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Título Original: The Desert Fox: The Story of Rommel Ano/País/Gênero/Duração: 1951 / EUA / Ação/Biografia/Drama/Histórico / 88min Direção: Henry Hathaway Produção: Nunnally Johnson Roteiro: Nunnally Johnson, Desmond Young Fotografia: Norbert Brodine     Música: Daniele Amfitheatrof Elenco James Mason ...     Field Marshal Erwin Johannes Rommel Cedric Hardwicke    ...     Dr. Karl Strolin Jessica Tandy    ...     Frau Lucie Marie Rommel Luther Adler    ...     Adolf Hitler Everett Sloane    ...     Gen. Wilhelm Burgdorf Leo G. Carroll    ...     Field Marshal Gerd von Rundstedt George Macready    ...     Gen. Fritz Bayerlein Richard Boone    ...     Capt. Hermann Aldinger Eduard Franz    ...     Col. Klaus von Stauffenberg Desmond Young    ...     Himself, Lt. Colonel Desmond Young Sinopse Rommel é um marechal responsável pelas táticas militares à serviço de Hitler na Segunda Guerra Mundial. Conhecido como a Raposa do Deserto, é respeitado tanto por seguidores quanto por adversários. Ao verificar que Hitler levava a Alemanha ao caos, une-se a conspiradores.
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Título Original: Call Northside 777 Ano/País/Gênero/Duração: 1948 / EUA / Drama, Filme noir, Policial / 111min Direção: Henry Hathaway Produção: Otto Lang Roteiro: Jerome Cady e Jay Dratler Fotografia: Joseph MacDonald Música: Alfred Newman Elenco James Stewart ...     P.J. 'Jim' McNeal Richard Conte    ...     Frank W. Wiecek Lee J. Cobb    ...     Brian Kelly Helen Walker    ...     Laura McNeal Betty Garde    ...     Wanda Skutnik Kasia Orzazewski    ...     Tillie Wiecek Joanne De Bergh    ...     Helen Wiecek Howard Smith    ...     K.L. Palmer Moroni Olsen    ...     Parole Board Chairman John McIntire    ...     Sam Faxon Paul Harvey    ...     Martin J. Burns Sinopse Um anúncio de classificados chama a atenção do editor de um jornal, Brian Kelly. Ele envia um repórter à procura de provas de um assassinato de um policial ocorrido 11 anos antes. a justiça terá errado no caso e prendido injustamente um homem.
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Título Original: The House on 92nd Street Ano/País/Gênero/Duração: 1945 / EUA / Noir / 88min Direção: Henry Hathaway Produção: Louis De Rochemont Roteiro: Barré Lyndon e Charles G. Booth Fotografia: Norbert Brodine     Música: David Buttolph Elenco William Eythe    ...     Bill Dietrich Lloyd Nolan    ...     Agent George A. Briggs Signe Hasso    ...     Elsa Gebhardt Gene Lockhart    ...     Charles Ogden Roper Leo G. Carroll    ...     Col. Hammersohn Lydia St. Clair    ...     Johanna Schmidt William Post Jr.    ...     Walker Harry Bellaver    ...     Max Cobura Bruno Wick    ...     Adolf Lange Harro Meller    ...     Conrad Arnulf Charles Wagenheim    ...     Gustav Hausmann Alfred Linder    ...     Adolf Klein Renee Carson    ...     Luise Vadja Sinopse Segunda Guerra Mundial. O agente George Briggs é designado para descobrir uma rede de espionagem de alemães em Nova York. Para isso ele se torna um agente duplo.
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Título Original: The Agony and the Ecstasy Ano/País/Gênero/Duração: 1965 / EUA/ Drama História / 138min Direção: Carol Reed Produção: Carol Reed Roteiro: Irving Stone, Philip Dunne, Philip Dunne Fotografia: Leon Shamroy Música: Alex North, Jerry Goldsmith, Franco Potenza Elenco Charlton Heston ...     Michelangelo Rex Harrison ...     Pope Julius II Diane Cilento    ...     Contessina de'Medici Harry Andrews    ...     Bramante Alberto Lupo    ...     Duke of Urbino Adolfo Celi    ...     Giovanni de' Medici Venantino Venantini    ...     Paris De Grassis John Stacy    ...     Sangallo Fausto Tozzi    ...     Foreman Maxine Audley    ...     Woman Tomas Milian    ...     Raphael Sinopse O filme retrata a luta de valores entre o pintor Michelangelo e o Papa Julio II, que encomendou a pintura do teto da Capeta Sistina a Michelangelo, e este levou anos para finalizar. Curiosidades - O filme foi um fracasso de bilheteria. - A capela Sistina não poderia ser usada. Desta forma foi recriada em estúdios. - Rex Harrison não se dava bem com Charlton Heston e os dois se evitaram durante todas as filmagens. - Laurence Olivier foi a primeira opção para interpretar o Papa Júlio.
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Título Original: Unfaithfully Yours Ano/País/Gênero/Duração: 1948 / EUA / Drama / 105min Direção: Preston Sturges          Produção: Preston Sturges Roteiro: Preston Sturges          Fotografia: Victor Milner Música: Robert Fritch   Elenco Rex Harrison ...     Sir Alfred De Carter Linda Darnell ...     Daphne De Carter Rudy Vallee    ...     August Henshler Barbara Lawrence    ...     Barbara Henshler Kurt Kreuger    ...     Anthony Windborn Lionel Stander    ...     Hugo Standoff Edgar Kennedy    ...     Detective Sweeney Al Bridge    ...     House Detective Julius Tannen    ...     O'Brien Torben Meyer    ...     Dr. Schultz Sinopse O maestro Alfred De CArter tem certeza de que sua esposa está traindo ele. E pensa em algumas formas de se vingar. Curiosidades - Baseado livremente na vida do maestro Sir Thomas Beecham.
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Título Original: Double Whoopee Ano/País/Gênero/Duração: 1929 / EUA / Comédia / 20min Direção: Lewis R. Foster Produção: Hal Roach Roteiro: Leo McCarey e H.M. Walker Fotografia: Jack Roach Elenco Stan Laurel ...     Stan Oliver Hardy ...     Ollie Jean Harlow ...     Swanky blonde Ed Brandenburg    ...     Bellhop William Gillespie    ...     Hotel manager Charlie Hall    ...     Cabdriver Hans Joby    ...     Prince Ham Kinsey    ...     Cabdriver Sam Lufkin    ...     Man poked in eye Charley Rogers    ...     Prime Minister Tiny Sandford    ...     Policeman Rolfe Sedan    ...     Desk clerk Sinopse Stan e Ollie trabalham como lacaio e porteiro em um hotel luxuoso. Suas funções também incluem consertar os estragos feitos pelos hóspedes. Curiosidades - Comédia curta. - Filme mudo. - O filme é muito lembrado pela ponta em que Jean Harlow fez, com o vestido prendendo no carro. - Em 1969, este se tornou o primeiro filme mudo a ser transferido para som.     Imagens
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Título Original: Cromwell Ano/País/Gênero/Duração: 1970 / Inglaterra / Biografia Drama / 145min Direção: Ken Hughes Produção: Irving Allen Roteiro: Ken Hughes Fotografia: Geoffrey Unsworth Música: Frank Cordell Elenco Richard Harris.... Oliver Cromwell Alec Guinness... Rei Carlos I Robert Morley.... Conde de Manchester Dorothy Tutin.... Reina Enrique María de Francia Frank Finlay.... John Carter Timothy Dalton.... Príncipe Rupert del Rhin Patrick Wymark.... Conde de Strafford Patrick Magee.... Hugh Peters Nigel Stock.... Sir Edward Hyde Charles Gray.... Conde de Essex Michael Jayston.... Henry Ireton Geoffrey Keen.... John Pym Anthony May.... Richard Cromwell Stratford Johns.... Presidente Bradshaw Sinopse Oliver Cromwell, um cavaleiro, desafia a opressão política e a corrupção na Grã Bretanha do século XVII. Prêmios - Oscar de Melhor Figurino.   Imagens
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Título Original: The Lavender Hill Mob Ano/País/Gênero/Duração: 1951 / Inglaterra / Comédia / 81min Direção: Charles Crichton Produção: Michael Balcon Roteiro: T.E.B. Clarke Fotografia: Douglas Slocombe Música: Georges Auric Elenco Alec Guinness    ...     Holland Stanley Holloway    ...     Pendlebury Sid James    ...     Lackery Alfie Bass    ...     Shorty Marjorie Fielding    ...     Mrs. Chalk Edie Martin    ...     Miss Evesham John Salew    ...     Parkin Ronald Adam    ...     Turner Arthur Hambling    ...     Wallis Gibb McLaughlin    ...     Godwin John Gregson    ...     Farrow Clive Morton    ...     Station Sergeant Sydney Tafler    ...     Clayton Marie Burke    ...     Senora Gallardo Audrey Hepburn ...     Chiquita Sinopse Após roubar dinheiro do banco onde trabalhava, Henry Holland (Alan Guinness) foge para o Rio de Janeiro. Curiosidades - Primeiro filme de Robert Shaw. - Audrey Hepburn foi considerada para um papel maior, mas não tinha muito tempo disponível. Ficou com uma participação apenas. Prêmios Oscar de Melhor Roteiro Imagens
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Título Original: The Mudlark Ano/País/Gênero/Duração: 1950 / EUA Inglaterra / Drama / 99min Direção: Jean Negulesco Produção: Nunnally Johnson Roteiro: Nunnally Johnson Fotografia: Georges Périnal     Música: William Alwyn   Elenco Irene Dunne ...     Queen Victoria Alec Guinness ...     Benjamin Disraeli Andrew Ray    ...     Wheeler, the Mudlark Beatrice Campbell    ...     Lady Emily Prior Finlay Currie    ...     John Brown Anthony Steel    ...     Lieutenant Charles McHatten Raymond Lovell    ...     Sergeant Footman Naseby Marjorie Fielding    ...     Lady Margaret Prior Constance Smith    ...     Kate Noonan Edward Rigby    ...     The Watchman Ronan O'Casey    ...     Slattery Sinopse Um garotinho que sobrevive limpando ruas encontra a Rainha Vitória. Ele a acha tão bonita que arrisca sua vida para salvá-la. Possuído pelo desejo de vê-la novamente, ele vai até o o Castelo de Windsor, justamente quando um jantar está sendo preparado. O Primeiro Ministro tenta convencê-la a deixar sua reclusão. Imagens  
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Título Original: Kind Hearts and Coronets Ano/País/Gênero/Duração: 1949 / Inglaterra / Comédia Drama / 106min Direção: Robert Hamer Produção: Michael Balcon Roteiro: Robert Hamer e John Dighton Fotografia: Douglas Slocombe Música: Ernest Irving Elenco Dennis Price     ...     Louis Valerie Hobson    ...     Edith Joan Greenwood    ...     Sibella Alec Guinness ...     The Duke / The Banker / The Parson / The General / The Admiral / Young Ascoyne / Young Henry / Lady Agatha Audrey Fildes    ...     Mama Miles Malleson    ...     The Hangman Clive Morton    ...     The Prison Governor John Penrose    ...     Lionel Cecil Ramage    ...     Crown Counsel Hugh Griffith    ...     Lord High Steward John Salew    ...     Mr. Perkins Eric Messiter    ...     Burgoyne Lyn Evans    ...     The Farmer Barbara Leake    ...     The Schoolmistress Peggy Ann Clifford    ...     Maud Sinopse Após fugir com um cantor de ópera, uma mulher aristocrata passa a ser rejeitada pela família. Ela tem um filho, e quando o garoto cresce tenciona se vingar pelo que fizeram à sua mãe. Para isso se aproxima do Duque da família, planejando matar o sucessor do cargo e tomar seu lugar. Curiosidades - Como Alec Guinness interpretou vários personagens, algumas cenas demoraram até 2 dias para serem finalizadas. - Inicialmente foram oferecidos 4 personagens a Alec, mas ele insistiu em fazer 8. Imagens
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Título Original: Great Expectations Ano/País/Gênero/Duração: 1946 / Inglaterra / Drama / 118min Direção: David Lean Produção: Ronald Neame Roteiro: Anthony Havelock-Allan Fotografia: Guy Green Música: Walter Goehr Elenco John Mills    ...     Pip Tony Wager    ...     Young Pip Valerie Hobson    ...     Estella Jean Simmons ...     Young Estella Bernard Miles    ...     Joe Gargery Francis L. Sullivan    ...     Mr. Jaggers Finlay Currie    ...     Abel Magwitch Martita Hunt    ...     Miss Havisham Alec Guinness    ...     Herbert Pocket Ivor Barnard    ...     Mr. Wemmick Freda Jackson    ...     Mrs. Joe Gargery Eileen Erskine    ...     Biddy George Hayes    ...     Convict Hay Petrie    ...     Uncle Pumblechook John Forrest    ...     The Pale Young Gentleman Alec Guinness Sinopse Pip (John Mills) é um órfão que passa a viver com Estella (Valerie Hobson), que passou a ser uma mulher amargurada depois que foi abandonada perto de se casar. Curiosidades - Baseado na obra de Charles Dickens. - Terceira versão para o cinema do clássico de Charles Dickens. Prêmios - Oscar de melhor fotografia branco-e-preto e melhor direção artística. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.       Legendas   Imagens
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Título Original: The Struggle Ano/País/Gênero/Duração: 1931 / EUA / Drama / 87min Direção: D.W. Griffith Produção: D.W. Griffith Roteiro: John Emerson e Anita Loos Fotografia: Joseph Ruttenberg Música: D.W. Griffith     Elenco Hal Skelly    ...     Jimmie Wilson Zita Johann    ...     Florrie Charlotte Wynters    ...     Nina Evelyn Baldwin    ...     Nan Wilson Jackson Halliday    ...     Johnnie Marshall Edna Hagan    ...     Mary Claude Cooper    ...     Sam Arthur Lipson    ...     Cohen Charles Richman    ...     Mr. Craig Helen Mack    ...     A Catty Girl Scott Moore    ...     A Gigolo Dave Manley    ...     A Mill Worker Sinopse O casamento de um jovem casal é prejudicado quando o marido torna-se um alcóolatra. Curiosidades - Último filme de D.W. Griffith.       Imagens
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Título Original: King Solomon's Mines Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / EUA / Aventura / 80min Direção: Robert Stevenson Roteiro: Michael Hogan Fotografia: Glen MacWilliams Música: Mischa Spoliansky Elenco: Paul Robeson ... Umbopa Cedric Hardwicke ... Allan Quatermain Roland Young ... Cmdr. Good Anna Lee ... Kathleen 'Kathy' O'Brien John Loder ... Sir Henry Curtis Arthur Sinclair ... Patrick 'Patsy' O'Brien Robert Adams ... Twala Arthur Goullet ... Sylvestra Getto Ecce Homo Toto ... Infadoos Makubalo Hlubi ... Kapse Mjujwa ... Scragga Ben Kubela Sinopse Após deixar sua filha sob os cuidados de um guia, o caçador de tesouros Patrick O'Brien (Arthur Sinclair) parte em busca da mina de diamantes de Salomão. Mas Kathy (Anna Lee), sua filha, fica preocupada com ele, e convence o caçador Allan (Cedric Hardwicke) a guia-la em busca do pai. Eles são encontrados por nativos que os levam a uma tribo.   Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas somente em espanhol     Imagens
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Título Original: Noites Cariocas Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / Brasil Argentina / Comédia Direção: Henrique Cadicamo Produção: Caio Brant Roteiro: Jardel Jercolis e Luis Iglesias Fotografia: Adam Jacko Música: Genaro Ciavarra Elenco Eduardo Arouca         Mendonça Balsemão         Montenegro Bentes         Lourdinha Bittencourt         Sadi Cabral         Carambola         Walter D'Ávila         Olavo de Barros         Abel Dourado         Silva Filho         Chaves Florence         Jardel Jercolis         Ana Maria Machado         Carlos Machado         Conceição Machado         Mesquitinha         Oscarito Grande Otelo Maria Luisa Palomero         Carlos Perelli         Lita Prado         Pery Ribas         Henriqueta Romanita         Albertina Salkovsa         Lódia Silva         Manoel Vieira         Carlos Vivan Sinopse Comédia musical mostrando o Rio de Janeiro da década de 30, não faltando o carnaval, mulheres e música. Curiosidades - Estréia de Grande Otelo e Walter D'Avila. - Trata-se de um filme desaparecido. Imagens
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O musical baseado na obra de Alan Lerner e Bernard Shaw "My fair lady", o musical baseado na obra de Alan Lerner e Bernard Shaw, estreou na Broadway em 1956, tendo a jovem atriz Julie Andrews no papel principal, ao lado do veterano Rex Harrison. Andrews, apesar de estreante, recebera as melhores críticas pelo seu desempenho. Quando a história foi cogitada para ir a para as telas novamente ("Pigmaleão" já havia sido levada às telas por Gabriel Pascal, em 1938, tendo Leslie Howard e Wendy Hiller nos papéis principais), ela seria substituída por outra atriz. Seria o início de um problema. Quase todo o elenco da peça foi aproveitado, exceto a Julie, criando um mal estar geral. Falava-se que a atriz se negara a fazer um teste para o papel, mas o que realmente ocorreu foi que os produtores iriam investir muito alto, e queriam uma atriz de nome para interpretar Eliza. Andrews era boa, mas não tinha a fama que era esperada para uma produção tão grande quanto aquela. Foi sugerido o nome de Audrey Hepburn, que vinha de sucessos como Breakfast at Tiffany's (Bonequinha de Luxo) e Sabrina. Dentre os atores cogitados para o papel do professor, estavam Stanley Holloway, Noel Coward, Michael Redgrave e Cary Grant, porém, após diversas negociações, o papel ficaria com Rex Harrison, que o interpretara durante seis anos na Broadway. My fair lady conta a história do professor de fonética Henry Higgins, que, arrogante, faz uma aposta com um amigo, de que é capaz de transformar qualquer mulher numa dama, bastando para isso um treino intensivo. Ele vê na rua uma pobre vendedora de flores, Eliza Doolittle, que tem um sotaque cockney terrível, e resolve "treina-la" durante seis meses, para uma aparição dela em um baile. Eliza é praticamente uma mendiga, tornando uma tarefa difícil colocar-lhe qualquer vestígio de elegância. Uma história de Cinderela ao avesso, pois a fada madrinha em questão trata-a sempre como uma "experiência", com repulsa. O ponto alto é quando o professor começa a amolecer o coração com aquela que ele julga inferior. My fair lady, é antes de tudo, uma história de amor, embora não tenhamos nem ao menos um beijo. Audrey cumpre bem seu papel como Eliza. Na verdade, a história fácil de ser digerida facilitaria qualquer interpretação. Ela não estava muito à vontade, pois a Imprensa da época a bombardeava por ter "roubado" o papel que pertencia a Julie Andrews. Nada mais injusto. Alguns anos atrás ela interpretara um papel que fora feito para Marilyn Monroe, em Bonequinha de Luxo. O público a perdoara, pois sua interpretação realmente não deixara dúvidas da escolha final, e hoje em dia fica difícil conceber outra atriz no lugar dela, em Bonequinha. Agora, com Eliza, o público parecia não acreditar que ela cumpriria bem seu papel, a começar pela voz. Por ser um musical, era essencial saber cantar, algo que Audrey fazia bem, mas que não convencia aos produtores. Para quem estava acostumada com os gestos nobres e elegantes, de Audrey, fica difícil vê-la e convencer-se na primeira parte do filme com seus trajes, gestos e sotaques nada principescos. Mas na segunda parte, Hepburn parece imbatível como a bela dama, já treinada. Rex Harrison, por sua vez, dá um show de interpretação na pele de Higgins, já que conhecia o papel há longo tempo. My Fair Lady é daquelas películas que, antes de tudo, servem para o divertimento descompromissado, para belas tardes de domingo. Bem coreografado por Hermes Pan, com músicas redondas, figurino assinado por Cecil Beaton e cenários teatrais, além de um jogo de cores poucas vezes tão bem colocados nas telinhas fazem do filme uma diversão garantida. O único porém do filme acabou sendo a dublagem de Audrey Hepburn. A atriz cantou em todas as cenas, porém, sua voz foi substituída na versão final pela dubladora Marni Nixon, o que a deixou bastante triste. Segundo o ator Jeremy Brett, a sensação tanto de Audrey quanto a dele (que também foi dublado), foi de decepção ao verem a cópia já dublada. A atriz teria saído da sala, visivelmente irritada, mas voltaria no dia seguinte, sensata, e pedindo desculpas pelo gesto que julgou mal educado. Recentemente foi lançado um dvd comemorativo do filme, nos presenteando com o que restou do som original. Fica claro que perdemos muito, pois, apesar de não ser uma cantora nata, Audrey empresta todo o seu charme e interpretação às versões, não ficando nada a dever a Marni Nixon. O filme ganhou 08 Oscars, incluindo o de melhor Filme e diretor. Curiosamente Audrey, elegantíssima como sempre, não concorreu como melhor atriz, mas, como obra do destino, acabou entregando a estatueta a Julie Andrews, que acabara estreando nas telas em Mary Poppins, numa das maiores calças justas da história do Oscar.
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  "Vamos embora para casa, Debbie". John Wayne em Rastros de Ódio, para Natalie Wood "Milhões de biroscas em todo mundo e ela veio entrar exatamente na minha". Humphrey Bogard, em Casablanca. "Eu poderia ter classe. Eu poderia ser um desafiante". (I could'a had class. I could'a been a contender). Marlon Brando para Rod Steiger em Sindicato dos ladrões, de Elia Kazan "Falando na lata, minha querida, eu estou pouco me lixando". ( Frankly my dear, I don't give a damn). Clark Gable para Vivien Leigh, em E o vento levou. "Precisamos nos comunicar um pouco mais por aqui!" Strother Martin, em Cool Hand Luke, para os prisioneiros que estavam sendo massacrados no presídio onde ele faz o papel de Capitão. "Aquilo era meu amigo." Peter O´Toole, em Lawrence da Arábia, para Omar Sharif, apontando para o companheiro de jornada morto com um tiro de espingarda. "Houston, temos um problema aqui." Keir Dullea em 2001, uma Odisséia no Espaço. "Ei, eu estava blefando!" Grito desesperado de Eddie Murphy no final de 48 Horas para Nick Nolte, armado, que atirou depois de ser estimulado pelo próprio Murphy, usado como escudo pelo bandido. "Sempre teremos Paris" (Humphrey Bogart - Casablanca) "Acho que esse é o começo de uma bela amizade" (Humphrey Bogart - Casablanca) "Amanhã será outro dia" (Vivien Leigh...E o Vento Levou) "Nunca, em nenhuma crise, vi você ter um lenço" (Clark Gable - ...E o Vento levou) Eu quero ficar sozinha (Greta Garbo - Grande Hotel).
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  Após mais de 13 anos de espera, finalmente está prevista para 2013 a inauguração do Museu Chaplin, em Vevey, Suiça, às margens do Rio Geneva, antiga Mansão onde Chaplin passou as últimas décadas ao lado da família. A visita ao local será um passeio de três horas através de uma história repleta de sensibilidade, revelação e emoção, exibindo a mansão onde Charlie Chaplin viveu  e apresentando um novo salão de exposição no centro de um território de 14 hectares agraciados com jardins, trilhas e terraços oferecendo uma vista deslumbrante de um lago no esplendor alpino que é Suíça. Serão exibidos objetos pessoais, como a roupa utilizada por ele nos filmes e serão criados vários ambientes, como reprodução de salas de antigas de cinema mudo, recriações de cenários criados pelo cineasta; uma junção do passado com o presente, com projeções em 3D de filmes mudos: Veja em 3D Como será: Recriação de cenários Exibição de filmes Exposição Ambiente 3D A Mansão, à época de Chaplin: Na foto, Oona e Charles Frente Jardins  
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1. Sobre Audrey Hepburn: The Audrey Hepburn Story (2000), com Jennifer Love Hewitt 2. Sobre Shirley Temple: Child Star: Shirley Temple story (2001), com Emily Hart 3. Sobre Charles Chaplin: Chaplin (1992), com Robert Downey Jr 4. Sobre Jean Harlow: Harlow (1965), com Carroll Baker 5. Sobre Rodolfo Valentino:Valentino (1977), com rudolf Nureyev 6. Sobre Judy Garland: Me and my shadows (2001), com Judy Davis 7. Sobre Natalie Wood: The mistery of Natalie Wood (2004), com Justine Waddel l 8. Sobre Elvis Presley Elvis (2005), com Jonathan Rhys Meyers   9. Sobre Marlene Dietrich: Marlene (2000), com Katja Flint 10. Sobre James Dean:James Dean (2001), com James Franco
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Título Original: Interiors Ano/País/Gênero/Duração: 1978 / EUA / Drama / 78min Direção: Woody Allen Produção: Charles H. Joffe Roteiro: Woody Allen Fotografia: Gordon Willis Elenco Kristin Griffith     ...     Flyn Mary Beth Hurt    ...     Joey Richard Jordan    ...     Frederick Diane Keaton ...     Renata E.G. Marshall    ...     Arthur Geraldine Page ...     Eve Maureen Stapleton    ...     Pearl Sam Waterston    ...     Mike Missy Hope    ...     Young Joey Kerry Duffy    ...     Young Renata Nancy Collins    ...     Young Flyn Penny Gaston    ...     Young Eve Roger Morden    ...     Young Arthur Henderson Forsythe    ...     Judge Bartel Sinopse Eve (Geraldine Page) é abandonada pelo marido que vai viver com outra, e sua vida muda drásticamente. O relacionamento com suas filhas torna-se um problema, e a tranqüilidade da família fica abalada.   Curiosidades - Primeiro filme dirigido por Woody Allen em que ele também não atua. - Foi Diane Keaton quem sugeriu o título do filme. Imagens
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Título Original: G.I. Blues Ano/País/Gênero/Duração: 1960 / EUA / Comédia Musical / 106min Direção: Norman Taurog Produção: Hal B. Wallis Roteiro: Edmund Beloin e Henry Garson Fotografia: Loyal Griggs Música: Joseph J. Lilley Elenco Elvis Presley ...     Tulsa McLean Juliet Prowse    ...     Lili Robert Ivers    ...     Cookie James Douglas    ...     Rick Letícia Román    ...     Tina Sigrid Maier    ...     Marla Arch Johnson    ...     Sgt. McGraw Mickey Knox    ...     Jeeter John Hudson    ...     Capt. Hobart Kenneth Becker    ...     Mac Jeremy Slate    ...     Turk Beach Dickerson    ...     Warren Trent Dolan    ...     Mickey Carl Crow    ...     Walt Fred Essler    ...     Papa Mueller Sinopse Tulsa McLean (Elvis Presley), um soldado americano, serve na Alemanha após a Segunda Guerra Mundial. Para passar o tempo e se divertir, eles vão a um cabaré onde assistem a apresentação de Lili (Juliet Prowse), uma cantora que não se apaixona por homem algum. Tulsa aposta que conquistará o coração dela. O que ele não contava era que também seria fisgado. Curiosidades - O filme mostra a nova figura de Elvis Presley, tentando se distanciar do rebelde apresentado nos filmes anteriores. Reflexo de sua carreira no exército. - Primeira comédia musical de Elvis. Os demais haviam sido musicais dramáticos. - Músicas apresentadas no filme: What's She Really Like, G.I. Blues, Doin' the Best I Can, Frankfort Special, Shoppin' Around, Tonight Is So Right for Love, Wooden Heart,  Pocketful of Rainbows, Big Boots, Didja Ever. - Apesar do filme ser ambientado na Europa, todas as cenas foram feitas nos estúdios em Hollywood. Assista Online (dublado) DXineTa5V7E   Canal:http://www.youtube.com/user/marinabaldochi Imagens
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Título Original: Human Desire Ano/País/Gênero/Duração: 1954 / EUA / Drama / 91min Direção: Fritz Lang Produção: Lewis J. Rachmil Roteiro: Alfred Hayes, Emile Zola Fotografia: Burnett Guffey Música: Daniele Amfitheatrof Elenco Glenn Ford ...     Jeff Warren Gloria Grahame ...     Vicki Buckley Broderick Crawford    ...     Carl Buckley Edgar Buchanan    ...     Alec Simmons Kathleen Case    ...     Ellen Simmons Peggy Maley    ...     Jean Diane DeLaire    ...     Vera Simmons Grandon Rhodes    ...     John Owens Sinopse De volta da guerra, Jeff (Glenn Ford), um engenheiro, se apaixona por Vicky (Gloria Grahame), sua amiga casada. O marido percebe o romance entre os dois, mas não pensa em contar nada, porque Jeff guarda um grande segredo seu e de sua esposa. Curiosidades - Refilmagem de "A Besta Humana", de Jean Renoir. - Rita Hayworth estava cotada para o papel de Vicki. Imagens
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Título Original: Three for the Show Ano/País/Gênero/Duração: 1955 / EUA / Musical / 93min Direção: H.C. Potter Produção: Jonie Taps Roteiro: Edward Hope Fotografia: Arthur E. Arling     Música: George Duning Elenco Betty Grable ...     Julie Lowndes Marge Champion    ...     Gwen Howard Gower Champion    ...     Vernon Lowndes Jack Lemmon ...     Martin 'Marty' Stewart Myron McCormick    ...     Mike Hudson Sinopse Após seu marido ser dado como morto, Julie (Betty Grable) casa-se novamente. Tudo começa a complicar quando o "falecido" marido retorna. Imagens
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Título Original: Let's Make It Legal Ano/País/Gênero/Duração: 1951 / EUA / Comédia Drama / 77min Direção: Richard Sale Produção: Robert Bassler Roteiro: Mortimer Braus, I.A.L. Diamond, F. Hugh Herbert Fotografia: Lucien Ballard Música: Arthur Hammerstein, Cyril J. Mockridge, Dudley Wilkinson Elenco Claudette Colbert ...     Miriam Halsworth Macdonald Carey    ...     Hugh Halsworth Zachary Scott    ...     Victor Macfarland Barbara Bates    ...     Barbara Denham Robert Wagner    ...     Jerry Denham Marilyn Monroe ...     Joyce Mannering Frank Cady    ...     Ferguson Harry Harvey    ...     Postman Sinopse O casal Halsworth não vê a hora do divórcio chegar ao final. Tudo começa a complicar quando um antigo pretendente de Miriam chega à cidade. como publicitário. Imagens
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Título Original: We're Not Married! Ano/País/Gênero/Duração: 1952 / EUA / Comédia Romance / 86min Direção: Edmund Goulding Produção: Nunnally Johnson Roteiro: Nunnally Johnson e Dwight Taylor Fotografia: Leo Tover Música: Cyril J. Mockridge Elenco Ginger Rogers ...     Ramona Gladwyn Fred Allen    ...     Steven S. 'Steve' Gladwyn Victor Moore    ...     Justice of the Peace Melvin Bush Marilyn Monroe ...     Annabel Jones Norris David Wayne    ...     Jeff Norris Eve Arden    ...     Katie Woodruff Paul Douglas    ...     Hector C. Woodruff Eddie Bracken    ...     Wilson Boswell 'Willie' Reynolds Mitzi Gaynor    ...     Patricia 'Patsy' Reynolds Fisher Louis Calhern    ...     Frederick C. 'Freddie' Melrose Zsa Zsa Gabor ...     Eve Melrose James Gleason    ...     Duffy Paul Stewart    ...     Attorney Stone Jane Darwell    ...     Mrs. Bush Sinopse A Justiça acaba realizando vários casamentos. Só que trinta meses depois descobre seu erro e cinco casais tem que lidar com a notícia de que na verdade não são casados. Dentre eles o casal Ramona e Steve, que se detestam mas casados obtem lucros. Annabel é uma rainha da beleza, cujo marido está em casa tomando conta do bebê de ambos. Eve tenta conseguir o dinheiro do marido, dentre outros. Imagens
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Título Original: O. Henry's Full House Ano/País/Gênero/Duração: 1952 / EUA / Drama / 117min Direção: Henry Hathaway, Howard Hawks, Henry King, Henry Koster, Jean Negulesco Produção: André Hakim Roteiro: Richard L. Breen, Walter Bullock, Ivan Goff, Ben Hecht, O. Henry, Nunnally Johnson, Charles Lederer, Ben Roberts, Lamar Trotti Fotografia: Lloyd Ahern, Lucien Ballard, Milton R. Krasner, Joseph MacDonald Música: Alfred Newman Elenco Fred Allen     ...     Sam 'Slick' Brown (segment "The Ransom of Red Chief") Anne Baxter ...     Joanna Goodwin (segment "The Last Leaf") Jeanne Crain    ...     Della (segment "The Gift of the Magi") Farley Granger    ...     Jim (segment "The Gift of the Magi") Charles Laughton ...     Soapy (segment "The Cop and the Anthem") Oscar Levant    ...     Bill Peoria (segment "The Ransom of Red Chief") Marilyn Monroe ...     Streetwalker (segment "The Cop and the Anthem") Jean Peters    ...     Susan Goodwin (segment "The Last Leaf") Gregory Ratoff    ...     Behrman (segment "The Last Leaf") Dale Robertson    ...     Barney Woods (segment "The Clarion Call") David Wayne    ...     Horace (segment "The Cop and the Anthem") Richard Widmark    ...     Johnny Kernan (segment "The Clarion Call") Joyce Mackenzie    ...     Hazel Woods (as Joyce MacKenzie) Lee Aaker    ...     J.B. Dorset aka Red Chief (segment "The Ransom of Red Chief") Richard Rober    ...     Chief of Detectives (segment "The Clarion Call") Sinopse São mostrados cinco episódios baseados nos contos de O. Henry: The Ransom of Red Chief, The Last Leaf, The Gift of the Magi, The Cop and the Anthem, The Clarion Call. Curiosidades - Marilyn Monroe foi apresentada como uma estrela do filme, mas ela só aparece cerca de 1 minuto. Imagens
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Título Original: How to Marry a Millionaire Ano/País/Gênero/Duração: 1953 / EUA / Comédia / 95min Direção: Jean Negulesco Produção: Nunally Johnson Roteiro: Zoe Akins, Dale Eunson, Katherine Albert, Nunnally Johnson Fotografia: Joseph MacDonald Música: Cyril J. Mockridge e Alfred Newman Elenco Betty Grable ...     Loco Dempsey Marilyn Monroe ...     Pola Debevoise Lauren Bacall ...     Schatze Page David Wayne    ...     Freddie Denmark Rory Calhoun    ...     Eben Cameron Mitchell    ...     Tom Brookman Alexander D'Arcy    ...     J. Stewart Merrill Fred Clark    ...     Waldo Brewster William Powell ...     J.D. Hanley Sinopse Três belas modelos, Schatze (Lauren Bacall), Pola (Marilyn Monroe) e Loco (Betty Grable), estão cansadas de trabalhar. Elas alugam um apartamento em Manhattan e pretendem atrair para lá milionários com quem pretendem se casar. O problema é que elas só se interessam por homens pobres. Curiosidades - Refilmagem de Cortesãs Modernas (1932). Imagens
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Título Original: That Lady in Ermine Ano/País/Gênero/Duração: 1948 / EUA / Comédia Musical Romance / 89min Direção: Ernst Lubitsch, Otto Preminger Produção: Ernst Lubitsch Roteiro: Rudolph Schanzer e  Samson Raphaelson       Fotografia: Leon Shamroy Música: Alfred Newman Elenco Betty Grable ...     Francesca / Angelina Douglas Fairbanks Jr.    ...     Colonel Ladislas Karolyi Teglas / The Duke Cesar Romero ...     Count Mario Walter Abel    ...     Major Horvath / Benvenuto Reginald Gardiner    ...     Alberto Harry Davenport    ...     Luigi Virginia Campbell    ...     Theresa Whit Bissell    ...     Giulio Sinopse Angelina (Betty Grable) é uma condessa de um principado italiano que é invadido pelo exército da Hungria. Ela fica desesperada, mas consegue a ajuda de uma ancestral sua, que já vivera uma situação semelhante há 300 anos atrás. Para piorar as coisas, Angelina se apaixona por um dos  invasores. Curiosidades - Ernst Lubitsch morreu durante as filmagens e foi substituído por Otto Preminger. Imagens
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Título Original: What Ever Happened to Aunt Alice? Ano/País/Gênero/Duração: 1969 / EUA / Suspense Crime Drama / 101min Direção:  Lee H. Katzin Produção: Robert Aldrich Roteiro: Theodore Apstein e Ursula Curtiss Fotografia: Joseph F. Biroc     Música: Gerald Fried Elenco Geraldine Page ...     Claire Marrable Ruth Gordon    ...     Alice Dimmock Rosemary Forsyth    ...     Harriet Vaughn Robert Fuller    ...     Mike Darrah Mildred Dunnock    ...     Edna Tinsley Joan Huntington    ...     Julia Lawson Peter Brandon    ...     George Lawson Michael Barbera    ...     Jim Vaughn Peter Bonerz    ...     Mr. Bentley Richard Angarola    ...     Sheriff Armijo Claire Kelly    ...     Elva Valerie Allen    ...     Dotty Martin Garralaga    ...     Juan Jack Bannon    ...     Olin Seth Riggs    ...     Warren Sinopse Claire (Geraldine Page), uma mulher excêntrica, leva sua empregada para uma casa deserta tencionando matá-la para roubar suas economias. Após acabar com sua mais recente vítima, ela procura outra. Mas a amiga da empregada, Alice (Ruth Gordon), suspeita do caso e resolve investigar os hábitos da estranha mulher. Imagens
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Belinda, de Jean Negulesco Por Rafael Amaral   A religião acompanhada de ações, não meramente de palavras, está ao centro de Belinda, de Jean Negulesco. Isso ajuda a explicar porque a personagem-título é surda-muda. Também porque seu par, confiável médico de uma pequena cidade banhada pelas águas do mar, perdeu a religiosidade. Ela vai à Igreja quando é levada e é vítima do olhar dos outros: moradores da cidade que não entendem a religião sem a palavra, que se recusam a aceitar, mais tarde, Belinda McDonald (Jane Wyman) como uma mulher capaz de educar o filho pequeno. Ainda mais, o que os moradores descobrirão, no desfecho, é que as leis da terra prevalecem. Não significa que o trabalho de Negulesco esteja à contramão da religião. O que se vê é a justiça dos homens, em um tribunal, após tentarem retirar o filho da mãe surda-muda, quando um caso de estupro vem à tona. Mesmo a tragédia trará algo bom. A religiosidade, aqui, precisa ser redescoberta, aceita segundo outro olhar ou linguagem. Belinda não recusará a oportunidade de rezar a partir da linguagem de sinais quando perde o pai, morto pelo mesmo homem que a estuprou. Como diz o pai, certo dia ficou a impressão de que a filha conseguia ouvir o som da missa, dentro da igreja. Deixar de ouvir parece um impedimento, mas nunca resulta em fraqueza. No papel central, Wyman é a representação do inocente, semelhante àquele animal que nasce no começo do filme, pelas mãos do médico. Pessoa naturalmente confiável, de roupas rasgadas, em ambientes expressionistas. Belinda desprega-se da religião não porque deseja. Foi legada à escuridão, às distorções e tempestades. Seria, claro, vítima do mal que fala sem parar – vez ou outra ligado à brutalidade. A cidade à beira mar é apresentada quando o vilão da história, Locky McCormick (Stephen McNally), causa um acidente e machuca outro pescador. É a saída rápida à apresentação de outra personagem, ainda mais importante: o médico recém-chegado à cidade, Robert Richardson (Lew Ayres). Em constante trânsito, esse homem, a exemplo de tantos militares em fitas de guerra da era clássica, é um ser praticamente inexistente. Não fazem mais homens como Richard, alguém bondoso, educado, inteligente, com aquelas aparições-chave quando algo precisa ser explicado. O médico é a ponte entre o público e Belinda, entre a boa ação das ruas, de casa em casa, e a palavra da Igreja. Parece saber, é verdade, quem fez mal à moça. Com mesmo peso, sabe da capacidade dela em ser como qualquer um, ter um filho e, talvez, ser sua companheira. O texto leva à formação de uma família, ao fim, por outros caminhos – à base da tragédia. O mal está na cidade, verdadeira vilã. Falar, aqui, não é tão bom assim. Três velhinhas faladoras são recorrentes: dizem o que não se deseja ouvir, falam da vida alheia com aquele ranço cristão íntimo às sociedades intolerantes. Para elas, Belinda não é capaz de criar o filho. O mesmo é alimentado por outros moradores: um tribunal improvisado e assustador. O diretor manipula as imagens com habilidade para mostrar a dificuldade de se viver naquela região. A árvore em que está Belinda reproduz distorções, a exemplo das amostras da paisagem. Com a tempestade surge o vilão, em luta corporal com o pai da moça. Há, também, a necessidade de mostrar tal universo de baixo para cima, no penhasco e, depois, na escada da protagonista – que conduz à vida e à morte. As imagens de Belinda superam o que está ao fundo e não se vê. À época, seus sinais de liberdade – contra uma sociedade repressiva – provavelmente soaram corajosos demais. Outros trabalhos, depois, beberiam nessa fonte: a história do inocente contra as regras e os fatores culturais traduzidos no rosto de cada um, nos gestos dos moradores, na pouca aceitação do dono de um pequeno comércio. Ondas do Destino, mesmo diferente, deve algo a Belinda, com seres bondosos tão próximos do oceano inquietante e dos abismos.  
