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Ficha Título Original:Planet of the Apes Ano/País/Gênero/Duração:1968 / EUA / Ficção científica / 112min Direção:Franklin J. Schaffner Produção:Mort Abrahams Roteiro:Pierre Boulle e Michael Wilson Fotografia:Leon Shamroy Música:Jerry Goldsmith Elenco: Charlton Heston...George Taylor Roddy McDowall...Cornelius Kim Hunter...Zira Maurice Evans...Dr. Zaius James Whitmore...Presidente da assembléia dos macacos James Daly...Dr. Honorious Linda Harrison...Nova Robert Gunner...Landon Lou Wagner...Lucius Woodrow Parfrey...Dr. Maximus   Sinopse Uma nave espacial lançada da Terra viaja à velocidade da luz com quatro tripulantes, voluntários da missão que tenta provar que nessas condições o tempo passaria mais devagar para eles do que para quem ficou no planeta. Ao despertarem de uma hibernação induzida depois de uma viagem de 18 meses de seu tempo, o comandante Taylor comprova que na Terra já teriam se passado dois mil anos e que a teoria estava correta. A nave cai no mar de um planeta desconhecido e os tripulantes tem que abandoná-la às pressas, antes que a mesma afundasse. Agora são apenas três, pois um deles, a astronauta e única mulher do grupo chamada Stewart, morreu devido a um vazamento de ar em sua máquina de hibernação. Quando chegam à terra firme, os astronautas, a princípio, não encontram sinais de vida inteligente, mas continuam procurando pois só dispõem de comida e água para três dias. Depois de uma longa caminhada, eles encontram os primeiros nativos, homens selvagens que não falam e que roubam seus equipamentos e roupas. Logo depois, os astronautas descobrem outra espécie nativa: violentos macacos que falam, se locomovem usando cavalos e atiram com rifles e não demonstram qualquer piedade ao matarem os humanos que encontram. Taylor é ferido na garganta e fica incapaz de falar, enquanto seus dois companheiros não tem melhor sorte: um é morto e o outro desaparece. Taylor é levado para o laboratório da doutora psiquiatra de "animais" Zira que examina o cérebro dos humanos capturados, pois desconfia que os macacos são descendentes dos homens, teoria combatida pelo Doutor Zaius, chefe da religião e da ciência da comunidade símia. Ao se curar do ferimento e conseguir falar, Taylor é perseguido por Zaius que também ataca Zira e seu noivo, o arqueólogo Cornelius. A única forma de se livrarem da perseguição do doutor é provarem que as teorias negadas por ele são verdadeiras e assim Zira, Cornelius e Taylor fogem com a ajuda de outros companheiros e tentam achar provas no sítio arqueológico descoberto antes por Cornelius, que fica na misteriosa "Zona Proibida".     Assista Online   Imagens
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Ficha Título Original:Kumonosu-jō Ano/País/Gênero/Duração:1957 / Japão / Guerra Samurai / 105min Direção:Akira Kurosawa Produção:Akira Kurosawa Roteiro:Shinobu Hashimoto e Hideo Oguni Fotografia:Asakazu Nakai Música:Masaru Satô Elenco:   Toshirô Mifune ... Taketoki Washizu Isuzu Yamada ... Lady Asaji Washizu Takashi Shimura ... Noriyasu Odagura Akira Kubo ... Yoshiteru Miki Hiroshi Tachikawa Hiroshi Tachikawa ... Kunimaru Tsuzuki (as Yôichi Tachikawa) Minoru Chiaki ... Yoshiaki Miki Sinopse Japão, século XVI. As guerras civis sacodem o país. Dois valentes samurais, os generais Washizu Taketori (Toshirō Mifune) e Miki (Minoru Chiaki), regressam aos seus domínios depois de uma batalha vitoriosa. No caminho, uma misteriosa senhora profetizao futuro de Washizu: o guerreiro se converterá no Senhor do Castelo do Norte. A partir deste fato Washizu, auxiliado por sua esposa Asaji Isuzu Yamada, se vê imerso numa trágica e sangrenta luta pelo poder.     Assista Online   Imagens
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Ficha Título Original:Tri orísky pro Popelku Ano/País/Gênero/Duração:1973 / Tchecoslovaquia / Drama Fantasia Familia / 75min Direção:Václav Vorlícek Roteiro: Bozena Nemcová e Frantisek Pavlícek Fotografia:Josef Illík Música:Karel Svoboda Elenco: Libuše Šafránková (Popelka/Aschenbrödel) Pavel Trávníček (Prince) Carola Braunbock (Mother) Daniela Hlaváčová (Dora) Rolf Hoppe (King) Karin Lesch (Queen) Vladimír Menšík (Vincek) Jan Libíček (Preceptor) Míla Myslíková (Housekeeper) Vítězslav Jandák (Kamil) Jaroslav Drbohlav (Vítek) Helena Růžičková (Princess Droběna)   Sinopse Popelka é uma valente garota que vive com sua madrasta e suas meias-irmãs. Quando um lindo príncipe aparece, sua vida muda completamente. Porém, ela não se apaixona imediatamente por ele. Ao invés de animais mágicos, Popelka possui três nozes mágicas. Uma vez quebradas, elas realizam seus desejos. Filme baseado no conto de fadas de Božena Němcova.     Assista Online   Imagens
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Ficha Título Original: Awaara Ano/País/Gênero/Duração: 1951 / India / Drama Musical Romance / 193min Direção:Raj Kapoor Produção:Raj Kapoor Roteiro: Khwaja Ahmad Abbas Fotografia:Radhu Karmakar Música:Jaikishan Dayabhai Pankal Elenco: Prithviraj Kapoor ... Justice Raghunath (as Prithviraj) Nargis ... Rita Raj Kapoor ... Raj Raghunath K.N. Singh ... Jagga Shashi Kapoor ... Young Raj (as Shashiraj) Cuckoo Cuckoo ... Bar Dancer B.M. Vyas ... Dubey (Rita's Father) Leela Mishra ... Mr. Raghunath's Sister-In-Law (as Leela Misra) Baby Zubeida ... Young Rita Leela Chitnis ... Leela Raghunath   Sinopse Raju sempre teve problemas com sua família. Acaba cometendo um crime, é preso e levado à corte, onde seu pai, juiz distrital, decidirá sua sentença. Agora, ele conta apenas com a ajuda de uma ex-namorada como defensora, enquanto seu pai tenta não se envolver emocionalmente.     Assista Online   Imagens
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  Ficha Título Original:Laugh, Clown, Laugh Ano/País/Gênero/Duração: 1928 / EUA / Drama / 73min Direção:Herbert Brenon Produção:Irving Thalberg Roteiro: David Belasco Fotografia:James Wong Howe Música:H. Scott Salinas Elenco: Lon Chaney as Tito/Flick Loretta Young as Simonetta Nils Asther as Count Luigi Ravelli Bernard Siegel as Simon Cissy Fitzgerald as Giacinta Gwen Lee as Lucretia   Sinopse Durante uma viagem, os palhaços Tito e Simon encontram uma menina abandonada, a quem dão o nome de Simonetta. Quando ela cresce, torna-se artista de circo. Um dia, à procura de rosas, ela chega até o jardim do conde Luigi Ravelli, que se apaixona por ela. Algum tempo depois, Ravelli consulta um médico por conta de seus acessos incontroláveis de riso, e é aí que conhece Tito, que procura ajuda para seus acessos incontroláveis de choro. Os dois decidem ajudar um ao outro e estabelecem uma amizade, mas começam a surgir problemas quando percebem que ambos estão apaixonados por Simonetta.     Assista Online   Imagens
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  Ficha Título Original:Mother India Ano/País/Gênero/Duração:1957 / India / Drama / 172min Direção:Mehboob Khan Produção:Mehboob Khan Roteiro:Mehboob Khan Fotografia:Faredoon A. Irani Música:Naushad Elenco: Nargis ... Radha Sunil Dutt ... Birju Rajendra Kumar ... Ramu Raaj Kumar ... Shamu (Radha's Husband) Kanhaiyalal ... Sukhilala (as Kanhaiya Lal) Jilloo Maa Kumkum ... Champa Chanchal Sheela Naik ... Kamla   Sinopse Radha, agora uma mulher velha, relembra seu passado. Ela se lembra de sua vida de casada, a família tem que trabalhar muito duro para pagar a Sukhilala credor. Seu marido perdeu os braços em um acidente e negligenciar a família e Radha teve que criar seus filhos sozinha.     Assista Online   Imagens
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Ficha Título Original: Battle for the Planet of the Apes Ano/País/Gênero/Duração: 1973 / EUA / Ficção científica Ação / 93min Direção: J. Lee Thompson Produção: Frank Capra Jr. Roteiro: Pierre Boulle Fotografia: Richard H. Kline Música:Leonard Rosenman Elenco:   Roddy McDowall…César Claude Akins…Aldo Natalie Trundy…Lisa Serven Darden…Kolp Austin Stoker…MacDonald John Huston…Líder dos macacos e narrador da história Len Ayres…Mandemus Paul Williams…Virgil Sinopse 12 anos após o início do reinado de César (McDowall), foi constituída uma sociedade rural pacífica de macacos, em que a mais valiosa lei é "macaco jamais matará macaco". Eles vivem em paz com alguns humanos sobreviventes da Guerra Nuclear que devastou a sua sociedade. Porém, Aldo (Akins), um gorila beligerante, acha que os macacos devem ter armas e matarem humanos. E conspira com os outros da espécie para que César não continue no poder. César acredita na coexistência futura entre as espécies. Ao ouvir por MacDonald (Stoker), um amigo humano, que existem arquivos com fitas de seus pais, Cornelius e Zira, e que eles teriam falado sobre o futuro, organiza uma expedição ao lugar. É acompanhado por MacDonald e o sábio orangotango Virgil (Williams). Os tapes estão em subterrâneos de uma grande cidade devastada por uma bomba nuclear, que eles pensam estar desabitada. Chegando lá, os humanos mutantes sobreviventes do bombardeio percebem sua presença. E o desequilibrado líder, Kolp (Darden), começa a planejar um ataque aos macacos, por lembrar da rebelião de César e crer que são seres inferiores.     Assista Online   Imagens
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A Megera Domada   A Megera Domada (The Taming of the Shrew) - 1929. De y Sam Taylor. Com Mary Pickford e Douglas Fairbanks   A Megera Domada (The Taming of the Shrew) - 1967. de Franco Zeffirelli, com Elizabeth Taylor e Richard Burton 10 Coisas Que Odeio em Você (10 Things I Hate About You), 1999. Diretor: Gil Junger, Com Heath Ledger e Julia Stiles.   Antônio e Cleópatra   À Sombra das Pirâmides (Antony and Cleopatra), 1972. Diretor: Charlton Heston. com Charlton Heston   Hamlet   Hamlet (1948), de Laurence Olivier   O Homem Mau Dorme Bem (Warui yatsu hodo yoku nemuru), de Akira Kurosawa. Com Toshirō Mifune.   Hamlet (Гамлет, tr. Gamlet), 1964 de Grigori Kozintsev. Com Innokenty Smoktunovsky Hamlet (1964), de Richard Burton.   Hamlet (1969), de Tony Richardson, com Nicol Williamson.   A Herança (1970). de Ozualdo Candeias.   Hamlet (1990), de de Franco Zeffirelli, com Mel Gibson, Glenn Close e Helena Bonham Carter.   Rosencrantz & Guildenstern Estão Mortos (Rosencrantz & Guildenstern Are Dead), 1990. De Tom Stoppard, com Gary Oldman, Tim Roth e Richard Dreyfuss   Hamlet (1996). De Kenneth Branagh, com Branagh, Julie Christie e Kate Winslet   Hamlet (2000), de Michael Almereyda, com Ethan Hawke e Julia Stiles.   Julio Cesar   Julio Cesar (Julius Caesar), 1950. David Bradley, com Charlton Heston.   Julio Cesar (Julius Caesar), 1953. e Joseph L. Mankiewicz, com Marlon Brando   Julio Cesar (Julius Caesar), 1970. de Stuart Burge, com Charlton Heston   Macbeth   Macbeth (1948), de Orson Welles.   Trono Manchado de Sangue (Kumonosu-jō), 1957. De Akira Kurosawa. Com Toshiro Mifune   Macbeth (1971), de Roman Polanski, com Jon Finch   Macbeth (1979), de Trevor Nunn, com Ian McKellen e Judi Dench.   Macbeth (1983) de Jack Gold, com Nicol Williamson Homens De Respeito (Men Of Respect, 1991).de William Reilly, com John Turturro   Macbeth (1998), de Michael Bogdanov, com Sean Pertwee. O Dominio do Mal (Macbeth), 2006 de Geoffrey Wright.   O Mercador de Veneza   O Mercador De Veneza (The Merchant of Venice), 1973. de John Sichel, com Laurence Olivier   O Mercador De Veneza (The Merchant of Venice), 2004. de Michael Radford, com Jeremy Irons e Al Pacino Othelo   Othello (1952). de Orson Welles   Othello (1995). De Oliver Parker, com Laurence Fishburne   Rei Leão   Rei Lear (King Lear), 1983. De Michael Elliott, com Laurence Olivier.   Ran (1985), de Akira Kurosawa.   Terras Perdidas (A Thousand Acres), 1997. De Jocelyn Moorhouse, com Michelle Pfeiffer, Jessica Lange e Colin Firth.   Romeu e Julieta   Romeu e Julieta (Romeo and Juliet), 1936, De George Cukor, com Norma Shearer, Leslie Howard, e John Barrymore.   Romeu e Julieta (Romeo and Juliet), 1954. Renato Castellani, com Laurence Harvey   Romanoff e Julieta (Romanoff and Juliet), 1961. de Peter Ustinov, com Sandra Dee Amor Sublime Amor (West Side Story), 1961. Direção: Robert Wise, Com Natalie Wood.   Um Candango na Belacap (1961), de Roberto Farias, Com Grande Otelo.   Romeu + Julieta (Romeo + Juliet), 2004. de Baz Luhrmann, com Leonardo di Caprio e Claire Danes   O Casamento de Romeu e Julieta (2005), de Bruno Barreto, com Luana Piovani e Marco Ricca.   Sonhos de Uma Noite de Verão   Sonho de uma Noite de Verão (A Midsummer Night's Dream), 1935. de William Dieterle e Max Reinhardt, com James Cagney   Sonho de uma Noite de Verão (A Midsummer Night's Dream), 1999. De Michael Hoffman, com Kevin Kline e Michelle Pfeiffer Diversos   As Badaladas da Meia-Noite (Campanadas a Medianoche), 1965. Direção: Orson Welles (baseado em diversas obras)   Henry V (1989) de Kenneth Branagh com Kenneth Branagh. (Baseado em Henrique V)   Jogo de Intrigas (O), 2001. Tim Blake Nelson, com Julia Stiles, baseado em Mouro de Veneza   Ela é o Cara (She's the Man), 2006 de Andy Fickman, com Amanda Bynes, baseado em Noite de Reis.
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gosto do garoto e ja ouvi falar em o imagrante
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Talvez o mais sentimental dos filmes feitos por Chapplin.- Unindo o enredo com a música, temos o melhor conteúdo cinematográfico das últimas décadas. - É um filme que relata com perfeição a vida íntima da maioria dos artistas. Permanece moderno e atual até hoje. - Lamentavelmente não é reprisado nos programas de televisão, assim como a música não a ouvimos há muito tempo.... Rubens L..
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11. lindo
lindo
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tinha curiosidade em saber sobre existência da familia von trapp.agora sei
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Infelizmente, o De Niro não venceu o Oscar por Taxi Driver.
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é o filme que eu mais amo no mundo todo!
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Muito bacana esse filme, tinha ouvido falar nele várias vezes mas nunca tinha assistido.
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Os mais velhos, durante toda minha juventude, me perguntavam se meu none teria sido inspirado na atriz.Não foi.SDepois de ler sua vida amorosa acidentada,começa a pensar em mudar de nome...
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Por que eu tinha descoberto este site antes? Ele é simplesmente DIVINO!
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Excelente filme e uma interpretação inesquecível de Andy Griffith
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gostei do esclarecimento.assisti,a familia trapp na america,onde interpretam conto dos bosques de viena,a pedido de uma austriaca.
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muito obrigado!
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Pra mim o ator ROBERT Powell deu um banho de interpretação em todos esses, muito bom o ator que Mel Gibson indicou. Mais como Robert Powell,até agora não vir outro.
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Muito bom!!! Amo esse filme!!
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comecei a assistir o filme com essa atriz e amei, otima atriz.
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um dos melhores filmes western que já assostí
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Gostei muito do documentario, me impressionei, ela foi uma mulher muito. Inteligente, de ma personalidade forte, para a maior atriz americana que. Já. Existiu!!!
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adoro o mazzaropi os filmes dele são 100000000000000000000 !!!
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O grande ditador é simplesmente perfeito, quanta coragem teve Charles ao faze-lo.
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Os filmes tem desde há muito contribuído para propagar o imaginário relativo ao jogo. Muitas vezes buscando inspiração na realidade, outras vezes influenciando-a, os filmes sobre a vida de jogadores, sobre jogos de salas de casino de que existem réplicas virtuais disponíveis em sítios web de jogos de casino online, são uma realidade que a indústria do entretenimento não descura. Quem nunca viu um filme do agente secreto mais famoso do mundo, James Bond, 007 ?... Em quase todos os filmes inspirados pelos romances de Ian Fleming, aparecem sempre cenas passadas em salas de casino. Desde o Mónaco a Las Vegas, o agente secreto, para além de herói da espionagem configura-se como um autêntico especialista ao jogo. Além do conhecido agente secreto, na indústria do cinema, provavelmente o primeiro grande filme ou com mais impacto referente a casinos trata-se do Guys and Dolls, com charmoso e mítico Marlon Brando. Daí para cá, alguns filmes como a trilogia Oceans também baseia o seu sucesso a volta deste mundo glamoroso de casinos. Mas, noutros casos, ainda que muito adaptados para cinema, alguns relatam situacões que se passaram e podem passar nos dias que correm como o caso do filme 21 e, ainda mais recente, o filme Jogo de Risco que expoe as fragilidades, esquemas e quantidades de dinheiro que esta indústria movimenta. O mundo dos casinos foi e continuará a ser, inúmeras vezes retratado no cinema. Eestes sao apenas alguns dos exemplos que a indústria de cinema utilizou para fazer referencia a este tipo de jogos. Com tudo isso mas, nao só, a indústria de jogos online tem crescido e movimentado cada vez mais dinheiro todos os anos. Porque, além do glamour demonstrado de jogar em casinos e dos próprios jogos em si que tem sido cada vez mais falados e explorados, hoje em dia também é possível ter acesso a tudo isto sem sair de casa através dos sites de jogos de casino online como emwww.casinoonline.pt/blackjack. Esta indústria tem revelado um enorme crescimento devido ao anonimato da grande maioria dos jogadores, a possibilidade de grandes prémios monetários e ao conformismo de jogar em casa. Mas claro, o facto de os jogos que sao mais jogados como blackjack, póker ou roleta terem sido cada vez mais falados e estudados e aparecem cada vez mais referenciados em filmes faz com que cheguem com mais facilidade ao público geral. Para nao falar que em filmes e na realidade somos “invadidos” com histórias de sucesso e de pessoas que enriqueceram a custa deste tipo de jogos. E, por tudo isto, os filmes recorreram e vao recorrer sempre a esta indústria para ter sucesso de tempos a tempos e, num ciclo vicioso, os jogos tendem a ter também cada vez mais sucesso por serem sempre mais jogados e divuldados.
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Assisti a esse filme lindo, e nele pude rever a querida Agnes Moorehead, a inesquecível Endora, do seriado "A Feiticeira".
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Adoro os filmes dele, retrata o verdadeiro caipira, e o mais interessante que praticamente todos os filmes ele deixava um recado para nós que ainda estamos aqui na terra, Ex: o filme Jeca e a égua milagrosa, tem um pedaço do filme que ele se reporta aos terreiros " quando o coronel fala do casamento do jeca com a égua, o coronel fala que no terreiro é tudo de mentira "", também no filme Pedro malazarte o recado é para humanidade geral, ele faz a figura do coitado, e todo mundo tenta passar ele para traz, mas na verdade ele que saia na melhor, nós vivemos este mundo o mundo do Pedro Malazarte.
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Ficha Título Original: Údolí vcel Ano/País/Gênero/Duração: 1968 / Tchecoslováquia / Drama História / 97min Direção: Frantisek Vlácil Produção: Vera Kadlecova Roteiro: Vladimír Körner Fotografia: Frantisek Uldrich Música: Zdenek Liska Elenco: Petr Cepek ... Ondrej Jan Kacer ... Armin Vera Galatíková ... Lenora Zdenek Kryzánek ... Lord of Vlkov Miroslav Machácek ... Brown Friar Josef Somr ... Rotgier Václav Kotva ... Farmer Jana Hlavácková ... Blind Girl Frantisek Kovárík ... Shepherd Josef Kotapis ... A Collier Petr Sedlák ... A Collier Ludvík Volf ... A Hunter Ladislav Gzela ... Jakub Petr Stepánek ... Markvart     Sinopse   epois de seu pai se casar com uma esposa adolescente, Ondroej é enviado para um internato religioso. Após alguns anos lá, ele começa a refletir sobre questões existenciais e suas crenças, resolve então fugir e voltar para casa. Explorando a natureza da fé e da dúvida o diretor tcheco Frantisek Vlacil constrói uma obra poética ambientada na Idade Média.   ASSISTA ONLINE       Imagens
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Título original: Torn Curtain Ano/País/Gênero/Duração: 1966 / Inglaterra / Thriller / 128min Direção: Alfred Hitchcock Produção: Alfred Hitchcock Roteiro: Brian Moore Fotografia: John F. Warren Música: John Addison Elenco Paul Newman .... Professor Michael Armstrong Julie Andrews .... Sarah Louise Sherman Lila Kedrova .... Condessa Kuchinska Hansjörg Felmy .... Heinrich Gerhard Tamara Toumanova .... bailarina Wolfgang Kieling .... Hermann Gromek Ludwig Donath .... Professor Gustav Lindt Günter Strack .... Professor Karl Manfred Gisela Fischer .... Dra. Koska Mort Mills .... farmacêutico Carolyn Conwell .... esposa do farmacêutico Arthur Gould-Porter .... Freddy David Opatoshu .... Jakobi Sinopse   Um cientista americano decide desertar para Berlim Oriental, a fim de conseguir fundos para seu projeto, mas é seguido por sua noiva.   Notas Em suas clássicas aparições, Alfred Hitchcock surge logo aos oito (8) minutos do filme, segurando um bebê no lobby de um hotel. A cena da morte de "Gromek" foi escrita de forma a passar para o espectador a noção do quão difícil é realmente matar um homem. Uma cena, ainda relacionada ao assassinato, foi cortada, para que o vilão (no caso o alemão assassinado) não ficasse muito "simpático". Originalmente, para reforçar a idéia contra a banalidade da morte, o personagem de Newman encontra o irmão de Gromek, que lhe mostra a foto dos três filhos dele. O roteiro original do filme foi escrito por Bernard Hermann, parceiro de Hitchcock em várias obras. Mas por decisão dos executivos da Universal, ele sofreu alterações. As mudanças no roteiro levaram ao fim da relação profissional entre Hitch e Hermann. O roteiro, confuso para alguns, também levou a atritos entre Paul Newman e o diretor. O ator, já então uma celebridade, chegou a escrever uma carta para Hitchcock com mais de dez alterações a serem feitas no roteiro. Mais tarde, Newman disse que o relacionamento com Hitchcock era muito bom, o único senão, era realmente o roteiro. Bernard Hermann compôs várias trilhas sonoras para os trabalhos de Hitchcock, e chegou a compor para Torn Courtain, mas foi substituído por John Addison. Tanto Hermann quanto Addison fizeram músicas para a cena do assassinato de "Gromek", mas nenhuma foi usada.. ASSISTA ONLINE       Imagens    
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Um filme que nos faz rever as atrocidades de todas as guerras, principalmente as do Vietnan, onde quem mais sofreu e foram vitimadas foram pessoas inocentes. Vi este filme quando ele foi premiado no Oscar, há bastante tempo; todavia, fica uma inesquecível lição de vida: não façamos de nossas vidas uma "roleta russa", por pior que sejam os traumas e amarguras de nossas existências. O filme nos passa, também, uma lição de "viver e deixar que vivam", principalmente na última caçada de "Michael", onde ele deixa a caça seguir em paz, em vida!De toda forma, é uma película que nos faz rever valores, como liberdade e respeito! Para quem não viu, vale a pena ver; para quem já assistiu, vale reviver toda a carga emocional que ele nos transmite. Abraços a todos.
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Um filme que nos faz rever as atrocidades de todas as guerras, principalmente as do Vietnan, onde que mais sofreu e foram vitimadas foram pessoas inocentes. Vi este filme quando ele foi premiado no Oscar, há bastante tempo; todavia, fica uma inesquecível lição de vida: não façamos de nossas vidas uma "roleta russa", por pior que sejam os traumas e amarguras de nossas existências. O filme nos passa, também, uma lição de "viver e deixar que vivam", principalmente na última caçada de "Michael", onde ele deixa a caça seguir em paz, em vida!De toda forma, é uma película que nos faz rever valores, como liberdade e respeito! Para quem não, vale a pena ver; para que já assistiu, vale reviver toda a caga emocional que ele nos transmite. Abraços a todos.
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amei o filme ,não se faz mais filmes assim...
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lolapaloza
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OS COMENTÁRIOS ANTERIORES SÃO A PROVA QUE ROBERT POWER INTERPRETOU NA EXPRESSÃO ,NO OLHAR NA FORMA DE SE POSISSIONAR ,ENFIM EM TUDO,RESTA DIZER SE ELE ERA CONDUZIDO A ISSO PELO DIRETOR OU LEU A BÍBLIA E ENTENTEU QUE TERIA DE SER DAQUELE JEITO,ESSE HOMEM ME FAZIA CHORAR DIANTE DE UMA TELA DE TELEVISÃO QUANDO EU ERA JOVEN TANTAS QUANTAS VEZES EU ASSISTISSE O FILME.ME RECUSO ASSISTIR QUALQUER FILME QUE ELE FEZ DEPOIS NÃO QUERO APAGAR AQUELA IMAGEM,POR QUÊ? ME FAZ BEM VÊLO SÓ COMO JESUS...EU SOU CONVERTIDO HÁ 30 ANOS,TENHO 51 ANOS.
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OS COMENTÁRIOS ANTERIORES SÃO A PROVA QUE ROBERT POWER INTERPRETOU NA EXPRESSÃO ,NO OLHAR NA FORMA DE SE POSISSIONAR ,ENFIM EM TUDO,RESTA DIZER SE ELE ERA CONDUZIDO A ISSO PELO DIRETOR OU LEU A BÍBLIA E ENTENTEU QUE TERIA DE SER DAQUELE JEITO,ESSE HOMEM ME FAZIA CHORAR DIANTE DE UMA TELA DE TELEVISÃO QUANDO EU ERA JOVEN TANTAS QUANTAS VEZES EU ASSISTISSE O FILME.ME RECUSO ASSISTIR QUALQUER FILME QUE ELE FEZ DEPOIS NÃO QUERO APAGAR AQUELA IMAGEM,POR QUÊ? ME FAZ BEM VÊLO SÓ COMO JESUS...EU SOU CONVERTIDO HÁ 30 ANOS,TENHO 51 ANOS.
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Fantastico
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Não é um filme tão ruim assim, principalmente quando a pessoa já passou por isso, ter a mente controlada por alguma coisa evidentemente que não era da Terra, caminhar igual zumbi por dias seguidos, encontrar nave, ser abduzido, ser largado numa estrada magro igual um esqueleto, é, eles fazem isso mesmo. Quando estava dentro da nave eles me doparam, mas acordei por três vezes sentindo uma picada na perna. Estava deitado numa espécie de prateleira fria, de frente para uma porta igual a de elevador. Eu acordava quando a porta abria, talvez o barulho. Na primeira e segunda vez sairam dois humanos perfeitos, sem camisa, morenos, sairam para outro compartimento. Na terceira vez ouvi uma voz dizendo "Estamos criando um novo predador", e vi uma criatura que parecia um inseto humanóide na porta desse "elevador". A cabeça dele parecia as costas de um besouro, cor de barata, acho que eram os olhos enormes. A cabeça ia até abaixo do tórax, mas era magro e fino, como um inseto mesmo. Isso é o que me lembro, então...
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Faltou dizer que ela iniciou a carreira como pin-up, que era mais do que apenas "modelo". O cara que revelou Lucille Ball para o mundo, aliás, foi ninguém menos que Alberto Vargas, o rei das pin-ups. Antes de estourar como humorista Lucy foi Varga Girl e Ziegfield Girl. https://www.youtube.com/watch?v=YhgRHQqLSWY
| 11 ace
achei o filme lindo.... uma verdadeira historia de amor
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O filme com o ator Robert Powell é infinitamente o melhor. Esse filme tem uma luz, é inexplicável.
| 10 ace
  Ficha Título Original:La beauté du diable Ano/País/Gênero/Duração:1950 / França / Drama Fantasia / 96min Direção: René Clair Produção:Salvo D'Angelo Roteiro: René Clair Fotografia:Michel Kelber Música:Roman Vlad Elenco: Michel Simon ... Mephistopheles / Old Prof. Henri Faust Gérard Philipe Young Henri Faust / Young-Looking Mephistopheles Nicole Besnard Marguerite the Gypsy Girl Simone Valère La Princesse Carlo Ninchi Le Prince Raymond Cordy Antoine the Servant Tullio Carminati ... Le Diplomate Paolo Stoppa ... Official Gaston Modot ... Gypsy   Sinopse O professor Fausto está velho e cansado. Pelo intermédio de Mefistofeles, aceita um pacto com o Diabo: recupera sua juventude em troca de sua alma.     Assista Online   Imagens
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  Ficha Título Original:Out of the Past Ano/País/Gênero/Duração:1947 / EUA / Drama Noir / 97min Direção:Jacques Tourneur Produção:Warren Duff Roteiro:Daniel Mainwaring Fotografia:Nicholas Musuraca Música:Roy Webb Elenco: Robert Mitchum ... Jeff Jane Greer ... Kathie Kirk Douglas ... Whit Rhonda Fleming ... Meta Carson Richard Webb ... Jim Steve Brodie ... Fisher Virginia Huston ... Ann Paul Valentine ... Joe Dickie Moore ... The Kid   Sinopse Como um verdadeiro e clássico filme noir, gênero muito explorado nas décadas de 1940 e 1950, o drama inicia-se em uma pacata cidade interiorana da Califórnia e por meio de flashback conhecemos os personagens e os fatos originários da história. Jeff Bailey (Robert Mitchum), dono de uma borracharia de beira de estrada, é descoberto pelo capanga de Whit Sterling (Kirk Douglas) e neste encontro a paz e o sossego de Jeff são interrompidos para que ele retorne aos receios e incertezas de um passado recente. Passado este em que Jeff e seu parceiro foram contratados como detetives particulares para localizarem e "entregarem" Kathie Moffat (Jane Greer) juntamente com uma grande quantia em dinheiro que a mulher levara consigo. Após Jeff descobrir o paradeiro de Kathie em Acapulco, ocorre o que todos "não" esperavam: o romance entre os dois, o que os leva a fugirem de Whit. Mas o inevitável acontece: são descobertos e neste momento ocorre um assassinato e Jeff a abandona. Agora, Jeff é obrigado a ir até Whit para tentar "acertar" as coisas. E acaba recebendo um novo trabalho que percebe ser uma "armadilha".     Assista Online   Imagens
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  Ficha Título Original:A Breath of Scandal Ano/País/Gênero/Duração:1960 / EUA / Drama Comédia Romance / 97min Direção:Michael Curtiz Produção:Carlo Ponti Roteiro: Walter Bernstein Fotografia:Mario Montuori Música:Alessandro Cicognini Elenco: Sophia Loren ... Princess Olympia Maurice Chevalier ... Prince Philip John Gavin ... Charlie Foster Angela Lansbury ... Countess Lina Isabel Jeans ... Princess Eugénie Tullio Carminati ... Albert Milly Vitale ... Can-Can girl Carlo Hinterman ... Prince Ruprecht Roberto Risso ... Aide de camp Friedrich von Ledebur ... Count Sandor Adrienne Gessner ... Amelia   Sinopse É o ano de 1907 em Viena, a "Cidade da Valsa". A bela Sophia Loren é a princesa austríaca que, mesmo tenho sdo expulsa da propriedade familiar por "indiscrições escandalosas", rejeita o desejo de sua mãe de que ela se case com um príncipe. Em vez disso, ela dirige e conquistou a aprovação de seu pai (Maurice Chevalier). Michael Curtiz dirige e Angela Lansbury é o balde de água fria, na pele de uma maquiavélica condessa. Com o figurino sofisticado e a decoração suntuosa da sociedade vienense, O Escândalo da Princesa é uma vaporosa e encantadora comédia romântica que faz a corte do imperador Franz Jospeh ferver de fofocas desenfreadas!       Assista Online   Imagens
| 178 ace
  Ficha Título Original:Elvis Ano/País/Gênero/Duração:1979 / EUA / Biografia Drama / 150min Direção:John Carpenter Produção:Anthony Lawrence Roteiro:Anthony Lawrence Fotografia:Donald M. Morgan Música:Joe Renzetti Elenco: Kurt Russell ... Elvis Presley Shelley Winters ... Gladys Presley Bing Russell ... Vernon Presley Robert Gray ... Red West Season Hubley ... Priscilla Presley Pat Hingle ... Colonel Tom Parker Melody Anderson ... Bonnie   Sinopse A vida de Elvis Presley, desde jovem até os momentos de auge e de decadência da sua carreira. Quando menino, Elvis viveu uma infância conturbada e humilde, e lutou para ascender à fama. Ele se tornou um ícone do rock fazendo diversos filmes em que atuava e cantava, e que sempre continham muitas garotas e brigas. Quando já era uma estrela da música e do cinema, caiu nos excessos da fama e das drogas, o que o levou à uma devastadora decadência. Tudo isso é embalado ao som das músicas de Elvis.     Assista Online   Imagens
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Título Original:Cat People Ano/País/Gênero/Duração: 1942 / EUA / Horror Mistério / 73min Direção:Jacques Tourneur Produção:Val Lewton Roteiro: DeWitt Bodeen Fotografia:Nicholas Musuraca Música: Roy Webb Elenco Simone Simon ... Irena Dubrovna Reed Kent Smith ... Oliver Reed Tom Conway ... Dr. Louis Judd Jane Randolph ... Alice Moore Jack Holt ... The Commodore Sinopse Irena Dubrovna é uma sérvia que trabalha com desenho de moda. Ela e o americano Oliver Reed se conhecem num zoológico, se apaixonam e casam-se. Mas logo começam a ter problemas, quando Irena acredita ser descendente de uma raça de mulheres-monstros que se transformam em onça negras sedentas por sangue assim que são beijadas ou sentem ciúmes. O filme se encerra com alguns versos dos Sonetos Sacros de John Donne. ASSISTA ONLINE      
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Adoro esse filme, um dos melhores que assisti.
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50. filmaço
filmaço
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amei esse filme, nao se faz mais filmes como antes
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Parabéns pelo site, é maravilhoso, bem organizado e eficiente!
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Impossível não se comover com cada aparição e relatos sobre a vida de M.M, impossível não chorar...
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Foi uma das mulheres mais lindas de toda a história do cinema mundial e hoje está com 76 anos de idade! E fico pensando: quantas atrizes atuais jovens e belas chegarão aos 70 ou 80 de idade? dará para contar nos dedos! E por um conjunto de motivos entre os principais o abuso de álcool e o consumo de drogas das mais diversas. Hoje as belíssimas atrizes do cinema atual dentro de 10 ou 15 anos não estarão mais entre nós ou terão envelhecido precocemente!
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Parabéns aos idealizadores deste maravilhoso site cultural e informativo sobre o cinema mundial! Fico feliz e emocionado em ler a história de tantos astros e atrizes que marcaram várias gerações. Sou um apaixonado por cinema e compararando o que se vê em filmes atuais com os antigos a DIFERENÇA é enorme. Naquela época cinema era para a família mesmo e hoje a gente já se preocupa em assistir primeiro o filme e ver se ele pode ser visto por filhos e sobrinhos em idade inferior a adolescência. O cinema de hoje com algumas exceções é um LIXO e a moralidade inexiste. É sexo em tudo quanto é filme seja de forma direta ou indireta.
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This films not good sory
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  Ficha Título Original:Titanic Ano/País/Gênero/Duração:1953 / EUA / Drama / 98min Direção:Jean Negulesco Produção:Charles Brackett Roteiro:Charles Brackett, Richard L. Breen e Walter Reisch Fotografia:Joseph MacDonald Música:Sol Kaplan Elenco: Clifton Webb...Richard Ward Sturges Barbara Stanwyck...Julia Sturges Robert Wagner...Gifford "Giff" Rogers Audrey Dalton...Annete Sturges Thelma Ritter...Maude Young Brian Aherne...Capitão Edward John Smith Richard Basehart...George S. Headley Allyn Joslyn...Earl Meeker Harper Carter...Norman Sturges James Todd...Sandy Comstock Frances Bergen...Madeleine Astor William Johnstone...John Jacob Astor James O´Hara...Devlin Charles B. Fitzsimons...Chefe Wilde Guy Stanging Jr....George D. Wildener Barry Bernard...Oficial Murdock Helen Van Tuyl...Ida Straus Marta Mitorvich...Jean Uzcadum   Sinopse Júlia Sturges, uma dama norte-americana da alta sociedade inglesa, embarca no Titanic acompanhada pelos filhos, Annette e Norman, e deixa para trás o marido, Richard Ward Sturges, pois, está cansada do estilo sofisticado dele e planeja voltar a viver nos Estados Unidos com os filhos. Richard compra uma passagem de um passageiro basco no último minuto e embarca atrás da família. Enquanto isso, o capitão Smith ignora os riscos de avisos de icebergs e continua com a embarcação em alta velocidade pela perigosa rota. Dentre os passageiros estão ainda a milionária Maude Young (inspirada em Margaret Brown), o estudante universitário Gifford (que se apaixona por Annette) e o ex-padre alcoólico George Headley.     Assista Online   Imagens
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Ficha Título Original:Saikaku ichidai onna Ano/País/Gênero/Duração:1952 / Japão / Drama / 148min Direção:Kenji Mizoguchi Produção:Hideo Koi Roteiro: Saikaku Ihara e Kenji Mizoguchi Fotografia:Yoshimi Hirano e Yoshimi Kono Música:Ichirô Saitô Elenco: Kinuyo Tanaka ... Oharu Tsukie Matsuura ... Tomo, Oharu's Mother Ichirô Sugai ... Shinzaemon, Oharu's Father Toshirô Mifune ... Katsunosuke Toshiaki Konoe ... Lord Harutaka Matsudaira Kiyoko Tsuji ... Landlady Hisako Yamane ... Lady Matsudaira   Sinopse Baseado em romance de Saikaku Ihara, o filme conta a história da vida de Oharu, uma mulher que na juventude fazia parte da cortê do imperador e que em virtude de um relacionamento acaba como pedinte e cortesã, já senhora.     Assista Online   Imagens
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Ficha Título Original:The Harder They Fall Ano/País/Gênero/Duração:1956 / EUA / Drama Noir / 109min Direção:Mark Robson Produção:Philip Yordan Roteiro:Philip Yordan Fotografia:Burnett Guffey Música:Hugo Friedhofer Elenco: Humphrey Bogart ... Eddie Willis Rod Steiger ... Nick Benko Jan Sterling ... Beth Willis Mike Lane ... Toro Moreno Max Baer ... Buddy Brannen   Sinopse mbientado no dramático submundo do boxe, um ex-jornalista esportivo que tem de repensar seus valores diante da crueldade de empresários gananciosos e outros especuladores amorais com os quais entra em acordo para organizar a tal farsa do título. Trata-se de enganar um boxeador inexperiente e "arranjar" lutas; o resultado das armações, obviamente, iria para os bolsos de inescrupulosos agentes.     Assista Online   Imagens
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  Ficha Título Original:The Body Snatcher Ano/País/Gênero/Duração:1945 / EUA / Terror Policial / 77min Direção:Robert Wise Produção:Val Lewton Roteiro: Robert Louis Stevenson e Philip MacDonald Fotografia:Robert De Grasse Música:Roy Webb Elenco: Boris Karloff ... Cabman John Gray Bela Lugosi ... Joseph Henry Daniell ... Dr. Wolfe 'Toddy' MacFarlane Edith Atwater ... Meg Cameron Russell Wade ... Donald Fettes Rita Corday ... Mrs. Marsh Sharyn Moffett ... Georgina Marsh Donna Lee ... Street Singer   Sinopse Na Edinburgo de 1831, o Dr. MacFarlane contrata um cocheiro para desenterrar corpos e trazê-los para que possa fazer suas experiências. Com o aumento da segurança nos cemitérios, o cocheiro torna-se um assassino para conseguir os corpos e Joseph, um vigia, flagra uma das mortes e aborda Gray, o qual sugere uma parceria para que não o entregue às autoridades.     Assista Online   Imagens
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Ficha Título Original:Amazing Mr. X Ano/País/Gênero/Duração:1948 / EUA / Noir Policial / 78min Direção:Bernard Vorhaus Produção:Benjamin Stoloff Roteiro:Crane Wilbur e Muriel Roy Bolton Fotografia:John Alton Música:Alexander Laszlo Elenco: Turhan Bey ... Alexis Lynn Bari ... Christine Faber Cathy O'Donnell ... Janet Burke Richard Carlson ... Martin Abbott Donald Curtis ... Paul Faber Virginia Gregg ... Emily   Sinopse Durante certa noite em uma praia, Christine Faber, viúva há dois anos, ouve o que acha ser o chamado do seu marido Paul. Logo após esse fato, ela conhece o misterioso Alexis, um homem que parece saber de tudo, quando o assunto é o sobrenatural. Depois de mais manifestações fantasmagóricas, Christine e sua irmã Janet enveredam nos caminhos de Alexis, que por sua vez está totalmente dominado pelo objetivo maléfico que tem em mente.     Assista Online   Imagens
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obrigado por ter existido,mazzarope.
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Ficha Título Original:Sudden Fear Ano/País/Gênero/Duração:1952 / EUA / Noir Policial / 110min Direção:David Miller Produção:Joe Kaufmann Roteiro:Lenore J. Coffee e Robert Smith Fotografia:Charles Lang Música:Elmer Bernstein Elenco: Joan Crawford ... Myra Hudson Jack Palance ... Lester Blaine Gloria Grahame ... Irene Neves Bruce Bennett ... Steve Kearney Virginia Huston ... Ann Taylor Mike Connors ... Junior Kearney   Sinopse Lester Blaine (Jack Palance) é um ator em busca do sucesso que, ao tentar o papel numa peça de teatro, é sumariamente recusado pela estrela principal Myra Hudson (Joan Crawford) sob o argumento de que ele não possui o "ar romântico" necessário para o personagem. Arrasado, Blaine decide perseguir a atriz numa viagem de trem de Nova York a São Francisco. Seu objetivo é provar a Myra que ele é sim romântico. E para isso vai justamente tentar conquistá-la. Crawford e Palance foram indicados para o Oscar (a primeira dele na Academia).     Assista Online   Imagens
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  Ficha Título Original:Sorry, Wrong Number Ano/País/Gênero/Duração:1948 / EUA / Drama Noir Policial / 89min Direção:Anatole Litvak Produção:Anatole Litvak Roteiro:Lucille Fletcher Fotografia:Sol Polito Música:Franz Waxman Elenco: Barbara Stanwyck ... Leona Stevenson Burt Lancaster ... Henry J. Stevenson Ann Richards ... Sally Hunt Lord Wendell Corey ... Dr. Philip Alexander Harold Vermilyea ... Waldo Evans Ed Begley ... James 'J.B.' Cotterell Leif Erickson ... Fred Lord William Conrad ... Morano John Bromfield ... Joe - Detective   Sinopse Na noite de Ano Novo, Madeline está só em casa. Ela é nova, bonita, rica e vive semi-entrevada. Ligando para o escritório do marido, ouve uma linha cruzada. Estão falando sobre o assassinato de uma mulher, que talvez seja ela.     Assista Online   Imagens
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seu humor e atual,quando se tratava,de temas como;racismo ,preconceitos, politica,injustiça social entre outras coisas a alegria e o humor simples ,que agradava o publico de todas as idades e classe social. parabens mazzarope...
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Temos quase todos os filmes ,e estamos assistindo pela tv brasil e tv cultura,todas as reportagens entre outras coisas estamos acompanhando sempre;meu pai era fã etrabalhava no metro1[cinema] seu nome era Jose viola,nosso sonho é conhecer o hotel fazenda mazzarope.O que ele era não importa,somos fAS INCONDICIONAL! moramos em ararangua santa catarina, eu sou de sao paulo e o meu marido do rio grande do sul.
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Ficha Título Original: Mad Love Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Terror Romance Sci Fi / 68min Direção: Karl Freund Produção: John W. Considine Roteiro: Maurice Renard Fotografia: Chester A. Lyons Música: Dimitri Tiomkin Elenco: Peter Lorre ... Doctor Gogol Frances Drake ... Yvonne Orlac Colin Clive ... Stephen Orlac Ted Healy ... Reagan Sara Haden ... Marie (as Sarah Haden) Edward Brophy ... Rollo Henry Kolker ... Prefect Rosset Keye Luke ... Dr. Wong May Beatty ... Françoise   Sinopse Orlac é um pianista virtuoso que sofre um acidente de trem e tem suas mãos decepadas. Em um procedimento experimental, lhe são implantadas as mãos de um assassino que acabara de ser executado. Quando descobre a quem pertenciam suas novas mãos, Orlac acredita que agora também tem a predisposição para matar. O visual do filme é estilo Grand Guignol, e a interpretação de Peter Lorre como o médico-cirurgião, que num súbito de intensidade desenfreada implantou as de um assassino estaqueador no sensível pianista Orlac, é antológica. Elementos de sobra que torna este filme um clássico do gênero fantástico. O filme é a adaptação da história "As mãos de Orlac" de Maurice Renard. Versão hollywoodiana para o mudo "As mãos de Orlac" dirigido por Robert Wiene em 1924.     Assista Online   Imagens
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somos fãs incondicional, era eé omaior astro,diretor,e escritor de todos os tempos.o orgulho do brasil... saudades...
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ESSE FILME TEM ELE A CORES, JÁ VI NO SBT DURANTE A MADRUGADA
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Exceto uma ou outra, as latinas são as mais belas do planete.
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Exceto uma ou outra, as latinas são as mais belas di planete.
