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Scarface fez 25 anos e continua atual com suas cores tão escuras e tons tão trágicos.
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  Ficha Nome: Agnes Eyre Henkel Nascimento: 04/04/1898 (Carbondale, Illinois, USA) Morte: 25/11/1940 (42 anos) Casamentos: Frank P. Schuker (1921 - ?) e Manuel Reachi Filhos:Maria Eugênia (1926)   Biografia Agnes havia planejado fazer carreira na área de Direito, mas em 1915, aos 17 anos, estreou no cinema, na Cia Essanay, de Chicago. Em 1919 trocou a Essanay pela Fox Studios, mudando-se para Nova York e tornando-se popular após o filme “Richard the Brazen”. Foi para a Paramount Pictures no ano seguinte. Em 1921 veio um dos seus maiores sucessos, ao lado de Rodolfo Valentino, em “The Sheik”, sendo admirada por todos e tornando-se uma das atrizes mais invejadas. Outros filmes seus de destaque foram The Affairs of Anatol (1921), Forbidden Fruit (1921), e The Ten Commandments (1923), mas após isso sua carreira começou a declinar. Em 1926 ela voltou a fazer par com Valentino, na continuação Son of the Sheik. Com o início do cinema falado ela estava fadada ao esquecimento, pois sua voz não era boa. Agnes morreu de hemorragia cerebral, aos 42 anos, ganhando uma estrela no Hollywood Walk of Fame, no número 6504 do Hollywood Boulevard.   Filmes Morning Judge (1937) Souls at Sea / Almas no Mar (1937) Midnight Taxi (1937) Maid of Salem (1937) Small Town Girl (1936) The Donovan Affair (1929) Broken Hearted (1929) Bye, Bye, Buddy (1929) Into the Night (1928) The Lady of Victories (1928) Eve's Love Letters (1927) The Son of the Sheik - O Filho do Sheik (1926) Morals for Men (1925) The Awful Truth (1925) Her Market Value (1925) Tomorrow's Love (1925) Worldly Goods (1924) The Story Without a Name (1924) Detained (1924) The Guilty One (1924) Bluff (1924) When a Girl Loves (1924) Don't Call It Love (1923) The Ten Commandments / Os Dez Mandamentos (1923) The Marriage Maker (1923) Racing Hearts (1923) The Heart Raider (1923) A Daughter of Luxury (1922) Clarence (1922) Borderland (1922) The Ordeal (1922) Bought and Paid For (1922) The Lane That Had No Turning (1922) The Sheik - O Sheik (1921) The Affairs of Anatol (1921) Cappy Ricks (1921) Too Much Speed (1921) The Love Special (1921) Forbidden Fruit (1921) The Furnace (1920) Held by the Enemy (1920) Go and Get It (1920) The Inner Voice (1920) A Modern Salome (1920) The Ghost of a Chance (1919) Sacred Silence (1919) The Gamblers (1919) In Honor's Web (1919) The Buried Treasure (1919) The Guardian of the Accolade (1919) A Stitch in Time (1919) Shocks of Doom (1919) The Girl Problem (1919) Transients in Arcadia (1918) A Bird of Bagdad (1918) Springtime à la Carte (1918) Mammon and the Archer (1918) One Thousand Dollars (1918) The Girl and the Graft (1918) The Enchanted Profile (1918) Sisters of the Golden Circle (1918) The Purple Dress (1918) A Ramble in Aphasia (1918) Tobin's Palm (1918) Surprising Husband (1918) The Rubaiyat of a Scotch Highball (1918) Their Godson (1918) Sweets to the Sour (1918) Coals for the Fire (1918) Their Anniversary Feast (1918) A Four Cornered Triangle (1918) Seeking an Oversoul (1918) A Little Ouija Work (1918) His Wife's Hero (1917) His Wife Got All the Credit (1917) He Had to Camouflage (1917) Paging Page Two (1917) A Family Flivver (1917) The Renaissance at Charleroi (1917) The Bottom of the Well (1917) The Furnished Room (1917) The Defeat of the City (1917) The Venturers (1917) Richard the Brazen (1917) The Dazzling Miss Davison (1917) The Mirror (1917) Hedda Gabler (1917) The Debt (1917) Mrs. Balfame (1917) Motherhood (1917) His New Job / Seu Novo Trabalho (1915) The Masked Wrestler (1914)   Imagens   Vídeos  
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Chaplin arrumando confusão em época de nazismo. Fico imaginando a grandessíssima confusão que Chaplin arrumou quando resolveu estrear um filme sobre a guerra numa época em que todos só queriam esquece-la. Já estava com problemas com o Governo americano, que suspeitava ser ele um comunista. Depois de tantos anos na América, Chaplin ainda insistia em não se naturalizar e ainda desposara meninas. Demais para o orgulho ianque. Ano de 1940. Chaplin quer se desvencilhar do personagem que o acompanhou desde que chegara aos Estados Unidos, quase três décadas antes. Resolve fazer dois personagens: um judeu e um ditador. Idênticos apenas na aparência. A idéia surgiu em uma das conversas com amigos, que diziam que o personagem criado por Chaplin, o vagabundo, apesar de trilhar caminhos opostos, parecia-se com Hitler. E os dois tinham mesmo nascido no mesmo ano, com alguns dias de diferença. Em "O grande ditador", o judeu é um ex-combatente da primeira guerra, tentando retornar à sua vida normal como barbeiro, depois de ficar internado em um hospital. Enquanto estava internado, muitos acontecimentos mudaram os rumos do mundo, sem que ele soubesse: o partido de Adenóide Hynkel tomara o poder e, fazendo discursos inflamados, assustava a multidão. Nas ruas, os soldados invadem as casas dos judeus, agredindo-os moralmente e fisicamente, exaltando a raça ariana como superior. O judeuzinho, alheio a tudo, acaba sofrendo conseqüências quando tenta salvar uma jovem pobre, Hannah, que é maltratada por soldados. A cena em que ele toma por engano uma frigideira na cabeça mostra que Chaplin, apesar de contar mais de 50 anos, ainda consegue fazer um bailado perfeito, quando tonto, sai "dançando" entre a calçada e a pista, com passos perfeitos. Os soldados conseguem pega-lo e tentam enforca-lo num poste, mas ele acaba sendo salvo por um de seus amigos, também ex-combatente de guerra, e que agora serve Hynkel. Em outro plano, Hynkel prepara o grande golpe. Depois de uma grande discussão, condena os judeus, que começam a se esconder. Hannah e seus amigos fogem para Austerlich, onde encontram uma paz transitória. Hynkel tenta acordo com Napaloni (sátira a Mussolini)outro ditador, interpretado por Jack Oakie. A competição entre os dois torna-se outro ponto chave para o filme, com um sempre querendo ser melhor que o outro. Conta-se que nos bastidores também havia tensão, pois Chaplin sempre fora acostumado a ser o principal protagonista de suas histórias, e Jack brilhantemente toma-lhe por vezes o protagonismo. A grande mudança ocorre quando o pequeno judeu e Hynkel trocam de lugar. Isso acontece enquanto Hynkel, apesar de toda guerra ocorrendo, resolve caçar patos. Acaba sendo confundido com um judeu e é preso.O barbeiro, por sua vez, é confundido com o ditador, e caminha para fazer o seu discurso. Ao invés de ouvirem o discurso inflamado do antigo ditador, o que houve é uma exaltação à paz. O grande discurso, inflamado, acabou ganhando mais fama que o próprio filme de Chaplin. Era a primeira vez que o ouviam falar diretamente para a tela, por 6 minutos ininterruptos, e o discurso causou frisson: a quem o judeu falava? Seria mesmo o judeu quem falava, ou o próprio Chaplin vestido em um personagem adequado? Bem, com a estréia do filme, uma relação do diretor com os Estados Unidos, que já estavam abaladas, ficaram insuportáveis. O filme acabou sendo proibido em diversos estados americanos. Para piorar a situação, um escritor chamado Konrad Bercovici disse que a história do judeu e o ditador era sua, acusando Chaplin de plágio. O ator acabou pagando $ 95.000 para que a queixa fosse retirada. Segundo Chaplin, em suas memórias, o acordo foi proposto pelo próprio juiz, que solicitou às partes que entrassem em um acordo pois ele tinha outro compromisso. Ao meu ver, isso fortalece a idéia de que em pelo menos alguns aspectos, Konrad realmente tenha razão. Recentemente foram encontradas cópias de um filme caseiro, colorido, feito pelo irmão de Chaplin, Sydney e que mostra vislumbres de cenas, bastidores das gravações, ensaios e testes. Estava guardado em malas velhas, no porão da mansão do ator na Suíça. É possível ver essas cenas no DVD da coleção branca da obra de Chaplin. Apesar de toda a crítica envolvida, o filme teve indicações para Melhor Ator, Melhor Música, Melhor Filme, Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Roteiro Original. Associação dos Críticos de Nova York 1940 - Vencedor de Melhor Ator. Para alguns poucos, Chaplin dizia-se arrependido de ter feito o filme. Dizia que se soubesse o que tinha acontecido de verdade nos campos de concentração, não teria brincado com um tema tão sério.
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 Há vidas que parecem destinadas a serem breves e intensas.     Há vidas que parecem destinadas a serem breves e intensas. Algumas deixam marcas profundas, outras passam à margem, sem nódulos, sem deixar, no entanto, de ter a sua importância. Conhecemos pelo menos um caso desses, de vidas que se esvaem tão rapidamente que deixam sempre um amargor das coisas nunca vividas. E quando esses exemplos encontram-se sob os holofotes, podem causar uma comoção generalizada pelo medo natural que temos da morte e pela fascinação da eterna juventude, enraizada pela ida precoce. Jamais os veremos enrugar-se ou preocupar-se com o esquecimento, pois eles não mais estarão aqui para ver sua descendência, se tiverem tido tempo para tê-la. James Dean, e mais recentemente Heath Ledger, mortos antes dos trinta anos, passaram como cometas, provando e vivendo intensamente, e trazendo-nos esses sentimentos contraditórios do medo e da idealização. Antes deles, um jovem italiano surgiu, revirando conceitos, tendo em suas veias uma tendência à vida tragicômica, uma história que daria um roteiro, um breve roteiro, mais precisamente, de trinta e um anos. Falamos de Rodolfo Alfonzo Raffaelo Pierre Filibert Gugliemi di Valentina d’Antonguolla, mais conhecido como Rodolfo Valentino. Valentino chegou à América em 1913. Trazia em si o sangue latino, e uma vontade de enriquecer, tão comum aos jovens imigrantes. Não tinha perspectivas reais, mas tinha a esperança, inerente a quem faz sua própria história. Havia aprendido a dançar em Paris, e depois de algum tempo exercendo as mais diversas atividades, como office boy, jardineiro, garçom e copeiro, pôde enfim fazer algo de que gostava: dançar. Ganhava pouco como dançarino, e passou a oferecer seus serviços de acompanhante. O que brilha é visto de onde quer que se esteja. E o jovem começou a fazer pequenas participações em películas, na maioria como dançarino, sem qualquer destaque. Algo em torno de 20 filmes, que incluem “Alimony” (1917), “The battle of the sexes” (1914), “My official wife” (1914), “Seventeen” (1919), nenhum destes creditado. Em “A Society sensation” trabalhou ao lado de Carmel Mayers, fazendo finalmente uma personagem com nome, o de filho de magnata. O filme seguinte, “Eyes of youth” faria os produtores abrirem os olhos para um potencial sucesso do rapaz. Mas o início de tudo viria com “The four horsemen of the apocalypse” (Os quatro cavaleiros do apocalipse). A cena de tango, dirigida por Rex Ingram, integrava toda uma gestualidade amorosa, soltura, versatilidade e segurança de expressão, tão comuns ao dançarino Valentino, que ensaiara durante anos dançando, mas novo para o cinema. Até então, o papel de homem no cinema estava restrito a coadjuvante das grandes estrelas, a quem sim, a câmera seguia. Estava claro que algo estava surgindo. Além de atrair para si as luzes, o homem utilizava-se de artifícios até então considerados femininos, como a sensualidade e a delicadeza dos gestos, muito bem ensaiados em seu quarto, em frente ao espelho. Rodolfo tinha algo de andrógeno numa época em que nem se sabia da androgenia. Sucesso imediato. As histórias e lendas sobre sua vida começaram a pipocar e espalhar o mito: escândalos com mulheres casadas, casos com colegas de elenco, casamentos com lésbicas (Jean Acker e Natasha Rambova), prisão por bigamia e depoimentos contraditórios (o maior amante do mundo afirmara, para escapar da prisão, que não consumara o casamento com sua segunda esposa, apesar de morarem juntos). Valentino ultrapassava o limite da imagem, e tornava-se ele próprio a personagem, a máscara. Tornou-se assim, o primeiro dos grandes ídolos de massa, algo pop, nos dias de hoje. Em “The Sheik” havia a cristalização do produto, com o ator no papel título, um Sheik que apaixonava-se por uma mulher, interpretada por Agnes Ayres, acabando por rouba-la. Não havia mais volta. Estava criado o mito. Nessa altura, ele já rendia muito para os Estúdios, e milhares de mulheres sonhavam com o latin man. “Blood and sand” (sangue e areia), de 1922 contava a história do toureiro Juan Galiardo, famosa novela de Vicente Blasco Ibánez, homem simples, dividido entre o amor verdadeiro e os prazeres trazidos pelo dinheiro. Ao seu lado, as atrizes Lila Lee e Nita Naldi. Esta última, sua grande parceira em mais três filmes: “A sainted devil”, “The hooded Falcon” e “Cobra”. Foram nove sucessos em dois anos. Ele precisava de descanso. O fez retornando à sua terra. Faria mais alguns sucessos. Sua última película foi “The son f the Sheik” (O filho do sheik), uma continuação do filme de 1922, trazendo, além de Agnes Ayres, a atriz Vilma Banky. Mais rumores de romance com Vilma, apesar dele estar envolvido com a também atriz Póla Negri. O ator não veria a histeria causada pela estréia nas telas,de seu novo sucesso: Uma apendicite que lhe acompanhou durante bom tempo lhe tirou a vida em poucos dias. Parecia irreal para ser verdade. A galinha dos ovos de ouro trazia seu maior golpe, a retirada de cena, no ápice da popularidade. Manchetes de jornais noticiaram, e milhares de viúvas faziam plantão na porta da funerária. Acabava-se a vida, aumentava-se o mito. Falar sobre Rodolfo Valentino, faz-me lembrar de um poema de Cora Coralina, que diz: Não sei... Se a vida é curta ou longa demais pra nós, Mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas. E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela  não seja nem curta, nem longa demais, Mas que seja intensa, verdadeira, pura... Enquanto durar. Morrem os homens que se transformam em mitos, morrem as flores deixadas para eles, morrem as pessoas que os amavam, e depois as que nasceram delas. Mas os mitos permanecem, imortais, vivos, presentes enquanto alguém lembrar-se deles. Valentino tornou-se o eterno amante, jovem e ausente das rugas do tempo, rugas que transformam a todos em algo comum, esquecíveis por não serem breves.
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Quando uma refilmagem supera o original.     Raramente emociono-me com filmes. Mais raro ainda é emocionar-me lembrando de um ao ver outro. Assisti recentemente “A Star is Born” com direção de William A. Wellman, versão de 1937. O filme retrata a ascensão de Esther Blodgett/Vicki Ester ao estrelato, graças a ajuda de um astro em decadência, Norman Maine. A Star is Born, traz uma Esther jovem, sonhando com o estrelato, até que, incentivada por sua avó, segue em direção a Hollywood, passando por dificuldades, vendo portas se fechando e o dinheiro acabar-se como acontece com tantos que tentam e voltam apenas com a frustração na mala. Na pensão onde se hospeda, conhece um jovem aspirante a diretor, e tornam-se amigos. Ele consegue para ela uma vaga de garçonete numa festa hollywoodiana. Vendo aí uma possibilidade de conhecer pessoas influentes, ela segue até lá, interpretando e se mostrando para os diretores enquanto serve canapés. Até que conhece Norman Maine, que fica encantado com a "garçonete" que quer ser atriz. Ele se apaixona por ela e resolve ajuda-la, apresentando-a ao chefe dos estúdios, que lhe concede um teste. Esther passa no teste e estrela um filme ao lado de Norman. O filme de ambos faz estrondoso sucesso, mas a carreira dele vai escada abaixo: a bebida começou a afetar sua interpretação. Apesar disso, os dois se casam. Vicki torna-se uma estrela, e Maine cai no esquecimento, afogando-se cada vez mais na bebida. Ela ganha um Oscar, ele interna-se para se tratar, mas ao sair da Clínica é abordado num bar, e ao ser maltratado por um "velho amigo", volta à bebida mais uma vez. Ao ver que estava prejudicando a carreira da esposa, toma uma decisão difícil, mas que a fará livrar-se dele e voltar-se totalmente para o estrelato. Nesta versão temos Janet Gaynor e Fredric March nos papéis principais. O filme concorreu a 8 Oscars neste ano, ganhando somente o de Melhor história original, apesar de terem seus astros principais concorrido ao de melhor atriz e ator. Mas para mim foi impossível ver e não me lembrar de sua segunda versão, a que trouxe Judy Garland de volta às telas em 1954. Comparar cenas, relembrar-me de outras, e verificar que enquanto temos uma boa interpretação de Janet Gaynor, mais comedida e técnica, temos em Judy uma entrega total que nos faz esquecer completamente a anterior. Algo da história foi mudado, o que é natural, pois foram-se quase 20 anos de uma versão para outra, acrescentadas as músicas (no papel destinado a Judy há músicas belíssimas como "The man that got away",que toca quando Maine a encontra no bar, com seus amigos). Emocionaram-me certas cenas, sobretudo àquela em que Maine, já no final do filme, escuta deitado Esther dizer que vai abandonar sua carreira por amor ao marido. Vendo Janet em cena, mais uma vez lembrei da interpretação de Judy para a mesma cena: comovendo-nos, com sua decisão de defender seu amor deixando de lado o seu sonho de sucesso, com lágrimas nos olhos, convencendo-nos que é esta a única opção para a sobrevivência de ambos. E quando vi Maine dirigindo-se para o mar, já tomado da decisão, lembrei-me da ausência da voz usada na cena da segunda versão, cantando para ambos, um canto de dor para o homem, de esperança para a mulher. De emoção para todos nós que sabíamos tragicamente o que viria a seguir. Não gosto muito de comparações, e evito faze-las, tratam-se ambas de ótimas versões. As duas histórias são bem desenvolvidas, roteiro de ponta, ótimos diálogos, talvez uma versão estendida demais (porém necessária) em 1954, duas atrizes estupendas e companheiros de cena à altura... mas mesmo assim peco. É quando a memória liga-me uma a outra positivamente, como um complemento. Como se talvez achasse que, se houvesse pelo menos a voz de Judy Garland na primeira versão, pudesse então acha-la imbatível.  
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 Vigiados. É essa a sensação que temos hoje em dia.   Quase impossível fugir pois há chips vasculhando nossas vidas por todos os lados: celulares que permitem que saibam onde estamos, comunicadores como msn que informam se estamos online ou offline, orkut indicando relacionamentos, fatos, aniversários e outras fofocas, blogs relatando estado de espírito, reality shows mostrando como se vive na intimidade, 24h, rondando, sondando e invadindo. Tudo isso acaba contribuindo para que possamos nos sentir e estar sendo vigiados. Era só no que conseguia lembrar quando assisti ao filme Janela Indiscreta, do mestre do suspense Alfred Hitchcock. A sensação que tive ao assisti-lo foi que, apesar de acharmos ser este um mal moderno, não há senão uma adaptação de algo que persegue o ser humano desde o início de sua existência: a curiosidade latente em saber como vive o próximo, mais do que a si próprio. Lançado em 1954, Janela Indiscreta (Rear Window), 8º filme de Hitchcock, conta a história de Jeff (James Stewart), um repórter, que tendo a perna quebrada e nada mais a fazer, fica horas do seu dia olhando pela janela, observando e seguindo os passos diários dos moradores de sua rua. Nada de TV, nada de livros, nada de amigos ou outra ocupação a não ser esta. As pessoas "reais" em sua vida monótona, e mesmo assim pouco constante, acabam sendo a namorada Lisa (Grace Kelly) e sua massagista Stella (Thelma Ritter). Do seu apartamento ele segue, ávido, a vida de uma dançarina cercada de homens, de uma solitária mulher de meia idade frustrada por não ter um homem a quem ame, de um casal que vive às turras, de uma artista plástica, de um casal de excêntricos e seu cachorrinho, dentre outros. E acaba se apegando a este reality show, com seus olhos seguindo as vidas inconstantes, como se sua janela fosse uma gigantesca TV, plana, onde ele pudesse mudar de canal conforme focasse outra e outra e outra janela, mudando conforme fosse o seu desejo ou tédio. Sua curiosidade vai aumentando conforme aumenta seu conhecimendo de suas vidas, e antes os olhos que lhe eram suficientes, passam a ser poucos: é preciso ampliar os horizontes, e ele utiliza-se de lentes de aumento e binóculos. Sua vida permanece pausada, embora ele possa escolher dar o play nela e vive-la ao lado de Lisa, mas o homem parece débil ao preferir permanecer com o lado voyer. Há uma guinada quando ele supõe que um vizinho tenha matado sua esposa, e começa a "investigar" seus passos através de sua janela, pegando pistas do possível assassinato. O negócio é tão envolvente, que Lisa e sua massagista acabam também acompanhando o caso, e se envolvendo mais do que deveriam, sofrendo, inclusive, perigo de vida. Como quase todos os filmes de Hitchcock, esse é mais um que nos prende a atenção do início ao final, pelos mais diversos motivos, seja para verificar os destinos dos vizinhos (me peguei diversas vezes observando o que acontecia em segundo plano durante as conversas de Lisa e Jeff), o mundo paralelo dentro de uma ficção; seja para saber se é uma paranóia pensar em assassinato julgando pelo que se observa por uma janela; ou, simplesmente, para saber quando a figura do diretor aparecerá no filme. É. Quando Hitch aparecerá em cena. Tradicionalmente ele sempre aparece em uma cena, como figurante, e é até confortante espera-lo. Faz parte do jogo procurar pelo Hitch "Wally"* (* personagem da série de livros de caráter infanto-juvenil criada pelo ilustrador britânico Martin Handford), que por si só já é um atrativo dos filmes do diretor. James Stewart é o filme. O ator, indicado 5 vezes para o Oscar (ganhou um), consegue situar-se no contexto de um roteiro fascinante. Grace Kelly tem uma presença hipnótica. Impossível ignora-la, a atriz desfila sua beleza e estilo em cada momento, permeados por uma interpretação boa da garota que deseja, mais do que tudo prender um homem. Sempre achei que Grace, como atriz era uma ótima vendedora de imagens, e poucas a fizeram tão bem. Gostei de sua interpretação, deu um toque parisiense a um filme essencialmente inglês. 54 anos após a estréia do filme, verificamos que Janela Indiscreta permanece atualíssimo. Palmas para o mestre do suspense, Alfred Hitchcock.
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Faça uma lista de 10 coisas a fazer antes de morrer.   Este filme é de 2003, dirigido por Isabel Coixet (diretora espanhola) e tendo Almodóvar como produtor executivo. Inspirado no conto Pretending the Bed is a Raft, de Nancy Kincaid, conta a história de Ann (Sarah Polley), 23 anos, casada com Don (Scott Speedman ) e com duas filhas de sete e quatro anos (Penny e Patsy), que tem um relacionamento conturbado com sua mãe e o pai preso há mais de 10 anos. Tempo esse que ela não o vê. Ao saber que estava condenada a morrer dali a dois meses, com um câncer terminal, faz uma lista com algumas coisas para fazer antes da partida.  Coisas simples, como visitar o pai na prisão, pintar os cabelos, colocar unhas postiças, dizer todos os dias que ama suas filhas e outras nem tanto, como encontrar uma nova esposa para seu marido, ter outro relacionamento (pois seu marido foi o único homem que conhecera e beijara em toda sua curta vida) e fazer alguém se apaixonar por ela nesse período. Fazer alguém se apaixonar, sabendo da sua morte eminente e não o avisar não é algo filantrópico. É até mesmo egoísta. Dessa forma, ela encontra Lee (Mark Ruffalo em mais um papel único de sua carreira) em uma lavanderia e inicia um romance. Quase temos pena de Lee, tão sozinho em seu apartamento sem móveis e sua vida sem pessoas, tanto que nos pegamos torcendo para que ele encontre a felicidade que ele vê estampada na foto das filhas de Ann. Com a mãe de Ann há algo complicado. Ela a define, em uma das cenas como uma pessoa boa, porém frustrada na vida. E em suas tantas gravações que serão ouvidas após sua morte, deixa-lhe conselhos para que viva, arranje alguém, e que tente não só amar, mas também dizer às pessoas ao seu redor, como as netas, que as ama. É um discurso triste, e revela imaturidade ao iniciar com um pedido de desculpas por mais uma vez ter feito algo que a mãe iria condenar: morrer sem lhe informar antes. Nesta parte notamos o esforço de Ann em, apesar da adversidade, não se tornar igual à sua genitora. E assim ela vai reforçando suas metas. Para as filhas, fitas que serão ouvidas durante todos os anos, no aniversário de cada uma delas, até completarem 18. São conselhos, declarações de amor, e até desculpas por não poder aconselhá-las com relação aos garotos: ela própria não tem experiências para lhes passar. É um filme difícil de ser visto impunemente. E impossível não absorver a idéia de que a vida deve ser aproveitada em seu máximo. Ela sabe o tempo que tem, e terá que correr para cumprir metas enquanto seu corpo se esvai. O interessante é que o filme não traz aquela monótona melancolia, própria da situação, mas esperança. Nós nos esquecemos por momentos que se trata de alguém condenado à morte para torcermos pelo futuro que Ann desenha para sua família. Ela sabe que não mais estará ali, e presume que mortos não sentem, e por isso preocupar-se consigo enquanto presente, e com os outros que lá ficarão após sua ida. O filme nos traz a sensação de que precisamos correr. Logo. Ann sabe o tempo que tem. Nós não. Mesmo assim ela vive o que lhe resta numa calma infernal, que chega a doer nos nervos. Não há tempo para adiar nada. Nem para se lamentar: A vida continua, apesar de nossa ausência. O filme conta ainda no elenco com Julian Richings (médico que lhe conta a notícia), Leonor Watling (enfermeira e provável esposa do marido, quando Ann se for) e Amanda Plummer (amiga obcecada pela magreza). Ao término do filme ficamos com a vontade de fazer a nossa lista de metas a cumprir antes do grande dia, mesmo sem sabermos ao certo se será amanhã ou daqui há longos anos. Ficamos pelo menos com a frágil idéia, feliz, de que não somos nós que iremos morrer daqui há dois meses, e que teremos mais tempo para cumprirmos tudo. Mãos à obra. Façamos a lista.
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O que você é capaz de fazer por amor? Costumamos dizer que somos capazes de fazer de tudo para salvar alguém que amamos. Tudo. Mas na maioria das vezes a hipocrisia permeia os sentimentos, encobrindo o que de verdade deveria ser levado em consideração. Os tabus cegam. E muito. "Irina Palm", filme de Sam Garbarski (O Tango de Rashevski) inicia-se com um drama, e temos a falsa impressão de que estaremos daí para frente com mais um dramalhão: o neto de Maggie (Marianne Faithfull) possui uma doença rara, que em poucas semanas irá matá-lo se não viajar para a Austrália para um tratamento revolucionário. Seus pais não possuem dinheiro, e Maggie busca, em vão, pegar empréstimos em bancos ou arrumar emprego. Nunca trabalhara fora antes, e aos cinqüenta anos está velha demais para conseguir algo. Ao passar por uma rua do Soho Londrino, já desesperançada, verifica que uma boate precisa de recepcionistas. Um eufemismo para a verdadeira função: masturbação de homens, através de um buraco na parede. À princípio o susto, depois o desespero. Mas algo há de ser feito. Pelo neto ela faz tudo o que for possível. Até mesmo isso. O pagamento é bom, e ela, sem experiência alguma, assume o emprego. Luisa (Dorka Gryllus), uma profissional do local ensina-lhe a mazela do serviço, e Maggie parece ter um dom para a função. Afasta-se dos poucos amigos que tem e começa a viver uma vida paralela, oculta sob a sala. Em pouco tempo começa a ganhar mais e mais clientes, que desconhecem quem ela é. Torna-se Irina Palm, a mais procurada das "recepcionistas". Consegue um empréstimo com o dono da boate Mikky (Miki Manojlovi) e dá o dinheiro para que seu filho possa embarcar com a mulher e neto para o tratamento. Maggie incrivelmente acaba encontrando também o amor, inusitado, ao lado de Mikky. Curioso por saber como a mãe conseguira tanto dinheiro em tão pouco tempo, seu filho a segue. E descobre. Incapaz de entender os motivos, renega a própria mãe. A nora, com quem ela não se dá bem, incrivelmente, e talvez por também ser mãe, entende o motivo: Maggie fizera isso por eles. E não há razão para que seja perdoada, mas sim aclamada. Não há mais nada a esconder, e ela conta às amigas o motivo de sua ausência. Todas chocadas, e a exposição de mágoas passadas, quando uma delas a acusa de ter se tornado uma prostituta, e Maggie retribui, educadamente, dizendo que sempre soube que a amiga tivera um caso com seu marido. Hipocrisia revelada. Irina Palm é um daqueles filmes que nos faz pensar no que vale mesmo a pena, a honra ou o amor? Marianne Faithfull, que tem uma extensa carreira como cantora desde a década de 60 (quando esteve ao lado de Mick Jagger), convence como a mulher idosa que, de repente, se redescobre como mulher e, porque não dizer, descobre também um dom. Ela acerta no tom, ignorando a melancolia, que poderia estragar a essência da roteiro. O elenco afiado, com Miki Manojlovi, Kevin Bishop e Siobhán Hewlett compensa a ausência de musicalidade, que poderia ter sido melhor explorada. Mas no final, a história compensa qualquer provável falha. A verdade é que, na ânsia de salvar o neto, Maggie acaba salvando a si mesma, do tédio em que vivia.
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Filme baseado nos escritos de Clarah Averbuck ganha as telas.   " O horror. O horror não são os erros, são os passos para trás ou as hesitações na hora de cruzar a rua. Se um carro me atropelar, vai ser porque não olhei para os lados, não porque resolvi atravessar." (Clarah Averbuck) Camila é uma escritora sem livros. Possui um blog na internet, chamado CamilaJam, e certa fama adquirida por seus posts. Muda-se constantemente de ambiente, em São Paulo, numa cidade que não é a sua, nem a possui, apenas serve-lhe de residência, como qualquer uma serviria. Seu mundo cabe em sua tela, e escrever, é seu vício e também sua possibilidade de melhora de vida: ela entrega-se à espera de inspiração para escrever o seu próprio livro. Nada mais contemporâneo. E é através do blog, que ela derrama sua intimidade, dúvidas e anseios. 'Deixe-me fora dele, Camila!', é o suplício de um dos seus homens, que passam e deixam rastros. Ela trata o mundo virtual como ele o é: um mundo paralelo, que lhe serve apenas de muletas para que não enlouqueça no seu mundo real. Escreve em seu blog para sobreviver, ou sobrevive para escrever, como ela mesma explica-se. O filme inicia-se com seu então namorado, que veio com ela de Brasília, expulsando-a de sua casa. Com argumentos não convincentes, porém interessantes, ela tenta fazê-lo acreditar que ainda a ama. Triste ilusão. Não há volta. Ela vai morar com um amigo, e seu computador (companheiro eterno). Após crises de bebedeiras, e remédios, é abandonada mais uma vez, ficando como apartamento e nenhum meio de sobrevivência. Através de seu blog, pede socorro, até que um fã a acolhe em sua casa. Camila bebe em demasia, fuma loucamente, rouba por necessidade ou raiva, tem acessos compulsivos de limpeza, ama em excesso, desconhece por vezes o sentido da amizade, trai, é traída, reconhece-se como falha, humana, erra, erra, erra, e sofre por erros alheios. Aliás, ela é toda excesso, como quase todas as mulheres deveriam ser. Claro que a vida é um desfile de dádivas, mas também é de falhas e tropeços, típicos de quem faz acontecer. Neste caminho, uma sucessão de homens surgem, numa busca incessante pela paixão, mola propulsora para sua escrita. É preciso paixão. Em busca pela palavra certa, Camila segue, em constantes caminhos, sempre procurando alguma coisa, que talvez nem ela saiba. Amanhã, somente amanhã, deixa para sofrer amanhã. Uma sucessão de quedas faz com que se acostume a levantar. Os homens, neste ínterim, parecem ser apenas mais um vício, como a bebida e o fumo, que a acompanham intensamente durante suas noites de escrita. Leandra Leal (A ostra e o vento) empresta seu corpo à personagem, numa interpretação nem um pouco surpreendente: ela se desnuda, literalmente e num caráter único, para vestir-se de Camila, em sua melhor performance no cinema, até o momento. E olhe que, se tratando da atriz, que estreou aos sete anos, não é pouco. Inspirado nos livros de Clarah Averbuck (Máquina de pinball e Das coisas esquecidas atrás da estante), Nome próprio, de Murillo Salles, foi todo fotografado em formato digital (câmera HVX-200), o primeiro em tal formato no Brasil, e realizado a partir do Edital de Baixo orçamento do Ministério da Cultura e de um prêmio, recebido por Murilo. Provavelmenet não correrá as salas de cinema, sendo exibido em alguns poucos. Mas em um contexto geral, torna-se uma prova de que é possível fazer cinema bom com um orçamento apertado, porém roteiro e interpretações marcantes. É nessas horas que lamentamos o cinema comercial, que exclui o que há de bom.  
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A solidão de Travis.   "A solidão me perseguiu em todos os lugares... em bares, em carros, calçadas, lojas... em tudo. Não há como fugir, sou o solitário do Senhor." (Travis)   A solidão que aflige todo o ser que vive nas grandes cidades tomadas de gente, mas cada qual em seu mundo. Aquela que chega nos momentos quando as pessoas já não estão mais lá para fazer-lhe companhia e dar-lhe a falsa impressão de que não se está sozinho. A frustração de ver seus sonhos inacabados. A falta de esperança causada pelas derrotas constantes. Uma vontade de encher seus dias e noites, para que a cabeça não pense. E ver que, mesmo assim, idéias causadas pela solidão, lhe chegam aos montes. Victor Hugo diz que todo inferno está contido na solidão. Parece que sim. E é essa a imagem que vemos, desde o princípio em Travis Bickle, personagem de Robert De Niro em Táxi Driver. Travis inicia sua jornada empregando-se como motorista de táxi, procurando com isso encher seus dias e noites insones com o trabalho, tentando ocupar a mente, que aos 26 anos, apresenta-se já deteriorada. Parece ser um homem sem passado, e é esse vácuo de informações que nos deixa um pouco perdidos, logo de início, acostumados que estamos a torcer ou não por uma personagem. Ele testemunha a decadência de Nova York, com seus marginais, a violência de suas ruas, as prostitutas indo e vindo e a sujeira, que lhe entope o nariz e a existência. O motorista parece gritar em seu silêncio, o mundo parece passar rente à sua existência e a comunicação ser a sua maior dificuldade: no mundo das grandes cidades aprende-se a calar quando se está só e a evitar as palavras quando se está acompanhado. Para melhor conduzir-se na vida, Travis inventa um mundo paralelo, onde ele imagina pertencer a um serviço secreto e diz ter sido fuzileiro naval. Para os pais, única amarra com um passado existente, escreve que está bem, feliz! Que namora uma garota chamada Betty e não pode divulgar seu endereço. A única verdade é que ele preenche seu escasso tempo livre com filmes pornôs e bebida. Betty (Cybill Sheperd no auge de sua beleza) surge como uma garota que trabalha no Comitê de um elegível a Presidente dos Estados Unidos chamado Palatine. E quando o motorista vê aquela mulher, aparentemente tão sozinha apesar de forte, a chama para fazer parte de sua vida. Intrigada, ela aceita seu convite para um Café, e posteriormente um cinema. Porém, equivocadamente, ele acaba levando-a, logo no primeiro encontro, a assistir a um  filme pornográfico. Ela sai do cinema assustada e ele frustrado; Betty até que se interessou pelo homem, achando mesmo que os dois, em suas solidões pudessem unir-se. Travis, depois disso julga ser ela igual a tantos outros. O erro dele talvez tenha sido a ingenuidade, apesar de tudo, o querer que ela adentrasse demais em seu mundo e sua rotina que ele julgava normal. Ou talvez a loucura eminente, nunca se sabe. Depois da decepção, e por um motivo nem um pouco claro, ele passa a planejar o assassinato do candidato a Presidente, a quem ela apóia. Compra não uma, mas quatro armas e passa a preencher boa parte do tempo a planejar, treinar e ensaiar seu grande triunfo. Em uma das suas viagens de táxi, ele conhece aquela que, depois de Betty, seria sua próxima obsessão: uma jovem prostituta entra em seu táxi, buscando auxílio, pedindo para ser levada para longe dali. Seu cafetão acaba por retirar-lhe, jogando uma cédula no táxi. Travis vai embora, mas o acontecimento não é esquecido... Mais tarde ele retorna para falar com o cafetão e encontrar a garota, e verifica que a mesma é apenas uma criança de 12 anos. Passa então a tentar salva-la do que acredita ser sua destruição: uma vida permeada pela prostituição e vazia. Embora Íris (Jodie Foster) lhe afirme que é feliz daquela forma, ele não acredita. Julgando-se um herói, que pode fazer a justiça com as próprias mãos, ele irá tentar tira-la daquele caminho, a incluindo nos seus grandes planos de “salvar o mundo” de toda a sujeira existente. Os diálogos com Travis são sempre tão inesperados, nunca sabemos como irá terminar... Devo confessar que boa parte do filme, passei a aguardar a chegada de Jodie Foster, tão aclamada como a jovem prostituta salva por Travis. Confesso que me frustrei um pouco, não pela nobre interpretação de tão jovem atriz à época, mas pela falta de envolvimento aparente das duas personagens. Na verdade, o envolvimento dos dois acaba resumindo-se a dois encontros, um no quarto em que ela se prostitui, outro em um Café, o que talvez não indicasse tamanho envolvimento capaz do que viria a seguir, talvez só justificável a uma mente doentia como a de Travis que, cansado de somente ver e se indignar, resolve ele mesmo tentar fazer algo para que a cidade seja limpa. Táxi Driver alcança um desenvolvimento lento, e parece desenvolver um certo ritmo mesmo somente nos 10 minutos finais, em suas cenas ápices, o que, imagino, faça com que muitas pessoas desistam de assisti-lo. Mais uma prova inequívoca que o melhor está guardado para o final. Hitchcock, faz uma participação, como um passageiro traído por sua esposa, o filme contou ainda com a ótima trilha sonora de Bernard Herrmann (sua última trilha, pois o mesmo acabou morrendo após isso) e ganhou prêmios significaticos como a Palma de Ouro em Cannes, BAFTA e Oscar de melhor atriz coadjuvante para Jodie Foster e Oscar de melhor ator para Robert De Niro, dentre outros. Parece mais um filme para ser cultuado por alguns amantes do cinema, pois mostrou de forma crua, uma realidade há tanto tempo maquiada: a realidade da vida, norteada por loucos, revolucionários, a sujeira eminente do mundo e a sensação de que algo pode ser feito. Travis faz parte da galeria de personagens, que, como Blanche duBois (Uma rua chamada Desejo) e Jane Hudson (O que terá acontecido a Baby Jane)  carregam em si uma carga pesada da consciência, convivendo entre o mundo real e o imaginário, causando a todos ao redor uma estranheza, tão comum àqueles que não entendem o que pode causar a insanidade, tornando-se com isso, tão importantes e inesquecíveis, em sua tormenta e loucura.
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Saudade dos cinemas do Recife       Era uma criança ainda, quando comecei a freqüentar os cinemas do Recife. Grandes, para uma criança, e belos, para todos. Dia de domingo numa cidade cercada pelo mar muitas vezes resumia-se para mim a praia pela manhã e cinema ao fim da tarde. Um deles era o Cine Veneza, localizado na Rua do Hospício. E foi nele que assisti em 1986 à minha primeira sessão de cinema, com o filme "Rock estrela". O cine Veneza funcionava desde 1970, sendo até o final da década seguinte um dos melhores da cidade, em termos de conforto e som. Ele possuía aquela áurea acolhedora, com um tapete vermelho cobrindo inteiramente o estabelecimento (um paraíso para os ácaros e tormento para os alérgicos). No primeiro andar possuía uma espécie de sala de espera com sofás e algumas cabines para que os casais pudessem ficar mais a vontade, também no estilo vermelho paixão. Ninguém nem observava que acima do cinema havia um prédio inacabado, com janelas escuras de concreto, pois o que havia lá dentro era puro glamour. Outro que eu freqüentava era o São Luiz, imenso em sua profusão de estilos diferentes. Era de uma linguagem visual confusa, porém bela, com as luzes dos vitrais (uma flor de lis) acendendo antes de iniciar a sessão. Na sala de espera, um belo painel pintado por Lula Cardoso Ayres e no primeiro andar mais cadeiras e sofás para a socialização antes e após os filmes. Dizem que quando suas portas foram abertas, em 1952, as pessoas iam elegantíssimas assistir aos filmes, afinal, o luxo do local exigia uma apresentação a rigor: mulheres vestidas e usando luvas (no calor de Pernambuco) e homens de terno. Quando eu o freqüentei, em meados da década de 90, o glamour já estava há tempos extinto, o primeiro andar fechado com correntes, pois era impossível lotar um cinema com mais de mil lugares e os freqüentadores resumidos a policiais, estudantes e um ou outro passante do centro. Havia ainda o Art Palácio (que exibia filmes dos Trapalhões), Art Boa Viagem (feíssimo e pouco freqüentado), Cine Moderno (hoje ostentando uma loja de eletrodomésticos) e o Trianon: hoje lendas de um Recife quase esquecido. Os multiplexes chegaram com tudo, anunciando uma morte lenta aos velhos cinemas da velha cidade. O centro não possui mais uma boa sala para os cinéfilos. Com a tecnologia, modernidade, segurança e praticidade dos shoppings não havia como competir. A eterna luta do novo com o velho. Venceu o novo. Ficaram as lembranças. Nada contra a evolução trazida pelo que surge, a praticidade da compra com antecedência, a escolha entre 10 salas de cinema, o som quase perfeito de algumas. Chama-se isso de evolução, e não há saída. Mas, por outro lado, ver morrer uma sala de cinema é como ver parte de nossa memória que permanecia viva indo embora. Hoje ainda freqüento os cinemas, ao final da tarde, sem aquele romantismo de outrora. Vejo bons e maus filmes, mas também quase não lembro da magia que era antigamente me preparar para ir vê-los. Tudo mecanizou-se. O que me desperta para o passado é passar pelos velhos prédios e ver que eles permanecem ali, ainda, como chagas abertas de algo que nunca mais voltará.
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O musical baseado na obra de Alan Lerner e Bernard Shaw "My fair lady", o musical baseado na obra de Alan Lerner e Bernard Shaw, estreou na Broadway em 1956, tendo a jovem atriz Julie Andrews no papel principal, ao lado do veterano Rex Harrison. Andrews, apesar de estreante, recebera as melhores críticas pelo seu desempenho. Quando a história foi cogitada para ir a para as telas novamente ("Pigmaleão" já havia sido levada às telas por Gabriel Pascal, em 1938, tendo Leslie Howard e Wendy Hiller nos papéis principais), ela seria substituída por outra atriz. Seria o início de um problema. Quase todo o elenco da peça foi aproveitado, exceto a Julie, criando um mal estar geral. Falava-se que a atriz se negara a fazer um teste para o papel, mas o que realmente ocorreu foi que os produtores iriam investir muito alto, e queriam uma atriz de nome para interpretar Eliza. Andrews era boa, mas não tinha a fama que era esperada para uma produção tão grande quanto aquela. Foi sugerido o nome de Audrey Hepburn, que vinha de sucessos como Breakfast at Tiffany's (Bonequinha de Luxo) e Sabrina. Dentre os atores cogitados para o papel do professor, estavam Stanley Holloway, Noel Coward, Michael Redgrave e Cary Grant, porém, após diversas negociações, o papel ficaria com Rex Harrison, que o interpretara durante seis anos na Broadway. My fair lady conta a história do professor de fonética Henry Higgins, que, arrogante, faz uma aposta com um amigo, de que é capaz de transformar qualquer mulher numa dama, bastando para isso um treino intensivo. Ele vê na rua uma pobre vendedora de flores, Eliza Doolittle, que tem um sotaque cockney terrível, e resolve "treina-la" durante seis meses, para uma aparição dela em um baile. Eliza é praticamente uma mendiga, tornando uma tarefa difícil colocar-lhe qualquer vestígio de elegância. Uma história de Cinderela ao avesso, pois a fada madrinha em questão trata-a sempre como uma "experiência", com repulsa. O ponto alto é quando o professor começa a amolecer o coração com aquela que ele julga inferior. My fair lady, é antes de tudo, uma história de amor, embora não tenhamos nem ao menos um beijo. Audrey cumpre bem seu papel como Eliza. Na verdade, a história fácil de ser digerida facilitaria qualquer interpretação. Ela não estava muito à vontade, pois a Imprensa da época a bombardeava por ter "roubado" o papel que pertencia a Julie Andrews. Nada mais injusto. Alguns anos atrás ela interpretara um papel que fora feito para Marilyn Monroe, em Bonequinha de Luxo. O público a perdoara, pois sua interpretação realmente não deixara dúvidas da escolha final, e hoje em dia fica difícil conceber outra atriz no lugar dela, em Bonequinha. Agora, com Eliza, o público parecia não acreditar que ela cumpriria bem seu papel, a começar pela voz. Por ser um musical, era essencial saber cantar, algo que Audrey fazia bem, mas que não convencia aos produtores. Para quem estava acostumada com os gestos nobres e elegantes, de Audrey, fica difícil vê-la e convencer-se na primeira parte do filme com seus trajes, gestos e sotaques nada principescos. Mas na segunda parte, Hepburn parece imbatível como a bela dama, já treinada. Rex Harrison, por sua vez, dá um show de interpretação na pele de Higgins, já que conhecia o papel há longo tempo. My Fair Lady é daquelas películas que, antes de tudo, servem para o divertimento descompromissado, para belas tardes de domingo. Bem coreografado por Hermes Pan, com músicas redondas, figurino assinado por Cecil Beaton e cenários teatrais, além de um jogo de cores poucas vezes tão bem colocados nas telinhas fazem do filme uma diversão garantida. O único porém do filme acabou sendo a dublagem de Audrey Hepburn. A atriz cantou em todas as cenas, porém, sua voz foi substituída na versão final pela dubladora Marni Nixon, o que a deixou bastante triste. Segundo o ator Jeremy Brett, a sensação tanto de Audrey quanto a dele (que também foi dublado), foi de decepção ao verem a cópia já dublada. A atriz teria saído da sala, visivelmente irritada, mas voltaria no dia seguinte, sensata, e pedindo desculpas pelo gesto que julgou mal educado. Recentemente foi lançado um dvd comemorativo do filme, nos presenteando com o que restou do som original. Fica claro que perdemos muito, pois, apesar de não ser uma cantora nata, Audrey empresta todo o seu charme e interpretação às versões, não ficando nada a dever a Marni Nixon. O filme ganhou 08 Oscars, incluindo o de melhor Filme e diretor. Curiosamente Audrey, elegantíssima como sempre, não concorreu como melhor atriz, mas, como obra do destino, acabou entregando a estatueta a Julie Andrews, que acabara estreando nas telas em Mary Poppins, numa das maiores calças justas da história do Oscar.
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O maior sucesso da década de 80.     Na década de 80 o ano 2000 parecia muito distante. Quando queríamos demonstrar o quão impossível era algo, dizíamos: "Só no ano 2000!!" É curioso ver que muitas das coisas que imaginávamos ver nesta nossa época eram miragens, sonhos até o momento improváveis comercialmente: carros voadores, roupas inteligentes ao ponto de falar e tecnologias acessíveis a todos. Foi em 1985, que vimos surgir o primeiro de três episódios da série dirigida por Robert Zemeckis, De volta para o futuro (Back to the future), e que, como o próprio nome indica, brincaria um pouco com esse sonho comum de viajar no tempo. O tema não era novo, já tinha sido abordado em A máquina do tempo (The Time machine), de 1960, baseado no livro homônimo de H. G. Wells, que tratava de um homem que constrói uma máquina do tempo e com ela viaja para o futuro, verificando as perdas da humanidade. O filme conseguiu um Oscar por efeitos especiais (vistos hoje como toscos). Uma refilmagem foi feita em 2002, porém sem grande sucesso. Outro com tema semelhante foi Em algum lugar do passado (Somewhere in Time), romance que trazia Richard Collier (Christopher Reeve) e Elise McKenna (Jane Seymor) como dois apaixonados separados pelo tempo. Richard retornava ao passado levado não por uma máquina, mas por seu pensamento, direto aos braços de sua amada. Filme triste... Em De volta para o futuro Zemeckis resolvera unir aventura, humor e romance para contar a tragetória de Marty McFly, adolescente que vive na cidade de Hill Valey e do seu amigo, o físico Dr. Emmett Brown. Após adaptar um carro DeLorean para ser capaz de viajar no tempo, Brown a testa com o seu cão Einstein, e prepara-se para ele próprio viajar, quando é surpreendido por terroristas que lhe cobram pelo combustível (plutônio) empregado no carro. O Dr. Emmett é atingido e Marty, para escapar dos criminosos, obrigado a entrar no carro e viajar para 1955. As aventuras iniciam-se com Marty encontrando seus pais, atrapalhando o encontro dos dois e alterando, sem querer, a sua própria história. Para desfazer os enganos, o garoto contará com a ajuda do Dr. Emmett do passado. Para o papel de Marty, o ator escolhido inicialmente foi Michael J. Fox, porém o mesmo estava ocupado demais com a série de TV Family Ties. Sugeriu-se o nome de Eric Stoltz, que chegou a gravar algumas cenas, mas não convenceu. A Fox não desistira de Michael. Assim, entrou num acordo com a NBC, que liberou o ator para fazer o filme. O ator quase chega a um colapso nervoso, pois tinha que cumprir duas cargas horárias, uma da série e outra do filme. Cogitou-se fazer a máquina do tempo de uma geladeira, mas após chegar a conclusão de que isso traria mais problemas do que lucros (crianças entrando em geladeiras não era uma boa idéia). O filme ganhou os Oscar de Melhores Efeitos sonoros, sendo sucesso absoluto de público. Cinco anos mais tarde foram realizadas as filmagens da continuação, tendo algumas perdas: Crispin Glover (George McFly) e Claudia Wells (Jennifer) foram substituídos. Glover exigira um cachê astronômico e Claudia passava por dificuldades emocionais, ficando impossibilitada de filmar. Foram então substituídos por Jeffrey Weissman e Elisabeh Shue. A idéia inicial seria fazer um único filme, mas a seqüência ficou tão grande (quase quatro horas), que foi decidido que seria melhor dividi-lo em duas partes: criaram-se assim as seqüências "De volta para o futuro II" e "De volta para o futuro III". A série desenvolve seqüências parecidas, e que acabam dando a impressão de dejavu, como a perseguição de skate, diálogos de Marty com a mãe ao acordar ("mamãe, é você?") e o caminhão de esterco caindo eternamente no carro de Biff, dentre outros. Os atores intercalam-se em diversos personagens: Michael J. Fox (o jovem e o velho Marty, assim como seus filhos Marty Jr. e Marlene, e seu ancestral Seamus), Lea Thompson (Lorraine jovem e velha e Maggie McFly) e o vilão Thomas F. Wilson (Biff, Buford, Griff e Biff Tannen). Em um tempo em que os cinemas ainda reinavam absolutos e as videolocadoras ainda engatinhavam, assisti a estréia da seqüência 2 no antigo Cinema Veneza, em Recife. Lotado, sobretudo por jovens e adolescentes, que em suas cabeças de sonhos, queriam ser Marty ou viver a possibilidade de uma viagem no tempo, pelo menos virtual. Uma viagem que só o cinema nos possibilita. Por enquanto... Hoje, 23 anos após a estréia do primeiro filme, ainda é um dos poucos que ainda me traz a mesma magia sentida em sua estréia. Ainda é um filme que me faz parar em frente à TV, mesmo com a seqüência alterada ou partes finais, fazendo-me pensar em possibilidades ou ao menos imagina-las um dia possíveis. Um filme que, definitivamente, nasceu com a áurea de clássico. Um filme não de época, mas de épocas.
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Neste duelo entre irmãs, quem é a má?   Duas irmãs, inimigas, ex-estrelas de cinema, frustradas em suas vidas íntimas e públicas, convivem com seus medos e angústias no mesmo ambiente. Não só convivem: lutam entre si, rivalizam em suas derrotas, num jogo distante da briga do bem contra o mal. Jane Hudson (Bette) brilhou antes que Blanche (Crawford), sua irmã mais velha. Baby Jane é insuportável, mas as pessoas não parecem perceber: ela é amada, doce, mas fora dos palcos destila o veneno de uma criança birrenta e mal educada. Os pais a mimavam demais da conta, deixando a irmã mais velha entregue ao seu ciúme e raiva, assistindo ao estrelato e a queda de sua irmãzinha. Graças à complacência de pais que não lhe davam limites, a jovem estrela acabou não crescendo emocionalmente: torna-se uma criança cruel e sádica. Chega então a vez de Blanche, que se torna uma atriz de sucesso no cinema, tentando ajudar de alguma forma sua irmãzinha a voltar ao estrelato. A relação das irmãs não melhora, já que Jane não se conforma de um dia ter sido a estrela, e agora ser apenas a irmã dela. A vida das irmãs sofre mais um revés, quando ao voltar de uma festa, Blanche acaba sofrendo um terrível acidente que a deixa paraplégica. Sua odiosa (e odiada) irmã é a única que pode cuidar dela. A vida das duas torna-se então uma grande tormenta. Jane tornara-se uma velha feia, mal amada e alcoólatra. Talvez não mais responsável por seus atos de crueldade: amarrar a irmã e chutá-la, tirar-lhe o direito de receber o carinho de seu público através de cartas ou flores (que ela rasga ou joga fora). Por não ser mais a criança que cantava e era idolatrada por seu publico, tranca-se em um mundo em que todos um dia irão acordar e perceber que ainda é uma grande estrela mirim. Veste-se como Baby Jane e age como se o tempo tivesse sido aprisionado em suas mãos. O terror de Blanche renova-se a cada dia: medo de morrer envenenada, de apanhar, de não conseguir sair viva daquela casa que é sua. Com as forças que lhe restam ela desce a escada e puxa o telefone para si: tentativa de conseguir socorro. Nada feito. Seu destino está nas mãos de Jane. Tudo acontece de certa forma rápida. O filme conta com uma salto no tempo: a infância das duas, um breve momento que mostra o sucesso de Blanche já adulta, culminando com o acidente. E a semana fatídica, em que Jane enlouquece de vez. Jane canta desafinadamente a música "I’ve weitten a letter to daddy", como se fosse ainda uma criança, com suas roupas cheia de laços e cabelos de cachichos. Um dos pontos mais altos do filme. Uma disputa de titãs. De Jane e Blanche. De Bette Davis e Joan Crawford, que tão bem carregaram nos seus papéis e sem exageros, o que seria de se esperar de atrizes sem carga dramática, em papéis tão caricatos. Com este filme, Bette foi indicada para o Oscar de melhor atriz, e ainda disputou com Joan o prêmio da BAFTA. Tão famosos quanto os filmes, foram os seus bastidores: a imprensa era bombardeada com notícias que reforçavam a rivalidade das duas atrizes (a coca-cola que Bette insistia em tomar, sabendo que Joan era casada com o dono da Pepsi, por exemplo). Fato ou não, o que importa é que jamais se viu tamanha disputa em papéis tão distintos. O que terá acontecido a Baby Jane tornou-se um daqueles filmes em que não há possibilidade de refilmagem digna, posto que não existem mais atrizes com o peso e estrutura de Bette Davis e Joan Crawford. Um filme nada familiar.
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Gene Kelly e Deanna Durbin em um filme noir A primeira foi a escolha dos protagonistas: Gene Kelly e Deanna Durbin. Pensarmos nele remete-nos à dança. Kelly até então não tinha realizado os seus grande musicais, mas já mostrara a arte em seus pés, em filmes como "For me and my gal", com Judy Garland, e "Cover Girl", com Rita Hayworth. Mais tarde tornaria-se um dos maiores coreógrafos e dançarinos de Hollywood, com clássicos como "An American in Paris" e "Singin' in the Rain", considerado por muitos o maior dos clássicos musicais (na verdade uma grande homenagem a todos os grandes musicais). Deanna Durbin começara na MGM, como atriz mirim, mas foi preterida por Judy Garland (duas atriz juvenis com o mesmo perfil de cantoras não era um bom negócio para a Companhia), seguindo carreira na Universal Studios, em comédias e musicais onde ela podia exibir sua voz de soprano. Ainda jovem, abandonou a carreira de atriz. Pelo título e astros, seria um filme estritamente divertido e familiar, certo? Não. Temos aqui um drama, carregado em seus cenários escuros e um conflito psicológico percebidos desde o momento em que Deanna surge a cantar em suas primeiras cenas. Antes de mais nada, o título quase nada tem a ver com o filme. É apenas uma "desculpa" para um enredo. Como é uma desculpa a personagem Charles Mason (Dean Harrens): ele aproveita o feriado de final de ano para voltar a San Francisco, onde irá se encontrar com sua noiva e pedi-la em casamento. Antes disso ele recebe uma carta dela informando que já casara com outro. Magoado, resolve assim mesmo ir à sua cidade. Em meio a problemas com a chuva, seu avião apresenta problemas e ele é obrigado a esperar em Nova Orleans. Numa boate, conhece Jackie Lamont (Deanna), uma cantora, tão triste quanto o que canta. Os dois começam a conversar, e, ao longo da noite, ela lhe revela detalhes de sua história, quando ele começa a mudar o conceito do que seja o amor, o seu amor. Na verdade Jackie se chama Abigail, e após poucos meses de casamento descobriu que o seu marido Robert Manette (Gene Kelly) não era o que parecia ser: superprotegido pela mãe, tornou-se um homem fraco, viciado em jogos e que numa confusão acabou por matar um homem. Foi preso. O filme, quase todo em flash-back, abusa dos cenários escuros, enfatizando a tensão sofrida por Abigail, que ainda ama seu marido, e lhe é fiel, apesar dele estar preso há mais de três anos. Não obstante a isso, ela própria vive sua prisão ao refugiar-se numa boate e cantar todas as noites. Robert Manette, por sua personalidade, vê na esposa sua última tentativa de conserto. A mãe deste (Gale Sondegaard) forma com os dois um estranho triângulo, cercado de tensão e cobrança. A sogra também assina a sentença de Abigail, a lhe dizer que é obrigação da esposa mudar o marido. A jovem, apesar de se entregar ao casamento com esmero, não consegue, aos olhos da Sra. Manette "salvar" o filho de uma fraqueza emocional que é, na verdade, só dele. A moça parece ser uma femme fatale, aos olhos da sogra, e vestir-se como tal só aumenta a terrível solidão que ela sofre. O final nos traz um surpreendente reencontro do casal, que traz, no mais alto padrão noir, o medo do desfecho cruel. Gene Kelly, irreconhecível, com o rosto fechado, aplica a Robert o caráter fraco do condenado, que foge para ver a esposa que julga tê-lo traído, ao se tornar uma cantora de boate. Abigail defende-se ao afirmar ser ele o seu único amor, e aquela a sua única ruína. O final, um drama de libertação. A sentença: não veja este filme no natal.
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"Estou pronta para o meu close, Mr. DeMille."
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  Uma das duplas mais bem sucedidas no cinema atual.   Tim Burton iniciou sua carreira fazendo animações para a Disney, no California Institute of the Arts. Lá criou sua primeira animação, de 6 minutos, onde homenageava seu grande ídolo, Vincent Price. Ele passara grande parte da infância colecionando quadrinhos de terror e lendo Edgar Allan Poe. Em 1987, fez Frankeweenie, porém a Disney vetou por achar macabro demais. A estréia no cinema veio em 1985, com A grande aventura de Pee Wee, mas o sucesso veio mesmo em 1988, quando foi lançada a comédia Os fantasmas se divertem. Nitidamente inspirado em uma das grandes paixões do diretor: filmes de terror. Batman (o mais gótico de todos) tornou-se seu segundo maior sucesso. Por outro lado, Johnny Depp não pensava em ser ator. Aos16 anos era guitarrista de uma banda chamada "The Kids", que virou posteriormente "Six Gun". Abandonou a escola e seguiu atrás do sonho de ser cantor. Para não passar fome trabalhava em diversas atividades paralelas, dentre outras fazia testes para ator. Após participações esporádicas, conseguiu uma fama repentina e bombástica na série Os anjos da lei. Tornou-se de uma hora para outra sonho de consumo de jovens e ídolo sexual, tudo o que ele não queria, o que ele detestou. Os dois se encontrariam em 1990, quando Johhny, cansado dos arroubos feminininos que lhe consumiam a paciência, decidiu abandonar a série, no auge do sucesso e partir para uma carreira no cinema. A grande parceria surgiria em Edward, mãos de tesoura. Tim queria um bom ator, que desse vida a essa criatura estranha, criada por um inventor maluco e que faleceu antes de poder dar a Edward mãos de verdade. Foram exatas 169 palavras, gestos e olhar, e Johnny conseguia finalmente provar que era algo mais que um rosto bonito. Durante o filme os dois se identificaram, após ele, tornaram-se amigos. Em 1994 Tim decidiu homenagear Ed Wood, considerado por muitos como o pior diretor de todos os tempos, e que fazia filmes de terror com monstros de borrachas e cenários de papelão. A película foi filmada em preto e branco, e trazia Johnny em mais uma boa interpretação do diretor que apesar de não ter talento algum, tinha uma grande paixão pelo cinema. Após o trabalho, os dois ficaram 5 anos sem se encontrar, até que em 1999 surgiu o projeto de A lenda do cavaleiro sem cabeça: Depp surge como um policial, Ichabod Crane, que investiga o caso numa cidade atormentada por assassinatos em série. Mais uma vez as imagens góticas, figurinos e cenários obscuros trazem a marca Burton. Os dois decidiram que a personagem teria um ar afeminado, que não seria feio, mas que suas ações e personalidade o deixariam como tal. O filme obteve, com isso relativo sucesso. A fantástica fábrica de chocolate seria o próximo projeto da dupla, uma refilmagem do clássico de 1971. Encarar uma personagem já interpretada por Gene Wilder era difícil, mas foi feita uma releitura moderna, atemporal, com um Willy Wonka igualmente excêntrico e mais cruel em seus castigos às crianças e andrógeno. O mais recente trabalho da dupla pode ser visto nos cinemas em Sweeny Todd, o barbeiro demoníaco, adaptação musical de Stephen Sondheim. Paralelo ao sucesso que fazem juntos, os dois permanecem com sucesso em seus trabalhos solo. Mesmo assim, falar em Tim Burton é lembrar de Johnny Depp. Entre eles parece haver uma harmonia que ultrapassa os limites da película. Tim tem em Johnny o seu melhor barro, e nele pode moldar a personagem conforme ele mesmo faria.
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Roselyn Tabor (Marilyn Monroe) é uma mulher fragilizada, refugiando-se em Nevada durante o processo de divórcio. Lá conhece três homens também castigados pela vida: Gay (Clark Gable), um velho vaqueiro, abandonado pela esposa que o trocara pelo primo, e com quem Roselyn inevitavelmente acaba tendo um romance; Guido (Eli Wallach), um taxista que lhe oferece a casa que vivera com sua mulher, morta em trabalho de parto ("Talvez estivesse viva se falasse o que sentia, se vocês se comunicassem mais", preconiza Roselyn a respeito do evento) e Pearce, um jovem e decadente vaqueiro que vive sozinho. Quatro almas em desespero, vivendo simplesmente, tentando esquecer suas realidades. Roselyn vai viver com Gay, num processo de negação do mundo, de si mesma. Os três apaixonam-se por ela, que permanece fiel a Gay, e a si mesma. E cada qual tenta de sua forma conquista-la, Guido traindo o amigo e Pearce sendo de certa forma tão frágil quanto ela. A personagem Roselyn nos remete biograficamente à própria Marilyn, e não é somente impressão: Gay acha-a triste, e lhe diz isso. Ela retorna dizendo que é o único que percebe isso, já que todos acham-na feliz. Pensamos até que ponto não estamos falando da própria atriz. Arthur Miller quando escreveu o conto inspirou-se claramente em sua esposa Marilyn, queria prestar-lhe uma homenagem, dar-lhe uma personagem que não era somente caras e bocas, que tinha sua integridade e não servia apenas de divertimento aos outros. Quando as filmagens se desenrolavam, os problemas já constatados em outros filmes da diva loura se verificavam: faltas, ausências prolongadas, internamentos, crises por causa dos remédios, crises existenciais, alcoolismo, inseguranças... Os remédios eram tão fortes que prejudicavam sua aparência, pois ela parecia estar sempre dopada. Particularmente Marilyn não gostara da personagem, achando-a quase patética em sua fragilidade, chorando por todos, ela, homens, animais. Não era a personagem forte que Miller lhe prometera. Tampouco Montgomery Clift estava bem: entregue ao álcool devido ao trauma sofrido em acidente automobilístico que deformara seu rosto, jamais conseguiria se reerguer ("Meu rosto está bem, você iria reconhecê-lo", diz em uma das cenas em que fala com a mãe ao telefone). Clark Gable sofria com problemas no coração, mas mesmo assim arriscava-se em cenas fortes, negando-se a usar dublê durante a cena em que é arrastado pelo cavalo. Mesmo assim não conseguia evitar sua aparência cansada. O galã não mais empolgava, era uma sombra de si mesmo. Poucas semanas depois de findas as filmagens, ele sucumbiu à doença. The Misfits tornou-se, com isso um dos filmes mais angustiantes de se ver, e sentir, já realizados no cinema. A película, que contava com pessoas tão cansadas quanto suas próprias personagens, acaba se tornando um grande questionamento ao casamento e à vida. "Estamos todos morrendo, todos os maridos, todas as esposas", fala Roselyn/Marilyn em determinado momento, com todas as discussões acabando carregadas de tensão, pois cada um em seu mundo defende suas angústias. Ela ama a vida, mas tem medo, ao passo que não gosta de ver nada morto. Gay lhe ensina que até a morte faz parte da vida, e ela não pode negar isso. Por isso, para Gay um homem gentil como ele também mata. Mata inclusive as esperanças de uma mulher que tenta se erguer. Um filme para ver sozinho, questionar-se o limite tênue entre a realidade da vida, um filme e as pessoas envolvidas. Por Carla Marinho
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  1954. Sidney Luft procura um meio de fazer retornar às telas sua esposa, Judy Garland. A mesma estava afastada havia quase quatro anos, quando a MGM rompeu o contrato que mantinha desde sua adolescência. Desde jovem, os executivos haviam-na incitado ao uso em remédios para emagrecer e antidepressivos, e aos 18 ela já apresentava sinais do vício que a tornariam por toda vida uma dependente com todas as conseqüências. Ela foi uma espécie de amostra do que a fama precoce e o excesso de trabalho podem fazer com uma pessoa: em muitos momentos as filmagens eram interrompidas para que ela pudesse se recuperar. O resultado disto foi sua demissão, depois de uma parceria de tantos anos com a MGM, e que rendeu clássicos como “O mágico de Oz” (Wizard of Oz), Desfile de Páscoa (Easter Parade) e “Agora seremos felizes” (Meet me in St. Louis). Sem um contrato certo, ela partiu para carreira de sucesso, como cantora, apresentando-se em grandes teatros dos Estados Unidos e Europa, onde ninguém esquecia a garota de Oz. Mas estava na hora de um retorno às telas, e para isso precisavam de uma história e elenco de peso. Garland já tinha apresentado um desejo de re-filmar o clássico “Nasce uma Estrela” (A Star is Born) de 1937, estrelado por Janet Gaynor e Fredric March, porém L.B. Mayer negara seu pedido. Agora teria sua chance. Estava tensa e nervosa, pois com o tempo, desenvolvera um pânico de interpretar, alimentado pelos anos de vício em barbitúricos aliado ao álcool. Cary Grant foi a primeira opção para co-protagonizar, mas não pôde assumir. James Mason, astro em ascensão, acabou ficando com o papel de Norman Maine. George Cukor, conhecido como extremamente paciente com as estrelas com quem trabalhava, dentre elas Greta Garbo, Katherine Hepburn e Ingrid Bergman, foi escolhido para a Direção. Na história, Norman Maine (Maison), astro de cinema decadente e alcoólatra, conhece Esther Blodgett (Garland), uma sonhadora artista que deseja o estrelato. Os dois se casam, Maine incentiva a carreira de Esther e esta começa a se transformar numa grande estrela, mudando seu nome para Vicky Lester. Começam seus problemas, pois o marido que a incentivou começa a ver sua própria carreira de ator declinar, por causa da bebida e insegurança. Filmado em cinemascope, o precursor do widescreen, teve em sua versão original 3 horas, pelo menos 30 minutos e um número inteiro, chamado “Born in Trunk” foram cortados. Finalmente, em setembro de 1954 o filme estreou com enorme sucesso de público e crítica. A Variety, o New York Times e a Time elogiaram a atuação da atriz, que ressurgia após um período afastada das telas, e chamando a atenção para os anos em que se dedicara à música. Judy e Mason ganharam o Globo de Ouro de melhores atores do ano, e o filme concorreu a 6 Oscars. Tudo ia bem, e ela era a cogitada para ganhar o de melhor atriz aquele ano, tendo como concorrentes Audrey Hepburn (Sabrina), Jane Wyman (Sublime Obsessão) e Dorothy Dandridge (Carmen Jones) e... Grace Kelly (Amar é sofrer). Num momento considerado uma das maiores injustiças da história do Oscar, Hollywood disse não mais uma vez àquela que teve a melhor interpretação do ano, dosando perfeitamente momentos de comédia, musical e drama para entregar o Oscar para Grace Kelly, num aguado papel em Amar é sofrer. Após o evento, Judy Garland ainda estrelaria alguns filmes, mas nenhum grande sucesso, e teria sua vida, mais do que nunca, calcada na música, apresentando-se em diversos locais, tendo um programa de TV e sendo relembrada como a doce Dorothy de O mágico de Oz. O gosto amargo da derrota por algo tão sem sentido, deixou um constrangimento geral, de críticos, fãs e amantes do cinema em geral. Mas a atriz levantou-se mais uma vez e provou, através da Imortalidade, que não só de Oscars se faz uma carreira, mas de sentimento e glória, que só os que lhe amam podem reconhecer. Por Carla Marinho
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  "Você só poderá livrar-se de mim matando-me".   Esta bem poderia ser a frase do filme A Caixa de Pandora (Die Buschse der Pandora), G. W. de Pabst. Um filme lançado em 1929, mas com elementos tão eternos que poderia ter sido feito hoje. O diretor austríaco demorou um bom tempo procurando a atriz perfeita para o seu papel, e não foram poucas as possibilidades, tendo até Marlene Dietrich como uma delas. Mas quando viu Louise Brooks, americana, percebeu que a estava procurando no continente errado. Lá estava a sua Lulu. Mas quem é Lulu? Segundo a Mitologia Grega, Pandora foi a primeira mulher criada por Zeus, tendo recebido dos demais deuses, conforme o que possuíam, beleza, talento, habilidades. Foi-lhe confiada uma caixa, que lhe incumbiram de cuidar e não a abrir em hipótese alguma. Desobedecendo a ordem, ela abriu-a, e viu surgir de dentro dela todos os males que afligiriam a humanidade. Assim, como a Pandora da mitologia, Lulu tinha seus "talentos", dados pelos deuses-homens, que lhe cobravam, e muito, um preço alto por eles. Foi, desde o princípio, um misto de mulher explorada e Vamp. Não a Vamp já conhecida e imortalizada por Theda Bara, perigosa e imoral, trazendo a desgraça para os homens. Mas uma mulher diferente, suave, moleca, e ao mesmo tempo forte, posto que conseguia quase tudo o que queria. Lulu é uma dançarina, que, sendo explorada por um velho (seu primeiro "chefe"), envolve-se com um rico dono de jornal, que lhe informa que se casará em breve. Lulu o ama? Provavelmente não, mas ser deixada em nome da moral não está em seus planos. Afinal, o casamento para ela não é empecilho para continuarem amantes. Os dois acabam sendo flagrados pela noiva, que rompe o noivado. E para que sua honra não seja definitivamente jogada na lama, o homem resolve casar-se com a dançarina. O homem sente ciúmes de Lulu, a quem sabe não possuir. Nem ao corpo nem à alma. Quem a possui, afinal? Talvez nem ela. Após uma cena de ciúme, o marido tenta matá-la. Ela o havia dito que esta seria a única forma de livrar-se! Mas Lulu escapa, e acaba por matá-lo em legítima defesa. Acusada de assassinato, foge com o filho da vítima, e acaba também por envolvê-lo num jogo de sedução, fugas e exploração sexual. Neste ponto ela torna-se mais vítima de sua própria imagem, tendo que se prostituir para sobreviver e sustentar aos outros. Mesmo não tendo uma visão clara do mal que fez, Lulu sofre as conseqüências dele. Na verdade, uma boneca nas mãos dos deuses, ela não é má, apenas não tem a noção da devastação que causa, e se o sabe, não o entende. É tudo tão simples! O filme chegou a ser censurado durante várias décadas na América, e em alguns outros países, devido às cenas fortes, e quando liberado teve cenas cortadas. Mas o que vemos é um erotismo bem explorado: a inocência quase infantil, o jogo de flertes e a louca juventude da década de 20, naturalmente sensual e que foge da vulgaridade. O olhar de Lulu é mais sexual do que mil mulheres nuas. E talvez por isto mais perigoso. Ela é uma mulher, apenas uma mulher. Livre. E alto é o preço pago por isto. Assim é a mulher de Frank Wedekind, autor da peça que inspirou A Caixa de Pandora. Pabst talvez não soubesse na época, mas faria um dos momentos mais memoráveis de toda a história do cinema: no flagra que a mulher faz de Lulu com seu noivo não temos palavras. Apenas gestos. E mesmo sem elas, entendemos perfeitamente que Lulu conseguiu o que queria, transmitindo erotismo, satisfação, e algo mais, interpretável particularmente por cada um de nós. Isto nos faz pensar na necessidade da palavra, que cobre qualquer tentativa de interpretação. Isso que nos faz querer ver e rever este filme, curiosamente, abrindo caixas e revelando não só os males, mas toda a beleza de interpretar a imagem eterna de Lulu.   Por Carla Marinho
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A evolução de um personagem Charlie é uma das personagens mais lembradas do cinema. Fato. Tanto que poucos hoje sabem distinguir Charles Spencer Chaplin (o diretor tirano até consigo mesmo) do pequeno e pobre vagabundo. Na maioria das vezes amada, sua figura hoje denota simpatia e ingenuidade e incita ao sorriso. Muitos foram cativados por sua plástica, mesmo sem ter visto um filme seu. No momento do flash, lá está ele parado, bengala na mão, olhar curioso, sorriso no canto da boca, olhos fixos na lente. Preto e branco. Por isso também extremamente marcante. Longe de nossa época, ele botou as vestes pela primeira vez, e outra, e outra. E o Vagabundo que temos hoje já não é o inicialmente criado. Ele foi sendo moldado a cada película, a cada cena refeita ou descartada. Daí tornar-se errônea a idéia do único papel. Como um adolescente que se forma, também o vagabundo mudou ao longo do tempo, evoluindo em sua síntese. No Carlitos da Keystone, primeira companhia onde ele veio a trabalhar, verifica-se a maldade como marca principal, talvez pela necessidade do movimento e da rapidez que a comédia pastelão pedia, ou pelas histórias improvisadas e muitas vezes sem roteiros. A técnica era pensar em algo rápido e fazer a câmera rodar. O resultado eram filmes curtos, de no máximo dois rolos e confusões com cachorrinhos, chutes no traseiro de mulheres, Chaplin bêbado flertando com várias mulheres, fingindo-se ser conde, roubando mulheres, como em "Carlitos banca o Tirano" (Mabel at the Wheel) e trapaceando em corridas. Numa época em que não existia o politicamente correto, Chaplin (o ator) ainda cumpria ordens, e o vagabundo era um sobrevivente que não media as conseqüências dos seus atos. Começar a dirigir seus próprios filmes lhe deu a responsabilidade e a liberdade que não tinha antes. O tempo ainda era curto no início, quando ele permanecia empregado do Estúdio, em compensação podia escolher sua história e cenários. A personagem passa a ter nuances de ternura, que foram posteriormente melhor exploradas, como a eterna carência e a rejeição sofridas: em "O vagabundo" (The tramp), considerado seu primeiro clássico, a estrada surge como elemento final da caminhada do vagabundo (que ele utilizaria desse filme para frente como o final comum). E, pela primeira vez, rimos e sentimos pena da personagem. A terceira fase abrange não só ele, mas objetos inanimados, que formam junto a ele mais que um objeto de cena, mas a cena em si: Em "A uma da madrugada" (One A.M.) Chaplin é um homem que chega bêbado em casa, mas o simples ato de entrar no quarto para dormir transforma-se numa verdadeira guerra: contra as jarras, os lustres, os móveis, tapetes e relógios. O relógio é também parte necessária em "Casa de Penhores" (The Pawnshop), onde ele chega a realizar uma "cirurgia" em um relógio, tirando o pulso, a pressão, escutando o "coração" com um estetoscópio e tirando-lhe os "orgãos" desnecessários. Impagável. O Chaplin romântico, até mesmo considerado piegas pela crítica da época surge com os chamados Grandes Clássicos: O garoto (The Kid) - um drama/comédia que nos faz rir e chorar; Em busca do Ouro (The Gold Rush) - o tema da rejeição mais uma vez quando Charlie é desprezado pela Georgia; Luzes da cidade (City Lights) - o amor incomensurável por uma cega que o faz até trabalhar para pagar uma operação que a fará enxergar; e o palhaço de Luzes da Ribalta (Limelight) - uma grande reflexão sobre toda a sua carreira cinematográfica. O fato é que entre o pequeno vagabundo dos primeiros filmes, tão arisco e arredio e em sua última aparição, no "O grande ditador" (The great dictator) muita coisa aconteceu, sua visão política foi ampliada, evoluiu-se o cinema, evoluiu-se o pequeno vagabundo, pois que os anos passam sempre, e involução é para aqueles que negam o crescimento. E ao vermos sua caminhada, de costas para a câmera, percebemos que aquilo não é o fim de um filme, mas o início de algo que não podemos captar. Carla Marinho
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  Em 1971 ocorreu uma rebelião no Presídio de Attica, que fica em Nova York. Os presos mantiveram funcionários do presídio como reféns. Depois de 5 dias veio a resposta violentíssima da Polícia, um verdadeiro massacre que culminou com a morte de 43 pessoas, das quais 11 reféns e 32 presos. Attica foi relembrado quatro anos depois, numa das cenas mais marcantes que a 7ª arte produziu, quando Sidney Lumet (Longa Jornada Noite Adentro e Doze Homens e Uma Sentença), com o roteiro de Frank Pierson, levou às telas A Dog Day Afternoon (Um Dia de Cão), filme baseado em fatos reais: em 1972, John Wojtowicz, vulgo Sonny, invadiu um banco para conseguir dinheiro para que sua esposa transexual pudesse fazer uma cirurgia de mudança de sexo. O cineasta optou por contar a sua história sem exageros, valorizando um bom roteiro e um elenco pequeno, porém afiado, que contava com John Cazale, Sully Boyar, Charles Durning e Al Pacino. Sonny (Al Pacino), num ato de desespero, juntara-se a dois amigos, Sal (John Cazale) e Stevie (Gary Springer), para assaltar um banco no final do expediente. Verifica-se que eles não têm mesmo experiência, dado o nervosismo e a desistência de Stevie no último momento. Um grupo de mulheres que trabalham no banco e o gerente são mantidos reféns, enquanto Sonny vasculha os cofres que estavam vazios: todo o dinheiro havia sido recolhido de tarde, pelo Caixa forte. O assaltante fica nervoso e começa a vasculhar os demais caixas, recolhendo o dinheiro restante e queimando registros. Contudo, junta menos que 1.500 dólares e, quando se preparam para sair, recebem um telefonema da Polícia, avisando-lhes que está à porta. O atrapalhado assalto vai tomando proporções imensas quando os jornalistas chegam para dar cobertura a toda a negociação. O público, curioso e entusiasmado, ignora se vidas estão em perigo, os reféns começam a acreditar que estão realmente em um show, Sonny se desespera aos poucos e Sal permanece num estado assustadoramente letárgico. Acreditando que pode pedir tudo, Sonny começa a exigir coisas: a presença de sua esposa, limusine, jato para fuga, pizzas, cerveja e analgésicos.     Em dado momento, o assaltante sai à porta do banco e começa a gritar: Attica! Attica!! É o suficiente para angariar a simpatia do povo, que o apóia mesmo talvez ignorando a causa. Sonny é, afinal, um lunático que destila palavras de reação, se tornando atrativo numa tarde tão sem atrativos. Toda a atenção fornecida pelos canais de TV, pelos traunsuentes e pelos policiais o transformam em um ídolo transitório, em um show de horrores, como constata o próprio Sonny, talvez o mais lúcido dos loucos ali presentes. Para ele não importa o que dizem as TVs, não acredita nos homens da lei que buscam negociar para que ele liberte os reféns que estão com ele: "como eu os libertarei, se são eles que garantem minha vida? Se não fossem os jornalistas e as câmeras de TV, eu já estaria morto! Desarmem-se!", grita, completando com mais gritos por Attica.   Sal quase não fala, sempre agarrado à sua arma, que mantém em caso de invasão dos policiais, mas transmite toda a tensão psicológica vivida pelos momentos tensos dentro do banco. John Cazale (Fredo em O Poderoso Chefão), brilhantemente nos presenteia com um personagem dramático, eficiente e misterioso: enquanto Sonny embora tenso demonstre certo equilibro, ele se cala e nos nega a opção de tolher algum significado ao seu silêncio. Ele parece ser aquele psicopata que fica calado enquanto todos se desesperam, e que de repente explode matando a todos, sem dizer uma só palavra. Ao mesmo tempo demonstra ser apenas um homem ignorante, temeroso do seu destino, e disposto a morrer para não ter que ir novamente preso. Sal, um ex-presidiário, parece embarcar naquela onda sem mesmo saber os motivos, e mantém o seu nível de tensão sempre alto até os seus últimos momentos. E quanto a Al Pacino, bem... torna-se um pleonasmo dizer que ele reina absoluto em todas as cenas em que aparece. Al se sobressai não por causa da sua presença ou porque seu personagem possui as melhores falas, sendo o porta-voz daquela loucura toda em que se transformou um simples e corriqueiro assalto a um banco. Ele se sobressai com o apuro nos trejeitos e maneirismos, com o texto apurado e vivido intensamente e a entrega que sempre dedica aos seus personagens. Um Dia de Cão completa-se ao nivelar momentos de tensão com certa comédia em meio a trama bem construída, com um desfecho esperado (inocência de Sonny pensar que fugiria para outro país em um jatinho), rendendo a Al mais um personagem marcante para sua galeria. Dificilmente, depois do brilhante filme de Sidney Lumet, Attica voltará a ser esquecida. Por Carla Marinho  
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Bram Stoker's Dracula (Drácula de Bram Stocker), de Francis Ford Coppola, estreou nas telas de todo mundo em 1992, adaptação do livro de Bram Stoker, tendo no elenco Gary Oldman no papel principal e Winona Ryder, como sua amada Mina. O filme contou ainda com as participações de Anthony Hopkins, Monica Bellucci e Keanu Reeves (eterno Neo). O nome de Bram Stoker (escritor irlandês que escreveu a obra em 1897) teve que ser incluído porque outro estúdio possuía os direitos do título. Drácula, o livro, tornou-se um clássico do terror, apesar de ter demorado algum tempo a ser reconhecido pelo grande público. Ele inspirara-se na história real de Vlad Tepes III, conhecido como o empalador, um príncipe que vivera na Transilvânia lembrado por todos por seus atos de crueldade para com os inimigos. Para Stoker a história de Vlad ultrapassara o limite da vida, estendendo-se para a eternidade, na figura do vampiro com poderes sobrenaturais. E é vivendo em seu castelo que Vlad recebe a visita de um jovem, Jonathan Harker, que acaba se transformando em prisioneiro do príncipe, quando este descobre ser ele noivo da reencarnação de sua amada e aprisionado por belas vampiras, que sugam-lhe o sangue, deixando-o indefeso para a fuga. Bastante fiel ao livro, a versão cinematográfica de Coppola, a história do filme é baseada na vida real do príncipe Vlad da Romênia, que provavelmente sofria de vampirismo e que teria matado seus inimigos, bebendo seu sangue e algumas vezes empalando-os. No seu livro, Stoker lança mão de argumentos românticos para embelezar uma história tão trágica e mórbida, e Coppola segue o ritmo, embalando-nos os feitios sombrios do príncipe das trevas com a beleza e pureza de Mina, aqui tão bem interpretada pela jovem atriz Winona Ryder. Em seu filme Coppola no traz Vlad, um guerreiro da Sagrada Ordem de Dracul, combatendo infiéis turcos que lutam contra os cristãos. Como vingança, seus inimigos turcos enviam uma mensagem para a sua terra, informando que Vlad estava morto. Elisabetha, sua noiva, desespera-se com a notícia e se joga a um rio, ao pensar que o seu amado morrera em batalha. Este, o Príncipe Vlad, ao chegar à sua terra, depara-se com a jovem morta e deseja enterrá-la em solo sagrado. Como ela cometera suicídio, a igreja nega-lhe o pedido. É o que basta para que o príncipe renegue a Deus, prometendo vingança e jurando beber somente sangue a partir de então. Torna-se Drácula, o príncipe das trevas, um morto-vivo condenado a viver sua eterna dor. Depois de quatro séculos, em 1897, ele descobre que a sua amada reencarnara em Londres, e parte para encontrá-la, mas para isso terá que deter novamente as forças da igreja e o marido de Mina, Jonathan Harker.   O filme ganhou 3 Oscars (efeito sonoro, figurino e maquiagem), sendo ainda indicado como melhor direção de arte. Para mim o Drácula definitivo. Gary Oldman encarna o coisa ruim de uma forma tão fascinante, que fica-nos claro o porquê de Mina, ainda sabendo que ele matara Lucy, ainda quer ficar com ele. Antes dele já vimos muitos, muitas vezes retratados como fascinantes, mas que na verdade só passavam a imagem macabra de feias criaturas que matavam por sangue. Assim foi com Nosferatu (1922), de F.W. Murnau. Este nosso Drácula é revestido desde o princípio com um erotismo tanto nas falas quanto nas atitudes. Seu lado monstruoso é apresentado quando seduz e mata Lucy (Sadie Frost), melhor amiga de Mina, mas surpreende ao vacilar no momento em que sua amada decide por virar uma vampira para segui-lo para sempre: "Não, não posso condená-la! Você é carne da minha carne, sangue do meu sangue", diz. Gary Oldman bem que poderia ter sido indicado a um Oscar, pois trouxe a melhor interpretação que já tenha existido do vampiro, com seus traços de sadismo ou romântico, seja envelhecido ou disfarçado de jovem (quando está próximo a Mina). A Academia, mais uma vez, errou feio. Por alguns momentos até chegamos a torcer por um final feliz do vampiro, ao lado de Mina, e torcer contra o marido sem sal, aqui tão amargamente interpretado por um fraquíssimo Keanu Reeves. Perdoem-me o exagero da minha definição sobre a interpretação do eterno Neo (Matrix), mas sua atuação só não foi pior porque sempre teremos "Bill & Ted's Excellent Adventures" em seu currículo. Alguns poderão dizer que foi um dos seus primeiros filmes, ao que eu rebato que quase nada mudou desde então... A fotografia é outro destaque, além do figurino e efeitos sonoros, especiais e maquiagem. Enfim, um filme bom numa fase tão amarga para Francis Ford Coppola, que amargava fortes críticas e insucessos, após produzir filmes como O Poderoso Chefão e Apocalypse Now), mostrando que o monstro podia estar adormecido, mas não morto. Bram Stoker's Dracula,americano, 1992, Francis Ford Coppola Por Carla Marinho
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    Howard Hughes não foi um homem fácil. Nascido em berço de ouro, trazia em si todas as complicações ocasionadas por uma mãe que excedia nos cuidados com o filho: tudo era excesso. Após a morte do pai, herdou milhões de dólares que ele muito bem administrou e investiu. Com seu dinheiro foi engenheiro, diretor, produtor de cinema, industrial, tornando-se uma das personagens mais intrigantes da história mundial recente. Fez história e sua história foi escrita e reescrita por diversas mãos que não as suas. O cinema não poderia deixar de lado uma personagem em potencial como esta. E pelo menos duas vezes tivemos a sua personalidade nas telas, uma delas implicitamente, outra claramente biográfica. Em "Os Insaciáveis", best-seller de Harold Robbins o magnata aparece sob a vestimenta ficcional de Jonas Cord. Herdando a indústria com a morte do pai, com quem mantinha uma relação de ódio e mágoa, o industrial passa a administrar com braço de ferro os seus negócios, não importando o que lhe venha pela frente: mulher, amigos, companheiros de trabalho. Nada. Ele é o homem sem sentimentos, que parece vingar-se do mundo pelo que sofreu durante a infância e pelo medo consciente que tem de enlouquecer. Sucesso também pelo alto teor erótico, em 1964 o livro foi para as telas, sob a direção de Edward Dmytryk. George Peppard, que brilhara em "Breakfast at Tiffany's" (Bonequinha de Luxo), surge como o protagonista, trazendo com ele a marca do ódio, que acompanha todo o desenvolvimento da trama. Em comum com Howard, temos aqui a trajetória desenvolvida após a morte com o pai, o investimento no cinema e na aviação. Decerto Howard era um homem difícil, como podemos supor ao ler sua história, mas o era por problemas também psiquiátricos. Peppard encarna aqui, perfeitamente, um homem forte e duro, que desenvolve desde o início uma relação de ódio e atração com Rina Malone (Carol Baker), segundo ele alguém que é capaz de odiar como ele e de desprezo por Mônica Wintrop (Elizabeth Ashley), com quem se casa e abandona pelo simples fato desta querer amá-lo e com ele constituir uma família. Cord não é um homem fácil de ser amado. O momento marcante do filme acontece no final, quando Jonas tem um embate com seu melhor amigo, Nevada, que, cansado de ver durante tantos anos seu desrespeito e prepotência, resolve mostrar-lhe a verdade nua e crua: diferente do seu pai, a quem ele tanto odeia e renega, Jonas não possui nada. O final, como ficção, é totalmente hollywoodiano, com a redenção do homem mal e o reino da paz. Destaque para Peppard que perpassa todos os momentos com maestria, fazendo-nos quase odiar Cord, embora saibamos dos motivos que o levam a agir daquela forma. Em 2004, Scorsese resolveu contar a história do Aviador, sob uma ótica sem subterfúgios da ficção: Leonardo DiCaprio é Howard Hughes, com todas as suas manias e desejos, amantes e acessos de loucura. Uma interpretação intensa e o seu melhor papel no cinema, depois do marcante "Gilbert Grape - Aprendiz de Sonhador". Como Jonas Cord, inspirado no magnata, aqui ele assume também a postura de um homem verdadeiramente obcecado pela perfeição, que parece desconhecer os limites impostos pelo dinheiro, mas não é só alguém com sérios traumas de infância e com medo de enlouquecer: Howard Hughes tem uma doença evolutiva, TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) e microfobia. O magnata de Scorsese traz a dubialidade do gênio atormentado, recluso em um mundo paralelo e criado por sua imaginação, doente porém com idéias à frente de sua época. DiCaprio tem como ponto alto as cenas que se seguem no acesso de loucura de Howard; trancado em seu cinema, ele bebe compulsivamente leite (a única bebida que aceita naquele momento, enfileirando as garrafas de um modo grotesco), assiste aos seus filmes repetidamente, entrega-se à sujeira que tanto nega, evita falar com todos com o pretexto de não se contaminar e entrega-se à evolução de doença. O espectador assiste a tudo incólume, em parte pela distância que se coloca a personagem, um traço escolhido pelo diretor para levar a história a um nível de narração. E apesar das dificuldades enfrentadas por Howard, ainda assim permanecemos sem potencializar um sentimento de rejeição, raiva ou amor por ele. Ao contrário de Jonas Cord de "Os Injustiçados", por quem desenvolvemos uma antipatia desde cedo. Dizíamos no início que Howard Hughes não era um homem fácil. Interpretá-lo também não. Para isso tivemos, ao seu nível, duas interpretações magníficas, diferenciadas porém com um traço comum, a intensidade. Algo imprescindível a um homem que foi ele próprio uma personagem.   Por Carla Marinho
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James Dean dá voz e vez aos adolescentes.   "...as pessoas olharão para o céu e irão notar uma estrela... cada vez mais brilhante e cada vez mais próxima ao se aproximar de nós... Com a aproximação da estrela, o clima vai mudar. As calotas polares norte e sul vão se decompor e se dividir."   Este texto foi dito por Nicholas Ray, no papel de um professor de astrologia no filme Rebel Without a Cause, anunciando, num tom quase profético, o que viria a ser a introdução do personagem Jim Stark na escola. A mudança seria significativa, e ultrapassaria os limites dos créditos finais, pois o jovem seria retratado de uma maneira que até então não tinha sido explorada nos cinemas. Na década de 30, a série de filmes "Andy Hardy" trazia Mickey Rooney como astro principal e seu personagem não parecia ter consistência em seus problemas, resolvidos em comum acordo com seus pais, seus melhores amigos e conselheiros. Andy é tão irritantemente correto que é incapaz de sair de seu quarto sem antes forrar a cama. Quase vinte anos depois, no clássico The Wild One (O Selvagem), de Laslo Benedeck, Johnny, interpretado por Marlon Brando, é um jovem que comanda uma gangue de motociclistas, fazendo arruaças e incomodando a todos. Não fica claro o motivo de toda a sua revolta, ele é apenas, e sem explicação alguma, um rebelde sem causa. Alguém que parece querer tirar os outros do sério sem dá-los uma explicação plausível por tanta raiva. Nicholas Ray quis mostrar uma realidade, entre uma e outra e ao mesmo tempo diferente de todas as apresentadas anteriormente. Desde o seu primeiro filme, "Hey Life by Night" (1948) ficava claro sua predileção pelo tipo de pessoas que ele mostraria em toda a sua obra. Homens quase sempre frágeis, receosos quanto ao seu futuro e mal situados no mundo em que vivem. Foi assim que ele iniciou os planos para filmar Rebel Without a Cause, aqui no Brasil traduzida para Rebeldes sem Causa ou Juventude Transviada. Os atores escolhidos para o legendário filme foram James Dean, Natalie Wood e o Sal Mineo. Jim Stark (James) é um jovem problemático com dificuldades em fazer amizades, e tendo pais que não sabem como lidar com o gênio do filho, por vezes delicado, por vezes revoltado. Os próprios pais seriam parte do problema quando partiam de uma cidade para outra fugindo da resolução deles, ao invés de tentar resolvê-los.   Na primeira cena, Jim, bêbado, cai no chão e encontra um macaco com quem começa a brincar e cobre com jornal para que ele durma. Corte e já o vemos sendo levado para um distrito policial, onde ele conhece Judy (Natalie Wood) e Platão (Sal Mineo). O diretor nos faz conhecer os personagens por seus problemas apresentados, enquadrando-os um por um dinamicamente. Ela tem um pai rígido, que lhe nega carinho, pois acha que a filha já é uma mulher; John não tem nem pais para lhe darem carinho, tendo sido abandonado por ambos nas mãos de empregadas, sendo preso por maltratar um animalzinho. Dos três, apresenta-se claramente quem possui maiores problemas psicológicos desde o início, e quem terá dificuldades em resolvê-los. No dia seguinte os três irão se encontrar novamente, desta vez na escola. Ela com seu grupo de adolescentes, encabeçado por Buzz (Corey Allen), algo como um grupo de selvagens sem motocicletas, que lembram-me claramente o de Johnny em "O selvagem". Eles aparentemente não precisam de motivo para se irritarem, parecem apenas querer se divertir, seja como for, magoando ou não quem estiver pela frente. O grupo percebe e não gosta do novato que chega à escola, e desejam divertir-se às suas custas. De frente ao seu armário, onde se penteia olhando uma foto do ator Alan Ladd, Platão demonstra suas tendências homossexuais, que irão se fixar na figura de Jim. E na saída do planetário, onde o professor dissera as palavras que colocamos no início do nosso texto, começam os primeiros problemas de Jim com a gangue de Buzz e Judy, quando eles esvaziam o pneu de seu carro, resultando numa briga de facas. Jim busca consolo em seu lar. Ao chegar toma uma garrafa de leite (carência de mãe?) e pede conselhos ao pai, que é incapaz de ouvir-lhe e ter a força que o filho deseja que tenha. O que Jim não compreende, em sua juventude, é que as pessoas não se transformam em pessoas fortes somente por serem. Jim tem toda a liberdade que deseja, mas nela não encontra a resposta de suas dúvidas. Precisa também de um colo, e não apenas ser jogado para o mundo. Na ausência de respostas, segue para a corrida de carros que dará fim à vida de Buzz, ocasionando a briga dos rapazes da gangue com Jim, e fuga dos três novos amigos, Jim, Judy e Platão, para uma mansão abandonada, onde eles irão brincar de ser adultos.     Platão adormece e os outros jovens vão descobrir-se em outras partes da casa. Deixem que as crianças durmam, parece dizer Jim. Nesse ínterim, o grupo de Buzz encontra-os e persegue Platão, que tenta se defender da melhor maneira possível, atirando em um dos garotos, no seu medo desesperado por estar só novamente. Sente-se traído por Jim, que lhe abandonara, mas há claramente um sinal de ciúme por seu amigo ter saído com Judy para ficar a sós com ela. Platão foge para o planetário, onde a sequência termina de uma forma trágica e expressiva. Este filme é uma explosão de cores fortes expressas nas roupas verdes de Judy e nos lábios e jaqueta vermelhos. Algo que explode até mesmo em suas cenas noturnas. O exagero, neste caso planejado, reforça a dimensão dos sentimentos enervados e das situações extremas. Fato este que não funcionaria se o mesmo fosse rodado em preto e branco. A ação nos momentos finais é tensa e dinâmica, bem ao estilo de Ray. E não é difícil entender porque hoje, mais de 50 anos depois de lançado, ainda é referência para obras sobre a juventude. O final não é feliz, ele termina tal como começou. Uma referência ao passado que se partiu e a algo novo que está surgindo. Alguns não sobrevivem, alguns saem vivos, mas marcados para sempre. Algo como nossa própria vida e que ultrapassa até mesmo o sentido da juventude. Recentemente mostrei este filme para um grupo de adolescentes, que depois de se queixarem de que iriam ver um filme antiquado que nada lhes diria a não ser sobre a juventude de uma épca, me disseram ao final: tudo igual. Tudo exatamente igual ao que eles sentem e vivem hoje. A isso eu chamo de cinema clássico e eterno. Por Carla Marinho
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O filme que tinha tudo para ser um fiasco.  A verdade é que hoje é difícil imaginar, mas O Poderoso Chefão (título horrivelmente traduzido de The Godfather / O Padrinho) poderia ter sido um fiasco.  A Paramount tinha problemas financeiros e não queria de forma alguma correr riscos desnecessários. Mario Puzo havia lançado há pouco tempo um livro, The Grandfather, que fazia relativo sucesso, e um roteiro começou a ser esboçado por ele e por um jovem cineasta, ainda desconhecido, chamado Francis Ford Coppola. Recém saído da universidade, Coppola era o protótipo de um jovem que desejava fazer cinema bom, tinha boas idéias e para isso inspirava-se no velho cinema europeu, fazendo curtas e filmes de baixo orçamento. Participar de uma obra como essa significava entrar num mundo para poucos e uma ótima experiência. O roteiro havia sido negado por Elia Kazan, que não queria se arriscar com filmes de gângsters, que tinham um histórico tão malfadado em Hollywood. Decidiram por escolher o jovem Coppola, pois isso significava economia nos gastos e, sobretudo, alguém que eles pudessem moldar. Estavam redondamente enganados. Ainda na fase de pré-produção eles perceberam que o jovem diretor não seria assim tão maleável. Coppola, por sua vez, agarrava-se e se apaixonava cada vez mais pela obra, contribuindo com idéias para o roteiro, escrito a quatro mãos. Para o papel de Vito Corleone, o Padrinho, ele pensara nos grandes atores do momento, Laurence Olivier ou Marlon Brando. Olivier encontrava-se doente, não poderia assumir, restando convencer os estúdios e Marlon Brando a aceitarem o papel. Resolvido o problema do protagonista, havia a escolha dos demais. Testes e mais testes foram feitos e Al Pacino, até então um ilustre desconhecido, foi escolhido para aquele que seria considerado o papel de sua vida: Michael Corleone. No livro de Puzo, Michael era louro, o que fez com que surgissem nomes como o de Robert Redford para o papel. Apesar de um mal-estar inicial, Pacino, para o bem do nosso cinema atual, permaneceu. Logo na primeira semana de filmagens, os rumores de que o diretor seria demitido chegaram aos seus ouvidos. Coppola sentia-se encurralado, cobrado e desacreditado, mas prosseguiu. Confiava em seu elenco, alguns novatos, outros vindos do teatro, alguns familiares e seguiu em frente. O casamento de Connie (Talia Shire - Rocky), a filha mais nova do Padrinho, deveria abrir o filme. As cenas levaram dois dias inteiros para serem feitas, apresentando os filhos Sonny (James Caan), Fredo (John Cazale) e Michael, além dos demais membros do clã. Muitos figurantes haviam sido escalados, assim como boa parte da família do próprio diretor (seu pai ficara responsável pela orquestra que tocaria ao vivo e sua mãe aparecia cantando). Coppola também utilizaria reminiscências de sua própria infância, ao caracterizar uma festa tipicamente ítalo-americana. Mas ele achava que faltava alguma coisa para preencher a primeira parte. Decidiu justificar o título, apresentando inicialmente um dos "afilhados", pedindo favores ao padrinho, algo que veríamos ao longo de todo o filme. Contando a história da família Corleone, O Poderoso Chefão desmistificava a forma como os chefões da máfia eram apresentados, humanizando-os ao estabelecer os crimes e justificá-los como sendo "apenas negócios", sem deixar, com isso, de adotar uma abordagem realista. Numa das cenas, Kay (Diane Keaton) afirma para Michael que ele é inocente ao afirmar que o pai dele faz "apenas" negócios, pois um trabalhador normal, justifica Kay, como um presidente ou empresário, por exemplo, não mataria por este motivo. Michael lhe encara e afirma que a inocente é ela por acreditar nisso. Muitas seqüências do filme tiveram que ser feitas sem os atores principais, para preencher espaços que pareceram vazios, como na seqüência do hospital, em que Michael verifica que os corredores estão vazios e seu pai correndo perigo de vida. Revendo as cenas, Coppola verificou que precisava fazer novas filmagens dos corredores, aumentando, com isso, a sensação de que o Don Corleone corria perigo. Na parte técnica, a direção de fotografia e câmeras ficou por conta de Gordon Willis, que, tradicionalista como era, preferia filmar tomadas paradas e que não desviassem a atenção do público. Somente em alguns momentos, e poucos, veremos tomadas por cima sobre o eixo horizontal (na cena em que Corleone é atingido e as laranjas se espalham pelo chão e quando Michael se reúne com Sollozzo e o policial corrupto no restaurante para mata-los) ou em close up (quando Michael destila o seu plano para matar Sollozzo e a câmera vai se aproximando de seu rosto, para frisar o momento de decisão). As locações são bem exploradas, aferindo um tom elegante e sombrio, enfatizado pela negritude das roupas e luz escassa em algumas cenas, colorizadas apenas por alguns tons laranjas quase sempre presentes em todo o filme, em forma de frutas, roupas e cenários. Sobre o tom laranja, algumas pessoas afirmam se tratar de um prenúncio claro de que novas tragédias ocorrerão a seguir. Não consegui ver essa relação subliminar, pois percebo uma constância da cor, em quase todos os momentos. O elenco de peso, incluindo a ainda promessa Al Pacino, e os já consagrados Marlon Brando e Robert Duvall, oferece atuações competentes, fazendo-nos esquecer de atuações patéticas como a de Al Martino como o cantor Johnny Fontane (inspirado claramente na figura do cantor Frank Sinatra), tão sem inspiração que nas cenas em que se exige uma emoção maior são suas costas que vemos, sendo a câmera focalizada em Marlon Brando, que está à sua frente. Os diálogos inteligentes acabaram tornando o filme uma espécie de manual de vida, sendo parodiados e usados à exaustão. É interessante verificar também que, de tão batidas, frases e cenas se tornaram conhecidas até mesmo por quem não viu o filme: "Apenas negócios", "nunca deixe alguém perceber o que você está pensando", "eu vou fazer uma oferta que ele não poderá recusar" são apenas algumas delas. E a trilha sonora de Nino Rota? A música não era inédita, já tinha sido usada em alguns filmes antes deste, mas Nino a refez para o filme, deixando-a mais lenta. Afinal, plagiar a si mesmo não é plágio, não é mesmo? O filme dura quase três horas, na maior parte de diálogos, com poucas movimentações: um filme basicamente de homens sentados discutindo sobre negócios e mais homens. Don Corleone e companhia traduzem tão bem uma simples família italiana que por vezes sentimos a tentação de fazer parte dela. Bom... pelo menos nos bons momentos de espaguete e festas. Seja para cumprir com suas obrigações como cinéfilo ou para constatar a genialidade de uma obra, O Poderoso Chefão torna-se item obrigatório para quem ama o cinema ou para quem somente deseja aproveitar o tempo vendo um bom filme. Ou seja, para todos.