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  Por Junia Lemos do blog Vintageblog Greta Garbo nunca escondeu que desde menina apreciava envolver-se  intimamente com pessoas de ambos os  sexos e que  durante toda sua vida teve paixões tanto do sexo feminino como masculino. Dona de uma beleza impar e ao mesmo tempo andrógena, foi geradora de muitas polêmica durante sua curta porém muito rica carreira de atriz. Aos 16 ano Garbo se casa Max Gumpel, a relação matrimonial durou pouco tempo mas ambos foram amigos durante longos anos. Quando protagonizava seu segundo filme,  "A Saga de Gösta Berling" Garbo se encantou por uma jovem que contracenava com ela, Mona Matersone ambas tiveram um caso.     ais tarde Greta se liga a Lilyan Tashman,  uma atriz lésbica muito conhecida por seus ultrajantes ataques nos banheiros femininos. Tashman falava abertamente para a imprensa sobre sua vida íntima com Garbo o que irritou a estrela levando-a ao rompimento da relação.     Greta se interessa pela atriz parisiense Fifi D'Orsay,  os jornais porém comentam sobre a “estranha amizade” das duas belas – Fifi havia contado tudo – e Garbo mais uma vez afasta-se...     Louise Brooks fazia parte de um famoso grupo de lésbicas de Hollywood freqüentado por Greta, o da russa Alla Nazimova, lá as duas estrelas se conheceram e acabaram tendo um affair.     Para tentar contornar as fofocas sobre a vida pessoal de Garbo a MGM interveio criando um romance entre Greta e John Golbert, um dos grandes astros e conquistadores do cinema mudo. A relação entre ambos foi conturbada e intensa. Greta realmente se encantou com Gilbert, mas temia  o casamento. Achava que o ator viria a controlá-la e o abandonou as vésperas da união oficial. Gilbert nunca se conformou...     Greta iniciou um romance com também ator de filmes mudos Nils Asther, mas nada muito duradouro.     Garbo se envolveu também com a socialite  e escritora Mercedes de Acosta. A divulgação da troca de cartas entre as duas dez anos após a morte de Greta Garbo causou sensação. Mercedes escreveu em suas memórias que apaixounou-se por Garbo desde a primeira vez que a viu em 1942 em Constantinopla.     Garbo e o carismático maestro  Leopold Stokowski se envolveram e partiram para uma viagem pela Europa que durou vários meses. Especulava-se que quando regressassem se casariam, mas o maestro uniu-se  a herdeira milionária Gloria Vanderbilt.     Garbo conhece a estilista russa  Valentina e seu marido George Schlee. Os três se tornaram tão íntimos que todos perguntavam quem fazia o que com quem. A relação entre o trio durou mais de 15 anos e só findou-se com a morte de George.     Garbo manteve um longo relacionamento com Cecil Beaton,  fotografo das grandes divas. O romance entre ambos foi demasiadamente conturbada e marcada por momentos onde a atriz procurava evitar de todas as formas Cecil e criticava sua forma de ser extremamente feminina (Beaton era bissexual). Por outras vezes Greta perseguia incessantemente o fotografo que apaixonado pela atriz sedia as suas investidas. Os constantes bombardeios da mídia sobre a relação de ambos e a publicação do diário de Beaton contando minúcias de sua relação com Garbo levaram a atriz a se distanciar do fotografo por anos. Ambos só reataram a relação poucos dias antes do falecimento de Cecil.      
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Título Original: Inside Daisy Clover Ano/País/Gênero/Duração: 1966 / EUA / Drama / 128min Direção: Robert Mulligan Produção: Alan J. Pakula Roteiro: Gavin Lambert, Gavin Lambert Fotografia: Charles Lang     Música: André Previn Elenco Natalie Wood ...     Daisy Clover Christopher Plummer ...     Raymond Swan Robert Redford ...     Wade Lewis / Lewis Wade Roddy McDowall ...     Walter Baines Ruth Gordon    ...     The Dealer - Mrs. Clover Katharine Bard    ...     Melora Swan Peter Helm    ...     Milton Hopwood Betty Harford    ...     Gloria Clover Goslett John Hale    ...     Harry Goslett Harold Gould    ...     Cop on Pier Ottola Nesmith    ...     Dolores Edna Holland    ...     Cynara Sinopse O grande sonho da adolescente Daisy (Natalie Wood) é se tornar uma grande atriz de cinema. Para conseguir isso, ela parte para fazer um teste com o produtor Raymond Swan (Christopher Plummer), que se encanta com ela. Ele resolve transformá-la em uma estrela, mas a garota é muito jovem, e tem que lidar com a sua nova vida de celebridade. Curiosidades - Elizabeth Hartman e Patty Duke  foram consideradas para o papel principal. Imagens
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Título Original: The Actress Ano/País/Gênero/Duração: 1953 / EUA / Biografia / Comédia / Drama / 90min Direção: George Cukor Produção: Lawrence Weingarten Roteiro: Ruth Gordon Fotografia: Harold Rosson     Música: Bronislau Kaper Elenco Spencer Tracy ...     Clinton Jones Jean Simmons ...     Ruth Gordon Jones Teresa Wright ...     Annie Jones Anthony Perkins ...     Fred Whitmarsh Ian Wolfe    ...     Mr. Bagley Kay Williams    ...     Hazel Dawn Mary Wickes    ...     Emma Glavey Norma Jean Nilsson    ...     Anna Williams Dawn Bender    ...     Katherine Follets Sinopse Ruth (Jean Simmons), uma jovem sonhadora, deseja se tornar uma grande estrela dos palcos. Seus pais temem que ela se desiluda e desejam que ela tenha uma vida normal, longe dos palcos. Curiosidades - Estréia de Anthony Perkins. - Debbie Reynolds foi considerada para o papel principal. Imagens
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Título Original: Over 21 Ano/País/Gênero/Duração: 1945 / EUA / Comédia / 102min Direção: Charles Vidor Produção: Sidney Buchman Roteiro: Sidney Buchman e Ruth Gordon Fotografia: Rudolph Maté Música: Marlin Skiles Elenco Irene Dunne ...     Paula 'Polly' Wharton Alexander Knox    ...     Max W. Wharton Charles Coburn    ...     Robert Drexel Gow Jeff Donnell    ...     Jan Lupton Loren Tindall    ...     Lt. Roy Lupton Lee Patrick    ...     Mrs. Foley Phil Brown    ...     Frank MacDougal Cora Witherspoon    ...     Mrs. Gates Charles Evans    ...     Colonel Foley Sinopse Max Wharton, editor do New York Bulletin anuncia que está saindo do jornal para se juntar ao exército. O seu chefe fica furioso. Mas tudo o que Max quer é ficar próximo à guerra. E tudo o que sua esposa, Polly, quer, é ficar junto a ele. Assim, ela segue o marido e passa a viver perto do quartel, numa casa sem nenhuma estrutura. Imagens
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Título Original: Action in the North Atlantic Ano/País/Gênero/Duração: 1943 / EUA / Guerra / 126min Direção: Lloyd Bacon, Byron Haskin, Raoul Walsh Produção: Jerry Wald Roteiro: A.I. Bezzerides, W.R. Burnett, Guy Gilpatric, John Howard Lawson Fotografia: Ted D. McCord Música: Adolph Deutsch   Elenco   Humphrey Bogart ...     Lt. Joe Rossi Raymond Massey    ...     Capt. Steve Jarvis Alan Hale    ...     Boats O'Hara Julie Bishop    ...     Pearl O'Neill Ruth Gordon    ...     Mrs. Sarah Jarvis Sam Levene    ...     Abel 'Chips' Abrams Dane Clark    ...     Johnnie Pulaski Peter Whitney    ...     Whitey Lara Dick Hogan    ...     Cadet Robert Parker Robert Mitchum   Sinopse   Um petroleiro americano atingido por um submarino alemão está afundando e os sobreviventes passam onze dias no mar em uma balsa. Apesar dos ataques dos aviões alemães eles precisam encontrar um navio para resgatá-los.   Imagens  
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Título Original: My Foolish Heart Ano/País/Gênero/Duração: 1949 / EUA / Drama / 98min Direção: Mark Robson Produção: Samuel Goldwyn Roteiro: Julius J. Epstein, Philip G. Epstein, J.D. Salinger Fotografia: Lee Garmes Música: Victor Young Elenco Dana Andrews ...     Walt Dreiser Susan Hayward ...     Eloise Winters Kent Smith    ...     Lewis H. Wengler Lois Wheeler    ...     Mary Jane Jessie Royce Landis    ...     Martha Winters Robert Keith    ...     Henry Winters Gigi Perreau    ...     Ramona Karin Booth    ...     Miriam Ball Todd Karns    ...     Her Escort Phillip Pine    ...     Sergeant Lucey Martha Mears    ...     Nightclub Singer Edna Holland    ...     Dean Whiting Jerry Paris    ...     Usher at Football Game Marietta Canty    ...     Grace Barbara Woodell    ...     Red Cross receptionist Sinopse Mary Jane vai visitar sua amiga dos antigos tempos de escola, Eloise. Ao chegar descobre que Eloise, que vive com sua filha, é alcóolatra e tem problemas com o marido. Várias verdades são ditas e segredos revelados. Imagens
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Título Original: The Secret Life of Walter Mitty Ano/País/Gênero/Duração: 1947 / EUA / Comédia / 110min Direção: Norman Z. McLeod Produção: Samuel Goldwyn Roteiro: Ken Englund e Everett Freeman Fotografia: Lee Garmes Música: David Raksin Elenco Danny Kaye    ...     Walter Mitty Virginia Mayo ...     Rosalind van Hoorn Boris Karloff    ...     Dr. Hugo Hollingshead Fay Bainter    ...     Mrs. Eunice Mitty Ann Rutherford ...     Gertrude Griswald Thurston Hall    ...     Bruce Pierce Gordon Jones    ...     Tubby Wadsworth Florence Bates    ...     Mrs. Emma Griswald Konstantin Shayne    ...     Peter van Hoorn Reginald Denny    ...     Colonel Henry Corden    ...     Hendrick Doris Lloyd    ...     Mrs. Letitia Follinsbee Fritz Feld    ...     Anatole of Paris Frank Reicher    ...     Maasdam Milton Parsons    ...     Butler Sinopse Walter Mitty (Danny Kaye) vive em Greater Perth Amboy com sua mãe dominadora. Sua mãe quer que ele se case com Gerturde (Ann Rutherford). Trabalhando como revisor em uma editora, Walter delira, se colocando como o herói das histórias, como um homem seguro e equilibrado. Imagens
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Título Original: The Constant Husband Ano/País/Gênero/Duração: 1955 / Inglaterra / Comédia / 88min Direção: Sidney Gilliat Produção: Sidney Gilliat Roteiro: Sidney Gilliat Fotografia: Edward Scaife Música: Malcolm Arnold Elenco Rex Harrison ...     William Egerton Margaret Leighton    ...     Miss Chesterman Kay Kendall    ...     Monica Hathaway Cecil Parker    ...     Llewellyn Nicole Maurey    ...     Lola George Cole    ...     Luigi Sopranelli Raymond Huntley    ...     J.F. Hassett Michael Hordern    ...     Judge Robert Coote    ...     Jack Carter Eric Pohlmann    ...     Papa Sopranelli Marie Burke    ...     Mama Sopraneli Valerie French    ...     Bridget Jill Adams    ...     Miss Brent Muriel Young    ...     Clara John Robinson    ...     Secretary Sinopse Charles Hathaway acorda no País de Gales e sem nenhuma lembrança de quem ele é ou como chegou lá. Com a ajuda de um especialista, ele segue sua vida e volta para sua esposa em Londres. Mas um detetive descobre que ele na verdade tem mais cinco mulheres, todas apaixonadas por ele.
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Título Original: The Diary of a Chambermaid Ano/País/Gênero/Duração: 1946 / EUA / Drama Romance / 86min Direção: Jean Renoir Produção: Benedict Bogeaus e Paulette Goddard Roteiro: Burgess Meredith e Octave Mirbeau Fotografia: Lucien N. Andriot Música: Michel Michelet          Elenco Paulette Goddard ...     Célestine Burgess Meredith    ...     Captain Mauger Hurd Hatfield    ...     Georges Lanlaire Francis Lederer    ...     Joseph Judith Anderson    ...     Madame Lanlaire Florence Bates    ...     Rose Irene Ryan    ...     Louise Reginald Owen    ...     Captain Lanlaire Almira Sessions    ...     Marianne Sinopse Celestine (Paulette Goddard) é contratada como camareira e decide usar sua beleza para seduzir um homem rico e subir na vida. Mas quando o motorista também se apaixona por ela, seus planos podem vir por água abaixo.  
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Título Original: Week End Ano/País/Gênero/Duração: 1968 / França Itália / Drama / 105min Direção:  Jean-Luc Godard Roteiro: Jean-Luc Godard Fotografia: Raoul Coutard Música: Antoine Duhamel Elenco Mireille Darc     ...     Corinne Durand Jean Yanne    ...     Roland Durand Jean-Pierre Kalfon    ...     Le chef du Front de Libération de la Seine et Oise Sinopse Durante uma viagem à casa dos pais, um casal se depara com situações surreais que acabam transformando a viagem em um verdadeiro pesadelo. Imagens
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Título Original: The Young in Heart Ano/País/Gênero/Duração: 1938 / EUA / Comédia Drama / 90min Direção: Richard Wallace Produção: David O. Selznick Roteiro: Charles Bennett Fotografia: Leon Shamroy Música: Franz Waxman Elenco Janet Gaynor ...     George-Anne Carleton Douglas Fairbanks Jr. ...     Richard Carleton Paulette Goddard ...     Leslie Saunders Roland Young    ...     Col. Anthony 'Sahib' Carleton Billie Burke ...     Marmy Carleton Minnie Dupree    ...     Miss Ellen Fortune Henry Stephenson    ...     Felix Anstruther Richard Carlson    ...     Duncan Macrae Lawrence Grant    ...     Mr. Hutchins Walter Kingsford    ...     Inspector Eily Malyon    ...     Sarah Tom Ricketts    ...     Andrew Irvin S. Cobb    ...     Senator Albert Jennings Lucile Watson    ...     Mrs. Jennings Margaret Early    ...     Adele Jennings Sinopse Os Carletons sobrevivem dando golpes. Após serem expulsos de Monte Carlo, acabam encontrando uma senhora idosa que, após ser salva por eles, oferece sua casa para eles morarem. Eles esperam ganhar o coração da senhora para que ela lhes deixe toda a fortuna.   Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legendas     Imagens
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Título Original: The Goldwyn Follies Ano/País/Gênero/Duração: 1938 / EUA / Romance Musical / 115min Direção: George Marshall Produção: Samuel Goldwyn Roteiro: Ben Hecht e Sid Kuller Fotografia: Gregg Toland Música: George Gershwin Elenco Adolphe Menjou ...     Oliver Merlin The Ritz Brothers    ...     Themselves Vera Zorina    ...     Olga Samara Kenny Baker    ...     Danny Beecher Andrea Leeds    ...     Hazel Dawes Edgar Bergen    ...     Himself Charlie McCarthy    ...     Himself Helen Jepson    ...     Leona Jerome Phil Baker    ...     Michael Day Bobby Clark    ...     A. Basil Crane Jr. Ella Logan    ...     Glory Wood Jerome Cowan    ...     Director Lawrence Charles Kullmann    ...     Alfredo in 'La Traviata' The American Ballet of the Metropolitan Opera    ...     Ballet Dancers Nydia Westman    ...     Ada Alan Ladd ...     First Auditioning Singer Sinopse Um produtor de cinema escolhe uma garota simples para ser a Miss Humanidade e poder fazer críticas de seus filmes do ponto de vista de uma pessoa comum. Curiosidades - Último filme de George Gershwin, que morreu antes das filmagens começarem. - O filme foi um fracasso de bilheteria. Imagens
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Título Original: Desire Me Ano/País/Gênero/Duração: 1947 / EUA / Drama Romance Guerra / 91min Direção: diversos: Jack Conway, George Cukor, Mervyn LeRoy, Victor Saville Produção: Arthur Hornblow Jr. Roteiro: Zoe Akins, Leonhard Frank Fotografia: Joseph Ruttenberg     Música: Herbert Stothart Elenco Greer Garson ...     Marise Aubert Robert Mitchum ...     Paul Aubert Richard Hart    ...     Jean Renaud Morris Ankrum    ...     Hector Martin George Zucco    ...     Father Donnard Cecil Humphreys    ...     Dr. Andre Leclair David Hoffman    ...     Alex Sinopse Mulher se apaixona pelo amigo do marido, que esteve em batalha com ele. Curiosidades - O filme foi dirigido por diversos diretores, mas nenhum foi creditado. Imagens
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Título Original: Lucky Star Ano/País/Gênero/Duração: 1929 / EUA / Romance Drama / 90min Direção: Frank Borzage Produção: William Fox Roteiro: John Hunter Booth e H.H. Caldwell Fotografia: Chester A. Lyons e William Cooper Smith Elenco Janet Gaynor ...     Mary Tucker Charles Farrell    ...     Timothy Osborn Guinn 'Big Boy' Williams    ...     Sgt. Martin Wrenn Paul Fix    ...     Joe Hedwiga Reicher    ...     Mrs. Tucker Gloria Grey    ...     Mary Smith Hector Sarno    ...     Pop Fry Sinopse Tim, amigo de Maria, uma pobre camponesa, vai para a guerra. Depois de uma batalha ele perde o movimento das pernas. Ao retornar, descobre que se apaixonara por Maria, mas devido à sua deficiência física, fica temeroso em assumir sua paixão. Curiosidades - Filme mudo.   Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.     Imagens
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Título Original: Sunnyside Up Ano/País/Gênero/Duração: 1929 / EUA / Comédia Musical / 121min Direção: David Butler Produção: David Butler Roteiro: David Butler Fotografia: Ernest Palmer Elenco Janet Gaynor ...     Molly Carr Charles Farrell    ...     Jack Cromwell Marjorie White    ...     Bea Nichols El Brendel    ...     Eric Swenson Mary Forbes    ...     Mrs. Cromwell Peter Gawthorne    ...     Lake Sharon Lynn    ...     Jane Worth Frank Richardson    ...     Eddie Rafferty Joe Brown    ...     Joe Vitto Sinopse Jack Cromwell está prestes a se casar, mas está em dúvida se é realmente isso que ele quer. Ele acaba fugindo para Nova York para pensar melhor no assunto e lá encontra Molly, uma garota pobre. Ela o convence a retornar à cidade, mas quando chega lá, Jack descobre que se apaixonara por Molly. Curiosidades - Foram feitas algumas sequências coloridas, mas hoje em dia só é possível encontra-las em preto e branco. Imagens
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Título Original: State Fair Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Comédia / 97min Direção: Henry King Produção: Winfield R. Sheehan Roteiro: Philip Stong, Sonya Levien, Paul Green, Frank Craven, Julien Josephson, Henry Wales Fotografia: Hal Mohr Música: Louis De Francesco Elenco Janet Gaynor ...     Margy Frake Will Rogers    ...     Abel Frake Lew Ayres ...     Pat Gilbert Sally Eilers    ...     Emily Joyce Norman Foster    ...     Wayne Frake Louise Dresser    ...     Melissa Frake Frank Craven    ...     Storekeeper Victor Jory    ...     Hoop Toss Barker Frank Melton    ...     Harry Ware Sinopse Uma grande feira é esperada em uma cidadezinha americana. A família Frake se prepara para disputar alguns prêmios. O pai espera que seu porco vença, ao passo que a mãe disputa como a melhor cozinheira e os filhos tentam encontrar um grande amor. Curiosidades - Refilmagem em 1945.   Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Sem Legendas
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Título Original: State Fair Ano/País/Gênero/Duração: 1945 / EUA / Romance Musical / 100min Direção: Walter Lang Produção: William Perlberg     Roteiro: Paul Green e Oscar Hammerstein II Fotografia: Leon Shamroy Música: Cyril J. Mockridge      Elenco Jeanne Crain    ...     Margy Frake Dana Andrews ...     Pat Gilbert Dick Haymes    ...     Wayne Frake Vivian Blaine    ...     Emily Edwards Charles Winninger    ...     Abel Frake Fay Bainter    ...     Melissa Frake Donald Meek    ...     Hippenstahl Frank McHugh    ...     McGee Percy Kilbride    ...     Dave Miller Harry Morgan    ...     Barker Jane Nigh    ...     Eleanor William Marshall    ...     Marty Phil Brown    ...     Harry Ware Sinopse Uma grande feira é esperada em uma cidadezinha americana. A família Frake se prepara para disputar alguns prêmios. O pai espera que seu porco vença, ao passo que a mãe disputa como a melhor culinária e os filhos tentam encontrar um grande amor. Curiosidades Refilmagem do filme com mesmo título de 1933. Imagens
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Título Original: Small Town Girl Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Comédia Romance / 106min Direção: William A. Wellman Produção: Hunt Stromberg Roteiro: Ben Ames Williams e John Lee Mahin Fotografia: Oliver T. Marsh     Música: Herbert Stothart Elenco Janet Gaynor ...     Katherine 'Kay' Brannan Robert Taylor ...     Dr. Robert 'Bob' Dakin Binnie Barnes    ...     Priscilla Hyde Andy Devine    ...     George Brannan Lewis Stone ...     Doctor Dakin Elizabeth Patterson    ...     Ma Brannan Frank Craven    ...     Will 'Pa' Brannan James Stewart ...     Elmer Clampett Isabel Jewell    ...     Emily 'Em' Brannan Charley Grapewin    ...     Dr. Ned Fabre Nella Walker    ...     Mrs. Dakin Robert Greig    ...     Childers, Dakin's Butler Edgar Kennedy    ...     Captain Mack Willie Fung    ...     So-So Sinopse Kay, uma garota que vive em uma pequena cidade rural, tem uma vida monótona. Uma noite ela conhece o jovem e rico Bob Dakin, que está bêbado e leva-a para passear na cidade. Ele a pede em casamento, e eles decidem se casar durante a noite. Na manhã seguinte, ao descobrir que se casou, Bob se arrepende. Mas Kay pede-lhe 6 meses para que eles se separem, para que ela não fique falada na cidade. Também é o tempo que ela tem para tentar conquistá-lo. Curiosidades -  Jean Harlow e Robert Montgomery iriam fazer os papéis principais. Imagens
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Título Original: Husbands Ano/País/Gênero/Duração: 1970 / EUA / Drama / 154min Direção: John Cassavetes Produção: Al Ruban, Sam Shaw Roteiro: John Cassavetes Fotografia: Victor J. Kemper Elenco Ben Gazzara     ...     Harry Peter Falk    ...     Archie Black John Cassavetes    ...     Gus Demetri Jenny Runacre    ...     Mary Tynan Jenny Lee Wright    ...     Pearl Billingham Noelle Kao    ...     Julie John Kullers    ...     Red Meta Shaw Stevens    ...     Annie Leola Harlow    ...     Leola Delores Delmar    ...     The Countess Eleanor Zee    ...     Mrs. Hines Claire Malis    ...     Stuart's Wife Peggy Lashbrook    ...     Diana Mallabee Eleanor Gould    ...     "Normandy" Singer Sarah Felcher    ...     Sarah Sinopse Após a morte de um amigo em comum, três homens seguem pela cidade, se embebedando e deprimidos. Eles resolvem partir juntos, abandonando as respectivas famílias, indo para a Europa, onde tentarão refazer suas vidas. Imagens
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Título Original: Mrs. Parkington Ano/País/Gênero/Duração: 1944 / EUA / Drama Romance / 123min Direção: Tay Garnett Produção: Leon Gordon Roteiro: Robert Thoeren Fotografia: Joseph Ruttenberg Música: Bronislau Kaper Elenco Greer Garson ...     Susie 'Sparrow' Parkington Walter Pidgeon    ...     Major Augustus 'Gus' Parkington Edward Arnold    ...     Amory Stilham Agnes Moorehead ...     Baroness Aspasia Conti Cecil Kellaway    ...     Edward - Prince of Wales Gladys Cooper    ...     Alice - Dutchess de Brancourt Frances Rafferty    ...     Jane Stilham Tom Drake    ...     Ned Talbot Peter Lawford ...     Lord Thornley Dan Duryea    ...     Jack Stilham Hugh Marlowe    ...     John Marbey Selena Royle    ...     Mattie Trounsen - Susie's Maid Fortunio Bonanova    ...     Signor Cellini Lee Patrick    ...     Madeleine Parkington Swann St. Luke's Episcopal Church Choristers    ...     Singers Sinopse Susan Parkington reconta sua história desde que era uma pobre camareira de hotel. Ela apaixonou-se pelo dono do hotel e os dois se casaram, indo morar em Nova York. Lá ela se tornou uma dama da sociedade.   Imagens    
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Título Original: Christina Ano/País/Gênero/Duração: 1929 / EUA / Drama / 85min Direção: William K. Howard Roteiro: H.H. Caldwell e Katherine Hilliker Fotografia: Lucien N. Andriot Elenco Janet Gaynor ...     Christina Charles Morton    ...     Jan Rudolph Schildkraut    ...     Niklaas Harry Cording    ...     Dick Torpe Lucy Doraine    ...     Madame Bosman     Sinopse       Christina é filha do holandês Niklaas. Para desgosto do pai, ela apaixona-se por Jan (Charles Morton). Para afastá-la dele, o pai arruma-lhe um casamento arranjado, mas Jan corre ao seu encontro para resgatá-la.     Curiosidades - Filme mudo.
