jamais com tanta maestria quanto a de Mann, então se você por acaso vir um filme nos dias de hoje que saiba tirar proveito desse conceito, certamente foi de Winchester 73 que veio a inspiração direta ou indiretamente. Outra característica impressionante é a visceral interpretação de James Stewart, que aqui criou um personagem que seria vital em todos os westerns seguintes: o primeiro caubói amargo e solitário da história do cinema! Personagem esse que consagraria de vez John Wayne em Rastros de Ódio (The Searchers) e Alan Ladd em Os Brutos Também Amam (Shane). E foi justamente Jimmy, que o público tantas vezes tinha dificuldade de separar da sua persona mais alegre de outros filmes, o precursor desse modelo de herói, mais sombrio e vingativo, finalmente provando ao grande público o quanto poderia ser um intérprete multifacetado. Infelizmente ainda estava longe de ter esse reconhecimento por parte da Academia. A fotografia em preto-e-branco e os diálogos de Winchester 73 também são excelentes e as várias tramas se encaixam perfeitamente pela hábil direção de Anthonny Mann, que ascendeu ao nível dos grandes diretores de seu tempo. Logo depois Stewart estrelou Flechas de Fogo/ Flechas Ardentes (Broken Arrow), de Delmer Daves, simplesmente o primeiro faroeste em que o índio, ao invés de vilão, é a vítima do homem branco. Stewart faz um ex-soldado do exército, Tom Jeffords, que salva a vida de um jovem índio, ficando amigo do Chefe Apache Cochise, Jeff Chandler (indicado ao Oscar de coadjuvante pelo papel), e se apaixonando por uma jovem mestiça, Debra Paget. Cada vez mais envolvido com seus novos amigos ele tenta promover um acordo de paz entre índios e colonizadores, mas os brancos não conseguem compreender a amizade entre um dos seus com o "perverso" chefe de um tribo selvagem, levando a um desfecho dramático. Curiosamente, a produção teria sido filmada antes de Winchester 73, mas só foi lançada no cinema um mês depois desta. O filme pode até parecer superado nos dias de hoje, mas imagine o choque do público em 1950, ao ver o seu astro tipicamente americano defendendo os índios, os grandes vilões da matinês desde o Cinema Mudo! E ainda por cima sendo incorporado na sua sociedade e cultura. A história foi tão polêmica que o roteirista Albert Maltz, também indicado ao Oscar pelo trabalho, entrou na lista negra do Machartismo. Apesar de toda essa atribulação, Flechas de Fogo/ Flechas Ardentes (Broken Arrow) foi essencial para uma visão mais humana dos índios e sua condição nos faroestes que se seguiram, até culminar muitos anos depois em Dança Com Lobos (Dance With Woves) de Kevin Costner em 1990, que muitos críticos apontam como uma refilmagem não creditada da trama do filme de Jimmy. Além disso, Daves, com uma bela fotogrfia que também concorreu ao Oscar, criou uma comovente história de amizade entre os personagens de Stewart e Chandler, separados por dois mundos diferentes, mas unidos por um único ideal e contou boa parte da história do Arizona. Dizem que o diretor havia passado por um retiro solitário por lá antes de resolver filmar westerns. Ainda em 1950, Jimmy se associou ao diretor Henry Koster, outro importante colaborador de sua carreira e constantemente negligenciado em suas biografias, na hilária adaptação da peça estrelada por Stewart e ganhadora do Pulitzer, Meu Amigo Harvey (Harvey). O astro vive um homem tranquilo e despreocupado, Elwood P. Dowd, que passa a maior parte do seu tempo conversando com um coelho invisível de dois metros de altura, o Harvey do título! Tal hábito causa tamanho rebuliço, que impede os planos constantes de sua irmã, Josephine Hull, de casar a filha com um bom partido. Desesperada, ela tenta interná-lo no hospício, mas seu jeito exasperado, em contrapartida ao estilo comedido do irmão, faz os médicos pensarem que a louca é ela. E esse é só o início de uma série de mau-entendidos, já que todos que tentam perseguir Elwood é que acabam passando por loucos aos olhos de terceiros, tanto que depois da irmã, o dono do hospício e até o próprio coelho (!) acabam internados no lugar dele. Daí a genialidade da trama, que esconde atrás de uma história aparentemente ingênua, um inteligente e subliminar roteiro que trata do preconceito da sociedade, marginalizando quem é diferente, e como justamente tal preconceito pode terminar marginalizando a própria pessoa preconceituosa. James Stewart tem uma assombrosa interpretação como Elwood. Ele contracena com o ar o tempo inteiro, uma verdadeira lição pra muitos atores de hoje em dia que reclamam de ter que contracenar com um fundo azul em filmes com efeitos especiais. Jimmy não só tira de letra como nos faz crer que Harvey existe, e aí reside outro êxito do filme. Mesmo com uma trama tão surreal, Stewart consegue transformar uma história previsivelmente cômica, graças a sua interpretação recheada com alguns momentos dramáticos de pura melancolia, como um homem solitário que espanta a tristeza com uma improvável amizade com um Pooka, um duende de outra dimensão! É difícil assistir ao filme e não querer ser amigo deles também. Por Meu Amigo Harvey (Harvey), Jimmy foi indicado ao Oscar e ao Globo de Ouro de melhor ator. Josephine Hull também foi indicada e ganhou o Oscar de atriz coadjuvante. Mesmo não vencendo ele estava novamente consagrado em todas as frentes, voltando ao seu lugar de direito entre os grandes astros de Hollywood. Encerrando 1950, Stewart ainda achou tempo pra fazer Radiomania (The Jackpot). Nessa comédia do diretor Walter Lang, ele vive um homem comum que tem sua vida virada de cabeça pra baixo ao participar de um Quizz Show num programa de Radio. Conforme vai ganhando mais prêmios, que vão do útil ao estapafúrdio, ele vai se envolvendo mais no jogo, o que faz de sua casa uma confusão constante, que piora ainda mais quando a Receita Federal resolve cobrar impostos absurdos sobre todos os seus ganhos. Natalie Wood, ainda criança, faz a filha de Stewart. Esse é um dos filmes injustamente esquecidos do ator, não só por ser muito engraçado, mas por permanecer atualíssimo no nosso tempo onde cada vez mais todo mundo arruma seus quinze minutos de fama e anônimos que se tornam famosos graças a reality shows e afins acabam tendo sua vida transformada, nem sempre pra melhor. Estava desenhado o rumo que sua carreira tomaria durante a década de 50, fosse nos faroestes psicológicos de Mann, nos suspenses instigantes de Hitchcock, nos dramas românticos semi-biográficos e algumas vezes nas comédias surreais, além de ter liberdade pra escolher os papéis que quisesse em outros trabalhos (alguns revolucionários pra época), já que não tinha contrato fixo com nenhum grande estúdio. Sem contar que o fato de se tornar pioneiro em receber percentagem dos lucros de bilheteria favoreceu muito suas finanças. Por tudo isso e muito mais, Jimmy recuperou seu posto de astro preferido da América ao longo dos anos 50, feito impressionante pra alguém que pensara em largar a carreira de ator de Cinema nos anos 40 quando, para que ele aceitasse o papel de George Bailey no emocionante e cultuado A Felicidade Não Se Compra (It's a Wonderful Life), Lionel Barrymore lhe dissera: "Já pensou que consegue comover milhões de pessoas e que não há nenhuma outra profissão onde consiga o mesmo?" Por Por Guilherme Cunha - RJ email:  guilhermecrosscutter@gmail.com
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Com o início do cinema falado, a Universal apostou nos filmes de terror como um nicho e não deu outra. Seus monstros acabaram se tornando um enorme sucesso e hoje cult. Desse ciclo surgiram figuras populares até hoje, como Drácula, Frankenstein e o Lobisomem, trazendo fama a atores como Boris Karloff e Bela Lugosi. Após seu pai tê-lo colocado à frente da Universal, Carl Laemmle Jr, apreciador do cinema de terror, resolveu investir no gênero de terror, e o resultado trouxe filmes de baixo orçamento, porém enorme popularidade. Drácula   Drácula de Bram Stoker foi o primeiro monstro a chegar na Universal, em 1931, após ter feito enorme sucesso na Broadway. Bela Lugosi foi contratado para fazer o papel título depois que a primeira opção, Lon Chaney, faleceu antes das filmagens. O drácula de Bela Lugosi tem sotaque carregado (o ator era húngaro e não sabia falar uma palavra em inglês) e olhar imensamente perturbador. O estúdio não esperava muito, mas o filme acabou se tornando um enorme sucesso. Como estratégia de marketing, a Universal contratou pessoas que desmaiavam durante as sessões. Uma versão em espanhol foi filmada ao mesmo tempo e lançada na Europa e América latina. Frankenstein O personagem de Mary Shelley foi o segundo monstro a chegar na Universal. Ele já tinha feito algumas "participações especiais" em alguns filmes (a primeira vez em 1910, versão de Thomas Edison). Dessa vez Bela Lugosi foi a primeira opção do estúdio, mas o ator, gozando já de enorme popularidade, não quis esconder seu rosto atrás de enorme maquiagem. Quem acabou sendo escolhido foi o britânico Boris Karloff, até então desconhecido. Lançado em 1931, teve ainda mais sucesso que Drácula. O filme teve a sequência A Noiva de Frankenstein (1935). O Fantasma de Frankenstein, com Lon Chaney Jr substituindo Karloff, fecha a sequência em 1942. O monstro sem nome, rejeitado pela sociedade, e em busca de compreensão, fez enorme sucesso, se tornando, provavelmente, o monstro mais lembrado de todos os tempos. A múmia Boris Karloff retorna como A Múmia (1932), a terceira grande criatura da Universal. A história do sacerdote condenado à morte, e que retorna através de uma maldição, teve como inspiração a descoberta do túmulo de Tutankhamon em 1922. O filme não gerou uma continuação, apesar de aparecer em filmes B da década de 40. Recentemente, em 1999, o filme teve uma refilmagem, dessa vez trazendo Arnold Vosloo como o monstro. O Lobisomem   O quarto grande monstro da Universal ganhou as telas no início da década de 40 no filme O Lobisomem (1941). Trazia Lon Chaney Jr. interpretando um homem que quer se reconciliar com o pai, mas é atacado por um lobisomem, e se torna vítima de uma maldição. Chaney Jr. também viveu o monstro de Frankenstein em Ghost of Frankenstein (1942), a múmia em três filmes da série A Múmia e um conde Drácula no filme "Son of Dracula" (1943). Em 2009, Benicio del Toro fez o papel principal na refilmagem. Outros monstros: A Noiva de Frankenstein (1935), com a atriz Elsa Lanchester.   O Corcunda de Notre Dame (1939), com Charles Laughton O Fantasma da Ópera (1925), com Lon Chaney O Homem Invisível (1933), com Claude Rains O Monstro da Lagoa Negra (1954) Por Carla Marinho
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Yasujirô Ozu (Tokyo Story, Early Summer, An Autumn Afternoon, Tokyo Twilight)   Akira Kurosawa (Ikiru, Ran, Rashômon, High And Low)   Kenji Mizoguchi (Sansho The Bailiff, The Life Of Oharu, Ugetsu, Street Of Shame)   Yasuzo Masumura (Red Angel, Irezumi, Blind Beast, Kisses)   Kon Ichikawa (The Heart, Alone On The Pacific, An Actor’s Revenge, The Burmese Harp)   Mikio Naruse (Floating Clouds, Yearning, When A Woman Ascends The Stairs, Sound Of The Mountain)   Masaki Kobayashi (Samurai Rebellion, Harakiri, The Human Condition, Kwaidan)   Kaneto Shindô (The Naked Island, Onibaba, Kuroneko, Children Of Hiroshima)   Hiroshi Shimizu (Mr. Thank You, Japanese Girls At The Harbor, Children In The Wind, The Masseurs And A Woman)   Sadao Yamanaka (Humanity And Paper Balloons, Tange Sazen And The Pot Worth A Million Ryo, Priest Of Darkness)
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Doris Day, conhecida pela sua voz, e pelas comédias musicais românticas era também uma das adeptas das cientologia. Doris nasceu católica, mas em 1951 ela procurou a "Christien Science", uma igreja que prega que Jesus Cristo é a única maneira de salvar. Nada de remédios, nada de médicos, nada de ajudas exteriores, só Jesus Cristo. Após se converter, em sua casa não entrava nada de bebidas ou cigarros. Aos convidados eram servidos sorvetes, sucos, frutas ou refrigerantes. Quem quisesse fumar, que saísse, isso na década de 50 ainda. Passou a ser considerada uma chata e puritana para alguns amigos. Até seu filho Terry preferiu se mudar na época. Dores de cabeça? Sem remédios. Nem uma aspirina nem consultas aos médicos, nem operações, mesmo que necessárias. Isto nos fez lembrar a Jean Harlow, que faleceu devido a essa religião, mesmo não sendo adepta, e sim sua mãe, que não permitiu que ela fosse tratada, e quando arrancaram a atriz à força de sua cama, ela não resistiu e acabou morrendo aos 26 anos. Não sabemos se hoje em dia, com quase 90 anos, Doris ainda mantenha o mesmo estilo de vida. Mas ainda está aparentemente saudável, lançou um CD em 2011, com gravações feitas no mesmo ano, e vive reclusa, quase não saindo de casa. Por Carla Marinho
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De infância difícil, saída dos becos da II Guerra Mundial, onde chegou a passar fome e trabalhou como voluntária, a atriz tinha mais dois irmãos.  O pai seguiu o nazismo, deixando a família em dificuldades de toda sorte. Audrey e os irmãos foram mandados para a casa da avó, na Holanda, e adotou um nome inglês, para que não houvesse perigo de ser encontrada. O balé tornou-se seu refúgio enquanto a comida era confiscada pelo governo e as pessoas passavam fome. O resultado disto na garota foi uma desnutrição, anemia e  a depressão. Seu irmão foi para o campo de concentração durante algum tempo. Futuramente, seria oferecido a Audrey o papel de Anne Frank no cinema, mas a atriz se recusou a viver aquilo que tinha sentido na pele tão perfeitamente durante sua infância e adolescência. Seria por demais reviver mais uma vez a dor. “Enquanto lia O Diário de Anne Frank, eu lia minha vida. Nunca mais fui a mesma”, disse ela certa vez. Quando finalmente pôde comer algo, deu-se de cara com uma lata de leite condensado. Comeu tudo. Passou mal. O estômago desacostumara-se com a comida. Após a guerra mudou-se para Amsterdã, iniciando um curso de teatro e balé, mas, desanimada neste último (foi-lhe dito que não tinha porte para a dança), seguiu para Londres onde iniciou uma tímida carreira de modelo. Sua mãe, antes considerada uma baronesa, tornara-se agora uma doméstica, e a filha se virava para ajudar nas despesas da casa. Veio uma oportunidade em um filme intitulado “Nederlands in 7 lessen”, holandês, no papel de uma aeromoça. Pouca coisa. Vieram alguns musicais no teatro e trabalhos extras. Em “One Wild Oat” ela interpretou uma recepcionista de hotel, seguido de outros papéis pequenos e (finalmente) um papel onde teria um nome!! Em Young Wives’ Tale” sua personagem chamava-se Eve Lester. Grande começo. Sua primeira protagonista não veio nas telas, e sim no teatro. Aceitou participar dos testes para Gigi, incentivada pela própria autora, Colette. Passou. Audrey como Gigi   Tornaram-se amigas por toda a vida. Foram 219 apresentações, e o seu primeiro prêmio: o Theatre World Award, de 1952. Em 1958 a peça viraria filme, sob a direção de Vincent Minelli. Foi cogitada para o papel no cinema, mas Leslie Caron acabou levando. As portas do cinema finalmente pareciam querer se abrir para ela. De vez. Veio “Secret People”, no papel de uma bailarina e um convite para estrelar seu primeiro papel na América: a princesa de “A Princesa e o Plebeu” (Roman Holiday), desbancando Elizabeth Taylor do papel principal. William Wyler se encantou com Audrey, com seu charme e inocência. “Era perfeita!”, disse. Gregory Peck faria seu par, e enquanto seu nome aparecia em letras garrafais, o de Audrey aparecia discretamente abaixo. Gregory Peck não gostou. Exigiu que o nome dela aparecesse ao seu lado. Conseguiu. Ela acabou faturando um Oscar por seu papel. Tornou-se mais uma celebridade americana.   A Princesa e o Plebeu, ao lado de Gregory Peck   Vieram enxurradas de convites, enquanto ela terminava sua turnê com Gigi. Foi ter com o estilista Hubert de Givenchy, que pensando se tratar de Katharine Hepburn, a recebeu alegremente. Decepção ao ver a delicadeza ao invés da energia de Katharine. Mas Audrey e Givenchy logo se tornariam sinônimos de elegância. Ele a vestiu em filmes como Sabrina e futuramente Bonequinha de Luxo. Sabrina resultou em um romance para Audrey. Com William Holden. Era casado, e ela nutria sonhos de casamento e filhos. Dizem que o motivo do término foi este: ele já tinha os seus. Ela queria os dela. Enfim, nada feito. Mel Ferrer a esperava numa festa na casa de Gregory Peck. Casaram-se. Ela seguiria sua carreira no teatro, ganhando um Tony pela peça Ondine. Ganhava no mesmo ano um Oscar e um Tony. Tornou-se ícone da moda e da elegância. Êxtase. Audrey e Givenchy   Tornou-se requisitada. Vieram “Guerra e Paz” (1956), “Cinderela em Paris” (1957) e “Um Amor na Tarde” (1957). Estava grávida durante as filmagens de “O Passado não Perdoa”, mas ao cair de um cavalo acabou perdendo o bebê. Um ano mais tarde, em 1960 nascia seu primeiro filho: Sean Hepburn Ferrer, hoje seu representante legal. Seu próximo filme seria uma luta: Bonequinha de Luxo. Truman Capote havia feito o papel pensando na loira sensual Marilyn Monroe. Mandaram-lhe a elegante Audrey. Ela no papel de uma garota de programa? Não. Ele não concordou. E fez questão de demonstrá-lo durante todas as cenas em que acompanhou. Nunca aprovou a escolha. Holly Golightly ironicamente se tornou o seu papel mais conhecido. Dois anos depois a atriz cantaria para o presidente John Kennedy em sua festa de aniversário. A última dele. Escolheram Audrey para aplacar a apresentação bombástica  realizada por Marilyn Monroe no ano anterior. Hoje quase ninguém se recorda disto. Vários atores mais velhos foram colocados como seus co-protagonistas, mas Cary Grant só topou fazer “Charada” se fosse mudado o roteiro. Ele previa que Cary a seduzisse, mas ele, sentindo-se velho para a garota, exigiu que fosse ele o seduzido. Minha Bela Dama    Veio a grande polêmica de sua carreira sob o nome de Eliza Doolittle, da peça “Minha Bela Dama”. Julie Andrews estreou na Broadway, com enorme sucesso o papel da florista pobre e mal educada, mas não fora aprovada para o elenco no filme. Era desconhecida demais do público para estrelar um filme tão esperado. Audrey aceitou o desafio e fez aulas de canto. Mas sua surpresa foi enorme ao ver o filme já realizado e sua voz dublada por Marni Nixon. Ficou indignada, saiu dos estúdios triste, mas desculpou-se por sua atitude no dia seguinte. My Fair Lady teria muitas indicações ao Oscar e nenhum em referência a Audrey. O amargor seria pior, pois Julie Andrews, a rejeitada, ganharia neste mesmo ano por “Mary Poppins”. My Fair Lady   Mais papéis de destaque em “Como roubar um milhão de dólares” (1966) e “Um Clarão nas Trevas” (1967). Ela precisava de um tempo. O casamento com Mel Ferrer estava em crise e ela entrou em depressão. Decidiu abandonar temporariamente os filmes. Separou-se de seu marido em 1968. Não demorou muito para conhecer seu segundo marido, Andrea Dotti, um psiquiatra (bem conveniente). Com ele teve seu segundo filho, Luca Dotti. Audrey dedicava-se aos filhos e à pintura, sua nova paixão. Após alguns anos recusando propostas e roteiros, finalmente ela retornaria às telas em 1976 em Robin e Marian, com Sean Connery. Não era mais uma mocinha, tinha já 46 anos e o filme foi um fiasco nas telas. Em “A Herdeira” (1979) a personagem foi envelhecida para melhor se adequar a atriz. Mais fracasso. E novo divórcio devido às freqüentes traições do marido. Robert Wolders seria seu último companheiro. Nunca se casaram. Mas se davam bem. Era o que importava. “Além da Eternidade” (1989), de Steven Spielberg marcou sua despedida das telas. Sua personagem era um anjo. Relembrando fatos de sua vida, decidiu ajudar outros. Dedicou-se a UNICEF, saindo em campo para missões na Etiópia, onde visitava e cuidava das crianças que, como ela, sabiam a dor de passar fome. Fez campanhas em prol da vacinação e do abastecimento de água e comida. Viajou o mundo. Encontrou-se com vários líderes. Não se intimidava nem se negava a abraçar uma criança, estivesse ela limpa ou cheia de moscas. Dores no abdômen indicavam que algo não ia bem com a eterna bonequinha de luxo. Após exames foi diagnosticado câncer. Estava se espalhando. Uma cirurgia foi feita, depois várias sessões de quimioterapia. O tempo não estava ao seu lado. O câncer se espalhou rapidamente. Calou-se no dia 20 de janeiro de 1993. No mundo o presidente Bill Clinton tomava posse pela primeira vez. Givenchy chorava sua maior representante, e moonriver tocava suavemente nos ouvidos de quem a amava. Por Carla Marinho
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Um jovem chamado Pedro sai de sua cidade natal e se dirige a Madri, sozinho. Desde criança era solitário, e enchia suas tardes a ver filmes, e suas noites a sonhar em um dia faze-los. Em sua cabeça jovem, demorou bastante. Tinha apenas 16 anos quando chegou a Madri. Arrogante como era sabia o que iria fazer: cinema. Mas tudo o que sabia sobre o assunto resumia-se às longas sessões assistidas. Nada de técnicas, pois não havia dinheiro para investir em si próprio. Para arrecadar fundos, já que era imensamente pobre, começou a trabalhar como telefonista, e assim pôde comprar sua primeira máquina, uma Super 8. Aprendeu na marra a manuseá-la, e começou os seus primeiros experimentos. Estava nos anos 60, e Madri abria os braços para aqueles que desejavam viver a cultura. "Pepi, Luci, Bom y otras Chicas del Montón"   De dia trabalhava na Companhia Telefônica, à noite reunia-se com um grupo, que logo receberia o nome de "Los Gollardos", e se tornaria um grupo de teatro amador. Era a primeira chance de Pedro colocar para fora suas histórias extraordinárias. Brincando, brincando, o jovem teria seu primeiro longa apenas em 1980. Chamava-se "Pepi, Luci, Bom y otras Chicas del Montón". Não era grande coisa, mas seria o nascimento definitivo de Pedro Almodóvar. Ele conhecera Carmen Maura, atriz, que se tornaria durante toda a década de 80 sua atriz principal. Seguiram-se "Labirinto de pasiones" (Labirinto de paixões), "¿Qué he hecho yo para merecer esto!!" (O que fiz para merecer isto) e o "Matador". Admirado por alguns, a verdade é que no início houve mais narizes torcidos do que orgulho, como acontecem com todos que mostram algo mais que beleza. Apesar de tudo, em 1988 ele teve sua primeira indicação ao Oscar de Melhor filme estrangeiro, com o excelente "Mujeres al borde de un ataque de nervios" (Mulheres a beira de um ataque de nervos), abocanhando o público americano, sendo o filme estrangeiro mais visto nos Estados Unidos, em 1989. Mesmo assim não ganhou. Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos Seguiram-se outros filmes, absurdos, até que finalmente, 10 anos depois de ter sido indicado ao primeiro Oscar, ele pôde sentir o gostinho da vitória: "Todo sobre mi madre" (Tudo sobre minha mãe) ganhou o Oscar como Melhor Filme Estrangeiro, ganhando vários outros prêmios e escrevendo de uma vez o nome Almodóvar na história do cinema. Não havia mais nada a provar. Tivemos ainda Hable con ella (Fale com Ela) e La Mala Educacion (Má educação). Este último chegou a ser bastante criticado por seu ataque mordaz à igreja católica, com a história de um jovem transformista que fora abusado sexualmente pelo padre, em sua infância. Não possui também o colorido já presente em seus filmes anteriores, trazendo um ambiente desprovido de humor, e mais depressivo e pesado. Pedro, com 63 anos hoje, continua com grandes sucessos, como Volver, Abraços Partidos e A Pele Que Habito. Está em pré-produção de Los Amantes Pasajeros, que terá Penélope Cruz e Antônio Banderas como protagonistas. Volver Pessoalmente, Almodóvar é um dos únicos cineastas que ainda me intimidam. Nunca sei o que virá pela frente. O primeiro filme dele que eu vi foi "Todo sobre mi madre" (Tudo sobre minha mãe). Apaixonei-me perdidamente por esse cineasta que soube temperar sua própria história e trazer traços dela para sua obra. O universo almodoveriano inclui mulheres fortes, homens imensamente confusos, relações intempestuosas com a família, homossexualismo e transformismo, drogas, religião, intertextualidade com o cinema clássico (tantas e tantas vezes citados sejam com músicas, cenas de filmes ou reações de suas personagens), surrealismo fantástico (cores, cores, cores e mais cores) e paixões avassaladoras, muito avassaladoras. Não veja um filme de Almodóvar com um olhar no real, viaje e sinta estar em um universo paralelo. Almodóvar virou adjetivo, e seus filmes contém aquela linguagem que, mesmo desconhecendo todo o roteiro, vamos percebendo de quem possa ser. Almodóvar é um daqueles casos que serão melhor compreendidos e exaltados daqui há duas ou três décadas.   Por Carla Marinho