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Daniel Brühl e August Diehl criam o clube dos suicidas. "Paul Krantz e Günther Scheller vêm por meio deste, descrever os eventos, para que não haja nenhum mal entendido. Esta noite nos vingaremos... Vingaremos daqueles que amamos e que traíram o nosso amor. E então nós, Günther e eu, deixaremos esta vida com um sorriso. Essa é toda a verdade."   Quando inicia-se o filme, a primeira coisa que vemos é Paul subir as escadas, e o som crescente de sua respiração denotar o pânico que sente. O déjà vu se manifestou e lembrei-me de uma cena do filme Salvador, protagonizado pelo mesmo Daniel Brühl, em que ele caminha, com o mesmo olhar penoso, para a morte. Desta vez é diferente. Paul é um sobrevivente, e conta a história dos acontecimentos do final de semana, aparentemente tranqüilo, que resultou na morte de dois jovens. Ele acompanhara seu amigo Günther à sua casa, onde acabou conhecendo a irmã deste, Hilde. Romântico, Paul acaba por se apaixonar platonicamente pela bela jovem. Nem tudo parece tão calmo como aparenta, na verdade Günther e Hilde, irmãos, dividem o mesmo homem. Günther incentiva a irmã a flertar e ficar com Paul, numa última esperança de que sua irmã por ele se apaixone e deixe o caminho aberto para ele e Hans (seu ex-amante e agora amante de Hilde). Hilde seduz Paul, pois faz parte de sua natureza a sedução, para mais tarde desiludi-lo: para ela o amor não existe e, se existe, deve ser vivido momentaneamente. Para Günther, existem apenas dois tipos de pessoas: as que nasceram para amar, como ele e Paul, e os que nasceram para ser amados, como Hilde e Hans. Durante uma festa, ao ser preterido por Hans, Günther planeja o assassinato do ex-amante e o seu próprio. Percebemos desde sempre que a palavra é mediadora, mas o gestual terá força predominante no filme. A festa transcorreu com muita loucura, bebidas, drogas, música. Paul afasta-se com Elli (que nutre por ele a mesma paixão que ele possui por Hilde). Ele retorna ao grupo pela manhã e encontra todos os envolvidos sentados na grama, cansados e ainda inebriados com o que passaram. Hilde lança-lhe um olhar de desafio e reprovação, Günther, sangrando por fora e por dentro, derrama algumas lágrimas e sangue, e Hans, o causador de toda a tristeza dos irmãos, sorri cinicamente. É o bastante para que Paul se dê conta de que ele magoara seu amigo, e parte para cima dele, despejando todo o desespero de todos ali presentes. Apesar do texto poético, não precisamos deles para perceber as diferenças e as igualdades daqueles jovens em busca do amor. Para Que Serve o Amor Só em Pensamentos? foi a estréia de Achim von Borries na direção. A história é baseada de um fato verídico, ocorrido em Berlim, no final da década de 20, mas ao invés de seguir fielmente o contexto em que ocorreu o diretor acaba por desenvolver sua narrativa de forma atemporal, utilizando a trilha sonora sem grandes efeitos sofisticados. Esta surge em alguns momentos para situar a época abordada (década de 20) e também para situar o silêncio que permeia todo o ambiente, evocando sempre que algo terrível está para acontecer. Como as palavras, o som também parece surgir só nos momentos necessários, quando a imagem não mais possa transmitir sua mensagem. Parece não ter sido por acaso, que um roteiro tão pesado como este, fosse fotografado com a luz sempre direta, e as cores predominantes fossem, em ordem, o branco, o verde e o amarelo. O verde aparece nos tons das roupas de Hilde, na natureza que norteia a casa onde eles se juntam e até mesmo na bebida (Absinto), o amarelo forma o contraste, em tons dourados dos ambientes. O branco é o reflexo que surge pelas janelas quando estão em ambientes fechados, na forte iluminação dos rostos e nas roupas, quase sempre claras, quase sempre brancas. Nas cenas dos tribunais, o negro predomina, como forma de luto, mas no pescoço de Hilde há um lenço branco criando um ponto, mostrando-se presente. Quanto aos atores, as interpretações impressionam, levando-se em conta a intensidade passada em alguns momentos apenas pelo olhar. Daniel Brühl domina o filme, mas é a performance de August Diehl, ator ainda com pouca experiência, que nos atrai. Ele consegue transmitir todo o sofrimento e desesperança causados pela depressão e o desespero causado pela rejeição do amante. Se a pergunta título do filme, "Para que serve o amor só em pensamentos?" fosse feita aos personagens, teríamos as respostas prontas. Tão somente para sofrer. Bem ou mal, sempre para sofrer. Enquanto uns são amados, belos porém maus, outros nasceram para a dor de serem desprezados e excluídos, para servirem de pano de fundo para que outros vivam intensamente suas paixões, distantes do amor real. Esses demônios do amor não nos largam durante um bom período, depois que assistimos a este filme.
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Ficha Título Original: A Condess of Hong Kong Ano/País/Gênero/Duração: 1967 / Inglaterra / Comédia /120min Direção: Charles Chaplin Produção: Charles Chaplin Roteiro: Charles Chaplin Música:  Charles Chaplin Elenco: Marlon Brando .... Ogden Mears Sophia Loren .... Natascha Sydney Chaplin (2) .... Harvey Tippi Hedren .... Martha Patrick Cargill .... Hudson Michael Medwin .... John Felix Oliver Johnston .... Clark John Paul .... The Captain Angela Scoular .... The Society Girl Margaret Rutherford .... Miss Gaulswallow Peter Bartlett .... Steward Bill Nagy .... Crawford Dilys Laye .... Saleswoman Angela Pringle .... Baroness Jenny Bridges .... Countess Geraldine Chaplin Sinopse Uma condessa (Natasha) viaja para a América, e acaba conhecendo um político americano, e os dois acabam se apaixonando. Só há um pequeno detalhe: ele é casado, e uma separação poderia arruinar toda a sua carreira, e ele tem que decidir o que fazer. Chaplin faz uma pequena ponta no filme. Notas - Segundo Sophia, Marlon Brando demonstrava estar muito ansioso durante as filmagens, tanto que ele iniciou magro e terminou um pouco gordo, pois, para aliviar-se empanturrava-se de sorvetes. - A maior parte dos recursos do filme veio dos bolsos do próprio Chaplin. Não querendo se arriscar nesta empreitada, teria que ter nomes de peso. Foi então que decidiu-se por Sophia Loren e Marlon Brando. - Chaplin escalou ainda dois filhos para o filme: Sydney, que já havia trabalhado com ele em Limelight e Geraldine. - Foi o único filme colorido de Chaplin. - Brando sempre disse que o sonho dele era trabalhar com Chaplin, mas quando teve a oportunidade, descobriram que não se davam. Ele não concordava com o modo de Charplin dirigir, e os dois brigaram bastante durante as filmagens. - Na verdade a história é mais uma retirada do "baú" de idéias de Chaplin. Ele a havia concebido para Edna Purviance, mas acabou desistindo. - Chaplin utilizou-se dos Estúdios de Pinewood, Iver Heath, nos arredores de Londres, para as filmagens.     Imagens  
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Ficha Título Original: The circus Ano/País/Gênero/Duração: 1928/EUA/Comédia/71min Direção: Charles Chaplin Produção: Charles Chaplin Roteiro: Charles Chaplin Fotografia: Rollie Totheroh Música: Charles Chaplin Elenco: Charles Chaplin........... o vagabundo Allan Garcia ............... proprietário do circo Merna Kennedy .......... amazona Harry Crocker ............. equilibrista George Davis .............. mágico Henry Bergman ........... palhaço John Rand .................. palhaço Steve Murphy ............. pipoqueiro Sinopse O vagabundo perambula pela feirinha do circo. Rouba doces de criança, diverte-se olhando os passantes, até que um assaltante rouba uma carteira e esconde-a no bolso de Carlitos. Este acaba sendo perseguido por policiais, que o julgam criminoso. E é fugindo do perigo, que ele adentra no circo e o público, julgando tratar-se de mais uma apresentação, aplaude euforicamente. Torna-se sucesso imediato. O dono do circo, de olho em seu sucesso, decide contrata-lo e explora-lo ao máximo. O vagabundo, contente por ganhar algum dinheiro, nem entende a verdadeira intenção do dono. Ele está mais preocupado com Merna, filha do proprietário, por quem se apaixona. Paixão impossível, já que ela ama Rex, o equilibrista. Carlitos decide, então, treinar o bastante para tornar-se também ele um equilibrista. Não tem jeito. Fica triste. E triste, não consegue fazer o publico rir da mesma forma. Seu “número” começa a ficar sem graça. O final traz uma das cenas mais lembradas do cinema mundial: sozinho, no meio da arena do circo, um close no rosto do vagabundo, e logo em seguida ele pega a estrela, dá um chute e segue seu caminho novamente. Notas - Com tantos problemas, o circo ficou montado durante um ano, esperando a oportunidade de ser filmado. Ele ficava muito tempo sem inspiração e não comparecia durante semanas. - Chaplin e Merna treinaram durante meses seus papéis. Não foram usados dublês. - Merna foi indicada ao papel pela então esposa de Chaplin, Lita Grey. As duas tinham estudado juntas. Isto não impediu que Chaplin e Merna tivessem um breve caso durante as filmagens. Lita descobriu, supostamente, quando viu em Merna uma pulseira caríssima, dada por seu marido. - Um grande incêndio queimou o cenário, que teve que ser refeito. Além disso, as carroças do circo foram roubadas. - Foram filmadas algumas cenas descartadas por Chaplin: o encontro com um pugilista, a saída do vagabundo com Merna e Rex. Essas cenas podem ser conferidas no dvd lançado recentemente. - Por causa de tantos impecílios, que rondaram as filmagens, Chaplin quase não fala do filme em sua biografia “Minha vida”. - Merna ainda seguiu fazendo carreira no cinema até 1934. Não conseguiu fazer muito sucesso, e faleceu aos 36 anos. The Circus foi seu primeiro filme.   ASSISTA ONLINE:         Imagens Cartazes  
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Ficha Título original: The Great Dictator Ano/País/Gênero/Duração: 1940/EUA/comédia/93min Direção, produção, roteiro e música: Charles Chaplin Assistentes de direção: Henry Bergman, Dan James, Wheeler Dryden e Bob Meltzer. Distribuição: United Artists Fotografia: Rollie Totheroh   Elenco: Charles Chaplin .... Adenoid Hynkel Tomania/e o barbeiro Paulette Goddard .... Hannah Jack Oakie.... Benzini Napaloni Reginald Gardiner .... Commander Schultz Henry Daniell .... Garbitsch Billy Gilbert .... Field Marshal Herring Grace Hayle .... Madame Napaloni Carter DeHaven .... Spook Maurice Moscovitch .... Mr. Jaeckel Emma Dunn .... Mrs. Jaeckel Bernard Gorcey .... Mr. Mann Paul Weigel .... Mr. Agar Chester Conklin.... Barber's Customer Esther Michelson .... Jewish Woman Hank Mann .... Storm Trooper   Sinopse Chaplin faz dessa vez dois personagens: o judeu e o ditador. Que são idênticos. O judeu é um ex combatente da primeira guerra, elo tempo à sua vida normal depois de ficar um belo tempo internado em um hospital. Enquanto ele estava internado, muitos acontecimentos mudaram os rumos do mundo: o partido de Adenoide Hynkel toma o poder e faz discursos inflamados, assustando a multidão. Nas ruas, os soldados invadem as casas dos judeus, agredindo-os, saqueando lojas e exaltando que os arianos são a raça superior. O pobre judeu sofre também por isso. Uma jovem pobre, Hannah, é maltratada, mas acaba socorrendo o judeu que acaba de chegar do hospital, onde esteve internado. A cena em que ela bate uma frigideira na cabeça de Chaplin tornou-se um bailado perfeito: tonto pelo golpe, ele sai "dançando" entre a calçada e a pista, com passos perfeitos. A defesa acaba não adiantando muito, pois os soldados conseguem pega-lo e tentam inforca-lo. Ele só é salvo porque um dos chefes o conhece da guerra, pois foram colegas. Em outro plano, Hynkel prepara o grande golpe. Depois de uma grande discussão, Hynkel condena os judeus, e as pessoas começam a se esconder. Hannah e seus amigos fogem para Austerlich, onde encontram uma paz transitória. Hynkel tenta acordo com Napaloni (outro ditador). A competição entre os dois torna-se outro ponto chave para o filme, com um sempre querendo ser melhor que o outro. A guerra continua, e enquanto isso Hynkel vai caçar patos. Acaba sendo confundido com um judeu e é preso, depois de levar uns tapas. O pequeno barbeiro, por sua vez, é confundido com o ditador, e caminha para fazer o seu discurso. ao invés de ouvirem o discurso inflamado do antigo ditador, o que houve é uma exaltação à paz. Curiosidades - Esse foi o primeiro filme totalmente falado de Chaplin. - O discurso dura 6 minutos ininterruptos. - O filme foi um problema para Chaplin do início ao fim. Se sua relação com os Estados Unidos já estavam abaladas, com o filme ficaram insuportáveis. Ele foi proibido em diversos locais. Hitler também proibiu em seu país (embora dizem que ele chegou a assistir e a gostar do filme). - Chaplin também foi acusado de plágio, por Konrad Bercovici, que dizia que o filme era seu. Entrou na justiça exigindo muito dinheiro. No final, Chaplin pagou 95.000 dólares para que fosse tirada a queixa, embora negasse até o final que não tinha copiado nada de ninguém. - Segundo Chaplin, em suas memórias, o acordo foi proposto pelo próprio juiz, que solicitou às partes que entrassem em um acordo pois ele não poderia demorar-se. Será verdade de Chaplin? Isso fortalece a crença de que Bercovici realmente tenha algo a ver com as idéias do filme. - Recentemente foram encontradas cópias de um filme caseiro feito pelo irmão de Chaplin, Sydney. Nas cópias aparecem vislumbres de cenas, bastidores e testes. Tudo colorido. Estava em malas velhas, no porão da mansão da Suiça. - Esse filme foi indicado para Melhor Ator, Melhor Música, Melhor Filme, Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Roteiro Original. Associação dos Críticos de Nova York 1940 - Vencedor de Melhor Ator. - Chaplin arrependeu-se de ter feito O grande ditador. Ele falou que se soubesse o que tinha acontecido de verdade nos campos de concentração, não teria brincado com um tema tão sério. - Hannah foi uma homenagem à sua mãe, que tinha o mesmo nome. Era uma apologia à mulher lutadora.   Assista Online           Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.           Imagens     Cartazes
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Ficha Título original: Wizard of Oz Ano/País/Gênero/Duração: 1939/EUA/musical/101min Produção: Mervyn LeRoy Direção: Victor Fleming Screen Play: Noel Langley, Florence Ryerson e Edgar Allan Woolf Adaptação: Noel Langley (do livro de L. Frank Baum) Adaptação musical: Herbert Stothart Músicas: Harold Arlen Arranjos musicais: George Bassman, Murray Cutter, Paul Marquardt e Ken Darby Números musicais: Bobby Connolly Direção de gravação: Douglas Shearer Direção de arte: Cedric Gibbons Efeitos especiais: Arnold Gillespie Elenco Judy Garland - Dorothy Gale Frank Morgan – O mágico de oz Ray Bolger - Hunk/O espantalho Bert Lahr - Zeke/Leão covarde Jack Haley - Hickory/o homem de lata Margaret Hamilton - Miss Almira Gulch/Bruxa má do Oeste Billie Burke - Glinda, Bruxa boa do norte Charley Grapewin - Uncle Henry Clara Blandick - Auntie Em Pat Walshe - Nikko The Singer Midgets - The Munchkins Terry - Toto   Sinopse Dorothy é uma jovem que mora no Kansas, sonhadora, que acha que não é feliz. Um dia, depois de tentar fugir, é pega por um tornado, e através dele vai parar numa terra estranha chamada Oz. A partir daí, ela vai buscar o caminho de volta para casa, e para isso conta com a ajuda de seus companheiros: O homem de lata, o espantalho e o Leão covarde. Curiosidades: * O livro saiu pela primeira vez em 1900, sob o título de "O maravilhoso mágico de Oz". Três anos depois ganhou várias continuações. * Cinco estúdios lutaram pelos direitos de O mágico de Oz, livro escrito por L. Frank Baum. Não havia muitas dúvidas que a MGM levaria a melhor na disputa. * Essa não foi a primeira filmagem. Em 1925 foi realizado um longa metragem dirigido por Larry semon (fazendo o Espantalho), e que tinha Dorothy Dwan como a Dotothy e Oliver Hardy (O futuro Gordo da dupla O gordo e o magro) no papel do Homem de Lata. * Para os papéis dos habitantes da cidade de Munchkinland foram contratados 350 anões, que foram encontrados por um especialista. * O papel da bruxa inicialmente iria para Galé Sondergaard, que fez diversos testes, mas quem acabou faturando foi a desconhecida Margaret Hamilton. * Foi discutida a possibilidade de contratar Shirley Temple para o papel, mas ela sairia muito cara para o papel. Deanna Durbin também foi sondada, mas como estava em outro estúdio (Universal), a MGM desistiu, pois não queria divulgar uma estrela de outro estúdio. Coube a Judy o papel principal. * O Mágico de Oz foi produzido com o que havia de mais moderno na época: tecnicolor. Mas para não ficar tão caro, foi decidido que as partes do Kansas seriam feitas em P&B. * Nos primeiros testes de roupas, Dorothy aparecia de cachinhos dourados. Quando o diretor a viu, arrancou a peruca, tirou a maquiagem dela, escolheu também um vestido mais simples. Estava pronta. * O ambiente era bem hostil para Judy, uma atriz iniciante, que ganhava o papel principal: Bolger e Haley gostavam dela, mas tinham medo que ela ofuscasse suas aparições. Mas ela estava sempre gentil e educada, tratando a todos por senhor. * Judy tinha 16 anos quando o filme foi realizado, e usou um espartilho bem apertado, que tentava esconder os sinais de uma adolescência, afinal a Dorothy deveria ter 10 anos. * Custo final da produção: U$ 2.777.080,00. Tornou-se o terceiro filme mais caro da MGM, ficando só atrás de Bem Hur e Terra dos deuses. * A pré-estréia ocorreu em junho, em San Bernadino. Foi lá que foi decidido que duas canções seriam cortadas: “The jitterbug” e “Over the rainbow”. Na última hora foi decidido que “Over the rainbow” ficaria. Com relação a “The jitterbug”, ainda restam fragmentos gravados numa câmera caseira, e quem viu diz que ela não se encaixava direito no filme. * Judy ganhou um Oscar especial por seu trabalho no filme, concedido às estrelas jovens.   Prêmios Oscar de 1940: Melhor Trilha Sonora, Atriz Juvenil (Judy Garland) e Canção Original (Over the Rainbow) Indicações ao Oscar: Melhor Filme, Melhor Direção de Arte, Efeitos Especiais, Fotografia Colorida.     Assista Online             Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas Pesquisar este filme no SUBMARINO   Imagens   Trailler VNugTWHnSfw  
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  Título original: Broadway Mellody of 1938 Ano/País/Gênero/Duração: 1937/EUA/musical/110min Produção: Jack Cummings Direção: Roy Del Ruth Músicas: Nacio Herb Brown and Arthur Freed Fotografia: William Daniels Filmagens: de março a julho de 1937 Lançamento: agosto de 1937 Elenco Robert Taylor - Steve Raleigh Eleanor Powell - Sally Lee George Murphy - Sonny Ledford Binnie Barnes - Caroline Whipple Buddy Ebsen - Peter Trot Sophie Tucker - Alice Clayton Judy Garland - Betty Clayton Charles Igor Gorin - Nicki Papaloapas Raymond Walburn - Herman Whipple Robert Benchley - Duffy Charley Grapewin - James K. Blakely Robert Wildhack - the sneezer Billy Gilbert - George Papaloapas Barnett Parker - Jerry Jason Helen Troy - Emma Snipe Sinopse Um jovem (Robert Taylor) deseja produzir um show na Broadway e consegue uma atriz para estrelar, Sally Lee (Eleanor Powell), mas Caroline Whipple (Binnie Barnes) quer que ele use uma atriz já conhecida, para que haja retorno financeiro, já que eles tem problemas de dinheiro. Para conseguir ganhar dinheiro para o espetáculo, Sally ganha uma corrida de cavalos. Neste filme há a participação de Judy Garland, fazendo o papel da filha da proprietária de uma pensão para atores, que sonha em um dia tornar-se estrela. Nesse filme ela interpreta “Dear Mr. Gable”, música em que canta enquanto escreve uma canção para Clark Gable. Ela canta também Everybody Sing, num teste para uma rádio. Notas * Aqui, mais uma vez, fica evidente que o papel de Judy Garland fora arranjado de última hora. Ela ganhou algumas falas e duas músicas, e para aumentar seu espaço, a colocaram cantando na abertura do filme, prática rara na época. * A idéia de colocar a música "Dear Mr. Gable" no filme veio depois do sucesso que foi a apresentação que Judy fez em sua homenagem. Ela transformou a música em uma grande canção de fossa, levando as pessoas que assistiam às lágrimas. * Depois da homenagem, Clark deu a Judy um bracelete em que estava escrito 'Para minha atriz favorita, sinceramente, Clark Gable'.   Imagens  
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  De todas as histórias — verídicas, obviamente — de amor sobre astros e estrelas que li, nenhuma outra tocou-me tanto quanto à de Clark Gable e da sua mais que bela esposa Carole Lombard — coube a Mary Pickford e Douglas Fairbanks (a rainha e o rei de Hollywood) ficarem em segundo no pódio. Parte graças ao fascínio que figura de Gable sempre exerceu sobre nós: os amantes da sétima arte. Outro tanto, pela luta vã daquela garota que desejava ter para si a criatura amada — Clark jamais deixou de sair com outras mulheres mesmo amando Lombard e estando casado com ela —, e que, morreria de forma estúpida pouco antes de ver na tela, com toda a certeza, uma obra-prima do cinema: To Be Or Not To Be (Ser Ou Não Ser, de 1942). Parte deste relacionamento que fora capa de revistas e assunto nas rodas de amigos — tal como Jolie e Pitt em tempos atuais —, veio a ser exibido no filme Os Ídolos Também Amam (Gable and Lombard), que tempos atrás veio a passar na Rede Globo durante a madrugada. Mesmo não sendo um filme à altura dos biografados — na verdade, existem momentos em que se torna monótono — Os Ídolos Também Amam possui diálogos inteligentes, além do que, mostra-nos facetas sobre o casal longe da vista do grande público e repórteres. Gable detestava suas orelhas. Lombard acreditava que tendo um filho poderia aplacar as escapulidas do marido. Entre beijos e juras, flashes e boatos, discussões ferrenhas rolavam, como por exemplo: — Adoraria ter um filho com as suas orelhas — ela lhe diz. — Deus livre o pequeno — responde o astro. Sendo assim, recomendo-o nem que seja tão somente por curiosidade. Voltando. Clark Gable, como outrora disse, sempre exerceu fascínio para aqueles que contato tiveram com sua obra — ora, quem poderia ter dado de forma tão magistral vida a Rhett Butler? —, mas, com o passar dos anos tomei partido por Carole, tornando-me fã incondicional dela — sei que provavelmente irás gritar: sacrilégio ou acuse-me de farsante —, mas seu cônjuge veio a ficar com a medalha de prata. De modo que, se pudesse conhecer um dos dois pessoalmente, não seria o eterno mister Butler meu escolhido. Nascida em outubro de 1908, filha caçula do casal Frederick Peters e Elizabeth Knight — Jane Alice Peters (nome verdadeiro) —, despontou cedo para a dramaturgia. Estreou na grande tela com doze anos de idade no filme Um Crime Perfeito (A Perfect Crime, 1921). Nos anos seguintes, participou de dezenas de películas tidas como filmes B — atualmente chamadas: baixo orçamento —, que eram apresentadas em sessões duplas nos cinemas americanos. Explico: no início do cinema, você pagava a entrada e assistia dois filmes, sendo o primeiro um tipo A — Gilda, ...E O Vento Levou, foram classificados nesta categoria — e ganhava de brinde um filme B — O Marujo Foi na Onda, com James Dean ou Gold Heels com a própria Lombard. Houve momentos na história da sétima arte que o filme B era superior ao A. Um bom exemplo: Casablanca. Incrível? Deixemos este para um artigo futuro. Quando o som começou a caminhar lado a lado com os filmes, muitas estrelas caíram — e os produtores necessitavam de “novas” estrelas. Lombard — assinando já seus trabalhos com o pseudônimo que marcaria sua vida —, não sofreu com a transição do mudo para o falado. Na verdade o som veio até a ser-lhe benéfico. — Alta Voltagem (High Voltage, 1929) traz sua voz pela primeiríssima vez. Howard Hawks — célebre diretor — tinha em suas mãos uma missão quase que impossível, onde encontrar uma atriz que pudesse contracenar com John Barrymore — considerado por muitos como um gênio da sétima arte —, sem ao mesmo tempo ser encoberta na tela pelo ídolo de muitos. Revendo alguns trabalhos da jovem Carole, optou por chamá-la para atuar com Barrymore. Tempos depois, revelou que tinha notado na pequena “um talento que andava sendo desperdiçado”. Sabe-se hoje que, as gravações não foram nada fáceis. Haws sob editar bem a película, fazendo com que do dia para noite o talento da jovem viesse a ser reconhecido — Lombard era reconhecida nas ruas por sua atuação em A Suprema Conquista (Twentieth Century). Corria o ano de 34 e este ainda prometia muito para ela, de forma positiva — o oposto que fora no anterior, quando divorciara-se do ator William Powell que conhecera durante as gravações de Man of The World — , sucederam We’re Not Dressing, Now and Forever, Lady By Choice, e Bolero ao lado de George Raft — um dos seus atuais pretendentes, outro era Gary Cooper.   Um ponto interessante sobre Bolero: Carole havia sido convidada para participar do filme Aconteceu Numa Noite (It Happened One Night), mas, rejeitou o papel de Ellie Andrews, para atuar ao lado George Raft — o ator ao qual ela contracenaria em Aconteceu Numa Noite seria Clark Gable, de modo que, coube a Claudette Colbert ocupar a vaga. Logo depois, em 1935, consolida-se de vez como uma das grandes comediantes do seu tempo no filme Hands Across The Table. O roteirista Robert Riskin propõe-lhe casamento. Todavia, não aceita visto que seria incapaz de viver ao lado de um homem que não desejasse ter filhos um dia. Outro amor surge em sua vida, o cantor Russ Columbo. Ambos pareciam feitos um para o outro — gostavam de pescar, jogar tênis e de piadas de duplo sentidos. Decidiram contrair matrimônio. Porém uma tragédia haveria de pôr fim aos planos de união neste mesmo ano. Enquanto admirava uma pistola em um antiquário, Columbo sem querer disparou esta. O projétil ricocheteou, vindo descansar no crânio do jovem pretendente. Os repórteres foram implacáveis sobre a “viúva”. O romance com triste final era notícia principal de todos os folhetins. Perguntas e mais perguntas foram feitas à atriz que apenas repetia que “Columbo fora meu grande amor”. Independente do que houvera, o estúdio exigia que ela cumprisse seus compromissos — outros duas películas tiveram sua participação: The Gay Bride e Rumba. São ótimos trabalhos — principalmente Rumba —, mas, não demonstram a intensidade dramática dos anteriores. Lombard cumpriu o contrato, desaparecendo nos meses seguintes. Longe dos holofotes — ou pelo menos tentando. Logo após a morte de Columbo, não houve mais as famosas festas na sua residência —, ela então preparou-se para o seu papel mais importante — na opinião de muitos, sua melhor interpretação — em My Man Godfrey (1936) ao lado do ex-marido William Powell e dos grandes nomes da sua época, saber: Alice Brady, Mischa Auer, Eugene Pallette e claro Gail Patrick. My Man Godfrey resgata a atriz de outros tempos — refeita do desastre e mais concentrada do que nos filmes anteriores — recebe indicação ao Oscar de Melhor Atriz. Nada é Sagrado (Nothing Sacred), é o único filme Technicolor da artista. Em cores, é possível perceber toda a magnitude de sua beleza. Nada é Sagrado ainda tem o toque mágico na produção de um dos grandes gênios do cinema o lendário David O. Selznick. Neste ano também, os caminhos de Gable e Lombard haveriam de ser cruzar novamente. Excetuando o episódio de Aconteceu Numa Noite, ambos haviam trabalhado lado a lado em No Man Of Her Own (1932), todavia ela ainda estava perdidamente apaixonada do Powell e Gable estava a milionária Ria Lagham — obviamente mantendo um caso aberto com Joan Crawford. O que impressionou a muitos, visto que, segundo comentários nas entre-salas “nenhuma das atrizes conseguia lutar contra o magnetismo de Clark”. Joan Blondel foi além “só as mortas não se sentem atraídas por Gable”. A lista de seus casos amorosos é imensa. Reza a lenda que certa vez estava ele ao lado de um amigo — isto, pouco antes de morrer em novembro de 1960 — em um dos famosos corredores da MGM, onde os cartazes de todos os filmes produzidos ficam em quadros na parede — admirando um por um — pelo jeito, tinham tempo de sobra —, sendo que ao final comentou com o amigo: — Uma maravilhosa exposição de belas mulheres, não? — Oh sim, realmente — concordou o segundo. Gable sorriu, completando: — É... e eu tive todas.   Grace Kelly, Jean Harlow, Joan Crawford estavam neles — sem falar de Gardner e Loretta Young, talvez um dos rostos mais belos da história do cinema junto com Pier Angeli —, idem Claudette Colbert — sua parceira em Aconteceu Numa Noite, que segundo Nigel Cawthorne (autor de A Vida Sexual dos Ídolos De Hollywood) fazia parte do grupo de lésbicas que amantes eram de Marlene Dietrich. Talvez Gable estivesse apenas brincando ou Colbert houvesse omitido a verdade. Permanece o mistério. Mas, voltemos ao que interessa. Lombard e Gable vieram a se reencontrar em uma festa no ano de 36 — uma única música ao qual dançaram juntos, nenhuma palavra dita, um simples adeus com os olhos, foi necessário para desequilibrar o já nada equilibrado casamento de Clark — Ria afastara-se dele, por não suportar seu relacionamento extra-conjugal com Joan, apesar de legalmente ainda estarem casados. Segundo relata-se, Carole o deixou sozinho na pista antes que do acorde final. Para muitas estrelas e aspirantes ao estrelado presentes, era como se Lombard tivesse dado uma “bofetada na cara de Gable”. O que se sabe é que, simplesmente foi embora logo em seguida, não dando oportunidade para mais nenhuma mulher dançar com ele — nem mesmo, Crawford que revoltada tomou uma taça de champagne num único gole — logo ela, que dizia terem um relacionamento aberto, sem ciúmes, possessividade e coisa tal! O que se sabe a seguir é que o relacionamento deslanchou de tal forma, que ambos eram figurinhas fáceis dos repórteres. Ria Lagham fazia-se de cega, surda e muda, não guardava mais esperanças de viver ao lado de Gable, mas, também não desejava o divórcio — a verdade é que estando na casa dos cinqüenta não poderia competir com garotinhas de vinte cinco que lançavam-se aos pés do marido. A gota de água ocorreu dois anos depois (1938) quando a revista Photoplay publicou um artigo com o sugestivo título: “Os Maridos e Esposas Descasados de Hollywood”, que afirmava que Lombard e Gable viviam juntos, no entanto, sem terem contraído matrimônio. Ultrajada Lagham chamou os repórteres e foi taxativa: não havia problemas para dar o divórcio a Gable, contanto que ela recebesse o merecido — ou seja, muito dinheiro. Grande parte da fortuna de Clark veio a ser lapidada com o divórcio em questão. Selznick desejava Gable em ...E O Vento Levou, mas este fora taxativo dizendo não querer fazer filme algum naquele momento. Todavia, entrando em falência procurou o diretor dizendo ter pensado melhor no assunto. Selznick apenas sorriu, tinha plena certeza que nenhum outro poderia interpretar Rhett Butler. Alguém discorda?   Ao contrário de Gable, Lombard sonhava em fazer a protagonista de ...E O Vento Levou. O romance era uma obra-prima, conhecido do público e, provável candidato ao sucesso. Tinha certeza que conseguiria obter o papel — conhecia Selznick. Paulette Goddard também — Chaplin estava lutando para que ela conseguisse interpretar a famosa personagem. Por fim, Vivien Leight ganhou a aposta. Triste, sobrou para Lombard dividir as telas ao lado de Cary Grant In Name Only. Em sete de março de trinta e nove, é concedido o divórcio a Clark Gable. Lombard e ele casam-se em vinte e nove de março daquele ano, indo morar em uma fazenda. Os amigos afirmavam que jamais ele amou outra mulher que não fosse ela. Carole sonhava em ter um filho — mas, infelizmente não conseguiam —, por mais de uma vez, afirmou aos jornais que largaria a carreira para se tornar numa legítima dona de casa, isto é, se viesse a ter um herdeiro. Alfred Hitchcock convida-a para fazer parte do elenco de Senhor e Senhora Smith (1941). Lombard aceita. O filme como era de se esperar, foi um tremendo sucesso — abrindo o leque da atriz para o terror e suspense. Senhor e Senhora Smith foi o penúltimo trabalho de Carole. Logo depois ela, participou do seu derradeiro intitulado Ser Ou Não Ser (To Be Or Not To Be). Dirigido por Ernest Lubitsch — adaptado por este e Edwin Justus Mayer a partir do original de Melchior Lengyel — Ser Ou Não Ser (To Be Or Not To Be, 1942), veio ao grande público dois meses após a morte de Lombard — sendo que o mesmo, contava ainda com outras grandes estrelas da época, a saber: Jack Benny, Robert Stack, Felix Bressart e Lionel Atwill, entre outros. Uma das grandes comédias da década de quarenta, é detentora de uma das aberturas mais interessantes da história do cinema: um Adolf Hitler surge na tela e após ser cumprimentado por seus soldados que dizem “Heil Hitler”, responde um “Heil me”. Obviamente, o filme era uma sátira ao ditador. Lembro que, naquele ano, os Estados Unidos já haviam declarado guerra aos nazistas. O título é uma referência a peça de Shakespeare (Hamelt), ao qual Josef Tura (Jack Benny) e Maria (Carole Lombard) estão ensaiando com sua trupe de artistas poloneses. Ser ou Não Ser, não foi bem aceito a princípio pelo público — o próprio pai de Benny abandonou a sala de cinema, enojado ao vê-lo usando um uniforme nazista —, o diretor Lubitsch passou a ser considerado “persona non grata”, e os principais veículos de comunicação, afirmavam que uma comédia sobre um assunto tão sério era de mau gosto. Na noite de estréia, a falecida atriz foi ovacionada com aplausos e, fora à única ao qual a imprensa não criticou. Um outro jornalista comentou que: “...é algo inaceitável o que foi feito em Ser Ou Não Ser, Lubitsch está rindo da desgraça do povo polonês”. Mesmo assim, o filme teve indicações ao Oscar como melhor música e fotografia. Algo interessante sobre Ser Ou Não Ser, é que inicialmente, uma cena fora retirada no dia lançamento da película, quando Sobinski Stanislav (Robert Stack, no papel), um aviado apaixonado por Maria (Lombard), convida-a para dar um passeio, ela responde: “Por que não? Afinal, o que poderia acontecer em um avião”. A atriz morreria em uma queda de avião. Esta cena veio a ser restaurada anos depois, quando o filme passou a ser preservado pelo National Film Registry dos Estados Unidos — outro clássico protegido pela NFR é O Nascimento de Uma Nação. Ser Ou Não Ser, sobreviveu à prova de fogo dos anos, tanto que em oitenta e três, teve um remake com Mel Brooks no papel principal, e estreou na Brodaway em setembro de dois mil e oito numa nova adaptação de Nick Whitby. Para os que não tem acesso ao DVD importado, boa parte do filme está em disposição no site youtube. Os Últimos Momentos Gable e Lombard não estavam no melhor momento de sua vida pessoal naquele ano. Havia instantes de reencontro, mas, o desejo de ter um filho sem conseguir — por parte de Carole —, ruía a já desestruturada vida familiar de ambos — sem contar, a presença constante de Joan Crawford no meio dos dois —, de modo que, resolvera se engajar em campanhas em prol do exército americano. Pouco antes de pegar o avião que a levaria para morte — sua mãe estava junto com ela —, reuniu diversos fãs para uma foto e pediu para que todos fizessem em “V” de vitória com os dedos. O vôo que pegara tinha destino seu lar no intuito de reencontrar Gable e quem sabe, mudar o rumo da sua triste vida. Vinte e dois mortos. Trinta e três anos. Clark recebeu um telegrama, nele escrito estava: “Nenhum sobrevivente. Todos mortos instantaneamente”. Desconsolado embebedou-se, procurou Crawford, passou a noite com esta, mas, logo ao amanhecer caiu em prantos culpando-se por estar com outra mulher na noite em que “seu grande amor partira”. Procurou a morte. Um acidente de moto quase o leva. Depois, alistou-se na aeronáutica no intuito de ter maior sorte na guerra. Sobreviveu, fisicamente. Mesmo tendo outros casos e até um filho, os amigos insistiam que ele nunca mais fora o mesmo, inclusive Joan Crawford: “Naquela noite, ele foi para outro mundo e, jamais retornou”. Crawford de certa forma o perdera — mesmo tendo futuros reencontros com ele, até o falecimento do ator —, mas, a morte de Lombard permitira que ela atuasse em They All Kissed The Bride no seu lugar. Carole descansa ao lado de sua mãe (Elizabeth Peters) no Estado da Califórnia — precisamente no Forest Lawn Memorial Park Cemetery —, na lápide lê-se Carole Lombard Gable. Em noventa e nove, o American Film Institute, incluiu-a na lista das cinqüenta maiores lendas do cinema americano. Tem uma estrela na calçada da fama (6930). Como herança deixou seus filmes, pequenas preciosidades para serem vistas e revistas — por curiosos, fãs de cinema e, principalmente aspirantes a atrizes. Gable morreu em 1960. Deixou um filho, um último trabalho ao lado de Marilyn Monroe e um vazio danado na grande tela que até hoje, preenchido não foi. Dizem que desde este dia, pode-se ver duas estrelas lado ao lado no céu, já que, na terra não mais podem brilhar. Colaboração: Ricardo Steil — Itajaí/SC
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Creio eu — talvez, você também concorde —, que a toda a estupidez humana, está mais do que representada pela figura da guerra. Ganância, orgulho, ódio, violência contra outrem, descaso, estupidez, mesquinharia, estupros — sim, estes ocorrem no campo de batalha, incluindo aqui, crianças —, uso de alucinógenos, tudo isso, encontramos na pessoa deste flagelo, que vem a ser tão velho quanto à própria história da humanidade. Odeio guerras — tenho pavor a esta. Sei que brincava quando menino de soldado — como todo menino brinca. Mas, jamais, mesmo na minha inocência, apoiaria tamanha desgraça. Uma maldição que só traz prejuízos e infortúnios a nossa civilização — e, por incrível que pareça, vendida é, como se fosse a consagração dos heróis, um benefício para a humanidade. A guerra... os senhores da guerra... com suas inúmeras desculpas: necessário se faz derramar sangue para assim obtermos a paz... Estamos defendendo aquele pequeno país petrolífero de terroristas... Oh, por favor, não visamos os poços que lá existem, não visamos baratear a gasolina em nosso país, por favor, não pensem assim... É, esquecemos algumas minas na África, mas, o que vocês queriam que fizéssemos, sacrificássemos nossos soldados, tanques, a procura de uma ou duas... mil minas? Calhordas, patifes, animais sem alma e coração! As primeiras cenas de guerra que assisti — guerra de verdade, não de cinema —, foram às transmitidas pela Rede Globo — entre 1990 e 1991 —, precisamente a Guerra do Golfo — você deve estudar sobre ela hoje em dia. Bem, eu nunca estudei sobre esta: assisti a carnificina “ao vivo” pela televisão (gritos, mísseis, clarões em meio às trevas da noite). E a cada cena — seja dos iraquianos presos ou soldados americanos que sofreram nas mãos dos primeiros —, ficava chocado com a crueldade sem significado que ocorria (se é que a crueldade pode ter um motivo/significado). Por isso, hoje quero falar de um filme — que todo soldado, todo o senhor da guerra, todo o cidadão — deveria assistir pelo menos uma vez na vida — aviso, não é um filme leve, mais chocante e atormentado — lançado em 1971: Johnny Vai À Guerra (Johnny Got His Gun), na verdade, mais do que um filme: um grito contra toda e qualquer guerra. Primeiro o Romance Era para durar um mês, era para terminar logo, a Primeira Grande Guerra. E lá iam eles, jovens garotos ingleses para as cabines de alistamento, levando consigo a propaganda de que aquele campo, aquelas trincheiras, eram locais de heroísmo, bravura, aventura e emoção. Mas, a guerra não terminou em um mês... nem nos próximos trinta, sessenta, noventa dias consecutivos, ela prosseguiu. E lá estava, toda uma geração de meninos, em meio a trincheiras, tendo ratos correndo aos seus pés, com febre, doenças, matando para não serem mortos — o lado oposto, também assim pensava. Quando o horror terminou, quando os corpos que ainda podiam ser enterrados, assim foram. O mundo hasteou a bandeira — tampou ouvidos, fechou os olhos para o horror, e continuou em frente, sem levar consigo lembranças daqueles dias, ou pelo menos, fingindo já não mais lembrar de tais. Hollywood também emudeceu — fez-se cego e surdo —, isto é, até que 1924 os grandes produtores souberam de uma peça chamada O Preço da Glória de Maxwell Anderson e Laurence Stallings, que fizera enorme sucesso, e, resolveram investir suas fichas em produções que retratassem “os áureos tempos de bravura”. Claro, que por mais realista que parecessem estas películas — algumas muito, mas, muito boas, como no caso de Wings (Asas), o momento máximo de Clara Bow como atriz, e Sem Novidade No Front — o sofrimento vivido, a dor, não eram expostos até a medula. E assim, seria por muito tempo. Numa manhã qualquer, um jovem inglês — nascido em 1905 — de nome Dalton Trumbo é tomado de sobressalto por um artigo no jornal, que relata a visita a um hospital de veteranos da guerra pelo príncipe Wales, que desejava conhecer um soldado em especial. O que havia de tão especial assim neste? Bem, o mesmo perdera todos os membros e sentidos durante a guerra, e jazia sobre uma cama tinha anos no Canadá. Tendo por fio condutor esta idéia, Dalton escreveu o maior manifesto pacifista que se tem notícia até hoje, intitulado Johnny Vai À Guerra (Johnny Got His Gun, em inglês no original) — algo que Roger Walters, tentou fazer quando ainda membro do Pink Floyd, no muito criticado Final Cut. O título tem um significado mais forte em língua materna, pois, era usado para incentivar a juventude americana — isto no final do século dezenove —, a se alistarem — podemos traduzir como: Joãozinho Pegue Aquela Arma, ou algo semelhante. Sucesso imediato de crítica e público, fez com que seu autor ganhasse um grande prêmio literário — ironicamente, dois dias após receber este, uma nova guerra explodia — tão aterradora e cruel quanto a de 1914 —, o mundo não ouvira a mensagem. Tal como o personagem de Trumbo, as nações estavam cegas, surdas e mudas. O resultado seria o Holocausto, as bombas nucleares, logo mais, a Guerra Fria, da Coréia, Vietnã... Enquanto o mundo “enlouquecia”, o Governo acusava Dalton de “comunista”, e durante anos, veio a ser perseguido por este. Entre investigações, depoimentos, foi levando a sua vida, contribuindo para com a sétima arte em obras como Spartacus e A Princesa e o Plebeu — sua habilidade como escritor, fora-lhe muito útil enquanto roteirista, garantido-lhe o sustento. Mas, a necessidade de alerta o mundo para o horror das guerras, ainda gritava dentro de seu peito. E o grito tornou-se insuportável naquele ano de 1971, quando a claquete fez audível, e como diretor ele pediu: silêncio no estúdio... gravando. Imagens Que Valem Mais Do Que Palavras — Sinopse Você conhece aquele velho ditado: “uma imagem vale mais do que mil palavras”? Pois, Johnny Vai À Guerra (1971), pode ser exemplo para tal. Trumbo adaptou o livro escrito por ele em 1939 para a tela — conheço os dois. Sinceramente, o romance fica no chinelo quando transportado para o filme. As cenas tornaram-se ricas, mais emocionantes. Parte graças a uma idéia genial (o que tecnicamente chamamos de dois planos): o presente, o sofrimento atual vivido pelo personagem, é representado em preto e branco. Enquanto suas alucinações, flashbacks, sonhos, surgem em cores. E você reza para que a tela mantenha-se colorida, pois, o presente é aterrador: um torso apenas em uma cama, cercado de médicos. Um ser humano vivo, preso dentro de si, sem braços, pernas, olhos, ouvidos — nada. Ele sente tocarem em seu corpo, ou melhor, no que resta do seu corpo, mas não há meio de se comunicar. E o desespero só aumenta, enquanto conhecemos como o fato ocorreu, através de suas memórias. Estando em meio da guerra, Joe Bonham (nome completo do personagem) tenta fugir de uma trincheira no intuito de não ser morto. Porém, antes assim fosse, pois, ao pisar numa mina, seu jovem corpo é reduzido a quase nada. Como dito anteriormente: seus braços, pernas, foram arrancados. Sua face destruída (a mina arrancou seu maxilar). Está cego, surdo e mudo também. Quando aquele resto de ser humano chega ao hospital — dá arrepios só de recordar a cena. Faço aqui, uma confissão: assisti o filme uma única vez, de tão chocante que este foi —, os médicos não sabem o que fazer, pois, não há meio de saber se ele está vivo ou em coma profundo. De modo que, este passa a ser mais um objeto de curiosidade/estudo, do que um paciente na verdade. Os dias transcorrem. Certa manhã, o soldado acorda — todavia, não há meio de informar aos que estão ao seu redor que ele não está em coma, pois, vê-se preso em seu próprio corpo. O desespero é imenso. O suicídio parece à única fuga. Mas, até isto dele foi tirado, fora-lhe feito uma traqueostomia. Explico: os médicos fizeram uma pequena abertura na traquéia do paciente. Logo depois, introduziram nesta um pequeno tubo, geralmente de plástico, possibilitando assim a passagem de ar. Como, o personagem não tinha braços, não havia meio de tirar esta, o sufocamento torna-se impossível. Sem possibilidades de escapar da sua prisão, resta apenas a ele relembrar sua vida — aqui entram as cores — até o fatídico dia. Conhecemos o menino sorridente e sua família. A linda namorada. Seus sonhos. O porque alistou-se: “queria lutar pelo bem da pátria”, a destruição do seu corpo. Entre suas memórias, Joe passa a ter delírios. Outro flagelo a atormentar-lhe em sua própria prisão. Certa manhã, nota que pode movimentar o que sobrou-lhe da cabeça e, tenta se comunicar com o mundo exterior golpeando-a sem piedade contra a cama, enviando um S.O.S. contínuo, até a exaustão. É a cena mais marcante do filme. A enfermeira ao seu lado na cama, vendo-o contorcer-se desesperadamente. Leva tempo, até perceberem o que ele quer dizer. Os médicos pensam ser convulsões. Isto é, até o momento que notam serem um tanto quanto sincronizadas aquelas batidas. Quando consegue resposta e, fica sabendo o que lhe ouve, faz um apelo: que o mostrem ao mundo, no intuito de conscientizar a humanidade do quão horrível é a guerra, ou que o matem, pois, não suporta mais ficar preso dentro de si. Premiada em Cannes no ano de 1971 (Prêmio Especial do Júri/Prêmio da Crítica), a película foi banida do nosso país em tempos de Ditadura — os militares não gostaram nada do que viram. As poucas fitas que rodaram por aqui, eram contrabandeadas, ou cópias de cópias de cópias — a maioria das vezes sem legenda. O que em si, não tirava o poder das imagens. Hoje, a obra-prima de Trumbo está disponível em DVD — o preço ainda é meio salgado, mas dá pra ser encontrado via Internet. Em agosto deste ano. Johnny Vai À Guerra, foi eleito pela revista Aventuras Na História (Editora Abril), um dos cem maiores filmes de guerra de todos os tempos. Ficou em centésima posição, sendo que a revista abre com Apocalipse Now (retrato da loucura da desumanização dos soldados). Nada mais justo: ambos refletem que a guerra não leva a lugar nenhum. A lugar nenhum mesmo. Descanse em paz, Joe. Descanse em paz. Colaboração: Ricardo Steil — Itajaí/SC
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  O FILME QUE NOS FEZ LARGAR DAS METRALHADORAS NAQUELE VERÃO DE 86 Tenho para mim, que não haverá década mais mágica, do que a dos anos 80. Tempinho bom esse. E graças a Deus, sou felizardo por ter vivenciado boa parte dela. Quantas coisas maravilhosas a década de 80 deu ao mundo — e isto, em todos os setores. Está certo, a moda era medonha — confesso, usei faixa na cabeça estilo Mark Knofler, mas não existem fotos comprovando este meu pecado. Ops! Há uma. Mas, não pensem que permitirei que vocês vejam. Nem minhas camisas listradas e tênis verde-limão. Tá aquele shortinho esquisito que Frejat usou no Rock In Rio I, também o usei. Mas, todo mundo usava. Todos os garotos usavam. Oh Senhor, que vergonha! Ainda bem que, destes tenho certeza, não restam fotos. Eram confortáveis, mas não coloco outro hoje em dia, creiam em mim. Geralmente, quando falamos deste tempo maravilhoso, muitos lembram-se das grandes bandas que surgiram no rock nacional e internacional — The Smiths, principalmente, a maior de todas. E dos desenhos animados — quem nunca assistiu He-Man, vibrou com Corrida Maluca ou ficou acordado até tarde assistindo os Menudos — não, eu nunca gostei dos Menudos. Sério.—, só para depois ver a turma do Charlie Brown. Ou do Perdidos Na Noite — o Faustão era legal, vocês podem acreditar em mim —, e a Tela Quente passava filmes inéditos o tempo todo. Na sexta, era a vez do SBT contra-atacar com o Cinema Em Casa — pode ser surpresa, mas foi o canal do Silvio Santos que apresentou o Rambo para o Brasil. Sim, Rambo I passou pela primeiríssima vez no SBT! Semanas depois, Roberto Marinho & Cia. passaram o Rambo II na Temperatura Máxima, que era exibida as terças-feiras, logo depois do TV Pirata. E o Silvio reexibiu no dia seguinte Rambo I. Havia as guloseimas — balas Soft! —, e todas aquelas lendas urbanas: os discos malditos que rodados para trás mostravam mensagens. A faca escondida dentro do boneco do Fofão — o que, você nunca ouviu falar do Fofão jovem leitor? Ele era muito legal. Mas, feio pacas! Não, feio mesmo, eram os Bebezões da Estrela — criaturazinha medonha aquela, credo! Dava medo. Uma vez, jogamos uma dessas bonecas que pertencia à irmã do meu amigo Zé de cima do telhado da casa dele. Ela não sofreu um arranhão. Nenhum. Depois, jogamos ela escada abaixo — diversas vezes. Pulamos por sobre a boneca. Usamo-la como goleiro. Amarramos a criatura com uma corda na bicicleta e puxamos pela rua toda. Parecia que era o Clark Kent de Smallville. Ou seja, indestrutível. Havia lendas sobre aquela boneca, parece que voltava-se contra os que a machucassem. Não colocamos no forno, pois, descobriram nosso intuito.   Oh sim, tinha a loira do espelho, as figurinhas com tatuagens que continham LSD — vinham nos chicletes Ping-Pong. Os prêmios no picolé da Kibon — eram caros, e deliciosos. Dizem que todo mundo tirou algum prêmio — bem, não conheço ninguém, fazer o quê. Ah, antes que me esqueça: não conheci ninguém que morreu após engolir uma bala Soft, também. Mas, dizem que muitos morreram. Centenas de crianças, mas tudo era encoberto pela Rede Globo e TV Manchete. Voltando ao cinema — motivo pelo qual estamos tendo esta conversa saudosista. Talvez, nunca em um espaço de tempo tão pequeno — os dez anos mais rápidos da história da humanidade —, o cinema tenha colocado em suas telas tantas obras-primas. Só para citar: De Volta Para o Futuro, Quase Igual aos Outros, Te Pego Lá Fora, Namorada de Aluguel, Goonies, Pague Para Entrar Reze Para Sair — o primeiro filme de terror da minha vida —, Sexta-Feira 13, A Hora do Pesadelo, Jogos de Guerra, Curtindo A Vida Adoidado — cara, eu queria ser Ferry. Bem, todos nós, os garotos, queríamos ser ele! Gazeamos a primeira vez na escola, para sentirmos o que ele sentiu no filme — O Enigma da Pirâmide — o melhor filme sobre Sherlock Holmes que já vi! —, Uma Linda Mulher — Richard Gere e Julia Roberts dando uma aula de atuação —, Conta Comigo, Viagem ao Mundo dos Sonhos — o primeiro filme a mostrar um chip de computador! —, Ghost — era muito engraçado, ficar sentado na calçada em frente ao instinto Cine Itajaí, vendo as meninas sair do cinema chorando, abraçadas a seus namorados, após assistir a película. Só vi isto acontecer uma outra vez, quando saiu Titanic. Só que Ghost, vi e revi, dezenas de vezes. E Titanic, só tive paciência para assistir uma única vez — filmezinho maçante. Só fica interessante, quanto o Jack começa a morrer. Quanto a Ghost, existe uma lenda de que, no México e outros países, os donos do cinema davam um envelope com um lenço dentro para as garotas —, Indiana Jones, E.T., o extra-terrestre — eu tive um telefone igualzinho aquele, de brinquedo. “Miiiinha casa! Miiiinha casa!” — Gremlins, Karate Kid, Os Caça-Fantasmas, Peggy Sue, Os Intocáveis, Corra Que a Polícia Vem Aí, Uma Cilada Para Roger Rabbit — como incomodei minha mãe para comprar o gibi —, Top Secret, O Exterminador do Futuro, Brinquedo Assassino, Fuga de Nova York, Uma Linda Mulher, O Trem Atômico, La Bamba, Os Heróis Não Tem Idade — esse tinha estória da hora: o protagonista tinha um herói de brinquedo, via e falava com ele, e entra numa enrascada danada devido a um cartucho, isso mesmo, cartucho, de vídeo-game —, Flashdance... A lista de clássicos é grande. Mas, como clássicos, Ricardo? Quer dizer, a maioria deste filmes tem vinte anos. Por que, você jovem leitor acredita que mérito de clássico equivale somente a películas lançadas pré-anos 70? Lembre-se: Casablanca na década de 40 era um lançamento. Como um dia fora O Nascimento de Uma Nação e Anjos do Inferno. Cidadão Ken, também um dia teve estréia e era comentado nas esquinas pelos jovens e execrado pelos pais destes. O Crepúsculo dos Deuses, outrora novidade era — e ao mesmo tempo, clássico. Idem, Luzes da Ribalta e Tempos Modernos. O que torna um filme clássico, não é à distância deste com os dias atuais, mas, dois pontos distintos: 1º) Sua importância na vida das pessoas; 2º) Sua importância para a história do cinema — efeitos, luzes, músicas. Mas — na minha opinião —, o primeiro item é o mais importante, porque os filmes são feitos para nós, e não para os críticos e estudiosos. Por isso, não me surpreendo quando um garoto diz que Matrix é um clássico. Ou que O Senhor dos Anéis, será para todo sempre lembrado. Incluo nesta lista, o melhor filme pós-Platoon: O Resgate do Soldado Ryan. E insisto em dizer: Top Gun — Ases Indomáveis —, é o maior clássico dos anos 80.   O Inesquecível Verão de 86   Howard Hughes, entrou para a história do cinema — não por Scarface ou o fraco O Proscrito, lembrado apenas pela beleza de Jane Russell —, mas, pelos minutos finais de Anjos do Inferno (1930). Espero que tenhas sido afortunado de vê-lo — poucos conseguiram, apesar de boa parte da película estar à disposição do público no YouTube —, de modo que, sendo afirmativa a resposta, sabes do que estou falando: da belíssima cena da batalha aérea. Ponto alto de todo filme — excetuando Jean Harlow. Desde esta época: diretores, produtores, roteiristas, vinham tentando recriar a magia apresentada em Anjos do Inferno (Hells Anjos), inclusive, Hughes com o seu: Estradas do Inferno (Jet Pilot) lançado em 1957, tendo a grande Jane Leigh e John Wayne nos papéis principais. Porém, todas as suas tentativas, eram vãs. Por muito tempo, as batalhas aéreas seriam um pesadelo para estes. De modo que, houve uma época, que filmes, voltados para a aviação, foram deixados a parte. Aviões serviam somente para atirar bombas nos mocinhos presos no Vietnã ou para assustarem soldados. Com o tempo, nós os meninos, não desejávamos ser pilotos. Mas, dirigir tanques, empunhar metralhadoras, usar facas, enterrar minas. Na selva, estavam os verdadeiros heróis de guerra. Caras que conheciam tudo sobre combate, estratégias, lutavam pela liberdade de seu país. Piloto mesmo — piloto respeitado —, eram os caras dos helicópteros, que morriam mais do que os vietnamitas nas mãos do Rambo. Os dos aviões eram uns covardões — qualquer um podia pilotar um avião que lançava bombas, e jogava os “verdadeiros heróis” na selva. Pilotos, ergh! Isto é, até que, o diretor Tony Scott junto com os roteiristas Jerry Bruckheimer e Don Simpson, resolveram que era hora de mudar o jogo. De modo que, naquele inesquecível verão de 86, os meninos jogaram suas metralhadoras no lixo, e ao saírem do Cine Itajaí — e de outros cines no mundo todo —, sonhavam em serem agora pilotos das Forças Armadas, ter uma moto invocada para rodar ao longo das praias da Califórnia, um amigo fiel — inclusive que usasse aquela camisa havaiana e casado fosse com Meg Ryan. Ah Meg, você ainda arrancaria suspiros nossos em The Doors, um ano depois com aquele jeitinho ripongo. E lágrimas minhas em A Cidade dos Anjos —, uma namorada gatíssima e loira — é, baby, na selva não havia possibilidades para o amor —, pelo qual deveria lutar — oh sim, as garotas passaram a quererem aquele cabelo —, uma jaqueta da hora — de couro, no melhor estilo James Dean —, um rival apelidado de O Homem De Gelo (Iceman) — que você também sabia que era um grande piloto. E acima de tudo, por um dia, ser o cara que tava arrancando suspiro de todas as meninas do colégio e as levava a loucura — mais do que os Menudos e Paulo Ricardo (RPM) juntos, sério —, e ainda as levaria por muito, muito tempo a sonharem em serem senhora Cruise. Estou falando do grande Tom Cruise, na sua melhor atuação, isto é, antes Vanila Sky ao lado de Penélope Cruz — mostrando aqui, toda sua versatilidade dramática. Top Gun — Ases Indomáveis —, tem tudo o que torna um filme clássico: grandes atores (Cruise, Val Kilmer, Anthony Edwards), atrizes (Meg Ryan, Kelly McGillis — hoje percebo, fui apaixonado por muito tempo pela Karina, porque ela é a cara da Kelly naqueles tempos), os temas do filme que são insuperáveis — tenho o disco, da primeira a última faixa, tá o melhor do cinema na década de 80 —, a fotografia a cargo de Jeffrey L. Kimball, e, claro, as cenas de batalha aérea que — se estivesse vivo —, dariam orgulho a Hughes.   O Filme Que Fez Centenas de Garotos Se Alistarem Nas Forças Aéreas   Válido ressaltar é, que o que torna Top Gun numa obra-prima acima de tudo, vem a ser consistência do roteiro. Os diálogos escritos por Jerry Bruckheimer e Don Simpson são de saltar os olhos. Estes deixaram os termos técnicos de lado usados em aviação — poucos são os que aparecem —, preocupando-se mais em mostrar o dia-a-dia dos pilotos — seja nas impressionantes batalhas aéreas, no banheiro, no bar, e mesmo na praia —, usando e abusando de uma linguagem jovem — que jamais soou datada. Não se preocupe, não rolam gírias dos anos oitenta, de modo que, os diálogos rolam numa boa ainda hoje em dia. Seus personagens têm demônios pessoais, sofrem por amor, pensam na família que deixaram lá atrás, sonham com o sucesso, e acima de tudo, desejam encontrar a felicidade. Vão do romance ao dramático, da ação a comédia, numa boa. Top Gun, é uma viagem por todos os estilos da sétima arte. A abertura do filme é umas das melhores que já vi. As imagens fundem-se com um clássico da música instrumental criado às pressas por Harold Faltermeyr (sintetizadores) e Steve Stevens (guitarras), e que para todo o sempre, estará ligado às cenas de aviação.Top Gun Anthem é o cartão de visitas do filme. Pianos, sintetizadores — usados à torta e direita —, convivem lado a lado com paredes e mais paredes de guitarra distorcida, e um solo feito com tapping nos minutos finais, com as cenas dos jatos militares F-14 decolando e pousando. Já do início, você deseja ser um piloto, porque Top Gun é adrenalina pura como o bom e velho rock n’ roll cansado de guerra. Maverick (Tom Cruise) e Goose (Anthony Edwards), são dois pilotos da Forças Armadas americanas, que há muito estão juntos. São ótimos pilotos, todavia, por suas audácias, são vistos como problema para seus superiores. Maverick, é talento puro. O jato nas suas mãos não é um equipamento militar, mas parte do seu corpo. Todavia, é um tanto lóki — perdão, não pude evitar a gíria. Traduzindo: imprevisível, faz o que dá na telha sem medir as conseqüências, aparentemente —, enquanto o co-piloto Goose, outro talento, é o cara que segura a onda do amigo. Em resumo: completam-se. Após estar na mira de Mig-28 das forças russas — que é posto para correr diante dos malabarismos de Maverick e Goose —, o melhor piloto das Forças Armadas Cougar (John Stockwell), tem uma crise de nervos e abandona para todo o sempre o serviço militar. De modo que, os “pilotos problemas”, são escolhidos para ingressarem na Academia Aérea aonde irão se tornarem pilotos de caça — chamada de Top Gun, lá só entram os melhores dos melhores, são a “nata” da aviação americana. Aproveitando. Realmente existe a Academia Aérea americana, como mostrada no filme, que surgiu no intuito de ensinar táticas de combate aos pilotos de caça, todavia, conforme documentário incluso no DVD, não existe o troféu apresentado no filme, pois conforme um dos comandantes: “os pilotos se matariam”.     A academia fica em Miramar (Califórnia), e o instrutor chefe é ninguém menos que o comandante Mike Viper Metcalf (Tom Skerritt), uma lenda da aviação de guerra, que lutou junto ao pai de Maverick — este, morreu há muito. Paira sobre o passado deste, que o sinistro veio a ocorrer devido o mesmo ser um tanto quanto “indisciplinado”. Maverick, convive com este fantasma. De modo que, quer ser tão bom quanto seu pai, ao mesmo tempo que procura seu lugar ao sol. Logo de cara, nossos colegas sabem sobre o campeonato para ver quem é melhor piloto. E conhecem ninguém menos que Iceman — O Homem de Gelo —, interpretado por Val Kilmer — que por incrível que pareça, foi obrigado a fazer o filme por obrigações contratuais. Os atritos começam. Iceman, é o oposto de Maverick — pensa duas vezes em tudo o que vai fazer —, é tão preciso em suas manobras, que por muitos é considerado por antecipação como o dono do troféu Top Gun — oh sim, eles terão seus nomes inscritos na placa dos melhores alunos da Academia também. Mas, Iceman não esteve cara a cara com um Mig-28 como Goose e Maverick. Em terra ou no ar, o encontro deles sempre é nitroglicerina pura, e as frases sarcásticas são tão precisas quanto um míssel lançado de seus jatos. Logo a seguir, veremos ambos no ar. Os melhores momentos do filme. Jeffrey L. Kimball caprichou mesmo na fotografia. Um ponto interessante, nenhum dos atores está usando protetor no capacete — o que é obrigatório na vida real, visto que, estão acima das nuvens, e sol bate direto em seus rostos —, já que, havia uma preocupação da Paramount de mostrar seus artistas para o público, e “como eles iriam ser reconhecidos, ocultos por aqueles protetores”, conforme informa o documentário em DVD. Os jatos cortam a tela de forma interessante — espero que tenhas tido a oportunidade de ter visto o filme no cinema. Porque se você já fica com frio na barriga vendo numa televisão de 21 polegadas, imagina com todos nós ficamos vendo estas cenas no telão dos cinemas do mundo todo. A trilha que incorpora o “pega” nos ares ficou a cargo de Kenny Loggins, e se chama Danger Zone (Zona de Perigo), nada mais apropriado. Mas, e quanto a Kelly McGills? Esperem meninos, ela logo aparece, numa cena em um bar. Onde nosso caro Maverick, tenta ganhar a menina — aqui chamada de Charlotte —, com uma das cantadas mais interessantes do cinema moderno. Ele canta em coro com outros pilotos o clássico You’ve Lost That Lovin’ Feeling — que veio a ser eternizado no Brasil pelo Legião Urbana no mais do que clássico também: Música Para a Acampamentos. Esta canção, inclusa não está no disco Top Gun, aparece só no cinema. Mas, a cantada não funciona. A garota está esperando um outro cara. Todavia, quem diz que Maverick aceita um não? Obviamente, o cara invade o banheiro feminino na tentativa de conquistá-la. Charlotte é uma mulher mais madura — isto fica, evidente na tela —, mas não deixa nada a dever as “lolitas” californianas. Ela pergunta-lhe se acaso seria piloto? Oh sim, sua resposta. Charlotte apenas sorri. O que ninguém espera, é que o cara leva outro fora. Mas, como, o cara é Tom Cruise, a menina deveria cair aos seus pés! Verdade, até os galãs tem seus maus dias. Ao sair do banheiro, Charlotte, no entanto aproxima-se de Goose e diz: — Seu amigo, foi maravilhoso. O cara fica de queixo caído. Esqueci de dizer: ambos tinham feito uma aposta, para ver se Maverick ficaria com ela aquela noite. Provavelmente, a menina escutou. O pior estava por vir. Depois de um fora histórico, na manhã seguinte, os pilotos são apresentados a uma instrutora civil, que irá avaliá-los e, será peça chave na decisão se estes ganharam seus “brevês”. Esta instrutora é ninguém menos que Charlotte. Maverick fica totalmente perdido quando a reconhece. A verdade é que, durante boa parte do filme, Charlotte finge não estar encantada por Maverick, e ele, luta mais para conquistá-la do que por qualquer troféu bobo. Outra cena antológica ocorre quando os dois discutem, por causa de uma manobra de Maverick. Este sobe em sua moto — uma máquina, que por muitos anos, sonhei em ter —, e a deixa falando sozinha. E quem pensa que a dama fica atrás, sai em perseguição do piloto. Cortam sinais fechados. E Maverick, ao descer da moto acusa: — E depois, diz que sou um irresponsável. Mas, olhe só como você dirige! Quando ela confessou estar apaixonada por ele, e o tão esperado beijo aconteceu. O instinto Cine Itajaí, estremeceu com aplausos, gritos, assovios. E é neste momento, quando os dois ficam a sós na casa dela, que entra no ar, o tema que para todo o sempre será lembrado o casal Maverick e Charlotte: Take My Breath Away (Leve Meu Fôlego Embora). Uma das canções mais tocadas em rádios AM/FM naquele ano, nos bailes, e tema de muitos casalzinhos que nasceram por aquela época. Se na terra, Maverick é um vitorioso, no ar, as coisas não estão lá tão bem. Um desastre vai mudar o rumo da sua história. Mas, quanto a isto, deixo para vocês descobrirem. Epílogo Depois, de Top Gun, muitos filmes apareceram sobre aviação num curto espaço de tempo. O mesmo ocorreu com Karatê Kid — o que havia de filmes sobre arte-marcial, não tava no gibi. Mas, tais como este, nenhum deixou lá grande recordação. Top Gun foi único, um marco do cinema moderno, e, mesmo passado mais de vinte anos, continua sendo um clássico inesquecível para todas as idades. Em tempo: voltando sobre os anos oitenta e aquelas lendas urbanas. Há muito, um amigo meu tinha um disco do Wham! — para quem não sabe, George Michael fazia parte do grupo. Talvez você não conheça o George Michael, mas digamos que ele seria o tal Justin da sua geração. Uma espécie de Fergie, mas precisamente, só que homem. Certa vez, giramos o disco pra trás. Sabe o que ouvimos? Uma mensagem, com voz monstruosa onde dizia: Eu sou o Mal! Eu sou o Mal! É verdade, juro. Qual era a faixa e o disco? Ah, bem, não me lembro. Mas outro dia, liguei para este meu amigo e toquei no assunto. Ele também jura que ouviu, e que outro amigo dele ouviu também. Mas, qual era o disco e a faixa. Ah, disso ele não se lembra. Apenas que, jogou fora o velho bolachão numa tarde de limpeza em meados dos anos 90. O que posso dizer: nem tudo era lenda, naquela época. Nem tudo. Espero apenas, que aquele disco, não esteja assombrando ninguém por aí. Por: Ricardo Steil — Itajaí/SC
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Noutro dia — um canal da TV aberta —, reapresentou Uma Linda Mulher. Creio que, poucos são os que não virão esta bela película. Engraçado, passado tantos anos, não consigo imaginar a mesma sem a presença de Richard Gere e Julia Roberts. Tantos foram os talentos que surgiram depois — e antes —, mas, não há meio de imaginar outros atores assumindo seus lugares. De certa maneira — como nos relacionamentos reais —, a química entre atores, é o que leva um simples filme — isto, em boa parte —, a se tornar algo inesquecível para nós. Um exemplo: o reencontro de Julia e Richard em Noiva e Fuga. O que não ocorre com o segundo em Outono Em Nova York, ao lado de Winona Rider. Por mais bem escrito, e lindo que seja o filme, não há nada que aparente ser amor — ou ódio —, no olhar deles, nos trejeitos, etc e tal. Do mesmo modo, não consigo imaginar ...E O Vento Levou sem a presença forte de Vivien Leight e Clark Gable. Alma Sem Pudor, tendo outros há não ser Joan Fontaine e Robert Ryan. Minha Melhor Garota, sem a inocência no olhar de Mary Pickford e o sex-appel de Buddy Rogers. Simplesmente Amor — um filme realmente onde Rodrigo Santoro dá um banho como ator dramático, com uma intensidade nas frases ditas, que fazem-nos torce por um final feliz —, desprovido de Hugh Grant e Martine McCutcheon. O Amor Não Tira Férias, sem Cameron Dias e Judy Law. E claro, Casablanca, sem a trinca Humphrey Bogart, Paul Henreid e Ingrid Bergman — respectivamente: Rick, Laslo e Ilsa — e, Top Gun sem Kelly McGillis e Tom Cruise. Mas, de todas as grandes parcerias, Cary Grant — para mim —, é o maior. O irrepreensível galã teve três grandes musas ao seu lado: a mais que explosiva Mae West em She Done Him Wrong, a carismática e talentosa Audrey Hepburn em Charada, e a elegante musa de Alfred Hitchcock, Grace Kelly, em Ladrão de Casaca (1955), onde o sotaque britânico de ambos, embala o filme do gênio. Confesso, o último é o meu preferido. Parte graças ao trabalho de Grant e Kelly — como dito anteriomente. Outro lado, pelos figurinos de Edith Head — sobre o qual já escrevi aqui no Purviance, tempos atrás —, a fotografia de Robert Burks, a música de Lyn Murray. E um Hitchcock um pouco mais descontraído, permitindo inclusive algumas piadinhas no roteiro — que desconcertam seus fãs, acostumados com a carga de mistério e suspense de seus outros filmes. Cary havia pendurado as chuteiras, quando certa manhã um telefonema de Alfred o tirou da sua rede — e conturbada vida, segundo as más línguas. Pensara nele para interpretar o papel principal de uma adaptação do livro de David Dodge, ao qual John Hayes estava incumbido de roteirizar para a Paramount — comprara os direitos do autor em 1950, e segundo ele “só haveria uma pessoa no mundo capaz de interpretar John Robie”, este era Grant. Kelly — eterna divã de Hitchcock, desde Disque M Para Matar e Janela Indiscreta —, garantira já sua participação. Grant no início irredutível — estava disposto mesmo a se aposentar —, acabou aceitando: era um pedido de um velho amigo, no mais, ambos eram fãs um do outro e de Kelly, de modo que, viu-se entrando em ação novamente. As gravações foram descontraídas — e mesmo depois de horas consecutivas repetidas tomadas —, os atores mantinham-se dispostos a gravar. Murray, trabalhou exaustivamente para criar os temas, enquanto via as cenas serem gravadas — quase sempre estava no estúdio, na Riviera Francesa, presente não estava. Os jogos de câmera — marca do mestre do suspense —, ganharam com as intervenções sonoras de Harold Lewis/John Cope, e os efeitos especiais de Farciot Edouard/John Fulton. Tanto trabalho valeu indicações para a Academia e o Leão de Ouro no Festival de Veneza. Segundo seus biógrafos, o período em que trabalhou em Ladrão de Casaca, fora um dos melhores da vida de Alfred na Paramount. Sinopse A abertura do filme é um tanto quanto longa. Hitchcock apresenta todo o elenco, tendo ao fundo uma vitrine, onde a Riviera Francesa é apresentada por cartões postais. O tema mantêm um clima morno, evitando qualquer improvável interferência na paz ali apresentada. Isto é, até que um grito inesperado, leva o espectador a dar um salto da cadeira — experimente assistir a abertura quando a casa estiver em total silêncio, e você irá compreender a ‘pegadinha’ feita por Alfred e Murray —, símbolo para o tema que rege o filme: o roubo de jóias valiosas. Um ladrão está atormentando as famílias ricas da cidade — idem, as seguradoras. Seu modo de roubar — estilo —, aparenta-se em muito com o lendário ladrão de jóias John Robie, que atende pela alcunha de “O Gato” (The Cat). Todavia, este há quinze anos deixou a vida do crime, quando após ser preso com outros, durante a guerra é libertado — após uma explosão —, e junta-se a Resistência por seis anos, tornando-se um herói nacional, e ganhando por isso a sua liberdade. Robie agora cultiva flores e uvas para sobreviver, e, como mais a frente irá dizer: “tem de provar dia após dia que é um homem regenerado”. Os inspetores Lépic (René Blancard) e Mercier (Jean Hébey), depois de mais um valiosíssimo roubo — e levados pelos jornais que insistem em dizer que O Gato voltou —, vão até a casa onde John mora, dispostos a levá-lo até Nice para um interrogatório, no intuito de prendê-lo de uma vez por todas. Quando adentramos a residência de Robie, vimos uma brincadeira por parte de Hitchcock. A primeira vista, o gato que apresenta-se no sofá, seria uma referência ao apelido do ladrão, todavia, se notarmos, a cor deste é preta, o que significa azar — conforme tradição. Em verdade, a primeira cena em que Cary é apresentado, já está em maus lençóis, sofrendo acusações de roubo. Após enganar os policiais, e uma perseguição feita por automóveis de tirar o fôlego. John Robie (Cary Grant), procura um antigo companheiro da resistência chamado Bertani — no papel, Charles Vanel —, atualmente dono de um restaurante, que emprega ex-ladrões e membros da Resistência que atuaram com John. Os mesmos — seus ex-companheiros —, estão furiosos com O Gato, visto este ter voltado ao crime — caso o perdão de liberdade seja revogado pelo Governo para Robie, o mesmo pode ser feito com estes. Bertani intervém. John afirma que há quinze anos não rouba mais nada. Quando sabe que a polícia encontra-se no restaurante, o proprietário pede que Danielle — Brigitte Auber — filha do garçom Foussard — manco, pois usa uma perna de pau —, que o leve de lancha à Cannes, prometendo enviar alguém para ajudar John a se livrar da encrenca — Robie deseja ter uma lista dos donos das mais valiosas jóias da cidade, para descobrir quando será o próximo roubo. Danielle, apaixonada por John, assim o faz. Ocorre uma perseguição em alto-mar. A jovem tenta convencê-lo a fugir com ela para a América do Sul em vão. Conforme o prometido, Bertani manda Hughson — John Williams —, persona de grande importância da Lloyds Seguros de Londres, que está tendo prejuízos enormes para pagar o seguro das jóias roubadas. Um acordo ocorre, Hughson dará a lista para Robie, se este conseguir pegar o verdadeiro Gato. Nova perseguição entre as estreitas ruas de Cannes, e uma cena de comédia um tanto quanto ingênua, mas divertida no fundo entre cestos de flores. Devido o orçamento, a mesma fora alterada do original, ficando mais curta. Livre da polícia, e com a ajuda do agente da seguradora, John hospeda-se em um hotel — mas, precisamente o Carlton Hotel —, onde estão à senhora Jessie Stevens (Jessie Royce Landis) e sua filha Frances (Grace Kelly), afortunadas graças aos poços de petróleo que têm. Robie acredita, que uma das próximas vítimas será a senhora Stevens, de modo, que tenta aproximar-se destas. Obtém isto no cassino, apresentando-se logo depois como Conrad Burns, dono de uma madeireira no Oregon. Enquanto a mãe, demonstra simpatia para com o novo conhecido. Grace Kelly rouba a cena, não deixando transparecer sentimento ou emoção alguma, mesmo diante dos insistentes flertes com os olhos por parte de John — na verdade, ela já o tinha visto na praia. Seu modo de sentar a mesa, ou quando se retira, seu trejeito, mostra realmente que ela só poderia ser uma princesa no futuro — o que por sinal, infelizmente, terminou com sua carreira artística. Creio eu, que se fosse um pouco mais longe, e se esforçado, poderia ter-se tornando tão célebre quanto Catherine Hepburn. Tudo o que ela queria era ser lembrada como uma atriz — e infelizmente, o que nos ficou foi seu nome ligado a um título. Frances mantêm-se distante, a ponto de Robie — e nós os espectadores — perdermos as esperanças, quando rouba um beijo do ex-ladrão, fecha a porta do quarto, e, deixa-o atônito do lado de fora. Na manhã seguinte, outro roubo é a notícia da cidade. Hughson insiste para que a senhora Jessie, guarde suas jóias no cofre. Ela ri, e diz que não pode andar com o mesmo pendurado no pescoço. — Mas, elas devem de ter pelo menos um valor sentimental — prossegue. — Para mim, elas não têm valor sentimental algum. Uso-as para não envergonhar minha filha. Ou pelo menos, para que ela tenha menos vergonha de mim — responde, noutro momento. Algo que a filha escuta. O ar gélido de Frances, muda da noite para o dia. Robie e ela vão até a praia. Todavia, antes, o mesmo recebe uma ameaça. Na praia, Danielle surge, trava uma conversa com John, e insiste para que ambos fujam para a América do Sul, compara Frances a um “carro velho”. Em um piquenique, Frances diz à John que sabe de toda a verdade, de que ele é um ex-ladrão, e, mesmo sobre diversas negativas e insistentes “eu sou Conrad Burns”, ela pergunta se ele seria capaz de roubar a mãe dela. Antes de voltarem ao hotel, Frances que dirige o carro, despista a polícia. Na suíte do hotel, mostra para John onde estão as jóias, provoca-o a roubar. Ele a deixa, depois de alguns beijos. Logo depois, as jóias da senhora Stevens desaparecem. Frances acusa John de ter roubado tais. Deixada no quarto dele, põe-se a vasculhar seus pertences. O verdadeiro ladrão não é John, isto se sabe, mas, alguém que por sinal conhece bem seu método de trabalho. O próprio Hughson está com um pé atrás no que se refere a ele, com medo que, sua idéia não tenha sido tão boa assim — visto não ter obtido os resultados tão desejados, até o momento. Agora, mas do que provar sua inocência para a polícia, Robie tem uma dívida para com seus amigos e a mulher que veio a se apaixonar. Ladrão de Casaca é uma mistura de comédia, romance, policial e suspense, em doses certas. Os suspeitos são muitos. Hughson em certo momento, confessa já ter enganado a seguradora, e uns hotéis levando “algumas lembrancinhas”. O passado da milionária senhora Jessie Stevens, não é lá muito limpo, sentindo nostalgia do marido, que vivera muitos anos a base de trapaças. A certa altura diz que trocaria toda a sua fortuna para que ele estivesse ali, e pudessem ‘viver como antigamente’. Frances, quer de certo modo chamar a atenção da sua mãe — ela não é tão mimada, apenas, carente. Depois deste filme — sucesso de crítica e público —, Grace conheceria o príncipe Rainier, e daria adeus ao cinema. Grant, no entanto, adiaria sua aposentadoria por mais um tempo. Hitchcock criaria outros clássicos. E muitos diretores, passariam a gravar as cenas de perseguições de helicópteros. Quanto ao final? Vou lhes dar apenas uma dica: há mais de um ladrão, mas as patas do Gato são mais fêmeas do que se imagina. Uma bela fêmea, por sinal. Colaboração: Ricardo Steil — Itajaí/SC
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Olho-a novamente. É incrível, mas, já não detém a beleza de outrora. Deitada naquele leito, fisicamente abatida, há muito deixou de ser o que era. Minha ex-namorada, já não tem muito mais tempo. Os jovens também partem. Entretanto, parece sempre aos nossos olhos que a morte destinada é somente aos velhos. Seguro sua mão, ela tenta sorrir. Não precisamos dizer mais nada um ao outro — todas as palavras de amor, de ofensa, ditas, foram no passado —, e, aquele era apenas o momento de estarmos ali novamente juntos. O momento da despedida. Mas, palavras são como pôneis selvagens, imprevisíveis sempre: — Estou morrendo. — Pelo amor de Deus, prometemos não falar sobre isso. — Inevitavelmente, tocando ou não no assunto, a morte há de chegar. — Gabrielle... — Preste atenção. Sabemos que para o que tenho, cura não existe. — Talvez uma outra sessão de quimioterapia... — O melhor é aceitar o inevitável. Sabe, você tem razão, independente do fim, todo o amor traz consigo coisas boas e ruins. Aprendemos um com o outro não? — Claro que sim, querida. — Você me deu muitas coisas boas, e creio que também eu tenha te dado. — Obviamente. — No fundo, gostaria ter tido um pouco mais de paciência para te ensinar a dançar tango. — Fostes paciente, meus pés é que indisciplinados são. — Quando terminamos, queimei as fotos e as cartas, destruí todos os vestígios da nossa relação no diário com corretor líquido. — Ah, todo mundo faz isso. — Você também destruiu tudo? — Obviamente. — É, acho que todo mundo faz isso, mesmo. — Todo mundo. Quando estava preste a ir embora, ela ainda me disse: — Sabe, jamais deveria ter desejado mudar você, a tua essência. Querer moldá-lo à maneira dos meus sonhos. — E quem nunca tentou fazer isso? — Volte logo, “Honest Joe”. Sorri. Depois, fechei a porta. Gabrielle — infelizmente —, jamais soube que guardei no sótão todas as minhas recordações dos momentos vividos ao seu lado. Lá estavam, em uma caixa de papelão, velhos discos de vinil com nossas músicas, um cachecol roxo horrível, pequenos bilhetes escritos por ela, lembranças simples, tradicionais: cartões dos dias dos namorados, natal, páscoa. Interessante era que, mesmo sabendo de tudo isto, não recordava de todas as palavras escritas, das velhas canções, e por fim, do primeiro presente que ela me dera, logo no início do nosso namoro — uma cópia de Roadblock, em VHS. Roadblock (Estrada) — Sinopse Um dos clássicos da era noir do cinema americano. Roadblock veio a ser lançado no ano de 1951. O interessante é que, sua produtora a RKO, jamais apostou no sucesso do filme, de modo que, gravado foi este com baixo orçamento, pois, o intuito era que fosse um simples filme categoria tipo B, para ser apresentado em sessões duplas. Um lapso, evidentemente. Revendo hoje, Roadblock saiu-se melhor do que qualquer outra película de ponta da produtora de Howard Hughes. O que torna este filme de certa maneira um clássico, é construção psicológica dos personagens em si. Enquanto a maioria dos filmes noir, voltam suas lentes para uma femme fatale e um crime, Roadblock ressalta as bruscas mudanças psicológicas e comportamentais de seus personagens — tal como em Crime e Castigo, do escritor russo Dostoievski. Joe Peters — interpretado por Charles McGraw, que em seu currículo tem os ótimos The Threat (1949), e Armored Car Robbery (1950), ao lado da talentosa Adele Jergens —, é um jovem investigador de seguros. Certa manhã, o avião no qual ele se encontra, é obrigado a fazer um pouso de emergência na cidade do Kansas. Perdido nesta, acaba por conhecer uma jovem chamada Diane — no papel Joan Dixon, ótima atriz que merecia ser lembrada com mais freqüência, que protagonizou outro clássico policial dos anos 50: Bunco Squad, ao lado de Robert Sterling —, figura constante da alta-sociedade. O amor entre ele é inevitável. Todavia, por mais que ame Joe, a garota prefere as finas coisas da vida — champagne, festas, caviar, jóias, peles —, algo que, Peters não tem como adquirir sendo um simples trabalhador. Diane chama seu namorado sempre de “Honest Joe” — devido seu caráter e seriedade com o qual trata todas as coisas —, ela, no entanto, não vem a ser muito adepta a vida proletariada: “Sabe, poderia ter tido um monte de empregos: ser modelo, secretária... Tentei, confesso. Mas, trabalhar é algo tão difícil, que desisti de ir”. Peters está mais do que apaixonado — e ao mesmo tempo, exausto daquela vida medíocre com seus trezentos e cinqüenta dólares mensais —, e vendo que, pode perdê-la, decide dar uma guinada com “um plano perfeito”. O homem descente então, conta sua idéia para Diane: está disposto a roubar um malote de um banco na estação ferroviária, partir com ela para a cidade de Los Angeles, e se casarem. Diane topa. O roubo ocorre. Todavia, Harry Miller — interpretado por Louis Jean Heydt — antigo amigo de Joe, e ex-investigador, acaba por solucionar o caso, denunciando Peters a polícia. Os mesmos fecham todas as saídas da cidade, de modo que, o casal não tem como sair. As cenas finais de perseguição que ocorrem nas proximidades do rio Los Angeles, são dignas de qualquer clássico. E McGraw, mostra todo o seu talento, quando morto é pelos policiais. São setenta e três minutos de pura emoção. Vale também destacar o trabalho de direção de Harold Daniels, e a fotografia de Nicholas Musuraca. Epílogo Visitei Gabrielle, ainda duas vezes naquela semana. No domingo seguinte, ela entrava em coma, e setenta e duas horas depois, partia definitivamente. Enquanto voltava para casa, com os olhos marejados, recordei de muitas coisas — incluindo aquelas esquecidas há muito, muito tempo. Lembro de dançarmos juntos, do seu riso, do perfume, dos planos que fizemos juntos — filhos, casa, etc e tal. Mas nenhuma lembrança me marcou tanto, quanto as suas mãos procurando as minhas, nos minutos finais de Roadblock. Colaboração: Ricardo Steil — Itajaí/SC
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  Lembro como se fosse ontem. Estávamos sentados na Aldeia — reduto literário e artístico da minha geração. Infelizmente, há pouco, o mesmo veio a ser fechado —, discutindo sobre qual seria a maior força do universo — naquele dia, este era o tema. Houve os defendessem a necessidade das coisas — sede, frio, fome —, como roda motriz da humanidade. Outros — no meu caso —, o amor. Um terceiro grupo, o desejo de liderança, notoriedade. E entre cappuccinos e express, nossa conversa divagava, sem uma conclusão satisfatória. Em um desses momentos, Henrique — poeta, amigo meu, já falecido —, fitou-nos com seriedade. Pouco depois, ergueu-se. Mirou o relógio, ajeitou o terno, pegou o chapéu —, há muito devido à doença, seus cabelos estavam ficando ralos. Próximo ao fim dos seus dias, não mais os teria, de modo que, obrigado era a usar este. Sorriu, despedindo-se de nós, sem palavra alguma dizer, quanto ao assunto que tratávamos. Confesso que, um tanto quanto estranha viera a ser sua atitude. Sempre gostou de discutir em nossa roda todos os assuntos, mas, naquele momento escolhido o silêncio houvera. Precisamente em um domingo — na mesma semana do encontro na Aldeia —, um conhecido meu, adentrara o outro plano, de modo que, fui prestar meus pêsames a família no cemitério local. Pouco antes de partir, no entanto, sentado à sombra de um carvalho, encontrei Henrique. Era inverno, as folhas secas todas caídas no chão. Ele e seu caderno de apontamentos. Ele e seu terno escuro — com ares do início do século passado. Fora no seu apartamento, que tive o privilégio de ver Chaplin pela primeira vez — em VHS. Marc — outro companheiro nosso da Aldeia, pintor — conhecendo o fascínio dele pelo lendário Carlitos, no seu vigésimo segundo aniversário, presenteara-lhe com um quadro do gênio, ao qual, até os dias findos, permaneceu na sala de estar deste. — Não esperava encontrá-lo, por aqui. — O mesmo, Rick. — Perdeu alguém? Desculpe-me, inoportuna a minha... — Não, vim somente passear. — ??? — Gosto de caminhar ao largo dos túmulos. Freqüentemente, isto faço. — Não é um tanto quanto mórbido? — Todo o interesse pela morte e pela doença não passa de uma forma de exprimir aquele que se tem pela vida. — Thomas Mann: A Montanha Mágica. — Exato. Sério, a discussão de vocês foi um tanto quanto inútil esta semana. — Ora, um tema interessante... — Um tema com conclusão simples: o tempo é a maior força do universo. Não existe nada que escape às mãos do tempo, no fim das contas. Veja, nem os nomes dos célebres nas lápides dos túmulos resiste à ação do tempo. O tempo tudo destrói. — O talento resiste ao tempo. E, nem vou adentrar na área literária. É só pegarmos a sétima arte... — Um exemplo, incrédulo amigo. Lembra do quadro que tenho no meu quarto? — Uma réplica de um Alberto Vargas, não? Realmente uma bela pintura. Deixe-me ver: uma garota de olhos fechados tendo em uma de suas mãos uma rosa. É isso? — Sempre me impressionou esta sua memória para os detalhes. — Não confie tanto nela. — Retornando. Tem idéia de quem seja esta garota? — Uma modelo... Uma namorada do pintor... Musa inspiradora... Não, excetuando o quanto ela venha a ser bela, não faço idéia alguma. — Tanto na réplica, quanto no original, impressa em tinta está uma das maiores atrizes do seu tempo e, considerada uma das mulheres mais lindas do mundo durante os meados da primeira e segunda década do século passado. Seu nome: Olive Thomas. — Desconheço. Mas, se ela fosse tão talentosa quanto uma Clara Bow ou Edna Purviance, lembrada seria, não? — Enganado, estás. O motivo pelo qual esta jovem atriz não vem a ser lembrada, não é falta de talento, mas a mão impiedosa do tempo. Fitei-o. Henrique, além de ser um grande poeta — não um rabiscador de versos como eu —, era um apaixonado pelo cinema clássico. Pouco antes de partir, confidenciara-me ter-se arrependido de não ter uma filha e a batizado de Edna. — Deixemos de lado, todo o burburinho quando a sua vida pessoal, incluindo um possível suicídio ou assassinato. Os mortos não têm como se defender, não? E a mídia, desde os primórdios, tem por intuito vender, sem preocupar-se com a imagem ou as chagas provocadas em outrens. Olive Thomas, que conforme relatos chamava-se Olivetta, Ollie ou Oliva R. Duffy, estreou em vinte e dois filmes, teve duas participações especiais em um seriado chamado Beatrice Fairfax. Trabalhou no teatro, era exima dançarina. Segundo o diário de Mary Pickford. Conhece? Respondi com um meneio de cabeça. — Ambas eram cunhadas. Segundo Mary, Olive tinha olhos azul-violeta, longos cílios escuros e pele alva. Para nossa infelicidade, Vargas não pintou seus olhos, e as imagens das películas fotográficas coloridas não haviam sido desenvolvidas naquele tempo. No mesmo diário, ela ressalta os dotes da parenta como atriz. Mas, diferente de Bow, Purviance ou Pickford e, mesmo sendo mais bonita que todas as três, o tempo foi implacável com o trabalho dela. — Implacável em que sentindo? — Não restou nada do trabalho de Olive. Algumas fotos, capas de revistas, cartazes de shows. É engraçado, creio que saibas, mas o cinema no início não era visto como arte, mas, simples entretenimento. Com isso, muitos filmes foram destruídos, jogados fora. Os trabalhos de Olive tiveram o mesmo fim. — Não restou absolutamente nada? — Existe em torno do fato a lenda de que, como os trabalhos barrocos de Aleijadinho, películas dela estejam guardadas a sete chaves em mão privadas. — Como os primeiros de Joan Crawford... — Somente um dos seus trabalhos resistiu. Quer dizer, o finalzinho da película se deteriorou ao longo do tempo, há cortes bruscos na imagem por causa disso. E o trabalho se chama: Love's Prisoner.     Sinopse Filhas de um ex-criminoso — interpretado por Walter Perry —, Nancy (Olive Thomas), Sadie (Ann Kroman) e Jane (Dolly Dare), vivem com o mesmo em absoluta pobreza, sendo que, tem por vizinho o estranho Jonathan Twist — no papel Williem V. Mong —, apresentado nas legendas inicialmente como um misterioso filósofo. Em certo momento, as três irmãs são surpreendidas pela repentina prisão do seu pai, sob a acusação de um crime — mesmo que, a polícia em si não tenha certeza de que este seja o infrator, apenas suspeitas. De maneira que, Nancy assume a responsabilidade de — por ser a mais velha da família —, sustentar as jovens irmãs. Jonathan lhe instiga a procurar um emprego. Através de um anúncio de jornal, ela acaba conseguindo um trabalho no Climax Cocoa. Situação estável, o tempo passa. Numa manhã qualquer, Nancy vislumbra em uma vitrine uma belíssima jóia. Um senhor, Lorde Cleveland — no papel Harvey Clark —, dono de propriedades rurais na Inglaterra, aproxima-se da jovem e, põe-se também a admirar o objeto. Nancy sorri após algumas palavras. Logo depois, parte. Todavia, um reencontro ocorre quando Lorde Cleveland entra no Climax Cocoa. Nervosa, a pequena quase derruba o café. Há um salto no tempo — creio, que talvez devido à deterioração da película —, visto que, após isto, Nancy e Cleveland estão casados, e seu pai morto na cadeia. Sendo agora uma lady, Nancy passa a circular pela alta sociedade. Os negócios não vão bem para Cleveland — suas terras já não suprem os gastos —, mas, Nancy só irá descobrir tão logo o cônjuge venha a falecer. Vestida de preto, retorna ao bairro pobre onde morou. Uma família passando por necessidades, pede-lhe esmola. Nancy procura Jonathan Twist — aqui apresentado, não mais como um filósofo, mas sim, um joalheiro, que analisa uma peça trazida pela viúva. Minutos depois, a jovem entrega uma soma em dinheiro aos necessitados que a pouco vira. Tendo um título, a viúva ainda circula pelas grandes festas da alta sociedade. Em uma destas encontra o jovem detetive Jim Garside (Joe King). O mesmo conta que está investigando sobre o misterioso “Bird” — notório ladrão de jóias. Nancy pergunta se o policial tem um retrato falado ou algo que possa identificar este ladrão. Resposta negativa, no entanto, afirma que, sua equipe quase o pegou noutro dia. Lady Cleveland diz ser a primeira vez que conhece um policial vestido a paisana. Ele ri. Minutos depois, na mesma festa, um colar desaparece. Nancy e Garside, acabam por se apaixonar, enquanto as investigações prosseguem, sem dar-se conta de que a jovem é na verdade a ladra que tanto procura. Os indícios levam o detetive até Twist, por fim, acaba descobrindo que ele é cúmplice de Nancy. Levada a júri, condenada à prisão, é. Cumprida a sentença, Garside — após longos anos de espera —, procura por Nancy, pedindo-a em casamento. Enfim, a jovem passa a ter uma vida descente ao lado do homem que ama.   Uma Década Depois — Estranho, não? — O que, meu caro? — Nós dois, caminhando entre as lápides do cemitério, indo levar flores a um velho amigo. — Realmente. — Sabe Rick, é inevitável não lembrar do Henrique toda vez que escuto aquela canção: “é tão estranho, os bons morrem jovens”. — Foi um grande homem, um grande amigo, um grande poeta. Jamais haveremos de esquecê-lo. Paramos diante do seu túmulo. — Tenho um arrependimento comigo. — Qual? — Lembra da Aldeia, das discussões que tínhamos sobre um tema e outro. — Bons tempos. Tanta coisa mudou, né. Uns casaram, outros mudaram de profissão... — Verdade. Mas, uma vez discutimos sobre qual seria a maior força do universo. — Recordo-me brevemente sobre o assunto. Mas... é claro, você defendeu o amor! E que discurso, hein? — Na mesma semana, encontrei com o Henrique aqui. — Aqui? Quer dizer, em frente a este... — Não, sentando em um dos carvalhos que há os montes por entre estas quadras. — Hum. — Bem, ele disse que nossa discussão era um tanto quanto inútil, visto que, a maior força do universo era o tempo que tudo destruía e, citou uma célebre atriz do cinema mudo: Olive Thomas. — Sim, mas do que você se arrepende? — De não ter dito para nosso amigo que ele estava errado. O amor continua sendo a maior força do universo, a força que tudo move. Henrique dizia que o tempo apagou a imagem de Olive Thomas, que ela tinha sido esquecida, que nada sobrara do seu trabalho. Mas, uma película sobreviveu ao tempo. E esta película chegou até nós, graças ao amor de alguém pelo trabalho dela, de alguém que acreditou que seu trabalho era significativo, que ela jamais deveria de ser esquecida, que diferente dos outros, não destruiu o rolo do filme, mas, o preservou. E o amor de outras pessoas por ela, é que permitiu que esta película agora presente esteja no Youtube. — Quando descobriu a sua doença, nosso amigo, passou a ver o quadro na parede por um outro ângulo. — Metáfora de pintor, Marc? — Sério. Pegue um quadro, digamos um Agnes Martin. Você a adora, se sente bem vendo aquelas imagens, não? — Sim, para mim é a maior pintora que já existiu pós-Manet. — Exato, mas há pessoas que só vem um risco pintado. O Henrique, passou a se preocupar com o tempo, sua força, após descobrir que lhe restava pouco. É só um ângulo diferente de se enxergar o mesmo quadro. No mais, ele tinha medo de um dia ser esquecido, mesmo por aqueles que o amavam enquanto esteve aqui. Depositamos as flores. Na lápide a fotografia do jovem poeta, em sépia, vestindo seu terno preto. Quando estávamos as portas da morada dos mortos, voltei meu olhar, vi ao longe seu túmulo, e em silêncio agradeci a tudo o que ele nos ensinara, jurando a mim mesmo, que ele jamais haveria de ser esquecido por nenhum de nós. Colaboração: Ricardo Steil — Itajaí/SC.