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Título Original: Blossoms in the Dust Ano/País/Gênero/Duração: 1941 / EUA / Biografia Drama / 99min Direção: Mervyn LeRoy Produção: Irving Asher e Mervyn LeRoy Roteiro: Ralph Wheelwright e Anita Loos Fotografia: Karl Freund     Música: Herbert Stothart Elenco Greer Garson ...     Edna Kahly Gladney Walter Pidgeon    ...     Samuel 'Sam' Gladney Felix Bressart    ...     Doctor Max Breslar Marsha Hunt    ...     Charlotte Kahly Fay Holden ...     Mrs. Kahly Samuel S. Hinds    ...     Mr. George Kahly Kathleen Howard    ...     Mrs. Sarah Keats George Lessey    ...     Mr. Keats William Henry    ...     Allan Keats Henry O'Neill    ...     Judge Hartford John Eldredge    ...     Damon McPherson, Edna's Fiancé Clinton Rosemond    ...     Zeke, Edna's Servant Theresa Harris    ...     Cleo, Edna's Maid Charles Arnt    ...     G. Harrington Hedger Cecil Cunningham    ...     Mrs. Marcus Gilworth Sinopse Após perder o marido e o filho, Edna Kahly (Greer Garson) decide reerguer sua vida e fundar um orfanato para cuidar de crianças até encontrar um bom lar para elas. Ela sofre discriminação da cidade, que trata as crianças mal nascidas como enjeitados. Prêmios - Oscar de Melhor Direção de arte. Imagens
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Título Original: A Connecticut Yankee in King Arthur's Court Ano/País/Gênero/Duração: 1949 / EUA / Comédia Fantasia / 108min Direção: Tay Garnett Produção: Robert Fellows Roteiro: Edmund Beloin Fotografia: Ray Rennahan Música: Victor Young, Jimmy Van Heusen Elenco Bing Crosby ...     Hank Martin Rhonda Fleming    ...     Alisande La Carteloise Cedric Hardwicke    ...     Lord Pendragon / King Arthur William Bendix    ...     Sir Sagramore Murvyn Vye    ...     Merlin Virginia Field    ...     Morgan Le Fay Joseph Vitale    ...     Sir Logris Henry Wilcoxon    ...     Sir Lancelot Richard Webb    ...     Sir Galahad Alan Napier    ...     High Executioner Julia Faye    ...     Lady Penelope Mary Field    ...     Peasant woman Ann Carter    ...     Peasant girl Sinopse Hank Martin (Bing Crosby), um mecânico, leva um choque e vai parar na corte do rei Arthur. Lá ele faz amizade com Sir Sagramore (William Bendix) e acaba usando seus conhecimentos de tecnologia na época antiga, ganhando o título de Sir "Chefão". Imagens
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Título Original: Murphy's Romance Ano/País/Gênero/Duração: 1985 / EUA / Romance / 107min Direção: Martin Ritt Produção: Laura Ziskin Roteiro: Harriet Frank Jr. e Irving Ravetch Fotografia: William A. Fraker Música: Carole King Elenco Sally Field    ...     Emma Moriarty James Garner ...     Murphy Jones Brian Kerwin    ...     Bobby Jack Moriarty Corey Haim    ...     Jake Moriarty Dennis Burkley    ...     Freeman Coverly Georgann Johnson    ...     Margaret Dortha Duckworth    ...     Bessie Michael Prokopuk    ...     Albert Billy Ray Sharkey    ...     Larry Le Beau Michael Crabtree    ...     Jim Forrest Anna Levine    ...     Wanda Charles Lane    ...     Amos Abbott Bruce French    ...     Rex Boyd John C. Becher    ...     Jesse Parker Henry Slate    ...     Fred Hite Sinopse Emma, uma jovem mulher divorciada, muda-se com o filho de 12 anos para uma pequena cidade do Arizona. O rancho Wilcox está decadente, e ela pretende reerguer o lugar e iniciar um adestramento de cavalos. Lá faz amizade com um viúvo, mais velho que ela. Os dois iniciam uma amizade, mas o aparecimento do seu ex-marido pode complicar as coisas novamente.
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Título Original: We Were Strangers Ano/País/Gênero/Duração: 1949 / EUA / Aventura, Romance, Drama / 106min Direção: John Ford Produção: Jules Buck Roteiro: John Huston e Robert Sylvester Fotografia: Russell Metty Música: George Antheil Elenco Jennifer Jones ...     China Valdés John Garfield ...     Anthony L. 'Tony' Fenner Pedro Armendáriz    ...     Armando Ariete Gilbert Roland    ...     Guillermo Montilla Ramon Novarro ...     Chief Wally Cassell    ...     Miguel David Bond    ...     Ramón Sánchez José Pérez    ...     Toto Morris Ankrum    ...     Mr. Seymour Sinopse Após um período exilado nos Estados Unidos, um cubano retorna a Cuba, seu país de origem e entra em um grupo de revolucionários que tencionam assassinar homens do alto escalão do Governo. Ele acaba conhecendo uma bela mulher e se apaixona. Curiosidades - John Huston queria testar uma desconhecida para um dos papéis no filme, mas não teve a aprovação dos produtores. A então desconhecida era Marilyn Monroe. Imagens
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Título Original: Force of Evil Ano/País/Gênero/Duração: 1948 / EUA / Drama / 78min Direção: Abraham Polonsky Produção: Bob Roberts Roteiro: Abraham Polonsky e Ira Wolfert Fotografia: George Barnes Música: David Raksin Elenco John Garfield ... Joe Morse Thomas Gomez ... Leo Morse Marie Windsor ... Edna Tucker Howland Chamberlain ... Freddie Bauer Roy Roberts ... Ben Tucker Paul Fix ... Bill Ficco Stanley Prager ... Wally Barry Kelley ... Det. Egan Paul McVey ... Hobe Wheelock Beatrice Pearson ... Doris Lowry Murray Alper ... Comptroller Jessie Arnold ... Sorter Sam Ash ... Man Georgia Backus ... Sylvia Morse Margaret Bert ... Sorter Larry J. Blake ... Detective Mildred Boyd ... Mother Beau Bridges ... Frankie Tucker Ralph Brooks ... Attorney John Butler ... Banker Sinopse Joe (John garfield), um advogado ambicioso, representa o chefe do crime Ben Tucker (Roy Roberts), que deseja unificar o "jogo do bicho". Para isso, Joe precisa acabar com os pequenos bicheiros, dentre eles, seu irmão Leo (Thomas Gomez). Leo será usado como bode espiatório e levar toda a culpa. Imagens
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Título Original: Body and Soul Ano/País/Gênero/Duração: 1947 / EUA / Drama, Film-Noir, Esporte / 104min Direção: Robert Rossen Produção: Bob Roberts Roteiro: Abraham Polonsky Fotografia: James Wong Howe Música: Hugo Friedhofer Elenco John Garfield ...     Charlie Davis Lilli Palmer    ...     Peg Born Hazel Brooks    ...     Alice Anne Revere    ...     Anna Davis William Conrad    ...     Quinn Joseph Pevney    ...     Shorty Polaski Lloyd Gough    ...     Roberts Canada Lee    ...     Ben Chaplin Art Smith    ...     David Davis James Burke    ...     Arnold Virginia Gregg    ...     Irma Peter Virgo    ...     Drummer Joe Devlin    ...     Prince Shimen Ruskin    ...     Shimen, the Grocer Sinopse Charlie (John Garfield), um jovem judeu, começa a crescer na carreira de boxe. Com isso desperta a atenção de um poderoso e inescrupuloso empresário, que pretende se aproveitar dele para ganhar muito dinheiro. Imagens
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Título Original: Damn Yankees! Ano/País/Gênero/Duração: 1958 / EUA / Comédia Musical / 111min Direção: George Abbott e Stanley Donen Produção: Stanley Donen Roteiro: Douglass Wallop e George Abbott Fotografia: Harold Lipstein     Música: Richard Adler e Jerry Ross Elenco Tab Hunter ...     Joe Hardy Gwen Verdon    ...     Lola Ray Walston    ...     Mr. Applegate Russ Brown    ...     Benny Van Buren Shannon Bolin    ...     Mrs. Meg Boyd Nathaniel Frey    ...     Smokey James Komack    ...     Rocky Rae Allen    ...     Gloria Thorpe Robert Shafer    ...     Joe Boyd Jean Stapleton    ...     Sister Miller Albert Linville    ...     Vernon Sinopse Adaptação do filme de George Abbott musical da Broadway sobre uma fã da equipe de beisebol Washington Senators que faz um pacto com o Diabo para ajudar a sua equipe a ganhar o campeonato da liga. Imagens
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3058. Lenny (1974)
Título Original: Lenny Ano/País/Gênero/Duração: 1974 / EUA / Drama Biografia / 111min Direção: Bob Fosse Produção: Marvin Worth Roteiro: Julian Barry Fotografia: Bruce Surtees     Música:Ralph Burns Elenco Dustin Hoffman ...     Lenny Bruce Valerie Perrine    ...     Honey Bruce Jan Miner    ...     Sally Marr Stanley Beck    ...     Artie Silver Frankie Man    ...     Baltimore Comic Rashel Novikoff    ...     Aunt Mema Gary Morton    ...     Sherman Hart Guy Rennie    ...     Jack Goldstein Michele Yonge    ...     Nurse Kathryn Witt    ...     Girl (as Kathie Witt) Monroe Myers    ...     Hawaiin Judge John DiSanti    ...     John Santi Mickey Gatlin    ...     San Francisco Policeman Martin Begley    ...     San Francisco Judge Mark Harris    ...     Defense Attorney Sinopse A vida e obra de Lenny Bruce (Dustin Hoffman), desde o início, quando tentava a sorte em pequenos bares em Miami. Sua escalada, o envolvimento com mulheres duvidosas e o consumo de drogas até sua morte por overdose. Curiosidades - Neil Diamond e Al Pacino recusaram o papel principal. Imagens
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Título Original: All That Jazz Ano/País/Gênero/Duração: 1979 / EUA / Drama Musical / 123min Direção: Bob Fosse Produção: Robert Alan Aurthur Roteiro: Robert Alan Aurthur, Bob Fosse Fotografia: Giuseppe Rotunno Música: Ralph Burns Elenco Roy Scheider .... Joe Gideon Jessica Lange .... Angelique Ann Reinking .... Kate Jagger Leland Palmer .... Audrey Paris Cliff Gorman .... Davis Newman Ben Vereen .... O'Connor Flood Erzsebet Fold .... Michelle Michael Tolan .... Dr. Ballinger Max Wright .... Joshua Penn William LeMassena .... Joseny Hecht Irene Kane .... Leslie Perry Deborah Geffner .... Victoria Porter Kathryn Doby .... Kathryn Anthony Holland .... Paul Dann Robert Hitt .... Ted Christopher David Margulies .... Larry Goldie John Lithgow .... Lucas Sargeant Sinopse O diretor de cinema Joe Gideon (Roy Scheider) vive uma bela vida cercada de luxo e prazer. Mas, após sofrer um enfarte, sua rotina deve ser mudada. Porém, Gideon prefere manter a mesma vida de sempre. Curiosidades - Muitos personagens do filme são baseados em pessoas reais do mundo do teatro de Nova York. - Richard Dreyfuss foi originalmente escalado para o papel de Joe Gideon, mas deixou a produção durante a fase de ensaio. Prêmios - Oscar de Melhor Direção de Arte, Figurino, Edição e Musica. Imagens
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  Em 1971 ocorreu uma rebelião no Presídio de Attica, que fica em Nova York. Os presos mantiveram funcionários do presídio como reféns. Depois de 5 dias veio a resposta violentíssima da Polícia, um verdadeiro massacre que culminou com a morte de 43 pessoas, das quais 11 reféns e 32 presos. Attica foi relembrado quatro anos depois, numa das cenas mais marcantes que a 7ª arte produziu, quando Sidney Lumet (Longa Jornada Noite Adentro e Doze Homens e Uma Sentença), com o roteiro de Frank Pierson, levou às telas A Dog Day Afternoon (Um Dia de Cão), filme baseado em fatos reais: em 1972, John Wojtowicz, vulgo Sonny, invadiu um banco para conseguir dinheiro para que sua esposa transexual pudesse fazer uma cirurgia de mudança de sexo. O cineasta optou por contar a sua história sem exageros, valorizando um bom roteiro e um elenco pequeno, porém afiado, que contava com John Cazale, Sully Boyar, Charles Durning e Al Pacino. Sonny (Al Pacino), num ato de desespero, juntara-se a dois amigos, Sal (John Cazale) e Stevie (Gary Springer), para assaltar um banco no final do expediente. Verifica-se que eles não têm mesmo experiência, dado o nervosismo e a desistência de Stevie no último momento. Um grupo de mulheres que trabalham no banco e o gerente são mantidos reféns, enquanto Sonny vasculha os cofres que estavam vazios: todo o dinheiro havia sido recolhido de tarde, pelo Caixa forte. O assaltante fica nervoso e começa a vasculhar os demais caixas, recolhendo o dinheiro restante e queimando registros. Contudo, junta menos que 1.500 dólares e, quando se preparam para sair, recebem um telefonema da Polícia, avisando-lhes que está à porta. O atrapalhado assalto vai tomando proporções imensas quando os jornalistas chegam para dar cobertura a toda a negociação. O público, curioso e entusiasmado, ignora se vidas estão em perigo, os reféns começam a acreditar que estão realmente em um show, Sonny se desespera aos poucos e Sal permanece num estado assustadoramente letárgico. Acreditando que pode pedir tudo, Sonny começa a exigir coisas: a presença de sua esposa, limusine, jato para fuga, pizzas, cerveja e analgésicos.     Em dado momento, o assaltante sai à porta do banco e começa a gritar: Attica! Attica!! É o suficiente para angariar a simpatia do povo, que o apóia mesmo talvez ignorando a causa. Sonny é, afinal, um lunático que destila palavras de reação, se tornando atrativo numa tarde tão sem atrativos. Toda a atenção fornecida pelos canais de TV, pelos traunsuentes e pelos policiais o transformam em um ídolo transitório, em um show de horrores, como constata o próprio Sonny, talvez o mais lúcido dos loucos ali presentes. Para ele não importa o que dizem as TVs, não acredita nos homens da lei que buscam negociar para que ele liberte os reféns que estão com ele: "como eu os libertarei, se são eles que garantem minha vida? Se não fossem os jornalistas e as câmeras de TV, eu já estaria morto! Desarmem-se!", grita, completando com mais gritos por Attica.   Sal quase não fala, sempre agarrado à sua arma, que mantém em caso de invasão dos policiais, mas transmite toda a tensão psicológica vivida pelos momentos tensos dentro do banco. John Cazale (Fredo em O Poderoso Chefão), brilhantemente nos presenteia com um personagem dramático, eficiente e misterioso: enquanto Sonny embora tenso demonstre certo equilibro, ele se cala e nos nega a opção de tolher algum significado ao seu silêncio. Ele parece ser aquele psicopata que fica calado enquanto todos se desesperam, e que de repente explode matando a todos, sem dizer uma só palavra. Ao mesmo tempo demonstra ser apenas um homem ignorante, temeroso do seu destino, e disposto a morrer para não ter que ir novamente preso. Sal, um ex-presidiário, parece embarcar naquela onda sem mesmo saber os motivos, e mantém o seu nível de tensão sempre alto até os seus últimos momentos. E quanto a Al Pacino, bem... torna-se um pleonasmo dizer que ele reina absoluto em todas as cenas em que aparece. Al se sobressai não por causa da sua presença ou porque seu personagem possui as melhores falas, sendo o porta-voz daquela loucura toda em que se transformou um simples e corriqueiro assalto a um banco. Ele se sobressai com o apuro nos trejeitos e maneirismos, com o texto apurado e vivido intensamente e a entrega que sempre dedica aos seus personagens. Um Dia de Cão completa-se ao nivelar momentos de tensão com certa comédia em meio a trama bem construída, com um desfecho esperado (inocência de Sonny pensar que fugiria para outro país em um jatinho), rendendo a Al mais um personagem marcante para sua galeria. Dificilmente, depois do brilhante filme de Sidney Lumet, Attica voltará a ser esquecida. Por Carla Marinho  
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Bram Stoker's Dracula (Drácula de Bram Stocker), de Francis Ford Coppola, estreou nas telas de todo mundo em 1992, adaptação do livro de Bram Stoker, tendo no elenco Gary Oldman no papel principal e Winona Ryder, como sua amada Mina. O filme contou ainda com as participações de Anthony Hopkins, Monica Bellucci e Keanu Reeves (eterno Neo). O nome de Bram Stoker (escritor irlandês que escreveu a obra em 1897) teve que ser incluído porque outro estúdio possuía os direitos do título. Drácula, o livro, tornou-se um clássico do terror, apesar de ter demorado algum tempo a ser reconhecido pelo grande público. Ele inspirara-se na história real de Vlad Tepes III, conhecido como o empalador, um príncipe que vivera na Transilvânia lembrado por todos por seus atos de crueldade para com os inimigos. Para Stoker a história de Vlad ultrapassara o limite da vida, estendendo-se para a eternidade, na figura do vampiro com poderes sobrenaturais. E é vivendo em seu castelo que Vlad recebe a visita de um jovem, Jonathan Harker, que acaba se transformando em prisioneiro do príncipe, quando este descobre ser ele noivo da reencarnação de sua amada e aprisionado por belas vampiras, que sugam-lhe o sangue, deixando-o indefeso para a fuga. Bastante fiel ao livro, a versão cinematográfica de Coppola, a história do filme é baseada na vida real do príncipe Vlad da Romênia, que provavelmente sofria de vampirismo e que teria matado seus inimigos, bebendo seu sangue e algumas vezes empalando-os. No seu livro, Stoker lança mão de argumentos românticos para embelezar uma história tão trágica e mórbida, e Coppola segue o ritmo, embalando-nos os feitios sombrios do príncipe das trevas com a beleza e pureza de Mina, aqui tão bem interpretada pela jovem atriz Winona Ryder. Em seu filme Coppola no traz Vlad, um guerreiro da Sagrada Ordem de Dracul, combatendo infiéis turcos que lutam contra os cristãos. Como vingança, seus inimigos turcos enviam uma mensagem para a sua terra, informando que Vlad estava morto. Elisabetha, sua noiva, desespera-se com a notícia e se joga a um rio, ao pensar que o seu amado morrera em batalha. Este, o Príncipe Vlad, ao chegar à sua terra, depara-se com a jovem morta e deseja enterrá-la em solo sagrado. Como ela cometera suicídio, a igreja nega-lhe o pedido. É o que basta para que o príncipe renegue a Deus, prometendo vingança e jurando beber somente sangue a partir de então. Torna-se Drácula, o príncipe das trevas, um morto-vivo condenado a viver sua eterna dor. Depois de quatro séculos, em 1897, ele descobre que a sua amada reencarnara em Londres, e parte para encontrá-la, mas para isso terá que deter novamente as forças da igreja e o marido de Mina, Jonathan Harker.   O filme ganhou 3 Oscars (efeito sonoro, figurino e maquiagem), sendo ainda indicado como melhor direção de arte. Para mim o Drácula definitivo. Gary Oldman encarna o coisa ruim de uma forma tão fascinante, que fica-nos claro o porquê de Mina, ainda sabendo que ele matara Lucy, ainda quer ficar com ele. Antes dele já vimos muitos, muitas vezes retratados como fascinantes, mas que na verdade só passavam a imagem macabra de feias criaturas que matavam por sangue. Assim foi com Nosferatu (1922), de F.W. Murnau. Este nosso Drácula é revestido desde o princípio com um erotismo tanto nas falas quanto nas atitudes. Seu lado monstruoso é apresentado quando seduz e mata Lucy (Sadie Frost), melhor amiga de Mina, mas surpreende ao vacilar no momento em que sua amada decide por virar uma vampira para segui-lo para sempre: "Não, não posso condená-la! Você é carne da minha carne, sangue do meu sangue", diz. Gary Oldman bem que poderia ter sido indicado a um Oscar, pois trouxe a melhor interpretação que já tenha existido do vampiro, com seus traços de sadismo ou romântico, seja envelhecido ou disfarçado de jovem (quando está próximo a Mina). A Academia, mais uma vez, errou feio. Por alguns momentos até chegamos a torcer por um final feliz do vampiro, ao lado de Mina, e torcer contra o marido sem sal, aqui tão amargamente interpretado por um fraquíssimo Keanu Reeves. Perdoem-me o exagero da minha definição sobre a interpretação do eterno Neo (Matrix), mas sua atuação só não foi pior porque sempre teremos "Bill & Ted's Excellent Adventures" em seu currículo. Alguns poderão dizer que foi um dos seus primeiros filmes, ao que eu rebato que quase nada mudou desde então... A fotografia é outro destaque, além do figurino e efeitos sonoros, especiais e maquiagem. Enfim, um filme bom numa fase tão amarga para Francis Ford Coppola, que amargava fortes críticas e insucessos, após produzir filmes como O Poderoso Chefão e Apocalypse Now), mostrando que o monstro podia estar adormecido, mas não morto. Bram Stoker's Dracula,americano, 1992, Francis Ford Coppola Por Carla Marinho
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    Howard Hughes não foi um homem fácil. Nascido em berço de ouro, trazia em si todas as complicações ocasionadas por uma mãe que excedia nos cuidados com o filho: tudo era excesso. Após a morte do pai, herdou milhões de dólares que ele muito bem administrou e investiu. Com seu dinheiro foi engenheiro, diretor, produtor de cinema, industrial, tornando-se uma das personagens mais intrigantes da história mundial recente. Fez história e sua história foi escrita e reescrita por diversas mãos que não as suas. O cinema não poderia deixar de lado uma personagem em potencial como esta. E pelo menos duas vezes tivemos a sua personalidade nas telas, uma delas implicitamente, outra claramente biográfica. Em "Os Insaciáveis", best-seller de Harold Robbins o magnata aparece sob a vestimenta ficcional de Jonas Cord. Herdando a indústria com a morte do pai, com quem mantinha uma relação de ódio e mágoa, o industrial passa a administrar com braço de ferro os seus negócios, não importando o que lhe venha pela frente: mulher, amigos, companheiros de trabalho. Nada. Ele é o homem sem sentimentos, que parece vingar-se do mundo pelo que sofreu durante a infância e pelo medo consciente que tem de enlouquecer. Sucesso também pelo alto teor erótico, em 1964 o livro foi para as telas, sob a direção de Edward Dmytryk. George Peppard, que brilhara em "Breakfast at Tiffany's" (Bonequinha de Luxo), surge como o protagonista, trazendo com ele a marca do ódio, que acompanha todo o desenvolvimento da trama. Em comum com Howard, temos aqui a trajetória desenvolvida após a morte com o pai, o investimento no cinema e na aviação. Decerto Howard era um homem difícil, como podemos supor ao ler sua história, mas o era por problemas também psiquiátricos. Peppard encarna aqui, perfeitamente, um homem forte e duro, que desenvolve desde o início uma relação de ódio e atração com Rina Malone (Carol Baker), segundo ele alguém que é capaz de odiar como ele e de desprezo por Mônica Wintrop (Elizabeth Ashley), com quem se casa e abandona pelo simples fato desta querer amá-lo e com ele constituir uma família. Cord não é um homem fácil de ser amado. O momento marcante do filme acontece no final, quando Jonas tem um embate com seu melhor amigo, Nevada, que, cansado de ver durante tantos anos seu desrespeito e prepotência, resolve mostrar-lhe a verdade nua e crua: diferente do seu pai, a quem ele tanto odeia e renega, Jonas não possui nada. O final, como ficção, é totalmente hollywoodiano, com a redenção do homem mal e o reino da paz. Destaque para Peppard que perpassa todos os momentos com maestria, fazendo-nos quase odiar Cord, embora saibamos dos motivos que o levam a agir daquela forma. Em 2004, Scorsese resolveu contar a história do Aviador, sob uma ótica sem subterfúgios da ficção: Leonardo DiCaprio é Howard Hughes, com todas as suas manias e desejos, amantes e acessos de loucura. Uma interpretação intensa e o seu melhor papel no cinema, depois do marcante "Gilbert Grape - Aprendiz de Sonhador". Como Jonas Cord, inspirado no magnata, aqui ele assume também a postura de um homem verdadeiramente obcecado pela perfeição, que parece desconhecer os limites impostos pelo dinheiro, mas não é só alguém com sérios traumas de infância e com medo de enlouquecer: Howard Hughes tem uma doença evolutiva, TOC (Transtorno Obsessivo Compulsivo) e microfobia. O magnata de Scorsese traz a dubialidade do gênio atormentado, recluso em um mundo paralelo e criado por sua imaginação, doente porém com idéias à frente de sua época. DiCaprio tem como ponto alto as cenas que se seguem no acesso de loucura de Howard; trancado em seu cinema, ele bebe compulsivamente leite (a única bebida que aceita naquele momento, enfileirando as garrafas de um modo grotesco), assiste aos seus filmes repetidamente, entrega-se à sujeira que tanto nega, evita falar com todos com o pretexto de não se contaminar e entrega-se à evolução de doença. O espectador assiste a tudo incólume, em parte pela distância que se coloca a personagem, um traço escolhido pelo diretor para levar a história a um nível de narração. E apesar das dificuldades enfrentadas por Howard, ainda assim permanecemos sem potencializar um sentimento de rejeição, raiva ou amor por ele. Ao contrário de Jonas Cord de "Os Injustiçados", por quem desenvolvemos uma antipatia desde cedo. Dizíamos no início que Howard Hughes não era um homem fácil. Interpretá-lo também não. Para isso tivemos, ao seu nível, duas interpretações magníficas, diferenciadas porém com um traço comum, a intensidade. Algo imprescindível a um homem que foi ele próprio uma personagem.   Por Carla Marinho
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James Dean dá voz e vez aos adolescentes.   "...as pessoas olharão para o céu e irão notar uma estrela... cada vez mais brilhante e cada vez mais próxima ao se aproximar de nós... Com a aproximação da estrela, o clima vai mudar. As calotas polares norte e sul vão se decompor e se dividir."   Este texto foi dito por Nicholas Ray, no papel de um professor de astrologia no filme Rebel Without a Cause, anunciando, num tom quase profético, o que viria a ser a introdução do personagem Jim Stark na escola. A mudança seria significativa, e ultrapassaria os limites dos créditos finais, pois o jovem seria retratado de uma maneira que até então não tinha sido explorada nos cinemas. Na década de 30, a série de filmes "Andy Hardy" trazia Mickey Rooney como astro principal e seu personagem não parecia ter consistência em seus problemas, resolvidos em comum acordo com seus pais, seus melhores amigos e conselheiros. Andy é tão irritantemente correto que é incapaz de sair de seu quarto sem antes forrar a cama. Quase vinte anos depois, no clássico The Wild One (O Selvagem), de Laslo Benedeck, Johnny, interpretado por Marlon Brando, é um jovem que comanda uma gangue de motociclistas, fazendo arruaças e incomodando a todos. Não fica claro o motivo de toda a sua revolta, ele é apenas, e sem explicação alguma, um rebelde sem causa. Alguém que parece querer tirar os outros do sério sem dá-los uma explicação plausível por tanta raiva. Nicholas Ray quis mostrar uma realidade, entre uma e outra e ao mesmo tempo diferente de todas as apresentadas anteriormente. Desde o seu primeiro filme, "Hey Life by Night" (1948) ficava claro sua predileção pelo tipo de pessoas que ele mostraria em toda a sua obra. Homens quase sempre frágeis, receosos quanto ao seu futuro e mal situados no mundo em que vivem. Foi assim que ele iniciou os planos para filmar Rebel Without a Cause, aqui no Brasil traduzida para Rebeldes sem Causa ou Juventude Transviada. Os atores escolhidos para o legendário filme foram James Dean, Natalie Wood e o Sal Mineo. Jim Stark (James) é um jovem problemático com dificuldades em fazer amizades, e tendo pais que não sabem como lidar com o gênio do filho, por vezes delicado, por vezes revoltado. Os próprios pais seriam parte do problema quando partiam de uma cidade para outra fugindo da resolução deles, ao invés de tentar resolvê-los.   Na primeira cena, Jim, bêbado, cai no chão e encontra um macaco com quem começa a brincar e cobre com jornal para que ele durma. Corte e já o vemos sendo levado para um distrito policial, onde ele conhece Judy (Natalie Wood) e Platão (Sal Mineo). O diretor nos faz conhecer os personagens por seus problemas apresentados, enquadrando-os um por um dinamicamente. Ela tem um pai rígido, que lhe nega carinho, pois acha que a filha já é uma mulher; John não tem nem pais para lhe darem carinho, tendo sido abandonado por ambos nas mãos de empregadas, sendo preso por maltratar um animalzinho. Dos três, apresenta-se claramente quem possui maiores problemas psicológicos desde o início, e quem terá dificuldades em resolvê-los. No dia seguinte os três irão se encontrar novamente, desta vez na escola. Ela com seu grupo de adolescentes, encabeçado por Buzz (Corey Allen), algo como um grupo de selvagens sem motocicletas, que lembram-me claramente o de Johnny em "O selvagem". Eles aparentemente não precisam de motivo para se irritarem, parecem apenas querer se divertir, seja como for, magoando ou não quem estiver pela frente. O grupo percebe e não gosta do novato que chega à escola, e desejam divertir-se às suas custas. De frente ao seu armário, onde se penteia olhando uma foto do ator Alan Ladd, Platão demonstra suas tendências homossexuais, que irão se fixar na figura de Jim. E na saída do planetário, onde o professor dissera as palavras que colocamos no início do nosso texto, começam os primeiros problemas de Jim com a gangue de Buzz e Judy, quando eles esvaziam o pneu de seu carro, resultando numa briga de facas. Jim busca consolo em seu lar. Ao chegar toma uma garrafa de leite (carência de mãe?) e pede conselhos ao pai, que é incapaz de ouvir-lhe e ter a força que o filho deseja que tenha. O que Jim não compreende, em sua juventude, é que as pessoas não se transformam em pessoas fortes somente por serem. Jim tem toda a liberdade que deseja, mas nela não encontra a resposta de suas dúvidas. Precisa também de um colo, e não apenas ser jogado para o mundo. Na ausência de respostas, segue para a corrida de carros que dará fim à vida de Buzz, ocasionando a briga dos rapazes da gangue com Jim, e fuga dos três novos amigos, Jim, Judy e Platão, para uma mansão abandonada, onde eles irão brincar de ser adultos.     Platão adormece e os outros jovens vão descobrir-se em outras partes da casa. Deixem que as crianças durmam, parece dizer Jim. Nesse ínterim, o grupo de Buzz encontra-os e persegue Platão, que tenta se defender da melhor maneira possível, atirando em um dos garotos, no seu medo desesperado por estar só novamente. Sente-se traído por Jim, que lhe abandonara, mas há claramente um sinal de ciúme por seu amigo ter saído com Judy para ficar a sós com ela. Platão foge para o planetário, onde a sequência termina de uma forma trágica e expressiva. Este filme é uma explosão de cores fortes expressas nas roupas verdes de Judy e nos lábios e jaqueta vermelhos. Algo que explode até mesmo em suas cenas noturnas. O exagero, neste caso planejado, reforça a dimensão dos sentimentos enervados e das situações extremas. Fato este que não funcionaria se o mesmo fosse rodado em preto e branco. A ação nos momentos finais é tensa e dinâmica, bem ao estilo de Ray. E não é difícil entender porque hoje, mais de 50 anos depois de lançado, ainda é referência para obras sobre a juventude. O final não é feliz, ele termina tal como começou. Uma referência ao passado que se partiu e a algo novo que está surgindo. Alguns não sobrevivem, alguns saem vivos, mas marcados para sempre. Algo como nossa própria vida e que ultrapassa até mesmo o sentido da juventude. Recentemente mostrei este filme para um grupo de adolescentes, que depois de se queixarem de que iriam ver um filme antiquado que nada lhes diria a não ser sobre a juventude de uma épca, me disseram ao final: tudo igual. Tudo exatamente igual ao que eles sentem e vivem hoje. A isso eu chamo de cinema clássico e eterno. Por Carla Marinho
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  Separamos alguns filmes do Buster, que valem a pena serem vistos. A lista está dividida por ordem cronológica.   1. A Country Hero (1917) - O filme traz a rara cena de Keaton sorrindo quando acerta a cabeça de roscoe arbuckle. Infelizmente não encontramos nenhuma cópia.   2. The Garage (1919) - Filme favorito de Buster, já mostrava uma maior sofisticação na preparação das cenas e um apuro no equipamento. Seu talento para atuar já chamava a atenção. lUtg7kfB74M   3. O Condenado nº 13 / Convict 13 (1920) - Inspirado na infância do ator. boa parte do filme é sobre o número de sua família no teatro de variedades, e Keaton fazia o papel de um condenado e de um guarda.   Nr51PzWSMvY   4. One Week (1920) - Primeiro filme lançado pela Buster Keaton Studios. Paródia de filmes sobre casas pré fabricadas e girava em torno de recem casados montando uma casa literalmente. o roteiro já era mais bem elaborado do que as comédias feitas com arbuckle. -JpEJILgcxU   5. The Playhouse (1921) - Ele estava ainda se recuperando de uma fratura no pé e não podia fazer suas acrobacias, entao resolveu impressionar as platéias com efeitos especiais. Fez todos os papéis, através de exposições múltiplas (em que ele podia aparecer na mesma cena). Ele era o único que estava investindo nesse tipo de comédia elaborada. Yd9kEIS4fns   6. My Wife's Relations - A Parentela da esposa (1922) - . Para alguns esse filme é autobiográfico e seria uma paródia e mostra a situação que o ator estava vivendo, com a ida das irmãs (no filme são irmãos) de sua esposa Natalie Talmadge para morar em sua casa. BnzdImqjejU   7. The Three Ages - As três eras (1923) - Primeiro longa de Keaton e paródia de Intolerância. Uma visão do amor ao longo da história. dxWA2PB6SxM 8. A General (1927) - custou 750 mil dóraes, sendo seu filme mais caro, mas fracassou. Não era uma típica comédia de Keaton, e chocou o seu público. Hoje em dia é considerado um dos maiores filmes de todos os tempos. F36S9E8Pi8E   9. Steamboat Bill, Jr. - Capitão Bill Jr (1928) - Ele criou o personagem de um filho mimado, que ao final conquista a aprovação do pai ao salvar a todos numa cena de ciclone. vjl2Fj-_Hg0   10. Limelight - Luzes da Ribalta (1952) J34PJbhnARM  
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1º - Titanic (1997) - $1,835,300,000   2º - O Senhor dos Anéis 3 (2003) - $1,129,219,252   3º - Piratas do Caribe 2 (2006) - $1,060,332,628   4º - Harry Potter (2001) - $968,657,891   5º - Star Wars - Episode I (1999) - $922,379,000   6º - O Senhor dos Anéis 2 (2002) - $921,600,000   7º - Parque dos Dinossauros (1993) - $919,700,000   8º - Harry Potter 4 (2005) - $892,194,397   9º - Shrek 2 (2004) - $880,871,036   10º - Harry Potter 2 (2002) - $866,300,000
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  1º. CLEÓPATRA (1963) Duração: 4h03     2º. E O VENTO LEVOU (1939) Duração: 3h42   3º. LAWRENCE DA ARÁBIA (1962) Duração: 3h42 4º. OS DEZ MANDAMENTOS (1956) Duração: 3h40 5º. O PORTAL DO PARAÍSO (1980) Duração: 3h39 6º. BEN-HUR (1959) Duração: 3h32   7º. O SENHOR DOS ANÉIS – O RETORNO DO REI (2003) Duração: 3h30   8º. SPARTACUS (1960) Duração: 3h18   9º. A LISTA DE SCHINDLER (1993) Duração: 3h17 10º. TITANIC (1997) Duração: 3h15
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  Robert De Niro em The Last Tycoon, 1976 Natale Wood e Warren Beaty em Splendor in the grass, 1961 Lee Remick e Montgomery Clift, Wild River, 1960 Eli Wallach e Carroll Baker, Baby Doll, 1956 Julie Harris, Raymond Massey e James Dean, East of Eden, 1955 Marlon Brando, On The Waterfront, 1954 Anthony Quinn, Marlon Brando, Viva Zapata!, 1952 Vivien Leigh, A Streetcar named Desire, 1951 Jeanne Crain e Ethel Waters, Pinky, 1949 Gregory Peck, Gentleman's agreement, 1947
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  10. Fred Astaire e Audrey Hepburn cputT1kKc9M   09. Fred Astaire e Ann Miller bsAeE4ML020   08. Fred Astaire e Jane Powell Tes1EnEQuGc   07. Fred Astaire e Eleanor Powell DWW6QeeVzDc   06. Fred Astaire e Cid Charisse wDHwJrbrp0Y   05. Fred Astaire e Rita Hayworth WUhhKELUxB0     04. Fred Astaire e Gene Kelly lMKbGRCbsaw   03. Fred Astaire e Judy Garland 4nT3AE27Fn8   02. Fred Astaire e o cabide IYEec9rhYeQ   01. Fred Astaire e Ginger Rogers 5hIxvmCypE8    
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10. Ella - Anne Hathaway (Ella Enchanted, 2004)   09. Samantha - Nicole Kidman (Bewitched, 2005)   08. Malévola (A Bela Adormecida)   07. Susan Sarandon, Michelle Pfeiffer e Cher  (As Bruxas de Eastwick, 1987)   06. Gillian Holroyd - Kim Novak (Bell Book and Candle, 1958)   05. Bruxa Má  (Branca de Neve)   04. Endora (A Feiticeira - Série)   03. Samantha Stephens (A Feiticeira - Série)   02. Jennifer - Veronica Lake  (Casei-me com uma bruxa, 1942)   01. Bruxa Má do Leste (O Mágico de Oz)
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10 – Jim Carrey (Dr. Evil – Austin Powers – O Agente Misterioso) Carrey foi originalmente escalado como o Dr. Evilporque estava filmando O Mentiroso. 9 – Sean Connery (Gandalf em O Senhor dos Anéis) Connery recusou o papel de Gandalf, devido ao cronograma de 18 meses de filmagens. Connery também recusou o papel de Morpheus em The Matrix.         8 – Robert DeNiro (Josh Baskin em Quero ser Grande) Robert De Niro faria Quero ser Grande, no ligar de Tom Hanks. Mas exigiu um cachê muito alto (algo em torno de seis milhões de dólares.).       7 – Jean Claude Van Damme (O Predador em Predador)       A altura de Van Damme foi o grande impedimento para que ele fosse o escolhido principal e ele foi vetado para ser o Predador. Além disso o ator teria reclamado que ele não iria aparecer muitas vezes sem a roupa do predador no filme.     6 – Tom Selleck (Indiana Jones em Indiana Jones e os caçadores da arca perdida)     Tom Selleck recusou o papel porque estava envolvido com a série Magnum PI.       5 – Bill Murray (Bruce Wayne em Batman)     Ele seria escalado para o papel mas Tim Burton acabou dispensando o ator e o substituindo por Michael Keaton.     4 – OJ Simpson (O Exterminador do Futuro)         OJ foi inicialmente considerado para o papel do Exterminador, mas James Cameron e os produtores finalmente decidiram que Simpson tinha uma personalidade de “bonzinho demais” para ser levado a sério como um assassino de sangue frio. Isso é que é ironia! (Não entendeu?)       3 – Nick Nolte (Han Solo na Trilogia Star Wars)     Nick Nolte foi trocado na última hora por Harrison Ford para o papel em Star Wars.       2 – Kevin Costner (Bill em Kill Bill Vol. 1 & 2)       Kevin Costner recusou o papel porque iria dirigir na mesma época Open Range.       1 – Will Smith (Neo em Matrix)     Will Smith se negou a fazer o papel de Neo por achar que o filme seria um fiasco, e que Matrix seria um conceito difícil de interpretar e de se entendido pelo público.