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Depois de assistir novamente a Um Bonde Chamado Desejo (1951), fique a pensar em Blanche. Não sobre o filme, em si, mas sobre Ela. Durante algum tempo não consegui. Pensei em iniciar lendo sobre a loucura que a cerca, dominando sua cabeça e atos. Mas não sou psicóloga nem formada em alguma das teorias que dominam o "mercado" da psicose. Nem mesmo entendo-me. Resolvi seguir, sem pensar muito, sem pesquisar muito, apenas deitando no teclado o que percebo da essência de Blanche Dubois...   Seus olhos, portas para o mundo, não são normais... carregam em si um vazio, típico dos loucos, que dizem tantas coisas ao mesmo tempo que acaba por nos confundir os sentidos; daqueles que negam-se a reconhecer que a vida não lhes foi justa. Olhos que escondem sentimentos contraditórios, que há tempos fizeram-na traçar um roteiro de vida paralelo, distante da realidade doentiamente ruim. Blanche parece testar as pessoas que a rodeiam: é por vezes a coitada, outras a causadora de mágoas alheias. Dupla personalidade dentro de uma mulher aparentemente delicada e considerada louca. A vida não lhe foi fácil. Definitivamente, não. Sua história termina, e você ainda fica com ela na cabeça, tinindo, as dúvidas surgindo, algum temor, sentimentos passados por uma personagem puramente tensa e pesada.   A Streetcar Named Desire (Uma Rua Chamada Pecado / Um Bonde Chamado Desejo) é o nome do filme, baseado na peça de Tennessee Williams, e que durante muito tempo foi sucesso no teatro, com Jessica Tandy no papel principal. A história gira em torno de Blanche, interpretada no cinema por Vivien Leigh, mas também de sua irmã, Stella (Kim Hunter) e Stanley Kowalski (Marlon Brando), marido desta última. Blanche sai de Mississipi, pega um bonde chamado "Desejo" e vai morar com o casal em New Orleans. Imensamente pobre depois de perder todo o seu dinheiro, traz em sua mala todos os pertences de uma vida, além de cartas de um homem imaginário, uma espécie de príncipe, que viria lhe buscar. Começam os conflitos com o seu cunhado. Stanley é, opostamente a Blanche, um sujeito grosseiro e insensível. Um animal, nas suas palavras. Não respeita a sua mulher, que parece precisar de um homem que a domine. Sobretudo, Stanley sente um inexplicável sadismo ao lidar com a cunhada. Não acredita na loucura de Blanche, e tenta provar que ela tem um passado podre, passando a investiga-lo até provar sua tese de que ela não é boa como Stella pensa. Ao mesmo tempo a tensão sexual que os acompanha durante todo esse período, uma briga de egos, uma brincadeira de sedução, por parte de Blanche, que parece, ao mesmo tempo, ter medo e querer brincar com o fogo.   Ela sabe do perigo que ele representa, mas parece tentada a tocá-lo sem consequências. O pequeno apartamento começa a ficar pequeno para apenas três pessoas. Os nervos se acirram, e Blanche vê em Harold Mitchell, um amigo de Stanley, a possibilidade de fuga, um casamento convencionalmente aceito, e de uma nova vida de esquecimento do passado. Seu primeiro marido cometera suicídio, após ela tê-lo flagrado traindo-a com outro homem, dando início à "doença de nervos" que ela apresentava. A busca por um homem que a proteja torna-se uma obsessão alimentada de sonhos infantis de mudança. Stanley descobre que Blanche teria sido prostituta em um hotel de quinta categoria, e joga-lhe na cara seu passado obscuro. Blanche revida, mas acaba sendo violentada pelo cunhado, piorando seu estado de nervos e enlouquecendo de vez. Páreo duro em matéria de complexidade humana. Três faces inaceitáveis de atitudes humanas: um homem extremamente violento, uma mulher submissa e outra que ainda busca saber qual a sua essência verdadeira. O fato é que, mais do que todos os personagens secundários juntos, Blanche nos domina e nos enerva. Nos faz pensar em nós mesmos, em nossas máculas, e, sobretudo nas nossas angústias inexplicavelmente guardadas como caixas de pandora. Ela não é apenas uma mulher, acaba sendo algo entre a nossa própria realidade e o que realmente somos por dentro. Ao ser levada para uma clínica de tratamento, Blanche é amparada por um homem que não conhece, e numa frase resume o que tem sido sua vida até então: "Nunca duvidei da benfeitoria de estranhos". Nunca, mais do que de todos aqueles que dizem amá-la mas não a entendem. Sim, Blanche. Às vezes os estranhos é que são os nossos ombros. E, por não nos conhecer, é que nos aceitam.   Por Carla Marinho
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1. Atticus Finch (O Sol é Para Todos, Gregory Peck)   2. Indiana Jones (Os Caçadores da Arca Perdida, Harrison Ford)   3. James Bond (Dr. No, Sean Connery)   4. Will Kane (Matar ou Morrer, Gary Cooper)   5. Rick Blaine (Casablanca, Humphrey Bogart)   6. Clarice Starling (O Silêncio dos Inocentes, Jodie Foster)   7. Rocky Balboa (Rocky, Sylvester Stallone)   8. Ellen Ripley (Aliens, Sigourney Weaver)   9. George Bailey (A Felicidade Não se Compra, James Stewart)   10. T. E. Lawrence (Lawrence da Arábia, Peter O'Toole)   11. Jefferson Smith (A Mulher Faz o Homem, James Stewart) 12. Tom Joad (As Vinhas da Ira, Henry Fonda) 13. Oskar Schindler (A Lista de Schindler, Liam Neeson) 14. Han Solo (Guerra nas Estrelas IV, Harrison Ford) 15. Norma Rae Webster (Norma Rae, Sally Field) 16. Shane (Os brutos também amam, Alan Ladd) 17. Harry Callahan (Perseguidor Implacável, Clint Eastwood) 18. Robin Hood (As aventuras de Robin Hood, Errol Flynn) 19. Virgil Tibbs (No Calor da Noite, Sidney Poitier) 20. Butch & Sundance (Butch Cassidy, Paul Newman & Robert Redford) 21. Mahatma Gandhi (Gandhi, Ben Kingsley) 22. Spartacus (Spartacus, Kirk Douglas) 23. Terry Malloy (Sindicato de Ladrões, Marlon Brando) 24. Thelma Dickinson & Louise Sawyer (Thelma & Louise, Geena Davis & Susan Sarandon) 25. Lou Gehrig (Ídolo, Amante e Herói, Gary Cooper) 26. Superman (Superman, Christopher Reeve) 27. Bob Woodward & Carl Bernstein (Todos os Homens do Presidente, Robert Redford &Dustin Hoffman) 28. Jurado número 8 (Doze Homens e Uma Sentença, Henry Fonda) 29. George S. Patton (Patton, George C. Scott) 30. Luke Jackson (Rebeldia Indomável, Paul Newman) 31. Erin Brockovich (Erin Brockovich, Uma Mulher de Talento, Julia Roberts) 32. Philip Marlowe (À Beira do Abismo, Humphrey Bogart) 33. Marge Gunderson (Fargo, Frances McDormand) 34.Tarzan (Tarzan, Johnny Weissmuller) 35. Alvin York (Sargento York, Gary Cooper) 36. Rooster Cogburn (Bravura Indômita, John Wayne) 37. Obi-Wan Kenobi (Guerra nas Estrelas IV, Alec Guinness) 38. O Vagabundo (Luzes da Cidade, Charlie Chaplin) 39. Lassie (A Força do Coração, Pal) 40. Frank Serpico (Serpico, Al Pacino) 41. Arthur Chipping (Adeus, Mister Chips, Peter O'Toole) 42. Father Edward J. Flanagan (Com os Braços Abertos, Spencer Tracy) 43. Moisés (Os Dez Mandamentos, Charlton Heston) 44. Jimmy "Popeye" Doyle (Operação França, Gene Hackman) 45. Zorro (The Mark of Zorro, Tyrone Power) 46. Batman (Batman, Michael Keaton) 47. Karen Silkwood (O Retrato de Uma Coragem, Meryl Streep) 48. O Exterminador (O Exterminador do Futuro 2: o Dia do Julgamento, Arnold Schwarzenegger) 49. Andrew Beckett (Philadelphia, Tom Hanks) 50. Maximus Decimus Meridius (Gladiator, Russell Crowe)
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  O trecho acima faz parte do livro O Morro dos Ventos Uivantes de Emily Brönte, o qual relata a história de um amor que nasceu amaldiçoado e permeou pelas entranhas da vingança, mas, nem por isto menos belo e real. Cathy e Heathcliff  eram uma só pessoa, almas em congruência. Nas palavras de Brönte: "Os meus maiores sofrimentos neste mundo têm sido os sofrimentos de Heathcliff; e eu vi e senti cada um deles desde o princípio, a minha grande preocupação na vida é ele. Se tudo mais desaparecesse e ele ficasse, eu continuaria a existir. E se tudo o mais ficasse, e ele fosse aniquilado, eu ficaria só num mundo estranho, incapaz de ter parte dele. O meu amor por ele parece-se com as rochas eternas que ficam debaixo do chão; uma fonte de felicidade pouco visível mas indispensável. Nelly, EU SOU Heathcliff! Ele esta sempre, sempre, na minha cabeça. Não como um prazer - porque eu também não sou um prazer para mim própria - mas como eu mesma. Portanto, não fales outra vez na nossa separação, pois é impossível." Quem não gostaria de provar um sentimento tão complexo quanto este? Um amor onde a justificativa do outro era em si mesma. Não é a toa que este é um dos casais mais adorados do universo literário. Assim, como não poderia deixar de ser, várias foram as adaptações para o cinema - inclusive uma japonesa. Por tal, fiz uma lista com algumas delas; Confira:   Wuthering Heights (1920)   O Morro dos Ventos Uivantes (1939)   Abismos de Pasión (1954)   Hurlevent (1985)   Arashi Ga Oka (1988)   O Morro dos Ventos Uivantes (1992)   O Morro dos Ventos Uivantes (2011)   "Não posso viver sem a minha vida! Não posso viver sem a minha alma!" Emily Brontë  
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  O cinema é repleto de musas, cada qual com seu estilo, graciosidade e combinando com a época. Contudo, apenas algumas raras musas atingem o status de atemporais. Mais extraordinário ainda é esbarrar numa atriz que além de bela e talentosa, consiga dar vida a personagens inesquecíveis - como Sabrina Fairchild, Princesa Ann, Jo Stockton e a mais emblemática Holly Golightly - durante sua carreira.  Assim é Audrey Hepburn, uma  Diva-Mor! Diante de tantos atributos era inevitável que ela figurasse uma das minhas postagens. Com vocês a Filmografia em Fotos da incomparável Lady Hepburn:   1989 - Além da Eternidade . 1987 - Amor Entre Ladrões . 1981 - Muito Riso e Muita Alegria . 1979 - A Herdeira . 1976 - Robin E Marian . 1967 - Um Clarão nas Trevas . 1967 - Um Caminho para Dois . 1966 - Como Roubar Um Milhão de Dólares . 1964 - Minha Bela Dama . 1964 - Quando Paris Alucina . 1963 - Charada . 1961 - Infâmia . 1961 - Bonequinha de Luxo . 1960 - O Passado Não Perdoa . 1959 - Uma Cruz à Beira do Abismo . 1959 - A Flor Que Não Morreu . 1957 - Amor na Tarde . 1957 - Cinderela em Paris . 1956 - Guerra e Paz . 1954 - Sabrina . 1953 - A Princesa e o Plebeu . 1952 - The Secret People . 1951 - Young Wives' Tale . 1951 - Nous irons à Monte Carlo . 1951 - O Mistério da Torre . 1951 - Laughter in Paradise . 1951 - One Wild Oat . 1951 - Monte Carlo Baby . 1948 - Dutch In Seven Lessons
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Willian H. Boney, mais conhecido como Billy the Kid, foi juntamente com Jesse James, um dos mais conhecidos foras-da-lei do velho oeste americano. Conta a história, que o jovem matou 21 homens (fora índios e mexicanos!) ao longo de sua curta existência: 21 anos. Teria sido morto por um antigo amigo, Pat Garrett, que fazia parte de seu bando quando o Kid assaltava fazendeiros e roubava cavalos e gado, mas que teria recebido um convite irrecusável para ser xerife e matar o garoto. E assim o fez, matando-o enquanto Billy repousava em casa de amigos. A história teria terminado por aí, não fosse a fama do jovem forasteiro, que já ganhara os jornais da época e livretos, vendidos aos montes para um povo carente de heróis. Garrett, a outra face dessa história, ganhou notoriedade, dinheiro, mas acabou sendo morto algum tempo depois de escrever um livro contando o que ocorrera naquela noite. Já se foram 127 anos desde então e o western, gênero genuinamente americano, explorou o quanto pôde essa história, recontando-a em mais de 50 filmes desde 1911. O Billy verdadeiro era baixinho, louro, dentuço, no cinema foi retratado por Robert Taylor, Paul Newman, Kris Kristofferson e Emilio Estevez. Billy, Doc Holliday, Jesse James e Chalie Bowdre   A primeira versão que assisti sobre a história de Billy the Kid foi um faroeste tipo B, produzido pela Universal, "The Kid From Texas" (1939), e que trazia Dennis O'Keefe no papel principal. The Kid From Texas, 1939 Vale citar também a versão protagonizada dessa vez por Robert Taylor, que, aos 30 anos, fazia um jovem de 21 no filme "Billy the Kid" (1941). Mau, muito mal, e eternamente de mal humor, parecendo valer-se da fama de que os maus não devem nunca sorrir. "Billy the Kid" (1941) Outra versão que trazia quase a mesma temática, "The Left Handed Gun" (1958) teve Paul Newman no papel principal, depois que James Dean, cotado para ser Billy, falecera num acidente, pouco tempo antes. O filme apresenta um jovem que torna-se procurado pela justiça ao vingar-se da morte do seu amigo, Sr. Tunstall, morto à covardia na briga por dinheiro no velho Oeste. Lindo de morrer, acaba se apaixonando pela esposa do melhor amigo, talvez única mácula de sua personalidade. Aqui temos também um doce e carente Kid, mais levado pelas circunstâncias do que por sua vontade, e que acaba também sendo morto à traição, dessa vez desarmado. O "pobre" Billy era apenas um garoto, tentando iniciar uma vida honesta, quando esta oportunidade lhe é tirada. Coitado, vítima das circunstâncias. "The Left Handed Gun" (1958) Claro que o excêntrico Howard Hughes faria sua versão carnavalesca da coisa, escalando o fraco e magro Jack Beutel para o papel principal. A história tosca de "The Outlaw" (1946) diz mais respeito a um cavalo disputado por Billy e Doc, seu amigo, do que sobre a lenda do velho oeste. Jane Russel e seu belo par de seios aparecem para contrabalançar e dividir o coração do jovem, que parece muito mais enamorado do cavalo do que pelas aventuras (ou mulheres). Um faroeste para fracos, diriam alguns. O melhor desse filme talvez tenha sido os bastidores. Hughes travou uma briga com a censura, por causa de cenas calientes em que os seios da Jane pareciam pular para as telas. Bom, talvez para a censura da época fosse algo realmente difícil ver uma moça, aparentemente sozinha, mesmo não mostrado claramente, resolver curar a febre de Billy The Kid enfiando-se em suas cobertas inteiramente nua. Mesmo a cena sendo apenas vagamente sugerida, com um corte. "The Outlaw" (1946) Em "The Kid from Texas" (1950), com Audie Murphy, Billy era um garoto até certo ponto pacato, até que, levado pelas circunstâncias, enveredou em mortes acidentais ou desastradas. Havia também a mocinha, por quem ele se apaixonara, mas que, por ser um fora-da-lei, não pudera ter. Lembro-me que, ao longo de meus 13 anos, achei ele um rapaz boa pinta, e me lamentei ao vê-lo morrendo ao final...   Chegamos àquela versão consagrada como sendo a melhor já feita sobre o assunto: "Pat Garrett e Billy the Kid", de 1973, que trazia o cantor-ator Kris Kristofferson e trilha sonora (e participação mais que especial) de Bob Dylan. Aqui, as duas figuras envolvidas ganham o mesmo destaque. Pat parte numa empreitada em busca do seu antigo amigo, ignorando antigas amizades, batendo em prostitutas e ambicionando apenas fama e dinheiro. Enquanto isso, o jovem Billy segue com seu trabalho (roubando vacas), salvando amigos em perigo, brigando com os homens da lei que querem lhe matar, sendo dócil com as mulheres que ele tanto ama. O encontro, fatal, ocorre, e Pat dá dois tiros: um em Billy e outro no espelho, matando a si próprio simbolicamente, pois quando morre um sonho (neste caso matar a Billy), morre também quem o persegue.     Com a trilha sonora de Jon Bon Jovi, Os Jovens Pistoleiros (1988) e "Jovens Demais para Morrer" (1990), com Emilio Estevez como Billy, apresenta a versão de que Billy não teria morrido no confronto com Pat Garrett, mas que teria envelhecido, e aparecido para obter o perdão prometido pelo governador. Sempre bem-humorado, mesmo nas piores ocasiões, sendo traído por amigos que antes consideravam ("o dinheiro da recompensa acaba com qualquer amizade"), adorando a fama obtida ("Billy, deixe de acreditar no que dizem ao seu respeito") e trazendo em si a vontade de sobreviver em sua terra ("não vou viver em outra terra como um estrangeiro"). Talvez esse seja, apesar das histórias míticas, o melhor retrato do jovem pistoleiro que gostava de jogos de cartas, mulheres e beber com os amigos. Ligeiramente psicótico quando sai rindo loucamente ao matar as pessoas, mas, enfim, bem-humorado. O cinema tem toda licença do mundo para refazer a história, contando a seu modo, não como aconteceram de fato, mas como poderiam ter acontecido. Como já dizia-se naquela famosa frase: quando a lenda se torna fato, imprima-se a lenda.   Por Carla Marinho
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O Ano em que o cinema tornou-se mania mundial. Se eu pudesse escolher apenas um ano para definir o que de melhor foi produzido no cinema, seria 1939. Há exatos 70 anos havia quase 18.000 salas de cinemas nos Estados Unidos, a entrada era módica (algo em torno de 25 centavos), o mundo estava em guerra e o público estava cada vez mais fascinado por esta forma de entretenimento. O cinema colorizava-se, falava e as estreias eram badaladas, com a presença dos astros, que muitas vezes se apresentavam antes das sessões de lançamento, em tardes e noites glamourosas. Muito glamourosas. Talvez por isto, 1939 tenha sido o ano das maiores produções, senão, vejamos algumas delas: ...E o Vento Levou, Adeus Mr. Chips, O Mágico de Oz, Meu Reino por um Amor, A Mulher faz o Homem, Ninotchka, O Morro dos Ventos Uivantes, Vitória Amarga. Só para ilustrar. Paremos por aqui. Seriam necessárias algumas páginas para descrever as 483 produções lançadas naquele ano. Dentre os maiores astros, Clark Gable, Joan Crawford, Bette Davis, Greta Garbo, Mickey Rooney, Shirley Temple e Tyrone Power disputavam as bilheterias, rendendo algo em torno de 659 milhões de dólares. Dentre estes, o mais cultuado sem dúvida é ...E o Vento Levou, com a direção de Victor Fleming. Os direitos sobre a obra de Margaret Mitchell foram comprados por U$S 50.000 para a adaptação. O livro já era um sucesso absoluto e a sua estréia nas telas foi esperada ansiosamente pelo público, que, após longo período de espera, pôde enfim ver em technicolor seu astro mais cultuado, Clark Gable, ao lado da praticamente desconhecida Vivien Leigh. E quem queria saber das confusões de bastidores envolvendo Gable e o diretor inicial George Cukor? Ou se, mesmo com a substituição de Cukor por Fleming, Vivien Leigh continuasse freqüentando a casa do primeiro para ensaiar? Isso pouco importou e o resultado foram 3h e 42min de filme que foi premiado com os Oscars de Melhor Filme, Direção, Atriz (Vivien Leigh), Atriz Coadjuvante (Hattie McDaniel), Roteiro Adaptado, Fotografia em Cores, Cenografia e Montagem. Ufa. Outro grande trunfo deste ano foi O Mágico de Oz, também assinado por Victor Fleming. Era perigoso arriscar-se em duas super produções em um ano só, mas não para a MGM, o estúdio que tinha mais estrelas do que o céu. E assim a história infantil e já tradicional de Frank Baum foi às telas com Judy Garland ganhando o papel de Dorothy Galé, menininha do Kansas. Shirley Temple foi cogitada para o papel. Mas a Paramount não cedeu o seu maior trunfo para a MGM utilizar em seu filme, fazendo com que o papel voltasse às mãos de Garland. A personagem acabou sendo o grande trunfo da carreira da jovem atriz, e ela rodou o país em apresentações que aconteciam antes das sessões, rendendo mais circulação de dinheiro para a esperta MGM. Hoje em dia é impossível imaginar "Over The Rainbow" fora do filme, ou na voz de alguém que não fosse Judy. 1939 também foi o ano em que Greta Garbo falou. E não só falou, riu também!!! Em Ninotchka, uma comédia romântica assinada por Billy Wilder. A eterna diva recebeu uma indicação ao Oscar, mas não deu. Realmente não deu. Em um ano em que a concorrência batia recordes não havia muito o que discutir. E assim se fez aquele ano que, se não mudou a história do cinema, muito contribuiu para que sua arte fosse mais difundida e ganhasse, definitivamente, o lugar de destaque na vida de seus espectadores mais fiéis. Por Carla Marinho
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      Ficha Título Original: åsom i en spegel Ano/País/Gênero/Duração: 1961 / Suécia / Drama / 89min Direção: Ingmar Bergman Produção: Allan Ekelund Roteiro: Ingmar Bergman Fotografia: Sven Nykvist Música: Erik Nordgren Elenco: Harriet Andersson .... Karin Gunnar Björnstrand .... David Max von Sydow .... Martin Lars Passgård .... Fredrik (Minus)     Sinopse   Karin (Harriet Andersson) é uma mulher que começa a ter crises familiares por causa de sua loucura, durante umas férias em uma longínqua ilha. Vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.   Assista Online (legendado)       Imagens
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  Rodolfo Valentino (Hollywood Forever Cemetery, Los Angeles )   Marilyn Monroe (Westwood Memorial Park, Los Angeles)   Ava Gardner (Sunset Memorial Park , North Carolina)   Judy Garland (Ferncliff Cemetery and Mausoleum, New York)     Greta Garbo (Skogskyrkogården - The Woodland Cemetery, Suécia)   Marlene Dietrich (Berlin-Schöneberg - Friedhof Schöneberg III, Berlin)   Audrey Hepburn (Tolochenaz Cemetery, Suíça)   Charles Chaplin (Corsier Cemetery, Suíça)   Bette Davis (Forest Lawn Memorial Park - Hollywood Hills, Los Angeles)   Carmen Miranda (Cemitério São João Batista, Rio de Janeiro)   Joan Crawford (Ferncliff Cemetery and Mausoleum, New York)   Mary Pickford (Forest Lawn Memorial Park, Los Angeles)   Natalie Wood (Westwood Memorial Park, Los Angeles)   Sharon Tate (Holy Cross Cemetery, Los Angeles)   Elvis Presley (Graceland Mansion Estates, Memphis)   James Dean (Park Cemetery, Indiana)   Jayne Mansfield (Fairview Cemetery, Pennsylvania)   Grace Kelly (Cathedral of Saint Nicholas, Mônaco)   Clark Gable (Forest Lawn Memorial Park, Los Angeles)
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  25 coisas que você não sabe sobre mim: Elizabeth Taylor 1. Antes de fazer filmes, tive uma barraca de limonada no sul da Califórnia. 2. Corto o meu cabelo com José Eber e mais ninguém. Quando ele está fora da cidade eu mesma corto. 3. Eu sou louca pela série Law & Order e vi todos os episódios. Meus filhos e Mariska Hargitay, uma atriz deslumbrante, brincavam juntos quando crianças. 4. Converti-me ao judaísmo em 1959. 5. Meu nome judeu é Eliseba Rachel. 6. Meu primeiro cavalo chamava-se Betty. 7. Eu só fui namorar aos 16 anos. 8. Minhas pernas são curtas demais. 9. O filme que eu tenho mais orgulhoso de ter feito é Quem Tem Medo de Virginia Woolf? 10. Eu nunca passo um dia sem colocar perfume. 11. Eu sonhava em lançar meu perfume 25 anos antes de lançá-lo. 12. Eu amo suco de laranja. 13. Minha primeira memória é de muita dor. 14. Eu ainda estou de coração partido porque Richard Burton nunca ganhou um Oscar. 15. Eu não estou preocupada por ter envelhecido. Sinceramente não. 16. Eu nunca tentei atuar realmente, até Um lugar ao sol. 17. Estou revoltada com a quantidade de mentiras e mitos ao meu respeito e como as pessoas aceitam isso como verdade. 18. As pessoas do Twitter me ajudaram a nomear a minha nova fragrância, Violet Eyes. 19. Eu nunca tive aulas de atuação, embora muitas pessoas ainda pensam que eu preciso delas. 20. Quando tinha vinte anos, quase perdi meu olho e minha perna. Ainda tenho os dois, hehe. 21. O nervosismo é o inimigo número um de todos os atores. 22. Eu odeio ser chamada de Liz. Porque? Por que pode soa como um assobio. 23. Eu acredito que você pode estar perto de Deus em qualquer lugar. 24. Meu cachorro Delilah está apaixonada por meu gato Fang. Mas cada um fica na sua. 25. Minha família e as pessoas com HIV / AIDS são a minha vida.