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Ocorre sempre — um fato triste, por ser dizer —, muitas pessoas ao longo da nossa vida, acabam por serem esquecidas: a menina que sentava na carteira da frente no seu primeiro ano na escola, aquele amiguinho que morava no final da rua ou a garota com qual dançamos por uma tarde inteira. Com os astros e estrelas, não é diferente a história. Culpa talvez da mudança brusca de gerações — você sabe, cada qual tem os seus ídolos. Pais e filhos acumulam décadas os separando —, quiçá uma carreira desigual — um clássico aqui, películas descartáveis acolá. Uma destas pessoas — e sinceramente, um dos rostos mais marcantes na grande tela —, foi Julia Jean Mildred Frances Turner ou Lana Turner, como ficou conhecida em meados da década de 40. Lana teve a infelicidade de fazer alguns filmes ruins, e de ter, os olhos do mundo voltados constantemente para os problemas pessoais que a cercavam, não somente para os papéis que protagonizava — Lindsay Lohan passa pela mesma situação neste momento. Não vou me tardar na vida desta grande atriz, tanto já se falou disso — verdades, mentiras, lendas, tragédias —, gostaria apenas de ressaltar que sua estréia no cinema, veio a ser como figurante no hoje clássico Nasce Uma Estrela (A Star Is Born de 1937) — uma aparição rápida. Durante anos, miss Turner buscou seu lugar ao sol. Esquecer, Nunca (They Won't Forget, também de 1937) a projetou um pouco, todavia para muitos, continuava sendo somente um rostinho bonito, uma pin-up com ares de colegial. Ou seja, descartável. Isto até o ano de 1946, quando interpretou a femme fatale Cora Smith de O Destino Bate A Sua Porta (The Postman Always Rings Twice). E do qual, para todo o sempre, deixou impresso seu talento — que infelizmente, não fora depois tão bem aproveitado. Sinopse Nick Smith — interpretado por Cecil Kellaway —, é proprietário de um restaurante beira de estrada — como a grande maioria destes nos Estados Unidos, é anexado a um posto de gasolina —, na Califórnia dos anos 30. Casado com a bela Cora Smith — Lana Turner no papel —, certo dia resolve que está mais do que precisando de ajuda. De modo que, coloca um cartaz na janela do seu negócio escrito: Homem Procurado. Nada mais irônico, como vocês logo irão perceber. Tempos depois, um viajante sem rumo — Frank Chambers, interpretado por John Garfield —, resolve almoçar no estabelecimento de Smith, que continua a procura de um frentista. A interessantíssima esposa do dono do restaurante, é quem serve o andarilho. Logo o inevitável acontece: vislumbrado pela beleza da jovem — que por sinal, é casada com um homem bem mais velho —, um repentino desejo de permanecer ali, toma posse daquele. De modo que, se oferece para trabalhar no local. Crente de que fizera um bom negócio, Nick o aceita. Ledo engano, o pior estava por vir. Frank e Cora logo estão apaixonados. Realmente, a química entre os dois na tela é impressionante — como não tive o privilégio de ver a película no cinema, fico a imaginar a reação do público, quando um close-up de Lana era apresentado. Ou a cena inicial, onde a câmera destaca seus pequenos pés. Tempos depois, a relação já não pode ser mais mantida no anonimato. Eles poderiam fugir, tentar uma vida nova em outro lugar. Porém, a senhora Smith tem outros planos: quer permanecer ali. Dona do restaurante — Nick é proprietário do posto —, está farta de viver ao lado de um homem pelo qual nada sente, mas não quer perder tudo — entra aqui, mas do que o suspense que impregna, a ação policial que dará gás até o último minuto da estória —, de modo que, propõe então à Chambers que matem seu marido. Cometido o assassinato, os pombinhos estão livres para ficarem juntos. Todavia, o que vemos é uma série de acusações mútuas e, a desintegração lenta deste relacionamento fardado ao fracasso. Kyle Sackett (Leon Ames) — que representa o Ministério Público —, tem consigo de que, a morte do senhor Smith fora obra da esposa juntamente com o empregado. Inteligente, mas sem provas, tenta de todas as maneiras persuadir o casal. Isto até o momento em que muda a estratégia, e tenta culpar Cora Smith pelo assassinato — no intuito de vê-la acusar o amante, e com isso, ter ambos em suas mãos. Durante todo o filme, o que se vê é a famosa caça ao rato — característica principal dos filmes noir. O casal já não está mais preocupado em permanecer junto, mas sim, de se livrarem a todo o custo do tribunal e da possibilidade de acabarem sendo condenados à pena de morte. Filme eletrizante, daqueles que prendem o espectador na cadeira — um dos meus preferidos ao lado de The Killers — tratando-se do gênero policial da década de 40. Voltas e reviravoltas ocorrem. Em destaque um acidente de carro. E com este o falecimento de um personagem importante. Seria Frank, Cora, Sackett ou o próprio Nick Smith que talvez não esteja morto. Epílogo Pessoas são esquecidas, eu sei. Todavia numa manhã de vinte nove de junho mil novecentos e noventa e cinco, toda a impressa mundial pára para se recordar de uma atriz, que após longos anos lutando contra o câncer, vem a falecer. E por um momento, Lana Turner é mais uma vez lembrada. Não por sua vida errática, mas, por todo o talento que um dia apresentou nas telas ao interpretar: Cora Smith. Colaboração: Ricardo Steil — Itajaí/SC
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Luzes apagadas, olhos fechados — tais, como quando menino era —, toco uma guitarra imaginária — Gretsch Country Club, sempre —, balanço minha cabeça, entre um solo e outro — e o público vibra, ergue os braços, canta junto frase por frase, grita meu nome, de vez enquanto. Clássico do século findo. Próximo do término, o disco de vinil está. Sinto os pêlos do meu corpo arrepiarem. Não mais soam, as últimas notas de qualquer instrumento — Time, Breathe, Us And Then, Brain Damage, se foram. Simplesmente, audível é, o pulsar de um coração. Roger Walters — com sua desafinada-bela voz, e dramaticidade extrema —, surge, fechando tudo com uma das sentenças mais lindas e perfeitas da história do rock n’ roll: “Não existe lado negro da lua. A lua é toda escura”. Verdade, fato concreto, esquecido. Sem o astro-rei — o empréstimo da sua luminosidade —, não veríamos a pálida dama de face única. E, sem o brilho da lua, o céu nada mais seria do que uma lona de azul intenso, cheia de furinhos bobos. Poemas deixariam de ser escritos. Missivas de amor, lacradas com vela, não seriam a mesma coisa. O prazer de olhar a abobada celeste — depois das vinte horas —, roubar um beijo, voltar para casa sozinho — as duas da manhã —, daquela festa regada a Coca-Cola e salgadinhos, gritando: “já sou um homem, já sou adulto”, quando ainda somos tão belamente ingênuos e meninos — ou sofrendo por um amor não correspondido —, nada disso possível seria, sem a generosidade do sol. E sem a lua para admirarmos, nossa curta existência, não teria a mesma graça. O Sol de Hollywood — Edith Head No cinema, a história se repete. Quantos talentos, eternizados na película. Torcemos tanto por aquele casal. Diga a verdade — segredo entre nós: é triste e belo, ver Ilsa e Rick, trocando olhares de amor eterno em Casablanca, enquanto o avião, pronto a partir está. Eles vão se separar para todo o sempre, o amor não teve meio de uni-los. Derrotado, o mais nobre de todos os sentimentos, foi. E, não minta, você também chorou — e quem não —, durante aquele tão esperado beijo de Rhett Butler e Scarlett O’Hara. Ou torceu freneticamente, por Anna Scott e William Tracker em Um Lugar Chamado Nothing Hill — um dos dez mais da minha lista pessoal. Houve, quem no escurinho — isto, na pequena cidade de Itajaí —, que esqueceu de onde estava, e, em um momento de empolgação, com a sala cheia, gritou a plenos pulmões: “mande o cinema às favas, você o ama, garota!”. Quem foi? Melhor deixar em segredo... como as lágrimas de Marilyn Monroe ao rever a cena de seu casamento em Adorável Pecadora, ao lado de Yves Montand. Porém, voltemos ao que nos interessa. Hollywood é uma constelação, um sábio certa vez disse. Perdura até nossos dias, esta epígrafe. Mas, sinceramente, prefiro imaginar que o cinema é um aglomerado de satélites — belos, ocultos —, que precisam muitas vezes que um sol, empreste seu brilho, para nos mostrar o quão maravilhosos eles são. Um destes sóis — e para mim, o mais importante da história da cinematografia — é Edith Head. Podes não conhecer sua história. O nome, sequer soar-lhe familiar. Pensamos tanto na beleza da lua, que do sol nos recordamos apenas quando ocorre um eclipse (noite do Oscar), mas certamente, você conhece uma linda menina chamada Grace Kelly. Uma das imagens mais célebres da nossa princesa é o encontro dela com Cary Grant em Ladrão de Casaca — meu casal preferido, John e Frances, mesmo amando Casablanca. Grace usa um sublime vestido de chiffon azul, que só enaltece ainda mais sua beleza. Pouco mais, sobre as montanhas, num conversível, nossa heroína vestida está, com uma blusa e saia rosa coral. Mas adiante, outro chiffon, todavia branco e drapeado. No final, nada mais que um espetacular lamê dourado de gala. Bem, se você recorda destas cenas antológicas, saiba, todos estes magníficos figurinos são obras de Edith — detentora de oito estatuetas, sendo indicada trinta e cinco vezes. Sua história confunde-se com a da própria Paramount. Head era professora de francês num colégio feminino, quando soube de uma vaga no departamento de figurinos do estúdio e, vislumbrou integrar-se naquele mundo — outras mulheres ali trabalhavam, isto, de certa forma a incentivou. Levou consigo uma pasta entulhada de croquis — feitos por suas alunas, ela não sabia costurar ou desenhar absolutamente nada. Por um milagre — ou destino, como preferir —, aceitaram-na. Howard Greer, era da Paramount, figurinista chefe. Logo percebeu a dedicação da jovem aspirante, ensinando-lhe então a desenhar — seus traços inicialmente eram idênticos. O tempo passa. Em 1925, chega a Nova York, Travis Banton. Os filmes estão em alta, e o mesmo passa a dividir o cargo de figurinista chefe com Greer. Porém, astros e estrelas de renome, acabam apreciando mais trabalhar com Banton. Howard ofendido desliga-se da Paramount. Os trabalhos menores estão ao cargo de Edith já algum tempo. Travis anda tendo problemas com a grande estrela da Paramount, Clara Bow. Os dois não se entendem em absolutamente em nada. Estão quase iniciando as gravações do clássico Wings (Asas) — no ano seguinte, o primeiro Oscar caberia a esta película —, e o figurino de Bow sequer chega aos papéis. A verdade, conforme relatos, é que Clara tinha um gosto terrível para roupas, e queria impor isto ao seu figurino. Banton temperamental, não aceitava que ninguém desse palpite no seu trabalho — excetuando os diretores. Suas discussões eram motivo de conversa nos corredores da Paramount. Certo dia, Travis adentra a sala de Edith, e ordena: “Esta mulherzinha é problema seu!”. Head chama Clara, ouve sua opinião, durante horas a fio. Lê o roteiro, conversa com diretores e câmeras. Solução: grande parte do filme a atriz usaria um uniforme. Nas outras cenas, conseguiu adaptar o tradicional, ao péssimo gosto de Bow — todavia, criando um figurino refinado. Todos felizes, o caminho do sucesso enfim estava aberto. Depois de Wings, mas precisamente na década de 30. Edith passa a ser responsável pelas jovens atrizes e estrelas em ascensão. Torna-se sempre amigas destas, dispensando total atenção como se as mesmas fossem estrelas de primeira grandeza. Ao desenvolver um figurino, ouvia seus gostos e idéias, adaptando-as. No futuro, quando se tornavam a bola da vez, estas recordavam-se da figurinista, exigindo-a em seus filmes. Edith passa a ser a figurinista principal das estrelas de Hollywood. É consenso que, Head tinha a capacidade de perceber as imperfeições e pontos fortes de cada ator/atriz. Prova disto é seu trabalho ao lado de Elizabeth Taylor. Veja por exemplo: Um Lugar ao Sol ou No Caminho dos Elefantes. Os ombros de Taylor, seu busto e a cintura delgada estão sempre expostos. Interessante é ressaltar que, o belíssimo vestido de tule branco que Elizabeth usa em Um Lugar ao Sol, tornou-se febre nos Estados Unidos, sendo copiado por estilistas da Sétima Avenida e lojas de departamento de todo o país. Em Amar é Sofrer, Ingrid Bergman ganha boinas e véus transparentes, para ressaltar seu perfeito rosto. Quando ficou responsável por Audrey Hepburn em A Princesa e o Plebeu, considerou que o pescoço da atriz não a tornava tão feminina. Durante dias criou belíssimos figurinos, procurando um meio de resolver o problema. Solução: lenços sobre o mesmo, e colares largos. Um dos vestidos clássicos desenhados por Head, é o de veludo preto usado por Rosemary Clooney em Natal Branco. Próximo à filmagem. Edith e Clooney discutiam sobre aquele preto todo. “Era lindo, mas... faltava-lhe algo”. Head jogou as luvas pretas fora. Criou novas que simulavam diamante, e inseriu sobre o cóccix um broche idem — por brincadeira, conforme relatos. Pôs-se a rir. Tinha acertado novamente. Jerry Lewis, em O Professor Aloprado não seria a mesma coisa, sem o seu terno azul, na cena em que toca piano — repare nos ombros largos, compare com outros trabalhos onde o ator aparece. Trabalho vasto, podemos destacar os seguintes clássicos ao qual a figurinista empregou sua marca: Janela Indiscreta, Um Corpo Que Cai, Os Pássaros, O Maior Espetáculo da Terra, O Crepúsculo Dos Deuses, Cinderela em Paris. No primeiro ano da década de oitenta, o sol se põe definitivamente no horizonte. Os Incríveis Meu afilhado empolgado está. Ele sempre adora rever este filme: Os Incríveis. Película divertida e inocente ao mesmo tempo. Ele ri, ri, ri com os trejeitos de Edna Moda — aquele cabelo, os óculos escuros, discutindo com a Mulher Elástico o que seria melhor para o uniforme da equipe. Sorrio. É bom rever o sol de vez em quando — mesmo em desenho — , para me lembrar da beleza da lua, e do quão bem a mesma faz em minha vida.   Por Ricardo Steil
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  Todo aquele que um dia aventurou-se em escrever — romances ou contos —, sabe que, o mais difícil não vem a ser o enredo, técnicas, diálogos a serem utilizados, e sim, a criação do personagem (traços físicos, comportamentais). De modo que, se criar um personagem vem a ser o desafio, quanto mais recriar Charles Chaplin, uma das figuras mais importantes do século passado — conforme a revista ISTO É 1000 Personalidades do Século XX (Edição Colecionador) —, amado e admirado por milhares; contar sua história desde a infância até o momento em que, o GÊNIO — sim, com letras maiúsculas, sem sombra de dúvida —, recebe um Oscar Especial. Para lembrar: O Aviador (The Aviator, 2004), outro clássico do cinema contemporâneo, que possui diálogos fenomenais, e momento melhores ainda, não escapou da saraivada de críticas negativas — por parte de alguns, lá fora —, pois, ocultou a homossexualidade de Howard Hughes. Desafio? Retiro o que disse. Isto é algo maior, bem maior. Os roteiristas William Boyd, Bryan Forbes e William Goldman, mais o diretor Richard Attenborough, tinham noção disso, quando resolveram filmar Chaplin, 1992. Durante muito tempo, esmiuçaram a biografia escrita por David Robinson. Logo mais, procuraram John Barry, no intuito de obter junto a este a trilha sonora (perfeita). Os figurinos estiveram a encargo de Ellen Mirojnick e John Mollo. Com tudo isto nas mãos, faltava o ator principal. Robert John Downey Jr (que atualmente está em Zodíaco, 2007), encarnou o mestre. E por muitas vezes, faz-nos crer que, diante da grande tela, Carlitos vivo está novamente. Do fundo do meu coração, a película está entre as melhores da cinebiografia. Nada escapa — da já comentada infância miserável, tendo uma mãe com distúrbios mentais —, aos escândalos amorosos, perseguições políticas, e claro, como muitos de seus clássicos vieram a surgir. Cenas antológicas mostrando as situações que levaram Chaplin a criar, por exemplo, a dança dos pães de Em Busca do Ouro, são nos apresentadas com um realismo fenomenal! E muito mais, os conflitos ideológicos com Mary Pickford, a amizade com Douglas Fairbanks — ou seja, seu relacionamento com a rainha e o rei de Hollywood —, sua relação com Edna Purviance — interpretada por Penelope Andrea Miller, outra aula de atuação —, e um presente para os fãs: Geraldine Chaplin, interpretando Hannah Chaplin, ou seja, sua avó no filme. Robert sendo dirigido por Richard Attenborough Números? Vamos lá. Três indicações ao Oscar, nas categorias: Melhor Ator (Robert Downey Jr.), Melhor Direção de Arte e Melhor Trilha Sonora. Três indicações ao Globo de Ouro: Melhor Ator Drama (Robert Downey Jr.), Melhor Atriz Coadjuvante (Geraldine Chaplin) e Melhor Trilha Sonora. Além de ganhar o BAFTA (The British Academy of Film and Television Arts) nas categorias: Melhor Ator (Robert Downey Jr.). Veio a ser indicado também em outras três, a saber: Melhor Desenho de Produção, Melhor Maquiagem e Melhor Figurino. Sinceramente, me diga: depois de tudo isso, você ainda vai querer rever aquela reprise na Globo no fim de ano, ao invés de correr para a locadora? Colaboração: Ricardo Steil — Itajaí/SC. Email: ricardosteil@gmail.com
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  Impiedosamente, pingos de chuva castigam o vidro da janela do escritório, ao qual, no momento, sentado estou. Frio — algo fora do tradicional, visto encontrarmo-nos em pleno verão — está. Gosto dos dias de chuva, do clima triste que ele provoca — é o mais próximo que tenho do inverno, quando em outra estação. O frio marcou de certa forma meu destino. Foi numa tarde fria, chuvosa, de junho, que o grande amor da minha vida partiu. Sem palavras de adeus, sem lágrimas, coisa e tal. Simples tchau, isto após, sairmos de uma sessão no cinema — no hoje, abandonado prédio da XV de Novembro. Éramos jovens. Ela sonhava com a carreira de medicina. Cura do câncer, salvar vidas. Muitas vidas. Eu — com uma biblioteca repleta pelos clássicos: Fitzgerald, Hemingway, Joyce, dos Passos... —, enquanto de certa forma, levado pelo movimento socialista, procurava mudar o mundo. Os anos, inevitavelmente transcorreram... O tempo sempre passa — não é esta a regra? Não mais nos vimos. Não mais nos comunicamos. Isto até, a velha película daquela tarde, nos reunir. Tarde ociosa aquela. Não havia escrito uma única linha — tenho um livro de contos para entregar, que não está caminhando nada bem — sequer. Dirigi-me ao shopping, a procura de algum clássico perdido. Inevitavelmente, entre tantos, lá estava: West Side Story (Amor, Sublime Amor), o filme daquela tarde. Minha trêmula mão, de encontro foi ao DVD. Todavia, outra ágil mão, alcançou-o antes, dizendo: — Sinto muito, este filme... Nossos olhos se encontraram. Era ela, novamente. Sinopse West Side Story (Amor, Sublime Amor), de 1961, é o senhor musical. Musical com “M” maiúsculo, para ser mais exato — tanto que, faturou dez estatuetas da Academia. Baseado no clássico Romeu e Julieta, conseguiu algo além daqueles que adaptaram a renomada peça: botou Shakespeare no chinelo. Duas gangues rivais — os Sharks e os Jets — enfrentam-se constantemente no intuito de possuírem para si, um território no lado pobre da cidade de Nova York. Ocorre que o ex-líder dos Jets, Tony (interpretado por Richard Beymer), apaixona-se perdidamente pela bela Maria (Natalie Wood — quem pode culpá-lo?), que por sinal, é irmão do líder da gangue rival. Maria, não resiste aos encantos de Tony. Enfim, a confusão está armada. O grande lance de West Side Story (Amor, Sublime Amor), é que Jerome Robbins e Robert Wise (diretores), conseguiram com uma tacada de mestre, quebrar o clima pesado que o filme poderia proporcionar. Como isto? Inserindo musicais. Cenas antológicas podem neste ser vistas. Só para se ter uma idéia: quando ocorre uma briga entre as gangues Sharks e Jets, o que vemos são os membros destas dando saltos, piruetas, dançando no meio da rua, fazendo coreografias — Michael Jackson teve a petulância de aproveitar-se da mesma idéia em Bad. Vocês se lembram? As canções também são belas. Pequenas melodias, que minutos depois, podem ser facilmente assoviadas. E os cenários, roupas — tudo de um bom gosto. Algo, só visto assim, em My Fair Lady, de 1964 (outro musical fora do comum). Le Grand Finalle — Deus, quanto tempo. — Realmente. — Aceitas um cappuccino? — Se me deixares ficar com filme. Conversamos muito, muito mesmo. No final, acabou-me presentiando com o DVD: “uma recordação, por uma tarde inesquecível”. Pingos de chuva massacram minha janela. E daqui eu penso — com meus grisalhos fios —, por que não poderíamos ter simulado um casamento dentro de uma loja de roupas, como Tony e Maria? Todo amor é mágico: na vida ou no cinema. Sempre. Colaboração: Ricardo Steil — Itajaí/SC. Email: ricardosteil@gmail.com
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  Reviro minha videoteca. Lá estão meus filmes preferidos. Não duvido — sinceramente falando —, que a sua lista, da minha, diversa deva ser. Talvez, um ou outro ponto em comum. Talvez, nem isso. Passeio meus dedos por Casablanca, Grand Hotel, ...E O Vento Levou. Decido-me se, rever ou não devo, Ladrão de Casaca — Grace Kelly, em seu melhor momento, verdade —, ou quem sabe, rir não seja o melhor remédio? Bombshell, com Jean Harlow é demais. Como resistir a cena em que dois São Bernardo — enormes —, de encontro vão a célebre platinum blonde? Todavia, o mesmo está ainda em VHS e, volte e meia, falha, tranca... Lá vou abrir o maldito videocassete num desespero de dar dó... Melhor prosseguir. Chaplin, tem um sorriso no rosto. Rita — sempre Rita —, vestida de preto na capa, usando luvas... Necessário faz-se citar o título do filme? Porém, está noite, quero algo mais. Quero trama, suspense, uma personagem superior à clássica Gilda — ao meu ver, obviamente —, que, com leve erguer dos lábios — mezzo sorriso, mezzo escárnio —, mexa com todos os homens ao redor, idem, com a platéia, quando em frente às teclas brancas/pretas do piano. Tal objeto dos desejos existe. A personagem chama-se Kitty Collins. O filme atende pelo título de: Os Assassinos (The Killers, 1946). A atriz — então com vinte e quatro anos —, dispensa apresentação: Ava Gardner. Clássico da cinematografia noir — como apresentado no documentário do gênero Vision of Light (1992) —, a película baseada num conto de Ernest Hemingway — o autor, considerava este, o retrato mais bem acabado de uma obra sua no cinema, palavras do biógrafo Carlos Backer — recebeu quatro indicações ao Oscar — melhor diretor, edição, trilha, roteiro — e, foi début de outro grande nome da sétima arte: Burt Lancaster — no papel de Ole "Sueco" Andersen, também chamado Peter Lund — um ex-boxeador que, decide não mais fugir dos seus assassinos. Isto mesmo! O personagem resolve esperar a morte, ao invés de prosseguir escondendo-se.   Sinopse: New Jersey City. Dois homens — contratados para matar o "Sueco" —, procuram-no em uma lanchonete. Nesta, encontra-se Nick Adams (interpretado por Phil Brown), que trabalha com Lancaster. Informados — pelo dono da espelunca — de que, o "Sueco" não irá vir àquela noite — e de que, este atende pelo nome de Peter Lund —, os mesmos partem. Nick procura Peter/Sueco para avisá-lo. Este, basicamente responde que não mais irá fugir, que está cansado de viver escondendo-se. Deita na cama, e espera pacientemente que acabem com sua vida. Então, o esperado ocorre. Peter/Sueco aparece morto. O que houve? Por que esperou tão tranqüilo o desfecho da sua vida? Entra em cena, o investigador de seguros Jim Readon (Edmond O’Brien). Sueco possuía um seguro de vida, cuja beneficiária era Mary Ellen Daugherty — interpretada por Queenie Smith, outro pilar do cinema —, uma camareira de um hotel em Atlantic City. Mary surpreende-se ao saber o outro nome pelo qual a vítima é tratada — conhecia-o apenas por Peter. Ela conta que tempos atrás, presenciara uma cena, no qual Sueco tivera um ataque de nervos, o que quase o fez dar cabo da sua própria vida. A grande cena: Existe uma especial no filme, quando Peter Lund, trava alguns rounds, na tela. E quanto à belíssima Ava? Qual sua função no filme, o que ela tem haver com essa morte? Bem, Os Assassinos, é romance policial. Seria injusto, revelar o mistério todo, não? Colaboração: Ricardo Steil — Itajaí/SC. Email: ricardosteil@gmail.com
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Ficha Título original: Pigskin Parade Ano/País/Gênero/Duração: 1936/EUA/musical/93min Direção: David Butler Músicas: Lew Pollack & Sidney D. Mitchell e The Yacht Club Boys Fotografia: Arthur Miller Editor: Irene Morra   Elenco Stuart Erwin - Amos Dodd Patsy Kelly - Bessie Winters Jack Haley - Slug Winters The Yacht Club Boys - Themselves Johnny Downs - Chip Carson Betty Grable - Laura Watson Arline Judge - Sally Saxon Dixie Dunbar - Ginger Jones Judy Garland - Sairy Dodd/Murine VanDyck Anthony Martin - Tommy Baker Elisha Cook Jr. - H. Tewilliger VanDyck Fred Kohler Jr. - Biff Alan Ladd   Sinopse Pingskin Parade mostra o dia a dia dos jovens de uma universidade, que enfrentam outro time (Yale) na final.   Curiosidades * Loucuras de Estudantes era mais uma dentre as muitas comédias com temas estudantis lançadas na época, feito com o orçamento baixo e utilizado para abrir outro filme (igualmente modesto). * Judy foi emprestada para a Fox realizar esse filme, prática bastante comum quando o ator não era muito famoso (e não se tinha planos para ele). Isso a deixou bastante tensa com relação ao seu futuro, já que era uma novata, e já emprestada a outro estúdio. * Seu papel não existia no roteiro original, e seu nome era o décimo numa lista de atores desconhecidos.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.       Legendas   Imagens   Vídeos        
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Ficha título Original: Thoroughbreds don't cry Ano/País/Gênero/Duração: 1937/EUA/musical/80min Produção: Harry Rapf Direção: Alfred E. Green Músicas: Nacio Herb Brown and Arthur Freed Fotografia: Leonard Smith Edição: Elmo Vernon Elenco Ronald Sinclair     ...     Roger Calverton Judy Garland ...     Cricket West Mickey Rooney ...     Timmie 'Tim' Donovan Aubrey Smith    ...     Sir Peter Calverton Sophie Tucker ...     Mother 'Aunt Edie' Ralph Forrester Harvey    ...     Mr. Wilkins, the Trainer Charles D. Brown    ...     'Click' Donovan Frankie Darro    ...     'Dink' Reid Sinopse Sir C. Aubrey (Sinclair) faz um rapaz inglês, treinador de cavalos de corrida, que viaja para os Estados Unidos na esperança de ganhar o campeonato. Acabam por persuadir um jovem local (Rooney) a ser o jóquei. Notas * Na verdade o filme fora planejado como mais um veículo de sucesso para Mickey Rooney, que na época tinha status de grande astro. * Ronald Sinclair entrou de última hora para substituir Fred Bartolomew, que fora tirado do filme por sua tia (e empresária), que não concordava com o tratamento de estrela dado a Mickey.   Download: Não disponível para download. Imagens    
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Ficha Título Original:  Everybody Sing Ano/País/Gênero/Duração: 1938/EUA/musical/100min Produção: Harry Rapf Direção: Edwin L. Marin Direção musical: Dr. William Axt Fotografia: Joseph Ruttenberg Elenco Allan Jones - Ricky Saboni Judy Garland - Judy Bellaire Fanny Brice - Olga Chekaloff Reginald Owen - Hillary Bellaire Billie Burke - Diana Bellaire Reginald Gardiner - Jerrold Hope Lynne Carver - Sylvia Bellaire Helen Troy - Hillary's Secretary Monty Woolley - John Fleming Adia Kuznetzoff - Boris Henry Armetta - Signor Vittorino Michellette Burani - Madame Le Brouchette Mary Forbes - Miss Colvin Sinopse Na casa de Judy Bellaire (Judy Garland) todos são artistas: os pais, a irmã e até mesmo a cozinheira. Ela é expulsa da escola depois de inventar uma versão para a música “Canção da primavera”. Quando chega em casa encontra sua família num caos terrível, e com problemas financeiros. Ela começa a cantar fora, cantando num café, para ajudar a família. E juntos resolvem se unir para vencer os obstáculos. É um musical cheio de clichês, muito comum na época. Notas * Esse filme entrou em produçao sob otítulo provisório de Judy Garland Story", porém no resultado final vemos que as estrelas principais foram Alan Jones e Fanny Brice. * O segundo título foi "O patinho feio", mas o estúdio mudou de idéia, pois esperava que, de alguma forma, Judy se transformasse numa bela mulher. Na última hora, o título mudou para "Everybody sing". * Allan Jones já tinha interpretado “Cosi Cosa” no filme dos Irmãos Marx, A Night At the Opera. * Fanny Brice fez muito sucesso nos palcos, mas sua carreira nos cinemas não rendeu. Um destaque do filme é a cena em que ela faz um bebê numa cena com Judy. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   sem Legendas Imagens Trailer
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Título Original: Love Finds Andy Hardy Ano/País/Gênero/Duração: 1938 / EUA / musical / 91min Direção: George B. Seitz Produção: Carey Wilson Roteiro: Vivien R. Bretherton e William Ludwig Fotografia: Lester White Música: David Snell Elenco Lewis Stone - Judge James K. Hardy Mickey Rooney - Andrew Hardy Cecilia Parker - Marian Hardy Fay Holden - Mrs. Hardy Judy Garland - Betsy Booth Lana Turner - Cynthia Potter Ann Rutherford - Polly Benedict Mary Howard - Mrs. Tompkins Gene Reynolds - Jimmy MacMahon Don Castle - Dennis Hunt Betty Ross Clarke - Aunt Milly Marie Blake - Augusta George Breakston - Francis Bacon Anderson ("Beezy") Raymond Hatton - Peter Dugan Frank Darien - Bill Collector   Sinopse Betsy Booth aparece em Carvel (cidade de Andy) para passar o natal com a avó, que é vizinha do juiz Hardy. Dessa maneira torna-se amiga de Andy e acaba se apaixonando por ele. O garoto, porém, tem uma namorada, a Polly, e fica dividido com a chegada de uma nova garota: Cinthya. À Betsy cabe o papel de melhor amiga, o que a deixa triste. No final, como não encontra nenhuma garota “sensacional” para levar ao baile, Andy acaba levando Betsy. Ele acaba ficando impressionado com o número musical dela, e, como acompanhante dela, acaba ganhando destaque entre os garotos da escola. Notas * Esse filme é o quarto na série da família Hardy. O primeiro episódio foi realizado em 1936, sob o título de “A family affair” (Uma questão de família), tendo Lionel Barrymore no papel do juiz Hardy. Porém, ele recusou-se a repetir o papel, e o mesm passou a ser feito por Lewis Stone. Mickey Rooney era a estrela absoluta. Em 1942, a MGM ganhou um Oscar especial pela série. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Download das Legendas: Inglês ou espanhol   Imagens    
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Ficha Ano/País/Gênero/Duração: 1938/EUA/musical/75min Direção: Edwin L. Marin Fotografia: Charles Lawton, Jr. Lançamento: outubro de 1938 Elenco Freddie Bartholomew - Buzz Mitchell Judy Garland - Pinkie Wingate Mary Astor - Dottie Wingate Walter Pidgeon - Richard Thurlow Alan Hale .- J.J. Slattery Scotty Beckett - Billie Wingate Barnett Parker - Abercrombie Gene Lockhart - Mr. Drubbs Charley Grapewin - Uncle Joe Sinopse Pinkie (Judy) é uma jovem que faz de tudo para sua mãe (Dottie), uma mulher ainda jovem e sensível, deixar um velho gordo. Para isso ela acaba seqüestrando a mãe, com a ajuda de seu amigo de escola, Buzz, para impedi-la de casar-se com o homem que não ama (um banqueiro). Dottie, com a força da mãe, acaba conhecendo um homem bem mais interessante... Notas * O projeto de Listen Darling foi retomado tão rapidamente, que o roteiro acabou ficou bastante semelhante a outro filme estrelado por Deanna Durbin (Mad about music). Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Sem Legendas Imagens
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Ficha Título Original: Babes in Arms Ano/País/Gênero/Duração: 1939 / EUA / Comédia / 93min Direção: Busby Berkeley Produção: Arthur Freed Roteiro: Jack McGowan e Kay Van Riper Fotografia: Ray June Música: Richard Rodgers e Lorenz Hart, Nacio Herb Brown e Arthur Freed, Harold Arlen e E.Y. Harburg Elenco Mickey Rooney - Mickey Moran Judy Garland - Patsy Barton Charles Winninger .- Joe Moran Guy Kibbee - Judge Black June Preisser - Rosalie Essex Grace Hayes - Florrie Moran Betty Jaynes - Molly Moran Douglas McPhail - Don Brice Rand Brooks - Jeff Steele Leni Lynn - Dody Martini John Sheffield - Bobs Henry Hull - Mr. Maddox Barnett Parker - William Ann Shoemaker -Mrs. Barton Margaret Hamilton - Martha Steele Joseph Crehan - Mr. Essex George McKay - Brice Henry Roquemore - Shaw Lelah Tyler - Mrs. Brice Lon McCallister, Sidney Miller, Charles Smith Sinopse Um grupo de artistas de Vaudeville sae em turne, e o jovens, que ficam, tentam produzir uma peça. Patsy (Judy) seria a estrela do espetáculo, mas uma ex-estrela infantil (June Preisser) injeta dinheiro na peça e acaba ficando com todas as partes de Patsy. Curiosidades * A MGM percebeu que a dupla Garland/Rooney gerava uma boa receita nos cinemas, e resolveu explorar a química entre os dois até o extremo. O filme, mais uma vez acabou sendo um veículo para o sucesso de Mickey Rooney * As filmagens foram estressantes para Judy: ela trabalhava direto, não dormia direito e começou a tomar pílulas para se controlar. * As filmagens terminaram com 11 dias de atraso, e com um prejuízo de aproximadamente U$ 8.563,00. * A diferença salarial era gritante: Rooney recebeu por seu papel U$ 23.400,00 mais bônus e Garland levou apenas U$ 8.833,00. * Após esse filme, a dupla saiu em turne pelo país, se apresentando em palcos e divulgando os últimos sucessos deles. Numa das apresentações Rooney teve que entrar sozinho no palco, pois Judy desmaiara nos bastidores, só retomando a consciencia para o número final.       Imagens
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  Título Original: Andy Hard Meets a debutante Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Comédia / 88min Direção: George B. Seitz Produção: Carey Wilson Roteiro: Aurania Rouverol e Tom Seller Fotografia: Lester White Música: David Snell Elenco Lewis Stone - juiz James K. Hardy Mickey Rooney - Andy Hardy Cecilia Parker - Marian Hardy Fay Holden - Mrs. Hardy Judy Garland - Betsy Booth Ann Rutherford - Polly Benedict Diana Lewis .- Daphne Fowler George Breakston - Beezy Sara Haden - Aunt Milly Addison Richards - George Benedict George Lessey - Underwood Cy Kendall - Mr. Carrillo Clyde Willson - Francis Charles Coleman - Head Waiter Sinopse Judy Garland volta a interpretar a Betsy, amiga de Andy Hardy (Mickey Rooney). Quando o juiz Hardy precisa ir à Nova York, deixa-o na companhia dela: “- Ele terá a companhia de Betsy. Ela deve ter uns quinze anos. Uma jovem encantadora e da antiga.”, diz o juiz. le acaba conhecendo uma socialite chamada Daphny, e cai de amores por ela.  personagem de Judy permanece com o amor não correspondido por ele, mas o filme termina com Andy colocando uma foto de Betsy ao lado da foto de Polly, sua namorada, o que acaba deixando a garota um pouco mais feliz. Notas * O estúdio estava tão interessado em explorar a dupla Rooney/Garland, que o filme foi feito às pressas, com as filmagens invadindo a madrugada. As músicas interpretadas por Garland não eram inéditas, mas regravações de outros filmes. * Lana Turner, que tinha participado do episódio anterior, era agora uma grande estrela, e não podia mais participar da série, mas sua personagem foi citada várias vezes por Andy Hardy. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Sem Legendas   Imagens
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Título Original: Strike up the band Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Musical / 120min Direção: Busby Berkeley Produção: Arthur Freed Roteiro: John Monks Jr. e Fred F. Finklehoffe Fotografia:   Ray June Música: Roger Edens, George Gershwin e Ira Gershwin e Arthur Freed Elenco Mickey Rooney - Jimmy Connors Judy Garland - Mary Holden Paul Whiteman - Himself June Preisser - Barbara Frances Morgan William Tracy - Phillip Turner Larry Nunn - Willie Brewster Margaret Early - Annie Ann Shoemaker - Mrs. Connors Francis Pierlot - Mr. Judd Virginia Brissac - Mrs. May Holden George Lessey - Mr. Morgan Enid Bennett - Mrs. Morgan Howard Hickman - Doutor Sarah Edwards - Miss Hodges Milton Kibbee - Mr. Holden Helen Jerome Eddy - Mrs. Brewster Sinopse Jimmy (MIckey Rooney) e Mary (Judy Garland) participam de um concurso de dança na Riverwood High school e essa se torna uma oportunidade dos dois ganharem fama. O número dos dois é um sucesso e eles recebem muito dinheiro, o suficiente para participarem de um concurso em âmbito nacional, em Chicago. Mas surge uma emergência, quando Willie necessita fazer uma cirurgia. Garland canta e dança, e também a melhor amiga de Rooney (mais uma vez com ele acreditando que ela seria uma ótima esposa para alguém, não para ele).   Curiosidades * Esse filme foi inicialmente pensado como uma sátira ao militarismo. * "Our Love Affair", de Arthur Freed eRoger Edens, ganhou o Oscar de melhor música de 1940.   Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas Pesquisar este filme no SUBMARINO   Imagens  
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Título Original: Little Nelly Kelly Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Musical Romance Drama / 98min Direção: Norman Taurog Produção: Arthur Freed Roteiro: George M. Cohan e Jack McGowan Fotografia: Ray June Música:  William Axt, George Bassman, Leonid Raab Elenco Judy Garland - Nellie Kelly / Little Nellie Kelly George Murphy - Jerry Kelly Charles Winninger - Michael Noonan Douglas McPhail - Dennis Fogarty Arthur Shields - Timothy Fogarty Rita Page - Mary Fogarty Forrester Harvey - Moriarity James Burke - Sergeant McGowan George Watts - Keevan Sinopse Nelly é uma jovem irlandesa que vai para a América com seu pai e seu marido. O pai não se dá bem com o marido, e não fala com o genro. Nelly fica grávida, mas acaba morrendo no parto. A pequena Nellie cresce e tenta sempre unir o pai e o avô, mas sempre em vão. Durante um desfile, ela conhece um rapaz e se apaixona, mas o seu avô é contra o relacionamento dos dois. O avô acaba deixando a casa, conseguindo trabalho como charreteiro. No final, todos se reconciliam. Notas * Esse era um antigo musical da Broadway, da década de 20. * Garland interpreta o papel duplo da mãe e da filha. Os estúdios, no princípio, não queriam ainda faze-la interpretar papeis mais adultos. Queriam explorar sua adolescencia ao máximo. Mas acabaram convencidos que ela faria bem o papel principal. Mayer teria dito; “Você não pode deixar aquela menina ter um filho!”. * Quando começou esse filme, seu salário foi de U$ 600 para U$ 2000 por semana. * A MGM nunca lançou um disco com as músicas desse filme. * Ela ficou bastante nervosa, pois foi nesse filme que ela deu seu primeiro beijo em tela. Nesse filme ela também fez sua única cena de morte em toda sua carreira. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Sem Legendas Imagens
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Título Original: Ziegfeld Girl Ano/País/Gênero/Duração: 1941/ EUA / Musical / 132min Direção: Robert Z. Leonard Produção: Arthur Freed Roteiro: Marguerite Roberts e Sonya Levien Fotografia: Ray June Música: Busby Berkeley   Elenco James Stewart - Gilbert Young Judy Garland - Susan Gallagher Hedy Lamarr - Sandra Kolter Lana Turner - Sheila Regan Tony Martin - Frank Merron Jackie Cooper - Jerry Regan Ian Hunter - Geoffrey Collis Charles Winninger - "Pop" Gallagher Edward Everett Horton - Noble Sage Philip Dorn - Franz Kolter Paul Kelly - John Slayton Eve Arden - Patsy Dixon Dan Dailey, Jr. - Jimmy Walters Al Shean - Al Fay Holden - Mrs. Regan Felix Bressart - Mischa Rose Hobart - Mrs. Merron Bernard Nedell - Nick Capalini Ed McNamara - Mr. Regan Mae Busch - Jenny Renie Riano - Annie Josephine Whittell - Perkins Sinopse O filme conta as peripécias de três garotas, que querem ser estrelas: Sandra, Sheila e Susan. Sandra interessasse por um cantor, mas depois descobre que é apaixonada por seu marido. Sheila troca seu namorado por outro que lhe dá jóias, mas depois descobre que ele é contrabandista. Susan, enquanto isso, flerta com alguns garotos. Notas * Em 1938 foi anunciado que Joan Crawford, Margart Sullavan, Eleanor Powell e Virginia Bruce estrelariam Ziegfeld Girl, porem o projeto acabou sendo abandonado depois de uma briga entre Powell e Fred Astaire. Em 1940 foi retomado o projeto tendo como atrizes principais Lana Turner, Hedy Lamarr e Judy. * Essa foi a primeira vez que Judy usou roupas glamourosas em um filme, mas nem isso serviu para diminuir seu complexo de inferioridade: mesmo assim ela achava que nunca seria páreo para Lana ou Hedy. E nem o fato de seu nome ser colocado acima do delas lhe serviu de consolo.   Imagens  
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Ficha Título original:  Life begins for Andy Hardy Ano/País/Gênero/Duração: 1941/EUA/musical/101min Produção: Carey Wilson Direção: George B. Seitz Fotografia: Lester White Musica: George Stoll Elenco Lewis Stone - Juiz James K. Hardy Mickey Rooney - Andy Hardy Judy Garland - Betsy Booth Fay Holden - Mrs. Hardy Ann Rutherford - Polly Benedict Sara Haden - Aunt Milly Patricia Dane - Jennitt Hicks Ray McDonald - Jimmy Frobisher George Breakston - Beezy Pierre Watkin - Dr. Waggoner Sinopse Após se formar, Andy (Mickey Rooney) tem uma vida inteira pela frente. Mais uma vez Betsy (Judy Garland)  banca a melhor amiga de Andy, uma espécie de anjo da guarda, quando ele viaja para Nova York para começar uma nova carreira. Ela ajuda-o a enfrentar os percalços e as emoções (novas) para um garoto do interior. Esse acabou sendo o seu trabalho menos eficiente, já que o que sobrava para era ela apenas reagir ao que seu companheiro fazia. Notas * Por incrível que pareça, esse filme foi considerado pela Legião Nacional da Decência como não apropriado para crianças. Isso graças a uma cena em que o juiz e Andy conversam sobre fidelidade, e a uma cena de amor no apartamento de Jennitt Hicks. Pesquisar preços de Judy Garland - DVDs - CDs - Livros Imagens
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  Ficha Título original:  Babes on Broadway Ano/País/Gênero/Duração: 1941/EUA/Musical/118min Direção: Busby Berkeley e George Sidney Direção : Georgie Stoll Fotografia: Lester White Edição: Frederick Y. Smith Direção de arte: Cedric Gibbons e Malcolm Brown Maquiagem: Jack Dawn Direção musical: George Stoll Elenco Mickey Rooney - Tommy Williams Judy Garland - Penny Morris Fay Bainter - Miss Jones Virginia Weidler - Barbara Jo Conway Ray McDonald - Ray Lambert Richard Quine - Morton Hammond Donald Meek - Mr. Stone Alexander Woollcott - Himself Luis Alberni - Nick James Gleason - Thornton Reed Emma Dunn - Mrs. Williams Frederick Burton - Mr. Morris Cliff Clark - Inspector Moriarity Donna Reed Sinopse Tommy e Penny são dois artistas desempregados, que, descobertos por um produtor, irão estrelar um musical. Destaque para os musicais estrelados pela dupla. Notas * Para a cena de dança final, em que Judy pinta o rosto de negro, foram necessários 9 dias de ensaio e depois mais 9 para as filmagens. * Esse filme foi lançado um pouco depois do ataque a Pearl Harbor, o que acabou fazendo com que fizesse sucesso, pois era um filme muito sentimental. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas apenas em inglês Imagens
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Ficha Título original: For me and my Gal Ano/País/Gênero/Duração: 1942/EUA/Musical/104min Direção: Busby Berkeley Direção de fotografia: William Daniels Elenco Judy Garland - Jo Hayden George Murphy - Jimmy K. Metcalfe Gene Kelly - Harry Palmer Marta Eggerth - Eve Minard Ben Blue - Sid Simms Richard Quine - Danny Hayden Keenan Wynn - Eddie Melton Horace (Stephen) McNally - Mr. Waring Lucille Norman - Lily Duncan Betty Welles, Anne Rooney, Ben Lessey Sinopse Durante o período da Primeira Guerra Mundial, dois atores disputam o amor de uma mulher, Jo Hayden. Harry acaba levando a melhor e casa-se com ela, mas Jo acaba por abandona-lo quando percebe que ele não quer se alistar por sua causa. Notas * Segundo Eleanor Powell, o filme originalmente seria feito por ela e Dan Dailey, e acabou ficando surpresa por ter sido substituída por Judy e Gene Kelly. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas em espanhol e inglês Imagens
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Ficha Título original: Presenting Lily Mars Ano/País/Gênero/Duração: 1943/EUA/Musical/104min Direção: Norman Taurog Adaptação musical: Roger Edens Direção musical: Georgie Stoll Coreografia: Ernst Matray Fotografia: Joseph Ruttenberg Edição: Albert Akst Direção de arte: Cedric Gibbons Elenco Judy Garland - Lily Mars Van Heflin - John Thornway Fay Bainter - Mrs. Thornway Richard Carlson - Owen Vail Spring Byington - Mrs. Mars Martra Eggerth - Isobel Rekay Connie Gilchrist - Frankie Leonid Kinskey - Leo Patricia Barker - Poppy Janet Chapman .- Violet Annabelle Logan - Rosie Douglas Croft - Davey Ray McDonald - Charlie Potter Sinopse Lily Mars (Judy Garland) é uma jovem fascinada pela vida nos palcos. Quando John Thornway (Van Heflin) um produtor, vem à sua cidade, ela o atrai para sua casa e interpreta um melodrama vitoriano. Ele acaba fugindo dela, até encontra-la passando fome em frente ao teatro. Ela acaba substituindo a atriz principal numa peça. Notas * O roteiro original previa Lana Turner como a atriz principal. Depois foi pensado Kathryn Grayson. Mas o estúdio decidiu que Lana não era atriz suficiente para o papel. * O final do filme foi mudado depois de uma apresentação teste. O público detestou o final com um tom patriótico. Ele foi refeito e ficou mais refinado. Pesquisar preços de Judy Garland - DVDs - CDs - Livros Imagens
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Ficha Título original: Girl Crazy Ano/País/Gênero/Duração: 1943/EUA/Musical/99min Direção: Norman Taurog Adaptação musical: Roger Edens Arranjos: Hugh Martin, Ralph Blane Direção musical: Georgie Stoll Coreografia: Charles Walters Fotografia: William Daniels e Robert Planck Edição: Albert Akst Direção de arte: Cedric Gibbons   Elenco Judy Garland - Ginger Gray Mickey Rooney - Danny Churchill, Jr. Gil Stratton - Bud Livermore Robert E. Strickland - Henry Lathrop Rags Ragland - 'Rags' June Allyson – faz um número especial Nancy Walker - Polly Williams Guy Kibbee - Phineas Armour Frances Rafferty - Marjorie Tait Henry O'Neill - Mr. Churchill, Howard Freeman - Governador Tait Tommy Dorsey – ele mesmo Sinopse Danny é um playboy que vai para uma faculdade. Por ser irritantemente esnobe, acaba por fazer inimigos, e quase abandona os estudos por conta deles. Conhece uma garota chamada Ginger, a filha do reitor, que fica sua amiga, que lhe diz que a faculdade está com problemas financeiros, quase falindo. O jovem então decide ajudar, planejando, para isso, fazer um rodeio para atrair publicidade e salvar da falência. Notas   * Esse musical já tinha sido filmado em 1932 pela RKO, sendo vendido os direitos à MGM em 1939. * Esse foi o quarto filme da dupla Rooney e Garland. * Mais uma vez Judy fugiu das filmagens. Desta vez para se encontrar com o seu namorado na época, Joe Mankiewicz. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas em espanhol e inglês Imagens
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Ficha Ano/País/Gênero/Duração: 1943/EUA/Musical/125min Título original:Thousands cheer Direção: George Sidney Direção musical: Herbert Stothart Fotografia: George Folsey Edição: George Boemler Direção de arte: Cedric Gibbons Lançamento: outubro de 1943   Elenco Kathryn Grayson - Kathryn Jones Gene Kelly - Eddie Marsh Mary Astor - Hyllary Jones John Boles - Colonel William Jones Ben Blue - Chuck Polansky Frances Rafferty - Marie Corbino Mary Elliott - Helen Frank Jenks - Sgt. Kozlack Dick Simmons, Ben Lessey, Jose Iturbi, Judy Garland, Mickey Rooney, Red Skelton, Eleanor Powell, Lucille Ball, Ann Sothern, Virginia O'Brien, Frank Morgan, Lena Horne, Marsha Hunt, Marilyn Maxwell, Donna Reed, Margaret O'Brien, June Allyson, Gloria DeHaven, John Conte, Sara Haden, Don Loper, Maxine Barrat, Kay Kyser e Orchestra e Bing Crosby   Sinopse Esse filme foi uma junção de musicais não utilizados em "Melodias da Broadway 1943", e pretendia ser uma resposta da MGM aos musicais da Paramount.     Imagens
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Ficha Título original: Meet me in St Louis Ano/País/Gênero/Duração: 1944/EUA/Musical/113min Produção: Arthur Freed Direção: Vincente Minelli Roteiro: Sally Benson Músicas: Ralph Blane e Hugh Martin Fotografia: George Folsey   Elenco Judy Garland - Esther Smith Margaret O'Brien - Tootie Smith Mary Astor - Anna Smith Lucille Bremer - Rose Smith Tom Drake - John Truett Marjorie Main - Katie Leon Ames - Alonzo Smith Harry Davenport - Grandpa June Lockhart - Lucille Ballard Henry Daniels, Jr. - Lon Smith, Jr. Joan Carroll - Agnes Smith Hugh Marlowe - Colonel Darly Robert Sully - Warren Sheffield Chill Wills - Mr. Neely Donald Curtis - Dr. Terry Mary Jo Ellis - Ida Boothby Robert Emmet O'Connor - Motorman Darryl Hickman - Johnny Tevis Leonard Walker - Conductor Victor Kilian - Baggage Man John Phipps - Mailman Mayo Newhall - Mr. Braukoff Major Sam Harris - Mr. March Sidney Barnes - Hugo Borvis Myron Tobias - George Kenneth Donner - Clinton Badger Helen Gilbert - Girl on Trolley Sinopse É a história de uma família que vive na virada do século XIX. Judy está encantadora como Esther Smith. No livro original, a história é contada do ponto de vista da menina, porém neste brilha a estrela de Judy Garland. A vida da família segue tranqüila, na cidade de St. Louis, porém começa a mudar quando é obrigada a se mudar para Nova York. O problema é que a família irá perder os amigos e a grande festa da cidade e Esther o grande amor de sua vida. A história gira em torno da mobilização da família para que isso não aconteça. O destaque vai para Margareth O’Brian, brilhante como a filha mais nova. O número musical em que ela e Judy cantam juntas é um dos grandes destaques da película. Notas * Meet Me in St. Louis foi inspirado nas histórias da infância de Sally Benson, publicadas através da série "5135 Kensington Avenue". Benson narrava fatos de sua infância, no período de 1904 a 10. O produtor Arthur Freed conheceu as histórias e interessou-se em compra-las. * Foi feita uma adaptação dos contos. Criaram o papel de Esther Smith para Garland. Ela voltaria a fazer o papel de uma adolescente apaixonada pelo vizinho. * Um novo cenário foi criado nos estúdios MGM, a um custo total de U$ 208.275,00. As músicas também acabaram saindo caro, custando algo em torno de 235 mil dólares. * Nesse filme, Judy conheceu a maquiadora Dottie Ponedel, que continou sendo sua maquiadora pessoal. Ela "redescobriu" a Judy. Refez a linha dos seus cabelos, preencheu seus lábios, tornando-os mais carnudos e levantou as sobrancelhas. * Ao receber a letra de "Have Yoursekf a Merry Little christmas", ela achou os versos "POde ser o seu último natal/ano que vem todos estaremos vivendo no passado" e insistiu para mudar, já que soava muito melancólico. A letra acabou sendo alterada para "Fique com o coração leve/ Ano que vem todos nossos problemas terão sumido." * Esse filme marcou também o início do romance de Judy e Minelli. Durante as filmagens eles começaram a sair, e no lançamento, já estavam morando juntos. * Sobre a Judy desse período Mary Astor disse: "Judy ainda se divertia com seu trabalho e aparentava uma grande energia. Mas estava tensa, trêmula, ansiosa. Estava trabalhando muito acima da capacidade de qualquer ser humano. Gravava à noite e atuava no filme durante o dia. As pessoas ficavam irritadas quando ela chegava atrasada ao set, e quando ficava inquieta e lamurienta devido à fadiga... Judy era uma pequena chama, e estou surpresa por ela não ter se apagado mais cedo". * Na exibição teste, constatou-se que o filme estava longo demais, e tiraram "The boy next door", um musical. * O filme estreou no dia de ações de graças.   ASSISTA ONLINE Imagens    
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Ficha Título original:  The Clock Ano/País/Gênero/Duração: 1945/EUA/Romance/90min Produção: Arthur Freed Direção: Vincente Minelli Efeitos especiais: A. Arnold Gillespie Fotografia: George Folsey Edição: George White Filmagens: de agosto a novembro de 1944 Lançamento: maio de 1945 Elenco Judy Garland- Alice Mayberry Robert Walker - Joe Allen James Gleason - Al Henry Keenan Wynn - The Drunk Marshall Thompson - Bill Lucille Gleason - Mrs. Al Henry Ruth Brady - Helen Sinopse Joe (Robert Walker) é um jovem soldado que tem apenas dois dias de licença e vai passá-los em Nova York. Lá conhece Alice (Judy Garland) uma secretária, por quem se apaixona. Correndo contra o tempo, eles tentam se casar. Notas * Depois de fazer um longa de grande produção, a MGM decidira que o próximo filme de Garland seria mais modesto, em preto e branco e sem musicais. * Judy não se deu bem com o diretor escolhido: Fred Zinnemann. Depois de 24 dias reclamando do diretor, Judy conseguiu convencer os executivos a trocarem-no por Minelli. Ele parecia capaz de controla-la. * Judy e Minelli estavam separados nessa época. E o filme foi um bom motivo para juntarem-se novamente. Seu divórcio tinha saído e eles puderam oficializar o casamento. * Minelli conseguiu extrair dela uma interpretação sensível de uma mulher apaixonada. Pesquisar preços de Judy Garland - DVDs - CDs - Livros Imagens
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  Ficha Título original: The Harvey girls Ano/País/Gênero/Duração: 1946/EUA/Musical/102min Produção: Arthur Freed Direção: George Sidney, Cedric Gibbons, William Ferrari Baseado na história de Samuel Hopkins Adams e Eleanore Griffin. Músicas: Johnny Mercer e Harry Warren Fotografia: George Folsey Elenco Judy Garland - Susan Bradley John Hodiak - Ned Trent Ray Bolger - Chris Maule Preston Foster - Judge Sam Purvis Virginia O'Brien- Alma Angela Lansbury - Em Marjorie Main - Sonora Cassidy Chill Wills - H.H. Hartsey Kenny Baker -Terry O'Halloran Selena Royle - Miss Bliss Cyd Charisse - Deborah Ruth Brady - Ethel Catherine McLeod - Louise Jack Lambert - Marty Peters Edward Earle - Jed Adams Virginia Hunter - Jane     Sinopse Susan (Garland) é uma jovem sonhadora, que abandona seu lar indo ao encontro de um homem que conhece apenas através de cartas. No trem conhece as garçonetes de Harvey, que estão de mudança para o velho Oeste, com o intuito de civiliza-los. Quando chegam à cidade, Susan decepciona-se ao descobrir que foi vítima de uma brincadeira, e que o seu suposto noivo é apenas um caipira. Na verdade, as cartas haviam sido escritas por Ned Trend (Hodiak), o dono do Saloon. Susan torna-se uma das garçonetes e a briga entre elas e as garotas do Saloon é acirrada. Elas, com o tempo conseguem mostrar ao povo da cidade os benefícios de uma diversão sadia. Ned, o dono do Saloon acaba por também se apaixonar por Susan. Notas * As filmagens iniciaram em 12 de janeiro e terminaram depois do prazo, em 5 de junho. Isso por conta das constantes faltas de Judy, e aos seus ataques de pânico, que a faziam abandonar os sets sem um motivo aparente. O resultado disso tudo, foi que algumas cenas tiveram que ser feitas sem ela, usando-se uma modelo que ficava de costas enquanto John Hodiak aparece em close. * Ao se defender dos constantes atrasos e faltas neste filme, Judy falou, certa vez: “Eu estava uma pilha de nervos por dormir tão pouco. Eu não estava em condições de suportar a tensão do estúdio. O estúdio tornara-se uma casa assombrada. Eu fazia tudo para não gritar cada vez que um diretor olhava pra mim”. * Conforme Irenne, a figurinista que conhecia Judy dese a infância dela: "Ela estava magra e talentosa, mas tensa como uma corda de violino. Não parecia nada com a menina fofinha que cantava com o coração." Imagens
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Título Original: Ziegfeld Follies Ano/País/Gênero/Duração: 1945/ EUA / Musical / 110min Direção: Vincente Minelli Produção: Arthur Freed Roteiro: Lemuel Ayers Fotografia: Charles Rosher Música: Arthur Freed e Harry Warren, Arthur Freed e Earl Brent, Ralph Blane e Hugh Martin, Philip Braham e Douglas Furber, Earl Brent e Roger Edens, Ralph Freed e Roger Edens, George Gershwin e Ira Gershwin Elenco William Powell ... Florenz Ziegfeld Bunin Puppets ... Themselves Fred Astaire, Cyd Charisse, Lucille Ball and Virginia O'Brien, Esther Williams, Keenan Wynn, James Melton, Marion Bell, Victor Moore, Edward Arnold, Ray Teal, Joseph Crehan, William B. Davidson, Harry Hayden, Eddie Dunn, Garry Owen, Fred Astaire, Lucille Bremer , Count Stefenelli, Naomi Childers, Helen Boice, Robert Wayne, Charles Coleman, Feodor Chaliapin, Sam Flint, Shirlee Howard, Natalie Draper, Katherine Booth, Lucille Casey, Eve Whitney, Elaine Shepard, Frances Donelan, Aileen Haley, Aina Constant, Helen O'Hara, Fanny Brice, Hume Cronyn, William Frawley, Arthur Walsh, Lena Horne, Red Skelton,  Eugene Loring, Harriet Lee, Dante Dipaolo, Robert Chetwood, Jack Purcell, Herb Luri, Walter Stane, Edward Brown, Milton Chisholm, Jack Regas, Bert May, Richard D'Archy, Alex Romero, Don Hulbert, Ricky Ricardi, Robert Trout, Bill Hawley, Rita Dunn, Charlotte Hunter, Patricia Lynn, Ruth Merman, Melba Snowden, Patricia Jackson, Marilyn Christine, Wanda Stevenson, Judi Blacque, Virginia Hunter, Sean Francis, Dorothy Gilmore, Doreen Hayward, Judy Garland, Rex Evans, Gene Kelly Sinopse Neste filme vários números são apresentados com diversos astros da época, Aparentemente sem roteiro, só contando com um elenco estelar onde o grande astro é Fred Astaire. ASSISTA ONLINE Imagens
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Ficha Título original: Till the clouds roll by Direção: Richard Whorf Ano/País/Gênero/Duração: 1947/EUA/Musical/132min Música: Jerome Kern Fotografia: Harry Stradling, George Folsey Elenco Robert Walker - Jerome Kern Judy Garland - Marilyn Miller Lucille Bremer - Sally Hessler Joan Wells - Sally as a girl Van Heflin - James I. Hessler Paul Langton - Oscar Hammerstein Dorothy Patrick - Mrs. Jerome Kern Harry Hayden - Charles Frohman Paul Maxey - Victor Herbert Mary Nash - Mrs. Muller June Allyson, Kathryn Grayson, Lena Horne, Van Johnson, Tony Martin, Dinah Shore, Frank Sinatra, Gower Champion, Cyd Charisse, Angela Lansbury, Ray McDonald, Virginia O'Brien, Caleb Peterson, William "Bill" Phillips, Wilde Twins (Lyn and Lee)   Sinopse Esse filme conta a vida de Jerome Kern, um grande compositor da Broadway e de Hollywood. Dentre os fatos de sua vida destacados, encontram-se a batalha pelo sucesso na Inglaterra e a luta para ser reconhecido pelos americanos. Judy faz o papel de uma dançarina chamada Marilyn Miller. O filme conta ainda com elenco estrelar. Notas * Judy aceitou fazer o filme porque, não sendo a atriz principal, não precisaria se esforçar tanto quando nos filmes anteriores. No início das filmagens ela ficou grávida, e suas cenas tiveram que ser adiantadas. Em algumas cenas, uma dublê foi usada. Para ocultar a barriga, no musical "Look for the silver lining", a atriz foi filmada atrás de uma pilha de pratos. Mesmo assim dá para perceber a barriga. * Os três números da atriz custaram um total de U$ 467.305,00, ou seja, 20% do orçamento total do filmes. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.     Assista Online (legendado) u5exvohajuQ   Canal: http://www.youtube.com/user/purviance13 Imagens
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  Ficha Título original: The pirate Ano/País/Gênero/Duração: 1948/EUA/musical/102min Produção: Arthur Freed Direção: Vincente Minelli Músicas: Cole Porter Direção musical: Lennie Hayton Arranjos instrumentais: Conrad Salinger Direção de dança: Robert Alton, Gene Kelly Roupas: Irene Maquiagem: Jack Dawn Fotografia: Harry Stradling Edição: Blanche Sewell Direção de arte: Cedric Gibbons, Jack Martin Smith Elenco Judy Garland - Manuela Alva Gene Kelly - Serafin Walter Slezak - Don Pedro Vargas Gladys Cooper - Aunt Inez Reginald Owen – o advogado George Zucco - Viceroy Lester Allen ... Uncle Capucho Lola Deem - Isabella Ellen Ross - Mercedes Mary Jo Ellis - Lizarda Jean Dean - Casilda Marion Murray - Eloise Ben Lessey - Gumbo Jerry Bergen - Bolo Val Setz - Juggler Gaudsmith Brothers, Cully Richards Sinopse A paixão que surge entre uma mulher sonhadora que sonha em se casar com o pirata Serafin. Ele surge na pele de um ator que finge ser o pirata. Os dois se apaixonam. Ela está noiva do prefeito, que tentará evitar que os dois fiquem juntos. Notas * A MGM pagou U$ 225.026,00 pelos direitos da peça O pirata. Depois de muitas tentativas de acerto do roteiro, o entusiasmo de Garland pelo filme começou a esvanecer-se. * Judy também estava preocupada com o fato de Gene Kelly ter um papel mais bem humorado que o seu. Isso, provavelmente, chamaria mais a atenção para o personagem dele. Durante as filmagens, ela achava que seu marido Minelli, dava atenção demais a Kelly, e chegou a pensar que os dois estavam tendo um caso. * O uso de drogas, remédios e barbitúricos fez com que Judy envelhecesse precocemente. Ela tinha 24 anos, mas não parecia mais tão jovem. Ela voltou a fazer análise, mas não resolvia muito. * Segundo Hedda Hopper: "Judy estava tremendo. De repente, explodiu num frenesi de histeria. Ela disse que todos que a amaram haviam se voltado contra ela. Não tinha amigos. Por causa do seu comportamento errático, as filmagens acabaram mais uma vez atrasando. Uma vez ela saiu correndo pelos estúdios, procurando quem tinha uma pílula de bezendrina, o que chocou sobretudo quem a conhecia desde menina. O filme foi rodado em 135 dias, dos quais Judy faltou 99. O estúdio verificou que provavelemente, por conta do estouro das contas, não teriam lucro, e, pela primeira vez, consideraram demitir a atriz.   Assista Online         Imagens  
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Ficha Título original: Easter Parade Ano/País/Gênero/Duração: 1948/EUA/musical/107min Produção: Arthur Freed Direção: Charles Walters Musicas: Irving Berlin Direção musical: Robert Alton Arranjos: Conrad Salinger, Roger Edens Arranjos musicais: Robert Tucker Fotografia: Harry Stradling Direção de arte: Cedric Gibbons, Jack Martin Smith Elenco Judy Garland - Hannah Brown Fred Astaire - Don Hewes Peter Lawford - Jonathan Harrow III Ann Miller - Nadine Gale Jules Munshin - Francois Clinton Sundberg - Mike Jeni Le Gon - Essie Jimmy Bates , Richard Beavers, Dick Simmons, Dee Turnell, Lola Albright, Joi Lansing, Wilson Wood, Lynn and Jean Romer, Peter Chong, Nolan Leary, Benay Venuta, Frank Mayo, Doris Kemper, Hector and His Pals, William Frawley Sinopse Don Hews (Fred Astaire), um dançarino, depois que sua parceira Nadine (Ann Miller) o abandona,fica em depressão, até que decide encontrar outra e provar que pode transforma-la numa grande estrela,que dance melhor que Nadine. Hannah (Judy Garland) é a escolhida e ele tem que treina-la, já que ela não tem nenhuma experiência com dança. Notas   * Vincente Minelli ficou surpreso ao receber uma ligação dos chefes da MGM informando que Judy não o queria como diretor do filme. Quando ele chegou em casa, ela o recebeu como se nada tivesse acontecido. Mas foi inegável a influência dele no filme. * Esse filme traz o musical “A couple of swells”, em que Judy e Kelly dançam vestidos de mendigo. Kelly acabou sendo substituído por outro grande astro, Fred Astaire,que faz uma dupla memorável com Garland. Assista Online Imagens
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Ficha Título original: Words and music Ano/País/Gênero/Duração: 1948/EUA/musical/120min Produção: Arthur Freed Direção: Norman Taurog Direção musical: Lennie Hayton Orquestra: Conrad Salinger Arranjos musicais: Robert Tucker Direção musical: Robert Alton Fotografia: Charles Rosher, Harry Stradling Edição: Albert Akst, Ferris Webster Direção de arte: Cedric Gibbons, Jack Martin Smith Elenco Mickey Rooney - Lorenz Hart Tom Drake - Richard Rodgers Ann Sothern - Joyce Harmon Judy Garland – ela mesma Lena Horne – ela mesma Gene Kelly – dançarino Perry Como - Eddie Lorrison Anders June Allyson - Guest Cyd Charisse - Margo Grant Betty Garrett - Peggy Lorgan McNeil Janet Leigh - Dorothy Feiner Rodgers Marshall Thompson - Herbert Fields Mel Torme,Vera-Ellen, Jeanette Nolan Sinopse Words and Music é um musical baseado na vida de Richard Rodgers (Tom Drake) e Lorenz Hart (Mickey Rooney). O enredo é fraco, mas acaba se salvando pelas músicas, já que as principais estavam presentes. Aqui as principais estrelas da MGM aparecem como elas mesmas, como Fred Astaire, Judy Garland, Lena Horne, dentre outros.   Notas * Mayer chamou Judy para fazer esse filme e ofereceu cerca de 50 mil dólares para ela interpretar uma música. Dois meses depois ela recebeu mais 50 mil para interpretar outra música. * Esse seria o último filme estrelado por Rooney (como astro da MGM). A sua popularidade já tinha caído bastante neste período e ele não conseguia levar mais público aos cinemas sozinho. Imagens
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Ficha Título original:  In the good old summertime Ano/País/Gênero/Duração:1949/EUA/Musical/102min Produção: Joe Pasternak Direção: Robert Z. Leonard Direção musical: Georgie Stoll Orquestra: Conrad Salinger Fotografia: Harry Stradling Direção de arte: Cedric Gibbons, Randall Duell Elenco Judy Garland - Veronica Fisher Van Johnson - Andrew Delby Larkin S.Z. Sakall - Otto Oberkugen Spring Byington - Nellie Burke Clinton Sundberg - Rudy Hansen Buster Keaton - Hickey Marcia Van Dyke - Louise Parkson Lillian Bronson - Aunt Addie Sinopse Andrew Delby Larkin responde a um anúncio de jornal, e começa a se corresponder com Veronica. A correspondência começa a ficar mais intensa e os dois acabam se apaixonando. Ela começa a trabalhar numa loja e a antipatia com seu chefe é evidente. O filme se desenvolve quando ela descobre que o chefe presunçoso é o seu correspondente amado.   Notas * Esse filme é uma refilmagem de “A loja da esquina” (The shop around corner, 1940). O filme na primeira versão era ambientado em Budapeste, na nova versão em Chicago. * Judy entrou para substituir June Allyson, escalada, mas que engravidou nesse período. Os estúdios, no final, sairiam ganhando, pois Allyson era apenas uma atriz que podia cantar, e seus discos venderiam modestamente, ao passo que um disco de Judy cantando venderia muito mais. * Esse papel foi uma oportunidade de Judy ser romântica e engraçada ao mesmo tempo. * Esse foi um filme em que ela parece não ter dado trabalho, e as filmagens acabaram com 5 dias de adiantamento. O motivo, segundo os produtores, é que eles a deixaram bem a vontade, não a criticando e fazendo com que ela se sentisse necessária. * Uma curiosidade é que durante as filmagens, Judy ia para o estúdio sempre com a mesma saia. Todos já estavam ficando curiosos do porque. Ela explicou que quando a vestira no primeiro dia de filmagens, tinha saído tudo bem, e ela concluíra que a saia lhe dava sorte.       Imagens
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Título original: Summer Stock Ano/País/Gênero/Duração:  1950/EUA/Musical/108min Produção: Joe Pasternak Direção: Charles Walters Direção musical: Johnny Green e Saul Chaplin Orquestra: Conrad Salinger e Skip Martin Fotografia: Robert Planck Edição: Albert Akst Direção de arte: Cedric Gibbons, Jack Martin Smith   Elenco Judy Garland - Jane Falbury Gene Kelly - Joe Ross Eddie Bracken - Orville Wingait Gloria DeHaven - Abigail Falbury Marjorie Main - Esme Phil Silvers - Herb Blake Ray Collins - Jasper Wingait Nita Bieber - Sarah Higgins Carleton Carpenter - Artie Almira Sessions ... Constance Fliggert Hans Conried - Harrison Keath Kathryn Sheldon ... Amy Fliggerton Paul E. Burns - Frank Jack Gargan - Clerk Eddie Dunn - xerife Erville Alderson - Zeb Sinopse A história gira em torno de uma família simples do interior, que permite que uma companhia da Broadway mostre seu novo espetáculo na sua fazenda para arrecadar dinheiro. O evento acaba por agitar a vida de todos.  O filme foi um recontro de Judy Garland e Gene Kelly. Notas * Judy Garland  fez esse filme após um novo período de depressão, em que esteve internada para se tratar também dos vícios. A depressão foi motivada pela suspensão no filme anterior(Bonita e valente, que acabou sendo feito por Betty Hutton). * Gene Kelly acabou concordando em fazer esse filme por Judy, pois ele não estava muito interessado no papel. Ele disse, certa vez: "Faria qualquer coisa por essa garota. Se eu tiver de vir aqui e esperar um ano, farei isso por ela". * Durante o período de internação, Judy ficara muito gorda, e teve que emagrecer às pressas, o que acabou fazendo com que ela se ausentasse dos estúdios. Por vezes ela tinha que ser amparada pois estava totalmente sem forças. * As filmagens acabaram durando 6 meses. Gene acabou sendo o astro principal. * Após esse filme, Judy Garland foi demitida da MGM. Imagens
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  Títitulo original: A star is born Ano/País/Gênero/Duração: 1954/EUA/Musical/169min Produção: Sidney Luft Direção: George Cukor Direção de arte: Malcolm Bert Assistentes de direção: Earl Bellamy, Edward Graham, Russell Llewellyn Fotografado em CinemaScope/eastmancolor Direção musical: Ray Heindorf Coreografia: Eugene Loring Elenco Judy Garland - Esther Blodgett/Vicki Lester James Mason - Norman Maine Jack Carson - Matt Libby Charles Bickford - Oliver Niles Tom Noonan - Danny McGuire Lucy Marlow - Lola Lavery Amanda Blake - Miss Ettinger Irving Bacon, Hazel Shermet, Wilton Graff, Grady Sutton, James Brown, Lotus Robb Sinopse Norman Maine (Maison), astro de cinema decadente e alcoólatra, conhece Esther Blodgett (Garland), uma sonhadora artista que deseja o estrelato. Depois de um tempo os dois se casam e ela começa a se transformar numa grande estrela, que agora atende por Vicky Lester. É aí que começam seus problemas, pois o marido não agüenta ver ao mesmo tempo sua derrota e a vitória de Esther como artista, o que acaba levando-o para as bebidas. Isso acaba abalando a carreira da esposa. Notas * George Cukor era conhecido como o “diretor das estrelas”, tendo dirigido Greta Garbo, Katharine Hepburn, Ingrid Bergman, Claudette Colbert, Lana Turner, Judy Holliday, Judy Garland, Marilyn Monroe, Ava Gardner, Joan Crawford, Anna Magnani, Sophia Loren, Jane Fonda, Audrey Hepburn. * Esse foi o primeiro filme realizado em cinemascope, e teve que ser cortado para ser exibido em escala comercial. A versão original tinha 3 horas. A warner cortou meia hora, e Judy e Cukor aborreceram-se por causa disso. Somente recentemento foram descobertas as cenas cortadas, dentre elas 18 minutos de um número chamado “Born in a Trunk”. * Judy foi a maior injustiçada de todos os tempos no Oscar. Ela competia como melhor atriz, e era uma unanimidade em todos os meios, porém, a Academia preferiu dar o Oscar para uma aguada Grace Kelly em “Amar é sofrer”. * Esse filme é uma refilmagem do original de William A Wellman, que ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Original, tendo sido indicados Fredric March e Janet Gaynor como melhor ator e atriz. Na década de 70 foi refilmado em estilo rock, tendo Barbra Streisend no papel de Vicky. Porém, essa versão foi excluída pelo público, e se não tivesse sido feita não faria falta. * Judy desejava fazer esse filme desde a dácada de 40, mas Mayer não concordou na época. Assista Online Imagens
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Ficha Título original: A child is waiting Ano/País/Gênero/Duração: 1963/EUA/Drama/102min Produção: Stanley Kramer Direção: John Cassavetes Direção de arte: Rudolph Sternad Fotografia: Joseph LaShelle Músicas: Ernest Gold Elenco Judy Garland - Jean Hansen Burt Lancaster - Dr. Matthew Clark Gena Rowlands - Sophie Widdicombe Steven Hill - Ted Widdicombe Bruce Ritchey - Reuben Widdicombe Cloria McGehee - Mattie Paul Stewart - Goodman Elizabeth Wilson - Miss Fogarty Barbara Pepper - Miss Brown June Walker - Mrs. McDonald Lawrence Tierney - Douglas Benham   Sinopse filme gira em torno do conflito entre um diretor (Clark) e uma professora (Jean). Ele é inteiramente racional, regrado, enquanto que ela reage intuitiva e sensivelmente. A professora é uma musicista trintona fracassada, buscando algo útil para preencher sua vida. Curiosidades * O sindicato dos atores autorizou que crianças especiais aparecessem no filme. Isso acabou enriquecendo muito a vida de Garland, já que ela simpatizava com a causa.   Assista Online           Imagens    
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Ficha Título original:   I could go on singing Ano/País/Gênero/Duração: 1963/EUA/Drama-musical/100min Produção: Stuart Millar e Lawrence Turman Direção: Ronald Neame Direção de arte: Wilfred Singleton Fotografia: Arthur Ibbetson Supervisão musical: Saul Chaplin Elenco Judy Garland - Jenny Bowman Dick Bogarde - David Donne Jack Klugman - George Kogan Gregory Phillips - Matt Aline MacMahon - Ida Pauline Jameson - Miss Plimpton Jeremy Brunham, Russell Waters, Gerald Sim, Leon Corte Sinopse Filmado em Londres, esse filme traz Judy no papel mais biográfico de sua carreira. Como Jenny Bowman, ela é uma artista que luta para conciliar a vida privada com a profissional. Um filme dramático e verdadeiro. Notas * O filme inicialmente chamava-se The Lonely Stage. O título foi mudado de última hora. * Apesar de toda a crítica favorável, poucos foram ver ao filme, o que deixou a todos estarrecidos. Era bom, sabiam que estava em cartaz, gostavam de Judy, mas as pessoas simplesmente não iam aos cinemas para vê-la. Ela ainda era um sucesso nos palcos, mas a sua platéia não a ia mais ver nos cinemas. * Esse foi o último filme de Judy Garland, e o que mais se assemelhava a ela. Imagens
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Ficha Título original: Judgment at Nuremberg Ano/País/Gênero/Duração:1961/EUA/Drama/186min Produção e direção: Stanley Kramer Assistente de direção: Philip Langner Direção de arte: Rudolph Sternad, George Milo Fotografia: Ernest Laszlo Música: Ernest Gold Elenco Spencer Tracy (Juiz Dan Haywood) Burt Lancaster - Ernst Janning Richard Widmark - Colonel Tad Lawson Marlene Dietrich - Madame Bertholt Maximilian Schell - Hans Rolfe Judy Garland - Irene Hoffman Wallner Montgomery Clift - Rudolph Petersen Ed Binns - Senator Burkette Werner Klemperer - Emil Hahn Torben Meyer - Werner Lammpe Martin Brandt - Friedrich Hofstetter William Shatner - Capt.Harrison Byers Kenneth MacKenna - Judge Kenneth Norris Alan Baxter - Brig. Gen. Matt Merrin Ray Teal - Judge Curtiss Ives Virginia Christine - Mrs. Halbestadt   Sinopse O filme retrata o ano de 1948, quando o juiz americano Dan Haywood terá que julgar quatro juízes por crimes cometidos durante o nazismo. Ouvindo testemunhas do caso, como Rudoph Petersen (Montgomery Clift), que foi esterilizado por ser considerado uma pessoa mentalmente incapaz; Irene Hoffman (Judy Garland), testemunha de um caso anterior, em que seu amigo e mentor judeu foi condenado a morte, por supostamente ter tido relações sexuais com a própria. O advogado de defesa, Has Rolfe (Maximilian Schell) retruca cada uma delas com uma defesa brilhante, calcada na lógica dos acontecimentos. Para ele, a condenação dos juízes seria uma injustiça, pois os mesmos somente cumpriam o que a lei determinasse, e traidor seria aquele que naquele momento, fugiria às suas obrigações com o povo alemão. Tad Lawson (Richard Widmark), o advogado de acusação, basea-se na emoção que os efeitos do nazismo traziam para o mundo: mostra cenas de um filme (reais), chama a atenção para as atrocidades cometidas não a um povo, mas ao mundo, relata que cada um deverá responder por seus atos. Uma situação difícil para o juiz Haywood, que fez amizade com Madame Bertholt (Marlene Dietrich), uma viúva de um condenado. Curiosidades * Originalmente a história tinha sido apresentada em 1959, na forma de novela, interpretada por Claude Rains e Paul Lukas. * O diretor conseguiu reunir um time de atores para fazerem participações no filme, dentre os quais o grande Spencer Tracy, Burt Lancaster e Marlene Dietrich.   Imagens    
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  FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha   Nome: Julius Henry Marx Nascimento e local: 02/10/1890, Nova York USA Morte e local: 19/08/1977, Los Angeles, de pneumonia Ocupação: ator Nacionalidade: Americana Irmãos: Harpo Marx, Chico Marx, Gummo Marx e Zeppo Marx Casamentos: Ruth Johnson, Katherine Marvis Gorcey e Eden Hartford Filhos: Arthur Marx, Miriam Marx, Melinda Marx Biografia   Dentre suas características principais estavam o charuto, o bigode pintado e o palavreado com forte entonação sexual, o que acabou tornand-o o líder dos irmãos.Adorava música. Malucos, excêntricos, escandalosos, maliciosos. Esses são apenas alguns dos mais variados adjetivos que caracterizam os Irmãos Marx. Nascidos em Nova York, filhos de um alfaiate judeu, os Marx fizeram da anarquia sua arte. Eram três: Chico (1886-1961), Zeppo (1901-1979), Harpo (1880-1964) e o líder Groucho (1890-1977). Incentivados pela mãe (Minna Schoenberg), desde muito cedo eles começaram a fazer teatro de variedades, criando um número de comédia. Depois de um tempo foram contratados pela Paramount. Lá fizeram filmes como “The cocoanuts” (1929) e “Os galhofeiros” (1930), além de “Monkey Business” (1931) e “O diabo a quatro” (1933). Cada um tinha uma característica que tornavam o grupo mais interessante: Groucho sabia o que falar em qualquer hora, Harpo tocava harpa e era ótimo na mímica, Chico tinha um intrigante sotaque italiano e era pianista e Zeppo fazia a frente como o certinho da trupe. Foram contratados pela MGM começaram a trabalhar com Margaret Dumont, formando um contraste em tanto. O filme de maior sucesso para eles foi “Uma noite na ópera” de 1935. O último filme foi “Loucos de amor”, de 1949. Depois disso o grupo se separou e apenas Groucho continuou no cinema, até se aposentar em 1968 com o filme “Skidoo”. Filmes Mais DVDs Skidoo (1968) A história da humanidade - The Story of Mankind (1957) Loucos de amor - Love Happy (1950) Copacabana (1947) Uma noite em Casablanca - A Night in Casablanca (1946) A grande loja - The Big Store (1941) No tempo da onça - Go West (1940) DOWNLOAD Irmãox Marx no circo - At the Circus (1939) DOWNLOAD Por conta do Bonifacio - Room Service (1938) DOWNLOAD Um dia nas corridas - A Day at the Races (1937) DOWNLOAD Uma noite na ópera - A Night at the Opera (1935) DOWNLOAD Diabo a quatro - Duck Soup (1933) DOWNLOAD Os Gênios da pelota - Horse Feathers (1932) DOWNLOAD Os quatro batutas - Monkey Business (1931) DOWNLOAD Os galhofeiros - Animal Crackers (1930) DOWNLOAD No hotel da fuzarca - The Cocoanuts (1929) DOWNLOAD Mais   Será que foi coincidência? Frases de Groucho Marx Harpo Marx Chico Marx Judy Garland de A a Z   Prêmios Oscar honorário em 1974.     Imagens     Vídeos z_-UkiZzrr0   AaO1FzE6J9I   3by3RivcrZ0
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FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha   Nome: Adolph Marx Nascimento e local: 23/11/1888, New York USA Morte e local: 28/09/1964, Los Angeles, falência do coração Ocupação: ator Nacionalidade: Estados Unidos Irmãos: Grouxo Marx, Chico Marx, Gummo Marx e Zeppo Marx Casamentos: Susan Fleming Filhos: Bill Marx, Alexander Marx e Minnie Marx Biografia Harpo era o mais silencioso dentre os irmãos. Para muitos, justamente por isso era o favorito.Adolph deixou a escola logo cedo, passando pela vaudeville, Broadway e cinema, antes de chegar ao cinema. Suas características mais marcantes, além do silêncio, eram o cabelo vermelho, um chapéu e um chifre, além de estar sempre correndo atrás de uma bela mulher. Malucos, excêntricos, escandalosos, maliciosos. Esses são apenas alguns dos mais variados adjetivos que caracterizam os Irmãos Marx. Nascidos em Nova York, filhos de um alfaiate judeu, os Marx fizeram da anarquia sua arte. Eram: Chico (1886-1961), Zeppo (1901-1979), Harpo (1880-1964) e o líder Groucho (1890-1977). Incentivados pela mãe (Minna Schoenberg), desde muito cedo eles começaram a fazer teatro de variedades, criando um número de comédia. Depois de um tempo foram contratados pela Paramount. Lá fizeram filmes como “The cocoanuts” (1929) e “Os galhofeiros” (1930), além de “Monkey Business” (1931) e “O diabo a quatro” (1933). Cada um tinha uma característica que tornavam o grupo mais interessante: Groucho sabia o que falar em qualquer hora, Harpo tocava harpa e era ótimo na mímica, Chico tinha um intrigante sotaque italiano e era pianista e Zeppo fazia a frente como o certinho da trupe. Foram contratados pela MGM começaram a trabalhar com Margaret Dumont, formando um contraste em tanto. O filme de maior sucesso para eles foi “Uma noite na ópera” de 1935. O último filme foi “Loucos de amor”, de 1949. Depois disso o grupo se separou e apenas Groucho continuou no cinema, até se aposentar em 1968 com o filme “Skidoo”. Filmes   Mais DVDs A história da humanidade - The Story of Mankind (1957) Loucos de amor - Love Happy (1950) Uma noite em Casablanca - A Night in Casablanca (1946) A grande loja - The Big Store (1941) No tempo da onça - Go West (1940) DOWNLOAD Irmãox Marx no circo - At the Circus (1939) DOWNLOAD Por conta do Bonifacio - Room Service (1938) DOWNLOAD Um dia nas corridas - A Day at the Races (1937) DOWNLOAD Uma noite na ópera - A Night at the Opera (1935) DOWNLOAD La Fiesta de Santa Barbara (1935) Diabo a quatro - Duck Soup (1933) DOWNLOAD Os Gênios da pelota - Horse Feathers (1932) DOWNLOAD Os quatro batutas - Monkey Business (1931) DOWNLOAD Os galhofeiros - Animal Crackers (1930) DOWNLOAD No hotel da fuzarca - The Cocoanuts (1929) DOWNLOAD Mais That's Entertainment, Part II (1976)   Prêmios   Imagens   Vídeos h7oZXt_71CE   VNCCdEy6XKA
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  FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha Nome: Leonard Marx Nascimento e local: 22/03/1887, New York USA Morte e local: 11/10/1961, Los Angeles, falência do coração Ocupação: ator Nacionalidade: Estados Unidos Irmãos: Grouxo Marx, Harpo Marx, Gummo Marx e Zeppo Marx Casamentos: Betty Carp e Mary De Vithas Filhos: Maxine Marx   Biografia A principal característica deste irmão era o forte sotaque italiano. Ele era também um excelente pianista. Malucos, excêntricos, escandalosos, maliciosos. Esses são apenas alguns dos mais variados adjetivos que caracterizam os Irmãos Marx. Nascidos em Nova York, filhos de um alfaiate judeu, os Marx fizeram da anarquia sua arte. Eram: Chico (1886-1961), Zeppo (1901-1979), Harpo (1880-1964) e o líder Groucho (1890-1977). ncentivados pela mãe (Minna Schoenberg), desde muito cedo eles começaram a fazer teatro de variedades, criando um número de comédia. Depois de um tempo foram contratados pela Paramount. Lá fizeram filmes como “The cocoanuts” (1929) e “Os galhofeiros” (1930), além de “Monkey Business” (1931) e “O diabo a quatro” (1933). Cada um tinha uma característica que tornavam o grupo mais interessante: Groucho sabia o que falar em qualquer hora, Harpo tocava harpa e era ótimo na mímica, Chico tinha um intrigante sotaque italiano e era pianista e Zeppo fazia a frente como o certinho da trupe. Foram contratados pela MGM começaram a trabalhar com Margaret Dumont, formando um contraste em tanto. O filme de maior sucesso para eles foi “Uma noite na ópera” de 1935. O último filme foi “Loucos de amor”, de 1949. Depois disso o grupo se separou e apenas Groucho continuou no cinema, até se aposentar em 1968 com o filme “Skidoo”. Filmes Mais DVDs A história da humanidade - The Story of Mankind (1957) Loucos de amor - Love Happy (1950) Uma noite em Casablanca - A Night in Casablanca (1946) A grande loja - The Big Store (1941) No tempo da onça - Go West (1940) DOWNLOAD Irmãox Marx no circo - At the Circus (1939) DOWNLOAD Por conta do Bonifacio - Room Service (1938) DOWNLOAD Um dia nas corridas - A Day at the Races (-1937) Uma noite na ópera - A Night at the Opera (1935) DOWNLOAD Diabo a quatro - Duck Soup (1933) DOWNLOAD Os Gênios da pelota - Horse Feathers (1932) Os quatro batutas - Monkey Business (1931) DOWNLOAD Os galhofeiros - Animal Crackers (1930) DOWNLOAD No hotel da fuzarca - The Cocoanuts (1929) DOWNLOAD   Imagens   Vídeos   Zbg2kBYy7iQ   jkCiRSDPIzk
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FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha   Nome: Joseph Frank Keaton VI Nascimento e local: 0/10/1895, Piqua, KS Morte e local: 01/02/1966, Los Angeles, câncer no pulmão Ocupação: ator, diretor Nacionalidade: Estados Unidos Casamentos: Natalie Talmadge, Mae Scriven, Eleanor Norris Filhos: Louise Keaton e Buster Keaton, Jr. Biografia     Buster Keaton era mais conhecido como o palhaço que não ri. Ficou famoso por sua agilidade acrobática, dispensando dublês nas cenas mais perigosas. Quebrou dedos, machucou braços e pernas. Numa época em que era necessária a criatividade num cinema que ainda engatinhava, ele coreografava suas cenas milimetricamente, escrevia-as, dirigia e criava até mesmo os cenários. O ator nasceu em outubro de 1895, no Kansas (EUA), filho de pais que trabalhavam no teatro de Variedades (Vaudeville) com o mágico Houdini. O apelido "Buster", inclusive, foi dado a ele pelo famoso mágico. A família apresentava-se como os "The three Keatons", mas o grupo acabou e o jovem ator resolveu procurar emprego em teatros e, como muitos estavam fazendo naquela época, também no cinema. Em um dos testes, em 1917, conheceu Roscoe "Fatty" Arbuckle, ator da Keystone (aqui no Brasil conhecido como Chico Bóia), que lhe ajudou a conseguir uma ponta em "The butcher boy", no mesmo ano. Depois de pequenas participações, Buster começou a ganhar destaque. Seu primeiro grande sucesso em longas foi "The saphead" , de 1921. Pouco menos de 3 anos, e 16 películas depois, ele já dirigia seus próprios filmes. Dentre os mais famosos, destacam-se "The Three Ages" (1923), "Our Hospitality" (1923), "The Navigator" (1924), "Sherlock Jr." (1924), "Seven Chances" (1925), "Battling Butler" (1926), "College" (1927) e "Steamboat Bill Jr" (1928). "The General’ foi um dos mais caros, e também um dos menos reconhecidos na época. Keaton preocupou-s com os mínimos detalhes, roupas, cenários, figurantes, minúcias nas batalhas e efeitos de sobreposição e edição de imagem; embora tivesse todo esse cuidado, as platéias não deram o devido valor ao filme, que acabou lhe causando prejuízos. Hoje em dia o filme é considerado uma das obras primas do cinema mudo e não raro constando nas listas dos melhores já realizados. Embora tenha ganhado uma boa quantia em dinheiro ainda jovem, Buster permanecia como empregado da MGM, e tinha que seguir as regras de Louis B. Mayer, o que, inevitavelmente, limitou sua criatividade. Após perder quase tudo para sua ex-esposa Natalie, tornou-se alcoólatra e teve sua carreira abalada. Depois disso, a chegada do cinema sonoro, e poucos eram os produtores que estavam dispostos a investir em suas comédias. Era um gênio, e apesar disso, teve que se contentar com obras ruins e de mal gosto, para sobreviver. Fracassado nas telas e mal compreendido, Buster foi demitido da MGM por causa do alcoolismo. Seguiu fazendo pontas em alguns filmes. Em "A noiva desconhecida" (In the Good Old Summertime), de 1949, faz um empregado atrapalhado numa loja de instrumentos musicais. Dois anos depois aparece jogando cartas com Anna Nilson e Gloria Swanson, companheiras do cinema mudo, no clássico Crepúsculo dos Deuses (Sunset Boulevard). Os três formam uma espécie de melancólicos sobreviventes de uma era onde eram reconhecidos. Em 1957 sua vida foi levada às telas no filme "O palhaço que não ri", com Donald O'Connor, no papel título. Em 1952, Chaplin preparava um filme sobre um palhaço envelhecido (ele próprio?), Luzes da Ribalta (Limelight), e lembrou-se daquele que fora seu maior "rival" de público, durante a década de 20. Em suas memórias, a filha de Chaplin chega a dizer que o mesmo morria de ciúmes de Keaton, por reconhecer-lhe a genialidade. Mesmo assim o procurou e presenteou-nos não com uma cena, mas com uma "mágica" do cinema: os dois dividem o mesmo palco, tocando cada qual seu instrumento. Lado a lado. Idosos já. Chaplin de um lado, rico e reconhecido, e Buster do outro, esquecido e pobre. Mas lado a lado. Podemos visualizar dois dos maiores talentos já surgidos. Keaton morreu em 1966, de câncer, deixando um legado de criatividade que até hoje é difícil encontrar. Mais ainda vive, em seus filmes mais atuais do que na época em que foram lançados.   Mais DVDs Filmes   A Funny Thing Happened on the Way to the Forum (1966) How to Stuff a Wild Bikini (1965) Beach Blanket Bingo (1965) Pajama Party (1964) It's a Mad Mad Mad Mad World - Deu a louca no mundo (1963) The Adventures of Huckleberry Finn (1960) Around the World in Eighty Days (1956) Limelight - Luzes da Ribalta (1952) Sunset Blvd. - Crepúsculo dos Deuses (1950) In the Good Old Summertime - A Noiva Desconhecida (1949) Forever and a Day (1943) Li'l Abner - A família Buscapé (1940) DOWNLOAD Hollywood Cavalcade - Hollywood em Desfile (1939) DOWNLOAD La Fiesta de Santa Barbara (1935) Speak Easily (1932) DOWNLOAD The Slippery Pearls (1931) DOWNLOAD The Stolen Jools (1931) DOWNLOAD Sidewalks of New York (1931) Parlor, Bedroom and Bath (-1931). Free and Easy (1930) The Hollywood Revue of 1929 (1929) Spite Marriage (1929) DOWNLOAD The Cameraman (1928) DOWNLOAD Steamboat Bill, Jr. - Capitão Bill Jr (1928) DOWNLOAD College (1927) DOWNLOAD The General (1927) DOWNLOAD Battling Butler - Boxe por amor (1926) DOWNLOAD Go West / O Vaqueiro (1925) DOWNLOAD Seven Chances (1925) DOWNLOAD The Navigator (1924) DOWNLOAD Sherlock Jr. (1924) DOWNLOAD The Balloonatic (1923) DOWNLOAD Our Hospitality - Nossa Hospitalidade (1923) DOWNLOAD The Three Ages - As três eras (1923) DOWNLOAD The Love Nest (1923) DOWNLOAD Daydreams - Sonho e realidade (1922) DOWNLOAD The Blacksmith - Ferraduras modernas (1922) DOWNLOAD My Wife's Relations - A Parentela da esposa (1922) DOWNLOAD The Electric House - A Casa Elétrica (1922) DOWNLOAD Cops (1922) DOWNLOAD The Frozen North (1922) DOWNLOAD The Paleface - A Prova de Fogo (1922) DOWNLOAD The Boat - Um grande navegante (1921) DOWNLOAD The 'High Sign' (1921) DOWNLOAD The Goat / A Cabra (1921) DOWNLOAD Hard Luck (1921) DOWNLOAD The Playhouse (1921) DOWNLOAD The Haunted House (1921) DOWNLOAD The Saphead (1920) Neighbors / Vizinhos Vigilantes (1920) DOWNLOAD The Scarecrow (1920) DOWNLOAD O Condenado nº 13 / Convict 13 (1920) DOWNLOAD One Week (1920) DOWNLOAD The Garage (1919) DOWNLOAD The Hayseed (1919) DOWNLOAD Back Stage (1919) DOWNLOAD Good Night, Nurse! 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FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha     Nome: Harold Clayton Lloyd Nascimento e local: 20/04/1893, Burchard, NE Morte e local: 08/03/1971, Beverly Hills, CA, câncer na próstrata Ocupação: ator Nacionalidade: Americana Casamentos: Mildred Davis Filhos: Gloria e Harold Lloyd Jr. Biografia     Harold Lloyd, juntamente com Charles Chaplin e Buster Keaton forma a tríade do que há de melhor na entre os cômicos produzidos pelo cinema mudo. Seu personagem era um homem elegante, bem vestido, nada patético. Ele era o americano esperto, que conseguia vencer todas as dificuldades. Desde criança Lloydgostava de teatro, tendo trabalhado como ajudante em um. E foi fazendo amizade com os atores que ele entrou para o ramo. Em 1907 ele fazia sua primeira peça, “Tess of the D’Urbevilles”. Estudou arte dramática na Escola de arte dramática de San Diego. Depois de interpretar várias obras, chegou à conclusão que o que ele gostava de fazer mesmo era comédia. eu primeiro filme veio em 1912, ainda como figurante. Em 1914 foi contratado para fazer um personagem que se chamava Willie Work. Depois disso Mack Sennett chegou a contrata-lo, mas o resultado foi tão ruim que ele foi demitido logo em seguida. Ele voltou para o seu emprego anterior e interpretou um personagem que lembrava muito o vagabundo de Chaplin. Mas o sucesso veio mesmo com o almofadinha esperto: Lloyd incorporou os óculos, o chapéu de pallha e o colete alinhado. Nas suas cenas, ele dispensava os dublês e fazia ele mesmo as mais perigosas. Inclusive, durante as filmagens de “Safety Last” (1923) , ele ficou pendurado nos ponterios de um relógio no alto de um prédio (de muitos andares). Além disso já havia perdido um dedo numa cena de explosão de um filme anterior. om o advento do cinema mudo, sua popularidade foi diminuindo e Lloyd acabou por se aposentar. Rico. Muito rico. iveu tranqüilamente até sua morte em 1971. Filmes The Sin of Harold Diddlebock - As trapalhadas do Harold (1947) DOWNLOAD Professor Beware (1938) The Milky Way - Harold tapa olho (1936) DOWNLOAD The Cat's-Paw - As garras do felino (1934) Movie Crazy - O cinemaníaco (1932) DOWNLOAD Feet First - As loucuras de Harold (1930) DOWNLOAD Welcome Danger - Harold Encravado (1929) DOWNLOAD Speedy - O às da velocidade (1928) DOWNLOAD The Kid Brother - O Caçula (1927) DOWNLOAD For Heaven's Sake - Milionário Gaiato (1926) DOWNLOAD Ben-Hur: A Tale of the Christ - Ben-Hur (1925) DOWNLOAD The Freshman - O calouro (1925) DOWNLOAD Hot Water - Sogra fantasma (1924) DOWNLOAD Girl Shy (1924) DOWNLOAD Why Worry? - Engula a pílula (1923) DOWNLOAD Safety Last! - O Homem Mosca (1923) DOWNLOAD Dr. Jack (1922) Grandma's Boy - Harold, neto mimado (1922) DOWNLOAD A Sailor-Made Man (1921) DOWNLOAD Never Weaken (1921) DOWNLOAD I Do - Sim, aceito! (1921) DOWNLOAD Among Those Present (1921) DOWNLOAD Now or Never - Agora... ou nunca (1921) DOWNLOAD Number, Please? (1920) DOWNLOAD Get Out and Get Under (1920) DOWNLOAD High and Dizzy (1920) DOWNLOAD An Eastern Westerner (1920) DOWNLOAD Haunted Spooks (1920) DOWNLOAD His Royal Slyness (1920) DOWNLOAD From Hand to Mouth (1919) DOWNLOAD Captain Kidd's Kids (1919) DOWNLOAD Bumping Into Broadway - Harold na Broadway (1919) DOWNLOAD His Only Father (1919) Pay Your Dues (1919) Count the Votes (1919) Soft Money (1919) He Leads, Others Follow (1919) The Rajah (1919) Be My Wife (1919) Don't Shove (1919) DOWNLOAD Heap Big Chief (1919) Chop Suey & Co. (1919) DOWNLOAD Count Your Change (1919) A Jazzed Honeymoon (1919) DOWNLOAD Never Touched Me (1919) DOWNLOAD At the Old Stage Door (1919) Just Neighbors (1919) DOWNLOAD Billy Blazes, Esq. 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Luke! Listen! 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(1916) Luke's Double (1916)  Lonesome Luke, Circus King (1916) Luke Pipes the Pippins (1916) Luke and the Rural Roughnecks (1916) Luke Foils the Villain (1916) Luke, the Candy Cut-Up (1916) Lonesome Luke Lolls in Luxury (1916) Luke Lugs Luggage (1916) Lonesome Luke Leans to the Literary (1916) Lonesome Luke, Social Gangster (1915) Peculiar Patients' Pranks (1915) Ruses, Rhymes and Roughnecks (1915) A Foozle at the Tee Party (1915) Ragtime Snap Shots (1915) Great While It Lasted (1915) Tinkering with Trouble (1915) A Submarine Pirate (1915) Bughouse Bellhops (1915) Giving Them Fits (1915) The Greater Courage (1915) Fresh from the Farm (1915) Some Baby (1915) A Mixup for Mazie (1915) Terribly Stuck Up (1915) Spit-Ball Sadie (1915) Court House Crooks (1915) The Hungry Actors (1915) Miss Fatty's Seaside Lovers (1915) Their Social Splash (1915) Love, Loot and Crash (1915) Just Nuts (1915) Willie Runs the Park (1915) Hogan's Romance Upset (1915) Beyond His Fondest Hopes (1915) Close-Cropped Clippings (1915) Pete, the Pedal Polisher (1915) The Patchwork Girl of Oz (1914) The Sandhill Lovers (1914) Samson (1914) Sealed Orders (1914) Twixt Love and Fire (1914) Rory o' the Bogs (1913) A Little Hero (1913) His Chum the Baron (1913) Cupid in a Dental Parlor (1913) Hulda of Holland (1913) The Twelfth Juror (1913) The Old Monk's Tale (1913)   Mais Assista online: Comédias Comediantes do cinema mudo... Melhores Comediantes de Todos os tempos Estúdios Keystone   Prêmios Oscar honorário em 1953.   Imagens     Vídeos Zkryy5eru6k   QEcTjhUN_7U   dQmmds1QNFY