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Título Original: The Accused Ano/País/Gênero/Duração: 1988 / EUA Canadá / Drama Suspense / 111min Direção: Jonathan Kaplan Produção: Stanley R. Jaffe e Sherry Lansing Roteiro: Tom Topor Fotografia: Ralf D. Bode Música: Brad Fiedel Elenco Kelly McGillis    ...     Kathryn Murphy Jodie Foster    ...     Sarah Tobias Bernie Coulson    ...     Ken Joyce Leo Rossi    ...     Cliff 'Scorpion' Albrect Ann Hearn    ...     Sally Fraser Carmen Argenziano    ...     D.A. Paul Rudolph Steve Antin    ...     Bob Joiner Tom O'Brien    ...     Larry Peter Van Norden    ...     Attorney Paulsen Terry David Mulligan    ...     Lieutenant Duncan Woody Brown    ...     Danny Scott Paulin    ...     Attorney Wainwright Kim Kondrashoff    ...     Kurt Stephen E. Miller    ...     Polito Tom Heaton    ...     Bartender Jesse Sinopse Mulher é estuprada em um bar e é obrigada a enfrentar o sistema penal dos Estados Unidos, que suspeita de suas acusações. Prêmios - Oscar de Melhor Atriz (Jodie Foster). Imagens
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Título Original: The Broadway Melody Ano/País/Gênero/Duração: 1929 / EUA / Musical / 110min Direção: Harry Beaumont Produção: Harry Rapf e Irving Thalberg Roteiro: Edmund Goulding e James Gleason Fotografia: John Arnold Música: Nacio Herb Brown Elenco Charles King     ...     Eddie Kearns Anita Page ...     Queenie Mahoney Bessie Love    ...     Hank Mahoney Jed Prouty    ...     Uncle Jed Kenneth Thomson    ...     Jock Warriner Edward Dillon    ...     Stage Manager Mary Doran    ...     Flo Eddie Kane    ...     Francis Zanfield J. Emmett Beck    ...     Babe Hatrick Marshall Ruth    ...     Stew, Mr. Zanfield's assistant Drew Demorest    ...     Turpe, Costumer Sinopse Queenie (Anita Page) é disputada por dois homens: Eddie (Charles King), um produtor de shows e Jock Warriner (Kenneth Thompson), um homem da alta sociedade. Curiosidades - As músicas foram compostas por Arthur Freed e Nacio Herb Brown. - Primeiro musical da MGM. - Foi lançada uma versão muda do filme, pois muitas salas de cinema ainda não possuiam a aparelhagem para filmes sonoros. - Refilmagem em 1940, sob o título "Conquistadoras da Broadway", trazendo Lana Turner e Joan Blondell. - Sequências em 1936, 38 e 40. Prêmios - Oscar de Melhor Filme. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas Imagens
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Título Original: They Made Me a Criminal Ano/País/Gênero/Duração: 1939 / EUA / Drama / 90min Direção: Busby Berkeley Produção: Benjamin Glazer Roteiro: Bertram Millhauser e Beulah Marie Dix Fotografia: James Wong Howe Música: Max Steiner Elenco John Garfield ... Johnnie Bradfield / Jack Dorney The Dead End Kids Claude Rains ... Det. Monty Phelan Ann Sheridan ... Goldie West May Robson ... vó Rafferty Gloria Dickson ... Peggy Billy Halop ... Tommy Bobby Jordan ... Angel Leo Gorcey ... Spit Huntz Hall ... Dippy Gabriel Dell ... T.B. Bernard Punsly ... Milt Robert Gleckler ... Doc Ward John Ridgely ... Charles 'Charlie' Magee Barbara Pepper ... Budgie Massey Sinopse O boxeador Johnnie (John Garfield) é acusado de matar um jornalista na mesma noite em que ganha um campeonato mundial. Ele foge para outra cidade, indo parar em um rancho de recuperação de deliquentes juvenis no Arizona. Lá ele se apaixona por Peggy (Gloria Dickson), se tornando um herói para os rapazes. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas somente em espanhol   Imagens
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Título Original: The Quiet Man Ano/País/Gênero/Duração: 1952 / EUA / Comédia Drama Romance / 129min Direção: John Ford Produção: Merian C. Cooper e John Ford Roteiro: Maurice Walsh, Frank S. Nugent Fotografia: Winton C. Hoch Música: Victor Young Elenco John Wayne ...     Sean Thornton Maureen O'Hara ...     Mary Kate Danaher Barry Fitzgerald    ...     Michaleen Oge Flynn Ward Bond    ...     Father Peter Lonergan Victor McLaglen    ...     Squire 'Red' Will Danaher Mildred Natwick    ...     The Widow Sarah Tillane Francis Ford    ...     Dan Tobin Eileen Crowe    ...     Mrs. Elizabeth Playfair May Craig    ...     Fishwoman with Basket at Station Arthur Shields    ...     Reverend Cyril Playfair Charles B. Fitzsimons    ...     Hugh Forbes James O'Hara    ...     Father Paul Sean McClory    ...     Owen Glynn Jack MacGowran    ...     Ignatius Feeney Joseph O'Dea    ...     Molouney - Train Guard Sinopse Sean Thornton (John Wayne), um ex-lutador, retorna para sua pequena cidade da Irlanda após passar muitos anos ausente. Ao chegar lá conhece Mary Kate (Maureen O'Hara), uma uma bela e jovem garota por quem se apaixona. Mas ela é irmã do homem mais briguento da cidade, e Thornton, que tinha jurado não mais entrar nas lutas, irá usar novamente sua força e habilidade. Prêmios - Oscar de Melhor Direção e Fotografia. Imagens
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Título Original: Fort Apache Ano/País/Gênero/Duração: 1948 / EUA / Faroeste / 125min Direção: John Ford Produção: Merian C. Cooper Roteiro: James Warner Bellah e Frank S. Nugent Fotografia: Archie Stout Música: Richard Hageman Elenco John Wayne .... Capt. Kirby York Henry Fonda .... Lt. Col. Owen Thursday Shirley Temple .... Philadelphia Thursday Pedro Armendáriz .... Sgt. Beaufort Ward Bond .... Sgt. Maj. Michael O'Rourke George O'Brien .... Capt. Sam Collingwood Victor McLaglen .... Sgt. Festus Mulcahy Anna Lee .... Mrs. Emily Collingwood Irene Rich .... Mrs. Mary O'Rourke Dick Foran .... Sgt. Quincannon Guy Kibbee .... Capt. Dr. Wilkens Grant Withers .... Silas Meacham Jack Pennick .... Sgt. Daniel Schattuck Ray Hyke .... Lt. Gates Movita .... Guadalupe Sinopse Owen Thurdsay (Henry Fonda) é um herói da Guerra Civil americana enviado para o Forte Apache, próximo à fronteira mexicana. Os apaches fogem, e Thurdsay vê nisso a chance de iniciar sua ação. Mas outro capitão quer uma saída pacífica para o caso. Imagens
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Título Original: Don't Go Near the Water Ano/País/Gênero/Duração: 1957 / EUA / Aventura Comédia Romance / 107min Direção: Charles Walters Produção: Lawrence Weingarten Roteiro: William Brinkley, Dorothy Kingsley, George Wells Fotografia: Robert J. Bronner Música: Bronislau Kaper Elenco Glenn Ford ...     Lt. J.G. Max Siegel Gia Scala    ...     Melora Alba Earl Holliman    ...     Adam Garrett Anne Francis    ...     Lt. Alice Tomlen Keenan Wynn    ...     Gordon Ripwell Fred Clark    ...     Lt. Cmdr. Clinton T. Nash Eva Gabor ...     Deborah Aldrich Russ Tamblyn    ...     Ens. Tyson Jeff Richards    ...     Lt. Ross Pendleton Mickey Shaughnessy    ...     Farragut Jones Howard Smith    ...     Adm. Junius Boatwright Romney Brent    ...     Mr. Alba - Melora's Father Mary Wickes    ...     Janie Jack Straw    ...     Lt. Cmdr. Gladstone Robert Nichols    ...     Lt. Cmdr. Hereford Sinopse O tenente Max Siegal (Glenn Ford) vive em uma pequena ilha do Pacífico sul, durante a Segunda Guerra Mundial e tenta manter seu superior fora de problemas além de convencer uma professora local a acreditar em seu amor.
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Título Original: Midway Ano/País/Gênero/Duração: 1976 / EUA/ Ação Drama História Guerra / 132min Direção: Jack Smight Produção: Walter Mirisch Roteiro: Donald S. Sanford Fotografia: Harry Stradling Jr. Música: John Williams Elenco Charlton Heston ...     Captain Matt Garth Henry Fonda ...     Admiral Chester W. Nimitz James Coburn    ...     Captain Vinton Maddox Glenn Ford ...     Rear Admiral Raymond A. Spruance Hal Holbrook    ...     Commander Joseph Rochefort Toshirô Mifune    ...     Admiral Isoroku Yamamoto Robert Mitchum ...     Admiral William F. Halsey Cliff Robertson    ...     Commander Carl Jessop Robert Wagner    ...     Lieutenant Commander Ernest L. Blake Robert Webber    ...     Rear Admiral Frank J. 'Jack' Fletcher Ed Nelson    ...     Admiral Harry Pearson James Shigeta    ...     Vice Admiral Chuichi Nagumo Christina Kokubo    ...     Haruko Sakura Monte Markham    ...     Commander Max Leslie Biff McGuire    ...     Captain Miles Browning Sinopse Após a explosão da batalha de Midway em junho de 1942, bravos homens lutam para defender a ilha de Midway contra os inimigos que tentam levar a sua frota à destruição. Curiosidades - A voz de Toshiro Mifune foi dublada pelo ator americano Paul Frees. - Robert Mitchum filmou sua aparição em um dia. Imagens
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Título Original:The Big Heat Ano/País/Gênero/Duração: 1953 / EUA / Drama Policial Suspense / 89min Direção: Fritz Lang Produção: Robert Arthur Roteiro: William P. McGivern e Sydney Boehm Fotografia: Charles Lang Música: Daniele Amfithearof Elenco Glenn Ford ...     Det. Sgt. Dave Bannion Gloria Grahame ...     Debby Marsh Jocelyn Brando    ...     Katie Bannion Alexander Scourby    ...     Mike Lagana Lee Marvin    ...     Vince Stone Jeanette Nolan    ...     Bertha Duncan Peter Whitney    ...     Tierney Willis Bouchey    ...     Lt. Ted Wilks Robert Burton    ...     Det. Gus Burke Adam Williams    ...     Larry Gordon Howard Wendell    ...     Police Commissioner Higgins Chris Alcaide    ...     George Rose Michael Granger    ...     Hugo Dorothy Green    ...     Lucy Chapman Carolyn Jones    ...     Doris Sinopse Bannion (Glenn Ford), um sargento, investiga um suicídio de um policial corrupto, mas seu trabalho é logo interrompido por pessoas que não querem levar o caso adiante. Mas Bannion quer desvendar este mistério, e continua a investigá-lo. Uma explosão mata sua esposa e ele deixa a polícia. Após isso descobre que Mike Lagana (Alexander Scourby) está por trás de tudo. Imagens
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Título Original: The Man from Colorado Ano/País/Gênero/Duração: 1948 / EUA / Faroeste / 100min Direção: Henry Levin Produção: Jules Schermer Roteiro: Borden Chase, Robert D. Andrews, Ben Maddow Fotografia: William Snyder Música: George Cooper" Elenco Glenn Ford ...     Col. Owen Devereaux William Holden ...     Capt. Del Stewart Ellen Drew    ...     Caroline Emmet Ray Collins    ...     Big Ed Carter Edgar Buchanan    ...     Doc Merriam Jerome Courtland    ...     Johnny Howard James Millican    ...     Sgt. Jericho Howard Jim Bannon    ...     Nagel William 'Bill' Phillips    ...     York Sinopse Devereaux (Glenn Ford), um veterano de guerra, passa dos seus limites, e continua a matar por prazer, mesmo após ser nomeado juiz. Nem seu amigo, Del (William Holden), que serviu junto a ele, consegue contê-lo. A situação chega a um ponto em que a população começa a pegar em armas para se defender, e entram em confronto direto com os dois amigos. Imagens
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Título Original: Give a girl a break Ano/País/Gênero/Duração: 1952 / EUA / Musical / 112min Direção: Stanley Donen Produção: Jack Cummings Roteiro: Frances Goodrich, Albert Hackett Fotografia: William C. Mellor Música: Burton Lane Elenco Marge Champion     ...     Madelyn Corlane Gower Champion    ...     Ted Sturgis Debbie Reynolds ...     Suzy Doolittle Helen Wood    ...     Mrs. Olga Bradshaw aka Joanna Moss Bob Fosse    ...     Bob Dowdy Kurt Kasznar    ...     Leo Belney Richard Anderson    ...     Burton Bradshaw William Ching    ...     Anson Prichett Lurene Tuttle    ...     Mrs. Doolittle Larry Keating    ...     Felix Jordan Donna Martell    ...     Janet Hallson Sinopse Madelyn Corlane é uma jovem atriz à procura do estrelato. Durante os ensaios de um musical da Broadway, a estrela principal abandona seu posto e os produtores correm contra o tempo para tentar encontrar outra para colocar em seu lugar. É a change de Madelyn. Imagens
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Título Original: Ex-Lady Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Comédia Drama / 67min Direção: Robert Florey Produção: Darryl F. Zanuck Roteiro: David Boehm e Edith Fitzgerald Fotografia: Tony Gaudio Música: Leo F. Forbstein Elenco Bette Davis ...     Helen Bauer Gene Raymond    ...     Don Peterson Frank McHugh    ...     Hugo Van Hugh Monroe Owsley    ...     Nick Malvyn Claire Dodd    ...     Iris Van Hugh Kay Strozzi    ...     Peggy Smith Ferdinand Gottschalk    ...     Mr. Herbert Smith Alphonse Ethier    ...     Mr. Adolphe Bauer, Helen's Father Bodil Rosing    ...     Helen's Mother Sinopse Helen Bauer (Bette Davis) é uma mulher de espírito livre. Auto-suficiente, prefere seguir sua carreira como artista gráfica a se casar com Don Peterson (gene Raymond), o escritor que ela ama. Na verdade Helen tem medo de que o casamento destrua o amor que sente por ele. Cansado de esperar, Don começa um romance com outra mulher. Helen imediatamente também procura um outro amor. Mas ela conseguirá esquecer Don? Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Sem Legendas   Imagens
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Título Original: Parachute Jumper Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Drama / 65min Direção: Alfred E. Green Produção: Jack L. Warner e Darryl F. Zanuck Roteiro: Rian James e John Francis Larkin Fotografia: James Van Trees Música: Cliff Hess Elenco Douglas Fairbanks Jr. ...     Bill Keller Bette Davis ...     Patricia 'Alabama' Brent Frank McHugh    ...     Toodles Cooper Claire Dodd    ...     Mrs. Newberry Leo Carrillo    ...     Kurt Weber Harold Huber    ...     Steve Donovan Thomas E. Jackson    ...     Detective Lt. Coffey Sinopse Alabama (Bette Davis) se apaixona por um contrabandista e tentará removê-lo do crime. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas
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Título Original: Coming Home Ano/País/Gênero/Duração: 1978 / EUA / Drama Guerra / 126min Direção: Hal Ashby Produção: Jerome Hellman Roteiro: Nancy Dowd, Robert C. Jones, Waldo Salt, Rudy Wurlitzer Fotografia: Haskell Wexler Música: Paul McCartney Elenco Jane Fonda ...     Sally Hyde Jon Voight    ...     Luke Martin Bruce Dern    ...     Capt. Bob Hyde Penelope Milford    ...     Vi Munson Robert Carradine    ...     Bill Munson Robert Ginty    ...     Sgt. Dink Mobley Mary Gregory    ...     Martha Vickery Kathleen Miller    ...     Kathy Delise Beeson Carroll    ...     Capt. Earl Delise Willie Tyler    ...     Virgil Louis Carello    ...     Bozo Charles Cyphers    ...     Pee Wee Olivia Cole    ...     Corrine Tresa Hughes    ...     Nurse Degroot Bruce French    ...     Dr. Lincoln Sinopse O soldado Bob Hyde (Bruce Dern) vai à Guerra do Vietnã e sua esposa Sally (Jane Fonda) é enfermeira de um hospital de veteranos. Sally se envolve com Luke (Jon Voight), um soldado paraplégico e quando Hyde descobre as consequências são dramáticas. Curiosidades - O papel de Lucas foi originalmente oferecido a Sylvester Stallone. - Sylvester Stallone, Jack Nicholson e Al Pacino  recusaram o convite para o papel de Jon Voight. Prêmios - Oscar de Melhor Atriz (Jane Fonda), Ator (Jon Voight). - Globo de Ouro de Melhor Ator drama (John Voight) e Atriz drama (Jane Fonda). Imagens
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Título Original: A Damsel in Distress Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / EUA / Comédia / 98min Direção: George Stevens Produção: Pandro S. Berman Roteiro: P.G. Wodehouse, Ian Hay, Ernest Pagano, S.K. Lauren Fotografia: Joseph H. August Música: Robert Russell Bennett Elenco Fred Astaire ...     Jerry Halliday George Burns ...     George Gracie Allen    ...     Gracie Joan Fontaine ...     Lady Alyce Marshmorton Reginald Gardiner    ...     Keggs Ray Noble    ...     Reggie Constance Collier    ...     Lady Caroline Montagu Love    ...     Lord John Marshmorton Harry Watson    ...     Albert Jan Duggan    ...     Miss Ruggles Sinopse Lady Alyce (Joan Fontaine) deve se casar em breve, e os funcionário do Tottney Castel fazem apostas sobre quem ela vai escolher. Ela vai a Londres para escolher seu pretendente e acaba conhecendo um dançarino americano em férias. Sinopse: Neste musical passado em Londres, Fontaine substituiu, temporariamente, Ginger Rogers, que, há sete filmes, vinha sendo a parceira de Astaire. O que dizer de uma trilha que reúne Things Are Looking Up, A Foggy Day in London Town, Nice Work If You Can Get It e I Can`t Be Bothered Now? Curiosidades - Ruby Keeler, Carole Lombard e estrela musical britânica Jessie Matthews foram abordados para desempenhar o papel de Alyce, mas não estavam disponíveis. - Quando soube que Gracie Allen estava nervosa por dançar ao seu lado, Fred Astaire fez questão de tropeçar no primeiro dia de filmagens para deixá-la mais a vontade. - Primeiro filme de Astaire sem Ginger Rogers para a RKO. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas somente em espanhol     Imagens
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Título Original: Flight to Tangier Ano/País/Gênero/Duração: 1953 / EUA / Ação Crime Drama Romance / 90min Direção: Charles Marquis Warren Produção: Nat Holt     Roteiro: Charles Marquis Warren Fotografia: Ray Rennahan Música:Paul Sawtell Elenco Joan Fontaine ...     Susan Lane, Brady's Fiancée / San Francisco Herald Ledger Reporter Jack Palance ...     Gil Walker, Pilot Corinne Calvet    ...     Nicki Robert Douglas    ...     Danzer Marcel Dalio    ...     Goro, Importer / Exporter Jeff Morrow    ...     Col C.M. Wier, International Police Richard Shannon    ...     Lt. Bill Luzon, International Police Murray Matheson    ...     Franz Kovac, Money Courier John Doucette    ...     Tirera, International Police John Pickard    ...     Hank Brady, Pilot James Anderson    ...     Dullah, Goro's Henchman Bob Templeton    ...     Luzon's Policeman Peter Coe    ...     Hanrah, International Police Madeleine Holmes    ...     Rosario John Wengraf    ...     Kalferez Sinopse No aeroporto de Tânger, um grupo de pessoas aguardam a chegada de um misterioso avião. Dentre os presentes, a americana Susan, o piloto Gil Walker e um empresário. Mas o avião acaba caindo em chamas. Não são encontrados corpos e logo começa a busca por uma grande quantia de dinheiro, sumida durante o vôo.
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Título Original: Beyond a Reasonable Doubt Ano/País/Gênero/Duração: 1956 / EUA / Crime Drama Noir / 80min Direção: Fritz Lang Produção: Bert E. Friedlob Roteiro: Douglas Morrow Fotografia: William E. Snyder Música: Herschel Burke Gilbert Elenco Dana Andrews ...     Tom Garrett Joan Fontaine ...     Susan Spencer Sidney Blackmer    ...     Austin Spencer Arthur Franz    ...     Bob Hale Philip Bourneuf    ...     Roy Thompson Edward Binns    ...     Lt. Kennedy Shepperd Strudwick    ...     Jonathan Wilson Robin Raymond    ...     Terry Larue Barbara Nichols    ...     Dolly Moore William F. Leicester    ...     Charlie Miller Dan Seymour    ...     Greco Rusty Lane    ...     Judge Joyce Taylor    ...     Joan Williams Carleton Young    ...     Allan Kirk Trudy Wroe    ...     Hatcheck girl Sinopse O sistema penal americano é testado quando Tom, um jornalista assume ter cometido um crime apesar de inocente. Ele é convencido por Susan a assumir, prometendo salvá-lo ao indicar as provas de sua inocência. Mas Susan acaba assassinada, e Tom agora não tem como provar que não é o verdadeiro culpado. Curiosidades - Último filme de Fritz Lang nos EUA. Imagens
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Título Original: Tender is the Night Ano/País/Gênero/Duração: 1962 / EUA / Drama / 146min Direção: Henry King Produção: Henry T. Weinstein Roteiro: Ivan Moffat, F. Scott Fitzgerald Fotografia: Leon Shamroy Música: Bernard Herrmann Elenco Jennifer Jones ...     Nicole Diver Jason Robards    ...     Dr. Richard 'Dick' Diver Joan Fontaine ...     Baby Warren Tom Ewell    ...     Abe North Cesare Danova    ...     Tommy Barban Jill St. John    ...     Rosemary Hoyt Paul Lukas    ...     Doctor Dohmler Bea Benaderet    ...     Mrs. McKisco Charles E. Fredericks    ...     Mr. Albert Charles McKisco Sanford Meisner    ...     Doctor Franz Gregorovious Mac McWhorter    ...     Colis Clay Albert Carrier    ...     Louis Richard De Combray    ...     Francisco Prado Carole Mathews    ...     Mrs. Hoyt Alan Napier    ...     Señor Pardo Sinopse Após ser tratada com o Dr. Richard (Jason Robards), Nicole (Jennifer Jones) se casa com ele.  Richard passa a ficar cada vez mais dependente tanto financeiramente quanto emocionalmente dela. Imagens
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Título Original: Stowaway Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Musical Aventura Família / 87min Direção: William A. Seiter Produção: Buddy G. DeSylva Roteiro: William M. Conselman e Samuel G. Engel Fotografia: Arthur C. Miller Música: Louis Silvers Elenco Shirley Temple ...     Barbara 'Ching-Ching' Stewart Robert Young ...     Tommy Randall Alice Faye ...     Susan Parker Eugene Pallette    ...     The Colonel Helen Westley    ...     Mrs. Hope Arthur Treacher    ...     Atkins Allan Lane    ...     Richard Hope J. Edward Bromberg    ...     Judge J.D. Booth Astrid Allwyn    ...     Kay Swift Robert Greig    ...     Captain of SS Victoria Jayne Regan    ...     Dora Day Julius Tannen    ...     Jenkins, First Mate Willie Fung    ...     Chang, Boatman Philip Ahn    ...     Sun Lo Paul McVey    ...     Second Mate Sinopse Chin-Ching se perde em Xangai e faz amizade com playboy americano Tommy Randall. Ela dorme em seu carro, que acaba em um navio a caminho da América.  Susan Parker, também a bordo do navio, casa com Randall para dar a Chin-Ching uma família. Download:   Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Sem Legendas Imagens
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Título Original: Dimples Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Musical / 79min Direção: William A. Seiter Produção: Nunnally Johnson Roteiro: Arthur Sheekman e Nat Perrin Fotografia: Bert Glennon Música: R.H. Bassett Elenco Shirley Temple ...     Dimples Appleby Frank Morgan ...     Prof. Eustace Appleby Robert Kent    ...     Allen Drew Helen Westley    ...     Mrs. Caroline Drew Stepin Fetchit    ...     Cicero Astrid Allwyn    ...     Cleo Marsh Brook Byron    ...     Betty Loring Hall Johnson Choir    ...     Choir Berton Churchill    ...     Colonel Loring Paul Stanton    ...     Mr. St. Clair Julius Tannen    ...     Hawkins John Carradine    ...     Richards Billy McClain    ...     Rufus Jack Clifford    ...     Uncle Tom Betty Jean Hainey    ...     Topsy Sinopse Dimples (Shirley Temple) é uma garotinha talentosa, que distrai as pessoas com um show de canto e dança, enquanto seu pai aproveita para roubá-las. Mas uma socialite se interessa por ela, e quer adotá-la e transformá-la em um sucesso em uma peça da Broadway. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas (só em inglês)   Imagens
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Título Original: Poor Little Rich Girl Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Aventura Família Musical Romance / 72min Direção: Irving Cummings Produção: Darryl F. Zanuck Roteiro: Sam Hellman e Eleanor Gates Fotografia: John F. Seitz Música: Cyril J. Mockridge Elenco Shirley Temple ...     Barbara Barry Alice Faye ...     Jerry Dolan Gloria Stuart    ...     Margaret Allen Jack Haley    ...     Jimmy Dolan Michael Whalen    ...     Richard Barry Sara Haden    ...     Collins Jane Darwell    ...     Woodward Claude Gillingwater    ...     Simon Peck Paul Stanton    ...     George Hathaway Henry Armetta    ...     Tony Charles Coleman    ...     Stebbins Arthur Hoyt    ...     Percifal Gooch John Wray    ...     Flagin Tyler Brooke    ...     Dan Ward Mathilde Comont    ...     Tony's Wife Sinopse A pequena Barbara (Shirley Temple) é filha do viúvo Richard Barry (Michael Whalen), um rico proprietário de uma fábrica de sabonetes. Uma das empregadas sugere que a menina deve ser matriculada em uma escola interna. Levada até a estação, ocorre um acidente e sua empregada é levada para o hospital. A garotinha fica sozinha, e sem saber o que fazer, acaba seguindo um homem que pergunta seu nome. Barbara mente, dizendo se chamar Betsy, e que é órfã. Descoberta por uma dupla de cantores, ela é levada a se apresentar em um número musical e se torna um grande sucesso. Curiosidades - Os números musicais foram tão complicados que tiveram que ser refeitos várias vezes. - Shirley perdeu seu primeiro dente de leite durante as filmagens. - Refilmagem de The Poor Little Rich Girl de 1917, com Mary Pickford. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas (só em inglês)   Imagens
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Título Original: Captain January Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Comédia Musical Família / 77min Direção: David Butler Produção: Buddy G. DeSylva Roteiro: Sam Hellman e Gladys Lehman Fotografia: John F. Seitz Música: Cyril J. Mockridge Elenco Shirley Temple ...     Star Guy Kibbee    ...     Captain January Slim Summerville    ...     Captain Nazro Buddy Ebsen ...     Paul Roberts Sara Haden    ...     Agatha Morgan Jane Darwell    ...     Eliza Croft June Lang    ...     Mary Marshall Jerry Tucker    ...     Cyril Morgan Nella Walker    ...     Mrs. John Mason George Irving    ...     John Mason Jim Farley    ...     Deputy Sheriff Si Jenks    ...     Old Sailor Sinopse A pequena Star (Shirley Temple) de 4 anos vive no pequeno vilarejo pesqueiro, acompanhada do Capitão January (Guy Kibbee) que a salvou de um naufrágio quando ela era ainda bebê. Com seu jeitinho meigo a garota encanta a todos. A sua alegria é ameaçada quando um fiscal quer levá-la para longe do capitão, mandando-a para um orfanato. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas   Imagens
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Título Original: Rebecca of Sunnybrook Farm Ano/País/Gênero/Duração: 1938 / EUA / Comédia Drama Familia Musical / 80min Direção: Allan Dwan Produção: Darryl F. Zanuck Roteiro: Kate Douglas Wiggin e Don Ettlinger Fotografia: Arthur C. Miller Elenco Shirley Temple ...     Rebecca Winstead Randolph Scott ...     Tony Kent Jack Haley    ...     Orville Smithers Gloria Stuart    ...     Gwen Warren Phyllis Brooks    ...     Lola Lee Helen Westley    ...     Aunt Miranda Wilkins Slim Summerville    ...     Homer Busby Bill Robinson    ...     Aloysius Raymond Scott    ...     Leader of Musical Ensemble Alan Dinehart    ...     Purvis J. Edward Bromberg    ...     Doctor Hill Dixie Dunbar    ...     Receptionist Paul Hurst    ...     Mug William Demarest    ...     Harry Kipper Ruth Gillette    ...     Melba Sinopse Rebecca (Shirley Temple) é uma garotinha talentosa. Deixada aos cuidados de sua tia Miranda. Seu vizinho Anthony Kent, um caçador de talentos, leva-a secretamente para participar de um programa de rádio, onde a garota irá se transformar em um sucesso. Curiosidades - Gloria Stuart inicialmente recusou este filme por sentir que o material não estava à sua altura, mas Darryl Zanuck a convenceu a participar do filme. - Refilmagem de Rebecca of Sunnybrook Farm, com Mary Pickford, de 1917. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas somente em espanhol   Imagens
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Título Original: Little Miss Broadway Ano/País/Gênero/Duração: 1938 / Drama Musical / 70min Direção: Irving Cummings Produção: Darryl F. Zanuck Roteiro: Harry Tugend e Jack Yellen Fotografia: Arthur C. Miller Música: Louis Silvers Elenco Shirley Temple ...     Betsy Brown Shea George Murphy ...     Roger Wendling, Sarah's nephew Jimmy Durante ...     Jimmy Clayton, Jazz Bandits bandleader Phyllis Brooks    ...     Barbara Shea Edna May Oliver    ...     Sarah Wendling, owner, Hotel Variety George Barbier    ...     Fiske, attorney Edward Ellis    ...     William J. 'Pop' Shea, manager, Hotel Variety Jane Darwell    ...     Miss Hutchins, orphanage matron El Brendel    ...     Ole Donald Meek    ...     Willoughby Wendling Patricia Wilder    ...     Flossie, switchboard operator, Hotel Variety Claude Gillingwater    ...     Judge George Brasno    ...     Himself Olive Brasno    ...     Herself Charles Williams    ...     Mike Brody Sinopse Betsy (Shirley Temple) é uma órfã talentosa que passa a ficar sob os cuidados de seu tio Pop (Edward Ellis), gerente de uma casa teatral. Em pouco tempo a garota se transforma na queridinha da clientela, incluindo o maestro Jimmy Clayton (Jimmy Durante). Mas a proprietária do edifício, Sarah Roger ( não está gostando nada da situação. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas   Imagens
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Título Original: Klute Ano/País/Gênero/Duração: 1971 / EUA / Misterio Romance Policial / 114min Direção: Alan J. Pakula Produção: Alan J. Pakula Roteiro: Andy Lewis e David P. Lewis Fotografia: Gordon Willis Música: Michael Small Elenco Jane Fonda ...     Bree Daniels Donald Sutherland ...     John Klute Charles Cioffi    ...     Peter Cable Roy Scheider    ...     Frank Ligourin Dorothy Tristan    ...     Arlyn Page Rita Gam    ...     Trina Nathan George    ...     Det. Lt. Trask Vivian Nathan    ...     Psychiatrist Morris Strassberg    ...     Mr. Goldfarb Barry Snider    ...     Berger Betty Murray    ...     Holly Gruneman Jane White    ...     Janie Dale Shirley Stoler    ...     Momma Reese Robert Milli    ...     Tom Gruneman Anthony Holland    ...     Actor's Agent Sinopse Bree Daniels (Jane Fonda), uma prostituta, é a principal pista que o detetive John Klute (Donald Sutherland) tem para chegar ao seu amigo desaparecido. Mas durante as investigações os dois se apaixonam e ela passa a ser perseguida por um homem misterioso. Curiosidades - Barbra Streisand não aceitou o papel de Bree. - Para se adequar ao papel, Jane Fonda frequentou lugares onde se encontravam prostitutas. Prêmios - Oscar de Melhor Atriz (Jane Fonda) e Roteiro Original. Imagens
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Título Original: Tonight and Every Night Ano/País/Gênero/Duração: 1945 / EUA / Musical / 92min Direção: Victor Saville Produção: Victor Saville Roteiro: Abem Finkel e Lesser Samuels Fotografia: Rudolph Maté     Música: George Duning e Marlin Skiles   Elenco     Rita Hayworth ...     Rosalind Bruce Lee Bowman    ...     Squadron Leader Paul Lundy Janet Blair    ...     Judy Kane Marc Platt    ...     Tommy Lawson Leslie Brooks    ...     Angela Professor Lamberti    ...     Fred Dusty Anderson    ...     Toni Stephen Crane    ...     Observer Leslie Wiggins Jim Bannon    ...     Life Photographer Florence Bates    ...     May Tolliver Ernest Cossart    ...     Sam Royce Richard Haydn    ...     Specialty Philip Merivale    ...     Reverend Gerald Lundy Patrick O'Moore    ...     David Long Shelley Winters ...     Bubbles   Sinopse   Uma dançarina americana em Londres se encontra com um piloto da TAF em um abrigo durante um ataque aéreo e eles logo começam um caso de amor. Mas quando ele é enviado para o Canadá, ela deverá decidir se permanece na Inglaterra para cumprir suas obrigações ou o acompanha.   Curiosidades   - Rita Hayworth estava grávida durante o filme, e as cenas musicais foram feitas antes. A barriga foi oculta com acessórios de cena, como mobiliários e bolsas.   Imagens  
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Título Original: Driftwood Ano/País/Gênero/Duração: 1947 / EUA / Drama ~88min Direção: Allan Dwan Produção: Allan Dwan     Roteiro: Mary Loos, Richard Sale Fotografia: John Alton Música: Nathan Scott, Cy Feuer Elenco Ruth Warrick     ...     Susan Moore Walter Brennan    ...     Murph Dean Jagger    ...     Dr. Steve Webster Charlotte Greenwood    ...     Mathilda Natalie Wood ...     Jenny Hollingsworth Jerome Cowan    ...     Mayor Snyder H.B. Warner    ...     Rev. J. 'Grandpappy' Hollingsworth Margaret Hamilton ...     Essie Keenan Hobart Cavanaugh    ...     Judge Beckett Francis Ford    ...     Abner Green Alan Napier    ...     Dr. Nicholas Adams Howland Chamberlain    ...     Hiram Trumbell James Bell    ...     Sheriff Bolton Teddy Infuhr    ...     Lester Snyder James Kirkwood    ...     Rev. MacDougal Sinopse A órfã Jenny (Natalie Wood) resgata o único sobrevivente de um acidente aéreo: um cãozinho collie. Ela resolve adota-lo juntamente com o médico Steven (Dean Jagger), embora a noiva deste deteste a garota e agora o cãozinho.