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Kim Novak foi contratada pela Columbia com um único objetivo: fazer concorrência com Marilyn Monroe. Eles não se conformavam de ter deixado escapar Marilyn, que achavam ser uma lourinha burra e agora queriam uma substituta à todo custo. Além disso Rita Hayworth, a rainha dos Estúdios,  já não dava tanta bilheteria em 1953 e eles precisavam renovar. E queriam um loura burra. A primeira coisa a se fazer era mudar seu nome real: Marilyn. Era absurdo lançar uma rival com o mesmo nome. Mr. Cohn, dono da Columbia lembrou-se do livro Kim, de Rudyard Kimpling, e teve a idéia de um novo nome para a estrela.  Foi aí que nasceu Kim Novak.   A loura se esforçava para seguir as regras dos estúdios, e não mudava nada, nem a cor do batom, sem a prévia autorização do chefe. Havia inclusive uma cláusula no seu contrato que a proibia de casar-se sem a autorização de Cohn. Após o lançamento de Melodia Imortal, Férias de Amor, O Homem do Braço de Ouro já era uma estrela relativamente famosa. Porém, não podia fazer sequer uma declaração, sem que os estúdios aprovassem.   Os problemas começaram quando ela se apaixonou por Sammy Davis Jr. e os dois decidiram passar duas semanas em Illinois. Seu chefe foi informado e contratou um gangster de Las Vegas para ameaçar o cantor: "Você tem um olho de vidro. Se quiser permanecer com o outro intacto, termine o romance com Kim Novak". Sammy afastou-se de Kim, e acabou se casando com outra loura, a sueca May Britt, que deixou sua carreira de atriz devido ao preconceito, para se unir a ele. Harry Cohn era assim. Seus métodos para segurar suas estrelas eram tremendamente cruéis. Ele também fora com Rita Hayworth antes. Tanto, que quando ele morreu, a jornalista Hedda Hopper escreveu na sua coluna: "- Duas mil pessoas compareceram ao enterro de Mr. Harry Cohn. Não porque gostassem dele, mas para ter certeza que estava mesmo morto." Após a morte de Cohn as coisas ficaram mais maleáveis. E o próximo romance de Kim foi com Rafael Trujillo Jr. filho do ditador dominicano. Ele deu para ela uma mansão em Bel-Air   Kim foi e Rafael Trujillo Jr. Mas Kim pouco viveu nessa casa. Refugiou-se em uma casa mais tranquila, onde passou a se dedicar a seus hobbies favoritos: pintar, escrever poesias e músicas. Em 1958 veio seu maior sucesso, Vertigo, de Alfred Hitchcock, mas o crítico e escritor David Shipman achou seu desempenho pouco competente.   No mesmo ano estrelou Book and Candle, que foi um sucesso de bilheteria. Na década de 60 sua carreira começou a declinar, sendo obrigada a produzir um filme em 1962: Out Boys Night, estrelando ao lado de James Garner e Tony Randall. Um fracasso. Depois disso, um atrás do outro. Após The Great Bank Robbery (1969), ela se afastou das telas por quatro anos, só retornando em 1973. em That Witness Madness (1973). Ela ainda fez algumas participações em filmes para a TV e outros filmes sem importância. Durante uma entrevista em 2007, ao ser questionada se retornaria às telas, respondeu que sim: "se surgirem bons papéis".   Curiosidades: a atriz é a nº 92 na lista das mais sexys da história do cinema, segundo a Revista Empire. Ela ganhou o Globo de Ouro em 1955 como Atriz estreante, e Um Urso de Ouro honorário em 1997. Suas mãos e pés só foram colocadas na calçada da fama em abril de 2012. Aos 31 anos casou-se com o ator Richard Johnson, que na época era o "amor de sua vida", mas meses depois separaram-se. Em 1976 a atriz casou-se com Robert Malloy, um veterinário, com quem está casada até o presente.   Por Carla Marinho    
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  Metro-Goldwyn-Mayer (MGM) · O logo "Leo The Lion", foi criado em 1924 por Howard Dietz, e baseada na logo da equipe esportiva da Universidade de Columbia, o Lions. Quando a Goldwyn Pictures se uniu a Metro, o logotipo foi mantido. · Desde então, cinco leões já foram usados: Slats (de 1916 a 1928), durante o período do cinema silencioso. Jackie (1928 a 1956), o primeiro leão cujo rugido foi ouvido pelo público, embora os filmes ainda fossem silenciosos (O som saía através de um fonógrafo quando o leão aparecia na tela. Ele também foi o primeiro leão a aparecer em technicolor em 1932). Tanner (1934-1956), provavelmente o mais famoso, e que apareceu na maioria dos filmes em technicolor. George (1956 - 1957), foi o menos conhecido, e foram utilizadas duas versões diferentes do logotipo, uma com o rugido do leão para a direita da tela e, em seguida, rugindo para a câmera; a outra com o leão rugindo duas vezes para a direita da tela. Finalmente, Leo, que é utilizado desde 1957. Sua juba é menor do que a de seus antecessores. Por volta da década de 80, o seu rugido foi substituído por um som digitalizado. · O lema da empresa "Ars Gratia Artis" significa "arte pela arte". 20th Century Fox: o logotipo Searchlight · O logotipo original da Twentieth Century Pictures foi criado em 1933 pelo famoso paisagista Emil Kosa, Jr. Depois da fusão, Kosa simplesmente subtituiu o "Pictures, Inc." por "Fox" para fazer o logotipo atual. · Em 1935, Twentieth Century Pictures e Fox Film Company (na época, principalmente uma cadeia de teatros) se fundiram para criar a Twentieth Century-Fox Film Corporation. · O logotipo Kosa também era famoso por sua pintura fosca da Estátua da Liberdade ruína no final do Planeta dos Macacos (1968), dentre outros. Paramount: The Mountain Majestic · A Paramount Pictures Corporation foi fundada em 1912 por Adolph Zukor, e os irmãos Frohman, Daniel e Charles. · O logotipo "Majestic Mountain" foi desenhadopor WW Hodkinson durante uma reunião com Zukor, com base na Montanha Lomond Ben. · Esse é o mais antigo logotipo em uso de Hollywood. · O original tinha 24 estrelas, que simbolizavam os 24 astros contratados pela Paramount. Hoje são 22 estrelas, mas ninguém sabe o motivo de ter diminuído. · A pintura fosca original também foi substituída por uma montanha gerada por computador e as estrelas. Warner Bros: The Shield WB · Warner Bros foi fundada por quatro irmãos judeus que emigraram da Polônia: Harry, Albert, Sam e Jack Warner. · No início, a Warner Bros teve dificuldade em atrair talentos de topo. Em 1925, a pedido de Sam, a Warner Bros fez os primeiros longas falados. Embora desacreditados no início, foi isso que impulsionou e deu o diferencial à empresa, que se tornou famosa. · O logo da Warner Bros, o escudo WB, teve muitas revisões, mas a história da logo não se sabe. Mas mesmo com essas alterações, o escudo permaneceu, após uma ausência no inicio da década de 30 com posterior retorno em 1935. Columbia Pictures: The Torch Lady · A Columbia Pictures foi fundada em 1919 pelo irmãos Harry e Jack Cohn e Joe Brandt como Cohn-Vendas Brandt-Cohn Film. Muitas das primeiras produções do estúdio eram de baixo orçamento, o que lhe valeu o apelido de "carne enlatada com repolho". Em 1924, os irmãos renomearam seu estúdio para Columbia Pictures Corporation num esforço para melhorar sua imagem. · O logotipo do estúdio Columbia é a personificação feminina da América. Foi projetado em 1924 e a identidade do "Torch Lady" modelo nunca foi conclusivamente determinada (embora mais de uma dúzia de mulheres tinha reclamado de ser "ela".) · Em sua autobiografia de 1962, Bette Davis afirmou que Claudia Dell era o modelo. Em 1987 a revista People informou se tratar de Amelia Batchler. Em 2001, o Chicago Sun-Times nomeou uma mulher local, que trabalhou como figurante na Columbia chamada Jane Bartholomew como a modelo. · O logotipo atual foi concebido em 1993 por Michael J. Deas , que foi contratado pela Sony Pictures Entertainment para retornar a senhora ao seu look "clássico".   Por Carla Marinho
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  Chaplin era metade romani (cigana), metade judeu. Hannah, sua mãe, além dele e do irmão Sidney, teve ainda um terceiro filho: George Dryden, que foi tomado por seu pai quando tinha 6 meses. Ele chegou a trabalhar com Chaplin. Hannah enlouqueceu por causa da fome. Quando ela foi internada, Charles e seu irmão Sidney foram viver com Charles Chaplin (pai) e sua então esposa. Sofreram muito porque eles bebiam. Seu pai morreu de cirrose hepática, pobre, esquecido (ele era cantor do music hall), deixando nos bolsos das calças somente duas laranjas. Nos tempos de fome, houve um tempo em que ele, seu irmão mais velho e sua mãe sobreviviam de um único prato de sopa, distribuído pela igreja. Suas roupas eram remendos dos velhos vestidos do teatro, de sua mãe. Na rua eram zombados por isso. Antes da fama, Charlie foi ajudante de fábrica de vidro, balconista de loja, ajudante de barbeiro, assistente gráfico, jornaleiro, empregado doméstico. Seu primeiro papel no teatro foi em "Jim, um romance em cockayne" e o segundo em "Sherlock Holmes", no papel de Billy. Tinha 14 anos, mas podia se passar facilmente por uma criança de dez. Sidney foi quem o apresentou a Fred Karno, o maior produtor de teatro de variedades da época. Em 1909, Sid já era um dos principais atores da trupe. Chaplin fez muito sucesso no papel de um bêbado embriagado, em "Mumming birds" (pássaros silenciosos). Ele dizia que a graça do bêbado vinha da luta deste em provar que estava sóbrio. Stan Laurel, o magro da dupla "O gordo e o magro" foi companheiro de Chaplin na trupe. Sua primeira grande paixão foi por uma bela atriz da trupe de Karno, Marie Doro, que o considerava uma criança. Hetty Kelly, uma dançarina de 15 anos, foi a primeira paixão real. Em certos momentos, Chas tinha uma ânsia em saber tudo: comprava então livros e mais livros dos mais diversos assuntos, para tão logo esquecê-los. Também tinha o hábito de decorar algumas palavras que usaria nas festas, para ter sempre um assunto a tratar, já que às vezes era muito tímido. Num período rebelde de sua vida, enquanto namorava uma garota viciada, fumou maconha e cheirou cocaína. Uma semana depois, enjoado de tudo, namorada e drogas, terminou tudo. Quanto à bebida, detestava-a, já que a ligava à morte do pai. Seu maior sonho, no início, era juntar bastante dinheiro e comprar uma fazenda de porcos, desta forma se aposentando. No início ele pensou também que poderia se tornar uma espécie de ator dramático. Via-se interpretando Hamlet ou Romeu. "Você pode imaginar o que senti quando me disseram que o meu primeiro personagem seria um homem manco, com dor nas costas, tentando carregar um balde de carvão na cabeça enquanto subia uma escada de mão cheia de graxa?", disse. No início da carreira no cinema, os outros atores chamavam-no de "pato esquisito", por seu jeito diferente e tímido. Seu emprego também estava ameaçado, já que não se destacava de jeito nenhum. Ele entrou em pânico. Após um mês de contrato, Sennett já estava arrependido de ter contratado o inglesinho. Foi aí que surgiu o "the bond", chapéu, colete pequeno e um bigode para parecer mais velho. Para se acalmar, antes das filmagens, sapateava enquanto falava para si mesmo "preciso me soltar, ânimo!". Em 1916, seu rosto já estampava bonecos, livros e músicas eram feitas para ele. Só ele não sabia. Indo a Nova York ficou chocado com a grande recepção. Na verdade, a indústria do cinema começava a criar ídolos e Chaplin foi um dos primeiros. Percebeu que podia ganhar dinheiro com isso. Até os 32 anos já tinha feito mais de 72 filmes. Em 1916 já ganhava mais que o presidente da república. Por Carla Marinho
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Por Antonio Nahud Jr. do blog http://ofalcaomaltes.blogspot.com.br/ Lançado em 2008, o best-seller “Hollywood Babylon: It's Back” (literamente, “Hollywood Babilônia: Ela Está de Volta”), de Danforth Prince e Darwin Porter, segue os passos de “Hollywood Babylon”, de Kenneth Anger - publicado originalmente em 1959, na França -, e de sua continuação “Hollywood Babylon II”, de 1984. Os autores dissecam segredos de estrelas de cinema, revelando fatos sórdidos, loucuras sexuais, bizarrices e imagens de nus frontais. Entre dezenas de revelações, detalha a vida íntima de Lucille Ball (que se prostituia antes de se tornar atriz), Elvis Presley (seu romance com o ator Nick “Yuma” Adams), James Dean (o envolvimento amoroso com um adolescente de 12 anos), Bette Davis (o assassinato suspeito de um dos seus maridos) e Judy Garland (o destino incerto do seu corpo após sua morte). Tenho os dois volumes da obra de Anger, numa simpática edição espanhola. Ex-ator infantil, ícone underground, nascido em Hollywood, filho de atores e criado no meio de atores, ele rasga o véu que cobre as histórias por trás de escândalos de celebridades, ilustradas quase sempre por fotos raras. Sobra até para a nossa Carmen Miranda, que segundo o autor guardava cocaína na plataforma dos sapatos. Um "cult" na biblioteca de qualquer cinéfilo, o livro abalou a puritana e dissimulada indústria cinematográfica, foi perseguido e reeditado ao longo dos anos. Odiado pelos artistas e seus descendentes, mas adorado pelo público, falha na falta de rigor em seus dados e na escrita pobre e fragmentada. Processado diversas vezes, Kenneth Anger ainda assim planeja um terceiro volume. Incentivado por estas recentes leituras, reuni alguns fatos chocantes da comunidade cinematográfica hollywoodiana, não só pescados nos livros de Prince-Porter e Anger, como em diversas biografias, revistas especializadas, documentários e entrevistas. Prepare-se para ficar de boca aberta. GARRAFA MORTAL O hilário gorducho ROSCOE “FATTY” ARBUCKLE (1887-1933) alcançou o sucesso através do produtor-diretor Mack Sennet, numa carreira marcada por êxitos espetaculares. Conhecido no Brasil como Chico Bóia, na vida privada entregou-se a quantidades absurdas de álcool e amantes. No auge da popularidade, em 1921, numa orgia em uma suíte de um hotel luxuoso em San Francisco, o comediante provocou a morte de Virginia Rappe, introduzindo brutalmente uma garrafa de champanhe na vagina da aspirante a atriz, revoltado por não conseguir uma ereção. O seu julgamento foi um impressionante evento midiático. Mesmo se livrando das grades, nunca mais voltou a atuar. Abandonado por todos e falido, terminou na sarjeta, embriagado, morrendo aos 46 anos. A OVERDOSE DA DEUSA O velório da estrela Uma das mais fascinantes estrelas de cinema, BARBARA LAMARR (1896-1926) dormia apenas duas horas por dia, reinando incansavelmente em festas e nas telas. Viciada em cocaína e heroína, ela guardava seu pó em uma pequena caixa de ouro em cima do piano de cauda e o ópio que usava era considerado da melhor qualidade. Recomendada pela amiga Mary Pickford, brilhou como a Milady de Winter de “Os Três Mosqueteiros/The Three Musketeers” (1921), ao lado do astro Douglas Fairbanks. Casou-se aos 17 anos, e nos 12 anos seguintes se casaria outras quatro vezes, sem deixar de ter outros incontáveis parceiros sexuais, tanto homens como mulheres incapazes de resistir aos seus encantos. Morreu aos 26 anos de uma overdose e a história se tornou pública, provocando a ira dos conservadores e reforçando a fama de Hollywood como “a cidade do pecado”, afinal três anos antes, o encantador galã Wallace Reid, rei da Paramount, também havia morrido de overdose, aos 30 anos. SUSPEITA DE ASSASSINATO Considerada por muitos a melhor comediante do cinema mudo, MABEL NORMAND (1892-1930) arruinou-se ao ser envolvida em 1922 no assassinato de William Desmond Taylor, o chefão da Famous Players-Lasky. Avisada do crime antes da polícia, a atriz correu até a casa do falecido para resgatar cartas que registravam seu vício em cocaína, além de expor a secreta relação sentimental deles. Flagrada pela polícia revistando o lugar, passou a ser considerada suspeita. O crime permaneceu insolúvel, mas sua carreira se acabou. Em 1927 abandonou o cinema e três anos depois, enfraquecida com o uso excessivo de drogas, morreu de tuberculose. SEDUZINDO MARINHEIROS Popular e elegante astro romântico da Metro-Goldwyn-Mayer, WILLIAM HAINES (1900-1973) contracenou com Joan Crawford, Mae Murray, Marion Davies, Norma Shearer e Mary Pickford. Muitos na comunidade cinematográfica sabiam de sua homossexualidade, mas o chefão Louis B. Mayer vivia à beira de um ataque de nervos com a possibilidade dos deslizes do ator parar nas páginas dos jornais. Quando a conservadora Brigada do Vício flagrou-o num sórdido hotel com um marinheiro, sua carreira chegou ao fim. Para piorar a situação, em 1936, membros da Ku Klux Klan o espancaram. Mas graças a amigos como Joan Crawford, Carole Lombard, Gloria Swanson e George Cukor, o ator deu a volta por cima, sendo celebrado como um dos mais disputados decoradores de Hollywood. HOMENS AOS MONTES Conhecida como a It-Girl (a garota que tinha “aquilo”), a ruiva CLARA BOW (1905-1965) era uma sedutora estrela da Paramount conhecida em todo o planeta. De repente, tudo se acabou em 1930 quando sua secretária particular, Daisy DeVoe, vendeu sua intimidade para uma revista de fofocas nova-iorquina, a ”GraphiC”. Ela havia anotado todos os homens que haviam dormido com a patroa nos quatro anos em que trabalhou para ela. Entre eles, Gary Cooper, John Wayne e um time completo de futebol norte-americano. O caso parou nos tribunais e consideraram a secretária culpada, mas a carreira da atriz afundou de vez: o estúdio não renovou seu contrato e o público a rejeitou. Nos anos seguintes, internada várias vezes em sanatórios, morreu louca. DIÁRIO ERÓTICO Ainda novinha se destacou em “O Belo Brummel/Beau Brummel” (1924), ao lado de John Barrymore, então seu amante. MARY ASTOR (1906-1987) nunca mais parou, seja como heroína ou como vilã. Em 1935, seu então marido descobriu casualmente o diário onde ela confessava com detalhes que o traía com o dramaturgo George S. Kaufman, exaltando a potência sexual do amante. Humilhado, ele pediu o divórcio e a custódia da filha única. O juiz responsável pelo caso recusou o diário como prova, mas a imprensa reproduziu trechos picantes do mesmo. O escândalo correu mundo, mas a atriz seguiu adiante, enfrentando piadinhas, ganhando o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por "A Grande Mentira/The Great Lie" e atuando por mais três décadas. FILHA ILEGÍTIMA Escolhidos para a versão cinematográfica de William A. Wellman da saga de Jack London, ”O Grito das Selvas/The Call of the Wild” (1935), a química entre CLARK GABLE (1901-1960) e LORETTA YOUNG (1912-2000) resultou tempestuosa tanta na tela como fora dela. Durante as filmagens, saíram notas na imprensa bisbilhotando o romance dos astros e garantindo que Gable pediria o divórcio de sua esposa para se casar com Loretta. Isto não ocorreu. Assim que o filme ficou pronto, a Fox anunciou que a atriz tiraria meses de descanso por questões de saúde. Naquela época, dar a luz fora do matrimônio era a ruína para qualquer estrela. Em 1937, Loretta revelou publicamente a adoção de uma menina de cerca de dois anos, Judy, que no futuro teria inegável semelhança física com a mãe. No entanto, a atriz nunca a assumiu como filha legítima, tampouco de Gable. DEVORADA POR UM CÃO Depois de uma esplêndida reputação, personificando uma das vamps mais populares do cinema mudo, MARIE PREVOST (1898-1937) fracassou no cinema falado devido a voz inadequada. Sobrevivendo como coadjuvante e dominada pela depressão, engordou rapidamente. Ao investir em um regime radical, em 1937, terminou morrendo. Esquecida, seu cadáver permaneceu vários dias abandonado no sujo apartamento em que ela vivia sozinha, sendo devorado em parte, aos pedaços, por um esfomeado cachorro salsicha de estimação. DUAS GAROTAS DA PESADA Acusado de estupro em 1942, ERROL FLYNN (1909-1959) era na ocasião uma das figuras mais estimadas de Hollywood, nas telas e fora delas. As supostas vítimas, duas menores, Peggy Satterlee e Betty Hansen, garantiram que foram levadas pelo ator ao seu iate, o Sirocco, após conhecê-lo numa festa, e se deixaram seduzir. Os jornais de todo o mundo estamparam na primeira página: “Robin Hood acusado de estupro”. O disputado julgamento durou um certo tempo, mas o ator foi inocentado e o seu filme seguinte, “O Ídolo do Público/Gentleman Jim”, não deixou de ser um tremendo sucesso. SUICÍDIO BIZARRO Formosa mexicana que fez sucesso em Hollywood, a passional LUPE VELEZ (1908-1944) casou-se com o Tarzan Johnny Weissmuller em 1933, e mais tarde, em 1938, com o outro ator, Arturo de Córdova. Em decadência e endividada, filmou no México “Naná” (1944), que foi bem recebido pela crítica. De volta a Hollywood, teve um caso com um cafajeste bonitão, Harald Ramond, ficando grávida. Ele pouco se importou, garantindo que não se casaria com ela. A atriz se negou a abortar e incapaz de encarar a vergonha de dar a luz a um filho ilegítimo, decidiu por fim a própria vida. Vestida sofisticadamente, recebeu suas duas melhores amigas para um suntuoso jantar mexicano. No final da noite, sozinha na alcova com dezenas de velas e flores exóticas, engoliu muitas pílulas para dormir, passando mal - o estômago estava cheio de comida picante - e terminando por morrer com a cabeça enfiada no vaso sanitário, afogada no próprio vômito. A CARREIRA POR UM AMOR Contratado pela 20th Century-Fox, o estrela de WILLIAM EYTHE (1918-1957) cresceu rapidamente em filmes com Jennifer Jones, Joan Bennett, Linda Darnell e Jeanne Crain. A máquina publicitária do estúdio insistia que o jovem ator estava namorando uma das estrelas mais quentes da temporada, Anne Baxter, mas na vida real ele era gay e amava um colega muito popular na época, LON McCALLISTER (1923-2005). Quando um fã publicou fotos comprometedoras dos dois, o presidente da Fox, Darryl F. Zanuck, furioso, obrigou-o a trabalhar um tempo na Inglaterra enquanto os comentários esfriavam. McCallister não se conteve, indo ao encontro do amante e selando o fim da carreira de ambos, que tiveram seus contratos cancelados. Eythe procurou mudar a situação, casando rapidamente com a atriz Buff Cobb, mas o matrimônio arranjado durou pouco e acabou feio: a esposa exigiu dinheiro para fechar a boca. Ele nunca mais se reergueu, morrendo em 1957, de hepatite, aos 38 anos. CIÚMES E TIROS Lembrada por magníficos filmes noir dirigidos por Fritz Lang e Jean Renoir, no início dos anos 50 JOAN BENNETT (1910-1990) teve a imagem arranhada quando seu marido, o lendário produtor Walter Wanger, deu dois tiros no agente Jennings Lang, acreditando que ele estava tendo um caso com ela. A vítima se recuperou, mas Wanger não se livrou da prisão durante quatro meses. Vivendo um momento de sua trajetória em que se especializara em donas de casas sensatas e abnegadas, a atriz sofreu um certo boicote, pois muitos acreditavam que ela era realmente infiel. "Acho que eu atirei em mim mesma", disse ela na ocasião, continuando casada com o enciumado produtor até 1965. O GANGSTER A super estrela de “A Caldeira do Diabo/Peyton Place”, LANA TURNER (1921-1995), apaixonou-se perdidamente por um gangster sexy e notório gigolô, bem mais novo que ela, Johnny Stompanato. Constantemente agredida por ele e ameaçada de ter seu rosto desfigurado caso ela deixasse de lhe sustentar, vivia em pânico, bebendo como um cossaco para relaxar. Em 1958, a adolescente Cheryl Christina, depois de presenciar sua mãe ser surrada mais uma vez pelo bandido, o assassinou com uma faca de cozinha. Numa atuação impecável no tribunal, vestida lindamente de negro e com óculos escuros, a loura Lana chorou e quase desmaiou, resultando na absolvição da filha.