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Nome: Edward Montgomery Clift Nascimento e local: 17/10/1920, Omaha, NE Morte e local: 23/07/1966, New York, falência do coração Ocupação: ator Nacionalidade: Americana Biografia Juntamente com Marlon Brando, Clift foi um dos primeiros membros do famoso Actors Studio, de New York, e um ator igualmente brilhante. Bonito, sensível e inteligente, foi convencido a trocar a Broadway por Hollywood, tendo sido indicado para o Oscar já em seu primeiro filme, O procurado (48). Seguiram-se três outras indicações por suas atuações em Um lugar ao Sol (51), A um passo da eternidade (53) e Julgamento em Nuremberg (61). Montgomery especializou-se em personagens introspectivos e inseguros, tragicamente  enriquecidos após um acidente de carro em 1957, que o deixou desfigurado e gerou comentários sobre seu possível envolvimento com bebida e drogas. Em Os Desajustados (61), co-estrelou com Marilyn Monroe e Clark Gable, que morreriam logo após o término das filmagens. Durante a rodagem de Freud, Além da Alma (62), no qual fez o papel título, sofreu uma cirurgia nos olhos. Morreu aos 45 anos, de ataque cardíaco.   Filmes  Mais DVDs The Defector - Talvez seja melhor assim (1966) Freud (1962) Judgment at Nuremberg - Julgamento em Nuremberg (1961) The Misfits - Os Desajustados (1961) Wild River - Rio Violento (1960) Suddenly, Last Summer - De repente o último verão (1959) The Young Lions - Os Deuses Vencidos (2-Apr-1958) Lonelyhearts (1958) Raintree County - A Árvore da Vida (1957) From Here to Eternity - A Um Passo da Eternidade (1953) Stazione Termini - Quando a Mulher Erra (1953) I Confess - A tortura do silêncio (1953) A Place in the Sun - Um lugar ao sol (1951) The Big Lift - ILusão Perdida (1950) The Heiress - Tarde Demais (1949) Red River - Rio vermelho (1948) The Search - Perdidos na tormenta (1948)
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Nome: Peter Sydney Ernest Ayden Nascimento e local: 07/09/1923,  London, England Morte e local: 24/12/1984, Los Angeles, CA, insuficiência renal Ocupação: ator Nacionalidade: Inglesa Casamentos: Patricia Kennedy, Mary Rowan, Deborah Gould, Patricia Seaton e Dorothy Dandridge (namorada) Filhos: Christopher Lawford, Sydney Maleia, Victoria Francis Lawford e Robin Elizabeth Lawford Biografia Peter Sydney Ernest Aylen nasceu em 1923, em Londres, filho de um militar da 1ª Guerra mundial. Seus primeiros estudos foram em Paris e aos 7 anos apareceu no cinema pela primeira vez, no filme Poor Old Bill. Sua mãe engravidou quando ainda namorava com seu pai, e por causa desse “escândalo”, sua família mudou-se para a América. Aos 13 estreou em Hollywood com o filme Lord Jeff, em que dividia a cena com outros 5 garotos. Convidado para fazer parte do cast da MGM, começou a ter problemas com sua mãe: ela entrou em contato com L.B. Mayer e informou que o filho era homossexual e que precisava de atenção especial dela, como mãe. Pediu um salário para si, o que lhe foi negado. Peter, depois de tal caso, nunca mais reatou o relacionamento com ela. Depois de afastar-se temporariamente do cinema, retornou em 1940, com White Cliffs of sover, e A Yank at Eton (com Mickey Rooney e Freddie Bartholomew). Especializou-se em comédias românticas e musicais. E foram diversos filmes musicais, como Ziegfeld Follies, Easter Parade (tendo como companhia Judy Garland e Fred Astaire) , Good News (com June Allyson) e Royal Wedding, dentre outros. Casou-se 4 vezes, a primeira com Patrícia Kennedy (irmã de John, com quem teve quatro filhos), Mary Rowan (uma bailarina), Deboreah Gould e Patricia Seaton. Namorou ainda Ava Gardner (romance que minou a amizade entre ele e Frank Sinatra), Rita Hayworth, Lana Turner e Marilyn Monroe (foi para ele que ela fez sua ultima ligação, ele também ajudava em sua relação com John Kennedy). Foram mais de 60 filmes. Peter morreu aos 61 anos, no natal de 1984, de insuficiência renal, decorrentes também de uma vida desenfreada de drogas e álcool.   Filmes Where is Parsifal? (1983) Angels' Brigade (1979) Won Ton Ton, the Dog Who Saved Hollywood (1976) Rosebud (1975) That's Entertainment! (1974) They Only Kill Their Masters (1972) One More Time - Uma dupla em sinuca (1970) The April Fools - Um dia em nossas vidas (1969) Hook, Line & Sinker - De caniço e samburá (1969) Skidoo (1968) Buona Sera, Mrs. Campbell (1968) The Oscar (1966) Harlow (1965) Sylvia (1965) Dead Ringer - Alguém morreu no meu lugar (1964) The Longest Day (1962) Advise and Consent (1962) Sergeants 3 (1962) Pepe (1960) Himself Ocean's Eleven (1960) Exodus (1960) Never So Few (1959) It Should Happen to You - Demônio de Mulher (1954) Just This Once (1952) Royal Wedding - Núcias reais (1951) The Red Danube (1949) Little Women - Quatro destinos (1949) Julia Misbehaves - Travessuras de Julia (1948) Easter Parade - Desfile de páscoa (1948) On an Island with You - Numa Ilha com Você (1948) Good News (1947) My Brother Talks to Horses (1947) It Happened in Brooklyn (1947) Cluny Brown - O pecado de Cluny Brown (1946) Two Sisters from Boston (1946) Son of Lassie (1945) The Picture of Dorian Gray - O retrato de Dorian Gray (1945) Mrs. Parkington - A Mulher Inspiração (1944) The Canterville Ghost (1944) The White Cliffs of Dover - Evocação (1944) Lord Jeff (1938)
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  FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha   Nome: Francis Albert Sinatra Nascimento e local: 12/12/1915, Hoboken, NJ Morte e local: 14/04/1998, Los Angeles, falência do coração Ocupação: cantor e ator Nacionalidade: Estados Unidos Casamentos: Nancy Barbato, Ava Gardner, Mia Farrow, Barbara Marx Filhos: Maxine Nancy Sinatra, Frank Jr. Tina Sinatra Namoradas: Dorothy Provine, Natalie Wood Biografia   Frank não teve treinamento vocal, mas se tornou um dos maiores cantores já conhecidos. Um dos pontos altos de sua carreira foi a série de encontros com Dean Martin, Sammy Davis Jr. E Peter Lawford. O quarteto fez sucesso com shows que combinavam humor, bebidas e assuntos picantes. Eles faziam do palco uma recreação, e o público devolvia com boas risadas. Após os espetáculos havia a noitada do Frank, regada a mais bebida e mulheres. Grupos seletos de artistas e poderosos acompanhavam até o dia seguinte. Outro ponto alto para Frank foi a amizade com o presidente John Kennedy. Para o garoto pobre de New Jersey conhecer o presidente dos EUA era o maior acontecimento de sua vida. Frank deu total apoio a Kennedy em suas eleições, mas ficou decepcionado porque Sammy Davis Jr., por ser negro, não foi convidado para a festa de eleição. Dean Martin iria mais longe: negou-se a participar da festa por ter um amigo barrado. Frank podia até não ser um grande ator, mas tinha um carisma e graça que poucos tinham. Tinha seu público na mão. Foram duas estrelas na calçada da fama, considerado o maior cantores de século 20, teve seu próprio Show na TV,. Recebendo também vários prêmios como ator, de Globo de Ouro (A um passo da eternidade), Premio Cecil de Mille, entre outros, além de diversos Grammy de musica. Frank morreu aos 82 anos de idade, em maio de 1998, de problemas cardíacos e câncer. Filmes   Filmes como diretor None But the Brave (-1965) Filmes como ator Who Framed Roger Rabbit (1988) [voz] Cannonball Run II (1984) The First Deadly Sin (1980) That's Entertainment! (1974) Dirty Dingus Magee (1970) Lady in Cement (1968) The Detective (1968) Tony Rome (-1967) The Naked Runner (1967) Assault on a Queen (1966) Cast a Giant Shadow (1966) The Oscar (1966) Marriage on the Rocks (1965) Von Ryan's Express (1965) None But the Brave (1965) Robin and the 7 Hoods (1964) 4 for Texas (1963) A New Kind of Love (1963) Come Blow Your Horn (1963) The List of Adrian Messenger (1963) The Manchurian Candidate (1962) Advise and Consent (1962) [voz] Sergeants 3 (1962) The Road to Hong Kong - Dois Birutas em órbita (1962) The Devil at 4 O'Clock (1961) Pepe (1960) Ocean's Eleven (1960) Can-Can (1960) Never So Few (1959) A Hole in the Head (1959) Some Came Running (1958) Kings Go Forth (1958) Pal Joey - Meus Dois amores (1957) The Joker Is Wild (1957) The Pride and the Passion - Orgulho e Paixão (1957) Around the World in Eighty Days - Volta ao Mundo em 80 dias (1956) High Society - Alta Sociedade (1956) Johnny Concho (1956) The Man with the Golden Arm (1955) The Tender Trap (1955) Guys and Dolls - Eles e Elas (1955) Not as a Stranger (1955) Young at Heart - Corações Enamorados (1954) Suddenly - Meu Ofício é matar (1954) DOWNLOAD From Here to Eternity - A Um Passo da Eternidade (1953) Double Dynamite (1951) Meet Danny Wilson (1951) On the Town - Um Dia em Nova York (1949) Take Me Out to the Ball Game - A bela ditadora (1949) The Kissing Bandit (1948) The Miracle of the Bells (1948) It Happened in Brooklyn (1947) Till the Clouds Roll By - Quando as Nuvens Passam (1946) DOWNLOAD Anchors Aweigh - Marujos do Amor (1945) Step Lively (1944) Reveille with Beverly (1943) Higher and Higher (1943)   Mais Frank Sinatra era obcecado por limpeza Novas fitas podem revelar mistério por trás da morte de Marilyn Monroe Museu de Cera Dreamland em Gramado Mia Farrow Sammy Davis, Jr. 12 de novembro – Parabéns Frank Sinatra! Tom Jobim e Frank Sinatra Dean Martin A Senhora e seus Três maridos (1964) Mogambo (1953) Familia de Sinatra insatisfeita com filme de Scorsese Sindicato de Ladrões (1954) O Poderoso Chefão 1 (1972) Quanto Mais Quente Melhor (1959) Ava Gardner     Prêmios como ator Óscar humanitário, em 1972. Indicação ao Oscar de Melhor Ator, por "O Homem do Braço de Ouro" (1955). Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, por "A Um Passo da Eternidade" (1953). Duas indicações ao Globo de Ouro de Melhor Ator - Comédia/Musical, por "Meus Dois Carinhos" (1957) e "O Bem-Amado" (1963). Vence em 1957. Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante, por "A Um Passo da Eternidade" (1953). Prêmio Cecil B. DeMille em 1971, concedido pela Associação de Jornalistas Estrangeiros nos Estados Unidos. Duas indicações ao BAFTA de Melhor Ator Estrangeiro, por "Não Serás um Estranho " (1955) e "O Homem do Braço de Ouro" (1955).   Imagens         Vídeos   UesYWymYKBE   COTC8seJwlI   VXjUoZsWD0o
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FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha   Nome:  Eugene Curran Kelly Nascimento e local: 23/08/1912, Pittsburgh, PA Morte e local: 02/02/1996, Beverly Hills, CA, AVC Ocupação: ator, dançarino, cantor, diretor, produtor e coreógrafo Nacionalidade: Americano Casamentos: Betsy Blair, Jeanne Coyne e Patricia Ward Filhos: Kerry, Bridget, Tim Biografia   Ator, diretor, cantor e um dos dois maiores coreógrafos que o mundo das artes já conheceu. Nasceu em 1912 em Pittsburgh, tendo estudado Economia antes de começar a dançar em 1937, com seu irmão Fred. Em 1937 ele estreava na Broadway com a peça “Leave It To me”. Poucos anos depois foi visto pelo produtor David O. Selzinick, e convidado a estrelar um musical ao lado de Judy Garland. Foi em 1942, no filme “For me and my gal”. Em seguida vieram sucessos como Pilot n. 5, Du Barry Was a Lady e Thousands Cheer. Em 1945 Gene recebeu sua primeira indicação ao Oscar de melhor ator, por seu papel em Marujos do Amor,  Ziegfeld Follies, Living in a Big Way, Pirate, Três Mosqueteiros, Summer Stock, e outros. Em 1951, uniu-se a Vincent Minelli para fazer Sinfonia de Paris, um filme “desenhado” nos mínimos detalhes, e que acabou levando 7 Oscars no ano. Gene ganhou um prêmio especial por sua versatilidade como ator, cantor e dançarino. Seu maior sucesso sem dúvida alguma é Singin in the rain, a história baseada na passagem do cinema mudo para o falado, com altas doses de comédia e romance. A imagem do cantor sapateando no meio da chuva é sem dúvida alguma uma das mais famosas da história do cinema. Depois do sucesso estrondoso de Singin in the rain, Gene mudou-se para a Alemanha e depois para a Inglaterra. Quando voltou aos Estados Unidos sua carreira já não era a mesma: fez alguns filmes como Brigadoon, dirigiu It’s always fair weather e também The Happy Road. Em 1957 foi dispensado pela MGM, que não tinha mais planos de fazer musicais. Suas aparições nas telas ficariam cada vez mais escassas, mesmo dirigindo ou atuando em alguns filmes. 1980 trouxe seu último filme, Xanadu, ao lado de Olívia Newton John. Dentre as estrelas e astros que dançaram com ele estão Cyd Charisse, Judy Garland, Rita Hayworth, The Nicholas Brothers, Frank Sinatra, Natalie Wood, Fred Astaire, Debbie Reynolds, Vera Ellen e Donald O’Connor. Na década de 90 chegou a ser consultor de dança da cantora Madonna, em sua turnê Girl Show. Filmes That's Entertainment, Part II (1976) The Cheyenne Social Club (1970) Hello, Dolly! - Alô Dolly (1969) A Guide for the Married Man - Diário de um Homem casado (1967) Gigot (1962) The Tunnel of Love - Túnel do Amor (1958) The Happy Road - Todos a Paris (1957) Invitation to the Dance - Convite para Dançar (1956) It's Always Fair Weather - Dançando nas nuvens (1955) Singin' in the Rain - Cantando na Chuva (1952) On the Town - Um dia em Nova York (8-Dec-1949) Filmes como ator That's Entertainment! III (1994) North and South (1985) That's Dancing! (1985) Xanadu (1980) Viva Knievel! (1977) That's Entertainment, Part II (1976) That's Entertainment I (1974) 40 Carats - 40 quilates (1973) The Young Girls of Rochefort - Duas Garotas românticas (1967) What a Way to Go! - A senhora e seus três maridos (1964) Home From the Hill - A casa da colina (1960) Inherit the Wind - O vento será tua herança (1960) Marjorie Morningstar - Até o último alento (1958) Les Girls (1957) Invitation to the Dance - Convite para Dançar (1956) It's Always Fair Weather - Dançando nas nuvens (1955) Deep in My Heart - Para sempre em meu coração (1954) Brigadoon - A lenda dos beijos perdidos (1954) Singin' in the Rain - Cantando na Chuva (1952) An American in Paris - Sinfonia em Paris (1951) Summer Stock- Casa, comida e carinho (1950) Black Hand - A mão negra (1950) On the Town - Um dia em Nova York (8-Dec-1949) Take Me Out to the Ball Game - A bela ditadora (1949) Words and Music - Minha vida é uma canção (1948) The Three Musketeers - Os três mosqueteiros (1948) The Pirate - O Pirata (1948) Living in a Big Way - Vida à larga (1947) Ziegfeld Follies (1946) Anchors Aweigh - Marujos do amor (1945) Christmas Holiday - Férias de Natal (1944) Cover Girl - Modelos  (1944) The Cross of Lorraine - A Cruz de Lorena (1943) Thousands Cheer (1943) Du Barry Was a Lady - Du Barry era um pedaço (1943) For Me and My Gal - Idílio em Do re mi (1942)   Mais 10 danças com Fred Astaire 10 Melhores Musicais de Judy Garland 10 Melhores Filmes de Gene Kelly As 50 maiores lendas do cinema, segundo a AFI Get Happy e Mr. Monotony Os 10 Melhores parceiros de Gene Kelly   Prêmios   Ganhou um Oscar Honorário da Academia de Artes (1952) Indicado ao Oscar de Melhor ator por Marujos do amor (1945) Ganhou o prêmio Cecil B. DeMille do Globo de OUro (1981) Indicado ao Globo de Ouro de Melhor diretor por Alô Dolly (1969). Indicado ao Globo de Ouro de Melhor ator por Sinfonia de Paris (1951)   Imagens Vídeos   rmCpOKtN8ME   p3YWWfnWBJM   NOsCYEGHnME   12qoDtocOP0
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Ficha Título original: Citizen Kane Ano/País/Gênero/Duração: 1941/EUA/Drama/119min Direção: Orson Welles Assistentes de direção: Edward Donahue e Fred Fleck Direção de arte: Van Nest Polglase Fotografia: Gregg Toland Música: Bernard Herrmann Elenco Orson Welles .... Charles Foster Kane Joseph Cotten .... Jedediah Leland Dorothy Comingore .... Susan Alexander Agnes Moorehead .... srta. Mary Kane Ruth Warrick .... Emily Norton Kane Ray Collins .... James "Jim" W. Gettys Erskine Sanford .... Herbert Carter Everett Sloane .... Bernstein William Alland .... Jerry Thompson Paul Stewart .... Raymond George Coulouris .... Walter Parks Thatcher Fortunio Bonanova .... Matiste Georgia Backus .... Bertha Alan Ladd   Sinopse filme narra a tragetória de Charles Foster Kane, que de infância pobre passa a ser um milionário com a venda de seus jornais. Iniciando-se com a morte de Kane, o filme gira em torno da investigação de um jornalista sobre o significado da última palavra pronunciada pelo magnata antes de morrer: Rosebud. Curiosidades * O filme foi baseado na vida do magnata americano William Randolph Hearst, dono de um dos maiores jornais da época. * Este foi o primeiro longa metragem dirigido por Orson Welles. * O filme é considerado por muito como o melhor de todos já feitos por suas inovações de enquadramento e cronologia, cenografia.   Assista Online      
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Nome:  Joseph Yule, Jr. Nascimento e local: 23/09/1920, Brooklyn, NY Ocupação: ator, cantor e dançarino Nacionalidade: Estados Unidos Casamentos: Ava Gardner, Betty Jane Rase, Martha Vickers, Elaine Devry, Barbara Ann, Marge Lane, Carolyn Hockett, Jan Chamberlin Filhos: Tim Rooney, Teddy Rooney, Mickey Rooney Jr., Kyle Rooney, Jimmy Rooney, Kimmy Rooney, Kelly Rooney, Kerry Rooney, Jonelle Rooney Biografia Dono de uma das carreiras mais duradouras do cinema, Mickey Rooney estreou ainda criança e fez até hoje  quase 350 filmes. Praticamente esquecido hoje em dia, esse ator foi um dos que mais levantavam a bilheteria dos filmes da MGM, durante a década de 40. Nascido Joe Yule Jr., Mickey Rooney praticamente nasceu no teatro. Seus pais eram atores da vaudeville e ele, aos 2 anos de idade, estreou cantando, dançando e representando. Seu primeiro papel no cinema foi em “Not to be trusted”, de 1926, no papel de um anão. Ao longo de sua carreira fez 130 filmes, dos quais, 10 curtas na série Mickey McGuire (década de 20) e 15 episódios da série Andy Hardy, da qual era protagonista. Foi através desta série que ficaram conhecidas atrizes como Judy Garland, Lana Turner, Ann Rockeford, dentre outras. Seu primeiro grande papel é considerado “A Midsummer Night’s Dream”(Sonho de uma noite de verão) , de 1935. Em 1938 Mickey ganhou um Oscar especial, juntamente com Deanna Durbin, como ator juvenil. Mesmo já idoso, Mickey continua na ativa, indo todos os anos à cerimônia do Oscar. Filmes Saddle Up with Dick Wrangler & Injun Joe (2009) Gerald (2009) Now Here (2009) Driving Me Crazy (2009 Bamboo Shark (2009) A Miser Brothers' Christmas (2008) Lost Stallions: The Journey Home (2008) Wreck the Halls (2008) Behind the Director's Son's Cut (2007) A Christmas Too Many (2007) The Greatest Show Ever (2007) (TV) The Yesterday Pool (2007) Night at the Museum (2006) To Kill a Mockumentary (2006) The Thirsting (2006) The Happy Elf (2005) Strike the Tent (2005) Illusion Infinity (2004) Paradise (2003) Topa Topa Bluffs (2002) Lady and the Tramp II: Scamp's Adventure (2001) Phantom of the Megaplex (2000) Internet Love (2000) The First of May (1999) Holy Hollywood (1999) Babe: Pig in the City (1998) Michael Kael contre la World News Company (1998) Animals with the Tollkeeper (1998) The Face on the Barroom Floor (1998) Killing Midnight (1997) Boys Will Be Boys (1997) (TV) Kings of the Court (1997) (V) Brothers' Destiny (1995) (TV) Revenge of the Red Baron (1994) Making Waves (1994) Outlaws: The Legend of O.B. Taggart (1994) The Legend of Wolf Mountain (1992) .... 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Nome:  Spencer Bonaventure Tracy Nascimento e local: 05/04/1900, Milwaukee, WI Morte e local: 10/06/1967, Hollywood Hills, Hollywood, CA, problemas cardíacos Ocupação: ator Nacionalidade: Estados Unidos Casamentos: Louise Treadwell e Katharine Hepburn (amante) Filhos: John Tracy, Susanna Biografia A família de Spencer é de origem irlandesa. Sua educação foi em colégios católicos, porém, seu espírito rebelde, desde cedo lhe trouxe problemas: foi expulso de 15 escolas. Depois da 1ª guerra mundial (ele foi do exército) começou a perceber seu verdadeiro dom. matriculou-se na Academia de Artes Dramáticas de NY, em 1922 e não parou mais. Seu primeiro papel na Broadway veio nesse mesmo ano. No cinema estréia em 1930, em “Up the river” graças ao convite feito por John Ford. Daí para a frente começou a ser considerado um dos grandes trunfos da MGM. “Captans courageous” de 1937 e “Boys town”, de 38 tornaram-no a principal estrela do estúdio e lhe deram dois Oscars de melhor ator consecutivos. Teve no total 10 indicações ao Oscar. Katherine Hepburn é considerada sua melhor parceira, tanto no lado de dentro, quanto de fora das telas. Juntos protagonizaram varios filmes de sucesso, como  “O fogo sagrado” (1942), “A costela de Adão” (1949) e “A mulher absoluta”, dentre outros. No filme ” Boom Town”, de 1940, contracenou com o grande Clark Gable e em O pai da noiva, brilha ao lado da ainda jovem Elizabeth Taylor. Spencer é considerado um dos maiores dos atores americanos, pois soube, como poucos explorar os mais diversos tipos de gêneros. pencer morreu em 1967, depois de um longo período em que esteve doente. Hepburn esteve com ele até o último momento, cuidando e tratando dele. Filmes Guess Who's Coming to Dinner - Adivinhe quem vem para o jantar (1967) It's a Mad Mad Mad Mad World - Deu a louca no mundo (1963) How the West Was Won (1962) [voz] Judgment at Nuremberg - Julgamento em Nuremberg (1961) The Devil at 4 O'Clock (-1961) Inherit the Wind - O vento será tua herança (1960) The Last Hurrah (1958) The Old Man and the Sea (1958) Desk Set - Amor eletrônico (1957) The Mountain (1956) Bad Day at Black Rock - Conspiração do Silêncio (1955) Broken Lance (1954) The Actress - Papai não quer (1953) Plymouth Adventure (1952) Pat and Mike - A mulher absoluta (1952) The People Against O'Hara (1951) Father's Little Dividend - O netinho do papai (-1951) Father of the Bride - O pai da noiva (1950) Malaya (1949) Adam's Rib - A costela de Adão (1949) Edward, My Son (1949) State of the Union - Sua Esposa e o Mundo (1948) Cass Timberlane - Eterno conflito (1947) The Sea of Grass - Mar Verde (1947) Without Love - Sem Amor (1945) Thirty Seconds Over Tokyo (1944) The Seventh Cross (1944) A Guy Named Joe - Dois no céu (1943) Keeper of the Flame - Fogo Sagrado (1942) Tortilla Flat (1942) Woman of the Year - A mulher do ano (1942) Dr. Jekyll and Mr. Hyde - O médico e o monstro (1941) Men of Boys Town (1941) Boom Town - Fruto proibido (1940) Edison, the Man (1940) DOWNLOAD Northwest Passage (1940) I Take This Woman (1940) Stanley and Livingstone - As Aventuras de Stanley e Livingstone (1939) Boys Town - De braços abertos (1938) Test Pilot - Piloto de Provas (1938) Mannequin - Manequim (1937) Captains Courageous - Marujo intrépido (1937) Libeled Lady - Casado com minha noiva (1936) San Francisco - São Francisco, cidade do pecado  (1936) Fury - Fúria (1936) Riffraff (1936) Dante's Inferno - A Nave de Satã (1935) The Murder Man (1935) Now I'll Tell (1934) Man's Castle - O Paraíso de um homem (1933) The Power and the Glory - Glória e poder (1933) 20,000 Years in Sing Sing - Vinte Mil anos em Sing Sing (1932) Up the River (1930)
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FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha     Nome:  Humphrey DeForest Bogart Nascimento e local:25/12/1899, New York Morte e local: 14/01/1957, Holmby Hills, Hollywood, CA, câncer do esôfago Ocupação: ator Nacionalidade: Americana Casamentos: Helen Menken, Mary Philips, Mayo Methot e Lauren Bacall Filho: Stephen Humphrey Bogart   Biografia       Bogart nasceu em 1899 e iniciou sua carreira no Brooklyn, no início da década de 20, aparecendo em diversas peças sem importância.  Foi atuando na peça “Invitation to a muder” que foi visto pelo produtor Arthur Hopkings que escolheu o ator para estrear no cinema em A floresta petrificada, ao lado da jovem Bette Davis. Com o seujeito durão tornou-se muito influente e popular, transformando-se em um dos maiores mitos de Hollywood. Na verdade, a maneira de falar arrastada e o rosto de pedra foram resultado de um acidente que sofreu durante sua participação na Primeira Guerra Mundial, em que seu lábio superior foi dilacerado. Tornou-se um astro com o clássico Relíquia macabra (1941), de John Huston. Mas seu maior sucesso foi o bem-sucedido Casablanca (1942). Impossível imaginar outro no papel principal de Rick. Em Aventura na Martinica, (1942) conheceu Lauren Bacall, sua terceira esposa. Fez ainda À beira do abismo (46), Paixões em fúria (48), Uma aventura na África (51) e Sabrina (1954), onde contracena com Audrey Hepburn. umphrey faleceu três anos depois, em sua casa, de câncer. Ao lado de Lauren. Filmes   Mais DVDs e Livros The Harder They Fall (1956) The Desperate Hours (1955) The Left Hand of God (1955) We're No Angels (1955) The Barefoot Contessa - A Condessa descalça (1954) Sabrina (1954) The Caine Mutiny (1954) Beat the Devil - O Diabo riu por último (1953) DOWNLOAD Battle Circus (1953) Deadline USA (1952) The African Queen - Uma aventura na África (1951) Sirocco (1951) The Enforcer (Jan1951) In a Lonely Place - No Silêncio da noite (1950) Chain Lightning (1950) Tokyo Joe (1949) Knock on Any Door (1949) Key Largo - Paixões em fúria (1948) The Treasure of the Sierra Madre - O tesouro da Sierra Madre (1948) Dark Passage - Prisioneiro do Passado (1947) The Two Mrs. Carrolls (1947) Dead Reckoning (1947) The Big Sleep - À Beira do Abismo (1946) Conflict (1945) To Have and Have Not - Uma aventura na Martinica (1944) Passage to Marseille (1944) Sahara (1943) Thank Your Lucky Stars (1943) Action in the North Atlantic - Comboio para o leste (1943) Casablanca (1942) Across the Pacific (1942) All Through the Night (1942) The Maltese Falcon - Relíquia macabra (1941) The Wagons Roll at Night (1941) High Sierra - O Último refúgio (1941) They Drive by Night - Dentro da Noite (1940) DOWNLOAD Brother Orchid - Irmão Orquídea (1940) DOWNLOAD It All Came True (1940) DOWNLOAD Virginia City - Caravana de Ouro (1940) DOWNLOAD Invisible Stripes - Homens Marcados (1939) DOWNLOAD The Return of Doctor X - A Volta do Dr. X (1939) DOWNLOAD The Roaring Twenties - Heróis Esquecidos (1939) DOWNLOAD Dark Victory - Vitória amarga (1939) DOWNLOAD You Can't Get Away with Murder - Explorando o crime (1939) DOWNLOAD The Oklahoma Kid - A Lei da Força (1939) DOWNLOAD King of the Underworld - Contra a Lei (1939) DOWNLOAD Angels with Dirty Faces - Anjos de cara suja (1938) DOWNLOAD Racket Busters - Vítimas do Terror (1938) DOWNLOAD The Amazing Dr. Clitterhouse - O Gênio do Crime (1938) DOWNLOAD Men Are Such Fools - Os Homens São uns trouxas (1938) DOWNLOAD Crime School - A Melhor Vitória (1938) DOWNLOAD Stand-In (1937) Dead End - Beco sem saída (1937) DOWNLOAD San Quentin (1937) DOWNLOAD Kid Galahad - Talhado para campeão (1937) DOWNLOAD Marked Woman - A Mulher marcada (1937) DOWNLOAD The Great O'Malley - O Grande O'Malley (1937) DOWNLOAD Black Legion - Legião Negra (1937) DOWNLOAD Bullets or Ballots - Balas ou Votos (1936) DOWNLOAD The Petrified Forest - A Floresta Petrificada (1936) DOWNLOAD Midnight (1934) Three on a Match - Três ainda é Bom (1932) DOWNLOAD The Bad Sister - A Irmã Má (1931) DOWNLOAD A Holy Terros (1931) DOWNLOAD Up the River - Rio Acima (1930) DOWNLOAD   Mais 10 Melhores frases segundo o AFI Bacall e Bogart, uma história de amor Maiores Polêmicas e gafes do Oscar 11 Curiosidades sobre os artistas clássicos Sonhos de Um Sedutor (1972) Bette Davis de A a Z As 50 maiores lendas do cinema, segundo a AFI Algumas frases inesquecíveis do cinema     Prêmios Indicado ao Oscar por A Nave da Revolta (1954) e Casablanca (1942). Ganhou o Oscar por Uma aventura na África (1951)   Imagens   Vídeos WgUBjmL86_k   qMlySgdl54w
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  Nome:  Paul Leonard Newman Nascimento e local:26/01/1925, Shaker Heights, OH Morte e local: 26/09/2008, Westport, CT, câncer no pulmão Ocupação: ato, diretor e filântropo Nacionalidade: Estados Unidos Casamentos: Jaqueline Witte e Joanne Woodward Filho: Susan Kendall Newman, Stepjanie Newman, Claire Newman, Scott Newman, Elinor Teresa Newman e Melissa Newman Biografia Paul Newman nasceu em 1925, em Ohio, EUA, e serviu na marinha, durante a segunda guerra. Formou-se também em Economia e estudou no Actors Studio. Debutou na Broadway, em “Picnic”. Depois disso as portas do mundo do cinema abriram-se para ele. Conseguiu um contrato com a Warner Bros, onde iniciou em “O cálice sagrado”, filme de 1954. Mas a grande oportunidade viria em “Marcado pela sarjeta”, de 1956. Em 1958 casou-se com Joanne Woodward, de quem nunca se separou e com quem teve três filhas (já tinha três filhos de uma união anterior). Fez sucessos como Somebody up there likes me (1956) e Um de nós morrerá (onde fez Belly the Kid, papel que seria dado a James Dean caso este não tivesse morrido), Gata em teto de zinco quente (1958) ao lado de Liz Taylor, O Indomado (1963) e Rebeldia Indomável (1967). Dirigiu sua segunda esposa, Joanne Woodward, em Rachel Rachel (1968). Durante a década de 60 continuou seu sucesso, com filmes como “Hud” (1962), “Cortina rasgada” (1966) e “Dois homens e um destino”, de 1969. Na década de 70 diminuiu o ritmo no cinema, mas continuou trabalhando. Fundou uma instituição para pessoas doentes de câncer. Ativo na política como liberal, dono de um negócio de alimentos naturais e de uma equipe de automobilismo, manteve-se um astro e foi indicado 8 vezes ao Oscar. os últimos anos de sua vida ele vinha se dedicando a trabalhos filantrópicos, destinando grandes quantias para projetos diversos.   Mais DVDs e Livros Filmes como diretor The Glass Menagerie (19-Sep-1987) Harry and Son (2-Mar-1984) The Effect of Gamma Rays on Man-in-the-Moon Marigolds (20-Dec-1972) Sometimes a Great Notion (19-Jan-1972) Rachel, Rachel (26-Aug-1968)   Filmes como ator Empire Falls (2005) Tell Them Who You Are (2004) Road to Perdition (2002) Where the Money Is (2000) Message in a Bottle (1999) Twilight (1998) Nobody's Fool (1994) The Hudsucker Proxy (1994) Mr. & Mrs. Bridge (1990) Blaze (1989) Fat Man and Little Boy (1989) The Color of Money (1986) Harry and Son (1984) The Verdict (1982) Absence of Malice (1981) Fort Apache the Bronx (1981) The Day the World Ended (1980) Quintet (1979) Slap Shot (1977) Buffalo Bill and the Indians, or Sitting Bull's History Lesson (1976) Silent Movie (1976) The Drowning Pool (1975) The Towering Inferno - Inferno na Torre (1974) The Sting - Golpe de mestre (1973) The Mackintosh Man (1973) The Life and Times of Judge Roy Bean - O Homem da lei (1972) Pocket Money (1972) Sometimes a Great Notion (1972) WUSA (1970) Butch Cassidy and the Sundance Kid (1969) Winning (1969) The Secret War of Harry Frigg (1968) Cool Hand Luke (1967) Hombre (1967) Torn Curtain (1966) Harper (1966) Lady L (1965) The Outrage (1964) What a Way to Go! - A senhora e seus três maridos (1964) The Prize (1963) A New Kind of Love (1963) Hud - O Indomado (1963) Adventures of a Young Man (1962) Sweet Bird of Youth (1962) Paris Blues (1961) The Hustler (1961) From the Terrace (1960) Exodus (1960) The Young Philadelphians (1959) Rally 'Round the Flag, Boys! (1958) Cat on a Hot Tin Roof - Gata em teto de zinco quente (1958) The Left Handed Gun (1958) The Long, Hot Summer - O mercador de almas (1958) Until They Sail (1957) The Helen Morgan Story (1957) The Rack (1956) Somebody Up There Likes Me (1956) The Silver Chalice (1954)  
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FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha   Nome:  Douglas Elton Thomas Ulman Nascimento e local:23/05/1883, Denver, CO Morte e local: 12/12/1939, Santa Monica, CA, ataque cardíaco Ocupação: ator Nacionalidade: Estados Unidos Casamentos: Edith Louise Sylvia Hawkes, Anna Beth Sully, Mary Pickford, Filho: Douglas Fairbanks Jr. Biografia   Sua carreira teve início na Broadway. Lá foi descoberto por D. W. Griffth, que o levou para trabalhar na Triangle Films. Debutou no cinema em 1916, no filme “His âncer in the papers”. Depois disso não parou mais, estrelando em filmes como “American Aristocracy” (1916), “Wild and Wooly” (1917) o “Reaching for the moon”(1917). Em 1917 já era uma celebridade. fazia parte do grupo seleto de amigos de Chaplin, com quem se junta em 1919 (juntamente com Mary Pickford e Griffth) na fundação da United Artists. No ano seguinte estrearia “A marca do zorro”, em que foi dirigido por Fred Niblo. Douglas não conseguiu realmente ultrapassar a barreira do filme sonoro. Seu último filme foi The private life of Dom Juan, de 1934. Seu filho, Douglas Fairbanks Jr seguiu a carreira cinematográfica do pai, seguindo o mesmo estilo de filmes. Douglas faleceu em 1939, de ataque cardíaco. Tinha apenas 56 anos. Filmes Mais DVDs e Livros Filmes como diretor Around the World in 80 Minutes with Douglas Fairbanks (1931) Arizona (1918) Como ator The Private Life of Don Juan - Os amores de Don Juan (1934) DOWNLOAD Mr. Robinson Crusoe(1932) DOWNLOAD Reaching for the Moon - O príncipe dos dólares (1930) DOWNLOAD The Taming of the Shrew - A Megera Domada (1929) DOWNLOAD The Iron Mask - A máscara de Ferro (1929) DOWNLOAD The Gaucho - O Gaucho (1927) DOWNLOAD The Black Pirate - O Pirata negro (1926) DOWNLOAD Ben-Hur: A Tale of the Christ - Ben-Hur (1925) DOWNLOAD Don Q, Son of Zorro - O filho do Zorro (1925) DOWNLOAD The Thief of Bagdad - O Ladrão de Bagdá (1924) DOWNLOAD Robin Hood (1922) DOWNLOAD The Three Musketeers - Os três mosqueteiros (1921) DOWNLOAD The Nut - O Excêntrico (1921) DOWNLOAD The Mark of Zorro - A Marca do Zorro  (1920) DOWNLOAD The Mollycoddle (1920) When the Clouds Roll by (1919) DOWNLOAD His Majesty, the American (1919) The Knickerbocker Buckaroo (1919) Arizona (1918) Sic 'Em, Sam (1918) He Comes Up Smiling (1918) Bound in Morocco (1918) Say! Young Fellow (1918) Mr. Fix-It (1918) Headin' South (1918) A Modern Musketeer (1917) DOWNLOAD Reaching for the Moon (1917) The Man from Painted Post (1917) Down to Earth (1917) Wild and Woolly (1917) In Again, Out Again (1917/II) All-Star Production of Patriotic Episodes for the Second Liberty Loan (1917) The Americano (1916) The Matrimaniac (1916) American Aristocracy (1916) Manhattan Madness (1916) Intolerance: Love's Struggle Throughout the Ages (1916) DOWNLOAD The Half-Breed (1916) Flirting with Fate (1916) The Mystery of the Leaping Fish (1916) DOWNLOAD Reggie Mixes In (1916) The Good Bad Man (1916) The Habit of Happiness (1916) His Picture in the Papers (1916) Double Trouble (1915) Martyrs of the Alamo (1915) The Lamb (1915)   Mais Tragédia e arte em Chaplin Mary Pickford, a namoradinha da América Aconteceu em Hollywood   Prêmios Oscar Honorário em 1940   Imagens     Vídeos yaBud6ii5Wk   MV9_Z0A8swI
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  FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha   Nome:  Frank James Cooper Nascimento e local: 07/05/1901, Helena MT Morte e local: 14/05/1961, Beverly Hills, CA, câncer na próstrata Ocupação: ator Nacionalidade: Americana Casamento: Sandra Shaw, supostas Namoradas (Clara Bow, Lupe Velez, Marlene Dietrich, Carole Lombard, Ingrid Berfman, Patricia Neal, Grace Kelly, Evelyn Brent). Filho: Maria Cooper Biografia   Um dos maiores símbolos de todo o cinema americano. Representava o ideal de milhares de mulheres. Arrancou aplausos e suspiros no filme Adorável Vagabundo, de 1936. Gary Cooper nasceu em Montana, em 1901, filho de ingleses, tendo estudado agronomia e trabalhado na fazenda antes de estrear como figurante em diversos filmes mudos. Num desse filmes conheceu Clara Bow, de quem virou amante. Além dela, namorou ainda com outras atrizes, como Lupe Velez, Marlene Dietrich e Evely Brient. Brilhou em filmes como “Os virginianos”, de 1929 (sua estréia no cinema falado) e “Marrocos” (1930), onde atuou com a Marlene Dietrich. Na década de 30 ele já era uma das maiores estrelas do cinema americano. Em 1950 casou-se com Verônica Balfe. Juntos tiveram uma filha, Maria. Apesar disso tudo, correram rumores de que seu casamento seria para esconder seu homossexualismo. Sua interpretação em Matar ou morrer, de 1952, ao lado de Grace Kelly ficou famosa. Fez no total 95 filmes, sendo o último The naked edge, de 1961, ao lado de Deborah Kerr. Morreu de câncer, em 1960, pouco tempo depois de ganhar um Oscar especial da Academia. Tinha 60 anos. Filmes   Mais DVDs e Livros The Naked Edge - A tortura da suspeita (1961) The Wreck of the Mary Deare - O Navio condenado (1959) They Came to Cordura - Heróis de Barro (1959) The Hanging Tree - Árvore dos enforcados (1959) Man of the West - O Homem do Oeste (1958) Ten North Frederick - A Casa das amarguras (1958) Love in the Afternoon - Amor na Tarde (1957) Friendly Persuasion - Sublime Tentação (1956) The Court-Martial of Billy Mitchell - A Corte marcial de Billy Mitchell (1955) Vera Cruz (1954) Garden of Evil - Jardim do Pecado (1954) Blowing Wild - Sangue da Terra (1953) Return to Paradise - Volta ao paraíso (1953) Springfield Rifle - Renegado Heróico (1952) High Noon - Matar ou morrer  (1952) Distant Drums - Tambores Distantes (1951) Starlift - Estrelas em Desfile (1951) You're in the Navy Now - Agora estamos na Marinha (1951) Dallas (1950) Bright Leaf - Cinzas ao Vento (1950) Task Force - A última batalha (1949) The Fountainhead - Vontade Indômita (1949) Good Sam - A Felicidade bate à sua porta (1948) Unconquered - Os inconquistáveis (1947) Cloak and Dagger - O Grande Segredo (1946) Saratoga Trunk - Mulher exótica (1945) Along Came Jones - Tudo por uma mulher (1945) The Story of Dr. Wassell - Pelo vale das sombras (1944) Casanova Brown - Casanova Junior (1944) For Whom the Bell Tolls - Por quem os sinos dobram (1943) The Pride of the Yankees - Ídolo, amante e herói (1942) Ball of Fire - Bola de Fogo (1941) Sergeant York - Sargento York (1941) Meet John Doe - Meu Adorável vagabundo (1941) DOWNLOAD North West Mounted Police - Legião de Heróis (1940) DOWNLOAD The Westerner - A última fronteira (1940) DOWNLOAD The Real Glory - A verdadeira Glória (1939) DOWNLOAD Beau Geste (1939) DOWNLOAD The Cowboy and the Lady - O Cowboy e a grã-fina (1938) DOWNLOAD The Adventures of Marco Polo - As aventuras de Marco Polo (1938) DOWNLOAD Bluebeard's Eighth Wife - A Oitava esposa (1938) DOWNLOAD Souls at Sea - Almas no mar (1937) DOWNLOAD The Plainsman - Uma aventura de Buffalo Bill (1936) DOWNLOAD The General Died at Dawn - O General morreu ao amanhecer (1936) DOWNLOAD Mr. Deeds Goes to Town - O Galante Mr. Deeds (1936) DOWNLOAD Desire - Desejo (1936) DOWNLOAD Peter Ibbetson - Amor sem fim (1935) DOWNLOAD The Wedding Night - A Noite Nupcial (1935) DOWNLOAD La Fiesta de Santa Barbara (1935) The Lives of a Bengal Lancer - Lanceiros da Índia (1935) DOWNLOAD Now and Forever - Agora e Sempre (1934) DOWNLOAD Operator 13 - Espiã 13 (1934) DOWNLOAD Design for Living - Sócios no amor (1933) DOWNLOAD Alice in Wonderland - Alice no país das maravilhas (1933) DOWNLOAD Today We Live - Vivamos hoje (1933) DOWNLOAD One Sunday Afternoon (1933) DOWNLOAD A Farewell to Arms - Adeus às armas (1932) DOWNLOAD If I Had a Million - Se eu tivesse um milhão (1932) DOWNLOAD Devil and the Deep - Entre duas águias (1932) DOWNLOAD His Woman - Sua Esposa Perante Deus (1931) DOWNLOAD The Stolen Jools (1931) DOWNLOAD The Slippery Pearls (1931) DOWNLOAD Morocco - Marrocos (1930) DOWNLOAD Paramount on Parade - Paramount em grande gala (1930) DOWNLOAD The Virginian - Agora ou nunca (1929) DOWNLOAD Lilac Time - Céu de Glória (1928) DOWNLOAD Wings - Asas (1927) DOWNLOAD It (1927)  DOWNLOAD The Johnstown Flood - A Inundação (1926) North Star - A Estrela do Norte (1925) Ben-Hur: A Tale of the Christ - Ben-Hur (1925) DOWNLOAD   Mais Vestido de Marilyn é vendido por 5,6 milhões de dólares em leilão E O Vento Levou de A a Z Alice: várias versões da mesma história Maiores vencedores do Oscar (homens)   Prêmios Indicações ao Oscar por: Mr. Deeds Goes to Town (1936), The Pride of the Yankees(1942), For Whom the Bell Tolls (1943). Venceu o Oscar por: Sergeant York (1941) e High Noon (1952) Recebeu Óscar Honorário pelo conjunto da obra (1961). Imagens   Vídeos   oLwRn73My6g   MpABJHwsZG0
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FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha   Nome:  Frederick Austerlitz, Jr. Nascimento e local: 10/05/1899, Omaha, NE Morte e local: 22/06/1987, Los Angeles, CA, Pneumonia Ocupação: ator, dançarino e cantor Nacionalidade: Americana Casamentos: Phyllis Livingston Potter, Robyn Smith Filhos: Fred, Jr., Ava Biografia   Aos cinco anos Fred já dava seus primeiros passos na dança. Com sete, o pequeno Frederick já dançava na vaudeville com a irmã Adele. Aos poucos ganharam fama no teatro, estreando grandes espetáculos, como “Over the top”. Por volta de 1917 começaram a conquistar a Broadway, com comédias musicais. A carreira dessa dupla acabou quando Adele se casou. Astaire, que amava a dança, continuou e fez um teste para o cinema em 1923. Daí o famoso  resultado do estúdio para sua não aprovação: “não representa. Ligeiramente calvo. Dança um pouco”. Pois é, mas esse “pouco” ele consolidou ao lado de parceiras como Ginger Rogers, que fez com ele mais de dez filmes. Dizem que os dois não se davam bem atrás das telas. Estreou no cinema em 1933 num filme de Robert Z. Leonard. Mas o sucesso só veio mesmo quando se juntou a Ginger, no filme Flying down to Rio. Essa dupla, na década de 30 era das mais espetaculares. Trabalhou também com Rita Hayworth, Judy Garland, Eleanor Powell, Cyd Charisse e Leslie Caron. Era tremendamente perfeccionista, e tinha uma interpretação intuitiva de muitas canções. Filmes que ficaram imortalizadas com sua presença: “Amor de dançarina” (1933), A hora final (1959), O caminho do arco-iris (1968), dentre outros. “Inferno na torre” de 1974 lhe rendeu uma indicação ao Oscar de ator coadjuvante. Mas ele já havia ganho um Oscar especial em 1949, pela sua contribuição ao cineam. Durante os anos 60 fez alguns papéis dramáticos. Em 1981 recebeu o Life Achievement Award do American Film Institute. Filmes   Mais DVDs Ghost Story - O Fantasma do passado (1981) The Amazing Dobermans - Os Incríveis Dobermans (1976) That's Entertainment, Part II (1976) The Towering Inferno - Inferno na Torre (1974) That's Entertainment! (1974) Santa Claus Is Comin' to Town - TV (1970) Finian's Rainbow - O Caminho do Arco-Iris (1968) The Notorious Landlady - Aconteceu num apartamento (1962) The Pleasure of His Company - O papai playboy (1961) On the Beach - A hora final (1959) Silk Stockings - Meias de Seda (1957) Funny Face - Cinderela em Paris (1957) Daddy Long Legs - Papai pernilongo (1955) The Band Wagon - A Roda da Fortuna (1953) The Belle of New York - Ver, gostar e amar (1952) Royal Wedding - Núpcias Reais (1951) DOWNLOAD Let's Dance - Nasci para bailar (1950) Three Little Words - Três palavrinhas (1950) The Barkleys of Broadway - Ciúme, sinal de amor (1949) Easter Parade - Desfile de Páscoa (1948) Blue Skies - Romance Inacabado (1946) Ziegfeld Follies - A Vida é um Teatro (1946) Yolanda and the Thief - Yolanda e o vigarista (1945) The Sky's the Limit - Bailado do amor (1943) You Were Never Lovelier - Bonita como nunca (1942) Holiday Inn - Duas Semanas de Prazer (1942) You'll Never Get Rich - Ao compasso do amor (1941) Second Chorus - Amor da minha vida (1940) DOWNLOAD Broadway Melody of 1940 - Melodia da Broadway 1940  (1940) DOWNLOAD The Story of Vernon and Irene Castle - A história de Irene Castle (1939) DOWNLOAD Carefree - Dance comigo (1938) DOWNLOAD A Damsel in Distress - Cativa e cativante (1937) DOWNLOAD Shall We Dance - Vamos Dançar? (1937) DOWNLOAD Swing Time - Ritmo Louco (1936) DOWNLOAD Follow the Fleet - Nas Águas da Esquadra (1936) DOWNLOAD Top Hat - O Picolino (1935) DOWNLOAD Roberta (1935) DOWNLOAD The Gay Divorcee - Alegre Divorciada (1934) DOWNLOAD Flying Down to Rio - Voando para o Rio (1933) DOWNLOAD Dancing Lady - Amor de dançarina (1933) DOWNLOAD   Mais Musicais 10 danças com Fred Astaire 10 Melhores Musicais de Judy Garland Fred Astaire: curiosidades 111 anos de Fred Astaire E eles nunca ganharam o Oscar... Melhores Músicas, segundo a AFI As duplas mais populares do cinema Ginger Rogers     Prêmios Indicado ao Oscar por Inferno na Torre (1974). Ganhou o Oscar Honorário (1950). Ganhou o Globo de Ouro de Melhor ator por Inferno na Torre (1974).     Imagens   Vídeos   IFabjc6mFk4   lMKbGRCbsaw
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Nome:  Joseph Levitch Nascimento e local: 16/03/1926, Newark, NJ Ocupação: ator e cômico Nacionalidade: Americana Casamentos: A Patti  Lewis e SanDee Lewis Filhos: Gary Lewis, Ronald Lewis, Scott Lewis, Christopher Lewis, Anthony Lewis e Danielle Lewis   Biografia Jerry Lewis (Joseph Levitch) já cantava nos palcos, junto com os pais aos 5 anos. Seus pais cantavam e tocavam em bares. Já crescido, passou a atuar em clubes noturnos. Aos 18 anos já era um profissional, e teve sua carreira impulsionada quando conheceu Dean Martin, com quem passou a formar uma dupla cômica. Tornaram-se populares, com números de dança e comédia. Duplas de contrastes sempre fizeram sucesso, podemos citar Charles Chaplin e Eric Campbell, O gordo e o magro. No caso de Dean e Jerry, tínhamos o cara boa praça e o descoordenado, desatento, desajeitado da dupla. Em 1949 os dois estreariam no cinema em "My friend Irma". Seguiram-se vários filmes em seqüência, até que em 1956 a dupla se desfez, quando Jerry resolve atuar sozinho. Com o controle, ele passou a dirigir e a produzir alguns dos seus filmes, e seguiu com grande popularidade durante os anos 60, com filmes como "O professor aloprado" (1963), em que interpreta um professor feíssimo, mas que descobre uma fórmula para se tornar um homem atrativo. A segunda versão deste filme, protagonizada por Eddy Murphy teve a produção do comediante. A partir do final da década, sua carreira começou a minguar. Durante os anos 60 e 70 Lewis começou a trabalhar em causas beneficentes e escreveu sua biografia "Jerry Lewis". Nos anos 80 começou a ter problemas de saúde, com um ataque de coração, chegando a ter sido diagnosticado morto. Salvou-se milagrosamente. Em 1983 foi chamado por Martin Scorsese para fazer "O rei da comédia", ao lado de Robert de Niro. O resultado foi um show de interpretação, no papel do ansioso e suado anfritião de um programa de entrevistas. Na década de 90 trabalhou na Broadway em "Damn yankees", e começou a se dedicar à UNICEF. Em 1998 recebeu um prêmio pela sua trajetória da Associação americana de comediantes.   Filmes Funny Bones (1995) Arizona Dream (1993) Mr. Saturday Night (1992) Cookie (1989) The King of Comedy - O Rei da comédia (1983) Cracking Up (1983) Slapstick (of Another Kind) (1982) Hardly Working (1980) The Day the Clown Cried (1972) Which Way to the Front? - Qual é o caminho para a guerra? (1970) One More Time - Uma dupla em sinuca (1970)Hook, Line & Sinker- De caniço a samburá (1969) Don't Raise the Bridge, Lower the River - Um Golpe das arábias (1968) The Big Mouth - O Fofoqueiro (1967) Way... Way Out - Um biruta em órbita (1966) Three on a Couch - Três em um sofá (1966) Boeing Boeing (1965) The Family Jewels - A família fuleira (1965) The Disorderly Orderly - O bagunceiro arrumadinho (1964) The Patsy - O Otário (1964) Who's Minding the Store? - Errando pra cachorro (1963) The Nutty Professor - O Professor aloprado (1963) It's a Mad Mad Mad Mad World - Deu a louca no mundo (1963) It's Only Money - Detetive mixuruca (1962) The Errand Boy - Mocinho encrenqueiro (1961) The Ladies' Man - O Terror das mulheres (1961) Cinderfella - Cinderelo sem sapato (1960) The Bellboy - O Mensageiro trapalhão (1960) Visit to a Small Planet - Rabo de foguete (1960) Li'l Abner - As Aventuras de Ferdinando (1959) Don't Give Up the Ship - A canoa virou (1959) The Geisha Boy - O rei dos mágicos (1958) Rock-a-Bye Baby - Bancando a ama seca (1958) The Sad Sack - O Bamba do regimento (1957) The Delicate Delinquent - O delinquente delicado (1957) Hollywood or Bust - Ou vai ou racha (1956) Pardners - O Rei do Laço (1956) Artists and Models - Artistas e Modelos (1955) You're Never Too Young - O Meninão (1955) 3 Ring Circus - O Rei do Circo (1954) Living It Up - A farra dos malandros (1954) Money From Home - A barbada do biruta (1953) The Caddy - Sofrendo da bola (1953) Scared Stiff - Morrendo de medo (1953) The Stooge - O Biruta e o folgado (1953) Jumping Jacks - Malucos no Ar (1952) Sailor Beware - O Marujo foi na onda (1952) Road to Bali - De Tanga e Sarongue (1952) DOWNLOAD That's My Boy - O Filhinho do papai (1951) At War with the Army - O Palhaço do batalhão (1950) My Friend Irma Goes West - Minha amiga maluca (1950) My Friend Irma - O Amigo da onça (1949)  Mais Melhores Comediantes de Todos os tempos  As duplas mais populares do cinema  Imagens        
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  FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha Nome:  Anselmo Duarte Bento Nascimento e local: 21/04/1920, Salto, Brasil Morte: 07/11/2009, São Paulo, Brasil, AVC Ocupação: ator, roteirista e cineasta Nacionalidade: Brasil Casamentos: Ilka Soares Filhos: Anselmo Duarte Jr. e Lídia, Ricardo Duarte Biografia   Anselmo Duarte é uma das mais importantes figuras do cinema brasileiro, tendo sido o primeiro do país a ganhar a Palma de Ouro com o filme “O pagados de promessas” de 1962. Foi ator, diretor e roteirista. Anselmo fez sua estréia no mundo cinematográfico, ao lado de Tônia Carreiro em “Querida Suzana”, em 1947. Ainda com Tônia, ele fez o Zequinha de Abreu, no filme “Tico-tico no fubá” (1952). Foi o primeiro galã da Atlântida, estreando os primeiros sucessos da companhia. Como diretor estreou em “Absolutamente certo”, onde trabalhou também como ator e roteirista. Em “O crime do Zé Bigorna”, reproduziu uma época áurea de 1928, com direito a imagens de filmes de Chaplin, guarda vigiando a platéia e baleiros vendendo balas, no cinema. Esse filme acabou fazendo muito sucesso na Itália e na Alemanha. Mas seu grande marco foi mesmo “O pagador de promessas”, do qual participavam Leonardo Vilar e Norma Bengell. O filme, desacreditado por todos venceu com oito concorrentes antes de ser selecionado para representar o Brasil. Depois do prêmio fez “Vereda em salvação”, que acabou desagradando a crítica, que dizia que o filme era ruim. O público acabou não o prestigiando. Acabou se tornando um filme maldito no Brasil. Anselmo sempre se incomodou com o fato de ser considerado um galã, para ele isso era pejorativo, dizia até que isso era um azar, pois ele era tímido. Filmes   Filmes como roteirista Mais DVDs e livros 1977 - Crime do Zé Bigorna, O 1976 - Já Não Se Faz Amor Como Antigamente 1976 - Ninguém Segura Essas Mulheres (1976) 1973 - Descarte, 1971 - Um Certo Capitão Rodrigo (1971) 1969 - Quelé do Pajeú 1969 - Impossível Acontece 1962 - O Pagador de Promessas 1957 - Absolutamente Certo 1955 - Carnaval em Marte (1955) 1949 - Carnaval no Fogo (1949) Filmes como diretor Trombadinhas, Os (1979) Crime do Zé Bigorna, O (1977) Já Não Se Faz Amor Como Antigamente (1976) Ninguém Segura Essas Mulheres (1976) Descarte, O (1973) Um Certo Capitão Rodrigo (1971) Impossível Acontece, O (1969) Quelé do Pajeú (1969) Vereda de Salvação (1964) Pagador de Promessas, O (1962) Absolutamente Certo (1957) Filmes como ator Brasa Adormecida (1987) Tensão no Rio (1982) Embalos Alucinantes (1978) Paranóia (1976) Já Não Se Faz Amor Como Antigamente (1976) Ninguém Segura Essas Mulheres (1976) A Casa das Tentações (1975) Marginal, O (1974) A Noiva da Noite (1974) Independência ou Morte (1972) A Madona de Cedro (1968) Juventude e Ternura (1968) Caso dos Irmãos Naves, O (1967) A Espiã Que Entrou em Fria (1967) Pupilas do Senhor Reitor, As (1961) Rayo de luz, Un (1960) Cantor e o Milionário, O (1958) Absolutamente Certo (1957) Arara Vermelha (1957) Depois Eu Conto (1956) Diamante, O (1956) Carnaval em Marte (1955) Sinfonia Carioca (1955) Sinhá Moça (1953) Veneno (1952) Apassionata (1952) Tico-Tico no Fubá (1952) Maior Que o Ódio (1951) Aviso aos Navegantes (1950) A Sombra da Outra (1950) Pinguinho de Gente (1949) Caçula do Barulho, O (1949) Carnaval no Fogo (1949) Terra Violenta (1948) Inconfidência Mineira (1948) Querida Susana (1947) Não Me Digas Adeus (1947)   Prêmios Foi homenageado com um Grande Centro de Educação e Cultura (CEC) em Salto, "Tributo a Anselmo Duarte" (2009). Convidado especial Palma de Ouro do 50º Aniversário do Festival de Cannes, na França (1997). O pagador de promessas ganha cinco prêmios internacionais, com destaque para a Palma de Ouro em Cannes, França (1962). Melhor Ator, por Um pinguinho de gente, Prêmio "Revista A Cena Muda", Rio de Janeiro (1949).   Imagens     Vídeos   CgVKYRyAnIU   O--6cuRMZac   iiCcqh3Uep8
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FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha   Nome:  George Peppard Jr. Nascimento e local:01/10/1928 – Detroit, Michigan EUA Morte e local: 08/05/1994, Los Angeles, Califórnia, câncer no pulmão Ocupação: ator Nacionalidade: Americana Casamentos:  Helen Davies, Elizabeth Ashley, Sherry Bouche, Alexis Adam, Laura Taylor Filhos: Bradford, Julie, Christian Peppard Biografia     George Peppard Jr nasceu em Detroit, Michigan em 01 de outubro de 1928. Antes da fama foi fuzileiro naval e sargento, chegando a estudar engenharia civil. Mas, interessado por teatro, chegou ao famoso Actor’s Studios. Sua estréia no cinema foi em 1957, no filme “The Strange One” de Jack Garfein. Dentre seus papéis marcantes, citamos o escritor Paul “Fred” Varjak em Bonequinha de Luxo (Breakfast as Tiffany’s), O Coronel John “Hannibal” Smith da série Esquadrão Classe A (The A-Team) e Jonas Cord Jr. em Os Insaciáveis (The carpetbaggers). Ele faria o papel de Blake Carrington na série Dinastia, da década de 80, mas por problemas com o diretor foi substituído por John Forsythe. Em 1982 fez o teste para o papel do coronel John Hannibal Smith na série televisiva The A-Team. A série ficou no ar por cinco temporadas, entre 1983 a 1987. Peppard superou seu problema com o alcool em 1978 e posteriormente se envolveu com associações de combate ao vício. Contudo, jamais conseguiu largar o fumo, e chegava a fumar dois maços de cigarros por dia. Acabou morrendo em 1992, em decorrência de um câncer de pulmão. Filmes   The Tigress (1992) Ultra Warrior (1990) The A-Team (1983-1987) Hit Man (1982) Race for the Yankee Zephyr (1981) Your Ticket Is No Longer Valid (1981) Battle Beyond the Stars (1980) From Hell to Victory (1979) Days from Home (1979) Damnation Alley (1977) Doctors’ Hospital (1975-76) Mid-Air Crash (TV) (1975) Newman’s Law (1974) The Groundstar Conspiracy (1972) One More Train to Rob (1971) Cannon for Cordoba (1970) The Executioner (1970) Pendulum (1969) House of Cards (1968) What’s So Bad About Feeling Good? (1968) P.J. (1968) Rough Night in Jericho (1967) Tobruk (1967) The Blue Max (1966) The Third Day (1965) Operation Crossbow (1965) The Carpetbaggers - Os Insaciáveis (1964) Victors (1963) How the West Was Won - A Conquista do Oeste (1962) Breakfast at Tiffany’s - Bonequinha de Luxo (1961) The Subterraneans (1960) Home From the Hill - A casa da colina (1960) Pork Chop Hill (1959) The Strange One (1957)   Mais Melhores beijos, segundo o The Sun Os Insaciáveis e O aviador       Imagens     Vídeos     k5rBv2ctT5E  
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A carregar... Nome:  Tyrone Edmund Power, Jr. Nascimento e local:05/005/1913, Cincinnati, OH Morte e local:15/11/1957, Madrid, Espanha, ataque cardíaco Ocupação: ator Nacionalidade: Estados Unidos Casamentos:  Annabella, Linda Christian e Debbie Ann Minardos Namoros:  Judy Garland e Cesar Romero Filhos: Romina Power e Taryn Power   Biografia Ainda criança Tyrone gostava de representar, mas até conseguir algum trabalho em Hollywood penou bastante, fazendo pequenos papéis e trabalhando principalmente no teatro. inalmente em 1936 estreou na 20th Century Fox na comédia “Ladies in Love”, e em menos de um ano depois já era considerado um dos principais atores da companhia. Dentre seus filmes de maior destaque, podemos citar “The mark of Zorro”, “Blood and sand”, Witness for the prosecution”. Sua carreira foi interrompida durante a 2a guerra, onde serviu na Marinha. Na vida pessoal, embora tenham havidos rumores de uma possível homossexualidade, ele casou-se três vezes: A primeira com a atriz francesa Annabela (1939 a 1948), com a atriz Linda Christian (1949 a 1956), com quem teve duas filhas e por último com Debbie Ann Minardos (durante seu último ano de vida), com quem teve um filho. Teve ainda romances com Judy Garland, Lana Turner, Linda Christian. Filmes           Witness for the Prosecution - Testemunha de acusação (1957) The Sun Also Rises - E agora Brilha o Sol (1957) Seven Waves Away - Mar de sete ondas (1957) The Eddy Duchin Story - Melodia imortal (1956) The Long Gray Line - A Paixão de uma vida (1955) Untamed - Duelo de Paixões (1955) King of the Khyber Rifles - Rebelião na Índia (1953) The Mississippi Gambler - O aventureiro do Mississipi (1953) Pony Soldier - O soldado da rainha (1952) Diplomatic Courier - Missão perigosa em Trieste (1952) Rawhide - Correio do Inferno (1951) American Guerrilla in the Philippines - Guerrilheiros nas Filipinas (1950) The Black Rose - A Rosa Negra (1950) Prince of Foxes - O Favorito dos Borgias (1949) The Luck of the Irish - O Toque mágico (1948) Captain from Castile - Capitão de Castela (1947) Nightmare Alley - O beco das ilusões perdidas (1947) The Razor's Edge - O fio da navalha (1946) Crash Dive - Mergulho no Inferno (1943) The Black Swan - O Cisne negro (1942) Son of Fury - Ódio no Coração (1942) A Yank in the R.A.F. - Um Ianque em R.A.F (1941) Blood and Sand - Sangue e areia (1941) The Mark of Zorro - A marca do Zorro (1940) Brigham Young: Frontiersman - O Filho dos Deuses (1940) Johnny Apollo (1940) Day-Time Wife (1939) The Rains Came - E as chuvas chegaram (1939) Second Fiddle - Dúvidas de um coração (1939) Rose of Washington Square - O Meu amado (1939) Jesse James (1939) Suez (1938) Marie Antoinette - Maria Antonieta (1938) Alexander's Ragtime Band - A epopéia do jazz (1938) In Old Chicago - No velho Chicago (1937) Café Metropole (1937) DOWNLOAD Thin Ice - Ela e o Príncipe (1937) Lloyd's of London - Lloyds de Londres (1936) Ladies in Love - Mulheres enamoradas (1936)  Girls' Dormitory  (1936) Northern Frontier  (1935) Flirtation Walk - Miss Generala(1934) Tom Brown of Culver  - Cadetes de Honra (1932) School for Wives  (1925)
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A carregar... Nome:  Mario Moreno Reyes Nascimento e local:12/08/1911, Cidade do México, México Morte e local:20/04/1993, Cidade do México, México, câncer no pulmão Ocupação: ator Nacionalidade: Mexicano Casamentos:  Valentina Ivanova Filhos: não   Biografia   Mário Morenno Reis, mais conhecido por Cantiflas foi considerado por Charles Chaplin um dos melhores comediantes do mundo. Houve até conversações para se fazer um filme juntos, o que acabou não dando certo. Acabou se tornando o mais popular da América Latina. eve infância pobre, o que suspendeu seus estudos. Foi engraxate, pugilista, toureiro, motorista de taxi, palhaço de circo, dentre outras profissões. Até tornar-se artista ambulante, dançando e cantando cantigas populares fazendo paródias. Dois chumaços ralos eram seus bigodes, calças enormes, lenço no pescoço e um falar estranho formavam sua figura. eu primeiros filmes foram “La mujer ân puerto (33) e Não te enganes, coração, em 1936. Depois desse vieram mais de 50 trabalhos. Desses, somente dois foram rodados nos Estados Unidos (A volta ao mundo em 80 dias e Pepe). rincipais filmes: Os três mosqueteiros (42). Logo logo criaria sua própria produtora, a Rosa Filmes, que lhe rendeu grandes sucessos dirigidos por Miguel Delgado. Alguns destes foram O circo (42), Romeu e Julieta (43), O porteiro (49), O patrilheiro 777 (77). Cantinflas também foi memebro do Sindicato dos Atores, fundando uma Casa de amparo aos artistas.   Filmes   Barrendero, El (1982) Patrullero 777, El (1978) Ministro y yo, El (1976) Conserje en condominio (1974) Don Quijote cabalga de nuevo Profe, El (1971) Quijote sin mancha, Un (1969) The Great Sex War (1969) Por mis pistolas (1968) Su excelencia (1967) Señor doctor, El (1965) Padrecito, El (1964) Agente XU 777 Extra, El (1962) Analfabeto, El (1961) Pepe (1960) Sube y baja (1959) Ama a tu prójimo (1958) Bolero de Raquel, El (1957) Around the World in Eighty Days - A volta ao mundo em 80 dias (1956) Abajo el telón (1955) Caballero a la medida (1954) Señor fotógrafo, El (1953) Bombero atómico, El (1952) Si yo fuera diputado (1952) Siete machos, El (1951) Portero, El (1950) Mago, El (1949) Supersabio, El ¡A volar joven! (1947) Soy un prófugo (1946) Día con el diablo, Un (1945) Gran Hotel (1944) Romeo y Julieta (1943) .... Romeo Circo, El (1943) Tres mosqueteros, Los Carnaval en el trópico (1942) Gendarme desconocido, El (1941) Ni sangre, ni arena (1941) Ahí está el detalle (1940) Cantinflas boxeador (1940) Cantinflas ruletero (1940) Cantinflas torero (1940) Cantinflas y los censos (1940) Cantinflas y su prima (1940) Signo de la muerte, El (1939) Cantinflas jengibre contra dinamita (1939) Siempre listo en las tinieblas (1939) Águila o sol (1938) ¡Así es mi tierra! (1937) No te engañes corazón (1937) Imagens    
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FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha   Nome:  Harry Lillis Crosby Nascimento e local:03/05/1903, Tacoma, EUA Morte e local:14/10/1977. Madrid. Espanha, ataque cardíaco Ocupação: ator e cantor Nacionalidade: Americana Casamentos:  Dixie Lee, Kathryn Crosby Filhos: Lindsay Crosby, Dennis Crosby, Philip Crosby, Gary Crosby, Harry Crosby, Mary Crosby, Nathaniel Crosby   Biografia   Crosby tentou seguir a carreira de advogado, mas seus planos acabaram ainda na universidade, com ele abandonando o curso de Direito. Ele começou cantando na Gonzaga University, em Spokane, Washington. Depois disso entrou para uma Orquestra e daí não parou mais. omeçou a ganhar fama na década de 20, formando um dos componentes do trio "Rhythm Boys". Com eles, rodou o país participando de shows e programas de rádio. Seu mote, até então, era a música, e ele se dedicou a ela como ninguém até então, gravando mais de 300 músicas até o final da década de 50. Entre as décadas 30 e 40, era o mais popular de todos. Já livre do trio Rhythm Boys, iniciou carreira solo, sendo contratado por Mack Sennett (o descobridor de Charles Chaplin) para atuar em alguns filmes mudos. Pouco tempo depois já era o astro principal da Paramount. Con Bob Hope faria uma dupla interessante de comediantes. Conseguiu destaque em filmes como "Fuzarca a Bordo", "A Sedução do Marrocos", "O Bom Pastor" (ganhou um Oscar por esse filme), "Os Sinos de Santa Maria", "A Caminho do Rio", "Anjos e Piratas", "Natal Branco", "Amar é Sofrer", "Dizem que é Amor", "Robin Hood de Chicago", "A Última Diligência" e o aclamado "Alta Sociedade", em que contracenou com a Grace Kelly e o Frank Sinatra (ainda um iniciante). White Christmas", gravado inicialmente para o filme Duas semanas de prazer, de 1944, acabou se tornando sinônimo do natal americano. Filmes     Maid DVDs e CDS That's Entertainment! (1974) Stagecoach (1966) Robin and the 7 Hoods (1964) The Road to Hong Kong - Dois Birutas em órbita (1962) Pepe (1960) High Time (1960) Say One for Me (1959) The Legend of Sleepy Hollow (1958) Man on Fire (1957) High Society - Alta Sociedade (1956) Anything Goes (1956) The Country Girl - Amar é sofrer (1954) White Christmas (1954) Road to Bali - De Tanga e Sarongue (1952) DOWNLOAD. Here Comes the Groom (1951) Riding High (1950) The Adventures of Ichabod and Mr. Toad (1949) A Connecticut Yankee in King Arthur's Court - Um Ianque na corte do Rei Arthur (1949) Jolson Sings Again - Trovador Inolvidável (1949) The Emperor Waltz (1948) My Favorite Brunette -Morena e Perigosa (1947) DOWNLOAD Road to Rio (1947) The Road to Hollywood (1947) DOWNLOAD Blue Skies - Romance Inacabado (1946) Road to Utopia (1946) The Bells of St. Mary's - Sinos de Santa Maria (1945) Duffy's Tavern (1945) Here Come the Waves (1944) Going My Way - O Bom Pastor (1944) Star Spangled Rhythm (1942) Road to Morocco - Sedução de Marrocos (1942) Holiday Inn - Duas Semanas de Prazer (1942) My Favorite Blonde - Minha Loira Favorita (1942) Birth of the Blues (1941) Road to Zanzibar (1941) Rhythm on the River (1940) Road to Singapore - A Sereia das Ilhas (1940) DOWNLOAD The Star Maker (1939) East Side of Heaven (1939) Sing You Sinners (1938) DOWNLOAD Waikiki Wedding (1937) Double or Nothing (1937) DOWNLOAD Pennies From Heaven (1936) The Big Broadcast of 1936 - Ondas Musicais de 1936 (1935) We're Not Dressing - Cupido ao Leme (1934) DOWNLOAD Going Hollywood (1933) Alice No País Das Maravilhas (1933) DOWNLOAD The Big Broadcast - Ondas Musicais (1932) Reaching for the Moon - O príncipe dos dólares (1930) DOWNLOAD The King of Jazz - O Rei do Jazz (1930) DOWNLOAD   Mais Melhores Músicas, segundo a AFI Grace Kelly: Um vulcão coberto de neve Grace Kelly de A a Z Musicais Sobrinha de Bing Crosby escreve biografia do ator e cantor     Prêmios Recebeu três indicações ao Oscar de Melhor Ator, por "O Bom Pastor" (1944), "Os Sinos de Santa Maria" (1945) e "Amar é Sofrer" (1954). Venceu por "O Bom Pastor". Recebeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Ator - Comédia/Musical, por "Órfãos da Tempestade" (1951). Ganhou o Prêmio Cecil B. DeMille em 1960, concedido pela Associação de Críticos Estrangeiros de Hollywood. Imagens         Vídeos   5C3UHiD29BI  
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FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha   Nome:  Archibald Alexander Leach Nascimento e local: 18/01/1904, Bristol, EUA Morte e local:29/11/1986, Davenport, EUA, ataque cardíaco Ocupação: ator Nacionalidade: Americana Casamentos:  Virginia Cherril, Barbara Hutton, Betsy Drake, Dyan Cannon, Barbara Harris Filhos: Jennifer Grant Biografia     Cary Grant  começou a fazer teatro, e acabou abandonando os estudos aos 14 anos. Em 1918 estava na Trupe de Bob Pender, dançando e fazendo acrobacias. Em 1920 a trupe chegou nos Estados Unidos, onde Cary se apresentou na Broadway. Não quis regressar ao seu país, e ficou nos EUA trabalhando como modelo e esporadicamente ator (trabalhou como homem sanduíche e atendia esporadicamente a senhoras). Depois de participar de algumas comédias musicais, como “Golden Dawn” e “Nikki”, conseguiu um contrato com a Paramount, em 1932, onde mudou o nome para Cary Grant (um trocadilho, do nome de um dos maiores atores da época Gary Cooper). Estreou em This Is the Night, de Frank Tuttle, fazendo um papel secundário. Em Blonde Vênus aparece ao lado de Marlene Dietrich. Mãe West se agradou dele, e exigiu sua participação em dois filmes seus. Depois de atuar com diversas estrelas, como Katherine Hepburn e Irenne Dunne, Carole Lombart, conseguia finalmente chegar ao estrelato. Em 1941 concorreu ao Oscar com Penny Serenade, mas acabou perdendo para Gary Cooper. No ano seguinte perderia para Bing Crosby. Esse ano também marcaria o início de uma colaboração importante para ambos os lados, quando atuou pela primeira vez para Alfred Hitchcock em Suspicion, que acabou sendo prejudicado, já que o final imaginado por Hich não pôde ir ao ar, sendo trocado por algo mais paliativo. Mas o público queria mais Grant. Fazendo comédias ele provou ser um ator versátil. Durante as décadas de 50 e 60 ele seguiu fazendo enorme sucesso em comédias, dramas e suspenses. Em 1966 ele abandonou as telas. Filmes   Mais DVDs e Livros Walk Don't Run - Devagar, não corra (1966) Father Goose - Papai Ganso (1964) Charade - Charada (1963) DOWNLOAD That Touch of Mink - Carícias de Luxo (1962) The Grass Is Greener - Do outro lado, o pecado (1960) Operation Petticoat - Anáguas a Bordo (1959) North by Northwest - Intriga Internacional (1959) Houseboat - Tentação morena  (1958) Indiscreet - Indiscreta (1958) Kiss Them for Me - O Beijo da Despedida (1957) The Pride and the Passion - Orgulho e Paixão (1957) An Affair to Remember - Tarde Demais para Esquecer (1957) To Catch a Thief - Ladrão de Casaca (1955) Dream Wife - Quem é meu amor? (1953) Monkey Business - O Inventor da Mocidade (1952) Room for One More - Sempre cabe mais um (1952) People Will Talk - Dizem que é pecado (1951) Crisis - Terra em Fogo (1950) I Was a Male War Bride - A Noiva era Ele  (1949) Every Girl Should Be Married - Quero este homem (1948) Mr. Blandings Builds His Dream House - Lar, Meu Tormento (1948) The Bishop's Wife- Um Anjo caiu do céu (1947) The Bachelor and the Bobby-Soxer - O Solteirão cobiçado (1947) Notorious - Interlúdio (1946) Night and Day - A Canção inesquecível (1946) Arsenic and Old Lace - Este Mundo é um Hospício (1944) DOWNLOAD One Upon a Time - O eterno pretendente (1944) None But the Lonely Heart - Apenas um coração solitário (1944) Destination Tokyo - Rumo a Toquio (1943) Mr. Lucky - Aventureiro de Sorte (1943) Once Upon a Honeymoon - Era Uma Lua de Mel (1942) The Talk of the Town - E a vida continua (1942) Suspicion - Suspeita (1941) Penny Serenade - Serenata Prateada (1941) DOWNLOAD The Philadelphia Story - Núpcias de Escandalo (1940) DOWNLOAD The Howards of Virginia - Flama da Liberdade (1940) DOWNLOAD My Favorite Wife - Minha Esposa Favorita (-1940) DOWNLOAD His Girl Friday - Jejum de Amor (1940) DOWNLOAD In Name Only - Esposa só no Nome (1939) DOWNLOAD Only Angels Have Wings - Paraíso infernal  (1939) DOWNLOAD Gunga Din (1939) DOWNLOAD Holiday - Boêmio Encantador (1938) DOWNLOAD Bringing Up Baby - Levada da Breca (1938) DOWNLOAD The Awful Truth - Cupido é Moleque Teimoso (1937) DOWNLOAD The Toast of New York - O ídolo de Nova York (1937) DOWNLOAD Topper - Uma Dupla de Outro Mundo (1937) DOWNLOAD Suzy (1936) DOWNLOAD The Amazing Quest of Ernest Bliss (1936) DOWNLOAD Big Brown Eyes - Olhos Castanhos (1936) DOWNLOAD Wings in The Dark - Asas nas Trevas (1935) DOWNLOAD Enter, madame - Entre, Madame (1935) DOWNLOAD Sylvia Scarlett - Vivendo em Dúvida (1935) DOWNLOAD The Last Outpost (1935) DOWNLOAD Born to Be Bad - Nascida para o Mal (1934) DOWNLOAD Thirty Day Princess - Princesa por Um Mês (1934) DOWNLOAD Ladies Shold Listen - Conquistador por acaso (1934) DOWNLOAD Alice in Wonderland - Alice no país das maravilhas (1933) DOWNLOAD I'm No Angel - Santa Não Sou (1933) DOWNLOAD The Woman Accused (1933) DOWNLOAD She Done Him Wrong - Uma loura para três (1933) DOWNLOAD The Eagle and the Hawk - Os dragões da noite (1933) DOWNLOAD Gambling Ship (1933) DOWNLOAD Hot Saturday - Sábado alegre (1932) DOWNLOAD Madame Butterfly (1932) DOWNLOAD Blonde Venus - A Vênus Loira (1932) DOWNLOAD Devil and the Deep - Entre duas Águias (1932) DOWNLOAD Merrily We Go to Hell - Quando a mulher se opõe (1932) DOWNLOAD Sinners in the Sun (1932) DOWNLOAD This Is the Night - Esposa Improvisada (1932) DOWNLOAD   Mais   Como Cary Grant conheceu Greta Garbo Última entrevista de Cary Grant Cary Grant: se tornar uma estrela não foi tão fácil... Alice: várias versões da mesma história Will Smith produzirá refilmagem de Suspeita, de Hitchcock Grace Kelly: Um vulcão coberto de neve DVD comemorativo aos 50 anos de Intriga Internacional Atores gays, ou quase ou bissexuais que amamos   Prêmios Indicado ao Oscar por Apenas um coração solitário (1944) e Serenata Prateada (1941) Ganhou um Oscar honorário em 1970     Imagens   Vídeos g458w2X9uHc   aCymsoQL49c
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Nome:  Spangler Arlington Brugh Nascimento e local: 05/08/1911, Filey, EUA Morte e local:08/06/1969, Santa Monica, EUA, cancer Ocupação: ator Nacionalidade: Americana Casamentos:  Barbara Stanwyck, Ursula Theiss Filhos: Terrancee e Tessa Biografia Robert Taylor fez música e teatro, até que conseguiu um teste na MGM, onde passou a ganhar US$ 35,00 por semana. eu rosto perfeito fotografava muito bem, e ele acabou sendo emprestado à FOX, estreando no filme Handy Ardy, em 1934. seguiram-se filmes de mais sucesso, como Buried Loot e Society Doctor, ambos de 1935. Em 1936, veio Broadway Melody of 1936, um enorme sucesso musical da MGM, que chegava com tudo. Seu salário aumentou para 450 dólares semanais. The magnificent obsession, com Irene Dunne, provocou uma enxurrada de cartas para ele, que já recebia mais cartas que Clark Gable. Atuou ao lado de estrelas como Janet Gaynor, Loretta Young, Bárbara Stanwyck (com quem veio a se casar), Joan Crawford, Jean Harlow, Mirna Loy, Hedy Lammar, Lana Turner e Greta Garbo, a maior estrela da época, com quem fez o enorme sucesso Camille (A dama das camélias). O filme foi um dos maiores sucessos da década de 30, com a Garbo recebendo sua indicação ao Oscar. Seu sucesso continuou durante a década de 40, com sucessos como The wateloo Bridge, A yank at Oxford, Billy the kid e Johnny Eager (com Lana Turner). Durante a guerra ele se alistou na marinha e acabou sendo recusado para o combate pela idade (32 anos), mas ele foi ser instrutor de vôo. Após a guerra voltou ao lado de Katherine Hepburn, e em seguida, de Ava Gardner. a década de 50, após alguns westers e épicos (Ivanhoé e Quo Vadis), ele passou a fazer uma série televisiva, The Detectives, que se tornou um sucesso. Em 1966 fez sua despedida dos filmes, no filme Return of the Gunfighter. Filmes   Mais DVDs e Livros   Where Angels Go, Trouble Follows (1968) The Night Walker (1964) A House Is Not a Home (1964) Miracle of the White Stallions (1963) Party Girl (1958) The Law and Jake Wade (1958) Saddle the Wind (1958) D-Day: The Sixth of June (1956) The Last Hunt (1956) The Adventures of Quentin Durward (1955) Many Rivers to Cross (1955) Rogue Cop (1954) Valley of the Kings (1954) All the Brothers Were Valiant (1953) Ride, Vaquero! (1953) I Love Melvin (1953) Knights of the Round Table - Os cavaleiros da távola redonda (1953) Above and Beyond (1952) Ivanhoe (1952) Quo Vadis (1951) Westward the Women (1951) Devil's Doorway (1950) Conspirator - Traidor (1949) The Bribe (1949) High Wall (1947) Undercurrent - Correntes Ocultas (1946) Bataan (1943) Stand by for Action (1942) Johnny Eager - Estrada proibida (1942) When Ladies Meet - De Mulher para mulher (1941) Billy the Kid (1941) Flight Command (1940) Escape (1940) DOWNLOAD Waterloo Bridge - A Ponte de Waterloo (1940) Remember? (1939) Stand Up and Fight (1939) Three Comrades (1938) A Yank at Oxford - Um ianque em Oxford (1938) Broadway Melody of 1938- Melodias da Broadway 38  (1937) This Is My Affair - A Força do Coração (1937) DOWNLOAD Camille - A dama das camélias (1936) The Gorgeous Hussy - Mulher Sublime (1936) Small Town Girl - Garota do Interior (1936) Broadway Melody of 1936 - Melodia da Broadway de 1936 (1935) DOWNLOAD West Point of the Air (1935) Magnificent Obsession - Sublime Obsessão (1935) La Fiesta de Santa Barbara (1935) Society Doctor (1935) A Wicked Woman (1934) Imagens
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FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha   Nome:  Christian Rudolph Ebsen, Jr. Nascimento e local: 02/04/1908, Belleville, EUA Morte e local: 06/07/2003, Torrance, EUA, pneumonia Ocupação: ator e dançarino Nacionalidade: Americana Casamentos:  Ruth Cambridge, Nancy Wolcott, Dorothy Knott Filhos: Bonnie and Kiki Ebsen   Biografia   Buddy Ebsen iniciou a carreira como bailarino, no final dos anos 20, na Broadway. Ele formava uma dupla com sua irmã Vilma e teve como marca o seu estilo de dança; antes disso ele sonhava em ser médico, mas teve que abandonar a faculdade por problemas financeiros. Em 1935 ele e sua irmã foram para a MG, onde fizeram uma participação no filme “Broadway melody of 1936” com Eleanow Powell. Sua irmã abandonou a carreira e ele seguiu fazendo filmes na MGM, fazendo par com Frances Langford em “Born to dance” e Judy Garland em “Broadway melody of 1938” e Shirley Temple, em “Captain January”. Nos anos 30 ele coreografava as danças do Mickey Mouse, para a Disney. Finalmente, em 1938, L.B. Mayer ofereceu um contrato exclusivo e a estrela da fama parecia sorrir para Buddy, ao ser convidado a fazer o Homem de Lata, na versão de “Wizard of Oz”, também ao lado de Judy Garland. Mas ainda no início das filmagens, a maquiagem feita de pó de alumínio causaram uma imensa alergia, levando-o a abandonar as filmagens e sendo substituído por Jack Haley. Bussy ficou imensamente triste, pois sabia que estava a perder uma grande oportunidade. Ele retornou aos palcos, fazendo alguns números, e aparecendo posteriormente na produção da Disney, “King the wild frontier”, de 1955. Fez uma participação no filme “BReakfast at Tiffany’s” (1962) ao lado de Audrey Hepburn. Na década de 60 fez algumas séries como “The Bervely Hillbillies” (1962) e “Barnaby Jones” (1973). Filmes The Beverly Hillbillies (1993) The Bastard (1978) Horror at 37,000 Feet (1973) The Andersonville Trial (1970) The One and Only, Genuine, Original Family Band (1968) Mail Order Bride (1964) The Interns (1962) Breakfast at Tiffany's - Bonequinha de Luxo (1961) Between Heaven and Hell (1956) Attack (1956) Davy Crockett and the River Pirates (1956) Davy Crockett, King of the Wild Frontier (1954) Night People (1954) Parachute Battalion (1941) DOWNLOAD The Kid from Texas (1939) Four Girls in White (1939) My Lucky Star (1938) The Girl of the Golden West (1938) Broadway Melody of 1938 - Melodias da Broadway 1938 (1937) Born to Dance - Nascida para Dançar (1936) DOWNLOAD Banjo on My Knee - Um Romance no Mississipi (1936) DOWNLOAD Captain January - O anjo do farol (1936) DOWNLOAD Broadway Melody of 1936 - Melodia da Broadway de 1936 (1935) DOWNLOAD   Imagens     Vídeos   UxjEqgNIFqI
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102. James Dean
Nome: James Byron Dean Nascimento e local: 08/02/1931, Filey, EUA Morte e local: 30/09/1955, Salinas, EUA, acidente automobilístico Ocupação: ator Nacionalidade: Estados Unidos Namoradas: Ursula Andrews, Liz Sheridan e Pier Angeli Filhos: não Biografia Após concluir os estudos seguiu para viver com o pai, em Los Angeles, onde decidiu largar a faculdade e iniciar um curso de teatro. Primeiro o de James Whitmore, depois no Actors Studio. Neste período fez aparições em comerciais, pequenos filmes para a TV e duas peças de teatro. Foi com uma delas, “O imoralista”, que chamou a atenção de Ellia Kazan, conseguindo a tão almejada vaga para um dos papéis principais em Vidas Amargas. Depois deste, parecia ser um rapaz de futuro, e estrelou mais dois filmes: Juventude transviada e Assim caminha a humanidade, ao lado de Liz Taylor. Mas não veria o sucesso e nem saberia que foi indicado ao Oscar de melhor ator. Na manhã do dia 20 de setembro de 1955 seu porsche bateu em um outro carro, causando a morte imediata de James. Filmes Giant - Assim Caminha a Humanidade (1956) Rebel Without a Cause - Juventude Transviada(1955) East of Eden - Vidas Amargas (1955) Galeria Clique na imagem para ser redirecionado para a galeria   Mais fotos          
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    Ficha     Nome: Greta Lovisa Gustafsson Nascimento e local: 18/09/1905, Smaland, Suécia Morte e local: 15/04/1990, Nova York, EUA, pneumonia Ocupação: atriz Nacionalidade: Sueca Namoros: Mauritz Stiller, John Gilbert, Leopold Stokowsky, Rouben Mamoulien, Mercedes de Acost, Lilyan Tashman, Fifi D'Orsay, George Schlee Filhos: não Biografia   Greta Garbo nasceu em setembro de 1905, em Estocolmo na Suécia. Teve uma infância tremedamente infeliz, com um pai alcoólatra e uma mãe infeliz. Fez cursos de teatro, que pagava com o salário da loja de roupas onde trabalhava. Iniciou a carreira fazendo uma série comerciais. Em 1924 foi escalada por Mauritz Stiller (diretor finlandês) para fazer Gösta Berling’s Saga. No ano seguinte mudou-se para Hollywood, foi contratada pela MGM e fez ainda 10 filmes mudos, em Hollywood, antes de estrear no cinema falado. Seu primeiro filme falado foi “Anna Christie, rodado em 1930. Ela ainda fez clássicos como “Mata hari” (1932), “Rainha Christina” (1933), “The painted veil” (1934), “Anna Karenina” (1935), “Ninotchka (1939) e “Two faced woman” (1941). Definitivamente, o filme que mais lhe marcou a carreira foi “A dama das camélias”, de 1937, em cenas marcantes como a que morria de tuberculose. Perfazendo um total de 27 filmes. Garbo construiu uma imagem marcante, em parte ajudada por seu iluminador William Daniels, que sabia enquadrar a luz de forma que seus traços angulosos (quase masculinos) ficassem em destaque. Para os homens, essa mistura de mulher forte e olhos azuis penetrantes dava-lhe um ar de mistério. Bissexual, teve muitos amantes, numa lista que inclui provalvemente, Aristóteles Onassis, Cecil B. Mille, Mimi Pollak. Mas na verdade, Greta era uma mulher delicada e tímida. Além disso, não gostava da fama. Abandonou o cinema em 1942 e tentou viver anonimamente, adotando, inclusive um novo nome: Harriet Brown. Em parte conseguiu isso, mas nunca foi esquecida. Filmes     Two-Faced Woman - Duas Vezes meu (1941) Ninotchka (1939) DOWNLOAD Conquest - Marie Walewsca (1937) Camille - A dama das camélias (1936) Anna Karenina (1935) The Painted Veil - O Despertar de uma paixão (1934) Queen Christina - Rainha Cristina (1933) As You Desire Me - Como me queres (1932) Grand Hotel - Grande Hotel (1932) Mata Hari (1931) Susan Lenox (1931) Anna Christie (1931) Inspiration (1931) Romance (1930) Anna Christie (1930) The Kiss - O Beijo (1929) The Single Standard - Uma mulher singular (1929) Wild Orchids - Orquídeas silvestres (1929) A Woman of Affairs - Mulher de Brio (1928) The Mysterious Lady - A Dama misteriosa (1928) Love (1927) Flesh and the Devil - A carne e o diabo (1926) The Temptress - Terra de Todos (1926) Torrent - Os Proscritos (1926) The Saga of Gosta Berling - A lenda de Gosta Berling (1924)   Mais Como Cary Grant Conheceu Greta Garbo... Greta Garbo - Grandes Nomes (ASSISTA ONLINE) Greta Garbo - Documentário sobre sua vida (ASSISTA ONLINE)     Prêmios Indicações ao Oscar 1955 – Honorário por suas performances. 1940 - Melhor Atriz por Ninotchka (1939) 1938 Melhor Atriz por Camille (1936) 1930 Melhor Atriz por Anna Christie (1930) 1930 - Melhor Atriz por Romance (1930)   Imagens     Vídeos _8Rvqm5XR7E     W44y_HbT9ys
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    Ficha   Nome: Germana Barbosa Nascimento e local: 1908, Rio Grande do Sul, Brasil Morte e local: 11 de junho de 2005, Rio de Janeiro Ocupação: atriz Nacionalidade: Brasil Casamento: ? Filhos: ? Biografia Carmen Violeta, nasceu como Germana Barbosa, no Rio Grande do Sul, em 1908. Segui em sua infância para o Rio de Janeiro. Em 1929 estreou nas telas, com o filme Barro Humano. Seguiram os filmes Lábios sem beijos (seu maior sucesso), O preço de um prazer, dentre outros.Ela passou a integrar o clã das musas da Cinédia, um novo estúdio que surgia no Rio. Seguiram-se filmes como Lábios sem beijos e Mulher. Neste último obteve seu maior sucesso. Filmes 1933 - Onde a Terra Acaba 1932 - Mulher 1931 - O Preço de Um Prazer 1930 - Lábios Sem Beijos 1929 - Barro Humano Imagens
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Nome: Margaret Yvonne Middleton Nascimento e local: 01/09/1922, Vancouver, Canadá Morte e local: 08/01/2007, Los Angeles, causas naturais Ocupação: atriz Nacionalidade: canadense Casamento: Bob Morgan Filhos: Borb Morgan Jr. e Michael Morgan Biografia Yvonne de Carlo nasceu em 1922 no Canadá, sob o nome de Peggy Yvonne Middleton. Depois de uma infância pobre, mudou-se com a família para os Estados Unidos aos 16 anos. Belíssima, ganhou dois concursos de beleza. Contratada posteriormente pela Paramount, fez papéis de pequeno destaque no início, até que em 1945 ganhou maior evidência com “Irresistível Salomé”. De todos os seus filmes, somente quatro foram em preto e branco, por isso acabou sendo conhecida como a rainha do technicolor. Em 1955, aos 33 anos, casou-se com Bob Morgan, com quem teve dois filhos. Seu marido sofreu um terrível acidente onde perdeu as pernas, e Yvonne ficou ao seu lado, tendo que recusar papéis. Seu prestígio foi diminuindo. Em 1964 veio o convite para a série que lhe daria maior destaque: Os monstros. E hoje em dia ela é mais conhecida pela personagem Lily, a vampira da série. A atriz faleceu de causas naturais, em Los Angeles, e tinha 84 anos. Sua benção, Yvonne! Filmes The Naked Truth (1992) Oscar (26-Apr-1991) Mirror, Mirror (1990) American Gothic (1988) Cellar Dweller (1988) Class Reunion (1982) Liar's Moon (1982) The Man with Bogart's Face (1980) Silent Scream (30-Jan-1980) Roots (23-Jan-1977) Satan's Cheerleaders (1977) Won Ton Ton, the Dog Who Saved Hollywood (1976) Blazing Stewardesses (1975) The Mark of Zorro (1974) The Seven Minutes (1971) The Power (1968) Munster, Go Home (1966) McLintock! (1963) Band of Angels - Meu pecado foi nascer (1957) Death of a Scoundrel (1956) The Ten Commandments (1956) The Captain's Paradise (1953) Hurricane Smith (1952) Hotel Sahara (1951) The Desert Hawk (1950) Criss Cross (1949) River Lady (1948) Black Bart (1948) Casbah (1948) Brute Force (1947) The Story of Dr. Wassell - Pelo vale das sombras (1944) So Proudly We Hail! - Legião Branca (1943) This Gun for Hire - Alma Torturada (1942)
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FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR     Ficha Nome: Alberta F. Vaughn Nascimento e local: 27/06/1904, Ashland, Jentucky, USA Morte e local: 26/04/1992, California, USA, causas naturais Ocupação: atriz Nacionalidade: Americana Namoros: Joseph Egli Filhos: nãoa   Biografia Alberta iniciou a carreira em 1921, participando de mais de 130 filmes até 1935. Ela contracenou em diversas comédias ao lado de Al Cook, estrelando Randy rides again, em 1934 ao lado de John Wayne. Em 1932 integrou o filme Intermission, de Irving Kaye Davis, estrelando ao lado da atriz Madge Bellamy. Após abandonar as telas envolveu-se em alguns escândalos, como a sua prisão por alcoolismo, e discussões com o marido, tendo ficado 8 meses presa. A atriz morreu na California, aos 88 anos. Filmes The Live Wire (1935) The Laramie Kid (1935) Randy Rides Alone / O Cavaleiro Solitário (1934) Crook's Tour (1933) Dance Hall Hostess (1933) Emergency Call (1933) Alimony Madness (1933) Midnight Morals (1932) Daring Danger (1932) Love in High Gear (1932) Dancers in the Dark (1932) Working Girls (1931) .... Violet Spell of the Circus (1931) Speed (1931) Wild Horse (1931) The Love Bargain (1931) Eventually, But Not Now (1930) Land of the Sky Blue Daughters (1930) Cash and Marry (1930) The Dear Slayer (1930) The Setting Son (1930) Old Vamps for New (1930) Lost and Foundered (1930) The Sleeping Cutie (1930) The Captain of His Roll (1929) They Shall Not Pass Out (1929) The Show of Shows (1929) Love's Labor Found (1929) Meet the Quince (1929) As You Mike It (1929) Points West (1929) Molly and Me (1929) Noisy Neighbors (1929) Broadway Ladies (1928) The Naughty Forties (1928) The Six Best Fellows (1928) That Wild Irish Pose (1928) Mild But She Satisfies (1928) Watch Your Pep (1928) The Sweet Buy and Buy (1928) Ruth Is Stranger Than Fiction (1928) The Arabian Fights (1928) You Just Know She Dares 'Em (1928) The Wages of Synthetic (1928) Forbidden Hours (1928) Old Age Handicap (1928) Skyscraper (1928) The Drop Kick (1927) The Romantic Age (1927) Ain't Love Funny? (1927) Sinews of Steel (1927) Backstage (1927) Uneasy Payments (1927) The Adorable Deceiver (1926) Collegiate (1926) All's Swell That Ends Swell (1926) Twelve Smiles Out (1926) When Sally's Irish Rose (1926) Up and Wooing (1926) The Big Charade (1926) The Lightning Slider (1926) Whiskering Chorus (1926) Smouldering Tires (1926) Sock Me to Sleep (1926) Plane Jane (1926) It's a Buoy (1926) Roll Your Own (1926) Mazie's Married (1926) A Snitch in Time (1926) Little Andy Looney (1926) High, But Not Handsome (1926) Fighting Hearts (1926) The Vanishing Armenian (1925) Tea for Toomey (1925) Pike's Pique (1925) So's Your Old Man (1925) Mazie Won't Tell (1925) Or What Have You (1925) The Constant Simp (1925) The Adventures of Mazie (1925) Amazing Mazie (1925) Miss Me Again (1925) Don Coo Coo (1925) Barbara Snitches (1925) What Price Gloria? (1925) The Sleuth (1925) .... The Merry Kiddo - A Viúva alegre (1925) Three Bases East (1925) Madam Sans Gin (1925) The Covered Flagon (1925) The Fast Male (1925) The Great Decide (1925) Merton of the Goofies (1925) He Who Gets Rapped (1925) The Pacemakers (1925) Welcome Granger (1925) Twins (1925) The Way of a Maid (1925) Ain't Love Grand? (1925) The Sleeping Cutie (1925) Playing with Fire (1925) Who's Hooligan? (1924) The Going of Cumming (1924) A Miss in the Dark (1924) Fire When Ready (1924) A Kick for Cinderella (1924) And Never the Trains Shall Meet (1924) In the Knicker Time (1924) Getting Going (1924) Never Say Never (1924) Faster Foster (1924) Love and Learn (1924) Bee's Knees (1924) Square Sex (1924) For the Love of Mike (1924) Sherlock's Home (1924) William Tells (1924) King Leary (1924) Money to Burns (1924) When Knighthood Was in Tower (1924) Julius Sees Her (1924) Smile Please (1924) Picking Peaches (1924) Flip Flops (1923) Down to the Sea in Shoes (1923) Skylarking (1923) Nip and Tuck (1923) A Friendly Husband (1923) Rough and Ready (1923) Women First (1922) Stop Kidding (1921)   Imagens
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    Apelido: Liz. Mas ela não gosta de ser chamada assim. Beleza: A MGM quis que ela mudasse a cor dos cabelos para louros, afinasse as sobrancelhas e mudasse o desenho de sua boca, para que ficasse mais “americana”, mas a atriz recusou. Casamentos: Nicky Hilton,Michael Wilding, Michael Todd, Eddie Fisher, Richard Burton, John Warner e Larry Fortensky. Descendentes: os filhos Christopher Edward Wilding, Michael Wilding Jr, Liza Todd Burton, Maria Burton (adotada) e  9 netos. Empire Magazine: a considerou a 16ª mais sexy estrela de cinema da história. Filantropia: Liz fez campanhas, desde a década de 80,  de auxílio aos portadores de AIDS. Principalmente depois que sua nora foi vitimada pela doença. Gays: a atriz se dava muito bem com os gays, o que a torna até hoje uma das atrizes mais amadas. Hollywood Walk of Fame 6336 Hollywood Blvd: endereço de sua estrela na calçada da fama. Internação: problemas com drogas, remédios e bebidas, tendo que ser internada diversas vezes para se tratar dos vícios.   Jóias: Liz é uma das maiores colecionadoras de jóias do mundo. Londres: cidade onde nasceu em 27 de fevereiro de 1932. Montgomery Clift: Um de seus melhores amigos. Liz estava com ele, quando sofreu um acidente de carro que deixou o rosto do belo ator desfigurado.    Nome completo: Elizabeth Rosamond Taylor Oscars: Disque butterfield (1960), Quem tem medo de Virginia Wolf? (1966). Perfumes de sua linha: been Passion, White Diamonds, Diamonds and Rubies, Diamonds and Emeralds, Diamonds and Sapphires and Black Pearls. Querida amiga: Liz teve um caso com Eddie Fisher, o marido de Debbie Reynolds, e os dois acabaram se casando. Foi um escândalo na época, já que as duas eram muito amigas. Revista: Apareceu na capa da People Magazines 14 vezes, recorde. Saúde: Quebrou o pé, caiu do cavalo infecção ocular jperna quebrada, pneumonia dupla, mioma e histerectomia, nódulos nas cordas vocais, tumor no cérebro e intestino, cirurgia na coluna  bronquite crônica, contusão do pescoço, pneumonia. Terceira opção: Joan Collins e Audrey Hepburn foram inicialmente indicadas para fazerem Cleópatra. LCom esse filme, Liz ganhou US$ 1 milhão, dando início aos mega cachês. Um motivo para sua demissão após seu primeiro filme: "olhos velhos e não tinha expressão de criança." Tinha apenas 10 anos. Violeta: a cor de seus famosos olhos. Who's Afraid of Virginia Woolf?: um dos 12 filmes que ela fez ao lado de Richard Burton, seu marido e com o qual conquistou o segundo Oscar.  