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amo filmes antigos sao melhores
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Ficha Título Original:La nuit américaine Ano/País/Gênero/Duração:1973 / França / Drama Comédia Romance / 115min Direção:François Truffaut Produção:Marcel Berbert Roteiro:François Truffaut e Jean-Louis Richard Fotografia:Pierre-William Glenn Elenco: Jacqueline Bisset .... Julie Jean-Pierre Léaud .... Alphonse François Truffaut .... Ferrand Valentina Cortese .... Severine Jean-Pierre Aumont .... Alexandre Jean Champion .... Bertrand Nathalie Baye .... Joelle   Sinopse O filme mostra Ferrand, um cineasta, durante a produção de um filme chamado Je vous presente Pamela, seus imprevistos, atores com ego inflado, problemas de bastidores, e as soluções improvisadas para concluir o projeto a tempo, como por exemplo, furtar um vaso do hotel onde o elenco estava hospedado para compor o cenário da casa da personagem "Pamela". Durante as filmagens de Je vous presente Pamela, Alphonse e Julie, os atores principais, têm um caso, mas ela não leva o caso adiante. Com ciúme, ele conta ao marido dela, que invade o set de gravação, enquanto o ator ameaça abandonar o projeto — e esse é só um dos problemas que Ferrand tem de enfrentar.     Assista Online         Imagens
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Ficha Título Original:Conflict Ano/País/Gênero/Duração:1945 / EUA / Drama Noir / 86min Direção:Curtis Bernhardt Produção:William Jacobs Roteiro:Arthur T. Horman e Dwight Taylor Fotografia:Merritt B. Gerstad Elenco: Humphrey Bogart ... Richard Mason Alexis Smith ... Evelyn Turner Sydney Greenstreet ... Dr. Mark Hamilton Rose Hobart ... Kathryn Mason Charles Drake ... Prof. Norman Holsworth Grant Mitchell ... Dr. Grant Patrick O'Moore ... Det. Lt. Egan (as Pat O'Moore) Ann Shoemaker ... Nora Grant Edwin Stanley ... Phillips   Sinopse Um engenheiro, preso num casamento infeliz, planeja assassinar a esposa para ficar com a irmã mais nova dela.     Assista Online         Imagens
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Ficha Título Original:Agnes of God Ano/País/Gênero/Duração:1985 / EUA / Drama Suspense / 98min Direção:Norman Jewison Produção:Norman Jewison Roteiro:John Pielmeyer Fotografia:Sven Nykvist. Elenco: Jane Fonda .... dra. Martha Livingston Anne Bancroft .... madre Miriam Ruth Meg Tilly .... irmã Agnes Anne Pitoniak .... mãe da Dra. Livingston Winston Rekert .... detetive Langevin Gratien Gélinas .... padre Martineau Guy Hoffman .... juiz Joseph Leveau Gabriel Arcand .... monsenhor Françoise Faucher .... Eve LeClaire Jacques Tourangeau .... Eugene Lyon   Sinopse   A psiquiatra Martha Livingston é enviada a um convento pelo juiz Joseph Leveau para investigar a morte do fruto da suposta concepção virginal da freira noviça Agnes. A psiquiatra tem dificuldade em solucionar o caso, enquanto a madre superiora Miriam Ruth acredita que a gravidez seria um milagre.   Assista Online         Imagens
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  Ficha Título Original:A Farewell to Arms Ano/País/Gênero/Duração:1957 / EUA / Drama / 152min Direção:Charles Vidor Produção:Arthur Fellows Roteiro:Ben Hecht Fotografia:Oswald Morris Elenco: Rock Hudson ..... Frederick Henry Jennifer Jones ..... Catherine Barkley Vittorio De Sica ..... Major Alessandro Rinaldi Oskar Homolka ..... Dr. Emerich Mercedes McCambridge ..... Senhora Van Campen Elaine Stritch ..... Helen Ferguson Kurt Kasznar ..... Bonello Alberto Sordi ..... Padre Galli   Sinopse O amercicano Frederick Henry vai à Itália durante a Primeira Guerra Mundial, procurando trabalho como correspondente de guerra, mas acaba se tornando motorista de ambulância com a insígnia de tenente. Às vésperas de uma ofensiva italiana contra o exército austríaco, ele conhece a ajudante da Cruz Vermelha inglesa Catherine Barkley e os dois se apaixonam. Henry é ferido na batalha que se segue e é levado para o hospital americano em Milão. Graças aos seus amigos italianos, os dois se reencontram no hospital e ficam juntos durante a recuperação de Henry. Catherine engravida mas não quer se casar. Henry é forçado a retornar para a sua unidade. Ele volta num momento dificil, quando os alemães conseguem forçar os italianos a recuarem (Batalha de Caporetto). Durante o caos que se segue, seu amigo oficial e médico Alessandro Rinaldi é fuzilado pelos próprios soldados italianos, o que faz com que Henry abandone o exército. Ele volta para Catherine e os dois escapam para a Suíça.     Assista Online         Imagens
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  Ficha Título Original:La sirène du Mississippi Ano/País/Gênero/Duração:1969 / França / Drama / 123min Direção:François Truffaut Produção:Marcel Berbert Roteiro:François Truffaut Fotografia:Denys Clerval Elenco: Jean-Paul Belmondo .... Louis Mahé Catherine Deneuve .... Julie Roussel / Marion Vergano Nelly Borgeaud .... Berthe Martine Ferrière .... Landlady Marcel Berbert .... Jardine Yves Drouhet .... investigador Michel Bouquet .... Camolli Roland Thénot .... Richard   Sinopse Depois de um namoro por correspondência, Louis Mahé, dono de uma fazenda e de uma fábrica de tabaco na Ilha da Reunião, África, se casa com Julie Roussel, mesmo ela não parecendo com a foto que lhe mandou antes. Ele não sabe, mas Julie está envolvida num caso de uma mulher que foi assassinada, no passado, em circunstâncias misteriosas. Esse fato e o amor de ambos mudará a vida de Louis completamente, fazendo-o se aproximar cada vez mais da ruína e da morte.     Assista Online         Imagens
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  Ficha Título Original: L'homme qui aimait les femmes Ano/País/Gênero/Duração: 1977 / França / Comédia Drama Romance / 120min Direção: François Truffaut Produção: Marcel Berbert e François Truffaut. Roteiro: Michel Fermaud, Suzanne Schiffman Fotografia: Néstor Almendros Elenco: Charles Denner…Bertrand Morane Brigitte Fossey…Geneviève Bigey Nelly Borgeaud…Delphine Grezel Geneviève Fontanel…Hélène (creditada como Genevieve Fontanel) Leslie Caron…Véra Nathalie Baye…Martine Desdoits Valérie Bonnier …Fabienne (creditada como Valerie Bonnier) Jean Dasté…Doutor Bicard François Truffaut…Homem no funeral (não creditado)   Sinopse Na cidade francesa de Montpellier, em dezembro de 1976, ocorre o funeral de Bertrand Morane que é assistido por um grande número de mulheres. A história do homem é mostrada em flashback. Morane é um homem de meia-idade que trabalha num laboratório onde faz experimentos sobre aerodinâmica de aviões e embarcações. Quando não está trabalhando, ele persegue compulsivamente várias mulheres que encontra nas ruas ou conhece em lojas ou escritórios. Ele vai atrás de uma que viu apenas as pernas e anota a chapa do carro. Ele tenta de todas as formas conseguir o nome dela e até choca seu carro contra um poste, tentando obter da seguradora a informação sob a alegação de que ela causara o acidente. Enfim uma funcionária da seguradora ouve suas reclamações e lhe dá o endereço, mas Morane não consegue se encontrar com a mulher pois o carro era de uma parente dela. Logo depois ele vai até a funcionária da seguradora e consegue um encontro. Ele tenta uma relação com a dona de uma loja (Hélène), que vestia um manequim com lingerie preta. Os dois saem mas a mulher não quer continuar a se encontrar com ele pois diz ser atraida só por homens mais jovens. Essa decepção o faz iniciar um livro, contando sua vida. Ele fala da mãe, da primeira namorada de adolescência e de sua primeira relação em um prostíbulo. Pouco depois, um policial o avisa que Delphine, esposa de médico que fora sua amante, saira da prisão e procura por ele. Em uma consulta médica, Morane descobre que contraira uma doença venéria mas não sabe dizer de quem pegou pois havia dormido com seis mulheres no espaço de apenas doze dias. Morane envia seu manuscrito a uma editora de Paris e a funcionária Genevieve aceita publicá-lo, sem antes também dormir com ele.     Assista Online    
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Título Original:Men of Boys Town Ano/País/Gênero/Duração:1941 / EUA / Drama / 106min Direção:Norman Taurog Produção: John W. Considine Roteiro:James Kevin McGuinness Fotografia: Harold Rosson Música:Herbert Stothart Elenco Spencer Tracy ... Father Flanagan Mickey Rooney ... Whitey Marsh Bobs Watson ...Pee Wee Larry Nunn ... Ted Martley Darryl Hickman ... Flip Henry O'Neill ... Mr. Maitland Mary Nash ... Mrs. Maitland Lee J. Cobb ... Dave Morris   Sinopse O Sr. E a Sra. Maitland dão a Ted, um menino deficiente físico, um cachorro e oferecem arcar com os custos de uma operação para curá-lo, mas adotam Whitey. Whitey vai visitar Flip, um amigo na Escola / Reformatório, que furta seu carrinho. Flip rouba também dinheiro e ambos retornam para Escola / Reformatório. O Padre Flanagan / Spencer Tracy, luta contra as condições oferecidas pela escola, e os meninos são liberados e entregues à sua guarda. O cachorro de Ted morre, mas ele ganha uma operação e consegue andar. Os Maitlands, pagam integralmente as contas para a Cidade de Meninos. Spencer Tracy e Mickey Rooney, ambos ganharam o Oscar em 1938, pelos seus desempenhos, na comovente história do Padre Flanagam e os jovens delinquentes, em 1938.   ASSISTA ONLINE      
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Título Original: Wuthering Heights Ano/País/Gênero/Duração: 1970 / EUA / Drama Aventura Romance / 104min Direção:Robert Fuest Produção: Samuel Z. Arkoff Roteiro:Robert Fuest Fotografia: John Coquillon Música:Michel Legrand Elenco Anna Calder-Marshall ... Cathy Earnshaw Timothy Dalton ... Heathcliff Harry Andrews ... Mr. Earnshaw Pamela Brown ... Mrs. Linton Judy Cornwell ... Nellie James Cossins ... Mr. Linton Rosalie Crutchley ... Mrs. Earnshaw Hilary Heath ... Isabella Linton   Sinopse   Wuthering Heights lançado em 1847, foi o único romance da escritora britânica Emily Brontë. Um romance que venceu vários preconceitos e o próprio tempo. Depois de humilhado pela família da amada, um homem retorna e reafirma o seu amor. ASSISTA ONLINE      
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Título Original: The Two Mrs. Carrolls Ano/País/Gênero/Duração: 1947 / EUA / Drama Noir Policial / 99min Direção: Peter Godfrey Produção: Jack L. Warner Roteiro: Thomas Job Fotografia: J. Peverell Marley Música: Franz Waxman Elenco Humphrey Bogart... Geoffrey Carroll Barbara Stanwyck... Sally Morton Carroll Alexis Smith... Cecily Latham Nigel Bruce... Dr. Tuttle Isobel Elsom... Mrs. Latham Patrick O'Moore... Charles Pennington Ann Carter... Beatrice Carroll Anita Sharp-Bolster... Christine Barry Bernard... Horace Blagdon   Sinopse Humphrey Bogart representa o papel de Geoffrey Carroll, um artista de personalidade complexa e demonstrando transtorno mental, conhece Sally (Stanwick), de férias no lugar. Começa um romance entre ambos, mas ele não conta a ela que já era casado. Passando por uma crise psicótica, Geoffrey volta para casa onde ele pinta sua esposa como o anjo da morte e imediatamente a envenena. Casa-se, em seguida, com Sally, mas após algum tempo, ele tem necessidade urgente de pintá-la também como o anjo da morte e a história parece vai se repetir.   ASSISTA ONLINE      
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  Título Original: Whirlpool Ano/País/Gênero/Duração: 1949 / EUA / Drama/Policial/Suspense / 97min Direção: Otto Preminger Produção: Otto Preminger Roteiro: Ben Hecht e Andrew Solt Fotografia: Arthur C. Miller Música: David Raksin Elenco Gene Tierney ... Ann Sutton Richard Conte ... Dr. William 'Bill' Sutton José Ferrer ... David Korvo (as Jose Ferrer) Charles Bickford ... Lt. James Colton Barbara O'Neil ... Theresa Randolph Eduard Franz... Martin Avery Constance Collier ... Tina Cosgr Fortunio Bonanova ... Feruccio di Ravallo   Sinopse   No desespero de encontrar uma solução para sua cleptomania, mulher acaba nas mãos de um hipnotizador mau caráter que vai utilizar-se de sua condição para fins ilícitos.   ASSISTA ONLINE      
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gosto dos filmes do chaplim é só hahahahahahahahahah
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Top 10 Atrizes latinas em Hollywood. Latinas são pessoas oriundas de países que falam línguas latinas, do LATIN, originado no Lácio, região de Roma. Exemplo: italiano, francês, espanhol, português, romeno, catalão, gallego, aragonês, asturiano, leonês, romanche, mirandês, vêneto, lígure, siciliano, piemontês, napolitano, sardo, occitano, valão, picardo, rético, dalmático e outros idiomas e dialetos.
| 17 ace
lliiiiiiiiiiindddddddddddoo
| 15 ace
lliiiiiiiiiiindddddddddddoo
| 14 ace
Obrigada pelo texto lindo! Amo a Bette. Parabéns!
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88. otimo
otimo
| 20 ace
89. otimo
otimo
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Carissimo Jurandir, vc esta confundindo Jean Jacques Annaud, diretor frances com Philliph Kauffman, diretor americano, que realizou Os eleitos, A insustentavel leveza do ser, Henry e June, etc.
| 16 ace
91. otimo
otimo
| 16 ace
Bom assistir de novo.Jerry que já tá com 88 aninhos,e entre nós!!
| 18 ace
Intenso, forte, chocante, filme pra não ser esquecido......
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Muito bom esse filme
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Filme de comedia adoreiiii kkkkkk ;) :)
| 16 ace
Maravilhoso ator.talentoso,carismático,sublime.
| 16 ace
Fernando Monteiro Muito se falou da vitoriosa carreira de Paul Newman – quando o astro hollywoodiano faleceu, no dia 26 de setembro do ano passado, aos 82 anos. Um ano após, é claro que o ator é lembrado – como o carismático protagonista de Gato em teto de zinco quente (1956), com a perna engessada e o talento solto (pelo Actors Studio do legendário Lee Strasberg) e até de filmes menores como A cor do dinheiro (1987), mas ninguém, aqui e lá fora, mostrou-se capaz de vê-lo como uma excelente presença em faroestes clássicos como Um de nós morrerá e Hombre, entre outros. Em termos de westerns, só houve a lembrança, ao longo dos últimos doze meses, de um mediano filme de 1969 – Butch Cassidy and Sundance Kid – no qual Newman dividiu a tela com outro ator do seu mesmo tipo físico: Robert Redford. É um faroeste meio cômico, no qual os dois “galãs”, ainda jovens e acrobáticos, viveram os papéis dos dois bandidos americanos que vieram morrer na Bolívia, quando já não havia muito espaço, no Oeste, para os fora-da-lei tangidos para longe da pradaria cheia de poços de petróleo onde antes havia índios, gado e o “vasto céu” de A. B. Guthrie. Butch Cassidy foi dirigido pelo artesão George Roy Hill, com aquela mão leve que ele tem, e que nunca ousou tocar no fundo das coisas. E Newman/Redford foram convidados a personificar a dupla de desesperados sem desespero verdadeiro algum, com um sorriso nos lábios e uma bicicleta disponível para rodar em torno de uma casa de fazenda, na famosa cena pastoral de Newman levando Katherine Ross de carona, ao som de embalo (gostoso) de Burt Bacharach. Perdeu-se uma grande oportunidade, na verdade, de abordar duas vidas na fronteira de duas épocas, com a dramaticidade que poderia ter resultado do confronto daqueles dois homens livres – num sentido até certo ponto “selvagem” – com o ambiente e a cultura que se transformavam em algo mais hostil do que nunca para o tipo deles. Em vez disso, Hill e os produtores seguiram pelo caminho daquela bicicletinha que Newman pedala, com mais o peso extra de Ross, com graça e leveza à altura do róseo filme a respeito de bandoleiros da pesada. Robert Redford, 73 anos, por ocasião da morte de Newman, disse (como Sundance Kid diria): “Perdi um verdadeiro amigo. Minha vida e este país são melhores porque ele esteve em ambos”. Só faltou uma orquestra de violinos executando o hino americano, com os músicos fardados de fuzileiros, todos sobre uma mesa de tecido em xadrez azul, vermelho e branco para servir torta de maçã caramelada. Ele será lembrado como um artista, um cavalheiro e um filantropo, cuja extraordinária carreira era inigualável, em cada aspecto, com uma vida exemplar”, foi a frase de alguém mais (não importa quem), em posição de dizer coisas comoventes para os noticiários de televisão noturnamente engravatados. Todos enxugaram uma discreta lágrima – e ninguém foi capaz de recordar direito os doidos homens do Oeste que Newman interpretou, várias vezes, do maluco “juiz” Roy Bean até um Buffalo Bill obviamente descompensado pela carreira no mundo do espetáculo montada em cima de uma carreira, anterior e real, sobre as trilhas de sangue da Sétima Cavalaria de George Armstrong Custer punida, exemplarmente, pelo touro que se levantou para levar seis mil índios à grande vitória do chefe Sitting Bull comandando as tribos da região de Little Big Horn. Depois, os índios caíram no seu crepúsculo – mas isso já é outra história. Aqui, trata-se de homenagear um ator capaz de dar a exata medida de desajustamento ao melhor dos “Billy Kid” do cinema: aquele que Newman criou para o então cineasta independente Arthur Penn, em The left-handed gun (“Um de nós morrerá”, 1958), justamente porque Paul foi um excelente intérprete de gente sob tensão que se torna outsider ou que cai naquela espécie de loucura que é um grito contra as coisas arrumadinhas em cima das mesas de panos quadriculados das cozinhas de tortas e outras coisas – mais tortas ainda. DO “KID” AO HOMBRE "Um de nós morrerá” é considerado o melhor filme que aborda a vida do pistoleiro-menino que tornou famoso o Arizona de antes da Roswell dos discos voadores, Billy The Kid. Garoto crescido em meio à franca violência da região, William Harrison Bonney foi uma espécie de James Dean, perigosíssimo, do faroeste real, e ficar na frente dele – que era, claro, ao mesmo tempo infantil e, portanto, “inocente” – era muito arriscado para qualquer um. Principalmente para o xerife Pat Garret, amigo de Bonney, que terminaria por matá-lo em circunstâncias que permanecem mais ou menos obscuras até hoje (ao que tudo indica, o “Kid” estava desarmado). Penn e Newman deram ao filme do “Canhoto” (daí o título) um desespero memorável, uma qualidade de situação-limite em preto-e-branco contrastado que é tudo, menos suave e parecido com os elogios que cercaram a morte real do ator. Seu Billy Kid morre como um celerado no meio de um monte de equívocos, jovem rapaz a quem ninguém escutou atentamente – a não ser o velho inglês dono de uma fazenda que ele buscou vingar, assim enveredando pelo crime que chegou a ser algo como uma carreira numa certa América (recordemos Jesse James, Dillinger, Bonnie & Clyde e outros). A atuação do então jovem Paul nesse filme é magistral. Sua máscara é a de um Billy Budd de instintos maus despertados pelas pessoas más, e o espectador é levado a ficar do lado do “bandido”, como sempre – isto é, sempre que diretores e atores conseguem encenar a vida de um marginal com a exata porção de rebeldia inconsciente, e mais tensão e reação fotografadas por uma câmera isenta, mas não fria. "The lef-handed gun" nos deixa com a impressão de que algo ficou por ser dito em todas as anteriores biografias cinematográficas de Billy – e, os que têm fé, talvez olhem para o céu, depois, um pouco menos crentes do que eram antes de assistir o filme desesperado sobre um desperate dos mais desesperados da tela. Porém não foi essa, em minha opinião, a melhor das atuações de Paul Newman em westerns de qualidade. Porque ele compôs um hombre ainda mais verdadeiro e forte no filme do mesmo título, conduzido pelo vigoroso Martin Ritt (1914-1990) que o dirigiu em meia dúzia de obras assinadas por esse diretor digno do panteão dos melhores do cinema americano. O APACHE BRANCO O personagem John Russell, o “hombre” do -- ótimo -- livro – de Elmore Leonard que serviu de base ao roteiro (do próprio autor e de Irving Ravetch) filmado por Ritt, é um apache branco que vive no sem-lugar da cultura dos mestiços, e que está disposto a optar, sempre, pelo sangue índio correndo nas suas veias divididas. Veias fechadas e não abertas para a cultura triunfante, orgulhosa e violenta, que praticamente destruiu a dos indígenas. Ele carrega a desconfiança e a hostilidade contra seus irmãos de sangue branco, sem que ninguém possa censurar-lhe o quase ódio embutido na indiferença – no mínimo – que já revela quando fica sabendo que herdou um hotel numa cidade perdida na poeira. O filme começa quando o “hombre” toma um bom banho, corta o penteado apache e vai tomar posse da sua propriedade apenas para vendê-la, em seguida, e apanhar a última diligência que o levará de volta à tribo que ele ama. A viagem, entretanto, não o perdoará. Será cobrado o tributo pela sua escolha de ser mais índio do que branco – para o horror de alguns dos companheiros de viagem, incluindo-se aí o agente da reserva apache de San Carlos em corrida de fuga para escapar, junto com a mulher e agarrado aos ganhos acumulados a custa da fome naquele lugar de confino dos pele-vermelhas a que o mestiço está ligado pelo sangue e, mais ainda, pela opção “inesperada” que fez, na vida: ficar do lado daqueles derrotados. É aí que Russell triunfa sobre a vida e até sobre a morte – ao deixar a imagem de um “hombre” caído de pé, vencido por desesperados da laia de Billy Kid (ou um pouco piores) porém arrastando-os, com ele, para os degraus da morte, numa mina abandonada e silenciosa em face daqueles mortos que serão apenas uma notícia de pé de página num jornal de Bisbee. Esse é, resumidamente, o plot da novela de Elmore Leonard – autor de westerns, antes de se dedicar ao gênero policial – filmada, em tom maior (e com a fotografia deslumbrante de James Wong Howe), por Martin Ritt e protagonizada, além de Newman, por atores do quilate de Fredric March, Richard Boone, Diane Cilento, Barbara Rush e Martin Balsam. Paul Newman conseguiu, entretanto, dar ao seu lacônico personagem uma força psicológica que quase empalidece as ótimas atuações dos outros. Ele se tornou inesquecível nesse filme seco, duro, marcado por um andamento firme rumo ao trágico desenlace que significa mais do que um duelo final, típico dos westerns. Quando isso acontece, está em jogo mais do que a lei, a vitória dos bons contra os maus e outros maniqueísmos que o gênero acolheu largamente. Quando o mestiço cai, sabe-se que ele morreu por sair da reserva índia interior para deixar penetrar o sentimento branco que o “escolheu” como mártir daquela bondade cuja máscara o semi-apache havia rasgado em quase todos os econômicos diálogos de um filme quase irrespirável de ação (e intenção). "Hombre" é uma pequena obra-prima, e, talvez, a melhor atuação no cinema que Paul Newman abandonou em 27 de maio do ano passado, numa entrevista à rede ABC em que, com franqueza john-russelliana, admitiu as desvantagens de ter mais de 80 anos: “Você começa a perder a memória, e também um tanto da sua confiança, com o que vai embora muito da sua criatividade. Então, adeus; o cinema é uma página virada, para mim”. E foi embora, há um ano, num dia 26 de setembro como este. (*) Escrito por ocasião da morte do ator. Inédito até hoje, por razões alheias à vontade do autor... Fernando Monteiro ERRATA da nota final: (*) Escrito por ocasião da passagem do primeiro ano da morte do ator. Inédito até hoje, por razões alheias à vontade do autor...
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GOSTARIA MUITO DE SABER COMO ESTÃO OS OUTROS ATORES,QUE TRABALHARAM NOS FILMES,QUAIS DELES AINDA ESTÃO VIVOS E COMO ESTÃO HOJE,UM GRANDE ABRAÇO.
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SOU SUPER FÂN DO MAZZAROPI E DE SEUS FILMES,TENHO TODOS OS SEUS FILMES,MEU FILHO DE 13 ANOS É FÂN TAMBEM,DAMOS MUITAS GARGALHADAS ASSISTINDO O MAZZAROPI
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detalhe: limparam as unhas dele! ahahahahhaha sim, pq fumante normalmente tem dedos sujos de nicotina.. fala sério!
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muito legal
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já vi ha muitos anos e achei ótimo.
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Em 1947, a atriz Marisa Prado, cujo nome verdadeiro era Olga Costernaro, trabalhou na Tecelagem Aída, em S. Bernardo do Campo, na Rua Marechal Deodoro, centro desta cidade´, pertencente à familia Ronchetti - Pery Ronchetti, seus irmãos e cunhado Jose D'Angelo. Este último foi diretor comercial e contador desta fábrica e guardou os recibos de férias dos funcionários, entre os quais está o de Olga Costernaro, devidamente assinado por ela. Também ainda existe a folha de pagamento dos funcionários, em que o nome dela é citado .Ela fez parte da primeira turma de alunos do Colégio Leonor Mendes de Barros, um dos mais tradicionais de S.B.Campo, no ano de 1949.Em 22/09/1994, foi publicada a foto dela com os alunos desta escola, na coluna Memoria, do jornalista Ademir Medici, no Diário do Grande ABC .
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otimo elenco em um filme importante.
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Maravilhoso! Consegui mostra-lo a um amigo que a mais de 50 anos queria reve-lo! Obrigado a voces que nos propiciam momentos que nem o comercio nem as locadoras conseguem!
| 16 ace
Muitas vezes a beleza dessas mulheres não chega a ser natural existem muita maquiagem por traz de cada rosto, chega a ser enganador. São belas, mas prefiro aquela mulher que deixa transparecer a sua beleza na sua essência e no seu carácter. Quer ter uma mulher bela, cuide da sua, não a deixe pilotando um fogão ou esquecida em casa. o marido que cuida de sua mulher, claro! ela vai ser tão bela como estas divas. Fica a dica.
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excelente filme todos os três
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otimo filme...
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este filme e´lindo ja o asistir,muitas vezes.
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Minha primeira e grande ídolo das telas! Adoro Elizabeth, minha infância teve o privilégio de de ver na TV, programas como A Feiticeira e sonhar com inocência! Hoje tudo mudou...pena!
| 13 ace
Será que este filme vai sair em DVD?
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Maravilhoso site, que mostra a vida deste gênio que foi Ziegfeld!
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Meu professor leu esse texto antes de comentar sobre O poderoso chefao, agora ficou claro rs
| 16 ace
Garbo é a maior de todas as estrelas e este documentários é um dos melhores sobre ela.
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nao da pra acreditar nisso mas sharon onde vc estiver sempre estarei com voce te amo muito
| 14 ace
adoro esse filme
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Esse filme é maravilhoso,adoro Audrey Hepburn!Obrigada!
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esplendoroso
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Eu amo Clark Gable, e preciso assistir este filme, mas não encontro em lugar algum!!! Não estou conseguindo ver on line ou baixar!!!
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gosto desse ator. È um dos poucos bons que restam,
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Um bom filme.A sua grandeza reside na capacidade de analisar o preconceito racial sob a otica dos brancos e sob a otica dos negros sem pieguices de qualquer especie.
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Musical excelente.
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O Poderoso Chefão 3: é o melhor filme de todos os tempos. Não tem cena, em filme algum, que me emociona tanto como o momento em que Al Pacino tira o rayban ...não sobra pra ninguém. É único!
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não existe nada melhor que filme de faroeste, adoro...
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The best of the best, um alenda um talento fora do comum um rei midas do cinema.
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Simplesmente espetáculo
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Título Original: Lady in a Cage Ano/País/Gênero/Duração: 1964 / EUA / Drama Horror / 94min Direção: Walter Grauman Produção: Luther Davis Roteiro: Luther Davis Fotografia: Lee Garmes Elenco Olivia de Havilland.... Cornelia Hilyard James Caan.... Randall Simpson O'Connell Jennifer Billingsley.... Elaine Jeff Corey.... George L. Brady Jr. ("Repent") Ann Sothern.... Sade Rafael Campos.... Essie William Swan.... Malcolm Hilyard Charles Seel.... Paul Scatman Crothers.... assistente de Paul Richard Kiel (não creditado) Ron Nyman.... Vizinho (não creditado) Sinopse "Cornelia Hilyard" (DeHavilland) é uma rica viúva que, devido a uma deficiência numa de suas pernas, deverá utilizar um elevador pessoal sempre que desejar se direcionar ao andar de cima de sua casa, ao invés das escadas. Tudo vai bem até que, num dia quente de verão e sozinha em casa, uma escassez elétrica pára o elevador. Ao pedir socorro ela acaba chamando a atenção de um bêbado, que, ao entrar na casa e ver que ali há bens valiosos, decide roubá-los. Cornelia fica fora de si quando percebe que agora está correndo perigo, e, para piorar a situação, seu desespero acaba chamando a atenção de uma gangue psicótica, liderada por um jovem delinquente (Caan). Assista Online     Imagens
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Título Original: Les parapluies de Cherbourg Ano/País/Gênero/Duração: 1964 / França / Drama Musical Romance / 91min Direção: Jacques Demy Produção: Mag Bodard Roteiro: Jacques DemyLudwig Fulda e S.N. Behrman Fotografia: Jean Rabier Música: Michel Legrand Elenco Catherine Deneuve ... Geneviève Emery Nino Castelnuovo ... Guy Foucher Anne Vernon ... Madame Emery Marc Michel ... Roland Cassard Ellen Farner ... Madeleine Mireille Perrey ... Aunt Élise Jean Champion ... Aubin Pierre Caden ... Bernard Jean-Pierre Dorat ... Jean Sinopse Cherbourg, 1957. Guy Foucher (Nino Castelnuovo) é um jovem de 20 anos que foi criado pela madrinha e trabalha como mecânico de carros. Ele é apaixonado por Geneviève Emery (Catherine Deneuve), uma adolescente de 17 anos que ajuda sua mãe viúva no negócio da família: uma loja de guarda-chuvas, que é elegante mas pouco lucrativa. Geneviève também o ama, mas sua mãe acha que ela é muito nova para casar e não vê como Guy pode manter uma família. Ele é convocado para o serviço militar, mas antes de partir Guy e Geneviève fazem amor e ela engravida. Assim ela tem que escolher entre esperar pelo retorno de Guy ou aceitar uma proposta de casamento de Roland Cassard (Marc Michel), comerciante de diamantes, que se propõe a criar o bebê como se fosse seu. ASSISTA ONLINE Imagens
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Título Original: The Spoilers Ano/País/Gênero/Duração: 1942 / EUA / Drama Western / 87min Direção: Ray Enright Produção: Frank Lloyd Roteiro: Rex Beach e Lawrence Hazard Fotografia: Milton R. Krasner Música: Hans J. Salter Elenco Marlene Dietrich as Cherry Malotte John Wayne as Roy Glennister Randolph Scott as Alexander McNamara Margaret Lindsay as Helen Chester Harry Carey as Al Dextry Richard Barthelmess as Bronco Kid Farrow George Cleveland as Banty Samuel S. Hinds as Judge Horace Stillman Russell Simpson as Flapjack Sims William Farnum as Wheaton Marietta Canty as Idabelle Jack Norton as Mr. Skinner Ray Bennett as Clark Forrest Taylor as Bennett Art Miles as Deputy Robert W. Service as the Poet (uncredited) Sinopse Cherry Malotte, cantora de saloon em Nome, no Alasca, financia as atividades mineradoras de Roy Glennister e seu amigo Al Dextry. Roy luta para manter sua mina, ambicionada pelo inescrupuloso comissário do ouro Alexander McNamara. Tanto um como o outro também disputam o coração de Cherry. Assista Online Imagens
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    Título Original: The Secret of Convict Lake Ano/País/Gênero/Duração: 1951 / EUA / Drama noir / 83min Direção: Michael Gordon Produção: Frank P. Rosenberg Roteiro: Anna Hunger e Jack Pollexfen Fotografia: Leo Tover Música: Sol Kaplan Elenco Glenn Ford as Jim Canfield Gene Tierney as Marcia Stoddard Ethel Barrymore as Granny Zachary Scott as Johnny Greer Ann Dvorak as Rachel Shaeffer Barbara Bates as Barbara Jack Lambert also appears uncredited as one of the fugitives. Max Wagner as Jack Purcell Sinopse Jim Canfield, condenado por um crime que não cometeu, escapa de uma prisão de Nevada com vários criminosos. Ele os leva para a casa pequena comunidade agrícola do homem que não apenas o denunciou, mas cometeu o crime.   Assista Online Imagens
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Título original: Stranger on the Third Floor Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Crime Noir Drama / 64min Direção: Boris Ingster Produção: Lee S. Marcus Roteiro: Frank Partos Fotografia: Nicholas Musuraca Música: Roy Webb Elenco Peter Lorre ... The Stranger John McGuire ... Michael 'Mike' Ward Margaret Tallichet ... Jane Charles Waldron ... District Attorney Elisha Cook Jr. ... Joe Briggs Charles Halton ... Albert Meng Ethel Griffies ... Sra. Kane, Michael's Landlady Cliff Clark ... Martin Oscar O'Shea ... The Judge Alec Craig ... Briggs' Defense Attorney Otto Hoffman ... Charles Evans, the Police Surgeon Bobby Barber ... Giuseppe, the Italian Grocer Lee Bonnell ... Reporter Harry C. Bradley ... Court Clerk Lynton Brent ... Cabdriver at Nick's Jack Cheatham ... Detective   Sinopse   No julgamento de um assassino, um repórter é a testemunha - chave e acaba sendo responsável pela condenação de um homem inocente. Aos poucos, ele começa a se sentir culpado e acaba sendo perseguido por pesadelos e pelas lembranças das juras de inocência do homem que ajudou a condenar. Dirigido por Boris Ingster, O Homem dos Olhos Esbugalhados descreve o processo de disssolução psíquica de um jovem jornalista que testemunhou um crime, mas que termina assombrado pela incerteza quanto à experiência que presenciou. Essa obscura produção da RKO traz a emblemática que presenciou. Essa obscura produção da RKO traz a emblemática figura do inocente falsamente acusado que logo se tornaria um personagem iconográfico do cinema noir.   ASSISTA ONLINE:              
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  Ficha Título Original: Carmen Jones Ano/País/Gênero/Duração: 1954 / EUA / Musical / 105min Direção: Otto Preminger Produção: Otto Preminger Roteiro: Harry Kleiner Fotografia: Sam Leavitt Elenco: Carmen Jones — Dorothy Dandridge, dublada por Marilyn Horne Joe — Harry Belafonte, dublado por LeVern Hutcherson Husky Miller — Joe Adams, dublado por Marvin Hayes Cindy Lou — Olga James Frankie — Pearl Bailey Mert — Diahann Carroll Sargento Brown — Brock Peters A avó de Carmen — Madame Sul-Te-Wan     Sinopse   ma ardente e sexy criatura cativa Joe, um soldado atraente, que está longe de sua amada. Após uma briga fatal com seu sargento, Joe deserta seu regimento com sua excitante 'femme fatale'. Porém, logo Carmen se cansa dele e se une a um lutador peso-pesado, disparando a trágica vingança de Joe. Assista Online         Imagens  
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adorei,adoro historias de Hollywood
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AMO ESSE FILME
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Senhor responsável pelo blog, curiosamente, a filmografia de NB aqui está diferente das demais publicadas. Me parece mais completa. Se ela fez tantos filmes, por que será que morreu na miséria? bem que a família Barreto poderia produzir o filme biográfico que ela queria tanto realizar. Que atriz adwequaria ao papel dela, eim? a que interpretou Odete Lara não tem nada a ver.
| 26 ace
136. legal
legal
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Quando eu comecei a assitir eu pensei: "Nossa... mais um daqueles filmes chatos de começo de carreira do Hitch..." Mas realmente, o filme me SURPREENDEU!!!! Adorei!
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como não amar Irene Dunne
| 30 ace
Direção: Gary Leva 57 minutos   Documentário sobre a obra do Diretor. Traz detalhes das técnicas, músicas, mulheres e outros aspectos utilizados por Alfred Hitchock em seus filmes. Além de entrevistas com escritores, outros diretores e admiradores, contém material de arquivo com o próprio Hitchcock. Legendado.   Assista Online    
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Ótimo documentário ! a Carmen Miranda é sensacional, eu a adoro
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Só um observação o nome da bruxa da Branca de Neve é Rainha Má, não Bruxa Má.
| 35 ace
AMO ESSE FILME GOSTARIA DE REVER naõ encontro para locar.
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excelente obra de cocteu
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Ja assisti esse clássico por varias vezes é muito bom!!!
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já assisti esse clássico por varias vezes é muito bom!!
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Assisti esse filme na Sessão da Tarde na minha infância e jamais consegui esquecer.Adoro!! Quero muito comprar esse filme e não encontro.
| 28 ace
ostaria de saber sobre as histórias maravilhosas de Shirley Temple que assisti quando criança. Eu adorava e gostaria de revê-las
| 31 ace
vai deixar saudades.
| 31 ace
muitas saudades
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não tem nada parecido com hoje,belo filme.
| 30 ace
Maravilhoso, nem sei descrever, adorei assistir novamente, depois de tantos anos !!!!
| 32 ace
É o tipo do filme que marca uma geração. Foi lançado em S.Paulo no início da década de 50, e reprisado várias vezes nos cinemas. A música é uma das mais belas trilhas sonoras feitas para o cinema. Vale a pena rever sempre esse clássico que reuniu atores até hoje consagrados.
| 32 ace
elas são lindas. bom o trabalho da página "Cinema Clássico" trazendo todas as menininhas para serem vistas novamente
| 31 ace
poxa muito bom saber sobre o cinema dos anos passados !!!
| 30 ace
adorei belas fotos
| 32 ace
Muito bom o filme!!!
| 30 ace
Para mi, la mejor version de esta obra que sigue al pie de la letra el texo de Shakespeare. Muy buena interpretacion y buen vestuario y decoración.
| 30 ace
Nenhum grande estúdio de cinema ousou tanto como a 20th Century Fox. Brigando de igual para igual com gigantes como a MGM, Paramount, Columbia e Universal, a Fox foi criada através da determinação da mente criativa de Darryl Zanuck, considerado um dos grandes produtores da Era de Ouro de Hollywood. Ele foi o responsável pelo surgimento de mitos da tela como Shirley Temple, Henry Fonda, Tyrone Power, John Ford, Bette Davis, James Stuart, Gregory Peck, Clark Gable e Marilyn Monroe. Durante seus primeiros 50 anos de vida, a Fox consolidou a imagem de ser um estúdio responsável por grandes obras cinematográficas como Vinhas da Ira, A Marca do Zorro, O Dia em que a Terra Parou, Cleópatra, A Malvada, Como Era Verde Meu Vale e A Noviça Rebelde. Uma parte importante de história dea Fox está neste documentário, que leva o espectador a uma viagem no tempo especial, num lugar chamado Hollywood, onde um produtor visionário como Darryl Zanuck transformou dois pequenos estúdios numa fábrica de astros e estrelas. Dirigido por Kevin Burns.   Assista Online (legendado)  
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Documentário de TV, apresentado por Peter Lawford, que entrevista Natalie Wood, Steve Allen, Sal Mineo entre outros. Um tributo especial à estrela imortal chamada James Dean, repleto de depoimentos reveladores e homenagens. Gênero: Documentário Diretor: Jack Haley Jr. Duração: 66 minutos Ano de Lançamento: 1974 País de Origem: USA   Assista Online  
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adorei este filme
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adorei adoro filme clássico antigo
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elas são mais valiosas que as atrizes.porque o seu talento era espontâneo.
| 31 ace
Eu tava vendo no YouTube e achei um vídeo e achei muito bom https://www.youtube.com/watch?v=18qd8I8hNyQ
| 31 ace
Um mago do cinema, Fellini não filmava fazia ventriloquia com as imagens. Seus personagens saiam diretamente de sua alma. Um dos maiores mestres da Sétima Ar
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Este filme é um clássico . Recomendo . As cenas de estupro , não são lentas e sim corridas..
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Maior cineasta italiano de todos os tempos, Federico Fellini (1920/1993,) tem a trajetória contada no documentário A magia de Fellini, de Carmen Piccini. O especial reúne entrevistas, fotografias e trechos de filmes, além de depoimentos de Anita Ekberg, Martin Scorsese, Ettore Scola, Giuseppe Tornatore, Nino Rota, Roberto Benigni, Woody Allen e Claudia Cardinale. Também traz a última entrevista concedida por Anthony Quinn, que morreu em 2001.   ASSISTA ONLINE  
| 246 ace
Artigo por Daniele Rodrigues de Moura, do blog Tela Prateada Anteriormente em Tela Prateada nós vimos um breve resumo da tumultuada vida de Gene Tierney(ver post Aqui). Os problemas mentais estiveram em sua vida desde o nascimento de sua filha Daria, a 1ª de duas que ela teria com o estilista Oleg Cassini. Em 1946 Gene estava no topo de sua carreira e seus sucessos de bilheteria incluíam "Laura", "Amar Foi Minha Ruína"(o qual foi indicada ao Oscar de melhor atriz, perdendo para Joan Crawford em "Mildred Pierce") e a aclamada adaptação do romance de Sommerset Maugham "O Fio da Navalha". Em contraponto, sua vida pessoal parecia não corresponder ao seu sucesso artístico: o casamento com Oleg se deteriorava cada vez mais, porém o pior para a atriz era constatar o que já era inegável - o estado de saúde de Daria era irreversível, portanto, não havia nada que ela pudesse fazer. A julgar por este fato, Gene aceitou colocá-la em uma instituição mental. Naquela época, se um ator entregasse um parente a uma clínica para doentes mentais, isso significava ter que deixá-lo para sempre. Toda a luta em vão para curar a filha causou danos psicológicos à Gene, que começou a sofrer alucinações enquanto filmava "The Way of a Gaucho" na Argentina, em 1951. Nas cartas que escrevia à Oleg, a atriz jurava estar sendo vítima de uma conspiração da parte de seus colegas. O casamento de 10 anos estava acabado. Os dias de Tierney ficariam ainda piores quando, ao sofrer um colapso nervoso durante um programa de tv, foi internada no Harkness Pavilion, em Nova York. Na mesma época em que Vivien Leigh fazia tratamentos psiquiátricos, o meio convencional de tratamento eram os eletro-choques, que pouco ajudaram Gene, exaurindo suas forças e queimando sua memória aos poucos. Sua próxima instituição, The Institute of Living, em Connecticut, fundada em 1822, não ajudou a atriz a sair do buraco em que estava, como ela mesma declarava estar. Mais tratamento de choque se seguiram, deixando Gene perdida em seus próprios pensamentos, ao invés de tentar estabelecer uma cura ou um equilíbrio. Já era difícil para ela atuar, e em "The Left Hand of God"(1955), Humphrey Bogart soprava suas falas e ajudava a conduzir sua personagem. Era o começo do fim.     Depois de um novo colapso, dessa vez com tentativa de suicídio, Gene Tieney foi internada em sua 3ª clínica e a que faria finalmente enxergar resultados em meio a tanta confusão: The Menninger Clinic, em Topeka, Kansas, foi fundada em 1925, pela família Menninger, que era composta pelos médicos C.F Menninger e seus filhos Karl e Will. Juntos eles uniram as técnicas de Freud à ótima relação entre médico/paciente. Interação constante, onde o interno poderia pensar sobre seus problemas e dividí-los com os médicos, sem a idéia do confinamento. Considerado um dos melhores centros de reabilitação do mundo para diversos tipos de desordens mentais, como o Transtorno Bipolar, Depressão aguda e outros, a área conta com piscina, quadra de tênis, sala de jantar, extensa área arborizada para passeio e diversão, dentre outras comodidades. The Menninger Clinic foi o primeiro lugar que deu a chance a Gene de ser tratada com o respeito que um paciente precisa.     Menninger Clinic - Entrada Área arborizada composta de 7 prédios para tratamento em grupo ou individual. Por dentro do Menninger   Em 1959, Gene retornou ao Instituto Menninger após sofrer pressões psicológicas de seus amigos. Os médicos inovaram mais uma vez, sugerindo a ela que trabalhasse perto do local. E assim a atriz foi vista pelos moradores como vendedora em uma loja de roupas, mas ela concordou inteiramente com esse processo. Visitada na loja pela Imprensa, Gene não hesitou em contar suas experiências traumáticas, um marco na história de Hollywood, já que os atores na época evitavam ao máximo expôr seus problemas à mídia. É lógico que, como conhecemos a história de Gene, ela saiu da clínica, voltou a atuar mas logo parou, pois o trauma dos choques elétricos das outras instituições haviam causado danos irreversíveis à sua mente. Muito frágil, ela lançou sua auto-biografia em 1979, intitulada "Auto-retrato", mas seus problemas não pararam por aí...eles só cabem em outro post. Frases: "Eu tive que desistir de uma filha, que nasceu retardada, e logo depois negligenciei a outra" "Eu jamais teria ajudado a construir o meu futuro se não soubesse como redescobrir meu passado" "Entrei na Clínica Menninger esperando, ou sonhando que me dessem alta logo" "Pergunto a mim mesma: eu estaria pior se tivesse passado a vida inteira dentro de uma casa ou fazenda ao invés de todo o eletro-choque e medicamentos?"
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A divisão de bens(herança)é igual do meu avô...ahahahah
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Simplismente maravilhosa uma verdadeira diva malvalda,fria,talentosa,verdadeira L-I-N-D-A
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gostaria de saber se é neste filme que ele mergulha do alto de uma colina. obrigado.
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  Ficha Título Original: A Hole in the Head Ano/País/Gênero/Duração: 1959 / EUA / Comedia / 120 min Direção: Frank Capra Produção: Frank Capra Roteiro: Arnold Schulman Musica: Nelson Riddle Fotografia: William H. Daniels Elenco: Frank Sinatra ... Tony Manetta Edward G. Robinson ... Mario Manetta Eleanor Parker ... Eloise Rogers Carolyn Jones ... Shirl Thelma Ritter ... Sophie Manetta   Sinopse Tony Manetta (Sinatra) é dono de um hotel decadente em Miami. Muito por culpa dele, um irresponsável que só pensa em mulheres. Na verdade, a única pessoa da vida dele capaz de colocá-lo nos trilhos é Ally, seu filho de apenas 12 anos de idade. Tony, endividado, pede ajuda ao irmão Mario, que coloca algumas condições: desistir do filho Ally ou se casar com uma mulher decente que ele indique. Só assim ele poderá ajeitar a vida e prosperar. É quando surge Eloise Rogers (Eleanor Parker).     Assista Online   Imagens
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Gênero: Documentário Diretor: Peter Bogdanovich Duração: 110 minutos Ano de Lançamento: 2006 País de Origem: EUA Idioma do Áudio: Inglês   John Ford é considerado pela crítica especializada o diretor norte-americano mais importanten da história. Seu legado nos ajuda a compreender com maior profundidade não só a história dos Estados Unidos como também do cinema. O documentário conta com os depoimentos de Walter Hill, Clint Eastwood, Martin Scorsese e Steven Spielberg, entre outros conhecedores e admiradores do grande mestre.   ASSISTA ONLINE  
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Gênero: Documentário Diretor: Mimi Freedman Duração: 87 minutos Ano de Lançamento: 2005 País de Origem: USA Idioma do Áudio: Inglês   Biografia incrementada do astro Steve McQueen. Recheada com depoimentos de amigos, colegas, diretores, ex-namoradas e com edição caprichada. O filme, feito para o canal de TV a cabo Turner Classics, traça um perfil bem completo do lendário ator. Sem ser tendencioso, acaba sendo bem interessante e importante, nos seus praticamente 90 minutos de de duração.   ASSISTA ONLINE  
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Gênero: Documentário Diretor: Richard Schickel Duração: 69 minutos Ano de Lançamento: 1997 País de Origem: USA Idioma do Áudio: Inglês Documentário sobre a vida do lendário ator e diretor Clint Eastwood. Um perfil de sua carreira, desde o início, na Universal, até sua glória como um superastro e premiado diretor. Escrito, produzido e dirigido por Richard Schickel, crítico da revista TIME e autor da biografia autorizada "Eastwood". A narração é de John Cusack, e o próprio Eastwood participa repassando sua carreira em detalhes.   ASSISTA ONLINE  
| 255 ace
Direção: Gene Feldman Participação:Pia Lindström, Isabella Rossellini Seu nome evoca a beleza, graça, talento e estilo. Uma das maiores atrizes de seu tempo, ela é mais lembrada por uma persona natural e vulnerável que era tão genuína e sedutora. Documentário conta com os depoimentos de suas filhas Pia e Isabella Rosselinni. Legendado em português.   Assista Online  
| 288 ace
gostaria de ver este filme
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  Título no Brasil Godard, Truffaut e a Nouvelle Vague Título Original Deux de la Vague Ano de Lançamento 2010 Gênero Documentário País de Origem França Duração 91 minutos Direção Emmanuel Laurent   Celebrando os 50 anos da Nouvelle Vague, o documentário relembra a apresentação de Os Incompreendidos, de François Truffaut, no Festival de Cannes em 1959, e a criação de Acossado, de Jean-Luc Godard, mostrando assim o nascimento do movimento que mudou a forma de se fazer cinema na França e revelou ao mundo dois dos maiores cineastas de todos os tempos, Truffaut e Godard. Retrata também a amizade naquela época entre os dois artistas de personalidades distintas. Legendado em português.   Assista Online  
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Ficha Título Original: Mr. & Mrs. Smith Ano/País/Gênero/Duração: 1941 / EUA / Comedia Romance / 95min Direção: Alfred Hitchcock Produção: Harry E. Edington Roteiro: Norman Krasna Fotografia: Harry Stradling Sr. Música: Edward Ward Elenco: Carole Lombard ... Ann Robert Montgomery ... David Gene Raymond ... Jeff Jack Carson ... Chuck Philip Merivale ... Mr. Custer   Sinopse Ann e David são um casal feliz. Certo dia ela pergunta a ele se tivesse de fazer tudo novamente, ele se casaria com ela? Para sua surpresa, ele responde que não. Mais tarde, naquele mesmo dia, ambos separadamente descobrem que, devido a uma complicação quando se casaram a três anos atrás, eles não são legalmente casados. Ann então, espera que David conte a ela e a peça em casamento novamente, mas eles saem para jantar e ele não comenta nada sobre não serem casados. Então, ela o coloca para fora de casa e ele fará de tudo para tê-la de volta. Curiosidades Tanto Hitchcock quanto Lombard queriam Cary Grant para o papel de David, mas sua agenda estava cheia. Levando a sério a famosa frase de Hitchcock, "Os atores são como gado", Lombard trouxe três vacas para o set, e colocou placas de identificação que diziam Carole, Bob e Gene. Montgomery era republicano, enquanto Carole era democrata. Todos os dias ela ia até o estacionamento e pregrava adesivos no carro dele a favor da reeleição de Roosevelt.   Assista Online   Imagens
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  Produzido originalmente para o canal TCM, foi indicado ao prêmio Emmy de 2004 na categoria Melhor Documentário. Mostra a vida de Cary Grant de forma diferente dos documentários biográficos normais feitos para a tv, onde se discute até sua provável bissexualidade. O filme apresenta entrevistas com duas das esposas de Grant, Betsy Drake e Barbara Grant, sua viúva, e vários diretores e coadjuvantes. Narração de Helen Mirren.Legendado em português.   Assista Online  
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  Documentário sobre Howard Hawks, incluindo cenas de Hawks que comenta seus filmes e muitos clipes de seus mais conhecidos momentos. Legendado em português.   Assista Online
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Direção: Carl H. Lindahl Narrado por Michael J. Fox Documentário produzido pela TNT. James Francis Cagney Jr. foi um ator norte-americano. Era um artista de vários gêneros, mas se tornaria célebre interpretando gângsters violentos e loucos em filmes como Inimigo Público (br),Fúria Sanguinária (br) e Anjos da Cara Suja. Assista Online  
| 181 ace
Episódio do A&E Biography sobre Vincent Price.   Assista Online  
| 177 ace
  A & E Biography sobre a vida e os tempos da bela atriz dos anos 40 e entrevista característica do seu ex-marido, sua segunda filha e sua co-estrela.   Assista Online  
| 181 ace
Direção: Richard Marsh Roteiro: David Lemon Gênero: Documentário Origem: Estados Unidos Duração: 24 minutos Tipo: Curta-metragem/Direto para vídeo   Um perfil dos primeiros filmes de Alfred Hithcock, em sua fase inglesa pré-Holywwod.   Assista Online  
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  Gênero: Documentário Diretor: Clara Kuperberg & Robert Kuperberg Duração: 52 minutos Ano de Lançamento: 2008 País de Origem: França Idioma do Áudio: Inglês   Um documentário que nos conta como um punhado de jovens e entusiásticos realizadores de cinema revolucionaram a indútria americana de filmes, criando uma nova meca do cinema. Uma época, onde jovens e talentosos realizadores como Scorsese, Coppola e Spielberg junto com uma nova geração de actores onde constam nomes como os de Robert de Niro, Al Pacino e Nicholson se tornaram figuras poderosas ao fazerem clássicos como "The Godfather", "Chinatown", "Taxi Driver" e "Jaws", só para citar alguns.   ASSISTA ONLINE  
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Gênero: Documentário Direção: Martin Scorsese Roteiro: Kent Jones, Martin Scorsese Produção: Emma Tillinger, Martin Scorsese Fotografia: Mark Raker Trilha Sonora: Leslie Stifelman, Scott Lehrer Duração: 60 min. Ano: 2010   Um documentário feito por Martin Scorsese em homenagem a um dos seus ídolos, Elia Kazan, diretor de clássicos do cinema como Uma Rua Chamada Pecado e Sindicato de Ladrões. Scorsese comenta sobre a carreira de Kazan e também sobre a maior mancha da sua vida: ter denunciado como comunistas alguns ex-companheiros de juventude na época do macarthismo.   Assista Online  
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  Ficha Título Original: McLintock! Ano/País/Gênero/Duração: 1963 / EUA / Comedia Romance Western / 127min Direção: Andrew V. McLaglen Produção: Michael Wayne Roteiro: James Edward Grant Fotografia: William H. Clothier Música:Frank De Vol Elenco: John Wayne ... George Washington McLintock Maureen O'Hara Maureen O'Hara ... Katherine Gilhooley McLintock Patrick Wayne ... Devlin Warren Stefanie Powers ... Becky McLintock Jack Kruschen ... Jake Birnbaum Chill Wills ... Drago Yvonne De Carlo ... Mrs. Louise Warren Jerry Van Dyke ... Matt Douglas Jr. Edgar Buchanan ... Bunny Dull   Sinopse   É contado alguns dias da vida atribulada do poderoso barão do gado George Washington McLintock, dono de metade da cidade de McLintock e de todo o gado e terras da região. Sua esposa saíra do rancho há dois anos por suspeita de adultério dele e agora volta pedindo a assinatura do divórcio, no momento em que a filha também retorna para a casa, depois de ter estudado em faculdade de Nova Iorque. McLintock e a esposa ainda se gostam, mas não admitem. Além da família, o rancheiro ainda ajuda dois imigrantes, mãe e filho, dando-lhes empregos, e remanescentes de índios Comanches, antigos inimigos mas que agora se respeitam mutuamente. Os problemas e as confusões irão ser resolvidas no feriado de 4 de julho, comemorado por toda a cidade.   Assista Online (legendado)       Imagens
| 163 ace
Ótimo filme! Pena que não consigo dublado.
| 33 ace
Maravilhoso. Isso é cinema! Grata!