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Ficha Título Original: Phantom Lady Ano/País/Gênero/Duração: 1944 / EUA / Crime Drama Noir / 87min Direção: Robert Siodmak Produção: Joan Harrison Roteiro: Bernard C. Schoenfeld e Cornell Woolrich Fotografia: Elwood Bredell Elenco: Franchot Tone ... Jack Marlow Ella Raines ... Carol Richman Alan Curtis ... Scott Henderson Aurora Miranda ... Estela Monteiro Thomas Gomez ... Inspector Burgess Fay Helm ... Ann Terry Elisha Cook Jr. ... Cliff Andrew Tombes ... Bartender Regis Toomey ... Detective Chewing Gum Joseph Crehan ... Detective Tom Doris Lloyd ... Kettisha Virginia Brissac ... Dr. Chase Sinopse Scott Henderson passa por uma má fase casamento, e certa noite vai se confortar num bar onde é acompanhado por uma mulher misteriosa que usava um chapéu. Quando volta para casa, ele encontra a esposa estrangulada. Quando então tenta provar sua inocência, ninguém do bar se lembra de ter visto a mulher de chapéu. Assista Online Imagens
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  A junção de talento e sex appeal por muitas vezes soa improvável, ou mesmo inviável. Imagine agora encontrar um ator que possua a combinação exata destes dois fatores e, ainda, consiga levar em seu currículo filmes como: O Poderoso Chefão, Sindicato de Ladrões, Apocalipse Now e Um Bonde Chamado Desejo... Imaginou? Pois é, o único capaz deste feito foi o incomparável divo-mor mais conhecido por Brando. Considerado um dos melhores - se não o melhor - atores de todos os tempos, Marlon recebeu indicações e foi premiado durante toda a sua carreira. Faleceu aos 80 anos em 2004, deixando um espaço gigantesco na cinedramaturgia. Diante de tantos atributos era inevitável que ele figurasse uma das minhas postagens. Com vocês a Filmografia em Fotos do extraordinário Marlon Brando:   2001 - You Rock My World (TV Short) 2001 - A Cartada Final 1998 - Free Money 1997 - O Bravo 1996 - A Ilha do Dr. Moreau 1994 - Don Juan DeMarco 1992 - Cristóvão Colombo - A Aventura do Descobrimento 1990 - Um Novato na Máfia 1989 - Assassinato Sob Custódia 1980 - A Fórmula 1979 - Apocalypse Now 1978 - Superman - O Filme 1976 - Duelo de Gigantes 1972 - Último Tango em Paris 1972 - O Poderoso Chefão 1971 - The Nightcomers 1969 - Queimada 1968 - The Night of the Following Day 1968 - Candy 1967 - O Pecado de Todos Nós 1967 - A Countess from Hong Kong 1966 - The Appaloosa 1966 - Caçada Humana 1965 - Morituri 1964 - Dois Farristas Irresistíveis 1963 - Quando os Irmãos se Defrontam 1962 - Mutiny on the Bounty 1961 - A Face Oculta 1960 - The Fugitive Kind 1958 - Os Deuses Vencidos 1957 - Sayonara 1956 - The Teahouse of the August Moon 1955 - Gatinhas e Gatões 1954 - Desirée 1954 - Sindicato de Ladrões 1953 - O Selvagem 1953 - Julius Caesar 1952 - Viva Zapata! 1951 - Uma Rua Chamada Pecado 1950 - Espíritos Indômitos
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  Ficha Título Original: Vargtimmen Ano/País/Gênero/Duração: 1968 / Suécia / Drama Terror / 84min Direção: Ingmar Bergman Produção: Lars-Owe Carlberg Roteiro: Ingmar Bergman Fotografia: Sven Nykvist Música: Lars Johan Werle Elenco: Max von Sydow ... Johan Borg Liv Ullmann ... Alma Borg Gertrud Fridh ... Corinne von Merkens Georg Rydeberg ... Lindhorst, archivist Erland Josephson ... Baron von Merkens Naima Wifstrand ... Old Lady with Hat Ulf Johansson ... Therapist Heerbrand Gudrun Brost ... Gamla Fru von Merkens Bertil Anderberg ... Ernst von Merkens Ingrid Thulin ... Veronica Vogler     Sinopse   Pintor e sua esposa vão morar em uma ilha bastante afastada da sociedade. Lá, em meio a intensos conflitos psicológicos, o casal conhece um misterioso grupo de pessoas que passam a trazer angústias ainda maiores às suas vidas, levando-os a relembrar fatos passados e questionar a própria lucidez.   Assista Online (legendado)     Imagens
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Richard Arlen   Ronald Colman   Douglas Fairbanks   Charles Farrell   John Gilbert   William Haines   Bobby Harron   Ramon Novarro   Wallace Reid   Charles Rogers   Rodolfo Valentino
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Cinderela Baiana (1998) -Esse é o melhor de todos. Embale para presente rapidamente e envie.   Plano 9 do Espaço Sideral (1958)   He-man (1987)   O Ataque dos Tomates Assassinos (1987)   Cada Um Tem a Gêmea que Merece (2011) ou qualquer umcom Adam Sandler.   “Ishtar” (1987)   “Lambada, a dança proibida” (1990)   “Batman e Robin” (1997)   “Glen ou Glenda” (1953)   “Casseta & Planeta – A taça do mundo é nossa” (2003)   “O cérebro que não queria morrer” (1962)   “Papai Noel conquista os marcianos”(1964)   “Beto Rockefeller” (1970)     "Super Mario Bros." (1993)   Outros bons (só que não) filmes para indicar:   “Hudson Hawk – O falcão está à solta” (1991) “Duna” (1984) “Contato de risco” (2003) “Mulher gato” (2004) “Serpentes à bordo” (2006) “Jesus Cristo, caçador de vampiros” (2001) “Jesus Zumbi!”(2007) “Manos, as mãos do destino” (1966) “A reconquista” (2000) “Salve-se quem puder” (2007) "Velocidade Máxima 2" (1997)
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Uma das maiores estrelas que Hollywood conheceu, Hedy Lammar foi uma mulher inteligente, mas que não soube gerenciar o dinheiro recebido nos seus anos de glamour. Seu primeiro grande sucesso foi ao aparecer nua no filme Extase, filme este, que seu primeiro marido, Fritz Mandl, teria mandado comprar todas as cópias (pelo menos pensava ele) para que sua esposa fosse preservada. Ao chegar em Hollywood, Hedy seria contratada pela MGM, e serviria de modelo para diversas atrizes, veteranas como Joan Bennett e novatas como Rita Haywoort, dentre outras. Sua sensualidade, seus olhos verdes e cabelos extremamente negros aguçavam o interesse e fez muitos homens suspirarem pela vienense.   Na América, casou-se mais cinco vezes: com Gene Markey, John Lorder (com quem teve dois filhos), Ted Stauffer, Howard Lee e Louis Boies. Todos casamentos fracassados. Os boatos dão conta que somente os dois primeiros casamentos foram por amor, os demais por necessidade financeira. Os anos se passaram, e a estrela foi perdendo espaço para as novatas como Marilyn Monroe ou Kim Novak, só para citar algumas. O seu biotipo também não estava mais "em moda", e seu agente tinha dificuldades em encontrar papéis para a morena. Ela estava falindo, e negava-se a fazer televisão, pois achava que era um meio menor de ganhar a vida, assim como muitos em sua época.   Chegou a fazer cirurgias plásticas, quando ainda estava na faixa dos quarenta anos (uma inclusive nos cotovelos!) e vivia à frente do espelho dizendo o quanto estava feia e velha, segundo o relato de seu filho, John Loder. Sua vida realmente deu um salto para baixo quando ela foi pega roubando itens em uma loja de departamento e foi a julgamento. A opinião pública ficou horrorizada ao saber que sua ídola do passado ia a julgamento por roubar um vestido de tricô!! "Roubei porque não tinha dinheiro", disse Hedy no dia do julgamento, ao invés de mentir ou passar-se por louca, o que era de praxe. "Encontro-me em um estado de miséria, e moro hoje em dia em uma casa de madeira, comida por saúvas e em estado de deterioração. Eu mesma cozinho, lavo minhas roupas e faço minhas coisas, pois não tenho trabalho nem como pagar alguém." A atriz foi absolvida por unanimidade e aconselhada a escrever um livro contando suas memórias. Ela contratou um escritor para lhe ajudar a escrever "Ecstasy and Me", que acabou lhe rendendo 200.000 dólares, dos quais 80% foram para os impostos atrasados, 50% do valor que restou para o escritor e ela ficou com 20.000. Hedy morreu em 19 de janeiro de 2000, e suas cinzas levadas para a Áustria foram espalhadas na floresta Wienerwald, conforme seu pedido. Por Carla Marinho   Leia também: Hedy Lamarr: A mãe do celular moderno
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  Sua estréia foi em 1955 em Juventude Transviada, ao lado daquele que ele considerou um ídolo: James Dean. Mas sua carreira não pararia por aí… O ator foi nomeado com dois Óscares, o primeiro por Sem Destino (1969) e o segundo por Momentos Decisivos (1986). Dentre seus trabalhos como ator destacam-se: Sem Destino (1969), Um Amigo Americano (1977); Apocalipse Now (1979), O Selvagem da Motocicleta (1983); Anos de Rebeldia (1980) , Momento Decisivo (1986), Veludo Azul (1986) e Amor à Queima Roupa (1993). O ator trabalhou até perto de sua morte, e ainda há dois filmes seus para estrear: o filme de animação ‘Alpha and Omega' no qual deu voz à personagem principal, e a comédia ‘The Last Film Festival'. Em março de 2010 recebeu uma estrela na calçada da fama. Estava já desenganado pelo câncer que lhe levaria no dia 29 de maio do mesmo ano.   Por Carla Marinho
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  Em 1995, a atriz concedeu, em Londres, a seguinte entrevista ao jornalista Geneton Moraes Neto: -Você ficou famosa como personagem da cena do assassinato no chuveiro em “Psicose”. Quando entra no chuveiro você ainda hoje se lembra da cena? . JL.: “Mas eu não tomo banho de chuveiro...” . -O motivo é o filme? . JL.: “Sim: eu nunca tinha imaginado, antes, o quanto ficamos vulneráveis quando estamos no chuveiro. Ficamos completamente vulneráveis! Eu nunca tinha pensado neste detalhe- até ver a cena do chuveiro na tela. Hoje, prefiro não tomar banho de chuveiro. O fato de eu não poder ver o que se passa do outro lado da cortina enquanto estou tomando banho me incomoda. Prefiro usar a banheira. Ainda assim, quando estou na banheira gosto de ficar olhando para a porta. Se tomar banho de chuveiro for a única alternativa, num lugar onde não exista banheira, eu então deixo a cortina aberta. O chão fica todo molhado, mas pelo menos eu posso ver o que se passa em volta...Para dizer a verdade, durante a filmagem da cena do crime do chuveiro não fiquei assustada, talvez porque tudo é feito aos poucos, em meio a várias repetições. Quando vi a cena editada, na versão final do filme, é que senti todo o horror daquele grito. Era como se eu estivesse sentindo cada golpe daquela faca. Fiquei aterrorizada.” . -É verdade que ainda hoje você recebe cartas e telefonemas ameaçadores? . J.L.: “É verdade. Gente estranha me manda cartas dizendo: ‘Quero fazer com você o que Norman Bates fêz com Marion no chuveiro.’ São ameaças sinistras. É terrível. Um chegou a mandar uma fita descrevendo o que queria fazer. Ainda hoje preciso de vez em quando trocar o número do meu telefone. Um dos autores de ameaças me telefonava perguntando: ‘Posso falar com Norman?’. Eu respondi: ‘Deve ter sido engano.’ A voz do outro lado insistia: ‘Não é engano. Não é do Motel Bates?’.” . -Você levou a sério alguma dessas ameaças? . J.L.: “Uma vez chamei o FBI. Um diretor amigo nosso, Mervyn Le Roy, estava nos visitando logo depois de fazer um filme sobre a história do FBI. Resolvi mostrar a ele as cartas. Imediatamente ele me sugeriu que o FBI fosse avisado. Agentes vieram à minha casa. Dois dos autores de ameaças terminaram localizados. Os agentes disseram que é difícil saber quando é que uma ameaça dessa representa um perigo real ou quando não deve ser levada a serio.” . -Uma das lendas que correm sobre “Psicose” diz que Alfred Hitchcock mandou abrir de repente a torneira de água fria durante a filmagem da cena para obter de você uma expressão de espanto... . J.L.( interrompendo): “Não, não, não. Não é verdade. Pelo contrário: Hitchcock fez questão de que a água ficasse na temperatura correta, para que eu não sentisse desconforto. Sou uma atriz. Posso demonstrar medo numa cena. Não preciso de água fria...” . -Qual foi o grande problema que você enfrentou na hora de fazer a cena no chuveiro? . J.L.: “Hitchcock queria que eu usasse lentes de contato para que, nas imagens em close, logo depois do assassinato, eu parecesse realmente morta. O oculista, no entanto, disse que as lentes só ficariam prontas em seis semanas. Não daria tempo de esperar. Tive de fazer tudo sem lente de contato.” . -O que é que mais lhe chamou a atenção em Hitchcock durante a filmagem? . J.L.: “Fiquei impressionada com o fato de que ele jamais olhava através do visor da câmera. Perguntei por quê. Hitchcock me respondeu: ‘Não preciso olhar através do visor. Já sei onde a câmera vai ficar; já sei quais as lentes que vou usar. Então, posso saber exatamente como é que a imagem vai aparecer.’A verdade é que ele sabia de tudo tão bem que nem precisava olhar através da câmera .Houve também uma cena de bastidores que me impressionou. Hitchcock queria gravar um som que sugerisse uma faca ferindo o corpo. Um assistente trouxe para o estúdio vários tipos diferentes de melão. Passou, então, a cortar cada um com uma faca. De costas para o assistente, sem olhar em nenhum momento para trás, Hitchcock escolheu, pelo som de faca, qual era o tipo de melão que deveria ser usado...” . -Você trabalhou com grandes diretores, como Hitchcock e Orson Wells. Que comparação fez entre os dois? . J.L.: “Tive sorte de trabalhar com talentos tão fantásticos quanto Orson Wells, John Frankheimer e Fred Zinemann. Trabalhei com os melhores. Orson Wells e Hitchcock eram o oposto um do outro. Os dois eram gênios, mas Orson Wells era mais espontâneo e improvisador, ao contrário de Hitchcock, um diretor que planejava cada take com detalhes.” . -“Psicose” representou, para você, o sucesso internacional mas também um drama: você recebeu a notícia de que seria a última vez que trabalharia com Hitchcock. Por quê? . J.L.: “O que aconteceu foi que devido ao grande sucesso de “Psicose”, o próprio Hitchcock me disse que, se voltássemos a trabalhar juntos, não importa quanto tempo depois, o público imediatamente relacionaria o novo filme a “Psicose”. Isto afetaria então, o novo filme que estivéssemos fazendo.Eu queria trabalhar de novo com Hitchcock. Mas penso que ele estava absolutamente certo ao apontar esse risco.” . -Um jornal inglês publicou há pouco que você tinha abandonado a carreira porque já estava cansada da “hipocrisia” de Hollywood. É verdade? . J.L.: “Não sei de onde tiraram esta idéia. Diminuí o ritmo de trabalho porque achei que esta seria uma atitude justa para com meu marido e minhas filhas. Passei a aceitar apenas tarefas que pudessem ser cumpridas em pouco tempo.” . -Tanto tempo depois , você ainda responde a perguntas sobre a cena do assassinato no chuveiro. Você compararia esta cena com que outra, na história do cinema? . J.L.: “Não consigo pensar em outra cena que venha imediatamente à lembrança como algo tão chocante. Não consigo pensar em nenhuma. Houve, é claro, outros momentos memoráveis em filmes, mas esta cena parece ser aquela que o público se lembra- em estado de choque...” . -Você teve uma carreira de sucesso, mas é sempre lembrada como a Marion Crane de “Psicose”, assim como Anthony Perkins será sempre lembrado como Norman Bates. O fato de ser lembrada por apenas um filme- e particularmente por uma cena- lhe traz algum incômodo? . J.L.: “Em nosso ofício, trabalhamos duro para criar imagens. Ser parte de uma imagem que vai ficar para sempre é algo notável. Fico orgulhosa. “Psicose” é um filme que já dura 35 anos. É o sonho de todas as atrizes.” . -Você visitou o Brasil no início dos anos sessenta. Que lembrança guardou dessa viagem? . J.L.: “Visitei o Brasil duas vezes. A primeira foi em 1960. Percorri seis cidades, numa visita organizada pelo USIS, o serviço de divulgação dos Estados Unidos. Depois, participei de uma entrega de prêmios cinematográficos. Uma vez, quando estávamos a caminho da inauguração de um centro para a juventude, cruzamos com um grupo que ensaiava para o carnaval, num subúrbio do Rio de Janeiro. Todo mundo estava dançando na rua. Pedi que nosso parasse. Gosto de dança e de música. Começei a dançar. Um homem - que estava ali, no meio da rua - começou a dançar sem olhar para o meu rosto. Quando a música acabou, ele, quase ajoelhado, me olhou atentamente. Somente aí é que exclamou: Mas é Janet Leigh!...”   Fonte: http://domacedo.blogspot.com.br/
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Estava lendo um dia desses uma matéria que dizia que os atores, lá pela década de 30, 40, talvez 50, eram patrocinados por fabricantes de cigarro. Com isso eles faziam propagandas, fumando em seus filmes e ganhavam por isso. Eu sempre soube disso. O marketing sempre existiu e não respeita ninguém. Isso me fez lembrar de algumas cenas célebres, enormes baforadas, nas cenas de bares, em conversas de gangsters ou entre jovens rebeldes. Cigarros acesos, para serem tragados e apagados no mesmo instante. Mas, vem cá, marketing e cinema não andaram sempre de mãos dadas? Não é mérito somente do cigarro não. O que pega é a campanha massiva para que as pessoas não se viciem, que trazem à tona essas minúcias lógicas (alguém pagava a alguém para fazer propaganda do seu produto). Algo que não aconteça até hoje? Não estou aqui criticando campanhas antitabagistas ou seja lá qual for, mas tem hora que o contexto vale mais do que qualquer coisa. Para mim não há nada mais sensual (tá, há...) do que Clark Gable trocando baforadas com a Joan Crawford, e depois dando um soco nela. (Perdoem-me os politicamente chatos). Ou James Dean preparando-se para arrancar em seu carro, fumando um cigarrinho e após beijar a Natalie Wood jogá-lo fora para pegar no volante e acelerar. Ou Chaplin fazendo um truque com a fumaça. Ou Bette Davis, com todo o seu cinismo, fumar extravagantemente em todos os seus filmes e vida. Não imagino A Malvada ou O Que Terá Acontecido a Baby Jane sem seu cigarrinho. Tédio. Tudo contextualizado. Se essas cenas fossem realizada nos bons costumes que tentamos ter hoje em dia, no mínimo seriam chatas. E monótonas.   De uns tempos para cá é proibido fumar em novelas e poucos são os filmes, exceto os europeus (ai como amo cinema europeus), em que os atores fumam. Daqui a pouco alguém terá a idéia de ampliar para as bebidas. Daí outro louco chegará e dirá que as cenas de sexo terão que fazer menção ao uso da camisinha, e que a bebida deve ser destinada somente para os antagonistas, os vilões. Já vejo que filmes sobre a violência gratuita não deverão ser feitos, por ser politicamente incorreto bater em pessoas indefesas ou fazer delas bucha de canhão. Não defendo de maneira alguma a propaganda gratuita de vícios, empurrando-os goela abaixo, defendo aqui a colocação dentro de um contexto. Só. Eu já tenho idade suficiente, e desde criança sou bombardeada por imagens que nada me dizem, e não fazem mudar as minhas vontades. Dá licença, que eu sei escolher o que pode atingir-me ou não? Mentes fracas sempre existirão, apesar de tudo. Você pode se criar no mato, não ver gente, e ser um psicopata sem assistir nada a respeito. Aliás, estamos cercados deles, muitos dos quais, bonzinhos até demais.   Faz um tempinho que eu assiti a um filme magnífico, La Belle Verte, de Coline Ferreau, que conta a história de uma mulher, que vive em outro planeta mais evoluído do que o nosso, e decide visitar-nos para aprender mais com os humanos da terra. Pois bem, aqui chegando ela passa mal com a fumaça dos carros, não consegue se alimentar enquanto toca nas pessoas de cá e faz com que elas evoluam. O filme é bacana, indico para todos, mas, juro por Deus que se a única temática for essa vou morrer de tédio assistindo os filmes que virão. Já sou por demais bombardeada com coisas corretas, e, francamente, estou me cansando com essa conversa toda de que é errado fazer ou não fazer. Os filmes são uma recriação da realidade, e não a realidade em si. Libertem-me e deixem-me pensar seriamente sobre o assunto vendo documentários ou jornalísticos. Enquanto eu assistir aos filmes, quero parar de pensar que a fumaça inalada por Bogart foi o motivo de sua morte. Quero apenas vê-lo com as mãos ocupadas, enquanto diz seu texto para Ingrid Bergman. E outra, não se esqueçam que todos, fumantes ou não, vamos todos para o mesmo lugar um dia.   Por Carla Marinho
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  Ficha Título Original: Dona Flor e Seus Dois Maridos Ano/País/Gênero/Duração: 1976 / Brasil / Comédia / 120min Direção: Bruno Barreto Produção: Luiz Carlos Barreto Roteiro: Bruno Barreto, Eduardo Coutinho, Leopoldo Serran Fotografia: Murilo Salles Música: Chico Buarque e Francis Hime Elenco: Sônia Braga ... Dona Flor (Florípides) Guimarães José Wilker ... Valdomiro 'Vadinho' Santos Guimarães Mauro Mendonça ... Dr. Teodoro Madureira Dinorah Brillanti ... Rozilda Nelson Xavier ... Mirandão, amigo de Vadinho Arthur Costa Filho ... Carlinhos, o guitarrista Rui Resende ... Cazuza, o bêbado Mário Gusmão ... Arigof Nelson Dantas ... Clodoaldo, o poeta Haydil Linhares ... Norminha, amiga de Flor Nilda Spencer ... Dinorah, amiga de Flor Sílvia Cadaval ... Jacy Ivanilda Ribeiro ... Sofia, a empregada Sue Ribeiro ... Magnólia Francisco Santos (1) ... Venâncio, o padre Francisco Dantas ... Dr. Argemiro João Gama ... Moreira, marido de Dona Norma Alvaro Freire ... Silvério Hélio Ary ... Venceslau Diniz Wilson Mello ... Vivaldo     Sinopse   Dona Flor, sedutora professora de culinária em Salvador, é casada com o malandro Vadinho, que só quer saber de farras e jogatina nas boates da cidade. A vida de abusos e noites em claro acaba por acarretar sua morte precoce, deixando Dona Flor viúva. Logo ela se casa de novo, com o recatado e pacífico farmacêutico da cidade. Com saudades do antigo marido que apesar dos defeitos era um ótimo amante, acaba fazendo com que ele retorne em espírito, que só ela vê. Isso deixa a mulher em dúvida sobre o que fazer com os dois maridos que passam a dividir o seu leito. Principais prêmios e indicações Festival de Gramado Ganhou dois Kikitos, nas categorias de melhor diretor e melhor trilha sonora. Globo de Ouro (EUA) Recebeu uma indicação, na categoria de melhor filme estrangeiro. BAFTA (Reino Unido) Indicado na categoria melhor revelação (Sônia Braga) [editar]Ver também       Imagens
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  Ficha Título Original: Alegria de Viver Ano/País/Gênero/Duração: 1958 / Brasil / Comédia / 85min Direção: Watson Macedo Produção: Watson Macedo Roteiro: Chico Anysio e Watson Macedo Fotografia: Mario Pagés Música: Maestro Cipó Elenco: Eliana ... Elizabeth John Herbert ... Gilberto Afonso Stuart ... Pires Yoná Magalhães ... Sílvia Annabella ... Margarida Augusto Cesar Vanucci ... Johnny Guitar Sergio Murilo ... Jorginho Sergio Tenius ... Tony Curtis     Sinopse   O patrão de Gilberto, empregado exemplar, quer casá-lo com sua filha, Elisabeth. Ao encontro aparece no entanto sua prima, uma moça sem atrativos. Gilberto, que leva uma vida agitada, conhece Betty, garota independente por quem se apaixona. Ao final, descobre que ela é a filha do patrão.     Imagens  
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  Ficha Título Original: Straw Dogs Ano/País/Gênero/Duração: 1971 / EUA / Drama Policial / 118min Direção: Sam Peckinpah Produção: Daniel Melnick Roteiro: Gordon Williams, Sam Peckinpah, David Zelag Goodman Fotografia: John Coquillon Música: Jerry Fielding Elenco: Dustin Hoffman ... David Sumner Susan George ... Amy Sumner Peter Vaughan ... Tom Hedden T.P. McKenna ... Major John Scott Del Henney ... Charlie Venner Jim Norton ... Chris Cawsey Donald Webster ... Riddaway Ken Hutchison ... Norman Scutt Len Jones ... Bobby Hedden Sally Thomsett ... Janice Hedden Robert Keegan ... Harry Ware Peter Arne ... John Niles Cherina Schaer ... Louise Hood Colin Welland ... Reverend Barney Hood     Sinopse   Tímido e pacato matemático e sua esposa inglesa mudam-se para uma cidadezinha na Escócia, onde irão descobrir a violência irracional e o medo. Pressionado, o inseguro matemático tem de se transformar num vingador para sobreviver.       Imagens
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Maria Candelária (1943), México   La Perla (1947), México   Os Esquecidos (1950), México   Soy Cuba (1964), Cuba   Memórias do Subdesenvolvimento (1968), Cuba   Lucia (1968), Cuba   Como Água Para Chocolate (1992), México   Amores Brutos (2001), México   E sua Mãe Também (2001), México