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  01 1883         Lon Chaney 1885         Wallace Beery 1923         Bobby Jordan 1929         Jane Powell 1932         Debbie Reynolds 02 1908         Buddy Ebsen 1914         Alec Guinness 1917         Dabbs Greer 03 1893         Leslie Howard 1894         Dooley Wilson 1921         Mary Anderson 1924         Marlon Brando 1924         Doris Day   04 1875         Samuel S. Hinds 1896         Robert E. Sherwood 1914         Frances Langford 1915         Dorothy Fay 1921         Elizabeth Wilson 1922         Elmer Bernstein 1932         Anthony Perkins 1898         Agnes Ayres 05 1900         Spencer Tracy 1901         Melvyn Douglas 1908         Bette Davis 1916         Gregory Peck 1922         Gale Storm 06 1884         Walter Huston 1929         André Previn 07 1897         Walter Winchell 1913         Tony Caruso 1928         James Garner 1939         Francis Ford Coppola 08 1887         Walter Connolly 1892         Mary Pickford 1909         Patrick O'Moore 1912         Sonja Henie 1914         Maria Felix 1921         Virginia O'Brien 1928        John Gavin   09 1898         Paul Robeson 1903         Ward Bond 1903         Marjorie Rhodes 1911         Spec O'Donnell 1912         Mazzaropi   10 1868         George Arliss 1891         Tim McCoy 1902         David O. Selznick 1915         Harry Morgan 1921         Chuck Connors 1929         Max Von Syndow 1932         Omar Sharif 11 1907         Paul Douglas 1913         Oleg Cassini 1916         Howard Koch 1931         Johnny Sheffield 12 1899         Dorothy Cumming 1908         Virginia Cherrill 1917         Helen Forrest 1923         Ann Miller 1926         Jane Withers 13 1919         Howard Keel 1924         Stanley Donen 1904         John Gielgud 14 1925         Rod Steiger 1927         Gloria Jean 1941         Julie Christie 15 1885         Sydney Chaplin 1888         Florence Bates 1903         John Williams 1908         Lita Grey 1933         Elizabeth Montgomery 1938         Claudia Cardinale   16 1889         Charles Chaplin 1911         Christine McIntyre 1913         Les Tremayne 1914         John Hodiak 1920         Barry Nelson 1921         Peter Ustinov 1924         Henry Mancini 1929         Edie Adams 17 1911         George Seaton 1918         William Holden 1918         Anne Shirley 1929          Odete Lara 1951         Olivia Hussey     18 1903         Leonid Kinskey 1907         Miklos Rozsa 1912         Wendy Barrie 1921         Barbara Hale 1946         Hayley Mills 19 1858         May Robson 1900         George O'Brien 1925         Hugh O'Brian 1927         Cora Sue Collins 1930         Dick Sargent 1933         Jayne Mansfield 20 1893         Harold Lloyd 1896         Señor Wences 1897         Gregory Ratoff 1924         Nina Foch 1950         Veronica Cartwright 21 1874         Georg William 'Billy' Bitzer 1915         Anthony Quinn 22 1908         Eddie Albert 1937         Jack Nicholson 23   1894         Frank Borzage 1911         Ronald Neame 1911         Simone Simon 1921         Janet Blair 1928         Shirley Temple 1944         Sandra Dee 24 1908         Marceline Day 1934         Shirley MacLaine 1942         Barbra Streisand 25 1908         Eddie Albert 1913         Russ Conway 1936         Glen Campbell 1940         Al Pacino 26 1876         Eric Campbell 1893         Anita Loos 1900         Douglas Sirk 1903         Niven Busch 1903         Dorothy Sebastian 1905         Jean Vigo 1905         Cecilia Parker 1933         Carol Burnett 27 1899         Walter Lantz 1902         Kitty Kelly 1922         Jack Klugman 1937         Sandy Dennis 28 1878         Lionel Barrymore 1908         Carl Laemmle Jr. 1917         Robert Anderson 1929         Carolyn Jones 1938         Connie Marshall 1941         Ann-Margret 29 1907         Fred Zinnemann 1909         Tom Ewell 1912         Richard Carlson 1919         Celeste Holm 30 1892         Carol Holloway 1897         Humberto Mauro 1907         Eve Arden 1926         Cloris Leachman    
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109. Doris Day
  Ficha Nome: Doris Mary Ann von Kappelhoff Nascimento e local: 03/04/1924, Cincinnati, EUA Ocupação: atriz e cantora Nacionalidade: Americana Casamentos: Al Jorden, George Weidler, Marty Melcher e Barry Comden Filho: Terry Melcher Biografia Doris Day, a virgem mais famosa do cinema nasceu no estado do Ohio. Desde cedo estudou balet e até quis tornar-se uma profissional, mas teve que aposentar cedinho o sonho, por conta de um acidente. Devido a isso, dedicou-se ao canto, e acabou sendo contratada por uma emissora de rádio. Em 1947 Doris estreou no cinema com o filme Romance on the High Seas (1948), de Michael Curtiz. Nesse filme ela cantou “It’s Magic” e recebeu sua primeira indicação ao Oscar. Depois disso, mais um punhado de filmes inocentes, mocinhas e boas esposas, e a fama de virginal e doce estava feita. Em 1959 recebeu uma indicação ao Oscar de melhor atriz, mas acabou perdendo para Simone Signoret. Depois da morte do seu terceiro marido, Marty, Doris retirou-se do cinema, e passou a apresentar seu próprio show na TV. Atualmente a atriz vive sozinha, e é defensora dos direitos dos animais. Seu único filho, Terry, morreu em 2003, aos 62 anos, vitimado pelo câncer, e deixando para Doris um único neto. Filmes With Six You Get Eggroll - Onde estavas quando as luzes se apagaram? (1968) Where Were You When the Lights Went Out? - Tem um Homem na cama de mamãe (1968) Caprice - Capricho (1967) The Ballad of Josie - A Indomável (1967) The Glass Bottom Boat - A espiã de calcinha de renda (1966) Do Not Disturb - Favor não incomodar (1965) Send Me No Flowers - Não me mandem flores (1964) Move Over, Darling - Eu, ela e a outra (1963) The Thrill of It All - Tempero do Amor (1963) Billy Rose's Jumbo - A Mais Querida do Mundo (1962) That Touch of Mink - Carícias de Luxo (1962) Lover Come Back - Volta meu amor (1961) Midnight Lace - A Teia de renda negra (1960) Please Don't Eat the Daisies - Já fomos tão felizes (1960) Pillow Talk - Confidências à meia noite (1959) It Happened to Jane - A Viuvinha Indomável (1959) The Tunnel of Love - Túnel do Amor (1958) Teacher's Pet - Um amor de professora (1958) The Pajama Game - Um Pijama para Dois (1957) Julie (1956) The Man Who Knew Too Much - O Homem que sabia demais (1956) Love Me or Leave Me - Ama-me ou Esquece-me (1955) Young at Heart - Corações Enamorados (1954) Lucky Me - Com o céu no coração (1954) Calamity Jane - Ardida como pimenta (1953) By the Light of the Silvery Moon - Lua Prateada (1953) April in Paris - Abril em Paris (1952) The Winning Team - Combinação invencível (1952) Starlift - Estrelas em Desfile (1951) I'll See You in My Dreams - Sonharei com você (1951) On Moonlight Bay - Meus Braços te esperam (1951) Lullaby of Broadway - Rouxinol da Broadway (1951) Storm Warning - Dilema de uma consciência (1951) The West Point Story - Conquistando West Point (1950) Tea for Two - No, No, Nanette (1950) Young Man with a Horn - Exito Fugaz (1950) It's a Great Feeling - Mademoiselle Fifi (1949) My Dream is Yours - Meus sonhos te pertencem (1949) Romance on the High Seas - Romance em Alto Mar (1948) Mais Doris Day e a Cientologia Frases de Doris Day   Prêmios Indicação ao Oscar por sua atuação em "Confidências à Meia-Noite" (1959). Em 1989 - Ganhou o Prêmio Cecil B. deMille.   Imagens   Galeria (Clique na imagem) Vídeos   xZbKHDPPrrc   j7bfudsfZjw   31ifejRMVvg
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  Ficha Nome: Edna Mae Durbin Nascimento e local: 04/12/1921, Manitoba, Canadá Morte: 30/03/2013, França, causas naturais Ocupação: atriz e cantora Nacionalidade: Canadense Casamentos: Vaughn Paul, Felix Jackson, Charles Henri David Filhos: Jessica Louise Jackson Biografia Nascida em 1921, em Winnipeg, no Canadá, Deanna Durbin mudou-se com a sua família, com apenas 1 ano, para os Estados Unidos. O talento precoce da jovem cantora logo foi descoberto por Jack Sherrill, que lhe vê durante um recital. Acaba sendo contratada pela MGM em 1935, aos 14 anos. Lá ela começa a conviver com outros jovens atores da “Grande família”, como era conhecida a MGM: Mickey Rooney, Fred Bartolomew, Jackie Cooper, e Judy Garland. Deanna foi dispensada pela MGM depois do filme Every Sunday, que fez ao lado de Judy Garland, pois os Estúdios queriam investir em uma só atriz cantora adolescente. Melhor para a Universal, que a contratou e viu seu primeiro filme pela companhia, “three Smart Girls”, ser considerado um sucesso imediato. A atriz passou a divulgar seu trabalho em programas de rádios, como o de Eddie Cantor. Seu segundo filme, “Onde hundred Men and a Girl” veio consolidar seu sucesso. Em 1937 ela já tinha suas mãos gravadas no Grauman’s Chinês Theater. Dois anos depois recebia um Oscar honorário, por sua contribuição aos jovens. Novos filmes se seguiram, como The Amazing Mrs. Holliday, Hers to Hold e His Butler’s sister. Em 1949, depois de 25 filmes, a atriz afastou-se da vida pública, após se casar pela terceira vez com Charles David (com quem ficou casada durante 48 anos até a morte dele, em 1999). Mesmo com diversas propostas, jamais quis voltar à vida pública. Deanna viveu tranquilamente, em Paris, no seu doce anonimato até sua morte. Filmes For the Love of Mary - Fugindo do amor (1948) Up in Central Park - Um sonho desfeito (1948) Something in the Wind - Deliciosa mentira (1947) I'll Be Yours (1947) Because of Him - Por causa dele (1946) Lady on a Train - A dama desconhecida (1945) Can't Help Singing - Vivo para cantar (1944) Christmas Holiday - Férias de Natal (1944) His Butler's Sister - A Irmã do Mordomo (1943) Hers to Hold - Laços Eternos (1943) The Amazing Mrs. Holliday - Sempre Tua (1943) It Started with Eve - Um Raio de Sol (1941) Nice Girl? - Noiva por um dia (1941) Spring Parade - A Parada da Primavera (1940) It's a Date - Rival Sublime (1940) DOWNLOAD First Love - Primeiro Amor (1939) Three Smart Girls Grow Up - Meninas Endiabradas (1939) That Certain Age - Idade Perigosa (1938) Mad About Music - Louca por Música (1938) One Hundred Men and a Girl - Cem homens e uma menina (1937) Three Smart Girls - Três pequenas do barulho (1936) Every Sunday (1936) Mais Top Atrizes cantoras Atrizes clássicas ainda vivas   Prêmios Oscar Juvenil (1939)   Imagens         Vídeos    
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Nome: Liza May Minnelli Nascimento e local: 12/03/1946, Los Angeles - EUA Ocupação: atriz e cantora Nacionalidade: Americana Casamentos: Peter Allen, Desi Arnaz, Jr., Jack Haley, Jr., Mark Gero, David Gest Filho: não Biografia Filha de Judy Garland e do diretor Vincent Minelli, Liza estreou nas telas do cinema aos 3 anos, numa curta aparição em um filme de sua mãe, “In the good old summertime”, em 1949. Ela, que sempre teve uma voz magnífica, fazia pequenas participações nos shows de sua mãe desde cedo. Em 1963, aos 16 anos, partiu para fazer um musical, “Best foot forwart” na Broadway. ela acabou ganhando um Tony, ainda aos 19 anos. Foi preterida para um papel em Cabaret, mas quando o filme foi cogitado para as telas, ela seria contratada. Sally Bowles foi o seu grande papel. Nele ela pôde provar ser uma atriz completa, e uma cantora magnífica, já que seu papel consistia justamente numa péssima cantora e dançarina tentando provar o contrário. Ganhou o Oscar de 1972 por este filme. Com este filme ela também ganhou mais notoriedade como cantora, ganhando o Globo de Ouro. Apesar disso, sua carreira nas telas não teve muita repercussão, só se repetindo muito timidamente no filme New York, New York, ao lado de Robert De Niro. Liza voltou-se aos shows e até hoje apresenta-se nos palcos do mundo todo. Filmes The Oh in Ohio (2006) The West Side Waltz (1995) Parallel Lives (1994) Stepping Out (1991) Arthur 2: On the Rocks (1988) Sam Found Out: A Triple Play Rent-a-Cop (1987) Pinocchio and the Emperor of the Night (1987) A Time to Live (1985) Arthur (1981) New York, New York (1977) A Matter of Time (1976) Lucky Lady (1975) Journey Back to Oz (1974) Cabaret (1972) Tell Me That You Love Me, Junie Moon (1970) The Sterile Cuckoo (1969) Charlie Bubbles (1967) The Dangerous Christmas of Red Riding Hood (1965) In the Good Old Summertime - Noiva Desconhecida (1949) Prêmios 1973 Venceu Oscar Melhor atriz por Cabaret (1972) 1970 Concorreu Oscar Melhor atriz por The Sterile Cuckoo (1969) 1986 Venceu Globo de Ouro Melhor atriz de minissérie: A Time to Live (1985) (TV) 1982 Concorreu Globo de Ouro Melhor atriz comédia: Arthur (1981) 1978 Concorreu Globo de Ouro Melhor atriz comédia: New York, New York (1977) 1976 Concorreu Globo de Ouro Melhor atriz comédia: Lucky Lady (1975) 1973 Venceu Globo de Ouro Melhor atriz comédia: Cabaret (1972) 1970 Concorreu Globo de Ouro Melhor atriz Drama: The Sterile Cuckoo (1969) Imagens
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Nome: Natalia Nikolaevna Zakharenko Nascimento e local: 20/07/1938, San Francisco, EUA Morte: 29/11/1981, CAlifornia, EUA, afogamento Ocupação: atriz Nacionalidade: Americana Casamentos: Robert Wagner, Richard Gregson, Courtney Brooke Wagner Filho: Natasha Gregson Wagner, Robert Wagner Biografia Natalie Wood nasceu na América, filha de pais russos. Quando tinha apenas 04 anos estreou nas telas em Happy land. Em 1947 estrelou seu primeiro grande sucesso e até hoje considerado um dos grandes clássicos do natal, Milagre na rua 34. Foram no total 18 filmes, até que ela chegasse à adolescência, estrelando ao lado de James Dean como a a sua amiga problemática em Juventude Transviada. Tinha então 17 anos. Seguiram-se outros sucessos como Rastros de ódio, Clamor do sexo, Amor sublime amor, se afastando em 1966 das telas após as filmagens de Esta mulher é proibida. Natalie decidira que era hora de parar e repensar se seguiria atuando. Retornou três anos mais tarde, num ritmo mais calmo, fazendo poucos filmes e aparições nas TVs, preferindo a companhia de sua família. Natalie morreu afogada em circunstâncias misteriosas, em 1981, pouco depois de filmar O último casal casado. Filmes: Brainstorm - Projeto Brainstorm (1983) The Last Married Couple in America - O último casal casado (1980) Meteor - Meteoro (1979) The Candidate - O Candidato (1972) Bob & Carol & Ted & Alice (1969) Inside Daisy Clover - À procura do destino (1966) Penelope - Os prazeres de Penélope (1966) This Property Is Condemned - Esta mulher é proibida (1966) The Great Race - A Corrida do século (1965) Sex and the Single Girl - Médica, Bonita e solteira (1964) Love with the Proper Stranger - O preço do prazer (1963) Gypsy (1962) Splendor in the Grass - O clamor do sexo (1961) West Side Story - Amor sublime amor (1961) All the Fine Young Cannibals (1960) Cash McCall (1960) Kings Go Forth (1958) Marjorie Morningstar (1958) The Searchers - Rastros de ódio (1956) Rebel Without a Cause - Juventude Transviada (1955) The Silver Chalice (1954) The Star - Lágrimas Amargas (1952) The Blue Veil - Ainda Há Sol para todos (1951) Our Very Own (1950) The Jackpot (1950) Father Was a Fullback (1949) Scudda Hoo! Scudda Hay! (1948) Driftwood (1947) Miracle on 34th Street - Milagre na Rua 34 (1947) The Ghost and Mrs. Muir - O fantasma apaixonado (1947) Tomorrow Is Forever - O amanhã é eterno (1946) Prêmios 1964 Concorreu Oscar Melhor Atriz por Love with the Proper Stranger (1963) 1962 Concorreu Oscar Melhor Atriz por: Splendor in the Grass (1961) 1956 Concorreu Oscar Melhor Atriz Coadjuvante por: Rebel Without a Cause (1955) 1980 Venceu Globo de Ouro Melhor Atriz Drama: "From Here to Eternity" (1979) 1967 Concorreu Globo de Ouro Melhor Atriz Drama: This Property Is Condemned (1966) 1966 Venceu Globo de Ouro Destaque Feminino Concorreu Globo de Ouro Melhor Atriz Comédia: Inside Daisy Clover (1965) 1964 Concorreu Globo de Ouro Melhor Atriz Drama: Love with the Proper Stranger (1963) 1963 Concorreu Globo de Ouro Melhor Atriz Comédia: Gypsy (1962) 1962 Concorreu Globo de Ouro Melhor Atriz Drama: Splendor in the Grass (1961) 1957 Venceu Globo de Ouro Atriz Promissora Galeria (Clique na imagem para ver)
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  Ficha Nome: Aurora Miranda da Cunha Nascimento e local: 20/04/1915, Rio de Janeiro, Brasil Morte: 22/12/2005, Rio de Janeiro, ataque cardíaco Ocupação: cantora e atriz Nacionalidade: brasileira Casamentos: Gabriel Richaid Filhos: Gabriel e Maria Paula Biografia Aurora Miranda nasceu no Rio de Janeiro e estreou como cantora ao lado de Francisco Alves e sua irmã Carmen Miranda. Foi na sua voz que a música Cidade Maravilhosa, uma Ode ao Rio de Janeiro, chegou aos ouvidos dos brasileiros. Trabalhou no Cassino da Urca e fez dupla com Carmen, excursionando pelos Estados Unidos. No cinema esteve nos filmes Você já foi à Bahia (1944), Banana da terra (1939), Alô alô carnaval (1936). Seu último filme seria Melhores dias virão, de 1989, após anos ausente das telas. Morreu em 2005 de ataque cardíaco. Filmes Dias Melhores Virão (1989) Once Upon a Mouse (1981) Tell It to a Star (1945) The Three Caballeros - Você já foi à Bahia? (1944) Stars and Guitars (1944) Phantom Lady (1944) Laranja-da-China (1940) Banana-da-Terra (1939) Alô Alô Carnaval (1936) Estudantes (1935) Alô, Alô, Brasil (1935) Mais História do Cinema Brasileiro Livro: Carmen – A vida de Carmen Miranda, a brasileira mais famosa do século XX.     Imagens Vídeos     fVidhHZfbrw KF3pBmER7I0 bsJJ3YPhlzE
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Nome: Edith Norma Shearer Nascimento e local: 10/08/1902, Montreal,Canadá Morte: 12/06/1983, Woodland Hilld, Canadá, , pneumonia Ocupação: atriz Nacionalidade: Canadense Casamentos: Irving Thalberg, Martin Arrouge Filho: Irving Jr., Katherine Biografia Norma Shearer nasceu em Quebec, no Canadá, em agosto de 1902. Começou sua vida artística como modelo, ganhando um concurso de beleza em sua cidade. Após isso, mudou-se para Nova York. Fez testes, juntamente com sua irmã Athole, na companhia de Ziegfield Follies. Foi escalada para diversos filmes de baixo orçamento, tendo estreado no cinema em 1920, no filme The Flapper, dirigida por Alan Crosland. Contratada pela MGM, conseguiu bons papéis, boa parte deles conseguidas por causa de seu casamento com Irving Thalberg. Recebeu o Oscar pelo filme “The divorcee”, de 1930. Após a morte de Thalberg, foi deixada um pouco de lado, embora tenha conseguido alguns bons papéis, como em Marie Antoninette e As Mulheres, de 1938 e 1939, respectivamente. Após casar-se novamente com um esquiador, em 1942, afastou-se totalmente do cinema. Faleceu em meados de 1983, nos Estados Unidos. Filmes Her Cardboard Lover (1942) We Were Dancing (1942) Escape (1940) DOWNLOAD The Women - As mulheres (1939) Idiot's Delight - Este Mundo Louco (1939) Marie Antoinette - Maria Antonieta (1938) Romeo and Juliet - Romeu e Julieta (1936) The Barretts of Wimpole Street - A Familia Barrett (1934) Riptide (1934) Strange Interlude - Mentiras da vida (1932) Smilin' Through - O amor que não morreu (1932) Private Lives (1931) A Free Soul - Uma Alma Livre (1931) Strangers May Kiss (1931) Let Us Be Gay (1930) The Divorcee - A Divorciada (1930) Their Own Desire (1929) The Last of Mrs. Cheyney - A última aventura de Mrs. Cheyney (1929) The Trial of Mary Dugan (1929) A Lady of Chance (1928) The Actress (1928) The Latest from Paris (1928) The Student Prince in Old Heidelberg - O Príncipe estudante (1927) After Midnight (1927) The Demi-Bride (1927) Upstage (1926) The Waning Sex (1926) The Devil's Circus (1926) His Secretary (1925) The Tower of Lies (1925) A Slave of Fashion (1925) Pretty Ladies - A Mosca negra (1925) Waking Up the Town (1925) Lady of the Night (1925) Excuse Me (1925) The Snob (1924) He Who Gets Slapped - Lágrimas de Palhaço (1924) Empty Hands (1924) . Broken Barriers (1924) Broadway After Dark (1924) Blue Water (1924) The Wolf Man (1924) The Trail of the Law (1924) Lucretia Lombard (1923) The Wanters (1923) Pleasure Mad (1923) The Devil's Partner (1923) Man and Wife (1923) A Clouded Name (1923) The Bootleggers (1922) Channing of the Northwest (1922) The Man Who Paid (1922) The End of the World (1922) The Leather Pushers (1922) The Sign on the Door (1921) The Stealers (1920) Torchy's Millions (1920) The Restless Sex (1920) Way Down East - Inocente pecadora (1920) The Flapper (1920) The Star Boarder (1919)
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    Ficha Nome: Mariam Edez Adelaida Leventon Nascimento e local: 22/05/1879, Yalta, Ucrânia Morte: 13/07/1945, Los Angeles, ataque cardíaco Ocupação: atriz Nacionalidade: Ucraniana Casamentos:não Filhos: não Biografia Esta russa era considerada uma das mais exóticas estrangeiras que chegaram em Hollywood. Mariam Edez Adelaida, mais conhecida como Alla Nazimova foi a terceira de três filhos. Desde o início sua vida foi instável, já que era filha de um pai violento e separado da mãe. Ainda jovem foi morar com a família na Suíça, onde demonstrou grande talento para a música, iniciando as lições de violino aos 7 anos. Estudou com Stanilslavsky, e também com Chekhov. Aos 25 anos já fazia sucesso na Broadway, e em 1916 estreou no cinema com o filme “War Brides”. Fazia muitas festas em sua propriedade chamada “Garden of Alah”, localizada perto do Sunset Boulevard. Depois de estrelar vários filmes, voltou ao teatro em 1925. Mas acabou voltando, para fazer personagens marcantes como a mãe de Tyrone Power em Sangue e Areia (41) e a marquesa em “The bridge os San Luis” (44). Alla morreu na Califórnia, de trombose coronária. Filmes Since You Went Away - Desde que você foi embora (1944) The Bridge of San Luis Rey (1944) In Our Time (1944) Blood and Sand - Sangue e Areia (1941) Escape (1940) My Son (1925) The Redeeming Sin (1925) Madonna of the Streets (1924) Salome (1923) DOWNLOAD A Doll's House (1922) Camille (1921) DOWNLOAD Billions (1920) Madame Peacock (1920) The Heart of a Child (1920) Stronger Than Death (1920) The Brat (1919) The Red Lantern (1919) Out of the Fog (1919) Eye for Eye (1918) A Woman of France (1918) Toys of Fate (1918) Revelation (1918) War Brides (1916) Imagens    
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  Ficha Nome: Olga Edna Purviance Nascimento e local: 21/10/1895, Nevada, EUA Morte: 11/01/1958, Hollywood, câncer Ocupação: atriz Nacionalidade: Americana Casamento: John P. Squires Filhos: não Biografia Edna Purviance nasceu em 1894, em Nevada. Com 17 anos, depois do divórcio dos seus pais, ela mudou-se para San Francisco e começou a trabalhar como secretária. Acabou sendo descoberta por Chaplin enquanto visitava um namorado nos estúdios. Segundo Purviance, ela não tinha a menor intenção de ser atriz, e ficou surpresa com a escolha. Mesmo assim ela pensou "Porque não?". Ela foi contratada para estrelar seus curtas e acabou sendo sua protagonista por 8 anos seguidos. Em 1923 Edna faria o último filme sob a direção de Chaplin: ele a presenteou com o"A woman of Paris", seu primeiro drama. Em 1924 ela se envolveu num escândalo de assassinato, juntamente com Mabel Normand. Ainda apareceria em A voman of the sea (1926) e Education de prince (1927), mas seus filmes foram proibidos e boicotados após o escândalo e ela afastada das telas, permanecendo como empregada dos Estúdios Chaplin até sua morte. Filmes Monsieur Verdoux (1947) Éducation de prince (1927) A Woman of the Sea (1926) A Woman of Paris: A Drama of Fate - Casamento ou luxo (1923) The Pilgrim - O pastor de almas (1923) Pay Day - Dia de pagamento (1922) The Idle Class - Os clássicos vadios (1921) The Kid - O Garoto (1921) A Day's Pleasure - Dia de prazer (1919) Sunnyside - Idílio no Campo (1919) Shoulder Arms - Carlitos nas trincheiras (1918) The Bond (1918) Triple Trouble - Três vezes em apuros (1918) A Dog's Life - VIda de Cachorro (1918) The Adventurer - O Aventureiro (1917) The Immigrant - O Imigrante (1917) The Cure - O Balneário (1917) Easy Street - Rua da Paz (1917) The Rink - Carlitos sobre rodas (1916) Behind the Screen - Carlitos no estúdio (1916) The Pawnshop - Casa de Penhores (1916) The Count - O Conde (1916) The Vagabond - O vagabundo (1916) The Fireman - O bombeiro (1916) The Floorwalker - O falso gerente (1916) Burlesque on Carmen - Carmen às avessas (1916) Police - Carlitos Policial (1916) Burlesque on Carmen - Carmen (1915) A Night in the Show - O Teatro (1915) Shanghaied - Carlitos marinheiro (1915) The Bank - O Banco (1915) A Woman - Senhorita Carlitos (1915) Work - Carlitos na Atividade (1915) By the Sea - Carlitos à beira mar (1915) The Tramp - O Vagabundo (1915) A Jitney Elopement - Carlitos quer casar (1915) In the Park - Carlitos no parque (1915) The Champion - Campeão de Boxe (1915) A Night Out - Uma noite fora (1915) DOWNLOAD     Mais O Filme Perdido de Charles Chaplin Comediantes do Cinema Silencioso... Atrizes que Trabalharam ao lado de Chaplin Edna Purviance, o primeiro grande amor de Charles Chaplin     Imagens   Vídeos  
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  Ficha Nome: Briggitte Bardot Nascimento e local: 28/09/1934, Paris, França Ocupação: atriz Nacionalidade: Francesa Casamentos: Roger Vadin,Jacques Charrier, Gunter Sachs, Bernard d'Ormale Filho: Nicholas Charrier Biografia Briggitte Bardot, nascida em 1934, causou uma revolução no conceito de sensualidade. Estreou no cinema em Le trou normand (1952), aos 17 anos, seguido de vários filmes sem grande sucesso. Até que estrelou “E Deus criou a mulher” (1956) de Jean Louis Trintignant, considerado por muitos da época como amoral e sendo proibido na América. Acabou por influenciar o modo de ser de milhares de mulheres do mundo. Com uma imagem forte, e cujo sex-appeal se baseava numa sensualidade arrebatadora, ela conseguiu para si todos os flashes. Após esse grande sucesso, ela estrelou, dentre outros, O desprezo (1963) de Jean Luc Godard, Histórias Extraordinárias e Viva Maria. Depois de se aposentar como atriz, criou uma fundação de proteção aos animais ameaçados de extinção, em 1976. Em 1985 ela ganhou um prêmio da Legião de Honra da França. Dentre suas boas ações, destaca-se também a doação de jóias para aparo aos pequenos animaizinhos. Recentemente ela foi condenada a pagar uma multa de 5mil euros, por racismo, no seu livro “Um grito no silêncio”. Nessa obra, publicada em 2003, ela fala mal de árabes, negros e clandestinos, tratando eles como se fossem bárbaros e responsáveis por atos terroristas. Mesmo assim o livro foi o mais vendido do ano. Filmes     Histoire très bonne et très joyeuse de Colinot Trousse-Chemise, L' (1973) Don Juan ou Si Don Juan était une femme... (1973) Pétroleuses, Les (1971) Boulevard du rhum (1971) Novices, Les (1970) Femmes, Les (1969) Ours et la poupée, L' (1969) Shalako (1968) Histoires extraordinaires - Histórias extraordinárias (1968) À coeur joie (1967) Masculin féminin: 15 faits précis (1966) Marie Soleil (1966) Viva Maria! (1965) Une ravissante idiote (1964) Le mépris - O Desprezo (1963) Repos du guerrier, Le (1962) Vie privée (1962) Amours célèbres - Amores célebres (1961) Bride sur le cou, La (1961) Vérité, La - A Verdade (1960) Affaire d'une nuit, L' (1960) Voulez-vous danser avec moi? (1959) Babette s'en va-t-en guerre (1959) Femme et le pantin, La (1959) En cas de malheur (1958) Bijoutiers du clair de lune, Les (1958) Une parisienne (1957) Et Dieu... créa la femme- E Deus Criou a Mulher (1956) Mariée est trop belle, La (1956) En effeuillant la marguerite (1956) Mio figlio Nerone (1956) Cette sacrée gamine (1956) Lumière d'en face, La (1956) Helen of Troy (1956) Grandes manoeuvres, Les (1955) Futures vedettes (1955) Doctor at Sea (1955) Fils de Caroline chérie, Le (1955) Tradita (1954) Si Versailles m'était conté (1954) Un acte d'amour (1953) Portrait de son père, Le (1953) Trou normand, Le (1952) Dents longues, Les (1952) Mais Iniciais BB - Autobiografia de Brigitte Bardot Belas Atrizes Francesas Brigitte Bardot, sobre Marilyn Monroe   Imagens Galeria (Clique na imagem para ver)   Vídeos    
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    Ficha   Nome: Lucille Fey LeSueur Nascimento e local: 23/03/1905, San Antonio, EUA Morte: 10/05/1977, Nova York, câncer Ocupação: atriz Nacionalidade: Americana Casamentos: James Welton, Douglas Fairbanks, Jr., Franchot Tone, Phillip Terry, Alfred Steele Filhos: Christina Crawford, Christophe, Cynthia e Kathy (todos adotados). Biografia   Antes de ser atriz, Lucille Fay Lê Suer foi dançarina em boates de Detroit e Chigago, chegando a trabalhar também como garçonete e (talvez) atriz pornô no filme The casting couch. Enquanto trabalhava em um bar, foi levada por um conhecido para fazer um teste na MGM, onde conseguiu um contrato de 5 anos. Seu nome, Joan Crawford, foi escolhido em um concurso realizado pela MGM através da revista Movie weekly. Sua estréia no cinema foi em 1925, no filme Pretty Ladies, em que fazia o papel de uma corista. Seus maiores sucessos acabaram sendo A mulher que perdeu a Alma (1930), Possuída (1931), Pecado da carne (1932), Grande Hotel (1932), O que aconteceu com Baby Jane? (1962), em que atuou com Bette Davis. Apesar de ser conhecida como uma das maiores atrizes do seu tempo, ganhou apenas um Oscar, com o filme Almas em suplício (1945), apesar de ter sido indicada mais duas vezes com Sudden Fear e Possessed. Após a morte de Joan, sua filha adotiva Christina lançou um livro em que relatava a crueldade da sua mãe. Livro este que acabou sendo levado às telas no filme de nome homônimo “Mommie Dearest”, tendo Faye Dunaway no papel principal.   Filmes   Beyond the Water's Edge TV (1972) Trog (1970) Berserk! (1967) Journey to the Unknown (1969) (TV) I Saw What You Did - Eu vi que foi você (1965) Strait-Jacket - Almas mortas (1964) Della (1964) What Ever Happened to Baby Jane? - O Que Terá Acontecido a Baby Jane? (1962) The Best of Everything - Sob o signo do sexo (1959) The Story of Esther Costello - A donzela de ouro (1957) Autumn Leaves - Folhas Mortas (1956) Queen Bee - Os amores secretos de Eva (1955) Female on the Beach - Frenesi de Paixões (1955) Johnny Guitar (1954) Torch Song - Se eu soubesse amar (1953) This Woman Is Dangerous - A tragédia do meu amor (1952) Sudden Fear - Precipícios da Alma (1952) Goodbye, My Fancy - Adeus meu amor (1951) Harriet Craig - A Dominadora (1950) The Damned Don't Cry - Os desgraçados não choram (1950) Flamingo Road - Caminho da redenção (1949) Daisy Kenyon - Êxtase de amor (1947) Possessed - Fogueira da Paixão (1947) Humoresque - Acordes do coração (1946) Mildred Pierce - Almas em Suplício (1945) Above Suspicion - Os Insuspeitos (1943) Reunion in France - Uma aventura em Paris (1942) They All Kissed the Bride - Eles beijaram a noiva (1942) When Ladies Meet - De Mulher para mulher (1941) A Woman's Face - Um Rosto de Mulher (1941) Susan and God - Uma mulher original (1940) Strange Cargo - Almas rebeldes (1940) The Women - As mulheres (1939) The Ice Follies of 1939 - Folias no gelo (1939) The Shining Hour - A Mulher Proibida (1938) Mannequin - Manequim (1937) The Bride Wore Red - Felicidade de Mentira (1937) The Last of Mrs. Cheyney - A última conquista (1937) Love on the Run - Do amor ninguém foge (1936) The Gorgeous Hussy - Mulher Sublime (1936) I Live My Life - Só assim quero viver (1935) No More Ladies - Adeus Mulheres (1935) Forsaking All Others - Quando o diabo atiça (1934) Chained - Acorrentada (1934) Sadie McKee - Três amores (1934) Dancing Lady - Amor de dançarina (1933) Today We Live - Vivamos hoje (1933) Rain - O pecado da carne (1932) Letty Lynton - Redimida (1932) Grand Hotel - Grande Hotel (1932) Possessed - Possuída (1931) This Modern Age - Neste século XX (1931) Laughing Sinners - Almas Pecadoras (1931) Dance, Fools, Dance - Quando o mundo dança (1931) Paid - A Mulher que Perdeu a Alma (1930) Our Blushing Brides - Noivas ingênuas (1930) Montana Moon - Mulher... e nada mais (1930) Great Day (1930) Untamed - A indomável (1929) Our Modern Maidens - Donzelas de hoje (1929) Tide of Empire (1929) The Duke Steps Out (1929) Dream of Love - Sonho de Amor (1928) Our Dancing Daughters - Garotas modernas (1928) Four Walls (1928) Across to Singapore (1928) Rose-Marie (1928) The Law of the Range (1928) West Point - Academia de cadetes (1927) Spring Fever - Prestígio social (1927) Twelve Miles Out - O Pirata amoroso (1927) The Unknown - O Monstro do circo (1927) The Understanding Heart (1927) The Taxi Dancer (1927) Winners of the Wilderness - Espadas e corações (1927) Paris (1926) The Boob - O Cavaleiro Pirata (1926) Tramp, Tramp, Tramp (1926) Ben-Hur: A Tale of the Christ - Ben-Hur (1925) Sally, Irene and Mary (1925) The Only Thing (1925) Old Clothes (1925) The Circle (1925) The Merry Widow - A viúva alegre (1925) A Slave of Fashion (1925) Pretty Ladies - A Mosca negra (1925)     Mais   Joan Crawford - The Hollywood Collection (ASSISTA ONLINE) Cabides na Christina!!! Nos Passos de Joan Crawford   Prêmios   1953 Concorreu Oscar Melhor Atriz: Sudden Fear (1952) 1948 Concorreu Oscar Melhor Atriz: Possessed (1947) 1946 Venceu Oscar Melhor Atriz: Mildred Pierce (1945) 1953 Nominated Globo de Ouro Melhor Atriz: Sudden Fear (1952)   Imagens   Galeria (Clique para ver)   Vídeos
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      Ficha   Nome: Ava Lavinia Gardner Nascimento e local: 24/12/1922, Brodgen, EUA Morte: 25/01/1990, Londres, EN, pneumonia Ocupação: atriz Nacionalidade: Americana Casamentos: Mickey Rooney, Artie Shaw , Frank Sinatra Filhos: não Biografia   De família humilde, Ava Gardner, “o animal mais lindo do mundo”, foi descoberta por Barney Duhan, um caçador de talentos da MGM, que concluiu que, apesar dela ser uma péssima atriz, fotografava muito bem. Começou ganhando 50 dólares por semana, tirando fotos e estreando em “We were dancing”, de 1942, seguido de várias aparições sem crédito. Seu primeiro marido, Mickey Rooney, conseguiu alguns papéis para ela, com o vasto conhecimento que ele tinha na MGM. Foram mais de sessenta filmes ao longo da carreira, trabalhando ao lado de grandes diretores como John Ford e George Cukor. Apesar de inicialmente não ter sido considerada uma boa atriz, moldada por aulas de dicção e interpretação, Ava conseguiu desenvolver-se e chegou a ser indicada para o Oscar por Mogambo. Morreu na Europa, onde morou por duas décadas. Filmes Harem (1986) (TV) The Long Hot Summer (1985) (TV) "A.D." (1985) TV Priest of Love (1981) The Kidnapping of the President (1980) City on Fire (1979) The Sentinel - A Sentinela dos malditos (1977) The Cassandra Crossing - A Travessia de Cassandra (1976) The Blue Bird - O Pássaro Azul (1976) Permission to Kill - Permissão para matar (1975) Earthquake - Terremoto (1974) The Life and Times of Judge Roy Bean - O Homem da lei (1972) Tam Lin (1970) Mayerling (1968) The Bible: In the Beginning... - A Bíblia , o Início (1966) The Night of the Iguana - Noite no Iguana (1964) Seven Days in May - Sete dias de maio (1964) 55 Days at Peking - 55 dias em Pequim (1963) The Angel Wore Red - Tentação (1960) On the Beach - A hora final (1959) The Naked Maja (1958) The Sun Also Rises - E agora Brilha o Sol (1957) The Little Hut - Dois Amores e uma cabana (1957) Bhowani Junction - A Encruzilhada dos Destinos (1956) The Barefoot Contessa - A Condessa Descalça (1954) Knights of the Round Table - Os cavaleiros da távola redonda (1953) Mogambo (1953) Ride, Vaquero! (1953) The Snows of Kilimanjaro - As Neves do Kilimanjaro (1952) Lone Star - A Estrela Solitária (1952) Show Boat - O Barco das ilusões (1951) My Forbidden Past (1951) Pandora and the Flying Dutchman - Os amores de Pandora (1951) East Side, West Side - Mundos Opostos (1949) The Great Sinner - O Grande pecador (1949) The Bribe (1949) One Touch of Venus - Vênus, Deusa do Amor (1948) Singapore - Singapura (1947) The Hucksters - O Mercador de Ilusões (1947) The Killers - Os assassinos (1946) Whistle Stop - O Que Matou Por Amor (1946) She Went to the Races (1945) Blonde Fever (1944) Maisie Goes to Reno (1944) Three Men in White (1944) Two Girls and a Sailor (1944) Lost Angel (1943) Swing Fever (1943) Young Ideas (1943) Ghosts on the Loose - Os Fantasmas Enlouqueceram (1943) Hitler's Madman (1943) Du Barry Was a Lady (1943) Reunion in France - Uma aventura em Paris (1942) Mighty Lak a Goat (1942) Calling Dr. Gillespie (1942) Sunday Punch (1942) Kid Glove Killer (1942) This Time for Keeps (1942) Joe Smith, American (1942) We Do It Because- (1942) Babes on Broadway (1941) H.M. Pulham, Esq. (1941) Shadow of the Thin Man (1941) Fancy Answers (1941)   Mais 90 anos de Mickey Rooney Responda-me rápido Museu Ava Gardner Mickey Rooney de A a Z Ava Gardner, a Primeira Impressão Ava Gardner e Frank Sinatra Ava Gardner antes e depois Povo fino é esse aí As mais elegantes Campeões de casamentos Top 10 Atrizes Tudo sobre Ava Gardner - Primeiros Tempos Tudo Sobre Ava Gardner - Nasce uma Estrela Tudo sobre Ava Gardner - Melhores anos Futuras estrelas As 50 maiores lendas do cinema, segundo a AFI   Prêmios   Academy Awards Indicação 1954 Melhor Atriz, Mogambo BAFTA Awards Indicações 1957 Melhor Atriz Estrangeira, Bhowani Junction 1960 Melhor Atriz Estrangeira, On the Beach 1965 Melhor Atriz Estrangeira, The Night of the Iguana Golden Globes Indicação 1965 Best Motion Picture Actress - Drama, The Night of the Iguana Laurel Awards Indicação 1958 Top Estrela Feminina - sétimo lugar San Sebastián International Film Festival 1964 Melhor Atriz, The Night of the Iguana   Imagens   Galeria (Clique na imagem para ser redirecionado) Outras Imagens:     Vídeos     rGOyycNqiWA
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    Ficha   Nome: Ruth Elizabeth Davis Nascimento e local: 05/04/1908, Lowell, EUA Morte: 06/10/1989, Neully-sur-Seine, França, câncer Ocupação: atriz Nacionalidade: Americana Casamentos: Harmon Nelson, Arthur Farnsworth, William Grant Sherry, Gary Merrill Filhos: Barbara Davis Hyman, Michael e Margot (adotados)   Biografia   Bette Davis nasceu na Nova Inglaterra, e sua carreira teve início na Broadway em 1928. Queria ser dançarina, mas queria também ganhar muito dinheiro. Decidiu ser atriz. Dois anos estreava no cinema, na Universal, com “Bad sister” (1931). Depois disso foi pra a Warner, onde estrearia grandes sucessos, dos quais ganhando 2 Oscars em Perig a (1935) e Jezebel (1938). Fez ainda Escravos do desejo (1934), Mulher marcada”, dentre outros. Era extremamente temperamental, tornaram-se públicas suas discussões com Jack Warner sobre salários e roteiros. Saiu da Warner em 1949 e no ano seguinte fez “A malvada”. Durante a década de 60 fez filmes de baixo orçamento, dos quais “O que aconteceu a Baby Jane?”, de 1962, onde ela protagonizou com sua rival (nas telas e na vida) Joan Crawford. . Tornou-se presidente da Academia em 1941 e concorreu a 10 Oscars como melhor atriz. Em 1977 recebeu o American Film Institute pela sua carreira. Bette faleceu em 1989, aos 81 anos, depois de vários derrames cerebrais. Filmes   Wicked Stepmother (1989) The Whales of August - Baleias de Agosto (1987) As Summers Die (1986) (TV) Murder with Mirrors (1985) (TV) Right of Way (1983) (TV) Little Gloria... Happy at Last (1982) (TV) A Piano for Mrs. Cimino (1982) (TV) Family Reunion (1981) (TV) Skyward (1980) (TV) The Watcher in the Woods (1980) White Mama (1980) (TV) The Children of Sanchez (1978) Death on the Nile - Morte sobre o Nilo (1978) Return from Witch Mountain (1978) The Disappearance of Aimee (1976) Burnt Offerings (1976) Hello Mother, Goodbye! (1974) (TV) Scream, Pretty Peggy (1973) (TV) The Judge and Jake Wyler (1972) (TV) Scopone scientifico, Lo (1972) Madame Sin (1972) Bunny O'Hare (1971) Connecting Rooms (1970) The Anniversary - O Aniversário (1968) The Nanny - Nas Garras do Ódio (1965) Hush...Hush, Sweet Charlotte - Com a Maldade na Alma (1964) Where Love Has Gone - Escândalo na Sociedade (1964) Dead Ringer - Alguém morreu no meu lugar (1964) What Ever Happened to Baby Jane? - O que Aconteceu a Baby Jane (1962) Pocketful of Miracles - Dama Por um Dia (1961) The Scapegoat - O Estranho Caso do Conde (1959) John Paul Jones - Ainda não comecei a lutar (1959) Storm Center - O Despertar das tormentas (1956) The Catered Affair - A Festa de Casamento (1956) The Virgin Queen - A Rainha Tirana (1955) The Star - Lágrimas Amargas (1952) Phone Call from a Stranger - Telefonema de um estranho (1952) Another Man's Poison - Mulher maldita (1951) Payment on Demand - Depois da Tormenta (1951) All About Eve - A Malvada (1950) Beyond the Forest - A filha de satanás (1949) June Bride - A Noiva da Primavera (1948) Winter Meeting - Encontro na Primavera (1948) Deception - Que o céu a condene (1946) A Stolen Life - Uma Vida Roubada (1946) The Corn Is Green - O coração não envelhece (1945) Mr. Skeffington - Vaidosa (1944) Old Acquaintance - Uma velha amizade (1943) Watch on the Rhine - Horas de Tormenta (1943) Now, Voyager - Estranha passageira (1942) In This Our Life - Nascida para o Mal (1942) The Man Who Came to Dinner - Satã Jantou lá em Casa (1942) The Little Foxes - Pérfida (1941) The Bride Came C.O.D. - A Noiva Caiu do Céu (1941) Shining Victory - Gloriosa Vitória (1941) The Great Lie - A Grande Mentira (1941) The Letter - A Carta (1940) All This, and Heaven Too- Tudo isto e céu também (1940) If I Forget You (1940) The Private Lives of Elizabeth and Essex - Meu Reino por um amor (1939) The Old Maid - Eu soube amar (1939) Juarez (1939) Dark Victory - Vitória Amarga (1939) The Sisters - As Irmãs (1938) Jezebel (1938) It's Love I'm After - Somos do Amor (1937) That Certain Woman - Cinzas do Passado (1937) Kid Galahad - Talhado para campeão (1937) Marked Woman - A Mulher marcada (1937) Satan Met a Lady - Relíquia Fatal (1936) The Golden Arrow - A Flecha de Arrow (1936) The Petrified Forest - A floresta petrificada (1936) Dangerous - Perigosa (1935) Special Agent - Nas Garras da Lei (1935) Front Page Woman - Miss Reporter (1935) The Girl from 10th Avenue - Quando o amor agarra (1935) Bordertown - A Barreira (1935) Housewife - Dona de casa (1934) Of Human Bondage - Escravos do Desejo (1934) Fog Over Frisco - Névoa de Mistério (1934) Jimmy the Gent - Bancando o cavalheiro (1934) Fashions of 1934 - Modas de 34 (1934) The Big Shakedown - Drogas infernais (1934) Bureau of Missing Persons - Os Desaparecidos (1933) Ex-Lady - Amante do seu marido (1933) The Working Man - Negócios em Família (1933) Parachute Jumper - Em plenas nuvens (1933) Just Around the Corner (1933) 20,000 Years in Sing Sing - Vinte Mil anos em Sing Sing (1932) Three on a Match - Três ainda é Bom (1932) The Cabin in the Cotton - Escravos da Terra (1932) The Dark Horse - Surpresas Convencionais (1932) The Rich Are Always with Us - Erros do Coração (1932) So Big! - No Palco da Vida (1932) The Man Who Played God - O Homem Deus (1932) Hell's House - A Casa Infernal (1932) The Menace - A Ameaça (1932) Way Back Home - A Volta ao Lar (1931) Waterloo Bridge - A Ponte de Waterloo (1931) Seed - Semente (1931) The Bad Sister - A Irmã Má (1931) Mais Bette Davis: Um Magnânimo Vulcão (ASSISTA ONLINE)   Prêmios Academia de Artes e Ciências Cinematográficas (Oscar) (EUA) Recebeu dez nomeações oficiais na categoria de Melhor Atriz e uma sem estar nos boletins de voto (as regras da Academia permitiam que tal acontecesse na altura). Até 2010, só duas atrizes tiveram tantas nomeações nessa categoria: Katharine Hepburn (12) e Meryl Streep (16, e mais três como atriz (coadjuvante/secundária)). Os filmes por que foi nomeada são: Oscar (Estados Unidos) 1934 - Of Human Bondage (br.: Servidão Humana ou Escravos do Desejo) - O nome de Bette foi inscrito directamente nos boletins de voto. Ficou em terceiro lugar, deixando uma das três nomeadas oficiais com menos votos. 1935 - Dangerous (br.: Perigosa) (venceu) 1938 - Jezebel (br.: Jezebel; pt.: Jezebel, a Insubmissa) (venceu) 1939 - Dark Victory (br.: Vitória Amarga; pt.: Vitória Negra) 1940 - The Letter (br.: A Carta) 1941 - The Little Foxes (br.: Pérfida; pt.: Raposa Matreira) 1942 - Now, Voyager (br.: A Estranha Passageira) 1944 - Mr. Skeffington (br.: Vaidosa) 1950 - All About Eve (br.: A Malvada; pt.: Eva) 1952 - The Star (br.: Lágrimas Amargas) 1962 - What Ever Happened to Baby Jane? (br.: O que Terá Acontecido a Baby Jane?) Bafta (Reino Unido) 1962 - What Ever Happened to Baby Jane? (br.: O que Terá Acontecido a Baby Jane?) - Melhor atriz não britânica César (França) 1986 - Ganhou um Cesar honorário. Festival de Cinema de Cannes (França) 1950 - All About Eve (br.: A Malvada; pt.: Eva) - Melhor atriz (venceu) Festival de Cinema de Veneza (Itália) 1937 - Kid Galahad (br.: Talhado para Campeão) - Copa Volpi de melhor atriz (venceu) Globo de Ouro (Estados Unidos) 1950 - All About Eve (br.: A Malvada; pt.: Eva) - Melhor atriz/ drama 1961 - A Pocketful of Miracles (br.: Dama por um Dia) - Melhor atriz/ musical ou comédia 1962 - What Ever Happened to Baby Jane? (br.: O que Terá Acontecido a Baby Jane?) - melhor atriz/ drama 1974 - Prêmio Cecil B. DeMille pelo conjunto da obra Círculo de Críticos de Nova York (Estados Unidos) 1950 - All About Eve (br.: A Malvada; pt.: Eva) - Melhor atriz (venceu)   Imagens   Vídeos vnr3AMCmJ3A   TTtpDwrKaxo
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Nome: Pauline Marion Levy Nascimento e local: 03/06/1910, Queens, USA Morte: 23/04/1990, Suíça, ataque cardíaco Ocupação: atriz Nacionalidade: Americana Casamentos: Edgar James, Charlie Chaplin, Burgess Meredith e Erich Maria Remarque Filho: não Biografia Paulette Goddard nasceu por volta de 1911 (não há um consenso sobre o ano), e começou a carreira como modelo publicitária, passando a fazer parte do cast das garotas de Ziegfeld (seu primeiro papel era ficar sentada num balanço, segurando um cachorrinho). “Sugar”, como era conhecida pelos amigos, estreou no cinema em “Berth Mark”, curta do Gordo e o magro. Ficaria afastada da carreira por um período em que foi casada com um milionário, mas retornaria em 1932 “Torero a â fuerza”. Foi através de seu casamento com Charles Chaplin que começou a ser realmente notada no meio artístico, apesar de realmente ter talento. Ao lado do marido fez dois filmes, “Tempos modernos” e “O grande ditador”. Como todas as atrizes de sua época, fez os testes para Scarlett do épico E o vento levou, sendo de última hora substituída por Vivien Leigh. Seguiu-se um contrato com a Paramount Pictures, e filmes como The cat and the canary (1939), Reap the Wild Wind (1946) e The Diary of a Chambermaid (1946). Foi indicada como melhor atriz coadjuvante por So proudly we hail! (1943). Após isso, alguns filmes B e Paulette abandonou a carreira, fazendo só mais uma participação, em 1972, no filme The Snoop sisters, para a tv. Paulette morreu em 1990, aos 78 anos, em sua residência na Suíça. Filmes The Snoop Sisters (1972) (TV) Indifferenti, Gli (1964) The Phantom (1961) (TV) The Stranger Came Home (1954) Charge of the Lancers (1954) Paris Model (1953) Sins of Jezebel (1953) Vice Squad (1953) Babes in Bagdad (1952) The Torch (1950) Anna Lucasta (1949) Bride of Vengeance (1949) Hazard (1948) On Our Merry Way - Tudo pode acontecer (1948) An Ideal Husband (1947) Unconquered - Os inconquistáveis (1947) Suddenly, It's Spring (1947) The Diary of a Chambermaid - Segredos de Alcova (1946) Kitty (1945) I Love a Soldier (1944) Standing Room Only (1944) So Proudly We Hail! - Legião Branca (1943) The Crystal Ball (1943) The Forest Rangers (1942) Reap the Wild Wind - Vendaval de Paixões (1942) The Lady Has Plans (1942) Nothing But the Truth - 24 horas sem mentir (1941) Hold Back the Dawn (1941) Pot o' Gold (1941) Second Chorus - Amor da minha vida (1940) orth West Mounted Police - Legião de Heróis (1940) The Great Dictator - O grande ditador (1940) The Ghost Breakers - O castelo sinistro (1940) The Cat and the Canary - O gato e o canário (1939) The Women - As mulheres (1939) Dramatic School - Escola dramática (1938) The Young in Heart - Jovem no Coração (1938) The Bohemian Girl - A princesa boêmia (1936) Modern Times - Tempos modernos (1936) Kid Millions (1934) Roman Scandals - Escândalos romanos (1933) The Bowery - O Bamba da Zona (1933) The Kid from Spain - Meu boi morreu (1932) Girl Grief (1932) Pack Up Your Troubles (1932) Show Business (1932) The Mouthpiece (1932) Ladies of the Big House (1931) The Girl Habit (1931) City Streets (1931) The Locked Door (1929) Berth Marks (1929)     Mais   Paulette Goddard e Chaplin: A História de um Amor Com um Final Feliz Atrizes que Trabalharam ao lado de Chaplin Amor Dentro e Fora das telas   Galeria (Clique na imagem)
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Nome: Maria Magdalena Dietrich von Losch Nascimento e local: 27/12/1901, Berlin, Alemanha Morte: 06/05/1992, Paris, insuficiência renal Ocupação: atriz e cantora Nacionalidade: Alemã Casamento: Rudolph Sieber Filha: Maria Riva Biografia Marie Magdalena Dietrich nasceu filha de um militar prussiano, em dezembro de 1901, numa cidade próxima a Berlin. Desde que era adolescente ela estudou canto e música. Daí começou a trabalhar em cabarés. Ela teve aulas de interpretação com Max Reinhardt, estreando em “Der Kleine Napoleon”, de 1923. Já representava há algum tempo, quando foi descoberta por Sternberg na grande interpretação da sedutora Lola de O Anjo Azul. Converteu-se em mulher fatal. Depois desse filme, foi contratada pela Paramount e conseguiu um alto salário. Seus filmes tornavam-se cada vez mais extravagantes e as tramas também até certo ponto absurdas, como “Marrocos” de 1930, “Desonrada” de 1931, “O expresso de Shangai” e “A Vênus loira”, de 1932. A partir dos anos 30 a atriz começou a enfrentar problemas na carreira, pois era anti-nazista e recusou os altos cachês que Hitler lhe oferecia. Por isso, seus filmes foram banidos da Alemanha. No entanto, percorreu campos de batalha cantando para as tropas americanas. Nos anos 50 ela passou a fazer shows, onde surpreendia com sua voz rouca e sensual. Os últimos anos de vida de Marlene foi em Paris, onde faleceu com 90 anos de idade. Escreveu seu nome no livro dos mitos. Filmes Schöner Gigolo, armer Gigolo (1978) Deutsche Schlagerfestival 1963 (1963) Judgment at Nuremberg - Julgamento em Nuremberg (1961) Touch of Evil (1958) Witness for the Prosecution - Testemunha de acusação (1957) Montecarlo (1957) Around the World in Eighty Days (1956) Rancho Notorious - O Diabo feito mulher (1952) No Highway (1951) Stage Fright (1950) Jigsaw (1949) A Foreign Affair - A Mundana (1948) Golden Earrings (1947) Martin Roumagnac (1946) Kismet (1944) Pittsburgh (1942) The Spoilers (1942) The Lady Is Willing (1942) Manpower (1941) The Flame of New Orleans (1941) Seven Sinners (1940) Destry Rides Again - Atire a Primeira Pedra (1939) Angel - Anjo (1937) Knight Without Armour (1937) The Garden of Allah - O Jardim de Alá (1936) Desire - Desejo (1936) I Loved a Soldier (1936) The Devil Is a Woman - A mulher satânica (1935) The Scarlet Empress - A Imperatriz vermelha (1934) The Song of Songs - O Cântico dos Cânticos (1933) Blonde Venus - A vênus loira (1932) Shanghai Express - O expresso de Xangai (1932) Dishonored - Desonrada (1931) Morocco - Marrocos (1930) Der Blaue Engel - O Anjo Azul (1930) Das Schiff der verlorenen Menschen (1929) Die Frau, nach der man sich sehnt (1929) Ich küsse Ihre Hand, Madame (1929) . Gefahren der Brautzeit (1929) Prinzessin Olala (1928) Café Elektric (1927) Sein größter Bluff (1927) Kopf hoch, Charly! (1927) Der Juxbaron (1927) Eine Dubarry von heute (1927) Madame wünscht keine Kinder (1926) Manon Lescaut (1926) Der Tänzer meiner Frau (1925) Der Sprung ins Leben (1924) Der Mönch von Santarem (1924) Tragödie der Liebe (1923) Der Mensch am Wege (1923) So sind die Männer (1923) Im Schatten des Glücks (1919)   Mais Existirá outra Marlene Dietrich?   Prêmios 1931 Concorreu Oscar Melhor Atriz: Morocco (1930) 1958 Concorreu Globo de Ouro Melhor Atriz Drama: Witness for the Prosecution (1957)   Imagens
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Nome: Vivian Mary Hartley Nascimento e local: 05/11/1913, India (filha de ingleses) Morte: 08/07/1967, Londres, Tuberculose Ocupação: atriz Nacionalidade: Inglesa Casamentos: Herbert Leigh Holman e Laurence Olivier Filha: Suzanne Biografia Vivian Mary Hartley nasceu em 1913, na Índia. Após casar-se e ter sua filha, Vivian foi estudar na Royal Academy of Dramatic Arts, conseguindo pouco tempo depois algumas pontas em filmes. Foi então que mudou seu nome de Vivian para Vivien, acrescentando o sobrenome do marido, Leigh. “Look up and laugh” de 1935 foi um dos seus primeiros filmes. Sua voz fina e seu rosto rechonchudo levavam a crer que não teria muito futuro, mas ela seguiu no teatro, e fez um enorme sucesso com “The mask of Virtue”, chamando a atenção do ator Laurence Olivier. Em 1937 estrelaria seu primeiro filme ao lado de Olivier, “Fogo sobre a Inglaterra”. Em “Tempestade num copo dágua”, ao lado de Rex Harrison, ela provou que podia fazer comédias. No mesmo ano ela faria sucesso ao lado de Charles Laughton, como uma artista de rua em “St. Martin’s Lane”. Já nos Estados Unidos, foi escolhida para fazer a heroína sulista Scarlett O’Hara de E o vento Levou. Com o filme ganhou o seu primeiro Oscar. Sua carreira seguiu-se com grandes sucessos como “Um bonde chamado desejo”, que lhe rendeu o seu 2º Oscar. Seu último papel no cinema foi em 1964 no filme “A nau dos Insensatos”. Morreu de tuberculose, em 1967, aos 53 anos. Filmes Ship of Fools - A Nau dos Insensatos (1965) The Roman Spring of Mrs. Stone - Em Roma na Primavera (1961) The Deep Blue Sea - Profundo como o Mar (1955) A Streetcar Named Desire - Um Bonde Chamado Desejo (1951) Anna Karenina (1948) Caesar and Cleopatra - César e Cleópatra (1945) That Hamilton Woman - Lady Hamilton, a Divina Dama (1941) Waterloo Bridge - A Ponte de Waterloo (1940) 21 Days - Três semanas de loucura (1940) Gone with the Wind - E o Vento Levou (1939) Sidewalks of London (1938) A Yank at Oxford - Um ianque em Oxford (1938) Storm in a Teacup - Tempestade em copo d'água (1937) Dark Journey (1937) Fire Over England - Fogo sobre a Inglaterra (1937) The Village Squire (1935) Gentlemen's Agreement (1935) Things Are Looking Up (1935) Look Up and Laugh (1935)   Mais Sobre Blanche Dubois, Um Bonde Chamando Desejo Vivien Leigh - Scarlett e Muito Mais... Vivien Leigh, a Atriz que se Entregava à Personagem       Prêmios 1952 Venceu Oscar Melhor Atriz: A Streetcar Named Desire (1951) 1940 Venceu Oscar Melhor Atriz: Gone with the Wind (1939) 1952 Concorreu Golden Globe Melhor Atriz: A Streetcar Named Desire (1951)   Galeria (Clique para ver)
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  Ficha Nome: Julia Jean Mildred Frances Turner Nascimento e local: 08/02/1920, Wallace, EUA Morte: 29/06/1995, Century City, EUA, câncer na garganta Ocupação: atriz Nacionalidade: Americana Casamentos: Artie Shaw, Steve Crane, Henry J. Topping, Lex Barker, Fred May, Robert Eaton, Ronald Dante Filha: Cheryl Crane   Biografia Lana Turner, uma das maiores estrelas de Holywood, iniciou a carreira em 1937, quando um olheiro do “Hollywood report” lhe encontrou em uma lanchonete. Tinha apenas 15 anos. Mervyn LeRoy a contratou neste mesmo ano para uma participação em “They won’t forget”, quando foi lançada como a garota suéter. Após várias participações, dentre elas na como extra no filme A star is Born, e com uma pequena participação no filme Love finds Andy Hardy, ela seguiu como uma pin-up em filmes populares como Ziegfeld Girl e Johnny Eager. Conseguiu alcançar status de grande atriz em “O destino bate à sua porta”, sendo indicada ao Oscar por “Peyton Place” (1957). Outros filmes de sucesso foram Os três mosqueteiros (1948), A life of her own (1950) e Madame X (1966), dentre outros. Com a vida repleta de escândalos, dentre eles o do assassinato de seu amante pela sua filha, Lana morreu de câncer em 1995.   Filmes   Thwarted (1991) Witches' Brew - A poção mágica (1980) Bittersweet Love - Amargo amor (1976) Persecution (1974) The Big Cube - A droga que alucina (1969) Madame X (1966) Love Has Many Faces - As duas faces da felicidade (1965) Who's Got the Action? - Ela Topou a Parada (1962) Bachelor in Paradise - Solteiro no paraíso (1961) By Love Possessed - O Amor tudo vence (1961) Portrait in Black - Retrato negro (1960) Imitation of Life - Imitação da vida (1959) Another Time, Another Place - Vítima de uma Paixão (1958) The Lady Takes a Flyer - A força do amor (1958) Peyton Place - A Caldeira do diabo (1957) Diane (1956) The Rains of Ranchipur - As chuvas de Ranchipur (1955) The Sea Chase - Mares violentos (1955) The Prodigal - O filho pródigo (1955) Betrayed - Atraiçoado (1954) Flame and the Flesh (1954) Latin Lovers - Meu amor brasileiro (1953) The Bad and the Beautiful - Assim Estava escrito (1952) The Merry Widow - A viúva alegre (1952) Mr. Imperium - É proibido amar (1951) A Life of Her Own - Perdidamente tua (1950) The Three Musketeers - Os três mosqueteiros (1948) Homecoming - O Amor que me deste (1948) Cass Timberlane - Eterno conflito (1947) Green Dolphin Street - Rua do Delfin Verde (1947) The Postman Always Rings Twice - O destino bate à sua porta (1946) Week-End at the Waldorf - Aqui começa a vida (1945) Keep Your Powder Dry - Eram três mulheres (1945) Marriage Is a Private Affair - Felicidade vem depois (1944) Du Barry Was a Lady - Du Barry era um pedaço (1943) Slightly Dangerous (1943) Somewhere I'll Find You - Ainda serás minha (1942) Johnny Eager - Estrada proibida (1942) Honky Tonk - Quero-te como és (1941) Dr. Jekyll and Mr. Hyde - O Médico e o Monstro (1941) Ziegfeld Girl (1941) We Who Are Young (1940) Two Girls on Broadway - Duas garotas na Broadway (1940) Dancing Co-Ed (1939) These Glamour Girls - Estas granfinas de hoje (1939) Calling Dr. Kildare (1939) Dramatic School - Escola dramática (1938) Rich Man, Poor Girl - Muito custa casar (1938) Four's a Crowd - Amando sem saber (1938) Love Finds Andy Hardy (1938) The Adventures of Marco Polo - As aventuras de Marco Polo (1938) The Great Garrick (1937) Topper - Uma Dupla de Outro Mundo (1937) They Won't Forget - Esquecer nunca (1937) A Star Is Born (1937)     Mais   Lana Turner: Assassinato em Família Lana Turner - Mistérios e Escândalos (ASSISTA ONLINE)     Prêmios 1958 Concorreu Oscar Melhor Atriz: Peyton Place (1957)     Imagens Galeria (Clique na imagem para ver)   Vídeos
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    Ficha   Nome: Elizabeth Rosemond Taylor Nascimento e local: 27/02/1932,Londres, Inglaterra Morte: 23/03/2011, Estados Unidos, Insuficiência cardíaca. Ocupação: atriz Nacionalidade: Inglesa Casamentos: Nicholas Conrad Hilton Jr., Michael Wilding, Michael Todd, Eddie Fisher, Richard Burton, John Warner, Larry Fortensky Filhos: Christopher Edward Wilding, Michael Wilding Jr, Liza Todd Burton, Maria Burton Biografia     Nascida em Londres, em 1932, Liz Taylor desde cedo teve aulas de balé e etiqueta. Em 1939 a família toda foi morar em Beverly Hills. A garota sempre chamava a atenção por onde passava, por causa da sua beleza. E, por conta disso, foi descoberta aos 10 anos por caçadores de talentos. Estreou no cinema em There’s one Born every minute (1942). Na MGM fez filmes como Lassie (1943), A mocidade é assim mesmo (1944) e Nossa vida com papai (1947). De criança prodígio passou a mulherão, em filmes como O papai da noiva (1950). Seu primeiro Oscar veio com Disque butterfield (1960), o seu segundo foi com “Quem tem medo de Virginia Wolf?” (1966). Com uma carreira longa, sua ultima aparição foi no filme These Old Broads, para a TV, em 2001. Nos últimos tempos Liz tem se dedicou a levantar recursos para pesquisas, como contra a AIDS, além de sua linha de perfumes. A atriz Elizabeth Taylor faleceu vítima de complicações cardíacas depois de dois meses internada no Hospital Cedars-Sinai. A comunicação foi feita pela sua família atravpes do comunicado que informava que no momento ela estava cercada de seus filhos Michael Wilding, Christopher Wilding, Liza Todd e Maria Burton. Liz, também tinha 10 netos e quatro bisnetos. Filmes   These Old Broads (2001) (TV) The Flintstones (1994) Giovane Toscanini, Il (1988) Poker Alice (1987) There Must Be a Pony (1986) (TV) Malice in Wonderland (1985) Between Friends (1983) The Mirror Crack'd (1980) Winter Kills (1979) Return Engagement (1978) A Little Night Music (1977) Victory at Entebbe (1976) (TV) The Blue Bird - O Pássaro Azul (1976) Identikit (1974) Ash Wednesday - Meu corpo em suas mãos (1973) Night Watch - Vigília nas sombras (1973) Divorce His - Divorce Hers - Divórcio dele, divórcio dela (1973) (TV) Hammersmith Is Out - Unidos pelo mal (1972) Under Milk Wood (1972) Zee and Co. - Z, Y e Z (1972) The Only Game in Town - Jogo de Paixões (1970) Anne of the Thousand Days - Ana dos mil dias (1969) Secret Ceremony - Cerimônia secreta (1968) Boom - O Homem que veio de longe (1968) The Comedians - Os farsantes (1967) Reflections in a Golden Eye - O Pecado de Todos Nós (1967) Doctor Faustus - Doutor Fausto (1967) The Taming of the Shrew - A megera domada (1967) Who's Afraid of Virginia Woolf? - Quem tem medo de Virginia Woolf? (1966) The Sandpiper - Adeus às ilusões (1965) The V.I.P.s - Gente muito importante (1963) Cleopatra (1963) Butterfield 8 - Disque Butterfield 8 (1960) Scent of Mystery (1960) Suddenly, Last Summer - De repente o último verão (1959) Cat on a Hot Tin Roof - Gata em Teto de Zinco Quente (1958) Raintree County - A Árvore da Vida (1957) Giant - Assim Caminha a Humanidade (1956) The Last Time I Saw Paris - A última vez que vi Paris (1954) Beau Brummell - O belo Brummell (1954) Elephant Walk - No caminho dos elefantes (1954) Rhapsody - Rapsódia (1954) The Girl Who Had Everything - A jovem que tinha tudo (1953) Ivanhoe (1952) Love Is Better Than Ever - O melhor é casar (1952) Quo Vadis (1951) A Place in the Sun - Um lugar ao sol (1951) Father's Little Dividend - O Netinho do Papai (1951) Father of the Bride - O pai da noiva (1950) The Big Hangover - A Verdade não se diz (1950) Conspirator - Traidor (1949) Little Women - Quatro Destinos (1949) Julia Misbehaves - Travessuras de Julia (1948) A Date with Judy - O Príncipe Encantado (1948) Cynthia - As delícias da vida (1947) Life with Father - Nossa vida com papai (1947) Courage of Lassie - A coragem de Lassie (1946) National Velvet - A Mocidade é Assim Mesmo (1944) The White Cliffs of Dover (1944) Jane Eyre (1944) Lassie Come Home - A Força do Coração (1943) There's One Born Every Minute (1942)   Mais Os Casamentos de Elizabeth Taylor Algumas Curiosidades Sobre o Oscar Elizabeth Taylor: 25 Coisas que Você não Sabe sobre mim Elizabeth Taylor década a década   Prêmios Oscar Prêmio Humanitário Jean Hersholt (1993) Melhor Atriz (principal) por Quem tem medo de Virginia Woolf? (1967) Melhor Atriz (principal) por Disque Butterfield 8 (1961) Globo de Ouro Prémio Cecil B. DeMille em 1985 Henrietta Award World Film Favorite - Female (1974) Melhor Atriz (filme dramático) por Suddenly, Last Summer (1960) Prêmio Especial Para o desempenho consistente (1957) BAFTA Melhor Atriz por Quem Tem Medo de Virginia Woolf? (1967)   Imagens           (Clique na imagem para ser redirecionado para a galeria)   Vídeos   ZUXNME8A0FI   QSWxzFSAoko   ucOXUmd1rtE
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  Ficha   Nome: Leila Roque Diniz Nascimento e local: 25/03/1945, Niterói, Brasil Morte: 14/06/1972, New Delhi, India, acidente aéreo Ocupação: atriz Nacionalidade: Brasileira Casamentos: Ruy Guerra e Domingos de Oliveira Filha: Janaina Diniz   Biografia     Leila nasceu no Niterói. Saiu de casa cedo: aos 17 já morava com o cineasta Domingos de Oliveira, com quem trabalhou em “Todas as mulheres do mundo”. Nos quatro anos de carreira, fez 14 filmes, que fizeram da antiga professora primária, um mito. Na segunda metade dos anos 60, fez uma ponta no teatro, chamada por Cacilda Becker, e depois estreou no cinema com um pequeno papel em “O mundo alegre de Helô” (1965). Em 1966 ficou famosa com “Todas as mulheres do mundo”. Fez ainda “Edu, coração de ouro”; “O homem nu”, “Madona de Cedro” e “Corisco”. Na televisão fez algumas novelas, “O sheik agadir” e “Eu compro essa mulher”. Viajava de volta do Festival Internacional de Adelaide, na Austrália, onde fora receber o prêmio de melhor atriz, quando o avião em que estava explodiu.     Filmes   Dia Marcado, O (1977) Amor, Carnaval e Sonhos (1972) Mãos Vazias (1971) "E Nós Aonde Vamos?" (1970) Donzelo, O (1970) Azyllo Muito Louco (1970) "Dez Vidas" (1969) "Vidas em Conflito" (1969) Paqueras, Os (1969) A Menina do Veleiro Azul" (1969) "Acorrentados" (1969) Corisco, O Diabo Loiro (1969) Fome de Amor (1968) "Direito dos Filhos, O" (1968) A Madona de Cedro (1968) Homem Nu, O (1968) Edu, Coração de Ouro (1968) Juego peligroso (1967) "Anastácia, A Mulher Sem Destino" (1967) "A Rainha Louca" (1967) Mineirinho Vivo ou Morto (1967) Mundo Alegre de Helô, O (1967) Todas as Mulheres do Mundo (1967) "Sheik de Agadir, O" (1966) "Eu Compro Esta Mulher" (1966) "Um Rosto de Mulher" (1966) "Paixão de Outono" (1965) "Ilusões Perdidas" (1965)   Mais Frases de Leila Diniz   Prêmios Imagens   Vídeos
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  Ficha   Nome: Audrey Kathreen van Heemstra Ruston Nascimento e local: 04/05/1929, Bruxelas, Belgica Morte: 20/01/1993, Tolochenaz, Suiça, câncer no colo do útero Ocupação: atriz Nacionalidade: Belga Casamentos: Mel Ferrer, Andrea Dotti Filhos: Sean H. Ferrer, Luca Dotti Biografia   Audrey nasceu em maio de 1929, em Bruxelas, na Bélgica. Desde pequena já tinha um porte de modelo. Sua família, de origem judia, teve muitos problemas durante a guerra, tendo que se refugiar. Depois da guerra, começou a trabalhar como modelo, fazendo comerciais, e fazendo pontas em filmes na Grã-Bretanha. Fez Gigi na Broadway, da romancista francesa Colette. A partir daí ganhou o estrelato. Tinha um curioso sotaque anglo-europeu, e não era o tipo que poderia ser considerado como ideal: era magra, tinha pés enormes, mas tinha classe. E muita. Em 1953, fez “A princesa e o plebeu”, com Gregory Peck, filme que lhe rendeu um Oscar. No ano seguinte viria Sabrina, onde contracenou com William Holden e Humphrey Bogart. Suas roupas, no clássico”Bonequinha de Luxo”, de 1961, tornaram-se exemplo de sofisticação clássica, com seus vestidos pretos e formas limpas, feitos pelo estilista Givenchy. Retornou às telas, após um período afastada, em “Robin e Marian”, de 1976. Nesse filme interpretou Marian, a companheira de Robin Hood, que roubava dos ricos para dar aos pobres. Audrey concorreu 5 vezes à estatueta. Em 1988 tornou-se embaixadora da UNICEF, dedicando-se às questões humanitárias. Pouco tempo depois, descobriu-se com um câncer de colo, que acabou por tirar-lhe a vida, em 1993. Filmes Always - Além da eternidade (1989) Love Among Thieves - Amor entre ladrões TV (1987) They All Laughed - Muito Riso e Muita Alegria (1981) Bloodline - A Herdeira (1979) Robin and Marian - Robin e Marian (1976) Wait Until Dark- Um clarão nas trevas (1967) Two for the Road - Um caminho para dois (1967) How to Steal a Million - Como roubar um milhão de dólares (1966) My Fair Lady - Minha Bela Dama (1964) Paris - When It Sizzles - Quando Paris alucina (1964) Charade - Charada (1963) DOWNLOAD The Children's Hour - Infâmia (1961) Breakfast at Tiffany's - Bonequinha de luxo (1961) The Unforgiven - O Passado não perdoa (1960) The Nun's Story - Uma cruz à beira do abismo (1959) Green Mansions - A flor que não morreu (1959) Love in the Afternoon - Amor no fim da tarde (1957) Funny Face - Cinderela em Paris (1957) War and Peace - Guerra e Paz (1956) Sabrina (1954) Roman Holiday - A Princesa e o Plebeu (1953) The Secret People (1952) Nous irons à Monte Carlo (1951) Young Wives' Tale (1951) The Silent Village (1951) The Lavender Hill Mob - O mistério da torre (1951) Laughter in Paradise (1951) One Wild Oat (1951) Monte Carlo Baby (1951)   Mais A Vida de Audrey Hepburn (2000) ASSISTA ONLINE Curiosidades sobre Audrey Hepburn Filmografia em Fotos: Audrey Hepburn Audrey Hepburn: da Guerra à Paz   Prêmios Oscar 1993 - Prêmio Humanitário Jean Hersholt (póstumo) 1954 - Melhor Atriz (principal) por A princesa e o plebeu Tony 1954 - Melhor Atriz por Ondine 1968 - Prêmio especial por sua carreira Grammy 1993 - Melhor álbum de histórias para crianças por Audrey Hepburn's Enchanted Tales (póstumo). Emmy 1993 - Melhor performance individual num programa informativo por Gardens of the World (póstumo). BAFTA 1965 - Melhor Atriz por Charada 1960 - Melhor Atriz por Uma cruz à beira do abismo 1954 - Melhor Atriz por A princesa e o plebeu Globo de Ouro 1990 - Prêmio Cecil B. DeMille pelo conjunto de sua obra 1955 - Atriz favorita do mundo 1954 - Melhor Atriz (filme dramático) por A princesa e o plebeu SAG 1993 - Prêmio pelo conjunto de sua obra   Imagens   Galeria (Clique na imagem ser direcionado para a galeria):   Vídeos   BOByH_iOn88   BOIZ3RSU1MM  
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  Ficha   Nome: Maria do Carmo Miranda Da Cunha Nascimento e local: 09/02/1909, Marco de Canavezes, Portugal Morte: 05/13/1955, Califórnia, EUA, ataque cardíaco Ocupação: atriz e cantora Nacionalidade: portuguesa / brasileira Casamento: David Sebastian Filhos: não Biografia   Maria do Carmo Miranda da Cunha nasceu no Marco de Canaveses, em Portugal, no ano de 1909, mas veio ainda bebê para o Brasil com os pais. Seus pais abriram uma pensão, e Carmem passou a cantar para os fregueses. Depois que conheceu o violonista Josué de Barros, iniciou sua carreira propriamente dita: ele lhe levou para rádios e conseguiu que gravasse um disco. Estreou no cinema em 1932, com o filme “O carnaval cantado no Rio”, e fez no ano seguinte “A voz do carnaval”, de Adhemar Gonzaga. Fez ainda Alô, alô, Brasil (1935); Estudantes (1935); Alô, alô, Carnaval (1936) e Banana da Terra (1939), seu último filme no Brasil, no qual interpretava “O que é que a baiana tem?”. Em 1939 foi morar nos Estados Unidos, contratada por um empresário para fazer diversos shows. Ficou conhecida como a “Brasilian Bombshell”, a explosão brasileira. No final de 1940, Carmen retornou aos Estados Unidos para fazer vários filmes: Down Argentine Way (Serenata tropical), That night in Rio (Uma noite no Rio), Week-end in Havana (Aconteceu em Havana), Springtime in the Rockies (Minha secretária brasileira), The gang is all here (Entre a loura e a morena), Greenwich Village (Serenata boêmia). No ano seguinte deixava sua assinatura na calçada da fama. Em agosto de 1955, depois de se apresentar num programa de TV, a cantora teve um enfarte fulminante. Seu corpo foi encontrado no dia seguinte, por seu marido. Seu enterro, no Rio de Janeiro, foi acompanhado por uma multidão, que se espremia para dar o último adeus. Tinha apenas 46 anos.   Filmes   Scared Stiff - Morrendo de medo (1953) Nancy Goes to Rio - Romance Carioca (1950) A Date with Judy - O Príncipe Encantado (1948) Copacabana (1947) If I'm Lucky - Se eu fosse feliz (1946) Doll Face - Sonhos de estrela (1946) Something for the Boys - Alegria rapazes (1944) Four Jills in a Jeep / Quatro Moças num Jeep (1944) Greenwich Village - Serenata boêmia (1944) The Gang's All Here / Entre a Loira e a Morena (1943) Springtime in the Rockies / Minha Secretária Brasileira (1942) Week-End in Havana / Aconteceu em Havana (1941) That Night in Rio / Uma Noite no Rio (1941) Down Argentine Way / Serenata Tropical (1940) Laranja-da-China (1940) Banana-da-Terra (1939) Alô Alô Carnaval (1936) Estudantes (1935) Alô, Alô, Brasil (1935)   Mais Carmen Miranda de A a Z Frases de Carmen Miranda     Imagens     Vídeos eDwQN4UeF8E   H1KmUV7jaag   ERYKzez97lA
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130. Theda Bara
Nome: Theodosia Burr Goodman Nascimento e local: 29/07/1885, Ohio, EUA Morte: 07/04/1955, Los Angeles, câncer Ocupação: atriz Nacionalidade: americana Casamento: Charles Brabin Filhos: não Biografia Theda Bara nasceu em Ohio, em 1890. Para aumentar a áurea de mistério que a cercava, dizia que era filha de um artista francês com uma amante árabe. E seu nome era um anagrama de Arab Death (morte árabe). Mas, apesar disso, dizia-se que era extremamente tímida, exigindo, para que fossem feitas as cenas, que o cenário estivesse às escuras. Foram mais de 40 filmes, a grande parte hoje em dia perdida. Seu último filme, Madame Mystey (1929) era uma paródia de si mesma. Ela tinha então 41 anos. Depois, sua carreira foi declinando sendo esquecida quase que completamente. atriz morreu na Califórnia em 1955, de câncer. Filmes 45 Minutes from Hollywood (1926) Madame Mystery (1926) The Unchastened Woman (1925) The Prince of Silence (1921) Belle Russe, La (1919) Kathleen Mavourneen (1919) A Woman There Was (1919) When Men Desire (1919) The Light (1919) The Lure of Ambition (1919) The Siren's Song (1919) Salome (1918) When a Woman Sins (1918) Under the Yoke (1918) The Soul of Buddha (1918) The Forbidden Path (1918) The She Devil (1918) Madame Du Barry (1917) Cleopatra (1917) Camille (1917) Heart and Soul (1917) Her Greatest Love (1917) The Tiger Woman - A Mulher Tigre (1917) The Darling of Paris (1917) The Rose of Blood (1917) The Vixen (1916) Romeo and Juliet (1916/I) Her Double Life (1916) Under Two Flags (1916) East Lynne (1916) The Eternal Sappho (1916) Gold and the Woman (1916) The Serpent - A Serpente (1916) Destruction (1915) The Galley Slave (1915) Carmen (1915/II) Sin (1915) Lady Audley's Secret (1915) The Two Orphans (1915) The Devil's Daughter (1915) The Clemenceau Case (1915) Kreutzer Sonata (1915) A Fool There Was (1915) Siren of Hell (1915) The Stain (1914)   Mais   Maiores Vamps do Cinema Silencioso Theda Bara, Vamp As Doces e Esquecidas Atrizes do Cinema Silencioso
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    Ficha   Nome: Bebe Virginia Daniels Nascimento e local: 14/01/1901, Dallas, EUA Morte: 16/03/1971, Londres, Inglaterra, hemorragia cerebral Ocupação: atriz Nacionalidade: Americana Casamento: Ben Lyon Filhos: Barbara e Richard Lyon Biografia     Bebe Daniels foi uma das estrelas do cinema mudo que era muito popular em sua época. Desde criança a atriz participava de curtas-metragens. Participou, só com o diretor Hal Roach de mais de 200 comédias de dois rolos, trabalhando com atores como Harold Lloyd e Harold “Snub” Pollard. Em 1917 foi convidada pelo diretor Cecil B. DeMille para trabalhar com ele, mas isto só foi se concretizar dois anos mais tarde. Em 1919 foi para a Paramount, fazendo lá papéis mais variados, como em “Masculino e fêmea” em que ela estrelava juntamente com Glória Swanson. Bebe especializou-se em papéis leves e simpáticos. A atriz trabalhou ainda com Mary Miles Minter, May McAvoy e Rudohph Valentino. Com o advento do cinema falado Daniels seguiu sua carreira, estrelando “Reaching for the moon”, “42nd street” e “Counsellor at law”, este último estrelado por John Barrymore. Em 1930 casou-se com Bem Loyd, que foi seu parceiro no filme “Alias french gertie” (1930). Mudou-se com ele para a Inglaterra em 1936. Lá teve uma carreira bem sucedida, com comédias leves, trabalhando ainda no rádio e no teatro. Em 1971 sofreu um derrame, o que acabou levando-a à morte. Filmes The Lyons in Paris (1955) Life with the Lyons (1954) Hi Gang! (1941) The Return of Carol Deane (1938) Treachery on the High Seas (1936) Music Is Magic - A mágica da música (1935) Registered Nurse (1934) Counsellor at Law - O Conselheiro (1933) Cocktail Hour (1933) 42nd Street - Rua 42 (1933) A Southern Maid (1933) The Song You Gave Me (1933) Silver Dollar (1932) Radio Girl (1932) Honor of the Family (1931) The Maltese Falcon - O Falcão Maltês (1931) My Past (1931) The Slippery Pearls (1931) Reaching for the Moon - O príncipe dos dólares (1930) Lawful Larceny (1930) x Alias French Gertie (1930) Love Comes Along (1930) Rio Rita (1929) What a Night! (1928) Take Me Home (1928) Hot News (1928) The Fifty-Fifty Girl (1928) Feel My Pulse (1928) She's a Sheik (1927) Swim Girl, Swim (1927) Señorita (1927) A Kiss in a Taxi (1927) Stranded in Paris (1926) The Campus Flirt (1926) Volcano (1926) The Palm Beach Girl (1926) Miss Brewster's Millions (1926) The Splendid Crime (1925) Lovers in Quarantine (1925) Wild, Wild Susan (1925) The Manicure Girl (1925) The Crowded Hour (1925) Miss Bluebeard (1925) Argentine Love (1924) Dangerous Money (1924) Hello, 'Frisco (1924) Sinners in Heaven (1924) Monsieur Beaucaire (1924) Unguarded Women (1924) Daring Youth (1924) The Heritage of the Desert (1924) His Children's Children (1923) The Exciters (1923) The Glimpses of the Moon (1923) The World's Applause (1923) Singed Wings (1922) Pink Gods (1922) Nice People (1922) North of the Rio Grande (1922) A Game Chicken (1922) Nancy from Nowhere (1922) The Speed Girl (1921) The Affairs of Anatol (1921) One Wild Week (1921) The March Hare (1921) Two Weeks with Pay (1921) Ducks and Drakes (1921) She Couldn't Help It (1920) Oh, Lady, Lady (1920) The Fourteenth Man (1920) You Never Can Tell (1920) Sick Abed (1920) Why Change Your Wife? (1920) The Dancin' Fool (1920) Everywoman (1919) Captain Kidd's Kids (1919) Male and Female - Macho e fêmea (1919) Bumping Into Broadway - Harold na Broadway (1919) His Only Father (1919) Pay Your Dues (1919) Count the Votes (1919) Soft Money (1919) He Leads, Others Follow (1919) The Rajah (1919) Be My Wife (1919) Don't Shove (1919) Heap Big Chief (1919) Chop Suey & Co. (1919) Count Your Change (1919) A Jazzed Honeymoon (1919) Never Touched Me (1919) At the Old Stage Door (1919) Just Neighbors (1919) Billy Blazes, Esq. (1919) Spring Fever (1919) Off the Trolley (1919) Swat the Crook (1919) Pistols for Breakfast (1919) The Marathon (1919) Before Breakfast (1919) Si, Senor (1919) Ring Up the Curtain (1919) Crack Your Heels (1919) Young Mr. Jazz (1919) Just Dropped In (1919) A Sammy in Siberia (1919) Next Aisle Over (1919) The Dutiful Dub (1919) Look Out Below (1919) I'm on My Way (1919) On the Fire (1919) Ask Father (1919) Going! Going! Gone! (1919) Love's Young Scream (1919) Wanted - $5,000 (1919) She Loves Me Not (1918) Take a Chance (1918) Hear 'Em Rave (1918) Back to the Woods (1918) Nothing But Trouble (1918) Why Pick on Me? (1918) Swing Your Partners (1918) Bees in His Bonnet (1918) Two Scrambled (1918) Bride and Gloom (1918) That's Him (1918) Kicking the Germ Out of Germany (1918) An Ozark Romance (1918) Are Crooks Dishonest? (1918) Somewhere in Turkey (1918) Sic 'Em, Towser (1918) The City Slicker (1918) Fireman Save My Child (1918) Two-Gun Gussie (1918) The Non-Stop Kid (1918) Kicked Out (1918) Hey There! (1918) DOWNLOAD It's a Wild Life (1918) Pipe the Whiskers (1918) Follow the Crowd (1918) On the Jump (1918) Let's Go (1918) Here Come the Girls (1918) Look Pleasant, Please (1918) A Gasoline Wedding (1918) Beat It (1918) Hit Him Again (1918) Hello Teacher (1918) The Lamb (1918) The Tip (1918) The Big Idea (1917) Step Lively (1917) Bashful (1917) Move On (1917) We Never Sleep (1917) All Aboard (1917) Clubs Are Trump (1917) The Flirt (1917) Love, Laughs and Lather (1917) Rainbow Island (1917) From Laramie to London (1917) Bliss (1917) Birds of a Feather (1917) By the Sad Sea Waves (1917) Pinched (1917) Lonesome Luke Loses Patients (1917) Lonesome Luke's Wild Women (1917) Lonesome Luke, Mechanic (1917) Lonesome Luke, Messenger (1917) Stop! Luke! Listen! (1917) Lonesome Luke, Plumber (1917) Lonesome Luke's Honeymoon (1917) Lonesome Luke on Tin Can Alley (1917) Lonesome Luke's Lively Life (1917) Luke Wins Ye Ladye Faire (1917) Lonesome Luke, Lawyer (1917) Luke's Trolley Troubles (1917) Luke's Busy Day (1917) Luke's Lost Liberty (1917) Lonesome Luke's Lovely Rifle (1917) Luke's Shattered Sleep (1916) Luke Locates the Loot (1916) Luke's Fireworks Fizzle (1916) Luke, Rank Impersonator (1916) Luke's Movie Muddle (1916) Luke's Newsie Knockout (1916) Luke, Patient Provider (1916) Luke, the Gladiator (1916) Luke's Preparedness Preparations (1916) Luke, the Chauffeur (1916) Luke and the Bang-Tails (1916) Luke's Speedy Club Life (1916) Luke and the Mermaids (1916) Luke Joins the Navy (1916) Luke Does the Midway (1916) Luke's Lost Lamb (1916) Luke, Crystal Gazer (1916) Luke Rides Roughshod (1916) Luke's Washful Waiting (1916) Luke's Society Mixup (1916) Luke's Fatal Flivver (1916) Luke Laughs Last (1916) Luke's Late Lunchers (1916) Luke and the Bomb Throwers (1916) Them Was the Happy Days! (1916) Luke's Double (1916) Lonesome Luke, Circus King (1916) The Flirt (1916) Luke Pipes the Pippins (1916) Luke and the Rural Roughnecks (1916) Luke Foils the Villain (1916) Luke, the Candy Cut-Up (1916) Lonesome Luke Lolls in Luxury (1916) Luke Lugs Luggage (1916) Lonesome Luke Leans to the Literary (1916) Lonesome Luke, Social Gangster (1915) Peculiar Patients' Pranks (1915) Ruses, Rhymes and Roughnecks (1915) A Foozle at the Tee Party (1915) Ragtime Snap Shots (1915) Great While It Lasted (1915) Tinkering with Trouble (1915) Bughouse Bellhops (1915) Giving Them Fits (1915) Anne of the Golden Heart (1914) The Savage (1913) A Counterfeit Santa Claus (1911) Justinian and Theodora (1910) The Common Enemy (1910) The Wonderful Wizard of Oz (1910) The Courtship of Miles Standish (1910)   Imagens     Vídeos
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Nome: Angela Maxine O'Brien Nascimento e local: 15/01/1937, San Diego, EUA Ocupação: atriz Nacionalidade: Americana Casamento:Harold Allen, Jr., Roy Thorsen Filha: Mara Tolene Thorsen Biograifa Margaret O’brien foi a estrela infantil mais popular da década de 40. Nasceu em janeiro de 1937, em Los Angeles, de família circense. Logo de início destacou-se de outras crianças com sua interpretação formidável. Assinou contrato logo com a MGM. Em 1942, com cinco anos, estrelou uma órfã de guerra em “Journey for Margaret”. Com sete anos, e emprestada a FOX, interpretou juntamente com Liz Taylor “Jane Eyre” (1944). Depois disso só lucro, ganhou muito dinheiro e se tornou febre de vendas, como tinha ocorrido na década anterior com Shirley Temple. Emocionou a todos como a compreensiva irmã de June Allyson em “Music for millions” (1944) e botou Charles Laughton no chinelo em “The cantervilhe ghost” no mesmo ano. Também trabalhou com Judy Garland (fazendo sua irmã caçula em “Agora seremos felizes”). Como aconteceu com a maior parte dos astros mirins, o tempo foi seu maior inimigo. A partir dos anos 50, com a adolescência, sua carreira começou a declinar, e ela trabalhou bem menos até entrar na obscuridade. Ainda fez algumas tentativas frustradas de voltar ao sucesso, mas nada. Nos anos oitenta tentou retornar com o filme Amy (1981), mas não deu certo. Filmes Elf Sparkle Meets Christmas the Horse (2009) Frankenstein Rising (2009) Dead in Love (2009) Dead Season (2002) Sunset After Dark (1996) Amy (1981) "Testimony of Two Men" (1977) TV Death in Space (1974) (TV) Diabolic Wedding (1974) Annabelle Lee (1968) Maggie (1960) (TV) Heller in Pink Tights (1960) Little Women (1958) (TV) Glory (1956) Futari no hitomi (1952) Her First Romance (1951) The Secret Garden - O Jardim Secreto (1949) Little Women - Quatro Destinos (1949) Big City (1948) Tenth Avenue Angel (1948) The Unfinished Dance (1947) Three Wise Fools (1946) Bad Bascomb (1946) Our Vines Have Tender Grapes (1945) .... Selma Jacobson Music for Millions (1944) Meet Me in St. Louis - Agora Seremos Felizes (1944) The Canterville Ghost (1944) Jane Eyre (1944) Lost Angel (1943) Madame Curie (1943) Thousands Cheer (1943) Dr. Gillespie's Criminal Case (1943) You, John Jones! (1943) Journey for Margaret (1942) Babes on Broadway (1941)
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Nome: Shirley Jane Temple Nascimento e local: 23/04/1928, Santa Monica, EUA Ocupação: atriz e diplomata Nacionalidade: Americana Casamentos: John Agar e Charles Black Filhos: Linda Susa, Charlie Black, Jr. e Lori Alden Black Biografia Shirley Temple foi a mais jovem atriz a ganhar um Oscar: aos 6 anos de idade. Foi uma verdadeira campeã de bilheteria (salvando a Fox) e encantando a todos com seu incansável otimismo. Nunca uma estrela infantil fez tanto sucesso. os três anos ela já sapateava e começou a carreira numa paródia a estrelas e astros adultos. Aos 6 anos, contratada pela Fox, cantou “Baby take a Box” em Stand Up and cheer (1934). Em Little Miss Marker, no mesmo ano, solidificou sua carreira. Tornou-se objeto de consumo na América, com produtos que levavam seu nome e rosto, como bonecas e livros. Por esses anos atuou em diversos filmes de sucesso, dentre os quais “Little Miss Marker”, “Change of Heart”, “Now I’ll Tell”, “Now and Forever” e “Olhos Encantados” (no qual cantou seu mais popular sucesso “On The Good Ship Lollipop”). A entrada da adolescência fez com que os papéis rareassem até que ela se aposentasse precocemente, em 1949. Tentou ainda apresentar alguns programas populares (o Shirley Temple’s storybook), mas não deu certo. Em idade adulta começou a trabalhar na área política, e na década de 60 tornou-se membro do partido republicano, sendo embaixadora de Washington em Ghana e na Tchecoslováquia (de 1089 a 1992). Filmes A Kiss for Corliss - O Eco de um beijo (1949) The Story of Seabiscuit - Têmpera de um Vencedor (1949) Adventure in Baltimore - Aventura em Baltimore (1949) Mr. Belvedere Goes to College - O Gênio do Colégio (1949) Fort Apache- Sangue de Herói (1948) That Hagen Girl - Marcado pela calúnia (1947) The Bachelor and the Bobby-Soxer - O Solteirão cobiçado (1947) Honeymoon - Lua de mel à três (1947) American Creed (1946) Kiss and Tell (1945) I'll Be Seeing You - Ver-te-ei outra vez (1944) Since You Went Away - Desde que você foi embora (1944) Miss Annie Rooney (1942) Kathleen (1941) Young People - Mocidade (1940) The Blue Bird - O Pássaro Azul (1940) Susannah of the Mounties - Susana (1939) The Little Princess - A Pequena princesa (1939) Just Around the Corner - Anjo de Felicidade (1938) Little Miss Broadway - Miss Broadway (1938) Rebecca of Sunnybrook Farm - Sonho de Moça (1938) Heidi (1937) Wee Willie Winkie - Shiley, Soldado da Índia (1937) Stowaway - A pequena clandestina (1936) Dimples - Princesinha das ruas (1936) Poor Little Rich Girl - A pobre menina rica (1936) Captain January - O anjo do farol (1936) The Littlest Rebel - A Pequena Rebelde (1935) Curly Top - A Pequena Órfã (1935) Our Little Girl (1935) The Little Colonel - O Mascote do Regimento (1935) Bright Eyes - Olhos Encantados (1934) Now and Forever - Agora e Sempre (1934) Baby Take a Bow (1934) Now I'll Tell (1934) Little Miss Marker - A Pequena Miss Marker (1934) Change of Heart (1934) Stand Up and Cheer! - Alegria de Viver (1934) Managed Money (1934) As the Earth Turns (1934) Carolina (1934) Pardon My Pups (1934) What's to Do? (1933) Merrily Yours (1933) Kid 'in' Africa (1933) . To the Last Man (1933) Dora's Dunking Doughnuts (1933) Polly Tix in Washington (1933) The Kid's Last Fight (1933) Out All Night (1933) Kid in Hollywood (1933) Glad Rags to Riches (1933) New Deal Rhythm (1933) The Pie-Covered Wagon (1932) The Red-Haired Alibi (1932) War Babies (1932) Runt Page (1932) Kid's Last Stand (1932) Prêmios 1935 Oscar Juvenil Mais: Shirley Temple de A a Z Imagens         Galeria (Clique na imagem)
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Nome: Maria Antonieta Porto Carrero Nascimento e local: 23/08/1922, Rio de Janeiro, Brasil Ocupação: atriz Nacionalidade: Brasileira Casamentos: Carlos Thiré, Adolfo Celli e César Thedi Filho: Cecil Thiré Biografia Tonia Carrero nasceu Maria Antonieta Porto Carrero e era filha de oficial do exército. Formou-se em educação física, mas acabou enveredando nos rumos do teatro e cinema. Seu primeiro casamento foi aos 16 anos, com o produtor Carlos Thiré. Ela estreou no teatro com a peça “Um Deus dormiu lá em casa” (juntamente com Paulo Autran, que também estreou nessa peça). Estreou no cinema em 1947 com “Querida Suzana”. Tonia nunca quis fazer chanchada, por isso não quis trabalhar em Atlântica. Em 1979 fez “Caminhos do sol”, que era um drama regional que a consolidou como estrela do cinema nacional. Em 1952, já vivendo com o diretor italiano Adolfo Cecil, empolgou com sua interpretação em “Tico tico no fubá”, tendo como companheiro de cena o ilustre Anselmo Duarte. Sua carreira seguiu entre participações em novelas, e teatros, e atualmente a atriz segue nos palcos. Filmes Chega de Saudade (2007) Gato de Botas Extraterrestre, O (1990) Fábula de la Bella Palomera (1988) . Sonhos de Menina Moça (1987) Gordos e Magros (1976) Meus Filhos (1971) (TV) Tempo de Violência (1969) Copacabana Palace (1962) Sócio de Alcova (1962) Esse Rio Que Eu Amo (1962) Alias Gardelito (1961) Mãos Sangrentas (1955) É Proibido Beijar (1954) Apassionata (1952) Tico-Tico no Fubá (1952) Quando a Noite Acaba (1950) Caminhos do Sul (1949) Querida Susana (1947)
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Nome: Mabel Ethelreid Normand Nascimento e local: 16/11/1892, New Brington, EUA Morte: 22/02/1930, Califórnia, EUA, tuberculose e drogas Ocupação: atriz Nacionalidade: Americana Casamento: Lew Cody , Mack Sennett (noivo) Filhos: não Biografia Mabel Normand nasceu nos Estados Unidos, em 1894. Considerada por muitos como a melhor comediante do cinema mudo, parecia extremamente frágil, mas na verdade era muito corajosa, fazendo ela mesma as suas cenas perigosas. Começou sua carreira ainda adolescente, com 16 anos, na Biograph (pertencente a D.W.Griffith). Depois foi contratada por Mack Senneth, indo trabalhar na Keystone. Lá alcançou fama e passou a dirigir seus próprios filmes a partir de 1913, com “Mabel’s stormy na Affair”. Co-estrelou com Chaplin diversos filmes, e também o dirigiu em alguns. Montou com Mack Senneth, seu noivo, a “Mabel Normand Feature Film Company”. Com o tempo seu comportamento foi ficando cada vez mais extravagante. Uns atribuíam isto ao uso de drogas e à decepção sofrida com a traição de Mack Senneth, na véspera do seu casamento. Alguns escândalos vieram a prejudicar sua carreira, como a morte do diretor Wiliam Desmond Taylor e posteriormente o negociante de petróleo Courtland Dines. Mabel faleceu em decorrência de uma tuberculose, aliada ao uso de drogas. Estava com apenas 36 anos. Filmes como atriz One Hour Married (1927) Should Men Walk Home? (1927) Anything Once! (1927) The Nickel-Hopper (1926) Raggedy Rose (1926) The Extra Girl (1923) Suzanna (1923) . Oh, Mabel Behave (1922) Head Over Heels (1922) Molly O' (1921) What Happened to Rosa (1920) The Slim Princess (1920) Pinto (1920) Jinx (1919) Upstairs (1919) When Doctors Disagree (1919) The Pest (1919) Sis Hopkins (1919) Stake Uncle Sam to Play Your Hand (1918) A Perfect 36 (1918) Peck's Bad Girl (1918) Mickey (1918) Back to the Woods (1918) The Venus Model (1918) Joan of Plattsburg (1918) The Floor Below (1918) Dodging a Million (1918) Nright Lights (1916) He Did and He Didn't (1916) Fatty and Mabel Adrift (1916) Stolen Magic (1915) My Valet (1915) The Little Teacher (1915) Mabel Lost and Won (1915) Mabel's Wilful Way (1915) Their Social Splash (1915) Wished on Mabel (1915) That Little Band of Gold (1915) Mabel and Fatty's Married Life (1915) Mabel, Fatty and the Law (1915) Fatty and Mabel at the San Diego Exposition (1915) Fatty and Mabel's Simple Life (1915) Mabel and Fatty's Wash Day (1915) Rum and Wall Paper (1915) Getting Acquainted - Carlitos e Mabel em passeio (1914) Shotguns That Kick (1914) The Sea Nymphs (1914) Fatty's Wine Party (1914) Tillie's Punctured Romance - Idilio Desfeito (1914) An Incompetent Hero (1914) His Trysting Place - O Engano (1914) Lovers' Post Office (1914) Gentlemen of Nerve - Isabel e Carlitos nas corridas (1914) Mabel's Blunder (1914) Hello, Mabel (1914) Mabel's Latest Prank (1914) The Masquerader (1914) Those Country Kids (1914) The Sky Pirate (1914) Mabel's New Job (1914) Mabel's Married Life - DOis casais encrencados (1914) A Missing Bride (1914) A Gambling Rube (1914) Mabel's Busy Day - Carlitos e as salsichas (1914) Her Friend the Bandit - Carlitos Ladrao elegante (1914) The Fatal Mallet - O Malho de carlitos (1914) The Alarm (1914) Mabel's Nerve (1914) Caught in a Cabaret - Bobote em apuros (1914) Where Hazel Met the Villain (1914) Mabel at the Wheel - Carlitos banca o tirano (1914) Mack at It Again (1914) A Film Johnnie - Joãozinho na película (1914) Mabel's Strange Predicament - Carlitos no hotel (1914) Mabel's Bare Escape (1914) Won in a Closet (1914) In the Clutches of the Gang (1914) Mabel's Stormy Love Affair (1914) A Glimpse of Los Angeles (1914) A Misplaced Foot (1914) The Champion (1913) Zuzu, the Band Leader (1913) Fatty's Flirtation (1913) The Gusher (1913) Cohen Saves the Flag (1913) A Muddy Romance (1913) Love Sickness at Sea (1913) Fatty at San Diego (1913) The Speed Kings (1913) Teddy Tetzlaff and Earl Cooper (1913) A Healthy Neighborhood (1913) The Bowling Match (1913) When Dreams Come True (1913) The Faithful Taxicab (1913) The Gypsy Queen (1913) Mabel's Dramatic Career (1913) Mabel's New Hero (1913) Baby Day (1913) The Riot (1913) Professor Bean's Removal (1913) Love and Courage (1913) A Noise from the Deep (1913) The Telltale Light (1913) For the Love of Mabel (1913) The Waiters' Picnic (1913) The Speed Queen (1913) The Hansom Driver (1913) Passions, He Had Three (1913) Barney Oldfield's Race for a Life (1913) The Foreman of the Jury (1913) Hubby's Job (1913) Mabel's Awful Mistakes (1913) A Little Hero (1913/I) That Ragtime Band (1913) The Bangville Police (1913) Father's Choice (1913) Those Good Old Days (1913) Hide and Seek (1913) Her New Beau (1913) On His Wedding Day (1913) At Twelve O'Clock (1913) Near to Earth (1913) The Rube and the Baron (1913) Love and Pain (1913) Foiling Fickle Father (1913) The Two Widows (1913) A Strong Revenge (1913) The Rural Third Degree (1913) The Sleuths at the Floral Parade (1913) A Doctored Affair (1913) A Red Hot Romance (1913) The Professor's Daughter (1913) A Tangled Affair (1913) Mabel's Heroes (1913) Heinze's Resurrection (1913) The Battle of Who Run (1913) Brothers (1913) Just Brown's Luck (1913) The Deacon Outwitted (1913) The Mistaken Masher (1913) For Lizzie's Sake (1913) The Cure That Failed (1913) A Double Wedding (1913) Saving Mabel's Dad (1913) The Duel (1912/I) Mabel's Stratagem (1912) The Drummer's Vacation (1912) Mabel's Adventures (1912) A Family Mixup (1912) A Midnight Elopement (1912) Brown's Seance (1912) Pat's Day Off (1912) A Desperate Lover (1912) Mr. Fix-It (1912) The Rivals (1912) The Deacon's Troubles (1912) A Temperamental Husband (1912) At It Again (1912) Mabel's Lovers (1912) At Coney Island (1912) The Grocery Clerk's Romance (1912) Ambitious Butler (1912) The Flirting Husband (1912) The Beating He Needed (1912) Pedro's Dilemma (1912) The New Neighbor (1912) Cohen Collects a Debt (1912) The Water Nymph (1912) He Must Have a Wife (1912) Mr. Grouch at the Seashore (1912) An Interrupted Elopement (1912) Tragedy of the Dress Suit (1912) The Tourists (1912) What the Doctor Ordered (1912) A Dash Through the Clouds (1912) The New Baby (1912) Katchem Kate (1912) Neighbors (1912) Tomboy Bessie (1912) Helen's Marriage (1912) When Kings Were the Law (1912) The Furs (1912) The Fickle Spaniard (1912) The Brave Hunter (1912) Help! Help! (1912) Oh, Those Eyes (1912) Hot Stuff (1912) A Voice from the Deep (1912) The Engagement Ring (1912) A Spanish Dilemma (1912) The Fatal Chocolate (1912) The Mender of Nets (1912) Did Mother Get Her Wish? (1912) The Eternal Mother (1912) Kings Court (1912) Race for a Life (1912) Saved from Himself (1911) Why He Gave Up (1911) Their First Divorce Case (1911) A Victim of Circumstances (1911) The Inventor's Secret (1911) Through His Wife's Picture (1911) The Unveiling (1911) Italian Blood (1911) The Making of a Man (1911) Her Awakening (1911) The Revenue Man and the Girl (1911) The Squaw's Love (1911) The Baron (1911) How Betty Won the School (1911) The Diving Girl (1911) The Strategy of Ann (1911) The Subduing of Mrs. Nag (1911) Two Overcoats (1911) The Changing of Silas Marner (1911) A Dead Man's Honor (1911) When a Man's Married His Trouble Begins (1911) Picciola; or, The Prison Flower (1911) Troublesome Secretaries (1911) Betty Becomes a Maid (1911) A Tale of Two Cities (1911) The Diamond Star (1911) Saved from Herself (1911) Over the Garden Wall (1910) Indiscretions of Betty (1910) Mais E Eles se Foram Vitimados pelas Drogas... Comediantes do Cinema Silencioso...