| 29 ace
Ela merece toda homenagem do mundo e de todos os atores negros que nem todos teria corage de enfrentar o que ela enfentor pra chegar onde chego parabnc ela é merecedora
| 29 ace
alguem pelo amor de Deus sabem o nome de um filme em que Jesus é crucificado num cocheiro de cavalos, e ele tinha cabelo curto só vi passar uma vez em 2000
| 26 ace
Jeffrey Hunter é imbatível,assim como o filme "Rei dos Reis" é o melhor de todos,com aquela musica de Miklos Roska,que parece que você jà està entrando no céu!
| 25 ace
Título Original: The Little Prince Ano/País/Gênero/Duração: 1974 / EUA / Fantasia Musical Familiar / 88min Direção: Stanley Donen Produção: Stanley Donen Roteiro: Antoine de Saint-Exupéry, Alan Jay Lerner Fotografia: Christopher Challis Elenco Richard Kiley... o Piloto Steven Warner... o Principezinho Bob Fosse... a Serprente Gene Wilder... a Raposa Donna McKechnie... a Rosa joss Ackland... o Rei Graham Crowden... o General Victor Spinetti... o Contador de Histórias Clive Revill... o Homem de Negócios Sinopse O adorável e delicado clássico de inocência e descobertas, do autor Antoine de Saint-Exupéry, chegou às telas pisando firme nas areias do deserto do Sahara, com olhinhos voltados para as estrelas e espírito brilhante reavivado pelas canções de Alan Jay Lerner e Frederid Loewe (My Fair Lady, Camelot). Um piloto perdido no deserto (Richard Kiley) e um menino vindo de um lugar distante. Juntos, eles compartilham experiências que divertem, encantam e tocam o coração. Alguém já aprendeu algo com uma raposa (Gene Wilder)? Já cuidou de uma rosa por ser mais especial entre outras rosas? Já visitou um rei distante de tudo e de todos? Observou a maliciosa dança de uma serpente (Bob Fosse)? O universo, ou melhor, a vida é um lugar encantador, ainda mais quando se convive com O Pequeno Príncipe. Assista Online Imagens
| 268 ace
Este filme e lindo.
| 25 ace
Como gostaria de entrar em contato direto com Florinda Bolkan, pois sou do vizinho municipio de Uruburetama sou de Tejuçuoca e estou preparando uma exposição sobre a arte e Vida de Florinda Bolkan ainda pare esse ano
| 31 ace
Jeffrey Hunter,em Rei dos Reis,e imbativel,alias,quando começa o tema de abertura,parece que voce ja vai ter um encontro no Ceu com o Pai!O,Gloria!
| 26 ace
197. muito bom
muito bom
| 27 ace
198. adoro
adoro
| 40 ace
Maravilha de Documentário da M.M parabéns cinema clásssico
| 30 ace
200. Obrigada!!
Obrigada!!
| 43 ace
È lógico que o Brasil faz parte da América Latina,apenas o Estados Unidos e a Espanha que não faz,Os E.U.A. faz parte da América Anglo-Saxônica,e Espanha,claro,da Europa!Estudar faz bem...
| 34 ace
um dos melhores filmes de todos os tempos
| 35 ace
queremos RHETT,,,,
| 55 ace
eu assisti este filme com o nome minha mae é o papai Noel mais quando busco nao aparece nada nesta loja vai escolher um papai noel como ela tem um filho e nao que perde o emprego ela se veste de papai noel
| 55 ace
CONCORDO COM OS COMENTARIOS ANTERIORES FILMAÇO
| 52 ace
adorei o filme
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  Tony Lip (4 de janeiro), 82 anos, ator, americano   David R. Ellis ( 7 de Janeiro), 60 anos, diretor, americano   Mariangela Melato (11 de janeiro), 71 anos, atriz, italiana   Nagisa Oshima (15 de janeiro), 80 anos, diretor, japonês   Walmor Chagas (18 de janeiro), 83 anos, ator, brasileiro   Zózimo Bulbul ( 24 de janeiro), 76 anos, diretor e ator, brasileiro   Damiano Damiani (7 de março), 91 anos, diretor, italiano   Richard Griffiths ( 28 de março), 65 anos, ator, britânico   Bigas Luna (6 de abril), 67 anos, diretor, espanhol   Deanna Durbin (20 de abril), 92 anos, atriz, americana   Anna Proclemer (25 de abril), 89 anos, atriz, italiana   Alfredo Landa ( 9 de maio), 80 anos, ator, espanhol   Liu Chia-Liang (25 de junho), 77 anos, diretor e ator chinês   Jim Kelly (29 de junho), 67 anos, ator, americano   Dennis Farina ( 22 de julho), 69 anos, ator, americano   Bernadette Lafont ( 25 de julho), 75 anos, atriz, francesa   Eileen Brennan (28 de julho), 81 anos, atriz, americana   Esther Williams ( 8 de agosto), 92 anos, atriz, americana   Karen Black (8 de agosto), 74 anos, atriz, americana   August Schellenberg (15 de agosto), 77 anos, ator, canadense   Ted Post (20 de agosto), 95 anos, diretor, americano   Otto Sander (12 de setembro), 72 anos, ator, alemão   Julie Harris (24 de agosto), 88 anos, atriz, americana   Giuliano Gemma ( 1 de outubro), 75 anos, ator, italiano   Patrice Chéreau (7 de outubro), 69 anos, diretor, roteirista, ator, francês   Norma Bengell ( 9 de outubro), 78 anos, atriz, diretora, brasileira   Kumar Pallana (10 de outubro), 95 anos, ator, indiano   Ed Lauter (16 de outubro), 74 anos, ator, americano   Nigel Davenport (25 de Outubro), 85 anos, ator, inglês   Graham Stark (29 de outubro), 91 anos, ator, inglês   Jorge Dória ( 6 de novembro), 93 anos, ator, brasileiro   Tony Musante (26 de novembro), 77 anos, ator, americano   Eleanor Parker ( 9 de dezembro ), 91 anos, atriz, americana   Peter O'Toole (14 de dezembro), 81 anos, ator, americano   Joan Fontaine (15 de dezembro), 96 anos, atriz, americana
| 705 ace
Eu assisti esse filme é maravilhoso. Vale a pena.
| 54 ace
nossa a marylin está linda
| 61 ace
Uma grande atriz com esses lindos olhos!
| 55 ace
na lista de atrizes que fizeram sucesso nos anos 60 - 70 a ausência de FLORINDA BOLKAN é imperdoável!
| 48 ace
Faz muito tempo que procuro esse filme, obrigada por proporcionar-me assisti-lo novamente, muito bom.
| 63 ace
Uma das melhores atrizes que já viveu, absolutamente. Persistente, independente e monstruosamente talentosa, é um exemplo a ser seguido e respeitado. Vergonha ter recebido o Oscar somente duas vezes...
| 52 ace
esse filme é muito bom adorei
| 54 ace
filme bom de +
| 54 ace
Eu quero agradecer ao comentário 6 pois estava procurando esse filme desde 2005 quando o vi pela primeira vez, VALEU MESMO!!!!!
| 51 ace
descanse em paz
| 53 ace
Muitíssimo obrigada! Este site é maravilhoso, pois me fez conhecer o mundo do cinema clássico!
| 58 ace
Nossa como suja? Imagina se essa pessoa ler Nelson Rodrigues então rs....deve viver num mundinho fechado certinho e perfeito
| 49 ace
Muito bom ! curto muito os beatles desde pequeno e acho esse filme demais é como estar lá em Londres na época da beatlemania não consigo nem me expressar mas queria voltar ao passado, acho isto incrivel !obrigado o video estava otimo .
| 44 ace
Obrigado por disponibilizar o filme. A legenda indicada pelo Cinema Clássico está sem sincronia com o vídeo. A legenda compatível é esta: http://legendas.tv/download/2281a5a3a7518d3c4254ac9fd63fa9ab/Metropolis/Metropolis_1927_2010_COMPLETE_720p_BRRip_x264_BeLLBoY
| 56 ace
FILME EXTRAORDINÁRIO! OBRA PRIMA (UMA DAS) DE FRANK CAPRA!
| 44 ace
Um filme mágico..Voltamos a ser crianças de novo!
| 54 ace
kkk... É mesmo uma das melhores comédias de todos os tempos!Oh, como a Marilyn era graciosa!
| 52 ace
parece que a atriz nomi watts vai interpretar a marilyn monroe na cinebiografia "blonde" mas por enquanto o projeto so foi confirmado.quem vai dirigir o filme e o brad pitt e parece que esse filme vai contar a historia de marilyn dos sete anos ate sua morte tragica am 1962.sera que naomi watts vai se sair melhor que essas atrizes ?
| 53 ace
226. muito bom
muito bom
| 48 ace
muito bom este site
| 56 ace
Robert powell atuou muito bem alem de terem reproduzido a vida ministerial muito bem tbm .Ja mel gibson dramatizou muito o momento da morte ,o qual não deixa de ter sido um otimo filme!!!!!!
| 65 ace
sei que existem outros atores espetaculares,mas,para mim,AL PACINO e simplesmente o cara ! meu ator predileto; perfume de mulher,scarface,um dia de cao,o mercador de veneza,o advogado do diabo,fogo contra fogo,enfim,sao todos otimos filmes e atuaçoes emocionantes deste grande senhor do cinema mundial.
| 55 ace
Adorei este filme, gostaria de revê-lo
| 47 ace
Gostaria de assistir - LILI - 1953 - com Leslie Caron - E continuem com esse BOM TRABALHO - Obrigado
| 79 ace
Bem, em 2007, 2008, deu um filme na Disney Channel, de um ladrão que para fugir da policia, vestiu-se de Pai Natal e depois foi para casa de uns meninos e depois foi para um comboio, qualquer coisa assim... já n me lembro, se alguem souber que diga....
| 54 ace
um dos melhores filme que assisti ate hoje!!!!!
| 61 ace
Tem certeza que foi o Hitchcock que fez o homem traído?
| 58 ace
Filme de 1947 é muito legal. O elenco é brilhante! 7,1
| 47 ace
Li no jornal há muito tempo que a colina fica em Cingapura. Também gostaria de confirmar.
| 45 ace
que legal um heroi de brinquedo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
| 52 ace
Gina Lollobrigida á unica a estrelar o filme "A mulher mais linda do mundo". Sua beleza sexy e estonteante a fez desempenhar a Rainha de Sabá. Sophia tinha o Carlo Ponti, enquanto Gina era só ela.
| 59 ace
procuro um filme de natal em que crianças esperam pelo pai que se afastou há muito tempo. Eles moram perto de uma estrada de ferro e todos os dias eles esperam que o trem passe na esperança de que o pai chegue. Ele chega, finalmente, no Natal.
| 53 ace
Procuro um filme em que uma moça era enfermeira em uma cidade do interior e seu irmão estava a anos afastado por ter sido injustamente acusado de burlar a lei.
| 44 ace
Sinceramente, é fascinante esta história. Sou fã de tudo que refere-se ao direito e respeito á pessoa humana. Não sou formado em direito mas leio muito sobre tudo que possa traduzir um resultado para alguém quem quer que seja. E, este personagem "O ZORRO", faz-me crer que a humanidade não pode viver sem justiça, sem paz e sem amor.
| 60 ace
Todos sao ótimos, mas "O menino" é simplismente perfeito.
| 49 ace
VIVIAN NOS TE AMAMOS E ADIMIRAMOS SUA BELEZA E O SEU TALENTO
| 57 ace
este filme é muito bom,eu gostaria de obter a legenda
| 54 ace
Jackie Coogan é o melhor ator mirim de todos os tempos!
| 50 ace
vou pela primeira ves,depois e´que vou ter algo a falar.okm
| 60 ace
No meu pouco entender;o mais completo filme sobre a vida campestre estadunindense! Meus Parabéns
| 41 ace
gosto muito de jerry lewis pena não esta dublado este filme
| 54 ace
Caso queira a legenda para este arquivo... Eu o legendei. https://www.dropbox.com/s/ljfemhs51znjss9/The%20Three%20Musketeers%20%281921%29.srt Abraços.
| 56 ace
excelente filme eu assisti a muitos anos atras
| 56 ace
Boa tarde a todos os fân de o grande astro do cinema múdo que ja existiu e nunca hvera outro igual a ele.Nao tenho nenhuma objeto que lembre este hetoi,so as maravilhosas sembraças,obrigado a todos.
| 66 ace
Alguns estão no YT... http://www.youtube.com/watch?v=79kUJbjwgqY (Os Fantasmas de Goya) http://www.youtube.com/watch?v=k5SJk3YP7eA (Vincent e Theo) http://www.youtube.com/watch?v=04F8G4dMcg0 (Klimt) http://www.youtube.com/watch?v=bOz-ApVUMkk (Os Amores de Picasso) http://www.youtube.com/watch?v=sXMJmU-M9sM (Basquiat) http://www.youtube.com/watch?v=pNik9gJeQAg (Mondiglinani) http://www.youtube.com/watch?v=58Nv9WC9oxQ (A Moça do Brinco de Pérola - Johannes Vermeer) http://www.youtube.com/watch?v=N_TAZbRwxY8 - Caravaggio http://www.youtube.com/watch?v=-NaM4at0VGA - Little Ashes / Dalí http://www.youtube.com/watch?v=gk1XeiyhXXI - A Vida de Leonardo da Vinci 1 http://www.youtube.com/watch?v=b-jpRG4YMWU - A Vida de Leonardo da Vinci 2 Trailers: http://www.youtube.com/watch?v=z0xiovbDML0 - Pollock (2000) http://www.youtube.com/watch?v=y3N2E0n-HZI - Camille Claudel / Rodin (2013) http://www.youtube.com/watch?v=0j8w1c0HyOE - Michelangelo (Agonia e Êxtase) http://www.youtube.com/watch?v=sXaTbeRYN2k - Van Gogh http://www.youtube.com/watch?v=zudfarZ-ZNk - Frida (2002) http://www.youtube.com/watch?v=_VAJ7YZ2VaI - Goya en Burdeos (1999) http://www.youtube.com/watch?v=SR7WbmwhEFE - Seraphine (2008) http://www.youtube.com/watch?v=xo2vPUE9k7I - Sede de Viver (1956) http://www.youtube.com/watch?v=tzbliuocaFY - O mestre da minha vida
| 66 ace
foi muito importante na minha infacia
| 30 ace
Filme espetacular. Rita consagrou-se nesse papel.
| 33 ace
este filme é muito divertido!!! Amo Jerry Lewis, ele fez parte da minha infancia na sessão da tarde quando ainda passavam filmes para a família!!!
| 35 ace
por favor poderiam disponibilizar a serie tammy?
| 33 ace
Sem dúvida, a melhor interpretação de JESUS foi do ator inglês Robert Powell, impecável atuação!!!
| 31 ace
Ela encantou minha vida em tempos de rapaz.até hoje sinto seu perfume de beleza, graciosidade e amor. Estará sempre em meu coração.
| 37 ace
Titulos originais? que tal um certo google!!!!
| 32 ace
Perfeito! Um clássico inesquecível!
| 27 ace
Muito bom um grande clasico
| 36 ace
Muito bom esse filme!!!!
| 27 ace
Belissimo filme!!
| 33 ace
Judy... eu nunca que ia espera tantos fatores problemáticos na vida dessa estrela, mas agora que a conheço mais, posso dizer que ela foi mais uma vítima por trás das câmeras, e mesmo assim o seu talento era maior do que qualquer inveja... Talvez, ela tenha exagerado em alguns casos e não precisava se humilhar tanto, mas a vida de uma estrela de cinema nunca pode ser descrita nas frentes das câmeras, porque por trás disso tudo existe uma vida sem enredo pronto e sem falas, e pior ainda cheia de críticas. Judy, não te conheci e nem acompanhei o seu tempo para poder falar mais do que isto, nem sei se esse texto é mesmo verdade, mas posso dizer que o seu papel no cinema você soube cumprir, e sua maravilhosa filha Liza Minnelli, eu tenho certeza que te deu orgulho de interpretar um dos maiores sucessos do cinema (cabaret) assim como foi O Mágico de Oz... Parabéns, Judy!
| 31 ace
Não é só um filme que retrata a época dos domínios da máfia nos EUA, mas um filme que retrata uma típica família italiana e imigrante. O Coppola deixa sua marca bem nítida quando tem seus belos cortes de cenas, fotografia impecável e um bom conflito familiar. Os diálogos muito bem estruturados é outra marca principal nesse filme. O fato de que, o Don sempre sabe das armadilhas que armão para ele e ele sempre vai até elas, torna a trama ainda mais única. Sempre estar um passo à frente de seu inimigo esse é o lema desse filme. Enfim, a genialidade do personagem de Vito Corleone tambem deixa qualquer um apaixonado pelo mesmo, eu mesmo sou um deses, a simplicidade, amor e respeito que Vito tem pelo outros é incrível.
| 28 ace
Para mim foi jim cavier
| 27 ace
adorei esse filme é muito lindo,chorei sorrir,enfim amei
| 34 ace
adorei esse filme é muito lindo,chorei sorrir,enfim amei
| 29 ace
Muito obrigada por postar o filme
| 23 ace
Faltou dizer que umas das inúmeras atrizes que Clark teve caso, foi Loretta Yang e que os 2 tiveram uma filha que nunca foi reconhecida por ele.
| 30 ace
dos grandes filmes que vi na minha vida de77anos, rstr r O io da navakha ocupam lugar de desraque pois valorizam oditado latino ars gratia artis graiua artis
| 27 ace
Ótimo filme narrando a vida de uma grande cantora.Grande interpretação de Susan Hayward.
| 29 ace
que perfeito,amo o jimmy ♥
| 29 ace
É um absurdo que a justiça, quer americana e ou brasileira, permita a criação dessas seitas macabras (o Brasil tá cheio delas), em nome de uma tal liberdade religiosa. É como diz o BÓRIS, uma vergonha!
| 24 ace
SENSACIONAL !!!
| 32 ace
maravilhoso uma atuação emocionante de James Stuart e Claudette Coubert
| 29 ace
amo esse filme, mas não consigo baixar e nem encontro no sebo. Uma grande pena, sorte as pessoas que o tem.
| 30 ace
Ótimo filme. Mas uma vez John Ford mostrando sua qualidade de diretor. PARABÉNS JOHN FORD!!!
| 34 ace
Comédias sobe Natal excelentes: Férias Frustradas de Natal, Sobrevivendo ao Natal, Um natal muito, muito louco Dramas: Milagre na rua 34, Um natal Inesquecível (morra de chorar)
| 34 ace
Gostaria de adquirir este livro. Se encontá-lo, avise-me. Ateciosamente, sady ferro.
| 30 ace
adorei as fotos.
| 30 ace
olha eu adoro o filme Anastácia mais o que eu consegui entender e que a suposta Ana Anderson ñ e a Anastácia, quem é mais minha esperança continua Anastácia já viveu ou morreu e seu corpo ñ foi encontrado mais se viveu teve um vida ótima porque ñ morreu na revolução russa e deve ter sido um grande mulher parabeis adorei essa pagina!!!!
| 27 ace
Vi esse filme na adolescencia é divino nuca me esqueci desta linda estória
| 30 ace
Vocês sabem que o México não fica na América Central, né?
| 35 ace
eu assisti os filmes quando era muito jovem e sempre adorei a romi eu gostaria de assistir o filme o imperador e a padeira
| 30 ace
Bom demais ver Jerry Lewis. Posso dizer que ele foi minha primeira paixão no cinema.
| 35 ace
produções maravilhosas totalmente belo muita cultura artistica.
| 31 ace
produções maravilhosas totalmente belo muita cultura artistica.
| 33 ace
e muito engraçado. e o melhor filme na minha opinião
| 30 ace
pra mim o meu sonho é ver robert powell vestido de jesus
| 106 ace
aonde aconteceu o filme jesus de nazaré
| 84 ace
acabei de ver o filme,por causa de Gene Tierney,lógico...mas queria entender qual o motivo de uma presença feminina naquele cenario horrivel de guerra.
| 97 ace
acabei de rever o filme,já o tinha visto na tv na adolescencia,agora o vi em ingles e é emocionante
| 96 ace
Um filme que vale pelo trio de atores principais e por uma linda música chamada "Bewitched, Bothered and Bewildered", que se não ganhou o Oscar de melhor canção daquele ano (1957), deveria ter ganho.
| 118 ace
este filme está em espanhol no cinetel
| 112 ace
Um belo filme, uma comédia romântica maravilhosa. Sútil e elegante. Entra na lista dos meus filmes favoritos.
| 113 ace
Marlon Brando atingio o mais alto grau de interpretação, unico a sua rebeldia era parte de una vida particular cheia de problemas mais que tambem faz parte da sua genialidade suas performances são unicas mais eu acho a maior de todas foi 'BURN' TRADUZIDO É QUEIMADA. Para bens pela reportagem a uns dos maiores genios da interpretação.
| 107 ace
este classico e mesmo um otimo filme quem nao assistiu assista
| 105 ace
Uma ressalva: Caravaggio é um pintor do período Barroco, e não do Renascimento.
| 140 ace
Como ocorreu um erro na lista trocando o nome do filme com Christian Bale, faltou mencionar no filme Jesus, a maior história de todos os tempod com Jeremy Sistos, do ano de 1999
| 107 ace
achei lindo...adorei!!!!acabei de ver!!
| 96 ace
este filme está no youtube...
| 110 ace
gostei muito da explicaçao adas fotos
| 92 ace
sim realmente ela merece ser chamada de Grande Mulher com G e M maiúsculos!
| 108 ace
sim realmente ela merece ser chamada de Grande Mulher com G e M maiúsculos!
| 131 ace
Quatro personalidades conhecidíssimas no mundo das artes e publicidade: Marion Davis (atriz), Charles Chaplin (dispensa apresentações), William Randolph Hearst (dono do jornal, e que foi inspiração para o Cidadão Kane de Orson Welles) e Thomas Ince, produtor de cinema. O ano era 1924, época riquíssima em escândalos, alguns dos quais causaram o afastamento de atores (Mabel Normand e Roscoe Arbuckle, envolvidos em bebedeiras e homicídios), mesmo com alguns sendo abafado. As personalidades estavam todas reunidas num Iate, para comemorar o aniversário de Thomas Ince. Marion Davis era conhecida jovem amante de Hearst, mas também mantinha um caso com Charles Chaplin. Reza a lenda que em determinado momento da festa, Hearst, já desconfiado de sua amada e do seu amigo, pegou o casal em flagrante delito e, enraivecido, teria voltado em seu quarto para pegar uma arma. Charlie, então jovem, não teve dúvida e saiu do quarto, deixando Marion apavorada e aos gritos. O que ocorreu em seguida daria margem à uma tragédia: acordado pelos gritos de Marion, Thomas Ince entra no quarto e abraça Marion, tentando acalma-la. É quando Hearst retorna, já armado, e pensando tratar-se de Chaplin, já que os dois tinham o mesmo tipo físico e estava escuro, atira. Diante da tragédia, o grupo, que contava também com a cronista social (e fofoqueira) Louella Parsons, decide ocultar fatos, para que não ocorra mais um escândalo. Decide-se embalar o morto e mandar de volta para sua casa. Para todos os efeitos ele nunca esteve no iate naquela noite. Segundo o secretário de Chaplin, da época, a cabeça de Thomas tinha uma ligadura em redor do crânio.Compra-se o silêncio da sua esposa colocando no dia seguinte 1 milhão de dólares em sua conta, e anuncia-se no dia seguinte que o jovem produtor morreu em decorrência da ulcera gástrica. Seu corpo, sem maiores investigações, é logo cremado para apagar futuras investigações. Como dono de jornal, Hearst anuncia com estardalhaço a morte do colega, acompanhando de Louella, que por sua vez, torna-se empregada vitalícia do grande jornal. Parece um filme, o que realmente veio a se tornar, “O miar do gato”, de Peter Bogdanovich, que conta comKirsten Dunst, Cary Elwes, Eddie Izzard, Edward Herrmann, Joanna Lumley eJennifer Tilly no elenco. Mas baseado em fatos reais (?) e obscuros. A verdade nunca conheceremos, já que os envolvidos não se encontram mais entre nós.  
| 1045 ace
Cade o maior dos atores Brian Deacon que fez FILME BÍBLICO: JESUS SEGUNDO EVANGELIO DE SÃO LUCAS.
| 122 ace
308. triste...
triste...
| 119 ace
Grande filme! Doris Day arrebentando também em um papel dramático.
| 123 ace
adorei os filmes dele
| 95 ace
muito massa chorei de tanto rir
| 97 ace
adoreii hoo filme...
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Por Rafael Amaral De echarpe branco, como uma santa, Bette Davis vai ao encontro de sua antagonista, uma oriental que veste preto. Ambas as mulheres amam o mesmo homem e ambas estavam dispostas a matar ou morrer por ele. Davis, como Leslie Crosbie, puxou o gatilho primeiro.A Carta acompanha seus passos após o crime. Não são passos fáceis. Acompanham mentiras, dúvidas, amores e dinheiro. Tudo isso dá vez a um filme noir realizado ainda antes de o subgênero popularizar-se. Á época, Davis era uma dama fatal perfeita, também apaixonada, capaz de confessar, ao fim, seu amor ao marido rico: o amor pelo homem que matou na abertura. Todos aqui estão machucados: de colonizados a colonizadores, entre o branco e o preto, entre a luz da lua e as sombras das nuvens. O filme de William Wyler utiliza esse crime e a relação entre pessoas para fazer uma poderosa crítica à colonização. Ao centro está a mulher, igualmente a carta que escreveu, a prova de seus sentimentos pelo homem que matou, a tiros, no começo da história. A carta é um documento, uma prova, com a letra da assassina. Talvez possa ser comprada, mas é incerto se um crime pode ser simplesmente apagado com a consumação de outro. Wyler constrói dois mundos, dois julgamentos. Para cada mundo há uma mulher. A vítima ousou estar entre eles, e morreu. Antes de sua morte, a câmera parte de uma seringueira, da qual é possível ver seu líquido branco pingando em recipientes. A câmera movimenta-se e segue em direção à casa da protagonista. Passa pelo alojamento dos funcionários, pela vida simples do lado de fora. O líquido branco da árvore é uma representação do sangue, de cor branca para revelar o poder de algumas pessoas. Não por acaso, quase sempre elas vestem branco. Na noite do crime, Leslie é dividida por uma roupa parte preta, parte branca. Uma mulher em dois mundos, em busca de luz, de absolvição. Ao marido, seu advogado e outro jovem, pouco depois, ela contará uma história repleta de emoção. Para Wyler, a boa encenação constrói sua própria verdade – e ninguém melhor do que Davis para dar a essa construção os toques que merece, o sabor de uma vitória. Depois surge a história da carta. Os orientais, não livres da vilania, fazem com que essa carta seja um peso fundamental no julgamento de Leslie. Resta, então, comprar a prova do crime: os escritos que indicam o amor da protagonista pelo homem que matou. Se não há, ali, uma prova de amor, certamente depois ela surgirá. Com exceção, talvez, do marido, interpretado por Herbert Marshall, ninguém está limpo demais nesse universo criado por Wyler, em sua visão ácida do ocidente colonizado reproduzida nos estúdios de Hollywood. Para toda a sujeira restam os ternos brancos. O efeito mais devastador, é certo, pode ser conferido na personagem do advogado, vivida pelo cínico James Stephenson. Inicialmente ele resiste à ideia de pagar caro pela carta. Mais tarde, ele cede. A segunda grande interpretação pertence a ele, no tribunal, quando, com sua peruca branca, fala ao público da inocência de sua cliente. Seus olhos de suposta “verdade” dão um ar de empolgação: ele convence em seu papel. Antes de comprar a carta, Leslie, de véu branco, terá de se ajoelhar à outra mulher. A imagem não poderia ter representação maior: o inglês rebaixa-se ao oriental em um universo no qual tudo pode ser tomado à força do dinheiro. A dama poderosa volta para casa, não sem estar à frente das máquinas fotográficas na saída do tribunal. Dali parte à festa, aos braços dos outros, ao retorno da alegria que não chegará pela imagem de um bando de pessoas em sua grande casa de muros altos – para celebrar, mais uma vez, o branco da vida. Ou a mentira. A Carta estabelece, aos poucos, essa proximidade entre a mulher e seu destino fatal, entre um crime aos poucos revelado e seus sentimentos, entre os espaços internos e externos da casa. A frieza de Leslie é representada pelo tecido que constrói, mesmo sob o risco de ser condenada pelo crime que cometeu. Por isso, Wyler retorna àquele tecido no fechamento, à peça inacabada. Rafael Amaral é jornalista e escreve no blog palavrasdecinema.wordpress.com
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uma reliquia histórica!!!
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alain delon foi um dos maoires atores do cinema mundial, beleza vibrante e forca de interpretacao, um icone inesquecivel...!
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este filme esta disponivel no youtube dublado
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Acabei de ver o filme do Telecine Cult,esse menininho é incrível e o filme é fantastico.!!!!!
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eu tambem adoraria assistir...
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gostaria de assistir esse filme mais com legenda em português.
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Esse Video é muito legal e emocionante.Obrigado!
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Meu nome foi dado em homenagem à ela! E sou cantora também, mas não soprano, como ela, mas de jazz e music standard.
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assisti esse filme em 1969 aqui na minha [cidade]otimo e bom cantor
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filme muito bom,procuro este video há anos,Parabens pelo post.
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oi esse filme foi o melhor filme do mundo Leonard Whiting e Olivia Hussey, meu sonho é conhecer vocês , sonhei com isso deste o primeiro dia que asssiti Romeu e Julieta, eu fiz a minha festa de 22 anos , em julho e o tema foi em homenagem a esse maravilhoso filme,bjs da fã numero 1 de Romeu e Julieta e claro do Leonard Whiting e Olivia Hussey
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Lembrando que quando de sua morte havia só um filme lançado de James Dean "Vidas Amargas". Depois de sua morte foi lançado "Juventude Transviada" e bem mais tarde (quase um ano após) em meados de 1956 o seu último filme "Assim Caminha a Humanidade", no qual teve sua última cena (um discurso para um salão vazio) dublada (após a morte) pelo ator Nick Adams, por seu real estado de embriagues. Ele, se vivo estivesse, faria os dois filmes que lançaram o nome de Paul Newman, "Marcado pela Sarjeta" e "Billy the Kid". Morreu num acidente de carro em Paso Robles, às 17:56 hs do dia 30 de setembro de 1955, com o pescoço quebrado por falta de um cinto de segurança.Foi certamente o rosto mais mostrado (juntamente com Marilyn Monroe) do século XX. Mas, como ele mesmo dizia: "Vivei jovem, morrei jovem e serás um belo cadáver". Foi a sua morte trágica e prematura que fez dele um mito. E tem muito a ver o lançamento pós morte de "Juventude Transviada" e "Giant".
| 114 ace
Lembrando que quando de sua morte (James Dean)havia só um filme lançado de James Dean "
| 98 ace
Muito bem dita a frase do texto "As interpretações são algo assombrosas". Realmente, são notáveis as interpretações de Richard widmark como o acusador, Maximilian Schell como o defensor e Spencer Tracy como o juiz. Ao fundo a linda canção "Lili Marlene".
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Estou organizando um sarau cultural cujo tema é uma viagem no túnel do tempo pela sétima arte e tudo de que precisei encontrei aqui. Obrigada!
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Eu querro que Claudia case com o Vicente.
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Maravilhosa María!!! Deusa...
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É uma das minhas atrizes favoritas. Cablanca é um clássico, e a atuação da Ingrid é fabulosa!
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Adorei esse listão! Assisti o filme SERAPHINE na net no site www.filmesonlinegrátis.net
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Só não concordo sobre os melhores papéis da carreira de Davis. Acho que "O Que Terá Acontecido a Baby Jane" é a mais perfeita atuação de uma atriz.
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maravilhoso! obrigada por publicar
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Desejo saber se o cidadao brasileiro, Eliseu Costa Santos, atuou como figurante no filme A Mulher Sem Alma. Meu e-mail:alverleylealalvy@hotmail.com
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Gostaria de saber se o cidadao brasileiro Elizeu Costa Santos atuou como ator no filme A mulher sem alma.
| 92 ace
FILME!!! MUITO BOM SAUDADES DOS TRÊS.
| 84 ace
  Cary Grant, nasceu Archibal Alexander Leach, em Bristol (Inglaterra), em janeiro de 1904. Sua família era pobre e em 1913 sofreram muito quando a mãe de Cary foi internada num Hospital psiquiátrico. Dentre as loucuras da mãe, estava o fato de vestir o filho com roupinhas de menina. Para passar o tempo e esquecer um pouco de sua realidade, começou a fazer teatro, e acabou abandonando os estudos aos 14 anos. Em 1918 estava na Trupe de Bob Pender, dançando e fazendo acrobacias.   Em 1920 a trupe chegou nos Estados Unidos, onde Cary se apresentou na Broadway. Não quis regressar ao seu país, e ficou nos EUA trabalhando como modelo e esporadicamente ator (trabalhou como homem sanduíche e atendia esporadicamente a senhoras).Depois de participar de algumas comédias musicais, como “Golden Dawn” e “Nikki”, conseguiu um contrato com a Paramount, em 1932, onde mudou o nome para Cary Grant (um trocadilho, do nome de um dos maiores atores da época Gary Cooper).   Estreou em This Is the Night, de Frank Tuttle, fazendo um papel secundário. Em Blonde Vênus aparece ao lado de Marlene Dietrich. Mãe West se agradou dele, e exigiu sua participação em dois filmes seus. Depois de atuar com diversas estrelas, como Katherine Hepburn e Irenne Dunne, Carole Lombart, conseguia finalmente chegar ao estrelato.   Em 1941 concorreu ao Oscar com Penny Serenade, mas acabou perdendo para Gary Cooper. No ano seguinte perderia para Bing Crosby. Esse ano também marcaria o início de uma colaboração importante para ambos os lados, quando atuou pela primeira vez para Alfred Hitchcock em Suspicion, que acabou sendo prejudicado, já que o final imaginado por Hich não pôde ir ao ar, sendo trocado por algo mais paliativo. Mas o público queria mais Grant. Fazendo comédias ele provou ser um ator versátil. Durante as décadas de 50 e 60 ele seguiu fazendo enorme sucesso em comédias, dramas e suspenses. Em 1966 ele abandonou as telas.   Com Barbara Hutton, 1944Na vida particular, sempre houveram rumores de sua homossexualidade, sobretudo um longo relacionamento com Randolph Scott, com quem morou durante algum tempo. Alguns consideraram o seu primeiro casamento, com Virginia Cherril (a cega do filme Luzes da Ribalta) um casamento arranjado, mas não há nada que prove. Bom, mas o casamento acabou não dando certo não pelos motivos óbvios, mas pelo ciúme excessivo de Cary, que botava vigias atrás de Virginia. Scott continuava sendo seu vizinho e “melhor amigo”. Sua segunda esposa foi Bárbara Hutton. Segundo amigos de Hutton, o casamento jamais se consumou, mas o fato é que Cary ficou depressivo e só iria se interessar por outra mulher quatro anos depois. Sua terceira esposa foi Betsy Drake, atriz, com quem ele aprendeu a beber compulsivamente e a usar LSD. Ela que amava a leitura fez com que ele se interessasse mais em aprender. Foi nessa época que conheceu Sophia Loren, por quem se apaixonou perdidamente, porém ela já estava casada e recusava-se a deixar o marido por Cary. Foi talvez uma das poucas mulheres por quem ele se interessou. Dyan Cannon seria sua quarta esposa, com quem teve sua única filha, Jennifer. Mas Dyan, segundo as más linguas, depois de anos de surras e constrangimentos, fugiu com a filha. Cary tornou-se recluso ainda. Bárbara Haris foi sua ultima esposa. Cary morreu em novembro de 1986, aos 82 anos. Dizia que esperassem, porque após sua morte falariam muito sobre sua vida particular, e ele não teria como se defender. E foi o que aconteceu.
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  Barbara Stanwyck, ao final de sua vida era pouco vista em público. Preferia ficar em sua casa, sozinha. Costumava dizer que preferia isso a ser vista nas ruas e ter que ouvir às maledicências daqueles que julgam a todos pela beleza e juventude. A sua secretária ficava responsável por fazer suas compras e quando ela queria companhia, chamava suas velhas amigas das épocas glamourosas: Ida Lupino e Jane Wyman. As duas a acompanharam até o final dos seus dias, quando ela faleceu aos 82 anos de idade. Não deixa de ser um comentário triste o de Barbara, atriz que encantou e encanta multidões até hoje.   Sua vida não foi realmente muito fácil: orfã aos 4 anos, passou de família a família, até virar corista num cabaré em Nova York. Em 1929 estreava no cinema, um enorme sucesso, com filmes como "Pacto de Sangue" e "A vida por um fio". Casou-se em primeiras núpcias com Frank Fay, com quem teve um casamento turbulento: ele era alcoolatra e batia nela constantemente. Mesmo assim o divórcio só veio 9 anos depois. Foi então que ela conheceu o amor de sua vida: Robert Taylor. Com ele foi feliz durante 12 anos, mas acabou perdendo-o quando ele foi à Roma filmar "Quo Vadis" e apaixonou-se por outra mulher. Não teve filhos naturais, pois era estéril, mas acabou adotando 1, que acabou se entregando às drogas. Mesmo com tantos problemas na vida particular, sua carreira no cinema é invejavel: em 60 anos de trabalho, atuou em 832 filmes e mesmo assim faz parte da enorme lista de artistas injustiçadas de Hollywood, não tendo ganho nenhum Oscar (a não ser um Humanitário).
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Mário Moreno Reis, mais conhecido por Cantiflas foi considerado por Charles Chaplin um dos melhores comediantes do mundo.   Houve até conversações para se fazer um filme juntos, o que acabou não dando certo. Nascido na cidade do México,em 12 de agosto de 1911, acabou se tornando o mais popular da América Latina.Teve infância pobre, o que suspendeu seus estudos. Foi engraxate, pugilista, toureiro, motorista de taxi, palhaço de circo, dentre outras profissões. Até tornar-se artista ambulante, dançando e cantando cantigas populares fazendo paródias. Dois chumaços ralos eram seus bigodes, calças enormes, lenço no pescoço e um falar estranho formavam sua figura.Seu primeiros filmes foram "La mujer del puerto (33) e Não te enganes, coração, em 1936. Depois desse vieram mais de 50 trabalhos. Desses, somente dois foram rodados nos Estados Unidos (A volta ao mundo em 80 dias e Pepe).Principais filmes: Os três mosqueteiros (42). Logo logo criaria sua própria produtora, a Rosa Filmes, que lhe rendeu grandes sucessos dirigidos por Miguel Delgado. Alguns destes foram O circo (42), Romeu e Julieta (43), O porteiro (49), O patrilheiro 777 (77). Cantinflas também foi membro do Sindicato dos Atores, fundando umaCasa de amparo aos artistas. Era também reconhecido por sua humildade e extrema generosidade. Sempre que pôde ajudou quem precisava. O que acabou deixando ele em péssimas condições financeiras. Morreu em 1993.
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  10 pontos sobre sua carreira: 1. Venceu 2 Oscars, por "Dangerous" e "Jezebel" (tendo concorrido 10 vezes).Ganhou 1 Palma de Ouro em Cannes, pelo seu papel em "All about Eve" (A malvada). 2. Foi a primeira mulher a presidir a Academia de Ciências e Artes Cinematográficas. E além disso foi uma atriz engajada na defesa de sua classe artística: enfrentou grandes estúdios, reinvindicou grandes salários, roteiros inteligentes e contratos mais dignos. Com isso ganhou a fama de briguenta, mas o que ela queria (e conseguiu) foi respeito. 3. Impossível determinar qual foi o seu maior papel, mas de todos, podemos citar Margo Channing (A malvada), Elisabeth (no filme homônimo), Jezebel (filme homônimo). 4. Rivalidade com Joan Crawford: até hoje não se sabe da veracidade sobre a rivalidade entre as duas. Eram duas grandes estrelas, já de meia idade, e fazendo o mesmo filme. Histórias e rumores surgiram, inclusive de cantadas da Joan para a Bete, mas nada disso foi desmentido ou assumido até hoje. O que se sabe é que Bete dizia que a "amiga" não era uma boa atriz, e além disso tinha dormido com todos os astros da MGM, exceto Lassie. 5. Nome verdadeiro: Ruth Elizabeth Davis, nascida em Masssachussets, em 05 de abril de 1908, filha de Ruth Favor e Harlow Morrel Davis. Em sua árvore genealógica constam pastores e bispos protestantes que vieram para a América. Mesmo isso não evitou que seu pai abandonasse a família, forçando a sua mãe a sustentar as filhas trabalhando como fotógrafa. 6. Casou-se 04 vezes: enviuvando uma e divorciando-se as outras três. 7. 03 filhos: Bárbara, Michael e Margot (os dois últimos adotados). 8. Altura: 1:60 9. Uma música foi feita em sua homenagem: "Bette Davis Eyes" de Kin Karnes (1981). 10. Assim com acontecera com sua arqui-rival Joan Crawford, a filha de Davis, Barbara escreveu um livro entitulado "My Mother's Keeper", em que falava do difícil relacionamento com a mãe. Amigos desmentiram-na chamando-a de oportunista.
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que lindooooooooooooooooooooooooooooo!!!!!!adorei!!!!!!!
| 95 ace
muito bom o filme otimo mas é Daphne Du Maurier que plagiou a Carolina Nabuco...
| 105 ace
Vi o filme pelo youtube legendado em espanhol.Incrível!!!Muito melhor que Gilda e Laura que eternizaram as protagonistas.Joan Bennett está impecavel!!
| 168 ace
Ator fenomenal. Em O Garoto, inacreditável desempenho! Maravilhada!
| 99 ace
Agradeço ao Site e O(s) Postador(es) desta Belíssima Obra!!!
| 87 ace
ela eh simplesmente linda
| 90 ace
Maravilhosa
| 105 ace
o filme p/ assistir on line não tem legenda...
| 115 ace
Florence Deshon desde cedo tentara carreira no cinema, tendo tido diversas negativas. Um belo dia foi chamada por goldwyn, que lhe oferecia um salário de 400 dólares a semana, um guarda roupa novo e um apartamento magnífico. Ela ficou feliz, mas ao mesmo tempo estranhou o fato de uma atriz iniciante ganhar tantos luxos de uma hora para outra.A explicação veio mais tarde: Chaplin a financiou. Ele tinha ficado tocado com a história da jovem atriz, que não conseguia papéis devido ao seu envolvimento com o socialismo. Florence lia Li Poe e John Milton, era muito sensível para todas as artes, e era amante de Max Eastman, com quem se correspondia frequentemente. Depois que Chaplin a conheceu pessoalmente, ficou fascinado com seu conhecimento e posição intelectual. Iniciou-se daí um relacionamento envolvendo Chaplin - Florence - Eastman. Os três frequentavam as mesmas festas, sempre regadas a muita bebida e farras. Como Eastman viajava bastante, pediu para Charlie "cuidar" de Florence enquanto ele estava fora. Com isso, ele praticamente empurrou um nos braços do outro. Foi o suficiente para os dois iniciarem um tórrido romante, que foi uma junção de aventura e angústia por trair o próprio amigo. Mas Chaplin, dessa vez, cuidou dela, tentando gerenciar sua carreira e vida, sendo a família que ela não possuía. Chaplin amou Florence, mas naquele momento ele amava muito mais sua liberdade. E também tinham os seus traumas: ele achava que Florence jamais iria preferir um baixinho como ele do que um homem como Max Eastman. Ela ficou confusa e insegura, e acabou voltando para Max, indo encontra-lo na cidade onde estava. Na chegada, ele percebeu que ela estava ardendo em febre. Na verdade, ela havia feito um aborto e quase morreu com o acontecido. Se a criança tivesse nascido, teria sido filha de Chaplin. Florence amargou dias de solidão, depois que seu romance com Max e Chaplin terminou. Ela suicidou-se em 1922, ligando o gás em seu apartamento, em Nova York. Tinha apenas 29 anos. Chaplin ficou abaladíssimo, e o romance entre os dois acabou servindo de inspiração para a cena inicial de Luzes da Ribalta, em que ele salva a dançarina de circunstâncias identicas. Reflexo do que ele gostaria de ter feito? Nunca saberemos.O fato é que ele não cita uma palvra sobre ela em sua biografia, e se negou a tratar do assunto mesmo anos depois do acontecido. Por Carla Marinho
| 925 ace
Assisti a esse filme ainda criança. Passava na antiga Sessão da Tarde. Na minha percepção de menina, tratava-se de um filme ligeiramente assustador. Eu via como bárbara a ação de Ann ao tentar "ensinar" Helen. Eu não entendia o método, não entendia de cinema, entendia somente de ver e gostar. Mesmo sendo uma história densa, eu gostei. E brincava fechando os olhos, querendo na minha inocência ser Helen Keller... Há pouco tempo atrás revi o filme, e pude rever também conceitos. Ele narra a história real de Ann Sullivan (a carrasca de minha infância) na verdade é uma dedicada e corajosa professora, que com métodos nada usuais entra em confronto direto com os pais de Helen Keller, uma menina cega e surda, que tinha enormes dificuldades em comunicar-se com o mundo. A garota ficara cega subitamente, ainda bebê, devido a escarlatina. Não tendo como se comunicar, tornou-se violenta e selvagem. Aos 7 anos ocorre o encontro entre Hellen e Ann. Nada é fácil. É preciso trabalhar o que nunca foi feito antes: a comunicação entre professora e aluna (e entre aluna e mundo) é algo quase inexistente. O filme ganhou 2 Oscars, Melhor Atriz para Anne Bancroft (desbancando Bette Davis) e coadjuvante para a estreante Patty Duke (irretocável no papel da garota), tendo sido ainda indicado para Melhor Roteiro adaptado, figurino e diretor. Anne também faturou o BAFTA de melhor atriz estrangeira. O filme ainda foi refilmado duas vezes para a televisão (1979 e 2000), mas não assisti a nenhuma das versões posteriores. Sei que a Patty Duke interpretou Ann na versão de 1979.Sem dúvida alguma, um filme para ver, ter e rever sempre. Por Carla Marinho
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Joan de Beauvoir de Havilland, nasceu em 22 de outubro de 1917, em Toquio. Irmã mais nova de Olivia de Havilland, desde pequenas houve uma acirrada competião entre as duas. Depois do divórcio, sua mãe mudou-se com as filhas para os EUA. Joan retorna durante um período ao Japão, mas retorna a morar com a mãe. Aos 15 anos foi apresentada a a atriz May Robson, começando sua carreira artística, mas sua mãe não lhe deixa usar o sobrenome da família (Havilland), que já vinha sendo usado pela sua irmã. Vai em busca então de outro nome, até chegar a Fontaine (sobrenome de solteira de sua mãe).   Em 1935 estrelou no teatro "Kind Lady" e "Call It a Day". Durante a apresentação, recebeu um convite de Jesse Lasky, para trabalhar para a RKO, no filme "No more ladies". No ano seguinte, foi convidada para aparecer em um filme de Fred Astaire e Ginger Rogers (Senhora em desgraça), cujo título lhe caiu muito bem: o filme foi um fracasso de bilheteria e crítica. Joan não fez muito sucesso, após mais de 10 participações em filmes, e não teve seu contrato renovado em 1939.Durante uma festa, conheceu o produtor David O. Selznick, e recebeu o convite para fazer um teste para "Rebeca", novela de Daphne du Maurier. Alfred Hitchcock seria o diretor. Mesmo tendo atrizes como Vivien Leigh, Anne Baxter, Loretta Young e sua irmã Olivia de Havilland, Joan Fontaine ganhou o papel de Rebeca. Sucesso absoluto. Joan teve sua primeira indicação ao Oscar, perdendo naquele ano para Ginger Rogers. O Oscar só viria em "Suspicion", em 1942. No ano seguinte voltaria a ser indicada por "De amor também se morre".Durante a década de 50 afastou-se gradativamente das telas. Virou empresária no ramo agro e passou a fazer participações esporádicas em séries televisivas e peças na Broadway. Em 1994 fez sua última participação, no filme televisivo "ood King Wencelas".Na vida pessoal, casou-se quatro vezes: Brian Aherne (1939-1945), William Dozier (1946-1951), Collier Young (1952-1961) e Alfred Wright Jr. (1964-1969). Teve uma única filha, Debbie. Atualmente reside na Califórnia.
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Romy Schneider nasceu Rosemarie Magdalena Albach-Retty, em setembro de 1938 em Viena. Filha de atores, sempre chamou muita atenção por sua beleza, e sua estreia no cinema foi aos 14 anos no filme "Quando voltam a florescer os lilases" (When the White Lilacs Bloom Again), onde trabalhou com sua mãe. Aos 17 anos ganhou o papel que iria marcar sua carreira: Sissi, a imperatriz da Áustria. Seu sucesso não ficou só em seu país, ganhando o mundo logo, e acabou tendo duas continuações: "Sissi, a Imperatriz" e "Sissi e seu destino". Mas a atriz estava cansada de viver papel de adolescentes, e em 1958 estrelou "Senhoritas de uniforme", de temática GLS. Em "Christine", teve enorme dificuldade no início, pois não sabia falar inglês ou francês. Em 1962 estrela "O processo" (The trial), de Orson Welles. "Boccaccio 70", de Luciano Visconti trouxe uma mudança significativa em sua carreira. O sucesso seguiu durante a década de 70. Romy trabalhou com os melhores diretores, como Claude Chabrol, Claude Sautet, Joseph Losey, Costa-Gavras. Andrzej Zulawski e Bertrand Tavernier, e teve como pares, além de Alain Delon, Yves Montad, Jack Lemmon, Michel Piccoli, Peter O'toole, Antony Quinn, Jean Claude Brialy, Jean-Louis Trintignant, dentre outros. Seu último filme foi "O bar da última esperança", de 1981.     Ganhou o César (Prêmio do cinema francês) como melhor atriz em 1975 (O importante é amar) e em 1978 (Une histoire simple).Com relação à vida pessoal, Romy casou-se com o coreógrafo Harry Meyen (1966 - 1975), pai de David, e com Daniel Biasini (1975 - 1981), seu secretário, com quem teve uma filha, Sarah. Teve um romance com Alain Delon, que conheceu durante as filmagens de "Christine", remake do filme de 1933.     Enquanto a vida profissional só florescia, sua vida pessoal não foi fácil. Por trás do rosto perfeito e de formas suaves, escondiam-se problemas pessoais que lhe levariam a depressões profundas ao longo da vida. O sentimento de rejeição sempre a acompanhou desde a infância, quando seus pais se divorciaram, e sua mãe, atriz, parecia dar mais ênfase à sua carreira, relegando a menina a segundo plano. Seu pai também não lhe dava muita atenção. Sua vida amorosa pareceu ter sido um caos, sofrendo por Alan Delon uma das maiores decepções: narcisista ao extremo, depois de anos, acabou o relacionamento com um bilhete que dizia "Vou para o México com Nathalie". As drogas e alcool acabaram sendo o refúgio para a atriz.     Aos 43 anos, no auge de sua carreira e vivendo em Paris, sofreu uma parada cardíaca, depois de um longo processo de depressão ocasionada pelo suicídio do seu primeiro marido e do seu filho David, com apenas 14 anos, num terrível acidente em que foi perpassado pelas pontas da grade de um portão. Nos jornais uma ressalva: ela morrera de coração partido.   Por Carla Marinho
| 1050 ace
Gostaria de obter a obra completa de Charlie Chaplin, ele que foi o grande e imortal artista dos efeitos especiais e naturais da história
| 113 ace
Assisti a este filme no youtube...gostei apesar de não haver legenda
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Ela era linda, era sensual sim...era.
| 90 ace
357. diva!!
diva!!