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Sean Bean (15 vezes em filmes e mais 6 vezes em seriados)   Robert De Niro (14 vezes)   Bruce Willis (11 vezes)   Johnny Depp (10 vezes)   Brad Pitt (9 vezes)   Al Pacino (9 vezes)   Jack Nicholson (9 vezes)   Dustin Hoffman (9 vezes)   Christian Bale (8 vezes)   Denzel Washington (7 vezes)   George Clooney (5 vezes)   Fonte: premiere.com
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Meryl Streep (Indicada 16 vezes, ganhou 2)   Katharine Hepburn (foi indicada para 12, ganhou 4)   Jack Nicholson (foi indicado para 12, ganhou 3)   Bette Davis (foi indicada para 10, ganhou 2)   Laurence Olivier (foi indicado para 10, ganhou 1)     Spencer Tracy  (foi indicado para 9, ganhou 1)   Paul Newman (foi indicado para 9, ganhou 1)   Marlon Brando (foi indicado para 8, ganhou 2)   Jack Lemmon (foi indicado para 8, ganhou 2)       Al Pacino (foi indicado para 8, ganhou 1)   Peter O'Toole (foi indicado a 8, ganhou nenhum)  
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Título Original: I Was a Male War Bride Ano/País/Gênero/Duração: 1949 / EUA / Comédia Romance / 105min Direção: Howard Hawks Produção: Sol C. Siegel Roteiro: Charles Lederer, Leonard Spigelgass, Hagar Wilde Fotografia: Osmond Borradaile, Norbert Brodine Música: Cyril J. Mockridge Elenco Cary Grant ... Capt. Henri Rochard Ann Sheridan ... Lt. Catherine Gates Marion Marshall ... Lt. Kitty Lawrence Randy Stuart ... Lt. Eloise Billings Bill Neff ... Capt. Jack Ramsey Sinopse Um capitão francês e uma tenente americana (Cary Grant e Ann Sheridan) se apaixonam durante uma missão e decidem se casar. Mas para que eles possam viver em paz na América, precisam se passar desapercebidos, e para tanto, ele se disfarça de mulher, se passando por uma noiva de guerra e embarca em um navio repleto de mulheres de oficiais. Assista Online (legendado) Imagens
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  Ficha Título original: City Lights Direção: Charles Chaplin Ano/País/Gênero/Duração: 1931/EUA/comédial/87min Assistentes de direção: Harry Crocker, Henry Bergman, Albert Austin. Distribuição: United Artists Fotografia: Rollie Totheroh Elenco   Charles Chaplin........... o vagabundo Virginia Cherrill ........... moça cega Florence Lee .............. avó de Virginia Harry Myers ............... milionário Ernest Garcia ............ empregado do milionário     Sinopse O Vagabundo passeia normalmente pela cidade, e acaba encontrando uma jovem que vende flores. Ao perceber que a mesma é cega, ele se compadece, ao mesmo tempo que parece apaixonar-se pela mesma. Virginia vende flores para sustentar-se e à avó. Por causa de um mal entendido (ela ouve a porta de um carro fechar-se quando ele se despede), ela acaba pensando que o vagabundo é, na verdade, um milionário. Ele, decide mantê-la na ilusão. Os dois tornam-se amigos, e se vêem constantemente. Na mente dela, trata-se de um lindo milionário. Um belo dia ela fica doente, e sua avó sai para vender as flores. Não é a mesma coisa, e o dinheiro fica pouco. Carlitos decide ajuda-la de algum modo. Ele próprio tem um amigo milionário (que só é amigo dele quando está bêbado) e vai tentar ajuda junto a ele. Não consegue: o milionário está de partida para a Europa. O vagabundo, em nome da amizade com a cega, decide fazer aquilo que detesta: trabalhar. E vai trabalhar limpando as ruas. Trabalha também como pugilista. Tudo em vão. Consegue pouco dinheiro, mas o que consegue, vai para que ela possa fazer a operação para que finalmente enxergue. Seu “amigo” milionário retorna e (bêbado) promete ajudar-lhe. Em meio a um assalto à casa do milionário, o vagabundo é tomado como um dos assaltantes (há dinheiro em seus bolsos, mas dinheiro dado pelo dono da casa). O milionário, já consciente, nada faz a seu favor. Vai preso. Tempos depois sai da prisão, tão triste, tão desamparado, que quando algumas crianças começam a caçoar de sua pobreza, reage como uma delas, como quem diz “deixem-me em paz”. É aí que ele vê sua amiga. Ela enxerga. E também tem uma loja de flores. Não passa mais dificuldades. Mas ela não o reconhece, e pensa tratar-se de um pobre coitado que precisa de sua ajuda. Ao pegar em sua mão e entregar-lhe uma rosa, percebe que o milionário que lhe ajudara é, na verdade, aquele pobre vagabundo. Notas - Metragem final: 300.00 metros, dos quais somente 2.300 foram utilizados. Foram 22 meses (com a equipe sendo paga por cada dia), dos quais tendo somente 172 dias de filmagens. - Para compensar os enormes custos do filme, Chaplin cobrou altíssimo os valores para exibição. Isso acabou fazendo com que o filme não tenha tido um retorno imediato da renda investida, mas ao longo do tempo ele acabou sendo recompensado. Bem recompensado: o filme lhe rendeu bem mais do que The Gold Rush e The Circus. - Ele chegou a deixar a equipe parada durante meses. Estava com bloqueio de criação. Nesses momentos, ele preferia que a equipe estivesse à sua disposição, para no caso de uma idéia, poder filmar imediatamente. - Um dos momentos cruciais da criação foi como passar a idéia de que ele era um milionário. - Esse foi um dos poucos filmes em que, antes de desenvolver a história, ele tinha o final já pronto: uma cega que volta a enxergar graças a um benfeitor, que ela julga rico. - Antes de decidir-se por um companheiro milionário para o vagabundo, Chaplin pensou em colocar como parceiro do vagabundo um menino negro e vendedor de jornais. Ele chegou até mesmo a planejar cenas, mas o personagem não se ajustava à história. - Enquanto Chaplin se decidia se faria ou não o filme falado, seu irmão Sydney estreava The missing link “ (elo perdido), um dos primeiros filmes falados. Talvez, se não tivesse partido para Londres, Syd tivesse ficado mais conhecido como ator do que o é hoje. - Chaplin viu Virginia Cherril numa praia, e para ele, o olhar dela perdido, quase vesgo, lembrava o de uma cega. Era perfeita para o papel. Mas durante as filmagens, a antipatia tomou o lugar da admiração: ele se queixava de que ela não conseguia nem mesmo perguntar “flores, sr.?” direito. Ela dizia que a antipatia dele para com ela vinha do fato dela já ser divorciada e ter um agente importante, logo, não caíra em sua “teia” famosa. Ao contrário de falar sobre a vida pessoal, Chaplin dizia que ela realmente não era profissional, pedindo para sair cedo em cenas sentimentais ou demorando-se no cabeleireiro. Hoje, tantos anos depois, fica difícil saber onde residia a verdade. - Virginia foi contratada por 75 dólares semanais. - Depois de rodados mais da metade do filme, por causa dos problemas enfrentados por Cherril, Chaplin decidiu demiti-la e contratar Geórgia Hale, estrela de The Gold Rush, para refazer todas as cenas. Ela até chegou a filmar algumas, com total entrosação com o vagabundo. Mas já era tarde: devido o tempo decorrido e o dinheiro gasto, ele teve que voltar atrás e recontratar Virginia. Ela retornava com o salário de 130 dólares semanais. Quase o dobro do que ganhava antes. - Custos do figurino: 4.338; Cenários: 36.325. Assista Online   Imagens
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Quase todos objetos a seguir foram retirados  das páginas relacionadas a Max Factor  Edifício Histórico, o  museu tem uma coleção muito grande e memorável  sobre  Marilyn Monroe.  Quem estiver com dúvida sobre a veracidade das imagens é só entrar na página da Max Factor e conferir. Um dos ambientes dedicados  a expor objetos particures de Marilyn. Vamos aos objetos: Acessórios de strass usados ​​por Marilyn Tabela de maquiagem toda criada pelo "próprio pessoal" de Marilyn Sua famosa caixa de maquiagem Marilyn e Joe DiMaggio Certidão de casamento Fabulosas luvas de couro e broche Bustier de Marilyn do filme "Como Agarrar Um Milionário" O sutiã que  incorpora alças  extras de apoio e quatro camadas acolchoadas ao redor de cada copo, parece ser um dos segredos de Marilyn. Foi vendido em leilão pela International Autograph Leilões em julho de 2010 para R $ 3.200. Este colar de pedras de vidro em marrom, amarelo e cinza, em uma corrente de ouro com nó trabalho, era de propriedade de Marilyn Monroe. Cartão de aniversário, Marilyn Monroe ela c completava na época 34 anos. Foi assinado pelo elenco de seu filme de 1960 "Adorável Pecadora", incluindo o diretor George Cukor e co-estrela de Yves Montand. É acompanhado por uma fotografia reprodução de Monroe com Montand.(Eles tiveram um caso né gente). Uma mecha de cabelo de Marilyn Agenda de Marilyn com endereço de Sinatra Grampos de Cabelo e Touca pertencentes a Marilyn Telegrama de demissão do filme !Some Like it hot" Armação de sourtien pertencente a Marilyn Roteiro de O Píncipe e a Corista Roteiro pessol de Marilyn Monroe de seu filme de 1959, "Some Like it hot! Rolex que Marilyn deu a Kennedy Por Junia Lemos do blog http://vintageeblog.blogspot.com.br Fontes das imagens e informaçoes abaixo: juliens auctions
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  Johnny Hyde um dos grandes chefões do estúdio da 20th Century Fox transformou a ruiva e roliça Norma Jean em Marilyn Monroe uma das atrizes mais sexy de todos os tempos valendo-se de alguns recursos hoje bastante normais e comuns. Submeteu a jovem atriz a um permanente para aumentar o volume do penteado, por eletrólise, depois de várias aplicações de peróxido de hidrogênio e amoníaco (água oxigenada) transformando-a em loura platinada.     Hyde arranjou um cirurgião plástico para remover dois pequenos defeitos em sei queixo. Antes disso tudo, porém, Marilyn já havia submetido-se a um dentista para acertar os dentes. Marilyn Monroe também remodelou o seu nariz de batata a mando dos estúdios da Twentieth Century Fox nos anos 1940. Além disso, a diva platinada teve que perder muitos quilinhos para se tornar uma grande estrela. ------------------------------------------------------ Com Rita Cansino ou Rita Hayworth as coisas não foram muito diferentes, a jovem filha de pai espanhol e mãe irlandesa tinha carinha de mexicana – que mistura! Além disso estava bem acima do peso. Para se transforma na ruiva mais desejada do cinema – Gilda - a jovem passou por modificações drásticas em seu visual, teve que se submeter a várias sessões de eletrólise para aumentar a dois centímetros de testa – considerada curta demais para o padrão de beleza Holiwoodiana e os cabelos castanhos foram tingidos de vermelho a pedido da Fox.       Além disso a bela sofreu com fortes regimes para perder alguns quilinhos considerados indesejáveis para uma estrela. -------------------------------------------------------- Além das duas belas divas acima citadas, outras grandes atrizes da época também passaram por transformações para chegar ao topo do estrelato. Joan Crawford por exemplo contava que seu segredo de beleza era "água e sabão", mas dizem que Joan também não era nenhuma estranha ao bisturi.       A boca de Bette Davis era muito pequena e ela precisava de uma ajudinha: já usava o truque de delinear os lábios com um risco exterior à linha natural pra aumentá-los. Ah, e também teria feito cirurgia plástica mais tarde.     Louis B. Mayer, chefão da MGM, mandou que Greta Garbo perdesse peso, alongasse os cabelos e consertasse os dentes antes de colocá-la nos filmes.     Por Junia Lemos do blog http://vintageeblog.blogspot.com.br/
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Veja as locações dos filmes chaplinianos ontem e hoje. Tempos Modernos   O Garoto: O Vagabundo
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Shirley foi a primeira atriz a admitir abertamente ter feito uma mastectomia, encorajando outras mulheres a seguirem seu exemplo. Aos sete anos, a vida da atriz foi colocada em um seguro com a Lloyd’s of London. No seguro constava que a família não receberia nada se a morte fosse causada por drogas ou embriaguez. Fazer o papel de Dorothy, garotinha do Kansas era o sonho de Shirley. Mas ela não pôde fazer o papel por dois motivos: a 20Th Century Fox se recusou a emprestá-la e Judy Garland, inicialmente cotada, ganhou o papel. 56 cachinhos: era a quantidade de cachos que sua mãe fazia pessoalmente em seus cabelos para cada filmagem.
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1) Audrey Hepburn recebeu um salário de 750 milhões de dólares para trabalhar  em Boneca de Luxo, tornando-se o segundo maior ordenado pago a uma atriz na época, (o primeiro foi o de Elizabeth Taylor em Cleópatra. 2) Foi lançado, em 2000, um filme biográfico - The Audrey Hepburn Story, sobre a vida da atriz, gerando muita polémica entre a crítica e os seus fãs pela escolha da actriz que iria desempenhar Hepburn: Jennifer Love Hewitt. A mesma foi rejeitada pelo público e crítica em geral. Hoje pouco ouve-se falar do filme. 3) O vestido usado por Audrey em Bonecquinha de Luxo foi leiloado por 800 mil dólares e o dinheiro revertido para a construção de 15 escolas para crianças pobres indianas. 4) A atriz recebeu o Jean Hersholt Humanitarian Award (prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas), em 1993, por seu trabalho como embaixadora da Unicef. O prémio foi recebido, postumamente, pelo seu filho, Sean Hepburn Ferrer. 5) Das primeiras aparições que fez na televisão, Audrey Hepburn foi criticada pelos seus pés excessivamente grandes e descrita como demasiado alta, ossuda e máscula. Anos mais tarde, a atriz fora considerada pela elite da moda americana como o ideal de beleza e o ícone de uma figura física perfeita. 6) Audrey nunca excedeu os 46,5 kg, a não ser nos períodos em que esteve grávida. 7) Em 1990, Audrey foi homenageada de uma forma linda: o seu nome foi atribuído a uma nova espécie de tulipa. 8) Sean Ferrer, o filho da atriz, revelou o segredo pessoal de Audrey Hepburn para o sucesso: fazer sempre o que se quis, e nunca o que os outros esperaram dela. 9) O clima entre Audrey Hepburn e Humphrey Bogart durante as filmagens de Sabrina era tenso e dificultava a espontânea rodagem do mesmo. O clima estava tão tenso que quase ela foi substituída por Lauren Bacall. 10) Audrey teve um degaste físico no ínicio das filmagens de Charada, pois foram iniciadas apenas dois dias após a rodagem de Quando Paris Alucina. 11) Durante as filmagens de O Passado Não Perdoa, Audrey Hepburn fez uma paragem para ir caçar patos no lago das redondezas. O barco afundou, e a atriz acabou sendo salva por uma fotógrafa que a avistou durante o sucedido. 12) As coisas não estavam boas nesse tempo mesmo. Ainda na rodagem de O Passado Não Perdoa, Audrey Hepburn ficou gravemente ferida ao cair de um cavalo. Grávida, voltou a trabalhar após 6 semanas internada, usando um colete ortopédico, mas acabou perdendo o bebê. 13) A série Gossip Girl acarreta várias influências da filmografia de Audrey Hepburn: a personagem principal, Blair Waldorf interpretada por Leighton Meester, idolatra a actriz e o seu filme preferido é Bonequinha de Luxo. O primeiro episódio foi intitulado de Roman Holiday, em português - A Princesa e o Plebeu, filme que garantiu o óscar a Hepburn na categoria de Melhor Atriz. 14) O último filme da atriz foi Além da Eternidade, que marcou o fim da sua carreira e o último fracasso de bilheteiras de Steven Spielberg como diretor, que atingiu a prosperidade com Hook, protagonizado por Dustin Hoffman, Robin Williams, Julia Roberts e Maggie Smith.
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  1º: Conrad "Nicky Hilton (6 May 1950 - 1 February 1951) - divórcio   2º Michael Wilding(21 February 1952 - 30 January 1957) - divórcio - 2 filhos   3º Michael Todd (2 February 1957 - 22 March 1958) - até a morte dele - 1 filho   4º Eddie Fisher (12 May 1959 - 6 March 1964) - divórcio 5º Richard Burton (15 March 1964 - 26 June 1974) - divórcio - 1 filho   6º Richard Burton (de novo) (10 October 1975 - 1 August 1976) - divórcio 7º John Warner (4 December 1976 - 7 November 1982)     8º Larry Fortensky (6 October 1991 - 31 October 1996)
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  Ficha Título Original: Zelig Ano/País/Gênero/Duração: 1983 / EUA / Comédia Fantasia / 79min Direção: Woody Allen Produção: Robert Greenhut Roteiro: Woody Allen Fotografia: Gordon Willis Música: Dick Hyman Elenco: Woody Allen ... Leonard Zelig Mia Farrow ... Dr. Eudora Nesbitt Fletcher Patrick Horgan ... The Narrator (voice) John Buckwalter ... Dr. Sindell Marvin Chatinover ... Glandular Diagnosis Doctor Stanley Swerdlow ... Mexican Food Doctor Paul Nevens ... Dr. Birsky Howard Erskine ... Hypodermic Doctor George Hamlin ... Experimental Drugs Doctor   Sinopse   O filme, que se passa nas décadas de 1920 e 30, fala sobre Leonard Zelig, um homem desinteressante que tem a capacidade de transformar sua aparência na das pessoas que o cercam. É observado inicialmente numa festa, por F. Scott Fitzgerald, que percebe que, ao mesmo tempo em que circula entre os convidados louvando as classes afluentes num sotaque refinado e esnobe, Zelig se mistura aos criados na cozinha, vociferando enfurecidamente contra os "gatos gordos" num forte sotaque proletário. Rapidamente ganha fama internacional como um "camaleão humano". A dra. Eudora Fletcher (Mia Farrow) é uma psicanalista que quer ajudar Zelig com este estranho distúrbio, quando ele é internado em seu hospital. Através do uso da hipnose, a dra. Fletcher descobre que Zelig anseia tão fortemente por aprovação que se altera fisicamente, na esperança de se adequar aos que o cercam. A determinação da dra. Fletcher permite eventualmente que ela o cure, não sem, no entanto, algumas complicações; ela acaba por elevar tanto a auto-estima de Zelig que ele acaba desenvolvendo temporariamente uma personalidade que é violentamente intolerante a respeito das opiniões de outras pessoas. A médica descobre que está se apaixonando por Zelig. Devido à cobertura feita pela mídia do caso, tanto o paciente quanto a doutora tornam-se parte da cultura popular de seus tempos. No entanto, a fama é a principal causa de sua divisão; a mesma sociedade que fez de Zelig um herói acaba por destruí-lo. A doença de Zelig retorna, e ele tenta novamente se adaptar. Diversas mulheres alegam ter se casado com ele, que eventualmente desaparece. A doutora Fletcher o encontra na Alemanha, trabalhando com os nazistas, pouco antes da Segunda Guerra Mundial. Juntos, fogem e retornam aos EUA, onde são proclamados heróis (depois que Zelig, usando mais uma vez sua habilidade, imita as habilidades de pilotagem de Fletcher e pilota o avião que lhes traz de volta, cruzando o Atlântico, de cabeça para baixo).   Assista Online (legendado)     Imagens
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  Ficha Título Original: ¿Qué He Hecho Yo Para Merecer Esto? Ano/País/Gênero/Duração: 1984 / ESP / Comédia Drama / 101min Direção: Pedro Almodóvar Produção: Hervé Hachuel    Roteiro: Pedro Almodóvar Fotografia:  Ángel Luis Fernández    Música: Bernardo Bonezzi Elenco: Carmen Maura… Gloria Chus Lampreave… Avó Ángel de Andrés López… Antonio Verónica Forqué… Carmen Kiti Manver… Juani Francisca Caballero… Paquita Pedro Almodóvar… Cantor em musical da TV Fanny McNamara… Figurante em musical da TV Agustín Almodóvar… Bancário Cecilia Roth… Mulher do anúncio   Sinopse   Uma família extremamente problemática vive apertada num flat. Glória e Antônio são os pais, e ele mantém uma adoração por uma cantora alemã de meia idade. Um dos filhos vende heroína; outro dorme com homens. A sogra tem um comportamento estranho também. Dois escritores procuram Antônio para que ele os ajude a transcrever textos de maneira que passem por memórias de Hitler. Ao recusar, eles procuram a tal cantora para que ela interceda junto a ele.   Assista Online (legendado)   Imagens
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    Ficha Título Original: James Dean Ano/País/Gênero/Duração: 2001 / EUA / Biografia Drama / 120min Direção: Mark Rydell Produção: George W. Perkins Roteiro: Israel Horovitz Fotografia: Robbie Greenberg Música: John Frizzell Elenco: James Franco ... James Dean Michael Moriarty ... Winton Dean Valentina Cervi ... Pier Angeli Enrico Colantoni ... Elia Kazan Edward Herrmann ... Raymond Massey Joanne Linville ... Hedda Hopper John Pleshette ... Billy Rose Barry Primus ... Nicholas Ray David Proval ... Daniel Mann Samuel Gould ... Martin Landau   Sinopse   James Franco insterpreta James Dean, em um de seus papéis mais marcantes. A biografia de um ator que viveu intensamente e morreu jovem demais.   Assista Online (legendado)       Imagens  
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Ficha Título Original: Le clan des Siciliens Ano/País/Gênero/Duração: 1969 / França / Crime | Drama / 120 min Direção: Henri Verneuil Produção: Jacques-Eric Strauss Roteiro: Auguste Le Breton e Henri Verneuil Fotografia: Henri Decaë Música: Ennio Morricone Elenco: Jean Gabin ... Vittorio Manalese Alain Delon ... Roger Sartet Lino Ventura ... Commissaire Le Goff Irina Demick ... Jeanne Manalese Amedeo Nazzari ... Tony Nicosia Philippe Baronnet ... Luigi Karen Blanguernon ... Theresa Yves Brainville ... Le juge Gérard Buhr ... Un inspecteur Elisa Cegani ... Maria Manalese Raoul Delfosse ... Léoni Jacques Duby ... Raymond Robel Yves Lefebvre ... Aldo Manalese Edward Meeks ... Le commandant de bord Sally Nesbitt ... Mrs. Evans   Sinopse   Roger Santet (Alain Delon), um assassino, é resgatado da prisão pelo Clã Siciliano liderado por Vittorio Manalese (Jean Gabin). O mafioso espera contar com sua ajuda para realizar o maior roubo de sua vida: 50 milhões em jóias. Para isso eles deverão sequestrar o avião que as transporta. Mas, após a audaciosa operação, Roger trai a confiança de Vittorio ao seduzir sua bela nora (Irina Demick). Os dois iniciam então um incansável jogo de gato e raro em um duelo de inteligência e valentia que prenderá sua atenção até o último segundo.   Assista Online (legendado)   Imagens
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Ficha Título Original: The Audrey Hepburn Story Ano/País/Gênero/Duração: 2000 / EUA / Biografia Drama / 133min Direção: Steven Robman Produção: Kay Hoffman Roteiro: Marsha Norman Fotografia: Pierre Letarte Música: Lawrence Shragge Elenco: Jennifer Love Hewitt ...Audrey Hepburn Frances Fisher ...Ella van Heemstra Keir Dullea ...Joseph Hepburn Gabriel Macht ...William Holden Peter Giles ...James Hanson Emmy Rossum ...Young Audrey Hepburn (ages 12-16) Eric McCormack ...Mel Ferrer Seana Kofoed ...Kay Kendall Michael J. Burg ...Truman Capote Stéphane Archambault ...Marcel Joan Copeland ...Cathleen Nesbitt Sinopse O filme, que no Brasil foi transmitido pelo Canal Multishow na forma de seriado, parte da infância de Audrey Hepburn, nos anos 30, narrando detalhes da sua vida como uma bailarina holandesa que vivencia o divórcio de seus pais e o sofrimento da ocupação da Holanda pelos nazistas, durante a 2ª Guerra Mundial. Audrey, depois, se estabelece nos Estados Unidos, tornando-se uma grande atriz, gravando filmes como Breakfast at Tiffany's Assista Online Parte 1 Parte 2 Imagens