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Título Original: The Ghost and Mrs. Muir Ano/País/Gênero/Duração: 1947 / EUA / Drama Fantasia / 104min Direção: Joseph L. Mankiewicz Produção: Fred Kohlmar Roteiro: Philip Dunne Fotografia: Charles Lang Música: Bernard Herrmann     Elenco     Gene Tierney ...     Lucy Muir Rex Harrison ...     Capt. Daniel Gregg George Sanders ...     Miles Fairley Edna Best    ...     Martha Huggins Vanessa Brown    ...     Anna Muir as an Adult Anna Lee    ...     Mrs. Miles Fairley Robert Coote    ...     Mr. Coombe Natalie Wood ...     Anna Muir as a Child Isobel Elsom    ...     Angelica, Mother-in-law Victoria Horne    ...     Eva, Sister-in-law   Sinopse   A viúva Lucy Muir (Genge Tierney) decide alugar uma casa para ela e sua filha, depois de ter morado um tempo com sua sogra. No chalé a beira-mar logo aparece o fantasma do antigo proprietário, Daniel Gregg (Rex Harrison), que teria se suicidado. Apesar de um início tortuoso, a amizade entre os dois aumenta.       Imagens      
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Título Original: Tomorrow Is Forever Ano/País/Gênero/Duração: 1946 / EUA / Drama Noir / 105min Direção: Irving Pichel Produção: David Lewis Roteiro: Gwen Bristow e Lenore J. Coffee Fotografia: Joseph A. Valentine Música: Max Steiner     Elenco       Claudette Colbert ...     Elizabeth Hamilton Orson Welles ...     John Andrew MacDonald / Erik Kessler George Brent ...     Lawrence Hamilton Lucile Watson    ...     Aunt Jessica Hamilton Richard Long    ...     Drew Hamilton Natalie Wood ...     Margaret Ludwig John Wengraf    ...     Dr. Ludwig Sonny Howe    ...     Brian Hamilton Michael Ward    ...     The Drew infant Ian Wolfe    ...     Norton Joyce Mackenzie    ...     Cherry Davis Tom Wirick    ...     Pudge Davis Lane Watson    ...     Hamilton's secretary Henry Hastings    ...     Daniel   Sinopse     Após ficar desaparecido por 20 anos, John (Orson Welles) retorna com outra identidade e encontra sua esposa já casada e com filhos.     Imagens  
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Título Original: My Darling Clementine Ano/País/Gênero/Duração: 1946 / EUA / Faroeste / 97min Direção: John Ford Produção: Samuel G. Engel Roteiro: Samuel G. Engel e Winston Miller Fotografia: Joseph MacDonald Música: Cyril J. Mockridge Elenco Henry Fonda ... Wyatt Earp Linda Darnell ... Chihuahua Victor Mature ... Dr. John 'Doc' Holliday Cathy Downs ... Clementine Carter Walter Brennan ... Old Man Clanton Tim Holt ... Virgil Earp Ward Bond ... Morgan Earp Alan Mowbray ... Granville Thorndyke John Ireland ... Billy Clanton Roy Roberts ... Mayor Jane Darwell ... Kate Nelson Grant Withers ... Ike Clanton J. Farrell MacDonald ... Mac the barman Russell Simpson ... John Simpson Mae Marsh     ...     Simpson's Sister Sinopse Após seu irmão mais jovem ser morto enquanto tomava conta do rebanho, Wyatt Earp (Henry Fonda), um xerife aposentado, decide voltar à ativa e se vingar daqueles que mataram seu irmão. Curiosidades - Jeanne Crain estava programada para o papel de Clementine, mas foi reprocada por Darryl Zanuck por ser muito pequena. - Primeiro filme de Fonda após ele retornar do serviço da Marinha na Segunda Guerra Mundial. - James Stewart foi a primeira opção para o papel de Doc. - Vincent Price foi considerado para o papel de Doc. Imagens
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Título Original: Parnell Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / EUA / Biografia Drama / 118min Direção: John M. Stahl Produção: John M. Stahl Roteiro: Elsie T. Schauffler e John Van Druten Fotografia: Karl Freund Música: William Axt Elenco Clark Gable ...     Charles Stewart Parnell Myrna Loy ...     Mrs. Katie O'Shea Edna May Oliver    ...     Aunt Ben Wood Edmund Gwenn    ...     Campbell, Parnell's Secretary Alan Marshal    ...     Captain William 'Willie' O'Shea Donald Crisp    ...     Michael Davitt Billie Burke ...     Miss Clara Wood Berton Churchill    ...     The O'Gorman Mahon Donald Meek    ...     Murphy Montagu Love    ...     William Ewart Gladstone Byron Russell    ...     Timothy Healy Brandon Tynan    ...     John Redmond Phyllis Coghlan    ...     Ellen, Katie's Maid Neil Fitzgerald    ...     Richard Pigott George Zucco    ...     Sir Charles Russell Sinopse A vida de uma das principais figuras políticas da Irlanda do final do século 19 inspiraram este drama biográfico. Charles Stewart Parnell (Clark Gable) é um político e ativista, cujo trabalho incansável pela causa da independência irlandesa deu-lhe o apelido de "O rei sem coroa". Curiosidades - Joan Crawford foi cogitada para o papel de Katie. Mas devido a diferenças com o diretor Stahl foi substituída. - O filme foi o maior fracasso comercial de Clark Gable. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Filme com audio em espanhol   Imagens
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Título Original: The Case of the Curious Bride Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Crime Mistério Drama / 80min Direção: Michael Curtiz Produção: Harry Joe Brown Roteiro: Erle Stanley Gardner e Tom Reed Fotografia: David Abel Elenco Warren William    ...     Perry Mason Margaret Lindsay    ...     Rhoda Montaine Donald Woods    ...     Carl Montaine Claire Dodd    ...     Della Street Allen Jenkins    ...     Spudsy Drake Phillip Reed    ...     Dr. Claude Millbeck Barton MacLane    ...     Chief Detective Joe Lucas Wini Shaw    ...     Doris Pender Warren Hymer    ...     Oscar Pender, Doris' Brother Olin Howland    ...     Coroner Wilbur Strong Charles Richman    ...     C. Phillip Montaine Thomas E. Jackson    ...     Toots Howard, 'Inquirer' Reporter Errol Flynn ...     Gregory Moxley Robert Gleckler    ...     Detective Byrd James Donlan    ...     Detective Fritz Sinopse Perry Mason (Warren William) planeja passar suas férias na China quando encontra em um restaurante Rhoda (Margaret Lindsay), sua antiga paixão. Ela lhe revela que  se casou novamente, depois que seu primeiro marido morreu, mas agora descobriu que ele está vivo. E mais, pedindo sua parte na herança. Caso ela não faça isso, ele aparecerá e ela será acusada de bigamia. Curiosidades - Estréia de Errol Flynn no cinema, fazendo o papel de morto.   Imagens
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Título Original: The Sea Hawk Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Aventura / 127min Direção: Michael Curtiz Produção: Henry Blanke e Hal B. Wallis Roteiro: Howard Koch, Seton I. Miller Fotografia: Sol Polito Música: Erich Wolfgang Korngold Elenco Errol Flynn ...     Captain Geoffrey Thorpe Brenda Marshall    ...     Doña Maria Alvarez de Cordoba Claude Rains    ...     Don José Alvarez de Cordoba Donald Crisp    ...     Admiral Sir John Burleson Flora Robson    ...     Queen Elizabeth Alan Hale    ...     Carl Pitt Henry Daniell    ...     Lord Wolfingham Una O'Connor    ...     Miss Marthe Latham James Stephenson    ...     Abbott Gilbert Roland    ...     Captain Lopez William Lundigan    ...     Danny Logan Julien Mitchell    ...     Oliver Scott Montagu Love    ...     King Phillip II J.M. Kerrigan    ...     Eli Matson David Bruce    ...     Martin Burke Sinopse Geoffrey Thorpe (Errol Flynn), um pirata inglês, pretende saquear navios espanhóis em nome da bandeira inglesa. Ele acaba conhecendo Dona Maria (Brenda Marshall) durante uma das invasões, e acaba se apaixonando. A princípio ela o despreza, mas ele tentará provar que também é um cavalheiro. Curiosidades -  Olivia de Havilland estava escalada para o papel de Maria, mas estava incomodada com papéis de capa e espada, e decidiu não aceitar. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legenda     Imagens
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  Título Original: Objective, Burma! Ano/País/Gênero/Duração: 1945 / EUA / Guerra Drama / 142min Direção: Raoul Walsh Produção: Jerry Wald Roteiro: Lester Cole e Ranald MacDougall Fotografia: James Wong Howe Música: Franz Waxman     Elenco       Errol Flynn ...     Capt. Nelson James Brown    ...     SSgt. Treacy William Prince    ...     Lt. Sid Jacobs George Tobias    ...     Cpl. Gabby Gordon Henry Hull    ...     Mark Williams Warner Anderson    ...     Col. J. Carter John Alvin    ...     Hogan Mark Stevens    ...     Lt. Barker Richard Erdman    ...     Pvt. Nebraska Hooper       Sinopse       Para-quedistas americanos seguem em direção a Burma na Ásia, para tentar localizar uma estação de radar e explodi-la. Eles conseguem, mas são surpreendidos pelo exército japonês.     Curiosidades     - O filme foi banino na Inglaterra, depois de protestos de militares. - Refilmagem como Distant Drums (1951) com Gary Cooper e Richard Webb.     Imagens
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Título Original: The Curse of Frankenstein Ano/País/Gênero/Duração: 1957 / Inglaterra / Terror / 83min Direção: Terence Fisher Produção: Anthony Hinds, Max Rosenberg. Roteiro: Jimmy Sangster Fotografia: Jack Asher Música: James Bernard.     Elenco     Peter Cushing    ...     Victor Frankenstein Hazel Court    ...     Elizabeth Robert Urquhart    ...     Paul Krempe Christopher Lee    ...     Creature Melvyn Hayes    ...     Young Victor Valerie Gaunt    ...     Justine Paul Hardtmuth    ...     Professor Bernstein Noel Hood    ...     Aunt Fred Johnson    ...     Grandpa Claude Kingston    ...     Little Boy Alex Gallier    ...     Priest Michael Mulcaster    ...     Warder Andrew Leigh    ...     Burgomaster Ann Blake    ...     Wife Sally Walsh    ...     Young Elizabeth     Sinopse     Realizado em flashback, Victor Frankenstein (Peter Cushing) relata sua história desde sua juventude, quando herdou uma fortuna. Ele seguiu seus estudos e pesquisas, descobrindo uma forma de ressuscitar seres. Utilizando sua técnica com seres humanos, ele criou uma criatura agressiva.     Curiosidades   - Peter Cushing faria 5 vezes o papel de Frankenstein.   Imagens
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Título Original: The Farmer Takes a Wife Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Drama / 91min Direção: Victor Fleming Produção: Winfield R. Sheehan Roteiro: Edwin J. Burke Fotografia: John F. Seitz Música: Arthur Lange Elenco Janet Gaynor ...     Molly Larkins Henry Fonda ...     Dan Harrow Charles Bickford    ...     Jotham Klore Slim Summerville    ...     Fortune Friendly Andy Devine    ...     Elmer Otway Roger Imhof    ...     Samson 'Sam' Weaver Jane Withers    ...     Della Margaret Hamilton ...     Lucy Gurget Sig Ruman    ...     Blacksmith John Qualen    ...     Sol Tinker Kitty Kelly    ...     Ivy Robert Gleckler    ...     Fisher - Freight Agent Sinopse História de amor situada no Canal Erie em Nova York em meados do século 19. Um agricultor (Henry Fonda) trabalha no canal e junta dinheiro para comprar uma fazenda. Ele conhece a cozinheira Molly (Janet Gaynor) e os dois se apaixonam. Mas ao passo que ele deseja comprar logo uma fazenda longe dali, Molly não quer sair do local. Curiosidades - Estréia de Henry Fonda. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legendas somente em espanhol. Imagens
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Título Original: Saratoga Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / EUA / Drama Comédia / 92min Direção: Jack Conway Produção: Bernard H. Hyman Roteiro: Anita Loos e Robert E. Hopkins Fotografia: Ray June Música: Edward Ward Elenco Clark Gable ...     Duke Bradley Jean Harlow ...     Carol Clayton Lionel Barrymore ...     Grandpa Clayton Frank Morgan ...     Jesse Kiffmeyer Walter Pidgeon    ...     Hartley Madison Una Merkel    ...     Fritzi Cliff Edwards    ...     Tip George Zucco    ...     Dr. Harmsworth Bierd Jonathan Hale    ...     Frank Clayton Hattie McDaniel    ...     Rosetta Frankie Darro    ...     Dixie Gordon Henry Stone    ...     Hand-Riding Hurley Margaret Hamilton Sinopse O apostador Duke Bradley (Clark Gable) se apaixona pela neta de seu melhor amigo, Carol (Jean Harlow). Em dívida com Duke, o avô de Carol coloca seu rancho como caução. Depois que seu avô morre repentinamente de ataque cardíaco durante uma corrida, Carol começa a fazer apostas, para ter sua casa de volta. Curiosidades - Último filme de Jean Harlow que morreu repentinamente durante as filmagens. Algumas dublês foram usadas para finalizar cenas. Nessas cenas, foi utilizada a voz de Paula Winslowe. - Os produtores pensaram em refilmar todas as cenas de Jean Harlow com Virginia Bruce ou Jean Arthur, mas o público exigiu que fosse lançado o último filme da atriz. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legenda em espanhol   Imagens
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Título Original: Test Pilot Ano/País/Gênero/Duração: 1938 / EUA / Drama Romance / 118min Direção: Victor Fleming Produção: Louis D. Lighton Roteiro: Vincent Lawrence e Frank Wead Fotografia: Ray June Música: Franz Waxman Elenco Clark Gable ...     Jim Lane Myrna Loy ...     Ann Barton Spencer Tracy ...     Gunner Morris Lionel Barrymore ...     Howard B. Drake Samuel S. Hinds    ...     General Ross Marjorie Main    ...     Landlady Ted Pearson    ...     Joe Gloria Holden    ...     Mrs. Benson Louis Jean Heydt    ...     Benson Virginia Grey    ...     Sarah Priscilla Lawson    ...     Mable Claudia Coleman    ...     Mrs. Barton Arthur Aylesworth    ...     Frank Barton Sinopse Jim (Clark Gable) é um piloto de testes que cai em uma fazenda e acaba casando com Ann (Myrna Loy). Sua esposa e seu amigo Gunner fazem de tudo para mantê-lo sóbrio. Mas a vida de um piloto de testes não é nada fácil. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legendas somente em espanhol Imagens
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Título Original: Too Hot to Handle Ano/País/Gênero/Duração: 1938 / EUA / Comédia Aventura Romance / 107min Direção: Jack Conway Produção: Lawrence Weingarten Roteiro: Len Hammond e Laurence Stallings Fotografia: Harold Rosson Música: Franz Waxman Elenco Clark Gable ...     Christopher 'Chris' Hunter Myrna Loy ...     Alma Harding Walter Pidgeon    ...     William O. 'Bill' Dennis Walter Connolly    ...     Arthur 'Gabby' MacArthur, Union Newsreel chief Leo Carrillo    ...     Joselito 'José' Estanza, Hunter's soundman Johnny Hines    ...     Mr. Parsons, Dennis' associate Virginia Weidler ...     Hulda Harding, Alma's niece Betty Ross Clarke    ...     Mrs. Ruth Harding Henry Kolker    ...     'Pearly' Todd, Atlas Newsreel chief Marjorie Main    ...     Miss Kitty Wayne Gregory Gaye    ...     Popoff Al Shean    ...     'Gumpy' Gumpert Willie Fung    ...     Willie Lillie Mui    ...     Tootsie Patsy O'Connor    ...     'Fake' Hulda Sinopse Chris (Clark Gable) é um fotógrafo de um noticiário. Em Xangai, ele acaba encontrando Alma Harding (Myrna Loy), uma piloto. A princípio ela não confia nele, mas depois os dois irão viver grandes aventuras pelas selvas da America do Sul. Curiosidades - Clark Gable passou dois dias trabalhando em um noticiário para melhor desempenhar o papel. - O filme foi um dos maiores sucessos do ano. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legendas somente em espanhol Imagens
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Título Original: I Vitelloni Ano/País/Gênero/Duração: 1953 / Italia / Drama / 103min Direção: Federico Fellini Produção: Jacques Bar, Mario De Vecchi, Lorenzo Pegoraro Roteiro: Federico Fellini, Ennio Flajano, Tullio Pinelli Fotografia: Carlo Carlini, Otello Martelli, Luciano Trasatti Música: Nino Rota Elenco Franco Interlenghi     ...     Moraldo Rubini Alberto Sordi    ...     Alberto Franco Fabrizi    ...     Fausto Moretti Leopoldo Trieste    ...     Leopoldo Vannucci Riccardo Fellini    ...     Riccardo Leonora Ruffo    ...     Sandra Rubini Jean Brochard    ...     Francesco Moretti Claude Farell    ...     Olga Carlo Romano    ...     Michele Curti Enrico Viarisio    ...     Signor Rubini Paola Borboni    ...     Signora Rubini Lída Baarová    ...     Giulia Curti Arlette Sauvage    ...     La sconosciuta del cinema Vira Silenti    ...     Gisella Maja Nipora    ...     Caterina Sinopse Cinco amigos, Moraldo, Alberto, Fausto, Leopoldo e Riccardo, vivem em uma pequena cidade da Itália e são conhecidos como "boas vidas", já que, de família rica, ocupam-se apenas da vida boêmia e vazia. Para preencher o vazio de suas existências, gastam seu tempo com coisas frívolas. Imagens
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Título Original: They Met in Bombay Ano/País/Gênero/Duração: 1941 / EUA / Drama Aventura Romance / 92min Direção: Clarence Brown Produção: Hunt Stromberg     Roteiro: John H. Kafka e Edwin Justus Mayer Fotografia: William H. Daniels Música: Herbert Stothart Elenco Clark Gable ...     Gerald Meldrick Rosalind Russell ...     Anya Von Duren Peter Lorre    ...     Capt. Chang Jessie Ralph    ...     Duchess of Beltravers Reginald Owen    ...     Gen. Allen Matthew Boulton    ...     Inspector Cressney Eduardo Ciannelli    ...     Giovanni Riccio, Hotel Manager Luis Alberni    ...     Maitre d'hotel Rosina Galli    ...     Carmencita 'Rosa' Jay Novello    ...     Bolo Alan Ladd ...     British Soldier Sinopse Gerald (Clark Gable) e Anya (Rosalind Russell) são dois ladrões de jóias tentando roubar um diamante precioso de uma duquesa. Cada um usará suas armas para conseguir o que quer. Enquanto ele usa de sua sedução para ganhar a confiança da Duquesa, ela finge ser uma aristocrata.