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    Ficha   Nome: Frances Ethel Gumm Nascimento e local: 10/06/1922, Grand Rapids, EUA Morte: 22/06/1969, Londres, Inglaterra, overdose acidental (?) Ocupação: atriz e cantora Nacionalidade: Americana Casamentos: David Rose, Vincent Minelli, Sidney Luft, Mark Herron, Mickey Devinko Filhos: Liza Minelli, Lorna Luft e Joe Luft Biografia Nascida Frances Ethel Gumm, em Grand Rapids, Minnesota, Judy Garland era a filha mais nova de Francis Avent "Frank" Gumm (20 de março de 1886 - 17 de novembro de 1935) e Ethel Marion Milne (17 de novembro de 1893 - 5 de janeiro de 1953). Seus pais se estabeleceram em Grand Rapids para atuar no teatro. A ascendência de Judy em ambos os lados de sua família pode ser rastreada até o Colonial Day dos Estados Unidos. Seu pai era descendente da família Marable da Virgínia e sua mãe de Patrick Fitzpatrick, que emigrou para os Estados Unidos na década de 1770, em Brooklyn, condado de Meath, Irlanda. Batizada, em uma igreja local episcopal, "Baby" (como Frances foi chamada por seus pais e irmãs) compartilhava o dom de sua família para a música e dança. Baby fez sua primeira aparição com a idade de dois anos e meio, quando se juntou a suas duas irmãs mais velhas, Mary Jane "Suzy" Gumm (1915-64) e Dorothy Virgínia "Jimmie" Gumm (1917-77), sobre a palco do teatro do pai durante um show de Natal, e cantou um coro de Jingle Bells. Acompanhada por sua mãe ao piano, o show The Sisters Gumm foi realizado no teatro de seu pai durante os próximos anos. Na sequência de rumores de que Frank Gumm tinha feito contínuos "avanços sexuais masculinos" em seu teatro, a família mudou-se para Lancaster, Califórnia, em junho de 1926. Frank tinha comprado outro teatro em Lancaster e Ethel, atuando como sua gerente, começou a trabalhar para colocar suas filhas em imagens em movimento. Em 1928, as The Sisters Gumm matricularam-se em uma escola de dança dirigida por Ethel Meglin, proprietária do grupo de dança Meglin Kiddies. As irmãs apareceram com a trupe de seu show anual de Natal. Foi através do Meglin Kiddies que Judy e suas irmãs fizeram sua estreia no cinema, em 1929, em Revue Big. Isso foi seguido por apresentações em dois curtos vitaphones (processo de gravação da banda sonora num disco que posteriormente era sincronizado quando da exibição do filme) no ano seguinte, Holiday in Storyland e The Wedding of Jack and Jill. Elas, a seguir, apareceram juntas em Bubbles. A última aparição na tela do The Sisters Gumm veio em 1935, em outro curta intitulado La Fiesta de Santa Barbara. Em 1934, as irmãs, que até então tinham viajado pelo circuito de vaudeville como The Sisters Gumm por muitos anos, apresentaram-se em Chicago, no Teatro Oriental, com George Jessel. Ele incentivou o grupo a escolher um nome mais atraente depois que o nome "Gumm" foi recebido com risos da plateia. The Garland Sisters foi escolhido e Frances mudou seu nome para "Judy" logo depois, inspirada por uma canção popular de Hoagy Carmichael. Várias histórias persistem em relação à origem do nome "Garland". Uma é que foi criada por Jessel após ver a personagem Carole Lombard, de Lily Garland, no filme Twentieth Century, que passou no Oriental; outra é que o trio escolheu o sobrenome por causa do crítico Robert Garland. A filha de Judy, Lorna Luft, declarou que a mãe escolheu o nome quando Jessel anunciou que o trio de cantores "parecia mais bonito do que uma grinalda de flores". Outra variação surgiu quando Jessel foi convidado do programa de televisão de Judy em 1963. Ele alegou que a atriz Judith Anderson enviou um telegrama contendo a palavra "Garland" (grinalda) e ela ficou na sua mente. De qualquer forma, no final de 1934, o Gumm Sisters havia mudado seu nome para Garland Sisters. O trio foi quebrado em agosto de 1935, no entanto, quando Suzanne Garland voou para Reno, Nevada, e casou com o músico Lee Kahn, um membro da orquestra de Jimmy Davis, que se apresentava em Cal-Neva Lodge, Lake Tahoe. Em 16 de novembro de 1935, em meio à preparação para uma apresentação de rádio no Chateau Shell Hour, Judy soube que seu pai, que tinha sido hospitalizado com meningite, havia piorado. Frank Gumm morreu na manhã seguinte, em 17 de novembro. A canção de Judy para o Chateau Shell Hour foi sua primeira apresentação profissional com Zing! Went the Strings of My Heart, uma canção que se tornaria um padrão em muitos de seus concertos. Em 1935, Judy assinou um contrato com a MGM (atualmente parceira da Sony Pictures Entertainment), supostamente sem um teste de tela, mas ela realmente tinha feito um teste para o estúdio há vários meses. "O pai de morrera quando tinha 13 anos, a mãe foi-lhe de pouca valia, e ela logo se tornou uma "filha da MGM", o estúdio de Hollywood, onde trabalhava" ("Tudo Sobre Drogas: Famosos e Drogados" pág. 79, Marc Kusinitz, Ed. Nova Cultural, São Paulo, 1988) O estúdio não sabia o que fazer com Judy, pois aos 15 anos ela era mais velha do que a estrela infantil tradicional, mas muito jovem para papéis adultos. A aparência física dela criou um dilema para a MGM. Com apenas 1,64m, Judy não exemplificava o tipo mais glamouroso exigido das protagonistas da época. Ela era autoconsciente e preocupada com sua aparência. "Judy foi para a escola no MGM, com Ava Gardner, Lana Turner, Elizabeth Taylor, belezas reais", disse Charles Walters, que dirigiu Garland em uma série de filmes. "Judy era o grande fazedor de dinheiro na época, um grande sucesso, mas era o patinho feio ... acho que isso teve um efeito muito prejudicial no seu emocional por um longo tempo. Acho que durou para sempre, realmente. " Sua situação difícil foi agravada pelo chefe de estúdio Louis B. Mayer, que se referiu a ela como sua "pequena corcunda" a fim de depreciá-la. Há rumores de que Louis Mayer investiu diversas vezes sexualmente contra a atriz que não quis ter um caso com ele, pois ela era apaixonada e fiel a seu atual marido Mickey Deans. O dono do estúdio praticou assédio sexual e moral contra a atriz, abusando de sua posição na empresa e autoridade hierárquica, pois acreditava que todas as atrizes do estúdio deveriam fazer qualquer coisa que ele quisesse, por ele ser rico e poderoso. Dizem que ele chegou a financiar a desgraça da atriz, pagando médicos, paparazzis e todos ao redor da atriz para levá-la cada vez mais ao fundo do poço. A condição para que ela se libertasse disso e passasse a ter privilégios na MGM, era que ela fornecesse sexo a la carte a Louis Mayer, mantendo sigilo dessa situação deprimente, e sob ameaça de morte caso essa proposta caísse nos ouvidos da imprensa internacional. Há evidências de que Louis estava viciado em drogas e jogo ilegal, e por dever dinheiro para a máfia e o narcotráfico "apostou" a atriz em um jogo de Poker como vingança, e a perdeu na partida, o que levou os bandidos a irem atrás de Judy e a pressionassem a entrar de maneira forçada na prostituição, já que uma atriz de Hollywood seria uma atração muito rentável para os cassinos e prostíbulos da máfia. Os mafiosos e narcotraficantes então, se infiltraram no estúdio para interferir nos trabalhos da atriz e manipulá-la financeiramente para atrai-la e depois aliciá-la para seus interesses pérfidos. E tudo isso com a colaboração do dono do estúdio Louis Mayer da MGM, que estava sabendo de tudo isso. Porém, com medo de um escândalo e ter sua reputação destruída, Louis Mayer usou seus contatos com o Departamento Jurídico da Califórnia para impor uma censura velada a jornalistas que estavam proibidos de noticiar qualquer coisa que "ferisse a imagem de uma personalidade pública e respeitável, e uma das mais influentes de Hollywood". O que acabou servindo de combustível para que a equipe do 60 minutes, da BBC e outros passassem a investigar ainda mais a fundo essa situação, contribuindo com as investigações do FBI e da Interpol, além de conseguirem furar o bloqueio judicial através das mais diversas estratégias literárias. As autoridades da California ficaram de olho na situação da atriz, pois isso estava interferindo na economia do Estado e estava acontecendo as vistas do público internacional, já que os paparazzis pagos tanto por Louis quanto pela máfia e o narco-tráfico estavam passando dos limites, e usando essa visibilidade para viciar a população em drogas e aumentar seus territorios tomando negócios de outras máfias. Além disso, havia pelo menos mais 100 artistas vivendo a mesma situação de Judy, e pelo menos 3 deles morreram de overdose de barbitúricos com receita azul. Isso não agradava em nada ao Departamento de Saúde da cidade, que estava enfrentando crises devido aos fãs de tais artistas que estavam indo atrás de barbituricos e imitando o comportamento supostamente espontâneo dos artistas. A Interpol e o FBI suspeitavam que a indústria farmacêutica também estava financiando essa situação por querer ampliar seus mercados consumidores, o que gerou uma crise no Departamento Comercial. Durante seus primeiros anos no estúdio, Judy foi fotografada e vestida com roupas simples ou babados juvenis e trajes para "coincidir" com a "garota da porta do lado", imagem que foi atribuída para ela devido a seus modos na vida particular fora dos estúdios. Ela acabou por ser escalada como antagonista de Deanna Durbin, no curto musical Every Sunday. O filme serviu como um teste de tela estendida para a dupla, pois os executivos do estúdio estavam questionando se valeria a pena ter 2 cantoras meninas do mesmo estilo no seu casting. Mayer finalmente decidiu manter as 2 meninas, devido ao apelo dos fãs de Judy já que Deanna dormia com Louis nos bastidores, mas por essa altura a opção de Durbin havia caído (Louis passou a preferir dormir com outra atriz) e ela firmou contrato com a Universal Studios por não querer mais se submeter a tal situação vergonhosa. Judy, logo a seguir, acabou despertando a atenção dos executivos de diversos outros estúdios cantando um arranjo especial de You Made Me Love You, para Clark Gable, em uma festa de aniversário realizada pelo estúdio para o ator, que acabou sendo um sucesso de público. Sua interpretação foi tão bem vista pela indústria do entretenimento em geral, que Judy teve que repetir a dose no All-Star Extravaganza Broadway Melody de 1938, em que cantou a canção para uma foto de Gable. A MGM foi obrigada a ceder às pressões da concorrência, que oferecia contratos cultuosos para Judy, e, por não querer liberar a atriz fizeram Judy atuar com Mickey Rooney em uma sequência de musicais Backstreet ou "fundo de quintal". A dupla apareceu pela primeira vez no filme de 1940 Thoroughbreds B Don't Cry. Eles se tornaram uma sensação e juntaram-se novamente em Love Finds Andy Hardy. Judy acabaria por estrelar, com Rooney, nove filmes. "Bem cedo Judy Garland tornou-se dependente, o que aconteceu sem que ela soubesse ou fosse consultada. Isso foi obra do gerente do estúdio, Louis Mayer, que, para melhor utilizar os serviços da jovem, providenciava-lhe anfetaminas para estimulá-la e, depois, barbitúricos para que dormisse quando não era mais necessária. Seu 5º marido, Mickey Deans, narra em um livro alguns dos momentos terríveis da vida da atriz. "Trabalhávamos seis dias por semana, dez a doze horas por dia", lembra ele. Em certas ocasiões, "o doutor do estúdio trazia para mim e para outros atores pílulas que pareciam grandes como pires. Eram para manter-nos alerta. Quando acabava de encenar, levavam-me para o hospital do estúdio. A macaca Chita era mais bem tratada do que eu." Após longas lutas para recuperar-se, física e profissionalmente, e depois de grandes sucessos, como Nasce Uma Estrela, Judy morreu em julho de 1969 de uma dose excessiva, e aparentemente acidental, de barbitúricos." ("Tudo Sobre Drogas: Famosos e Drogados" pág. 79-80, Marc Kusinitz, Ed. Nova Cultural, São Paulo, 1988) Judy logo conseguiu o papel principal de Dorothy Gale em O Mágico de Oz (1939), na idade de 16 anos, em que ela cantou a música com a qual ela sempre seria identificada, Over the Rainbow. Embora os produtores Arthur Freed e Mervyn LeRoy quisessem Judy desde o início, o chefe do estúdio Mayer tentou primeiro conseguir Shirley Temple, da 20th Century Fox. Os serviços de Temple foram negados e Judy foi escalada. Garland foi inicialmente equipada com uma peruca loira para o papel, mas Freed e LeRoy decidiram contra isso na hora de filmar. Seus seios estavam presos com fita e ela foi obrigada a usar um colete especial para aplainar suas curvas e fazê-la parecer mais jovem, seu vestido de algodão azul também foi escolhido por seu efeito de indefinição sobre sua figura. A filmagem começou em 13 de outubro de 1938 e foi concluída em 16 de março de 1939, com um custo final de mais de 2 milhões de dólares. A partir da conclusão das filmagens, A MGM manteve Judy ocupada com turnês promocionais e as filmagens de Babes in Arms. Garland e Mickey Rooney foram enviados em uma turnê promocional através do país, que culminou em 17 agosto com a New York City Priemiere no Teatro Capitólio, que incluía cinco shows por dia. O Mágico de Oz foi um tremendo sucesso de crítica, mas, com seu alto orçamento e promoções, que custaram cerca de 4 milhões, juntamente com a baixa receita gerada por ingressos de crianças, o filme não teve lucro até que foi relançado em 1940. Na cerimônia do Oscar de 1940, Judy recebeu um Oscar Juvenil pelos seus desempenhos em 1939, incluindo The Wizard of Oz e Babes in Arms. Na sequência desse reconhecimento, Judy se tornou um dos astros mais rentáveis da MGM. Em 1940, ela estrelou três filmes: Andy Hardy Meets Debutante, Strike Up the Band e Little Nellie Kelly. No último filme, Garland interpretou seu primeiro papel de adulto, um duplo papel de mãe e filha. A personagem Little Nellie Kelly foi comprada de George M. Cohan como um veículo para Judy avaliar tanto seu apelo de audiência como sua aparência física. O papel foi um desafio para ela, exigindo o uso de um acento, seu primeiro beijo adulto e a única cena de morte de sua carreira. O sucesso dos três filmes, e mais três filmes em 1941, garantiu sua posição na MGM como sua maior propriedade. Durante esse tempo, Judy experimentou seus primeiros romances adultos sérios. O primeiro foi com o líder de banda Artie Shaw. Garland era profundamente dedicada a Shaw e ficou devastada no início de 1940, quando ele fugiu com Lana Turner. Judy começou um relacionamento com o músico David Rose e, em seu 18º aniversário, Rose deu-lhe um anel de noivado. O estúdio interveio porque ele ainda era casado na época com a atriz e cantora Martha Raye. O casal concordou em esperar um ano para permitir o divórcio de Rose de Raye e casaram em 27 de julho de 1941. Ela estava visivelmente mais magra em seu próximo filme, For Me and My Gal, ao lado de Gene Kelly em sua primeira aparição na tela. Garland ficou no topo dos créditos pela primeira vez e, efetivamente, fez a transição de estrela adolescente a atriz adulta. Na idade de 21 anos, ela recebeu um tratamento de glamour em Presenting Lily Mars, no qual ela usava vestidos adultos. Seu brilhante cabelo estava puxado para cima de forma elegante. No entanto, não importa o quão glamourosa ou bonita ela aparecesse na tela ou em fotografias, ela nunca estava confiante em sua aparência e nunca escapou da imagem de "garota da porta do lado" que tinha sido criada para ela. Somando-se à sua insegurança, houve a dissolução de seu casamento com David Rose. Judy, que tinha abortado a sua gravidez em 1942, concordou com uma separação em janeiro de 1943 e eles se divorciaram em 1944. Um dos mais bem sucedidos filmes de Garland para a MGM foi Meet me in St. Louis (1944), em que ela apresentou três canções: The Trolley Song, The Boy Next Door e Have Yourself a Merry Little Christmas. Vincente Minnelli foi designado para dirigir esse filme e pediu que a artista de make-up Dorothy Ponedel fosse atribuída a Garland para melhorar sua imagem. Ponedel refinou a aparência de Judy de diversas maneiras, incluindo a ampliação e remodelação das sobrancelhas, mudando seu cabelo, modificando sua linha de lábio e com a remoção de discos de seu nariz. Judy apreciou os resultados, tanto que Ponedel foi escrita em seu contrato para todas as suas fotos restantes na MGM. Durante as filmagens de Meet me in St. Louis, depois de alguns conflitos iniciais entre eles, Minnelli e Garland começaram um relacionamento. Eles casaram em 15 de junho de 1945 e em 12 de março de 1946 sua filha Liza Minnelli nasceu. The Clock (1945) foi o seu primeiro filme dramático, ao lado de Robert Walker. Embora o filme tenha sido elogiado pela crítica e obtivesse muito lucro, a maioria dos fãs do filme esperava que ela cantasse. Seriam muitos anos antes que ela fizesse outro papel dramático sem cantar. Outros filmes famosos dela nos anos 1940 incluem The Harvey Girls (1946), no qual ela cantou a música vencedora do Academy Award, On the Atchison, Topeka e Santa Fé, e The Pirate (1948). Durante as filmagens de The Pirate, em abril de 1947, Judy sofreu um colapso nervoso e foi colocada em um sanatório privado. Ela foi capaz de completar as filmagens, mas em julho desse ano fez sua primeira tentativa de suicídio, fazendo pequenos cortes nos pulsos com um vidro quebrado. Na sequência de seu trabalho em The Pirate, Judy completou mais três filmes para a MGM: Easter Parade (em que ela dançou com Fred Astaire), In the Good Old Summertime, e seu último filme com a MGM, Summer Stock. Garland foi incapaz de completar uma série de filmes. Durante as filmagens de Os Barkleys da Broadway, Judy tomou uma prescrição de medicação para dormir, juntamente com comprimidos ilicitamente obtidos contendo morfina. Estes, em combinação com enxaqueca, levaram-na a perder vários dias de filmagem. Depois de ser advertido pelo médico de que ela só seria capaz de trabalhar quatro a cinco dias por vez, com incrementos de períodos de repouso prolongado entre eles, o executivo da MGM Arthur Freed tomou a decisão de suspender Garland em 18 de julho de 1948. Ela foi substituída por Ginger Rogers. Judy estava no elenco da adaptação cinematográfica de Annie Get Your Gun, no papel-título de Annie Oakley. Ela estava nervosa com a perspectiva de assumir um papel fortemente identificado com Ethel Merman, preocupada por aparecer em um papel não-glamouroso após ser identificada com papéis juvenis por vários anos, e perturbada por causa do seu tratamento nas mãos do diretor Busby Berkeley. Ela começou a chegar atrasada ao set e às vezes não aparecia. Ela foi suspensa em 10 de maio de 1949 e foi substituída por Betty Hutton. Judy fez seu próximo filme, Royal Wedding June Allyson, quando ficou grávida, em 1950. Ela novamente não se apresentou para o set em diversas ocasiões e o estúdio suspendeu o seu contrato em 17 de junho de 1950, substituindo-a por Jane Powell. Respeitáveis biografias após a morte de Garland declararam que, depois dessa última demissão, ela esfregou no pescoço um copo de água quebrado, exigindo apenas um Band-Aid, mas, ao mesmo tempo, o público foi informado de que uma desalentada Garland tinha cortado a garganta. "Tudo que eu podia ver à frente era mais confusão", disse mais tarde Judy sobre a tentativa de suicídio. "Eu queria apagar o futuro, assim como o passado. Eu queria me machucar e todos que me feriram." Em 1951, Garland se divorciou de Vincente Minnelli. Ela contratou Sid Luft como seu gerente no mesmo ano. Luft organizou uma turnê de quatro meses de concertos no Reino Unido, onde esgotou as vendas de ingressos em toda a Inglaterra, Escócia e Irlanda. A turnê incluiu apresentações no famoso London Palladium, por um período de quatro semanas em abril. Apesar de a imprensa britânica criticá-la, antes de sua estreia, por ser "muito gorda", ela recebeu críticas positivas e a ovação foi descrita pelo gerente do Paládio como a mais alta que ele nunca tinha ouvido falar. Em outubro de 1951, Judy iniciou, em um estilo vaudeville, duas apresentações por dia no recém-reformado Broadway's Palace Theatre. As 19 semanas de apresentação ultrapassaram todos os recordes anteriores para o teatro e isso foi descrito como "um dos maiores triunfos da história pessoal do show business". Judy foi homenageada pela sua contribuição para a revitalização do vaudeville com um especial de Tony Award. Garland e Luft se casaram em 8 de junho de 1952, em Hollister, Califórnia, e Judy deu à luz a primeira filha do casal, Lorna, no mesmo ano. As realizações pessoais e profissionais de Garland durante esse tempo foram marcadas pelas ações de sua mãe, Ethel. Em maio de 1952, no auge do retorno de Judy, Ethel foi destaque em uma história do Los Angeles Mirror, no qual ela revelou que, embora Garland estivesse fazendo uma pequena fortuna no Pallace, Ethel estava trabalhando em escritório, na Douglas Aircraft Company, por 61 dólares por semana. Garland e Ethel tinha ficado afastadas por anos, com Judy caracterizando sua mãe como "não serve para nada a não ser para criar caos e medo" e acusando-a de má administração e apropriação indevida do salário de Judy desde os primeiros dias de sua carreira. A irmã de Judy, Virgínia, negou, dizendo: "Mamãe nunca levou um centavo de Judy". Em 5 de janeiro de 1953, Ethel foi encontrada morta no estacionamento Douglas Aircraft. Em 1954, Garland filmou um remake do musical A Star is Born para a Warner Bros. Luft e Garland, através de sua produtora Transcona Enterprises, produziram o filme, enquanto a Warner Bros forneceu os fundos e as instalações de produção e da equipe. Dirigido por George Cukor e co-estrelado por James Mason, era uma grande empreitada a que Garland inicialmente se dedicou plenamente. Com o progredir da filmagem, no entanto, ela começou a fazer as coisas que tinha feito tantas vezes durante seus últimos filmes da MGM. Atrasos de produção e aumento dos custos levaram a confrontos com Jack Warner, o cabeça da Warner Bros. Por sugestão de Luft, o Born in a Trunk (Nascido em um Tronco) foi filmado como uma vitrine para Garland e contra as objeções do diretor Cukor, que temia que o comprimento adicional levasse a cortes em outras áreas. A sequência do filme foi concluída em 29 de julho. Após a sua estreia mundial em 29 de setembro, o filme foi recebido com aclamação crítica e popular enorme. Antes do lançamento, o filme foi editado por instrução de Jack Warner, os operadores de cinema estavam preocupados porque eles só foram capazes de rodar o filme três ou quatro vezes por dia em vez de cinco ou seis e pressionaram o estúdio para fazer reduções adicionais. Cerca de 30 minutos de imagens foram cortados, provocando indignação entre os críticos e cinéfilos. A Star is Born acabou perdendo dinheiro e a posição financeira de Judy ficou abalada porque os lucros esperados não se materializaram. A Transcona não fez mais filmes com a Warner. Garland foi nomeada para o Óscar de Melhor Atriz (principal) e, nas vésperas do Academy Awards, era esperada como a provável vencedora pelo público e críticos. Ela não pôde comparecer à cerimônia porque tinha acabado de dar à luz seu filho, Joseph Luft, então uma equipe de televisão estava no hospital com câmeras e cabos para a transmissão televisiva do discurso de aceitação antecipada. O Oscar foi ganho, no entanto, por Grace Kelly, para The Country Girl (1954). A equipe de filmagem foi à cerimônia antes que Kelly pudesse chegar ao palco. Judy até fez piadas sobre o incidente, em sua série de televisão, dizendo: "... e ninguém disse adeus". Groucho Marx enviou um telegrama após a cerimônia de premiação, declarando que a sua perda foi "o maior roubo desde Brinks". Esse dia ainda é considerado uma das maiores viradas na história do Oscar. Judy, no entanto, ganhou o Globo de Ouro de Melhor Atriz em um Musical pelo papel. Os filmes de Garland após A Star Is Born incluíram Julgamento em Nuremberg (1961) (para o qual ela foi indicada para Oscar e Golden Globe, nomeada para Melhor Atriz (coadjuvante/secundária), o longa-metragem animado Gay Purr-ee (1962), e A Child is Waiting ((1963 ), com Burt Lancaster. Seu último filme, I Could Go On Singing (1963), co-estrelado por Dirk Bogarde, espelhou sua própria vida com a história de uma cantora mundalmente famosa. A última música do filme foi a profética I Could Go on Singing. Começando em 1955, Garland apareceu em vários especiais de televisão. O primeiro foi o episódio de estreia de 1955 do Ford Star Jubileu, que foi a primeira transmissão totalmente colorida na CBS e foi um triunfo, marcando 34,8 pontos na classificação Nielsen. Judy fez um contrato de três anos e de 300.000 dólares com a rede. Só um adicional especial, uma edição ao vivo da General Electric Theater, foi transmitido em 1956, antes de a relação entre a Lufts e CBS ter se quebrado em uma disputa sobre o formato planejado dos especiais programados. Em 1956, Judy se apresentou por quatro semanas no The New Frontier Hotel, em Las Vegas, por um salário de 55.000 dólares por semana, fazendo-a a mais bem paga animadora de Las Vegas. Apesar de um breve ataque de laringite, suas performances foram tão bem sucedidas que sua execução foi prorrogada por uma semana. Mais tarde, naquele ano, ela voltou ao Palace Theatre, local de seus triunfos anteriores em concertos de duas vezes por dia. Ela iniciou em setembro, tendo mais uma vez elogios e aclamação popular. Em novembro de 1959, Judy foi internada com diagnóstico de hepatite aguda. Ao longo das próximas semanas, vários fluidos foram drenados de seu corpo até que, ainda fraca, ela foi liberada do hospital em janeiro de 1960. Ela foi informada pelos médicos de que provavelmente tinha cinco anos ou menos para viver e que, mesmo se sobrevivesse, ela seria uma semi-inválida e nunca iria cantar novamente. Inicialmente, ela se sentiu "muito aliviada" com o diagnóstico. "A pressão estava fora de mim pela primeira vez na minha vida". No entanto, Judy recuperou-se com êxito ao longo dos próximos meses e, em agosto do mesmo ano, voltou ao palco do Palladium. Ela se sentiu tão calorosamente abraçada pelos britânicos que anunciou sua intenção de mudar-se definitivamente para a Inglaterra. A aparição no concerto no Carnegie Hall, em 23 de abril de 1961, foi um destaque considerável, chamado por muitos de "a noite maior da história do show business". A gravação dupla Judy at Carnegie Hall ganhou o certificado de ouro, marcando presença por 95 semanas na Billboard, incluindo 13 semanas no número um. O álbum ganhou cinco prêmios Grammy, incluindo Álbum do Ano e Melhor Vocal Masculino do Ano. Em 1961, Judy e a CBS resolveram litígios de seu contrato com a ajuda de seu novo agente, Freddie Fields, e ela negociou uma nova rodada de ofertas. O primeiro programa, intitulado The Judy Garland Show, exibido em 1962, contou com convidados como Frank Sinatra e Dean Martin. Na sequência desse sucesso, a CBS fez uma oferta de 24 milhões de dólares para Judy, para uma série semanal de televisão própria, também a ser chamada de The Judy Garland Show, que foi considerado na época pela imprensa como "o maior negócio de talentos da história da TV". Embora Judy tivesse dito já em 1955 que ela nunca faria uma série de televisão semanal, no início dos anos 1960 ela estava em uma situação financeira precária. Judy fez várias centenas de milhares de dólares em dívida para com a Receita Federal, não pagando impostos em 1951 e 1952, e o fracasso financeiro de A Star is Born significava que ela não recebeu nada do que havia investido. A temporada de sucesso na televisão destinava-se a garantir o futuro financeiro de Garland. Na sequência de uma trinca especial, Judy Garland e seus convidados Phil Silvers e Robert Goulet, a série semanal estreou em 29 de setembro de 1963. The Judy Garland Show foi elogiado pela crítica, mas, por uma variedade de razões (incluindo ser colocado no mesmo horário de Bonanza na NBC), o show durou apenas uma temporada e foi cancelado em 1964, após 26 episódios. Apesar do seu curto tempo, a série foi indicada para quatro prêmios Emmy. O fim da série foi pessoalmente e financeiramente devastador para Judy, que nunca se recuperou completamente de seu fracasso. Com o desaparecimento da sua série de televisão, Judy voltou ao palco. Mais notavelmente, ela se apresentou no Paládio de Londres com sua filha Liza Minnelli, então com 18 anos, em novembro de 1964. O concerto, que também foi filmado pela rede de televisão britânica ITV, foi uma das últimas aparições de Garland no local. Ela fez aparições no The Ed Sullivan Show, The Tonight Show, The Hollywood Palace e The Merv Griffin Show, hospedando um episódio do último. Judy processou Sid Luft pelo divórcio em 1963, alegando "crueldade" como motivo. Ela também afirmou que tinha apanhado de Luft várias vezes enquanto ele bebia e que ele tinha tentado levar os filhos dela com força. Ela pediu o divórcio mais de uma vez anteriormente, inclusive já em 1956. A turnê de 1964 na Austrália foi amplamente desastrosa. O primeiro concerto em Sydney, realizado no Sydney Estadium, porque não podiam acomodar a multidão que queria vê-la, foi bem e recebeu críticas positivas. Sua segunda apresentação, em Melbourne, começou com uma hora de atraso. A multidão de 70.000 pessoas, enfurecidas pela sua morosidade e acreditando que Garland bebera, vaiaram-na e ela fugiu do estádio após apenas 45 minutos. Mais tarde, ela caracterizou a multidão de Melbourne como "brutal". O segundo concerto em Sydney foi normal, mas a apresentação em Melbourne deu-lhe má fama na imprensa. Alguns maus comentários foram causados por um episódio quase fatal de pleurisia, seguido pela quarta união de Garland, com o promotor de turnê Mark Herron. Eles anunciaram que o casamento teve lugar a bordo de um cargueiro ao largo da costa de Hong Kong, no entanto, Judy não era legalmente divorciada de Luft no momento em que a cerimônia foi realizada. Seu divórcio de Luft se tornou definitivo em 19 de maio de 1965, mas Herron e Garland não se casaram legalmente até 14 de novembro. Em fevereiro de 1967, Judy foi escalada como Helen Lawson no Valley of the Dolls da 20th Century Fox. A personagem Neely O'Hara no livro de Jacqueline Susann foi coberta de rumores de ter sido baseada em Garland. O papel de O'Hara no filme foi interpretado por Patty Duke. Durante as filmagens, Judy faltou aos ensaios e foi demitida em abril. Ela foi substituída por Susan Hayward. A pré-gravação da canção I'll Plant My Own Tree sobrevive até hoje, juntamente com os testes de seu guarda-roupa. Retornando ao palco, Garland fez suas últimas aparições no Palace Theatre de Nova York, em julho, uma turnê de 16 shows, tocando com seus filhos Lorna e Joey Luft. Judy usava um terninho de lantejoulas no palco para essa turnê, que fazia parte do guarda-roupa original de sua personagem em Valley of the Dolls. No início de 1969, sua saúde havia se deteriorado. Ela cantou em Londres na boate Talk of the Town por cinco semanas e fez seu último concerto em Copenhage, em março de 1969. Ela se casou com seu último marido, Mickey Deans, em Londres, em 17 de março de 1969, depois de seu divórcio de Herron ter sido finalizado em 11 de fevereiro daquele ano. Em 22 de junho de 1969, Judy Garland foi encontrada morta por Deans no banheiro de sua casa de Londres. O legista, Gavin Thursdon, declarou no inquérito que a causa da morte foi "uma autossobredosagem incauta" de barbitúricos; seu sangue continha o equivalente a 97 mg de cápsulas de Seconal. Thursdon salientou que a overdose foi acidental e que não havia nenhuma evidência para sugerir que ela havia cometido suicídio. A autópsia revelou que não houve inflamação do revestimento do estômago dela e nenhum resíduo de drogas em seu estômago, o que indicou que a droga havia sido ingerida por um longo período de tempo, em vez de uma dose. Seu atestado de óbito indicou que sua morte foi "acidental". Mesmo assim, um especialista britânico que tinha assistido Judy disse que ela estava vivendo com tempo emprestado devido à cirrose hepática. Garland tinha completado 47 anos apenas 12 dias antes de sua morte. Sua co-estrela em O Mágico de Oz, Ray Bolger, comentou no funeral de Judy, "Ela simplesmente se consumiu". Estima-se que 20.000 pessoas fizeram fila por horas na capela funerária Frank E. Campbell para ver o corpo dela. Judy foi enterrada no Cemitério Ferncliff, em Hartsdale, Nova York. O legado de Judy Garland como artista e como personalidade resistiu por muito tempo após sua morte. O American Film Institute nomeou Garland a oitava entre as maiores estrelas de todos os tempos. Ela tem sido objeto de mais de duas dezenas de biografias desde sua morte, incluindo o bem-recebido Me and My Shadows: A Memoir Familly, por sua filha, Lorna Luft. O livro foi posteriormente adaptado para a multipremiada minissérie de televisão, Life with Judy Garland: Me and My Shadows, que ganhou Emmy Awards por duas atrizes que retrataram Garland (Tammy Blanchard e Judy Davis). Garland foi postumamente premiada com o Grammy Lifetime Achievement Award, em 1997. Várias de suas gravações têm sido apresentadas no Hall da Fama do Grammy. Essas incluem Over the Rainbow, que foi classificada como a música número um de todos os tempos no American Film Institute's 100 Years ... 100 Songs. Quatro outras músicas de Judy são destaques na lista: Have Yourself a Merry Little Christmas, Get Happy, The Trolley Song e The Man That Got Away. Judy por duas vezes foi homenageada em selos postais dos Estados Unidos, em 1989 (como Dorothy) e novamente em 2006 (como Vicki Lester de A Star Is Born). Casamentos David Rose - músico (1941-1943) David a consolou quando ela perdeu um namorado para Lana Turner (Artie Shaw). Começaram a sair juntos e a mãe de Judy tentou impedir, pois ele já era separado e ela muito jovem. Foi o fato de ser mais velho e experiente que atraiu Judy. Garland fugiu durante as filmagens de Babes on Broadway para se casar. Para sua família e estúdio, deixou somente um bilhete que dizia: "Estou muito feliz por Dave e eu termos nos casado - dê-me um pouco de tempo e voltarei para terminar o filme com uma tomada por cena. - Amor, Judy". Todos concordaram em que o casamento foi mais para se libertar de sua mãe do que propriamente por amor. Eles foram morar na mansão de Jean Harlow. Mansão considerada assombrada, pois o marido de Jean suicidou-se lá. Ela engravidou, mas o estúdio e sua mãe decidiram que não era a hora. Seu marido também apoiou a decisão. Judy sentiu-se sozinha e triste por não respeitarem-na e jamais perdoou David por isso.   Vincent Minnelli - diretor (1945-1951) Judy e Minelli se conheceram através de Arthur Freed, produtor da MGM. Tornaram-se amigos e logo estavam saindo juntos. Durante as filmagens de Meet me In St. Louis (Agora Seremos Felizes), o caso começou a ficar mais sério. Ela gostava do jeito dele, da sua calma, de sua capacidade de acalmá-la. Minelli era bissexual e ela sabia disso. Casaram-se e logo ela engravidou de Vincent. Ele a tratou como uma princesa desde que soube da gravidez. Os críticos cochichavam que o bebê seria "imaculado" (filho de Dorothy com um homossexual). E todos ficaram surpresos quando Liza nasceu com os olhos e as bochechas do pai e o nariz empinado da mãe. Foi um período um tanto quanto calmo para ela, exceto pela depressão pós-parto. Ela tinha dado um tempo na ingestão de pílulas. Quando reiniciou as filmagens, o vício retornou. Minelli tentou fazer com que Judy se controlasse, porém, depois de um tempo, nada surtia efeito e ele cansou-se. A guarda de Liza ficou compartilhada. Durante suas brigas e crises, o casal mantinha a garotinha afastada. Sidney Luft - empresário (1951-1964) Judy conheceu Sid quando estava hospedada no Hotel Carlyle. Ele tinha sido casado com Eleanor Power. Depois de muitos desencontros, casaram-se. Em termo de personalidade, Sid era totalmente diferente de Minelli. Ele tornou-se seu empresário também, ajudando-a no período em que ela esteve afastada das telas. Tiveram dois filhos, Lorna e Joey. Depois, começaram as crises, também devido à dependência dela em remédios. Além do quê, as brigas começaram a ficar violentas, com um batendo no outro. Ele exigiu a guarda dos filhos. A briga se arrastaria por anos a fio, com Judy ganhando a guarda.   Mark Herron - ator (1964-1967) Judy conheceu esse ator de papéis coadjuvantes numa festa. Ele tinha 33 anos e ela ficara encantada, decidindo trabalhar com ele numa peça. Os planos não deram certo. Depois de uma internação, ela assumiu o romance e o apresentou como seu marido. Depois que ele estreou uma peça, anunciaram a separação, depois de comentários baixos (trocados através da imprensa) um contra o outro.   Mickey Deans - playboy (1967-1969) Judy e Mickey casaram-se em 1969, depois de seu divórcio com Mark. Em seu último ano de vida, Judy parecia mais sensível que nunca. Nenhum astro compareceu à cerimônia que foi realizada em Londres. Ele era reconhecidamente um playboy, assim como o marido anterior da atriz. Embora sorrissem muito em público, o casal brigava constantemente. Ela estava recorrendo a drogas cada vez mais pesadas. Num especial que fez para a TV britânica, olhando para Mickey, cantou uma canção "Pela primeira vez na vida tenho alguém que precisa de mim". Filmes   I Could Go on Singing - Na Glória a Amargura (1963) A Child Is Waiting - Minha Esperança é Você (1963) Gay Purr-ee - A Gata dos Meus Sonhos (1962) (voz) Judgment at Nuremberg - Julgamento em Nuremberg (1961) A Star Is Born - Nasce uma Estrela (1954) Summer Stock - Casa, Comida e Carinho (1950) In the Good Old Summertime - A Noiva Desconhecida (1949) Easter Parade - Desfile de Páscoa (1948) The Pirate - O Pirata (1948) Till the Clouds Roll By - Enquanto as Nuvens Passam (1946) Ziegfeld Follies (1946) The Harvey Girls - As Garçonetes de Harvey (1946) The Clock - O Ponteiro da Saudade (1945) Meet Me in St. Louis - Ainda Seremos Felizes (1944) Girl Crazy - Louco por Saias (1943) Presenting Lily Mars - Lily, a Teimosa (1943) Thousands cheer - A Filha do Comandante (1943) For Me and My Gal - Idílio em Do Re Mi (1942) Babes on Broadway - Calouros da Broadway (1941) Life Begins for Andy Hardy - Andy Hardy Cava a Vida (1941) Ziegfeld Girl - A Vida é um Teatro (1941) Little Nellie Kelly - Amor de Pequena (1940) Strike Up the Band - O Rei da Alegria (1940) Andy Hardy Meets Debutante - Andy Hardy e a Grã-fina (1940) If I Forget You (1940) Assista online Babes in Arms - Sangue de Artista (1939) The Wizard of Oz - O Mágico de Oz (1939) Listen, Darling (1938) Love Finds Andy Hardy - O Amor encontra Andy Hardy (1938) Everybody Sing - Todos Cantam (1938) Thoroughbreds Don't Cry - Menino de Ouro (1937) Broadway Melody of 1938 (1937) Pigskin Parade - Loucuras de Estudantes (1936) Every Sunday (1936) La Fiesta de Santa Barbara (1935) A Holiday in Storyland (1930) The Wedding of Jack and Jill (1930) Bubbles (1930) The Big Revue (1929)   Mais Judy Garland Speaks: Gravações autobiográficas Nasce uma Estrela (1954): As Locações Antes e Hoje Judy Garland e sua mãe, um Difícil Relacionamento   Prêmios   Nomeada ao Oscar de Melhor Atriz por Judgment at Nuremberg (1961) Nomeada ao Oscar de Melhor Atriz por A Star is Born (1954) Oscar de Melhor Atriz Juvenil   Imagens           Vídeos
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Ficha Título original: Mrs. Miniver Ano/País/Gênero/Duração: 1942/EUA/Drama/134min Produção: Sidney Franklin Direção: William Wyler Roteiro: Arthur Wimperis, George Froeschel, James Hilton, Claudine West. Direção de arte: Cedric Gibbons Fotografia: Joseph Ruttenberg Música: Herbert Stothart Elenco Greer Garson ...     Mrs. Miniver Walter Pidgeon    ...     Clem Miniver Teresa Wright ...     Carol Beldon Dame May Whitty    Lady Beldon Reginald Owen    ...     Foley Henry Travers    ...     Mr. Ballard Richard Ney    ...     Vin Miniver Henry Wilcoxon    Vicar Christopher Severn    Toby Miniver Brenda Forbes    ...     Gladys - Clare Sandars    ...     Judy Miniver Marie De Becker    Ada Helmut Dantine    German Flyer John Abbott    ...     Fred Connie Leon    ...     Simpson Rhys Williams    ...     Horace   Sinopse Uma família formada por um casal (Garson e Pidgeon), dois filhos menores e um filho que vai para a guerra (Ney). O filme mostra basicamente a resistência de todos aos ataques inimigos durante a 2ª guerra. Notas - Típico filme de propaganda de guerra, dando apoio total aos ingleses, que aparecem neste filme estereotipados como homens corretos e unidos. Imagens
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Ficha Título original: How Green Was My Valley Ano/País/Gênero/Duração: 1941/EUA/Drama/118min Produção: Darryl F. Zanuck Direção: John Ford Roteiro: Philip Dunne Fotografia: Arthur C. Miller Música: Alfred Newman Elenco Walter Pidgeon     Mr. Gruffydd Maureen O'Hara Angharad Anna Lee    ...     Bronwyn Donald Crisp    Mr. Morgan Roddy McDowall Huw John Loder    Ianto Sara Allgood    Mrs. Morgan Barry Fitzgerald    Cyfartha Patric Knowles    Ivor Welsh Singers    Themselves Morton Lowry    Mr. Jonas Arthur Shields    Mr. Parry Ann E. Todd    Ceinwen Frederick Worlock    Dr. Richards Richard Fraser    Davy Sinopse Baseado no Best seller de Richard Llewellyn, o filme conta a história de um homem que relembra sua infância numa mina de carvão. Curiosidades : Este filme tirou a estatueta de melhor filme das mãos de Cidadão Kane. Ganhou Oscar de Melhor Filme, Ator Coadjuvante, Direção, Direção de Arte e Fotografia. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legenda Pesquisar este filme no SUBMARINO   Imagens
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Ficha Título original: Sunset Blvd. Ano/País/Gênero/Duração: 1950/EUA/Drama- noir/110min Produção: Charles Brackett Direção: Billy Wilder Roteiro: Charles Brackett, Billy Wilder e D.M. Marshman Jr. Fotografia: John F. Seitz Música: Franz Waxman Elenco William Holden ... Joe Gillis Gloria Swanson ... Norma Desmond Erich von Stroheim ... Max von Mayerling Nancy Olson ... Betty Schaefer Fred Clark ... Sheldrake Lloyd Gough ... Morino Jack Webb ... Artie Green Cecil B. DeMille ...ele mesmo Hedda Hopper ... ela mesmo Buster Keaton ... ele mesmo Anna Q. Nilsson ... ela mesma H.B. Warner ... ele mesmo Ray Evans ... ele mesmo Jay Livingston ... ele mesmo Sinopse Norma (Gloria Swanson), atriz aposentada do cinema mudo ressente-se por ter sido deixada para trás com a chegada do cinema falado, os talkies. Um jovem chamado Joe (William Holden) entra em sua casa, e ela pede que ele lhe escreva um roteiro exclusivo para seu retorno. E na sua ilusão, acaba por dominar o jovem escritor, tornando-se amante dele. Notas: William Holden foi a segunda opção para o papel de Joe. Montgomery Cliff desistiu poucas semanas antes. Para o papel de Norma, pensou-se anteriormente em Mãe West, Mary Pickford e Pola Negri, mas somente Gloria Swanson aceitou. O diretor do DeMille faz uma ponta no filme como ele mesmo. O filme levou 3 estatuetas e mais 4 Globos de Ouro Assista Online Imagens
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  Título original: Cabaret Ano/País/Gênero/Duração: 1972/EUA/Musical/124min Produção: Cy Feuer e Harold Nebenzal Direção: Bob Fosse Roteiro: Joe Masteroff, John Van Druten Fotografia: Geoffrey Unsworth Música: John Kander   Elenco Liza Minnelli ... Sally Bowles Michael York ... Brian Roberts Helmut Griem ... Maximilian von Heune Joel Grey ... Master of Ceremonies Fritz Wepper ... Fritz Wendel Marisa Berenson ... Natalia Landauer Elisabeth Neumann-Viertel ... Fräulein Schneider Helen Vita ... Fräulein Kost Sigrid von Richthofen ... Fräulein Mayr Gerd Vespermann ... Bobby Ralf Wolter ... Herr Ludwig Georg Hartmann ... Willi Ricky Renée ... Elke Estrongo Nachama ... Cantor Kathryn Doby ... Kit-Kat Dancer   Sinopse Sally Bowles (Liza Minelli), americana, dança e canta em um cabaré da Berlim da década de 30. Ela sonha em ser uma estrela, mas consegue pouco mais que umas apresentações. Acaba se envolvendo com Brian Roberts, assumidamente bissexual que decide assumir o filho de Sally, não se importando quem realmente seja o pai da criança. O clube noturno segue de pano de fundo para o desenrolar da história.   Notas A direção seria inicialmente de Billy Wilder e Gene Kelly, que prontamente recusaram a tarefa. O visual de Sally foi criado pela própria atriz Liza Minelli, inspirada em Louise Brooks. O filme custou U$$ 6 milhões, e se revelou um estrondoso sucesso, ganhando 8 Oscars (dentre eles o de melhor atriz, diretor, ator coadjuvante, fotografia, edição, som, trilha sonora...), 3 Globos de Ouro (melhor filme, atriz e ator coadjuvante), 7 BAFTAS (melhor filme, diretor, atriz, fotografia, direção de arte, trilha sonora, revelação) e o Prêmio Bodil de Melhor filme não Europeu.   Assista Online         Imagens  
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  Título original: Blood and Sand Ano/País/Gênero/Duração: 1941/EUA/Drama/125min Produção: Jesse L. Lasky e Fred Niblo Direção: Rouben Mamoulian Roteiro: Vicente Blasco Ibáñez e Jo Swerling Fotografia: Alvin Wyckoff Música: Vicente Gómez Elenco Tyrone Power ... Juan Gallardo Linda Darnell ... Carmen Espinosa Rita Hayworth ... Doña Sol des Muire Alla Nazimova ... Señora Augustias Gallardo Anthony Quinn ... Manola de Palma J. Carrol Naish ... Garabato John Carradine ... Nacional Lynn Bari ... Encarnacíon Laird Cregar ... Natalio Curro Monty Banks ... Antonio López Vicente Gómez ... Guitarist George Reeves ... Captain Pierre Lauren Pedro de Cordoba... Don Jóse Álvarez Fortunio Bonanova ... Pedro Espinosa Victor Kilian ... padre Sinopse Juan Gallardo (Tyrone Power), um menino pobre sonha em seguir os passos de seu pai que foi um toureiro, mas que infelizmente morreu abatido pelo touro. Para tanto, abandona a família e muda-se para a Espanha, onde acredita que poderá aprender todas as técnicas. De lá volta 10 anos depois, com relativo sucesso, para casar-se com sua namorada de infância. Sua carreira deslancha e ele se torna o maior toureiro da Espanha. Com o dinheiro, chama a atenção de uma vamp (Rita) que consegue sua atenção e coração. Sua esposa e amigos tentam em vão afasta-lo dela, mas não conseguem. Curiosidades: Baseado na obra homônima de Vicente Blasco Ibanez. Esse filme é a refilmagem da versão de 1922, que trazia Rodolfo Valentino, Lila Lee e Nita Naldi nos papéis principais. Um dos pontos altos do filme, além de Rita Hayworth (em seu primeiro filme colorido), é a presença de Alla Nazimova, conhecida atriz do cinema mudo, no papel da mãe de Juan. Prêmios Vencedor do Oscar de Melhor fotografia (baseada em quadros de Velásquez e El Greco), foi ainda indicado para Melhor direção. Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas Imagens Vídeo
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Título original: Blood and Sand Ano/País/Gênero/Duração: 1922/EUA/Drama/ Produção: Jesse L. Lasky e Fred Niblo Direção: Fred Niblo e Dorothy Arzner (não creditada) Roteiro: June Mathis e Vicente Blasco Ibáñez Fotografia: Alvin Wyckoff Elenco Rosa Rosanova     ...     Angustias Leo White    ...     Antonio Rosita Marstini    ...     Encarnacion Rudolph Valentino Juan Gallardo Lila Lee    ...         Carmen Charles Belcher    ...     Don Joselito Fred Becker    ...     Don José George Field    ...     El Nacional Jack Winn    ...     Potaje Harry Lamont    ...     Puntillero Gilbert Clayton    ...     Garabato Walter Long    ...     Plumitas Nita Naldi    ...     Doña Sol George Periolat    ...     Marquis of Guevera Sidney De Gray    ...     Dr. Ruiz Dorcas Matthews    Señora Nacional W.E. Lawrence    ...     Fuentes   Sinopse Juan Gallardo, um menino pobre sonha em seguir os passos de seu pai que foi um toureiro, mas que infelizmente morreu abatido pelo touro. Para tanto, abandona a família e muda-se para a Espanha, onde acredita que poderá aprender todas as técnicas. De lá volta 10 anos depois, com relativo sucesso, para casar-se com sua namorada de infância. Sua carreira deslancha e ele se torna o maior toureiro da Espanha. Com o dinheiro, chama a atenção de uma vamp que consegue sua atenção e coração. Sua esposa e amigos tentam em vão afasta-lo dela, mas não conseguem.   Assista Online catnNrUlEHQ   Download:   Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Imagens   Vídeos                        
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Título original: The Barefoot Contessa Ano/País/Gênero/Duração: 1954/EUA/Drama/130min Produção: Robert Haggiag e Angelo Rizzoli Direção: Joseph L. Mankiewicz Roteiro: Joseph L. Mankiewicz Fotografia: Jack Cardiff Música: Mario Nascimbene Elenco Humphrey Bogart ... Harry Dawes Ava Gardner ... Maria Vargas Edmond O'Brien ... Oscar Muldoon Marius Goring ... Alberto Bravano Valentina Cortese ... Eleanora Torlato-Favrini (as Valentina Cortesa) Rossano Brazzi ... Count Vincenzo Torlato-Favrini Elizabeth Sellars ... Jerry Warren Stevens ... Kirk Edwards Franco Interlenghi ... Pedro Vargas Mari Aldon ... Myrna Bessie Love ... Mrs. Eubanks Diana Decker ... Drunken blonde Bill Fraser ... J. Montague Brown Alberto Rabagliati ... Nightclub proprietor Enzo Staiola ... Busboy Sinopse O filme inicia-se com o funeral de Maria Vargas (Ava Gardner), atriz belíssima e de carreira rápida. Harry Davie (Humphrey Bogart), que a dirigiu em seus filmes, assiste a tudo e relembra como a conheceu em um cabaré em Madrid. Ele estava à procura de uma nova estrela, e ao saber que havia uma dançarina, resolve conhecê-la. Maria, que não gosta de usar sapatos porque eles incomodam e a deixam insegura, é escolhida para protagonizar um filme e chega a Hollywood, e aos inconvenientes da fama, transformando-se primeiro em Maria D’Amata e depois na Condessa Torlato Fabrini. Notas O filme levou o Oscar de melhor ator e o Globo de Ouro para Edmond O’Brien. A estátua que aparece na entrada do filme foi dada a Frank Sinatra, que a colocou em seus jardins e lá deixou, mesmo depois da separação de Ava. Assista Online Imagens
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Ficha Título original: My fair lady Ano/País/Gênero/Duração: 1964/EUA/Musical/170min Produção: Jack L. Warner Direção: George Cukor Roteiro: George Bernard Shaw e Alan Jay Lerner Fotografia: Harry Stradling Sr. Música: Frederick Loewe Elenco Audrey Hepburn Eliza Doolittle Rex Harrison ... Professor Henry Higgins Stanley Holloway Alfred P. Doolittle Wilfrid Hyde-White Colonel Hugh Pickering Gladys Cooper ... Mrs. Higgins Jeremy Brett ... Freddy Eynsford-Hill Theodore Bikel ... Zoltan Karpathy Mona Washbourne Mrs. Pearce Isobel Elsom ... Mrs. Eynsford-Hill John Holland ... Butler Sinopse My fair lady conta a história do professor de fonética Henry Higgins, que, arrogante, faz uma aposta com um amigo, de que é capaz de transformar qualquer mulher numa dama, bastando para isso um treino intensivo. Ele vê na rua uma pobre vendedora de flores, Eliza Doolittle, que tem um sotaque cockney terrível, e resolve "treina-la" durante seis meses, para uma aparição dela em um baile. Eliza é praticamente uma mendiga, tornando uma tarefa difícil colocar-lhe qualquer vestígio de elegância. Uma história de Cinderela ao avesso, pois a fada madrinha em questão trata-a sempre como uma "experiência", com repulsa. O ponto alto é quando o professor começa a amolecer o coração com aquela que ele julga inferior. My fair lady, é antes de tudo, uma história de amor, embora não tenhamos nem ao menos um beijo. Notas My fair lady", o musical baseado na obra de Alan Lerner e Bernard Shaw, estreou na Broadway em 1956, tendo a jovem atriz Julie Andrews no papel principal, ao lado do veterano Rex Harrison. Dentre os atores cogitados para o papel do professor, estavam Stanley Holloway, Noel Coward, Michael Redgrave e Cary Grant, porém, após diversas negociações, o papel ficaria com Rex Harrison, que o interpretara durante seis anos na Broadway. Audrey Hepburn treinou para cantar, mas sua voz acabou sendo substituída pela dubladora Marni Nixon. O filme ganhou 8 Oscars, incluindo o de melhor Filme e diretor. Curiosamente, Audrey não concorreu como melhor atriz, mas, como obra do destino, acabou entregando a estatueta a Julie Andrews, que acabara estreando nas telas em Mary Poppins, numa das maiores calças justas da história do Oscar. ASSISTA ONLINE Imagens
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Ficha Título original: Little women Ano/País/Gênero/Duração: 1949/EUA/Drama/121min Produção: Mervyn LeRoy Direção: Mervyn LeRoy Roteiro: Louisa May Alcott e Victor Heerman Fotografia: Robert H. Planck e Charles Edgar Schoenbaum Música: Adolph Deutsch Elenco June Allyson ...     Jo Peter Lawford ...     Theodore Laurence 'Laurie' Margaret O'Brien Beth Elizabeth Taylor Amy Janet Leigh ...     Meg Rossano Brazzi    ...     Professor Bhaer Mary Astor ...     Marmee Lucile Watson    ...     Aunt March C. Aubrey Smith    Mr. Laurence Elizabeth Patterson    Hannah Leon Ames    ...     Father March Harry Davenport    Dr. Barnes Richard Wyler    ...     John Brooke Connie Gilchrist    ...     Mrs. Kirke Ellen Corby    ...     Sophie Sinopse Tendo como pano de fundo a Guerra Civil americana, o filme relata o crescimento de quatro irmãs e sua mãe, que juntas tentam vencer os períodos difíceis e a pobreza. Envolvimentos amorosos, desencontros, tristezas e alegrias farão parte da vida delas. Amy é a egoísta, Meg a romântica, Beth a mais jovem e tímida, e Jô a escritora. Um tanto dramático, contando com a morte de uma das garotas, e desilusões amorosas, mas extremamente familiar. Notas Baseado no livro de Louisa May Alcott, a história acabou rendendo 14 versões diferentes, para o cinema e TV, desde 1918 até a versão atual, com Wynona Ryder, Adoráveis Mulheres. Na versão de 1933, Kath Hepburn levou o prêmio de Melhor atriz em Veneza, pela sua atuação como Jo marsh. A versão de 1949 acabou levando o Oscar de melhor direção de Arte, além da indicação para melhor fotografia em cores. ASSISTA ONLINE   Imagens
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Ficha Título original: Amadeus Ano/País/Gênero/Duração:  1984/EUA/Drama/160 Produção: Michael Hausman, Bertil Ohlsson e Saul Zaentz Direção: Milos Forman Roteiro: Peter Shaffer Fotografia: Miroslav Ondrícek Música: Mark Adler Elenco F. Murray Abraham    Antonio Salieri Tom Hulce    ...     Wolfgang Amadeus Mozart Elizabeth Berridge    Constanze Mozart Roy Dotrice    ...     Leopold Mozart Simon Callow    ...     Emanuel Schikaneder Christine Ebersole    Caterina Cavalieri Jeffrey Jones    ...     Joseph II Charles Kay    ...     Orsini-Rosenberg Kenneth McMillan    Michael Schlumberg Kenny Baker    ...     comendador Lisabeth Bartlett    Papagena Barbara Bryne    ...     Frau Weber Martin Cavina    ...     jovem Salieri Roderick Cook    ...     Von Strack Milan Demjanenko    Karl Mozart Sinopse Saliere (F. Murray Abraham) é um atormentado por suas memórias: em seu passado, viveu na corte, como o músico do rei, e esquecido por todos, tenta o suicídio. Não consegue. Diante de um padre, ele retoma a tragédia que foi a sua vida, a inveja e o rancor que sentiu pelo maior de todos os gênios musicais: Wolfgang Mozart (Tom Hulce), gênio e palhaço. Mozart tornou-se conhecido por ter composto sua primeira ópera ainda na infância, aos 12 anos. Saliere não tinha a mesma sorte, e era apenas bom. Perceber que o “gênio” era também um tresloucado, que perseguia mocinhas e agia como uma pessoa insana porém ingênua deixou-o mais complexo. Fingindo-se de amigo, Saliere tenta compreender a mente de Mozart. Sua obsessão pelo jovem compositor acaba por leva-lo à miséria e à morte, com requintes de crueldade. Notas A iluminação utilizou luz natural (com velas), para melhor retratar a época. Foram 8 indicações, incluindo os de Melhor ator (F. Murray Abraham), Diretor (Milos Forman) e roteiro. Imagens
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Ficha Título original: Victor/Victoria Ano/País/Gênero/Duração: 1982/EUA/Musical/134min Produção: Tony Adams, Blake Edwards, Henry Mancini Direção: Blake Edwards Roteiro: Blake Edwards e Hans Hoemburg Fotografia: Dick Bush Música: Henry Mancini Elenco Julie Andrews ... Victoria Grant James Garner ... King Marchand Robert Preston Toddy' Todd Lesley Ann Warren Norma Cassady Alex Karras ... 'Squash' Bernstein John Rhys-Davies Andre Cassell Graham Stark ... Waiter Peter Arne ... Labisse Herb Tanney ... Charles Bovin Norman Chancer Sal Andratti Sinopse Pobre, tendo que aplicar pequenos golpes para sobreviver, Victoria, uma cantora (Julie Andrews) não tem sorte mesmo. Até que encontra um músico despedido (Robert Preston), e os dois decidem armar um plano: Victoria irá se passar por um travesti. Victoria ascende ao estrelato como Victor, mas ele traz alguns inconvenientes quando ela se vê apaixonada por um homem de negócios (James Garner). Notas Lesley Ann Warren acabou ganhando o prêmio como Melhor atriz Coadjuvante. Robert Preston, o melhor amigo de Victoria, ganhou o de Melhor coadjuvante pela National Board of Review. Para Julie, uma indicação ao Oscar e o prêmio do Globo de Ouro de melhor atriz. A trilha sonora de Hemri Mancini também levou o Oscar daquele ano, assim como melhor direção de arte, figurino e roteiro adaptado. Assista Online Imagens
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Ficha Título original: Somewhere in Time Ano/País/Gênero/Duração: 1980 / EUA / Romance / 103min Produção: Steve Bickel, Stephen Deutsch, Ray Stark Direção: Jeannot Szwarc Roteiro: Richard Matheson Fotografia: Isidore Mankofsky Música: John Barry Elenco Christopher Reeve Richard Collier Jane Seymour ... Elise McKenna Christopher Plummer William Fawcett Robinson Teresa Wright ... Laura Roberts Bill Erwin ... Arthur Biehl George Voskovec Dr. Gerald Finney Susan French ... Older Elise John Alvin ... Arthur's Father Eddra Gale ... Genevieve Audrey Bennett ... Shelley, Richard's Girlfriend Susan Bugg ... Penelope Christy Michaels Beverly Sinopse O que acontece quando um homem, ao ver uma fotografia de uma mulher, apaixona-se por ela? Mas... e se essa mulher viveu há pelo menos 60 anos antes dele nascer? Esse é o tema central desse filme, estrelado por um jovem Christopher Reeve e Jane Seymour. Na década de 80, Richard Collier (Reeve), um jovem ator, decide ir a um velho hotel para descansar. Enquanto espera abrir o restaurante do hotel, entra no museu e lá depara-se com a fotografia da atriz de teatro Elise McKenna, que lá esteve hospedada em 1912. Imediatamente sua imagem entra em sua mente e ele fica obcecado por aquela mulher. Ainda mais quando recorda-se que há algum tempo, uma velha lhe procurou, lhe entregou um relógio e lhe pediu que voltasse para ela. Diante de tantas coincidências, ele estuda algum modo de encontra-la. Lembra-se de um professor de física, que dizia ser possível a viagem no tempo, e decide tentar. É então que ele inicia a busca por Elise. E por ela, viaja no tempo. Assista Online Imagens
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  Ficha Título original:  An American in Paris Ano/País/Gênero/Duração:  1951/EUA/Musical/113min Produção: Arthur Freed e Roger Edens Direção: Vincente Minelli Roteiro: Alan Jay Lerner Fotografia: John Alton e Alfred Gilks Música: Saul Chaplin Elenco Gene Kelly ... Jerry Mulligan Leslie Caron ... Lise Bouvier Oscar Levant    ... Adam Cook Georges Guétary  Henri 'Hank' Baurel Nina Foch    ... Milo Roberts   Sinopse   Jerry Mulligan (Gene Kelly) é um ex-pracinha que estuda pintura em Paris. Lá ele conhece uma vendedora de loja de perfumes, Lisa (Leslie Caron) e acabam se apaixonando. Ele, um pintor que não vende suas obras. Ela, guarda um segredo, mas isso não impede que o romance se desenvolva.   Curiosidades Gene Kelly brilha durante 18 minutos ininterruptos nas cenas finais, em que interpreta as principais obras dos mestres da pintura. A Paris do filme foi totalmente recriada em estúdios.   ASSISTA ONLINE Imagens    
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Ficha Título original: Lassie Come Home Ano/País/Gênero/Duração:  1943/EUA/Aventura/89min Produção: Samuel Marx, Harry Rapf e Dore Schary Direção: Fred M. Wilcox Roteiro: Hugo Butler e Eric Knight Fotografia: Leonard Smith, Charles P. Boyle Música: Daniele Amfitheatrof e Eric Zeisl Elenco Roddy McDowall Joe Carraclough Donald Crisp    ...     Sam Carraclough Dame May Whitty    Dally Edmund Gwenn    Rowlie Nigel Bruce ...     Duke of Rudling Elsa Lanchester Mrs. Carraclough Elizabeth Taylor Priscilla Ben Webster    ...     Dan'l Fadden J. Pat O'Malley    Hynes Alan Napier    ...     Jock Arthur Shields    ...     Andrew John Rogers    ...     Snickers Alec Craig    ...     Buckles Pal    ...                 Lassie Sinopse Joe todos os dias é esperado por sua cachorrinha Lassie em frente à sua escola, até que sua família passa por dificuldades, e é obrigada a vende-la. Após isso, ela passa por muitas aventuras, sendo criada inclusive por um casal de velhinhos, até que consegue chegar novamente aos braços do pequeno dono (Joe), interpretado pelo Roddy McDowall. Notas Após esse, diversos outros filmes envolvendo o cãozinho foram realizados, tanto para a tv, quanto para o cinema. O segredo do sucesso do filme reside também pelo fato dele ter sido lançado num período tão sombrio da história, o da segunda guerra, o que acabou fazendo com que as pessoas, tão carentes de bons sentimentos, corressem aos cinemas para verem a história de amizade entre um garotinho e um cão. Esse foi o primeiro filme de Elizabeth Taylor para a MGM. Tinha 11 anos. Imagens
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Ficha Título original: Singin' in the Rain Ano/País/Gênero/Duração:  1952/EUA/Musical/103min Produção: Arthur Freed e Roger Edens Direção: Stanley Donen e Gene Kelly Roteiro: Adolph Green e Betty Comden Fotografia: Harold Rosson Música: Stanley Donen Elenco Gene Kelly ...     Don Lockwood Donald O'Connor Cosmo Brown Debbie Reynolds Kathy Selden Jean Hagen    ...     Lina Lamont Millard Mitchell    R.F. Simpson Cyd Charisse ...     dançarina Douglas Fowley    Roscoe Dexter Rita Moreno ...     Zelda Zanders Sinopse Feita em homenagem a todos os musicais realizados anteriormente, Cantando na chuva relata de forma bem humorada a transição do cinema mudo para o cinema falado. Um grande filme falado seria rodado, e os famosos atores do cinema mudo, Don Lockwood (Gene Kelly) e Lina Lamont (Jean Hagen) serão os protagonistas. Só há um probleminha: Lina tem uma voz horrível, e não consegue falar nem se virar com o microfone. Don acaba conhecendo Kathy Selden (Debbie Reynolds), uma corista aspirante a atriz. Ele logo tem a idéia de coloca-la dublando Lina. Notas A música “Singing the Rain” foi feita por Nacio Herb Brown para o filme “The Hollywood Revue of 1929” e fez muito sucesso desde então. Muitos o consideram o melhor musical até hoje. Curiosamente, quem cantou na cena em que Debbie Reynolds dubla a atriz Lina Lamont  é a atriz Jean Hagen, que faz a Lina. ASSISTA ONLINE Imagens
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Ficha Título original: The Bride came COD Ano/País/Gênero/Duração: 1941/EUA/Romance/92min Produção: William Cagney e Hal B. Wallis Direção: William Keighley Roteiro: Kenneth Earl e M.M. Musselman Fotografia: Ernest Haller Música: Max Steiner Elenco James Cagney Steve Collins Bette Davis ... Joan Winfield Stuart Erwin ... Tommy Keenan Eugene Pallette Lucius K. Winfield Jack Carson ... Allen Brice George Tobias Peewee Defoe Harry Davenport Pop Tolliver William Frawley Sheriff McGee Edward Brophy Hinkle Harry Holman ... Judge Sobler Sinopse Joan Winfield (Bette Davis), uma jovem milionária e impetuosa, se envolve com um músico, embora seu pai não aceite. Seu pai contrata Steve Collins (James Cagney) para que a seqüestre em troca do seu peso em dinheiro, para impedir que a mesma se case. O avião cai numa cidade quase abandonada e eles acabam se apaixonando. ASSISTA ONLINE: Imagens
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Título original: High Society Ano/País/Gênero/Duração:  1956/EUA/Romance/107min Produção: Sol C. Siegel Direção: Charles Walters Roteiro: Philip Barry e John Patrick Fotografia: Paul Vogel Música: Cole Porter Elenco Bing Crosby ... C.K. Dexter-Haven Grace Kelly ... Tracy Lord Frank Sinatra ... Mike Connor Celeste Holm ... Liz Imbrie John Lund ... George Kittredge Louis Calhern ... Uncle Willie Sidney Blackmer ... Seth Lord Louis Armstrong and His Band ... Themselves Margalo Gillmore ... Mrs. Seth Lord Lydia Reed ... Caroline Lord Gordon Richards ... Dexter-Haven's Butler Richard Garrick ... Lord's Butler Sinopse Tracy Lord (Grace Kelly), uma mimada jovem da alta sociedade, prepara-se para seu novo casamento, mas sempre conta com a presença irritante do seu ex-marido (Bing Crosby), que parece agradar a todos, menos a ela. Para piorar a situação, ela também se sente atraída por um fotógrafo que vem cobrir as núpcias. O filme traz um elenco primoroso, que inclui Grace Kelly, Frank Sinatra, Bing Crosby e Louis Armstrong. Notas: O filme é um remake de Núpcias de Escândalo (The Philadelphia Story), com Cary Grant e Katherine Hepburn nos papéis principais. Esse foi o último filme de Grace Kelly, que já estava noiva do príncipe Rainier. Imagens
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Título original: Father's little dividend Ano/País/Gênero/Duração: 1951/EUA/Comédia/82min Produção: Pandro S. Berman Direção: Vincente Minelli Roteiro: Albert Hackett e Frances Goodrich Fotografia: John Alton Música: Albert Sendrey Elenco Spencer Tracy ... Stanley Banks Joan Bennett ... Ellie Banks Elizabeth Taylor Kay Dunstan Don Taylor ... Buckley Dunstan Billie Burke ... Doris Dunstan Moroni Olsen ... Herbert Dunstan Richard Rober ... policial Marietta Canty ... Delilah Russ Tamblyn ... Tommy Banks Tom Irish ... Ben Banks Hayden Rorke ... Dr. Andrew Nordell Paul Harvey ... Rev. Galsworthy Sinopse Continuação de O pai da noiva. Stanley Banks (Tracy) está tranquilo depois que sua filha se casou. Os dias transcorrem normalmente, até que sua filha informa que está grávida. É o começo de mais uma agonia na vida deste pai, que tem que suportar crises matrimoniais e depressão pré parto de sua filha, além da concorrência acirrada dos outros avós, que tentam ser os melhores. Após o parto, a criança implica logo com o avô, tornando a vida dele um verdadeiro inferno. Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legendas   Trailer
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Ficha Título original: Cleopatra Ano/País/Gênero/Duração:  1963/EUA/Drama/242min Produção: Walter Wanger  e  Peter Levathes Direção: Joseph L. Mankiewicz Roteiro:  Joseph L. Mankiewicz e Ranald MacDougall Fotografia: Leon Shamroy e Jack Hildyard Música: Alex North Elenco Elizabeth Taylor Cleopatra Richard Burton ...     Antony Rex Harrison ...     Caesar Pamela Brown    ...     High Priestess George Cole    ...     Flavius Hume Cronyn    ...     Sosigenes Cesare Danova    ...     Apollodorus Kenneth Haigh    ...     Brutus Andrew Keir    ...     Agrippa Martin Landau    ...     Rufio Roddy McDowall Octavian - Caesar Augustus Sinopse O filme narra a vida de Cleópatra, rainha do Egito, junto aos seu primeiro marido Júlio César e ao segundo, Marco Antonio, com quem conhece a morte. Curiosidades: Esse épico marcou o fim dos grandes épicos de Hollywood, sendo um dos maiores fracassos já conhecidos. Deixou a Fox totalmente endividada, tendo que demitir mais de dois mil funcionários, sendo ainda forçada a vender parte do estúdio. Após a década de 60 o filme tornou-se um sucesso. Inicialmente, Joan Collins faria Cleópatra, mas devido aos atrasos no filme, ela acabou ficando indisponível. Audrey Hepburn era a segunda opção, mas não pôde. Liz Taylor foi a terceira opção. Marco Antonio inicialmente seria feito por Stephen Boyd e Peter Finch seria Julio César. Devido também aos atrasos, não puderam ficar com os papéis. Com esse filme, Liz ganhou US$ 1 milhão, dando início aos mega cachês. Foi proposto que o filme fosse separado em duas partes: “César e Cleópatra” e “Marco Antonio e Cleópatra”, com 3 horas de duração cada um. A Fox não concordou, e lançou uma só versão, com 4 horas de duração. Foram cortados mais de 120 minutos da edição final. 65 roupas foram usadas por Liz neste filme. Um recorde até hoje. Prêmios Oscar: 9 indicações. Levou 4 (efeitos especiais, fotografia, figurino, direção de arte). Recebeu 4 indicações para o Globo de Ouro, mas não levou nenhum. Imagens
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Ficha Título original: Anna Karenina Ano/País/Gênero/Duração: 1935/EUA/Drama/95min Produção: David O. Selznick Direção: Clarence Brown Roteiro: Clemence Dane Fotografia: William H. Daniels Música: Herbert Stothart Elenco Greta Garbo ... Anna Karenina Fredric March ... Vronsky Freddie Bartholomew Sergei Maureen O'Sullivan Kitty May Robson ... Condessa Vronsky Basil Rathbone ... Karenin Reginald Owen ... Stiva Phoebe Foster ... Dolly Reginald Denny Yashvin Gyles Isham ... Levin Joan Marsh ... Lili Ethel Griffies ... Mme. Kartasoff Harry Beresford Matve Sarah Padden ... governanta Cora Sue Collins Tania Sinopse Greta Garbo interpreta Anna Karenina, uma mulher casada, com um filho, e que, durante uma viagem conhece Alexey (Fredrich March), por quem acaba se apaixonando. Essa é uma adaptação de uma novela de Leon Tolstoi, produzido pela primeira vez por David O. Selznick, e tendo como diretor Clarence Brown. O adultério e a paixão são o tempero dessa tragédia envolvente, cercada de um misto amor, medo, pecado e aventura, que culminam num grand finale. Curiosidades: A versão de 1998 foi interpretada por Sophie Marceau também vale a pena ser vista. Conta ainda com Sean Bean eAlfred Molina. Assista Online Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legendas Pesquisar este filme no SUBMARINO Imagens
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Ficha Título original: Miracle Worker Ano/País/Gênero/Duração: 1962/EUA/Drama/102min Produção: Fred Coe Direção: Arthur Penn Roteiro: William Gibson Fotografia: Ernesto Caparrós Música: Laurence Rosenthal Elenco Anne Bancroft ... Annie Sullivan Victor Jory ... Arthur Keller Inga Swenson ... Kate Keller Andrew Prine ... James Keller Kathleen Comegys Ev Patty Duke ... Helen Keller Sinopse O filme narra a história real de Ann Sullivan, uma dedicada e corajosa professora, que com métodos nada usuais entra em confronto direto com os pais de Helen Keller, uma menina cega e surda, que tinha enormes dificuldades em comunicar-se com o mundo. A garota ficara cega subitamente, ainda bebê, devido a escarlatina. Não tendo como se comunicar, tornou-se violenta e selvagem. Aos 7 anos ocorre o encontro entre Hellen e Ann. Nada é fácil. É preciso trabalhar o que nunca foi feito antes: a comunicação entre professora e aluna (e entre aluna e mundo) é algo quase inexistente. Curiosidades O filme ganhou 2 Oscars, Melhor Atriz para Anne Bancroft (desbancando Bette Davis) e coadjuvante para a estreante Patty Duke, tendo sido ainda indicado para Melhor Roteiro adaptado, figurino e diretor. Anne também faturou o BAFTA de melhor atriz estrangeira. O filme foi refilmado duas vezes para a televisão (1979 e 2000), tendo Patty Duke desta vez no papel de Ann Sullivan. ASSISTA ONLINE Imagens
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  Ficha Título original: All about Eve Ano/País/Gênero/Duração: 1951/EUA/Drama/138min Produção, Direção e Roteiro: Joseph L. Mankiewicz Fotografia: Milton R. Krasne Elenco Bette Davis ... Margo Anne Baxter ... Eve George Sanders ... Addison DeWitt Celeste Holm ... Karen Gary Merrill ... Bill Simpson Hugh Marlowe ... Lloyd Richards Gregory Ratoff ... Max Fabian Barbara Bates ... Phoebe Marilyn Monroe Miss Casswell Sinopse Até onde alguém pode chegar para alcançar o que deseja? Passar por cima de sentimentos e pessoas. E essa é a história de Eve Harrigton (Anne Baxter). Aparentando fragilidade, esta aproxima-se de Margo Chaning (Bette Davis), atriz de sucesso do teatro. Logo torna-se sua camareira, secretária e melhor amiga. Sua ambição leva-a a tentar de todas as maneiras agradar Margo e conseguir, com isso, sugar o que ela tem de melhor. Com seu jeito delicado consegue abalar o namoro de Margo, quase acabar com o casamento da melhor amiga desta, e finalmente o tão sonhado sucesso. Notas Bette Davis concorreu neste ano ao Oscar, com sua companheira de cena Anne Baxter (uma paródia do próprio filme) e com Gloria Swanson. Nenhuma delas ganhou o prêmio. Mas All about Eve acabou levando 6 Oscars (melhor filme, diretor, roteiro ator coadjuvante, figurino e som) e tornando-se o filme do ano. O papel de Margo foi primeiramente oferecido a Claudette Colbert, que sofreu um acidente e acabou sendo substituída por Bette. Marlente Dietrich e Gertrude Lawrence chegaram a ser cotadas para o papel. Bette ganhou o prêmio de Melhor atriz no festival de Cannes. Assista Online Imagens
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Ficha Título original: What Ever Happened to Baby Jane? Ano/País/Gênero/Duração: 1962/EUA/Drama/134min Produção: Robert Aldrich e Kenneth Hyman Direção: Robert Aldrich Roteiro: Henry Farrell e Lukas Heller Fotografia: Ernest Haller Música: Frank De Vol, Sidney Cutner e Ruby Raksin Elenco Bette Davis ... Baby Jane Hudson Joan Crawford ... Blanche Hudson Victor Buono ... Edwin Flagg Wesley Addy ... Marty Mc Donald Julie Allred ... Baby Jane Hudson, criança Anne Barton ... Cora Hudson Marjorie Bennett Dehlia Flagg Bert Freed ... Ben Golden Anna Lee ... Mrs. Bates Maidie Norman ... Elvira Stitt Dave Willock ... Ray Hudson Robert Cornthwaite Dr. Shelby Sinopse Duas irmãs, inimigas, ex-estrelas de cinema, frustradas em suas vidas íntimas e públicas, convivem com seus medos e angústias no mesmo ambiente. Não só convivem: lutam entre si, rivalizam em suas derrotas, num jogo distante da briga do bem contra o mal. Jane Hudson (Bette) brilhou nas telas ainda criança, ficando conhecida como Baby Jane. Porém, fora das telas, tournou-se uma criança insuportável, deixando sua irmã com ciúmes e raiva. Chega a vez de Blanche, que se torna uma atriz de sucesso no cinema, tentando ajudar de alguma forma sua irmãzinha a voltar ao estrelato. A relação das irmãs não melhora, já que Jane não se conforma de um dia ter sido a estrela, e agora ser apenas a irmã dela. A vida das irmãs sofre mais um revés, quando ao voltar de uma festa, Blanche acaba sofrendo um terrível acidente que a deixa paraplégica. Sua odiosa (e odiada) irmã é a única que pode cuidar dela. A vida das duas torna-se então uma grande tormenta. Notas: Bette Davis foi indicada para o Oscar de melhor atriz, e ainda disputou com Joan o prêmio da BAFTA. Tão famosos quanto o filme, foram os seus bastidores: a imprensa era bombardeada com notícias que reforçavam a rivalidade das duas atrizes (a coca-cola que Bette insistia em tomar, sabendo que Joan era casada com o dono da Pepsi, por exemplo). Assista Online Imagens
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Nome: Mary Louise Brooks Nascimento e local: 14/11/1906, Cherryvale, EUA Morte: 08/08/1985, Rochester, EUA, ataque cardíaco Ocupação: atriz e escritora Nacionalidade: americana Casamentos: A. Edward Sutherland e Deering Davis Filhos: não Biografia Louise Brooks nasceu no Kansas, em 1909. Adorava a dança, e aos quinze anos já excursionava na companhia da grande coreógrafa Martha Graham. Fez uma ponta no filme The Street of Forgotten Men, de 1925. Em 1928, já reconhecida como grande estrela nos Estados Unidos, foi até a Alemanha estrear o filme que garantiu seu lugar na posteridade: A Caixa de Pandora, do grande diretor austríaco G.W.Pabst. De gênio forte, negou-se a dublar suas falas no filme “Canary Murder Case”, da Paramount, o que viria a arruinar sua carreira. Seu último papel foi em Overland Stage Raiders, um western barato, realizado em 1938, com John Wayne. Após um período de esquecimento, em que vivia às custas dos amigos que fizera, Louise ressurgiu em 1955 numa mostra na Cinemateca Francesa, e virou Cult. Em seus últimos anos escrevia artigos sobre cinema para algumas revistas do gênero. Filmes Overland Stage Raiders (1938) King of Gamblers (1937) (scenes deleted) Empty Saddles (1936) .... 'Boots' Boone Hollywood Boulevard (1936) Who's Who in the Zoo (1931) Windy Riley Goes Hollywood (1931) God's Gift to Women (1931) It Pays to Advertise (1931) Prix de beauté (Miss Europe) (1930) Tagebuch einer Verlorenen - Diario de uma garota perdida (1929) The Canary Murder Case (1929) Die Büchse der Pandora - A caixa de Pandora (1929) Beggars of Life - Mendigos da Vida (1928) A Girl in Every Port - Uma Noiva em cada porto (1928) The City Gone Wild (1927) Now We're in the Air (1927) Rolled Stockings (1927) Evening Clothes (1927) Just Another Blonde (1926) The Show Off (1926) It's the Old Army Game (1926) A Social Celebrity (1926) Love 'Em and Leave 'Em (1926) The American Venus (1926) The Street of Forgotten Men (1925)   Mais As Doces e Esquecidas Atrizes do Cinema Silencioso Ziegfeld Follies, o Brilho dos Espetálos e das Estrelas mais belas Louise Brooks - Entrevista (ASSISTA ONLINE) Louise Brooks - Procurando por Lulu (ASSISTA ONLINE) Louise Brooks: Mistérios e Escândalos (ASSISTA ONLINE)
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Nome: Gladys Louise Smith Nascimento e local: 08/04/1892, Toronto, CAN Morte: 29/05/1979, Santa Monica, EUA, hemorragia cerebral Ocupação: atriz Nacionalidade: canadense Casamentos: Owen Moore, Douglas Fairbanks, Sr. E Buddy Rogers Filhos: Ronald "Ronnie" Charles e Roxanne Biografia Com 5 anos, Mary Pickford já encenava pequenos papéis. Aos 8, tornou-se a única provedora da família, quando a mãe ficou viúva. Adolescente, com seus cabelos cacheados e cara de boneca, foi para a Broadway e surpreendeu os diretores ao pedir trabalho dizendo que era “o pai da família”. Logo começou a pegar papéis maiores e, com seu talento natural para a comédia, transformou-se numa das estrelas mais amadas do cinema mudo. Dona de olhos expressivos, Mary também tinha um aguçado tino comercial. A jovial Mary Pickford tinha 16 anos quando conheceu D.W. Griffith que lhe deu seu primeiro papel. Ela atuou no filme Pippa Passes (1909), baseado em um drama de Browning. As personagens de Mary inevitavelmente eram crianças ou adolescentes e a atriz logo transformou-se na Namoradinha da América, uma estrela que escolhia seus roteiristas e dava palpites até na direção e produção. Seu porte mignon possibilitou-a de fazer o filme Pollyanna (adolescente de 12) aos 27 anos de idade. Com muito tino para negócios, fundou a United Artists Corporation com Charlie Chaplin, D. W. Griffith e seu marido, Douglas Fairbanks. O negócio começou a dar dinheiro, a tal ponto que Mary deixou as telas aos 40 anos, em 1933, como uma das mais bem-sucedidas empreendedoras do cinema, embora a United tenha sido vendida posteriormente. Filmes Secrets (1933) Kiki (1931) Forever Yours (1930) The Taming of the Shrew - A megera domada (1929) Coquette - Coquete (1929) The Gaucho - O Gaucho (1927) My Best Girl - Meu único amor (1927) Sparrows - Aves sem Ninho (1926) The Black Pirate - O Pirata Negro (1926) Ben-Hur: A Tale of the Christ - Ben-Hur (1925) Little Annie Rooney - A Jovem Annie Rooney (1925) Dorothy Vernon of Haddon Hall (1924) Rosita - A Cantora das Ruas (1923) Tess of the Storm Country (1922) Little Lord Fauntleroy - O Pequeno Lord Fauntleroy (1921) Through the Back Door (1921) The Nut - O Excêntrico (1921) The Love Light - A Luz do Amor (1921) Suds (1920) Pollyanna (1920) Heart o' the Hills (1919) The Hoodlum (1919) Daddy-Long-Legs (1919) Captain Kidd, Jr. (1919) One Hundred Percent American (1918) Johanna Enlists (1918) How Could You, Jean? (1918) Amarilly of Clothes-Line Alley (1918) Stella Maris - Stella Maris ou Desditoso Amor (1918) The Little Princess (1917) Rebecca of Sunnybrook Farm (1917) The Little American - A Pequena Americana (1917) A Romance of the Redwoods (1917) The Poor Little Rich Girl - A pobre menina rica (1917) The Pride of the Clan (1917) All-Star Production of Patriotic Episodes for the Second Liberty Loan (1917) Less Than the Dust - Menos que o pó (1916) Hulda from Holland (1916) The Eternal Grind (1916) Poor Little Peppina (1916) The Foundling (1916) Madame Butterfly (1915) A Girl of Yesterday (1915) Esmeralda (1915) Rags (1915) Little Pal (1915) The Dawn of a Tomorrow (1915) Fanchon, the Cricket (1915/I) Mistress Nell (1915) Broken Hearts (1915) The Foundling (1915) Cinderella - A gata borralheira (1914) Behind the Scenes (1914) Such a Little Queen (1914) The Eagle's Mate (1914) Tess of the Storm Country (1914) A Good Little Devil (1914) Hearts Adrift (1914) Caprice (1913) In the Bishop's Carriage (1913) Fate (1913) The Unwelcome Guest (1913) The New York Hat (1912) The Informer (1912) My Baby (1912) The One She Loved (1912) A Feud in the Kentucky Hills (1912) So Near, Yet So Far (1912) Friends (1912) A Pueblo Legend (1912) A Pueblo Romance (1912) With the Enemy's Help (1912) The Inner Circle (1912) A Child's Remorse (1912) The Narrow Road (1912) An Indian Summer (1912) The School Teacher and the Waif (1912) Lena and the Geese (1912) Home Folks (1912) A Beast at Bay (1912) A Lodging for the Night (1912) The Old Actor (1912) Won by a Fish (1912) Just Like a Woman (1912) The Female of the Species (1912) Fate's Interception (1912) Iola's Promise (1912) A Timely Repentance (1912) A Siren of Impulse (1912) The Mender of Nets (1912) Honor Thy Father (1912) Grannie (1912) The Caddy's Dream (1911) The Portrait (1911) Little Red Riding Hood (1911) Love Heeds Not Showers (1911) The Courting of Mary (1911) From the Bottom of the Sea (1911) His Dress Shirt (1911) The Aggressor (1911) The Better Way (1911) The Sentinel Asleep (1911) 'Tween Two Loves (1911) By the House That Jack Built (1911) The Toss of a Coin (1911) The Call of the Song (1911) The Skating Bug (1911) At a Quarter of Two (1911) A Gasoline Engagement (1911) For the Queen's Honor (1911) In the Sultan's Garden (1911) Behind the Stockade (1911) Back to the Soil (1911) The Lighthouse Keeper (1911) The Master and the Man (1911) For Her Brother's Sake (1911) The Fair Dentist (1911) The Temptress (1911) Second Sight (1911) As a Boy Dreams (1911) The Stampede (1911) Sweet Memories (1911) In Old Madrid (1911) The Fisher-Maid (1911) Conscience (1911) The Message in the Bottle (1911) A Decree of Destiny (1911) A Manly Man (1911) Artful Kate (1911) Pictureland (1911) The Convert (1911) Her Darkest Hour (1911) The Mirror (1911) When the Cat's Away (1911) At the Duke's Command (1911) Three Sisters (1911) Maid or Man (1911) The Dream (1911) The Italian Barber (1911) Their First Misunderstanding (1911) When a Man Loves (1911) The Daddy's Dream (1911) A Dog's Tale (1911) How Mary Fixed It (1911) Science (1911) Little Nell's Tobacco (1910) White Roses (1910) A Child's Stratagem (1910) A Plain Song (1910) The Song of the Wildwood Flute (1910) Sunshine Sue (1910) Simple Charity (1910) Waiter No. 5 (1910) A Lucky Toothache (1910) The Masher (1910) That Chink at Golden Gulch (1910) A Gold Necklace (1910) The Iconoclast (1910) Examination Day at School (1910) A Summer Tragedy (1910) Little Angels of Luck (1910) Muggsy Becomes a Hero (1910) Wilful Peggy (1910) The Sorrows of the Unfaithful (1910) When We Were in Our Teens (1910) The Usurer (1910) An Arcadian Maid (1910) The Call to Arms (1910) Serious Sixteen (1910) A Flash of Light (1910) What the Daisy Said (1910) Muggsy's First Sweetheart (1910) A Child's Impulse (1910) May and December (1910) Never Again (1910/I) The Face at the Window (1910) A Victim of Jealousy (1910) In the Season of Buds (1910) Ramona (1910) An Affair of Hearts (1910) Love Among the Roses (1910) The Unchanging Sea (1910) The Kid (1910) A Romance of the Western Hills (1910) A Rich Revenge (1910) As It Is in Life (1910) The Two Brothers (1910) His Last Dollar (1910) The Smoker (1910) The Twisted Trail (1910) The Thread of Destiny (1910) The Newlyweds (1910) The Englishman and the Girl (1910) The Woman from Mellon's (1910) The Call (1910) All on Account of the Milk (1910) To Save Her Soul (1909) The Test (1909) The Trick That Failed (1909) The Mountaineer's Honor (1909) A Midnight Adventure (1909) A Sweet Revenge (1909) The Light That Came (1909) The Restoration (1909) The Gibson Goddess (1909) What's Your Hurry? (1909) Lines of White on a Sullen Sea (1909) In the Watches of the Night (1909) His Lost Love (1909) The Little Teacher (1909) The Awakening (1909) Wanted, a Child (1909) In Old Kentucky (1909) The Broken Locket (1909) The Children's Friend (1909) Getting Even (1909) The Hessian Renegades (1909) The Little Darling (1909) The Sealed Room (1909) Oh, Uncle! (1909) The Seventh Day (1909) The Indian Runner's Romance (1909) His Wife's Visitor (1909) They Would Elope (1909) A Strange Meeting (1909) The Slave (1909) Sweet and Twenty (1909) The Renunciation (1909) Tender Hearts (1909) The Cardinal's Conspiracy (1909) The Country Doctor (1909) The Necklace (1909) The Way of Man (1909) The Mexican Sweethearts (1909) The Peachbasket Hat (1909) The Faded Lilies (1909) Her First Biscuits (1909) The Son's Return (1909) The Lonely Villa (1909) The Violin Maker of Cremona (1909) What Drink Did (1909) His Duty (1909) Two Memories (1909) The Drive for a Life (1909) The Deception (1909) The Fascinating Mrs. Francis (1909) Mrs. Jones Entertains (1909) The Heart of an Outlaw (1909)   Mais As Doces e Esquecidas Atrizes do Cinema Silencioso Mary Pickford e Joan Crawford Mary Pickford - A Life On Film (ASSISTA ONLINE)
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  Ficha Nome: Joan de Beauvoir de Havilland Nascimento e local: 22/10/1917, Tokyo, JAP Ocupação: atriz Nacionalidade: Japonesa / americana Casamentos: Brian Aherne, William Dozier, Collier Young e Alfred Wright, Jr. Filhos: Deborah Leslie Dozier e Martita Pareja Calderon   Biografia     Joan de Beauvoir de Havilland, nasceu em 22 de outubro de 1917, em Toquio. Aos 15 anos foi apresentada a atriz May Robson, e usou o sobrenome de solteira da mãe, Fontaine, para diferir do usado por sua irmã, a também atriz Olivia de Havilland. Em 1935 estrelou no teatro “Kind Lady” e “Call It a Day”. Durante a apresentação, recebeu um convite de Jesse Lasky, para trabalhar para a RKO, no filme “No more ladies”. No ano seguinte, foi convidada para aparecer em um filme de Fred Astaire e Ginger Rogers (Senhora em desgraça), cujo título lhe caiu muito bem: o filme foi um fracasso de bilheteria e crítica. Joan não fez muito sucesso, após mais de 10 participações em filmes, e não teve seu contrato renovado em 1939. Durante uma festa, conheceu o produtor David O. Selznick, e recebeu o convite para fazer um teste para “Rebecca”, que seria dirigido pelo diretor Alfred Hitchcock. Sucesso absoluto. Joan recebeu sua primeira indicação ao Oscar. Este só viria em “Suspicion”, em 1942, sendo indicada também por “De amor também se morre”. Durante a década de 50 afastou-se gradativamente das telas. Virou empresária no ramo agro e passou a fazer participações esporádicas em séries televisivas e peças na Broadway. Em 1994 fez sua última participação, no filme televisivo “ood King Wencelas”. Atualmente reside na Califórnia. Filmes   Good King Wenceslas (1994) The Witches (1966) Tender is the Night - Suave é a noite (1962) Island in the Sun - A Ilha dos Trópicos (1957) Beyond a Reasonable Doubt - Suplício de uma alma (1956) Serenade - Serenata (1956) Casanova's Big Night (1954) The Bigamist - O Bígamo (1953) Flight to Tangier - Os mistérios do Marrocos (1953) Decameron Nights (1953) Ivanhoe (1952) The Tragedy of Othello: The Moor of Venice (1952) Something to Live For (1952) Darling, How Could You! (1951) Born to Be Bad (1950) September Affair (1950) Kiss the Blood Off My Hands (1948) You Gotta Stay Happy (1948) The Emperor Waltz (1948) Letter from an Unknown Woman- Carta de uma desconhecida (1948) Ivy (1947) From This Day Forward (1946) The Affairs of Susan (1945) Frenchman's Creek (1944) Jane Eyre (1944) The Constant Nymph - De amor também se morre (1943) This Above All (1942) Suspicion - Suspeita (1941) Rebecca (1940) The Women - As Mulheres (1939) Man of Conquest (1939) Gunga Din (1939) The Duke of West Point (1938) Sky Giant (1938) Blond Cheat (1938) Maid's Night Out (1938) A Damsel in Distress - Cativa e cativante (1937) Music for Madame (1937) You Can't Beat Love (1937) The Man Who Found Himself (1937) Quality Street - A Rua da Vaidade (1937) A Million to One (1937) No More Ladies - Adeus Mulheres (1935)     Mais Olivia de Havilland e Joan Fontaine: Irmãs e inimigas   Prêmios   1944Concorreu aoOscar ao deMelhor Atriz: The Constant Nymph (1943) 1942Venceu oOscar deMelhor Atriz: Suspicion (1941) 1941Concorreu aoOscar deMelhor Atriz: Rebecca (1940)   Imagens       Vídeos  
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Nome: Monetta Eloyse Darnell Nascimento e local: 16/10/1923, Dallas, EUA Morte: 10/04/1965, Illinois, EUA, incêndio Ocupação: atriz Nacionalidade: americana Casamentos: J. Peverell Marley, Phillip Liebmann e Merle Roy Robertson Filhos: Charlotte "Lola" Marley Biografia Nasceu Monetta Eloyse Darnell em 16 de outubro de 1923, em Dallas no Texas, terceira de cinco irmãos. Aos 11 anos ela começou a trabalhar como modelo de uma loja, aos 13 fazia sua estréia como atriz em Hollywood, mas descobriram que ela mentira a idade e ela teve que retornar à sua cidade. Continuou por um bom tempo atuando em peças de teatro, até que em 1939 voltou para Hollywood. Estrelou os filmes “Blood and Sand” (ao lado de Tyrone Power), “Hangover Square” e “My Darling Clementine”. Com “Star Dust”, alcançou o estrelato na Twentieth Century-Fox, tornando-se uma das maiores estrelas da década de 40. Dez anos depois ela abandonava às telas, desiludida com os papéis fracos que lhe ofereciam. Ainda retornou em 1965, para atuar em “Black Spurs”. Em 1965, aos 41 anos, ela estava assistindo TV, quando um incêndio alastrou-se pela casa. Linda tentou salvar um amigo (que ela não sabia já ter escapado) mas não conseguiu salvar-se: teve 80% do corpo queimado e morreu depois de algum tempo internada. Filmes Black Spurs (1965) Zero Hour! (1957) Dakota Incident (1956) Ultimi cinque minuti, Gli (1955) This Is My Love (1954) Donne proibite (1954) Second Chance (1953) Blackbeard, the Pirate (1952) Night Without Sleep (1952) Saturday Island (1952) The Lady Pays Off (1951) The Guy Who Came Back (1951) The 13th Letter (1951) Two Flags West (1950) No Way Out (1950) Everybody Does It (1949) Slattery's Hurricane (1949) A Letter to Three Wives (1949) Unfaithfully Yours - Odeio-te meu amor! (1948) The Walls of Jericho (1948) Forever Amber (1947) My Darling Clementine (1946) Centennial Summer (1946) Anna and the King of Siam (1946) Fallen Angel - Anjo ou demônio (1945) The Great John L. (1945) Hangover Square (1945) Sweet and Low-Down (1944) Summer Storm (1944) It Happened Tomorrow (1944) Buffalo Bill (1944) The Song of Bernadette (1943) City Without Men (1943) The Loves of Edgar Allan Poe (1942) Rise and Shine (1941) Blood and Sand - Sangue e Areia (1941) Chad Hanna (1940) The Mark of Zorro - A marca do Zorro (1940) Brigham Young: Frontiersman - O Filho dos Deuses (1940) Star Dust (1940) Day-Time Wife (1939) Hotel for Women (1939)   Mais A Tragédia de Linda Darnell
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    Ficha   Nome: Ruby Katherine Stevens Nascimento e local: 16/07/1907, Brooklyn, EUA Morte: 20/01/1990, Santa Monica, California EUA, ataque cardíaco Ocupação: atriz Nacionalidade: americana Casamentos: Frank Fay e Robert Taylor Filhos: Dion Fay Biografia   Nascida Ruby Stevens, foi a mais nova de cinco irmãos. Ficou órfã de mãe aos dois anos, e pouco depois o pai abandonou a família, indo trabalhar na Zona do Canal do Panamá. Foi criada, alternadamente, por uma família amiga e pela irmã corista, Mildred, no Brooklyn. Entre os oito e onze anos, viajava nas férias com a irmã Mildred em seus shows. Aos 11 anos, foi morar com um casal de origem judaica, sem filhos, os Harold Cohens, de Flatbush, onde experimentou a afeição pela primeira vez. Com a gravidez da Sra. Cohen, porém, foi novamente rejeitada. Deixou a escola aos 13 anos, apesar de a Escola Superior Erasmus Hall, no Brooklyn, a registrar como "diplomada com distinção". Começou a trablhar omitindo sua idade, numa grande loja de departamentos no Brooklyn, e posteriormente trabalhou para a Companhia Telefônica de Nova York. Dividia um flat com Maude Groodie, atriz de vaudeville, amiga dos tempos em que viajava com Mildred. Virou corista aos 15 anos em cabarés de Nova York, contratada por Billy Crisp e Earl Lindsay. Em 1926, um amigo a apresentou a Willard Mack, um produtor e diretor que a contratou para um de seus shows. Participou de The Noose, que teve 197 apresentações no Teatro Hudson, e mudou o seu nome para Bárbara Stanwyck, por sugestão de Willard, que juntou o nome de uma peça (Barbara Fritchie), com o nome da atriz que a interpretava (Jane Stanwick), alterando para depois para Stanwyck. O sucesso foi grande e ali nascia Barbara Stanwyck, mais tarde uma legenda de Hollywood. Em 1927, estrelou Burlesque, como estrela absoluta: 338 apresentações. Os direitos da peça foram comprados pela Paramount para o cinema, tendo o nome mudado para The Dance of Life ("NO Rodopio da Vida") (1929), porém foi substituda por outra atriz, Nancy Carroll. Em 1927 foi para Hollywood e estrelou Broadway Nights ("Noites da Broadway), sem maior representação para sua carreira. Em 1929, estrelou The Locked Door ("Entre Portas Fechadas"), que foi um fracasso na época. O sucesso só veio ao trabalhar com Frank Capra em Ladies of Leisure ("A Flor dos Meus Sonhos"), em 1930. A atriz foi casada duas vezes, a primeira com Frank Fay que, convencido do seu talento como atriz, a levou para Hollywood em 1930 e conseguiu-lhe alguns testes. O casal adotou o menino John Charles Green, que teve seu nome mudado para Dion Anthony Fay. Logo depois o casal se separou, e tiveram uma longa luta judicial pela custódia do menino, que foi conseguida por Bárbara. Dion faleceu em 1961. Com Robert Taylor em 1941. O segundo casamento foi com o ator Robert Taylor, em 1939, e durou 11 anos, até 14 de dezembro de 1950, quando Bárbara prometeu, e cumpriu, nunca mais se casar. Dois de seus papéis mais marcantes e que lhe valeram dois prêmios Emmy de TV foram a matriarca da série de TV Big Valley, na década de 60, e a fazendeira Mary Carson em Pássaros Feridos, produzida em 1983. Teve quatro indicações para o Oscar mas acabou levando apenas um honorário pelo conjunto da sua obra, em 1982. Barbara morreu de insuficiência cardíaca, aos 82 anos, no St. John's Hospital, tendo ao seu lado Nancy Sinatra, sua grande amiga.   Filmes   The Letters (1973) A Taste of Evil (1971) The House That Would Not Die (1970) Roustabout - Carrossel de emoções (1964) Escape to Burma (1955) The Violent Men (1955) Cattle Queen of Montana (1954) Executive Suite (1954) Witness to Murder (1954) Blowing Wild - Sangue da Terra (1953) The Moonlighter (1953) All I Desire (1953) Titanic (1953) Jeopardy (1953) Clash by Night - Só a mulher peca (1952) The Man with a Cloak (1951) To Please a Lady - Agora Sou tua (1950) The Furies (1950) No Man of Her Own (1950) The File on Thelma Jordon - Confissão de Telma (1950) East Side, West Side - Mundos Opostos (1949) The Lady Gambles (1949) Sorry, Wrong Number (1948) B.F.'s Daughter (1948) Cry Wolf (1947) The Other Love (1947) The Two Mrs. Carrolls (1947) California (1946) The Strange Love of Martha Ivers - O tempo não apaga (1946) The Bride Wore Boots (1946) My Reputation (1946) Christmas in Connecticut (1945) Double Indemnity - Pacto de Sangue (1944) Um Sonho em Hollywood (1944) Flesh and Fantasy (1943) Lady of Burlesque - A Morte Dirige o Espetáculo (1943) The Gay Sisters (1942) The Great Man's Lady (1942) Ball of Fire - Bola de Fogo (1941) You Belong to Me (1941) Meet John Doe - Meu Adorável vagabundo (1941) The Lady Eve - As três noites de Eva (1941) Remember the Night - Lembra-te Daquela Noite (1940) Golden Boy - Conflito de duas almas (1939) Union Pacific - Aliança de Aço (1939) The Mad Miss Manton - Quando Elas Teimam (1938) Always Goodbye - Adeus Para Sempre (1938) Breakfast for Two (1937) Stella Dallas (1937) This Is My Affair - A Força do Coração (1937) Internes Can't Take Money - Escravos do Dever (1937) The Plough and the Stars - A Primeira Batalha (1936) Banjo on My Knee - Um Romance no Mississipi (1936) His Brother's Wife - A Mulher do Seu Irmão (1936) The Bride Walks Out (1936) A Message to Garcia - Mensagem a Garcia (1936) Annie Oakley - Na Mira do Coração (1935) Red Salute - Bom Partido para Dois (1935) The Woman in Red - A Dama de Vermelho (1935) The Secret Bride - Casados em Segredo (1934) A Lost Lady - A Mulher Que Achei (1934) Gambling Lady - Paixão de Fogo (1934) Ever in My Heart - Sempre em Meu Coração (1933) Baby Face - Serpentes de Luxo (1933) Ladies They Talk About - Mulheres do Mundo (1933) The Bitter Tea of General Yen - O último chá do general Yen (1933) The Purchase Price - O Preço da Compra (1932) So Big! - No Palco da Vida (1932) Shopworn (1932) Forbidden - Mulher Proibida (1932) The Miracle Woman - A mulher miraculosa (1931) Night Nurse - Triunfos de Mulher (1931) The Slippery Pearls (1931) Ten Cents a Dance (1931) Illicit (1931) Ladies of Leisure - A Flor dos Meus Sonhos (1930) Mexicali Rose (1929) The Locked Door (1929) Broadway Nights (1927)   Mais As Três Noites de Eva (1941) Barbara Stanwyck - Por Buen Camino (em espanhol)     Prêmios   Óscar 1937 – Indicação ao Óscar de Melhor Atriz (principal), pela atuação no filme Stella Dallas ("Stella Dallas, a Mãe Redentora") 1941 – Indicação ao Óscar de Melhor Atriz pela atuação no filme Ball of Fire ("Bola de Fogo") 1944 – Indicação ao Óscar de Melhor Atriz pela atuação no filme Double Indemnity ("Pacto de Sangue") 1948 – Indicação ao Óscar de Melhor Atriz pela atuação no filme Sorry, Wrong Number ("A Vida Por um Fio") 1981 – Recebeu o Óscar Honorário pela grande criatividade e contribuição à arte de interpretação no cinema. Prêmio Emmy 1961 - Vencedora por The Barbara Stanwyck Show 1966 - Vencedora por The Big Valley 1967 – Indicada por The Big Valley 1968 – Indicada por The Big Valley 1983 – Vencedora por The Thorn Birds ("Pássaros Feridos") (part 1) Globo de Ouro 1966 - Indicação de Melhor Atriz de TV em The Big Valley 1967 - Indicação de Melhor Atriz de TV em The Big Valley 1968 - Indicação de Melhor Atriz de TV em The Big Valley 1984 – Venceu em Melhor Atriz (coadjuvante/secundária) em televisão em The Thorn Birds ("Pássaros Feridos") 1986 – Venceu o Prêmio Cecil B. DeMille Outros Prêmios 1967 - Screen Actors Guild - Life Achievement Award 1981 - Film Society of Lincoln Center - Gala Tribute 1981 - Los Angeles Film Critics Association - Career Achievement Award 1987 - American Film Institute - Life Achievement Award   Imagens       Vídeos   qEdh2MmIIVs   mSvzBMK40yg
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Depois de estrelar 9 filmes, em 1939 já famosa em seu país, foi levada para Hollywood por David Selznick, que a queria num remake de “Intermezzo”, co-protagonizado por Leslie Howard. O seu tipo elegante, a fazia versátil para interpretar os diversos papéis, indo desde mulheres simples (O médico e o monstro), heroínas (Joana D’arc) a princesas (Anastácia). Ao longo da carreira arrebatou 3 Oscars com “À meia luz” (1944), Anastácia (1956) e “Assassinato no Orient Express” (1974). Mas o papel que mais a fez conhecida foi mesmo em Casablanca, romance ambientado na cidade homônima, em que dividiu a cena com o não menos aclamado humphrey bogard. A história do amor impossível que rendeu uma das cenas mais inesquecíveis do cinema: o final, na névoa do aeroporto. Dentre seus maiores sucessos, além dos já citados Casablanca e Anastácia, podemos também citar “Por quem os sinos dobram” com o qual foi indicada ao Oscar. Trabalhou com Hitchcock em dois filmes, “Quando fala o coração” e “Interlúdio”. Com o diretor italiano Luchino Visconte fez a comédia “Nós as mulheres”. Ao filmar “Sonata de Outono” (1978) já sofria do mal que lhe acometeria: câncer, aos 67 anos, na data de seu aniversário.   Filmes     Höstsonaten - Sonata de Outono (1978) A Matter of Time (1976) Murder on the Orient Express - Assassinato no Expresso Oriente (1974) From the Mixed-Up Files of Mrs. Basil E. Frankweiler (1973) A Walk in the Spring Rain (1970) Stimulantia (1967) The Human Voice (1966) The Yellow Rolls-Royce - O Rolls-Royce amarelo (1964) Cactus Flower - Flor do Cacto (1964) The Visit (1964) Hedda Gabler (1963) Auguste (1961) Goodbye Again (1961) Twenty-Four Hours in a Woman's Life (1961) The Inn of the Sixth Happiness - A Morada da Sexta Felicidade (1958) Indiscreet - Indiscreta (1958) Anastasia - Anastacia, a princesa esquecida (1956) Elena et les hommes (1956) Giovanna d'Arco al rogo (1954) Paura, La (1954) Viaggio in Italia (1954) Europa '51 (1952) Stromboli (1950) Under Capricorn - Sob o signo de capricórnio (1949) Joan of Arc - Joana D'Arc (1948) Arch of Triumph (1948) Notorious - Interlúdio (1946) American Creed (1946) The Bells of St. Mary's - Os sinos de Santa Maria (1945) Saratoga Trunk - Mulher exótica (1945) Spellbound - Quando Fala o Coração (1945) Gaslight - À Meia Luz (1944) For Whom the Bell Tolls - Por quem os sinos dobram (1943) Casablanca (1942) Dr. Jekyll and Mr. Hyde - O Médico e o Monstro (1941) Rage in Heaven (1941) Adam Had Four Sons (1941) Juninatten - Noite de Tentação (1940) Intermezzo: A Love Story (1939) Kvinnas ansikte, En (1938) Die Vier Gesellen (1938) Dollar (1938) Intermezzo (1936) På solsidan (1936) Valborgsmässoafton (1935) Swedenhielms (1935) Bränningar (1935) Munkbrogreven (1935) Landskamp (1932)   Mais Frases de Ingrid Bergman Ingrid Bergman e Roberto Rossellinni, um Romance à Italiana     Prêmios Recebeu 6 indicações ao Óscar da Academia para Melhor Atriz (principal), por suas atuações em "Por Quem os Sinos Dobram" (1943), "À Meia Luz" (1944), "Os Sinos de Santa Maria" (1945), "Joana D'Arc" (1948), "Anastacia, a Princesa Esquecida" (1956) e "Sonata de Outono" (1978). Venceu em 1944 e 1956. Ganhou o Óscar da Academia para Melhor Atriz (coadjuvante/secundária), por sua atuação em "Assassinato no Orient Express" (1974). Recebeu 2 indicações ao Golden Globe Award para Melhor Atriz (filme dramático), por suas atuações em "À Meia Luz" (1944) e "Os Sinos de Santa Maria" (1945). Venceu em 1944 e 1945. Recebeu 2 indicações ao Golden Globe Award para Melhor Atriz (filme dramático), por suas atuações em "Anastacia, a Princesa Esquecida" (1956) e "Sonata de Outono" (1978). Venceu em 1956. Recebeu uma indicação ao Golden Globe Award para Melhor Atriz (comédia ou musical) em cinema, por sua atuação em "Flor de Cacto" (1969). Ganhou o Golden Globe Award para Melhor Atriz (minissérie ou filme) em televisão, por sua atuação em "A Woman Called Gloria" (1982). Recebeu uma indicação ao BAFTA, na categoria de Melhor Atriz Estrangeira, por sua atuação em "A Morada da Sexta Felicidade" (1959). Ganhou o BAFTA de Melhor Atriz (coadjuvante/secundária), por sua atuação em "Assassinato no Orient Express" (1974). Ganhou um César honorário em 1976. Imagens Galeria (Clique na imagem)   Vídeos