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Esta matéria foi publicada originalmente naFOLHA ILUSTRADA DE SÃO PAULO, de 26 DE OUTUBRO DE 1982. 1) O relacionamento dos Beatles com os freqüentadores do Cavern Club, em Hamburgo, era tão estreito que qualquer um dos fãs podia localizar o número de telefone do grupo e conversar longamente com um deles. 2) "Pinn Wheel Twist", uma das composições menos conhecidas de Lennon e McCartney, foi usada rapidamente em 1961 como um "spot de gravação por Pete Best. 3) John editou o jornal da escola primária de Dovedale quando tinha nove anos de idade. 4) "Love Me Do" foi composta no verão de 1958 e apresentada para diversas gravadoras antes de sua prensagem definitiva, que ocorreu em 11 de setembro de 1962, em 17 sessões. 5) Percy Philips fez uma gravação de John, Paul e George como " The Quarrymen" em 1957. O "tape" porém foi desgravado. 6) Brian Epstein foi expulso do Liverpoll College em 1944, com 10 anos de idade. 7) Os Beatles fizeram fundo musical para uma "stripper" de nome Shirley em um clube de Liverpool, em 1960. 8) No outono de 1960, John, Paul, George, Stuart Sutcliffe e Ringo acompanharam Lu Walters, do Rory Storm and the Hurricanes, em um 78 rpm gravado nos Akustik Stúdios de Hamburgo, por 10 libras. 9) Os Beatles apareceram 294 vezes no Cavern Club entre dezembro de 1960 e agosto de 1963. 10) Paul e John tocaram ao vivo como dupla no "pub" Nurk Twins em Bending, Berkshire, em 1960. 11) John dormia em um caixão de defunto quando passou a dividir um apartamento com Stu Sutcliffe, no Gambaia Terrace, Liverpool, em 1960. 12) O jornal inglês "The Observer" informou no dia 9 de fevereiro de 1964 que uma companhia americana estava fazendo 35 mil perucas dos Beatles por dia. 13) Os gritos de uma mulher sendo assassinada foram ignorados no Hilton Hotel de São Francisco em agosto de 1964. Pensaram que era apenas mais uma adolescente histérica recepcionando os Beatles. 14) "Lady Madona" foi gravada por Paul com músicos de estúdio e não pelos Beatles. 15) Depois de uma reclamação de Paul, Ringo deixou o grupo durante a gravação do "Album Branco" em 1968. Voltou duas semanas depois.16) O Álbum Branco deveria se chamar "A Dolls House" ("Casa de Bonecas", título de uma peça de Ibsen). 17) "Eleanor Rigby" originalmente se chamava "Daisy Hawkins". Nenhum Beatle executa instrumentos nesta faixa. 18) Um grupo com o nome de "The Bumbers" fez uma paródia dos Beatles, tendo sido lançada em disco em 1964. Integrantes: Bing Crosby, Frank Sinatra, Dean Martin e Sammy Davis Jr. 19) O ator Geoffrey Huhges dublou a voz de Paul em "Submarino Amarelo". 20) "Sergeant Pepper's Lonely Hearts Club Band" deveria se chamar "Dr.Pepper", mas o título foi mudado por causa de um refrigerante americano do mesmo nome. O álbum foi produzido em 700 horas. 21) John gravou deitado no estúdio o vocal de "Revolution". 22) Os Beatles apareceram 84 vezes na TVA e a primeira vez foi em 1959, quando John, Paul e George apareceram como Johnny & the Moondogs. 23) Nos oito anos em que os Beatles lançaram compactos na Inglaterra, estiveram com um disco nas paradas em 298 das 416 semanas. 24) Nos sete anos que lançaram compactos nos EUA, tiveram um disco nas paradas em 297 semanas das 364 disponíveis, além de um LP continuamente na lista dos mais vendidos. 25) The Quarrymen, The Rainbow, Johnny & The Silver Beatles e The Silver Beatles foram nomes usados antes da escolha final. 26) The Ladders era o possível nome de um grupo a ser formado depois da separação dos Beatles, com John, George, Ringo e um velho amigo dos dias de Hamburgo, Klaus Voorman. 27) Os Beatles tiveram pelo menos seis bateristas, incluindo Pete Best, antes de se decidir por Ringo. 28) Frank Sinatra e Dean Martin, apesar de muitos esforços e muito dinheiro envolvido, não conseguiram ingresso para o famoso concerto no Hollywood Bowl, em 1964. 29) No seu primeiro encontro com Brian Epstein, Paul disse: "Acredito e espero que vamos trabalhar como um conjunto. Quero ser uma estrela, sozinho ou com os outros três. 30) Freda Kelly, secretária do fã clube dos Beatles, ganhava 6 libras e 50 por semana trabalhando para Brian Epstein como datilógrafa, em 1962. 31) Um grupo de celebridades planejou colocar um anúncio de página inteira no "Times" a favor da legalização da marijuana. John, Paul e George assinaram, mas pela primeira vez esqueceram o nome de Ringo. A imprensa quis saber porque e Ringo respondeu: "Que anúncio? "Ninguém me disse nada..."! 32) Atrás do palco, no teatro Granada, em East Ham, no dia 9 de novembro de 1963, o produtor George Martin anunciou aos Beatles que "I Want To Hold Your Hand" já tinha um milhão de cópias encomendadas, o maior pedido na história da indústria discográfica britânica. 33) Durante a excursão americana de 1965, os Beatles tiveram que usar um avião bem antigo. George achou um pedaço de corda empoeirada dependurada de um rack."É uma escada de emergência", disse uma aeromoça. "Qual é o tamanho?", perguntou Harrison. A aeromoça respondeu que era de dois pés. "Então, hoje à noite, devemos voar a 13 pés de altura, constantes", concluiu o Beatle. 34) Enquanto dirigiam a Apple, os Beatles aterrorizavam seus funcionários. Segundo o ex assessor de imprensa, Derek Taylor, "eles despediram mais gente comparativamente do que qualquer empregador no mundo." 35) John Lennon sempre quis desesperadamente ser magro. Mas Yoko diz que ele nunca conseguiu: "Mesmo quando ele era um Beatle tinha essa barriguinha debaixo do blusão." 36) Depois que começaram a viver juntos, John disse a Yoko: "Sabe porque eu gosto tanto de você? Porque você parece um cara transvestido. É como se fosse um velho amigo". 37) Na primeira noite que Ringo substituiu Pet Best no Cavern, os fãs chiaram tremendamente. A música foi afogada pelos gritos de "Queremos Pete".38) Brian Epstein, quando se tornou empresário do conjunto,confortou a tia de John, Mimi: "Prometo que John não vai sofrer. Ele é o único realmente importante". 39) O contrato original de Epstein com os Beatles não tinha validade. Paul e George ainda eram menores de 21 anos e suas assinaturas deveriam ser endossadas pelos pais. 40) Os Beatles eram notavelmente impontuais em seus dias de Liverpool. Quando um deles faltava, Gerry Marsden (do Gerry & The Pacemakers) o substituía 41) Epstein os obrigou a mudar sua marca de cigarro para Senior Service. Woodbine, o que fumavam, era muito proletário. 42) Quando o Beatles conseguiram seu primeiro contrato na Parlophone, era por apenas um penny por disco. 43) Quando criança, Ringo teve péssima saúde. Aos seis anos ficou em coma por várias semanas depois de uma operação de emergência. Aos 13 teve pleurisia e ficou em um sanatório por dois anos. (pleurisia = é o estado inflamatório da serosa pulmonar, localizado ou difuso, agudo ou crônico, acompanhado de derrame escasso ou abundante. também conhecido por pleurite). 44) O primeiro casamento de John e Cinthia, que estava grávida de Julian, foi uma piada. Estavam consertando a rua em frente do tabelião, portanto tinha bastante poeira no local. A recepção foi em um restaurante sem licença para servir bebidas alcoólicas, então os brindes eram com água. 45) No início de 1963, com "Please Please Me" em primeiro lugar nas paradas, os Beatles foram expulsos de uma festa dos Jovens Conservadores (ala jovem do Partido) porque estavam usando casacos de couro. 46) O primeiro álbum dos Beatles foi completado em apenas uma sessão de 13 horas no dia 11 de fevereiro de 1963. Tem 14 músicas. 47) Em maio de 1963, com um filho de apenas 4 semanas, John e Epstein foram passar uma semana de férias na Espanha. 48) Quando os Beatles desembarcaram nos EUA no dia 7 de fevereiro de 1964, "I Wanna Hold Your Hand" estava em primeiro lugar nas paradas; as primeiras palavras que ouviram foram de um policial: "Puxa, isso que é corte de cabelo!" 49) O veredicto do "Herald Tribune" sobre o grupo, depois que 60% dos americanos os viram no Ed Sullivan Show, foi o seguinte:75% publicidade, 20% corte de cabelo e 5% de lamentos cadenciados. 50) A letra original de Paul McCartney para "Yesterday" começava assim: "Scrambled eggs - oh, my girlfriend has got lovely legs." 51) "I Want to Hold Your Hand", o compacto dos Beatles que mais vendeu (13 milhões em todo o mundo), foi composto na casa londrina de Jane Asher, na época a namorada de Paul. 52) A respeito de Love Me Do, o primeiro compacto dos Beatles, lançado dia 5 de outubro de 1962, Paul comenta: "Eu estava aterrorizado, tremendo.Toda vez que ouço ainda me lembro". 53) Enquanto gravavam seus doze álbuns nos Estúdios Abbey Road, em Londres, os quatro costumavam relaxar, desaparecendo no porão. 54) O pai de Ringo, Richard Starkey, foi limpador de janelas em Grewe. 55) O grupo adorava sketches de comédia. Apareceu em vários programas do gênero na TV inglesa. 56) Quando John conheceu Yoko, quebrou todas as regras implícitas entre o grupo, trazendo-a para o estúdio de gravações. 57) Dois dos Beatles, Ringo e John, nasceram durante um bombardeio pelos alemães na Ingraterra. 58) A criadora do corte de cabelo dos Beatles, a estudante de arte alemã Astrid Kirchner, era namorada de Stu Sutcliffe, o quinto Beatle, que morreu de uma hemorragia no cérebro aos 21 anos. 59) A cada ano, um buquê é colocado no túmulo de Brian Epstein em seu aniversário (19 de setembro) por um amigo, Joe Flannery. 60) Ray McFall, proprietário do Cavern Club, a princípio impediu os Beatles de tocarem no local porque usavam jeans. 61) Há apenas oito rostos desconhecidos entre as 68 fotografias na capa de Sgt Pepper.62) "Norwegian Wood" foi escrita por John sobre um de seus casos,descrevendo seus sentimentos,sem que a esposa, Cynthia,soubesse. 63)"I Fell Fine",lançado em 27 denovembro de 1964,vendeu 800 mil cópias em apenas cinco dias. 64) Dick Rowe, o produtor da Decca que recusou os Beatles (que depois assinaram contrato com a Parlaphone, um selo da EMDI), salvou sua reputação contratando os Rolling Stones. Quem deu a dica foi George Harrison. 65) Logo depois do lançamento de "Love Me Do", os Beatles só conseguiam, nos shows, se apresentar antes das "estrelas" Robin Hall e Jimmi McGregor, cantores escoceses, no "pub" Corn Exchange, da Bradford. 66) O nome da família de Linda da McCartney era Epstein. A família o mudou para Eastman. Não eram parentes de Brian. 67) Mary, mãe de Paul, era uma enfermeira conhecida como "The Angel" em Liverpool. Ela morreu em 1956. 68) O último concerto dos Beatles ao vivo foi no Candlestick Park de São Francisco, no dia 29 de agosto de 1966. 69) A data oficial para o início da Beatlemania é 4 de novembro de 1963, data em que os Beatles apareceram no Royal Variety Perfomace. 70) Os Beatles nunca enviaram cartões de aniversário uns aos outros. "Nenhum de nós é sentimental", disse certa vez George, a respeito desse fato. 71) Quando eram adolescentes, Paul e George tiveram uma briguinha por causa de Iris Caldwell, uma dançarina que era irmã do líder do grupo pop de Liverpool, o Rory Storm. Ela é a garota à qual se referem na música "Love Me Do". 72) Os Beatles tinham apenas dois "rodies" (pessoal que cuida da parte técnica e montagem e desmontagem de equipamentos): Neil Aspinall e Mal Evans. 73) A composição de Lennon e McCartney "World Without Love" , gravada por Peter and Gordon, foi registrada sob nome falso.O disco já estava nas paradas quando sua autoria foi revelada. 74) Pouco antes de "Love Me Do" se tornar um sucesso, Paul se empregou numa madeireira de Liverpool, onde logo foi promovido a executivo. 75) George foi o primeiro Beatle a escrever sua autobiogfia,intitulada "I Me Mine". Uma cópia autografada está valendo hoje 184 libras. 76) Em 1964, quando os Beatles foram para a Suécia, Ringo ficou com amigdalite e um baterista o substituiu, foi Jimmy Nicol, que tocou com o conjunto por algumas noites. Nicol acabou ficando na Suécia. 77) Enquanto o duque de Edimburgo estava excursionando pelo Canadá em 1964, foi-lhe atribuída a seguinte afirmação: "Os Beatles estão desaparecendo no momento". Logo em seguida ele manda um telegrama para Brian Epstein explicando que suas verdadeiras palavras foram: "Os Beatles não estão aparecendo por aqui no momento". 78) Quando John estava estudando no Liverpool Art College, Paul e George eram estudantes do Liverpoll Institute, em 1958. Eles se encontravam para ensaiar no camarim das modelos. 79) Ringo estava treinando para ser engenheiro quando deixou o emprego para uma temporada no Bultrin's, com Rory Storm, conjunto o qual deixou para se unir aos Beatles. 80) O maestro alemão Bert kaempfert foi a primeira pessoa a assinar um contrato de gravação com os Beatles. Eles acompanharam o cantor Tony Sheridan. 81) Quando Brian Epstein viu os Beatles pela primeira vez, a aparência deles o chocou! Sua primeira medida foi mandá-los cortar os cabelos em seu próprio barbeiro. 82) A primeira composição dos Beatles gravada em disco pelo contrato alemão foi um número instrumental de George Harrison, entitulado "Cry For a Shadow". 83) Larry Parnes, o primeiro empresário de rock britânico, contratou os Beatles quando eles ainda eram os Silver Beetles para acompanhar uma de suas descobertas, Johnny Gentle, de Liverpoll. Não houve uma segunda vez. 84) Os Beatles tocaram música de fundo para uma "stripper" de Hamburgo chamada Janice. 85) Os Beatles só entraram uma vez em um concurso de talentos e foram vencidos por uma senhora que tocava com colheres.Anônimo - 05/04/200886) A primeira união de John e Paul como dupla de compositores foi nos tempos de escola, em 1955, depois de apresentados pelo amigo comum Ivan Vaughan, na quermesse de Woolthon, que era uma festa de igreja. Quando "Love Me Do" foi gravada, já tinham mais de 70 músicas compostas. 87) Quando os Beatles foram para a Índia em 1967 para estudar com o Maharishi, o primeiro a voltar foi Ringo, que disse: "Foi ótimo. Igualzinho ao Butlin's (nome de um 'pub' de Liverpool)". 88) Nos primórdios da fama, os Beatles sempre viajavam para seus compromissos em um Austin Princess, dirigido por um certo Brian Corbett, por eles chamado "The Big Cockney". Era de Southampton. 89) O primeiro não Beatle a fazer sucesso com uma canção da dupla Lennon/McCartney foi Billy J. Kramer, com "Do You Want To Know a Secret", em 1963. 90) Por volta de março de 1966, a retirada oficial de cada Beatle, por concerto, era de mil libras, mas uma porcentagem chegava a triplicar essa quantia. 91) A primeira mulher de George, Pattie Boyd, foi quem apresentou os Beatles ao Maharishi. 92) Em julho de 1964, John comprou sua primeira casa, em Weybridge, Surrey, por 20 mil libras. 93) Por algum tempo, todos os quatro Beatles foram vegetarianos.Também passaram por uma fase de só tomar chá e outra de uísque com coca cola. 94) A revista oficial do fã-clube dos Beatles se chamava "Beatles Monthly". O último número apareceu em dezembro de 1969, ao preço de dois shillings. Reeditada anos depois, agora cada número custa 80 pences. 95) O primeiro Beatle a se cansar de viajar com a banda foi George Harrison. 96) John estudou no Colégio Quarrybank de Liverpool, notório por formar políticos. 97) Antes de levar os Beatles para o caminho do sucesso, o produtor George Martin produziu o dueto Sophia Loren/Peter Sellers em "Goodness Gracious Me" um sucesso para Matt Monro Bernard Cribbens e Peter Ustinov.98) Ringo é o único Beatle que se casou com uma das fãs do grupo. Ele conheceu sua primeira mulher, Maureen, da qual tem três filhos, no Cavern Club, quando ela era uma cabeleireira de 16 anos de idade. 99) Ron kass, marido e empresário da atriz Joan Collins, foi executivo-chefe da Apple. 100) Quando Paul recebeu seu primeiro extrato bancário de um milhão de libras, o mostrou, orgulhoso, para um de seus empregados na Apple, que ganhava 30 libras por semana. 101) A primeira canção escrita por Paul foi "I Lost My Little Girl, de 1955. Foi logo após a morte de sua mãe Mary.
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Eve (Anne Baxter), finge ser amiga da Margo (Bette Davis) em A Malvada (1950) querendo o seu lugar. Esposa depõe contra marido em trama de assassinato em "Testemunha de Acusação" (1957) Em “O Mensageiro do Diabo” (1957), um psicopata finge ser um pastor. Julie Andrews se transveste de homem para fazer sucesso no teatro em “Victor Victoria” e desta forma fugir da fome. Matt Damon é o “Talentoso Ripley”, tomando a identidade de outro homem, na refilmagem de Plein Soleil (1960). Michael Dorsey (Dustin Hoffman) também se transveste para fazer sucesso, em “Tootsie” (1982). Achar emprego como homem não estava fácil...   Ferris inventou uma série de mentiras para curtir um dia de folga da escola com os amigos em “Curtindo a Vida adoidado” Daniel (Robin Williams) quer se aproximar dos filhos, e para isso se disfarça de babá em "Uma Babá Quase Perfeita" (1993) "A Montanha dos Sete Abutres" (1951) traz um homem que inventa uma série de fatos para fazer sucesso como jornalista. Um judeu (Charles Chaplin) toma o lugar de um ditador em “O Grande Ditador” (1941). Mas foi por uma boa causa, vai...
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1938 às 08h: Um jovem radialista, pouco conhecido, chamado Orson Welles, informa que começará a transmitir em um programa de rádio da CBS uma dramatização de "A Guerra dos Mundos", de H.G. Wells. Inicia a interpretação de um texto, interrompida pouco tempo depois por frases desesperadas do radialista, de informações que chegam sobre meteoros e extraterrestres vindos de Marte e que naquele momento invadem a Terra. Um bom, um maravilhoso ator, podemos dizer. Acontece que a interpretação de Orson foi tão realista, que acabou criando caos e pânico geral: o povo começou a fugir pensando se tratar de uma história real, desesperadas, se escondendo ou correndo para as ruas. Algumas se armavam procurando os marcianos e outras se enrolavam com toalhas para que o efeito do gás liberado pelos alienígenas não fosse fatal. Às 09h termina a transmissão do programa, e Welles, sem saber ainda os efeitos de sua interpretação... No dia seguinte a história virou manchete em TODOS os jornais. A indignação tomou conta de todos, com alguns pedindo punição severa ao radialista que lançou o caos na cidade. Sua transmissão se tornou um marco histórico e um retrato do poder da mídia sobre as pessoas. Posteriormente, e já com a alcunha de gênio, Welles faria um estrondoso sucesso, dessa vez nas telas, com o inimitável Cidadão Kane, considerado por muitos como o Melhor filme de todos os tempos.
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Michael Lindsay-Hogg, filho da atriz irlandesa Geraldine Fitzgerald (Morro dos Ventos Uivantes), nasceu em Nova York em 5 de maio de 1940 e foi educado por Geraldine e Edward Lindsay, que não só o adotou como escondeu dele não ser seu filho natural. Mas o garoto teve que conviver com rumores sobre seu nascimento, ainda mais enquanto crescia e ficava, evidentemente, parecido com o conhecido diretor de Cidadão Kane.     Michael conheceu Welles durante sua adolescência, em uma viagem que fez para a Irlanda, onde atuou com ele. Após o encontro, os dois continuaram a se comunicar durante toda a vida. Na década de 60 Michael começou sua carreira como diretor. Os rumores reiniciaram depois da autobiografia de Chris Welles, a filha de Orson, e amiga de infância de Michael, que afirmava que ele era seu irmão.Mesmo tendo passado boa parte de sua vida negando os "boatos" sobre a paternidade, em 2010 ele resolveu tirar a dúvida e Orson Welles foi exumado para o exame de DNA que comprovou que ele era realmente seu pai.O romance entre Geraldine Fitzgerald e Orson Welles ocorreu quando ele ainda era casado com Virginia Nicholson, mãe de Chris.
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  Eu estava procurando algum livro biográfico (em português) sobre Al Pacino dia desses... Incrível como um ator como este, incontestavelmente um dos melhores, e com uma carreira estável desde a década de 70 ainda não tenha uma boa biografia traduzida para o português.Fico imaginando quantos anos ainda teremos que esperar por uma simples tradução, por exemplo, da biografia de Lawrence Grobel. Al Pacino já andou revelando coisas sobre sua vida, como o fato de ter sido garoto de programa, enquanto estudava cinema, mas oh como adoraria uma biografia não autorizada... e sua discrição...     Na Biografia escrita por Laurence Grobel, que é essa daqui:   ...Al Pacino revela que durante as filmagens do filme Dick Tracy, estrelado por Madonna, ele mesmo e Warren Beaty, a Madonna ensaiava e acabou se empolgando durante uns ensaios de dança. Até que roupas voaram e ela acabou ficando nua na frente do belo e velho Corleone.O interessante é a forma como Pacino fechou a narração: "É uma informação secreta. Ela estava fazendo uma dança e estava nua, vestia apenas um robe. No final da música, ela ficou inspirada e o abriu". "Um dia, quando eu ficar bem velho, enrugado e ainda estiver sorrindo, será porque lembrei dessa situação"... Ok, informação secreta para ser dar... em um livro.     Bom, Al disse que é uma informação secreta. Portanto, não espalhem.. Top secret.     Perguntado se isso continuou e se tornou uma aventura, ele foi cavalheiro e não abriu a boca. Bom, estudando históricos de ambos eu diria que SE aconteceu algo depois disso foi uma maravilha. Aguardando sua biografia não autorizada, Don Corleone…   Por Carla Marinho
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  1. John Barrymore foi o astro que mais beijou em um filme: 127 vezes em Don Juan (1926). 2. Vivien Leigh recebeu apenas 15 mil dólares para fazer seu papel como a inesquecível Scarlett O'Hara de ... E o Vento Levou (1939). 3. Ronald Reagan era a primeira opção para o papel de Richard em "Everybody Goes to Rick's". Ele tinha sido escolhido pela Warner, mas na última hora o estúdio resolveu arriscar em Humphrey Bogart e mudar o título do filme para "Casablanca". 4. Os astros geralmente gravam seus pés e mãos na calçada da fama do Teatro Chinês, mas alguns resolveram fazer diferente: Betty Grable colocou as pernas, Jimmy Durante o naiz e Carmen Miranda os seus sapatinhos. 5. Lauren Bacall foi dublada cantando no filme "To Have and Have Not" por Andy Williams, um garoto de 13 anos. tT-fzoNaEsw 6. Irving Thalberg foi o mais jovem presidente de um grande estúdio. Aos 24 anos ele era o todo poderoso da MGM, em 1923. Casado com a atriz Norma Shearer, serviu de inspiração para o livro (e posteriormente filme) "O Último Magnata", de F. Scott Fitzgerald, dirigido nas telas por Elia Kazan. Morreu jovem também, de ataque cardíaco. Empresta até hoje seu nome a um dos prêmios da Academia, o PrÊmio Irving Thalberg, concedido a produtores e diretores. 7. Durante a Segunda Guerra, Bette Davis e John Garfield arrecadaram dinheiro fazendo campanha com seus colegas de profissão quandoalugaram um enorme barracão e fundarão uma cantina onde as estrelas e astros serviam como garçonetes e garçons aos soldados. 8. O primeiro show musical a ser transmitido pela televisão foi de Bob Hope e Dorothy Lamour, em 1947. 9. Gloria Swanson era adepta à dieta orgânica. Nunca saía de sua dieta, que consistia em castanhas, iogurte e verduras. Quando era convidada a jantar fora, não se acanhava: levava sua marmita pronta e pedia para o garçon servir à sua mesa. Talvez isso explique a sua boa forma no filme "Sunset. Boulevard", quando já contava 51 anos e quase nenhuma ruga. Aos 77 anos ela casava-se com um homem de 60.  
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Por Henrique Toreti   Pacto de Sangue: a ideia que precede a tragédia Na década de 40, em seu auge, o cinema apresentou ao público um novo gênero cinematográfico: o noir. Atribui-se à “O falcão maltês” (1941), de John Huston, o título de primeiro filme noir da história. Com o durão Humphrey Bogart, o longa engatilharia uma sequência de outros bons filmes do mesmo estilo naquela década. O cinema noir não tem uma descrição muito precisa. Mas há, quase invariavelmente, elementos em comum em obras do gênero. Em geral, o protagonista é um homem envolvido em situações nebulosas – muitas vezes em conflitos com a máfia local – e seduzido por uma mulher de fibra, a femme fatale. O filme noir costuma ser ambientado na penumbra, entre tiros de revólver e lágrimas de angústia. Além disso, os autores deste tipo de longa-metragem costumam abordar o descaso humano para com os semelhantes. Um dos maiores expoentes do cinema noir é, sem dúvidas, o envolvente “Pacto de Sangue” (1944). Nele, nos deparamos com um corretor de seguros (Fred MacMurray), que, ao fazer uma visita a um cliente, recebe uma proposta bastante inusitada. A esposa de seu freguês (a ótima Barbara Stanwyck) propõe que ambos planejem uma morte acidental ao marido dela, já que a indenização da seguradora dobra neste tipo de caso. Ao final, eles dividiriam o dinheiro.   Porém, no decorrer da trama, o crime que parecia ser perfeito é investigado incansavelmente por um dos agentes da seguradora (Edward G. Robinson, ícone do noir). O versátil diretor Billy Wilder conduziu de forma irretocável este clássico suspense. A narração em flashback também é marca registrada dos filmes noir. Aqui ela acontece com o personagem de MacMurray sendo o porta-voz do passo-a-passo do crime, já realizado. O clima angustiante da fita é ao mesmo tempo o seu grande trunfo. O espectador, assim como os personagens principais, sabe a todo momento que as coisas não irão acabar bem. Essa é a verdadeira essência do noir: histórias quase sempre sem um final feliz.