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Marilyn Monroe Uma seleção de fotografias históricas de atrizes de Hollywood visitando soldados que lutavam na guerra. Marsha Hunt Marilyn Monroe "Eu nunca havia dançado com uma celebridade, então queria que ela se sentisse especial...mas logo que eu pensei nisso, parecia exatamente como as garotas que havia visto na terra natal". Assim falava um soldado no evento organizado pelas Forças Armadas, quando conheceu a atriz americanaDonna Reed. Veronica Lake Raquel Welch Marlene Dietrich As imagens mostram atrizes renomadas visitando soldados americanos durante a Segunda Guerra, e também as históricas fotografias de Marilyn Monroe visitando as tropas que lutavam na Guerra da Coréia, em 1954.     Marilyn Monroe Em 1941, foi formada uma associação independente de voluntariado religioso, de caridade e outros para promover as forças armadas nos Estados Unidos. Essa associação organizava eventos de lazer para os militares, sendo que muitas atividades envolviam a visita de artistas famosos da época. Rita Hayworth Ann-Margret Marlene Dietrich Veronica Lake Rita Hayworth, Marlene Dietrich, Bette Davis, Judy Garland, Lauren Bacall e muitas outras atrizes da era dourada de Hollywood viajavam milhares de quilômetros para assinar fotografias, cantar, dançar e fazer com que os soldados se sentissem, mesmo que por pouco tempo, em casa. Marilyn Monroe The Andrews Sisters Veronica Lake Marilyn Monroe Marlene Dietrich Martha Raye Marilyn Monroe Bette Davis Ann-Margret Barbara Hale, Lynne Bagget, Gloria DeHaven, Lynn Bari, Jinx Falkenburg, Dolores Moran, Chili Williams e Ginger Rogers Marilyn Monroe Bette Davis Ann-Margret Betty Hutton Bunny Waters Carole Landis, Kay Francis e Mitzi Mayfair Deanna Durbin Jayne Mansfield Marlene Dietrich Lana Turner Marilyn Monroe Marlene Dietrich Fonte:http://www.ideafixa.com/atrizes-na-guerra/
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  Kerry Katona Norma Jeane - The Musical Autumn 2013 Estrela de reality show e ex-integrante da banda Atomic, Kitten Kerry Katona foi escalado para novo musical do Belvedere Pashun baseado na vida de Marilyn Monroe. Pashun disse de Katona: "Eu precisava de uma atriz de enorme talento, personalidade e experiência - Kerry estava no topo da minha lista." Katharine McPhee e Megan Hilty, Smash 2012-2013 McPhee e Hilty interpretam duas atrizes que estavam disputando o papel de Marilyn em um musical da Broadway em os EUA programa de TVSmash. Apesar do sucesso de crítica inicial, houve um declínio que levou ao cancelamento do show depois de apenas duas temporadas.   Michelle Williams, My Week with Marilyn 2011 Williams recebeu uma indicação ao Oscar por sua interpretação de Monroe no filme de 2011.My Week with Marilyn conta a produção de The Prince and the Showgirl a partir da perspectiva de Colin Clark (Eddie Redmayne).     Misty Rowe, Goodbye, Norma Jean (1976) e Goodnight, Sweet Marilyn (1989) Misty encarnou a loura diva nestes dois filmes, mas não fez sucesso em nenhum.     Madonna, Material Girl (1985) Não propriamente uma atriz, mas uma cantora performática, Madonna memoravelmente reinterpretou o desempenho de Marilyn Monroe no filme Gentlemen Prefer Blondes.     Susan Griffiths, Vários Griffiths interpretou Marilyn Monroe (ou uma sósia) em várias séries e filmes, incluindo Quantum Leap, Dark Skies, Timecop, Pulp Fiction, Marilyn & Me, Curb Your Enthusiasm e Nip / Tuck.     Charlotte Sullivan, The Kennedys (2011) Sullivan apareceu nesta minissérie que retratava uma das famílias mais conhecidas dos EUA, os Kennedys.     Mira Sorvino, Norma Jean & Marilyn (1996) Sorvino interpretou Marilyn Monroe, enquanto Ashley Judd assumiu o papel de Norma Jean no filme de TV.
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Marilyn sempre será considerada um dos maiores ícones de beleza e sensualidade. A prova disso é que mesmo 50 anos após sua morte ela torna-se a musa dos produtos de beleza para cabelos. A campanha utiliza fotos da diva e frases dela. Veja algumas peças da campanha:      
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Hermanos famosos y hermanos actores: Owen y Luke Wilson; Ben y Casey Affleck; Lian y Chris Hemsworths; Matt y Kevin Dillons; Jerry y Charlie O'Connells. Santiago de Chile, 30.07.13
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Na década de 1940, em minha juventude, vi este filme no Cinema Carioca, na Praça Saens Peña, Tijuca. Gostaria de revê-lo. Se alguém consegui-lo, ficarei grato se me enviarem cópia pelo email paulolacerda1adv.eco@gmail.com
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Pola Negri (Barbara Appolia Chlupec) nasceu na Polônia, em 31 de dezembro de 1894. Começou a fazer balé, mas uma forte tuberculosa forçou-a a parar. Trabalhou nos teatros, até que em 1914 estrou nas telas, em Slave of the Senses (Niewolnica zmysłów). Já tinha adotado o nome Pola Negri, inspirada na poeta Ada Negri. Após sucessos como “Carmen” (1918) e “Madame Dubary” (1919), The Wife (Żona), The Beast (Besta), Students (Studenci), Street Ruffian's Lover (Kochanka apasza) e Mysteries of Warsaw Pola foi convidada por Ernest Lubitsch (diretor) para ir a Hollywood, em 1921.   Lá foi contratada pela Paramount, e dirigida por George Fitzmaurice, tornando-se uma das maiores “vamps” e atriz dramática do cinema mudo. Em 1922 mudou-se definitivamente para os Estados Unidos. Um capítulo interessante foi sua vida pessoal. Pola Negri era conhecida como a rainha dos filmes dramáticos. Imaginem o que foi o relacionamento dela com o Rei da Comédia.   Os dois se conheceram em um engarrafamento de limusines, quando o veículo de Pola bateu no de Chaplin. Foi quando ele desceu do carro e se apaixonou por uma mulher "cheia de jóias e muito nua", conforme descrição do próprio. O romance iniciou logo depois disso.O que a fascinou nele foi a sua capacidade de ouvi-la, bem mais do que o amor. Ele a escutava pacientemente, não a julgando pelo seu passado ou lhe criticando. Ela também aceitava as mudanças de humor dele, quando do nada, se trancava em seu mundo, deixando de falar com quem quer que fosse.Contudo, o que ficou mais marcado nesse relacionamento foram os temperamentos de ambos, bastante conhecidos. Os escandalos, de ambas as partes, e por ciúmes, política, o que quer que fosse, eram constantes. Com o tempo, ele tentou administrar a carreira dela, o que foi a gota d'água para Pola.O romance, descrito por muitos como exótico, depois de muitas idas e vindas, acabou, com direito a declaração a jornais. Em uma entrevista, quando perguntaram a ele se estava nos seus planos o casamento com Pola, ele respondeu dizendo que era pobre demais para isso.   Quanto a Pola, dizem que o maior amor de sua vida foi mesmo outro ator, Rodolfo Valentino. Após a morte deste, ela anunciou que os dois pretendiam casar-se.Após o advento do cinema falado, Pola foi obrigada a abandonar as telas, pois quase ninguem entendia seu sotaque. Depois de dois filmes falados, teve seu contrato suspenso.   Na década de 50 foi cogitada para fazer o papel de Norma Desmond em Sunset Boulevard (Mary Pickford e Mae West também), porém Billy Wilder deu o papel a Gloria Swanson. Em 1951 foi naturalizada cidadã americana, aparecendo esporadicamente em alguns filmes. Pola morreu em 1987, aos 92 anos, de pneumonia.
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Mary e Jack Pickford. Loretta, Polly Ann e Elizabeth Young   Joan Fontaine e Olivia de Havilland   Norma e Constance Talmadge   Lilian e Dorothy Gish   Irmãos Marx   Andrews Sisters   The Gumm Sisters   Norma e Douglas Shearer   Carmen e Aurora Miranda   Joan & Constance Bennett   Shirley Maclaine w Warren Beaty   River e Joaquin Phoenix   Charlie Sheen e Emilio Estevez   Eva Gabor e Zsa Zsa   Peter e Jane Fonda   Irmãos Baldwin   Adele e Fred Astaire   Irmãos Barrymore   Pier Angeli e Marisa Pavan   John e Joan Cusack   Jeff e Beau Bridges  
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Mais de 50 anos de carreira que inclui a de roteirista, cineasta e produtor. 21 indicações ao Oscar, conseguindo 06 estatuetas (duas como diretor). 60 filmes, que contaram com astros como Greta Garbo, Barbara Stanwyck, Marlene Dietrich, Gary Cooper, Marilyn Monroe, Audrey Hepburn, Gloria Swanson, dentre outras. Eis Billy Wilder, um polonês nascido em 22 de junho de 1922, na Polônia. Queria ser advogado, depois desistiu e resolveu seguir o jornalismo, trabalhando no Jornal de Viena. À parte, era frequentador assíduo de teatros, começando a escrever roteiros para filmes mudos alemãos, colaborando com ''People on Sunday'', de Robert Siodmak. Após a ascensão de Hitler ao poder, Billy (que era judeu e sua família acabou morrendo nos campos de concentração) fugiu para Paris e posteriormente para os Estados Unidos. Não sabia falar uma só palavra em inglês, e passou por enormes dificuldades financeiras. Na América conheceu Charles Brackett, e passou a ser seu colaborador. Da parceria nasceram Ninothchka (1939) e Bola de fogo (1941). A parceria seguiu durante a década de 40, e Billy partiu para a direção a partir de 1942, com Double Indemnity (1944), Cinco covas no Egito (1943) e Farrapo humano (1945). A parceria findou-se após o grande filme Crepúsculo dos Deuses. Trabalhando sozinho, ralizou Sabrina (1954), A montanha dos sete abutres (1951), O pecado mora ao lado (1955) e Quanto mais quente melhor (1959), ambos com Marilyn, entre outros. Em 2000 Quanto mais quente melhor foi eleita a melhor comédia pelo American Film Institute. Billy se aposentou em 1981, falecendo em 2002 de pneumonia. Tinha 95 anos.
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Vi o filme,mas achei meio bobo...
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Vi o filme,mas achei meio bobo...
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Sem dúvida, um dos filmes mais mais espetaculares que o cinema produziu. A genialidade de Sérgio Leone é indiscutível; as interpretações de Henry Fonda, Cláudia Cardinale e Charles Bronson dispensam comentários. E a música de Enio Morricone, então? Será que alguém consegue compor uma música mais linda e mais triste do que "Once Upon a Time in the West" (Era uma Vez no Oeste)? Quase todas as cidades do oeste american foram fundadas como a cidade desse filme inesquecível: com muito heroísmo. Quantas pessoas deram suas vidas para que essas cidades fossem o que são hoje! Sérgio Leone conseguiu captar todo esse sentimento e colocá-lo em seu filme épico "Era uma Vez no Oste"! Existem filmes que foram produzidos para a posteridade, e "Era uma Vez no Oeste" é um deles!
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Cara sou muito fã de Beatles e nao podia baixar o filme pra assistir , esse site foi quase uma salvaçao pra mim obrigado !!!
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E um dos meus filmes favoritos, esse eu não faço a menor ideia de quantas vezes assisti.
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sou ele , sou billy the kid
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na minha opinião, os melhores foram, ROBERT POWELL e JIM CAVIEZEL, pq olhando para ROBERT POWELL, ele assimila exatamente a vida ministerial de JESUS e JIM CAVIEZEL a dor sofrida por meu mestre na cruz, suas interpretações foram espetacular. Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhh quem me dera voltar a 1977 para ver ROBERT POWELL, pessoalmente. Gostaria de ver o filme JESUS DE NAZARÉ, sem cortes, tem como? se tiver, me enviem respostas, serei grata!!!!!!!!!!!!!!!!!
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filme doido! kkk'
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Artigo muito bom, porem acho que faltou lembrar que Carmen Miranda foi a EUA ao convite e com contrato assinado com Lee Shubert, chegando lá estreou em Boston e devido ao grande sucesso logo tem estreia na Broadway com o musical: "Street of Paris", salvando a Broadway da Feira Mundial, se tornando assim a sensação de NY, com Shows em diversas casas, com uma media de 1,5 shows por noite. Em pouco mais de meio ano Carmen já era prestigiada em revistas, radios e jornais norte americanos. A nossa Pequena Notável que em pouco tempo em Nova York, consegui se consagrar como a Brazilian Bombshell, sem falar da sua carreira de hollywood, onde fez 14 filmes.
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Parabéns, estupendo e completo artigo sobre a vida da nossa Brazilian Bombshell...
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Eu tenho todos da lista exceto Cabaret e Agora Seremos Felizes. Não encontro para comprá-los em nenhum lugar! Alguém poderia me dizer o nome de alguma loja ou site (que não seja internacional) no qual eu poderia achá-los?
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Acho que sou o único fã do Mazzaropi que assisti um filme por noite dele,eu e minha mulher colocamos qualquer DVD dele na hora de dormir,duvido que exista alguém que goste tanto assim dele como nois dois aki em casa.
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Judy Garland era muito fofaa
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eu adorei o site tá lindo, e amei as fotos!
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380. ITALIAANA
ITALIAANA
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381. moças
moças
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filme tenso,pesado,detesto tudo o que remeta a Hitler,só vi por causa de Joan Crawford
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Por favor estou atrás de um filme que assisti na sessão da tarde, nos anos 80, mas o filme eu acredito que seja da década de 50 , .é a historia de uma moça humilde mas muito alegre que se muda para uma mansão, tem uma cena onde ela datilógrafa muito rápido deixando todos admirados e conquista a todos com alegria menos a noiva e sogra do mocinho... se eu nao me engano ela morava num rio com os tios (Não é o Flor do Pantano) outra cena é essa sogra do noivo que ja esta apaixonado por ela compra um vestido branco cheio de flores feias pra ela ira a uma festa e de repente cai uma flor e ela resolve tirar todas e o vestido fica linnndoo !! (um filme de cinderela sem dúvida) Por favor algue já assistiu lembra o nome e onde posso achá=lo ??? OBRIGADA glaucecarla@gmail.com carla.ribeiro@ctmsp.mar.mil.br
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SE ALGUÉM SOUBER DO FILME,O QUAL O FILHO DO MAZZAROPI TERMINARIA PARA SEU PAI, ENTRE EM CONTATO MIRIENEMACHADO417@GMAIL.COM,TENHO A COLEÇÃO SÓ FALTA UM PARA COMPLETAR 33 FILMES DO SIMPATICO,EXTROVERTIDO,SENTIMENTAL,ENGRAÇADO,TEIMOSO,ETC ARTISTA COMPLETO,QUE DEUS TE ABRAÇE,NO MEU LUGAR.BEIJÃO MEU ETERNO CAIPIRA.QUE DEUS ABENÇOE AS PESSOAS QUE VC AQUI DEIXOU,MEU SINCERO VOTO TE AMOOOOOOOOO
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GOSTO DO FILMES DO MAZZAROPI,GOSTARIA MUITO DE CONHECER O MUSEU ,MORO NO PARANÁ, SEI QUE UM DIA EU CHEGO AI,QUE DEUS COLOQUE ELE, EM UM OTIMO LUGAR ,PORQUE MAZZAROPI MERECE.BEIJÃO JECA
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vc sabiam que os produtores do filme primeiramente decidiram que a estrada de tijolos amarelos iria ser verde mais eles decidiram deixar amarela para que o filme ficasse mais parecido com a historia !!!!!!
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Simplesmente Judy..
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388. caramba...
caramba...
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Excelente análise histórica e social sobre o homossexual no cinema! Discordo apenas da exigência que o filme faz de que haja estórias com final feliz para os gays quando, mesmo na vida real, elas ainda são pouquíssimas. É preciso que se mostre que, de fato, os gays ainda não conseguem ser felizes como a maioria das pessoas.
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nao e traduzido ficou chato mas o filme e bom
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filme engraçado,apesar de estar em ingles
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eu vi este filme no tele cine cult,muito bom
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O filme online está sem legenda!
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obrigada por postar... amo esse site!
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395. É LEGAL
É LEGAL
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acho muito legal vcs publicar esses filmes antigo raridade!!!
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Amo os filmes do Dean e Jerry!
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Correio Braziliense apão, dezembro de 1994. A plateia do Fukuoka Dome parece hipnotizada. No palco, um tipo sedutor com cabelos grisalhos, terno impecável, gravata borboleta, lenço vermelho no bolso esquerdo do paletó prepara-se para cantar One for my baby (and one more for the road): "Esta é uma canção maravilhosa", ele diz. O arranjo introdutório do piano é suave. Enquanto isso, o galã, conhecido como A Voz, coloca um cigarro na boca e o acende como se estivesse em um cômodo qualquer da própria casa. O microfone entre os dedos. Os olhos azuis parecem distantes, fitando o infinito. Ele tira o cigarro da boca e recita os primeiros versos da bela música de Harold Arlen e Johnny Mercer. Sim, apesar da idade avançada e o cansaço perceptível, ainda é Sinatra. E essa foi a última apresentação pública do garoto de Hoboken, que morreria quatro anos depois. Para entender como Frankie chegou ao derradeiro concerto em Fukuoka, é preciso conhecer de perto a trajetória do homem que encantou (e azucrinou) multidões com temas inesquecíveis, charme e muita confusão. Quem se comprometeu a contar essa história foi o romancista e jornalista James Kaplan, autor da biografia Frank: a Voz lançada em maio pela Companhia das Letras. Uma citação de Che Guevara embora alguns a atribuam a Adolfo Bioy Casares afirma que "uma boa biografia é aquela que consegue instigar até um alienígena perdido na Terra, mesmo que ele nunca tenha ouvido falar do biografado". O livro de Kaplan sobre Frank Sinatra é memorável justamente por conta dessa capacidade de encantar leitores, mesmo aqueles que pouco escutaram a obra de Frankie. É uma biografia que se lê como um romance, acrescenta o crítico Michiko Kakutani. Kaplan decifra o artista com maestriaDe fato, Kaplan se mostra muito criterioso ao apresentar A Voz. O parto complicado de Dolly mãe de Frankie que deixou cicatrizes no rosto (e na personalidade) do cantor; os primeiros dias da família Sinatra em Hoboken, Nova Jersey; o início de uma carreira repleta de baladas, fãs enlouquecidas, altos e baixos. Kaplan acompanha, em bom estilo jornalístico, os primeiros quarenta anos da vida do filho de imigrantes italianos. Há, obviamente, os aspectos encantadores do jovem e habilidoso crooner, mas o escritor não censura o lado obscuro e agressivo de Frank: rapaz preguiçoso que não queria sujar as mãos ele gostava de lavá-las várias vezes ao dia , que deixou a escola para ser um astro difícil e possuir amizades duvidosas: à guisa de exemplo, mafiosos italianos. Ao terminar de ler A Voz, a impressão que se tem é de que Frank Sinatra era um camarada instável, acessível aos pares quando lhe convinha, repleto de talentos, mulherengo, inquieto, amoroso, egocêntrico, um gênio musical com ouvido requintado e ações explosivas. Mas um astro imperfeito ainda é um astro. Kaplan decifra o artista com tamanha maestria que, depois da última página, o leitor pode até chamar um dos maiores cantores do século 20 de Frankie. Fonte:http://divirta-se.uai.com.br
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A BBC Four divulgou o primeiro trailer do filme biográfico Burton & Taylor, que contará parte da história de Richard Burton e Elizabeth Taylor, um dos mais famosos casais de Hollywood. O filme é estrelado por Dominic West (John Carter – Entre Dois Mundos) e Helena Bonham Carter (Harry Potter).   hYU2mhxEDQI   O drama, escrito por William Ivory e dirigido por Richard Laxton, faz parte de uma bem sucedida série de filmes biográficos sobre figuras públicas, que inclue Margaret Thatcher, Enid Blyton, Beatrix Potter, Kenneth Williams, Frankie Howerd and Barbara Cartland. Fonte:http://www.cinemarcado.com.br
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Quem foi Evelyn Nesbit? Se você tivesse vivido na virada do século passado não teria feito essa pergunta. Todo mundo sabia quem ela era! De corista e modelo, teve a vida marcada por escândalos. Evelyn nasceu Florence Evelyn Nesbit no dia de Natal em 1884 em uma pequena aldeia perto de Pittsburgh. Seu pai era um advogado que morreu quando Evelyn tinha apenas oito anos de idade. Ele deixou para trás dívidas substanciais e uma viúva com dois filhos que estavam na miséria. Durante a adolescência, Evelyn já chamava a atenção com uma beleza de tirar o fôlego. Ela logo encontrou emprego como modelo. Quando ela tinha dezesseis anos, ela e sua mãe se mudaram para Nova York, onde Evelyn foi apresentada a vários artistas de Nova York trabalhando como modelo e corista. Aos 16 anos ela chamou a atenção de um arquiteto milionário chamado Stanford White, casado, mas que estava determinado a seduzi-la. White tinha 47 anos na época. Ele convidou Evelyn para seu apartamento de luxo, localizado acima da loja FAO Schwarz sob o pretexto de querer fotografá-la. Após algumas visitas os dois tornaram-se amantes. Mas pouco tempo depois Evelyn se envolveu com Harry Thaw Kendall, filho de um barão do carvão e do ferro. Ele se tornou cada vez mais possessivo. Thaw tinha ciúmes de seus envolvimentos anteriores , mas principalmente com Stanford White, que tinha tirado a virgindade de Evelyn. Thaw teria sido um viciado em cocaína que gostava de chicotear sadicamente mulheres, incluindo Evelyn e outras jovens. Mas apesar disso, Evelyn se casou com Thaw em 1905, quando ela tinha 20 anos de idade. Na noite de 25 de Junho de 1906, Nesbit e Thaw encontraram com Stanford White na platéia do último piso do teatro do Madison Square Garden. Tomado por ciúmes e querendo "lavar a honra" de Evelyn, Thaw atirou em White três vezes à queima-roupa no rosto. Após isso foi preso e julgado duas vezes pelo assassinato de Stanford White. O primeiro julgamento terminou em um impasse, e com o segundo julgamento alegou insanidade temporária.A mãe de Harry Thaw supostamente prometeu a Nesbit um divórcio tranquilo e um milhão de dólares se ela testemunhasse em favor de seu filho, dizendo ao júri que Stanford White tinha violado (Evelyn) e que Thaw estava apenas vingando sua honra. Evelyn testemunhou, obteve o divórcio, mas nunca viu um centavo do que foi prometido. Thaw foi encontrado insano e foi preso em um hospital para criminosos insanos, onde ele gozava de liberdade quase total. No entanto, ele fez escapar várias vezes, mas foi pego, e em 1915 ele foi libertado após ter sido julgado são. Após o julgamento, Evelyn trabalhou no vaudeville e em filmes mudos. Casou-se novamente, mas estava viciada em alcool e cocaína e chegou a tentar suicídio em vários momentos.Ela publicou dois livros de memórias, e em seus últimos anos dava aulas de cerâmica. Morreu em 1967 aos 82 anos. Ela teria sido a inspiração para muitas ilustrações da "Gibson Girl" de Charles Dana Gibson . Foi assessora técnica e inspiração para o filme de 1955, "The Girl in the Red Velvet Swing". Fonte:http://maureentillman.blogspot.com.br
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Maude Fealy nasceu em Memphis, Tennessee em 3 de março de 1881. Ela era filha de Margaret Fealy, atriz dos palcos que conduzia escolas de teatro em todo o país.Maude fez sua primeira aparição palco aos 3 anos em uma adaptação de "Fausto e Marguerite" com sua mãe interpretando Marguerite. Aos 5 anos Maude interpretou papéis em East Lynne e Rip Van Winkle . Em 1906 ela assinou um contrato de 5 anos e logo se tornou uma atriz bem conhecida aparecendo em muitas capas de revistas. Ela passou a trabalhar na Thanhouser Films em 1911 e através da respeitada empresa de filmes de destaque independente Thanhouser Company, Maude recebeu ampla publicidade. Muitas dessas fotos ainda são populares entre artistas e colecionadores.       Em julho de 1907 Maude se casou secretamente com um jovem crítico de teatro Inglês em Denver . O casamento era desaprovado por sua mãe, que referia-se a ele como um "ninguém" que não poderia fornecer nada para sua filha. Sua mãe obrigou o jovem marido a viver separadamente por um ano durante o qual ele se mudou para o leste. Maude entrou com pedido de divórcio, alegando abando. O divórcio saiu em setembro de 1909. Em novembro 1909 ela se casou com um jovem ator em Washington chamado James Peter Durkin. Durkin mais tarde também garantiu uma posição na Companhia Thanhouser no New Rochelle, estúdio de Nova York. Maude apareceu em muitas produções Thanhouser entre 1911 e 1914. Junto ao marido, criou a empresa Fealy-Durkin. No entanto, o casamento terminou em divórcio em Denver, em junho de 1917. Maude fez mais uma tentativa de casamento com James E. Cort, mas o casamento terminou em anulação em 1923.     Maude interpretou diversos papéis no teatro entre 1917 e 1930. Durante esse mesmo período, ela fez atuou em filmes da Laugh e Get Rich , The Buccaneer e Southern Pacific. No início dos anos 1940 Maude voltou a Denver para ensinar teatro e mais tarde mudou-se para Hollywood para abrir um estúdio de teatro. Sua mãe morreu em 1955. Maude continuou a atuar em filmes por muitos anos e teve papéis em muitos filmes de DeMille Cecil durante a era do som, incluindo The Ten Commandments (1956) . Nesse filme ela também fez uma série de sobreposições de voz que foram dublados por outros atores. Em 1957, ela voltou para Denver para se aposentar, mas em pouco tempo estava no palco novamente no Colorado, bem como dar uma série de palestras em uma faculdade local. Ela apareceu pela última vez no palco em 1961, em Denver.     Maude Fealy morreu enquanto dormia, em 9 de novembro de 1971, em Woodland Hills, Califórnia. Ela tinha sido internadasno Motion Picture Country House and Hospital com arteriosclerose. Após a morte, ela foi enterrado no cemitério Memorial Park Hollywood Mausoléu ao lado de sua mãe. As despesas foram fornecidos por ela por uma cláusula no testamento de Cecil B. DeMille.
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Gostaria de saber o nome do local onde foi filmado a ultima cena do filme, o nome da colina.
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...INCRÍVEL,o tempo passa mas as historias de amor são eternas,eu já tinha visto a outra versão,mas essa me emocionou ainda mais...
| 115 ace
Amo muit ele e todos os filmes,,se ele pudesse voltar assistiria todos os dias como dia e noit
| 109 ace
queria muito assistir esse filme + nunca achava... muito obrigada!!
| 126 ace
ONDE CONSIGO LEGENDAS EM PORTUGUÊS BR?
| 114 ace
gand finale Grande Frank e a não menos grande Judy Garland
| 112 ace
nao sei se o filme valera mesmo a pena para já é um filme bues de antigo.
| 113 ace
...uma graça,o filme,assisti para vera Fay Wray,envelheceu bonita...
| 112 ace
LINDO E TAO REAL!!!!!!
| 111 ace
eu queria assistir esse filme ou compra
| 121 ace
um drama lindo,adorei
| 136 ace
ESSE FILME É ESPETACULAR ,MARAVILHOSO QUANTO MAIS SE VÊ ,MAIS QUER É MUITO BOM
| 126 ace
achei esse filme excelente, uma história visionária mas consegue prender a atenção do começo até o fim. Sempre gostei do filme e nunca o vi nas locadoras, o que é uma verdadeira pena. Sean Connery e Michel Caine, supreendentes, assim como todo o elenco.
| 142 ace
esse filme e demais gostaria de telo como posso adiquerilo
| 126 ace
esse filme e demais gostaria de telo
| 122 ace
Gostaria de poder ter como ver este filmaço sinonimo de dignidade
| 116 ace
NOSSA, JÁ ASSISTI TRILHÕES DE VEZES, SENSACIONAL!!
| 119 ace
O assisti quando criança e terminei me apaixonando por Sophia Loren.
| 102 ace
esse filme eu não cansava de ver,gostaria de ver esses classicos na tv. issso e filme
| 112 ace
UM dos melhores, com certeza.
| 113 ace
Acho que a capa do filme não tem nada a ver com ele,deve estar errada
| 106 ace
Gostei do filme,bom ver a Ritacom a beleza pura e simples de Riorita,sem a pompa de Gilda.
| 115 ace
Nao.tenho.palavras.para.exprimir.amacio.mazzarpi.foi.um.grande.homen.nao.existira.outro.igual.a.elee.
| 132 ace
eu.gostaria.muito.de.ter.conhecido.pessoalmente.tira.varias.fotos.ao..lado.dele.ia.ser.emocionante.te.amo.mazzaropi.que.deus.te.de.p.descanso.eterno.adeus.meu.grande.amigo
| 124 ace
Nao.tenho.palavras.para.exprimir.amacio.mazzarpi.foi.um.grande.homen.nao.existira.outro.igual.a.elee.
| 107 ace
Um dos meus filmes prediletos das sessões das tardes dos meu tempos de adolescente,um roteiro maravilhoso, e uma das típicas comédias dos anos 60.Sempre vi e revia, àqueles tipos de filmes que eu não sei pq eu gosto tanto, o meu predileto da Natalie Wood,adorei todo o figurino do filme feito por Edith Heard,além de um Peter Falk, já dando um brevê do seu Columbo,fazendo um detetivo muito charmoso.O filme é mesmo de Natalie Wood,de tão graciosa,e numa inquietude fascinante vinda dos seus lindos olhos do princípio ao fim do filme, é impossível não se apaixonar por ela, umas das atrizes mais populares de uma geração.
| 136 ace
Ai gente, finalmente vou poder ver esse filme ! Bette Davis é simplesmente uma deusa.
| 128 ace
Os melhores CHAPLIN E MAZZAROPI!
| 114 ace
e outra grande injustiçada que não levou o oscar por star is born foi a Judy Garland.Pelo amor de Deus né?o oscar e suas injustiças.
| 108 ace
Ótima qualidade de som e imagem. Muito obrigado!
| 120 ace
Humor inocente que tanto nos fazia rir
| 148 ace
Eu a adoro, acha-a uma graça, linda, sexy e aquele sorriso lindo!
| 117 ace
gostaria muito de saber o porque da briga,as duas são grandes damas do cinema e teatro,são grandes atrizes,são irmãs e se odeiam vai entender
| 120 ace
Fazer um comentário sobre faroeste é muito fácil para mim, pois sou fan do genero americano. Sobre o ator James Steward. sempre considerei (e considero) como um dos melhores para interpretar um herói simples e desajeitado, que não parece ser o homem forte, mas que no entanto, na hora necessária, ele é bom tanto com uma arma outro na luta corporal. Sei que este ator é perfeito para qualquer gênero de filme, vejam-no em um corpo que cai; o homem que sabia de mais e tantos outros grandes filmes.Entretanto, o seu faroeste que mais me agradou foi winchester 73, do mestre anthony mann. Agradeço esta oportunidade de escrever este comentário.
| 140 ace
nao sei como baixar filme nesse site.! alguem me ajuda..?!
| 114 ace
incrível o filme,já tinha visto na TV e a elegancia da Barbara é inigualável!!!!
| 118 ace
Eu gosto muito desse filme e espero por ele e Harém que também é muito lindo seja lançado em DVD
| 106 ace
adoro este filme inclusive estou fazendo um trabalho sobre ele...
| 123 ace
Que voz!!! Nos embala e nos faz pensar. Sempre muito carismática.
| 117 ace
Não há como não se emocionar vendo estas divas que nos encantaram tanto.
| 128 ace
" ... e em Cardinales bonitas..." , já cantava Caetano Veloso.
| 155 ace
Sempre será a bela da tarde.
| 144 ace
achei que pela força do trio Sinatra,Rita e Kin,a trama deixou a desejar...
| 124 ace
muuuito legal
| 129 ace
...que filme triste....
| 112 ace
Linda voz, ouvi-la cantar quero continuar sempre ouvindo cantar
| 123 ace
ouvi falar que e lindo
| 119 ace
Dentre todas nenhuma barra a inesquecivel,insuperavel, sex, marylin moroe!
| 110 ace
Robert Powell foi infinitamente melhor. Pela interpretação, pela suavidade e presença. Mas Jim Caviezel com certeza deve ser o que mais se assemelha ao físico de Jesus. Afinal, Jesus não poderia ter nascido com pele clara como Europeus.
| 145 ace
Eu quero ver o filme Aconteceu em Havana.
| 118 ace
Assisti a esse filme quinze vezes.maravilhoso.
| 104 ace
Um filme inesquecivel com excelentes atores.Um classico
| 134 ace
adorei e ri muito
| 122 ace
INESQUECIVEL!!!
| 118 ace
quero esses filmes, como eu consigo, alguém sabe?
| 100 ace
Emocionante. Terminei com lágrimas nos olhos.
| 117 ace
Com um início de vida tão simples, quem diria que ia se tornar tão sofisticada.
| 105 ace
Na cerimônia do Oscar de 2006 seu nome foi esquecido entre os mortos do ano anterior.
| 118 ace
Audrey Hepburn ganha de disparada e foi Joan Crawford quem lançou o uso de ombreiras, que logo virou moda.
| 134 ace
Algumas das citadas eram mais ícones de beleza e vanguarda do que figurarem entre as melhores.
| 108 ace
E onde fica o beijo de Burt Lancaster e Debora Kerr, em A Um Passo da eternidade ????
| 113 ace
...forte...como ela...Joan Crawford...
| 132 ace
No gênero faroeste faltou a arvore dos enforcados, e john weine também.
| 127 ace
gostei,adorei!!!
| 111 ace
Assisti esse filme por volta dos 7 anos e nunca me esqueci. sinto de nao tê- lo em DVD para assiti-lo novamente com minhas filhas e netos.
| 116 ace
ontem pela PRIMEIRA vez eu assisti na escola o Filme dele e riiir muiito , Foi muuito Boom não imaginava que era tao boom os filme dele , ta de PARABENS ameý muito =)
| 120 ace
Gostei muito do filme,os diálogos são muito bem colocados e há movimentos o tempo todo!!
| 114 ace
achei otimo
| 105 ace
Um dos filmes mais românticos que já vimos!!!Ah, se todos os homens fossem como Armand Duval...
| 133 ace
Parabéns por manter viva a memória deste grande artista .
| 107 ace
filme muito,muito bom!!
| 113 ace
Parabéns pelo site! Sou fã da Agnes!
| 111 ace
Não tem os títulos originais, nem os anos dos filmes... assim fica um problema encontrá-los.
| 115 ace
nata 10 muito bom magico.
| 115 ace
Obrigado!Woody alem do normal
| 113 ace
A sinopse é grosseira e não condiz com a história linda, uma obra prima do realismo francês que conta o drama vivido por uma mulher numa época em que os casamentos eram arranjados pelos pais dos noivos. Sua insatisfação não é apenas em relação ao seus casamento, mas deve-se à sua incapacidade de se sentir feliz por muito tempo. Sua insaciedade, seus temores, seus desejos, loucuras, suas frustrações, seus anseios mais íntimos são desenvolvidos magistralmente por Gustave Flaubert tal qual estivesse em sua própria pele.
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eu adorava dercy pelo sua verdades
| 161 ace
obrigada!!!XD
| 149 ace
amo elves e sempre amarei o mundo perdeu ho homem fisico mas fico omito e aimagen para sempre em meu coraçao fiz 16 anos anos 04/08/ele se foi dia 16/08/1977/ate hoge elvis e meu idolo kuerido sempre sera m.l.l.m.lurdinha,
| 152 ace
mesmo jah tendo partido ela jamais sera passado... pois um incone cmo esse temq ser lembrado...
| 136 ace
482. adorei!!!
adorei!!!
| 118 ace
eu adorei o filme é muito bom
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484. belissimo
belissimo
| 147 ace
Até que esse CURTA foi bom!
| 115 ace
Eu adorei esse filme! eu achei muuito engraçado.
| 136 ace
Eu adorei esse filme! Eu fiquei triste ao saber que cortaram o final, porém, eu conseguir achar um vídeo com essa parte.
| 128 ace
acho que faltou falar dela com Marlene Dietrich
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adorei esse filme!
| 137 ace
Genial, uma obra de arte!
| 126 ace
Legal, melhor do que muitas besteiras de hoje em dia.
| 129 ace
-----------------muito bom ...
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Essa passagem ocorreu num show pago pela Pepsi no Copacabana Palace.Steele nao estava no mesmo pois ja tinha falecido muitos anos antes.
| 178 ace
sempre bom quando chega novas do Cinema Clássico.
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é um filme longo ... um tanto cansativo mas assim mesmo eu gostei . é daqueles filmes que meses depois de assisti-lo , quando vc se lembra da vontade de assistir novamente .
| 126 ace
quando a sessão da tarde valia a pena assistir...eu gosto deste filme até hj...
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épico barbaro ótimo
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ótimo! um exemplo de drama classico com uma história nada convencional, é de surpreender .
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Eu tenho as fotos que o fotógrafo Garry Gross tirou quando ela tinha apenas 10 anos. Acho que se fosse hoje, a mãe de Brooke seria presa por isso. A menina era linda e tinha muito talento como atriz, foi lamentável ter sido explorada pela própria mãe.
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Ficha Título original:The Lost World Ano/País/Gênero/Duração:1925 / EUA / Aventura Fantasia 106min Produção: Direção:Harry O. Hoyt Roteiro:Arthur Conan Doyle , Marion Fairfax Fotografia: Música: Elenco   O "paleontologista " Professor George Challenger acredita que ainda existam dinossauros nos lugares mais remotos da selva Amazônica. Para ajudar a provar sua teoria, ele recebe o apoio de um jornal para viajar com um grupo de pessoas até lá e ver o que consegue encontrar. O problema é que suas teorias se mostram corretas, mas ele pode acabar pagando caro demais por sua descoberta. Em sua jornada, ele e seu grupo irão se defrontar com muitas aventuras, os perigos da floresta e uma surpresa atrás da outra em uma montanha-russa de emoções que vai te deixar eletrizado. Escrito por Sir Arthur Conan Doyle em 1912, o filme foi feito originalmente em 1925 pela First National Picture e foi um sucesso sem precedentes nas bilheterias. Com o surgimento do cinema falado, o filme parou de ser distribuído em 1929, e todas suas cópias foram queimadas "misteriosamente " para forçar a produção de uma versão mais nova, que nunca aconteceu.   Sinopse Bessie Love ... Paula White (as Miss Bessie Love) Lewis Stone ... Sir John Roxton (as Mr. Lewis Stone) Wallace Beery ... Professor Challenger (as Mr. Wallace Beery) Lloyd Hughes ... Ed Malone (as Mr. Lloyd Hughes) Assista Online
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Documentário da série "The Men Who Made the Movies" de Richard Schickel. O filme que é narrado por Sidney Pollack, faz um apanhado da obra do diretor George Cukor, através de um longo depoimento, desde pequenos projetos pessoais até suas obras mais épicas. Assista Online
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Assisti esse filme tem muitos anos e nunca esqueci de comentá-lo quando se fala de um excelente filme p/assistir, deveria ser mais divulgado, fico emocionada quando falo dele.
| 127 ace
O ator britânico Leslie Howard, conhecido por seus papéis em filmes como "...E o vento levou" e "Pigmaleão", também teve um papel na história européia por suas contribuições como agente do Governo do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial, segundo informa um livro sobre o artista. A informação é revelada no livro "O vôo de Ibis", do espanhol José Rey-Ximena, que mistura a biografia do autor, que também trabalhou em filmes como "Intermezzo", com a pesquisa feita pelo autor ao longo de mais de duas décadas. Nascido no Reino Unido, Howard passou a infância em Viena, falava alemão e tinha consciência do perigo representado pela ascensão de Adolf Hitler ao poder na Alemanha. Por esse motivo, participou ativamente da resistência britânica, fazendo filmes e incentivando os cidadãos a enfrentarem a invasão alemã em uma guerra que, em vários momentos, parecia perdida para os seu país. O ator morreu em 1º de junho de 1943 quando o avião que o levava da Espanha para o Reino Unido, o Ibis, foi derrubado por caças nazistas. Howard retornava a seu país após uma viagem de mais de um mês pela Espanha e Portugal, supostamente para dar palestras sobre Hamlet, uma circunstância "impossível", segundo Rey-Ximena, devido "à importância de Leslie e ao momento tão crucial para a guerra" vivido na época. Várias cartas entre Howard e Anthony Eden, então secretário de Defesa do Reino Unido, revelam que o ator foi enviado à Espanha por "vontade do Governo para cumprir com os esforços de guerra britânicos". Mas qual poderia ser a missão confiada a Howard, de tamanha importância que o deixou sob a mira do próprio Hitler? A resposta possivelmente não teria sido conhecida se não fosse pela atriz Conchita Montenegro, considerada a Greta Garbo espanhola dos anos 30. Montenegro teve um caso amoroso com Howard - considerado um dos maiores mulherengos da história de Hollywood - quando trabalharam juntos em um filme, e isto serviu como pretexto para uma reunião entre o ator e o ditador Francisco Franco, supostamente para falar de um projeto cinematográfico sobre Cristóvão Colombo. O que se discutiu na verdade foi um pacto pelo qual a Espanha se manteria neutra na guerra em troca do reconhecimento do regime franquista por parte dos aliados ao fim do conflito, segundo os depoimentos da atriz, que morreu em abril do ano passado. Assim, Howard, descrito por Rey-Ximena como "um ator intelectual, típico gentleman inglês", deixou Hollywood no auge de sua carreira para dar a vida por seu país. Fonte:http://g1.globo.com
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Em 30 de setembro de 1955, James Dean dirigia em alta velocidade seu Porsche Spyder 550 por uma estrada no norte da Califórnia, perto de Salinas, quando Donald Turnipseed, que vinha num antigo Ford sedã na pista contrária, virou à esquerda. Estava escurecendo, e Turnipseed não viu o carro esportivo e veloz de Dean. Na colisão, o Ford maciço demoliu o frágil Porsche, transformando-o numa massa de metal retorcido. Dean quebrou o pescoço com o impacto e foi levado de ambulância para um hospital próximo, onde foi declarado morto ao chegar. Tinha 24 anos. Dean havia feito só três filmes, e apenas um tinha chegado aos cinemas: "Vidas Amargas" (1955), de Elia Kazan, uma adaptação do romance de John Steinbeck, que depois do lançamento em março deu a Dean sua primeira enxurrada de críticas entusiásticas. Ele morreu sem terminar "Assim Caminha a Humanidade" (1956), o épico texano de George Stevens estrelado por Rock Hudson e Elizabeth Taylor. Mas um filme que Dean tinha terminado vários meses antes, um drama adolescente chamado "Juventude Transviada" (1955), estava programado para estrear em 1º de novembro. A morte de Dean foi notícia de primeira página no país inteiro, embora ele fosse amplamente desconhecido do público em geral. Mas isso mudou quando "Juventude Transviada" foi lançado. Enquanto os críticos aplaudiam o eletrizante retrato do jovem perturbado Jim Stark feito por Dean, lutavam para aceitar o fato de que o jovem ator brilhante e enigmático, que havia criado um personagem-ícone, estivesse morto. O público ficou fascinado pela tragédia. Adolescentes fizeram longas filas para ver o filme e logo transformaram o astro morto em um verdadeiro herói cultuado. Faz mais de 50 anos que Dean morreu, e sua lenda permanece tão vital para a cultura popular quanto sempre foi. Mas algo mais aconteceu: seu trabalho, além de sua imagem, perdurou. Ele pode ter feito só três filmes, mas esses desempenhos foram tão inovadores em estilo e tão perfeitos em execução que hoje James Dean é considerado tão importante quanto muitos atores com obras muito mais encorpadas. "Montgomery Clift, Marlon Brando e James Dean, os três revolucionaram o trabalho de ator nos EUA", diz Patricia Bosworth, autora de biografias de Clift e Brando. "Usando o método, eles levaram uma sensibilidade pessoal, quase neurótica, à interpretação. Antes deles, atores como Gary Cooper e Clark Gable representavam um estilo clássico de atuação, mas Clift, Brando e Dean a tornaram individualista e real. Sem eles não teria havido Robert de Niro ou Al Pacino." Mas houve uma pessoa na breve vida de Dean cuja importância ainda não foi totalmente apreciada: a legendária atriz Geraldine Page, que morreu em 1987. Foram seus atos que levaram diretamente à carreira hollywoodiana de Dean. Page foi inspirada pelo talento dele, mas seus atos também foram motivados pelo romance que eles tiveram, um romance que até agora não foi completamente relatado. "Ela era uma mãe-terra", diz o ator Maxwell Cauldfield, que era amigo íntimo de Page, trabalhou com ela e também foi influenciado por Dean. "Acho que isso fazia parte da atração que Dean sentia por ela. Estar com ela era estar com alguém que você podia adorar, colocar num pedestal, devido a sua conexão com o ciclo da vida." Eles se conheceram por intermédio do Actors Studio --Page foi um de seus fundadores, enquanto Dean foi admitido em 1952--, mas eles se aproximaram no final de 1953, quando ambos atuaram em "O Imoralista", uma adaptação do romance de André Gide feita por Ruth e Augustus Goetz. Billy Rose, o produtor do espetáculo, contratou Herman Shumlin para dirigi-lo. Para contracenar com Page, uma estrela nascente na Broadway, Rose escolheu Louis Jourdan. Os dois astros não podiam ser mais diferentes: Page era uma estudante de Stanislavski, Jourdan um ídolo de matinês. O conflito na verdade poderia ter ajudado na peça, já que a trama se concentra nos recém-casados Michel (Jourdan) e Marceline (Page), que, ao não conseguir consumar seu casamento durante dois meses, viajam em lua-de-mel para a Argélia. Lá Michel é seduzido por um rapaz árabe chamado Bachir (Dean) e depois, consumido pela culpa, finalmente faz sexo com Marceline. Ela engravida, prendendo-os em um casamento sem amor. Desde o primeiro dia de ensaio, 18 de dezembro de 1953, houve problemas. Page e Jourdan entravam em choque, enquanto Dean tremia de insegurança e medo. "Jimmy estava muito nervoso e assustado", lembra Salem Ludwig, um ator substituto e representante da Associação Jurídica dos Atores. "Ele superou o medo fingindo ser durão. Ele era jovem, e essa peça era um grande passo em sua carreira." De fato, o único outro crédito de Dean na Broadway, "See the Jaguar", foi um fracasso que estreou em 5 de dezembro de 1952 e terminou depois de cinco apresentações. Shumlin mimou Dean, que, conforme ganhava confiança no diretor, começou a progredir em seu personagem. Em 9 de janeiro, porém, quando a companhia foi fazer apresentações-testes em Filadélfia, Shumlin teve problemas maiores. Não conseguia encontrar o tom das cenas homoeróticas, e Rose o demitiu. O novo diretor foi Daniel Mann, que acertou na encenação mas não percebeu o terror de Dean, agora quase paralisante. A falta de confiança do ator o fazia exagerar, para chamar a atenção dos que o cercavam. A situação atingiu um ponto de ruptura durante um ensaio, quando Mann, aborrecido com o comportamento exaustivo de Dean, mandou-o calar a boca. Surpreso, Dean se enfureceu. Os dois se confrontaram no palco, quase se atracando, até que Dean virou-se, pegou sua jaqueta e saiu do teatro. Rose, que tinha assistido a todo o episódio desagradável da platéia vazia, decidiu demitir Dean. Segundo Angelica Torn, filha de Page, a atriz o fez mudar de idéia quase imediatamente. "Minha mãe disse ao diretor e ao produtor: 'Vocês estão deixando ouro puro sair por aquela porta. Se ele não ficar na peça, eu não fico'", diz Torn. "E ela falava sério. Se Jimmy não estivesse lá na estréia, ela também não estaria." Rose deve ter acreditado em Page, e Dean não foi demitido. Mas Page ainda precisava convencer Dean a não sair por conta própria. "Recebi um telefonema de Geraldine dizendo que Jimmy estava em seu quarto", lembra Ludwig. "Fui até lá e vi Jimmy sentado, furioso, pronto para matar alguém. 'Jimmy, o que aconteceu?', eu disse. 'Eu não quis brigar', ele disse, 'então já arrumei minhas coisas e vou embora.' Eu retruquei: 'Você não pode fazer isso. Ninguém vai contratá-lo no futuro'. Ele respondeu: 'Não me importo. Estou saindo'. "Então eu insisti: 'Jimmy, há seis atores neste espetáculo que estão na lista negra e não trabalham há muito tempo. Se você sair e o espetáculo for cancelado, eles ficarão sem emprego'", diz Ludwig. "Houve uma pausa, então lágrimas começaram a escorrer pelo rosto de Jimmy e ele disse: 'Vou ficar'." Essa decisão talvez tenha sido a melhor que ele jamais tomou. Dean se saiu bem nos testes em Filadélfia, mas realmente acertou o passo nas pré-estréias em Nova York. Elia Kazan viu a última delas e procurou Dean depois da apresentação para lhe oferecer o papel de um dos protagonistas em "Vidas Amargas", com um contrato da Warner Bros. Então, na noite de estréia, depois de fazer uma apresentação maravilhosa --que teve o que ficou conhecido como a "dança da tesoura", em que Bachir seduz Michel cortando o ar com tesouras invisíveis-- Dean entregou a Rose seu aviso prévio. Nada disso teria acontecido, é claro, se Geraldine Page não tivesse colocado em jogo sua reputação profissional e ameaçado abandonar a peça se Rose demitisse Dean. De outro modo, Rose provavelmente o teria demitido --era bem de seu estilo. De qualquer modo, o talento de Dean poderia tê-lo levado a Hollywood em algum momento. Se Page não o tivesse mantido em "O Imoralista", porém, ele provavelmente não teria conseguido o papel em "Vidas Amargas" e sua carreira no cinema, assim como sua vida, teriam sido diferentes. Quando decidiu demitir Dean, Rose talvez não tivesse percebido que a situação tinha implicações pessoais para Page, além das profissionais: desde a época do primeiro ensaio e continuando durante a temporada da peça em Nova York, ela e Dean tiveram um caso. A atração era evidente. Belo e cativante, Dean projetava um poderoso apelo sensual, enquanto Page, com seu visual de atriz clássica, irradiava sua própria atração física. O caso também teve importância por representar o que parece ter sido o único relacionamento autêntico de Dean com uma mulher. Antes e depois de Page, os principais relacionamentos de Dean foram com homens. Qualquer relação heterossexual que o envolvesse era, muito provavelmente, criada com fins publicitários por seu estúdio em Hollywood. Seu caso com Page, no entanto, foi apaixonado e até intenso. "Segundo minha mãe, sua relação durou três meses e meio", diz Torn. "De muitas maneiras, minha mãe nunca esqueceu Jimmy. Não era raro eu ir a seu camarim ao longo dos anos, muito depois da morte de Dean, e encontrar fotos dele pregadas ao espelho. "Minha mãe nunca esqueceu Jimmy... nunca", diz a filha da atriz. "Acredito que eram almas gêmeas artísticas." Com o passar dos anos, Page só falava em Dean raramente, e sempre em particular. "Quando ela conheceu Jimmy, estava casada com um músico clássico", diz a amiga Cauldfield, a quem Page confidenciou a história anos depois. "Por isso ela foi tão discreta na época. Mas pelo resto de sua vida Geraldine teve lindas lembranças das tardes que passou com Jimmy numa cama de latão. Parecia um verdadeiro romance." Como que para criar recordações do caso, Dean fazia desenhos para Page, o que só acontecia com pessoas de quem realmente gostava. Um talentoso artista amador, o jovem ator gostava de rabiscar em guardanapos e folhas de papel avulsas. Para Page ele fez, aparentemente de uma sentada, uma dúzia ou mais de desenhos a tinta em pedaços de papel de 8 por 12 centímetros. Eram retratos livres da própria atriz, de Jourdan e de outros atores de "O Imoralista", assim como esboços casuais, alguns deles eróticos. Page adorava os desenhos, e os guardou num pequeno envelope branco no qual escreveu: "Por favor, salvem essas obras-primas feitas para mim pelo Sr. James Dean". Dean fez outros desenhos para Page depois de uma leitura dramática de "Women of Trachis", de que ele participou com atores e membros do Actors Studio como Anne Jackson e Eli Wallach, em um teatro do Greenwich Village. No verso dos panfletos da peça, Dean fez retratos de Page, uma mão masculina, uma figura picassiana de uma perna, rosto e braço masculinos, um homem nu arpoando um cachorro-quente --que parece um tubarão-- para colocá-lo num pão e uma cenoura numa guilhotina. Mas o desenho mais revelador mostra um garçom segurando uma bandeja na qual repousa a cabeça de Marlon Brando, cercada de frutas como se fosse ser servida num jantar. Dean muitas vezes telefonou para Brando e pediu ao serviço de atendimento do ator já famoso para falar com ele, mas sem efeito: Brando nunca atendeu uma ligação de seu admirador mais jovem. O desenho de Dean parece ser sua vingança. A profunda intimidade emocional entre Dean e Page sugerida pelos desenhos foi testemunhada pelo menos por uma pessoa, em 4 de março de 1954. Na época, Page ajudava a financiar uma produção de workshop de "A Máquina Infernal", a interpretação de Jean Cocteau do mito de Édipo. Como ela trabalhava em "O Imoralista", não podia assistir às apresentações regulares, mas, para ver a peça, marcou um ensaio de figurinos para as 11h30 da noite em 4 de março, depois de terminar sua apresentação. Segundo Ed Strum, que produziu o workshop, Page estava acompanhada de Dean. "Naquela noite Geraldine estava sentada no fundo da platéia com Jimmy", lembra Strum. "Então, no meio da peça de três horas, comecei a escutar sons --respiração arfante, gemidos baixos. Parecia involuntário. Olhei para trás e vi Gerry abraçando Jimmy, que estava quase em posição fetal. "No final, quando Édipo arranca os olhos e os entrega a sua mãe --e Jimmy havia perdido a mãe quando era menino--, ele ficou arrasado", diz Strum. "Começou a soluçar. Depois que a cortina baixou e o elenco saiu, Jimmy entrou em colapso. Tentava expressar o que estava sentindo, mas era incoerente. Foi muito íntimo. "Gerry e eu o abraçamos com força", ele diz. "Ficamos os três entrelaçados, com Jimmy no meio, e ele ficou ali trêmulo e ofegante. Isso durou mais de uma hora, antes de Gerry conseguir levá-lo para fora e pegar um táxi." Apenas quatro dias depois, Dean deixou Nova York para Los Angeles, num vôo comercial com Kazan. Foi a primeira vez que ele viajou de avião. "Para Geraldine a coisa terminou abruptamente", diz Cauldfield, "porque o rapaz de repente teve a oportunidade de sua vida e não olhou para trás." Foi Page, é claro, quem fez tudo para que Dean tivesse essa oportunidade. Menos de 18 meses depois ele estaria morto, tendo criado uma pequena mas memorável obra --apenas três filmes-- que o tornou um ícone duradouro, enquanto ajudou a mudar para sempre o estilo e a sensibilidade da atuação americana. Por Paul Alexander, Autor de "Boulevard of Broken Dreams: The Life, Times and Legend of James Dean"
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ótimo doc!