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Título Original: Any Number Can Play Ano/País/Gênero/Duração: 1949 / EUA / Drama / 112min Direção: Mervyn LeRoy Produção: Arthur Freed Roteiro: Richard Brooks e Edward Harris Heth Fotografia: Harold Rosson Música: Lennie Hayton Elenco Clark Gable ...     Charley Enley Kyng Alexis Smith    ...     Lon Kyng Wendell Corey    ...     Robbin Elcott Audrey Totter    ...     Alice Elcott Frank Morgan ...     Jim Kurstyn Mary Astor ...     Ada Lewis Stone ...     Ben Gavery Snelerr Barry Sullivan    ...     Tycoon Marjorie Rambeau    ...     Sarah Calbern Edgar Buchanan    ...     Ed Leon Ames    ...     Dr. Palmer Mickey Knox    ...     Pete Senta Richard Rober    ...     Lew 'Angie' Debretti William Conrad    ...     Frank Sistina Darryl Hickman    ...     Paul Enley Kyng Sinopse Charley (Clark Gable) é u]o dono de uma Casa de Jogos que contrai uma doença e é aconselhado a largar tudo e ter uma vida mais calma. Mas calma é tudo o que ele não tem, já que seu filho o odeia, um de seus empregados está roubando e um jogador leva a casa de jogos à falência. Imagens
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Título Original: Key to the City Ano/País/Gênero/Duração: 1950 / EUA / Comédia Romance / 101min Direção: George Sidney Produção: Z. Wayne Griffin Roteiro: Albert Beich e Robert Riley Crutcher Fotografia: Harold Rosson     Música: Bronislau Kaper   Elenco Clark Gable ...     Steve Fisk Loretta Young ...     Clarissa Standish Frank Morgan ...     Fire Chief Duggan Marilyn Maxwell    ...     Sheila the 'Atom' Dancer Raymond Burr    ...     Les Taggart James Gleason    ...     Sergeant Hogan Lewis Stone ...     Judge Silas Standish Raymond Walburn    ...     Mayor Billy Butler Pamela Britton    ...     Miss Unconscious Zamah Cunningham    ...     Mrs. Butler Clinton Sundberg    ...     Mark Mont Desk Clerk Marion Martin    ...     Emmy Bert Freed    ...     Emmy's Husband Emory Parnell    ...     Council Chairman Clara Blandick    ...     Liza, Silas' housekeeper Sinopse Em uma convenção de Prefeitos em San Francisco, o ex-estivador Steve Fisk (Clark Gable) acaba conhecendo Clarissa Standish (Loretta Young). Fisk é o prefeito de "Puget City" e Standish de "Winona Maine". Ambos orgulhosos e de lados opostos, acabam aos poucos se apaixonando. Curiosidades - Último filme de Frank Morgan, lançado após sua morte. - Loretta Young sofreu um aborto durante as filmagens e elas tiveram que ser adiadas. Imagens
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Título Original: Bombshell Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Comédia Drama / 96min Direção: Victor Fleming Produção: Hunt Stromberg e Irving Thalberg Roteiro: Caroline Francke  e Mack Crane Fotografia: Harold Rosson Elenco Jean Harlow ...     Lola Burns Lee Tracy    ...     E.J."Space"Hanlon Frank Morgan    ...     Pops Burns Franchot Tone    ...     Gifford Middleton Pat O'Brien    ...     Jim Brogan Una Merkel    ...     Mac Ted Healy    ...     Junior Burns Ivan Lebedeff    ...     Hugo, Marquis Di Pisa Di Pisa Isabel Jewell    ...     Lily, Junior's Girl Friend Louise Beavers    ...     Loretta Leonard Carey    ...     Winters Mary Forbes    ...     Mrs. Middleton C. Aubrey Smith    ...     Mr. Wendell Middleton June Brewster    ...     Alice Cole Sinopse A loira Lola Burns (Jean Harlow) é uma bela estrela de cinema. Constantemente rodeada de pretendentes, acaba se envolvendo com um falso marquês e tenta escapar de um diretor que se apaixona por ela. Cansada de ser tratada apenas como um produto, desiste da carreira. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas somente em espanhol   Imagens
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Título Original: Louisiana Story Ano/País/Gênero/Duração: 1948 / EUA / Drama Documentário  / 78min Direção: Robert Flaherty Produção: Robert J. Flaherty Roteiro: Frances Flaherty, Robert Flaherty Fotografia: Richard Leacock Música: Virgil Thomson Elenco Joseph Boudreaux     ...     The Boy Lionel Le Blanc    ...     His Father E. Bienvenu    ...     His Mother Frank Hardy    ...     The Driller C.P. Guedry    ...     The Boilerman Sinopse Napoléon-Ulysse Latour, um garoto canadense, vive no inteior de Louisiana. Sua vida consiste em passear pela floresta e observar a natureza. Tudo muda quando chegam operários para extrair petróleo do local. Curiosidades - O filme quase não tem diálogos. Imagens
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Título Original: Elephant Boy Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / Inglaterra / Aventura Drama / 80min Direção: Robert J. Flaherty Produção: Alexander Korda Roteiro: Rudyard Kipling e John Collier Fotografia: Osmond Borradaile Música: John Greenwood Elenco Sabu ...     Toomai W.E. Holloway    ...     Father Walter Hudd    ...     Petersen Allan Jeayes    ...     Machua Appa Bruce Gordon    ...     Rham Lahl D.J. Williams    ...     Hunter Wilfrid Hyde-White    ...     Commissioner Sinopse Toomai (Sabu), um garoto indiano de 13 anos, tem jeito com os animais, sobretudo com os elefantes. Após seu pai ser morto por um tigre, o garoto fica sozinho, contando apenas com a companhia de um elefante. Curiosidades - Baseado no conto de Rudyard Kipling "Toomai, of the Elephants" , mostra Toomai (Sabu), um garoto indiano, com dificuldades no início de sua jornada espiritual. - O filme marcou a estréia de Sabu. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas somente em espanhol Imagens
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Título Original: The Fatal Glass of Beer Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Comédia / 21min Direção: Clyde Bruckman Produção: Mack Sennett Roteiro: W.C. Fields Elenco W.C. Fields ...     Mr. Snavely Rosemary Theby    ...     Mrs. Snavely George Chandler    ...     Chester Snavely the wastrel son Richard Cramer    ...     Officer Posthlewhistle Canadian Mounted Police Sinopse Mr. Snavely (W.C. Fields) não vê seu único filho há anos, depois que ele partiu para a cidade grande. Agora, Chester (Geroge Chandler) retorna depois de um período na prisão. Curiosidades - O filme é uma parodia do melodrama Yukon. - Curta metragem. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.     Sem legendas Imagens
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Título Original: 8½ Ano/País/Gênero/Duração: 1963 / Italia / Drama / 138min Direção: Federico Fellini Produção: Angelo Rizzoli Roteiro: Federico Fellini, Ennio Flaiano, Tullio Pinelli, Brunello Rondi Fotografia: Gianni Di Venanzo Música: Nino Rota Elenco Marcello Mastroianni ...     Guido Anselmi Claudia Cardinale ...     Claudia Anouk Aimée    ...     Luisa Anselmi Sandra Milo    ...     Carla Rossella Falk    ...     Rossella Barbara Steele    ...     Gloria Morin Madeleine Lebeau    ...     Madeleine, Caterina Boratto    ...     La signora misteriosa Eddra Gale    ...     La Saraghina (as Edra Gale) Guido Alberti    ...     Pace, il produttore Mario Conocchia    ...     Conocchia, il direttore di produzione Bruno Agostini    ...     Bruno - il secundo segretario di produzione Cesarino Miceli Picardi    ...     Cesarino, l'ispettore di produzione Jean Rougeul    ...     Carini, il critico cinematografico Mario Pisu    ...     Mario Mezzabotta Sinopse Guido (Marcelo Mastroianni) é um cineasta em crise, lembrando-se de sua infância e de sua relação com mulheres e suas dúvidas com relação a religião. Curiosidades - Filme autobiográfico de Fellini. - Segundo Felline, algumas cenas foram concebidas de sonhos que ele teve. - Laurence Olivier chegou a ser cogitado para o papel principal. Prêmios Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e Figurino. Imagens
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  De todas as histórias — verídicas, obviamente — de amor sobre astros e estrelas que li, nenhuma outra tocou-me tanto quanto à de Clark Gable e da sua mais que bela esposa Carole Lombard — coube a Mary Pickford e Douglas Fairbanks (a rainha e o rei de Hollywood) ficarem em segundo no pódio. Parte graças ao fascínio que figura de Gable sempre exerceu sobre nós: os amantes da sétima arte. Outro tanto, pela luta vã daquela garota que desejava ter para si a criatura amada — Clark jamais deixou de sair com outras mulheres mesmo amando Lombard e estando casado com ela —, e que, morreria de forma estúpida pouco antes de ver na tela, com toda a certeza, uma obra-prima do cinema: To Be Or Not To Be (Ser Ou Não Ser, de 1942). Parte deste relacionamento que fora capa de revistas e assunto nas rodas de amigos — tal como Jolie e Pitt em tempos atuais —, veio a ser exibido no filme Os Ídolos Também Amam (Gable and Lombard), que tempos atrás veio a passar na Rede Globo durante a madrugada. Mesmo não sendo um filme à altura dos biografados — na verdade, existem momentos em que se torna monótono — Os Ídolos Também Amam possui diálogos inteligentes, além do que, mostra-nos facetas sobre o casal longe da vista do grande público e repórteres. Gable detestava suas orelhas. Lombard acreditava que tendo um filho poderia aplacar as escapulidas do marido. Entre beijos e juras, flashes e boatos, discussões ferrenhas rolavam, como por exemplo: — Adoraria ter um filho com as suas orelhas — ela lhe diz. — Deus livre o pequeno — responde o astro. Sendo assim, recomendo-o nem que seja tão somente por curiosidade. Voltando. Clark Gable, como outrora disse, sempre exerceu fascínio para aqueles que contato tiveram com sua obra — ora, quem poderia ter dado de forma tão magistral vida a Rhett Butler? —, mas, com o passar dos anos tomei partido por Carole, tornando-me fã incondicional dela — sei que provavelmente irás gritar: sacrilégio ou acuse-me de farsante —, mas seu cônjuge veio a ficar com a medalha de prata. De modo que, se pudesse conhecer um dos dois pessoalmente, não seria o eterno mister Butler meu escolhido. Nascida em outubro de 1908, filha caçula do casal Frederick Peters e Elizabeth Knight — Jane Alice Peters (nome verdadeiro) —, despontou cedo para a dramaturgia. Estreou na grande tela com doze anos de idade no filme Um Crime Perfeito (A Perfect Crime, 1921). Nos anos seguintes, participou de dezenas de películas tidas como filmes B — atualmente chamadas: baixo orçamento —, que eram apresentadas em sessões duplas nos cinemas americanos. Explico: no início do cinema, você pagava a entrada e assistia dois filmes, sendo o primeiro um tipo A — Gilda, ...E O Vento Levou, foram classificados nesta categoria — e ganhava de brinde um filme B — O Marujo Foi na Onda, com James Dean ou Gold Heels com a própria Lombard. Houve momentos na história da sétima arte que o filme B era superior ao A. Um bom exemplo: Casablanca. Incrível? Deixemos este para um artigo futuro. Quando o som começou a caminhar lado a lado com os filmes, muitas estrelas caíram — e os produtores necessitavam de “novas” estrelas. Lombard — assinando já seus trabalhos com o pseudônimo que marcaria sua vida —, não sofreu com a transição do mudo para o falado. Na verdade o som veio até a ser-lhe benéfico. — Alta Voltagem (High Voltage, 1929) traz sua voz pela primeiríssima vez. Howard Hawks — célebre diretor — tinha em suas mãos uma missão quase que impossível, onde encontrar uma atriz que pudesse contracenar com John Barrymore — considerado por muitos como um gênio da sétima arte —, sem ao mesmo tempo ser encoberta na tela pelo ídolo de muitos. Revendo alguns trabalhos da jovem Carole, optou por chamá-la para atuar com Barrymore. Tempos depois, revelou que tinha notado na pequena “um talento que andava sendo desperdiçado”. Sabe-se hoje que, as gravações não foram nada fáceis. Haws sob editar bem a película, fazendo com que do dia para noite o talento da jovem viesse a ser reconhecido — Lombard era reconhecida nas ruas por sua atuação em A Suprema Conquista (Twentieth Century). Corria o ano de 34 e este ainda prometia muito para ela, de forma positiva — o oposto que fora no anterior, quando divorciara-se do ator William Powell que conhecera durante as gravações de Man of The World — , sucederam We’re Not Dressing, Now and Forever, Lady By Choice, e Bolero ao lado de George Raft — um dos seus atuais pretendentes, outro era Gary Cooper.   Um ponto interessante sobre Bolero: Carole havia sido convidada para participar do filme Aconteceu Numa Noite (It Happened One Night), mas, rejeitou o papel de Ellie Andrews, para atuar ao lado George Raft — o ator ao qual ela contracenaria em Aconteceu Numa Noite seria Clark Gable, de modo que, coube a Claudette Colbert ocupar a vaga. Logo depois, em 1935, consolida-se de vez como uma das grandes comediantes do seu tempo no filme Hands Across The Table. O roteirista Robert Riskin propõe-lhe casamento. Todavia, não aceita visto que seria incapaz de viver ao lado de um homem que não desejasse ter filhos um dia. Outro amor surge em sua vida, o cantor Russ Columbo. Ambos pareciam feitos um para o outro — gostavam de pescar, jogar tênis e de piadas de duplo sentidos. Decidiram contrair matrimônio. Porém uma tragédia haveria de pôr fim aos planos de união neste mesmo ano. Enquanto admirava uma pistola em um antiquário, Columbo sem querer disparou esta. O projétil ricocheteou, vindo descansar no crânio do jovem pretendente. Os repórteres foram implacáveis sobre a “viúva”. O romance com triste final era notícia principal de todos os folhetins. Perguntas e mais perguntas foram feitas à atriz que apenas repetia que “Columbo fora meu grande amor”. Independente do que houvera, o estúdio exigia que ela cumprisse seus compromissos — outros duas películas tiveram sua participação: The Gay Bride e Rumba. São ótimos trabalhos — principalmente Rumba —, mas, não demonstram a intensidade dramática dos anteriores. Lombard cumpriu o contrato, desaparecendo nos meses seguintes. Longe dos holofotes — ou pelo menos tentando. Logo após a morte de Columbo, não houve mais as famosas festas na sua residência —, ela então preparou-se para o seu papel mais importante — na opinião de muitos, sua melhor interpretação — em My Man Godfrey (1936) ao lado do ex-marido William Powell e dos grandes nomes da sua época, saber: Alice Brady, Mischa Auer, Eugene Pallette e claro Gail Patrick. My Man Godfrey resgata a atriz de outros tempos — refeita do desastre e mais concentrada do que nos filmes anteriores — recebe indicação ao Oscar de Melhor Atriz. Nada é Sagrado (Nothing Sacred), é o único filme Technicolor da artista. Em cores, é possível perceber toda a magnitude de sua beleza. Nada é Sagrado ainda tem o toque mágico na produção de um dos grandes gênios do cinema o lendário David O. Selznick. Neste ano também, os caminhos de Gable e Lombard haveriam de ser cruzar novamente. Excetuando o episódio de Aconteceu Numa Noite, ambos haviam trabalhado lado a lado em No Man Of Her Own (1932), todavia ela ainda estava perdidamente apaixonada do Powell e Gable estava a milionária Ria Lagham — obviamente mantendo um caso aberto com Joan Crawford. O que impressionou a muitos, visto que, segundo comentários nas entre-salas “nenhuma das atrizes conseguia lutar contra o magnetismo de Clark”. Joan Blondel foi além “só as mortas não se sentem atraídas por Gable”. A lista de seus casos amorosos é imensa. Reza a lenda que certa vez estava ele ao lado de um amigo — isto, pouco antes de morrer em novembro de 1960 — em um dos famosos corredores da MGM, onde os cartazes de todos os filmes produzidos ficam em quadros na parede — admirando um por um — pelo jeito, tinham tempo de sobra —, sendo que ao final comentou com o amigo: — Uma maravilhosa exposição de belas mulheres, não? — Oh sim, realmente — concordou o segundo. Gable sorriu, completando: — É... e eu tive todas.   Grace Kelly, Jean Harlow, Joan Crawford estavam neles — sem falar de Gardner e Loretta Young, talvez um dos rostos mais belos da história do cinema junto com Pier Angeli —, idem Claudette Colbert — sua parceira em Aconteceu Numa Noite, que segundo Nigel Cawthorne (autor de A Vida Sexual dos Ídolos De Hollywood) fazia parte do grupo de lésbicas que amantes eram de Marlene Dietrich. Talvez Gable estivesse apenas brincando ou Colbert houvesse omitido a verdade. Permanece o mistério. Mas, voltemos ao que interessa. Lombard e Gable vieram a se reencontrar em uma festa no ano de 36 — uma única música ao qual dançaram juntos, nenhuma palavra dita, um simples adeus com os olhos, foi necessário para desequilibrar o já nada equilibrado casamento de Clark — Ria afastara-se dele, por não suportar seu relacionamento extra-conjugal com Joan, apesar de legalmente ainda estarem casados. Segundo relata-se, Carole o deixou sozinho na pista antes que do acorde final. Para muitas estrelas e aspirantes ao estrelado presentes, era como se Lombard tivesse dado uma “bofetada na cara de Gable”. O que se sabe é que, simplesmente foi embora logo em seguida, não dando oportunidade para mais nenhuma mulher dançar com ele — nem mesmo, Crawford que revoltada tomou uma taça de champagne num único gole — logo ela, que dizia terem um relacionamento aberto, sem ciúmes, possessividade e coisa tal! O que se sabe a seguir é que o relacionamento deslanchou de tal forma, que ambos eram figurinhas fáceis dos repórteres. Ria Lagham fazia-se de cega, surda e muda, não guardava mais esperanças de viver ao lado de Gable, mas, também não desejava o divórcio — a verdade é que estando na casa dos cinqüenta não poderia competir com garotinhas de vinte cinco que lançavam-se aos pés do marido. A gota de água ocorreu dois anos depois (1938) quando a revista Photoplay publicou um artigo com o sugestivo título: “Os Maridos e Esposas Descasados de Hollywood”, que afirmava que Lombard e Gable viviam juntos, no entanto, sem terem contraído matrimônio. Ultrajada Lagham chamou os repórteres e foi taxativa: não havia problemas para dar o divórcio a Gable, contanto que ela recebesse o merecido — ou seja, muito dinheiro. Grande parte da fortuna de Clark veio a ser lapidada com o divórcio em questão. Selznick desejava Gable em ...E O Vento Levou, mas este fora taxativo dizendo não querer fazer filme algum naquele momento. Todavia, entrando em falência procurou o diretor dizendo ter pensado melhor no assunto. Selznick apenas sorriu, tinha plena certeza que nenhum outro poderia interpretar Rhett Butler. Alguém discorda?   Ao contrário de Gable, Lombard sonhava em fazer a protagonista de ...E O Vento Levou. O romance era uma obra-prima, conhecido do público e, provável candidato ao sucesso. Tinha certeza que conseguiria obter o papel — conhecia Selznick. Paulette Goddard também — Chaplin estava lutando para que ela conseguisse interpretar a famosa personagem. Por fim, Vivien Leight ganhou a aposta. Triste, sobrou para Lombard dividir as telas ao lado de Cary Grant In Name Only. Em sete de março de trinta e nove, é concedido o divórcio a Clark Gable. Lombard e ele casam-se em vinte e nove de março daquele ano, indo morar em uma fazenda. Os amigos afirmavam que jamais ele amou outra mulher que não fosse ela. Carole sonhava em ter um filho — mas, infelizmente não conseguiam —, por mais de uma vez, afirmou aos jornais que largaria a carreira para se tornar numa legítima dona de casa, isto é, se viesse a ter um herdeiro. Alfred Hitchcock convida-a para fazer parte do elenco de Senhor e Senhora Smith (1941). Lombard aceita. O filme como era de se esperar, foi um tremendo sucesso — abrindo o leque da atriz para o terror e suspense. Senhor e Senhora Smith foi o penúltimo trabalho de Carole. Logo depois ela, participou do seu derradeiro intitulado Ser Ou Não Ser (To Be Or Not To Be). Dirigido por Ernest Lubitsch — adaptado por este e Edwin Justus Mayer a partir do original de Melchior Lengyel — Ser Ou Não Ser (To Be Or Not To Be, 1942), veio ao grande público dois meses após a morte de Lombard — sendo que o mesmo, contava ainda com outras grandes estrelas da época, a saber: Jack Benny, Robert Stack, Felix Bressart e Lionel Atwill, entre outros. Uma das grandes comédias da década de quarenta, é detentora de uma das aberturas mais interessantes da história do cinema: um Adolf Hitler surge na tela e após ser cumprimentado por seus soldados que dizem “Heil Hitler”, responde um “Heil me”. Obviamente, o filme era uma sátira ao ditador. Lembro que, naquele ano, os Estados Unidos já haviam declarado guerra aos nazistas. O título é uma referência a peça de Shakespeare (Hamelt), ao qual Josef Tura (Jack Benny) e Maria (Carole Lombard) estão ensaiando com sua trupe de artistas poloneses. Ser ou Não Ser, não foi bem aceito a princípio pelo público — o próprio pai de Benny abandonou a sala de cinema, enojado ao vê-lo usando um uniforme nazista —, o diretor Lubitsch passou a ser considerado “persona non grata”, e os principais veículos de comunicação, afirmavam que uma comédia sobre um assunto tão sério era de mau gosto. Na noite de estréia, a falecida atriz foi ovacionada com aplausos e, fora à única ao qual a imprensa não criticou. Um outro jornalista comentou que: “...é algo inaceitável o que foi feito em Ser Ou Não Ser, Lubitsch está rindo da desgraça do povo polonês”. Mesmo assim, o filme teve indicações ao Oscar como melhor música e fotografia. Algo interessante sobre Ser Ou Não Ser, é que inicialmente, uma cena fora retirada no dia lançamento da película, quando Sobinski Stanislav (Robert Stack, no papel), um aviado apaixonado por Maria (Lombard), convida-a para dar um passeio, ela responde: “Por que não? Afinal, o que poderia acontecer em um avião”. A atriz morreria em uma queda de avião. Esta cena veio a ser restaurada anos depois, quando o filme passou a ser preservado pelo National Film Registry dos Estados Unidos — outro clássico protegido pela NFR é O Nascimento de Uma Nação. Ser Ou Não Ser, sobreviveu à prova de fogo dos anos, tanto que em oitenta e três, teve um remake com Mel Brooks no papel principal, e estreou na Brodaway em setembro de dois mil e oito numa nova adaptação de Nick Whitby. Para os que não tem acesso ao DVD importado, boa parte do filme está em disposição no site youtube. Os Últimos Momentos Gable e Lombard não estavam no melhor momento de sua vida pessoal naquele ano. Havia instantes de reencontro, mas, o desejo de ter um filho sem conseguir — por parte de Carole —, ruía a já desestruturada vida familiar de ambos — sem contar, a presença constante de Joan Crawford no meio dos dois —, de modo que, resolvera se engajar em campanhas em prol do exército americano. Pouco antes de pegar o avião que a levaria para morte — sua mãe estava junto com ela —, reuniu diversos fãs para uma foto e pediu para que todos fizessem em “V” de vitória com os dedos. O vôo que pegara tinha destino seu lar no intuito de reencontrar Gable e quem sabe, mudar o rumo da sua triste vida. Vinte e dois mortos. Trinta e três anos. Clark recebeu um telegrama, nele escrito estava: “Nenhum sobrevivente. Todos mortos instantaneamente”. Desconsolado embebedou-se, procurou Crawford, passou a noite com esta, mas, logo ao amanhecer caiu em prantos culpando-se por estar com outra mulher na noite em que “seu grande amor partira”. Procurou a morte. Um acidente de moto quase o leva. Depois, alistou-se na aeronáutica no intuito de ter maior sorte na guerra. Sobreviveu, fisicamente. Mesmo tendo outros casos e até um filho, os amigos insistiam que ele nunca mais fora o mesmo, inclusive Joan Crawford: “Naquela noite, ele foi para outro mundo e, jamais retornou”. Crawford de certa forma o perdera — mesmo tendo futuros reencontros com ele, até o falecimento do ator —, mas, a morte de Lombard permitira que ela atuasse em They All Kissed The Bride no seu lugar. Carole descansa ao lado de sua mãe (Elizabeth Peters) no Estado da Califórnia — precisamente no Forest Lawn Memorial Park Cemetery —, na lápide lê-se Carole Lombard Gable. Em noventa e nove, o American Film Institute, incluiu-a na lista das cinqüenta maiores lendas do cinema americano. Tem uma estrela na calçada da fama (6930). Como herança deixou seus filmes, pequenas preciosidades para serem vistas e revistas — por curiosos, fãs de cinema e, principalmente aspirantes a atrizes. Gable morreu em 1960. Deixou um filho, um último trabalho ao lado de Marilyn Monroe e um vazio danado na grande tela que até hoje, preenchido não foi. Dizem que desde este dia, pode-se ver duas estrelas lado ao lado no céu, já que, na terra não mais podem brilhar. Colaboração: Ricardo Steil — Itajaí/SC
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Por Rodrigo Mendes do blog http://cinemarodrigo.blogspot.com/ SALVE FERRIS! Rapaz decide matar aula e leva o melhor amigo e a namorada para um dia inteiro de diversões, apesar do perigo de serem pegos. “Bueller...Bueller?” Ele faltou! Quem são se lembra da chamada feita pelo professor BEM STEIN (em seu primeiro papel no cinema) e da esperta e graciosa resposta da teenager KRISTY SWANSON sobre o motivo da falta do esperto Ferris Bueller (MATTHEW BRODERICK)? Nesta clássica e deliciosa aventura sobre um rapaz que decide aproveitar uma vida inteira em apenas um dia quando mata aula. Aliás, qual adolescente nunca matou aula na vida ou mesmo pensou em dar uma escapulida do colégio de vez em quando? Igual ao provérbio teen que diz: “Quem não cola não sai da escola”. CURTINDO A VIDA ADOIDADO (Ferris Bueller´s Day Off) é a fita que melhor registra o assunto. Escrita e dirigida pelo “Steven Spielberg” das comédias para e sobre jovens, o único diretor do gênero que foi respeitado pela crítica com sucesso popular nos EUA e nas nossas sessões da tarde: JOHN HUGHES [1950-2009] (de CLUBE DOS CINCO, ESQUECERAM DE MIM, GATINHA E GATÕES etc.) Hughes era capaz de escrever um roteiro em uma semana, e não é lenda, foi exatamente o que ele fez com o scrip genial de Curtindo A Vida... Já era um gênio quando começou escrevendo para a revista NATIONAL LAMPOON´S MAGAZINE nos anos 1970. Foi ele quem descobriu as estrelas adolescentes: MOLLY RINGWALD e MACAULAY CULKIN que antes de estrelar os dois primeiros filmes da série Esqueceram de Mim (dirigido por Chris Columbus/ escrito e produzido por Hughes [é mais obra dele que de Columbus]), foi revelado no ótimo UNCLE BUCK (Quem Vê Cara Não Vê coração -1989) também estrelada pelo saudoso comediante gordão que era uma graça de simpatia JOHN CANDY (ator de outros sucessos do diretor [além de fazer uma ponta em Esqueceram de Mim 1] atuou na comédia com STEVE MARTIN “Antes Só Do Que Mal Acompanhado”).   Ou seja, Hughes realiza na década de 1980 até começo dos 90 uma série de filmes que podem ser considerados, sem exageros, obras-primas das comédias juvenis. Além destes citados realizou o meu favorito MULHER NOTA MIL (Weird Science -1985) outro clássico de sua obra no mesmo ano de lançamento do Clube Dos Cincos e que além da estonteante KELLY LeBROCK em cena, sonho de todo adolescente, revelou também de uma vez por todas outro pupilo seu: ANTHONY MICHAEL HALL ( De Gatinha e Gatões e Clube Dos Cinco). Continuou com fitas como: ELA VAI TER UM BEBÊ (com KEVIN BACON e ELIZABETH McGOVERN) e dirigiu o seu último filme em 1991 com outra sessão da tarde conhecida; A MALANDRINHA (com a garotinha ALISAN PORTER e JAMES BELUSHI). Mas nada comparável ao seu filme mais popular como este, as aventuras de Ferris Bueller.Realizado a 24 anos atrás (data de meu nascimento – 1986) eis um filme tão poderoso e gostoso de se assistir quanto comer um leite condensado Moça naquelas tardes após o colégio. É a história de nosso salvador e herói pessoal, Ferris (Broderick outra revelação do diretor), um garoto super ultra mega inteligente que conhece todos os truques para enganar os pais (ele nos diz como olhando para a câmera o tempo todo e as titulagens vão aparecendo numa espécie de lista de afazeres – eu anotei!) Assim, ele decide tirar o dia de folga (o “Day off” americano) da escola, e, em um só dia consegue almoçar em restaurantes finos (se fazendo passar pelo rei da salsicha de Chicado), ver o jogo de beisebol no Wrigley Field e cantar “Twist and Shout” dos Beatles, em um desfile alegórico na cidade (em uma das cenas mais memoráveis e marcantes do filme – a melhor cena). Além de fazer inúmeras outras coisas como levar o amigo problemático e depressivo com ele, Cameron (o ótimo ALAN RUCK – na época com 30 anos de idade) e pegar emprestado a FERRARI do pai do amigo, e com ela, pegar a namorada na escola (depois de mais uma mentirinha) Sloane (MIA SARA) sair pela cidade para diversões e fazer raiva na irmã mais velha e mal-humorada, que sabe das tramóias do irmão, a engraçada JENNIFER GREY (de DIRTY DANCING). Ela esta farta da popularidade do irmão e faz de tudo para chamar a atenção. Quando ela acaba sendo presa na Delegacia por ter sido acusada de trote policial, conhece um adolescente pego por drogas, que é o próprio CHARLIE SHEEN em início de carreira.   O vilão, não passa do “Principal” da escola, que parece àqueles vilões de desenho animado que se dá mal todo o tempo e mesmo assim corre atrás do Jerry ou Pica Pau a fim de pegá-lo. É o excelente JEFFREY JONES como Ed Rooney. Ele é o responsável pelas cenas mais engraçadas da fita quando vai até o subúrbio onde mora Ferris e da de cara com um cachorro, além de levar uns golpes na cara depois que invade a casa e assusta Jennifer Grey. Na verdade ele é um vilão incompleto, tanto que Hughes disse uma vez em entrevista à época que fez da cadeira do diretor, um acento insignificante e menor das habituais. Outra doçura da fita é a secretária Grace (EDDIE McCLURG) engraçadíssima escondendo diversos lápis em seu cabelo- laquê. Bueller é um filme que como nos anteriores do diretor, por exemplo, A GAROTA DE ROSA SHOCKING (na qual foi apenas produtor e roteirista), os personagens adultos não conseguem entender o mundo dos adolescentes (neste caso de um impiedoso diretor que decide flagrar o herói). Hughes viveu toda a sua vida realizando este tipo de filme e com histórias geniais, que além de reflexivas, conseguem nos divertir já que todo adolescente se identifica com a linguagem e as declarações de Ferris. Graças à inteligência de Hughes (principalmente nos diálogos) e a magistral interpretação de Broderick, Curtindo A Vida Adoidado é uma espécie de filme incansável, a qualquer oportunidade que tivermos de ficar uma tarde em casa, temos que parar para assisti-lo (dublado) cantando Twist And Shout e “OH YEA”. Saudades. PARAMOUNT PICTURES APRESENTA UM FILME DE JOHN HUGHES MATTHEW BRODERICK EM: “FERRIS BUELLER´S DAY OFF” ALAN RUCK. MIA SARA. JENNIFER GREY. JEFFREY JONES CO-ESTRELANDO: CINDY PICKETT. LYMAN WARD. EDDIE McCLURG. Ben Stein. Charlie Sheen. Kristy Swanson Música Original por IRA NEWBORN Montagem PAUL HIRSCH Fotografia TAK FUGIMOTO Figurinos MARILYN VANCE Cenografia JOHN W. CORSO Produção Executiva MICHAEL CHINICH PRODUZIDO POR JOHN HUGHES. TOM JACOBSON Escrito e Dirigido por JOHN HUGHES UM FILME PARAMOUNT ©1986  