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1. Brigitte Bardot   2. Audrey Hepburn   3.Jane Birkin   4. Monica Vitti   5. Jeanne Moreau   6. Romy Schneider   7. Sophia Loren   8.Mia Farrow   9.Nico   10.Sharon Tate   11. Jane Fonda   12. Catherine Deneuve   13. Jean Seberg   14. Jane Asher   15.Natalie Wood   16.Françoise Dorléac   17.Ursula Andress   18.Senta Berger   19.Tippi Hedren   20. Julie Christie   21.Nancy Sinatra   22.Eartha Kitt   23. Cher   24. Leila Diniz   25. Julie Andrews   26. Stella Stevens   27. Carrol Baker   28. Anna Karina   29. Tina Louise   30.Daliah Lavi
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Por Celso Moraes
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1. O Indomado (1963) Hud Bannon (Paul Newman) vive na fazenda com seu pai Homer (Melvyn Douglas) e seu sobrinho Lon (Brandon De Wilde), que tem nele um ídolo. Hud gasta seu tempo saindo com mulheres casadas, bebendo e dirigindo inconsequentemente, brigando com seu pai e rompendo com valores da sociedade.   2.Ladrões de Bicicletas (1948) Após a Segunda Guerra Mundial, com a Itália está destruída e o povo desesperado, Ricci (Lamberto Maggiorani), casado e com dois filhos, consegue finalmente encontrar um sub-emprego colando cartazes nas ruas. Só que para permanecer no emprego, ele terá que ter uma bicicleta e conseugue, com muito sacrifício, penhorando bens, consegue, com sua esposa Maria (Lianella Carell). Mas em seu primeiro dia de trabalho, sua bicicleta é roubada. Desesperados, Ricci e seu filho Bruno (Enzo Staiola), buscam recupera-la, para que possam ter uma vida melhor.   3. Gata em Teto de Zinco Quente (1958)   4. Juventude Transviada (1955) Jim Stark (James Dean) é um jovem que tem dificuldades de relacionamento com colegas, fazendo com que sua família mude-se constantemente de cidade. Sua mãe autoritária e o pai submisso faz com que ele se sinta desamparado. Numa noite, após se embriagar, é levado para uma Instituição para jovens delinquentes onde conhece Plato (Sal Mineo), um jovem rico abandonado aos cuidados de uma babá e Judy (Natalie Wood), incompreendida pelos pais.   5.Vidas Amargas (1955)   Cal (James Dean) sai de sua cidade, Salinas, e descobre que sua mãe não morrera em seu parto, como lhe dissera seu pai, Adam (Raymond Massey), um homem correto e que criara os filhos conforme os preceitos bíblicos. Cal passa a acreditar que sua maldade foi passada por sua mãe, Kate (Jo Van Fleet), que vive em Monterrey e é cafetina em um bar.   6. Campeão (1979) ex-campeão de boxe Billy Flynn é agora um treinador de cavalos em Hialeah. Ele luta contra a falta de dinheiro para criar seu pequeno filho T.J. As coisas se complicam quando a mãe de T.J., agora uma rica dama, se aproxima do garoto que não sabe quem ela é. E que deseja se revelar a ele e pedir a custódia. Billy não vê outra maneira de ganhar dinheiro e ficar com o filho, do que voltar ao ringue.   7. Falcão (1987) incoln Falcão (Sylvester Stallone) é um caminhoneiro solitário em que ganha sua vida fazendo entregas pelo Estados Unidos da América em seu caminhão velho. Falcão como sempre é chamado, abandonou sua família por intermédio de seu sogro o Sr. Cuttler, pois sempre dizia que ele não prestava.Ao receber notícias de que sua ex-esposa está com uma doença maléfica e a pedido da mesma, Falcão tem o difícil dever de conquistar a confiança e o amor de seu filho, que ele abandonou ainda pequeno.   8.Kramer X Kramer (1979) Ted Kramer (Dustin Hoffman) é ocupado demais no trabalho para dar atenção à esposa Joanna (Meryl Streep) e filho (Justin Henry). Contrariada, Joanna decide abandonar a ele e ao filho. Ted terá que educar e dar amor ao filho, sozinho. Após alguns meses Joanna retorna e vai lutar na justiça para ficar com o filho.   9. Lembranças (2010) Muitos anos após perder seu irmão gemeo depois de um suicídio, Tyler ainda sente dificuldades em se adaptar e tem um relacionamento difícil com todos, sobretudo com seu pai. A única pessoa com quem ele parece se entender é sua irmã pequena, a quem tenta aproximar a todo custo do pai ausente.     10.À Procura da Felicidade (2006) Chris Gardner (Will Smith) é um pai de família que enfrenta sérios problemas financeiros. Apesar de todas as tentativas em manter a família unida, Linda (Thandie Newton), sua esposa, decide partir. Chris agora é pai solteiro e precisa cuidar de Christopher (Jaden Smith), seu filho de apenas 5 anos. Ele tenta usar sua habilidade como vendedor para conseguir um emprego melhor, que lhe dê um salário mais digno.   Outros títulos: A Vida É Bela (La Vita È Bella, 1998) Billy Elliot (Billy Elliot, 2000) Dois Filhos de Francisco (2005) Forrest Gump (Forrest Gump, 1994) Gonzaga – De Pai pra Filho (2012) Pinóquio (Pinocchio, 1940)
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    Ficha Título original: Harlow Ano/País/Gênero/Duração: 1965 / EUA / Drama Biografia / 125min Direção e produção: Gordon Douglas Roteiro: John Michael Hayes Fotografia: Joseph Ruttenberg Música: Neal Hefti Elenco: Carroll Baker ... Jean Harlow Red Buttons ... Arthur Landau Raf Vallone ... Marino Bello Angela Lansbury ... Mama Jean Bello Peter Lawford ... Paul Bern   Sinopse   Biografia da atriz Jean Harlow, morta aos 26 anos de idade.     Assista Online (dublada em espanhol)              
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Pola Negri (Barbara Appolia Chlupec) nasceu na Polônia, em 31 de dezembro de 1894. Começou a fazer balé, mas uma forte tuberculosa forçou-a a parar. Trabalhou nos teatros, até que em 1914 estrou nas telas, em Slave of the Senses (Niewolnica zmysłów). Já tinha adotado o nome Pola Negri, inspirada na poeta Ada Negri. Após sucessos como “Carmen” (1918) e “Madame Dubary” (1919), The Wife (Żona), The Beast (Besta), Students (Studenci), Street Ruffian's Lover (Kochanka apasza) e Mysteries of Warsaw Pola foi convidada por Ernest Lubitsch (diretor) para ir a Hollywood, em 1921.   Lá foi contratada pela Paramount, e dirigida por George Fitzmaurice, tornando-se uma das maiores “vamps” e atriz dramática do cinema mudo. Em 1922 mudou-se definitivamente para os Estados Unidos. Um capítulo interessante foi sua vida pessoal. Pola Negri era conhecida como a rainha dos filmes dramáticos. Imaginem o que foi o relacionamento dela com o Rei da Comédia.   Os dois se conheceram em um engarrafamento de limusines, quando o veículo de Pola bateu no de Chaplin. Foi quando ele desceu do carro e se apaixonou por uma mulher "cheia de jóias e muito nua", conforme descrição do próprio. O romance iniciou logo depois disso.O que a fascinou nele foi a sua capacidade de ouvi-la, bem mais do que o amor. Ele a escutava pacientemente, não a julgando pelo seu passado ou lhe criticando. Ela também aceitava as mudanças de humor dele, quando do nada, se trancava em seu mundo, deixando de falar com quem quer que fosse.Contudo, o que ficou mais marcado nesse relacionamento foram os temperamentos de ambos, bastante conhecidos. Os escandalos, de ambas as partes, e por ciúmes, política, o que quer que fosse, eram constantes. Com o tempo, ele tentou administrar a carreira dela, o que foi a gota d'água para Pola.O romance, descrito por muitos como exótico, depois de muitas idas e vindas, acabou, com direito a declaração a jornais. Em uma entrevista, quando perguntaram a ele se estava nos seus planos o casamento com Pola, ele respondeu dizendo que era pobre demais para isso.   Quanto a Pola, dizem que o maior amor de sua vida foi mesmo outro ator, Rodolfo Valentino. Após a morte deste, ela anunciou que os dois pretendiam casar-se.Após o advento do cinema falado, Pola foi obrigada a abandonar as telas, pois quase ninguem entendia seu sotaque. Depois de dois filmes falados, teve seu contrato suspenso.   Na década de 50 foi cogitada para fazer o papel de Norma Desmond em Sunset Boulevard (Mary Pickford e Mae West também), porém Billy Wilder deu o papel a Gloria Swanson. Em 1951 foi naturalizada cidadã americana, aparecendo esporadicamente em alguns filmes. Pola morreu em 1987, aos 92 anos, de pneumonia.
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Marilyn sempre será considerada um dos maiores ícones de beleza e sensualidade. A prova disso é que mesmo 50 anos após sua morte ela torna-se a musa dos produtos de beleza para cabelos. A campanha utiliza fotos da diva e frases dela. Veja algumas peças da campanha:      
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Marilyn Monroe Uma seleção de fotografias históricas de atrizes de Hollywood visitando soldados que lutavam na guerra. Marsha Hunt Marilyn Monroe "Eu nunca havia dançado com uma celebridade, então queria que ela se sentisse especial...mas logo que eu pensei nisso, parecia exatamente como as garotas que havia visto na terra natal". Assim falava um soldado no evento organizado pelas Forças Armadas, quando conheceu a atriz americanaDonna Reed. Veronica Lake Raquel Welch Marlene Dietrich As imagens mostram atrizes renomadas visitando soldados americanos durante a Segunda Guerra, e também as históricas fotografias de Marilyn Monroe visitando as tropas que lutavam na Guerra da Coréia, em 1954.     Marilyn Monroe Em 1941, foi formada uma associação independente de voluntariado religioso, de caridade e outros para promover as forças armadas nos Estados Unidos. Essa associação organizava eventos de lazer para os militares, sendo que muitas atividades envolviam a visita de artistas famosos da época. Rita Hayworth Ann-Margret Marlene Dietrich Veronica Lake Rita Hayworth, Marlene Dietrich, Bette Davis, Judy Garland, Lauren Bacall e muitas outras atrizes da era dourada de Hollywood viajavam milhares de quilômetros para assinar fotografias, cantar, dançar e fazer com que os soldados se sentissem, mesmo que por pouco tempo, em casa. Marilyn Monroe The Andrews Sisters Veronica Lake Marilyn Monroe Marlene Dietrich Martha Raye Marilyn Monroe Bette Davis Ann-Margret Barbara Hale, Lynne Bagget, Gloria DeHaven, Lynn Bari, Jinx Falkenburg, Dolores Moran, Chili Williams e Ginger Rogers Marilyn Monroe Bette Davis Ann-Margret Betty Hutton Bunny Waters Carole Landis, Kay Francis e Mitzi Mayfair Deanna Durbin Jayne Mansfield Marlene Dietrich Lana Turner Marilyn Monroe Marlene Dietrich Fonte:http://www.ideafixa.com/atrizes-na-guerra/
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Romy Schneider nasceu Rosemarie Magdalena Albach-Retty, em setembro de 1938 em Viena. Filha de atores, sempre chamou muita atenção por sua beleza, e sua estreia no cinema foi aos 14 anos no filme "Quando voltam a florescer os lilases" (When the White Lilacs Bloom Again), onde trabalhou com sua mãe. Aos 17 anos ganhou o papel que iria marcar sua carreira: Sissi, a imperatriz da Áustria. Seu sucesso não ficou só em seu país, ganhando o mundo logo, e acabou tendo duas continuações: "Sissi, a Imperatriz" e "Sissi e seu destino". Mas a atriz estava cansada de viver papel de adolescentes, e em 1958 estrelou "Senhoritas de uniforme", de temática GLS. Em "Christine", teve enorme dificuldade no início, pois não sabia falar inglês ou francês. Em 1962 estrela "O processo" (The trial), de Orson Welles. "Boccaccio 70", de Luciano Visconti trouxe uma mudança significativa em sua carreira. O sucesso seguiu durante a década de 70. Romy trabalhou com os melhores diretores, como Claude Chabrol, Claude Sautet, Joseph Losey, Costa-Gavras. Andrzej Zulawski e Bertrand Tavernier, e teve como pares, além de Alain Delon, Yves Montad, Jack Lemmon, Michel Piccoli, Peter O'toole, Antony Quinn, Jean Claude Brialy, Jean-Louis Trintignant, dentre outros. Seu último filme foi "O bar da última esperança", de 1981.     Ganhou o César (Prêmio do cinema francês) como melhor atriz em 1975 (O importante é amar) e em 1978 (Une histoire simple).Com relação à vida pessoal, Romy casou-se com o coreógrafo Harry Meyen (1966 - 1975), pai de David, e com Daniel Biasini (1975 - 1981), seu secretário, com quem teve uma filha, Sarah. Teve um romance com Alain Delon, que conheceu durante as filmagens de "Christine", remake do filme de 1933.     Enquanto a vida profissional só florescia, sua vida pessoal não foi fácil. Por trás do rosto perfeito e de formas suaves, escondiam-se problemas pessoais que lhe levariam a depressões profundas ao longo da vida. O sentimento de rejeição sempre a acompanhou desde a infância, quando seus pais se divorciaram, e sua mãe, atriz, parecia dar mais ênfase à sua carreira, relegando a menina a segundo plano. Seu pai também não lhe dava muita atenção. Sua vida amorosa pareceu ter sido um caos, sofrendo por Alan Delon uma das maiores decepções: narcisista ao extremo, depois de anos, acabou o relacionamento com um bilhete que dizia "Vou para o México com Nathalie". As drogas e alcool acabaram sendo o refúgio para a atriz.     Aos 43 anos, no auge de sua carreira e vivendo em Paris, sofreu uma parada cardíaca, depois de um longo processo de depressão ocasionada pelo suicídio do seu primeiro marido e do seu filho David, com apenas 14 anos, num terrível acidente em que foi perpassado pelas pontas da grade de um portão. Nos jornais uma ressalva: ela morrera de coração partido.   Por Carla Marinho
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  10 pontos sobre sua carreira: 1. Venceu 2 Oscars, por "Dangerous" e "Jezebel" (tendo concorrido 10 vezes).Ganhou 1 Palma de Ouro em Cannes, pelo seu papel em "All about Eve" (A malvada). 2. Foi a primeira mulher a presidir a Academia de Ciências e Artes Cinematográficas. E além disso foi uma atriz engajada na defesa de sua classe artística: enfrentou grandes estúdios, reinvindicou grandes salários, roteiros inteligentes e contratos mais dignos. Com isso ganhou a fama de briguenta, mas o que ela queria (e conseguiu) foi respeito. 3. Impossível determinar qual foi o seu maior papel, mas de todos, podemos citar Margo Channing (A malvada), Elisabeth (no filme homônimo), Jezebel (filme homônimo). 4. Rivalidade com Joan Crawford: até hoje não se sabe da veracidade sobre a rivalidade entre as duas. Eram duas grandes estrelas, já de meia idade, e fazendo o mesmo filme. Histórias e rumores surgiram, inclusive de cantadas da Joan para a Bete, mas nada disso foi desmentido ou assumido até hoje. O que se sabe é que Bete dizia que a "amiga" não era uma boa atriz, e além disso tinha dormido com todos os astros da MGM, exceto Lassie. 5. Nome verdadeiro: Ruth Elizabeth Davis, nascida em Masssachussets, em 05 de abril de 1908, filha de Ruth Favor e Harlow Morrel Davis. Em sua árvore genealógica constam pastores e bispos protestantes que vieram para a América. Mesmo isso não evitou que seu pai abandonasse a família, forçando a sua mãe a sustentar as filhas trabalhando como fotógrafa. 6. Casou-se 04 vezes: enviuvando uma e divorciando-se as outras três. 7. 03 filhos: Bárbara, Michael e Margot (os dois últimos adotados). 8. Altura: 1:60 9. Uma música foi feita em sua homenagem: "Bette Davis Eyes" de Kin Karnes (1981). 10. Assim com acontecera com sua arqui-rival Joan Crawford, a filha de Davis, Barbara escreveu um livro entitulado "My Mother's Keeper", em que falava do difícil relacionamento com a mãe. Amigos desmentiram-na chamando-a de oportunista.
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Mário Moreno Reis, mais conhecido por Cantiflas foi considerado por Charles Chaplin um dos melhores comediantes do mundo.   Houve até conversações para se fazer um filme juntos, o que acabou não dando certo. Nascido na cidade do México,em 12 de agosto de 1911, acabou se tornando o mais popular da América Latina.Teve infância pobre, o que suspendeu seus estudos. Foi engraxate, pugilista, toureiro, motorista de taxi, palhaço de circo, dentre outras profissões. Até tornar-se artista ambulante, dançando e cantando cantigas populares fazendo paródias. Dois chumaços ralos eram seus bigodes, calças enormes, lenço no pescoço e um falar estranho formavam sua figura.Seu primeiros filmes foram "La mujer del puerto (33) e Não te enganes, coração, em 1936. Depois desse vieram mais de 50 trabalhos. Desses, somente dois foram rodados nos Estados Unidos (A volta ao mundo em 80 dias e Pepe).Principais filmes: Os três mosqueteiros (42). Logo logo criaria sua própria produtora, a Rosa Filmes, que lhe rendeu grandes sucessos dirigidos por Miguel Delgado. Alguns destes foram O circo (42), Romeu e Julieta (43), O porteiro (49), O patrilheiro 777 (77). Cantinflas também foi membro do Sindicato dos Atores, fundando umaCasa de amparo aos artistas. Era também reconhecido por sua humildade e extrema generosidade. Sempre que pôde ajudou quem precisava. O que acabou deixando ele em péssimas condições financeiras. Morreu em 1993.
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  Por Rafael Amaral De echarpe branco, como uma santa, Bette Davis vai ao encontro de sua antagonista, uma oriental que veste preto. Ambas as mulheres amam o mesmo homem e ambas estavam dispostas a matar ou morrer por ele. Davis, como Leslie Crosbie, puxou o gatilho primeiro.A Carta acompanha seus passos após o crime. Não são passos fáceis. Acompanham mentiras, dúvidas, amores e dinheiro. Tudo isso dá vez a um filme noir realizado ainda antes de o subgênero popularizar-se. Á época, Davis era uma dama fatal perfeita, também apaixonada, capaz de confessar, ao fim, seu amor ao marido rico: o amor pelo homem que matou na abertura. Todos aqui estão machucados: de colonizados a colonizadores, entre o branco e o preto, entre a luz da lua e as sombras das nuvens. O filme de William Wyler utiliza esse crime e a relação entre pessoas para fazer uma poderosa crítica à colonização. Ao centro está a mulher, igualmente a carta que escreveu, a prova de seus sentimentos pelo homem que matou, a tiros, no começo da história. A carta é um documento, uma prova, com a letra da assassina. Talvez possa ser comprada, mas é incerto se um crime pode ser simplesmente apagado com a consumação de outro. Wyler constrói dois mundos, dois julgamentos. Para cada mundo há uma mulher. A vítima ousou estar entre eles, e morreu. Antes de sua morte, a câmera parte de uma seringueira, da qual é possível ver seu líquido branco pingando em recipientes. A câmera movimenta-se e segue em direção à casa da protagonista. Passa pelo alojamento dos funcionários, pela vida simples do lado de fora. O líquido branco da árvore é uma representação do sangue, de cor branca para revelar o poder de algumas pessoas. Não por acaso, quase sempre elas vestem branco. Na noite do crime, Leslie é dividida por uma roupa parte preta, parte branca. Uma mulher em dois mundos, em busca de luz, de absolvição. Ao marido, seu advogado e outro jovem, pouco depois, ela contará uma história repleta de emoção. Para Wyler, a boa encenação constrói sua própria verdade – e ninguém melhor do que Davis para dar a essa construção os toques que merece, o sabor de uma vitória. Depois surge a história da carta. Os orientais, não livres da vilania, fazem com que essa carta seja um peso fundamental no julgamento de Leslie. Resta, então, comprar a prova do crime: os escritos que indicam o amor da protagonista pelo homem que matou. Se não há, ali, uma prova de amor, certamente depois ela surgirá. Com exceção, talvez, do marido, interpretado por Herbert Marshall, ninguém está limpo demais nesse universo criado por Wyler, em sua visão ácida do ocidente colonizado reproduzida nos estúdios de Hollywood. Para toda a sujeira restam os ternos brancos. O efeito mais devastador, é certo, pode ser conferido na personagem do advogado, vivida pelo cínico James Stephenson. Inicialmente ele resiste à ideia de pagar caro pela carta. Mais tarde, ele cede. A segunda grande interpretação pertence a ele, no tribunal, quando, com sua peruca branca, fala ao público da inocência de sua cliente. Seus olhos de suposta “verdade” dão um ar de empolgação: ele convence em seu papel. Antes de comprar a carta, Leslie, de véu branco, terá de se ajoelhar à outra mulher. A imagem não poderia ter representação maior: o inglês rebaixa-se ao oriental em um universo no qual tudo pode ser tomado à força do dinheiro. A dama poderosa volta para casa, não sem estar à frente das máquinas fotográficas na saída do tribunal. Dali parte à festa, aos braços dos outros, ao retorno da alegria que não chegará pela imagem de um bando de pessoas em sua grande casa de muros altos – para celebrar, mais uma vez, o branco da vida. Ou a mentira. A Carta estabelece, aos poucos, essa proximidade entre a mulher e seu destino fatal, entre um crime aos poucos revelado e seus sentimentos, entre os espaços internos e externos da casa. A frieza de Leslie é representada pelo tecido que constrói, mesmo sob o risco de ser condenada pelo crime que cometeu. Por isso, Wyler retorna àquele tecido no fechamento, à peça inacabada. Rafael Amaral é jornalista e escreve no blog palavrasdecinema.wordpress.com  
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  Tony Lip (4 de janeiro), 82 anos, ator, americano   David R. Ellis ( 7 de Janeiro), 60 anos, diretor, americano   Mariangela Melato (11 de janeiro), 71 anos, atriz, italiana   Nagisa Oshima (15 de janeiro), 80 anos, diretor, japonês   Walmor Chagas (18 de janeiro), 83 anos, ator, brasileiro   Zózimo Bulbul ( 24 de janeiro), 76 anos, diretor e ator, brasileiro   Damiano Damiani (7 de março), 91 anos, diretor, italiano   Richard Griffiths ( 28 de março), 65 anos, ator, britânico   Bigas Luna (6 de abril), 67 anos, diretor, espanhol   Deanna Durbin (20 de abril), 92 anos, atriz, americana   Anna Proclemer (25 de abril), 89 anos, atriz, italiana   Alfredo Landa ( 9 de maio), 80 anos, ator, espanhol   Liu Chia-Liang (25 de junho), 77 anos, diretor e ator chinês   Jim Kelly (29 de junho), 67 anos, ator, americano   Dennis Farina ( 22 de julho), 69 anos, ator, americano   Bernadette Lafont ( 25 de julho), 75 anos, atriz, francesa   Eileen Brennan (28 de julho), 81 anos, atriz, americana   Esther Williams ( 8 de agosto), 92 anos, atriz, americana   Karen Black (8 de agosto), 74 anos, atriz, americana   August Schellenberg (15 de agosto), 77 anos, ator, canadense   Ted Post (20 de agosto), 95 anos, diretor, americano   Otto Sander (12 de setembro), 72 anos, ator, alemão   Julie Harris (24 de agosto), 88 anos, atriz, americana   Giuliano Gemma ( 1 de outubro), 75 anos, ator, italiano   Patrice Chéreau (7 de outubro), 69 anos, diretor, roteirista, ator, francês   Norma Bengell ( 9 de outubro), 78 anos, atriz, diretora, brasileira   Kumar Pallana (10 de outubro), 95 anos, ator, indiano   Ed Lauter (16 de outubro), 74 anos, ator, americano   Nigel Davenport (25 de Outubro), 85 anos, ator, inglês   Graham Stark (29 de outubro), 91 anos, ator, inglês   Jorge Dória ( 6 de novembro), 93 anos, ator, brasileiro   Tony Musante (26 de novembro), 77 anos, ator, americano   Eleanor Parker ( 9 de dezembro ), 91 anos, atriz, americana   Peter O'Toole (14 de dezembro), 81 anos, ator, americano   Joan Fontaine (15 de dezembro), 96 anos, atriz, americana
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  Ficha Título Original: A Hole in the Head Ano/País/Gênero/Duração: 1959 / EUA / Comedia / 120 min Direção: Frank Capra Produção: Frank Capra Roteiro: Arnold Schulman Musica: Nelson Riddle Fotografia: William H. Daniels Elenco: Frank Sinatra ... Tony Manetta Edward G. Robinson ... Mario Manetta Eleanor Parker ... Eloise Rogers Carolyn Jones ... Shirl Thelma Ritter ... Sophie Manetta   Sinopse Tony Manetta (Sinatra) é dono de um hotel decadente em Miami. Muito por culpa dele, um irresponsável que só pensa em mulheres. Na verdade, a única pessoa da vida dele capaz de colocá-lo nos trilhos é Ally, seu filho de apenas 12 anos de idade. Tony, endividado, pede ajuda ao irmão Mario, que coloca algumas condições: desistir do filho Ally ou se casar com uma mulher decente que ele indique. Só assim ele poderá ajeitar a vida e prosperar. É quando surge Eloise Rogers (Eleanor Parker).     Assista Online   Imagens
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Fernando Monteiro Muito se falou da vitoriosa carreira de Paul Newman – quando o astro hollywoodiano faleceu, no dia 26 de setembro do ano passado, aos 82 anos. Um ano após, é claro que o ator é lembrado – como o carismático protagonista de Gato em teto de zinco quente (1956), com a perna engessada e o talento solto (pelo Actors Studio do legendário Lee Strasberg) e até de filmes menores como A cor do dinheiro (1987), mas ninguém, aqui e lá fora, mostrou-se capaz de vê-lo como uma excelente presença em faroestes clássicos como Um de nós morrerá e Hombre, entre outros. Em termos de westerns, só houve a lembrança, ao longo dos últimos doze meses, de um mediano filme de 1969 – Butch Cassidy and Sundance Kid – no qual Newman dividiu a tela com outro ator do seu mesmo tipo físico: Robert Redford. É um faroeste meio cômico, no qual os dois “galãs”, ainda jovens e acrobáticos, viveram os papéis dos dois bandidos americanos que vieram morrer na Bolívia, quando já não havia muito espaço, no Oeste, para os fora-da-lei tangidos para longe da pradaria cheia de poços de petróleo onde antes havia índios, gado e o “vasto céu” de A. B. Guthrie. Butch Cassidy foi dirigido pelo artesão George Roy Hill, com aquela mão leve que ele tem, e que nunca ousou tocar no fundo das coisas. E Newman/Redford foram convidados a personificar a dupla de desesperados sem desespero verdadeiro algum, com um sorriso nos lábios e uma bicicleta disponível para rodar em torno de uma casa de fazenda, na famosa cena pastoral de Newman levando Katherine Ross de carona, ao som de embalo (gostoso) de Burt Bacharach. Perdeu-se uma grande oportunidade, na verdade, de abordar duas vidas na fronteira de duas épocas, com a dramaticidade que poderia ter resultado do confronto daqueles dois homens livres – num sentido até certo ponto “selvagem” – com o ambiente e a cultura que se transformavam em algo mais hostil do que nunca para o tipo deles. Em vez disso, Hill e os produtores seguiram pelo caminho daquela bicicletinha que Newman pedala, com mais o peso extra de Ross, com graça e leveza à altura do róseo filme a respeito de bandoleiros da pesada. Robert Redford, 73 anos, por ocasião da morte de Newman, disse (como Sundance Kid diria): “Perdi um verdadeiro amigo. Minha vida e este país são melhores porque ele esteve em ambos”. Só faltou uma orquestra de violinos executando o hino americano, com os músicos fardados de fuzileiros, todos sobre uma mesa de tecido em xadrez azul, vermelho e branco para servir torta de maçã caramelada. Ele será lembrado como um artista, um cavalheiro e um filantropo, cuja extraordinária carreira era inigualável, em cada aspecto, com uma vida exemplar”, foi a frase de alguém mais (não importa quem), em posição de dizer coisas comoventes para os noticiários de televisão noturnamente engravatados. Todos enxugaram uma discreta lágrima – e ninguém foi capaz de recordar direito os doidos homens do Oeste que Newman interpretou, várias vezes, do maluco “juiz” Roy Bean até um Buffalo Bill obviamente descompensado pela carreira no mundo do espetáculo montada em cima de uma carreira, anterior e real, sobre as trilhas de sangue da Sétima Cavalaria de George Armstrong Custer punida, exemplarmente, pelo touro que se levantou para levar seis mil índios à grande vitória do chefe Sitting Bull comandando as tribos da região de Little Big Horn. Depois, os índios caíram no seu crepúsculo – mas isso já é outra história. Aqui, trata-se de homenagear um ator capaz de dar a exata medida de desajustamento ao melhor dos “Billy Kid” do cinema: aquele que Newman criou para o então cineasta independente Arthur Penn, em The left-handed gun (“Um de nós morrerá”, 1958), justamente porque Paul foi um excelente intérprete de gente sob tensão que se torna outsider ou que cai naquela espécie de loucura que é um grito contra as coisas arrumadinhas em cima das mesas de panos quadriculados das cozinhas de tortas e outras coisas – mais tortas ainda. DO “KID” AO HOMBRE "Um de nós morrerá” é considerado o melhor filme que aborda a vida do pistoleiro-menino que tornou famoso o Arizona de antes da Roswell dos discos voadores, Billy The Kid. Garoto crescido em meio à franca violência da região, William Harrison Bonney foi uma espécie de James Dean, perigosíssimo, do faroeste real, e ficar na frente dele – que era, claro, ao mesmo tempo infantil e, portanto, “inocente” – era muito arriscado para qualquer um. Principalmente para o xerife Pat Garret, amigo de Bonney, que terminaria por matá-lo em circunstâncias que permanecem mais ou menos obscuras até hoje (ao que tudo indica, o “Kid” estava desarmado). Penn e Newman deram ao filme do “Canhoto” (daí o título) um desespero memorável, uma qualidade de situação-limite em preto-e-branco contrastado que é tudo, menos suave e parecido com os elogios que cercaram a morte real do ator. Seu Billy Kid morre como um celerado no meio de um monte de equívocos, jovem rapaz a quem ninguém escutou atentamente – a não ser o velho inglês dono de uma fazenda que ele buscou vingar, assim enveredando pelo crime que chegou a ser algo como uma carreira numa certa América (recordemos Jesse James, Dillinger, Bonnie & Clyde e outros). A atuação do então jovem Paul nesse filme é magistral. Sua máscara é a de um Billy Budd de instintos maus despertados pelas pessoas más, e o espectador é levado a ficar do lado do “bandido”, como sempre – isto é, sempre que diretores e atores conseguem encenar a vida de um marginal com a exata porção de rebeldia inconsciente, e mais tensão e reação fotografadas por uma câmera isenta, mas não fria. "The lef-handed gun" nos deixa com a impressão de que algo ficou por ser dito em todas as anteriores biografias cinematográficas de Billy – e, os que têm fé, talvez olhem para o céu, depois, um pouco menos crentes do que eram antes de assistir o filme desesperado sobre um desperate dos mais desesperados da tela. Porém não foi essa, em minha opinião, a melhor das atuações de Paul Newman em westerns de qualidade. Porque ele compôs um hombre ainda mais verdadeiro e forte no filme do mesmo título, conduzido pelo vigoroso Martin Ritt (1914-1990) que o dirigiu em meia dúzia de obras assinadas por esse diretor digno do panteão dos melhores do cinema americano. O APACHE BRANCO O personagem John Russell, o “hombre” do -- ótimo -- livro – de Elmore Leonard que serviu de base ao roteiro (do próprio autor e de Irving Ravetch) filmado por Ritt, é um apache branco que vive no sem-lugar da cultura dos mestiços, e que está disposto a optar, sempre, pelo sangue índio correndo nas suas veias divididas. Veias fechadas e não abertas para a cultura triunfante, orgulhosa e violenta, que praticamente destruiu a dos indígenas. Ele carrega a desconfiança e a hostilidade contra seus irmãos de sangue branco, sem que ninguém possa censurar-lhe o quase ódio embutido na indiferença – no mínimo – que já revela quando fica sabendo que herdou um hotel numa cidade perdida na poeira. O filme começa quando o “hombre” toma um bom banho, corta o penteado apache e vai tomar posse da sua propriedade apenas para vendê-la, em seguida, e apanhar a última diligência que o levará de volta à tribo que ele ama. A viagem, entretanto, não o perdoará. Será cobrado o tributo pela sua escolha de ser mais índio do que branco – para o horror de alguns dos companheiros de viagem, incluindo-se aí o agente da reserva apache de San Carlos em corrida de fuga para escapar, junto com a mulher e agarrado aos ganhos acumulados a custa da fome naquele lugar de confino dos pele-vermelhas a que o mestiço está ligado pelo sangue e, mais ainda, pela opção “inesperada” que fez, na vida: ficar do lado daqueles derrotados. É aí que Russell triunfa sobre a vida e até sobre a morte – ao deixar a imagem de um “hombre” caído de pé, vencido por desesperados da laia de Billy Kid (ou um pouco piores) porém arrastando-os, com ele, para os degraus da morte, numa mina abandonada e silenciosa em face daqueles mortos que serão apenas uma notícia de pé de página num jornal de Bisbee. Esse é, resumidamente, o plot da novela de Elmore Leonard – autor de westerns, antes de se dedicar ao gênero policial – filmada, em tom maior (e com a fotografia deslumbrante de James Wong Howe), por Martin Ritt e protagonizada, além de Newman, por atores do quilate de Fredric March, Richard Boone, Diane Cilento, Barbara Rush e Martin Balsam. Paul Newman conseguiu, entretanto, dar ao seu lacônico personagem uma força psicológica que quase empalidece as ótimas atuações dos outros. Ele se tornou inesquecível nesse filme seco, duro, marcado por um andamento firme rumo ao trágico desenlace que significa mais do que um duelo final, típico dos westerns. Quando isso acontece, está em jogo mais do que a lei, a vitória dos bons contra os maus e outros maniqueísmos que o gênero acolheu largamente. Quando o mestiço cai, sabe-se que ele morreu por sair da reserva índia interior para deixar penetrar o sentimento branco que o “escolheu” como mártir daquela bondade cuja máscara o semi-apache havia rasgado em quase todos os econômicos diálogos de um filme quase irrespirável de ação (e intenção). "Hombre" é uma pequena obra-prima, e, talvez, a melhor atuação no cinema que Paul Newman abandonou em 27 de maio do ano passado, numa entrevista à rede ABC em que, com franqueza john-russelliana, admitiu as desvantagens de ter mais de 80 anos: “Você começa a perder a memória, e também um tanto da sua confiança, com o que vai embora muito da sua criatividade. Então, adeus; o cinema é uma página virada, para mim”. E foi embora, há um ano, num dia 26 de setembro como este. (*) Escrito por ocasião da morte do ator. Inédito até hoje, por razões alheias à vontade do autor... Fernando Monteiro ERRATA da nota final: (*) Escrito por ocasião da passagem do primeiro ano da morte do ator. Inédito até hoje, por razões alheias à vontade do autor...