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    Ficha Título original: Harlow Ano/País/Gênero/Duração: 1965 / EUA / Drama Biografia / 125min Direção e produção: Gordon Douglas Roteiro: John Michael Hayes Fotografia: Joseph Ruttenberg Música: Neal Hefti Elenco: Carroll Baker ... Jean Harlow Red Buttons ... Arthur Landau Raf Vallone ... Marino Bello Angela Lansbury ... Mama Jean Bello Peter Lawford ... Paul Bern   Sinopse   Biografia da atriz Jean Harlow, morta aos 26 anos de idade.     Assista Online (dublada em espanhol)              
| 1153 ace
  Ficha Título original: Right of Way Ano/País/Gênero/Duração: 1983 / EUA / Drama / 102min Direção: George Schaefer Produção: George Schaefer Roteiro: Richard Lees, Richard Lees Fotografia: Howard Schwartz Música: Brad Fiedel Elenco: Bette Davis ... Mini Dwyer James Stewart ... Teddy Dwyer Melinda Dillon ... Ruda Dwyer Priscilla Morrill ... Mrs. Finter   Sinopse O conflito entre um casal de idosos que decide acabar com suas vidas juntos em um pacto de suicídio, quando a esposa descobre que tem uma doença terminal. A filha, com a ajuda de agências locais de serviço social, tenta dissuadi-los de seu plano.   Assista Online      
| 1046 ace
Joan Crawford era ruiva também ;D
| 179 ace
marcou minha adolecencia em 1973 em uma época maravilhosa
| 124 ace
como se faz para assistir a esses filmes maravilhosos
| 139 ace
elvis otimo ator e cantor dispensa comentarios
| 131 ace
Documentário que reconstitui através de fotos, cine-jornais e depoimentos, os últimos dias da vida de Marilyn Monroe (1926-62), durante as filmagens de "Something's Got to Give", por George Cukor. O filme é interrompido não só por causa dos atrasos de Marilyn, mas porque os estúdios da Fox têm prejuízo com "Cleópatra". Também nessa ocasião, Marilyn vai cantar os parabéns para o presidente Kennedy, na época seu amante. Depois de mostrar as condições de sua morte, apresentam mais de trinta minutos do filme inacabado e inédito. Assista Online Segunda Parte
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*Texto publicado originalmente em 08.02.09 no JcOnline Por Carla Marinho Folheio o calendário e verifico que estamos na semana em que se comemora o centenário do nascimento de Maria do Carmo Miranda da Cunha, mais conhecida como Carmen Miranda, a portuguesa mais latina que se tem conhecimento. Latina porque ela acabou englobando um pouco de toda a cultura latina, numa grande salada de frutas. Termo, inclusive, bastante plausível, em se tratando dela. Os portugueses disputam a tapas a sua nacionalidade como sendo deles. E de fato, o é. Lá nasceu em 09 de fevereiro de 1909. É portuguesa de nascimento e certidão, a mesma com que embarcou para o Brasil ainda criança de colo e nos Estados Unidos anos mais tarde, já cantora consagrada. Mas é brasileira por ter sua família emigrado para o Brasil e aqui fincado raízes e trejeitos da nossa realidade. De Portugal o sangue. Do Brasil o sentimento. E se o local do nascimento não a define sentimentalmente como portuguesa, a sua caracterização como a brazilian bombshell, explorada por tantos anos nos Estados Unidos também não ajuda na sua definição como puramente brasileira. Então, fica a pergunta: a quem pertence, meu povo, a Carmen Miranda? Carmen adotou esse nome para se apresentar pela primeira vez em um programa de rádio sem que seu pai percebesse. Tempos vigiados aqueles. O sucesso começou a tocar em sua porta depois que o compositor Josué de Barros a apresentou para a RCA, onde ela assinou um contrato para gravar o primeiro compacto que continha “Triste jandaia” e “Dona Balbina”. O encontro por acaso, com Joubert de Carvalho renderia o samba “Taí”, que seria seu primeiro grande sucesso. Pronto. A década seguinte seria sua. Para a RCA ela gravaria quase 300 canções que variavam entre sambas, marchinhas e músicas juninas. Músicas escolhidas por ela e com a dubialidade tão comum em nossas marchinhas, como pode ser verificada nos versos: “Dizem que a vizinha tem um vidão / Mas que mora escondida num barracão / Rasga o jogo e o dinheiro voa / Não é vantagem, a vizinha é muito boa” (A vizinha das vantagens - Ary Barroso e Alcyr Pires Vermelho). “Dorme filhinho do meu coração / Pega a mamadeira e vem entra no meu cordão / Eu tenho uma irmã que se chama Ana / De piscar o olho já ficou sem a pestana” (mamãe eu quero - Marcha De Jararaca E V. Paiva) “O Tico-Tico ta, Tá outra vez aqui, O Tico-Tico tá comendo meu fubá” (Tico-tico – Abreu Gomes) Carmen Miranda era nossa. Tão nossa que logo começou a aparecer em produções nacionais como Alô alô Brasil e na mais famosa delas, Banana da terra (onde aparece pela primeira vez com o traje de baiana). Sucesso no Cassino da Urca, shows agendados pelo Brasil e Argentina e logo chamou a atenção de um empresário americano da Broadway, Lee Shubert que lhe ofereceu um contrato. O bando da Lua, com o qual ela sempre cantara, ficaria de fora, mas Carmen pagaria do seu bolso o salário do grupo que a acompanhava melhor que ninguém. Em time que se ganha não se mexe, diz um velho ditado nosso. Carmem Miranda era agora deles. Embarcou para os Estados Unidos em 1939, o ano que eclodiu a 2ª guerra e que também são lançados os melhores filmes do cinema, como E o vento levou, Ninotchka e O morro dos ventos uivantes. O charme de mal saber falar inglês, mas ter o carisma tropical logo lhe trouxe admiradores, muitos deles famosos. Faria uma temporada e retornaria ao Brasil, onde faria shows beneficentes e que só lhe renderam dores de cabeça e drama: diriam alguns que ela voltara americanizada. O show fora produzido às pressas e não havia tido tempo de mudar o que ela já vinha apresentando fora do país. Carmen cantara muitas músicas com letras inglesas. Vaias e mais vaias. Depressão e o retorno aos Estados Unidos onde o carinho do dinheiro e do povo aparentemente a aguardavam. Lá passaria mais de uma dezena de anos sem vir ao Brasil, ou por medo ou por falta de tempo ou por ambos. Seus shows na Broadway faziam sucesso, e ela passou a ser requisitada de uma forma quase escrava, fazendo várias apresentações em uma só noite em diversos locais. O cinema logo lhe descobriria e seriam mais 13 participações em filmes, nunca como protagonista, mas sempre como a coringa alegre e de certa forma robotizada e de sentimentos sempre positivos. Em pouco tempo, Maria do Carmo estaria esgotada fisicamente e viciada em pílulas, cantando rumbas, sambas em inglês ou sendo apresentada como brasileira e falando espanhol. Carmen Miranda era do mundo. Sua personagem é marcante, é inegável. Dificilmente alguém olhará a imagem da baiana estilizada com flores, frutas, balangandãs e plataformas e não dirá que já a viu em algum lugar. Como também é inegável a grande contribuição que essa personagem deu a mitificação das nossas terras como sendo um paraíso de malandros que vivem de samba, água de côco, rumba e futebol. Isso, rumba. Rumba que é um ritmo cubano ou coqueiros que nestas terras vastas chegaram com os portugueses. O Brasil exportado como banana boa de comer, como “Merenda”, uma alusão minha a como eles pronunciavam o sobrenome de Carmen no “estrangeiro”. Eles digeririam melhor a nossa Miranda se ela fosse apresentada desta maneira. Perguntávamos no início a quem Carmen Miranda pertencia, e acabamos chegando a uma resposta: a ninguém. Nem a ela mesma. Para os americanos era a prova de que aceitavam outros povos, numa política de boa vizinhança, algo que eles sempre fizeram com astros latinos (um por vez) e que fazem questão de caricaturar; para os brasileiros um sentimento que varia entre a mágoa invejosa por alguém que ultrapassou as barreiras do país e fez sucesso, chegando a ser uma das mulheres mais bem pagas da América, e a adoração, pelo mesmo motivo. Povo confuso somos nós. Carmen era o produto de consumo, que começou a morrer quando foi colhido pelos Estados Unidos, 16 anos antes de ser enterrada no Cemitério de São João Batista, no Rio. Antes mesmo de se tornar o mito que hoje é, incomparável. Tão incomparável quanto é irreversível a busca por folhas que se espalham ao vento. Carla Marinho Publicado originalmente no JcOnline
| 788 ace
Sensacional, na minha opinião mais logotipos dessa natureza deveriam ser pesquisados e aqui inseridos, pois tudo isso faz parte de uma história que precisa ser arquivada!! Por exemplo: cadê o Walt Disney??
| 153 ace
tenho a certeza de que vi o filme , na adolescência, mas penso que tinha som...a história acompanha-me pela vida fora, não sei exactamemte por que razão...
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Adorei a lista, acho que "E o Vento levou" merecia uma melhor colocação.
| 135 ace
  Título Original: That's Entertainment, Part III Ano/País/Gênero/Duração: 1994 / EUA / Documentário Musical / 120 min Direção: Bud Friedgen, Michael J. Sheridan Produção: Bud Friedgen Roteiro: Bud Friedgen, Michael J. Sheridan   Assista Online        
| 1035 ace
Todas lindas, mas nenhuma tão linda quanto KIM NOVAK!
| 156 ace
Jim Caviezel foi o melhor Cristo, seguido por Jeffrey Hunter.
| 122 ace
Loucura botar Harvey Keitel nessa lista.
| 127 ace
Pera, para tudo: Lee Marvin?? Harvey Keitel? Mickey Rourke? Nicolas Cage e Will Farrell?
| 142 ace
E Rita Hayworth? é considerada ruiva? só se for isso pra não constar nesta lista.
| 166 ace
eu adorava ver os filmes dele era muito engraçado,podia voltar a passar os filmes dele só para a gente relembrar.
| 138 ace
adorei assistir esse filme.. muito legal!!! :)
| 132 ace
Eu achei esse filme muitoo engraçado!:) Só achei um pouco triste o final!
| 144 ace
Eu adorei esse filme! Eu rir, chorei! Foi muito bom!:)
| 141 ace
Esse é mesmo o melhor de Charlie Chaplin! :)
| 156 ace
Que maravilha poder admirar María Félix em todo o seu esplendor.
| 133 ace
Que maravilha poder admirar María Félix em todo o seu esplendor.
| 128 ace
Gosto é algo extremamente pessoal. Para mim a mais bela de todos os tempos foi e será sempre AVA GARDNER.
| 160 ace
mt bom e engracado
| 136 ace
robert powell e sem duvida a representacao do cristo que nao vemos com os olhos nus
| 147 ace
Todas são lindas com traços bem clássicos como sombracelhas grossas e lábios carnudos e rosto delicado, mas com certeza SOPHIA LOREN é rainha, de todas é a mais completa, sua beleza é incomparável, é a mais bonita do cinema de todos os tempos!
| 152 ace
Assisti, entendi, e adorei todos os filmes.Trabalhei com eles nos 8°anos e 1° E.M.
| 130 ace
Nossa, belíssimo texto! "Monsieur" é uma coisa excepcional da carreira de Chaplin! De outro mundo! O discurso do final, então? Polêmico, mas extremamente realista! Isso é Chaplin: Vagabundo ou serial killer, sempre indefectível! Assistam logo!!!!
| 141 ace
Corrigindo o comentário acima Judy teve muitos motivos para abandonar a mãe, pesquise e você saberá
| 141 ace
Minha mae me falou sobre isso quando eu era adolescente...fiquei chocada com tamanha brutalidade.
| 115 ace
538. MUITO BOM
MUITO BOM
| 193 ace
E minha Julianne Moore?
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540. E Judy?
E Judy?
| 134 ace
faltou a Gigliola Cinquetti
| 117 ace
Faltou a mais recente: Jessica Chastain.
| 131 ace
Acredito que hoje, seja onde ela estiver, continua mais linda como nunca, pois realmente a sua beleza é um colirio para os nossos olhos....Fascinante
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Acredito que hoje, seja onde ela estiver, continua mais linda como nunca, pois realmente a sua beleza é um colirio para os nossos olhos....Fascinante
| 118 ace
Lots people pass the responsibility to qualified writers because they don't have the talent to compose a good paper about this topic in that the reason why people need to use online plagiarism, but such guys like author don't do that. Thanks for the information
| 141 ace
conhecer essas verdades de Ingrid é vivê-las, pois podemos entender quem as disse.
| 136 ace
Vida triste. Hollywood é pura ilusão. Engraçado q nem curtia ela tanto assim como atriz. Achava a beleza da Rita HAYWORTH bem mais interessante...
| 156 ace
Eu gostaria que os filmes da Greta Garbo tivessem legenda em português.
| 147 ace
Duelo entre os melhores atores da História do Cinema!
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Deanna foi uma das estrelas de maior sucesso com sua voz marcante, mas aposentou-se no auge da fama, antes dos trinta anos. Sua morte foi anunciada no dia 30 de abril de 2013, aos 91 anos de idade, por seu filho Peter H. David, que informou apenas que a mãe partira há alguns dias. Ele não forneceu mais detalhes, respeitando a privacidade na qual a mãe mergulhara em boa parte de sua vida... A atriz nasceu em Winnepeg, Manitoba, em 1921, e se tornou um rosto comum durante a era da Depressão, quando as pessoas iam ao cinema para esquecer um pouco os seus problemas. Teve um contrato assinado com a MGM aos 13 anos, mas a companhia já tinha outra adolescente cantora, Judy Garland, e preferiu ficar com esta última, que acabou estrelando O Mágico de Oz. Melhor para Deanna, que foi contratada logo em seguida pela Universal, e tornou-se um sucesso instantâneo com sucessos como "Three Smart Girls" e continuações, que renderam rios de dinheiro para a companhia. Suas primeiras personagens eram sempre a irmã mais nova ou a filha corajosa, uma jovem sempre saudável, radiante, e pronta para resolver e corrigir os problemas dos adultos infelizes. Com isso tornou-se a menina de ouro da Universal.Em 1936 foi realizada uma pesquisa nacional para escolha do ator que daria o primeiro beijo na tela na atriz, e o escolhido foi Robert Stack, que fez com ela "First Love". Gb_Dm3vrkSk Em 1946 já era a segunda mulher mais bem paga dos Estados Unidos, ganhando $ 323.477 e ficando apenas 5 mil dólares atrás de Bette Davis. No auge do seu sucesso foi tão reconhecida que Anne Frank tinha uma foto sua no seu quarto. Seus problemas começaram com a passagem para papéis mais adultos. Os críticos não ficaram muito felizes ao verem como uma prostituta em Férias de Natal ao lado de Gene Kelly e como uma debutante em uma trama de assassinato em "Lady on a Train " (1945.) Na vida pessoal a atriz foi casada três vezes: seu primeiro casamento, com o diretor Vaughn Paul, durou dois anos. Mais uma vez o estúdio temia que afetasse sua imagem pelo escandalo de um divórcio após apenas dois anos de casamento. Deanna disse à época que jamais ficaria casada com alguém que não amasse por causa de uma imagem. O segundo marido foi Felix Jackson e o último foi Charles Davis, com quem ficou casada até a morte deste, em 1999. Após o casamento ela se afastaria das telas e de Hollywood, que chamava de aquário: "Eu odiava estar em um aquário". Seu último filme foi 1948, For the Love of Mary, quando ela se retirou para viver na França e não mais retornar a Hollywood. Desde então recusou-se a dar entrevistas, e a única concessão foi uma carta enviada aos repórteres em 1958 em que dizia, dentre outras coisas: "Eu tinha 13 anos de idade quando fazia uma típica jovem americana. Uma personagem forçada que tinha pouco ou nada a ver comigo ou com qualquer outra jovem da minha geração. Meus fãs, na verdade não eram os jovens, mas os pais que não conseguiam lidar com os jovens e me adotavam como a filha perfeita. Além disso, eu nunca fui feliz fazendo filmes. E posso lhe dizer: hoje sou bem mais feliz tendo ganhado peso e fazendo minhas próprias compras, levando meus filhos na escola e cantando uma hora todos os dias."
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sao muitos bons os filmes dele.....
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Um filme inesquecível. O diretor Anthony Mann um mestre na direção de westerns mostrou que em filmes épicos também poderia exibir sua majestade. Um drama muito bem realizado carregado de fortes emoções com atores de primeira linha. Um filme imperdível e obrigatório a todos os cinéfilos.
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Filme Fabuloso, roteiro, elenco e direcao de primeira, momento de gloria da setima arte.
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Filme maravilhoso, um dos melhores de todos os tempos.
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o livro e super legal
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Faltou Marcus Carl Franklin no filme "Não Estou Lá"
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Esta série examina a história da Metro-Goldwyn-Mayer Studios desde a sua criação e ascensão na década de 1920, seu auge na década de 30 e 40, ao seu declínio na década de 1950. Assista Online
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Uma diva inesquecivel, adoro todos os filmes dela.
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kkkkkkkkkkkkkkkkkk melhor ator do mundo? descordo! mas eh otimo tb!!
| 191 ace
não exjstiu soprano como Deanna .Sei que ela já é uma senhora idosa hoje.Como eu gostaeia de dar um beijo em sua linda boquinha doce e linda.Sou apaixonado por ela.Alguém sabe o endereço dela.
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Uma ótima atriz, tipica ariana
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1. O Indomado (1963) Hud Bannon (Paul Newman) vive na fazenda com seu pai Homer (Melvyn Douglas) e seu sobrinho Lon (Brandon De Wilde), que tem nele um ídolo. Hud gasta seu tempo saindo com mulheres casadas, bebendo e dirigindo inconsequentemente, brigando com seu pai e rompendo com valores da sociedade.   2.Ladrões de Bicicletas (1948) Após a Segunda Guerra Mundial, com a Itália está destruída e o povo desesperado, Ricci (Lamberto Maggiorani), casado e com dois filhos, consegue finalmente encontrar um sub-emprego colando cartazes nas ruas. Só que para permanecer no emprego, ele terá que ter uma bicicleta e conseugue, com muito sacrifício, penhorando bens, consegue, com sua esposa Maria (Lianella Carell). Mas em seu primeiro dia de trabalho, sua bicicleta é roubada. Desesperados, Ricci e seu filho Bruno (Enzo Staiola), buscam recupera-la, para que possam ter uma vida melhor.   3. Gata em Teto de Zinco Quente (1958)   4. Juventude Transviada (1955) Jim Stark (James Dean) é um jovem que tem dificuldades de relacionamento com colegas, fazendo com que sua família mude-se constantemente de cidade. Sua mãe autoritária e o pai submisso faz com que ele se sinta desamparado. Numa noite, após se embriagar, é levado para uma Instituição para jovens delinquentes onde conhece Plato (Sal Mineo), um jovem rico abandonado aos cuidados de uma babá e Judy (Natalie Wood), incompreendida pelos pais.   5.Vidas Amargas (1955)   Cal (James Dean) sai de sua cidade, Salinas, e descobre que sua mãe não morrera em seu parto, como lhe dissera seu pai, Adam (Raymond Massey), um homem correto e que criara os filhos conforme os preceitos bíblicos. Cal passa a acreditar que sua maldade foi passada por sua mãe, Kate (Jo Van Fleet), que vive em Monterrey e é cafetina em um bar.   6. Campeão (1979) ex-campeão de boxe Billy Flynn é agora um treinador de cavalos em Hialeah. Ele luta contra a falta de dinheiro para criar seu pequeno filho T.J. As coisas se complicam quando a mãe de T.J., agora uma rica dama, se aproxima do garoto que não sabe quem ela é. E que deseja se revelar a ele e pedir a custódia. Billy não vê outra maneira de ganhar dinheiro e ficar com o filho, do que voltar ao ringue.   7. Falcão (1987) incoln Falcão (Sylvester Stallone) é um caminhoneiro solitário em que ganha sua vida fazendo entregas pelo Estados Unidos da América em seu caminhão velho. Falcão como sempre é chamado, abandonou sua família por intermédio de seu sogro o Sr. Cuttler, pois sempre dizia que ele não prestava.Ao receber notícias de que sua ex-esposa está com uma doença maléfica e a pedido da mesma, Falcão tem o difícil dever de conquistar a confiança e o amor de seu filho, que ele abandonou ainda pequeno.   8.Kramer X Kramer (1979) Ted Kramer (Dustin Hoffman) é ocupado demais no trabalho para dar atenção à esposa Joanna (Meryl Streep) e filho (Justin Henry). Contrariada, Joanna decide abandonar a ele e ao filho. Ted terá que educar e dar amor ao filho, sozinho. Após alguns meses Joanna retorna e vai lutar na justiça para ficar com o filho.   9. Lembranças (2010) Muitos anos após perder seu irmão gemeo depois de um suicídio, Tyler ainda sente dificuldades em se adaptar e tem um relacionamento difícil com todos, sobretudo com seu pai. A única pessoa com quem ele parece se entender é sua irmã pequena, a quem tenta aproximar a todo custo do pai ausente.     10.À Procura da Felicidade (2006) Chris Gardner (Will Smith) é um pai de família que enfrenta sérios problemas financeiros. Apesar de todas as tentativas em manter a família unida, Linda (Thandie Newton), sua esposa, decide partir. Chris agora é pai solteiro e precisa cuidar de Christopher (Jaden Smith), seu filho de apenas 5 anos. Ele tenta usar sua habilidade como vendedor para conseguir um emprego melhor, que lhe dê um salário mais digno.   Outros títulos: A Vida É Bela (La Vita È Bella, 1998) Billy Elliot (Billy Elliot, 2000) Dois Filhos de Francisco (2005) Forrest Gump (Forrest Gump, 1994) Gonzaga – De Pai pra Filho (2012) Pinóquio (Pinocchio, 1940)
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Por Celso Moraes
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1. Brigitte Bardot   2. Audrey Hepburn   3.Jane Birkin   4. Monica Vitti   5. Jeanne Moreau   6. Romy Schneider   7. Sophia Loren   8.Mia Farrow   9.Nico   10.Sharon Tate   11. Jane Fonda   12. Catherine Deneuve   13. Jean Seberg   14. Jane Asher   15.Natalie Wood   16.Françoise Dorléac   17.Ursula Andress   18.Senta Berger   19.Tippi Hedren   20. Julie Christie   21.Nancy Sinatra   22.Eartha Kitt   23. Cher   24. Leila Diniz   25. Julie Andrews   26. Stella Stevens   27. Carrol Baker   28. Anna Karina   29. Tina Louise   30.Daliah Lavi
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Gostaria muito de ver esse filme
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    Ficha Título Original: Die freudlose Gasse Ano/País/Gênero/Duração: 1925 / Dinamarca / Drama / 125min Direção: Georg Wilhelm Pabst Roteiro: Hugo Bettauer Fotografia: Robert Lach Elenco: Asta Nielsen ... Maria Lechner Greta Garbo ... Greta Rumfort Agnes Esterhazy ... Regina Rosenow Werner Krauss ... Metzger von Melchiorstrasse Henry Stuart ... Egon Stirner Einar Hanson ... Lt. Davis Gregori Chmara ... Kellner Karl Etlinger ... Max Rosenow Ilka Grüning ... Frau Rosenow Jaro Fürth ... Hofrat Rumfort     Sinopse   Pobreza. Crítico retrato social da Viena nos dias posteriores a Primeira Guerra Mundial, que provocou certo escândalo pelo realismo e o atrevimento de suas imagens. Foi um dos primeiros filmes com a participação de Greta Garbo. Viena, logo após a 1ª Guerra Mundial. Apaixonada por um empresário inescrupuloso, uma mulher se torna prostituta. E outra mulher escapa da prostituição graças ao amor de um americano que trabalha para a Cruz Vermelha. Produção de grande valor na história do cinema.     Imagens
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raridade este filme
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1. Diane Keaton(Ficou conhecida ao protagonizar ao lado de Woody Allen filmes comoPlay It Again Sam, Sleeper, Love and Death, Annie Hall, Looking For Mr. Goodbar, Interiors, and Manhattan e também por participar dos grandes sucessosThe Godfather I & II).   2.Farrah Fawcett (Ela foi o grande sucesso da série As panteras, exibida nos anos 70 na tv. Seu rosto vendia de roupas a bonecas).   3. Liza Minnelli (Cabaret, New York New York)     4. Cybel Shepherd (Taxi Driver, The Last Picture Show, The Heartbreak Kid e The Lady Vanishes)   5.Isabelle Adjani (The Story of Adele H., The Tenant, The Driver e Nosferatu the Vampyre.)   6.Sylvia Kristel ( Ou Emanuelle...)   7.Jane Fonda (Barbarella e outros títulos)   8.Julie Christie (The Go-Between, McCabe & Mrs.Miller, Don't Look Now, Nashville, Shampoo, Demon Seed e Heaven Can Wait.)   9.Helen Mirren (Savage Messiah, O Lucky Man! eCaligula)   10.Lynda Carter (Mulher Maravilha)   11. Meryl Streep (Julia, The Deer Hunter, Manhattan, The Seduction of Joe Tynan e Kramer vs. Kramer)   12. Ali MacGraw (Love Story, The Getaway and Convoy)   13.Carrie Fisher ((Shampoo, Star Wars trilogy))   14.Bo Derek (Orca: The Killer Whale and 10.)     15.Olivia Hussey (Romeo e Julieta)   16.Goldie Hawn     17.Sissy Spacek   18.Olivia Newton-John   19.Raquel Welch   20.Anjelica Huston   21.Jane Seymour   22.Faye Dunaway   23.Tina Aumont   24.Britt Ekland   25.Ann-Margret   26.Jaclyn Smith   27.Sigourney Weaver   28.Tatum O'Neal   29.Jessica Lange   30.Linda Lovelace   Outras: Ornella Muti, Catherine Bach, Marisa Berenson, Debbie Harry, Carole Bouquet, Pam Grier, Kate Jackson, Suzanne Somers, Maria Schneider,Susan George, Christina Lindberg, Edwige Fenech, Mary Tyler Moore, Caroline Munro, Jodie Foster, Vanessa Redgrave, Shelley Duvall, Gilda Radner, Ellen Burstyn, Loretta Swit, Sally Field, Jenny Agutter, Madeline Kahn, Joyce DeWittCharlotte Rampling, Talia Shire, Gena Rowlands, Michelle Phillips, Candice Bergen, Simonetta Stefanelli
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Algumas começaram a carreira como crianças, outras como adolescentes, mas a maior parte firmou carreira a partir desta idade tão difícil para qualquer ator em transformação. Aqui algumas atrizes, das mais diversas décadas, que representavam esta idade delicada. Deanna Durbin     Judy Garland     Ann Rutheford     June Pressier   Elizabeth Taylor     Natalie Wood     Sandra Dee     Sue Lyon     Jane Powell     Shirley Temple   Jodie Foster     Brooke Shields     Tatum O'Neil       Sally Field     Alicia Silverstone     Dakota Fanning    
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Por Henrique Toreti   Pacto de Sangue: a ideia que precede a tragédia Na década de 40, em seu auge, o cinema apresentou ao público um novo gênero cinematográfico: o noir. Atribui-se à “O falcão maltês” (1941), de John Huston, o título de primeiro filme noir da história. Com o durão Humphrey Bogart, o longa engatilharia uma sequência de outros bons filmes do mesmo estilo naquela década. O cinema noir não tem uma descrição muito precisa. Mas há, quase invariavelmente, elementos em comum em obras do gênero. Em geral, o protagonista é um homem envolvido em situações nebulosas – muitas vezes em conflitos com a máfia local – e seduzido por uma mulher de fibra, a femme fatale. O filme noir costuma ser ambientado na penumbra, entre tiros de revólver e lágrimas de angústia. Além disso, os autores deste tipo de longa-metragem costumam abordar o descaso humano para com os semelhantes. Um dos maiores expoentes do cinema noir é, sem dúvidas, o envolvente “Pacto de Sangue” (1944). Nele, nos deparamos com um corretor de seguros (Fred MacMurray), que, ao fazer uma visita a um cliente, recebe uma proposta bastante inusitada. A esposa de seu freguês (a ótima Barbara Stanwyck) propõe que ambos planejem uma morte acidental ao marido dela, já que a indenização da seguradora dobra neste tipo de caso. Ao final, eles dividiriam o dinheiro.   Porém, no decorrer da trama, o crime que parecia ser perfeito é investigado incansavelmente por um dos agentes da seguradora (Edward G. Robinson, ícone do noir). O versátil diretor Billy Wilder conduziu de forma irretocável este clássico suspense. A narração em flashback também é marca registrada dos filmes noir. Aqui ela acontece com o personagem de MacMurray sendo o porta-voz do passo-a-passo do crime, já realizado. O clima angustiante da fita é ao mesmo tempo o seu grande trunfo. O espectador, assim como os personagens principais, sabe a todo momento que as coisas não irão acabar bem. Essa é a verdadeira essência do noir: histórias quase sempre sem um final feliz.
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tenho muita vontade de assistir denovo,era muito lindo,mas eu era uma criança , e me lembro vagamente,libera o filme
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/////entre tantas mulheres belíssimas, o cinema italiano nos deu Claudia Cardinale, pra mim a mais bela não só entre as italianas, mas de toda a história do cinema. Simplesmente deslumbrante.
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GOSTO DOS FILMES DELE.
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esse filme e otimo um verdadeiro clasico
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Agora que descobri que o site é da Carla MArinho.. rsrsrsr Bom, finalmente poderei ver esse filme...!
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Carlinha, milhares de beijos por vc ter liberado esse filme. A D O R O
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belo documentario
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belissima pagina de cinema
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otimo filme.obrigada pela postagem
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otimo filme co excelente elenco.
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vou passar a conferir o cinema clássico! uma página com esta dedicação e compromisso é tudo de bom na internet e diz da importância deste veículo para amantes do cinema. obrigado!
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alguem me pode dar um site para eu poder ver um filme de Caravaggio
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  Um dos episódios da série Máfia, exibida pelo Channel 4 britânico, esse documentário retrata os bastidores das filmagens de "O Poderoso Chefão", de Francis Ford Coppola, e em especial como a verdadeira máfia ítalo-americana influenciou os rumos da produção do filme.   Assista Online  
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el comentario exacto de una diosa sobre otra diosa me encanto !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
| 142 ace
otimo filme, tanbem procuro este dvd
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  Karla SchrammThe Son of Tarzan (década de 20) Enid Markey (Tarzan of The Apes; The Romance of Tarzan (1918))   Louise Lorraine (The Adventures of Tarzan (1921))   Natalie Kingston (Tarzan the Tiger (1929))   Maureen O'Sullivan (Tarzan, the Ape Man (1932), Tarzan and His Mate (1934), Tarzan Escapes (1936), Tarzan Finds a Son! (1939) e outros.)   Brenda Joyce (Tarzan and the Amazons (1945), Tarzan and the Leopard Woman (1946) e outros)   Vanessa Brown (Tarzan and the Slave Girl (1950)) Virginia Huston (Tarzan's Peril (1951))   Dorothy Hart (Tarzan's Savage Fury (1952))   Joyce MacKenzie   Eve Brent Joanna Barnes   Bo Derek   Andie MacDowell Jane March
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Nascida na cidade de Dublin (capital da Irlanda) em 17 de agosto de 1920, sob o nome de Maureen FitzSimons — a conhecida atriz Maureen O’ Hara — é filha de Charles Stewart Parnell FitzSimons (empresário e co-proprietário do clube de futebol Shamrock Rovers) e de Lilburn Marguerita FitzSimons (uma bem sucedida cantora de ópera). Não fora a sétima arte sua primeira escolha, na verdade, desejava muito seguir os passos da mãe — agora aposentada — tanto que estudava canto. Todavia, seu pai não via com bons olhos a paixão da filha mais velha — temia que um dia esta não pudesse se sustentar —, sendo assim, insistiu para que a mesma aprendesse uma profissão “mais rentável”. De modo que, Maureen O’ Hara, tornou-se contadora e datilógrafa — reza a lenda que a atriz tomou todas as notas ditadas por John Ford para adaptação do conto de Maurice Walsh (The Quiet Man), transcrevendo-as. Porém, o sonho da menina e os desejos do pai não se realizaram, pois, aos 14 anos — após um teste — ela participa de uma ponta em Kicking The Moon Around. Meses depois, cai nas mãos do ator Charles Laughton o teste da menina. Fica o mesmo fascinado, de modo que, pede ao seu parceiro Eric Pommer para ver o vídeo. Enfim, convencido, procuram a atriz e lhe oferecem um contrato de sete anos. Seu primeiro grande trabalho foi em A Estalagem Maldita (Jamaica Inn, 1939) de Alfred Hitchcock. Logo viria a consagração mundial ao interpretar Esmeralda no clássico O Corcunda de Notre Dame. Sucesso imediato — até o momento, consenso é entre os críticos, que nenhuma outra atriz conseguiu ser mais sedutora no papel — teve sua carreira interrompida pela Segunda Guerra. Sem meios de manter a atriz, o contrato da mesma foi vendida a RKO Studios, que a utilizou em inúmeros filmes de baixo orçamento. John Ford — amigo e fã — resgatou-a do limbo ao colocá-la no grande Como Era Verde O Meu Vale (1941) Naturaliza-se americana no ano de 1946. Além de atuar em outros sucessos cinematográficos tais como: Rio Bravo (1950), Depois do Vendaval (1952) e A Paixão de Uma Vida (1955), participou de diversos programas musicais da televisão, onde pode mostrar seus dotes como soprano, visto que, os estúdios “não a consideravam boa cantora”. Em 1960, estréia na Broadway no musical Christine. Lança duas gravações — raras — de grande sucesso, a saber: Love Letters e Maureen O’Hara Favorites Songs. Fez cinco filmes ao lado de John Wayne. Em 1971 grava seu último filme: Big Jake, informando estar aposentando-se para dedicar-se à filha e ao terceiro marido. Retorna em 1991 as telas no filme Mamãe Não Quer Que Eu Case (Only The Lonely). No mesmo ano recebe o Prêmio Humanidade pelaIreland-American Fund. Possui uma estrela na Calçada da Fama em Hollywood Blvd. 7004. Em 2004, lança sua autobiografia: Tis Herself. Definitivamente aposentada, divide seu tempo entre suas casas em Glengarriff, County Cork, Irlanda, Arizona e as Ilhas Virgens.
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    Ziegfeld Follies, sinônimo de mulheres bonitas, glamour, coreografias elaboradas, e visuais como este:   Ser contratado por Ziegfeld significava ter status.Até que chegou Fanny Brice, cujo destaque não estava tanto na bela plástica ou nos dotes físicos: Mas no talento para hipnotizar a platéia e fazê-la rir. Deu um fôlego novo à coisa que já tinha ficado tão suntuosa que parecia não ter mais para onde ir. Posteriormente Fanny foi retratada na biografia “Funny Lady” e “Funny Girl”, interpretada por Barbra Streisant. Fania Borach, judia, nascida em Nova York e filha de donos de um Salloon, deixou a escola para trabalhar em um teatro e logo foi descoberta por Florenz Ziegfeld, que levou-a a trabalhar em seus elaborados espetáculos. A associação foi tão boa que durou mais de vinte anos. Casou-se ainda jovem e teve dois filhos. Seu marido teve problemas com a justiça e foi preso. Ao sair, o casal se divorciou, após Fanny gastar rios de dinheiro para tira-lo da cadeia. Casaria-se mais duas vezes. Enfim. O maior sucesso de Fanny foi ter criado a “baby snooks” em um programa de rádio, e se tornou seu maior sucesso.   Foi vestida assim que apareceu no filme, ao lado de uma jovem Judy Garland cantando “Why? Because!” em “Everybody sing” (1938), num duelo fantástico:   lX5-wAdAaz8 A atriz morreu com apenas 59 anos de um ataque cardíaco.
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Adoraria ter a oportunidade de asssistir ao filme que marcou minha infância. Desde já agradeço, Penha
| 133 ace
Maravilhoso!!!!!!!!
| 142 ace
Ah!!!ques saudade de cenorinha....quero assistir de novo, libera o filme
| 122 ace
Libera o filme pra assistir, esse foi o melhor filme que asssisti na minha adolecencia.
| 117 ace
O filme é, de fato, extremamente caricato. Mas não tem como não amar Bette Davis. E o humor negro é sensacional. Acabou entrando pra minha lista de filmes favoritos.
| 146 ace
deveria estar o charlie sheen
| 137 ace
O MELHOR ATOR DO MUNDO ALPACINO, OBRIGADO
| 158 ace
Esta popular atriz se ergueu da pobreza ao estrelato por pura audácia, determinação e dedicação. Durante sua carreira de 50 anos, ela realizou mais de 80 filmes, mas seu perfeccionismo obssessivo, cada vez mais presente em seus últimos trabalhos, acabopu lhe rendendo a fama de velha intransigente que nem mesmo a adoração de seus fãs conseguiu sobrepor. Ainda sim, ela se manteve com um dos ícones mais populares do cinema, um modelo para milhares de jovens mulheres que aspiravam ter sua imagem, seu estilo, seu poder magnético e sua independência inquestionável. Legendado em português.
| 1167 ace
Que tosco ! Onde estão, por exemplo, o Ramón Valdés e outrs tantos talentosos humoristas latino-americanos? Eita ranking americanizado esse..
| 133 ace
  Robert sempre gostou das artes. Treinava violino em sua casa, e seguia o pai, um médico, por onde ia. O garoto cresceu e tornou-se um belo rapaz de 1.80m, olhos azuis e cabelos negros, chamando a atenção por onde passava. Decidiu seguir os passos do pai, e também ser médico. Mas sua mãe, sabendo de seus dotes artísticos, queria que ele seguisse seus dons. Ele decidiu então entrar para um curso de teatro. Lá chamou a atenção de um caça talentos da MGM, que lhe ofereceu um teste. Terminados os estudos, ele procurou o tal homem, passou no teste e conseguiu um contrato de 7 anos no estúdio. Já no estúdio, teve seu nome trocado para para Robert Taylor, que soaria melhor do que Spangler Arlington Brugh, seu real nome,e começou a trabalhar primeiro em filmes menores, até que conseguiu o tão almejado sucesso com “Melodia da Broadway de 1936”, “O Cruzado Misterioso” e “Cadetes do Ar”. Trabalhou ao lado das maiores estrelas: Janet Gaynor, Loretta Young, Barbara Stanwyck, Joan Crawford, Jean Harlow, Myrna Loy, Greta Garbo: Ele conheceu Barbara Stanwyck, quando filmavam “A mulher do meu irmão”.   Ela, casada. Ele, solteiro. Mesmo assim os dois iniciaram um romance que e acabaram se casando. Ficaram juntos 12 anos. O casamento findou quando ele iniciou um romance com outra mulher, durante uma temporada filmando na Europa. Robert casaria posteriormente com Ursula Thiess. Fumante inveterado, chegava a fumar até três carteiras por dia, o que acarretou um câncer no pulmão, que lhe levaria com apenas 57 anos de vida. Durante o estágio final da doença, Ursula chegou a deixar os filhos de lado, para cuidar dele durante os cinco anos que ele lutou. Barbara Stanwick esteve em seu velório.     Foram   Por Carla Marinho
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Ramon, nascido no México chegou aos Estados Unidos aos 17 anos, e trabalhou como garçon, enquanto se aventurava como figurante, sonhando um dia estrear finalmente como um grande astro. Foi então que conheceu Rex Ingram,ator e diretor, responsável por clássicos como “Os 4 cavaleiros do Apocalipse” (com Rodolfo Valentino) e “O Prisioneiro de Zenda” (Com Lewis Stone), se agradou do jovem Ramon que sugeriu que o novato trocasse seu sobrenome de Samaniegos para Novarro. Nascia Ramon Novarro. Rodolfo Valentino ainda brilhava absoluto. Foi somente após a morte do grande amante que Ramon finalmente conseguiu engatar a carreira de galã. Vieram sucessos como Ben-Hur, Scaramouche e Mata Hari, este ao lado da estonteante Greta Garbo: O público nem de longe suspeitava de sua homossexualidade. Até a nossa Carmen Miranda, ao conhece-lo pessoalmente ficou espantada com os trejeitos do então homem fatal. Não era fácil, pois Ramon era extremamente católico. Até que o cinema ganhou voz, e muitos atores foram dispensados. Ramon não foi um deles. Seguiu em musicais. Mas por pouco tempo. O que viria a acabar sua carreira seria o preconceito. Negou-se a casar-se com uma mulher, em uma Hollywood que vivia de aparências. Sua carreira foi sendo prejudicada, pois o público estranhava um ídolo solteiro, até que seu nome foi aos poucos sendo encolhido até sumir dos letreiros. Sua morte o trouxe de volta aos tablóides. Levou Tom e Paul Ferguson, 17 e 22 anos, para sua casa. Eles o asfixiaram e depois cortaram seu pescoço barbaramente, levando a quantia ínfima de 20 dólares. Os advogados de defesa dos irmãos ainda argumentaram que Novarro era o verdadeiro culpado de sua morte (oi?), pois procurara por isso. Segundo o advogado, ele andara durante mais de 40 anos procurando por isto. Puro e inequívoco preconceito. Um final triste e covarde. Por Carla Marinho
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A italianinha Anna Maria Pierangeli chegou aos Estados Unidos com sua mãe aos 16 anos depois que chamou a atenção de Vittorio de Sica. Para melhor aceitação do público americano, seu sobrenome Pierangeli foi separado, e ela se transformou em Pier Angeli. Sua irmã gêmea, Maria Pavan, que também era atriz: Seu primeiro envolvimento ao chegar na América, foi com o ator Kirk Douglas. Ela tinha apenas 18 anos: Mas o relacionamento logo azedou. E em 1954, durante as gravações de “O Cálice sagrado”, ela conheceu James Dean: Foi um namoro intenso, porém policiado por sua mãe, que não se agradava dos modos, digamos, rebeldes, de Dean, que mesmo antes de começar a fazer fama, já aprontava as duas. O único relacionamento sério do ator, que morreu aos 24 anos em um acidente automobilístico. Católica e repressiva, sua mãe teria proibido o romance dos dois. E Pier, obediente como nunca vi, terminou o namoro da forma mais drástica que já vi: casou-se com o cantor Vic Damone, mais agradável à sua excelentíssima mãe. Casar-se com um católico não é garantia de felicidade. Os dois tiveram um filho e o casamento era problemático desde o início. O divórcio aconteceu pouco tempo depois. Ela ainda casaria-se mais uma vez, agora com o compositor Armando Trovaioli, de quem teve seu segundo filho. Também se separam. Com a carreira em frangalhos e em depressão, ela retorna à Itália. É tremendamente infeliz. Atua em alguns filmes sem grande importância e enfim vai mais uma vez aos Estados Unidos na década de 70, a pedido de sua amiga Debbie Reynolds, que queria dar um UP na vida da colega. Lá realiza seu último trabalho, e estava escalada para trabalhar na série Bonanza. Mas não o fez. A atriz faleceu em 10 de setembro de 1971. Acidente? Suicídio? O fato é que Pier teve uma overdose de barbitúricos. Correu a informação, para engrossar a teoria de suicídio, de que ela teria escrito uma carta em que revelava que James Dean tinha sido seu único amor. Frustrado amor. E sua separação era o motivo para a depressão que anos depois iria levá-la à morte. Tinha apenas 39 anos. Por Carla Marinho
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  Li há algum tempo o livro “Mamãezinha Querida”, de Christina Crawford, por curiosidade... Mas ao contrário do que a bitch (Christina) queria, não fiquei com pena dela, filha coitada da Joan Crawford. No livro ela se colocada irritantemente como um criatura maltratada sem razão aparente, perseguida sem razão carente, e que, como um cachorrinho, corre sempre atrás da mãe porralouca malvada e psicótica, no caso, Joan Crawford. Em 1981 a danada conseguiu, sabe-se lá como, vender os créditos dessa pérola da literatura para o cinema e Faye Dunaway aceitou, embaixo de muita vaia o papel de sua adorável mamãezinha, falecida, e, incapaz de se defender desde 1977.   Uma cena do filme que chama a atenção é a que a pobrezinha apanha até dizer basta por causa dos cabides usados em suas roupas. Chorei durante sete dias e noites.     A Faye Dunaway, que fez a Joan, tinha tanta certeza que tinha atuado bem que se considerava uma das favoritas a um prêmio. E sim, ela ganhou!! Como Pior Atriz do Framboesa de Ouro. E não foi só: o filme ganhou como o Pior do Ano, e da Década. Posteriormente ela diria que se arrependeria de ter feito, e a película se transformaria em um cult trash da década de 80 que serve apenas para suscitar aquela velha dúvida do Será?????     Conclusão obvia e pessoal: Acho que se Christina não sabia porque estava apanhando, a Joan do livro sabia porque batia: a menina iria crescer uma atriz frustrada, e ganhar dinheiro escrevendo uma biografia fantasiosa (sim, porque creio que 90% é fantasia) a respeito de sua mãe.     Né?   Por Carla Marinho
| 696 ace
Filme maravilhoso!!!!!
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  1. John Barrymore foi o astro que mais beijou em um filme: 127 vezes em Don Juan (1926). 2. Vivien Leigh recebeu apenas 15 mil dólares para fazer seu papel como a inesquecível Scarlett O'Hara de ... E o Vento Levou (1939). 3. Ronald Reagan era a primeira opção para o papel de Richard em "Everybody Goes to Rick's". Ele tinha sido escolhido pela Warner, mas na última hora o estúdio resolveu arriscar em Humphrey Bogart e mudar o título do filme para "Casablanca". 4. Os astros geralmente gravam seus pés e mãos na calçada da fama do Teatro Chinês, mas alguns resolveram fazer diferente: Betty Grable colocou as pernas, Jimmy Durante o naiz e Carmen Miranda os seus sapatinhos. 5. Lauren Bacall foi dublada cantando no filme "To Have and Have Not" por Andy Williams, um garoto de 13 anos. tT-fzoNaEsw 6. Irving Thalberg foi o mais jovem presidente de um grande estúdio. Aos 24 anos ele era o todo poderoso da MGM, em 1923. Casado com a atriz Norma Shearer, serviu de inspiração para o livro (e posteriormente filme) "O Último Magnata", de F. Scott Fitzgerald, dirigido nas telas por Elia Kazan. Morreu jovem também, de ataque cardíaco. Empresta até hoje seu nome a um dos prêmios da Academia, o PrÊmio Irving Thalberg, concedido a produtores e diretores. 7. Durante a Segunda Guerra, Bette Davis e John Garfield arrecadaram dinheiro fazendo campanha com seus colegas de profissão quandoalugaram um enorme barracão e fundarão uma cantina onde as estrelas e astros serviam como garçonetes e garçons aos soldados. 8. O primeiro show musical a ser transmitido pela televisão foi de Bob Hope e Dorothy Lamour, em 1947. 9. Gloria Swanson era adepta à dieta orgânica. Nunca saía de sua dieta, que consistia em castanhas, iogurte e verduras. Quando era convidada a jantar fora, não se acanhava: levava sua marmita pronta e pedia para o garçon servir à sua mesa. Talvez isso explique a sua boa forma no filme "Sunset. Boulevard", quando já contava 51 anos e quase nenhuma ruga. Aos 77 anos ela casava-se com um homem de 60.  