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Nome: Oliveretta Elaine Duffy Nascimento e local: 20/10/1894, Pensilvânia, EUA Morte: 10/09/1920, Neuilly-sur-Seine, FRA, overdose Ocupação: atriz Nacionalidade: americana Casamentos: Jack Pickford e Bernhard Krugh Thomas Filhos: não Biografia   Nascida Oliveretta Elaine Duffy, em outubro de 1894, Olive Thomas foi uma das silents actress mais famosas. Em 1911, aos 16 anos casou-se pela primeira vez, com Bernard Thomas, mas as núpcias duraram somente 2 anos. Após o divórcio Olive foi para Nova York, onde trabalhou em algumas lojas. Em 1914 ganhou um prêmio como a garota mais bonita de Nova York. Começou a fazer capas de revistas, e daí para o Ziegfeld Folies foi um pulo. Nesse período chegou a posar nua, e o assédio masculino era enorme. Diante do sucesso absoluto nas rodas masculinas não foi difícil conseguir um contrato com a International Film Company, em 1916. Nos próximos 4 anos faria 20 filmes. Em 1918 assinou com a Selznick Pictures Company, onde assumiu um ar angelical de mocinha ao estilo Mary Pickford. Em 1920 já era considerada uma das atrizes mais populares do cinema, embora alguns jornalistas tivessem “descoberto” seu passado de ziegfeld e suas fotos nuas. Em 1920, em Paris, a atriz preparava-se para uma nova película, quando foi encontrada semi-morta em seu quarto, no Hotel Ritz. Tinha 26 anos. Chegou a ser socorrida, mas acabou falecendo alguns dias depois. Foi amplamente divulgado que sua morte foi devido a uma combinação errada de bebidas e comprimidos, mas também comentou-se que ela teria ingerido uma dose enorme de uma medicação utilizada na época para combater a sífilis, prescrita por seu marido Jack. Falou-se também em suicido. Depois das investigações, a morte foi considerada acidental, Jack liberado e Olive Thomas esquecida. Filmes Everybody's Sweetheart (1920) Darling Mine (1920) The Flapper (1920) Youthful Folly (1920) Footlights and Shadows (1920) Out Yonder (1919) The Glorious Lady (1919) The Spite Bride (1919) Prudence on Broadway (1919) Love's Prisoner (1919) Upstairs and Down (1919) The Follies Girl (1919) Toton the Apache (1919) Heiress for a Day (1918) Limousine Life (1918) Betty Takes a Hand (1918) Tom Sawyer (1917) Indiscreet Corinne (1917) Broadway Arizona (1917) An Even Break (1917) Madcap Madge (1917) A Girl Like That (1917) Beatrice Fairfax Episode 10: Playball (1916) Beatrice Fairfax (1916)   Mais As Doces e Esquecidas Atrizes do Cinema Silencioso Love's Prisoner (1919)
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167. Glenn Ford
FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha   Nome: Gwyllyn Samuel Newton Ford Nascimento e local: 01/05/1916, Quebec, CAN Morte: 30/08/2006, Beverly Hills, EUA, AVC Ocupação: ator Nacionalidade: americana Casamentos: Jeanne Baus, Cynthia Hayward,  e Eleanor Powell Filho: Peter Ford   Biografia   Glenn Ford nasceu em Québec em maio de 1916. Por volta de 1935 entrou para uma companhia de teatro. Depois de vários testes frustrados, conseguiu entrar para a FOX, estreando em "Heaven With a Barbed Wire Fence" (1939). Alguns filmes sem importância e ele mudou-se para a Columbia, onde estrelou seus primeiros westerns que, durante um bom tempo, marcariam sua carreira. Depois de servir a Marinha americana, faria um filme pelo qual ficaria marcado: “Gilda”, em 1946, com Rita Hayworth. Seguiram-se sucessos variados, indo de westerns, dramas e comédias e que o tornaram cada vez mais popular. Em 1955, já na MGM, entraria na lista dos 10 atores de maior bilheteria. Na década de 60 continuou trabalhando, mas seu sucesso de bilheteria já não era o mesmo. Fez a série de tv “Sam Cade”, onde conquistou o prêmio Logie, e seguia fazendo alguns filmes, dentre eles “Superman”, de 1978, onde fazia o pai adotivo do homem de aço. Seus últimos anos de vida foram tranqüilos, em um rancho. Faleceu em agosto de 2006, de complicações causadas por um AVC. Filmes Mais DVDs e Livros Final Verdict (1991) Raw Nerve (1991) Border Shootout (1990) Casablanca Express (1989) My Town (1986) Happy Birthday to Me (1981) Fukkatsu no hi (1980) The Gift (1979) Day of the Assassin (1979) Beggarman, Thief (1979) The Sacketts (1979) (TV) The Visitor (1979) Superman (1978) Evening in Byzantium (1978) No Margin for Error (1978) The 3,000 Mile Chase (1977) Midway - A Batalha de Midway (1976) Punch and Jody (1974) The Greatest Gift (1974) The Disappearance of Flight 412 Santee (1973) Jarrett (1973) (TV) The Brotherhood of the Bell (1970) .DOWNLOAD Heaven with a Gun (1969) Smith! (1969) Day of the Evil Gun (1968) The Last Challenge (1967) A Time for Killing (1967) Rage (1966) Paris brûle-t-il? (1966) The Money Trap - Dinheiro é armadilha (1965) The Rounders (1965) Dear Heart (1964) Fate Is the Hunter (1964) Advance to the Rear (1964) Love Is a Ball (1963) The Courtship of Eddie's Father (1963) Experiment in Terror (1962)  Paris brûle-t-il? - Paris está em chamas? (1966) The Four Horsemen of the Apocalypse - Os quatro cavaleiros do Apocalipse (1962) Pocketful of Miracles - Dama por um dia (1961) Cry for Happy (1961) Cimarron (1960) The Gazebo (1959) It Started with a Kiss (1959) Torpedo Run (1958) Imitation General (1958) The Sheepman (1958) Cowboy (1958) Don't Go Near the Water - Não Caia na Água, marujo (1957) 3:10 to Yuma (1957) The Teahouse of the August Moon - Casa de Chá do Luar de Agosto (1956) The Fastest Gun Alive (1956) Jubal (1956) Ransom! (1956) Trial (1955) Interrupted Melody (1955) Blackboard Jungle - Sementes da violência (1955) The Violent Men (1955) The Americano (1955) Human Desire - Desejo Humano (1954) City Story (1954) Appointment in Honduras (1953) The Big Heat - Os Corruptos (1953) Plunder of the Sun (1953) The Man from the Alamo (1953) Time Bomb (1953) Affair in Trinidad - Uma viúva em Trinidad (1952) Young Man with Ideas (1952) The Green Glove (1952) DOWNLOAD The Secret of Convict Lake (1951) Follow the Sun (1951) The Redhead and the Cowboy (1951) The Flying Missile (1950) Convicted (1950) The White Tower (1950) The Doctor and the Girl (1949) Mr. Soft Touch (1949) Lust for Gold - Escravos da Ambição (1949) The Undercover Man (1949) The Return of October (1948) The Loves of Carmen - Os amores de Carmen (1948) The Man from Colorado - O Homem do Colorado (1948) The Mating of Millie (1948) Framed (1947) Gallant Journey (1946) A Stolen Life - Uma vida roubada (1946) Gilda (1946) Destroyer (1943) The Desperadoes (1943) Flight Lieutenant (1942) The Adventures of Martin Eden (1942) Go West, Young Lady (1941) Texas (1941) So Ends Our Night (1941) Blondie Plays Cupid (1940) The Lady in Question - Protegida do Papai (1940) DOWNLOAD Babies for Sale (1940) Men Without Souls (1940) Convicted Woman (1940) My Son Is Guilty (1939) Heaven with a Barbed Wire Fence (1939) Night in Manhattan (1937)   Mais Os Amores de Carmen Lindas Encrencas: As Garotas (1969)   Prêmios Globo de Ouro por Dama por Um Dia (1961). Indicado ao Globo de Ouro por  Don't Go Near the Water (1957) e The Teahouse of the August Moon (1956).   Imagens   Vídeos   Eeeek0sBuw0   Vf9_KFr5o9
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Nome:  James Francis Cagney, Jr. Nascimento e local: 17/07/1899, Nova York, EUA Morte e local: 30/03/1986, Nova York, EUA, ataque cardíaco Ocupação: ator Nacionalidade: americana Casamentos:  Frances Vernon Filhos: James Cagney, Jr e Cathleen Biografia Considerado um dos melhores atores do cinema clássico, James Cagney nasceu Nova York, estudando artes na Universidade de Columbia. Estreou na vaudeville interpretando uma personagem feminina. Quando fazia “Penny Árcade”, na Broadway, foi convidado a fazer um teste para a Warner. Estreou “Sinner’s Holiday” (1930), mas seu primeiro papel de destaque só viria com “The public Enemy” (1931), onde atua com a platinum Jean Harlow. Com “Angels with dirty faces” recebeu sua primeira indicação ao Oscar, perdendo para Spencer. Em 1942, Cagney fundou, juntamente com seu irmão William, sua própria companhia, e estreou como diretor em “Short cut to hell”. Fundou o Sindicato dos Atores e permaneceu como Presidente do mesmo por 2 anos. Na década de 60 despediu-se das telas em “One, two, three” de Billy Wilder, afastando-se do cinema e deixando um legado de 60 filmes e duas indicações para o Oscar. James faleceu aos 86 anos, de ataque cardíaco. Filmes   Mais DVDs e Livros Terrible Joe Moran (1984) Ragtime - Naa época do Ragtime (1981) One, Two, Three - Cupido não tem bandeira (1961) The Gallant Hours (1960) Shake Hands with the Devil (1959) Never Steal Anything Small (1959) Man of a Thousand Faces - O Homem das mil faces (1957) These Wilder Years (1956) Tribute to a Bad Man (1956) Mister Roberts (1955) The Seven Little Foys (1955) Love Me or Leave Me (1955) Run for Cover (1955) A Lion Is in the Streets (1953) What Price Glory (1952) Come Fill the Cup (1951) The West Point Story - Conquistando West Point (1950) Kiss Tomorrow Goodbye (1950) White Heat (1949) The Time of Your Life - Um Momento em cada vida (1948) 13 Rue Madeleine (1947) Blood on the Sun (1945) Johnny Come Lately (1943) You, John Jones! (1943) Yankee Doodle Dandy - A canção da vitoria (1942) Captains of the Clouds (1942) The Bride Came C.O.D. - A noiva caiu do céu (1941) The Strawberry Blonde - Uma loira com açúcar (1941) City for Conquest / Dois Contra uma cidade inteira (1940) DOWNLOAD Torrid Zone - Zona Torrida (1940) DOWNLOAD The Fighting 69th (1940) The Roaring Twenties (1939) Each Dawn I Die (1939) The Oklahoma Kid (1939) Angels with Dirty Faces - Anjos de cara suja (1938) Boy Meets Girl (1938) Something to Sing About (1937) Great Guy (1936) Ceiling Zero (1936) Frisco Kid / Garra de Ferro (1935) DOWNLOAD Mutiny on the Bounty (1935) A Midsummer Night's Dream - Sonhos de uma noite de verão (1935) The Irish in Us (1935) 'G' Men (1935) Devil Dogs of the Air (1935) The St. Louis Kid (1934) Here Comes the Navy (1934) He Was Her Man (1934) Jimmy the Gent - Bancando o cavalheiro (1934) Lady Killer (1933) Footlight Parade - Belezas em revista (1933) The Mayor of Hell (1933) Picture Snatcher (1933) Hard to Handle (1933) Winner Take All (1932) The Crowd Roars (1932) Taxi! (1932) Blonde Crazy (1931) Smart Money (1931) The Millionaire (1931) The Public Enemy - Inimigo público (1931) Other Men's Women (1931) The Doorway to Hell (1930) Sinners' Holiday (1930)
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169. Clara Bow
  Ficha   Nome: Clara Gordon Bow Nascimento e local: 29/07/1905, Brooklyn, EUA Morte e local: 26/09/1965, Califórnia, EUA, ataque cardíaco Ocupação: atriz Nacionalidade: americana Casamentos: Rex Bell Filhos: Rex Anthony Bell, Jr., George Robert Bell Biografia   Clara Bow foi e é uma do símbolos sexuais mais marcantes do cinema, às vezes mais lembrada por seu comportamento fora das telas do que nele. Nascida em agosto de 1905 em Nova York, de família pobre e mãe que sofria de problemas mentais. Aos 16 anos começou a carreira ganhando um concurso de beleza que foi organizado por uma revista. O prêmio foi uma rápida aparição em um filme. Graças ao produtor B. P. Schulberg, que se aliara aos Estúdios Paramount, começou a obter sucesso estrelando It (1927), como uma garota que usa o sexo para obter poder. Com esse filme ela passou a ser conhecida como “The It girl”. No mesmo ano interpretou uma garota inocente em Asas (filme que levou o primeiro Oscar de melhor filme). Os Estúdios investiram pesado na nova estrela, e ela foi dirigida pelos melhores diretores, dentre eles Victor Fleming e Clarence Badger. Com 25 anos já tinham sido mais de 50 filmes. A chegada dos filmes falados marcou a sua decadência, pois sua voz em nada ajudou e alguns problemas mentais acabaram por fazê-la abandonar de vez as telas. Faleceu em 1965, aos 60, de problemas de coração.   Filmes Screen Snapshots 1860: Howdy, Podner (1949) Hoop-La (1933) Call Her Savage (1932) Kick In (1931) No Limit (1931) Her Wedding Night (1930) Paramount on Parade - Paramount em grande gala (1930) Love Among the Millionaires (1930) True to the Navy - A Noiva da Esquadra (1930) The Saturday Night Kid (1929) Dangerous Curves (1929) The Wild Party - Louca Orgia (1929) Three Weekends (1928) The Fleet's In (1928) Ladies of the Mob (1928) Red Hair (1928) Get Your Man (1927) Hula (1927) Wings - Asas (1927) Rough House Rosie (1927) Children of Divorce (1927) It (1927) Kid Boots - A Testemunha Imprevista (1926) Mantrap - A Provocadora (1926) The Runaway (1926) Fascinating Youth (1926) Dancing Mothers (1926) Two Can Play (1926) Shadow of the Law (1926) Dance Madness (1926) My Lady of Whims (1925) The Ancient Mariner (1925) The Plastic Age - Dias de Colegial (1925) The Best Bad Man (1925) Free to Love (1925) The Primrose Path (1925) The Keeper of the Bees (1925) Kiss Me Again - Beija-me outra vez (1925) Parisian Love - Amor Parisiense (1925) My Lady's Lips (1925) The Scarlet West (1925) The Lawful Cheater (1925) Eve's Lover (1925) The Adventurous Sex (1925) Capital Punishment (1925) Black Lightning (1924) This Woman (1924) Helen's Babies (1924) Empty Hearts (1924) Wine (1924) Daughters of Pleasure (1924) Poisoned Paradise (1924) Grit (1924) Black Oxen (1923) Maytime (1923) The Daring Years (1923) Enemies of Women (1923) Down to the Sea in Ships (1922) Beyond the Rainbow (1922)   Mais Clara Bow: The It Girl As Doces e Esquecidas Atrizes do Cinema Silencioso Clara Bow - Discovering The It Girl   Imagens       Vídeos
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Nome: Rosemarie Magdelena Albach-Retty Nascimento e local: 23/09/1938, Vienna, Austria Morte e local: 26/05/1982, Paris, FRA, ataque cardíaco Ocupação: atriz Nacionalidade: austríaca Casamentos: Alain Delon (noivo), Harry Meyen e Daniel Biasini Filhos: Sarah Biasini and David Haubenstock Biografia Filha de atores, sempre chamou muita atenção por sua beleza, e sua estreia no cinema foi aos 14 anos no filme "Quando voltam a florescer os lilases" (When the White Lilacs Bloom Again), onde trabalhou com sua mãe. Aos 17 anos ganhou o papel que iria marcar sua carreira: Sissi, a imperatriz da Áustria. Seu sucesso não ficou só em seu país, ganhando o mundo logo, e acabou tendo duas continuações: "Sissi, a Imperatriz" e "Sissi e seu destino". Mas a atriz estava cansada de viver papel de adolescentes, e em 1958 estrelou "Senhoritas de uniforme", de temática GLS. Em "Christine", teve enorme dificuldade no início, pois não sabia falar inglês ou francês. Em 1962 estrela "O processo" (The trial), de Orson Welles. "Boccaccio 70", de Luciano Visconti trouxe uma mudança significativa em sua carreira. O sucesso seguiu durante a década de 70. Romy trabalhou com os melhores diretores, como Claude Chabrol, Claude Sautet, Joseph Losey, Costa-Gavras. Andrzej Zulawski e Bertrand Tavernier, e teve como pares, além de Alain Delon, Yves Montad, Jack Lemmon, Michel Piccoli, Peter O'toole, Antony Quinn, Jean Claude Brialy, Jean-Louis Trintignant, dentre outros. Seu último filme foi "O bar da última esperança", de 1981. Ganhou o César (Prêmio do cinema francês) como melhor atriz em 1975 (O importante é amar) e em 1978 (Une histoire simple). Filmes Passante du Sans-Souci, La (1982) Garde à vue - Cidadão sob custódia (1981) Fantasma d'amore (1981) Banquière, La (1980) Mort en direct, La (1980) Clair de femme (1979) Bloodline (1979) Une histoire simple (1978) Gruppenbild mit Dame (1977) Tausend Lieder ohne Ton (1977) Une femme à sa fenêtre (1976) Mado (1976) Vieux fusil, Le - O velho fuzil (1975) Innocents aux mains sales, Les (1975) Important c'est d'aimer, L' (1975) Trio infernal, Le (1974) Un amour de pluie (1974) Mouton enragé, Le - Escalada ao Poder (1974) Train, Le (1973) Ludwig - A Paixão de um Rei (1972) César et Rosalie - Cesar e Rosalie (1972) The Assassination of Trotsky - O assassinato de Trotsky (1972) Bloomfield (1971) Max et les ferrailleurs - Max e os duelistas (1971) Qui? (1970) My Lover My Son (1970) Choses de la vie, Les - As coisas da vida (1970) Califfa, La (1970) Piscine, La - A piscina (1969) Otley (1968) Triple Cross (1966) 10:30 P.M. Summer (1966) Voleuse, La (1966) What's New Pussycat - O Que é Que há Gatinha? (1965) Good Neighbor Sam (1964) Enfer, L' (1964) The Cardinal (1963) The Victors (1963) Amour à la mer, L' (1963) Procès, Le - O Processo (1962) Combat dans l'île, Le (1962) Forever My Love (1962) Boccacio'70 (1962) Die Sendung der Lysistrata (1961) Plein soleil (1960) Katia (1959) Die Schöne Lügnerin - A bela mentirosa (1959) Ein Engel auf Erden (1959) Christine (1958) Mädchen in Uniform (1958) Scampolo (1958) Die Halbzarte (1958) Sissi - Schicksalsjahre einer Kaiserin - Sissi e o seu destino (1957) Monpti (1957) Robinson soll nicht sterben (1957) Sissi - Die junge Kaiserin - Sissi, a Imperatriz (1956) Kitty und die große Welt (1956) Sissi (1955) Der Letzte Mann (1955) Die Deutschmeister (1955) Mädchenjahre einer Königin - Os jovens anos de uma rainha (1954) Wenn der weiße Flieder wieder blüht (1953) Mais... Romy Schneider de A a Z   Imagens     Galeria (Clique na imagem)
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171. Pola Negri
Nome: Barbara Apolonia Chalupec Nascimento e local: 31/12/1894, Lipno, Polônia Morte e local: 01/08/1987, San Antonio, EUA, pneumonia Ocupação: atriz Nacionalidade: polonesa Casamentos: Prince Serge Mdivani Filhos: não Biografia Pola Negri trabalhou nos teatros, até que em 1914 estrou nas telas, em Slave of the Senses (Niewolnica zmysłów). Após sucessos como “Carmen” (1918) e “Madame Dubary” (1919), The Wife (Żona), The Beast (Besta), Students (Studenci), Street Ruffian's Lover (Kochanka apasza) e Mysteries of Warsaw, Pola foi convidada por Ernest Lubitsch (diretor) para ir a Hollywood, em 1921. Lá foi contratada pela Paramount, e dirigida por George Fitz Maurice, tornando-se uma das maiores “vamps” do cinema mudo. Em 1922 mudou-se definitivamente para os Estados Unidos. Após o advento do cinema falado, Pola foi obrigada a abandonar as telas, pois quase ninguem entendia seu sotaque. Depois de dois filmes falados, teve seu contrato suspenso. Na década de 50 foi cogitada para fazer o papel de Norma Desmond em Sunset Boulevard (Mary Pickford e Mae West também), porém Billy Wilder o deu a Gloria Swanson. Em 1951 foi naturalizada cidadã americana, aparecendo esporadicamente em alguns filmes. Pola morreu em 1987, aos 92 anos, de pneumonia. Filmes The Moon-Spinners (1964) Hi Diddle Diddle - Casado sem casas (1943) Die Nacht der Entscheidung (1938) Die Fromme Lüge (1938) Tango Notturno (1937) Madame Bovary (1937) Der Weg nach Shanghai (1936) Gräfin Volescu (1936) Mazurka (1935) Fanatisme (1934) A Woman Commands (1932) The Way of Lost Souls (1929) The Woman from Moscow (1928) Loves of an Actress (1928) Three Sinners (1928) The Secret Hour (1928) The Woman on Trial (1927) Barbed Wire (1927) Hotel Imperial (1927) Good and Naughty (1926) The Crown of Lies (1926) A Woman of the World (1925) Flower of Night (1925) The Charmer (1925) East of Suez (1925) Forbidden Paradise - Paraíso Proibido (1925) Lily of the Dust (1924) Men (1924) Shadows of Paris (1924) The Spanish Dancer (1923) The Cheat (1923) Die Flamme (1923) Bella Donna (1923) Sappho (1921) .... Sappho Die Bergkatze (1921) Die Dame im Glashaus (1921) Die Geschlossene Kette (1920) Das Martyrium (1920) Sumurun (1920) Arme Violetta (1920) Die Marchesa d'Armiani (1920) Komtesse Dolly (1919) Madame DuBarry (1919) Vendetta (1919) Kreuzigt sie! (1919) The Last Payment (1919) Rausch (1919) Carmen (1918) Der Gelbe Schein (1918) Die Augen der Mumie Ma (1918) Mania. Die Geschichte einer Zigarettenarbeiterin (1918) Küsse, die man im Dunkeln stiehlt (1918) Surogaty lyubvi (1918) Wenn das Herz in Haß erglüht (1918) Nicht lange täuschte mich das Glück (1917) Jego ostatni czyn (1917) Pokój nr 13 (1917) Arabella (1917) Tajemnica Alei Ujazdowskich (1917) Bestia (1917) Rosen, die der Sturm entblättert (1917) Die Toten Augen (1917) Zügelloses Blut (1917) Studenci (1916) Zona (1915) Czarna ksiazeczka (1915) Niewolnica zmyslów (1914)   Mais Pola Negri, conheça um pouco mais de sua história
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172. Sandra Dee
Nome: Alexandra Zuck Nascimento e local: 23/04/1942, Bayonne, EUA Morte e local: 20/02/2005, Califórnia, EUA, insuficiência renal Ocupação: atriz Nacionalidade: americana Casamentos: Bobby Darin Filhos: Dodd Mitchell Biografia   Depois de aparecer em alguns comerciais de TV, Sandra passou em um teste e fez seu primeiro filme aos 14 anos. “The sail” estreou em 1957, seguido de “The Reluctant Debutante” (1958), “The Restless Years”(1958), mas em Gidget alcançou grande fama no papel da surfista, seguiram-se várias outras produções adolescentes nos próximos anos. Seguiu na carreira, com filmes como “Come September” (1961), “Romanoff e Julie”t (1961), e “ Tammy Tell Me True” (1961), “I'd Rather Be Rich” (1964), “That Funny Feeling” (1965), “A Man Could Get Killed” (1966), “Doctor, You've Got to Be Kidding!” (1967), e “Rosie!” (1967). Nos anos 70 seguiu carreira com alguns filmes para a TV. Morreu em fevereiro de 2005, aos 62 anos, após quatro anos de luta contra uma doença nos rins. Em 2004, um ano antes de sua morte, ela foi homenageada no filme “Beyond the sea”, que teria Kate Bosworth e Kevin Spacey nos papéis principais.   Filmes Fantasy Island (1977) Houston, We've Got a Problem (1974) The Daughters of Joshua Cabe (1972) The Manhunter (1972) Ad est di Marsa Matruh (1971) The Dunwich Horror (1970) Rosie! (1967) Doctor, You've Got to Be Kidding! (1967) A Man Could Get Killed (1966) That Funny Feeling (1965) I'd Rather Be Rich (1964) Take Her, She's Mine (1963) Tammy and the Doctor (1963) If a Man Answers (1962) Come September - Quando Setembro Chegar (1961) Tammy Tell Me True (1961) Romanoff and Juliet (1961) Portrait in Black - Retrato negro (1960) A Summer Place (1959) The Wild and the Innocent - Brotinho Indócil (1959) Imitation of Life - Imitação da vida (1959) Gidget (1959) A Stranger in My Arms (1959) The Restless Years (1958) The Reluctant Debutante (1958) Until They Sail (1957) Snezhnaya koroleva (1957)
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Nome: María África Gracia Vidal de Santo Silas Nascimento e local: 06/06/1912, Barahona, República Dominicana Morte e local: 07/09/1951, Paris, França, ataque cardíaco Ocupação: atriz Nacionalidade: dominicana Casamentos: William McFeeters e Jean-Pierre Aumont Filhos: Tina Aumont Biografia   Maria Montez passou em um teste na Universal e fez seu primeiro filme “Lucky Devils”, de 1940, em que aparece em traje de banho em um concurso de beleza. Logo ela viraria a rainha do tecnicolor, em papéis estritamente exóticos, em filmes como Arabian Nights (1942), White Savage (1943), Ali Baba and the Forty Thieves (1944), Cobra Woman (1944), Sudan (1945) e Pirates of Monterey (1947). Filmes considerados como uma espécie de fuga em um período de guerra e pós-guerra. Fez ainda alguns filmes na Europa, sem grande importância. Em 1951, morreu de ataque cardíaco enquanto tomava banho em sua banheira. Tinha apenas 34 anos. Filmes Schatten über Neapel (1951) Amore e sangue (1951) Vendetta del corsaro, La (1951) Ladro di Venezia, Il (1950) Portrait d'un assassin (1949) Hans le marin (1949) Siren of Atlantis (1949) Pirates of Monterey (1947) The Exile (1947) Tangier (1946) Sudan (1945) Bowery to Broadway (1944) Gypsy Wildcat (1944) Cobra Woman (1944) Ali Baba and the Forty Thieves (1944) White Savage (1943) Arabian Nights (1942) Pardon My Sarong (1942) Mystery of Marie Roget (1942 Bombay Clipper (1942) South of Tahiti (1941) Moonlight in Hawaii (1941) Raiders of the Desert (1941) . That Night in Rio - Uma Noite no Rio (1941) Lucky Devils (1941) The Invisible Woman (1940) Boss of Bullion City (1940
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Ficha   Nome: Ruth Elizabeth Grable Nascimento e local: 19/12/1916, St. Louis, EUA Morte e local: 02/07/1973, Santa Monica, EUA Ocupação: atriz Nacionalidade: americana Casamentos: Jackie Coogan e Harry James Filhos: Jessica e Victoria Biografia   Bette fez alguns papéis na década de 30, como em Whoopee! (com Eddie Cantor) e Gay Divorcee (Fred Astaire e Giger Rogers). Durante a década de 40, após mais de 50 filmes em que fazia pequenas aparições, ela transformou-se em uma das estrelas dos filmes em Technicolor da 20th Century’s, com Narry was a lady (1940), Moon Over Miami (1941), Coney Island (1943), The Dolly sisters (1945), mas seu filme mais popular foi mesmo Mother Wore Tights (1947), com Dan Dailey. Sua fama fez com que se mantivesse no topo da bilheteria por quase 10 anos, e ganhasse um dos maiores salários (algo em torno de US$ 300,000 por ano). Foi durante esse período (1943) que ela pousou para Frank Powolny e fez a famosa foto pinup, em que aparece de costas, olhando sensualmente para frente, tornando-se a foto mais reverenciada pelos soldados na época da guerra e um ícone da cultura americana. Após o período de guerra, ela seguiu fazendo musicais. Foram no total 25, em 13 anos. Seu último sucesso na Fox Studios foi em 1955, em How to marry a millionaire, onde trabalhou ao lado de Lauren Bacall e Marilyn Monroe. Depois disso só brigas com os estúdios, até que seu contrato foi suspenso. Ela ainda fez alguns trabalhos na TV, sem grande sucesso e estreou alguns musicais, como Hello Dolly no teatro. Betty morreu de câncer, em 1973, com apenas 56 anos.   Filmes   How to Be Very, Very Popular (1955) Three for the Show - Aposenta-se um marido (1955) How to Marry a Millionaire - Como agarrar um milionário (1953) The Farmer Takes a Wife (1953) Meet Me After the Show (1951) Call Me Mister (1951) My Blue Heaven (1950) Wabash Avenue (1950) The Beautiful Blonde from Bashful Bend (1949) When My Baby Smiles at Me (1948) That Lady in Ermine - A condessa se rende (1948) Mother Wore Tights (1947) The Shocking Miss Pilgrim (1947) Do You Love Me (1946) The Dolly Sisters (1945) Diamond Horseshoe (1945) Four Jills in a Jeep - Quatro moças num jeep (1944) Pin Up Girl (1944) Sweet Rosie O'Grady (1943) Coney Island (1943) Springtime in the Rockies - Minha Secretária Brasileira (1942) Footlight Serenade (1942) Song of the Islands (1942) I Wake Up Screaming (1941) A Yank in the R.A.F. - Um ianque em R.A.F. (1941) Moon Over Miami (1941) Tin Pan Alley/ A Vida é uma canção (1940) Down Argentine Way - Serenata Tropical (1940) The Day the Bookies Wept (1939) Million Dollar Legs (1939) Man About Town (1939) Campus Confessions (1938) Give Me a Sailor (1938) College Swing - Jazz Academia (1938) Thrill of a Lifetime (1937) This Way Please (1937) Pigskin Parade - Loucuras de Estudantes (1936) Don't Turn 'em Loose (1936) Follow the Fleet - Nas Águas da Esquadra (1936) Collegiate (1936) A Quiet Fourth (1935) Old Man Rhythm (1935) Drawing Rumors (1935) A Night at the Biltmore Bowl (1935) The Nitwits (1935) The Spirit of 1976 (1935) This Band Age (1935) Ferry-Go-Round (1934 By Your Leave (1934) Student Tour (1934) The Gay Divorcee - Alegre Divorciada (1934) Susie's Affairs (1934) Business Is a Pleasure (1934) Love Detectives (1934) Elmer Steps Out (1934) School for Romance (1934) Air Tonic (1933) The Sweetheart of Sigma Chi (1933) What Price Innocence? (1933) Melody Cruise (1933) Child of Manhattan (1933) Cavalcade - Cavalgada (1933) The Kid from Spain - Meu Boi Morreu (1932) Over the Counter (1932) Hold 'Em Jail (1932) The Age of Consent (1932) Hollywood Lights (1932) The Flirty Sleepwalker (1932) Probation (1932) Hollywood Luck (1932) Lady! Please! (1932) The Greeks Had a Word for Them - Cortesãs Modernas (1932) Once a Hero (1931) Palmy Days (1931) Ex-Sweeties (1931) Crashing Hollywood (1931) Kiki (1931) New Movietone Follies of 1930 (1930) Let's Go Places (1930) Happy Days (1929)     Imagens       Vídeos   sjZ92_uOhzM
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  Ficha   Nome: Aileen Bisbee Nascimento e local: 23/07/1895, San Francisco, EUA Morte e local: 16/12/1989, New York, EUA Ocupação: atriz Nacionalidade: americana Casamentos: James M. Cain e Charles McKenzie Pringle Filhos: -   Biografia Seu primeiro grande sucesso foi ao lado de Rodolfo Valentino, em Stolen Moments, de 1920, mas ela nunca alcançou um grande sucesso, fazendo na maioria das vezes papéis sem grande destaque. Seu comportamento grosseiro para com os colegas tornou-se rotina, o que acabou, de certa forma prejudicando ainda mais sua carreira já sem atributos, com poucos querendo trabalhar ao seu lado. Com o advento do cinema falado, fez alguns filmes sem importância, e mesmo papéis não creditados, até que abandonou de vez a carreira, passando a viver em Nova York, até sua morte, aos 94 anos, ganhando uma estrela no Hollywood Walk of Fame, no número 6723 do Hollywood Boulevard. Filmes Laura (1944) A Wave, a WAC and a Marine (1944) Since You Went Away - Desde que você foi embora (1944) Happy Land (1943) Dr. Gillespie's Criminal Case (1943) The Youngest Profession (1943) They Died with Their Boots On (1941) Appointment for Love (1941) The Night of Nights (1939) The Women - As Mulheres (1939) Should a Girl Marry? (1939) Calling Dr. Kildare (1939) The Hardys Ride High (1939) Too Hot to Handle (1938) Man-Proof (1938) Nothing Sacred - Nada é sagrado (1937) She's No Lady (1937) Thanks for Listening (1937) John Meade's Woman (1937) The Last of Mrs. Cheyney / A Última Conquista (1937) Criminal Lawyer (1937) Wanted: Jane Turner (1936) Piccadilly Jim (1936) The Unguarded Hour (1936) Wife vs. Secretary - Ciúmes (1936) Vanessa: Her Love Story (1935) Sons of Steel (1934) Once to Every Bachelor (1934) Jane Eyre (1934) DOWNLOAD Love Past Thirty (1934) By Appointment Only (1933) The Bride's Bereavement; or, The Snake in the Grass (1932) The Phantom of Crestwood (1932) The Age of Consent (1932) Police Court (1932) Convicted (1931) Murder at Midnight (1931) Subway Express (1931) Soldiers and Women (1930) Prince of Diamonds (1930) Puttin' on the Ritz (1930) Wall Street (1929) Night Parade (1929) A Single Man (1929) Dream of Love - Sonho de amor (1928) The Baby Cyclone (1928) Beau Broadway (1928) Wickedness Preferred (1928) Tea for Three (1927) Body and Soul (1927) Adam and Evil (1927) Tin Gods (1926) The Great Deception (1926) The Wilderness Woman (1926) Camille (1926) Soul Mates (1925) The Mystic (1925) Wildfire (1925) A Kiss in the Dark (1925) One Year to Live (1925) A Thief in Paradise (1925) 1925 Studio Tour (1925) The Wife of the Centaur (1924) His Hour (1924) True As Steel (1924) Three Weeks (1924) Name the Man (1924) In the Palace of the King (1923) Don't Marry for Money (1923) Souls for Sale (1923) The Tiger's Claw (1923) The Christian (1923) My American Wife (1922) The Strangers' Banquet (1922) Oath-Bound (1922) Stolen Moments (1920) Earthbound (1920) The Sport of Kings (1920) The Cost (1920) Imagens
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Nome: Mildred Harris Nascimento e local: 29/11/1901, Cheyenne, Wyoming, EUA Morte e local: 20/07/1944, Hollywood, Califórnia, EUA, pneumonia Ocupação: atriz Nacionalidade: americana Casamentos: Charles Chaplin, Eldridge T. McGovern e William P. Fleckenstein Filhos: não 20 July 1944, Hollywood, California, USA (pneumonia) Biografia Mildred fez sua primeira aparição no cinema aos 11 anos, no filme “The post telegrapher”, de 1912, seguindo mais algumas películas juvenis, incluindo “The wonderful Wizard of Oz”, inspirado na obra de Frank Baum. Seguiu trabalhando com os maiores diretores do cinema mudo, Cecil B.DeMille, Thomas Ince e D.W. Griffith. Aos 15 anos apareceu no filme épico Intolerance, de D.W.Griffith, numa cena do harém. Após o divórcio de Charles Chaplin, Mildred ainda chegou a estrelar alguns filmes como “The Power of the Presse”, “The Courtship of O San” “The daring years” (com Clara Bow) e “Cruise of the Jasper B, mas com a chegada do cinema sonoro, ela foi uma das que não se adaptaram, tendo sido bastante criticada pela adaptação da Broadway para as telas de “No, no Nanette”. A partir de então só pequenas participações até a década de 40. . Morreu ainda jovem, de pneumonia, aos 43 anos. Filmes Having Wonderful Crime (1945) Hail the Conquering Hero (1944) Fun Time (1944) The Story of Dr. Wassell - Pelo vale das sombras (1944) Holiday Inn (1942) Reap the Wild Wind (1942) Great Guy (1936) Movie Maniacs (1936) Never Too Late (1935) Lady Tubbs (1935) Ranch House Blues (1930) Melody Man (1930) No, No, Nanette (1930) Sea Fury (1929) Side Street (1929) The Power of the Press (1928) Melody of Love (1928) The Speed Classic (1928) Lingerie (1928) The Heart of a Follies Girl (1928) Hearts of Men (1928) The Last Lap (1928) The Adventurous Soul (1927) Out of the Past (1927) Sumuru (1927) The Swell-Head (1927) She's My Baby (1927) Burning Gold (1927) Wolves of the Air (1927) Wandering Girls (1927) Husband Hunters (1927) One Hour of Love (1927) Rose of the Bowery (1927) The Show Girl (1927) The Cruise of the Jasper B (1926) The Mystery Club (1926) The Wolf Hunters (1926) Dangerous Traffic (1926) The Self Starter (1926) The Isle of Retribution (1926) Mama Behave (1926) Soiled (1925) The Unknown Lover (1925) The Fighting Cub (1925) A Man of Iron (1925) My Neighbor's Wife (1925) Private Affairs (1925) Super Speed (1925) The Dressmaker from Paris (1925) Beyond the Border (1925) Flaming Love (1925) Easy Money (1925) The Desert Hawk (1924) Stepping Lively (1924) Unmarried Wives (1924) In Fast Company (1924) One Law for the Woman (1924) Traffic in Hearts (1924) By Divine Right (1924) The Shadow of the East (1924) The Daring Years (1923) The Fog (1923) The First Woman (1922) Fool's Paradise (1921) A Prince There Was (1921) Habit (1921) The Woman in His House (1920) Polly of the Storm Country The Inferior Sex (1920) Old Dad (1920) Forbidden (1919) Home (1919) When a Girl Loves (1919) Borrowed Clothes (1918) For Husbands Only (1918) Cupid by Proxy (1918) The Doctor and the Woman (1918) The Price of a Good Time (1917) The Cold Deck (1917) Golden Rule Kate (1917) Time Locks and Diamonds (1917) An Old Fashioned Young Man (1917) A Love Sublime (1917) The Bad Boy (1917) The Americano (1916) The Matrimaniac (1916) Hoodoo Ann - A Pequena Órfã (1916) The Old Folks at Home (1916) Intolerance: Love's Struggle Throughout the Ages (1916) The Indian Trapper's Vindication (1915) The Little Lumberjack (1915) The Choir Boys (1915) The Old Batch (1915) A Rightful Theft (1915) The Absentee (1915) The Little Soldier Man (1915) The Little Matchmaker (1915) Enoch Arden (1915) The Warrens of Virginia (1915) The Lone Cowboy (1915) Jimmy (1914) His Majesty, the Scarecrow of Oz (1914) The Magic Cloak (1914) Mildred's Doll (1914) When America Was Young (1914) Shorty and the Fortune Teller (1914) The Sheriff of Bisbee (1914) A Frontier Mother (1914) Shadows of the Past (1914) The Social Ghost (1914) The Colonel's Orderly (1914) Wolves of the Underworld (1914) The Courtship of O San (1914) O Mimi San (1914) Romance of Sunshine Alley (1914) Borrowed Gold (1913) Granddad (1913) The Seal of Silence (1913) A True Believer (1913) A Child of War (1913) The Drummer of the 8th (1913) The Miser (1913/II) The Way of a Mother (1913) The Wheels of Destiny (1913) A Shadow of the Past (1913) His Sense of Duty (1912) His Squaw (1912) The Frontier Child (1912) His Nemesis (1912) The Triumph of Right (1912) The Post Telegrapher (1912)
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  Ficha   Nome: Maria do Carmo Santos Gonçalves Nascimento e local: 08/06/1904, Vila Flor, Portugal Morte e local: 24/09/1952, Rio de Janeiro, Brasil Ocupação: atriz, diretora, produtora e roteirista Nacionalidade: portuguesa / brasileira Casamentos: - Filhos: -   Biografia   Sua estréia no cinema deu-se em 1919, com o filme Urutau (ou Eterna História), de Willian Jansen. Tinha 19 anos. Em 1933 fundou juntamente com o marido a Brasil Vox Film, que em 1935 tornaria-se a Brasil Vita Filme. Seguiram-se “A carne” e “Mademoiselle cinema”, de Léo Marten. Infelizmente não foram filmes comerciais, tendo sido vistos apenas por poucas pessoas. Um dos poucos registros seus é em Sangue Mineiro (1929), de Humberto Mauro. Com o cineasta, Carmen produziu alguns clássicos, como “Favela dos meus amores”, “cidade-mulher” e “Argila”, que interpretava e produzia. Em 1934 começou a produzir seus filmes no seu estúdio “Brasil vita filme”. Como produtora lançou documentários e “Favela dos meus amores” e “Cidade mulher”, em que também atuou. Mas sua maior obra seria o filme “Inconfidência mineira”, onde ela desejava reproduzir para as telas o grande acontecimento brasileiro. Seriam quase 10 anos de produção, em que Carmen atuou, produziu, dirigiu e escreveu todas as cenas. O filme levou 11 anos de produção, mas mesmo assim tornou-se um grande fracasso de bilheteria. Hoje não temos registros, pois aparentemente nenhuma cópia chegou até nossos dias. Apesar disso tudo, e de sua personagem Bárbara Heliodora ser marcante, o filme foi um grandicíssimo fracasso, o que acabou provocando a falência do estúdio da atriz. Nos anos 50 ela teve que vendê-lo para a Herbert Richers, e hoje em dia os estúdios pertencem a Rede Globo. Em 1952 sairia seu último filme, “O rei do samba”, com a direção de Lulu de Barros. Nesse mesmo ano Carmen morreu com apenas 48 anos.   Filmes Produtora O Rei do Samba (1952) Inocência (1949) Inconfidência Mineira (1948) O Malandro e a grã-fina (1947) Argila (1940) Cidade-Mulher (1936) Favela Dos Meus Amores (1935) Onde a Terra Acaba (1933) Sangue mineiro (1930) Atriz Inconfidência Mineira (1948) Argila (1940) Cidade-Mulher (1936) Favela Dos Meus Amores (1935) Onde a Terra Acaba (1933) Limite Sangue mineiro (1930) Urutau (1919) Diretora e roteirista Inconfidência Mineira (1948)   Mais História do Cinema Brasileiro     Imagens        
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  Ficha   Nome: Carmen García Maura Nascimento e local: 15/09/1945, Madrid, Espanha Ocupação: atriz Nacionalidade: espanhola Casamentos: Francisco Forteza Filhos: Carmen e Pablo Biografia   Com as artes nas veias, começou a interpretar pequenas peças no teatro universitário. Algum tempo depois que entrou para a companhia de teatro “Los goliardos” começou a ganhar nome. Foi nesse período que conheceu o também jovem Pedro Almodóvar, ainda nos seus primeiros experimentos com sua Super 8 (filmadora que comprou com seu trabalho como telefonista). Começaram a fazer alguns curtas e Carmen conseguiu financiamento para aquele que seria o primeiro filme Almodoveriano: “Pepi, Luci, Born y otras chicas del montón”, de 1980. A parceria seguiria com “Entre tinieblas”, “Mulheres à beira de um ataque de nervos” (indicada ao Oscar), “A lei do desejo”, “Matador” e “Volver”. Com Almodóvar Carmen pôde ser freira, amante de homem casado, transexual e uma morta viva. Longe de Almodóvar, Carmen seguiu sua carreira nas décadas de 80 e 90, com “Baton rouge” (de rafael Monleón), Tata Mia (de Jo´se Luis Borau), “Sé infiel y no mires com quién”, (de Fernando Trueba), “Ay Carmela!” (de Carlos Saura) dentre outros. A atriz também fez alguns filmes em terras francesas, trabalhando ao lado de Gerard Depardieu em “Silencio pactado”. Em 2006 houve um retorno às suas raízes, ao lado de Almodóvar, e dessa vez com Penélope Cruz, em Volver. Este ano a atriz recebeu o Prêmio de Excelência no Festival de cinema de Locarno, na Suíça, um prêmio dado em comemoração aos 35 anos de carreira. Carmen acumula prêmios, como o Goya de melhor atriz principal (04 prêmios), o Félix de melhor atriz européia, Festivais de cinema de Veneza, Berlim, Roma e Málaga e Cannes. Muitos.   Filmes Untitled Gustavo Mosquera Project (2010) Muchachas (2009) Introducing Fernand (2009) Tetro (2009) Que parezca un accidente (2008) The Garden of Eden (2008) Virgen negra, La (2008) Menor de los males, El (2007) Mentir un peu (2006 Volver (2006/I) Nos chères têtes blondes (2006) Free Zone (2005) Reinas (2005) Entre vivir y soñar (2004) Al otro lado (2004) Promesa, La (2004) 25 degrés en hiver (2004) Arroz y tartana (2003) Pacte du silence, Le (2003) Ventre de Juliette, Le (2003) 800 balas (2002) Valentín (2002) Assassini dei giorni di festa (2002) Clara y Elena (2001) Arregui, la noticia del día (2001) Palo, El (2001) Apagón, El (2001) Comunidad, La (2000) Harem de Mme Osmane, Le (2000) Carretera y manta (2000) Superlove (1999) Lisboa (1999) Cometa, El (1999) Entusiasmo, El (1998) Alice et Martin (1998) Elles (1997) Alliance cherche doigt (1997) Tortilla y cinema (1997) Vivir después (1997) Amores que matan (1996) Une mère en colère (1996) Bonheur est dans le pré, Le (1995) Palomo cojo, El (1995) Parella de tres (1995) Rey del río, El (1995) Cómo ser infeliz y disfrutarlo (1994) Sombras en una batalla (1993) Louis, enfant roi (1993) Reina anónima, La (1992) Sur la terre comme au ciel (1992) Chatarra (1991) .... Zabú Cómo ser mujer y no morir en el intento (1991) ¡Ay, Carmela! (1990) Mieux vaut courir (1989) Bâton rouge (1988) Mujeres al borde de un ataque de nervios (1988) 2.30 A.M. (1988) Mujer de tu vida: La mujer feliz, La (1988) Ley del deseo, La (1987) Tata mía (1986) • Delirios de amor (1986) Matador (1986) Sé infiel y no mires con quién (1985) Huella del crimen: El crimen de la calle Fuencarral, La (1985) Extramuros (1985) ¿Qué he hecho yo para merecer esto!! (1984) Sal gorda (1984) Cid cabreador, El (1983) Entre tinieblas (1983) Femenino singular (1982) Gary Cooper, que estás en los cielos (1980) Hombre de moda, El (1980) Pepi, Luci, Bom y otras chicas del montón (1980) Aquella casa en las afueras (1980) Mano negra, La (1980) Café, amor y estereofonía (1979) Tal vez mañana... (1979) Ojos vendados, Los (1978) De fresa, limón y menta (1978) Mi blanca Varsovia (1978) Menos mi madre y mi hermana (1978) Folle... folle... fólleme Tim! (1978) ¿Qué hace una chica como tú en un sitio como éste? (1978) Tigres de papel (1977) Libro del buen amor II, El (1976) Mujer es cosa de hombres, La - Mulheres à beira de um ataque de nervos (1976) Ir por lana (1976) Pomporrutas imperiales (1976) Petición, La (1976) Pareja como las demás, Una (1976) Leonor (1975) Love feroz, El (1975) ( Encadenada, La (1975) Vida íntima de un seductor cínico (1975) Don Juan (1974) Tanata (1974) Casto varón español, Un (1973) Asesino está entre los trece, El (1973) Hombre oculto, El (1971) Mantis (1971) Gatas tienen frío, Las (1970) Espíritu, El (1969)   Mais   Prêmios   Cannes Melhor atriz por Volver (2006)   Imagens       Vídeos   ABSvppyQGdE
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Ficha Título original: A Star is born Ano/País/Gênero/Duração:  1937/EUA/Drama/111min Produção:  David O. Selznick Direção: William A. Wellman Roteiro:  William A. Wellman e Robert Carson Fotografia: W. Howard Greene Música: Max Steiner Elenco Janet Gaynor ...        Esther/Victoria Blodget Fredric March ...         Norman Maine Adolphe Menjou Oliver Niles May Robson    ...         avó Lettie Andy Devine   ...         Daniel 'Danny' McGuire Lionel Stander ...         Matt Libby Owen Moore   ...         Casey Burke Peggy Wood    ...         Miss Phillips Elizabeth Jenns           Anita Regis Edgar Kennedy           Pop Randall J.C. Nugent     ...         Mr. Blodgett Sinopse   Esther é uma jovem que sonha com o estrelato, até que, incentivada por sua avó, segue em direção a Hollywood. Na pensão onde se hospeda, conhece um jovem aspirante a diretor, e tornam-se amigos. Ele consegue para ela uma vaga de garçonete numa festa Hollywoodiana. Vendo aí uma possibilidade de conhecer pessoas, ela segue até lá, interpretando e se mostrando para os diretores enquanto serve canapés. Até que conhece Norman Maine, que fica encantado com a "garçonete" que quer ser atriz. Ele se apaixona por ela e resolve ajuda-la, apresentando-a ao chefe dos estúdios, que faz com ela um teste. Ela passa e estrela um filme com seu descobridor, Norman. O filme de ambos faz estrondoso sucesso, mas a carreira dele vai escada abaixo: a bebida começou a afetar sua interpretação. Apesar disso, os dois se casam. Vicki torna-se uma estrela, e Maine cai no esquecimento, afogando-se cada vez mais na bebida. Ela ganha um Oscar, ele interna-se para se tratar, mas ao sair da Clínica é abordado num bar, e ao ser maltratado por um "velho amigo", volta à bebida mais uma vez. Ao ver que estava prejudicando a carreira da esposa, toma uma decisão difícil, mas que a fará livrar-se dele e voltar-se totalmente para o estrelato. Notas: O filme concorreu a 8 Oscars neste ano, ganhando somente o de Melhor história original, apesar de terem seus astros principais concorrerem ao de melhor atriz e ator.   Assista Online (legendado) Ytbq39AhX8o   Canal:http://www.youtube.com/user/CinemaClassico3 Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas Pesquisar este filme no SUBMARINO   Imagens
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Ficha Título original: The Mistifs Ano/País/Gênero/Duração:  1964/EUA/Drama/134min Produção:  Frank E. Taylor     Direção: John Huston Roteiro:  Arthur Miller Fotografia: Russell Metty Música: Alex North Elenco Clark Gable ...     Gay Langland Marilyn Monroe Roslyn Taber Montgomery Clift Perce Howland Thelma Ritter ...     Isabelle Steers Eli Wallach    ...     Guido James Barton    ...     avô de Fletcher Kevin McCarthy    Raymond Taber Sinopse Roseyn Tabor (Marilyn Monroe) é uma mulher fragilizada, refugiando-se em Nevada durante o processo de divórcio. Lá conhece três homens também castigados pela vida: Gay (Clark Gable), um velho vaqueiro, abandonado pela esposa que o trocara pelo primo, e com quem Roselyn inevitavelmente acaba tendo um romance; Guido (Eli Wallach), um taxista que lhe oferece a casa que vivera com sua mulher, morta em trabalho de parto e Pearce, um jovem e decadente vaqueiro que vive sozinho. Quatro almas em desespero, vivendo simplesmente, tentando esquecer suas realidades. Notas Arthur Miller quando escreveu o conto inspirou-se claramente em sua esposa Marilyn, queria prestar-lhe uma homenagem, dar-lhe uma personagem que não era somente caras e bocas, que tinha sua integridade e não servia apenas de divertimento aos outros. Quando as filmagens se desenrolavam, os problemas já constatados em outros filmes da diva loura se verificavam: faltas, ausências prolongadas, internamentos, crises por causa dos remédios, crises existenciais, alcoolismo, inseguranças... Os remédios eram tão fortes que prejudicavam sua aparência, pois ela parecia estar sempre dopada. Tampouco Montgomery Clift estava bem: entregue ao álcool devido ao trauma sofrido em acidente automobilístico que deformara seu rosto, jamais conseguiria se reerguer . Clark Gable sofria com problemas no coração, mas mesmo assim arriscava-se em cenas fortes, negando-se a usar dublê durante a cena em que é arrastado pelo cavalo. Mesmo assim não conseguia evitar sua aparência cansada. O galã não mais empolgava, era uma sombra de si mesmo. Poucas semanas depois de findas as filmagens, ele sucumbiu a um ataque cardíaco.     Imagens  
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  Ficha Título original: Die Büchse der Pandora Ano/País/Gênero/Duração:  1929/ALE/Drama/131min Produção:  Heinz Landsmann e Seymour Nebenzal Direção: Georg Wilhelm Pabst Roteiro:  Frank Wedekind e Ladislaus Vajda Fotografia: Günther Krampf Música: Stuart Oderman e William P. Perry Elenco Louise Brooks ...     Lulu Fritz Kortner    ...     Dr. Ludwig Schön Francis Lederer    ...     Alwa Schön Carl Goetz    ...     Schigolch Krafft-Raschig    ...     Rodrigo Quast Alice Roberts    ...     Gräfin Geschwitz - Countess Anna Geschwitz Daisy D'Ora    ...     Charlotte Marie Adelaide v. Zarnikow Sinopse Lulu é uma dançarina, que, sendo explorada por um velho (seu primeiro "chefe"), envolve-se com um rico dono de jornal, que lhe informa que se casará em breve. Os dois acabam sendo flagrados pela noiva, que rompe o compromisso. E para que sua honra não seja definitivamente jogada na lama, o homem resolve casar-se com a dançarina. Após uma cena de ciúme, o marido tenta matá-la, mas Lulu escapa, e acaba por matá-lo em legítima defesa. Acusada de assassinato, foge com o filho da vítima, e acaba também por envolvê-lo num jogo de sedução, fugas e exploração sexual.   Curiosidades O filme chegou a ser censurado durante várias décadas na América, e em alguns outros países, devido às cenas fortes, e quando liberado teve cenas cortadas.   Assista online (legendado) uxq3J4D1IqM   Canal: http://www.youtube.com/user/CinemaClassico3   Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Pesquisar este filme no SUBMARINO   Imagens  
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  Ficha Título original: Taxi Driver Ano/País/Gênero/Duração: 1976/EUA/Drama/113min Produção: Phillip M. Goldfarb, Julia Phillips e Michael Phillips Direção: Martin Scorsese Roteiro: Paul Schrader Fotografia: Michael Chapman Música: Bernard Herrmann Elenco Robert De Niro Travis Bickle Jodie Foster ... Iris Albert Brooks Tom Harvey Keitel Sport Leonard Harris Charles Palantine Peter Boyle ... Wizard Cybill Shepherd Betsy Frank Adu ... Angry Black Man Gino Ardito ... policial Victor Argo ... Melio Garth Avery Harry Cohn ... Cabbie in Bellmore Sinopse Travis inicia sua jornada empregando-se como motorista de táxi, procurando com isso encher seus dias e noites insones com o trabalho. Com isso ele testemunha a decadência de Nova York, com seus marginais, a violência de suas ruas, as prostitutas indo e vindo e a sujeira, que lhe entope o nariz e a existência. Para melhor conduzir-se na vida, Travis inventa um mundo paralelo, onde ele imagina pertencer a um serviço secreto e diz ter sido fuzileiro naval. Para os pais, única amarra com um passado existente, escreve que está bem, feliz! Que namora uma garota chamada Betty e não pode divulgar seu endereço. A única verdade é que ele preenche seu escasso tempo livre com filmes pornôs e bebida. Em uma das suas viagens de táxi, ele conhece uma jovem prostituta e passa a ajudá-la enquanto ele faz planos de um ataque a um senador que faz campanha para ser presidente. Notas Hitchcock, faz uma participação, como um passageiro traído por sua esposa. O filme contou com a ótima trilha sonora de Bernard Herrmann (que acabou sendo sua última, pois faleceu pouco tempo depois). Prêmios de Melhor filme: Palma de Ouro em Cannes, BAFTA. Oscar de melhor atriz coadjuvante para Jodie Foster e Oscar de melhor ator para Robert De Niro. ASSISTA ONLINE     Imagens      
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Ficha Título original: Rear Window Ano/País/Gênero/Duração: 1954/EUA/Suspense/112min Produção: James C. Katz e Alfred Hitchcock Direção: Alfred Hitchcock Roteiro: Cornell Woolrich e John Michael Hayes Fotografia: Robert Burks Música: Franz Waxman Elenco James Stewart ... L. B. Jefferies Grace Kelly ... Lisa Carol Fremont Wendell Corey ... Det. Lt. Thomas J. Doyle Thelma Ritter ... Stella Raymond Burr ... Lars Thorwald Judith Evelyn ... Miss Lonelyheart Ross Bagdasarian ... Songwriter Georgine Darcy ... Miss Torso Sara Berner, Frank Cady, Jesslyn Fax, Rand Harper, Irene Winston Sinopse Janela Indiscreta (Rear Window) conta a história de Jeff (James Stewart), um repórter, que tendo a perna quebrada e nada mais a fazer, fica horas do seu dia olhando pela janela, observando e seguindo os passos diários dos moradores de sua rua. Nada de TV, nada de livros, nada de amigos ou outra ocupação a não ser esta. As pessoas "reais" em sua vida monótona, e mesmo assim pouco constante, acabam sendo a namorada Lisa (Grace Kelly) e sua massagista Stella (Thelma Ritter). Do seu apartamento ele segue, ávido, a vida de uma dançarina cercada de homens, de uma solitária mulher de meia idade frustrada por não ter um homem a quem ame, de um casal que vive às turras, de uma artista plástica, de um casal de excêntricos e seu cachorrinho, dentre outros. Há uma guinada quando ele supõe que um vizinho tenha matado sua esposa, e começa a "investigar" seus passos através de sua janela, pegando pistas do possível assassinato.   ASSISTA ONLINE     Imagens
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Ficha Título original: A Dog Day Afternoon Ano/País/Gênero/Duração: 1975/EUA/Crime/125min Produção: Martin Bregman, Martin Elfand e Robert Greenhut Direção: Sidney Lumet Roteiro: P.F. Kluge e Thomas Moore Fotografia: Victor J. Kemper Música: Richard P. Cirincione Elenco Al Pacino ... Sonny Wortzik John Cazale ... Sal Charles Durning Sgt. Eugene Moretti Chris Sarandon ... Leon Shermer Sully Boyar ... Mulvaney Penelope Allen ... Sylvia James Broderick Sheldon Carol Kane ... Jenny Beulah Garrick ... Margaret Sandra Kazan ... Deborah Marcia Jean Kurtz ... Miriam Amy Levitt ... Maria John Marriott ... Howard Estelle Omens ... Edna Gary Springer ... Stevie Lance Henriksen Murphy Sinopse Sonny (Al Pacino), num ato de desespero, juntara-se a dois amigos, Sal (John Cazale) e Stevie (Gary Springer), para assaltar um banco no final do expediente. Verifica-se que eles não têm mesmo experiência, dado o nervosismo e a desistência de Stevie no último momento. Um grupo de mulheres que trabalham no banco e o gerente são mantidos reféns, enquanto Sonny vasculha os cofres que estavam vazios: todo o dinheiro havia sido recolhido de tarde, pelo Caixa forte. O assaltante fica nervoso e começa a vasculhar os demais caixas, recolhendo o dinheiro restante e queimando registros. Contudo, junta menos que 1.500 dólares e, quando se preparam para sair, recebem um telefonema da Polícia, avisando-lhes que está à porta. O atrapalhado assalto vai tomando proporções imensas quando os jornalistas chegam para dar cobertura a toda a negociação.   Notas A história foi baseada em fatos reais. A cena ao telefone, de Sonny (Al Pacino) e Leon (Chris Sarandon) foi improvisada pelos atores.   Assista Online       Imagens  
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  Ficha   Nome: Kathleen Morrison Nascimento e local: 19/08/1900, Port Huron, EUA Morte e local: 25/01/1988, Califórnia, EUA, câncer Ocupação: atriz Nacionalidade: americana Casamentos: John McCormick, Albert P. Scott, Homer P. Hargrave e Paul Magenot Filhos: - Biografia Collen iniciou a carreira no cinema fazendo figuração em muitos filmes da Essanay Studios, onde era somente mais um rosto na multidão. Sua primeira substancial aparição foi em 1917, nos filmes "The savage", "The Bad Boy", da Triangle Fine Arts, ampliando suas aparições desde então. Seguiu-se "Na old fashioned young man" e "Hands up". Com o dinheiro que ganhava, ela investia no mercado de ações. Ela passou tranquilamente pela transição para o cinema falado. Seu maior sucesso foi "The scarlet Letter" (1934), e sua última aparição nas telas foi na mini série "Hollywood" (1980). Após sua aposentadoria das telas ela escreveu dois livros, falecendo aos 87 anos, na Califórnia.   Filmes   The Scarlet Letter (1934) Success at Any Price (1934) Social Register (1934) The Power and the Glory - Glória e poder (1933) Footlights and Fools (1929) Smiling Irish Eyes (1929) Why Be Good? (1929) Synthetic Sin (1929) Oh Kay! (1928) Lilac Time - Céu de Glória (1928) Happiness Ahead (1928) Her Wild Oat (1927) Naughty But Nice (1927) Orchids and Ermine (1927) Twinkletoes (1926) It Must Be Love (1926) Ella Cinders (1926) Irene (1926) Ben-Hur: A Tale of the Christ - Ben-Hur (1925) We Moderns (1925) The Desert Flower (1925) Sally (1925) So Big (1924) Flirting with Love (1924) The Perfect Flapper (1924) Painted People (1924) Through the Dark (1924) Flaming Youth (1923) April Showers (1923) The Huntress (1923) Broken Hearts of Broadway (1923) Slippy McGee (1923) The Nth Commandment (1923) Look Your Best (1923) The Ninety and Nine (1922) Broken Chains (1922) Forsaking All Others (1922) Affinities (1922) The Wall Flower (1922) Come on Over (1922) The Lotus Eater (1921) His Nibs (1921) The Sky Pilot (1921) Dinty (1920) So Long Letty (1920) The Devil's Claim (1920) When Dawn Came (1920) Her Bridal Night-Mare (1920) The Cyclone (1920) A Roman Scandal (1919) Common Property (1919) The Egg Crate Wallop (1919) The Man in the Moonlight (1919) The Wilderness Trail (1919) The Busher (1919) Little Orphant Annie (1918) A Hoosier Romance (1918) The Savage (1917) The Little American - A Pequena Americana 1917 Hands Up! (1917) An Old Fashioned Young Man (1917) The Bad Boy (1917) The Prince of Graustark (1916)     Imagens Vídeos
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186. Anita Page
  Ficha Nome: Anita Evelyn Pomares Nascimento e local: 04/08/1910, Flushing, NY, EUA Morte e local: 06/09/2008, Los Angeles, CA, EUA Ocupação: atriz Nacionalidade: americana Casamentos: Nacio Herb Brown e Herschel House Filhos: Linda e Sandra House     Biografia Anita nasceu em 1910 em Nova York, e durante sua carreira relativamente curta, chegou a fazer 30 filmes, abandonando o cinema para se dedicar a família. Estreou no cinema como figurante, em 1925 em "A kiss for Cinderella", mas começou a fazer sucesso em "Garotas modernas" (1928). Após abandonar as telas, ainda voltou a atuar em pequenas participações, como no filme "Sunset after dark" (1996) e em "Frankenstein Rising" (2009), seu último filme. Morreu aos 98 anos. Estava em sua casa, em Los Angeles. Morreu dormindo. Nos seus tempos áureos, a atriz chegava a receber mil cartas por semana. Ela atuou ao lado de Lon Chaney, Joan Crawford, Buster Keaton.   Filmes Frankenstein Rising (2009) Bob's Night Out (2004) The Crawling Brain (2002) Witchcraft XI: Sisters in Blood (2000 ) Sunset After Dark (1996) The Runaway (1961) Hitch Hike to Heaven (1936) I Have Lived (1933) The Big Cage (1933) Soldiers of the Storm (1933) Jungle Bride (1933) Prosperity (1932) Skyscraper Souls (1932) Night Court (1932) Are You Listening? (1932) Under 18 (1931) Sidewalks of New York (1931) Gentleman's Fate (1931) The Easiest Way - Tentação de Luxo (1931) Reducing (1931) War Nurse (1930) Little Accident (1930) Our Blushing Brides - Noivas ingênuas (1930) Caught Short (1930) Free and Easy (1930) Great Day (1930) Navy Blues (1929) Speedway (1929) Our Modern Maidens - Donzelas de hoje (1929) The Broadway Melody - Melodia da Broaway (1929) The Flying Fleet (1929) West of Zanzibar - Em Plena Selva (1928) While the City Sleeps (1928) Our Dancing Daughters - Garotas modernas (1928) Telling the World (1928) Beach Nuts (1927) Love 'Em and Leave 'Em (1926) A Kiss for Cinderella (1925)   Imagens  
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    Ficha   Nome: Jane Alice Peters Nascimento e local: 06/10/1908, Fort Wayne, Indiana, EUA Morte e local: 16/01/1942, Nevada, EUA,acidente aéreo Ocupação: atriz Nacionalidade: americana Casamentos: William Powell, Clark Gable Filhos: - Biografia   Jane Alice Peters, mais conhecida como Carole Lombard, nasceu em 6 de outrubro de 1908 em Indiana, Estados Unidos. Durante a transição do cinema mudo para o falado, ela começou a ser notada. Na vida pessoal, casou-se com William Powell no início dos anos 30. Os dois atuaram juntos em Irene – A Teimosa, filme que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz em 1936. Teve um romance com Russ Colombo, cantor que morreu tragicamente com uma bala na cabeça. Em 1939 casou-se com Clark Gable. Carole reinou na década de 30, ao lado de Myrna Loy, sobretudo nas comédias românticas. Mas ela também experimentou musicais e melodramas. Foi uma das primeras atrizes que fez frente ao sistema cinematográfico e negociava seus próprios contratos. Sua vida terminou abruptamente em 16 de janeiro de 1942 quando voltava de uma viagem aérea em que vendera bônus de guerra, para auxílio às tropas norte-americanas. Ela iria fazer a viagem de trem, mas acabou optando por faze-lo de avião. O avião acabou se chocando contra um pico montanhoso, levando todos os tripulantes à morte imediata. Filmes   To Be or Not to Be - Ser ou não ser (1942) Mr. & Mrs. Smith (1941) They Knew What They Wanted - Não cobiçarás a mulher do outro (1940) Vigil in the Night - Noites de Vigília (1940) In Name Only - Esposa só no nome (1939) Made for Each Other - Nascidos para casar (1939) Fools for Scandal (1938) True Confession - Confissão de mulher (1937) Nothing Sacred - Nada é sagrado (1937) Swing High, Swing Low - Tudo Começou no Trópico (1937) My Man Godfrey - Irene, a Teimosa (1936) The Princess Comes Across - A Princesa do Brooklin (1936) Love Before Breakfast - A Ceia das Donzelas (1936) Hands Across the Table - Corações unidos (1935) Rumba (1935) The Gay Bride (1934) Lady by Choice (1934) Now and Forever - Agora e Sempre (1934) Twentieth Century - Suprema conquista (1934) We're Not Dressing - Cupido ao Leme (1934) Bolero (1934) White Woman (1933) Brief Moment (1933) The Eagle and the Hawk - Os dragões da noite (1933) Supernatural - Anjo e Demônio (1933) From Hell to Heaven (1933) No Man of Her Own - Casar por Azar (1932) No More Orchids (1932) Virtue (1932) Sinners in the Sun (1932) No One Man (1932) I Take This Woman (1931) Up Pops the Devil (1931) Ladies' Man (1931) Man of the World (1931) It Pays to Advertise (1931) Fast and Loose (1930) Safety in Numbers (1930) The Arizona Kid (1930) Dynamite (1929) The Racketeer (1929) Big News (1929) High Voltage (1929) Don't Get Jealous (1929) Matchmaking Mamma (1929) Ned McCobb's Daughter (1928) The Campus Carmen (1928) Hubby's Weekend Trip (1928) Show Folks (1928) Me, Gangster (1928) Motorboat Mamas (1928) The Campus Vamp (1928) Power (1928) Smith's Restaurant (1928) His Unlucky Night (1928) The Girl from Nowhere (1928) The Divine Sinner (1928) The Bicycle Flirt (1928) The Swim Princess (1928) The Best Man (1928) Smith's Army Life (1928) The Beach Club (1928) Run, Girl, Run (1928) The Girl from Everywhere (1927) My Best Girl - Meu único amor (1927) Gold Digger of Weepah (1927) Smith's Pony (1927) The Fighting Eagle (1927) The Johnstown Flood - A Inundação (1926) The Road to Glory (1926) Ben-Hur: A Tale of the Christ - Ben-Hur (1925) The Plastic Age - Dias de Colegial (1925) Durand of the Bad Lands (1925) Hearts and Spurs (1925) Gold and the Girl (1925) Marriage in Transit (1925) Dick Turpin (1925) Gold Heels (1924) A Perfect Crime (1921)   Mais   Imagens     Vídeos
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 FICHA   BIOGRAFIA   FILMES  MAIS   PRÊMIOS  IMAGENS   VÍDEOS   COMPRAR  Ficha Nome:  Alain Delon Nascimento e local: 08/11/1935, Sceaux, Hauts de Seine, França Ocupação: ator Nacionalidade: francesa Casamentos:  Nathalie Delon, Mireille Darc, Rosalie Van Bremen, Romy Schneider (namorada) Filhos: Christian Aaron Boulogne, Anthony Delon, Alain-Fabien Delon e Anouchka Biografia Nascido em 8 de novembro de 1935, este ator francês nascido em Sceaux, chamava a atenção com seus olhos azuis e elegância, que perdura até hoje, em sua velhice. Representante, sobretudo dos films noir, ele emprestou graça também a diversos tipos, indo dos romances aos faroestes, sempre com a mesma classe. Em 1957 David Selznick ofereceu-lhe um contrato de 7 anos para ele trabalhar em Hollywood. Alain não aceitou, e ficou na Europa mesmo, estreando em Quand la femme s’en mèle , de Yves Allégret. Em Christine, conheceu Romy Schneider, com quem teve um conturbado romance que durou mais de cinco anos. O sol por Testemunha (1959) foi seu primeiro grande sucesso, e também fonte de boatos sobre sua sexualidade, graças a sua amizade extrema com o diretor Clément, que iria dirigi-lo em Que Alegria de Viver (1961), Jaula Amorosa (1963) e Paris está em Chamas? (1966). Dentre seus filmes de destaque, podemos citar:),Gângsters de Casaca (1963), O Samurai (1967), Cidadão Klein (1976), A Piscina (1978), Três Homens para Matar (1980), Pour la Peau d’un Flic (1981), Um Amor de Swann (1983), Quartos separados (1984), O Retorno de Casanova (1992),.           Filmes The Red Circle (2009) Astérix aux jeux olympiques (2008) Lion, Le (2003) Une chance sur deux (1998) Jour et la nuit, Le (1997) Cent et une nuits de Simon Cinéma, Les (1995) Ours en peluche, L' (1994) Un crime (1993) Le Retour de Casanova - O Regresso de Casanova (1992) Dancing Machine (1990) Nouvelle vague (1990) Ne réveillez pas un flic qui dort (1988) Le Passage - A Passagem (1986) Parole de flic - Olhos de tigre (1985) Notre histoire - Quartos separados (1984) Un amour de Swann (1984) Battant, Le (1983) Choc, Le (1982) Pour la peau d'un flic (1981) Tegeran-43 (1981) 3 hommes à abattre - Três homens para matar (1980) Toubib, Le (1979) The Concorde ... Airport '79 - Aeroporto 79 (1979) Attention, les enfants regardent (1978) Mort d'un pourri (1977) L'Homme pressé - Um Homem sem escrúpulos (1977) Armaguedon (1977) Gang, Le (1977) Comme un boomerang - Boomerang (1976) Mr. Klein - Um homem na sombra (1976) Gitan, Le (1975) Flic Story (1975) Zorro - A Marca do Zorro (1975) Borsalino and Co. (1974) Les Seins de glace  (1974) La Race des 'seigneurs' - O Político charmoso (1974) Deux hommes dans la ville - Dois Homens contra uma cidade (1973) Tony Arzenta (1973) Les Granges brulées  (1973) Scorpio (1973) Traitement de choc (1973) Un flic - Expresso para Bordeaux (1972) The Assassination of Trotsky - O assassinato de Trotsky (1972) La Prima notte di quiete - A primeira noite de tranquilidade (1972) Veuve Couderc, La - A viúva Couderc (1971) Soleil rouge - Sol vermelho (1971) Doucement les basses - Eu te amo (1971) Fantasia chez les ploucs (1971) Il était une fois un flic (1971) Madly (1970) Le Cercle rouge - O círculo do medo (1970) Borsalino (1970) Le Clan des Siciliens - Os Sicilianos (1969) DOWNLOAD Jeff (1969) Piscine, La - A piscina (1969) Ho! - A face de um criminoso (1968) Adieu l'ami - Adeus amigo! (1968) The Girl on a Motorcycle - A garota da motocicleta (1968) Histoires extraordinaires - Histórias extraordinárias (1968) Diaboliquement vôtre - Diabolicamente tua (1967) Samouraï, Le - O Samurai (1967) Les Aventuriers - Os Aventureiros (1967) Texas Across the River - Dois Contra o Oeste (1966) Paris brûle-t-il? - Paris está em chamas? (1966) Lost Command - A Patrulha da Esperança (1966) Once a Thief - A Marca de um erro (1965) The Yellow Rolls-Royce - O Rolls-Royce amarelo (1964) L'Insoumis (1964) Les Félins - Jaula amorosa (1964) Tulipe noire, La - A tulipa negra (1964) Carambolages (1963) Gattopardo, Il - O Leopardo (1963) Mélodie en sous-sol - Gangsters de casaca (1963) L'Amour à la mer (1963) Le Diable et les dix commandements - O Diabo e os dez mandamentos (1962) Eclisse, L' - O Eclipse (1962) Chien, Le (1962) Amours célèbres - Amores célebres (1961) Che gioia vivere - Que alegria viver (1961) Rocco e i suoi fratelli - Rocco e seus irmãos (1960) Plein soleil - O Sol por Testemunha (1960) Le Chemin des écoliers - Mercado negro (1959) Faibles femmes - O Ponto fraco das mulheres (1959) Christine (1958) Sois belle et tais-toi - Basta ser bonita (1958) Quand la femme s'en mêle - Uma tal condessa (1957) Mais Frases de Alain Delon  Prêmios     * Ganhou o Urso de Ouro honorário em 1995, no Festival de Berlim.     * Ganhou o Prêmio César de Melhor Ator, por Quartos Separados (1984).     * Recebeu duas indicações ao Prêmio César de Melhor Ator, por Cidadão Klein (1976) e Mort D'un Porri (1977).     * Recebeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Revelação Masculina, por O Leopardo (1963).   Imagens       Vídeos     
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  Ficha Título original: The Birth of a Nation Ano/País/Gênero/Duração: 1915/EUA/Drama/180min Produção: D.W. Grifffth Direção: D.W. Grifffth Roteiro: Thomas F. Dixon Jr. Fotografia: G.W. Bitzer Música: Joseph Carl Breil Elenco Lillian Gish ... Elsie Stoneman Mae Marsh ... Flora Cameron Henry B. Walthall ... Col. Ben Cameron Miriam Cooper ... Margaret Cameron Mary Alden ... Lydia Brown Ralph Lewis ... Austin Stoneman George Siegmann ... Silas Lynch Walter Long ... Gus Robert Harron ... Tod Stoneman Wallace Reid ... Jeff Joseph Henabery ... Abraham Lincoln Elmer Clifton ... Phil Stoneman Josephine Crowell ... Mrs. Cameron Spottiswoode Aitken Dr. Cameron George Beranger ... Wade Cameron   Sinopse Levando em conta vários acontecimentos históricos da história dos EUA, durante a guerra civil. Conta a história dos irmãos Stoneman, que se separam para defenderem exércitos diferentes e suas experiências durante este período tão difícil da história americana, que contou com o assassinato do presidente Lincoln e o surgimento da Ku Klux Klan. Notas Inovações técnicas: planos abertos, cenas coreografadas, trilha sonora. Apesar de inovar tecnicamente, e ser um marco do cinema mudo, o filme é racista até mesmo para os padrões da época, mostrando cenas de linchamento de negros, provocando protestos. O título original era The Clansman, com o qual chegou a estrear em Nova York. O filme lucrou mais de 10 milhões de dólares.       Imagens
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Ficha Título original: Das Cabinet des Dr. Caligari. Ano/País/Gênero/Duração: 1919/ALE/Terror/78min Produção: Rudolf Meinert e Erich Pommer Direção: Robert Wiene Roteiro: Hans Janowitz e Carl Mayer Fotografia: Willy Hameister Música: Alfredo Antonini Elenco: Werner Krauss ... Dr. Caligari Conrad Veidt ... Cesare Friedrich Feher ... Francis Lil Dagover ... Jane Olsen Hans Heinrich ... Alan Rudolf Lettinger ... Dr. Olsen   Sinopse Dr. Caligari é um médico, e consegue um aval em uma prefeitura de uma pequena cidade holandesa para apresentar um espetáculo na feira local. No espetáculo ele hipnotiza um rapaz chamado Cesare, que faz previsões sinistras para os moradores locais. A partir deste momento, o jovem é induzido a se tornar um assassino. Notas Um dos primeiros filmes do Expressionismo alemão, juntamente com Nosferatu (1922) e Fausto (1926), são considerados os melhores filmes do expressionismo alemão na categoria terror. O filme privilegia efeitos de luz e sombra que traduzem estados mentais e psicológicos de um louco, além de cenários desfigurados, lembrando o sobrenatural. Os cenários originais de Hermann Warm estão hoje em dia no Museu do Cinema Henri Langlois, em Paris.   Assista Online   uxRgrlS2NLA Canal:http://www.youtube.com/user/CinemaClassico3 Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Comprar no SUBMARINO Imagens  
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  Ficha Título original:. Nosferatu, eine Symphonie des Grauens Ano/País/Gênero/Duração: 1922/ALE/Terror/94min Produção: Enrico Dieckmann e Albin Grau Direção: F.W. Murnau Roteiro: Henrik Galeen Fotografia: Fritz Arno Wagner e Günther Krampf Elenco: Max Schreck ... Graf Orlok Gustav von Wangenheim ... Hutter Greta Schröder ... Ellen Hutter Alexander Granach ... Knock Georg H. Schnell ... Westenra Ruth Landshoff ... Lucy, Westenras Frau John Gottowt ... Professor Bulwer Gustav Botz ... Professor Sievers Max Nemetz ... Käpitän der Demeter   Sinopse O Conde Orlok vive na Transilvânia e é um obcecado por Lucy, que teria sido sua esposa em encarnação anterior. O marido de Lucy, Hutter, vai ao encontra do vampiro para comprar um imóvel, mas é surpreendido ao se ver preso por Orlok. Este, parte para conquistar sua amada. Notas   - Este foi o primeiro filme sobre vampiros, e foi baseado na obra de Bram Stoker, com o título homonimo. - A viúva de Bram Stoker a princípio não autorizou a exibição do filme, movendo um processo para que as cópias fossem destruídas. Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.     Imagens Trailer Veja filme online:
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Ficha Título original:. Nanook of the North Ano/País/Gênero/Duração: 1922/EUA/FRA/Documentário/79min Produção: Robert J. Flaherty e John Révillon Direção: Robert J. Flaherty Roteiro: Frances H. Flaherty e Robert J. Flaherty Fotografia: Robert J. Flaherty Música: Rudolf Schramm Elenco Allakariallak ... Nanook Nyla Cunayou   Sinopse O filme documenta a vida de Nanook, um esquimó que vive com sua família em Hudson Bay, no Canadá. Para sobreviver ele caça e pesca e todos comem-na crua. Curiosidades: - Este foi o primeiro documentário antropológico de longa metragem do cinema. O filme, apesar disto, não pode ser totalmente considerado um documentário, já que muitas cenas foram ensaiadas antes. - Nanook morreu de fome pouco tempo depois do término das filmagens.     Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Imagens
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193. Alan Ladd
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Nome:  Henry Warren Beaty Nascimento e local: 30/031937, Richmond, VA, EUA Ocupação: ator, ativista, diretor, produtor Nacionalidade: Americana Casamento:  Annette Bening Filho: Ben Beatty Biografia     O irmão mais novo de Shirley MacLaine tornou-se aos poucos um dos nomes mais conhecidos do cinema. Warren era astro de futebol americano, e, incentivado por sua irmã, resolveu investir na sua carreira artística, iniciando como assistente de palco, onde fez amizades no meio. Elia Kazan escolheu-o para contracenar ao lado de Natalie Wood em “Clamor do Sexo”, drama sexual que o lançou como um dos novos galãs. Com Bonnie & Clyde, filme que atou, dirigiu e produziu, Warren pode finalmente ser respeitado como cineasta, sendo sucesso absoluto de crítica e público, e sendo indicado a 10 Oscars. Seguiram-se grandes sucessos: Onde os Homens são Homens, A Trama, Shampoo, O céu pode esperar e Reds (com o qual ganhou o Oscar de Melhor Diretor), dentre outros. Filmes    Mais DVDs e Livros Como ator Town & Country (2001) Bulworth (1998) Love Affair (1994) Bugsy (1991) Dick Tracy (1990) Ishtar (1987) Reds (1981) Heaven Can Wait - O Céu pode esperar (1978) The Fortune (1975) Shampoo (1975) The Parallax View (1974) McCabe & Mrs. Miller (1971) The Only Game in Town - Jogo de paixões (1970) Bonnie and Clyde - Bonnie e Clyde, uma rajada de balas (1967) Promise Her Anything (1965) Mickey One (1965) Lilith (1964) All Fall Down - Anjo violento (1962) The Roman Spring of Mrs. Stone - Em Roma na primavera (1961) Splendor in the Grass - Clamor do sexo (1961) Como produtor Dick Tracy Special (2009) Bulworth (1998) Love Affair (1994) Bugsy (1991) Dick Tracy (1990) The Pick-up Artist Ishtar (1987) Reds (1981) Heaven Can Wait - O Céu pode esperar (1978) Shampoo (1975) Bonnie and Clyde - Bonnie e Clyde, uma rajada de balas (1967) What's New Pussycat Como roteirista Down to Earth (2001) Bulworth (1998) Love Affair (1994) Reds (1981) Heaven Can Wait (1978) Shampoo (1975) Como director Dick Tracy Special (2009) Bulworth (1998) Dick Tracy (1990) Reds (1981) Heaven Can Wait - O Céu pode esperar (1978)
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FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha   Nome:  Carl Theodor Dreyer Nascimento e local: 03/02/1889, Copenhagen, Dinamarca Morte: 20/03/1968, Copenhagen, Dinamarca, pneumonia Ocupação: Diretor Nacionalidade: Dinamarquesa Casamentos:  - Filhos: - Biografia   Filho de uma empregada doméstica com seu patrão, Dreyer nasceu na Dinamarca, sendo adotado por um casal luterano, o que acabou influenciando sua carreira no cinema, pois ele rotinamente enfocava temas religiosos. Formou-se em jornalismo, fundando um jornal chamado Riget. Após trabalhar como técnico para uso de balão de ar quente, na Nordisk Film, foi contratado pela mesma como Roteirista, para filmes como “Abaixo as Armas”. “O presidente” é considerado seu primeiro filme. O seu maior sucesso seria “A paixão de Joana d’Arc” (1928), considerado uma obra prima do cinema mudo. O cineasta buscou outras produções alemãs, suecas e dinamarquêses para seus próximos cinco filmes. Com a repercussão do filme "O amo da casa", foi contratado por uma produtora francesa para dirigir o filme "A paixão de Joana d'Arc", de 1928, que se tornou o filme mais conhecido do diretor, e uma das obras mais completas do cinema mudo. Sua carreira seguiu-se pelas décadas seguintes. De volta à Dinamarca, Dreyer se deparou apenas com projetos falidos, indo à Alemanha para produzir outros três filmes, lugar o qual se identificou muito, pois gostava da iluminação presente no expressionismo alemão. A fotografia extremamente contrastada dessa escola cinematográfica era ideal para Dreyer, pois conseguiria elementos climáticos para dissertar sobre o universo interior das pessoas. Na década de 1930 e 1940, Dreyer realizou um série de curta-metragens. Nesse período, os dinamarqueses gostavam de ir ao cinema como entretenimento, buscando diversão, o que Dreyer não proporcionava. Durante a segunda Guerra Mundial, Dreyer não pôde realizar filmes, tendo que esperar 10 anos para realizar um longa-metragem. "A palavra" (Ordet), de 1955, foi mais um filme que consagrou o diretor, sendo considerado por muitos sua obra máxima. Trata-se de um filme sobre fé e milagre, através de uma perspectiva muito peculiar. Dreyer foi influenciado pelas teorias do filósofo dinamarquês Kierkegaard nesse filme. "Gertrud", de 1964, foi seu último filme. Retrata uma mulher vivendo um cassamento sem perspectivas. Foi bastante criticado, mas hoje é considerado uma obra importante do cineasta. É importante destacar em Dreyer o fato do cineasta tentar absorver o máximo possível do ator, tentando reproduzir o sentimento das personagens, penetrar em profundos pensamentos por meio de expressões. Antes de falecer, Dreyer declarou que gostaria de filmar "A paixão de cristo". Hoje, o também cineasta dinamarquês Lars von Trier se diz discípulo de Dreyer. É notável que as abordagens sobre o sacrifício feminino e a tentativa de deixar o cinema mais realista são algumas das influências. Mais DVDs e Livros Filmes   Medea (1988) Gertrud (1964) Noget om Norden (1956) Ordet (1955) Slot i et slot: Krogen og Kronborg, Et (1955) Rønnes og Nexøs genopbygning (1954) Shakespeare og Kronborg (1950) Storstrømsbroen (1950) Thorvaldsen (1949) De nåede færgen (1948) Landsbykirken (1947) Gamle, De (1947) Kampen mod kræften (1947) Vandet på landet (1946) Två människor (1945) Vredens dag - DIas de Ira (1943) Mødrehjælpen (1942) Vampyr - Der Traum des Allan Grey - O Vampiro (1932) DOWNLOAD Passion de Jeanne d'Arc, La - O Martiriio de Joana D'arc (1928) DOWNLOAD Glomdalsbruden (1926) . DOWNLOAD Du skal ære din hustru - O Senhor da casa (1925)  DOWNLOAD Michael (1924) Der var engang (1922) Die Gezeichneten - Amai-vos uns aos Outros (1922) DOWNLOAD Blade af Satans bog - Páginas do Livro de Satanás (1921) DOWNLOAD Prästänkan - The Parson's Widow (1920) DOWNLOAD Grevindens ære (1919) Gillekop (1919) Præsidenten (1919) Glaedens dag (1918) Lydia (1918) Hotel Paradis (1917) Fange no. 113 (1917) Hans rigtige kone (1917) Den Mystiske selskabsdame (1917) Pavilionens hemmelighed (1916) Guldets gift (1916) Forbryders liv og levned, En (1916) Rovedderkoppen (1916) Den Skønne Evelyn (1916) Den Hvide djævel (1916) Penge (1916) Juvelerernes skraek (1915) Ned Med Vaabnene (1914) Chatollets hemmelighed (1913) Krigskorrespondenter (1913) Balloneksplosionen (1913) (writer) Hans og Grethe (1913) Bryggerens datter (1912)   Vídeos     88I_OE-AWGo
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James Stewart Nome:  James Maitland Stewart Nascimento e local: 20/05/1908, Indiana, EUA Morte: 02/07/1997, Beverly Hills, CA, EUA, ataque cardíaco Ocupação: ator Nacionalidade: Americano Casamentos:  Gloria Hatrick McLean Filhos: Kelly Stewart e Judy Stewart-Murray Biografia Filho de um barbeiro, a James queria ser arquiteto, chegando a estudar na Universidade de Princeton. Na Universidade, conheceu Joshua Logan, que lhe apresentou Henry Fonda. Os dois convenceram-no a tentar o cinema. Após algumas participações, obteve seu primeiro papel de destaque em “Do Mundo Nada se Leva” (1938), de Frank Capra, segiodp de “A Mulher faz o Homem”. Alistou-se na Força Aérea Americana, durante a 2ª Guerra, e se tornou Coronel, obtendo várias medalhas de Honra. Após a guerra, seguiu com sucessos como A Felicidade Não se Compra” (com Donna Reed) e alguns filmes do mestre do suspense Alfred Hithcock: “Janela Indiscreta” (ao lado de Grace Kelly), O Homem Que Sabia Demais", (1956) e "Um Corpo Que Cai" (1958). Ainda fez para TV alguns filmes, como “Hawkins” (1974), que acabou rendendo-lhe um Globo de Ouro de Melhor ator dramático. Foi indicado a 5 Oscars, ganhando em 1941 em “The Philadelphia Story”. Filmes Mais DVDs e Livros Right of Way (1983) Mr. Krueger's Christmas (1980) Afurika monogatari (1980) The Magic of Lassie (1978) The Big Sleep (1978) Airport '77 (1977) The Shootist (1976) Hawkins on Murder (1973) Harvey (1972) (TV) Fools' Parade (1971) The Cheyenne Social Club (1970) Bandolero! (1968) Firecreek (1968) The Rare Breed (1966) The Flight of the Phoenix (1965) Shenandoah (1965) Dear Brigitte (1965) Cheyenne Autumn (1964) Take Her, She's Mine (1963) How the West Was Won - A Conquista do Oeste (1962) Mr. Hobbs Takes a Vacation (1962) The Man Who Shot Liberty Valance - O Homem que matou o facínora  (1962) X-15 (1961) Two Rode Together (1961) The Mountain Road (1960) The FBI Story (1959) Anatomy of a Murder - Anatomia de um crime (1959) Bell Book and Candle (1958) Vertigo - Um corpo que cai (1958) Night Passage (1957) The Spirit of St. Louis (1957) The Man Who Knew Too Much - O Homem que sabia demais (1956) The Man from Laramie (1955) Strategic Air Command (1955) The Far Country (1954) Rear Window - Janela indiscreta (1954) The Glenn Miller Story (1954) Tomorrow's Drivers (1954) Thunder Bay (1953) The Naked Spur- O preço de um homem  (1953) Carbine Williams (1952) Bend of the River (1952) The Greatest Show on Earth - O Maior espetáculo da terra (1952) No Highway (1951) The Jackpot (1950) Harvey - Meu amigo Harvey (1950) Broken Arrow (1950) Winchester '73 (1950) Malaya (1949) The Stratton Story (1949) You Gotta Stay Happy (1948) Rope (1948) On Our Merry Way - Tudo pode acontecer (1948) Call Northside 777 - Sublime Obsessão (1948) Magic Town (1947) It's a Wonderful Life - A Felicidade não se compra (1946) American Creed (1946) Ziegfeld Girl - A vida é um teatro (1941) Pot o' Gold (1941) Come Live with Me - Pede-se um marido (1941) The Philadelphia Story - Núpcias de escândalo (1940) No Time for Comedy (1940) The Mortal Storm - Tempestades D'Alma (1940) The Shop Around the Corner (1940) Destry Rides Again - Atire a primeira pedra (1939) Mr. Smith Goes to Washington - A mulher faz o homem (1939) It's a Wonderful World - Que Mundo Maravilhoso (1939) DOWNLOAD The Ice Follies of 1939 - Folias no gelo (1939) Made for Each Other - Nascidos para casar (1939) You Can't Take It with You - Do mundo nada se leva (1938) The Shopworn Angel (1938) Vivacious Lady (1938) Of Human Hearts - Ingratidão (1938) DOWNLOAD Navy Blue and Gold (1937) The Last Gangster (1937) Seventh Heaven (1937) After the Thin Man (1936) Born to Dance - Nascida para Dançar (1936) DOWNLOAD The Gorgeous Hussy - Mulher Sublime (1936) Speed (1936) Small Town Girl - Garota do Interior (1936) Important News (1936) Wife vs. Secretary - Ciúmes (1936) Next Time We Love (1936) Rose-Marie (1936) The Murder Man (1935) Art Trouble (1934)
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  FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha   Nome:  Burton Stephen Lancaster Nascimento e local: 02/11/1913, New York. EUA Morte: 20/10//1994, Century City, CA, ataque cardíaco Ocupação: ator e produtor Nacionalidade: Americana Casamentos:  June Ernst,  Norma Anderson, Susan Martin Filhos: Bill Lancaster, James Stephen "Jimmy, Wlliam "Billy", Susan Elizabeth, Joanna Mari e Sighle   Biografia   Filho de um funcionário dos Correios, Burt passou a infância em Harlem, um bairro pobre de Nova York, tornando-se jogador de basquete na Universidade de Nova York. Começou a se apresentar em circos como acrobata. Depois da 2ª Guerra, iniciou no teatro com a peça “The Sound of Hunting”, na Broadway, sendo convidado a fazer o filme “Os Assassinos”, de Robert Siodmak, em 1946. Seguiram-se: "Brutalidade", "A Filha da Pecadora" e "Estranha Fascinação".  Tinha preferência por filmes de ação e westers. Nos anos 50 sua popularidade era grande, com sucessos como “A um passo da Eternidade” (que tem uma das mais lembradas cenas de beijo do cinema) e “Trapézio”. Produziu “Marty”, que ganou o Oscar de Melhor filme em 1955. O ator ganhou o Oscar em “Entre Deus e o Pecado”, no papel de um caixeiro viajante, recebendo mais três indicações por "A Um Passo da Eternidade", "O Homem de Alcatraz" e "Atlantic City". Em 1962 recebeu o de Melhor Ator no Festival de Veneza, por seu papel em “O Homem Alcatraz”.   Filmes   Mais DVDs e Livros Separate But Equal (1991) Voyage of Terror: The Achille Lauro Affair (1990) The Phantom of the Opera (1990) (TV) Bottega dell'orefice, La (1989) Field of Dreams (1989) Rocket Gibraltar (1988) Giorno prima, Il (1987) Tough Guys (1986) Barnum (1986) (TV) Little Treasure (1985) Scandal Sheet (1985) The Osterman Weekend (1983) Local Hero (1983) Pelle, La (1981) Cattle Annie and Little Britches (1981) Atlantic City (1980) Zulu Dawn (1979) Go Tell the Spartans (1978) The Island of Dr. Moreau (1977) Twilight's Last Gleaming (1977) The Cassandra Crossing - A Travessia de Cassandra (1976) Victory at Entebbe (1976) Novecento - 1900 (1976) Buffalo Bill and the Indians, or Sitting Bull's History Lesson (1976) Gruppo di famiglia in un interno (1974) The Midnight Man (1974) Executive Action (1973) Scorpio (1973) Ulzana's Raid - A Vingança de Ulzana  (1972) Valdez Is Coming (1971) Lawman (1971) Airport (1970) The Gypsy Moths (1969) Castle Keep (1969) The Swimmer (1968) The Scalphunters (1968) All About People (1967) The Professionals - Os Profissionais (1966) The Hallelujah Trail (1965) The Train (1964) Seven Days in May - Sete dias de maio (1964) The List of Adrian Messenger (1963) Gattopardo, Il - O Leopardo (1963) A Child Is Waiting - Minha Esperança é você (1963) Birdman of Alcatraz - O Homem de Alcatraz (1962) Judgment at Nuremberg - Julgamento em Nuremberg (1961) The Young Savages (1961) Elmer Gantry - Entre Deus e o Pecado (1960) The Unforgiven - O Passado Não Perdoa (1960) The Devil's Disciple (1959) Separate Tables - Vidas Separadas (1958) Run Silent Run Deep - O Mar é nosso túmulo (1958) Sweet Smell of Success - A Embriaguez do sucesso (1957) Gunfight at the O.K. Corral - Sem Lei e sem alma (1957) The Rainmaker - Lágrimas do céu (1956) Trapeze - Trapézio (1956) The Rose Tattoo (1955) The Kentuckian (1955) Vera Cruz (1954) Apache (1954) His Majesty O'Keefe (1954) Three Sailors and a Girl (1953) From Here to Eternity - A Um Passo da Eternidade (1953) South Sea Woman (1953) Come Back, Little Sheba (1952) The Crimson Pirate (1952) Ten Tall Men (1951) Jim Thorpe -- All-American (1951) Vengeance Valley (1951) . Mister 880 (1950) The Flame and the Arrow - O Gavião e a Flecha (1950) Rope of Sand (1949) Criss Cross (1949) Kiss the Blood Off My Hands (1948) . Sorry, Wrong Number (1948) All My Sons (1948) I Walk Alone (1948) Desert Fury (1947) Brute Force (1947) The Killers - Os assassinos (1946)   Mais Julgamento em Nuremberg As 50 maiores lendas do cinema, segundo a AFI   Prêmios Indicação ao Oscar de ator[2] em From Here to Eternity ("A Um Passo da Eternidade"), em 1953. Oscar de ator em Elmer Gantry ("Entre Deus e o Pecado"), em 1960. Indicação ao Oscar de ator em The Birdman of Alcatraz ("O Homem de Alcatraz"), em 1962. Indicação ao Oscar de ator em Atlantic City ("Atlantic City"), em 1981. Imagens   Vídeos   Vgm47U_TVwk
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FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR Ficha Nome:  Charles Spencer Chaplin Nascimento e local: 16/04/1889, Londres, Inglaterra Morte: 25/12/1977, Vevey, Suíça, causas naturais Ocupação: ator e diretor Nacionalidade: Inglesa Casamentos:  Mildred Harris, Lita Grey, Paulette Goddard, Oona Chaplin Filhos: Norman Spencer Chaplin, Charlie Chaplin, Jr., Sydney Chaplin, Geraldine Chaplin, Michael Chaplin, Josephine Chaplin, Victoria Chaplin, Eugene, Jane, Annette-Emilie and Christopher Chaplin. Biografia Charles Spencer Chaplin nasceu em 16 de abril de 1889, em Londres, filho de Hannah Lili Harley e Charles Chaplin, artistas de teatro. Quando Charlie ainda era um bebê, seu pai abandonou a família e foi viver com outra mulher. Sua mãe começou a sofrer com a depressão nervosa, parte por histórico de família, parte por efeito da fome que passava. Hannah tinha mais dois filhos: Sydney e Wheller. Existem alguns boatos acerca de que Charles teria nascido na França. O próprio Chaplin, em conversas, chegava a afirmar isso. Mas não existe nenhuma fonte confiável que afirme isso. Há também boatos de que Charles não fosse filho de Charles Chaplin (Pai). Um dos motivos que fortalecem isso seria a própria aparência de Chas: o pai era forte e alto, Chas, ao contrário, pequeno, com grandes olhos azuis. Esta também é um boato difícil de se provar. Charlie teve sua estréia nos palcos aos 5 anos, substituindo sua mãe num musical. A partir daí o estado de Hannah só piorou. Os garotos foram colocados em orfanatos diferentes, devido a diferença de idade. Charlie, com tendências depressivas, desde criança, sofreu bastante e ficou traumatizado por separar-se da mãe e do irmão. Durante um período, Chas foi entregue ao seu pai, indo morar com sua madrasta e um irmão por parte de pai. Como o casal bebia muito e sua madrasta (quando bêbada) tentava lhe bater, ele começou a dormir na rua enquanto seu irmão Sydney não chegava em casa. Foi o pai de Charles quem conseguiu um teste para Charlie na companhia de bailarinos “Eight Lancashire Lads”. Em 1901, Charles Chaplin Pai, morreu vitimado pela cirrose. Hannah, que estava parcialmente recuperada, providenciou o enterro junto aos colegas de teatro, que ainda respeitavam o ex-astro. Chaplin tentou vários ramos. Foi vendedor de barcos, flores, soprador de vidros (desmaiou no primeiro sopro), vendedor de lojinha (foi demitido após descobrir como conseguir chicletes de graça na máquina) e mordomo (o emprego que mais gostou). Foi interpretando um pequeno cockney e a peça Sherlock Holmes que ganhou algum dinheiro. Foi contratado pelo Circo Casey, onde aprendeu truques de comédia que utilizaria por toda a vida. Sydney, que tambem tentava a vida como ator, conseguiu um papel na Companhia de Fred Karno, considerado o Rei do Music Hall londrino. Depois de muito insistir, conseguiu um teste para Charles, que foi contratado sem muito intusiasmo por Fred Karno. Em 1909 Chaplin fez sua primeira viagem internacional. Destino: Paris. Depois de ganhar papéis medíocres, foi ganhando a amizade de todos e teve uma oportunidade de fazer um bêbado. Foi um sucesso. No ano seguinte, seguiu em turnê por Londres. Em pouco tempo passou a ser considerado o ator principal da companhia, tudo isso graças ao bêbado. Cada centavo que ganhava, ele juntava para comprar uma fazenda. Foi para os Estados Unidos em turnê, e dois anos após recebeu um telegrama de Mack Sennett, dono da Keystone, que desejava conhece-lo. Depois de um ataque de pânico que durou 3 dias, finalmente ele se apresenta para o teste. Seu primeiro salário na Keystone: 150 dólares por semana.   A Keystone quase que monopolizava o cinema de comédias até então. Ford Sterling era o astro principal, e ficava cada vez mais exigente. Por causa disso, Mack Sennett procurava por um astro que o desbancasse na bilheteria e, consequentemente, na companhia. Sennett não conhecia o trabalho de Chaplin direito, mas, digamos, ele estava no lugar certo, na hora exata, e acabou sendo contratado. Lá Chaplin conheceu astros como Ford Sterling (que lhe olhava por cima dos ombros), Roscoe Arbuckle, com quem faria dupla em alguns curtas e Mabel Normand, que dividiu com ele a maioria dos curtas desse seu período. Em fevereiro de 1914 ele estreou seu primeiro filme na casa: Making a Living (Carlitos repórter). Neste filme, o vemos como um vilão. No seu segundo filme, Kid auto races at venice (Corrida de automóveis para menino) aparece uma personagem que o público passaria identificar. Segundo Chaplin: “Pensei que poderia usar umas calças muito grandes e uns sapatos enormes, além de uma bengala e um chapéu coco. Queria que tudo fosse contraditório: as calças folgadas, o paleta apertado, o chapéu pequeno e os sapatos enormes. Não sabia se deveria parecer velho ou jovem, mas quando me lembrei que Sennett tinha pensado que eu era bem mais velho, coloquei um bigodinho que me daria alguns anos sem esconder a minha expressão”. Claro que não foi tão fácil. Ele pegou as calças emprestadas de Arbuckle, o chapéu de outro, os sapatos velhos e a calça apertada, cada um de uma pessoa diferente, para fazer o contraste. Nasceu o Charlie, no Brasil conhecido por Carlitos. Foram ao todo 35 curtas metragens ao longo do ano. Muito trabalho, e ele estava exausto. Em 1915 sua sorte tinha mudado, e o sucesso de sua personagem junto a platéia chamava a atenção de produtores, e foi assim que a Essanay, produtora de Gilbert M. Anderson (o famoso Bronco Billy) o contratou. Ganhou 10.000 dólares de bonificação e 1.250 por semana. Ainda teria o direito de escolher uma equipe. E assim ele o fez. Foram 14 filmes, que contaram com a colaboração de Edna Purviance (par), Charlotte Mineau, Leo White. Atrás das câmeras, Rollie Totheroh, que iria acompanha-lo durante sua carreira nos Estados Unidos. Ele confiou em Rollie como um segundo olho. Na Essanay, Chaplin teve mais liberdade e pôde enfim dirigir seus filmes. Lá ele também começou a desenvolver suas técnicas de filmagens. Em 1916 a Mutual o procurou e foi fechado um contrato que envolvia 10.000 dólares semanais e uma bonificação de 150.000 dólares em troca de 12 curtas. As primeiras obras primas surgiram na Mutual. Eric Campbell, Henry Bergman (que lhe ajudaria muito na criação), Albert Austin, Leo White e Edna Purviance foram chamados para acompanha-lo, e surgiram filmes como “The fireman” (O bombeiro), “The Vagabond” (O vagabundo), “Easy Street” (Rua da Paz) e The Immigrant“ (O imigrante), dentre outros. Dessa etapa, Campbell foi o destaque, fazendo a contradição entre o forte alto e o fracote baixinho (Carlitos), que tanto agrada o público. Eles formaram, antes mesmo de O gordo e o magro, a primeira dupla de contrastes. Em 1917, já muito famoso, o ator participou da campanha para vender bônus de Guerra, durante a Primeira Guerra Mundial. Juntamente com Douglas Fairbanks e Mary Pickford, viajou o país vendendo os bônus. Com o final do contrato com a Mutual, Charles não renovou. Partiu para a First National, onde faria mais 8 filmes no período entre 1918 e 1921. Na nova companhia, que era basicamente uma produtora, ele pôde desenvolver-se também nesta área, promovendo totalmente os seus filmes. A partir dos filmes realizados na First National, ele pôde ser o proprietário de seus negativos. Erick Campbell havia morrido em um acidente de carro, e a posição e vilão necessitava de um substituto. Mack Swain é contratado. Os irmãos de Chaplin são chamados para trabalhar com ele, e Syd chega a estrelar alguns filmes. São desse período filmes como “A dog’s Life” (Vida de Cachorro) e “The Kid” (O garoto). Mas ele queria mais. Mary Pickford e Douglas Fairbanks também. A United Artists foi inicialmente chamada de The Big Four, inspirado, obviamente, nos quatro nomes dos fundadores. Eram os big four: Mary Pickford, Douglas Fairbanks, Charles Chaplin e o produtor D. W. Griffith. Willian Hart também participava do grupo. Recebendo ajuda de profissionais que vinham de concorrentes, pouco a pouco a United artists começou a ganhar espaço comercial. Na verdade, a participação de Charles acabou sendo apenas simbólica, pois ele não participava das reuniões, e os sócios começavam a ficar bravos com ele, pois todos já tinham estrelado filmes para a nova companhia, mas ele não. Em 1923 ele entregou o filme “A Woman in Paris” (Casamento ou Luxo), estrelado por Edna Purviance. O filme foi um sucesso de crítica, mas o público não queria ver um filme de Chaplin sem Chaplin. Foi o seu primeiro fracasso. Dois anos mais tarde surgiu, The Gold Rush, considerado por muitos, sua maior obra. Os executivos ainda não estavam satisfeitos, poisum único filme a cada dois anos não era suficiente para que a companhia precisava para conseguir se erguer. Ele reclamava que era um artista, e que dependia de sua inspiração, mas de pouco valiam seus argumentos. A amizade com Mary Pickford, que já era complicada (os dois brigavam constantemente) tornou-se insuportável, e os dois já não se falavam. Em 1927, Joseph M. schenk assumiu a presidência. No ano seguinte começaram as filmagens de City Lights (Luzes da Cidade). O cinema falado surgia com tudo. Ele se opôs freneticamente a isso, pois achava que o vagabundo não podia falar. De qualquer forma, as filmagens foram interrompidas por um bom tempo, e ele reagiu com crises de depressão e falta de criatividade. Em uma entrevista para a revista Motion Pictures Herald, declarou: “Detesto os talkies. Eles chegaram para destruir a arte mais antiga do mundo, a arte da mímica. Derrubam o edifício atual do cinema. A beleza plástica continua sendo a coisa mais importante do cinema. O cinema é uma arte pictórica”. Em City Lights, no lugar da fala, ele decidiu fazer uma trilha sonora, que foi baseada em La Violetera. Radical ao extremo, a fala somente insinua-se no filme, logo no inicio, no discurso do prefeito. Mas, contrariando todas as expectativas, os filme lotou todas as salas e foi exibido por mais de 2 semanas consecutivas, tornando-se seu maior sucesso. Nesse período ele retornou à Europa, onde conheceu muita gente importante. Ele, nessa altura, já podia ir e vir sem ser convidado, e dispensar a visita até mesmo de um rei. Lá conheceu Winston Churchill, Mahatma Gandhi, John Maynard Keynes, George Bernard Shaw, H.G. Wells, Aristide Briand, a condessa de Noailles, Albert Einsten, Camil. Na Europa ele seguiu fazendo declarações que os jornais publicavam e faziam conhecidas as suas idéias sobre o homem e sobre a vida. Nessa etapa ele chegou mesmo a cogitar viver como escritor de temas sociais. Mas esse era um assunto que o fascinava, mas também o deixavam profundamente deprimido. Certa vez, Somerset Maugham disse sobre a obra chapliniana: “Tenho a impressão de que sente saudade dos subúrbios (...). Acho que se lembra, com nostalgia, da liberdade da sua juventude difícil, com a pobreza e as amargas privações, e sabe que nunca estará satisfeito”. Não poderia ser mais errado, para o Chaplin. Ele costumava dizer que não conhecia um pobre, que tendo ficado rico, sentisse saudade da época em que passava fome. Na década de 30, o cineasta começou a fazer sua próxima obra: Modern Times, uma crítica a máquina, que tomava cada vez mais o lugar do homem. E foi com uma gag do filme (a que o vagabundo, tendo visto a bandeira cair, começa a agitar e é confundido com um agitador), que seu nome começa a constar na lista de personas non gratas no país. The Great Dictator deixaria os americanos ainda mais constrangidos, por criticar abertamente Adolph Hitler. Os americanos queriam neutros com relação a guerra. Franklin Roosevelt recebeu Charles na Casa Blanca, e disse para ele: “Sente-se Charlie, o seu filme nos está dando muitas dores de cabeça”. O ator começou a ser chamado de comunista, sendo incluído na lista de personalidades hostis, pelo Comitê de Atividades Antiamericanas. Ele ficou na lista conhecida como “Os 10 de Hollywood”. Na verdade ele se auto rotulava um humanista. A situação começou a ficar insustentável. Cada palavra sua era examinada, e cada cena de filme analisada, antes de ser liberada. Ele falou: “Para a sua conveniência, direi o que eu acho que desejam saber. Não sou comunista e nunca fiz parte de nenhum partido ou organização política na minha vida. Sou o que vocês chamam de traficante da paz. Espero que não se sintam ofendidos por isso”. Falta de patriotismo, militância comunista, suspeita de adultério eram algumas das acusações feitas a ele. Em 1952 ele partiu no Queen Elizabeh, com sua esposa Oona e seus filhos, embarcando para Londres. Durante a viagem ele recebeu a informação que não poderia mais voltar. Oona renunciou a sua cidadania americana e Chaplin devolveu seu visto de regresso. Dizia que estava velho para tantas bobagens. Na Europa ainda fez dois filmes: Um Rei em Nova York (uma sátira ao país que lhe expulsou) e A Condessa de Honk Kong (em que dirigiu Sophia Loren e Marlon Brando). Foi viver em Vevey, na Suíça, onde teve mais filhos. Em 1971 recebeu uma homenagem da Academia de Hollywood, que lhe deu um Oscar especial “pela incalculável contribuição à arte do século: o cinema”. Foi aplaudido de pé durante muitos minutos. Em 1974 foi nomeado cavaleiro do Império Britânico. Chaplin morreu na madrugada do dia 25 de dezembro, cercado por Oona, filhos e netos. Mais... Leia a biografia de Chaplin completa!! Leia sobre os casamentos de Chaplin Frases de Chaplin Chaplin: Um vagabundo ou a evolução de uma personagem, por Carla Marinho A História de The Kid, por Carla Marinho Fotos Charles Chaplin de A a Z O reencontro: como foi o reencontro entre Chaplin e Jackie Coogan, o garoto Viajante do tempo em premiere do filme de Chaplin Quem era a atriz misteriosa de Chaplin? Chaplin: Lembranças que amargam A história de Chaplin e Paulette Goddard 10 Melhores Filmes de Charles Chaplin Tragédia e arte em Chaplin Lançamento: livro "Chaplin, Uma Vida" Chaplin teria planejado filme falado em 1932 Filmes A Countess from Hong Kong - A Condessa de Hong Kong (1967) A King in New York - Um Rei em Nova York (1957) Limelight - Luzes da Ribalta (1952) Monsieur Verdoux (1947) The Great Dictator - O Grande Ditador (1940) DOWNLOAD Modern Times - Tempos Modernos (1936) DOWNLOAD City Lights - Luzes da Cidade (1931) DOWNLOAD The Circus - O Circo (1928) DOWNLOAD Camille (1926/II) The Gold Rush - Em busca do ouro (1925) DOWNLOAD A Woman of Paris: A Drama of Fate - Casamento ou luxo (1923) DOWNLOAD The Pilgrim - O Pastor de almas (1923) DOWNLOAD Pay Day - Dia de Pagamento (1922) DOWNLOAD Nice and Friendly (1922) The Idle Class - Os Clássicos Vadios (1921) DOWNLOAD The Nut - O Excêntrico (1921) DOWNLOAD The Kid - O Garoto (1921) DOWNLOAD A Day's Pleasure - Dia de Prazer (1919) DOWNLOAD Sunnyside - Idílio no Campo (1919) DOWNLOAD The Professor (1919) Shoulder Arms - Carlitos nas trincheiras (1918) DOWNLOAD The Bond (1918) DOWNLOAD Triple Trouble - Três vezes em apuros (1918) DOWNLOAD A Dog's Life - Vida de Cachorro (1918) DOWNLOAD The Adventurer - O Aventureiro (1917) DOWNLOAD The Immigrant - O Imigrante (1917) DOWNLOAD The Cure - O Balneário (1917) DOWNLOAD Easy Street - Rua da Paz (1917)  DOWNLOAD The Rink - Carlitos sobre rodas (1916) DOWNLOAD Behind the Screen - Carlitos no estúdio (1916)  DOWNLOAD The Pawnshop - Casa de Penhores (1916) DOWNLOAD The Count - O Conde (1916) DOWNLOAD One A.M. - A Uma da madrugada (1916) DOWNLOAD The Vagabond - O Vagabundo (1916) DOWNLOAD The Fireman - O Bombeiro (1916) DOWNLOAD The Floorwalker - O Falso gerente (1916) DOWNLOAD Burlesque on Carmen - Carmen às avessas (1916) DOWNLOAD Police - Carlitos Policial (1916) DOWNLOAD Burlesque on Carmen - Carmen (1915) DOWNLOAD A Night in the Show - O Teatro (1915) DOWNLOAD Shanghaied - Carlitos marinheiro (1915) DOWNLOAD The Bank - O Banco (1915) DOWNLOAD A Woman - Senhorita Carlitos (1915) DOWNLOAD Work - Carlitos na Atividade (1915) DOWNLOAD His Regeneration (1915) By the Sea - Carlitos à beira mar (1915) DOWNLOAD The Tramp - O Vagabundo (1915) DOWNLOAD A Jitney Elopement - Carlitos quer casar (1915) DOWNLOAD In the Park - Carlitos no parque (1915) DOWNLOAD The Champion - Campeão de Boxe (1915) DOWNLOAD A Night Out - Uma noite fora (1915) DOWNLOAD His New Job - Seu Novo Trabalho (1915) DOWNLOAD His Prehistoric Past - O passado pré-histórico (1914) DOWNLOAD Getting Acquainted - Carlitos e Mabel em passeio (1914) DOWNLOAD Tillie's Punctured Romance - Idílio Desfeito (1914) DOWNLOAD His Trysting Place - O Engano (1914) DOWNLOAD His Musical Career - Músicos vagabundos (1914) DOWNLOAD Gentlemen of Nerve - Isabel e Carlitos nas corridas (1914) DOWNLOAD Dough and Dynamite - Dinamite e Pastel (1914) DOWNLOAD Those Love Pangs - Carlitos Rival do Amor (1914) DOWNLOAD The New Janitor - Carlitos porteiro (1914) DOWNLOAD The Rounders - Carlitos na Farra (1914) DOWNLOAD His New Profession - Nova colocação de Carlitos (1914) DOWNLOAD The Masquerader - Carlitos Coquete (1914) DOWNLOAD Recreation - Divertimento (1914) DOWNLOAD The Face on the Bar Room Floor - O sobrado mal assombrado (1914) DOWNLOAD The Property Man - Carlitos na contra regra (1914) DOWNLOAD Laughing Gas - Carlitos dentista (1914) DOWNLOAD Mabel's Married Life - Dois casais encrencados (1914) DOWNLOAD Mabel's Busy Day - Carlitos e as salsichas (1914) DOWNLOAD The Knockout - Dois heróis encrencados (1914) DOWNLOAD Her Friend the Bandit - Carlitos, o ladrão elegante (1914) DOWNLOAD The Fatal Mallet - O malho de Carlitos (1914) DOWNLOAD A Busy Day - Carlitos ciumento (1914) DOWNLOAD Caught in the Rain - Carlitos e a ciumenta (1914) DOWNLOAD Caught in a Cabaret - Bobote em apuros (1914) DOWNLOAD Twenty Minutes of Love - Vinte minutos de amor (1914) DOWNLOAD Mabel at the Wheel - Carlitos banca o tirano (1914) DOWNLOAD The Star Boarder - Carlitos e a patroa (1914) DOWNLOAD Cruel, Cruel Love - O Marquês (1914) DOWNLOAD His Favorite Pastime - Carlitos entre o bar e o amor (1914) DOWNLOAD Tango Tangles - Carlitos dançarino (1914) DOWNLOAD A Film Johnnie - Joãozinho na película (1914) DOWNLOAD Between Showers - Dia Chuvoso (1914) DOWNLOAD Mabel's Strange Predicament - Carlitos no hotel (1914) DOWNLOAD Kid Auto Races at Venice - Corrida de automóveis para meninos (1914) DOWNLOAD Making a Living - Carlitos Reporter (1914) DOWNLOAD   Imagens   Vídeos    