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Título Original: The Two Mrs. Carrolls Ano/País/Gênero/Duração: 1947 / EUA / Drama Noir Policial / 99min Direção: Peter Godfrey Produção: Jack L. Warner Roteiro: Thomas Job Fotografia: J. Peverell Marley Música: Franz Waxman Elenco Humphrey Bogart... Geoffrey Carroll Barbara Stanwyck... Sally Morton Carroll Alexis Smith... Cecily Latham Nigel Bruce... Dr. Tuttle Isobel Elsom... Mrs. Latham Patrick O'Moore... Charles Pennington Ann Carter... Beatrice Carroll Anita Sharp-Bolster... Christine Barry Bernard... Horace Blagdon   Sinopse Humphrey Bogart representa o papel de Geoffrey Carroll, um artista de personalidade complexa e demonstrando transtorno mental, conhece Sally (Stanwick), de férias no lugar. Começa um romance entre ambos, mas ele não conta a ela que já era casado. Passando por uma crise psicótica, Geoffrey volta para casa onde ele pinta sua esposa como o anjo da morte e imediatamente a envenena. Casa-se, em seguida, com Sally, mas após algum tempo, ele tem necessidade urgente de pintá-la também como o anjo da morte e a história parece vai se repetir.   ASSISTA ONLINE      
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Ficha Título Original:Agnes of God Ano/País/Gênero/Duração:1985 / EUA / Drama Suspense / 98min Direção:Norman Jewison Produção:Norman Jewison Roteiro:John Pielmeyer Fotografia:Sven Nykvist. Elenco: Jane Fonda .... dra. Martha Livingston Anne Bancroft .... madre Miriam Ruth Meg Tilly .... irmã Agnes Anne Pitoniak .... mãe da Dra. Livingston Winston Rekert .... detetive Langevin Gratien Gélinas .... padre Martineau Guy Hoffman .... juiz Joseph Leveau Gabriel Arcand .... monsenhor Françoise Faucher .... Eve LeClaire Jacques Tourangeau .... Eugene Lyon   Sinopse   A psiquiatra Martha Livingston é enviada a um convento pelo juiz Joseph Leveau para investigar a morte do fruto da suposta concepção virginal da freira noviça Agnes. A psiquiatra tem dificuldade em solucionar o caso, enquanto a madre superiora Miriam Ruth acredita que a gravidez seria um milagre.   Assista Online         Imagens
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Ficha Título Original:Saikaku ichidai onna Ano/País/Gênero/Duração:1952 / Japão / Drama / 148min Direção:Kenji Mizoguchi Produção:Hideo Koi Roteiro: Saikaku Ihara e Kenji Mizoguchi Fotografia:Yoshimi Hirano e Yoshimi Kono Música:Ichirô Saitô Elenco: Kinuyo Tanaka ... Oharu Tsukie Matsuura ... Tomo, Oharu's Mother Ichirô Sugai ... Shinzaemon, Oharu's Father Toshirô Mifune ... Katsunosuke Toshiaki Konoe ... Lord Harutaka Matsudaira Kiyoko Tsuji ... Landlady Hisako Yamane ... Lady Matsudaira   Sinopse Baseado em romance de Saikaku Ihara, o filme conta a história da vida de Oharu, uma mulher que na juventude fazia parte da cortê do imperador e que em virtude de um relacionamento acaba como pedinte e cortesã, já senhora.     Assista Online   Imagens
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  Ficha Título Original:Titanic Ano/País/Gênero/Duração:1953 / EUA / Drama / 98min Direção:Jean Negulesco Produção:Charles Brackett Roteiro:Charles Brackett, Richard L. Breen e Walter Reisch Fotografia:Joseph MacDonald Música:Sol Kaplan Elenco: Clifton Webb...Richard Ward Sturges Barbara Stanwyck...Julia Sturges Robert Wagner...Gifford "Giff" Rogers Audrey Dalton...Annete Sturges Thelma Ritter...Maude Young Brian Aherne...Capitão Edward John Smith Richard Basehart...George S. Headley Allyn Joslyn...Earl Meeker Harper Carter...Norman Sturges James Todd...Sandy Comstock Frances Bergen...Madeleine Astor William Johnstone...John Jacob Astor James O´Hara...Devlin Charles B. Fitzsimons...Chefe Wilde Guy Stanging Jr....George D. Wildener Barry Bernard...Oficial Murdock Helen Van Tuyl...Ida Straus Marta Mitorvich...Jean Uzcadum   Sinopse Júlia Sturges, uma dama norte-americana da alta sociedade inglesa, embarca no Titanic acompanhada pelos filhos, Annette e Norman, e deixa para trás o marido, Richard Ward Sturges, pois, está cansada do estilo sofisticado dele e planeja voltar a viver nos Estados Unidos com os filhos. Richard compra uma passagem de um passageiro basco no último minuto e embarca atrás da família. Enquanto isso, o capitão Smith ignora os riscos de avisos de icebergs e continua com a embarcação em alta velocidade pela perigosa rota. Dentre os passageiros estão ainda a milionária Maude Young (inspirada em Margaret Brown), o estudante universitário Gifford (que se apaixona por Annette) e o ex-padre alcoólico George Headley.     Assista Online   Imagens
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Os filmes tem desde há muito contribuído para propagar o imaginário relativo ao jogo. Muitas vezes buscando inspiração na realidade, outras vezes influenciando-a, os filmes sobre a vida de jogadores, sobre jogos de salas de casino de que existem réplicas virtuais disponíveis em sítios web de jogos de casino online, são uma realidade que a indústria do entretenimento não descura. Quem nunca viu um filme do agente secreto mais famoso do mundo, James Bond, 007 ?... Em quase todos os filmes inspirados pelos romances de Ian Fleming, aparecem sempre cenas passadas em salas de casino. Desde o Mónaco a Las Vegas, o agente secreto, para além de herói da espionagem configura-se como um autêntico especialista ao jogo. Além do conhecido agente secreto, na indústria do cinema, provavelmente o primeiro grande filme ou com mais impacto referente a casinos trata-se do Guys and Dolls, com charmoso e mítico Marlon Brando. Daí para cá, alguns filmes como a trilogia Oceans também baseia o seu sucesso a volta deste mundo glamoroso de casinos. Mas, noutros casos, ainda que muito adaptados para cinema, alguns relatam situacões que se passaram e podem passar nos dias que correm como o caso do filme 21 e, ainda mais recente, o filme Jogo de Risco que expoe as fragilidades, esquemas e quantidades de dinheiro que esta indústria movimenta. O mundo dos casinos foi e continuará a ser, inúmeras vezes retratado no cinema. Eestes sao apenas alguns dos exemplos que a indústria de cinema utilizou para fazer referencia a este tipo de jogos. Com tudo isso mas, nao só, a indústria de jogos online tem crescido e movimentado cada vez mais dinheiro todos os anos. Porque, além do glamour demonstrado de jogar em casinos e dos próprios jogos em si que tem sido cada vez mais falados e explorados, hoje em dia também é possível ter acesso a tudo isto sem sair de casa através dos sites de jogos de casino online como emwww.casinoonline.pt/blackjack. Esta indústria tem revelado um enorme crescimento devido ao anonimato da grande maioria dos jogadores, a possibilidade de grandes prémios monetários e ao conformismo de jogar em casa. Mas claro, o facto de os jogos que sao mais jogados como blackjack, póker ou roleta terem sido cada vez mais falados e estudados e aparecem cada vez mais referenciados em filmes faz com que cheguem com mais facilidade ao público geral. Para nao falar que em filmes e na realidade somos “invadidos” com histórias de sucesso e de pessoas que enriqueceram a custa deste tipo de jogos. E, por tudo isto, os filmes recorreram e vao recorrer sempre a esta indústria para ter sucesso de tempos a tempos e, num ciclo vicioso, os jogos tendem a ter também cada vez mais sucesso por serem sempre mais jogados e divuldados.
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A Megera Domada   A Megera Domada (The Taming of the Shrew) - 1929. De y Sam Taylor. Com Mary Pickford e Douglas Fairbanks   A Megera Domada (The Taming of the Shrew) - 1967. de Franco Zeffirelli, com Elizabeth Taylor e Richard Burton 10 Coisas Que Odeio em Você (10 Things I Hate About You), 1999. Diretor: Gil Junger, Com Heath Ledger e Julia Stiles.   Antônio e Cleópatra   À Sombra das Pirâmides (Antony and Cleopatra), 1972. Diretor: Charlton Heston. com Charlton Heston   Hamlet   Hamlet (1948), de Laurence Olivier   O Homem Mau Dorme Bem (Warui yatsu hodo yoku nemuru), de Akira Kurosawa. Com Toshirō Mifune.   Hamlet (Гамлет, tr. Gamlet), 1964 de Grigori Kozintsev. Com Innokenty Smoktunovsky Hamlet (1964), de Richard Burton.   Hamlet (1969), de Tony Richardson, com Nicol Williamson.   A Herança (1970). de Ozualdo Candeias.   Hamlet (1990), de de Franco Zeffirelli, com Mel Gibson, Glenn Close e Helena Bonham Carter.   Rosencrantz & Guildenstern Estão Mortos (Rosencrantz & Guildenstern Are Dead), 1990. De Tom Stoppard, com Gary Oldman, Tim Roth e Richard Dreyfuss   Hamlet (1996). De Kenneth Branagh, com Branagh, Julie Christie e Kate Winslet   Hamlet (2000), de Michael Almereyda, com Ethan Hawke e Julia Stiles.   Julio Cesar   Julio Cesar (Julius Caesar), 1950. David Bradley, com Charlton Heston.   Julio Cesar (Julius Caesar), 1953. e Joseph L. Mankiewicz, com Marlon Brando   Julio Cesar (Julius Caesar), 1970. de Stuart Burge, com Charlton Heston   Macbeth   Macbeth (1948), de Orson Welles.   Trono Manchado de Sangue (Kumonosu-jō), 1957. De Akira Kurosawa. Com Toshiro Mifune   Macbeth (1971), de Roman Polanski, com Jon Finch   Macbeth (1979), de Trevor Nunn, com Ian McKellen e Judi Dench.   Macbeth (1983) de Jack Gold, com Nicol Williamson Homens De Respeito (Men Of Respect, 1991).de William Reilly, com John Turturro   Macbeth (1998), de Michael Bogdanov, com Sean Pertwee. O Dominio do Mal (Macbeth), 2006 de Geoffrey Wright.   O Mercador de Veneza   O Mercador De Veneza (The Merchant of Venice), 1973. de John Sichel, com Laurence Olivier   O Mercador De Veneza (The Merchant of Venice), 2004. de Michael Radford, com Jeremy Irons e Al Pacino Othelo   Othello (1952). de Orson Welles   Othello (1995). De Oliver Parker, com Laurence Fishburne   Rei Leão   Rei Lear (King Lear), 1983. De Michael Elliott, com Laurence Olivier.   Ran (1985), de Akira Kurosawa.   Terras Perdidas (A Thousand Acres), 1997. De Jocelyn Moorhouse, com Michelle Pfeiffer, Jessica Lange e Colin Firth.   Romeu e Julieta   Romeu e Julieta (Romeo and Juliet), 1936, De George Cukor, com Norma Shearer, Leslie Howard, e John Barrymore.   Romeu e Julieta (Romeo and Juliet), 1954. Renato Castellani, com Laurence Harvey   Romanoff e Julieta (Romanoff and Juliet), 1961. de Peter Ustinov, com Sandra Dee Amor Sublime Amor (West Side Story), 1961. Direção: Robert Wise, Com Natalie Wood.   Um Candango na Belacap (1961), de Roberto Farias, Com Grande Otelo.   Romeu + Julieta (Romeo + Juliet), 2004. de Baz Luhrmann, com Leonardo di Caprio e Claire Danes   O Casamento de Romeu e Julieta (2005), de Bruno Barreto, com Luana Piovani e Marco Ricca.   Sonhos de Uma Noite de Verão   Sonho de uma Noite de Verão (A Midsummer Night's Dream), 1935. de William Dieterle e Max Reinhardt, com James Cagney   Sonho de uma Noite de Verão (A Midsummer Night's Dream), 1999. De Michael Hoffman, com Kevin Kline e Michelle Pfeiffer Diversos   As Badaladas da Meia-Noite (Campanadas a Medianoche), 1965. Direção: Orson Welles (baseado em diversas obras)   Henry V (1989) de Kenneth Branagh com Kenneth Branagh. (Baseado em Henrique V)   Jogo de Intrigas (O), 2001. Tim Blake Nelson, com Julia Stiles, baseado em Mouro de Veneza   Ela é o Cara (She's the Man), 2006 de Andy Fickman, com Amanda Bynes, baseado em Noite de Reis.
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Ficha Título Original:Tri orísky pro Popelku Ano/País/Gênero/Duração:1973 / Tchecoslovaquia / Drama Fantasia Familia / 75min Direção:Václav Vorlícek Roteiro: Bozena Nemcová e Frantisek Pavlícek Fotografia:Josef Illík Música:Karel Svoboda Elenco: Libuše Šafránková (Popelka/Aschenbrödel) Pavel Trávníček (Prince) Carola Braunbock (Mother) Daniela Hlaváčová (Dora) Rolf Hoppe (King) Karin Lesch (Queen) Vladimír Menšík (Vincek) Jan Libíček (Preceptor) Míla Myslíková (Housekeeper) Vítězslav Jandák (Kamil) Jaroslav Drbohlav (Vítek) Helena Růžičková (Princess Droběna)   Sinopse Popelka é uma valente garota que vive com sua madrasta e suas meias-irmãs. Quando um lindo príncipe aparece, sua vida muda completamente. Porém, ela não se apaixona imediatamente por ele. Ao invés de animais mágicos, Popelka possui três nozes mágicas. Uma vez quebradas, elas realizam seus desejos. Filme baseado no conto de fadas de Božena Němcova.     Assista Online   Imagens
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Ficha Título Original:Planet of the Apes Ano/País/Gênero/Duração:1968 / EUA / Ficção científica / 112min Direção:Franklin J. Schaffner Produção:Mort Abrahams Roteiro:Pierre Boulle e Michael Wilson Fotografia:Leon Shamroy Música:Jerry Goldsmith Elenco: Charlton Heston...George Taylor Roddy McDowall...Cornelius Kim Hunter...Zira Maurice Evans...Dr. Zaius James Whitmore...Presidente da assembléia dos macacos James Daly...Dr. Honorious Linda Harrison...Nova Robert Gunner...Landon Lou Wagner...Lucius Woodrow Parfrey...Dr. Maximus   Sinopse Uma nave espacial lançada da Terra viaja à velocidade da luz com quatro tripulantes, voluntários da missão que tenta provar que nessas condições o tempo passaria mais devagar para eles do que para quem ficou no planeta. Ao despertarem de uma hibernação induzida depois de uma viagem de 18 meses de seu tempo, o comandante Taylor comprova que na Terra já teriam se passado dois mil anos e que a teoria estava correta. A nave cai no mar de um planeta desconhecido e os tripulantes tem que abandoná-la às pressas, antes que a mesma afundasse. Agora são apenas três, pois um deles, a astronauta e única mulher do grupo chamada Stewart, morreu devido a um vazamento de ar em sua máquina de hibernação. Quando chegam à terra firme, os astronautas, a princípio, não encontram sinais de vida inteligente, mas continuam procurando pois só dispõem de comida e água para três dias. Depois de uma longa caminhada, eles encontram os primeiros nativos, homens selvagens que não falam e que roubam seus equipamentos e roupas. Logo depois, os astronautas descobrem outra espécie nativa: violentos macacos que falam, se locomovem usando cavalos e atiram com rifles e não demonstram qualquer piedade ao matarem os humanos que encontram. Taylor é ferido na garganta e fica incapaz de falar, enquanto seus dois companheiros não tem melhor sorte: um é morto e o outro desaparece. Taylor é levado para o laboratório da doutora psiquiatra de "animais" Zira que examina o cérebro dos humanos capturados, pois desconfia que os macacos são descendentes dos homens, teoria combatida pelo Doutor Zaius, chefe da religião e da ciência da comunidade símia. Ao se curar do ferimento e conseguir falar, Taylor é perseguido por Zaius que também ataca Zira e seu noivo, o arqueólogo Cornelius. A única forma de se livrarem da perseguição do doutor é provarem que as teorias negadas por ele são verdadeiras e assim Zira, Cornelius e Taylor fogem com a ajuda de outros companheiros e tentam achar provas no sítio arqueológico descoberto antes por Cornelius, que fica na misteriosa "Zona Proibida".     Assista Online   Imagens
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Awaara (1951), de Raj Kapoor. Com Nargis e Raj Kapoor.Foi indicado ao Festival de Cannes de 1953. A revista Time escolheu também o desempenho de Raj Kapoor em Awaara como um dos dez melhores maiores performances de todos os tempos   A Canção da Estrada (Panther Pachali, 1955) de Satyajit Ray. Ganhou dois prêmios no Festival de Cannes de 1956. No início do século 20, Abul é um menino pertencente a uma pobre família brâmane de um vilarejo na Índia. Seu pai, poeta e sacerdote, é forçado a deixar seus entes queridos em busca de trabalho.   Shree 420 (1955), de Raj Kapoor.Vencedor do Filmfare Award de Melhor Fotografia e Edição.   Honrarás Tua mãe - Mother Índia (1957), de Mehboob Khan. Estrelando Nargis. O filme foi o primeiro a concorrer ao Oscar de Filme Estrangeiro.Mãe Índia metaforicamente representa a própria Índia.   Pyaasa (1957), de Guru Dutt. A história de um jovem e talentoso poeta que busca impulsionar sua carreira, mas que não consegue apoio de nenhum editor. Como insiste em viver de seus poemas e não arranja uma forma de auxiliar no sustento da família, ele passa a ter problemas com seus irmãos.   A Sala de Música - Jalsaghar (1958), de Satyajit Ray. O último representante de uma alta casta insiste em manter o padrão de vida de seus antepassados, mesmo vivendo uma situação cada vez mais difícil. Uma das coisas da qual não abre mão é a enorme sala de música de sua mansão. Seu amor à música e seus atos acabam levando sua família à ruína.   O Mundo de Apu - Satyajit Ray (1959), de Satyajit Ray. Apu é um estudante recém-formado e desempregado que sonha em ser escritor. Um amigo de escola o convida para um casamento e ele acaba como o noivo da garota que estaria se casando. Mesmo com repulsa pela idéia, ele aceita e a leva, posteriormente, de volta a Calcutá.   A Grande Cidade - Satyajit Ray (1963), de Satyajit Ray. Na Calcutá de 1960, Bhambal vive com a mulher, Arati, seus pais e dois filhos. Falta dinheiro, então a esposa começa a trabalhar, com sucesso. Quando o marido perde o emprego, é ela quem passa a cuidar da casa.   Deewaar (1975), de Yash Chopra. Traz no elencon Shashi Kapoor e Amitabh Bachchan. O filme ganhou 7 prêmios no Filmfare Award incluindo Melhor Filme, Diretor e Roteiro.   Salaam Bombay! (1988), de Mira Nair. História de um grupo de crianças de rua tentando sobreviver nas ruas de Bombaim, em meio a bicos e problemas com a polícia.
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  Ficha Título Original:Some Came Running Ano/País/Gênero/Duração:1958 / EUA / Drama Romance / 137min Direção:Vincente Minnelli Produção:Sol C. Siegel Roteiro: James Jones e John Patrick Fotografia:William H. Daniels Música:Elmer Bernstein Elenco: Frank Sinatra – Dave Hirsh Dean Martin – Bama Dillert Shirley MacLaine – Ginnie Moorehead Martha Hyer – Gwen French Arthur Kennedy – Frank Hirsh Nancy Gates – Edith Barclay Leora Dana – Agnes Hirsh Berry Lou Keim – Dawn Hirsh Larry Gates – Professor Robert Haven French Steve Pack – Raymond Lanchak Connie Gilchrist – Jane Barclay Ned Wever – Smitty   Sinopse Dave Hirsch, um veterano escritor e militar, retorna a 1948, Parkman, Indiana, sua cidade natal. Lá novamente provará um pouco de suas raízes, e tentará determinar seu futuro.     Curiosidades   A atriz Joanne Woodward chegou a ser cotata para o papel de Ginny Moorehead, mas recusou por não querer trabalhar com Frank Sinatra. O papel acabou ficando com Shirley MacLaine. Originalmente, a personagem Ginny não iria morrer por Dave, se atirando e levando o tiro, mas Frank Sinatra disse: "Deixe a menina levar o tiro, talvez ela ganhe o Oscar". O roteiro foi alterado, e Shirley MacLaine recebeu sua primeira indicação ao prêmio.   Assista Online   Imagens
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