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assisti o magico de oz na minha infancia. judy sempre ficara na minha lembrança como uma doce menina.
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Ameei,gostei muito
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Adoro faroeste.Principalmente quando tem índios!
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Simplesmente maravilhoso! Meus pais adoravam!
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EU AMOMO OS FILMES MAS O MELHOR PARA MIN É O MENINO
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Obrigada adorei o filme!
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este cantor marcou minha vida, apesar de não ser de minha epoca , mais meu pai o amava e cantava as musicas dele pra mim dormir amava escutar meu paizinho cantando as musicas dele
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Amigos do Cinema Clássico, acabei de lançar um portal de notícias e quero saber se posso, com a devida referência e fazendo questão de divulgar vocês, expor com periodicidade certa, artigos do seu site, que é magnífico. Nossos amigos leitores ficarão encantados e o site cada vez mais visualizado. Abraços e parabéns. Meu email para uma resposta é pequimagazine@gmail.com Muito obrigado!
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Este site precisa ser descoberto e redescoberto todo dia. Maravilhoso!
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Por Joelmar Fernando do blog Recanto Filosófico A Mulher de "Os Viciados" Partindo de uma historia bastante contemporânea para a década de 70, o filme relata um relacionamento amoroso em meio à temporalidade do uso de drogas. Narrado a partir de gravações realizadas entre a Broadway e a Rua 72 a oeste de Nova York, conta acontecimentos do Parque das Seringas – nome como é conhecido pelos usuários de Heroína daquele lugar. Pânico em Needle Park, do original em inglês Panic em the Needle Park, foi intitulado no Brasil como "Os Viciados". Sobre a direção de Jerry Schatzberg e roteiro de Joan Didion e John Gregory Dunne, contém como principais personagens Al Pacino (Bobby e Kitty Winn (Helen). As primeiras cenas do filme relatam um resumo daquilo que precede o enredo cinematográfico. Helen, uma jovem perdida em meio à multidão de um metrô – confusa e desesperada - quando sozinha, triste e solitária. Bobby é um adolescente descolado, ganha a vida vendendo drogas e roubando. Os dois personagens encontram-se na casa de Marco, que ate então se relacionava com Helen. Está é a primeira cena de contato entre os dois protagonistas, que desde este momento invertem uma trama onde o cuidado de Bobby por Helen e a indiferença de Marco será fundamental para o futuro relacionamento emergente entre ambos. Mais a frente essa relação de indiferença/cuidado será melhor explicitada quando Helen está no Hospital a procura de zelos médicos e é Bobby que irá acometer-se da responsabilidade de colocar-se a disposição e também de seduzi-la. Quando sai do Hospital Helen é cortejada por Bobby que vangloriando-se de suas passagens pela policia e tentando demonstrar-se como “um autêntico macho” tenta com isso conquistá-la. Ela, aparentemente resistente, diz não impressionar-se com isso. Num outro momento quando interrogada sobre como chegou até aquela cidade, conta que foi formada em Artes e tinha uma mãe que sempre estava no médico. Bobby indaga-lhe se ela tem costume de sempre deixar as pessoas sem razão. Ela emociona-se, diz que “não será sempre assim”. Já íntimos, os dois dividem o mesmo quarto. Num primeiro instante quando então acorda ao lado de Bobby ela propõe fazer sexo com ele - se assim ele desejar. Bobby responde que ainda está cedo para isso. Afirma: “Dorme”. “Os Viciados”, como conhecido no Brasil, é um drama clássico produzido nos EUA, ainda num período onde o cinema era um reflexo das realidades sociais. Mostra como o amor e o sexo pode ser reduzido a instâncias substanciais uma vez que a relação afetiva seja destituída dos valores convencionais. Não se trata da valoração ética ou moral da possibilidade de um amor puro e de um sexo destacado dos seus moldes românticos. É a história do amor e do sexo como uma formação de vínculo e um relacionamento constituído por uma parceria sintomática. A primeira parte do filme está para-além da primeira prerrogativa freudiana quando afirma que é imprescindível na relação amorosa uma terceira pessoa prejudicada. Esse outro prejudicado que ora veicula entre a face de Marco e Bobby, é substituído por um campo teórico mais específico: o amor e a mulher. O filme em questão deve ser visto sobre todas as minúcias possíveis, principalmente se se considerar que o título brasileiro (que em língua portuguesa foi denominado Os Viciados) acaba por remeter explicitamente o entendimento do filme ao mero viés das relações sociais e à clínica das toxicomanias. Panic in the Needle Park, título original, vêm demonstrar a história das tragédias humanas. O Pânico como o Caos é o subverter das ordens dadas e estabelecidas, como na tragédia grega, é ele que permite ao indivíduo assumir o campo da liberdade desprovido das margens do destino e dos deuses. O Pânico é a possibilidade e o risco diante do acontecimento irruptivo que faz do sujeito este corpus esfacelado pela ação do tempo e da vida. O filme é, assim, a exposição mais clara da tragédia humana – do homem subvertido pelas suas próprias opções. Helen é a mulher que postula claramente: “Não gosto de acordar sozinha”. Ainda na primeira metade do filme, esta premissa acompanhada da proposta de fazer sexo somente para agradar a Bobby serão decisivas para compreender a trama da personagem que a partir da segunda metade do filme torna-se prostituta. Entretanto, sem antecipar discussões preliminares, é necessário numa primeira análise da figura feminina exposta pela protagonista, interrogar-nos como a partir dessa relação complexa entre sujeito e sexualidade, podemos ter uma nítida compreensão do desejo, do gozo e do prazer incidindo insidiosamente sobre a subjetividade tanto masculina quanto feminina. Desse modo, Helen enquanto a mulher, é a mulher não-toda em que, composta como é dos efeitos do inconsciente (desse grande Outro que não permite-a saber) demanda – ainda que em última instância receber um suplemento do inconsciente. O que quer como mulher é subjetivar este-todo-não-subjetivável a que chama “corpo”. Entretanto, para tal, abandona a família, sua história, e passará a estar mergulhada no universo masculino. É assim que torna-se sujeito do inconsciente: tornando-se castrada. Mais ainda, será vendo-se na posição em que os homens a colocam que irá sentir-se mulher. Desde os primeiros contatos entre Helen e Bobby ela permite-se uma relação onde cada vez mais é assujeitada a ele, onde os processos de identificação e assimilação de comportamos são tão constantes que ela irá repetir aquilo que ele executa. Os mesmos atos, os mesmos comportamentos, compartilharão as mesmas vontades e se envolverão nas mesmas fugas e riscos. O que Helen quer como mulher é o Um da diferença, um estatuto que possibilite a fusão do objeto. Assim, o amor no plano imaginário é quem permite essa identificação direta com aquele que passa a ser seu semelhante. Entretanto, as idas e vidas deste romance transparecerá que o amor só se realiza como um semblante do ser. Mas, quem é o homem desta relação? Quem é este que diz “não conseguir, não poder fazer sexo enquanto está drogado”? Bobby é aquele que encontra no corpo a impossibilidade de fazer-se um. Esta impossibilidade de se fazer consistência permitirá com que seja sempre a oscilação do parcialmente – parcialmente neurótico, parcialmente psicótico, parcialmente perverso, enfim, a falta de consistência dessa unidade do ser permitirá a subjetivação dos efeitos da droga e sua potencial dependência. A relação dele com o roubo e o tráfico situará esta virada epistêmica na clínica dos toxicômanos, onde então saímos de um discurso de compreensão pautado na fase oral e entramos assim naquilo que denominamos como o efeito do discurso capitalista. No discurso da pós-modernidade a droga vem fechar a castração, a sua pobreza e miséria. A droga é tida como o objeto perfeito capaz de gozo. E será por essa supremacia da droga como objeto de gozo total, que o declínio dos personagens começa. Quando então têm que sair do apartamento ondem moravam e Bobby apresenta dificuldade para manter-se integralmente bem financeiramente. Helen não realizada sexualmente passa a ser torna uma usuária de drogas menos superficial e, aumenta o uso, cada vez mais constante e potente de substâncias psicoativas. Todavia, mesmo diante das dificuldades decidem-se casar. Neste entremeio narrativo, Helen não se adapta ao trabalho e as exigências da profissão. Em uma das cenas mais chocantes Bobby tem uma crise de overdose. O que exige todo um esforço dos amigos e de Helen para não deixá-lo falecer. Contrastando com o fim dessa cena, temos a amiga de Bobby prostituindo-se para pagar as suas despesas. Se por um lado ganha a vida cuidando de um bebe, por outro recebe regularmente clientes em seu apartamento colocando o seu corpo na intersecção do sustento dos prazeres. Em Bobby, Helen e seus amigos o corpo é coabitado pelo prazer, pelo gozo e pela angústia. O corpo é marcado pelo desejo, pela hiância, neles o corpo é submetido como uma condição de existência. O corpo não é mais visto pela sua estrutura física-biológica (pele, carne e ossos), é sim um involucro de uma cena. O corpo é remetido ao prazer sem a obrigação de antes ter que passar pelas palavras. Prosseguindo o filme, quando Bobby novamente é preso Helen faz-lhe a promessa de que quando sair poderia morar no campo. Bobby rejeita a proposta, pois está decidido a ter e vender todos os “artigos” do/no Needle Park. O desejo de ambos um pelo outro só aumenta. Entretanto, a prisão é um divisor de águas que contém o desejo. Enquanto fica preso, Helen encontra-se na cama, fazendo sexo e se drogando com um desconhecido. Ao sair da cadeia, logo descobre as cenas de prostituição de Helen, que chegava a gastar oitenta dólares de heroína por dia através do sexo com “desconhecidos”. Para Bobb isto é uma decepção enorme. Uma discussão é entretida, ele agride-a, diz não acreditar que pensou um dia casar-se com ela. Quando interrogada sobre porque prostituir-se e por que não ter pedido ajuda a ele ou ao seu irmão, Helen revela que se agrada da prostituição. Então, é ele diante da mudança radical de comportamento dela que propõe irem para o campo, fugirem da cidade. A resposta dela é ambígua: “basta de jogos”. O que a partir de então vemos no filme é que mesmo juntos ela continua a prostituir-se. Ele aceita. Para ela “isso não significa nada”, tanto que elabora uma arte da prostituição. Para prostituir está bonita, arrumada, ciente de suas ações e objetivos. Entretanto, esse nada discursivo não é um vazio sem significantes. Na teoria lacaniana, o amor é de certo e por si, aquilo que transcende a relação entre o sujeito e o corpo – é justamente a relação entre um sujeito e outro sujeito. Em Lacan o amor é assexuado – daí sua frase “quando se ama, não se trata de sexo”. O amor é sempre de outra ordem! Se se procurar no filme uma história precisa do passado de Helen e Bobby não se encontrará. Os dois são personagens sem historias nem referencias. Falam pouco. Conversam pouco. Tanto que Helen cobra o fato de que sempre que ganha dinheiro Bobby nunca divide com ela, eles nunca se encontram. Indiferente, ele diz que ela fala como uma mulher casada - rejeita as proposições. Com o tempo, a arte da prostituição de Helen será seguida pelo roubo. Será dessa forma que passará a sustentar a ela e o Bobby. Contudo, não sem um preço já que com o tempo ela irá levar os seus clientes para dentro da própria casa e às vistas dele. Se Bobby fala do lugar do toxicômano e deixa transparecer a ilusão de uma prazer que não passe pela articulação necessária do significante, Helen é a representação e radicalização da premissa de que ninguém tem o direito de dispor do corpo do outro sem um acordo mútuo. O que gera um impasse no contrato sexual e social até então estabelecido. Não é só de amor e de sexo que a personagem feminina de Helen pode ser investida. É também do campo das normas morais e das novas formas de relacionamento, do uso do corpo como veículo investido politicamente e, principalmente, da relação inconsciente em que ela empresta seu corpo para que seu parceiro retire dele seu mais-gozar. Helen faz-se sintoma. Nas últimas cenas do filme temos o relato de um momento em que os dois protagonistas resolvem comprar um cachorro. Seria um primeiro esboço, um primeiro experimento, de uma vida no campo e longe do Needle Park. Entretanto, eles não resistem, recorrem às drogas. Morre o cachorro como símbolo de outra vida possível. Decretam a falência de inserirem-se no campo simbólico do social, das responsabilidades. Pouco tempo depois desta cena, Hotchner, o detetive, acompanha Helen na busca de Santos, mas para tal quer que ela entregue Bobby. Com isso: ele ficaria detido seis meses, ela liberta e o Santos preso. Tal situação e a dúvida da angústia com que se depara faz com que consuma drogas excessivamente. Ela sofre com a escolha. Tenta seduzir o detetive. Todavia, entrega Bobby – a quem dizia que amava e recobrava-lhe o amor. Ele vai preso, no fim, quando sai da cadeia, Helen espera-o. Ele resiste, mas terminam juntos. Não há nada de novo ou inédito daí em diante: o inconsciente é da ordem da repetição. Como parceiros presos num sintoma continuam no eterno retorno de um gozo que não cessa. Que está preso no corpo e por ele emana. A relação deles poderia ser bem traduzida na seguinte questão: você quer o que deseja?
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  PorJefferson Vendrame do blog O Cinema Antigo Desde que o arrasa quarteirões Capitão Blood chegou às telas em 1935 trazendo de volta o gênero capa-espada e proporcionando muito lucro e sucesso a todos os envolvidos, o chefão da Warner Bros, Jack L. Warner (1892-1978) já planejava a próxima produção para Curtiz, Flynn e companhia. O estúdio, que obviamente visava lucros, pretendia repetir a mesma fórmula de Capitão Blood para garantir o sucesso. Para isso, novamente se pensou em um remake; O Gavião do Mar (The Sea Hawk), cuja trama também era baseada em um Best-seller de Rafael Sabatini (1875-1950), publicado em 1915 e filmado pela primeira vez em 1924 sob a direção de Frank Lloyd (1886-1960). Contudo, o projeto que a principio seria lançado em 1936 pegando carona em Blood, é deixado de lado quando preferiram incluir Errol Flynn em A Carga da Brigada Ligeira (1936) e depois em As Aventuras de Robin-Hood (1938). Flynn e Curtiz trabalhariam juntos em outros diversos filmes como; Meu Reino Por um Amor (1939), Uma Cidade Que Surge (1939), Caravana de Ouro (1940) e A Estrada de Santa Fé (1940) até finalmente reativarem os planos de refilmar o romance de Sabatini.     Todavia, haviam se passado cinco anos desde o inicio do projeto e algumas mudanças ocorreram; Olivia De Havilland, fiel parceira de Flynn em quase todas as suas aventuras, diz não ao estúdio alegando não ter mais interesse em ser “a mocinha”. Além disso, Jack Warner também não se encontrava satisfeito com o enredo do livro, que segundo ele, contava “praticamente” a mesma história de Blood. Dessa forma, o primeiro problema é resolvido quando a novata Brenda Marshall (1915-1992) é convocada para substituir De Havilland. Marshall, que nessa época estava estrelando o terceiro longa de sua carreira, não conheceu a fama, a não ser pelo fato de ter sido esposa por mais de trinta anos do astro William Holden (1918-1982). Quanto ao roteiro do filme, ficou decidido que não mais usariam o romance de Sabatini, no lugar dele; “Beggars of the Sea” (Mendigos do Mar) de Seton I. Miller (1902-1974). Miller que era responsável por ótimos scripts de filmes de gangster como G-Men (1935) e Balas e Votos (1936), receberia ainda o apoio de Howard Koch (1901-1995) para adaptar seu texto as telas. Koch alcançaria sua notoriedade anos mais tarde ao escrever o belíssimo roteiro de Carta de Uma Desconhecida (1948), considerado por muitos, (inclusive eu) um dos filmes mais românticos da história do cinema. A escolha do texto de Seton I. Miller se deve ao fato da trama ser situada na Inglaterra elisabetana e sendo assim, levando em consideração o cenário político da época, Koch poderia elaborar subliminarmente, através de suas adaptações do roteiro, insinuações através das relações entre a Rainha Elizabeth I (1533-1603) e o Rei espanhol Felipe II (1527-1598), com as relações de Adolf Hitler (1889-1945) e Winston Churchill (1874-1965). Além dessas possibilidades de incluir mensagens subliminares na trama, era possível ainda reutilizar os cenários e os figurinos de Meu Reino Por Um Amor, filme que também se passa na Inglaterra do século XVI e que a pouco havia saído de cartaz.     Após serem concluídas todas as alterações e adaptações, por acreditarem ser um nome opulente, mantiveram somente o título do romance de Rafael Sabatini e da primeira versão do cinema, já que a trama em si, nada mais tinha a ver com eles. A nova versão de O Gavião do Mar utiliza como pano de fundo, fatos históricos de grande importância da história moderna. No século XVI, representando o auge do governo absolutista na Europa, o reinado de Elizabeth I teria unificado a Inglaterra ao dominar a nobreza, afastar a igreja do governo e ao derrotar a Invencível Armanda Espanhola em 1588, abrindo de vez o caminho para sua ilha se tornar a maior potência colonizadora do novo mundo. Dentro desse contexto são incorporados ao filme, elementos fictícios para explicar como se deu essa vitória da Inglaterra sob a Espanha do rei Felipe II. O capitão Geoffrey Thorpe (Flynn) é um corsário inglês que mantém aberta as rotas marítimas do oceano Atlântico em nome da rainha Elizabeth I (Robson). Em uma de suas rondas, Thorpe intercepta e em sequencia afunda um galeão espanhol que navegava em direção à Inglaterra levando o embaixador e conspirador Don José Alvarez de Cordoba (Rains) e sua sobrinha Doña Maria (Marshall). Thorpe, apesar de seu ato saqueador, antes de afundar o galeão, liberta os escravos ingleses e oferece as confortáveis acomodações de sua embarcação a Don José e sua sobrinha, por quem inevitavelmente se apaixona. Todavia, ao aportarem na Inglaterra, Don José cobra da Rainha uma punição à Thorpe por seu ato selvagem, uma vez que os dois países “ainda” não estavam em guerra. Elizabeth, que faz vista grossa a ação de seu súdito, releva o acontecido e ignora o pedido do espanhol que, ainda na Inglaterra, se une ao braço direito e traidor da corte, Lorde Wolfingham (Daniell) numa conspiração contra Thorpe em sua próxima expedição ao novo mundo.     A produção, que custou a Warner Bros mais de US$ 1,7 milhões, (orçamento milionário para a época) apesar de ter reutilizado parte dos figurinos e dos cenários de outro filme, apresentou inovações que nem mesmo Capitão Blood tinha apresentado, isto é, galeões construídos em tamanho real, ornamentados com minuciosos e ricos detalhes e filmagens em locações na América Central. A trilha sonora lírica do gênio Erich Wolgang Korngold (1897-1957) somada à belíssima fotografia de Sol Polito (1892-1960), proporciona ainda mais magnificência ao filme, que podemos concluir, trata-se de uma aventura absoluta e atemporal. Atenção especial para as sequencias finais, com o duelo de esgrima entre os personagens de Flynn, Daniell e as magníficas sombras de Curtiz, efeito que o diretor constantemente utilizava com maestria em seus filmes. Em suma, O Gavião do Mar é, desde seu lançamento, uma das maiores aventuras capa-espada da história do cinema. Imperdível e essencial na coleção de qualquer cinéfilo.
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gostaria muito de assistir a esse filme novamente.
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Mel Gibson representa de uma forma forte e emocionante, a maior historia de todas a do sofrer de Cristo!!!!!
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Alguem sabe a causa da morte de Chaplin? Obrigado!!! Resposta: morreu de velhice.
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Minha atriz favorita! Detentora de um talento sem igual... única!
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Site Cinema Clássico está sorteando um livro CINE ARCO-IRIS: 100 ANOS DE CINEMA LGBT NAS TELAS BRASILEIRAS no dia 29 de abril, as 12h. Para participar do sorteio: 1) Acesse e clique em PARTICIPAR no link:http://goo.gl/xFR1h 2) Que adquirir? O livro está sendo vendido na Livraria Cultura:http://goo.gl/FY0Ob Participem! Boa sorte a todos!!
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Atriz mais linda que ja vi
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Adorei o filme o garoto melhor q assistir
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  A beleza de Audrey Hepburn é homenageada na edição de maio da Vanity Fair. Seu estilo inconfundível, seu rosto meigo e seu penteado icônico fazem da eterna "Bonequinha de Luxo" símbolo de feminilidade e elegância. Seu filho Luca Dotti juntamente com a produção da revista exaltam a figura da atriz. Seu herdeiro ainda faz revelações surpreendentes sobre como a atriz via sua própria imagem. Em 2013, completa 20 anos da morte de Audrey Hepburn. Com isso, a diva dos anos 50, com seu olhar felino e lábios delicados, tem sido fonte de inspiração de diversas campanhas publicitárias. A marca britânica de chocolates Galaxy evoca a célebre figura da atriz para ser a musa de seu produto. Já a S.T.Dupont revisita nessa temporada a bolsa Riviera, que era acessório frequente nas produções de Audrey. A imagem de elegância e glamour atrelada à artista é desmitificada por seu próprio filho em uma entrevista exclusiva na publicação de maio da Vanity Fair. "Ela pensava que tinha um nariz muito grande assim como os pés, ela se achava muito magra e que tinha pouco peito. Ela se olhava no espelho e dizia 'Eu não entendo porque as pessoas me acham tão bonita'". Assim, fica claro que mesmo as mulheres mais bonitas do mundo podem ser complexadas. Sua percepção de beleza e, mais notoriamente, o fato de envelhecer era bem simples para a artista: "Ela ficava admirada com os esforços que as mulheres faziam para parecer jovem... Ela estava muito feliz com o fato de envelhecer porque era sinônimo de mais tempo para ela, para a sua família e isso tirava um pouco do frenesi da juventude e da beleza de Hollywood", afirma seu filho. Na capa da revista, a diva é vista com sua produção de beleza mais emblemática: coque bem alinhado e maquiagem sóbria sem deixar de lado os olhos com delineador "gatinho". Seu filho a homenageia com uma coletânea de 2500 fotografias de sua vida em Roma, onde ela viveu durante 20 anos. Confira a capa da edição de maio da Vanity Fair estrela pela bela Audrey Hepburn.   Fonte: http://www.puretrend.com.br/      
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Emocionante ,maravilhoso ,gosto mais ainda dessa mulher espetacular
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    Claro que é uma informação difícil de acreditar, mas é o que informa Debbie Reynolds, que afirma que Elizabeth Taylor e Montgomery Clift, que trabalharam juntos em Um Lugar ao Sol, dentre outros filmes, teriam tido um romance. Vale lembrar que Clift era assumidamente gay, e segundo Debbie, em seu livro de memórias que está saindo brevemente, apesar dele ter seus encontros e namorados, a presença de Liz em sua vida foi constante. "Elizabeth poderia seduzir qualquer homem ou mulher que quisesse, fosse ele hetero ou gay", escrevey Reynolds, cujo primeiro marido, Eddie Fisher abandonou a mesma para casar com a famosa morena dos olhos cor de violeta em 1958. Posteriormente ele seria deixado quando a morena conhecesse o grande amor de sua vida, Richard Burton. Reynolds também estava presente na festa fatídica que mudou para sempre a vida de Montgomery Clift, em 1956, quando ele sofreu um acidente que deformou o seu rosto. Foi Elizabeth Taylor quem o socorreu, arrancando alguns dentes de sua garganta, impedindo a asfixia. Fonte da informação:http://greginhollywood.com
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a novela a usurpadora foi feita um ano depois que eu nasci :/
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Estou atrás de um filme a muito tempo e não acho em lugar nenhum chama O Colecionador de William Wyler. Aonde eu posso encontrar este filme para assistir? (meu email. anacapelari@hotmail.com)
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Por Carla Marinho O livro “O Sheik” de E.M. Hull foi achincalhado pela crítica inglesa, que o considerava ofensivo, amoral e desprezível, só para resumir a história. Para piorar mais as coisas, o livro foi escrito por um tal de E. M. que na verdade era Edith Maude, ou seja, uma mulher!!! Tal fato fez o livro se tornar um best seller mundial, chegando aos Estados Unidos e estourando em vendas. O livro trata da história do xeque Ahmed Ben Hassan, um árabe, que rouba uma inglesa e depois de muitos embates acabam por se tornar amantes. O povo, como sempre, chegado a um furdunço, correu logo para comprar. Chocados, mas comprando para conferir se era mesmo isso tudo. E era chocante mesmo. O amor de um mestiço por uma branca!!! Pois é. Estamos tratando de um livro escrito por volta do início do século passado, entendam. Vamos ao enredo... Ela, uma mulher ultra moderna, querendo viajar um pouco para refrescar as idéias no deserto árabe. Ele, um sheik (mal) educado em escolas parisienses e que não sabe ouvir um não. Aí vai um parênteses. Não queira analisar sob o prisma da atualidade, que é extremamente machista e intolerante. Criticar com olhos atuais algo escrito há mais de um século atrás é tão estúpido quanto o pensamento em voga na sociedade de então. Mais de 1 milhão de livros vendidos depois, claro que Hollywood se interessaria pela história. E assim foi. Walter Wanger propôs à Paramount comprar os direitos da novela, e transforma-la em um filme. Isso foi uma novela à parte, e o roteiro teve que ser ligeiramente adaptado a realidade americana. Agnes Ayres foi escolhida para o papel da mocinha raptada, Diana: Para o papel do Xeque, o latino arrasa quarteirões de Hollywood, Rodolfo Valentino: Pronto. Valentino ficou extasiado com a proposta. Correu logo para provar roupas e se preparar para as filmagens que seriam realizadas no deserto do Arizona. Já tinha lido o livro e ficado encantado com a história de bravura. Observação:Visto hoje pode parecer engraçado todo esse carnaval feito em torno de Valentino, e sua cara de desejo mais se assemelha a de um louco varrido, mas funcionava! E como! A mulherada ia ao delírio!!! As moças todas sonhando com o momento em que ele prende a pobre dama e a leva à força para sua tenda... Mas ele justifica tamanha “crueldade”: “No meu mundo os homens roubam as mulheres pelas quais se interessa”. ah certo... Então tá. O filme acabou se tornando um enorme sucesso. O Sheik virou sinônimo para Valentino, e as moças sonhavam um dia encontrarem no deserto um homem que as carregasse à força e fosse lindo como um Valentino. Este faria a continuação, com O Filho de Valentino, dessa vez trazendo Vilma Bank como parceira e Agnes Ayres novamente no papel de Diana envelhecida e serena. Seria seu último filme, em 1926.
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Amo os Filmes com Esther Willians.
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Por Henrique Toreti O mágico de Oz: uma metáfora com eufemismo sobre a vida No longínquo ano de 1939, o cineasta Victor Fleming realizou uma grande proeza. Deu vida à dois clássicos magistrais do cinema: “..E o vento levou” e “O mágico de Oz”. Fleming datava sua carreira desde os anos 20, mas a consagração veio em dobro somente na ocasião em que lançou estes seus dois maiores filmes, quase que simultaneamente. A ambição do diretor não se limitava somente a isso. Os dois longas eram coloridos, numa época em que os filmes eram quase todos em preto e branco. “... E o vento levou” narra a trajetória de Scarlett O’ Hara (Vivien Leigh) em longas (e belas) 4 horas de fita. “O mágico de Oz”, por sua vez, reuniu uma sofisticada produção artística, sem precedentes no cinema daquela época. É a história de Dorothy (Judy Garland), que é transportada para a terra de Oz, logo em seguida que um furacão atinge sua humilde casa, no Kansas. A missão da jovem garota é pedir ao feiticeiro - que dá nome ao filme – para que ele lhe regresse ao seu lar. Durante as andanças de Dorothy, ela se depara com três figurões: um espantalho, um homem de lata e um leão. Assim, se inicia, de fato, a grande jornada do enredo. O quarteto constrói uma grande amizade e cada um deles (assim como a garota do Kansas) tem um pedido a fazer ao mágico. Tudo isso é embalado por uma porção de simpáticos números musicais. O homem de lata deseja um coração, mesmo sendo alertado que só se tem um quando este é despedaçado. O atrapalhado espantalho quer um cérebro e o leão, vejam só, quer coragem. Durante a longa caminhada dos personagens, eles também terão de enfrentar a Bruxa Malvada do Oeste, que quer, a qualquer custo, que o grupo não triunfe na sua missão. O icônico musical de Fleming sintetiza, através de metáforas, o que é a vida. Talvez seja esse o ingrediente especial que torna esse filme uma fábula que não envelhece.
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  Maximilian Schell nasceu em Viena na Áustria, filho de Margarethe, atriz e de Hermann, poeta e dramaturgo, em 1930. Sua irmã Maria Schell, e seu irmão Carl também fizeram carreira artística. Começou sua carreira atuando no teatro de Basel, após servir ao exército. Estreou em Hollywood com o filme “The Young Lions” (Os Deuses vencidos), e em 1961 ganhava o Oscar de Melhor Ator por “Julgamento em Nuremberg, talvez seu papel mais conhecido. Seguiram-se The Man in the Glass Booth; Counterpoint (1968); A Bridge Too Far, Cross of Iron, The Odessa File e Julia. Foram cerca de 75 filmes, dos quais dirigiu 6. Recebeu diversos prêmios pelo documentário "Marlene" (1984), sobre a vida e obra da atriz Marlene Dietrich. Casou-se uma única vez, com Natalya Andreychenko, atriz russa, com quem teve uma filha em 1989. Os dois estão divorciados. O ator de 82 anos, recebeu uma homenagem no Festival de Latvia (antiga Iugoslávia) e ainda encontra-se em atividade, com dois filmes a estrear em 2013, conforme o site IMDB.
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Woody Allen: A Documentary" é um grande documentário sobre o cineasta, dirigido por Robert Weide (Curb Your Enthusiasm) e produzido por, acreditem, Brett Ratner (Roubo nas Alturas).Woody Allen concordou em falar às câmeras sobre a sua carreira e o seu processo de trabalho. Com um acesso sem precedentes, Weide acompanhou o diretor durante um ano e meio - das filmagens de Você Vai Conhecer o Homem dos Seus Sonhos à estreia de Meia-Noite em Paris em Cannes.O projeto faz parte da série American Masters do canal PBS dos EUA e mostra a trajetória do diretor de 76 anos, da sua infância no Brooklyn à sua obsessão pelo trabalho, suas neuroses e o seu senso de humor. Entre os depoimentos, uma longa lista de atores, colaboradores e admiradores, incluindo Diane Keaton, Martin Scorsese, Scarlett Johansson, Sean Penn, Chris Rock, Antonio Banderas e Penélope Cruz."Woody Allen: A Documentary" foi dividido em duas partes e será exibido nos dias 20 e 21 de novembro na PBS. Segundo Brett Ratner, o plano é exibir o dumentário também nos cinemas, em versão reduzida, mas nenhuma data foi definida ainda. Legendado em português. Assista Online. Parte 1           Parte 2          
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filme muito lindo e romantico, ja nã se faz coisas assim
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Um documentário retratando a vida ea carreira de uma das atrizes mais consagradas da América. Legendado em português. Assista Online
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Procuro um filme de natal em que uma garotinha filha de pai rico, procura uma nova mãe, e qdo ela vai ser filmada em casa, a repórter descobre que ela é sua mãe de verdade e que a deu para adoçãoainda bebe. Ela descobre através de um enfeite de natal que é dividido. metade fica com a filha e a outra metade com ela.
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Procuro um filme de natal em que uma garotinha filha de pai rico, procura uma nova mãe, e qdo ela vai ser filmada em casa a repórter na verdade é sua mãe de verdade que a deu para adoção.
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O mais bonito foi Jeffrey Hush, Rei dos Reis.
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  Eu estava procurando algum livro biográfico (em português) sobre Al Pacino dia desses... Incrível como um ator como este, incontestavelmente um dos melhores, e com uma carreira estável desde a década de 70 ainda não tenha uma boa biografia traduzida para o português.Fico imaginando quantos anos ainda teremos que esperar por uma simples tradução, por exemplo, da biografia de Lawrence Grobel. Al Pacino já andou revelando coisas sobre sua vida, como o fato de ter sido garoto de programa, enquanto estudava cinema, mas oh como adoraria uma biografia não autorizada... e sua discrição...     Na Biografia escrita por Laurence Grobel, que é essa daqui:   ...Al Pacino revela que durante as filmagens do filme Dick Tracy, estrelado por Madonna, ele mesmo e Warren Beaty, a Madonna ensaiava e acabou se empolgando durante uns ensaios de dança. Até que roupas voaram e ela acabou ficando nua na frente do belo e velho Corleone.O interessante é a forma como Pacino fechou a narração: "É uma informação secreta. Ela estava fazendo uma dança e estava nua, vestia apenas um robe. No final da música, ela ficou inspirada e o abriu". "Um dia, quando eu ficar bem velho, enrugado e ainda estiver sorrindo, será porque lembrei dessa situação"... Ok, informação secreta para ser dar... em um livro.     Bom, Al disse que é uma informação secreta. Portanto, não espalhem.. Top secret.     Perguntado se isso continuou e se tornou uma aventura, ele foi cavalheiro e não abriu a boca. Bom, estudando históricos de ambos eu diria que SE aconteceu algo depois disso foi uma maravilha. Aguardando sua biografia não autorizada, Don Corleone…   Por Carla Marinho
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Groucho Marx Dentre suas características principais estavam o charuto, o bigode pintado e o palavreado com forte entonação sexual, o que acabou tornand-o o líder dos irmãos.Adorava música. Chico Marx A principal característica deste irmão era o forte sotaque italiano. Ele era também um excelente pianista. Harpo Marx Harpo era o mais silencioso dentre os irmãos. Para muitos, justamente por isso era o favorito.Adolph deixou a escola logo cedo, passando pela vaudeville, Broadway e cinema, antes de chegar ao cinema. Suas características mais marcantes, além do silêncio, eram o cabelo vermelho, um chapéu e um chifre, além de estar sempre correndo atrás de uma bela mulher. Zeppo Marx O mais jovem dos irmãos apareceu nos primeiros cinco filmes. Era o galã da trupe. Logo abandonou a carreira, seguindo como agente. Malucos, excêntricos, escandalosos, maliciosos. Esses são apenas alguns dos mais variados adjetivos que caracterizam os Irmãos Marx. Nascidos em Nova York, filhos de um alfaiate judeu, os Marx fizeram da anarquia sua arte. Eram: Chico (1886-1961), Zeppo (1901-1979), Harpo (1880-1964) e o líder Groucho (1890-1977). Incentivados pela mãe (Minna Schoenberg), desde muito cedo eles começaram a fazer teatro de variedades, criando um número de comédia. Depois de um tempo foram contratados pela Paramount. Lá fizeram filmes como “The cocoanuts” (1929) e “Os galhofeiros” (1930), além de “Monkey Business” (1931) e “O diabo a quatro” (1933). Cada um tinha uma característica que tornavam o grupo mais interessante: Groucho sabia o que falar em qualquer hora, Harpo tocava harpa e era ótimo na mímica, Chico tinha um intrigante sotaque italiano e era pianista e Zeppo fazia a frente como o certinho da trupe. Foram contratados pela MGM começaram a trabalhar com Margaret Dumont, formando um contraste em tanto. O filme de maior sucesso para eles foi “Uma noite na ópera” de 1935. O último filme foi “Loucos de amor”, de 1949. Depois disso o grupo se separou e apenas Groucho continuou no cinema, até se aposentar em 1968 com o filme “Skidoo”. Por Carla Marinho
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Carmem chegou a receber o maior salario pago a uma mulher nos EUA ,THE BEST OF THE BEST!!!
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Faltou a Vivien Leigh ae U.U
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Um filme que vi em minha adolescencia.Gostei muito das interpretações dos atoresn Jeaqn P. Aumont e Gene Kelly
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Gostaria de ver este filme que assistimha muitos anos. Como proceder?
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Um filme que vi em minha adolescencia.Gostei muito das interpretações dos atoresn Jeaqn P. Aumont e Gene Kelly
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Robert Powell é impressionante, me emociono com a seriedade da interpretação o semblante sério e sofredor, sem palavras é o melhor !!!!!!!!!!!
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Cresci,vendo Robet Powell como Jesus(não existe interpretação melhor).Agora Jim Caviezel arrasou(cena forte aquela em que ele esta preso,e a mãe deita no chão e ele olha para cima ,como se estivesse sentindo a presensa e o desespero dela
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Jesus de Nazaré (1974) (Robert Powell)Ngm supera este
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É um dos meus filmes favoritos.
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Pier Maria Rossi foi a melhor atução!!!
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Qm tiver a legenda deste filme me envie por favor.....
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Vermeer não era expressionista.
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Gostei muito desse filme ja assistir varias vezes e todo me emociono.muito legal o filme.
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Dizem que os franceses são os melhores amantes do mundo. Serge Ginsburg tinha fama de ser um deles. Brigitte Bardot e Jane Birkin e tantas outras, colhidas durante anos, estão ainda aí para dizer a verdade. Era não era bonito. Aliás, era feíssimo. Mas chocou toda uma geração com declarações e músicas explicitamente sexuais e com um toque de morbidez. E despertava, com isso, a curiosidade de tantas outras… Seu nome verdadeiro era Lucien Ginsburg, nasceu na França em 2 de abril de 1928. Sua família era judia e sofreu numa França tomada pelos nazistas. Aos 30 anos, ganhava a vida tocando piano em bares, e também pintava. Suas músicas foram inicialmente influenciadas por Boris Vian. Em 1968 teve um curto, porém intenso romance com Brigitte Bardot, a quem dedicou a canção e o álbum "Initials BB". Com ela também ele chegou a gravar inicialmente sua música de maior sucesso: "J'Taime". -RrlkXQshd8 No ano seguinte ele regravou com sua nova musa, a também cantora Jane Burkin, com quem ele se casou, e entre idas e vindas tornaria-se sua musa maior. Talvez você não saiba quem é Serge, mas a música você conhece... "J'Taime" mostra explicitamente um orgasmo feminino. A música chegou a ser proibida em diversos países e o Vaticano (sempre ele) fez uma declaração pública citando a música como ofensiva. Apesar disso, a música sobreviveu e virou tema de amantes em todo o mundo. YqcsDz0nJic Outra música que causou escândalo foi "Les Sucettes". Serge escreveu a letra de duplo sentido, e a cantora teria gravado ela aparentemente inconsciente. A letra falava sobre uma menina que apreciava pirulitos... 7Nr0dUcrAU0 Mas talvez sua música mais excêntrica seja "Lemon Incest", que ele gravou na década de 80, ao lado de sua filha Charlotte, fruto de seu relacionamento com Jane. Ot_tRRlxe1A Serge também é conhecido por suas trilhas sonoras para mais de 40 filmes. Também dirigiu os filmes Je t'aime ... moi non plus , Équateur , Charlotte For Ever and Stan The Flasher . moi non plus, Équateur, Charlotte For Ever e The Stan Flasher. Gainsbourg morreu em 2 de março de 1991, de ataque cardíaco. Devido aos abusos cometidos a si mesmo, pois era viciado na mesma medida em cigarros, álcool, mulheres, já vinha definhando há alguns anos. Seu funeral dividiu opiniões. O presidente Fraçois Mitterrand declarou que ele foi um Baudelaire, elevando a canção ao nível da arte". Sua casa na Rue de Verneuil ainda está coberta de pichações e poemas. Com a morte veio a lenda. Suas músicas que passaram pelo reggae, pop, mambo, baladas, jazz, africana, bossa nova e rock and roll influenciaram artistas e toda uma geração. Por Carla Marinho
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Michael Lindsay-Hogg, filho da atriz irlandesa Geraldine Fitzgerald (Morro dos Ventos Uivantes), nasceu em Nova York em 5 de maio de 1940 e foi educado por Geraldine e Edward Lindsay, que não só o adotou como escondeu dele não ser seu filho natural. Mas o garoto teve que conviver com rumores sobre seu nascimento, ainda mais enquanto crescia e ficava, evidentemente, parecido com o conhecido diretor de Cidadão Kane.     Michael conheceu Welles durante sua adolescência, em uma viagem que fez para a Irlanda, onde atuou com ele. Após o encontro, os dois continuaram a se comunicar durante toda a vida. Na década de 60 Michael começou sua carreira como diretor. Os rumores reiniciaram depois da autobiografia de Chris Welles, a filha de Orson, e amiga de infância de Michael, que afirmava que ele era seu irmão.Mesmo tendo passado boa parte de sua vida negando os "boatos" sobre a paternidade, em 2010 ele resolveu tirar a dúvida e Orson Welles foi exumado para o exame de DNA que comprovou que ele era realmente seu pai.O romance entre Geraldine Fitzgerald e Orson Welles ocorreu quando ele ainda era casado com Virginia Nicholson, mãe de Chris.
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1938 às 08h: Um jovem radialista, pouco conhecido, chamado Orson Welles, informa que começará a transmitir em um programa de rádio da CBS uma dramatização de "A Guerra dos Mundos", de H.G. Wells. Inicia a interpretação de um texto, interrompida pouco tempo depois por frases desesperadas do radialista, de informações que chegam sobre meteoros e extraterrestres vindos de Marte e que naquele momento invadem a Terra. Um bom, um maravilhoso ator, podemos dizer. Acontece que a interpretação de Orson foi tão realista, que acabou criando caos e pânico geral: o povo começou a fugir pensando se tratar de uma história real, desesperadas, se escondendo ou correndo para as ruas. Algumas se armavam procurando os marcianos e outras se enrolavam com toalhas para que o efeito do gás liberado pelos alienígenas não fosse fatal. Às 09h termina a transmissão do programa, e Welles, sem saber ainda os efeitos de sua interpretação... No dia seguinte a história virou manchete em TODOS os jornais. A indignação tomou conta de todos, com alguns pedindo punição severa ao radialista que lançou o caos na cidade. Sua transmissão se tornou um marco histórico e um retrato do poder da mídia sobre as pessoas. Posteriormente, e já com a alcunha de gênio, Welles faria um estrondoso sucesso, dessa vez nas telas, com o inimitável Cidadão Kane, considerado por muitos como o Melhor filme de todos os tempos.
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Eve (Anne Baxter), finge ser amiga da Margo (Bette Davis) em A Malvada (1950) querendo o seu lugar. Esposa depõe contra marido em trama de assassinato em "Testemunha de Acusação" (1957) Em “O Mensageiro do Diabo” (1957), um psicopata finge ser um pastor. Julie Andrews se transveste de homem para fazer sucesso no teatro em “Victor Victoria” e desta forma fugir da fome. Matt Damon é o “Talentoso Ripley”, tomando a identidade de outro homem, na refilmagem de Plein Soleil (1960). Michael Dorsey (Dustin Hoffman) também se transveste para fazer sucesso, em “Tootsie” (1982). Achar emprego como homem não estava fácil...   Ferris inventou uma série de mentiras para curtir um dia de folga da escola com os amigos em “Curtindo a Vida adoidado” Daniel (Robin Williams) quer se aproximar dos filhos, e para isso se disfarça de babá em "Uma Babá Quase Perfeita" (1993) "A Montanha dos Sete Abutres" (1951) traz um homem que inventa uma série de fatos para fazer sucesso como jornalista. Um judeu (Charles Chaplin) toma o lugar de um ditador em “O Grande Ditador” (1941). Mas foi por uma boa causa, vai...