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FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha   Nome: Charles Rogers Nascimento e local: 13/08/1904, Olathe, KS, EUA Morte: 21/04/1999, Rancho Mirage, CA, EUA Ocupação: ator Nacionalidade: Americana Casamentos: Mary Pickford e Beverly Ricono Filhos: Ronald Rogers e Roxanne   Biografia     Rogers nasceu em Olathe, Kansas, estudando na Universidade local. Se tornou um membro ativo da Phi Kappa Psi. Em meados da década de 20 começou a atuar em filmes. Além de ator, Rogers também tocava trombone e outros instrumentos musicais, formando uma banda de jazz que chegou a tocar no cinema e rádio. Durante a segunda guerra mundial serviu à Marinha dos Estados Unidos como instrutor de vôo. Apelidado de "Buddy", seu desempenho mais lembrado foi ao lado de Clara Bow no vencedor do Oscar "Asas" (1927). Respeitado por todos por seu humanismo, foi homenageado em 1986 com o Prêmio Humanitário Jean Hersholt. Por sua contribuição à indústria do cinema, ganhou uma estrela na calçada da fama. Em 1937 Charles casou-se com a lendária atriz de cinema mudo Mary Pickford, que era 12 anos mais velha que ele. O casal adotou dois filhos, Roxanne e Ronald e permaneceu casado durante 42 anos até a morte de Pickford, em 1979. Rogers morreu na Califórnia em 1999 quando estava com 94 anos de idade.   Filmes   The Parson and the Outlaw (1957) An Innocent Affair (1948) Mexican Spitfire Sees a Ghost (1942) Twelfth Street Rag (1942) Mexican Spitfire at Sea (1942) Sing for Your Supper (1941) Mexican Spitfire's Baby (1941) Golden Hoofs (1941) This Way Please (1937) Let's Make a Night of It (1937) Old Man Rhythm (1935) Dance Band (1935) Take a Chance (1933) DOWNLOAD Best of Enemies (1933) This Reckless Age (1932) Working Girls (1931) The Road to Reno (1931) The Lawyer's Secret (1931) The Slippery Pearls (1931) Along Came Youth (1930) Heads Up (1930) Follow Thru (1930) Safety in Numbers (1930) Paramount on Parade - Paramount em grande gala (1930) DOWNLOAD Young Eagles (1930) Halfway to Heaven (1929) Illusion (1929) River of Romance (1929) Close Harmony (1929) Red Lips (1928) Someone to Love (1928) Varsity (1928) Abie's Irish Rose (1928) Get Your Man (1927) My Best Girl - Meu único amor (1927) DOWNLOAD Wings - Asas (1927) DOWNLOAD So's Your Old Man (1926) More Pay - Less Work (1926) Fascinating Youth (1926)   Mais Alguns fatos sobre Mary Pickford Amor dentro e fora das telas   Imagens Vídeos   UDz3XlZIdOA
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  FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha   Nome:  Carver Dana Andrews Nascimento e local: 01/01/1909, Covington, EUA Morte:  17/12/1992, Los Alamitos, CA, EUA, pneumonia Ocupação: ator Nacionalidade:  Americana Casamentos:  Janet Murray, Mary Todd Filhos: David Andrews, Stephen Andrews, Katharine Andrews e Susan Andrews Biografia   Dana Andrews nasceu no Condado de Covington, Mississippi, filho de um pastor da Igreja Batista.  Entrou para a Faculdade no curso de Administração empresarial, no Texas, trabalhando como contador para a Gulf & Western. Em 1931 partiu para a Califórnia em busca de oportunidade como cantor. Durante esse período ganhou de um de seus chefes um curso na Escola de teatro Pasadena Playhouse. Em 1940 assinou contrato com o famoso produtor cinematográfico Samuel Goldwyn e conseguiu seu primeiro papel no filme de William Wyler "The Westerner". Em 1943 ele chamou a atenção como um jovem vítima de linchamento no faroeste clássico The Ox-Bow Incident, estrelado por Henry Fonda. Na sequência da carreira Andrews assumiria papéis em filmes noir, como o também clássico Laura (1944), interpretando um detetive obsessivo. Em 1946 ele seria um soldado que retorna da guerra em The Best Years of Our Lives. Outra boa interpretação foi em Where the Sidewalk Ends de 1950. Nos anos de 1950, o alcoolismo fez com que a carreira de Andrews declinasse, com o ator sendo forçado a atuar em produções menores. Em 1963 Andrews foi eleito presidente do Screen Actors Guild. Entre 1969 e 1972 ele apareceu como o presidente de faculdade Tom Boswell na novela da NBC Bright Promise. Em 1972, após quatro anos sem beber, ele concordou em aparecer num anúncio público da AA- Alcóolicos Anônimos. Dana Andrews se casou com Janet Murray em 1932. Ela faleceu em 1935, pouco depois do nascimento do filho David (músico e compositor que também faleceu, vitimado por hemorragia cerebral em 1964). Em 17 de novembro de 1939 ele voltaria a se casar, desta feita com a atriz Mary Todd. O casal teve três filhos: Katharine (nascida em 1942), Stephen (nascido em 1944) e Susan (nascida em 1948). Por 20 anos a família morou no Lago Toluca, na casa atualmente de propriedade de Jonathan Winters. Após os filhos crescerem, Andrews foi viver com Mary em Los Angeles. Nos últimos anos de vida Andrews foi acometido da doença de Alzheimer e em 1992, um mês antes de completar 84 anos de idade, ele faleceu vitimado por complicações cardíacas agravadas por uma pneumonia.   Filmes   Mais DVDs e Livros   From Page to Screen to Stage: Rodgers & Hammerstein's State Fair (2005) Prince Jack (1985) The Pilot (1980) Born Again (1978) Good Guys Wear Black (1978) A Tree, a Rock, a Cloud (1978) Ike: The War Years (1978) The Last Hurrah (1977) The Last Tycoon - O último Magnata (1976) Take a Hard Ride (1975) The First 36 Hours of Dr. Durant (1975) A Shadow in the Streets (1975) Airport 1975 (1974) Innocent Bystanders (1972) The Failing of Raymond (1971) The Devil's Brigade (1968) Diamanti che nessuno voleva rubare, I (1968) . Cobra, Il (1967) Hot Rods to Hell (1967) Johnny Reno (1966) The Frozen Dead (1966) Supercolpo da 7 miliardi (1966) Battle of the Bulge (1965) The Loved One (1965) Berlino - Appuntamento per le spie (1965) Town Tamer (1965) Brainstorm (1965) Crack in the World (1965) In Harm's Way (1965) The Satan Bug (1965) The Presidency: A Splendid Misery (1964) The Crowded Sky (1960) Enchanted Island (1958) The Fearmakers (1958) Night of the Demon (1957) Zero Hour! (1957) Spring Reunion (1957) Beyond a Reasonable Doubt - Suplício de uma alma  (1956) While the City Sleeps (1956) Comanche (1956) Strange Lady in Town - Uma estranha em meu destino (1955) Smoke Signal (1955) Three Hours to Kill (1954) Duel in the Jungle (1954) Elephant Walk - No caminho dos elefantes  (1954) Assignment: Paris (1952) I Want You (1951) The Frogmen (1951) Sealed Cargo (1951) Edge of Doom (1950) Where the Sidewalk Ends (1950) My Foolish Heart - Meu maior amor (1949) Sword in the Desert (1949) Britannia Mews (1949) No Minor Vices (1948) Deep Waters (1948) The Iron Curtain (1948) Night Song (1948) Daisy Kenyon - Êxtase de amor (1947) Boomerang! - O Justiceiro (1947) The Best Years of Our Lives - Os Melhores anos de nossas vidas (1946) Canyon Passage (1946) A Walk in the Sun (1945) Fallen Angel - Anjo ou Demônio (1945) State Fair - Feira de Ilusões (1945) Laura (1944) Wing and a Prayer (1944) The Purple Heart (1944) Up in Arms (1944) The North Star - Estrela do Norte (1943) DOWNLOAD The Ox-Bow Incident - Consciências Mortas (1943) Crash Dive - Mergulho no Inferno (1943) Berlin Correspondent (1942) Ball of Fire - Bola de Fogo (1941) Swamp Water (1941) Belle Starr (1941) Tobacco Road (1941) The Westerner - A última fronteira (1940) DOWNLOAD Kit Carson (1940) Sailor's Lady (1940) Lucky Cisco Kid (1940)     Imagens Vídeos ZjFkg-td8uU   gjriCtlQHtA
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  FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha   Nome:  Donald David Dixon Ronald O'Connor Nascimento e local: 28/08/1925, Chicago, IL, EUA Morte:  27/09/2003, Calabasas, CA, EUA, ataque cardíaco Ocupação: ator Nacionalidade:  Americana Casamentos:  Gwen Carter, Gloria Noble Filhos: Donna Gwen O'Conner, Alicia O'Connor, Donald Frederick O'Connor, Kevin O'Connor Biografia Nascido de uma família da vaudeville, aos 12 anos O’Connor já se apresentava nos palcos, e conseguiu seu primeiro papel no cinema, em “Melody for Two”, onde sua cena foi cortada. Em 1938 estrelou ao lado de Bing Crosby e Fred MacMurray em “Sing, You Sinners”. Passou a estrelar musicais da Universal, como What’s Cookin e Get Hep to Love. Mas seu primeiro papel de renome foi em “Francis Talking Mule”, em que interpretava um soldado que conversava com uma mula. Mas O’Connor passou a ser lembrado no cinema após sua participação ao lado de Gene Kelly em Cantando na Chuva, de 1952, encantando a todos com um número musical chamado “Make em Laugh”, em que mostrava suas habilidades mais que provadas de dançarino. Após o sucesso de Cantando na Chuva, o ator foi o protagonista de “I Love Melvin” (1953). Seguiram-se Call Me Madam e There’s No Business Like Show Business (ao lado de Marilyn Monroe). Contracenou a biografia “The Buster Keaton Story”, sobre a vida do comediante Buster Keaton. Após este filme, suas participações foram rareando. Abandonou as telas para se dedicar à música, fazendo umas poucas participações até sua morte, em 2003. Filmes Mais DVDs e Livros Out to Sea (1997) Father Frost (1996) Bandit: Bandit's Silver Angel (1994) (TV) Toys (1992) A Mouse, a Mystery and Me (1987) A Time to Remember (1987) Alice in Wonderland (1985) A Gift of Music (1981) That Funny Feeling (1965) Meraviglie di Aladino, Le (1961) Cry for Happy (1961) The Buster Keaton Story (1957) Anything Goes (1956) Francis in the Navy (1955) There's No Business Like Show Business - O Mundo da Fantasia (1954) Francis Joins the WACS (1954) Walking My Baby Back Home (1953) Francis Covers the Big Town (1953) Call Me Madam (1953) I Love Melvin (1953) Francis Goes to West Point (1952) Singin' in the Rain - Cantando na Chuva (1952) Francis Goes to the Races (1951) Double Crossbones (1951) The Milkman (1950) Curtain Call at Cactus Creek (1950) Francis (1950) Yes Sir That's My Baby (1949) Feudin', Fussin' and A-Fightin' (1948) Are You with It? (1948) Something in the Wind - Deliciosa mentira (1947) Patrick the Great (1945) Bowery to Broadway (1944) The Merry Monahans (1944) This Is the Life (1944) Chip Off the Old Block (1944) Top Man (1943) Mister Big (1943) It Comes Up Love (1943) When Johnny Comes Marching Home (1942) . Get Hep to Love (1942) Give Out, Sisters (1942) Private Buckaroo (1942) DOWNLOAD What's Cookin'? (1942) On Your Toes (1939) Death of a Champion (1939) Night Work (1939) Beau Geste (1939) DOWNLOAD Million Dollar Legs (1939) Unmarried (1939) Boy Trouble (1939) Tom Sawyer, Detective (1938) Sing You Sinners (1938) DOWNLOAD Sing You Sinners (1938) Men with Wings (1938) It Can't Last Forever (1937)     Imagens Vídeos FW02c5UNGl0   9fotT7IlQZg   bAlNqi-iFbc
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    Ficha Nome: Mary Rose Brady Nascimento e local: 02/11/1892, New York, EUA Morte: 28/10/1939, New York, EUA, câncer Ocupação: atriz Nacionalidade: Americana Casamento: James Crane Filho: Donald     Biografia Alice foi uma das poucas atrizes do cinema mudo que conseguiu ultrapassar o cinema falado, tendo trabalhado até o fim da vida. Desde criança ela se interessou em ser atriz, pois seu pai era um importante produtor teatral. Ela iniciou a carreira na Broadway, em 1911, aos 18 anos em um espetáculo de seu pai, e não parou desde então. Em 1913 ela estreou em “As ye Sow in”, fazendo sua primeira aparição nas telas, aparecendo posteriormente em mais 52 películas em menos de 10 anos. Em 1923 ela afastou-se das telas, voltando somente 10 anos depois, no filme falado “When Ladies Meet”, da MGM. A partir de então trabalhou mais freqüentemente, até sua morte, de câncer em 1939, cinco dias antes do seu 47º aniversário. Filmes Young Mr. Lincoln / A Mocidade de Lincoln (1939) Zenobia (1939) Joy of Living (1938) Goodbye Broadway (1938) Merry Go Round of 1938 (1937) One Hundred Men and a Girl - Cem homens e uma menina (1937) Mr. Dodd Takes the Air (1937) Call It a Day (1937) Mama Steps Out (1937) In Old Chicago - No velho Chicago (1937) Three Smart Girls - Três pequenas do barulho (1936) Mind Your Own Business (1936) Go West Young Man (1936) My Man Godfrey - Irene, a teimosa (1936) The Harvester (1936) Metropolitan (1935) Lady Tubbs (1935) Let 'em Have It (1935) Gold Diggers of 1935 (1935) The Gay Divorcee - Alegre Divorciada (1934) Miss Fane's Baby Is Stolen (1934) Should Ladies Behave (1933) Stage Mother (1933) Beauty for Sale (1933) Broadway to Hollywood - Da Broadway a Hollywood (1933) When Ladies Meet / De Mulher Para Mulher (1933) The Snow Bride (1923) The Leopardess (1923) Anna Ascends (1922) Missing Millions (1922) Hush Money (1921) Dawn of the East (1921) The Land of Hope (1921) Little Italy (1921) Out of the Chorus (1921) The New York Idea (1920) A Dark Lantern (1920) Sinners (1920) The Fear Market (1920) His Bridal Night (1919) The Redhead (1919) Marie, Ltd. (1919) The World to Live In (1919) The End of the Road (1919) The Indestructible Wife (1919) In the Hollow of Her Hand (1918) Her Great Chance (1918) The Better Half (1918) The Death Dance (1918) The Whirlpool (1918) The Ordeal of Rosetta (1918) At the Mercy of Men (1918) The Trap (1918) The Spurs of Sybil (1918) The Knife (1918) Woman and Wife (1918) Her Silent Sacrifice (1917) A Maid of Belgium (1917) Betsy Ross (1917) A Self-Made Widow (1917) The Divorce Game (1917) Maternity (1917/I) Darkest Russia (1917) The Dancer's Peril (1917) A Hungry Heart (1917) A Woman Alone (1917) Bought and Paid For (1916) The Gilded Cage (1916) Miss Petticoats (1916) Vie de Bohème, La (1916) Tangled Fates (1916/I) Then I'll Come Back to You (1916) The Woman in 47 (1916) The Ballet Girl (1916) The Rack (1915) The Lure of Woman (1915) The Cup of Chance (1915) The Boss (1915) As Ye Sow (1914)     Prêmios   Oscar de melhoratriz coadjuvante por Na Velha Chicago (1937). Indicada ao Oscar deMelhor atriz coadjuvante por My Man Godfrey (1936).       Imagens  
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203. Alice Day
      Ficha Nome: Jacquiline Alice Newlin Nascimento e local: 07/11/1905, Colorado Springs, Colorado, EUA Morte: 25/05/1995, Califórnia, EUA Ocupação: atriz Nacionalidade: Americana Casamento: Mr. Hawkins Filho: Gary     Biografia Alice iniciou a carreira como uma das garotas das comédias de Mack Sennet, mais conhecidas como as “Bathing Beauty”, aos 18 anos. Sua irmã mais nova, Marceline Day também era atriz, mas Alice jamais conseguiu o sucesso que sua irmã teve, fazendo apenas filmes B e comédias sem grandes sucessos. Participou de mais de 70 filmes, entre 1923 e 1932. Mudou constantemente de estúdios até a década de 30. Filmes Gold (1932) Two-Fisted Law (1932) Love Bound (1932) The Lady from Nowhere (1931) Viennese Nights (1930) Hot Curves (1930) Ladies in Love (1930) In the Next Room (1930) Melody Man (1930) The Love Racket (1929) The Show of Shows (1929) Little Johnny Jones (1929) Is Everybody Happy? (1929) Times Square (1929) Skin Deep (1929) Drag (1929) Red Hot Speed (1929) Phyllis of the Follies (1928) The Way of the Strong (1928) The Smart Set (1928) The Gorilla (1927) Night Life (1927) See You in Jail (1927) A Dozen Socks (1927) The Plumber's Daughter (1927) Pass the Dumplings (1927) Kitty from Killarney (1926) Hesitating Horses (1926) His New York Wife (1926) Should Husbands Marry? (1926) The Perils of Petersboro (1926) Her Actor Friend (1926) Alice Be Good (1926) Puppy Lovetime (1926) The Ghost of Folly (1926) A Love Sundae (1926) Spanking Breezes (1926) Gooseland (1926) Hot Cakes for Two (1926) The Waiter from the Ritz (1926) Hotsy-Totsy (1925) The Soapsuds Lady (1925) A Sweet Pickle (1925) Love and Kisses (1925) Cold Turkey (1925) Don't Tell Dad (1925) Tee for Two (1925) Giddap (1925) Bashful Jim (1925) The Beloved Bozo (1925) Honeymoon Hardships (1925) The Plumber (1925) The Sea Squawk (1925) Off His Trolly (1924) The Reel Virginian (1924) Riders of the Purple Cows (1924) Little Robinson Corkscrew (1924) East of the Water Plug (1924) The First 100 Years (1924) Romeo and Juliet (1924) His New Mamma (1924) The Cat's Meow (1924) Flickering Youth (1924) Shanghaied Lovers (1924) Secrets (1924)) Picking Peaches (1924) My Pal (1923) The Temple of Venus (1923)
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    Ficha Nome: Alice Joyce Nascimento e local: 01/10/1890, Kansas City, EUA Morte: 09/10/1955, Hollywood, CA, ataque cardíaco Ocupação: atriz Nacionalidade: Americana Casamentos: Clarence Brown, James B. Regan, Tom Moore Filho: Margaret "Peggy" Regan Harris     Biografia Antes da fama nas telas, Alice trabalhou como telefonista e modelo em Kansas, sua cidade natal, aos 13 anos de idade, tornando-se logo uma modelo de sucesso. Teve seu auge como atriz durante as décadas de 10 e 20. Mesmo assim, poucos dos seus filmes chegaram até os nossos dias. Tendo sangue galês, irlandês e espanhol, ela ficou conhecida por sua beleza e porte atlético. Após ser recusada por D.W. Griffith, ela teve sua primeira chance nos estúdios Kalem, trabalhando também na Essanay a partir de 1913, passando em seguida para a Vitagraph, Paramount, Warner e United Artists. Seu primeiro filme foi “The deacon’s daughter”, de 1910. Seus maiores sucessos foram "The Courage of Silence" (1917), the original "Stella Dallas" (1925), "The Home Maker" (1925), "Beau Geste" (1926) e "Dancing Mothers" (1926), ao lado de Clara Bow. O seu estrelato começou a diminuir com o advento do cinema falado. Seu último filme foi “Song o my heart”, falado Conhecida como a “Madona da tela”, por sua presença e características, fez seu último filme na década de 30, trabalhando algum tempo na Vaudeville, sendo ativa na San Fernando Valley, organização feminina sua, durante boa parte de sua vida. A doença cardíaca veio anos antes de sua morte, e ela passou algum tempo internada. Filmes Song o' My Heart (1930) He Knew Women (1930) The Green Goddess (1930) The Squall (1929) The Noose (1928) 13 Washington Square (1928) The Rising Generation (1928) Sorrell and Son (1927) So's Your Old Man (1926) The Ace of Cads (1926) Beau Geste (1926) Dancing Mothers (1926) Mannequin (1926) Stella Dallas (1925) The Home Maker (1925) Headlines (1925) The Little French Girl (1925) Daddy's Gone A-Hunting (1925) The Passionate Adventure (1924) White Man (1924) The Green Goddess (1923) The Inner Chamber (1921) The Scarab Ring (1921) Her Lord and Master (1921) Cousin Kate (1921) The Vice of Fools (1920) Dollars and the Woman (1920) The Sporting Duchess (1920) Slaves of Pride (1920) The Prey (1920) The Vengeance of Durand (1919) The Winchester Woman (1919) The Spark Divine (1919) The Third Degree (1919) The Cambric Mask (1919) The Lion and the Mouse (1919) The Captain's Captain (1919) Everybody's Girl (1918) To the Highest Bidder (1918) Find the Woman (1918) The Triumph of the Weak (1918) The Business of Life (1918) The Song of the Soul (1918) The Woman Between Friends (1918) The Choice (1918) The Fettered Woman (1917) An Alabaster Box (1917) Richard the Brazen (1917) The Countess (1917) The Question (1917) Her Secret (1917) Within the Law (1917) Womanhood, the Glory of the Nation (1917) The Courage of Silence (1917) Whom the Gods Destroy (1916) The Face of the Madonna (1915) The Girl of the Music Hall (1915) Unfaithful to His Trust (1915) The White Goddess (1915) Her Supreme Sacrifice (1915) The Swindler (1915) The Leech (1915) Cast Up by the Sea (1915) The Mayor's Secretary (1914) The School for Scandal (1914) The Price of Silence (1914/I) The Theft of the Crown Jewels (1914) The Riddle of the Green Umbrella (1914) The Lynbrook Tragedy (1914) The Girl and the Stowaway (1914) Fate's Midnight Hour (1914) The Viper (1914) The Green Rose (1914) The Mystery of the Sleeping Death (1914) The Brand (1914) The Old Army Coat (1914) The Vampire's Trail (1914) The Beast (1914) In Wolf's Clothing (1914) The Weakling (1914) The Show Girl's Glove (1914) Nina o' the Theatre (1914) A Celebrated Case (1914) The Dance of Death (1914) The Cabaret Dancer (1914) The Shadow (1914 The Hand Print Mystery (1914) An Unseen Terror (1913) The Hunchback (1913) The Octoroon (1913) Perils of the Sea (1913) Our New Minister (1913) The Riddle of the Tin Soldier (1913) The Midnight Message (1913) The Fatal Legacy (1913) The Christian (1913) .... Esther For Her Sister's Sake (1913) A Bolt from the Sky (1913) A Thief in the Night (1913) A Victim of Deceit (1913) The Cloak of Guilt (1913) The Attorney for the Defense (1913) The Pawnbroker's Daughter (1913) When Fate Decrees (1913) The Artist's Sacrifice (1913) The Adventure of an Heiress (1913) The Heart of an Actress (1913) The Sneak (1913) A Streak of Yellow (1913) In the Grip of a Charlatan (1913) The Exposure of the Land Swindlers (1913) The American Princess (1913) The $20,000 Carat (1913) In the Power of Blacklegs (1913) The Senator's Dishonor (1913) The Cub Reporter's Temptation (1913) The Nurse at Mulberry Bend (1913) The Flag of Freedom (1913) A Business Buccaneer (1912) The Finger of Suspicion (1912) A Race with Time (1912) A Daughter's Sacrifice (1912) A Battle of Wits (1912) The Young Millionaire (1912) The Mystery of Grandfather's Clock (1912) The Strange Story of Elsie Mason (1912) The County Fair (1912) The Street Singer (1912) Bridget's Sudden Wealth (1912) Saved from Court Martial (1912) Rube Marquard Marries (1912) The Wandering Musician (1912) Freed from Suspicion (1912) The Soldier Brothers of Susanna (1912) The Family Tyrant (1912) Fantasca, the Gipsy (1912) The Suffragette Sheriff (1912) Saved by Telephone (1912) The Organ Grinder (1912) The Colonel's Escape (1912) The Bag of Gold (1912) The Gun Smugglers (1912) The Outlaw (1912) The Stolen Invention (1912) The Mexican Revolutionist (1912) The Adventures of American Joe (1912) The Secret of the Miser's Cave (1912) The Spanish Revolt of 1836 (1912) Jean of the Jail (1912) The Defeat of the Brewery Gang (1912) The Bell of Penance (1912) The Alcalde's Conspiracy (1912) An American Invasion (1912) A Princess of the Hills (1912) An Interrupted Wedding (1912) The Russian Peasant (1912) Mrs. Simms Serves on the Jury (1912) The Higher Toll (1911) Between Father and Son (1911) Too Much Realism (1911) The Long Arm of the Law (1911) How Betty Captured the Outlaw (1911) The Temptation of Rodney Vane (1911) When California Was Won (1911) The Engineer's Daughter (1911) For Her Brother's Sake (1911) The Peril of the Plains (1911) A Prisoner of Mexico (1911) The Mistress of Hacienda del Cerro (1911) The Blackfoot Halfbreed (1911) The Alpine Lease (1911) When the Sun Went Out (1911) When Two Hearts Are Won (1911) The Branded Shoulder (1911) Don Ramon's Daughter (1911) The Wasp (1911) Peggy, the Moonshiner's Daughter (1911) Over the Garden Wall (1911) The Indian Maid's Sacrifice (1911) The Badge of Courage (1911) Reckless Reddy Reforms (1911) A Cattle Herder's Romance (1911) The Love of Summer Morn (1911) Tangled Lives (1911) The Carrier Pigeon (1911) The Loyalty of Don Luis Verdugo (1911) Slabsides (1911) Slim Jim's Last Chance (1911) The Mission Carrier (1911) The Lost Ribbon (1911) The Trail of the Pomas Charm (1911) Her Indian Mother (1910) The Rescue of Molly Finney (1910) Rachel (1910) The Roses of the Virgin (1910) The Education of Elizabeth (1910) The Engineer's Sweetheart (1910) The Heart of Edna Leslie (1910) The Deacon's Daughter (1910)   Imagens
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205. Alice Lake
  Ficha Nome: Alice Lake Nascimento e local: 12/09/1895, Brooklyn, New York, EUA Morte: 15/11/1967, Califórnia, EUA, ataque cardíaco Ocupação: atriz Nacionalidade: Americana Casamentos: Robert Williams Filho: -   Biografia Essa atriz nascida no Broklyn estreou nas telas em 1912, numa série de comédias produzidas por Mack Sennett. Protagonizou algumas películas ao lado de Roscoe Arbuckle, como “Oh doctor” e “The cook”. Ela também desempenhou alguns papéis dramáticos, como "Blackie's Redemption” e “The Lion's Den”, ambos de 1919. No auge da carreira chegou a ganhar $ 1,200 por semana, embora nunca tenha sido considerada uma atriz de grande renome. Em 1925 casou-se com o também ator Robert Williams, mas o casamento acabou durando somente um ano. Com a chegada do cinema mudo, suas chances foram cessando, e ela acabou fazendo seu último filme em 1935, “Frisco Kid”, realizando mais de 90 filmes. Alice morreu de ataque cardíaco, na Califórnia. Tinha 71 anos. Filmes Hollywood Boulevard (1936) Frisco Kid / Garra de Ferro (1935) The Mighty Barnum (1934) Babes in Toyland / Era uma vez dois valentes (1934) Broadway Bill / A vitória será tua (1934) Death on the Diamond (1934) The Girl from Missouri (1934) Glamour (1934) Wharf Angel (1934) Skyway (1933) Wicked (1931) Young Desire (1930) Frozen Justice (1929) Twin Beds (1929) Circumstantial Evidence (1929) Untamed Justice (1929) Runaway Girls (1928) Women Men Like (1928) Obey Your Husband (1928) The Haunted Ship (1927) The Angel of Broadway (1927) Roaring Fires (1927) Spider Webs (1927) The Hurricane (1926) Broken Homes (1926) The Wives of the Prophet (1926) The Price of Success (1925) The Overland Limited (1925) The Lost Chord (1925) The Law and the Lady (1924) The Virgin (1924) Dancing Cheat (1924) The Unknown Purple (1923) The Marriage Market (1923) Red Lights (1923) Broken Hearts of Broadway (1923) Modern Matrimony (1923) Nobody's Bride (1923) The Spider and the Rose (1923) Environment (1922) More to Be Pitied Than Scorned (1922) I Am the Law (1922) Hate (1922) Kisses (1922) The Golden Gift (1922) Hole in the Wall (1921) The Infamous Miss Revell (1921) Over the Wire (1921) .... Uncharted Seas (1921) The Greater Claim (1921) The Misfit Wife (1920) Shore Acres (1920) The Garage (1920) Body and Soul (1920) Should a Woman Tell? (1919) Rip & Stitch: Tailors (1919) Lombardi, Ltd. (1919) Shades of Shakespeare (1919) A Desert Hero (1919) Full of Pep (1919) The Lion's Den (1919) Blackie's Redemption (1919) East Lynne with Variations (1919) Cupid's Day Off (1919) Camping Out (1919) Whose Little Wife Are You? (1918) The Cook (1918) Good Night, Nurse! (1918) Moonshine (1918) The Bell Boy (1918) Out West (1918) A Country Hero (1917) Coney Island (1917) Oh Doctor! (1917) The Texas Sphinx (1917) His Wedding Night (1917) The Rough House (1917) Come Through (1917) A Reckless Romeo (1917) The Butcher Boy (1917) Her Nature Dance (1917) A Finished Product (1917) A Creampuff Romance (1916) The Waiters' Ball (1916) The Moonshiners (1916) The Fifth Ace (1916) Levy's Seven Daughters (1915) The Mystery of the Empty Room (1915) The Ruling Power (1915) Playing Dead (1915) Welcome to Bohemia (1915) Insuring Cutey (1915) Love, Snow and Ice (1915) The Boarding House Feud (1915) Who Was Who in Hogg's Hollow (1914) How to Do It and Why; or, Cutey at College (1914) The Picture Idol (1912)   Imagens
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  Ficha   Nome: Brunette Florence Deshon Nascimento e local: 1894, Tacoma, Washington Morte: 04/02/1922, New York, EUA, suicidio Ocupação: atriz Nacionalidade: Americana Casamentos: - Filhos: - Biografia Florense apareceu em pouco mais de 20 filmes, desde o início de sua carreira em 1915, em “Beloved Vagabond”, permanecendo na Vitagraph até 1921, quando mudou-se para Nova York, onde pretendia seguir sua carreira. Desde cedo tentara carreira no cinema, tendo tido diversas negativas. Foi chamada por Goldwyn, que lhe oferecia um salário de 400 dólares a semana, um guarda roupa novo e um apartamento magnífico. Ela ficou feliz, mas ao mesmo tempo estranhou o fato de uma atriz iniciante ganhar tantos luxos de uma hora para outra. A explicação veio mais tarde: Charles Chaplin a financiou. Ele tinha ficado tocado com a história da jovem atriz, que não conseguia papéis devido ao seu envolvimento com o Socialismo. Florence lia Li Poe e John Milton, era muito sensível para todas as artes, e era amante de Max Eastman, com quem se correspondia frequentemente. Florence amargou dias de solidão, depois que seus romances com Max e Chaplin terminaram. Ela suicidou-se em 1922, ligando o gás em seu apartamento, em Nova York. Tinha apenas 29 anos. Chaplin ficou abalado, e o romance entre os dois acabou servindo de inspiração para a cena inicial de Luzes da Ribalta, em que ele salva a dançarina de circunstâncias idênticas. Filmes The Roof Tree (1921) Curtain (1920) Deep Waters (1920) The Twins of Suffering Creek (1920) Dollars and Sense (1920) Dangerous Days (1920) Duds (1920) The Cup of Fury (1920) The Loves of Letty (1919) The Cambric Mask (1919) The Clutch of Circumstance (1918) Love Watches (1918) One Thousand Dollars (1918) The Golden Goal (1918) Just a Woman (1918) A Bachelor's Children (1918) The Desired Woman (1918) The Other Man (1918) The Auction Block (1917) The Judgement House (1917) Jaffery (1916) The Ruling Passion (1916 The Beloved Vagabond (1915)   Mais Luzes da Ribalta (1952)   Imagens  
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  Ficha Nome: Agnes Robertson Moorehead Nascimento e local: 06/12/1900, Clinton, MA, EUA Morte: 30/04/1974, Rochester, MN, EUA, câncer Ocupação: atriz Nacionalidade: Americana Casamentos: John Griffith Lee e Robert Gist Filho: Sean     Biografia Nascida em dezembro de 1906, Agnes formou-se em Literatura (era PHD), mas, o que queria mesmo era seguir a carreira de atriz. Para isso, apresentava-se em na vaudeville e rádio novelas. Numa das apresentações no rádio, conheceu Orson Welles, ingressando na companhia dele, a The Mercury Theater of The Air, em 1938. A partir daí pôde ter uma chance no cinema, fazendo a mãe de Welles no aclamado Cidadão Kane. Fontes indicam que, apesar de ter sido casada 2 vezes, a atriz era bissexual, e discretíssima. Durante as filmagens de How the West Was Won, conheceu a gracinha da Debbie Reynolds e iniciou-se aí um caso longuíssimo (segundo livro de Dulce Damasceno de Brito). Amizade ou maldade da oposição? O fato é que elas não se desgrudaram até a morte de Agnes, em 1974. Em 1964 veio o maior sucesso de Agnes, a série A Feiticeira, onde ela interpretava a majestosa e escandalosa Endora, mãe de Samantha (Elizabeth Montgomery). Ela foi professora de arte dramática da Universal, formando atores como Debbie Reynolds, Donald O'Connor e Sandra Dee. A atriz foi indicada por cinco vezes ao Oscar por Atriz coadjuvante, mas não ganhou nenhuma.   Filmes Rex Harrison Presents Stories of Love (1974) Frankenstein: The True Story (1973) Charlotte's Web (1973) Night of Terror (1972) Rolling Man (1972) "Bewitched" Dear Dead Delilah (1972) "Love, American Style" The Strange Monster of Strawberry Cove (1971) Suddenly Single (1971) Marriage: Year One (1971) What's the Matter with Helen? (1971) The Ballad of Andy Crocker (1969) Alice Through the Looking Glass (1966) The Singing Nun - Dominique (1966) Hush...Hush, Sweet Charlotte - Com a Maldade na Alma (1964) Who's Minding the Store? - Errado pra cachorro (1963) How the West Was Won (1962) Poor Mr. Campbell (1962) (TV) Jessica (1962)) Bachelor in Paradise - Solteiro no paraíso (1961) Twenty Plus Two (1961) Pollyanna (1960) Night of the Quarter Moon (1959) The Bat / A Mansão do Morcego (1959) The Story of Mankind - A história da humanidade (1957) Raintree County - A Árvore da Vida (1957) Jeanne Eagels (1957) The True Story of Jesse James (1957) The Opposite Sex (1956) Pardners - O Rei do laço (1956) The Revolt of Mamie Stover (1956) The Swan O Cisne (1956) The Conqueror (1956) Meet Me in Las Vegas (1956) All That Heaven Allows - Tudo o que o céu permite (1955) The Left Hand of God (1955) Untamed - Duelo de Paixões (1955) Magnificent Obsession - Sublime Obsessão (1954) Those Redheads from Seattle (1953) Main Street to Broadway (1953) Scandal at Scourie - Os maridos da mamãe (1953) The Story of Three Loves (1953) The Blazing Forest (1952) The Blue Veil - Ainda Há Sol em minha vida (1951) Show Boat - O Barco das ilusões (1951) Adventures of Captain Fabian (1951) Fourteen Hours (1951) Caged (1950) Black Jack (1950) Without Honor (1949) The Great Sinner (1949) The Stratton Story (1949) Johnny Belinda - Belinda (1948) Station West (1948) The Woman in White (1948) Summer Holiday - Idílio para todos (1948) The Lost Moment (1947) Dark Passage - Prisioneiro do Passado (1947) Our Vines Have Tender Grapes (1945) Her Highness and the Bellboy (1945) Keep Your Powder Dry - Eram três mulheres (1945) Tomorrow, the World! (1944) Mrs. Parkington - A Mulher Inspiração (1944) The Seventh Cross (1944) Dragon Seed - A Estirpe do Dragão (1944) Since You Went Away - Desde que você foi embora (1944) Jane Eyre (1944) Government Girl (1943) The Youngest Profession (1943) Journey Into Fear - Jornada de Pavor (1943) The Big Street- Rua da Ilusão (1942) The Magnificent Ambersons - Soberba (1942) Citizen Kane - Cidadão Kane (1941)     Mais Agnes Moorehead, Muito Mais que Endora     Prêmios Concorreu ao Oscar de Melhor atriz coadjuvante por Hush...Hush, Sweet Charlotte (1964). Concorreu ao Oscar de Melhor atriz coadjuvante por Johnny Belinda (1948). Concorreu ao Oscar de Melhor atriz coadjuvante por Mrs. Parkington (1944) Concorreu ao Oscar de Melhor atriz coadjuvante por The Magnificent Ambersons (1942).     Imagens     Vídeos  
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    Ficha   Nome: Elizabeth Victoria Montgomery Nascimento e local: 15/04/1933, Hollywood, CA, EUA Morte: 18/05/1995, Los Angeles, CA, EUA, câncer de útero Ocupação: atriz Nacionalidade: Americana Pai: Robert Montgomery Casamentos: Fred Gallatin Cammann, Gig Young, William Asher, Robert Foxworth Filha: Rebecca Asher   Biografia   Elizabeth Montgomery nasceu em 15 de Abril de 1933 e já nos anos 50 começou a atuar em TV. Sua primeira aparição foi no programa do pai, "Robert Montgomery Presents". Filha do ator Robert Montgomery e da atriz Elizabeth Allen. Ela e seu irmão mais novo, apelidado carinhosamente de Skip (Robert Montgomery Jr. - nascido em 1936) tiveram uma infância privilegiada, por serem ricos e filhos de famosos atores de Hollywood. Ela era uma mulher jovem, viva e bonita. Ele era uma figura enérgica e forte. Ela teve três crianças, Robert, William e Rebecca. Por duas vezes, a gravidez de Elizabeth, em meio as filmagens da série, justificaram o surgimento dos personagens Tabitha e Adam. Juntos eles foram responsáveis pela criação de Samantha Stephens, uma feiticeira que se casa com um mortal. A feiticeira teve oito temporadas apresentadas pela rede ABC. O elenco recebeu várias indicações ao Emmy e outros prêmios. A magia da série A Feiticeira terminou em 1972. Com 22 anos, ela fez seu primeiro filme, "The Court Martiall of Billy Mitchell", em 1955. Seu primeiro casamento foi em 1954 com Frederick Gallatin Gamman. Em 1957 casou-se com o ator Gig Young. Em 1963 casou-se com William Asher, mais tarde trabalhariam juntos no filme "Johnny Cool". Foi quando decidiram desenvolver um programa em que ele seria o produtor e ela, a estrela. A série, de nome "A Feiticeira" (Bewitched), durou oito anos e foi um sucesso, sendo exibida e reapresentada até hoje em diversos países do mundo. Foi um trabalho tão marcante na carreira da atriz que, após o fim do programa, não mais conseguiu se livrar da imagem de Samantha, a bruxinha boa que tinha uma família com poderes incomuns que atormentava sua relação com seu marido mortal. Além de Samantha, Elizabeth também interpretava Serena, a prima louca de Samantha, que volta e meia aparecia com sua guitarra na casa de Sam. A serie foi cancelada sem nenhum. Um ex-ator que protagonizou com Elizabeth, afirmou antes de morrer, que o seriado acabou porque Elizabeth realmente era uma feiticeira. Mas nada disso foi confirmado. Após o término da série Elizabeth fez mais alguns filmes, entre eles: "A Case of Rape" - 1974 "The Legend of Lizzie Borden" - 1975 "Act of Violence" - 1979 "Amos" - 1985. Em vários filmes feitos depois do seriado, Elizabeth (Liz), só fez papéis dramáticos, entre eles, uma mulher vítima de dois estupros (no qual ela foi indicada ao Emmy como melhor atriz), Lizzie Borden, a mulher que mata a família a machadadas (outra indicação ao Emmy). Em 1995, ela faleceu vítima de câncer no colo-retal, em casa, às 8:27 da manhã. Ela foi casada 4 vezes, e teve 3 filhos, Robert, Bill e Rebecca. Notícias da época dão conta de que a atriz ignorou os sintomas da doença, permitindo, assim, que o quadro ficasse avançado demais para a eficácia de qualquer tratamento. Ela foi cremada. Biografia retirada do blog http://docesromances.blogspot.com/   Filmes   With Murder in Mind (1992) Sins of the Mother (1991) Face to Face (1990) (TV) Between the Darkness and the Dawn (1985) Amos (1985) Second Sight: A Love Story (1984) Missing Pieces (1983) The Rules of Marriage (1982 When the Circus Came to Town (1981) Belle Starr (1980) Act of Violence (1979) Jennifer: A Woman's Story (1979) A Killing Affair (1977) Dark Victory (1976) The Legend of Lizzie Borden (1975) A Case of Rape (1974 Mrs. Sundance (1974) The Victim (1972) (TV) "Bewitched" (1964-1972) Who's Been Sleeping in My Bed? (1963) Johnny Cool (1963) Boston Terrier (1963) The Spiral Staircase (1961) Bitter Heritage (1958) The Court-Martial of Billy Mitchell - A Corte marcial de Billy Mitchell (1955)   Mais       Imagens   Galeria (Clique para ver mais   Vídeos
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  Ficha Nome: Kerstin Anita Marianne Ekberg Nascimento e local: 29/09/1931, Malmo, Suécia Ocupação: atriz Nacionalidade: Sueca Casamentos: Anthony Steel e Rik Van Nutter Filho: -     Biografia Nascida em 1931, Ekberg trabalhou como modelo durante a adolescência, ganhando o Concurso de Miss Suécia em 1950, tendo concorrido ao título de Miss Universo. Ficou entre as seis finalistas, mas não levou o prêmio. Em contrapartida, conseguiu um contrato com a Universal Studius, unindo-se a Howard Hughes. Ele sugeriu que ela fizesse algumas plásticas no o nariz e dentes, e também a mudança de nome, pois ele acreditava que Ekberg era difícil de ser pronunciado. O nome não foi mudado, e ela começou a ser moldada para ser uma atriz, fazendo aulas de dança, expressão e teatro. Vieram filmes como Hollywood ou Bust (1956) e Artists and Models (1955), ao lado de Dean Martin e Jerry Lewis e Abbott and Costello Go to Mars (1953). Mas seu maior sucesso foi La Dolce Vita (1960), de Federico Fellini. A cena em que ela toma banho é uma das mais célebres do cinema. Seguiram-se I clowns ( 1972 ), Intervista ( 1987 ), dentre outros. Filmes Nain rouge, Le (1998) Bámbola (1996) Signora della città, La (1996) Ambrogio (1992) Cattive ragazze (1992) Conte Max, Il (1991) Intervista (1987) Dolce pelle di Angela (1986) Cicciabomba (1982) S+H+E: Security Hazards Expert (1980) Gold of the Amazon Women (1979) Suor Omicidi (1978) Anno Schmidt (1974) Casa d'appuntamento (1972) Northeast of Seoul (1972) .... Katherine Lunga cavalcata della vendetta, La (1972) I clowns - Os Palhaços (TV) (1970) Debito coniugale, Il (1970) Divorzio, Il (1970) Quella chiara notte d'ottobre (1970) Blonde Köder für den Mörder (1969) Malenka (1969) If It's Tuesday, This Must Be Belgium (1969) Sudario a la medida, Un (1969) Crónica de un atraco (1968) Way... Way out - Um Biruta em órbita (1968) Woman Times Seven (1967) Cobra, Il (1967) Scusi, lei è favorevole o contrario? (1967) Sfinge d'oro, La (1967) Das Gewisse Etwas der Frauen (1966) Way... Way Out (1966) Das Liebeskarussell (1965) The Alphabet Murders (1965) Bianco, rosso, giallo, rosa (1964) 4 for Texas (1963) Call Me Bwana (1963) Boccacio'70 (1962) Mongoli, I (1961) A porte chiuse (1961) Anonima cocottes (1960) Tre eccetera del colonnello, Le (1960) Apocalisse sul fiume giallo (1960) Dolce vita, La - A doce vida (1960) Nel segno di Roma (1959) The Man Inside (1958) Screaming Mimi (1958) Paris Holiday (1958) Valerie (1957) Interpol (1957) Zarak (1956) Man in the Vault (1956) Hollywood or Bust - Ou vai ou racha (1956) Back from Eternity (1956) War and Peace - Guerra e Paz (1956) Artists and Models (1955) Blood Alley (1955) The Golden Blade (1953) Abbott and Costello Go to Mars (1953) The Mississippi Gambler - O aventureiro do Mississipi (1953)       Mais Anita Ekberg, atriz de La Dolce Vita, internada       Prêmios   Golden Globe de Atriz promissora em 1956.       Imagens
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210. Ann Miller
    Ficha Nome: Johnnie Lucille Ann Collier Nascimento e local: 12/04/1923, Chireno, TX, EUA Morte: 22/01/2004, Los Angeles, CA, EUA, câncer Ocupação: atriz Nacionalidade: Americana Casamentos: Reese Llewellyn, William Moss e Arthur Cameron Filhos: -   Biografia   Para se recuperar do raquitismo, Ann começou a dançar. Mentindo a idade, aos 11 anos ela foi contratada como bailarina em “Black Cat Club” em San Francisco. Lá foi vista por Lucille Ball que a levou para a RKO quando ela tinha apenas 13 anos. Ann permaneceu nos estúdios até 1940, quando recebeu um convite da Columbia Pictures e em seguida pela MGM, onde apareceu em seus melhores musicais, como “Easter Parade”, “Kiss me Kate” e “On the Town”. A atriz acabou famosa por sua velocidade na dança. Sua carreira começou a declinar por volta de 1956, quando a televisão começou a ganhar mais espaço que o cinema. Apesar disso ela fez algumas aparições na TV e a se apresentar em teatros, apresentando o espetáculo da Broadway Mame, em 1969, onde fascinou o público com uma dança feita especialmente para ela. Na Broadway trabalhou também com Mickey Rooney, em “Sugar Babes”, ganhando alguns prêmios. A atriz morreu de câncer, aos 80 anos. Filmes Mulholland Dr. (2001) Dames at Sea (1971) The Great American Pastime (1956) The Opposite Sex (1956) Hit the Deck (1955) Deep in My Heart (1954) Kiss Me Kate - Dá-me um beijo (1953) Small Town Girl (1953) Lovely to Look at (1952) Two Tickets to Broadway (1951) Texas Carnival (1951) Watch the Birdie (1950) On the Town- Um dia em Nova York (1949) The Kissing Bandit (1948) Easter Parade (1948) The Thrill of Brazil (1946) Eve Knew Her Apples (1945) Eadie Was a Lady (1945) Carolina Blues (1944) Jam Session (1944) Hey, Rookie (1944) What's Buzzin', Cousin? (1943) Reveille with Beverly (1943) Priorities on Parade (1942) True to the Army (1942) Go West, Young Lady (1941) Time Out for Rhythm (1941) Melody Ranch (1940) Hit Parade of 1941 (1940) Too Many Girls (1940) Tarnished Angel (1938) Room Service - Por conta do Bonifácio (1938) DOWNLOAD You Can't Take It with You - Do mundo nada se leva (1938) DOWNLOAD Having Wonderful Time - Viva o Amor! (1938) DOWNLOAD Radio City Revels (1938) Stage Door - No teatro da vida (1937) DOWNLOAD The Life of the Party (1937) The Devil on Horseback (1936) The Good Fairy - A Conquista da Felicidade (1935) DOWNLOAD Anne of Green Gables (1934) DOWNLOAD     Imagens     Vídeos    
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Nome: Lucille Desiree Ball Nascimento e local: 06/08/1911, Jamestown, NY, EUA Morte: 26/04/1989 , Los Angeles, CA, EUA, aneurisma Ocupação: atriz Nacionalidade: Americana Casamentos: Desi Arnaz, Gary Morton Filhos: Lucie Arnaz e Desi Arnaz, Jr. Biografia   Bastante conhecida por sua personagem Lucy na série “I Love Lucy”, a atriz Lucille Ball iniciou sua carreira como modelo, seguindo para a o teatro, onde usava o nome Diane Belmont. Contratada pela RKO, apareceu em uma série de filmes tipo B e musicais. No início da década de 50, fundou, junto com seu marido Desi Arnaz, a Desilu (junção do nome dos dois), produtora que iria bancar sua série televisiva “I Love Lucy”. Aprovada pela CBS, a série seria sucesso absoluto de público, sendo exportada para mais de 80 países e ainda sendo apresentado em alguns. Seguiram-se The Lucy Show, Here’s Lucy e Life With Lucy (este ultimo alcançando pouco sucesso). A atriz teve uma das carreiras mais longas, aparecendo na TV durante mais de 30 anos. Recebeu 13 indicações ao Emmy Award, dentre outros prêmios. Filmes Stone Pillow (1985) Lucy Calls the President (1977) (TV) What Now, Catherine Curtis? (1976) A Lucille Ball Special Starring Lucille Ball and Jackie Gleason (1975 Lucy Gets Lucky (1975) "Here's Lucy" (1968-1974) Swing Out, Sweet Land (1970) Yours, Mine and Ours (1968) "The Lucy Show" A Guide for the Married Man - Diário de um Homem casado (1967) All About People (1967) Lucy in London (1966) Mr. and Mrs. (1964) Critic's Choice (1963) The Facts of Life (1960) "The Lucy-Desi Comedy Hour" "Westinghouse Desilu Playhouse" "Make Room for Daddy" "I Love Lucy" I Love Lucy Christmas Show (1956) (TV) Forever, Darling (1956) The Long, Long Trailer (1953) I Love Lucy (1953) The Magic Carpet (1951) The Fuller Brush Girl (1950) Easy Living (1949) Miss Grant Takes Richmond (1949) Sorrowful Jones (1949) The Three Musketeers - Os três mosqueteiros (1948) Her Husband's Affairs (1947) Lured (1947) Easy to Wed - Quem manda é o amor (1946) Lover Come Back (1946) Two Smart People (1946) The Dark Corner (1946) Ziegfeld Follies (1946) Without Love - Sem Amor (1945) Meet the People (1944) Du Barry Was a Lady - Du Barry era um pedaço (1943) Seven Days' Leave (1942) The Big Street - Rua da Ilusão (1942) Valley of the Sun (1942) Look Who's Laughing (1941) A Girl, a Guy, and a Gob (1941) Too Many Girls (1940) Dance, Girl, Dance - A Vida é uma dança (1940) You Can't Fool Your Wife (1940) The Marines Fly High (1940) That's Right - You're Wrong (1939) Five Came Back (1939) Panama Lady (1939) Twelve Crowded Hours (1939) Beauty for the Asking (1939) Next Time I Marry (1938) Annabel Takes a Tour (1938) Room Service - Por conta do Bonifácio (1938) The Affairs of Annabel (1938) Having Wonderful Time (1938) Joy of Living (1938) Go Chase Yourself (1938) Stage Door - No teatro da vida (1937) Don't Tell the Wife (1937) That Girl from Paris (1936) Winterset (1936) One Live Ghost (1936) So and Sew (1936) Swing It (1936) Dummy Ache (1936) Bunker Bean (1936) The Farmer in the Dell (1936) Follow the Fleet - Nas Águas da Esquadra (1936) Muss 'em Up (1936) DOWNLOAD Chatterbox (1936) Foolish Hearts (1935) I Dream Too Much (1935) The Three Musketeers (1935) Top Hat - O Picolino (1935) Old Man Rhythm (1935) A Night at the Biltmore Bowl (1935) I'll Love You Always (1935) Roberta (1935) The Whole Town's Talking - O Homem que nunca pecou (1935) Carnival (1935) His Old Flame (1935) Behind the Evidence (1935) Fugitive Lady (1934) Three Little Pigskins (1934) Jealousy (1934) Broadway Bill / A vitória será tua (1934) DOWNLOAD Men of the Night (1934) Perfectly Mismated (1934) Kid Millions (1934) The Affairs of Cellini (1934) Bulldog Drummond Strikes Back (1934) Murder at the Vanities (1934) Bottoms Up (1934) Hold That Girl (1934) Nana (1934) Moulin Rouge (1934) DOWNLOAD Roman Scandals - Escândalos romanos (1933) Blood Money (1933) Broadway Through a Keyhole (1933) The Bowery - O Bamba da Zona (1933)
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  FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha   Nome:  Francesco Rosario Capra Nascimento e local: 18/05/1897, Sicilia, Itália Morte: 03/09/1991,  La Quinta, CA, EUA, ataque cardíaco Ocupação: Diretor Nacionalidade:  Italiana Casamentos:  Helen Howell e Lucille Reyburn Filhos: Tom e Frank Capra Jr., Lulu Biografia   Frank nasceu na Sicilia, de família pobre e analfabeta, e foi para os Estados Unidos aos seias anos de idade. Formado em Engenharia Química, Frank não chegou a exercer a profissão, por causa da guerra, vivendo da venda de livros e fotografias. Ao saber que o Ginásio Israelita do Golden Gate Park em San Francisco estava se transformando em um estúdio cinematográfico, ele foi para lá e em alguns dias dirigia seu primeiro filme, A pensão de Fultah Fisher (Fultah Fisher’s Boarding House, 1922. Foi contratado por Mack Sennett para escrever roteiros para Harry Langton, e em seguida dirigi-lo. Após um período, foi convidado pela Colúmbia Pictures. Dentre seus filmes mais famosos estão “Aconteceu naquela noite” (com Clark Gable), O Galante Mr. Deeds”, “A felicidade não se compra” e “A mulher faz o homem”. Era um homem otimista, e seus filmes sempre passavam uma carga de otimismo, que o público tanto precisava num período pós Depressão. Seus filmes tinham quase sempre a característica de trazer traços do  homem comum, que poderia vencer os obstáculos com o seu caráter e determinação.   Filmes     Mais DVDs e Livros Pocketful of Miracles - Dama Por um Dia (1961) A Hole in the Head (1959) The Unchained Goddess (1958) The Strange Case of the Cosmic Rays (1957) Hemo the Magnificent (1957) (TV) Our Mr. Sun (1956) (TV) Here Comes the Groom (1951) Riding High (1950) State of the Union - Sua Esposa e o Mundo (1948) It's a Wonderful Life - A Felicidade não se compra (1946) War Comes to America (1945) Two Down and One to Go (1945) Know Your Enemy: Japan (1945) Your Job in Germany (1945) Arsenic and Old Lace - Este Mundo é um hospício (1944) DOWNLOAD Tunisian Victory (1944) The Battle of China (1944) The Battle of Russia (1943) Prelude to War (1943) The Battle of Britain (1943) Divide and Conquer (1943) The Nazis Strike (1943) Meet John Doe - Meu Adorável vagabundo (1941) DOWNLOAD Mr. Smith Goes to Washington - A Mulher Faz o Homem (1939) DOWNLOAD You Can't Take It with You - Do Mundo Nada se Leva (1938) DOWNLOAD Lost Horizon - Horizonte perdido (1937) DOWNLOAD Mr. Deeds Goes to Town - O Galante Mr. Deeds (1936) DOWNLOAD Broadway Bill / A vitória será tua  (1934) DOWNLOAD It Happened One Night - Aconteceu aquela noite (1934) DOWNLOAD Lady for a Day - Dama por um dia (1933) DOWNLOAD The Bitter Tea of General Yen - O último chá do general Yen (1933) DOWNLOAD American Madness - Loucura Americana (1932) DOWNLOAD Forbidden - Mulher Proibida (1932) DOWNLOAD Platinum Blonde - Loura e Sedutora (1931) DOWNLOAD The Miracle Woman - A mulher miraculosa (1931) DOWNLOAD Dirigible - Dirigível (1931) DOWNLOAD Rain or Shine (1930) DOWNLOAD Ladies of Leisure - A Flor dos Meus Sonhos (1930) DOWNLOAD Flight (1929) DOWNLOAD The Donovan Affair (1929) The Younger Generation A Geração Moderna (1929) DOWNLOAD The Burglar (1928) The Power of the Press (1928) Submarine (1928) Say It with Sables (1928) The Way of the Strong (1928) The Matinee Idol (1928) So This Is Love? (1928) That Certain Thing (1928) For the Love of Mike - O Filho da fortuna (1927) His First Flame (1927)  DOWNLOAD Long Pants - Calças Compridas (1927) DOWNLOAD The Strong Man - O Homem forte (1926) DOWNLOAD Fultah Fisher's Boarding House (1922)   Mais Os 100 melhores filmes americanos do século   Prêmios   Oscar (EUA) Indicações de melhor diretor, por Lady for a Day (1933), Mr. Smith Goes to Washington (1939) e It's a Wonderful Life (1946). Venceu o Oscar por It Happened One Night, Mr. Deeds Goes to Town e You Can't Take It With You. Recebeu cinco indicações na categoria de melhor filme, por Mr. Deeds Goes to Town (1936), Lost Horizon (1937), You Can't Take It With You (1938), Mr. Smith Goes to Washington (1939) e It's a Wonderful Life (1946). Venceu por You Can't Take It With You. Globo de Ouro (EUA) Venceu na categoria de melhor diretor, por It's a Wonderful Life (1946).  
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  FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha   Nome:  Douglas Elton Thomas Ulman Jr. Nascimento e local: 09/12/1909, New York, EUA Morte:  07/05/2000, New York, EUA, ataque cardíaco Ocupação: ator e produtor Nacionalidade:  Americano Casamentos:  Joan Crawford, Mary Lee Epling Hartford, Vera Shelton Filhos: Daphne, Victoria e Melissa Biografia Único filho do ator Douglas Fairbanks, Douglas parece não ter se aproveitado da enorme fama que seu pai possuía à época do seu nascimento. Desde cedo o ator fez testes, pontas, escreveu roteiros e atuaou em vários filmes, como “A Rainha Imortal” (1934). Seus papéis iam de heróis a gigolôs, covardes a aproveitadores. Após servir à Marinha durante a 2ª Guerra Mundial, apresentou-se em um seriado para a TV americana. Mais DVDs e Livros Estudava em Paris, para onde seguiu com a mãe recém-divorciada, quando foi alcançado pelo empresário William Elliott, que queria lançá-lo no cinema. Assinou com a Paramount aos quatorze anos de idade, contra a vontade paterna, que desejava para ele o caminho da universidade, e estreou nas telas em 1923, na fracassada comédia Tesouros da Mocidade/Stephen Steps Out. Seus trabalhos seguintes no cinema mudo são pouco memoráveis, com exceção do drama Stella Dallas (Stella Dallas, 1926), de Henry King. A transição para o cinema sonoro foi tranquila, ajudada, inclusive, pelo casamento com Joan Crawford, com quem coestrelou Donzelas de Hoje (Our Modern Maidens, 1929). Na década de 1930, Fairbanks Jr. conheceu o sucesso em filmes como A Patrulha da Madrugada (The Dawn Patrol, 1930), Alma no Lodo (Little Caesar, 1931), O Prisioneiro de Zenda (The Prisoner of Zenda, 1937), onde, pela primeira vez, interpretou um espadachim (personagem imortalizado pelo próprio pai em uma série de filmes na era muda), Gunga Din (Gunga Din, 1939) e Os Irmãos Corsos (The Corsican Brothers, 1941). Fairbanks interrompeu a carreira para participar da Segunda Guerra Mundial. Alistou-se na Marinha, tendo servido, entre outros, sob as ordens do herói inglês Lord Mountbatten. Inicialmente tenente, Fairbanks somente deu baixa em 1954, já como capitão. Lutou na frente de batalha e recebeu diversas medalhas: Silver Star e Legion of Merit de seu país, a British Distinguished Service Cross da Inglaterra e as francesas Légion d'Honneur e Croix de Guerre. Findo o conflito, Fairbanks retornou a Hollywood, mas passava muito tempo no Reino Unido, onde era aceito nos altos círculos sociais desde a década anterior, quando já filmava por lá. Em 1949 recebeu uma condecoração no Palácio de Buckingham; era íntimo da Rainha Elizabeth e do Príncipe Filipe, a quem recebia em sua mansão, The Boltons. No cinema, voltou ao gênero capa-e-espada em Simbad, O Marujo (Sinbad the Sailor, 1947) e O Exilado (The Exile, 1947), porém foi-se afastando aos poucos das câmeras. Trabalhou esporadicamente no teatro, inclusive na montagem americana de My Fair Lady, em substituição a Rex Harrison no papel de Higgins. Entre 1954 e 1956, estrelou na televisão a série Douglas Fairbanks, Jr. Presents. Participou de vários telefilmes. Após vender The Boltons, fixou-se em Nova Iorque, onde se dedicava aos esportes, aos negócios e à vida de socialite. Fairbanks casou-se três vezes. Após divorciar-se de Joan Crawford, desposou Mary Lee Eppling, que lhe deu suas três filhas, Daphne, Victoria e Melissa. O casamento somente terminou com o falecimento dela em 1988. Por fim, uniu-se a Vera Shelton em 1991, com quem viveu até seu próprio passamento, em 2000, vítima de enfarto Filmes Strong Medicine (1986) Ghost Story - Histórias de Fantasmas (1981) The Hostage Tower (1980) Kingdom of Gifts (1978) Red and Blue (1967) Destination Milan (1954) Thought to Kill (1954) The Red Dress (1954) Three's Company (1954) The Last Moment (1954) The Genie (1953)  The Triangle (1953) Mister Drake's Duck (1951) State Secret (1950) The Fighting O'Flynn (1949) That Lady in Ermine - A condessa se rende (1948) The Exile (1947) Sinbad the Sailor (1947 The Corsican Brothers (1941) Angels Over Broadway - Salvo da Morte (1940) DOWNLOAD Safari (1940) Green Hell -- O Inferno Verde (1940) DOWNLOAD Rulers of the Sea (1939) The Sun Never Sets (1939) Gunga Din (1939) DOWNLOAD The Young in Heart - Jovem no Coração (1938) DOWNLOAD Having Wonderful Time - Viva o Amor! (1938) DOWNLOAD The Rage of Paris (1938) Joy of Living (1938) The Prisoner of Zenda - O Prisioneiro de Zenda (1937) DOWNLOAD Jump for Glory (1937) Accused (1936) The Amateur Gentleman (1936) Man of the Moment (1935) Mimi (1935) Success at Any Price (1934) The Rise of Catherine the Great - A Rainha Imortal (1934) DOWNLOAD Captured! (1933) Morning Glory - Manhã de glória (1933) DOWNLOAD The Narrow Corner - Perdidos no Paraíso (1933) DOWNLOAD The Life of Jimmy Dolan - Viver na Morte (1933)  DOWNLOAD Parachute Jumper - Em plenas nuvens (1933) DOWNLOAD Scarlet Dawn (1932) DOWNLOAD Love Is a Racket (1932) It's Tough to Be Famous (1932) Union Depot (1932) Athlète incomplet, L' (1932) I Like Your Nerve (1931) The Stolen Jools (1931) DOWNLOAD The Slippery Pearls (1931) DOWNLOAD Chances (1931) Aviateur, L' (1931) Little Caesar - Alma no lodo (1931) DOWNLOAD One Night at Susie's (1930) Outward Bound (1930) The Way of All Men (1930) Little Accident (1930) The Dawn Patrol - A patrulha da madrugada (1930) DOWNLOAD Loose Ankles (1930) Party Girl (1930) The Show of Shows (1929) The Forward Pass (1929) The Careless Age (1929) Our Modern Maidens - Donzelas de hoje (1929) DOWNLOAD Fast Life (1929) The Jazz Age (1929) A Woman of Affairs - Mulher de Brio (1928) DOWNLOAD The Barker (1928) The Power of the Press (1928) The Toilers (1928) Modern Mothers (1928) Dead Man's Curve (1928) A Texas Steer (1927) Is Zat So? (1927) Women Love Diamonds (1927) Man Bait (1927) Broken Hearts of Hollywood (1926) Padlocked (1926) The American Venus (1926) Stella Dallas (1925) DOWNLOAD Wild Horse Mesa (1925 The Air Mail (1925) Stephen Steps Out (1923) The Three Musketeers - Os três mosqueteiros (1921) DOWNLOAD American Aristocracy (1916)   Mais 13 escândalos que abalaram a Babilônia da celulóide Uma visita ao Museu Douglas Fairbanks     Imagens   Vídeos   eoUllscFIiE
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  FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha   Nome:  Elvis Aaron Presley Nascimento e local: 08/01/1935, Tupelo, MS, EUA Morte:  16/08/1977, Memphis, TN, EUA, ataque cardíaco Ocupação: ator e cantor Nacionalidade:  Americana Casamento: Priscilla Ann Beaulieu Presley Filhos: Lisa Marie Presley   Biografia   Elvis nasceu em 8 de janeiro de 1933 em Mississippi, de ascendência escocesa. Seu pai foi preso quando ele ainda era criança, por roubo, e o que restou da família, Elvis e sua mãe, foram despejados da residência. Por volta de 1945 veio a primeira oportunidade ao participar de um torneio de novos talentos. Ficou em 2° lugar com a música “Old Shep”. Em 1954 ele lança seu primeiro disco e suas musicas começam a tocar na radio de Memphis. Começa o sucesso, com apresentações nos programas de rádio e televisão. Em 1956 Elvis estreou seu primeiro filme, “Love me tender” (Ama-me com ternura). O sucesso foi tão estrondoso que seguiram-se várias na mesma esteira, sempre com o astro cantando suas músicas mais recentes. Elvis estrelou 31 produções, dentre elas: O prisioneiro do rock (Jailhouse Rock, 1957), Balada sangrenta (King Creole, 1958), Feitiço havaiano (Blue Hawaii, 1961) e Amor a toda velocidade (Viva Las Vegas, 1964 ). Ele teria estrelado A Star is Born, ao lado de Barbra Streisand, mas seu empresário não aceitou o projeto. Elvis é conhecido como o Rei do Rock, dentre seus maiores sucessos, encontra-se: "Love me Tender", "All Shook up", "Teddy Bear", "Jailhouse Rock", "It's Now Or Never", "Can´t Help Falling In Love", "Surrender", "Crying In The Chapel", "Mystery Train", "In The Ghetto", "Suspicious Minds", dentre outros. O grande cantor foi encontrado morto em 16 agosto de 1977, em sua casa em Memphis.     Filmes   Mais DVDs e Livros Change of Habit (1969) The Trouble with Girls - Lindas encrencas: as garotas (1969) Charro! (1969) Live a Little, Love a Little - Viva um pouquinho, ame um pouquinho (1968) Speedway - O Bacana do volante (1968) Stay Away, Joe - Joe é muito vivo (1968) Clambake - O Barco do Amor (1967) Double Trouble - Canções e Confusões (1967) Easy Come, Easy Go - Meu tesouro é você (1967) Spinout - Minhas Três noivas (1966) Paradise, Hawaiian Style - No paraíso do Havai (1966) Frankie and Johnny - Entre a loira e a ruiva (1966) Harum Scarum - Feriado no Harém (1965) Tickle Me - O cavaleiro romântico (1965) Girl Happy - Louco por garotas (1965) Roustabout - Carrossel de emoções (1964) Viva Las Vegas - Amor a toda velocidade (1964) Kissin' Cousins - Com caipira não se brinca (1964) Fun in Acapulco - O Seresteiro de Acapulco (1963) It Happened at the World's Fair - Loiras, morenas e ruivas (1963) Girls! Girls! Girls! - Garotas e mais garotas (1962) Kid Galahad - Talhado para campeão (1962) Follow That Dream - Em cada sonho um amor (1962) Blue Hawaii - Feitiço Havaiano (1961) Wild in the Country- Coração Rebelde  (1961) Flaming Star - Estrela de Fogo (1960) G.I. Blues - Saudades de um pracinha (1960) King Creole - Balada Sangrenta (1958) Jailhouse Rock - Prisioneiro do Rock (1957) Loving You - A Mulher que eu amo (1957) Love Me Tender - Ama-me com Ternura (1956)   Mais Filme remasterizado de Elvis nos cinemas americanos Melhores Músicas, segundo a AFI Museu de Cera Dreamland em Gramado Exposição mostra fotos raras de Elvis Todos os discos de Elvis Presley em um Box Rancho de Elvis é colocado à venda Todos os filmes do Rei do Rock Elvis de A a Z Possível Cabelo de Elvis Presley leiloado Frases de Elvis Presley Último Show de Elvis Presley Elvis Presley está vivo e mora em Buenos Aires, diz revista   Prêmios Globo de Ouro de melhor documentário em 1972 por "Elvis On Tour" - Direção musical: Elvis Presley Uma das 10 pessoas mais importantes da américa em 1970 pela "Câmara Júnior de Comércio estadunidense". Prêmio Grammy Lifetime Achievement Award (Conjunto da Obra) concedido pelo Grammy (Antigo Prêmio Bing Crosby) em 1971. Prêmio por mérito (Conjunto da Obra) concedido pela "American Music Awards" em 1987. Prêmio "W. C. Handy" da "Fundação do Blues" de Memphis reconhecendo sua importância no Blues em 1984. Prêmio concedido pela "Acadêmia de Música Country" em 1984. O filme Jailhouse Rock é incluído no "Registro Nacional de Filmes" (National Film Registry) dos EUA em 2004.[4] Prêmio "Las Vegas Entertainment" como a maior estrela musical masculina em votação realizada em 1977. O prêmio foi dado pela "Acadêmia de Variedades e Artistas de Cabaré". Cinturão de ouro "World’s Championship Attendance Record" em 1969 por quebrar todos os recordes de público em Las Vegas. Indicado ao CableACE Awards em 1985 de melhor performance em especial musical, por "Elvis: One Night with You" de 1984 - cenas inéditas do especial gravado em 1968 para a NBC que não foram ao ar na época. Vencedor do Laurel Awards de melhor performance musical masculina em 1966, por "Tickle Me" (1965). Indicado ao Laurel Awards como melhor performance musical masculina em 1965, por "Viva Las Vegas" (1964) e em 1963 por "Girls! Girls! Girls!". Indicado ao Laurel Awards em 1966, 1964 e 1963  como melhor estrela masculina.   Imagens Vídeos TOOxE5xUzVc   Zsn-81yMbPQ   IhF_ofoNX3o   J_bbkLO4ygE   dVYPO0N8KF4
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FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha   Nome:  Errol Leslie Thomson Flynn Nascimento e local: 20/06/1909, Hobart, Tasmania, Australia Morte:  14/10/1959, Vancouver, British Columbia, Canada, ataque cardíaco Ocupação: ator Nacionalidade:  Australiana Casamentos:  Lili Damita, Nora Eddington, Patrice Wymore Filhos: Sean Flynn, Deirdre, Arnella Flynn Biografia   Flynn sempre foi controverso, até mesmo na infância, sendo expulso de várias escolas na Austrália e Inglaterra. Seu primeiro emprego foi numa companhia de navegação em Sydney. PUblicou um livro em 1937, que falava sobre a aventura de sete meses que fez em um barco para Nova Guiné. Começou a plantar tabaco em Laioki enquanto escrevia artigos para o Sydney Bulletin. Foi através do diretor e produtor australiano Charles Chauvel que ele começou sua carreia. Ele viu algumas fotos de Errol e lhe chamou para fazer "In the wake of the Bounty" (1933). Flynn trabalhou nesse filme por 3 semanas, mas não houve o lançamento comercial do mesmo, apenas a MGM compraria os direitos ao realizar “The Bounty” (O Grande Motim) em 1935, e aproveitou alguns trechos da filmagem anterior em curta-metragens: “Primitive Pitcairn” e “Pitcairn Island Today”, como propaganda de sua produção. Flynn partiu para o Reino Unido, chegando lá na primavera de 1933. Entrou para a “Northampton Repertory Company”, no Royal Theatre, onde trabalhou por sete meses, adquirindo experiência teatral. Ele também se apresentou no Malvern Festival de 1934 e em Glasgow e London's West End[12]. Em Teddington, foi admitido pela Warner Brothers, atuando em “Murder at Monte Carlo”, de 1935, de Ralph Ince. A Warner lhe ofereceu um contrato e Flynn partiu para os Estados Unidos. A primeira oportunidade de Flynn foi em “The Case of Curious Bride” (A Noiva Curiosa), de 1935, dirigida por Michael Curtiz, sendo o 2º de quatro filmes de mistério com o advogado-detetive Perry Mason, interpretado por Warren William. Flynn apareceu apenas em 2 cenas, sem pronunciar uma única palavra. Terminado o filme, iniciou um romance com Lili Damita, casando-se em 1935. Surgiu num outro filme desse mesmo ano, “Don't Bet On Blondes”, de Robert Florey, ao lado de Warren William e Claire Dodd. Com o advento dos filmes de aventura, a Warner Brothers comprou os direitos de “Captain Blood”. A Warner conseguiu tais direitos ao comprar a Vitagraph, que fizera em 1923 uma primeira versão da história. Foi escolhido para o papel título Robert Donat, mas quando esse abandonou o projeto por razões contratuais, Michael Curtiz resolveu fazer um teste com Flynn, que acabou ganhando o papel. Ao seu lado, uma outra novata, Olivia de Havilland, que assumiu o lugar que seria de Jean Muir. O filme marcou o início da colaboração Curtiz-Flynn, que se estenderia por 10 filmes, até 1941. O Capitão Blood de 1935 aproveitou cenas do “Capitão Blood” anterior, cenas da 1ª versão de “O Gavião do Mar”, de 1924, e apresentava miniaturas da cidade de Port-Royal e de navios. Após Capitão Blood, Flynn trabalhou em um curta-metragem da MGM, “Pirate Party on Catalina Island”, ao lado de Lili Damita, Marion Davies, Cary Grant, John Gilbert e outros. Flynn atuou depois em “The Charge of the Light Brigade” (A Carga da Brigada Ligeira), de 1936, também ao lado de Olivia de Havilland; “Green Light” (Luz de Esperança), “The Prince and the Pauper” (O Príncipe e o Mendigo), “Another Day” (Outra Aurora) e “The Perfect Specimen” (O Homem Perfeito), todos de 1937. Em 1938, veio “The Adventures of Robin Hood” (As Aventuras de Robin Hood), que tornaria a interpretação de Errol Flynn inesquecível, marcando de maneira indelével sua carreira. Em 1939, Flynn fez o primeiro Western, “Dodge City” (Uma Cidade que Surge), dirigido por Michael Curtiz, seguindo-se mais 7 westerns, entre eles “Santa Fe Trail” (A Estrada de Santa Fé), de 1940. Após uma carreira aventuresca, com mais de 30 filmes e muitos sucessos, nos anos 50 teve início o declínio artístico de Flynn. Ficou um tempo na Europa, atuando para a Warner Brothers, na Inglaterra, onde fez “The Master of the Ballantrae” (Minha Espada, Minha Lei), em 1953. Em 1954, fez “Crossed Swords” (Ousadia de Valentes), produção italiana. Após alguns filmes, Flynn retornou a Hollywood, onde fez alguns papéis menores, porém ressurgindo artisticamente ao viver três alcoólatras, em “The Sun Also Rises” (E Agora Brilha o Sol), de 1957; “Too Much, Too Soon” (O Gosto Amargo da Glória), de 1958 e “The Roots of Heaven” (Raízes do Céu), de 1958. Após “The Roots of Heaven”, fez apenas um semidocumentário, Cuban Rebel Girls”, em 1959, falecendo em outubro desse ano, aos 50 anos, vítima de ataque cardíaco e problemas relacionados ao alcoolismo. Seus pais sobreviveram a ele. Errol Flynn foi sepultado no Forest Lawn Memorial Park Cemetery, em Glendale, Califórnia. Boêmio, Flynn teve três casamentos, várias namoradas e quatro filhos. Foi acusado de estupro em 1942, e foi levado a julgamento, sem ter sido condenado por isso, o que abalou sua popularidade[13]. Flynn casou-se três vezes, sendo que os dois primeiros casamentos terminaram em divórcio e o último com sua morte. Em ordem cronológica, foram suas esposas: a atriz Lili Damita (1931 - 1942), com quem teve seu filho Sean Flynn (1941-1970); a atriz Nora Eddington (1943 - 1948), com quem teve os filhos Deirdre (1945) e Rory (1947); e a atriz Patrice Wymore (1950 - 1959), com quem teve a filha Arnella Roma (1953-1998). Seu filho Sean, um fotojornalista, desapareceu com outros jornalistas durante a guerra do Vietnã. Presume-se que tenha sido capturado e morto pelas forças do Khmer Vermelho, quando da invasão do Camboja A filha Rory Flynn teve um filho, chamado Sean Flynn Rio em homenagem a seu meio-irmão. Ele é um ator[14]. Rory Flynn escreveu um livro sobre seu pai, intitulado “The Baron of Mulholland: A Daughter Remembers Errol Flynn”. Em 1942, Flynn tornou-se cidadão dos Estados Unidos da América.   Filmes   Cuban Rebel Girls (1959) The Roots of Heaven (1958) Too Much, Too Soon (1958) The Sun Also Rises - E agora Brilha o Sol (1957) The Big Boodle (1957) Istanbul (1957) King's Rhapsody (1955) The Dark Avenger (1955) Lilacs in the Spring (1954) Maestro di Don Giovanni, Il (1954) The Master of Ballantrae (1953) The Story of William Tell (1953) Against All Flags (1952) Mara Maru (1952) Adventures of Captain Fabian (1951) Hello God (1951) Kim (1950) Rocky Mountain (1950) Montana (1950) That Forsyte Woman - A glória de amar (1949) It's a Great Feeling (1949) Adventures of Don Juan (1948) Silver River (1948) The Lady from Shanghai (1947) Escape Me Never (1947 Cry Wolf (1947) Never Say Goodbye (1946) San Antonio (1945) Objective, Burma! - Um Punhado de Bravos (1945) Uncertain Glory (1944) Northern Pursuit (1943) Edge of Darkness - Revolta (1943) Gentleman Jim - O ídolo do público (1942) Desperate Journey - Fugitivos do inferno (1942) They Died with Their Boots On - O intrépito General Custer (1941) Dive Bomber - Demônios do céu (1941) Footsteps in the Dark - Caminhando nas sombras (1941) Santa Fe Trail - A caminho de Santa Fé (1940) DOWNLOAD The Sea Hawk - O Gavião do Mar (1940) DOWNLOAD Virginia City - Caravana de Ouro (1940) DOWNLOAD The Private Lives of Elizabeth and Essex - Meu Reino por um amor (1939) DOWNLOAD Dodge City - Vida Nova (1939) DOWNLOAD The Dawn Patrol - Patrulha da Madrugada (1938) DOWNLOAD The Sisters - As Irmãs (1938) DOWNLOAD Four's a Crowd - Amando sem saber (1938) DOWNLOAD The Adventures of Robin Hood - As Aventuras de Robin Hood (1938) DOWNLOAD The Perfect Specimen - Um homem perfeito (1937) DOWNLOAD Another Dawn - Outra Aurora (1937) DOWNLOAD The Prince and the Pauper - O Príncipe e o mendigo (1937) DOWNLOAD Green Light - Luz da Esperança (1937) DOWNLOAD The Charge of the Light Brigade - Carga da Brigada Ligeira (1936) DOWNLOAD Captain Blood - Capitão Blood (1935) DOWNLOAD Don't Bet on Blondes (1935) DOWNLOAD The Case of the Curious Bride - Noiva Curiosa (1935) DOWNLOAD Murder at Monte Carlo (1934) I Adore You (1933) In the Wake of the Bounty (1933) DOWNLOAD     Mais Lili Damita 13 escândalos que abalaram a Babilônia da celulóide E O Vento Levou de A a Z 15 atores que interpretaram Robin Wood Atores gays, ou quase ou bissexuais que amamos Lolita (1962) Mais escândalos (e boatos) em Hollywood 20 de junho - Centenário de Errol Flynn Olivia de Havilland era apaixonada por Errol Flynn     Imagens   Vídeos Evof-iVDOwQ   Ist_bZLP9u4
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216. Lon Chaney
Nome:  Leonidas Frank Chaney Nascimento e local: 01/04/1883, Colorado Springs, CO, EUA Morte:  26/08/1930, Hollywood, CA, EUA, cancer Ocupação: ator Nacionalidade: Americana Casamentos:  Frances Chaney e Hazel Hastings Filho: Lon Chaney, Jr. Biografia Lon Chaney nasceu no dia 1 de abril de 1883 em Colorado Springs. Filho de casal surdo mudo, desde cedo aprendeu a se comunicar através da pantomina, linguagem gestual e expressões faciais. Quando sua mãe adoeceu de reumatismo, ele tinha 10 anos, e se viu forçado a abandonar a escola para cuidar dela e dos irmãos mais novos. Para entreter a família, ele ficava imitando pessoas que passavam por sua janela. Trabalhou como guia de turismo, sendo, posteriormente contratado como pintor de cena para um teatro de Colorado. Acabou fazendo parte do elenco e estreando na peça “The Little Tycoon”. Estreou no cinema mudo, fazendo papéis sempre exóticos, como um chinês mandari em “Sr. Wu” (1927), gangster em “The Big City” (1928), mas o seu mais famoso personagem foi mesmo o de vampiro, com o qual ficou imortalizado. Devido à sua capacidade de retratar uma infindável variedade de personagens em toda sua carreira, ele se tornou conhecido como "O Homem de Mil Faces", e trazendo sucessos como "O corcunda de Notre Dame", "O fantasma da ópera" Assim como Charles Chaplin, Lon também não queria fazer a passagem do cinema mudo para o cinema falado, sendo um dos últimos a falar. Ele também achava que era melhor na arte da pantomina do que falando. Seu último papel foi na refilmagem de “The Unholy Three”, onde ele desempenhava um bandido ventrílogo, utilizando-se de cinco vozes diferentes, e provando que poderia sim fazer filmes falado. Menos de e meses depois do lançamento do filme, o ator morreu de hemorragia na garganta. Filmes    Mais DVDs e Livros The Unholy Three (1930) Thunder (1929) Where East Is East (1929) West of Zanzibar - Em Plena Selva (1928) DOWNLOAD While the City Sleeps (1928) Laugh, Clown, Laugh (1928) The Big City (1928) London After Midnight (1927) Mockery (1927) The Unknown (1927) Mr. Wu (1927) Tell It to the Marines (1926) The Road to Mandalay (1926) The Blackbird (1926)   The Tower of Lies (1925) The Phantom of the Opera- O fantasma da ópera  (1925) The Unholy Three - A trindade maldita (1925) The Monster (1925) He Who Gets Slapped - Lágrimas de Palhaço (1924) The Next Corner (1924) The Hunchback of Notre Dame (1923) The Shock (1923) While Paris Sleeps (1923) All the Brothers Were Valiant (1923) A Blind Bargain (1922) Quincy Adams Sawyer (1922) Shadows (1922) Oliver Twist (1922) The Light in the Dark (1922) Flesh and Blood (1922) The Trap (1922) Voices of the City (1921) The Ace of Hearts (1921) Bits of Life (1921) For Those We Love (1921) Outside the Law - Fora da lei (1920) Nomads of the North (1920) The Penalty (1920) The Gift Supreme (1920) Treasure Island (1920) Daredevil Jack (1920) Victory (1919) When Bearcat Went Dry (1919) Paid in Advance (1919) The Miracle Man (1919) A Man's Country (1919) The Wicked Darling (1919) The False Faces (1919) Danger, Go Slow (1918) The Talk of the Town (1918) That Devil, Bateese (1918) Riddle Gawne (1918) A Broadway Scandal (1918) Fast Company (1918) The Kaiser, the Beast of Berlin (1918) Broadway Love (1918) The Grand Passion (1918) The Scarlet Car (1917) Bondage (1917) Anything Once (1917) The Empty Gun (1917) Triumph (1917) Pay Me! (1917) The Rescue (1917) Fires of Rebellion (1917) A Doll's House (1917) The Flashlight (1917) The Girl in the Checkered Coat (1917) . The Mask of Love (1917) Hell Morgan's Girl (1917) The Piper's Price (1917) The Price of Silence (1916) Accusing Evidence (1916) The Place Beyond the Winds (1916) Felix on the Job (1916) If My Country Should Call (1916) The Mark of Cain (1916) The Grasp of Greed (1916) . Bobbie of the Ballet (1916) The Gilded Spider (1916) Tangled Hearts (1916/I) The Grip of Jealousy (1916) Dolly's Scoop (1916) Stronger Than Death (1915) Father and the Boys (1915) Under a Shadow (1915) The Millionaire Paupers (1915) Lon of Lone Mountain (1915) A Mother's Atonement (1915) Alas and Alack (1915) The Fascination of the Fleur de Lis (1915) The Pine's Revenge (1915) The Chimney's Secret (1915) Quits (1915) Mountain Justice (1915) Bound on the Wheel (1915) The Trust (1915) The Violin Maker (1915) Steady Company (1915) The Oyster Dredger (1915) The Stronger Mind (1915) An Idyll of the Hills (1915) The Stool Pigeon (1915) The Girl of the Night (1915) The Grind (1915) Maid of the Mist (1915) The Desert Breed (1915) All for Peggy (1915) Outside the Gates (1915) Where the Forest Ends (1915) Such Is Life (1915) When the Gods Played a Badger Game (1915) . The Threads of Fate (1915) The Measure of a Man (1915) A Small Town Girl (1915) The Star of the Sea (1915) The Sin of Olga Brandt (1915) Her Escape (1914) A Night of Thrills (1914) The Lion, the Lamb, the Man (1914) Lights and Shadows (1914) Damon and Pythias (1914) Her Life's Story (1914) Virtue Is Its Own Reward (1914) The Pipes o' Pan (1914) Richelieu (1914/I) The Higher Law (1914) Her Bounty (1914) A Miner's Romance (1914) The Oubliette (1914) By the Sun's Rays (1914) Her Grave Mistake (1914) A Ranch Romance (1914) The Hopes of Blind Alley (1914) The Old Cobbler (1914) The Forbidden Room (1914) Heart Strings (1914) The Unlawful Trade (1914) The Tragedy of Whispering Creek (1914) The End of the Feud (1914) The Lamb, the Woman, the Wolf (1914) The Embezzler (1914/I) The Menace to Carlotta (1914) Discord and Harmony (1914) Remember Mary Magdalen (1914) The Honor of the Mounted (1914) The Lie (1914) Bloodhounds of the North (1913) Red Margaret, Moonshiner (1913) Back to Life (1913) An Elephant on His Hands (1913) Almost an Actress (1913) The Restless Spirit (1913) The Trap (1913 Shon the Piper (1913) The Blood Red Tape of Charity (1913) The Sea Urchin (1913) Poor Jake's Demise (1913) Suspense (1913) The Ways of Fate (1913) The Honor of the Family (1912)
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Nome:  Wallace Fitzgerald Beery Nascimento e local: 01/04/1885, Kansas City, MO, EUA Morte:  15/04/1949, Beverly Hills, CA, EUA, ataque cardíaco Ocupação: ator e diretor Nacionalidade: Americana Casamentos:  Gloria Swanson e Rita Gilman Filho: Carol Ann Filmes Wallace Beery (1885-1949) Actor norte-americano nasceu em Kansas City , no Missouri em 1885. De origem pobre, começou a trabalhar como ajudante em um circo. Mudou-se para Nova York em 1903, e começou a cantar em bares e casas noturnas. Em pouco tempo partiu para a Broadway, chegando a Hollywood na época do cinema mudo. Sua estréia foi no curta At the Old Maid's Ball (1913). Alcançou popularidade com Countess Sweedie (1914). Wallace tentou fundar uma produtora cinematográfica, mas a mesma foi a falência em pouco menos de dois anos. Casou-se em 1916 com Gloria Swanson, diva do cinema mudo.  Era no western que Beery se sentia mais à vontade, tendo sido esse género cinematográfico que melhor aproveitou as suas características físicas: era forte e corpulento. Com o advento do som, o seu prestígio não foi afetado e foi até um dos primeiros intérpretes masculinos a ganhar o Óscar de Melhor Ator pela sua interpretação de um pugilista  em The Champ (1931). Beery era considerado como um ator temperamental: recusava comparecer aos ensaios e alterava sempre as suas falas. Nos últimos anos da sua vida, participou sobretudo em produções de série B. Faleceu a 15 de Abril de 1949, na sua mansão de Beverly Hills, vitimado por uma síncope.     Mais DVDs e Livros Big Jack (1949) A Date with Judy - O Príncipe encantado (1948) Alias a Gentleman (1948) The Mighty McGurk (1947) Bad Bascomb (1946) This Man's Navy (1945) Barbary Coast Gent (1944)   Rationing (1944) Salute to the Marines (1943) Jackass Mail (1942) The Bugle Sounds (1942) Barnacle Bill (1941) The Bad Man (1941) Wyoming (1940) 20 Mule Team (1940) The Man from Dakota (1940) Thunder Afloat (1939) Sergeant Madden (1939) Stand Up and Fight (1939) Stablemates (1938) Port of Seven Seas (1938) The Bad Man of Brimstone (1937) Slave Ship (1937) The Good Old Soak (1937) Old Hutch (1936) A Message to Garcia - Mensagem a Garcia (1936) DOWNLOAD Ah, Wilderness! (1935) O'shaughnessy's Boy (1935) China Seas - Mares da China (1935) West Point of the Air (1935) The Mighty Barnum (1934) Treasure Island - A Ilha do tesouro (1934) Viva Villa! (1934) The Bowery - O Bamba da Zona (1933) Dinner at Eight - Jantar às 8 (1933) Tugboat Annie (1933) Flesh (1932) Grand Hotel - Grande Hotel (1932) Hell Divers (1931) The Champ ) campeão (1931) The Secret Six - A Guarda Secreta (1931) The Slippery Pearls (1931) Min and Bill - Lírio do Lodo (1930) A Lady's Morals (1930) Way for a Sailor (1930) Billy the Kid (1930) The Big House (1930) River of Romance (1929) Stairs of Sand (1929) Chinatown Nights (1929) Beggars of Life - Mendigos da Vida (1928) The Big Killing (1928) Partners in Crime (1928) Wife Savers (1928) Now We're in the Air (1927) Fireman, Save My Child (1927) Casey at the Bat (1927) Old Ironsides (1926) We're in the Navy Now (1926) Volcano (1926) Behind the Front (1926) The Pony Express (1925) Rugged Water (1925) In the Name of Love (1925) The Wanderer (1925) The Night Club (1925) Adventure (1925) Coming Through (1925) The Great Divide (1925) The Devil's Cargo (1925) The Lost World (1925) Let Women Alone (1925) So Big (1924) Madonna of the Streets (1924) Dynamite Smith (1924) The Red Lily (1924) Another Man's Wife (1924) The Signal Tower (1924) The Sea Hawk (1924) Unseen Hands (1924) White Tiger (1923) The Drums of Jeopardy (1923) Richard the Lion-Hearted (1923) The Eternal Struggle (1923) The Spanish Dancer (1923) The Three Ages - As três eras (1923) Drifting (1923) Ashes of Vengeance (1923) Bavu (1923) Stormswept (1923) The Flame of Life (1923) Patsy (1923) Only a Shop Girl (1922) A Blind Bargain (1922 Robin Hood (1922) Trouble (1922) Alias Julius Caesar (1922) Hurricane's Gal (1922) I Am the Law (1922) The Man from Hell's River (1922) The Sagebrush Trail (1922) Wild Honey (1922) The Rosary (1922) The Last Trail (1921) The White Mouse (1921) The Ne'er to Return Road (1921) The Policeman and the Baby (1921) The Golden Snare (1921) The Northern Trail (1921) A Tale of Two Worlds (1921) The Four Horsemen of the Apocalypse (1921) Patsy (1921) Sleeping Acres (1921) The Rookie's Return (1920) The Last of the Mohicans - O último dos moicanos (1920) 813 (1920) The Round-Up (1920) The Mollycoddle (1920)  The Virgin of Stamboul (1920) Behind the Door (1919) Victory (1919) Soldiers of Fortune (1919) The Life Line (1919) The Love Burglar (1919) The Unpardonable Sin (1919) A Beach Nut (1919) Only a Janitor (1919) Johanna Enlists (1918) That Night (1917) Are Waitresses Safe? (1917) A Bedroom Blunder (1917) The Little American - A Pequena Americana (1917) A Clever Dummy (1917) Cactus Nell (1917) Teddy at the Throttle (1917) Maggie's First False Step (1917) Patria (1917) Bombs and Banknotes (1917) A Capable Lady Cook (1916) Sweedie, the Janitor (1916) Just a Few Little Things (1916) The Janitor (1916) A Dash of Courage (1916) The Janitor's Vacation (1916) The Fable of the Roistering Blades (1915) Education (1915) The Broken Pledge (1915) Sweedie's Finish (1915) The Slim Princess (1915) Sweedie's Hero (1915) Sweedie in Vaudeville (1915) Done in Wax (1915) The Bouquet (1915) Sweedie Learns to Ride (1915) Love and Trouble (1915) Father's New Maid (1915) Sweedie's Hopeless Love (1915) Ain't It the Truth? (1915) A Pound for a Pound (1915) The Victor (1915) Sweedie Goes to College (1915) The New Teacher (1915) Two Hearts That Beat as Ten (1915) Sweedie and Her Dog (1915) Sweedie's Suicide (1915) Sweedie and the Sultan's Present (1915) Two Dinky Little Dramas of a Non-Serious Kind (1914) Sweedie Collects for Charity (1914) Their Cheap Vacation (1914) Madame Double X (1914) The Fable of the Bush League Lover Who Failed to Qualify (1914) Sweedie and the Hypnotist (1914) A Maid of War (1914) Sweedie at the Fair (1914) Countess Sweedie (1914) The Prevailing Craze (1914) Three Boiled Down Fables (1914) Sweedie the Trouble Maker (1914) The Laundress (1914) Rivalry and War (1914) She Landed a Big One (1914) Sweedie Learns to Swim (1914) The Fickleness of Sweedie (1914) Golf Champion 'Chick' Evans Links with Sweedie (1914) Sweedie's Clean-Up (1914) Sweedie's Skate (1914) The Plum Tree (1914) Love and Soda (1914) Sweedie Springs a Surprise (1914) Sweedie and the Double Exposure (1914) Topsy-Turvy Sweedie (1914) The Fable of the Busy Business Boy and the Droppers-In (1914) In and Out (1914) The Fable of the Coming Champion Who Was Delayed (1914) Sweedie and the Lord (1914) The Fable of Higher Education That Was Too High for the Old Man (1914) The Fable of Napoleon and the Bumps (1914) Sweedie the Swatter (1914) The Epidemic (1914) The Fable of the Brash Drummer and the Nectarine (1914) This Is the Life (1914/I) Actor Finney's Finish (1914) Three Little Powders (1914) Making Him Over -- For Minnie (1914) Curing a Husband (1914) The Winner (1914) The Bargain Hunters (1914) A Queer Quarantine (1914) Oh, Doctor (1914) Grass County Goes Dry (1914) The Girl, the Cop, the Burglar (1914) Mrs. Manly's Baby (1914) One-to-Three (1914) Looking for Trouble (1914) A Foot of Romance (1914) Cheering a Husband (1914) The Ups and Downs (1914) At the Old Maid's Call (1913) Hello, Trouble (1913) Smithy's Grandma Party (1913) The Usual Way (1913) Their Wives' Indiscretion (1913) Day by Day (1913) Dad's Insanity (1913) A Successful Failure (1913) Love Incognito (1913) The Right of Way (1913) Sweet Revenge (1913) Mr. Dippy Dipped (1913) His Athletic Wife (1913)
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    Ficha Nome: Suzanne Lorraine Burce Nascimento e local: 01/04/1929, Portland, OR, EUA Ocupação: atriz e cantora Nacionalidade: Americana Casamentos: Geary Anthony Steffen, Jr, Patrick Nerney, James Fitzgerald, David Parlour, Dickie Moore Filhos: Geary, Suzanne Ileen, Lindsey   Biografia Mais lembrada por seus papéis musicais na MGM, durante a década de 50, Powell atuou em mais de 18 longas metragens entre 1944 e 1958, se dedicando a papéis mais sérios na TV e no teatro nos anos posteriores. No cinema, ela dançava, cantava e trabalhou com os melhores atores, como Elizabeth Taylor, Fred Astaire e Debbie Reynolds. Powell nasceu Suzanne Burce, em Portland, e desde cedo se apresentava em rádios e no teatro local. “Eu comecei a cantar profissionalmente aos 10 anos. Mas comecei a dançar aos 2”, disse ela. “Tinha pouco interesse na carreira artística, mas fui incentivada por minha mãe”. Quando passava as férias com a família em Hollywood, acabou participando e ganhando um concurso de talentos, assinando um contrato com a Universal Studios. Tinha apenas 14 anos. Poucos meses depois ela estava se preparando para seu primeiro filme, “Song of the Road”, e seu nome foi mudado para Jane Powell. 2180998063_8733a04a17 Segundo Robert Osborne, historiador de cinema e apresentado da TCM, “Sete noivas para sete irmãos” e “Royal Wedding” estão entre seus melhores e mais conhecidos filmes. Em “Royal Wedding” ela aparece ao lado de Fred Astaire. “Ela é hilária e dança muito bem”, diz Robert, “Foi uma pena a MGM não ter trabalhado mais sua veia cômica”. Powell falou, a respeito do seu trabalho com Astaire: “Depois que você trabalha com ele, fica difícil trabalhar com outra pessoa”. Mas ela trabalhou com outros grandes nomes, como Walter Pidgeon, Jeanette MacDonald, Ricardo Montalban, e Hedy Lamarr. Co- estrelou também ao lado de Cliff Robertson em 1958 na comédia musical “The Girl Most Likely”. Entretando, a vida das estrelas era dura. Os grandes estúdios nao permitiam que os atores escolhessem os papéis, e frequentemente os alugava para outros estúdios. “Os estúdios nos preparava para sermos grandes estrelas, e quando não estava atuando, estudava ao lado de outras estrelas mirins como Margareth O’Brien”. Como resultado da rotina estafante, ela deixou de viver como as outras meninas comuns. “Nunca pude aproveitar como as meninas que não eram famosas”. 2176853322_ed5631372a Com a chegada da década de 60, os musicais caíram em decadência e, por serem muito caros, foram deixados de lado pelos estúdios. “O público se tornou mais sofisticado, e queria mais histórias. Canais de TV que exibem filmes antigos mostram que as pessoas ainda gostam de relembrar grandes filmes antigos”, finaliza a atriz.   Filmes The Sandy Bottom Orchestra (2000) Perfect Murder, Perfect Town: JonBenét and the City of Boulder (2000) Picture This (1999) Marie (1985) Mayday at 40,000 Feet! (1976) Tubby the Tuba (1975) Wheeler and Murdoch (1973) (TV) The Letters (1973) Feathertop (1961) Hooray for Love (1960) Meet Me in St. Louis (1959) Enchanted Island (1958) The Girl Most Likely (1958) The Female Animal (1958) Hit the Deck (1955) Deep in My Heart - Para sempre em meu coração (1954) Athena (1954) Seven Brides for Seven Brothers - Sete noivas para sete irmãos (1954) Three Sailors and a Girl (1953) Small Town Girl (1953) Rich, Young and Pretty (1951) Royal Wedding - Núpcias reais (1951) Two Weeks with Love (1950) Nancy Goes to Rio - Romance Carioca (1950) Luxury Liner (1948) A Date with Judy - O príncipe encantado (1948) Three Daring Daughters (1948) Holiday in Mexico - Romance no México (1946) Delightfully Dangerous (1945)   Mais Jane Powell, Uma grande Atriz Cantora E Vivam os Grandes Musicais! 10 Danças com Fred Astaire   Prêmios Imagens         Vídeos   wSH3T9nLSug
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    Ficha   Nome: Mary Frances Reynolds Nascimento e local: 01/04/1932, El Paso, EUA Ocupação: atriz, cantora e dançarina Nacionalidade: Americana Casamentos: Eddie Fisher, Harry Karl, Richard Hamlett Filhos: Carrie Fisher, Todd Fisher   Biografia     Mary Francês Reynolds nasceu no Texas, em 1 de abril de 1932. Debbie Reynolds começou sua carreira quando ganhou um concurso de beleza aos 16 anos. Em 1948 obteve uma participação no filme June Bride, que foi o seu de estréia.Ela nunca tinha dançado, até que foi escolhida por Gene Kelly para protagonizar ao seu lado "Sing' In the Rain" (1952). O filme se tornou um dos maiores sucessos de todos os tempos e Debbie seguiu fazendo musicais e comédias românticas. 1955 esteve em Armadilha Amorosa, ao lado de Frank Sinatra. A atriz chegou a visitar o Brasil em companhia de Píer Angeli em 1953. Foi casada com Eddie Fisher, com quem teve dois filhos. Dentre eles, a atriz Carrie Fisher, mais conhecida como a Princesa Leia de Stars Wars. Seu segundo marido foi o magnata Harry Karl. Com a decadência de sua carreira, seguiu se apresentando nos palcos.Comprou um cassino em Las Vegas e atualmente junta itens de sua coleção para seu próprio Museu, onde constam artigos de filmes, roupas usadas por outros atores, como Judy Garland e memórias. Foi indicada ao Oscar por seu papel em A Inconquistável Molly Brown.     Filmes   Return to Halloweentown (2006) "Will & Grace" Lolo's Cafe (2006) Halloweentown High (2004) Generation Gap (2002) Halloweentown II: Kalabar's Revenge (2001) These Old Broads (2001) Rugrats in Paris: The Movie - Rugrats II Virtual Mom (2000) A Gift of Love: The Daniel Huffman Story (1999 The Christmas Wish (1998) Halloweentown (1998) Rudolph the Red-Nosed Reindeer: The Movie (1998) Zack and Reba (1998) In & Out (1997) Mother (1996) Heaven & Earth (1993) The Bodyguard (1992) Battling for Baby (1992) Majo no takkyûbin (1989) Perry Mason: The Case of the Musical Murder (1989) Sadie and Son (1987) Charlotte's Web (1973) What's the Matter with Helen? (1971) How Sweet It Is! (1968) Divorce American Style (1967) The Singing Nun - Dominique (1966) Goodbye Charlie (1964) The Unsinkable Molly Brown - A Inconquistável Molly Brown (1964) My Six Loves - Meus seis amores (1963) Mary, Mary (1963) How the West Was Won - A Conquista do Oeste (1962) The Second Time Around (1961) The Pleasure of His Company - O papai playboy (1961) The Rat Race (1960) The Gazebo (1959) It Started with a Kiss (1959) Say One for Me (1959) The Mating Game - Como fisgar um marido (1959) This Happy Feeling - Tudo pelo Teu Amor (1958) Tammy and the Bachelor (1957) Bundle of Joy (1956) The Catered Affair - A Festa de Casamento (1956) The Tender Trap (1955) Hit the Deck (1955) Athena (1954) Susan Slept Here (1954) Give a Girl a Break - Procura-se uma estrela (1953) The Affairs of Dobie Gillis (1953) I Love Melvin (1953) Singin' in the Rain - Cantando na chuva (1952) Mr. Imperium - É proibido amar (1951) Two Weeks with Love (1950) Three Little Words - Três palavrinhas (1950) The Daughter of Rosie O'Grady (1950) June Bride - A Noiva da Primavera (1948)   Mais   Prêmios Indicada ao Oscar por A Inconquistável Molly Brown (1964).   Imagens       Vídeos
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  Ficha   Nome: Barbra Joan Streisand Nascimento e local: 24/041942, Brooklyn, NY, EUA Ocupação: atriz, produtora e cantora Nacionalidade: Americana Casamentos: Elliott Gould, James Brolin Filhos: Jason Gould   Biografia     Barbara Joan Streisand nasceu no Brooklyn, Nova York, em 24 de abril de 1942. Aos 14 anos começou a cantar em clubes e a fazer participações em programas de TV. Sua estréia na Broadway veio com o espetáculo “I can get it for you wholw sale”. Nesse período conheceu seu primeiro marido, o ator Elliot Gould. Os dois tiveram um filho, Jason. Um dos grandes destaques do início de carreira foi a participação no programa de TV "Judy Garland Show", cantando ao lado da diva. Dentre as pessoas com que já dividiu o palco estão nomes como Neil Diamond ,Donna Summer, Frank Sinatra, Celine Dion, Bryan Adams e Barry Gibb. Em 1963 veio seu primeiro album “ The Barbra Streisand Album”, com o qual faturou dois Grammy. A estréia no cinema veio em "Funny Girl", de 1968, em que interpretava a atriz Fanny Brice. Com ele ganhou o Oscar. Outros sucessos foram "Funny Lady" e "Nasce uma estrela". Em 1998 casou-se com James Brolin.   Filmes Meet the Fockers (2004) The Mirror Has Two Faces (1996) The Prince of Tides (1991) Nuts (1987) Yentl (1983) All Night Long (1981) The Main Event (1979) A Star Is Born (1976) Funny Lady (1975) For Pete's Sake (1974) The Way We Were - Nosso amor de ontem (1973) Up the Sandbox (1972) What's Up, Doc? - Esta Pequena é uma parada (1972) The Owl and the Pussycat (1970) On a Clear Day You Can See Forever (1970) Hello, Dolly! - Alô Dolly (1969) Funny Girl (1968) Mais Melhores Músicas, segundo a AFI Barbra Streisand lidera parada Barbra Streisand vira boneca Ex-namorado leiloa gravações de Barbra Streisand Barbra Streisant: Leilão e CD novo   Prêmios Indicada ao Oscar por Nosso amor de ontem (1973) Ganhou o Oscar por Funny Girl (1968) Imagens     Vídeos
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  Ficha     Nome: Fania Borach Nascimento e local: 29/10/1891, New York City, EUA Morte: 29/05/1951, Beverly Hills, CA, EUA, hemorragia cerebral Ocupação: atriz e cantora Nacionalidade: Americana Casamentos: Frank White e Jules Arnstein Filhos: Frances, William e Billy Rose   Biografia     Fania Borach, judia, nascida em Nova York e filha de donos de um Salloon, deixou a escola para trabalhar em um teatro e logo foi descoberta por Florenz Ziegfeld, que levou-a a trabalhar em seus elaborados espetáculos. A associação foi tão boa que durou mais de vinte anos. Casou-se ainda jovem e teve dois filhos. Seu marido teve problemas com a justiça e foi preso. Ao sair, o casal se divorciou, após Fanny gastar rios de dinheiro para tira-lo da cadeia. Casaria-se mais duas vezes. O maior sucesso de Fanny foi mesmo ter criado a “baby snooks” em um programa de rádio, e se tornou seu maior sucesso. Foi vestida assim que apareceu no filme, ao lado de uma jovencita Judy Garland cantando “Why? Because!” em “Everybody sing” (1938). Fanny se apresentava com o figurino da bebê snooks em seu programa de rádio. Morreu aos 59 anos de um ataque cardíaco. Sua vida foi retratada em Funny Girl (1968) e Funny Lady (1975), onde ela foi interpretada por Barbra Streisand.     Filmes   Ziegfeld Follies (1946) The Great Ziegfeld - Ziegfeld, o caçador de estrelas (1936) Everybody Sing - Todos cantam (1938) Crime Without Passion - Crime sem Paixão (1934) The Man from Blankley's (1930) Be Yourself! (1930) Night Club (1929) My Man (1928)   Mais Conheça um pouco mais sobre Fanny Brice   Imagens Vídeos lX5-wAdAaz8
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222. Jane Fonda
    Ficha Nome: Jane Seymour Fonda Nascimento e local: 21/12/1937, New York City, EUA Ocupação: atriz Nacionalidade: Americana Casamentos: Roger Vadim, Tom Hayden, Ted Turner Filhos: Vanessa Vadim, Natalie Vadim, Troy Garity, Mary Williams   Biografia Filha do ator Henry Fonda e irmã de Peter Fonda, Jane Seymour Fonda nasceu em Nova York, em 21 de dezembro de 1937. Sua mãe, Francês Ford, que já tinha um histórico de problemas psiquiátricos, cometeu suicídio durante uma internação. Seu pai durante muito tempo disse a ela que a mãe tinha morrido de ataque cardíaco, mas Jane descobriu a verdade meses mais tarde, ao ler uma revista de cinema. Aos 15 Jane começou a fazer dança e iniciou uma carreira de modelo, estampando revistas como Vogue. Após estudar em Paris, retornou aos Estados Unidos e começou a estudar no famoso Actors Studio, de Lee Strasberg. Após trabalhar no teatro, iniciou sua carreira no cinema na década de 60, no filme Tall Story. Tornou-se uma sex symbol ao fazer filmes como Cat Ballou (1965) e principalmente Barbarella (1968), dirigido por seu então marido Roger Vadim. Pouco tempo depois a atriz estava insatisfeita com essa imagem. Seu primeiro Oscar veio em 1971, com o filme Klute. O segundo veio com o filme Coming Home. Jane havia anunciado sua aposentadoria em 1991, mas acabou retornando em Monster in Law, filme de 2005. A atriz também é conhecida por sua luta política, sendo ativista de esquerda e por seus vídeos de aeróbica. Na vida pessoal foi casada com Roger Vadim, com quem teve uma filha. Casou-se em 1973 com o Senador Tom Hayden, tornando-se uma ativista política. Com ele adotou Mary Luana e teve Troy Garity. Em 1991 casou-se com Ted Turner, milionário americano e dono da Tv CNN. Os dois se divorciaram em 2000. Atualmente a atriz reside em Atlanta, na Geórgia.     Filmes Georgia Rule (2007) Monster-in-Law (2005) Stanley & Iris (1990) Old Gringo (1989) The Morning After (1986) Agnes of God (1985) The Dollmaker (1984) Rollover (1981) On Golden Pond - Num lago dourado (1981) Lily: Sold Out (1981) Nine to Five (1980) The Electric Horseman (1979) The China Syndrome (1979) California Suite (1978) Comes a Horseman (1978) Coming Home - Amargo regresso (1978) Julia (1977) Fun with Dick and Jane (1977) The Blue Bird - O Pássaro Azul (1976) A Doll's House (1973) Steelyard Blues (1973) Tout va bien (1972) Klute - O Passado condena (1971) They Shoot Horses, Don't They? (1969) Barbarella (1968) Histoires extraordinaires - Histórias extraordinárias (1968) Barefoot in the Park (1967) Hurry Sundown (1967) Any Wednesday (1966) Curée, La (1966) The Chase - Caçada humana (1966) Cat Ballou (1965) Ronde, La (1964) Les Félins - Jaula amorosa (1964) Sunday in New York (1963) In the Cool of the Day (1963) Period of Adjustment (1962) The Chapman Report (1962) Walk on the Wild Side (1962) A String of Beads (1961) Tall Story (1960)     Mais Prêmios Imagens     Vídeos        
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A história de dois amantes separados pelo tempo. Deitado em minha cama, eu repito, eterna e sempre, o nome dela. Ellise McKenna. Vejo seu rosto, estou ao seu lado, numa noite de julho de 1912. Preciso acreditar que é possível. Preciso acreditar que vejo e sinto-a junto a mim. (Diálogo imaginário de Richard Collier) Eu tenho uma mania estranha. Guardo fotos antigas. Não importa de quem. Não me importa também a idade. Jovens, velhos, bonitos, feios, parentes, famosos, nem tão... Guardo-os. Gosto de visualizar o intocável de um sentimento preso em uma foto, em um papel em tons de sépia envelhecido. Talvez por isso, temáticas de volta ao passado me atraem tanto. Assim ocorre todas as vezes que revejo ou leio “Em algum lugar do passado”. A história é teoricamente simples: ao ensaiar sua primeira peça, Richard recebe um relógio de uma senhora idosa, que lhe pede que retorne para ela. Anos se passam, e o escritor teatral está com 36 anos, descobriu recentemente um tumor no cérebro e anda deprimido, sem criatividade para escrever uma nova peça. Decide largar tudo durante um tempo. Em seu caminho está o Grande Hotel, que com sua suntuosidade, chama-lhe a atenção. Lá decide ficar por uma noite. Visita uma exposição de peças antigas do hotel, e se depara com uma imagem que o fascina. Ellise McKenna. Uma atriz que apresentara neste mesmo hotel uma peça. Richard descobre que se passaram quase 70 anos desde que a foto fora tirada. Seria possível apaixonar-se por uma imagem de alguém que não mais existe a não ser em fotos e memórias? Ele se apaixona, e vai contra todas as regras absolutas ou imaginárias, para viajar no tempo e ter aquela que ama pelo menos uma vez. Em suas pesquisas, descobre que realmente esteve no passado, e que a mulher que lhe dera o relógio era a própria Ellise McKenna. Estamos falando do livro de Richard Matheson, narrado em primeira pessoa por Robert Collier, irmão de Richard que encontrara seu diário, e pelo próprio Richard, que conta