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  Juventude, guerra e jazz-band: os musicais de Judy Garland & Mickey Rooney (1939-1943)   Texto escrito por Daniele Cripaldi, do blog Filmes! Filmes! Filmes!   Aqueles que visitarem os quatro musicais protagonizados por Judy Garland e Mickey Rooney entre os anos de 1939 e 1943, acumularão do passeio uma inesperada carga de conhecimento. Quando foram escalados pela primeira vez como co-protagonistas, o casal de stars que rapidamente se tornaria unanimidade mundial tinha 15 e 17 anos, respectivamente. A meninice da dupla concorda com os enredos à primeira vista inanes que a MGM preparou para eles: eram um casal de namorados (ou viviam um amor platônico; ou então um vivia um amor não correspondido pelo outro) que desejava avidamente ingressar no show business e, portanto, uniam forças com a molecada da redondeza para organizar um espetáculo no celeiro mais próximo. A simplicidade das tramas cativou o público, tanto que a expressão “Mickey and Judy putting on a show!” virou mantra nas bocas dos moviegowers da América do Norte – e, por tabela, do restante do mundo. A simplicidade, no entanto, está só na aparência. Considerando-se o tanto de musicais rodados em Hollywood, “Babes in Arms” (1939), “Strike up the band” (1940), “Babes on Broadway” (1941) e “Girl Crazy” (1943) são joias raras, não só porque somam roteiros bem amarrados a ótimas interpretações e a excelente música, mas porque trazem para debate questões fundamentais daqueles tempos, como por exemplo aquela que dizia respeito ao papel dos Estados Unidos no concerto cultural e político mundial. E o trazem com uma impressionante suavidade, o que certamente não é traço característico da Meca do Cinema, que impingiu nos espectadores dos tempos das Guerras uma infinidade de patriotadas de curta validade. A visita a esse material tornou-se ainda mais deleitosa nos últimos anos, graças à “Ultimate Collector’s Edition” dos filmes colocada no mercado pela Warner Home Video. Aliás, faz tempo que estou para comentar o quanto essas edições cuidadosas de preciosidades da sétima arte foi fundamental para que se redefinisse o modo como elas passaram a ser apreendidas. Tony Curtis definiu bem a coisa nos extras de “Quanto mais quente melhor”: “o DVD elevou a estatura do espectador”, ele disse. Até uns 10 anos atrás, não era incomum que películas fossem editadas para que coubessem no infame espaço de 2 horas oferecido pelas fitas de vídeo. Era, então, praticamente impossível que um VHS oferecesse informações extras sobre a obra. O Digital Video Disc sanou o problema, pois abriga virtualmente qualquer quantidade de informação. Dizendo em outras palavras, e a partir de um exemplo pessoal: se “Singin’ in the rain” me ensinou a amar o gênero musical, a edição dupla do filme em DVD distribuída pela Warner acabou tendo papel fundamental na definição de minha escolha profissional. Se eu não tivesse tido acesso àquela fartura de material de arquivo que palmilhava de modo tão apaixonante as referências do filme de Gene e Stanley Donen, eu não teria me interessado tão intensamente nem por teatro, nem por cinema. Com o tempo, essas edições tornaram-se cada vez melhores. A da “Mickey Rooney & Judy Garland Collection”, além de reconstruir para os espectadores novos a experiência cinematográfica que tinham os antigos – já que oferecesse em cada DVD um desenho, um curta-metragem e o filme, elementos que compunham os programas dos cinemas dos anos 30 e 40 – introduz elementos que tornam ainda mais complexa a fruição do público contemporâneo: entrevistas com estudiosos da área, trailers, imagens da produção. A surpresa fica por conta de Mickey Rooney que, da altura de suas 9 décadas de entertainer, aprofunda com pertinácia aspectos dos filmes, traçando uma ponte que liga passado e presente. Os interessados não vão passar incólumes pelo velhinho nostálgico que mudou tão pouco nos últimos 70 anos, mantendo ainda o ar de afabilidade que dava para seus personagens, elemento que o fez amado por tantos. Vendo as fitas, salta aos olhos a tríade que apontei no título: juventude, guerra e jazz-band. Vou, a partir de agora, passear por eles para ensaiar uma explicação de como isso se dá: Juventude Não há como discutir os musicais de Judy & Mickey sem se pensar no contexto em que foram produzidos. Eles pertenciam a um gênero já bem codificado na época (e do qual a MGM era perita), o musical, e saiam de dentro do studio system, portanto, reafirmavam a persona artística de seus stars e as características que o musical de Hollywood construiu desde o início do cinema falado. Quando "Babes in Arms" (“Sangue de artista”, o único dos filmes lançado em DVD aqui) começa a ser exibido, Judy Garland havia acabado de dar corpo à Dorothy. A estrela era Mickey Rooney, indubitavelmente o centro em torno do qual gravita a ação da película. Se a MGM ainda precisava construir a personagem “Garland”, Rooney já estava mais que formado – tanto que, naquele 39, ele dividiu com Bette Davis o topo do box-office de Hollywood. Prova cabal do sucesso do rapaz era o fato de ele encabeçar a série Andy Hardy (Judy chega a interpretar um papel coadjuvante num dos filmes da série, "Life begins to Andy Hardy"), na qual desempenhava o filho do juiz James Hardy, interpretado por Lewis Stone (conhecido do público desde meados dos anos de 1910). Portanto, Mickey repete em “Babes in arms” o tipo que o fez amado das plateias. Mais que isso, seu Andy Hardy parece saltar das películas da família Hardy diretamente os musicais, traçando a linha de continuidade tão ao gosto da Hollywood clássica, que faz os personagens de um mesmo artista se remeterem uns aos outros como se ator e personagem tratassem-se das mesmas pessoas. A identificação fica clara em “Babes in arms”, em que a personagem de Mickey leva o próprio nome dele e repete características que definem a personalidade de Andy Hardy: por exemplo, o respeito que vota às tradições familiares e o desejo de se descobrir e de encontrar seu lugar ao sol como homem. Embora a moldura mude, os valores continuam os mesmos. Em ambos os veículos o público flagra o paulatino desabrochar do menino em homem. A trajetória é cheia de dificuldades. Sua transposição é apenas possível se se aliar a ousadia da juventude à firmeza das gerações mais velhas. Em Andy Hardy, as “conversas sérias” que o menino tem com o pai são fundamentais para que ele aprenda valores como a importância do estudo aliado ao trabalho, de se respeitar os familiares, a namorada e os amigos. Em “Babes in Arms”, Mickey pode ser vivaz e talentoso, mas apenas conseguirá se firmar como ator/compositor de teatro se aceitar trocar figurinhas com o pai – artista devaudeville jogado para escanteio pelo público com a penetração do cinema: Tolhido pelos espetáculos datados colocados em cena pelos pais e demais conhecidos da velha guarda, Mickey decidirá ele mesmo montar seu show, junto com a namorada e as crianças filhas dos artistas das redondezas. Pergunto-me o quanto disso não mimetiza a relação que na época se estabelece, nos Estados Unidos, entre a velha tradição e os novos valores. No campo político, aquele 1939 fechava um decênio de Depressão. Precisava-se caminhar rumo ao futuro sem se deixar de lado as lições dadas pelo passado. No artístico, era um decênio importante para estabelecimento da jovem música americana (o jazz, o blues, o swing) sobre a tradicional música europeia; época em que o cinema de Hollywood ainda era mundialmente próspero (dificuldades começaram a surgir com a 2ª Guerra, que encurtou o mercado consumidor de fitas); época em que o jovem Estados Unidos começava a se definir como potência mundial ao lado de antigos países da Europa. Mickey & Judy tornam-se retratos da juventude americana e, em última instância, retratos da própria América (do Norte). Seus finais felizes conseguidos com esforço e talento, ao mesmo tempo em que respeitam a convenção do gênero musical, metaforizam o lugar que os EUA se via no direito de ocupar no mundo.   Guerra Até outubro de 1939, quando “Babes in Arms” é lançado, os Estados Unidos ainda não haviam se envolvido na 2ª Guerra. Seu envolvimento objetivo deu-se em março de 1941, quando passou a fornecer armamentos aos aliados. No entanto, meses antes verbalizou seu apoio à Inglaterra. É também de forma sutil que se dá a menção à grande conflagração em “Strike up the band”, cuja premiére ocorreu em setembro de 1940. Na fita, acompanhamos a tentativa de James (Mickey) e Mary (Judy) de conseguirem verba para viajarem a N.Y. no intuito de se apresentarem num concurso de novas bandas presidido pelo consagrado band leader Paul Whiteman. Para isso, a dupla encabeça o elenco de um melodrama-cômico-musicado do qual participam seus amigos de colégio e companheiros de banda. O espetáculo é um sucesso – para o nosso próprio benefício, já que “Nell of New Rochelle”, o tal melodrama, é uma delícia de se ver. No entanto, o clímax é o número musical que a personagem de Mickey conduz no programa de rádio de Whiteman, quando lidera uma big-band de mais de uma centena de integrantes. A apresentação é composta por um medley do qual fazem parte as canções “Strike up the band” (Gershwins), “Drummer boy”, “Do the la conga” (Edens) e “Our love affair” (Edens, Freed). A primeira delas abre e fecha o número, servindo de acompanhamento à tomada final: o primeiro plano dos rostos de Judy & Mickey fundidos à bandeira dos Estados Unidos. Estabelece-se, então, uma relação de sinonímia entre Mickey – o líder da banda vitoriosa, responsável por conduzir a batuta no programa de Whiteman –, e o líder do país, a quem caberá conduzir os soldados em direção à vitória. O número é majestoso, misturando a parafernália das bandas marciais (clarim, tímpano); os instrumentos do jazz-band – que são multiplicados para se adequarem à dimensão de orquestra do conjunto (observem o fotograma abaixo); e instrumentos comuns às orquestras europeias, como a harpa. "Strike up the band": o plano de conjunto apresenta monumentalidade semelhante à requerida por uma ópera de Wagner. A ironia está no modo como o uso dessa canção aqui subverte sua função original: “Strike up the band” é a música-título de um musical da Broadway (de 1927) que satirizava a guerra e as canções militares. No filme, em contrapartida, ela serve para reafirmar o éthos guerreiro dos norte-americanos, convidando sutilmente o povo a unir forças em prol da vitória dos aliados. Para isso, os versos foram modificados. O que no original era “There is work to be done, to be done”/ “There's a war to be won, to be won”/ “Come, you son of a son of a gun,”/ “Take your stand” (reparem no “son of a gun”, achado linguístico típico de Ira Gershwin, que num só tempo faz referência ao insulto e faz pilhéria da inclinação que os americanos desde sempre tiveram pelos conflitos armados) no filme fica assim: Yankee doo doodle-oo, doodle-oo We’ll come through Yankee doo, doodle-oo. For the red, white and blue, doodle-oo Lend a hand O público contemporâneo ao filme entendia o “Yankee doo doodle-oo” como referência à canção patriótica composta por George M. Cohan, artista de teatro responsável por insuflar patriotismo no povo durante a Primeira Guerra (e que, em 1942, ganharia a biografia cinematográfica “Yankee Doodle Dandy” – “A canção da vitória”, protagonizada por James Cagney). Numa tradução livre e pobre: “Ianque, nós vamos superar isso. Dê uma mão ao vermelho, branco e azul (ou seja, às cores da bandeira), ianque”. Embora a patriotada vá na direção oposta a que queriam os Gershwin, o tom do número é abrandado com a entrada de outros ritmos. Rápido a batuta volta para o band-leader e o “homem com a batuta da mão” torna-se menos o líder da nação e mais o maestro da banda: “And you can’t go wrong/ With a happy song/ Hey leader strike up the band”. A escolha me parece glosar a situação dos Estados Unidos, que naquele final de 1940 ainda não apoiava abertamente a guerra. Ela vale a visita pelo modo grandioso como constrói na película o lugar que os EUA tomavam no concerto mundial. Quando “Babes on Broadway” estreou, no último dia de 1941, o país já estava com os dois pés na 2ª Guerra (Pearl Harbor foi atacada pelos japoneses em 7/12/41). No entanto, embora seus dois protagonistas tivessem sido explicitamente envolvidos na venda de war bounds, a película traz a guerra com uma sutileza que a afasta das produções do período. O par romântico, agora em Nova York, se esforça para montar um show de rua que o permitirá arrecadar dinheiro para alugar um teatro. O evento casualmente coincide com a chegada de um grupo de crianças fugidas da Inglaterra que, via rádio, se comunicará com os familiares que ficaram no Velho Mundo. As boas-vindas são dadas pela personagem de Judy, que transforma a graciosa canção patriótica “Chin Up, Cherrio, Carry on”, composta por Lane e Harburg, numa obra-prima da sensibilidade. Embora o filme se despeça rapidamente do assunto amargo, o episódio deixa um gosto muito mais duradouro de beleza e de melancolia do que as fitas estritamente patrióticas rodadas no período.   Jazz-band É minha parte preferida, então será a mais longa (espero não desapontar quem aguentou até aqui). O sub-item tem que começar com uma referência à excepcional mini-série em dez capítulos “Jazz” (2001), uma das principais culpadas desse post, já que me deu elementos para entender um assunto que eu não sabia muito bem por onde pegar. “Jazz” analisa o nascimento e a penetração desse moderno gênero musical de origem negro-americana nascido em New Orleans em fins do século XIX e bastante difundido após a Primeira Guerra Mundial. Sua história se confunde com a história cultural norte-americana – e com a nossa própria cultura, já que fomos tão vorazes consumidores da música popular americana durante o século XX quanto fomos consumidores da música europeia no XIX.   O 4º capítulo do documentário apresenta uma formulação preciosa: a big-band foi criada nos Estados Unidos para confrontar a sinfonia nascida na Europa. Não por acaso, compositores americanos que almejavam dar estatura à arte de seu país compunham para as big-bands misturando elementos de música clássica (de origem europeia) e de jazz: A “Rhapsody in Blue” (George Gershwin, 1924) foi primeiramente executada pela jazz-band de Paul Whiteman. Sua premiére, contam, teve na plateia nomes consagrados da música clássica, como Stravinsky e Rachmaninov. A mistura entre clássico e popular virou marca registrada dos Estados Unidos. A começar pela própria adaptação para o cinema de textos clássicos da literatura – se o país não foi pioneiro nesse trabalho, fez disso literalmente uma arte. Quanto à música, entre os anos de 1910 e 1920, época em que Louis Armstrong codificou o jazz, o ritmo americano se espalhou ao redor do mundo, passando a servir de metáfora da sociedade contemporânea – tão vertiginosa quanto ele. Logo, brancos e negros o tocavam – uns separados dos outros nos EUA, como pedia a lei de segregação racial. Ganhou as páginas da literatura, defendido por escritores do calibre de Scott Fitzgerald, e mais um pouco não precisava mais pedir licença. Exemplo bem acabado da miscigenação é o clássico de 1934 “You’re the top” (que na minha humilde opinião é a música mais genial criada nos EUA), em que Cole Porter coloca lado a lado e sem hierarquizar a cultura erudita europeia e a cultura popular americana: You’re the top/ You’re the Coliseum/ You’re the top/ You’re the Louvre Museum/ You’re a melody from a symphony by Strauss/ You’re a Bendel Bonnet (loja americana vendedora de acessórios)/ A Shakespeare sonet/ You’re Mickey Mouse – e aí vai, chegando o compositor a rimar “rosa” com “nariz” (rose/nose) e “Dante” com (Jimmy) “Durante”, numa deliciosa ousadia.Nos filmes musicais, Hollywood escolhe o caminho da metalinguagem para analisar o lugar que a cultura dos EUA ocupam no mundo. Acerta em cheio, considerando-se o potencial de circulação que tem seu produto. Exemplos não faltam. Eu poderia começar falando do curta-metragem “Heavenly music” (1943), que narra de um modo deveras escolar (e, portanto, aborrecido) a chegada de um band-leader no céu e os argumentos que lança aos compositores europeus (Wagner, Liszt, Strauss) para provar que sua arte é tão original (tão “celestial”, como diz o título) quanto à deles. Mas não vou: Judy e Mickey precisam voltar.     Os Garland & Rooney pictures são espaços em que a reflexão sobre a música norte-americana se dá de modo privilegiado. À medida em que vemos, nas películas, a paulatina transformação dos dois stars adolescentes em adultos, vemos também ser narrada a infância e a adolescência da arte norte-americana. A escolha da temática não é uma novidade para o gênero – filmes de bastidores explodiram desde o bem sucedido “Rua 42” (1933). Não por acaso, quem dirige os 3 primeiros filmes da série é Busby Berkeley, coreógrafo de “Rua 42”. No entanto, se há nos filmes de Garland & Rooney os exuberantes números musicais que abusam dos planos de conjunto para formarem imagens quase que caleidoscópicas, Berkeley inova ao transformar a série numa homenagem à arte americana: “Babes in arms” (1939) começa com uma emocionante cena em que o ator de vaudeville apresenta-se enquanto que, nos bastidores, sua esposa dá à luz ao primogênito. No fim do ato, após descobrir que o parto foi bem-sucedido, compartilha sua felicidade com o público, recebendo aplausos por ambos os feitos. O teatro popular, que teve influência fundamental no desenvolvimento do cinema, ganha aqui sua justa homenagem. Uma homenagem de tons em grande medida biográficos, já que Judy e Mickey pertenciam ambos a famílias de artistas, tendo nascido e crescido entre os baús dos camarins e a agitação dos bastidores (em "Nasce uma estrela", Judy eternizaria a expressão "I was born in a trunk").     A família de artistas de “Babes in arms” é reapresentada uma dezena e meia de anos depois, depauperada pela grande Depressão e pelo desenvolvimento dos talking-pictures. Os responsáveis por salvá-la são os jovens, que injetam seiva nova à arte já datada dos pais: e exemplar nesse sentido é o “minstrel show” que apresentam ao final. Contextualizando brevemente, os “minstrels” são brancos que se pintam de negro para interpretarem canções de origem negra. Não sei historicizar o costume, mas acredito que ele descenda das restrições raciais impostas pelos Estados Unidos, que impediam negros e brancos de dividirem o palco. O costume rumou dos palcos para o cinema, sendo Al Jolson seu principal difusor. Dono de uma voz potente e perfeito domínio de palco, Jolson, que era em 1927 um dos principais artistas da Broadway, é convidado pela MGM para rodar aquele que seria o primeiro filme falado: “The Jazz Singer”.   Al Jolson repete-se depois em outras fitas menos vigorosas, que valem mais enquanto documentos históricos que por suas qualidades artísticas. Sua arte é, todavia, decantada pelos musicais de Judy e Mickey, os quais injetam nela modernidade e vida ao atualizarem a orquestração e as frases melódicas das canções. Exemplo claro é a Judy fazendo a vez de uma morena sestrosa em “I’m just wild about Harry” (1921, Sissle, Blake). Em “Babes on Broadway” (1941) há uma sequência ainda mais sofisticada de um “minstrel show”, em que estão presentes elementos que dariam pano pra manga caso quiséssemos nos debruçar detidamente neles: um branco ocupa o centro do palco e organiza a apresentação de variedades protagonizada por negros, em que soam canções sulistas como “Oh! Susanna” (1848) e “Old Folks at Home” (1851) – essa última ganha de G. Gershwin e Caesar a maravilhosa paródia “Swanee” (1919) que dá o pontapé inicial na carreira artística do primeiro. Ainda preciso parar para pensar nas implicações racistas desse tipo de show, que reforçavam estereótipos gastos. Canções contemporâneas também ocupam espaço de destaque nos filmes da série. Compositores de sucesso na Broadway foram recrutados para levarem a moderna música norte-americana para as telas. E não só a música. “Babes in arms” dá título a um musical de teatro de Rodgers e Hart e, embora a trilha-sonora tenha recebido sensível modificação, no filme permanecem a canção título e “Where or when” – ambas eficientes, aquela porque ganha no filme uma eficaz coreografia que serve como rito de passagem dos jovens da infância para a vida adulta; esta porque inaugura os duetos românticos da dupla.   Também aparecem nos filmes composições de George M. Cohan (o Yankee doodle dandy), Arthur Freed e Nacio Herb Brown (cujas canções compõem a trilha de “Cantando na chuva”), Harold Arlen e E. Y. Harburg (que compuseram a trilha inesquecível do “Mágico de Oz” e cujas carreiras em muitos momentos viriam a se cruzar com a carreira de palco e tela de Judy Garland). Papel de destaque tem os irmãos Gershwin, que dão nome para dois dos quatro filmes da dupla, “Strike up the band” e “Girl Crazy” e são citados literalmente em “Babes on Broadway” na canção “How about you” (Burton Lane, Ralph Freed), lindo dueto romântico que só não ganhou o Oscar daquele ano porque competiu com “White Christmas”: I like New York in June. How about you?/ I like a Gershwin tune. How about you?...   No entanto, a arte dos Gershwin só foi plenamente aproveitada no último filme da série, “Girl Crazy” (1943), que leva para a tela prateada 7 números musicais da peça da Broadway acompanhados pela orquestra de Paul Whiteman - que na história se interpreta a si mesmo. A escolha dá unidade à película, que acaba também se destacando do conjunto porque deixa de lado a guerra – que àquela altura já era cantada numa infinidade de filmes. Além das músicas que rapidamente se tornariam clássicos – “I Got Rhythm”, “Fascinating Rhythm”; “But Not for Me”, “Embraceable You”, “Bidin' My Time”, “Could You Use Me?” –, o filme coloca o humor em primeiro plano, oferecendo a Judy Garland e Mickey Rooney a oportunidade de trabalharem num meio que conheciam desde a infância. Além disso, o público que viu a dupla crescer tem o prazer de encontrá-los aqui já maduros, desenvoltos no campo da música e da atuação. Judy Garland naquela altura havia perdido a "carinha de patinho feio" que cantara de modo tão tristonho anos antes, tornando-se uma bela mulher, bastante capaz de convencer na pele da moça que arrasa os corações de todos os jovens de uma universidade. E Mickey, na sua inegável versatilidade, circula com segurança pelos campos da comédia, da música e do drama. Esse é o Garland & Rooney picture que mais se sustenta à prova do tempo, pois apela para o bom e velho humor ao invés de enxertar no roteiro a história cultural da América do Norte – história que hoje poucos conhecem e, portanto, não ganha muito sentido para o espectador. Não deixa de ser curioso que o ponto culminante da série esteja no filme que finalmente coloca em ação toda a enorme contribuição dos EUA no campo da música ao invés de discutir metalinguisticamente sobre ela: ou seja, os Gershwin e Paul Whiteman estão juntos, numa evidenciação dos caminhos que começaram a trilhar em meados dos anos 20, quando, com “Rhapsody in blue”, mostraram ao mundo que o caminho para a originalidade no campo da música estava na união entre o erudito e o popular.
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O título de dama ainda é pouco. Com “apenas” 15 indicações ao Oscar, um currículo de filmes extenso, perfeccionismo nos papéis que interpreta e entre seus principais filmes encontram-se A escolha de Sofia, Entre dois amores, As pontes de Madison, África minha, Kramer vs. Kramer, As horas, O Diabo Veste Prada e Mamma Mia!. Estou falando, nada mais, nada menos, que de Mary Louise Streep. Para o grande público, Meryl Streep.Como diria o site e-Pipoca, “biografar uma atriz como Meryl Streep é uma tortura para qualquer cinéfilo. Não porque Streep possui uma filmografia extensa e variada, mas porque é difícil encontrar todos os adjetivos que suas performances distintas merecem. Nenhuma palavra consegue rivalizar com a precisão aguda dos sentimentos que Streep evoca em cada uma de suas atuações. Sinteticamente, e não se trata de uma hipérbole, Streep é hoje a melhor atriz ainda em atividade em Hollywood. Seus prêmios confiram o título”. Meryl não só é destaque na maioria das apresentações dos Oscars, dos Baftas, Globos de Ouro, como também é destaque nas maravilhosas críticas que obtém por seus trabalhos a cada filme novo. Só em Oscars são 15. Globos de Ouro, 23. Quantos aos Baftas são em menores números (para ela), mas comparando com outro ganhadores são muitos – nessa premiação são 11. Mesmo com todas as dezenas de indicações a vários prêmios por seu perfeccionismo, garra e dedicação ao trabalho, comparada com outras celebridades de menor calibre, ela ainda ganha pouco. Streep recebeu 5 milhões de dólares por O Diabo Veste Prada (2005). Enquanto atores, como Tom Cruise, que acumula pífias 2 indicações ao Oscar, recebeu 20 milhões em 1996, por Top Gun. Realmente, não sabemos se a escolha pelo “simples” salário foi feito por ela. Espero não colocar em pauta o talento de Streep e de Cruise em uma balança, pois seria mais um prêmio que Meryl levaria para casa. Vejam, ainda, que ela nunca recebeu nenhuma indicação ao prêmio Framboesa de Ouro – sátira ao Oscar. Já Tom Cruise, obteve algumas indicações a ele. Ficha: Mary Louise Streep. Nascida em 22 de julho de 1949, atualmente com 60 anos. Nascida no estado de Nova Jersey, Estados Unidos. Com um extenso currículo de filmes. Seus últimos sucessos, entre centenas, estão Mamma Mia! e Dúvida. Junto de seus diversos e inimagináveis adjetivos, ela coleciona em sua estante alguns desses prêmios ganhos: * (2) Oscar – por melhor atriz em A Escolha de Sofia e melhor atriz coadjuvante em Kramer vs. Kramer; * (2) Emmy – por melhor atriz principal em Holocaust e na mesma categoria por Angels in America; * (6) Globo de Ouro – por melhor atriz drama em A Mulher do Tenente Francês e A Escolha de Sofia, melhor atriz coadjuvante em Kramer vs. Kramer e Adaptação, melhor atriz em minissérie em Angels in America, e melhor atriz comédia/musical em O Diabo Veste Prada; * (1) SAG Awards – por performance de uma atriz numa minissérie em Angels in America; * (1) Cannes – por melhor atriz em Um Grito no Escuro. * Como se não bastasse, ainda recebeu outros dois prêmios: um Urso de Prata por melhor atriz em As Horas e um César Honorífico pelo conjunto de sua obra. Não há como não tirar o chapéu e ajoelhar-se diante de tamanho talanto! Viva à Miss Streep. Texto: Marcus Mocelin maaaarcus@terra.com.br
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Por Ricardo Steil Mogambo e A Um Passo Da Eternidade Frank jamais tivera um papel digno no cinema. Muitos diretores e produtores eram seus amigos e fãs, admiravam-no como cantor, mas como ator, não. No mais, abriam espaços em seus filmes para Sinatra, pois, sabiam da má situação financeira ao qual ele andava, tinha muito. Frank protagonizou coisas horríveis, ridículas mesmo, como por exemplo, Isso Sim Que É Vida (Double Dinamite, 1951), com Jane Russel e Groucho Marx. E o pior, fazendo um dueto com o último da canção It’s Only Money. Gardner, no entanto, estava quase pronta para o ápice da sua carreira, quando souberam que iriam gravar o filme A Um Passo da Eternidade. Sinatra comprara o livro — um best-seller — e apaixonara-se pelo personagem Angelo Maggio, queria interpretar o cara a todo custo. Gardner sabia que teria que mexer os pauzinhos para que isto acontecesse — e fez de tudo. Procurou Harry Cohn — o tirano da Columbia —, implorando para que ele fizesse um teste com Sinatra. Propôs, inclusive a fazer um filme para Columbia de graça. — Um teste Harry, um teste apenas, Frank nasceu para este papel. — Isto é ridículo. Olhe, Sinatra é um cantor, não um ator dramático. — Não, você está enganado Harry, ele sabe atuar e sabe como ninguém fazer este personagem. — Sinto muito, já escolhemos o cara certo para o papel. Eli Wallach será Maggio, ponto final. — Um teste, nada mais. Se fizeres, um teste, faço um filme de graça para você. — Não — respondeu a seco. Gardner procurou a esposa de Cohn. Ela tentou de tudo para ajudar a atriz. “Um teste Joan, apenas um teste é que peço para Harry fazer com Frank”. Enquanto isso, Sinatra que tinha muitos contatos juntos a Columbia, ofereceu-se por um salário de mendigo para interpretar Maggio. Entre esta intermitência, Gardner fora convocada para mais um filme — agora ao lado de Grace Kelly e novamente com Clark Gable —, uma regravação de Red Dust — ao qual, ela vira inúmeras vezes, por causa de Gable, e sim, Jean Harlow. Obviamente, fizeram umas mudanças no roteiro para não dar muito na cara que o filme não passava de um remake. De modo que, foram parar na África — os estúdios queriam o máximo de realidade possível —, Frank — que não via oportunidade surgindo no horizonte para fazer A Um Passo da Eternidade, e sem show algum agendado, tendo os jornais pisoteando nele o tempo inteiro — foi junto com a esposa — Gardner pagou a passagem dele. As gravações de Mogambo foram complicadas. Ora pela chuva, ora pelos Mau-Mau que estavam começando um conflito na Uganda. Desentendimentos entre atrizes — a princípio, Grace e Ava, não foram uma com a outra — e o diretor John Forder não queria Gardner no elenco, não considerava a atriz “à altura do projeto”, queria Maureen O’Hara, e fazia questão de mostrar isso — na frente de todos. Um dia a coisa ficou tão feia, mas tão feia em meio às gravações, e as ofensas foram tamanhas, que Gable precisou intervir. Fitou o diretor nos olhos, colocou seu braço sobre os ombros de Ava e disse: “Vamos querida, vamos”. Todos ficaram boquiabertos, ninguém fazia isso com Forder, o premiado diretor! Mas, quem era ele? Oh sim, o cara que ganhara quatro Oscars. E quem era Gable? Apenas, o melhor ator de todos os tempos, um verdadeiro gentleman, oh sim, a personificação em carne e osso da palavra astro. Mas, nas palavras de Ava, Clark era mais que isso: “tanto como homem quanto como ator, ele era o Rei”. O calor da África também era terrível, sempre entre 45 a 50º C, não admira os ânimos estarem sempre exaltados. Grace tornou-se amiga de Ava mais depressa que o diretor. Relata em sua biografia a diva: “os olhos de Clark estavam definitivamente postos em Grace e os dela, por falar nisso, estavam nele. Ambos eram solteiros naquela época. No mais, era natural apaixonar-se por Clark. Mas Grace também era uma católica devota e estava angustiada com o que sentia por Clark... Lembro que no aniversário dela, conseguimos uma garrafa de champagne com um contrabandista, e ela e Clark e Jack Ford e eu fizemos uma festinha na barraca. Mais tarde, fizemos a mesma coisa na minha barraca. E depois daquilo, não importando em que parte do mundo eu estivesse, todo ano Grace me mandava um presente de aniversário. Nunca esqueceu e todo ano, no Natal, ela mandava um cartão escrito à mão... Era uma grande dama e muito divertida, mas nunca foi de beber muito... O narizinho dela ficava vermelho, ficava enjoada e a gente tinha de cuidar dela. Ou então, magoava-se com muita facilidade e saia correndo para a escuridão”. O que por sinal, obrigou Ava a procurá-la muitas vezes, com medo de que algum animal selvagem — lembre-se eles não estavam no estúdio — pudesse, devorá-la. A coisa era tão séria que os atores andavam armados! Mas, o pior estava para ocorrer. Frank fora chamado para fazer o teste de A Um Passo da Eternidade — Eli Wallach, não dera certo para o papel. E Gardner descobrira estar grávida. Entrou em pânico, aquele não era o momento de uma criança vir ao mundo, eles eram um casal muito complexo. Era natural que ela saísse de casa antes das seis da manhã para ir trabalhar e Frank, bem Frank, chegava do trabalho pelas quatro. No mais, havia uma clausula no contrato da atriz que proibia uma gravidez! Era olho da rua na hora. E como eles iriam viver. Eles precisavam viver, e a carreira de Sinatra cada vez pior. Procurou o diretor, contou tudo. Foi além: estava disposta a fazer um aborto. Jack Ford em meio às lágrimas tentou dissuadi-la: Frank era um católico convicto, jamais a perdoaria. Contundente respondeu que Sinatra só descobriria se ele contasse. — Preste atenção, querida. Preste atenção. Estás fazendo as coisas difíceis demais para si mesma. Olha vou proteger a tua gravidez, está certo. Arranjarei as cenas, arranjarei as tomadas. Terminaremos as tuas cenas o mais rápido possível. Não vai aparecer nada, nada mesmo, juro. Mas, pelo amor de Deus, não faça nada com esta criança. Deixei-a vir ao mundo. — Não, não é a hora. Não estou pronta; Jack tentou ainda por mais alguns dias. Era inútil. Teve que liberá-la. Em Londres, Gardner fez o aborto. Logo depois, voltou para Uganda. Sinatra feliz da vida retornou para o aniversário de Ava, pronto para contar as novidades. Conseguira o papel. Gardner tinha agora trinta anos, e ele, jamais saberia “daquele” aborto. Estavam nos términos de Mogambo, e a MGM mandou um telegrama informando que ela estava escalada para ser Guinevere em Os Cavaleiros da Távola Redonda, que seria gravado também no exterior Enquanto davam um passeio de jipe pelas planícies africanas, Gardner voltou seu olhar para Frank e informou: “Querido, estou grávida”. O que ele fez? Pela primeira vez na vida cantou para diva — sim, Sinatra jamais cantava fora do palco, era um profissional, tinha que economizar a voz. Ele não cantava em lugar nenhum, nem entre os amigos —, mas ficou tão feliz, que acelerou o jipe e na vastidão africana cantou como um louco When You Awake. Sim, uma linda criança, belo ou bela como a mãe, com os olhos azuis do pai. Mas, antes que ele comemorasse muito ela foi enfática: aquele não era o momento, ela não queria aquela criança. Sinatra ficou por mais um tempo na Uganda — sim, pensou ter tirado aquela idéia estúpida da cabeça dela —, mas, foi obrigado a partir para Europa, pois, tinha uma turnê. Gardner aproveitou a saída dele de cena, e, partiu para Londres. Procurou uma clínica de segunda categoria. Quando abriu os olhos, esperava encontrar qualquer pessoa: a enfermeira, o médico, quem sabe até o quarto vazio. Mas seus olhos embaralhados encontraram os olhos azuis ensopados de Frank que estava sentado ao seu lado. O princípio do fim prenunciava-se no horizonte. Senhor Sinatra e Senhorita Gardner Ava detestava filmes de época. E muito mais, a lenga-lenga sobre Rei Arthur e cia. Os Cavaleiros da Távola Redonda (1954), tinham ainda algo que a irritava mais, contracenar ao lado do ex-namorado Robert Taylor vestindo armadura e matando todo mundo que estivesse em seu caminho. Gardner pediu licença das filmagens — aquela altura o diretor estava filmando apenas cavalos e espadas em punho —, para acompanhar Sinatra que estava em Nápoles, na Itália — como outrora dito, em turnê. Contudo, o momento fora o mais impróprio. Os jornais detonavam Frank, afirmando ser aquela sua turnê derradeira, pois ele era um cantor decante, ultrapassado, “um gesto de condescendência ofensivo aos seus fãs”, etc e tal. Ela estava entre o público naquela primeira noite — envolta pela escuridão. Sinatra entrou no palco. Alguns aplausos — não muito polidos. Durante a primeira música, um dos iluminadores a reconheceu — sabe-se lá como — e lançou toda as luzes possíveis sobre ela. Mogambo havia estourado mundialmente. O público ao reconhecê-la começou a aplaudir e a gritar: “Ava, Ava, Ava”, humilhando ainda mais “The Voice”. Frank em meio à confusão pediu para que a orquestra parasse de imediato. Seus olhos fitaram nos olhos dele. Saiu do teatro sendo ovacionada. Sinatra deixou o palco indo se recompor. Voltou minutos depois, quando soube que ela não mais estava, para terminar o show. “Por onde íamos, a imprensa fazia festa. Adoravam publicar fotos da rainha do cinema ao lado do homem que há dez anos tinha sido o ídolo das garotinhas e que agora se apresentava em teatros meio vazios para um público que só sabia vaia-lo”, desabafou a atriz. A Um Passo da Eternidade foi um sucesso, inclusive dando além do Oscar para Sinatra, uma revitalizada na sua carreira. Mas, o casamento ia de mal a pior — o aborto na certa pesara, junto com as crises de ciúmes e as ofensas. Tudo estava “perdoado, mas não esquecido”, como diz a célebre canção do The Corrs: Forgiven, Not Forgetten. O ponto máximo foi no dia em que Gardner ligou a procura de Frank e ele disse que estava com uma garota qualquer deixando claro que tinha sido acusado tantas vezes de infidelidade que chegou o dia que tinha decidido ser infiel realmente. No dia 29 de outubro de 1953 o divórcio ocorre. Cada um segue o seu rumo. Frank estava prestes a gravar o melhor de todos os seus discos no ano seguinte Sons For Young Lovers — o lendário álbum ao qual na capa ele está sob as luzes de um poste olhando os casais que passam —, recriando canções como My Funny Valentine — do gênio Chat Baker. Este álbum também é um marco definitivo da música americana, enfim os longs plays deixavam de serem um amontoado de canções — geralmente, união de singles lançados anteriormente — criando o chamado termo “conceito”, criando também a parceria de Sinatra com o arranjador Nelson Riddle. Ele aprendera ao lado de Gardner, acima de tudo, como cantar canções de amor de desilusão. E acima de tudo, descobrira que o microfone não era apenas um amplificador de voz, mas um instrumento a ser usado, com precisão e maturidade. Enquanto a atriz estava a um passo do ápice da sua carreira, iria gravar A Condessa Descalça — e descalça ou com belos sapatos, ela ainda seria um animal perseguido pela impressa a cada passo que desse. A Condessa Descalça Para Gardner, o ápice da sua carreira ocorreu em A Condessa Descalça (1954). Também é o filme que os fãs mais relacionam com sua vida pessoal, além de render-lhe o título — que ela detestava — de “o mais belo animal do mundo”, infiltrado na mente do público através de uma longa campanha feita pelos estúdios. No entanto, a MGM, lutou o quanto pode para não vê-la protagonizando neste filme. Coube ao diretor e roteirista Joe Mankiewicz (A Malvada, Quem é Infiel?) guerrear literalmente para obter a autorização que permitia gravar o filme. As gravações foram duras para atriz. O diretor era uma pessoa dificílima — exigente ao extremo, e, após alguns Oscars, o trabalho seria para ele uma prova de fogo, já que era o seu primeiro trabalho pessoal —, quanto a Humphrey Bogart — o eterno Rick, do melhor filme do mundo: Casablanca —, detestava a Itália e com os nervos a flor da pele, descontava naquela garota ao qual ele chamava de “atrizinha”. No mais, havia comentários entre a imprensa que o filme seria na verdade a autobiografia da atriz. O que por sinal, não era. Mankiewicz baseou-se sim, e muito, na vida de outra diva: Rita Hayworth, que fora descoberta como dançarina no México e por fim casara-se com um sheik — além de, conter traços, e muitos não creditados a obra-prima de D.H. Lawrence: O Amante de Lady Chatterley. Proibido na cidade de Tupelo, no Mississipi, por ser considerado: indecente, ovacionado na França como “a atuação perfeita de Gardner”, “a prova do talento da atriz”, A Condessa Descalça ainda é uma incógnita do cinema a ser descoberta por muitos. Durante as gravações, ela conhece o toureiro Luis Miguel Dominguini. Vivem um tórrido caso de amor — sem saberem o idioma um do outro. Quando as gravações terminaram, Ava é levada as pressas por Luis para o hospital, conseqüência de um cálculo renal. Internada — e graças a Luis —, conhece Ernest Hemingway — que ao lado de Francis Scott Fitzgeral, meu preferido, formam o alicerce do melhor que já foi feito na literatura americana. Todavia, as semanas que prosseguem são terríveis. O cálculo movimenta-se muito lento do cálice direito renal, desce pelo duto urinário, prossegue pela bexiga — onde dá voltas e mais voltas pelo órgão à procura de uma saída, ocasionando necessidade de urinar constantemente, além do que, por possuir pequenos lances pontiagudos, fica arranhando a parede fina do órgão —, por fim, indo para a uretra, que com a força da musculatura — contrações intermitentes, ou seja, o órgão aperta o cálculo cheio de pontas —,  expele o mesmo. As dores são torturantes, como não há posição que fique — e ainda não era utilizada a litotrepsia para acelerar o processo —, fica sem dormir durantes dias. No mais, os medicamentos que relaxam toda a parte urinária, afetam e muito os batimentos cardíacos e, por conseguinte, o sistema nervoso da pessoa — que a esta altura não está lá toda aquela coisa. Tremuras eram uma constante. Quando consegue alta descobre que a MGM tinha lhe suspendido por ter-se negado a filmar Love Me Or Leave Me. Cada suspensa aumentava ainda mais os anos de contrato dela com o estúdio, do qual ela há muito estava louca para ver-se livre. A MGM podia ser o estúdio que mais tinha estrelas — mais eram os mais avaros também. Sem dinheiro, Dominguini paga suas passagem de volta para Los Angeles — afinal, ela era apenas uma turista e não podia permanecer muito no país. E quem estava lhe esperando no aeroporto? Howard Hughes que sabia tudo sobre a situação de saúde da atriz. Sem dinheiro, na geladeira, a ainda sobre os efeitos dos torturantes dias é convencida de que seria melhor para a saúde dela passar uns dias numa mansão que Hughes havia alugado exclusivamente para a atriz — que estava em companhia de Reenie, sua fiel empregada — as margens do lago Tahoe. Obviamente, era apenas um novo plano do milionário — que continuava tendo amantes —, para conseguir o coração da diva. E foi além, presenteou a mesma com uma safira — avaliada segundo a própria em um milhão de dólares, na época —, vindo diretamente de Kashmir. Claro, ela adorou safiras — ela amava safiras. Vendo que tudo caminhava conforme seus desejos, Howard passou a noite com ela numa casa de jogos — e pior, tirou dinheiro de muita gente, pois, era um ótimo jogador. Fora muito divertido. Entretanto, quando o mesmo educadamente fora lhe abrir a porta do carro, notou que seus olhos estavam inundados de lágrimas. Na porta da mansão, desabou literalmente: a amava, amava muito, sabia que ela não gostava dele, nada além de amigos, mas implorou que se casasse com ele. Jurou que compraria toda a MGM se ela quisesse, um iate novinho, coisa e tal... Que esperaria que ela viesse a amá-lo um dia. Naquela altura, Howard estava a um passo de desaparecer de cena. Os sintomas do mal que lhe perseguiam estavam atingindo níveis alarmantes. Ava apenas prometeu que iria pensar, visto que o mesmo não se acalmava, e era triste ver uma criatura tão solitária chorando desesperadamente. No dia seguinte, Dominguini aparece na mansão. Não conseguia mais esquecer Gardner, a amava também. Saíram aquela noite — aprenderam cada qual o suficiente do idioma um do outro, para discutirem pela primeira vez na vida! E a coisa foi séria, pois, Gardner o abandonou na sala da mansão, subiu as escadas, deixando-no atônito. Claro que, estando numa mansão de Hughes, havia espiões infiltrados como empregados da casa! Um deles ligou direto para o milionário, que ligou para dois de seus capangas que surgiram na mansão no intuito de “fazerem uma visitinha a Miss Gardner” — estranho, àquela hora, não? “Deus, ela está dormindo”. Nervoso, Luis desabafou com os homens, que instruíram dizendo: “O que é isto homem, como podes deixar que uma mulher faça isso com você?”, “onde está sua honra?”