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Esta matéria foi publicada originalmente naFOLHA ILUSTRADA DE SÃO PAULO, de 26 DE OUTUBRO DE 1982. 1) O relacionamento dos Beatles com os freqüentadores do Cavern Club, em Hamburgo, era tão estreito que qualquer um dos fãs podia localizar o número de telefone do grupo e conversar longamente com um deles. 2) "Pinn Wheel Twist", uma das composições menos conhecidas de Lennon e McCartney, foi usada rapidamente em 1961 como um "spot de gravação por Pete Best. 3) John editou o jornal da escola primária de Dovedale quando tinha nove anos de idade. 4) "Love Me Do" foi composta no verão de 1958 e apresentada para diversas gravadoras antes de sua prensagem definitiva, que ocorreu em 11 de setembro de 1962, em 17 sessões. 5) Percy Philips fez uma gravação de John, Paul e George como " The Quarrymen" em 1957. O "tape" porém foi desgravado. 6) Brian Epstein foi expulso do Liverpoll College em 1944, com 10 anos de idade. 7) Os Beatles fizeram fundo musical para uma "stripper" de nome Shirley em um clube de Liverpool, em 1960. 8) No outono de 1960, John, Paul, George, Stuart Sutcliffe e Ringo acompanharam Lu Walters, do Rory Storm and the Hurricanes, em um 78 rpm gravado nos Akustik Stúdios de Hamburgo, por 10 libras. 9) Os Beatles apareceram 294 vezes no Cavern Club entre dezembro de 1960 e agosto de 1963. 10) Paul e John tocaram ao vivo como dupla no "pub" Nurk Twins em Bending, Berkshire, em 1960. 11) John dormia em um caixão de defunto quando passou a dividir um apartamento com Stu Sutcliffe, no Gambaia Terrace, Liverpool, em 1960. 12) O jornal inglês "The Observer" informou no dia 9 de fevereiro de 1964 que uma companhia americana estava fazendo 35 mil perucas dos Beatles por dia. 13) Os gritos de uma mulher sendo assassinada foram ignorados no Hilton Hotel de São Francisco em agosto de 1964. Pensaram que era apenas mais uma adolescente histérica recepcionando os Beatles. 14) "Lady Madona" foi gravada por Paul com músicos de estúdio e não pelos Beatles. 15) Depois de uma reclamação de Paul, Ringo deixou o grupo durante a gravação do "Album Branco" em 1968. Voltou duas semanas depois.16) O Álbum Branco deveria se chamar "A Dolls House" ("Casa de Bonecas", título de uma peça de Ibsen). 17) "Eleanor Rigby" originalmente se chamava "Daisy Hawkins". Nenhum Beatle executa instrumentos nesta faixa. 18) Um grupo com o nome de "The Bumbers" fez uma paródia dos Beatles, tendo sido lançada em disco em 1964. Integrantes: Bing Crosby, Frank Sinatra, Dean Martin e Sammy Davis Jr. 19) O ator Geoffrey Huhges dublou a voz de Paul em "Submarino Amarelo". 20) "Sergeant Pepper's Lonely Hearts Club Band" deveria se chamar "Dr.Pepper", mas o título foi mudado por causa de um refrigerante americano do mesmo nome. O álbum foi produzido em 700 horas. 21) John gravou deitado no estúdio o vocal de "Revolution". 22) Os Beatles apareceram 84 vezes na TVA e a primeira vez foi em 1959, quando John, Paul e George apareceram como Johnny & the Moondogs. 23) Nos oito anos em que os Beatles lançaram compactos na Inglaterra, estiveram com um disco nas paradas em 298 das 416 semanas. 24) Nos sete anos que lançaram compactos nos EUA, tiveram um disco nas paradas em 297 semanas das 364 disponíveis, além de um LP continuamente na lista dos mais vendidos. 25) The Quarrymen, The Rainbow, Johnny & The Silver Beatles e The Silver Beatles foram nomes usados antes da escolha final. 26) The Ladders era o possível nome de um grupo a ser formado depois da separação dos Beatles, com John, George, Ringo e um velho amigo dos dias de Hamburgo, Klaus Voorman. 27) Os Beatles tiveram pelo menos seis bateristas, incluindo Pete Best, antes de se decidir por Ringo. 28) Frank Sinatra e Dean Martin, apesar de muitos esforços e muito dinheiro envolvido, não conseguiram ingresso para o famoso concerto no Hollywood Bowl, em 1964. 29) No seu primeiro encontro com Brian Epstein, Paul disse: "Acredito e espero que vamos trabalhar como um conjunto. Quero ser uma estrela, sozinho ou com os outros três. 30) Freda Kelly, secretária do fã clube dos Beatles, ganhava 6 libras e 50 por semana trabalhando para Brian Epstein como datilógrafa, em 1962. 31) Um grupo de celebridades planejou colocar um anúncio de página inteira no "Times" a favor da legalização da marijuana. John, Paul e George assinaram, mas pela primeira vez esqueceram o nome de Ringo. A imprensa quis saber porque e Ringo respondeu: "Que anúncio? "Ninguém me disse nada..."! 32) Atrás do palco, no teatro Granada, em East Ham, no dia 9 de novembro de 1963, o produtor George Martin anunciou aos Beatles que "I Want To Hold Your Hand" já tinha um milhão de cópias encomendadas, o maior pedido na história da indústria discográfica britânica. 33) Durante a excursão americana de 1965, os Beatles tiveram que usar um avião bem antigo. George achou um pedaço de corda empoeirada dependurada de um rack."É uma escada de emergência", disse uma aeromoça. "Qual é o tamanho?", perguntou Harrison. A aeromoça respondeu que era de dois pés. "Então, hoje à noite, devemos voar a 13 pés de altura, constantes", concluiu o Beatle. 34) Enquanto dirigiam a Apple, os Beatles aterrorizavam seus funcionários. Segundo o ex assessor de imprensa, Derek Taylor, "eles despediram mais gente comparativamente do que qualquer empregador no mundo." 35) John Lennon sempre quis desesperadamente ser magro. Mas Yoko diz que ele nunca conseguiu: "Mesmo quando ele era um Beatle tinha essa barriguinha debaixo do blusão." 36) Depois que começaram a viver juntos, John disse a Yoko: "Sabe porque eu gosto tanto de você? Porque você parece um cara transvestido. É como se fosse um velho amigo". 37) Na primeira noite que Ringo substituiu Pet Best no Cavern, os fãs chiaram tremendamente. A música foi afogada pelos gritos de "Queremos Pete".38) Brian Epstein, quando se tornou empresário do conjunto,confortou a tia de John, Mimi: "Prometo que John não vai sofrer. Ele é o único realmente importante". 39) O contrato original de Epstein com os Beatles não tinha validade. Paul e George ainda eram menores de 21 anos e suas assinaturas deveriam ser endossadas pelos pais. 40) Os Beatles eram notavelmente impontuais em seus dias de Liverpool. Quando um deles faltava, Gerry Marsden (do Gerry & The Pacemakers) o substituía 41) Epstein os obrigou a mudar sua marca de cigarro para Senior Service. Woodbine, o que fumavam, era muito proletário. 42) Quando o Beatles conseguiram seu primeiro contrato na Parlophone, era por apenas um penny por disco. 43) Quando criança, Ringo teve péssima saúde. Aos seis anos ficou em coma por várias semanas depois de uma operação de emergência. Aos 13 teve pleurisia e ficou em um sanatório por dois anos. (pleurisia = é o estado inflamatório da serosa pulmonar, localizado ou difuso, agudo ou crônico, acompanhado de derrame escasso ou abundante. também conhecido por pleurite). 44) O primeiro casamento de John e Cinthia, que estava grávida de Julian, foi uma piada. Estavam consertando a rua em frente do tabelião, portanto tinha bastante poeira no local. A recepção foi em um restaurante sem licença para servir bebidas alcoólicas, então os brindes eram com água. 45) No início de 1963, com "Please Please Me" em primeiro lugar nas paradas, os Beatles foram expulsos de uma festa dos Jovens Conservadores (ala jovem do Partido) porque estavam usando casacos de couro. 46) O primeiro álbum dos Beatles foi completado em apenas uma sessão de 13 horas no dia 11 de fevereiro de 1963. Tem 14 músicas. 47) Em maio de 1963, com um filho de apenas 4 semanas, John e Epstein foram passar uma semana de férias na Espanha. 48) Quando os Beatles desembarcaram nos EUA no dia 7 de fevereiro de 1964, "I Wanna Hold Your Hand" estava em primeiro lugar nas paradas; as primeiras palavras que ouviram foram de um policial: "Puxa, isso que é corte de cabelo!" 49) O veredicto do "Herald Tribune" sobre o grupo, depois que 60% dos americanos os viram no Ed Sullivan Show, foi o seguinte:75% publicidade, 20% corte de cabelo e 5% de lamentos cadenciados. 50) A letra original de Paul McCartney para "Yesterday" começava assim: "Scrambled eggs - oh, my girlfriend has got lovely legs." 51) "I Want to Hold Your Hand", o compacto dos Beatles que mais vendeu (13 milhões em todo o mundo), foi composto na casa londrina de Jane Asher, na época a namorada de Paul. 52) A respeito de Love Me Do, o primeiro compacto dos Beatles, lançado dia 5 de outubro de 1962, Paul comenta: "Eu estava aterrorizado, tremendo.Toda vez que ouço ainda me lembro". 53) Enquanto gravavam seus doze álbuns nos Estúdios Abbey Road, em Londres, os quatro costumavam relaxar, desaparecendo no porão. 54) O pai de Ringo, Richard Starkey, foi limpador de janelas em Grewe. 55) O grupo adorava sketches de comédia. Apareceu em vários programas do gênero na TV inglesa. 56) Quando John conheceu Yoko, quebrou todas as regras implícitas entre o grupo, trazendo-a para o estúdio de gravações. 57) Dois dos Beatles, Ringo e John, nasceram durante um bombardeio pelos alemães na Ingraterra. 58) A criadora do corte de cabelo dos Beatles, a estudante de arte alemã Astrid Kirchner, era namorada de Stu Sutcliffe, o quinto Beatle, que morreu de uma hemorragia no cérebro aos 21 anos. 59) A cada ano, um buquê é colocado no túmulo de Brian Epstein em seu aniversário (19 de setembro) por um amigo, Joe Flannery. 60) Ray McFall, proprietário do Cavern Club, a princípio impediu os Beatles de tocarem no local porque usavam jeans. 61) Há apenas oito rostos desconhecidos entre as 68 fotografias na capa de Sgt Pepper.62) "Norwegian Wood" foi escrita por John sobre um de seus casos,descrevendo seus sentimentos,sem que a esposa, Cynthia,soubesse. 63)"I Fell Fine",lançado em 27 denovembro de 1964,vendeu 800 mil cópias em apenas cinco dias. 64) Dick Rowe, o produtor da Decca que recusou os Beatles (que depois assinaram contrato com a Parlaphone, um selo da EMDI), salvou sua reputação contratando os Rolling Stones. Quem deu a dica foi George Harrison. 65) Logo depois do lançamento de "Love Me Do", os Beatles só conseguiam, nos shows, se apresentar antes das "estrelas" Robin Hall e Jimmi McGregor, cantores escoceses, no "pub" Corn Exchange, da Bradford. 66) O nome da família de Linda da McCartney era Epstein. A família o mudou para Eastman. Não eram parentes de Brian. 67) Mary, mãe de Paul, era uma enfermeira conhecida como "The Angel" em Liverpool. Ela morreu em 1956. 68) O último concerto dos Beatles ao vivo foi no Candlestick Park de São Francisco, no dia 29 de agosto de 1966. 69) A data oficial para o início da Beatlemania é 4 de novembro de 1963, data em que os Beatles apareceram no Royal Variety Perfomace. 70) Os Beatles nunca enviaram cartões de aniversário uns aos outros. "Nenhum de nós é sentimental", disse certa vez George, a respeito desse fato. 71) Quando eram adolescentes, Paul e George tiveram uma briguinha por causa de Iris Caldwell, uma dançarina que era irmã do líder do grupo pop de Liverpool, o Rory Storm. Ela é a garota à qual se referem na música "Love Me Do". 72) Os Beatles tinham apenas dois "rodies" (pessoal que cuida da parte técnica e montagem e desmontagem de equipamentos): Neil Aspinall e Mal Evans. 73) A composição de Lennon e McCartney "World Without Love" , gravada por Peter and Gordon, foi registrada sob nome falso.O disco já estava nas paradas quando sua autoria foi revelada. 74) Pouco antes de "Love Me Do" se tornar um sucesso, Paul se empregou numa madeireira de Liverpool, onde logo foi promovido a executivo. 75) George foi o primeiro Beatle a escrever sua autobiogfia,intitulada "I Me Mine". Uma cópia autografada está valendo hoje 184 libras. 76) Em 1964, quando os Beatles foram para a Suécia, Ringo ficou com amigdalite e um baterista o substituiu, foi Jimmy Nicol, que tocou com o conjunto por algumas noites. Nicol acabou ficando na Suécia. 77) Enquanto o duque de Edimburgo estava excursionando pelo Canadá em 1964, foi-lhe atribuída a seguinte afirmação: "Os Beatles estão desaparecendo no momento". Logo em seguida ele manda um telegrama para Brian Epstein explicando que suas verdadeiras palavras foram: "Os Beatles não estão aparecendo por aqui no momento". 78) Quando John estava estudando no Liverpool Art College, Paul e George eram estudantes do Liverpoll Institute, em 1958. Eles se encontravam para ensaiar no camarim das modelos. 79) Ringo estava treinando para ser engenheiro quando deixou o emprego para uma temporada no Bultrin's, com Rory Storm, conjunto o qual deixou para se unir aos Beatles. 80) O maestro alemão Bert kaempfert foi a primeira pessoa a assinar um contrato de gravação com os Beatles. Eles acompanharam o cantor Tony Sheridan. 81) Quando Brian Epstein viu os Beatles pela primeira vez, a aparência deles o chocou! Sua primeira medida foi mandá-los cortar os cabelos em seu próprio barbeiro. 82) A primeira composição dos Beatles gravada em disco pelo contrato alemão foi um número instrumental de George Harrison, entitulado "Cry For a Shadow". 83) Larry Parnes, o primeiro empresário de rock britânico, contratou os Beatles quando eles ainda eram os Silver Beetles para acompanhar uma de suas descobertas, Johnny Gentle, de Liverpoll. Não houve uma segunda vez. 84) Os Beatles tocaram música de fundo para uma "stripper" de Hamburgo chamada Janice. 85) Os Beatles só entraram uma vez em um concurso de talentos e foram vencidos por uma senhora que tocava com colheres.Anônimo - 05/04/200886) A primeira união de John e Paul como dupla de compositores foi nos tempos de escola, em 1955, depois de apresentados pelo amigo comum Ivan Vaughan, na quermesse de Woolthon, que era uma festa de igreja. Quando "Love Me Do" foi gravada, já tinham mais de 70 músicas compostas. 87) Quando os Beatles foram para a Índia em 1967 para estudar com o Maharishi, o primeiro a voltar foi Ringo, que disse: "Foi ótimo. Igualzinho ao Butlin's (nome de um 'pub' de Liverpool)". 88) Nos primórdios da fama, os Beatles sempre viajavam para seus compromissos em um Austin Princess, dirigido por um certo Brian Corbett, por eles chamado "The Big Cockney". Era de Southampton. 89) O primeiro não Beatle a fazer sucesso com uma canção da dupla Lennon/McCartney foi Billy J. Kramer, com "Do You Want To Know a Secret", em 1963. 90) Por volta de março de 1966, a retirada oficial de cada Beatle, por concerto, era de mil libras, mas uma porcentagem chegava a triplicar essa quantia. 91) A primeira mulher de George, Pattie Boyd, foi quem apresentou os Beatles ao Maharishi. 92) Em julho de 1964, John comprou sua primeira casa, em Weybridge, Surrey, por 20 mil libras. 93) Por algum tempo, todos os quatro Beatles foram vegetarianos.Também passaram por uma fase de só tomar chá e outra de uísque com coca cola. 94) A revista oficial do fã-clube dos Beatles se chamava "Beatles Monthly". O último número apareceu em dezembro de 1969, ao preço de dois shillings. Reeditada anos depois, agora cada número custa 80 pences. 95) O primeiro Beatle a se cansar de viajar com a banda foi George Harrison. 96) John estudou no Colégio Quarrybank de Liverpool, notório por formar políticos. 97) Antes de levar os Beatles para o caminho do sucesso, o produtor George Martin produziu o dueto Sophia Loren/Peter Sellers em "Goodness Gracious Me" um sucesso para Matt Monro Bernard Cribbens e Peter Ustinov.98) Ringo é o único Beatle que se casou com uma das fãs do grupo. Ele conheceu sua primeira mulher, Maureen, da qual tem três filhos, no Cavern Club, quando ela era uma cabeleireira de 16 anos de idade. 99) Ron kass, marido e empresário da atriz Joan Collins, foi executivo-chefe da Apple. 100) Quando Paul recebeu seu primeiro extrato bancário de um milhão de libras, o mostrou, orgulhoso, para um de seus empregados na Apple, que ganhava 30 libras por semana. 101) A primeira canção escrita por Paul foi "I Lost My Little Girl, de 1955. Foi logo após a morte de sua mãe Mary.
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1908 - Robin Hood and His Merry Men (ator desconhecido) 1922 – Robin Wood (Douglas Fairbanks) 1938 - The Adventures of Robin Hood (Errol Flynn) 1946 - Bandid of Sherwood Forest (Russell Hicks) 1948 - The Prince of Thieves (John Hall) 1950 - Rogues of Sherwood Forest (Jon Derek) 1955-1960 - The Adventures of Robin Hood (TV) (Richard Greene) 1967 - A Challenge for Robin Hood (Barrie Ingham) 1975 - The Legend of Robin Hood (Martin Potter) 1976 - Robin and Marian (Sean Connery) 1991 - Robin Hood (Patrick Bergin) 1991 - Robin Hood: Prince of Thieves (Kevin Costner) 1993 - Robin Hood: Men in Tights (Cary Elwes) 1999 - Back to Sherwood (Stuart Wilson) 2006 - Robin Hood (Jonas Armstrong)
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QUERIA VER O FILME GORDOS E MAGROS DE 1976 QUE FOI FILMADO NO MEIO DA SERRA DE PETROPOLIS,EU FUI FIGURANTE,FIZ PAPEL DE ANJO! COMO POSSO FAZER PARA ASSISTIR ESSE FILME.MEU E-MAIL E ulisses-fernandes@ig.com.br DESDE DE JÁ AGRADEÇO
| 145 ace
Um Belo filme com maravilhososo atores e a interpretacäo inigualável de Sidney Portier .Vale a pena sempre ver tábus temas.
| 160 ace
filme que deixa saudade
| 143 ace
Descobri o blog recentemente, mas belo trabalho o que se faz neste blog, parabéns...
| 142 ace
esse e um dos filmes dele que assistir e amei,como sempre liz taylor nao me decepcionou.nota mil pra ela.
| 142 ace
sou louca pra assistir esse filme nunca tive chance.liz taylor ta muito linda nesse filme.
| 153 ace
Por acaso tem "Mistérios e Escândalos" sobre a vida do ator William Holden? Resposta: infelizmente não tenho. :(
| 160 ace
uma das morenas mais lindas echarmosas do cinema hollywoodiano
| 140 ace
como pode sua "melhor amiga" dizer que a verdade sobre a morte de Marilyn não importa... ela si tornou para mim uma lenda ainda viva com suas perfeiçoes sz
| 137 ace
Meu ator favorito
| 145 ace
Ela trouxe a magia para nossas vidas,um mundo de encantamento,vou ama-la para sempre!
| 127 ace
absurdo!quando leio sobre esse assunto fiko chocada.como esses abutres fizeram isso!são montros!cadeia é pouco todos eles deveriam ser mortos da mesma maneira como fizeram com a tate e seus amigos.prisao é pouco!eles tinham que morrer pouco a pouco e com requinte de crueldade da mesma forma como eles fizeram e mesmo assim ainda seria pouco como poderam tirar a vida da linda sharon e seu filho, uma mulher com um futuro brilhantecheia de sonhos .e os amigos dela.lamento tanto.n sou desa geraçao mas sou fã da sharon .pena que ela nem aproveitar a vida linda sharon descanse em paz
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absurdo!quando leio sobre esse assunto fiko chocada.como esses abutres fizeram isso!são montros!cadeia é pouco todos eles deveriam ser mortos da mesma maneira como fizeram com a tate e seus amigos.prisao é pouco!eles tinham que morrer pouco a pouco e com requinte de crueldade da mesma forma como eles fizeram e mesmo assim ainda seria pouco como poderam tirar a vida da linda sharon e seu filho, uma mulher com um futuro brilhantecheia de sonhos .e os amigos dela.lamento tanto.n sou desa geraçao mas sou fã da sharon .pena que ela nem aproveitar a vida
| 136 ace
O título no Brasil é "Fuga".
| 129 ace
Os filmes de Mazzaropi estão em domínio público?
| 150 ace
    Ficha Título Original: The Audrey Hepburn Story Ano/País/Gênero/Duração: 2000 / EUA / Biografia Drama / 133min Direção: Steven Robman Produção: Kay Hoffman Roteiro: Marsha Norman Fotografia: Pierre Letarte Música: Lawrence Shragge Elenco: Jennifer Love Hewitt ...Audrey Hepburn Frances Fisher ...Ella van Heemstra Keir Dullea ...Joseph Hepburn Gabriel Macht ...William Holden Peter Giles ...James Hanson Emmy Rossum ...Young Audrey Hepburn (ages 12-16) Eric McCormack ...Mel Ferrer Seana Kofoed ...Kay Kendall Michael J. Burg ...Truman Capote Stéphane Archambault ...Marcel Joan Copeland ...Cathleen Nesbitt     Sinopse O filme, que no Brasil foi transmitido pelo Canal Multishow na forma de seriado, parte da infância de Audrey Hepburn, nos anos 30, narrando detalhes da sua vida como uma bailarina holandesa que vivencia o divórcio de seus pais e o sofrimento da ocupação da Holanda pelos nazistas, durante a 2ª Guerra Mundial. Audrey, depois, se estabelece nos Estados Unidos, tornando-se uma grande atriz, gravando filmes como Breakfast at Tiffany's       Assista Online (legendado em espanhol)           Imagens  
| 2340 ace
impactante!
| 143 ace
Um grande filme ...!Estou a procura do DVD !!
| 154 ace
esqueceu de Lenny Bruce, que por sinal deveria estar entre os primeiros
| 127 ace
Rhonda Fleming, para mim a atriz que ria com os olhos. Pre-adolescente, não me saia da memória a cena da dança do ventre em que soberbamente arrebata das mãos do tirano Nabucodonosor um dos veus atirados ao chão em cena do filme A Rainha da Babilônia. Juntamente com Grace Kelly, Rhonda Fleming, permanece na minha memória como um dos rostos mais extraordinamente fascinantes do universo estelar de hollywood dos anos 50. Fiz tudo para vê-la pessoalmente quando circulou pelo Rio por ocasião das filmagens de Pão de Açúcar (Sugar Loaf falava-se na época. Guardo até hoje a frustração.
| 170 ace
Onde foi que viram sujeira nessa peça? Senhor! é só uma peça,uma história e bem bonita. Amo a Blanche !
| 141 ace
eu achei q a história desse filme se repete até hj
| 159 ace
Eu tenho este filme gravado, mas não consigo a legenda em português. É um filme dificil de ser encontrado.
| 153 ace
681. filmaço
filmaço
| 156 ace
Ficha Título Original: Le clan des Siciliens Ano/País/Gênero/Duração: 1969 / França / Crime | Drama / 120 min Direção: Henri Verneuil Produção: Jacques-Eric Strauss Roteiro: Auguste Le Breton e Henri Verneuil Fotografia: Henri Decaë Música: Ennio Morricone Elenco: Jean Gabin ... Vittorio Manalese Alain Delon ... Roger Sartet Lino Ventura ... Commissaire Le Goff Irina Demick ... Jeanne Manalese Amedeo Nazzari ... Tony Nicosia Philippe Baronnet ... Luigi Karen Blanguernon ... Theresa Yves Brainville ... Le juge Gérard Buhr ... Un inspecteur Elisa Cegani ... Maria Manalese Raoul Delfosse ... Léoni Jacques Duby ... Raymond Robel Yves Lefebvre ... Aldo Manalese Edward Meeks ... Le commandant de bord Sally Nesbitt ... Mrs. Evans   Sinopse   Roger Santet (Alain Delon), um assassino, é resgatado da prisão pelo Clã Siciliano liderado por Vittorio Manalese (Jean Gabin). O mafioso espera contar com sua ajuda para realizar o maior roubo de sua vida: 50 milhões em jóias. Para isso eles deverão sequestrar o avião que as transporta. Mas, após a audaciosa operação, Roger trai a confiança de Vittorio ao seduzir sua bela nora (Irina Demick). Os dois iniciam então um incansável jogo de gato e raro em um duelo de inteligência e valentia que prenderá sua atenção até o último segundo.   Assista Online (legendado)   Imagens
| 1392 ace
  Ficha Título Original: Heart and Souls Ano/País/Gênero/Duração: 1993 / EUA / Comédia Fantasia / 104min Direção: Ron Underwood Produção: Sean Daniel Roteiro: Gregory Hansen e Gregory Hansen Fotografia: Michael W. Watkins Música: Marc Shaiman Elenco: Robert Downey Jr. ... Thomas Reilly Charles Grodin ... Harrison Winslow Alfre Woodard ... Penny Washington Kyra Sedgwick ... Julia Tom Sizemore ... Milo Peck David Paymer ... Hal the Bus Driver Elisabeth Shue ... Anne Bill Calvert ... Frank Reilly Lisa Lucas ... Eva Reilly Shannon Orrock ... Woman at Audition Michael Zebulon ... Singer at Audition Chasiti Hampton ... Shirley Washington - Age 7 Wanya Green ... Diane Washington - Age 8 Janet MacLachlan ... Agnes Miller Javar David Levingston ... Billy Washington - Age 4 Robert William Newhart ... Bob Newhart Sean O'Bryan ... John McBride Steven Clawson ... Bartender John Stuart Morris ... Wanda   Sinopse   Harrison, Penny, Julia e Milo morrem prematuramente num acidente com o ônibus em que estavam. Diversos problemas pendentes em suas vidas os deixam presos na Terra até que consigam colocar tudo em ordem. Para sua sorte, no instante do acidente nascia o bebê Thomas, a quem ficam miraculosamente conectados. Thomas, agora um adulto (Robert Downey Jr.) começa a ser atormentado pelos fantasmas que insistem em pedir sua ajuda. Inicialmente contrariado e confuso, ele aos poucos vai concordando em colaborar com o drama dos falecidos.   Assista Online (legendado)         Imagens  
| 1162 ace
  Ficha Título Original: The Left Handed Gun Ano/País/Gênero/Duração: 1958 / EUA / Biografia Western / 102min Direção: Arthur Penn Produção: Fred Coe Roteiro: Leslie Stevens e Gore Vidal Fotografia: J. Peverell Marley Música: Alexander Courage Elenco: Paul Newman ... Billy The Kid Lita Milan ... Celsa John Dehner ... Pat Garrett Hurd Hatfield ... Moultrie James Congdon ... Charlie Boudre James Best ... Tom Folliard Colin Keith-Johnston ... Tunstall John Dierkes ... McSween Robert Anderson ... Hill Wally Brown ... Deputy Moon Ainslie Pryor ... Joe Grant Martin Garralaga ... Saval Denver Pyle ... Ollinger Paul Smith ... Smith Nestor Paiva ... Pete Maxwell Jo Summers ... Bride Robert Foulk ... Sheriff Brady Anne Barton ... Sra. Hill George Bell ... Deputy   Sinopse   Faroeste biográfico baseado na peça de Gore Vidal, sobre a vida de Billy the Kid. Paul Newman interpreta o bandido ingênuo que se perturba diante de sua própria lenda e oscila entre a imortalidade e a destruição. Seu nome verdadeiro: William Bonney. Seu nome lendário: Billy the Kid, o famoso e escorregadio pistoleiro "O Canhoto". Não se havia visto nunca no longíquo Oeste, alguém que foi uma criança do Brooklyn, transformar-se no problemático adolescente que escreveu seu nome com sangue nos anais da história...   Assista Online (legendado)        
| 881 ace
Para mim os melhores foram Jeffrey Hunter, Robert Powell e Jim caviezel. Hunter podia ser o mais gato, mas Powell tinha a fisionomia perfeita para o papel.
| 155 ace
Eu amo ele porque todos os filmes dele era muito engraçados
| 160 ace
    Ficha Título Original: James Dean Ano/País/Gênero/Duração: 2001 / EUA / Biografia Drama / 120min Direção: Mark Rydell Produção: George W. Perkins Roteiro: Israel Horovitz Fotografia: Robbie Greenberg Música: John Frizzell Elenco: James Franco ... James Dean Michael Moriarty ... Winton Dean Valentina Cervi ... Pier Angeli Enrico Colantoni ... Elia Kazan Edward Herrmann ... Raymond Massey Joanne Linville ... Hedda Hopper John Pleshette ... Billy Rose Barry Primus ... Nicholas Ray David Proval ... Daniel Mann Samuel Gould ... Martin Landau   Sinopse   James Franco insterpreta James Dean, em um de seus papéis mais marcantes. A biografia de um ator que viveu intensamente e morreu jovem demais.   Assista Online (legendado)       Imagens  
| 3038 ace
  Ficha Título Original: ¿Qué He Hecho Yo Para Merecer Esto? Ano/País/Gênero/Duração: 1984 / ESP / Comédia Drama / 101min Direção: Pedro Almodóvar Produção: Hervé Hachuel    Roteiro: Pedro Almodóvar Fotografia:  Ángel Luis Fernández    Música: Bernardo Bonezzi Elenco: Carmen Maura… Gloria Chus Lampreave… Avó Ángel de Andrés López… Antonio Verónica Forqué… Carmen Kiti Manver… Juani Francisca Caballero… Paquita Pedro Almodóvar… Cantor em musical da TV Fanny McNamara… Figurante em musical da TV Agustín Almodóvar… Bancário Cecilia Roth… Mulher do anúncio   Sinopse   Uma família extremamente problemática vive apertada num flat. Glória e Antônio são os pais, e ele mantém uma adoração por uma cantora alemã de meia idade. Um dos filhos vende heroína; outro dorme com homens. A sogra tem um comportamento estranho também. Dois escritores procuram Antônio para que ele os ajude a transcrever textos de maneira que passem por memórias de Hitler. Ao recusar, eles procuram a tal cantora para que ela interceda junto a ele.   Assista Online (legendado)   Imagens
| 991 ace
Muito obrigada, Carla!!! Fico sempre muito feliz com este estímulo que vc nos dá! Show!!
| 173 ace
Por quê este filme ainda não foi relançado em Blu Ray ou DVD? Tem conteúdo, elenco brilhante e é atualíssimo!
| 163 ace
Ficha Título Original: Nattvardsgästerna Ano/País/Gênero/Duração: 1962 / Suécia / Drama / 81min Direção: Ingmar Bergman Produção: Allan Ekelund Roteiro: Ingmar Bergman Fotografia:  Sven Nykvist Música: Evald Andersson Elenco: Ingrid Thulin - Märta Lundberg Gunnar Björnstrand - Tomas Ericsson Gunnel Lindblom - Karin Persson Max von Sydow - Jonas Persson Allan Edwall - Algot Frövik Kolbjörn Knudsen - Knut Aronsson Olof Thunberg - Fredrik Blom Elsa Ebbesen - Magdalena Ledfors   Sinopse   Após ler nos jornais que a China possuí a bomba atômica e pretende usá-la, um pescador vai à igreja, buscando palavras de conforto e consolo do pastor. Porém, este não consegue ajudá-lo porque está passando por uma crise de fé, temendo também o apocalipse nuclear. Realizado no apogeu da Guerra Fria, Luz de Inverno é uma amarga reflexão de Bergman, que teve como modelo o clássico O Diário de um Pároco de Aldeia (1950), de Robert Bresson.   Assista Online (legendado)     Imagens  
| 797 ace
adoro tempos modernos , vou ver os outros que parecen ser muito legais
| 150 ace
Eu ainda não assistir o filme mas ja me recomendaram, mas não sei onde encontrar.
| 140 ace
  Ficha Título Original: A Midsummer Night's Dream Ano/País/Gênero/Duração: 1909 / USA / Drama Fantasia Romance / 12min Direção: Charles Kent, J. Stuart Blackton Produção: J. Stuart Blackton Roteiro: Eugene Mullin , William Shakespeare Elenco: Walter Ackerman ... Demetrius Charles Chapman ... Quince Dolores Costello ... Fairy Helene Costello ... Fairy Maurice Costello ... Lysander Julia Swayne Gordon ... Helena Gladys Hulette ... Puck     Sinopse   Baseado na obra de William Shakespeare.   Assista Online (filme silencioso) 9Roj-JsYZtc   Canal: http://www.youtube.com/user/CinemaClassico3     Imagens  
| 639 ace
Ficha Título Original: The Tempest Ano/País/Gênero/Duração: 1908 / Inglaterra / Drama Fantasia / 12min Direção: Percy Stow Roteiro:  Langford Reed, William Shakespeare Elenco: Não consta.     Sinopse   Baseado na obra de Willian Shakespeare.   Assista Online (filme silencioso) zzrJ0PeZGPQ   Canal: http://www.youtube.com/user/CinemaClassico3     Imagens  
| 536 ace
  Ficha Título Original: Re Lear Ano/País/Gênero/Duração: 1910 / Italia / Drama / 16min Direção: Gerolamo Lo Savio Roteiro: William Shakespeare Elenco: Francesca Bertini … Cordelia Giannina Chiantoni Olga Giannini Novelli Ermete Novelli … Lear   Sinopse   Baseado na obra de Willian Shakespeare, King Lear.   Assista Online (filme silencioso) DCV_7TOLe1s   Canal: http://www.youtube.com/user/CinemaClassico3     Imagens  
| 525 ace
  Ficha Título Original: His Bitter Pill Ano/País/Gênero/Duração: 1916 / EUA / Comédia Western Curta / 20min Direção: Fred Hibbard, Mack Sennett Produção: Mack Sennett Fotografia: J.R. Lockwood Elenco: Mack Swain ... A Big Hearted Sheriff Louella Maxam ... The Girl He Loves Ella Haines ... His Mother Edgar Kennedy ... His Rival     Sinopse   Garota se encontra dividida entre o amor do xerife da cidade, um bom homem, mas que ela ama como um irmão, e um vigarista.   Assista Online (filme silencioso) 4J2fJwISuT0   Canal: http://www.youtube.com/user/CinemaClassico3     Imagens
| 514 ace
Documentário legendado sobre o diretor Elia Kazan.   Assista Online      
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    Ficha Título Original: Valentino Ano/País/Gênero/Duração: 1977 / Inglaterra EUA / Drama / 132min Direção: Ken Russell Produção:  Irwin Winkler Roteiro: Ken Russell e Mardik Martin      Fotografia:  Peter Suschitzky    Música: Stanley Black Elenco: Rudolf Nureyev     ...    Rudolph Valentino Leslie Caron     ...    Alla Nazimova Michelle Phillips     ...    Natasha Rambova Carol Kane     ...    Starlet Felicity Kendal     ...    June Mathis Seymour Cassel     ...    George Ullman Huntz Hall     ...    Jesse Lasky Alfred Marks     ...    Richard Rowland David de Keyser     ...    Joseph Schenck Linda Thorson     ...    Billie Streeter Leland Palmer     ...    Marjorie Tain Lindsay Kemp     ...    Angus McBride   Sinopse Filme romanceado sobre a vida de Rodolfo Valentino, estrelado pelo bailarino Rudolf Nureyev.       Assista Online (legendado)   Imagens
| 937 ace
Olá, gostaria que me enviasse este filme para baixar, por favor Kramer X Kramer
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  Ficha Título Original: Zelig Ano/País/Gênero/Duração: 1983 / EUA / Comédia Fantasia / 79min Direção: Woody Allen Produção: Robert Greenhut Roteiro: Woody Allen Fotografia: Gordon Willis Música: Dick Hyman Elenco: Woody Allen ... Leonard Zelig Mia Farrow ... Dr. Eudora Nesbitt Fletcher Patrick Horgan ... The Narrator (voice) John Buckwalter ... Dr. Sindell Marvin Chatinover ... Glandular Diagnosis Doctor Stanley Swerdlow ... Mexican Food Doctor Paul Nevens ... Dr. Birsky Howard Erskine ... Hypodermic Doctor George Hamlin ... Experimental Drugs Doctor   Sinopse   O filme, que se passa nas décadas de 1920 e 30, fala sobre Leonard Zelig, um homem desinteressante que tem a capacidade de transformar sua aparência na das pessoas que o cercam. É observado inicialmente numa festa, por F. Scott Fitzgerald, que percebe que, ao mesmo tempo em que circula entre os convidados louvando as classes afluentes num sotaque refinado e esnobe, Zelig se mistura aos criados na cozinha, vociferando enfurecidamente contra os "gatos gordos" num forte sotaque proletário. Rapidamente ganha fama internacional como um "camaleão humano". A dra. Eudora Fletcher (Mia Farrow) é uma psicanalista que quer ajudar Zelig com este estranho distúrbio, quando ele é internado em seu hospital. Através do uso da hipnose, a dra. Fletcher descobre que Zelig anseia tão fortemente por aprovação que se altera fisicamente, na esperança de se adequar aos que o cercam. A determinação da dra. Fletcher permite eventualmente que ela o cure, não sem, no entanto, algumas complicações; ela acaba por elevar tanto a auto-estima de Zelig que ele acaba desenvolvendo temporariamente uma personalidade que é violentamente intolerante a respeito das opiniões de outras pessoas. A médica descobre que está se apaixonando por Zelig. Devido à cobertura feita pela mídia do caso, tanto o paciente quanto a doutora tornam-se parte da cultura popular de seus tempos. No entanto, a fama é a principal causa de sua divisão; a mesma sociedade que fez de Zelig um herói acaba por destruí-lo. A doença de Zelig retorna, e ele tenta novamente se adaptar. Diversas mulheres alegam ter se casado com ele, que eventualmente desaparece. A doutora Fletcher o encontra na Alemanha, trabalhando com os nazistas, pouco antes da Segunda Guerra Mundial. Juntos, fogem e retornam aos EUA, onde são proclamados heróis (depois que Zelig, usando mais uma vez sua habilidade, imita as habilidades de pilotagem de Fletcher e pilota o avião que lhes traz de volta, cruzando o Atlântico, de cabeça para baixo).   Assista Online (legendado)     Imagens
| 2068 ace
O nome de baptismo de Audrey é Audrey Kathreen van Heemstra Ruston. O nome Edda foi apenas uma manobra de protecção na altura da guerra para que Audrey não passasse por inglesa.
| 141 ace
dizem que o filmi muito bom poriço que eu que assistir
| 146 ace
Quase tão famoso por sua verve quanto pela impecável carpintaria dos roteiros de seus filmes, o cineasta Billy Wilder concedeu algumas horas de entrevistas ao colega alemão Volker Schlondorff em 1988, sob a condição de que este as divulgasse apenas depois de sua morte, que ocorreu em 2002. Wilder faz um balanço de uma carreira que se estendeu por quase 60 anos, pontuada por clássicos do drama como "Crepúsculo dos Deuses" (Oscar de melhor roteiro em 1950) quanto pelas impagáveis comédias "O Pecado Mora ao Lado" e "Quanto mais Quente Melhor". O cineasta austríaco adotado por Hollywood nos anos 30 desfia comentários saborosos sobre o sistema de estúdios e suas musas Marlene Dietrich e Marilyn Monroe. Documentário legendado.   Assista Online  
| 515 ace
aonde posso comprar esse filme favor entre em contato comigo por email ;talento1302@ig.com.br
| 143 ace
  Ficha Título Original: Love, Speed and Thrills Ano/País/Gênero/Duração: 1915 / EUA / Ação Comédia / 13min Direção: Walter Wright Produção: Mack Sennett Elenco: Mack Swain ... Ambrose Minta Durfee ... Ambrose's Wife Chester Conklin ... Mr. Walrus Josef Swickard ... Police Chief   Sinopse   Curta produzido por Mack Sennett.   Assista Online (filme silencioso) oUucS-a2teE   Canal:http://www.youtube.com/user/CinemaClassico3     Imagens
| 468 ace
  Ficha Título Original: Il mercante di Venezia Ano/País/Gênero/Duração: 1910 / Itália / Drama / 10min Direção: Gerolamo Lo Savio Roteiro: William Shakespeare Elenco: Ermete Novelli ... Shylock Francesca Bertini ... Jessica Olga Giannini Novelli ... Portia   Sinopse   Baseado na obra de William Shakespeare.   Assista Online (filme silencioso) AtgLc025vbo   Canal: http://www.youtube.com/user/CinemaClassico3    
| 433 ace
Por Daniele Rodrigues de Moura do blog http://telaprateada.blogspot.com.br   A MULHER DOS CABELOS VERMELHOS foi mais um veículo da MGM para que Jean Harlow reencarnasse o símbolo sexual que surgiu em ANJOS DO INFERNO(1931). Na história de Katherine Brush(com roteiro de Anita Loos), Lillian ou Red é uma voluptuosa e bela mulher que deseja subir na vida. O luxo que procura está ligado aos homens que precisa possuir e eles são sua escada. Ela pinta os cabelos de vermelho e diz: “Então os homens preferem as loiras, não é?” Olha no espelho com extrema segurança e completa com um irônico “tá bom!”. Harlow contracena com Una Merkel, sua fiel amiga no filme e com o charmoso Chester Morris. A comédia produzida por Irving Thalberg foi realizada antes do código Hay começar a vigorar em toda Hollywood. O que a torna super interessante, por sinal, ao apresentar tantos detalhes que a sociedade jamais concordaria que uma mulher possuísse. Lil ou Red é o símbolo da mulher sem escrúpulos, que usa e abusa de sua forte sensualidade para conquistar cada vez mais, atrair ainda mais e faturar sem limites. E não existem mesmo limites para Red: Sally (Una Merkel) é a amiga de todas as horas, mesmo chocando-se com as atrocidades de falha de caráter que provêm de Red, ela a apóia até o fim, ouvindo seus absurdos para conseguir um lugar na alta sociedade. Ouve-se sempre um suspiro de susto em Sally, a cada história contada pela vigarista.     O troféu maior de Red no início do filme é William Legendre Jr(Chester Morris), filho de um rico empresário, cuja fortuna é um dos sonhos de consumo da ruiva sensual. Ela consegue um emprego de secretária na empresa onde pai e filho trabalham juntos e assim, Red põe seu plano em ação: destruir o casamento de Bill com Irene(Leila Hyams), uma recatada e educada mulher, que ama Bill, mas não consegue aceitar o fato dele ter se envolvido com tal tipo de mulher. Bill ama a esposa, mas sua atração pela amante é mais forte até que um sólido casamento com uma amorosa e doce esposa. O pai de Bill, vivido pelo lendário Lewis Stone, percebe logo o plano da golpista e avisa ao filho que um casamento como o dele é difícil de achar. Ele até pede para Bill mandar ele pessoalmente dar dinheiro para Red sair da cidade, mas...Tudo em vão. Eles se reencontram e ela o seduz novamente. A cena de Harlow chegando na casa de Bill e Irene bêbada é um dos pontos altos do filme, e vemos com nitidez o talento cômico desta que foi tão desvalorizada como atriz pela imprensa. A cena anterior é Harlow se embebedando de gim ao som de “Frankie and Johnny” e sem dúvidas é uma das melhores. Chega Sally desliga o gramophone e diz: “E tudo isso por que um cara não quis te atender no telefone...” É possível ler na Internet alguns depoimentos de pessoas que assistiram RED-HEADED WOMAN e ficaram revoltadas com o bom final escolhido para Red. Como, afinal, uma mulher desclassificada como essa pode ter um bom destino? Será que isso não sugeitaria mulheres a se tornarem Reds da vida? Muito relativo: questão pura e simplesmente de caráter. Quem já tem vocação verá o filme como inspiração, mas quem não tem se espelhará na mocinha Irene e seu desejo de manter ao lado dela o homem que ama, sem golpe baixo. Ou de Sally, a amiga que vê tudo de errado, mas não trai jamais.   Para a produção, a MGM colocou em Jean uma peruca ruiva, já que Clara Bow(que não precisaria recorrer a artifícios, já que era ruiva de verdade) não aceitou fazer o filme pois já havia assinado um contrato com a Paramount. Estava, portanto receosa em assinar outro com a Metro. Apesar de imaginar este filme perfeitamente com Clara, hoje é difícil lembrá-lo sem que venha a figura graciosa de Harlow à mente. Atenção para a aparição de Charles Boyer como o terceiro amante de Red – o motorista Albert. Enfim, existem vários motivos para procurar este filme, já que ele não foi lançado no Brasil. As atuações, a produção caprichada, direção de Jack Conway, direção de arte do mestre Cedric Gibbons e...é claro! Os figurinos belíssimos de Adrian. Quem nunca viu, vejam pelos atores, pela equipe maravilhosa. É uma diversão que certamente gostarão de repetir várias vezes!!!
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  Por Karla Hack do blog http://nascidaemversos.blogspot.com.br You want to kill me! You want to kill me! Hell it's beyond that door... The living dead! Garanto que muitos dos que leram a sinopse sem conhecer o trabalho de Dario já tiveram dúvidas sobre a qualidade do filme. Não duvidem! Mas, também não esperem um roteiro redondinho, bem montado, quanto menos atuações inesquecíveis. Não, a película foi montada com a intenção de causar uma sensação direta no seu apreciador, por tal outros elementos ganham primeira importância: As imagens e o som. Num período onde O Exorcista fez questão de trazer o terror para nós, como se estivesse iminente em nosso cotidiano; Argento criou um ambiente improvável, misterioso e distante - como aqueles antigos castelos góticos repletos de monstros. Justamente nesta "climatização" da trama que a visão peculiar do diretor torna-se pungente.     Com ares surrealistas o filme traz cores exorbitantes - aplicando muito bem o technicolor de três cores. O elemento visual cria através de filtros e uma excepcional direção de arte - abusando da estilização e tons pastéis para as locações - sensações distintas, escolhendo para o quarto dos professores tons vermelhos, para o das alunas é amarelo, enquanto o azul gira nos ambientes educacionais da academia de balé, já nos externos o verde faz a vez. Não bastando esta preocupação técnica com o magnífico da fotografia, Dario faz questão de buscar pontos inusitados para a colocação da câmera - como se as tomadas entrassem e saíssem de um móvel, por exemplo. Na tentativa de seguir o olhar de determinada personagem, acaba-se por desnortear o telespectador; O que, no caso do terror sensorial, é perfeito.     Como eu mencionei anteriormente, Suspiria é uma experiência audiovisual de horror, então, no que tange ao elemento sonoro temos a fabulosa música composta por Goblin (banda italiana de rock progressivo) em toda a película. A composição é tão perturbadora e estridente que mesmo sem o acompanhamento visual atormenta. No filme em ocasiões a trilha é tão alta que abafa o som do grito, dando uma impressão incômoda. Creio que o maior objetivo de Dario Argento era o de conduzir o telespectador para aquela viagem do filme, conseguindo isto através de cenas de cores impactantes, estética estilizada, tomadas improváveis e amplas, finalizando com a sonorização alta por entre suspiros. Enfim, surrealismo total! Ainda que no final a falta de respostas e os furos no roteiro estejam lá, recomendo esta experimentação. Como disse antes, raras são as obras capazes de recriar a desnorteante angústia de um pesadelo.
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  Por Karla Hack do blog http://nascidaemversos.blogspot.com.br   Nascido pouco depois da peça, o filme traz todos os elementos da época em que foi idealizado: Anos 70. Um musical TODO cantado - se há falas, estas estão inseridas nas canções -, faz uso de diversos elementos teatrais (inclusive os atores) para demonstrar a sua visão artística, e por que não dizer controversa, desta história contada e re-contada por diversas vezes.     Um dos momentos mais bonitos, inclusive a canção em si, reside na dúvida vivida por Cristo antes de cumprir com o seu destino; Os instantes presenciados em Gethsemane são retratados de forma particular na composição de Webber, bem como pela voz com traços de metal de Ted Neely. Confira o trecho: Then, I was inspired. Now, I'm sad and tired. Listen, surely I've exceeded expectations, tried for three years, seems like thirty. Could you ask as much from any other man? Além de conseguir manter o ritmo sem possuir diálogos, ganha pontos pela ambientação - nas ruínas de Jerusalem -, pelo figurino e pelas coreografias; Todos coerentes e no limite do vanguardista/absurdo. As músicas merecem um tópico a parte, já que são belas composições e feitas no estilo ópera-rock bem apelativo para a trama. A história é trazida conforme os eventos conhecidos da Bíblia. Entretanto, a forma como tais são montados poderá incomodar os mais religiosos; Uma vez que apresenta Judas como um anti-herói afro-descendente, por sua vez, Maria Madalena vem com traços orientais e o Rei Herodes homossexual e cômico. Ao contrário das tradicionais versões, a película debate o ser humano, seus erros, suas dúvidas, suas ambições e seus falsos julgamentos. Os vilões, propriamente ditos, limitam-se a Caifás e Anás. Os outros são vistos com um tom de compaixão.   Desta forma, considero este ser um musical imperdível e único - mais parecido com Hair. Recomendado aos que assistirão com olhos atentos a arte envolvida.
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Por Daniele Rodrigues de Moura do blog http://telaprateada.blogspot.com.br/   História de Cinderella ou da mulher que quer tudo fácil? A personagem de Constance Bennett em THE EASIEST WAY(TENTAÇÃO DE LUXO) deixa certas dúvidas, já que a moça não é ruim. É uma menina de boa índole, que trabalha como vendedora numa loja de departamentos. Namora um rapaz vizinho de sua família, trabalhador, porém, pobre. Jovem loirinha bonita, logo cai nas graças de um "descobridor de talentos" que a quer modelando numa agência de publicidade. Laura Murdock(Bennett) aceita a aventura e pede demissão da loja. Logo começa a ganhar muito mais dinheiro e a fazer horas extras no novo emprego. Sua irmã Peg(Anita Page) é a típica jovem norte-americana de classe média baixa que sonha com o casamento. Seu noivo é Nick(Clark Gable em um pequeno papel), rapaz rude, com uma carreira não tão promissora pela frente. As coisas começam a ficar nebulosas para Laura quando ela é escolhida pelo seu chefe, o rico publicitário William Brockton(Adolphe Menjou) como a melhor modelo. Os dois passam a jantar juntos e ela ganha presentes luxuosos dele, preocupando sua mãe. Como em toda família se encontra um boa vida, seu pai nem liga para o perigo que sua filha corre pois pedir dinheiro para ele é a solução encontrada para não voltar ao trabalho braçal. O namoradinho que já era desprezado por Laura agora é totalmente descartado, já que agora a moça vê um jeito de não passar mais sofrimento, porém...sua mãe não aceita e ela passa a viajar com Brockton como sua amante. Sua tortura é facilmente reconhecida pelo público através de sua expressão facial, sempre atormentada, como se soubesse que não estava a agir certo.   Dias de angústia e incerteza chegam mais perto quando ela conhece Jack Madison(Robert Montgomery), um jornalista de classe média e os dois se apaixonam. Laura o encontra pela primeira vez na fazenda para onde o amante a leva a fim de passar uns dias. Apesar de não ter nada a ver com a família, ela aceita, já que o dono é alvo de boas negociações de William. Então, o espectador revê aquela linda história do amor impossível, onde a mulher é a principal vítima e o sofrimento se instala quando sua grande paixão é confrontada pela vontade de ter uma vida financeira tranquila. Quem vencerá, então: o romance verdadeiro ou a vida confortável, sem amor? Laura é uma mulher boa e Jack sabe disso: ela é, através da bela aura imposta por Constance Bennett, a delicada menina que não teve a intenção de errar. O exemplo perfeito da femilidade e da bondade, que ganha o carinho até do amante endinheirado. Em tempos sem Código Hayes, a mensagem do filme soa até estranha, quando se põe a mostrar qual o certo entre as vidas das duas irmãs. Enquanto Laura sofre as consequências de viver como amante de um homem rico, que não a assume, Peg constrói uma família aparentemente sadia com o marido Nick. Isso leva ao espectador crer que existe uma mensagem a ser passada neste filme p a de que a vida de Peg, a irmã pobre e dona de casa é a melhor escolha. Os fãs de Anita Page também irão estranhar este detalhe do filme: acostumada a viver garotas modernas urbanas, que vencem na vida de uma maneira torta, aqui encontramos Mrs.Page como uma mãe de família, que não enxerga nada além de seu futuro simples. Este papel é relativamente pequeno para ela, que já tinha estrelado ao lado de Joan Crawford em "OUR DANCING DAUGHTERS"(1928) e feito enorme sucesso como a artista de BROADWAY MELODY(1929). Mas ao contrário do esperado, é formidável ver esta atriz em ação como a moça da porta ao lado e sua atuação não deixa a desejar em momento algum. Anita é sempre crível e competente. Dirigido por Jack Conway numa produção de Hunt Stromberg, também traz Clark Gable em pequenas participações, porém marcantes são suas cenas em que trata a personagem de Bennett com grosseria, mostrando a reprovação daquele homem em relação à "irmã errada" de sua esposa. É uma ótima opção para quem gosta de um bom drama e do trabalho destes atores
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Por José Bruno Ap Silva do blog http://sublimeirrealidade.blogspot.com.br   Alguns filmes definitivamente foram feitos para serem vistos e apreciados mais com o coração do que com a razão, Cinema Paradiso (1988) de Giuseppe Tornatore é um destes. Este não é um filme com um forte apelo melodramático e é desprovido de qualquer atrativo típico dos hollywoodianos, mas de alguma forma maravilhosa, ele vai aos poucos quebrando a nossa resistência e nos cativando, e quando menos percebemos, já estamos completamente envolvidos com a linda história contada. E as lágrimas jorram, quase involuntariamente, mas não são lágrimas de tristeza, é como se algo fosse tocado dentro de nós, que nos despertasse para o valor daquilo que perdemos ou que corremos o risco de perder... Sem dúvidas trata-se de um filme único, por funcionar ao mesmo tempo como uma ode à vida simples, uma homenagem ao cinema clássico e uma despedida às grandes e luxuosas salas de cinema, que já pareciam estar com os dias contados. Salvatore Di Vita, o personagem principal pode ser analisado como uma espécie de alter-ego do diretor, uma vez que este constrói a história embasada em memórias de sua própria infância. Acredito que deia para traçar um paralelo entre este longa e Amarcord (1973) de Fellini, um dos maiores clássicos do cinema italiano, e que as semelhanças que podem ser observada entre ambos se deva a uma homenagem de Tornatore ao “maestro”. Os dois filmes remontam a uma meninice idealizada e a um tempo de inocência, como forma de misturar a realidade e o sonho, que se entrelaçam na narrativa. Ambos retratam a vida cotidiana de cidades sicilianas, com enfoque sobre a vida de pessoas simples e seus ritos, manifestações e festividades. No tocante aos personagens, assim como Fellini, Tornatore direciona seu olhar é para o tipo não cinematográfico, para a gente comum e para o tipos excêntricos e esquisitos.     Salvatore (interpretado por Jacques Perrin na meia idade) é um cineasta bem sucedido que vive em Roma. Em uma noite, depois de voltar atrasado para casa, ele recebe de sua namorada o comunicado de que sua mãe ligara, dizendo que um tal Alfredo (Philippe Noiret) morrera. A notícia deixa ele completamente desestabilizado, ele então perde o sono e imerge em lembranças de quando ainda era menino em Giancaldo, uma cidade interiorana, em meados dos anos 40. Como era comum na ocasião, longe dos grandes centros, o único entretenimento para os moradores da cidade era o cinema. O Cinema Paradiso era uma espécie de microcosmo, em torno do qual a cidade girava, sendo o palco para o surgimento de romances e confusões e uma projeção da realidade local, evidenciando até as acentuadas diferenças de classes. O Paradiso insurge como um antagonismo profano da religiosidade do povo do lugarejo. Adelfio (Leopoldo Trieste), o padre local inspecionava cada uma das películas que iriam estrear, ele ordenava o corte de qualquer cena de beijo ou outro tipo de “imoralidade”, que possa atentar contra o pudor e os bons costumes.   Salvatore (vivido por Salvatore Cascio na infância e por Marco Leonardi na adolescência), também conhecido como Totó, era o coroinha da igreja e vivia com a sua mãe em condições bem humildes. Ele, mais que nenhum outro, era apaixonado pelo cinema e sempre estava arrumando algum jeito de escapar e fugir para a sala de exibição. Frequentemente ele conseguia se esconder e assistir até mesmo as versões sem cortes, enquanto o padre perplexo as assistia tocando um sino nas cenas que considerava impróprias. Devido a sua insistência, Totó consegue conquistar a amizade e a confiança de Alfredo, o carrancudo projecionista do cinema. Alfredo ao contrário do que aparenta no início do filme, é um homem sensível e de um grande coração, ele se preocupa muito com Salvatore e acaba substituindo a figura paterna para o menino, cujo o pai não voltara da guerra, entre eles surge uma grande amizade.     No decorrer do filme é que vamos compreendendo os motivos que levaram Salvatore a ficar 30 anos sem voltar a sua cidade natal, o que para muitos seria simplesmente injustificável. Numa das mais belas sequências Alfredo aconselha Totó a ir embora de Giancaldo para nunca mais voltar, lhe explicando que se ele regressasse com pouco tempo poderia encontrar um lugar totalmente diferente e que apenas se passasse muito tempo fora, poderia um dia, se decidisse voltar, encontrar ainda um pouco daquilo que deixou. Para bom entendedor, neste diálogo fica claro o que o projecionista queria que Totó valorizasse. Ele seguiu firmemente o conselho e no final fica evidente que Alfredo guardara para ele muito mais do que uma caixinha com “lembranças”. É como se já na fase adulta, Salvatore (que como já disse, seria um alter ego do diretor) redescobrisse os sonhos perdidos da infância através da magia do cinema tal como um dia conhecera... Mais belo impossível!     Cinema Paradiso é amparado por ótimas atuações de todo o elenco. Salvatore Cascio, que interpreta Totó quando menino, foi escolhido por Tornatore em um teste realizado na região onde o filme foi rodado, reza a lenda que ele teria chamado a atenção do diretor por ter o mesmo nome do protagonista, mas teria ganho o papel ao decorar com precisão o texto e as marcações durante as provas. O mestre Ennio Morricone também dá o seu toque de gênio à obra, compondo uma trilha sonora tão bela e cativante quanto a história contada. A fotografia, as belíssimas locações são outros destaques desta verdadeira obra prima do cinema italiano. Cinema Paradiso também faz belíssimas referências em tom de homenagem a Charlie Charplin, Greta Garbo, Jhon Wayne, Clark Gable, Buster Keaton, Jean Renoir e tantos outros nomes da época de ouro do cinema clássico. Simplesmente imperdível, um prato cheio para os amantes da sétima arte! Ultra recomendado!
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Por José Bruno Ap Silva do blog http://sublimeirrealidade.blogspot.com.br   Na época da faculdade, quando conseguimos que a biblioteca da instituição liberasse os DVDs de seu acervo para empréstimos, um dos primeiros filmes que peguei foi O Sétimo Selo (1956), aquele seria o meu primeiro contato com a obra de Ingmar Bergman. O impacto que o filme me causou foi algo que até então eu não tinha experimentado, eu já tinha assistido outros filmes autorais e considerados “difíceis” pelo senso comum, no entanto nenhum destes tinha ido tão longe quanto aquele foi, nenhum fora tão icônico, filosófico e ao mesmo tempo belo e perturbador. Minha admiração e respeito pelo talento e estilo singular do diretor sueco só aumentaria após eu assistir outras de suas obras primas como Morangos Silvestres (1957) e Persona (1966). É praticamente impossível tecer qualquer análise sobre a filmografia de Bergman sem correlacioná-la à sua própria vida, pois em cada um de seus filmes há um pouco de seu pensamento e principalmente de seus sentimentos, artista e arte se misturam em produções que fazem jus ao rótulo de “cinema de arte”, o que não quer dizer que suas obras sejam facilmente rotuláveis, pois transitam por gêneros distintos, que vão da comédia ao drama, sem se perder pelo caminho, como frequentemente acontece. O estilo de Bergman ficaria marcado pelo forte teor filosófico e existencialista de seus filmes, alguns o acusam de ser pessimista e de estar completamente desacreditado na humanidade, o que não é de todo uma verdade. O onirismo de seus trabalhos, os transformam em alegorias da realidade observada e/ou vivenciada, e como tal eles podem indicar um caminho ou uma saída, que nem sempre se baseiam em preposições realista ou racionais.     De todos os filmes de Bergman, Fanny e Alexander (1982) talvez seja aquele em que a presença de seu eu lírico esteja mais evidente, é também a mais “acessível” de suas obras, mas isso não a torna menor ou menos complexa que os outros longas que citei acima. Tal como Fellini fez em Amarcord (1973) e Giuseppe Tornatore em Cinema Paradiso (1988), Bergman recorreu à memórias da infância para a construção da trama. O cineasta carregou por toda a sua vida as marcas da repressão religiosa, que vivenciara em casa na sua meninice, seu pai era um pastor luterano, que o castigava constantemente, principalmente lhe imputando sentimentos de culpa acerca de pecados. O autoritarismo do pai destruiria a relação entre eles. Viria da quebra deste vínculo familiar a principal motivação da descrença do cineasta nas instituições religiosas e de seus questionamentos acerca da natureza divina.     Na história, o menino Alexander (Bertil Guve) é uma espécie de alter-ego de Bergman, ele vive com os pais e a irmã Fanny (Pernilla Allwin), em um imenso casarão que pertence à sua avó materna. Seu avô fora o diretor do teatro da cidade e após a morte dele, o seu pai assumiu a administração. Toda a família está direta ou indiretamente ligada ao teatro e Fanny e Alexander têm uma vida cheia de amor, carinho e tudo o mais que uma criança poderia querer. A repentina morte do pai, no entanto muda completamente a vida dos meninos. A mãe deles se casa com um severo bispo Luterano, que a trata a partir de então como uma serva e as crianças como prisioneiros, quando ela percebe o erro cometido ao se casar de novo, já é tarde demais para tentar voltar atrás. Os tempos bons que ficaram para trás se tornam cada vez mais distantes. Apenas Alexander tem dentro de si uma rota de fuga, que pode o levar de volta para os tempos de alegria.     O desfecho do filme é carregado de significados não aparentes e simbolismos, tão presentes em toda a filmografia do diretor. O constante entrelaçamento de sonhos e realidade expõe a visão artística de Bergman, que nos revela um olhar do cineasta/menino sobre sua própria vida e sobre a arte. Em uma entrevista ele chegou a comentar: “O privilégio da infância é podermos transitar livremente entre a magia da vida e os mingaus de aveia, entre um medo desmesurado e uma alegria sem limites (...) Eu sentia dificuldade para distinguir entre o que era imaginado e o que era real...” Uma das características da infância, que Bergman conseguiu preservar em sua obra, é a imaginação de uma outra realidade, que possa substituir a realidade de fato, por uma outra, mais lúdica, poética e que possa representar um significado maior que o vazio existencial. Não é Exagero dizer que Ingmar Bergman é o próprio cinema, ninguém mais que ele personificou tão bem o que pode ser que seja a sétima arte.   Ingmar Bergman é essencial para qualquer um que se diga cinéfilo e Fanny e Alexander é uma boa pedida para quem ainda não se aventurou pela riquíssima obra deste gênio do cinema. A fotografia e a direção de arte do filme são impecáveis, o que o confere uma beleza estética estonteante, porém este não é o foco do filme, apesar de ser uma obra completa, sua beleza visual faz pouca diferença para a trama, que nos convida a observar não o exterior, mas o interior de cada um dos personagens, os cenários e locações seriam, quando muito, uma extensão do corpo e da alma dos personagens que os habitam. Não sei dizer se Fanny e Alexander representou realmente uma despedida de Bergman do cinema como o dizem alguns críticos (depois deste filme, até sua morte em 2007, ele só produziu obras para a TV), mas é de fato uma das melhores representações do que de fato é o cinema. Recomendadíssimo!
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  Por Jose Bruno Ap Silva do blog http://sublimeirrealidade.blogspot.com.br/   Já cansamos de ouvir a máxima que diz que um indivíduo é determinado pelo tamanho de seus sonhos, talvez este aforismo seja de fato uma verdade... uma cruel verdade, vez que “não são bons tempos para os sonhadores”. Cultivamos sonhos até que, como diria Chico, a roda viva vem e os levam de nós, deixando apenas a frustração. Diante de sonhos despedaçados, ser perseverante nem sempre é fácil. Reconhecer as derrotas e recomeçar do zero com a mesma determinação é uma virtude que poucos aparentam ter. O imigrante irlandês Brian Sweeney Fitzgerald, o personagem central do clássico Fitzcarraldo (1982) de Werner Herzog, é um destes tipos raros, ele tem a vida pautada pelos seus sonhos excêntricos, aos quais quase ninguém mais dá nenhum crédito. A história do filme se desenvolve durante o ciclo da borracha no início do século passado e se passa no interior da floresta amazônica, em algum lugar do Peru. Era sem dúvidas o lugar e o contexto errado para se acreditar em sonhos e em parte é isto o que torna este filme tão fantástico. Fitzcarraldo, como os nativos do local chamam Brian, já tinha dedicado boa parte de sua vida ao sonho de construir uma ferrovia trans-andina, que ligasse o interior da floresta ao oceano pacífico. O insucesso desta empreitada no entanto não o desanimou, mesmo estando falido ela já alimentava um novo ideal: Construir uma suntuosa casa de ópera no meio da mata, na cidade de Iquitos, para apresentar para os nativos a beleza das óperas europeias. Ele é um grande fã do compositor italiano Enrico Caruso, este conforme seus planos deveria fazer a apresentação inaugural do teatro. Fitzcarraldo enxerga na musica o canal de comunicação perfeito entre povos de culturas tão distintas. Mo entanto nem a música escapa de ser uma forma de dominação, em uma das sequências mais belas do filme há o que pode ser entendido como um duelo entre batuques indígenas e a música clássica, que a princípio parecem se harmonizar, mas esta última acaba prevalecendo, alegorizando o domínio da cultura européia que estava prestes a ser estabelecido naquela região.     Fitzcarraldo tenta conseguir dinheiro para custear a obra através de um negócio tão absurdo quanto improvável, uma fábrica de gelo, que corrobora a ideia que todos têm dele, justificando a alcunha que recebeu de “Conquistador do Inútil”. Aconselhado por um homem de negócios local, Fitz abandona a produção de gelo e decide entrar no lucrativo negócio da borracha, ele consegue uma concessão do governo para trabalhar em uma área ainda não explorada. Com a ajuda de sua amante, Molly (Claudia Cardinale), que é dona de uma bordel, ele compra um barco a vapor e junta uma tripulação disposta a encarar a aventura de adentrar em territórios totalmente selvagens. No afã de encontrar uma nova rota para o transporte do material que for explorado, que não passe por quedas d'água e corredeiras, eles entram em território indígena e chegam ao absurdo de usar nativos para arrastar o gigantesco barco morro acima [numa das cenas mais clássicas do cinema]. Neste momento fica aparente a controvérsia que a figura do personagem principal representa, remetendo mais uma vez aos processos de colonização das Américas, ele explora a mão de obra e o recurso indígena, provocando mortes e muito sofrimento para alcançar aquilo que almeja.     Constantemente a crítica especializada tem feito um paralelo entre as personalidades do diretor Werner Herzog e do personagem central de seu filme. Herzog se recusou a usar qualquer tipo de efeito especial durante as filmagens, levou seu elenco para o interior da selva onde passaram meses, em uma época do ano de clima bem instável e “castigou” toda sua equipe com métodos de trabalho nada ortodoxos. Todos sofreram ainda com as fortes chuvas, com o lamaçal e com os mosquitos que tomavam conta do lugar. Reza a lenda ainda que membros da equipe foram mortos pelos nativos e que em dado momento, um indígena teria oferecido a Herzog para se livrar de Kinski, cuja personalidade difícil estaria atrapalhando o andamento das filmagens e prejudicando a convivência diária. Durante anos Kinski cultivou a má fama de ser um ator tenaz, egocêntrico e complicado, muitos críticos ainda se perguntam porque Herzog decidiu trabalhar com ele mais uma vez, mesmo depois de já tê-lo dirigido em filmes como Aguirre - A Cólera dos Deuses (1972) e Nosferatu – O Vampiro da Noite (1979), ocasião em que outros atritos entre eles aconteceram. A resposta talvez seja simples: pouquíssimos atores estariam dispostos a comprar a ideia do diretor e embarcar em um sonho tão excêntrico e improvável.     Comecei a assistir Fitzcarraldo imaginando que não iria gostar tanto de seu roteiro, uma vez que ele é lembrado mais pela ousadia de sua realização do que pela sua trama em si, eu estava completamente enganado, a história é fascinante e os personagens também. Este clássico do cinema europeu mostra do que realmente são feitos os sonhos e que o que mais vale não são as conquistas e sim o esforço despendido pra alcança-las. Se aquela seria mais uma aventura de Fitzcarraldo em busca do “inútil” não interessa, o que interessa na verdade é tudo aquilo que ele viveu e sentiu, o desfecho da trama mostra isso de forma extraordinária. Ao assistir ao filme, preste atenção na atuação magistral de Kinski e nas participações especiais de Milton Nascimento, como o porteiro de um teatro e de Grande Otelo, como o responsável por uma estação de trem abandonada. A fotografia do filme é belíssima e suas locações são realmente incríveis, um louvor à loucura e ousadia do cineasta e de sua equipe. Fitzcarraldo é uma verdadeira obra de arte, onde o contraste entre megalomania e sensibilidade não resulta em outra coisa a não ser poesia... Recomendo!
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Por Rodrigo Mendes do blog http://cinemarodrigo.blogspot.com.br   Dirigido por TOD BROWNING,o mesmo diretor de Drácula (1931 com Bela Lugosi), a premissa trata-se de um grupo de criaturas monstruosas (assim são apresentadas) num parque de diversões onde se apresentam num show de horrores, geradas por deformidades na infância, uma trapezista seduz um anão quando descobre que ele tem uma pequena fortuna. Os colegas dele se unem para a cruel, e adequada vingança. Não é para menos, o filme foi proibido na Inglaterra durante 30 anos, este filme adoquiriu o seu status de cult e de um caso único na história do cinema. Reza a lenda que o chefe de produção Irving Thalberg pediu ao diretor Browning, um filme que fosse ainda mais assustador. Assim foi criado este Monstros - Freaks originalmente significa aberrações. E que reuniu um elenco de figuras mais estranhas já vistas numa tela de cinema, tais como: as irmãs siamesas Hilton; o homem tronco, Johnny Eck; o torso vivo, Rudiar dentre outros. A própria METRO assustada com a reação do público, que acusava o estúdio de mau gosto e de sensacionalismo, renegou o filme. E o próprio Browning largou a carreira em 1939.     Este é um filme em que todos os adjetivos tem duplo sentido, já que é certamente um dos espetáculos mais pungentes e ousados já realizados no cinema. Há um lado positivo ao se retratar figuras de formadas como seres humanos dignos de respeito e de amor. Mas há também uma exploração do que há de pior na curiosidade malsã dos indivíduos pelo macabro criado pela própria natureza humana. O início do filme traz um longo letreiro retratando as deformidades no passado como representação do mal e de deuses da adversidade, mas não tem coragem de explicitar abertamente que pretende demonstrar que, por trás do grotesco, existem emoções humanas genuínas, que o "anormal" pode ser um conceito extremamente relativo. Foi realmente preciso muita coragem para fazer um filme destes e recomenda-se uma boa dose de compaixão para assistí-lo mesmo hoje em dia.   O "circo de horrores" e o melodrama representam, sem dúvida, um soco no estômago. Por vezes é impossível conter mesmo uma lágrima ou um grito sufocado. Na verdade, o filme poderia ser visto como o terror a bsoluto, negando mesmo a legitimidade de um gênero que se compra em explorar esse tipo de anormalidade. Ou seja, o públicon se diverte, ri e ridiculariza algo que é digno de compaixão e de compreensão. Ser diferente não é ser ruim; é apenas ser diferente. Ser feio ou deformado são atributos que podem esconder uma boa alma, um grande ser humano. E esta fita escancara e expõe esse conceito ás claras para todos serem obrigados a olhar de frente o que preferem ignorar. O que se pode discutir é se a fita mostra isso da melhor maneira. Assistam e tirem as suas conclusões. Mas, nenhum dos Freaks é ridicularizado na tela, ao contrário, são mostrados como vítimas de uma vamp que irá merecer um castigo: tornar-se igual a eles. Sem dúvida, é um filme polêmico, único e absolutamente anormal. Quem o assistir jamais esquecerá. E, provavelmente, nunca mais vai querer revê-lo.
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  Por Rodrigo Mendes do blog http://cinemarodrigo.blogspot.com.br A premissa desta charmosa e engraçada obra-prima esta envolta de um sujeito, confundido por um homem que não existe, no caso o herói é um publicitário de Manhattan com sua própria secretária particular, um homem distinto, elegante e atraente personificado pelo igualmente astro com essas características, Cary Grant em seu quarto filme com o mestre, os anteriores foram: Suspeita, 1941 com Ingrid Bergman; Interlúdio, 1946 com Joan Fontaine e Ladrão de Casaca, 1955 com Grace Kelly. Este homem envolve-se em uma trama surreal por um espião (James Mason) e uma agente dupla feito pela bela Eva Marie Saint (que obviamente acaba se apaixonando por ele). No filme Grant é acusado de sequestro e assassinato, por isso, o cara é perseguido pelas autoridades do país. O filme apresenta a memorável sequência por um avião em uma plantação de milho e o clímax no alto do monte Rushmore. O que mais posso dizer deste, thriller, com performances maravilhosas, tecnicamente perfeito, com dose certa de humor Hitchcockiano, com locações magníficas, com ótimas cenas de suspense e ainda com uma pitada de sexo? Intriga Internacional une todos esses elementos no filme que está no topo entre os melhores de Hitchcock. A fita, agora muito bem restaurada comemorando os seus 50 anos de vida trás excelentes curiosidades da produção e um perfil perfeito do padrão de elegância e qualidade da obra de Hith. Um dos elementos curiosos nos filmes do mestre é o objeto sem importância. Há sempre algo em cada filme de Hitchcock que significa muito para os personagens, mas não faz o menor sentido para a platéia, e de fato, não precisa fazer sentido, visto que, em I.I. há um objeto que muda os rumos dos personagens - neste caso, um microfilme que só aparece no final e que liga o motivo dos porquês que eles faziam tudo aquilo. Todavia, quando a gente assiste, isso não faz diferença, pois o filme é recheado de cenas tão cinemáticas e situações tão surreais que este objeto acaba sendo indiferente. Hitchcock chamava este termo de Macguffin, ou seja, algo que os personagens buscam, mas que a platéia realmente não está interessada, ou mesmo é induzida a não interessar-se. Este objeto faz o enredo se desenvolver do ponto de vista dos personagens no filme ( é como se os personagens estivessem se assistindo). Estes artefatos de cenas dos filmes do mestre, eram meros disfarces - este "microfilme" acaba sendo o motivo (para Cary Grant) de toda perseguição e intriga. Questionado sobre a questão, Hitchcock respondeu a real pergunta com sua leve pitada de humor e a resposta fora uma piada sobre um sujeito que está em um trem e vê um artefato estranho e diz: " Senhor, o que é este pacote estranho em cima de sua cabeça?" "Isso?" , responde o homem que diz: " ah, meu jovem é um Macguffin." Então o sujeito diz: "Mas o que é isso, e para que serve?" E ele: " Serve para prender leões nas montanhas escocesas." Ao que o outro homem disse: "Mas senhor, não há leões nas montanhas escocesas." E o senhor responde: "Então isso não é um Macguffin." Este homor macabro, ferino e poucas vezes leve, faz parte da marca de Hith e o que torna a sua obra mais fascinante. Sempre elegante, inteligente, um verdadeiro cavalheiro inglês. Intriga... é um dos filmes em que o humor é uma pausa perfeita antes do choque. Este humor está presente em grande parte do filme. Grant era um ator tão performático ao pastelão que Hitch foi quem insistiu em escalá-lo. Apenas Grant poderia correr do jeito que corre na famosa cena quando é perseguido pelo avião numa estrada deserta filmada em East Bakersfield, Califórnia. Aliás esta sequência é considerada a melhor sequência de ação da história do cinema, por ser magistral em trabalhar efeitos sonoros e cortes. Ela tem 8 minutos do mais puro silêncio e depois um som vibrante do avião que faz o herói acabar entrando numa velha plantação de milho, correr de volta a estrada e praticamente quase morrer atropelado ao pedir socorro a um caminhão tanque que por ali passava ao longe. O avião se choca com o caminhão e há uma deslumbrante explosão atrás do herói que corre magnificamente. Realmente é pura comédia ver Grant correr do jeito que corre e ele faz isso durante metade para o final da trama. No filme há outros momentos clássicos, como foi dito, a cena final no alto do monumento Rushmore com os rostos esculpidos dos presidentes americanos, filmada em locação na Metro. Um set incrível e muito bem feito. E o falha nossa clássico, na cena em que Eva Marie atira em Grant, no fundo há um garotinho figurante que se antecipa e tapa as orelhas antes dela dar o tiro.     A fita custou 3 milhões de dólares, padrão alto para época. O estúdio desenhou os figurinos de Eva Marie, mas Hitchcock recusou todas as sugestões, então ele foi pessoalmente numa loja chique de Nova York e escolheu todo o guarda roupa da estrela. Pode-se dizer que o figurino dela foi "desenhado" por Hitch. A cena no prédio da ONU foi filmada sem autorização. Quando Grant sai do Taxi e entra no prédio, Hitch esconde uma câmera num caminhão de tapetes e filma escondido toda a cena. O elenco está formidável, é co- estrelado por Jessie Royce Landis que interpreta a mãe de Grant ( na vida real ela era apenas um ano mais velha que ele) além de James Mason, como um vilão frio e sofisticado que é subordinado pelo assassino que sempre abre seus olhos, feito pelo estreante Martin Landau. Além do casal protagonista Grant e Eva Marie que tem uma ótima química sexual - a cena final eles fazem amor, mas não vemos, aliás nunca vemos, no entanto Hitch termina o filme com um trocadilho visual engraçado que tira risos do espectador, uma alusão ao sexo: "O trem está entrando no túnel." Eva Marie revelada em Sindicato de Ladrões de Elia kazan disse como ela foi dirigida por Hitchcock, e isso me fez conhecer mais os métodos do cineasta e me reavaliar, observando os tracejos de outras obras dele. Segundo a atriz, ele não era como Kazan, que sussurrava uma direção particular maravilhosa no seu seu ouvido. Hitch era mais cinemático e técnico e deu à ela três dicas na direção: 1) abaixe sua voz; 2) não use as mãos e 3) sempre olhe nos olhos de Cary Grant. Aí eu revejo as suas "loiras" em outros filmes seus. O quanto elas eram sedutoras, frias, calculistas e românticas. É um híbrido de personalidades nestas mulheres. Uma preferência, um fetiche no inconsiente do cineasta? Sempre as loiras tem os melhores papéis em seus filmes, geralmente as morenas não dão certo nas tramas Hitchcockianas. Eva Marie é a agente dupla perfeita, assim como Janet Leigh fora a ladra perfeita em Psicose. Tudo isso são aspectos que fazem um filme de Hitchcock um padrão de qualidade. O charme, os trocadilhos humorísticos ou simples humor macabro, as vestimentas elegantemente para as situações mais estranhas, e acima de tudo, o misto de suspense. Não há um sucessor que faça do suspense uma marca, uma obra de arte. Hitch foi o precursor neste quesito, o primeiro cineasta visual a ousar. Visualmente perfeito, o filme tem uma tomada fantástica mostrando um edifício em plongée. Intriga Internacinal é uma perseguição dos diabos, um filme de ação e uma corrida senssacional do entorpecimento, e após cinquenta anos não envelhece, é como vinho só melhora. E embora os filmes de Hitchcock se passam nos anos dourados, a premissa continua moderna. Deliciosa e apavorante a cada sessão. Sempre!  
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como conseguir esses filems
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    Ficha Título Original: My Boy Ano/País/Gênero/Duração: 1921 / EUA / Comédia Drama / 55min Direção: Albert Austin Roteiro: Max Abramson Fotografia: Glen MacWilliams Elenco: Jackie Coogan ... Jackie Blair Claude Gillingwater ... Captain Bill Mathilde Brundage ... Mrs. Blair Patsy Marks ... Little Girl   Sinopse   Filme feito basicamente para aproveitar a fama de Jackie Coogan como O garoto, de Chaplin. Novamente ele é um órfão, até mesmo as roupas são idênticas às usadas em The Kid, só que desta vez viaja sozinho e é adotado por um capitão. O filme foi dirigido por Albert Austin, que atuou em diversos filmes ao lado de Chaplin.   Assista Online (filme silencioso) 9ND7Bbks6qY   Canal:http://www.youtube.com/user/CinemaClassico3     Imagens
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Amo adivina Eterna deusa do cinema Greta Garbo! Linda e Eterna Bela!
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GretaGArbo/ aEterna Diva
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Pimpinela Escarlate.... Me faz lembrar o inesquecivel Pagano Sobrinho ( Por favor, descarte o comentario anterior. Obrigado
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  Ficha Título Original: Audrey Rose Ano/País/Gênero/Duração: 1977 / EUA / Terror / 113min Direção: Robert Wise Produção: Joe Wizan Roteiro: Frank De Felitta Fotografia:  Victor J. Kemper Música: Michael Small Elenco: Marsha Mason ... Janice Templeton Anthony Hopkins ... Elliot Hoover John Beck ... Bill Templeton Susan Swift ... Ivy Templeton Norman Lloyd ... Dr. Steven Lipscomb John Hillerman ... Scott Velie Robert Walden ... Brice Mack Philip Sterling ... Judge Langley Ivy Jones ... Mary Lou Sides Stephen Pearlman ... Russ Rothman Aly Wassil ... Maharishi Gupta Pradesh Mary Jackson ... Mother Veronica     Sinopse   Janice (Marsha Mason) e Bill Templeton (John Beck) são um casal que vive feliz com sua filha única, a bem-comportada pré-adolescente Ivy (Susan Swift). Essa imagem de família feliz começa a ser decomposta com a chegada do estranho Elliott Hoover (Anthony Hopkins). Depois de suspeitas de que ele pretende molestar sexualmente Ivy, Hoover tenta convencer aos pais que seu interesse (quase uma obsessão) pela garota é apenas paternal. Para ele, a menina é a reencarnação de sua filha, morta em um terrível acidente. Coisas estranhas começam a acontecer a partir desse momento   Assista Online (legendado) 1jBt71VaPng   Canal:https://www.youtube.com/user/yorikobrasil (Caso seja necessário ative a legenda no retângulo vermelho abaixo da tela).   Imagens
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  Ficha Título Original: Prix de beauté Ano/País/Gênero/Duração: 1930 / França / Drama / 93min Direção: Augusto Genina Produção: Romain Pinès    Roteiro: René Clair, Georg Wihelm Pabst Fotografia:  Rudolph Maté    Música: René Sylviano Elenco: Louise Brooks as Lucienne Garnier Georges Charlia as Andre Augusto Bandini as Antonin, Lucienne and Andre's friend and co-worker Andre Nicolle as Le secretaire du journal, to whom Lucienne appeals to try to withdraw from the contest Marc Ziboulsky as Le manager Yves Glad as Le maharajah Alex Bernard as Le photographe, who takes a picture of Lucienne and Andre before her fame Gaston Jacquet as Le Duc Jean Bradin as Prince de Grabovsky     Sinopse   Ambiciosa e bela jovem que participa de um concurso de beleza e aspira a uma carreira cinematográfica, enfurece seu ciumento marido.   Assista Online jYBjiRkF43I   Canal: http://www.youtube.com/user/CinemaClassico3     Imagens
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  Por Lucas Voigt (Professor) O filme se passa na Alemanha em 1931, começo do nazismo, a historia mostra Sally Bowles (Liza Minnelli) cantora e dançarina do cabaré Kit Kat clube, ela conhece Brian Roberts (Michael York) professor de inglês  com quem se envolve, e o rico Maximilian von Heune(Helmut Griem), acaba acontecendo então um triangulo amoroso. Dirigido do Bob Fasse,  filme mostra exatamente o mundo no inicio da decada de 30, com toda sua sensualidade, bebidas, cabares,pessoas fazendo favores sexuais em troca de conseguir o que quer, a propria Sally faz isso, dormindo com varios produtores para ter a chance de ser uma estrela de cinema, Bob Fasse conseguio captar ao publico os badalados anos 30, claro que com  a ajuda de Liza Minnelli, seu carisma e talento que a levou ao oscar de melhor atriz prende a quem está assistindo.   O Roteiro é inteligente, com frases memoraveis como “Divina decadencia” ou “Meu corpo não te enloquece de desejo”,  o mestre de cerimonias  interpretado pelo incrivel  Joel Grey, tem dialogos incriveis dando ao filme um ar cômico. Sendo um músical sua trilha sonora é perfeita com músicas que ficam na cabeça de quem está assistindo, números musicais memoravis como “Mein Herr”,”Money, Money”, Maybe This Time” e a icônica “Life is Cabaret” deixa o filme com aquele ar dos antigos musicais de hollywood. Cabaret tem fugurinos memoravies como o do número “Mein Herr”, com chapêu cuco, sinta liga dando aquele tom erótico ao filme, lembrando que alguns figurino e a maquiagem foram feitos de improviso por Liza Minnelli.   CX-24Zm0bjk   Rejeitado por diretores como Gene Kelly e Billy Wilder, Cabaret recebeu 8 Oscars, melhor diretor, melhor atriz(Liza Minnelli), melhor ator coadjuvante (Joel Grey), melhor fotografia, melhor direção de arte, melhor edição, melhor som e melhor trilha sonora, e foi indicado ao oscar de melhor filme. É um filme marcante um verdadeiro classico do cinema que todos devem assistir um dia. E lembrem-se “A Vida é um Cabaret”. CX-VXRQV5z9GL8
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Gostaria de saber como posso comprar alguns destes filmes biográficos. Alguns eu já adquiri e são excelentes. Obrigada
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  A passagem do cinema silencioso para o falado: é mostrada de forma caricata no filme, já que se trata de uma comédia musical. Mas na época foi mesmo um desespero: dificuldades dos astros em se adaptar ao novo cinema, o falado, gesticulando exageradamente, quando não havia mais necessidade. E o som, tal qual ocorreu na época, também ocorreu com distorções, vozes alteradas, chiados, barulhos exarcebados, fora de sincronia e público reclamando. "Broadway Ballet": pode ser considerado, por seu tamanho, um filme dentro de outro filme. Nele surge Cyd Charisse, numa história à parte, com Gene Kelly em uma história totalmente diferente da vivida em Cantando na Chuva. A dança de Cyd, uma vamp,  é sedutora e inebriante e o nível completamente diferente dos números dançados por Donald e Debbie Reynolds. Cosmo: o papel de Cosmo foi escrito para Oscar Levant, mas foi imortalizado por Donald O'Connor. Dublagem: Betty Noyes dublou as músicas  "Would You" e "You Are My Lucky Star". Mas a voz de Debbie Reynolds pode ser ouvida na música "Lucky Star", quando ela fica ao lado do cartaz de Gene Kelly e antes de aparecer no palco atrás de Lina. Ensinada: Cyd Charisse aprendeu a fumar para a sequência vamp do filme.   Febre: Gene estava gripado e com muita febre ao fazer as famosas cenas de chuva que caracterizam o filme. Mesmo assim refilmou diversas vezes. Quando melhorou, fez em um take só. Grito: O'Connor foi outro que admitiu que não gostou de trabalhar neste filme com Kelly, pois tinha medo de levar um grito dele se errasse. Chegava a fumar quarto carteiras de cigarro de tanto nervosismo. Horas por dia de trabalho: os atores e produção chegavam até a 19 horas de trabalho por dia. Insultos: Debbie Reynolds  considerou Gene Kelly um tirânico com ela fora das telas. Ela era uma estreante e estava nervosa ao estrear justamente ao lado dele. Ele a ensaiou exaustivamente e não tinha paciência, fazendo-a chorar diversas vezes. Numa dessas, Fred Astaire a encontrou e lhe deu algumas dicas de como dançar. Um gentleman. Jean Hagen: No número  "Would You" ela dubla Debbie Reynolds falando enquanto a Betty Noyes dubla ela cantanto. É irônico isso, mas é verdade. A Hagen tinha a voz muito suave e bela. Foi indicada ao Oscar pelo papel. Leite: foram espalhados leite nos cenários para que Gene soubesse onde estavam os buracos nas cenas do musical Cantando na Chuva. Muitos:  personagens aparecem como caricaturas dos atores do cinema silencioso, como a vamp, representando as atrizes que se comportavam como tal. Novata: aos 19 anos,  Debbie ainda morava com os pais e tinha que acordar às 04h da manhã e pegar 3 ônibus para chegar nos Estúdios. Muitas vezes, com medo de perder a hora, ela dormiu nos estúdios. O Pirata: "Make 'Em Laugh", cantada e dançada por Donald O'Connor é um plágio do musical "Be a Clow", cantado e dançado por Judy Garland e Gene Kelly em O Pirata. Primeiro: vieram as músicas, e só depois o roteiro do filme foi feito. Dessa forma os escritores puderam encaixar as músicas dentro da história.   Queriam: Judy Holliday no papel de Lina Lamont. Roupas: velhas e artigos de outros filmes foram utilizados, como objetos (tapetes, cadeiras, mesas) da mansão usada por Greta Garbo e em A Carne e o Diabo que podem ser vistas no musical "Good Morning". "Singin 'in the Rain": foi cantado pela primeira vez no musical  "The Hollywood Revue of 1929", depois em "Speak Easily" de 1932 e ainda em  "Little Nellie Kelly", 1940. Todas essas atrizes foram cogitadas para o papel de Kathy:  Judy Garland, June Allyson, Ann Miller, Jane Powell e Leslie Caron. Mas foram consideradas velhas demais. Ui: as gravações de Cyd Charisse foram várias vezes interrompidas pois foi descoberto que seus pelos pubianos apareciam em várias sequências de dança. Verdade: "Good Morning" foi cantado pela primeira vez em "Sangue de Artista", por Judy Garland e Mickey Rooney. Walter Plunkett: figurinista do filme, trabalhava nos Estúdios desde 1929, e sabia exatamente o que se usava na época retratada. X: O calhambeque dirigido por Debbie foi o mesmo usado por Mickey Rooney na série Andy Hardy. Zero: o negativo do filme foi destruído em um incêndio.   Por Carla Marinho
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Ficha Título Original: It's the Old Army Game Ano/País/Gênero/Duração: 1926 / EUA / Comédia / 70min Direção: A. Edward Sutherland Produção: Adolph Zukor Roteiro: William LeBaron Fotografia:  Alvin Wyckoff Elenco: W. C. Fields - Elmer Prettywillie Louise Brooks - Mildred Marshall Blanche Ring - Tessie Overholt William Gaxton - George Parker Mary Foy - Sarah Pancoast Mickey Bennett (born 1915) - Mickey Josephine Dunn - Society Bather Jack Luden - Society Bather George Currie - Artist     Sinopse   O filme é baseado em uma história original de  WC Fields, tendo como base vários esquetes de peças de palco.   Assista Online (filme silencioso) J-EVA6Soqt0   Canal:http://www.youtube.com/user/CinemaClassico3     Imagens
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Olá! Acabo de achar essa postagem relacionada ao Rubens e gostaria de saber se pode me tirar uma dúvida!? É que vejo que o Rubens está sumido de seu blog em R7, poderia dizer o porque? Se ele vai voltar pro blog? Obrigado!
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Não estou conseguindo fazer o download. O navegador diz que não consegue localizar o link.
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  Ficha Título Original: The Boy In The Plastic Bubble Ano/País/Gênero/Duração: 1976 / EUA / Drama Romance / 96min Direção: Randal Kleiser Produção: Cindy Dunne Roteiro:  Douglas Day Stewart e Joe Morgenstern Fotografia:  Archie R. Dalzell    Música: Mark Snow Elenco: John Travolta.... Tod Lubitch Diana Hyland.... Mickey Lubitch Robert Reed.... Johnny Lubitch Ralph Bellamy.... Dr. Ernest Gunther Glynnis O'Connor.... Gina Biggs Karen Morrow.... Martha Biggs Buzz Aldrin.... Buzz Aldrin     Sinopse   Baseado em história real, o filme conta a vida de Tod Lubitch, um rapaz com problemas imunológicos criado dentro de uma bolha de plástico, construída pela NASA, para protegê-lo de infecções. Principais prêmios e indicações Emmy Awards 1977 (EUA) Diana Hyland venceu na categoria de Performance Extraordináriade de Atriz Coadjuvante em Comédia ou Drama. Indicado nas categorias de Melhor Edição de Som e Roteiro Original para Filme de Televisão -Programa Especial - Drama ou Comédia. Assista Online (legendado em espanhol) IETs74ZXO3E   Canal: http://www.youtube.com/user/CinemaClassico3     Imagens
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  1º: Conrad "Nicky Hilton (6 May 1950 - 1 February 1951) - divórcio   2º Michael Wilding(21 February 1952 - 30 January 1957) - divórcio - 2 filhos   3º Michael Todd (2 February 1957 - 22 March 1958) - até a morte dele - 1 filho   4º Eddie Fisher (12 May 1959 - 6 March 1964) - divórcio 5º Richard Burton (15 March 1964 - 26 June 1974) - divórcio - 1 filho   6º Richard Burton (de novo) (10 October 1975 - 1 August 1976) - divórcio 7º John Warner (4 December 1976 - 7 November 1982)     8º Larry Fortensky (6 October 1991 - 31 October 1996)
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1) Audrey Hepburn recebeu um salário de 750 milhões de dólares para trabalhar  em Boneca de Luxo, tornando-se o segundo maior ordenado pago a uma atriz na época, (o primeiro foi o de Elizabeth Taylor em Cleópatra. 2) Foi lançado, em 2000, um filme biográfico - The Audrey Hepburn Story, sobre a vida da atriz, gerando muita polémica entre a crítica e os seus fãs pela escolha da actriz que iria desempenhar Hepburn: Jennifer Love Hewitt. A mesma foi rejeitada pelo público e crítica em geral. Hoje pouco ouve-se falar do filme. 3) O vestido usado por Audrey em Bonecquinha de Luxo foi leiloado por 800 mil dólares e o dinheiro revertido para a construção de 15 escolas para crianças pobres indianas. 4) A atriz recebeu o Jean Hersholt Humanitarian Award (prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas), em 1993, por seu trabalho como embaixadora da Unicef. O prémio foi recebido, postumamente, pelo seu filho, Sean Hepburn Ferrer. 5) Das primeiras aparições que fez na televisão, Audrey Hepburn foi criticada pelos seus pés excessivamente grandes e descrita como demasiado alta, ossuda e máscula. Anos mais tarde, a atriz fora considerada pela elite da moda americana como o ideal de beleza e o ícone de uma figura física perfeita. 6) Audrey nunca excedeu os 46,5 kg, a não ser nos períodos em que esteve grávida. 7) Em 1990, Audrey foi homenageada de uma forma linda: o seu nome foi atribuído a uma nova espécie de tulipa. 8) Sean Ferrer, o filho da atriz, revelou o segredo pessoal de Audrey Hepburn para o sucesso: fazer sempre o que se quis, e nunca o que os outros esperaram dela. 9) O clima entre Audrey Hepburn e Humphrey Bogart durante as filmagens de Sabrina era tenso e dificultava a espontânea rodagem do mesmo. O clima estava tão tenso que quase ela foi substituída por Lauren Bacall. 10) Audrey teve um degaste físico no ínicio das filmagens de Charada, pois foram iniciadas apenas dois dias após a rodagem de Quando Paris Alucina. 11) Durante as filmagens de O Passado Não Perdoa, Audrey Hepburn fez uma paragem para ir caçar patos no lago das redondezas. O barco afundou, e a atriz acabou sendo salva por uma fotógrafa que a avistou durante o sucedido. 12) As coisas não estavam boas nesse tempo mesmo. Ainda na rodagem de O Passado Não Perdoa, Audrey Hepburn ficou gravemente ferida ao cair de um cavalo. Grávida, voltou a trabalhar após 6 semanas internada, usando um colete ortopédico, mas acabou perdendo o bebê. 13) A série Gossip Girl acarreta várias influências da filmografia de Audrey Hepburn: a personagem principal, Blair Waldorf interpretada por Leighton Meester, idolatra a actriz e o seu filme preferido é Bonequinha de Luxo. O primeiro episódio foi intitulado de Roman Holiday, em português - A Princesa e o Plebeu, filme que garantiu o óscar a Hepburn na categoria de Melhor Atriz. 14) O último filme da atriz foi Além da Eternidade, que marcou o fim da sua carreira e o último fracasso de bilheteiras de Steven Spielberg como diretor, que atingiu a prosperidade com Hook, protagonizado por Dustin Hoffman, Robin Williams, Julia Roberts e Maggie Smith.
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Shirley foi a primeira atriz a admitir abertamente ter feito uma mastectomia, encorajando outras mulheres a seguirem seu exemplo. Aos sete anos, a vida da atriz foi colocada em um seguro com a Lloyd’s of London. No seguro constava que a família não receberia nada se a morte fosse causada por drogas ou embriaguez. Fazer o papel de Dorothy, garotinha do Kansas era o sonho de Shirley. Mas ela não pôde fazer o papel por dois motivos: a 20Th Century Fox se recusou a emprestá-la e Judy Garland, inicialmente cotada, ganhou o papel. 56 cachinhos: era a quantidade de cachos que sua mãe fazia pessoalmente em seus cabelos para cada filmagem.
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Veja as locações dos filmes chaplinianos ontem e hoje. Tempos Modernos   O Garoto: O Vagabundo
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    A história de Lewis Carroll vem inspirando inúmeras versões no cinema. O IMDB lista mais de 100 títulos baseados em Alice, incluindo séries, filmes para a tv e games. Algumas das versões ao longo dos anos: 1903: A primeira versão de Alice surgiu em 1903, com o curta de 8min que trazia May Clark como Alice sob a direção de Cecil M. Hepwoeth.     1910: A Companhia Edison fez uma refilmagem em 1910, num curta de 10 minutos: 1915: Alice in Wonderland  foi dirigido por W.W. Young e trouxe Viola Savoy no papel principal: AIVSxzTDP2k   1923: Versão animada de Walt Disney, um curta dublado por Virginia Davis: Q-oQyWaHydU   1928: Walter Lang trouxe sua versão, entitulada “Alice Through a Looking Glass”: 1931: primeira versão da história agora no cinema falado, dirigido por Bur Pollard e estrelado por Ruth Gilbert: 1933: No natal de 1933 Charlotte Henry estrelou o filme dirigido por Norman Z. McLeod. Essa versão trazia atores legendários de Hollywood, como W.C. Field, Cary Grant e Gary Cooper (em início de carreira), fazendo participações especiais: 1951: Disney's Alice In Wonderland. Lou Bunin criou uma animação que incorporava elementos de “Through the looking Glass”. Kathryn Beaumont fez a voz de Alice: 1966: A United Productions of America lançou a versão animada de 52 minutos de “Alice of Wonderland in Paris”, que, como o título indica, mostrava Alice em aventuras em Paris; Sua voz foi dublada por Norma MacMillan:   Nesse mesmo ano, Hanna Barbera lançou (Alice in Wonderland, or What’s a Nice Kid Like You Doing in a Place Like This?), um especial para a TV que trazia as vozes de Sammy Davis Jr., Zsa Zsa Gabor, Mel Blanc, Harvey Korman e Doris Drew como Alice. 1972: Alice’s In Wonderland, estrelado por Fiona Fulleton, e ainda trazendo Peter Sellers, Dudley Moore, Michael Crawford e Michael Jayston no elenco: 1976: A primeira versão pornográfica de Alice veio com “Alice in Wonderland: An X-Rated Musical Fantasy”: 1977: “Terry Gilliam’s Jabberwocky”, Que trazia a luta de Gilliam (uma espécie de Alice) lutando contra o terrível dragão: 1982: versão russa de 38 minutos, na animação “Alisa v Zazerkale”: 1982: Alicja foi estrelada por Sophie Barjac. Uma versão moderna de Alice: 1982: Meryl Streep estrelou “Alice at the Palace”, que trazia também Betty Abelin, Debbie Allen, Richard Cox e Michael Jeter no elenco. 1982: Annie Enneking iniciou a produção televisiva de Alice. A mesma trazia elementos de Alice in Wonderland e Through the looking glass.   1985: Caterpillar from Dreamchild, de Gavin Millar. Versão grotesca da história, trazendo Ian Holm e Charles L. Dogson: 1988: Neco z Alenky, Versão bizarra e surrealista da história, criada por Jan Scankmajer:         1998: após uma década sem aparecer nas telas, Alice retorna em Alice Through the Looking Glass, estrelado por Kate Beckinsale, e trazendo de volta Lewis Carroll, que já havia participado do filme Dreamchild, uma década antes.       1999: estréia a versão “The Mock Turtle” do canal de tv Hallmark Channell, trazendo Whoopi Goldberg, Peter Ustinov, Gene Wilder, Christopher Lloyd: 2010: chega às telas a versão em 3D de Tim Burton, trazendo Johnny Depp, Helena Bonham Carter, Alan Rickman, Christopher Lee, Anne Hathaway e Mia Wasikowska como Alice:    
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A imprensa marrom ainda vive e continua passando bem nos Estados Unidos e Inglaterra. O apelido veio porque sua origem eram tabloides que eram impressos com tinta dessa cor (e não por ser um xingamento!). São os famigerados fotógrafos chamados Paparazzi (nome primeiro usado em La Dolce Vita de Fellini em 1960, ou seja Mosquitos, por que eles vivem de correr atrás de celebridades para pegar flagrantes escandalosos, ou seja perturbando como mosquitos). Moda que hoje floresce em Los Angeles e Nova York, e nada tem a ver com os fotógrafos de sites e revistas brasileiros, que são mais educados e gentis do que seu similar americano (curiosamente a maior parte dos paparazzi de Hollywood são brasileiros e não têm o menor escrúpulo). Felizmente nada a ver. Tudo acontece porque nos EUA existe uma lei que contempla a figura de pessoa pública. Se você é famoso, aparece na televisão ou é político, isso lhe tira o direito de ter vida privada. Ou seja, podem escrever o que quiser sobre você, desde que seja de conhecimento público (cabe-lhe processos por difamação ou injúria, mas apenas quando invadem certas áreas que a pessoa nunca abriu). No Brasil não é assim (nem na França), mesmo que famoso, o indivíduo continua a manter seus direitos individuais. Vejam o caso do livro não autorizado sobre Roberto Carlos que foi recolhido mesmo sendo favorável ao biografado. E o mais famoso ainda de Garrincha, escrito por Ruy Castro, que ficou anos em julgamento. Ou seja, não existe biografia não autorizada, a pessoa ou seus herdeiros e famílias têm que concordar com o livro. Se não, não pode ser editado. Isso causa problemas para a própria verdade histórica, só sairão então o que a família liberar e desejar, escondendo mesmo fatos históricos. E tudo, inclusive fotos, tem que ser liberadas pelos autores e pessoas que aparecem. A imprensa marrom ainda vive e continua passando bem nos Estados Unidos e Inglaterra. O apelido veio porque sua origem eram tabloides que eram impressos com tinta dessa cor (e não por ser um xingamento!). São os famigerados fotógrafos chamados Paparazzi (nome primeiro usado em La Dolce Vita de Fellini em 1960, ou seja Mosquitos, por que eles vivem de correr atrás de celebridades para pegar flagrantes escandalosos, ou seja perturbando como mosquitos). Moda que hoje floresce em Los Angeles e Nova York, e nada tem a ver com os fotógrafos de sites e revistas brasileiros, que são mais educados e gentis do que seu similar americano (curiosamente a maior parte dos paparazzi de Hollywood são brasileiros e não têm o menor escrúpulo). Felizmente nada a ver. Tudo acontece porque nos EUA existe uma lei que contempla a figura de pessoa pública. Se você é famoso, aparece na televisão ou é político, isso lhe tira o direito de ter vida privada. Ou seja, podem escrever o que quiser sobre você, desde que seja de conhecimento público (cabe-lhe processos por difamação ou injúria, mas apenas quando invadem certas áreas que a pessoa nunca abriu). No Brasil não é assim (nem na França), mesmo que famoso, o indivíduo continua a manter seus direitos individuais. Vejam o caso do livro não autorizado sobre Roberto Carlos que foi recolhido mesmo sendo favorável ao biografado. E o mais famoso ainda de Garrincha, escrito por Ruy Castro, que ficou anos em julgamento. Ou seja, não existe biografia não autorizada, a pessoa ou seus herdeiros e famílias têm que concordar com o livro. Se não, não pode ser editado. Isso causa problemas para a própria verdade histórica, só sairão então o que a família liberar e desejar, escondendo mesmo fatos históricos. E tudo, inclusive fotos, tem que ser liberadas pelos autores e pessoas que aparecem. Uma incrível dor de cabeça para os editores de livros.   Porém os excessos de liberdade são igualmente indesejáveis. Quando a pessoa famosa morre nos EUA, não há mais recurso, você pode publicar um livro inteiramente falso, mentiroso sobre ela, que a família nada poderá fazer. Por exemplo, disseram que Errol Flynn era espião nazista e ficou por isso mesmo. Agora publicaram um livro sobre Paul Newman, um grande benfeitor (ele doou tudo que ganhou na sua linha de produtos naturais para a caridade, tudo: não guardou nada para si) e que tinha imagem pública impoluta. Mas como morreu, apareceu um sem vergonha chamado Darwin Porter, que se especializa em publicar livros marrons, como este The Man behind the Baby Blues, His Secret Life Exposed, Edição da BloodMoon Prod. (pode ser adquirado pela Amazon). Ele já tinha feito algo parecido com Marlon Brando, mas este era famoso como pansexual e transgressor, e isso só contribuiu para sua imagem de maluco genial. O alvo do livro é basicamente dizer que Paul era bissexual e teve romances longos e duradouros com todos os outros bi de Hollywood em sua época. Que teriam sido James Dean, Anthony Perkins, Robert Francis e pasmem, Steve McQueen (em todos os casos eram amizades coloridas). Não falam dos ainda vivos como Robert Redford e Tom Cruise, porque poderiam provocar processos indesejáveis. Mas o livro insiste que Newman era uma máquina de fazer sexo e que ao chegar em Hollywood fez uma lista de quem queria fazer sexo. Todas as mulheres que haviam sido ídolos dele. E foi preenchendo de Lana Turner, a Ava Gardner, Joan Crawford e Marilyn Monroe (com esta teria sido íntimo e próximo) e praticamente todas suas co-estrelas (inclusive Píer Angeli que dividia com Dean). Tudo isso baseado em pseudo testemunhos de pessoas que também já morreram, como Janice Rule, Earth Kitt, Rod Steiger, Vampira, ou seja, que não podem dizer nada mais, comprovando ou não as informações. O fato é que o sr. Darwin é péssimo escritor, inventando diálogos e situações que nunca poderia ter testemunhado, como mera oportunidade de entregar mais gente ainda. Quase uma enciclopédia da vida sexual de Hollywood nos anos 50 a 70, porque para por aí, com a morte por drogas do filho de Paul, depois de uma sequência que não ousou descrever que chega aos limites da grosseria. É um projeto de tão mau caráter, tão desonesto que cheguei a ficar envergonhado de ter comprado o livro, até com a desculpa de ser sempre bem informado. Mas não passa de literatura da pior espécie, que só serve mesmo para o lixo. Uma incrível dor de cabeça para os editores de livros. The Man behind the Baby BluesPorém os excessos de liberdade são igualmente indesejáveis. Quando a pessoa famosa morre nos EUA, não há mais recurso, você pode publicar um livro inteiramente falso, mentiroso sobre ela, que a família nada poderá fazer. Por exemplo, disseram que Errol Flynn era espião nazista e ficou por isso mesmo. Agora publicaram um livro sobre Paul Newman, um grande benfeitor (ele doou tudo que ganhou na sua linha de produtos naturais para a caridade, tudo: não guardou nada para si) e que tinha imagem pública impoluta. Mas como morreu, apareceu um sem vergonha chamado Darwin Porter, que se especializa em publicar livros marrons, como este The Man behind the Baby Blues, His Secret Life Exposed, Edição da BloodMoon Prod. (pode ser adquirado pela Amazon). Ele já tinha feito algo parecido com Marlon Brando, mas este era famoso como pansexual e transgressor, e isso só contribuiu para sua imagem de maluco genial. O alvo do livro é basicamente dizer que Paul era bissexual e teve romances longos e duradouros com todos os outros bi de Hollywood em sua época. Que teriam sido James Dean, Anthony Perkins, Robert Francis e pasmem, Steve McQueen (em todos os casos eram amizades coloridas). Não falam dos ainda vivos como Robert Redford e Tom Cruise, porque poderiam provocar processos indesejáveis. Mas o livro insiste que Newman era uma máquina de fazer sexo e que ao chegar em Hollywood fez uma lista de quem queria fazer sexo. Todas as mulheres que haviam sido ídolos dele. E foi preenchendo de Lana Turner, a Ava Gardner, Joan Crawford e Marilyn Monroe (com esta teria sido íntimo e próximo) e praticamente todas suas co-estrelas (inclusive Píer Angeli que dividia com Dean). Tudo isso baseado em pseudo testemunhos de pessoas que também já morreram, como Janice Rule, Earth Kitt, Rod Steiger, Vampira, ou seja, que não podem dizer nada mais, comprovando ou não as informações. O fato é que o sr. Darwin é péssimo escritor, inventando diálogos e situações que nunca poderia ter testemunhado, como mera oportunidade de entregar mais gente ainda. Quase uma enciclopédia da vida sexual de Hollywood nos anos 50 a 70, porque para por aí, com a morte por drogas do filho de Paul, depois de uma sequência que não ousou descrever que chega aos limites da grosseria. É um projeto de tão mau caráter, tão desonesto que cheguei a ficar envergonhado de ter comprado o livro, até com a desculpa de ser sempre bem informado. Mas não passa de literatura da pior espécie, que só serve mesmo para o lixo.   Rubens Ewald Filho
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