. Claro, espanhol como era, o sangue subiu na cabeça do cara que disse que se pudesse ir de imediato à uma hora dessas para Los Angeles, voltava para Espanha no mesmo instante, dando um gelo devido naquela mulher para mostrar quem era o homem ali. Um deles sorriu, disse ter um amigo, um tal de Howard Hughes. Por incrível que pareça, o milionário tinha um avião particular que o levaria imediatamente até Los Angeles, e mais, lhe daria de graça uma viagem pela sua linha área, a TWA, afinal “Dominguini, você é um toureiro reconhecido mundialmente, um herói do seu país. É uma honra”. Gardner ao levantar-se pela manhã levou um susto — onde estava Luis? O que fora embora, sem se despedir! Tinha sido uma briguinha à toa, coisa e tal. Ficou furiosa. Enquanto isso, no sofá da sala Hughes a esperava. Tivera uma idéia maravilhosa, passar alguns dias numa villa. Furiosa com Dominguini, partiu. Obviamente, era lindo o lugar. Mas, algo ocorreu que espantou Reenie e Gardner: um dos empregados da mansão onde elas estavam vivia por ali, olhando-as. E mais, ele começou a discutir chorando com Reenie: — Pelo amor de Deus, eu te imploro. Se tens algum poder de persuasão sobre a senhorita Gardner, me ajude. Não dá para você conseguir que ela vá para cama com o senhor Hughes? — O quê? — Eu imploro, olha imploro. Me ajoelho aqui, se for preciso. Faz dez dias que estou cuidando vinte e quatro horas por dia deste colar de diamantes de pérolas que foi de Catarina da Rússia. É uma jóia caríssima e, não posso sequer ir ao banheiro sem levá-la comigo. Pelo amor de Deus, se tens alguma influência, convença-a a deitar com ele, para que possa lhe dar esse colar e ter a minha vida de volta. Quando soube, Gardner pirou de vez. — Vamos embora, agora — disse ao saber do fato, Ava. — Para onde, miss Gardner? — perguntou Reenie. — Para qualquer lugar, qualquer lugar. Claro que Howard surgiu quando ela estava segurando suas malas, pronta a partir. — Estou indo embora. — Embora? Mas, para onde? — Havana — fora este o único lugar que passara por sua cabeça. — Acho que você não deve ir. — Já decidi. Estou indo. Ah, Howard antes que me esqueça — jogou a safira na cara do milionário. Curiosamente, ambas ficaram sentadas no aeroporto durante um dia inteiro. Havia vôos para Havana de hora em hora. Mas, o que anunciavam? Vôo para Havana, cancelado. Vôo para Havana, cancelado. Vôo para Havana, cancelado. Enfim, Hughes desistiu e liberou o avião. Tempos depois, Howard surgiu na vida de Gardner de novo. No meio de uma noite, trazendo uma caixa de papelão com duzentos e cinqüenta mil dólares. Desejava que ela trabalhasse num filme para ele. — Não precisa fazer isso. É só falar com meu empresário. — Está certo. Ava, isso é um suborno. Um suborno de duzentos e cinqüenta mil dólares. Ele estava pior do que antes. Deu pena na atriz. Ela respondeu-lhe com um sorriso: — Obrigada, Howard. Mas, não — depois, voltando-se. — De qualquer maneira, foi bom lhe ver de novo, mas, preciso ir embora. Cuide-se. E foi, deixando-o no aeroporto com sua caixa cheia de dólares. O Exílio De volta ativa, a diva grava no Paquistão: A Encruzilhada dos Destinos — lançando no ano seguinte, 1956. Nesta película, existe uma cena de estupro que foi gravada de uma vez só. A entrega da atriz e de Stewart Granger foi tamanha, que ela entrou em pânico. Realmente acreditou que seria abusada — e ninguém a socorreria. De modo que, quando pegou o trilho para bater no personagem, encheu de cacetes o pobre Stewart realmente. Saiu aos gritos e choros do local. Trêmula, arranhada, o cabelo desgrenhado, não conseguia mais se controlar: “Foi uma cena, apenas uma cena, acalme-se Gardner. Acalme-se”. Tempos depois, conseguiu olhar no rosto de Granger e abraçá-lo. Mas, durante muitos anos, acordou no meio da noite assustada, pois, sonhava com a cena. Porém, os chefões da MGM mexeram no filme — aquilo não venderia. Cortaram cenas, incluíram narrativas desnecessárias — e repetidas. Por fim, o trabalho passou batido pelo público e crítica. Em dezembro de 1955, ela abandona definitivamente os Estados Unidos. Os motivos: era mais barato para a MGM filmar no exterior, e ela vivia mais tempo na Europa do que no seu país de origem. Hollywood perdera todo o glamour, não era como outrora. E Howard Hughes — que apesar de tudo, era um grande amigo —, dava início aos piores anos de sua vida. Não adiantava, nem ela conseguia convencê-lo a deixar aquele apartamento, contar passos, urinar em garrafas e colocá-las uma ao lado da outra numa reta mais do que perfeita. Vivendo na Espanha, sofre um acidente automobilístico. Ben Coler — empresário de Lana Turner — a socorre. Nada grave, comparado pelo que estava por vir. Os habitantes locais levaram-na para ver como era escolhido o touro que ia para a arena, dando-lhe tanto pra ela, quanto para Bappie e Reenie — uma bebida docinha e extremamente alcoólica. De repente, um deles, vendo que a irmã e a empregada não estavam, convenceu a atriz a subir em um cavalo e ir enfrentar um touro. Bêbada assim fez. Mal entrou na arena. Um repórter que estava ali escondido saltou flashes na atriz. O touro avançou sobre o cavalo. Ela caiu. Socorreram-na rapidamente. Mas, o tombo fez um estrago no seu rosto criando um calombo enorme. Realmente, a coisa era feia. Mas, a impressa soltou as célebres manchetes do tipo: “Gardner Desfigurada”, “O Triste Fim de Ava Gardner”, “O Animal Mais Belo Do Mundo Se Foi”. Os telefonemas eram uma constante. Ava procurou um cirurgião plástico que tratava somente de aviadores queimados. Ele apenas disse que era para ter paciência, aquilo desapareceria. Se mexesse, então sim, o rosto dela ficaria desfigurado realmente. Frank Sinatra soube das notícias, viajou até a Espanha. Continuavam amigos. Ele a obrigou a ouvir uma segunda opinião. Gardner ouviu a opinião deste que — por um milhão de dólares —, estava disposto a aplicar-lhe uma injeção que era nova no mercado e estava sendo testada. Ela sorriu, preferiu ouvir o primeiro médico — que sequer lhe cobrou a consulta —, e deu tudo certo. Essa injeção provou ser maléfica com o passar dos anos, e veio a ser banida da Europa. Grava então Dois Amores e Uma Cabana para a MGM ao lado do ator italiano Walter Chiari — ex-namorado da atual esposa de Luis Miguel. Torna-se amiga do poeta Robert Graves — um senhor de sessenta e cinco anos — que lhe presenteia com o poema: Not To Sleep. A primeira frase marca a atriz: “Insone noite após noite por pura alegria/Não percebe as badaladas, sequer é capaz de contar carneirinhos/Recebendo o raiar do dia como um presente”. Pura Gardner. Em 1957 é a vez de O Sol Também Se Levanta — baseado no romance de estréia de Hemingway. Na verdade, a película é uma deturpação do trabalho do escritor americano. Chega da dar nos nervos! Ernest não detinha mais os direitos do livro — havia dado a primeira esposa como parte do valor pelo divórcio — e ela vendeu o mesmo. Todavia, ele tentou em vão, arrumar um pouco o roteiro — a pedido de Ava, que conhecia o livro. Infelizmente, de nada adiantou. Grava depois The Naked Maja (A Maja Desnuda), encerrando de vez seu contrato com os estúdios da MGM. Enfim ela poderia escolher os filmes que quisesse fazer ou quem sabe, até tirar umas merecidas férias. Stepehen Birmingham — grande amigo seu, comentou na biografia da atriz: “Ela se sentia ferida pela MGM, odiava Louis B.Mayer, aquela mania que ele tinha de querer as atrizes sentadas em seu colo, estava sempre amarga. Não era dura o suficiente para agüentar aquelas coisas, pois o cinema é um negócio podre”. Férias que não ocorreram — pelo menos, tão cedo. Durante as gravações de The Naked, Stanley Kramer — famoso produtor e diretor que voltava seus trabalhos para assuntos mundiais —, a procura no intuito de convida-la para atuar no seu novo filme como a heroína. O filme: A Hora Final. Gardner ler o roteiro e o livro que deu origem ao mesmo. Fica fascinada, no mais, o seu cameraman preferido o italiano Giuseppe Rotunno trabalharia no filme, e ninguém menos que Fred Astaire — fazendo seu primeiro papel dramático. Ava confessou que após ler o roteiro chorou de emoção — o que não ocorreu com o livro. O roteiro de Kramer era melhor, segundo ela. Em janeiro de 1959, iniciam-se as gravações em Melbourne na Austrália, o que causou frisson, visto nunca antes nenhum filme ter sido rodado por lá. A Hora Final é detentor ainda de um recorde: o do beijo mais longo da história do cinema, protagonizado por Greg Peck e a diva. Durante as gravações, a atriz percebe que o namorado italiano Walter Chiari está mais interessado em aparecer ao lado dela do que ser o homem da vida dela. Cansada de sofrer, diz tchauzinho para ele. Mas, ela não fica tristonha por tanto tempo. Um telefonema muda tudo: Frank estava vindo para Melbourne com a desculpa de que faria alguns shows por ali, mas depois confessou que estava morrendo de saudades. No fundo, eles sempre se amaram. E era difícil passar um dia sem que eles não se comunicassem seja por cartas ou telefone. Reenie — sua fiel empregada e amiga — confidenciou uma vez: “Ele ficava sempre ligando para ela, mesmo quando estava a ponto de casar com Barbara. Ligava várias vezes e pedia para que voltassem. Ava o amava, mas não gostava de algumas pessoas que ele tinha que ter a sua volta. Os dois nunca acertaram seus ponteiros. Isso foi tudo. Ponteiros”. Obviamente, o que se esperava era uma nova briga, que não houve. “Tínhamos apenas dois dias à nossa disposição. De modo que, não tivemos tempo para brigar”, refletiu a atriz, tempos depois em suas memórias. O filme estreou em 17 de dezembro de 1959. Não foi bem compreendido. Mas, tecnicamente revolucionou o cinema, com cenas de 360º graus. O Newsweek fez um dos famosos comentários típicos da imprensa sobre a atriz: “Gardner nunca este tão feia e tão bem”. Para o amigo Grego Peck este foi sempre o grande drama da vida da diva: “Diretores, produtores, críticos e o público em geral, acabavam observando apenas a sua beleza, e por fim, esqueciam o quão talentosa ela era”. Seguem outros filmes: Tentação (1960), 55 Dias Em Pequim (1963), Sete Dias de Maio (1964). O resultado destes desanimou a atriz, que decidiu não mais prosseguir sua carreira. Vivendo na Espanha, dançando flamenco, especializando na cultura local, suas “férias” foram interrompidas por um telefonema surpreendente: John Huston — o mesmo que tentara violentá-la anos antes — lhe telefonou falando que tinha comprado os direitos da peça: A Noite do Iguana, e queria vê-la no filme. O filme ainda teria ninguém menos que Elizabeth Taylor — do qual, Gardner era admiradora e amiga — e outras grandes estrelas. Levou quatro dias para que ela fosse convencida. Por fim, aceitou. No filme, podemos ver a atriz um pouco mais envelhecida — mas as rugas em seu rosto foram fabricadas pelo maquiador, e o cabelo teve grisalhos acrescidos. A Noite do Iguana é um show de talentos, direção e filmagem. Na minha opinião, é o momento máximo da atriz pós The Killers. Também foi esta película de que mais gostou de atuar. Gerou críticas ótimas para Gardner do tipo: “Ava rouba a cena”, “Gardner interpreta o maior papel de sua vida”, além de reatar os laços dela com Huston — ficaram amigos até o fim da vida do diretor, que morreu em conseqüência dos males ocasionados pelo consumo do cigarro. Dino de Laurentiis — um produtor italiano —, queria a cantora de ópera Maria Callas como Sarah no seu próximo filme: A Bíblia. Todavia, John Huston bateu o pé: “Maria o quê? Existe apenas uma atriz no mundo capaz de fazer este papel. Uma apenas”. Procura a amiga com o roteiro na mão. — John querido, não vou conseguir dizer estes textos. Não é meu estilo. São formais demais, teatrais demais. Ela nunca acreditava quando diziam que era uma grande atriz. Mas, Huston sabia que sim. E aquele papel, provaria isto ao mundo. O filme — facílimo de ser encontrado —, mostra uma Gardner envelhecida, mas mostrando que uma diva é uma diva apesar dos anos. As sentenças bíblicas são de dar um nó na língua. E no fim, ela deu um espetáculo. Durante as filmagens foi apresentada a George C. Scott — o ator que faria Abraão —, um grande ator, um grande beberrão, que tinha como passatempo bater em mulheres. Ela não sabia disso, e acabou se apaixonando pelo mesmo. Resultado: o diretor contratou três seguranças para proteger sua estrela, quando viu o braço da atriz em uma tipóia por causa do calhorda. Os anos passaram. Numa noite qualquer, George surge em seu apartamento bêbado, exigindo que ela se case com ele. Antes de sumir por completo da sua vida — naquela noite —, deixou-a com o maxilar e a retina esquerda deslocada, a clavícula quebrada, e um trauma até o fim dos seus dias. Não denunciou o mesmo porque “naquele tempo não se denunciava, sequer se falava em homens que batiam em mulheres. Era muito vergonhoso”. Uma Cena Que Só Um Homem Viu Roddy McDowall — que conhecera a atriz quando tinha treze anos de idade e ainda dava autógrafos como “Mrs. Mickey Rooney” — convidou-a para participar do filme The Ballad Of Tam Lim (1972) — do qual seria o diretor —, interpretando Michaela — uma deusa que perambula pelo mundo há anos. Mas ela não é eterna, precisa do sacrifício de muitos jovens para continuar por aqui. McDowall confessou depois que Ava estava muito sensível na época das gravações — fazia anos que ela não filmava — no mais, atuaria ao lado de dezenas de jovens — moças e moços lindos, saudáveis — e ela já não estava mais no apogeu da sua beleza. Anos e anos ouvindo na MGM que ela não precisava falar nada, apenas ficar na posição certa, pois, não tinha talento, tinha algo mais beleza, a inibiram mesmo. Roddy precisou fazer um teste de luz com ela. Gardner pediu-lhe que não. Porém, não havia meio de evitar. Enquanto as luzes foram acendendo, o diretor extasiado diante da beleza dela, confessou: — Deus todo-poderoso, você é realmente magnífica! — Não querido, não, não, não. — É claro que é. Você é uma coisa linda. — Não, eu era. — Pare com isso. Que história é essa? Você ainda é lin... — Não, querido. Quando era jovem, fui linda. No tempo em que eu podia trabalhar o dia inteiro, passar a noite em claro e ir trabalhar no dia seguinte com bom aspecto. E aí passar outra noite em claro e ir trabalhar no dia seguinte. Naquele tempo, eu era linda. Epílogo Depois de doze anos na Espanha, o governo a acusa de estar devendo um milhão de dólares em impostos. Cansada de tudo, parte para Londres. Grava outras películas, entre ela Terremoto (1974) em Hollywood. Vivendo feliz em Londres, quase não sai de casa, exceto para visitar seus amigos. Reenie — sua fiel empregada e amiga — vive agora em Sacramento, enquanto a irmã Bappie permanece em Londres. Sua emprega atual chama-se Carmem Vargas e possui um lindo cachorro de nome Morgan — homenagem ao amigo e futuro curador do Ava Gardner Living Trust — Jess S. Morgan. Um acidente vascular cerebral em 1989, deixa a diva parcialmente paralisada. Tenta levar a vida com alegria. Reenie — sua fiel amiga — vem visitá-la, convencendo a mesma a dar um passeio, pois, quase não saia de casa depois do infortúnio. Reenie também tinha problemas para se locomover. Em resumo, exaustas sentaram no parque — não tinham forças para se sentar no banquinho que estava apenas de oito metros de distância — e, não conseguiam mais levantar. Levou quase uma hora que Reenie conseguisse se levantar e ajudar a diva. Ela riram tanto que urinaram-se. Foi um dos seus últimos momentos antes de vinte e cinco de janeiro, quando no seu apartamento em Ennismore Gardens, Londes, após lutar contra uma pneumonia, fechou os olhos pela última vez. Deixa noventa fitas cassetes no qual gravou suas memórias, dando origem, um ano depois ao livro Ava Gardner: Minha História. Por Ricardo Steil
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Por Ricardo Steil Howard Hughes — Um Capítulo de 20 Anos Howard surgiu na vida de Ava durante seu processo de divórcio. Por vinte anos foram bons amigos — até que Hughes desligou-se do mundo por completo, trancafiando-se dentro de seu apartamento. Em sua biografia, Howard surge como um homem gentil, que protegia seus amigos (a sua maneira, obviamente): quando soube que Elizabeth estava sofrendo de câncer, deslocou os melhores médicos da área para irem consultá-la. Também era um péssimo dançarino, um ciumento incorrigível — chegou a deixar a atriz com um olho roxo — e ao contrário do que mostrado é em O Aviador, não tomava banho com freqüência. Muito se especulou se o caso entre os dois foi além da amizade. Biógrafos, afirmam que ela era uma das seis amantes do milionário! Ava, desmente. O máximo que Hughes conseguiu foi um beijo no rosto. Se existiu algo entre eles, foi platonicamente. Não nega, no entanto, que ele foi apaixonado por ela — culpá-lo, qual homem não seria? —, a ponto de chorar pedindo-a em casamento. Recebendo um não, partiu para uma tática mais persuasiva: levou numa viagem de sete dias, onde pelo café da manhã lhe dava um diamante, ao meio dia: outro diamante, na hora do chá: mais um, no jantar: outro e claro, deixava sobre sua cama antes de dormir: um diamante. Bappie (apaixonada por jóias) quase teve um treco quando Ava mandou Hughes enfiar cada um daqueles diamantes — inclusive o maior que na época valia nada mais nada menos que um milhão de dólares — onde o sol nunca toca! Ora essa, ela não se vendia, seu amor não era uma mercadoria e seu corpo muito menos! Outra coisa que a incomodava muito eram os espiões. Hughes os colocava atrás dela no intuito de descobrir se a atriz estava saindo com alguém. Houve uma noite que a atriz estava pronta para sair — Rooney estava a esperando num restaurante —, quando abriu a porta, um brutamontes apenas lhe disse: — Miss Gardner, o senhor Hughes a espera. — Sinto muito, mas, tenho compromisso. — Ele não vai gostar nada disso. Gardner fechou a porta do apartamento, olhou nos olhos do capanga e respondeu: — Fazer o que. Problema dele. Gardner se divertiu com Rooney — como marido, ele fora péssimo. Mas, como amigo, ele era formidável. Sempre a fazia rir e, ao seu lado, esquecia das horas exaustivas no estúdio e dos problemas que todos tem no dia a dia. Quando voltou para casa, tomou um banho e foi dormir. Durante seu sono acordou. Hughes estava ao seu lado na cama. Fitando-a. Percebeu nos olhos dele que estava possesso: ora, ninguém no mundo dizia não a Howard Hughes. Mas quem era Hughes. Uma pessoa comum como ela, como qualquer outro. Desceram até a sala de estar. Hughes perdeu a cabeça e começou a bater em Ava. Um, dois, três socos! O olho da atriz ficou roxo. Gardner furiosa com aquilo, partiu para cima do safado. Ele a esmurrou contra uma parede. Sabia que ele iria matá-la. Não pensou duas vezes: antes ele, do que ela. Viu um enorme sino de bronze, uniu forças — o rosto estava tão inchado, que sobrara a diva apenas um dos olhos para enxergar — e lançou contra o rosto de Hughes. O troço era tão pesado que abriu um rasgo da testa à boca, arrancou na hora dois dentes do cara, e afrouxou outros que caíram dias depois. Mas Howard ainda estava vivo. E ela, possessa: queria matar o cara que teve a ousadia de machucá-la. Pegou o sino pesado, subiu sobre o milionário, ergueu-o para o alto mirando sua cabeça. Pensou consigo: “Com três acabo com o filho da mãe”. Um grito da sua empregada é que a impediu. Bappie e seu novo cunhado de nome Charlie — que era empregado de Hughes, surgiram. Os dois é que permitiram a entrada do milionário. Ficaram apavorados. Bappie apenas dizia: — Meu Deus Ava, meu Deus! Pobre Howard! Pobre Howard! E ela ali, vendo tudo com um olho, trêmula — sendo trocada pela irmã que parecia importar-se mais com o milionário do que com ela — e tendo apenas uma empregada velha, socorrendo-a, gritou: — O pobre Howard que se ferre! Uma ambulância veio, levou Howard, Bappie e Charlie ao hospital. No banheiro, Gardner chorou e muito. Pelas dores no corpo, pelas dores na alma, pelo trauma que sofrera. *** Tempos depois Hughes ligou como se nada tivesse acontecido. Gardner o perdoou. Continuaram bons amigos — apesar da mania absurda dele em viver colocando espiões no seu encalço — e por muitos anos, fora ela que o milionário procurara para desabafar e contar seus medos, anseios, neuroses. Depois de Ava, somente Cary Grant teve um lugar de confiança no coração de Hughes, que reapareceria e muito ao longo dos próximos vinte anos. Nasce Uma Estrela Estando há cinco anos em Hollywood, Gardner já havia filmado nada mais, nada menos que dezessete filmes. E, excetuando uma ou outra nota — bem como, o caso do luminoso e, de ter sido esposa de Rooney — não passava de um rosto bonitinho nos cartazes e fotos promocionais. Mas, sua vida iria mudar para todo o sempre, quando sua amiga Francês Helfim, lhe fez um convite irrecusável: ir ao Mocambo Club para ouvir jazz e dançar um pouco. Que Deus a abençoe — quer onde esteja —, pois, ela apresentou a Ava ao diretor alemão Seymour Nedenzal — trabalhava este para a United States —, e há muito notara o talento da futura diva — que estava ao seu ver, sendo desperdiçado com fotografias e pontas. Ofereceu-lhe um papel no seu novo filme chamado Whistle Stop — do qual comprara os direitos do livro, por sinal, proibido na sua antiga pátria: tratava de prostituição, incesto e coisa e tal. Gardner ergueu as sobrancelhas. Mas, antes que pudesse dizer qualquer coisa, Nedenzal foi taxativo: utilizaria somente o título do livro, já que, estavam reescrevendo todo o texto. Não haveria irmão algum. Gardner disse que só tinha um problema: era contratada da MGM e só com a liberação do todo poderoso Louis B. Mayer é que poderia fazer este filme. Seymour sabia disso, tanto que tinha obtido já a autorização, faltava apenas um sim da atriz. Em suas memórias, confessa que nunca apreciou o filme. Mas, foi a oportunidade de trabalhar com um ator que ela admirava desde os oito anos de idade: George Raft. Os dois se deram bem desde o início — além de tudo, Raft era um ótimo dançarino. Sendo o amante de Mary (Gardner) no filme, dividiram muitas e muitas cenas. Tempos depois, os jornais acusaram George de ser testa de ferro da Máfia. Gardner rasgou todos os jornais, aquilo era um absurdo — absurdo que atrapalhou (e muito) a carreira de Raft. Em sua biografia Ava é taxativa: George Raft fez com que Whistle Stop valesse a pena. Só que Whistle foi além, fez com que Gardner ganhasse certo respeito e deixasse enfim de ser uma starlet para alçar novos vôos — com a permissão da MGM, agora na Universal, interpretaria a emblemática Kitty, no mais, que clássico: The Killers (Os Assassinos) — e na humilde opinião deste articulista, o maior filme noir de todos os tempos. Não à toa que, foi sobre o mesmo, meu primeiro artigo para o Purviance. Os Assassinos (The Killers, 1949) adaptado é de um conto homônimo escrito por ninguém menos que Ernest Hemingway — referência obrigatória para todo escritor que queira aprender a escrever diálogos —, onde um boxeador que atende pela alcunha de: o sueco, desiste de fugir dos seus assassinos e espera a morte. Pode até parecer banal o filme, mas, não é. Riordan — um investigador de uma companhia de seguros —, é responsável em levantar o passado do sueco. Através de flashbacks é que o filme começa a pegar fogo. E pega mesmo, a partir do momento que surgi Kitty (Ava Gardner) a femme famale que irá destruir pouco a pouco a vida do ex-boxeador (no papel Burt Lancaster, que nunca fizera um filme antes!). É nesta película que encontramos a célebre frase que seria marca da atriz por toda a vida: “Escute, sou um veneno para mim e qualquer um que esteja à minha volta”. Também neste, consta àquela que considero uma das dez maiores cenas da história do cinema: quando Kitty Collins (Gardner), segurando uma taça e um cigarro acesso, aproxima-se do piano — ficando de costas para o sueco —, e tendo um jogo de luzes e sombras sobre seus olhos semicerrados — vindos de uma vela acesa —, começa cantar quase num sussurro lentamente a sentença: “quanto mais sei do amor, menos eu sei”. E mais, quando ele se aproxima, ergue lentamente os lábios num sorriso, fecha as pálpebras e começa a fazer “hum-hum, hum-hum”, quase um ronronar, inserindo outros “di-dan-dan-dan” e “dum-de-dum-dum”. Depois, retorna a mesma frase, ao pressentir que o sueco está engolindo o uísque quase que transtornado e movimenta os olhos lentamente em sua direção, fugindo deste em seguida. Mark Hellinger foi o produtor do filme. Gardner comenta sobre ele em sua biografia: “Logo simpatizei com Mark Hellinger, porque via que ele me considerava uma atriz, não um objeto sexual. Confiou em mim desde o início e eu confiei nele. Inclusive me convenceu a relaxar o suficiente para cantar aquela canção sensual com minha própria voz. E me deu uma noção da responsabilidade de uma estrela de cinema que eu nunca tinha percebido antes. Até fazer Kitty Collins, jamais tinha trabalhado duro no cinema, nunca tinha levado minha carreira muito a sério. Não sentia ambição alguma em me transformar numa atriz de verdade. Era apenas uma garota que tinha tido a sorte de conseguir um emprego no cinema. Fazer Kitty mudou tudo, me mostrou o que significava ser atriz e me fez sentir que afinal eu até tinha um pouco de talento”. The Killers foi o passaporte para o estrelato. Jornais e revistas voltaram-se para a atriz reconhecendo-a como merecia. Hemingway cansou de dizer que fora esta a melhor adaptação de um trabalho seu. Burt Lancaster também seria lançado ao estrelado. E o produtor e diretor alçariam vôos mais altos no futuro. Mas Gardner voltou seus olhos para outro lado. Ela desejava um futuro diferente. Ela estava perdidamente apaixonada de novo. Outrora assim não fora. Antes Só Que Mal Casada Ava conheceu Artie Shaw enquanto filmava The Killers. Francês Helfim fez as apresentações: — Este é Artie Shaw. Recém voltou da guerra. Você já ouviu sua música. Acho que vão se dar muito bem. — Ah, meu Deus, pensei, que homem mais bonito — confessou em sua biografia. Além de bonito, Shaw era um ótimo músico/compositor e um intelectual de mão cheia. Discursava sobre qualquer assunto. A inteligência de Artie fez Gardner apaixonar-se de imediato. Logo estavam saindo. Foram longos oito meses de namoro. A atriz foi taxativa: “nada de cama até casarem”. Artie havia se divorciado tinha pouco tempo. Ele a levava aos lugares mais chiques, apresentava os homens mais sábios. E ela ali na mesa, vendo-o discutir música, política, esporte, guerra, fosse o que fosse. Rooney era engraçado — Artie, não —, mas, ela não se importava. Estava ciente de que com ele encontraria seu par ideal. Estava disposta a largar tudo, a largar o cinema e ser uma boa dona de casa. Shaw a pediu em casamento. Em 17 de outubro de 1945, usando um conjunto azul e um buquê de orquídeas, ela entrou de cabeça no seu sonho. Mas, ao abrir seus olhos, percebera ter caído em um pesadelo. Artie era possessivo, e, vivia a espezinhando por não conseguir acompanhá-lo intelectualmente. Insistia para que ela estudasse isso e aquilo: artes, música, política, psicologia. Era muita informação para uma menina que nascera no campo. Aquele mundo — o mundo social de Shaw —, onde tudo era sério, até as piadas, vinha a ser uma camisa-de-força. Como não notara antes? Sim, o amor é cego. Pena não ter comprado uma bengala antes. Quando seu cônjuge sentava no sofá — no sofá dele —, ela tinha que ficar sentada no chão — tal como uma serviçal, uma cadelinha — aos seus pés! Certa vez, olhando-a, disse: — Acho que não teria me apaixonado por você, se não fosse a sua beleza. Qualquer mulher teria dado um chute na bunda do cara, mas, ela que perdidamente apaixonada estava — e pronta a salvar aquele casamento —, matriculou-se em um curso de extensão inglesa e de economia por correspondência. E mais, engoliu página por página A Montanha Mágica de Thomas Mann — claro, é um livro maravilhoso, mas, para quem não gosta muito de ler, novecentas e vinte páginas são um sacrifício. Em Chicago ela vê o best-seller Entre O Amor e O Pecado, que todas as atrizes estavam lendo e comentando. Ficara entusiasmada com livro. Chegou em casa, sentou pronta para lê-lo. Enfim algo que lhe daria prazer. Artie chegou, arrancou o livro de frente dos seus olhos. Leu a capa. Abriu a lixeira, jogou-o dentro dizendo: “Se sou eu que tomo conta da sua educação, não vou deixá-la ler esse lixo”. Obrigada então era a ler a Interpretação dos Sonhos de Freud, afinal, ele insistia que a psicanálise era a cura para tudo o que existia no mundo. Na noite de Natal, levou-a numa festa — toda de psiquiatras —, e a abandonou em um canto. Envergonhada, sentou num canto da casa com medo de falar qualquer besteira na frente daqueles homens e mulheres cultos. Os cigarros, a música ao fundo, milhões de palavras chatas. Um baixinho sentou ao seu lado, foi atencioso. Ora ele era psicanalista e achou-a um caso interessante. Começou a freqüentar sessões com este, mas, insistia em fazer um teste de QI. E ele em querer que ela falasse de todos os seus problemas — principalmente, da infância, na procura insana de algo que a destruíra por completo psicologicamente. Certa noite, Artie que era um grande jogador de xadrez lhe disse: “Sabe Ava, se soubesses jogar xadrez, poderíamos fazer algo juntos”. Ela se dispôs na hora. Mas, Artie não estava disposto a ensiná-la. Contratou um profissional. Foram meses e meses de táticas de ataque-defesa. Quando o professor disse que ela estava pronta, Artie se sentou diante dela, com um sorriso escarninho. Em resumo: miss Gardner deu um xeque-mate com algumas jogadinhas em Shaw, que guardou o tabuleiro e depois de um: “sorte de principiante”, nunca mais jogou com ela. O teste de QI a surpreendeu: “Você tem um QI elevadíssimo, apenas não usou todo o seu potencial”, disse o psicanalista. É de se imaginar o que ocorreu com os nervos de Ava com o passar do tempo. — Se ficava quieta quando havias amigos à volta, ele dizia: Por que você não diz alguma coisa? Será que você não tem nada a dizer? E se eu tentava falar, ele dizia apenas: Cale a boca. O seu desprezo ostensivo diante dos nossos amigos era particularmente doloroso. Ele desprezava os meus desejos e me humilhava sempre que podia, até que quase nem pudesse segurar as lágrimas. Eu o adorava, mas aquele foi um dos piores momentos que já suportei — confessou. Claro que o divórcio veio. Mas, a última punhalada ainda seria dado no coração da atriz. Artie a chamou um dia até seu escritório. Ela estava esperançosa de que um milagre houvesse ocorrido, ele mudado, que tudo enfim desse certo, pois o amava ainda. Mandou-a sentar, mostrou-lhe uns papéis perguntando friamente: “Você se importaria se eu fosse ao México para conseguir um divórcio rápido?”. Ela apenas disse: “Não... claro que não”. Assinou os papéis, sabendo tempos depois que ele se casara com Kathleen Windsor — a autora do ‘lixo’ Entre o Amor e o Pecado. Vinte e Quatro Anos: No Lugar de Velinhas... Clark Gable “Vinte e quatro anos de idade. Não é uma idade em que, com tantas outras coisas acontecendo, a gente pára e faz um longo e cuidadoso exame de consciência. Mas, assim por cima, eu tinha passado por dois casamentos e cada um deles tinha durado pouco mais de uma ano... trabalhava duro, a MGM cuidava disso. Estava saindo com vários homens, mas não ia para cama com nenhum. Não bebia a sério — só uns drinques à noite...” (Ava Gardner: Minha História. L&PM Editora, p. 97) E mesmo assim, a vida prosseguia. Howard Hughes ao saber que a diva estava novamente só, voltou a procurá-la. Queria casar com ela de qualquer jeito. Todavia, Gardner, estava mais ocupada em sair com outro Howard — Howard Duff —, um rápido relacionamento — que certa vez, fez a atriz ir em um bordel certa noite, enquanto passeavam por São Francisco. Mas, seus vinte e quatro anos ficariam marcados por outro acontecimento. Certo dia — após o sucesso de Whistle Stop e The Killers —, batem na porta do seu apartamento — a esta altura já não morava mais junto com a irmã Bappie —, estava despenteada, em trajes comum — oh sim, não possuía olho mágico —, e abre a porta, acreditando ser algum conhecido. Era Clark Gable. Sim, Clark Gable, o ator ao qual ela admirou desde a infância e que em sua biografia escreve: “Podia-se dizer que ele não era o maior dos atores mas, Deus do céu, era mais do que isso. Era um astro”. E que há dezoito meses, devido ao falecimento de Carole, estava afastado das telas. Ele estendeu sua mão com um sorriso apresentando-se: — Senhorita Gardner. Desculpe por importuná-la, não sei se a senhorita me conhece, me chamo Clark Gable e queria pedir alguns minutos da sua atenção, se fosse possível. Não sei até hoje porque ele se apresentou. Creio que Ava também, não. Educadamente ele entrou, após a permissão da moça. Esperou ser indicado um lugar no sofá ao qual pudesse sentar e soltou: — Bem, estou voltando depois de uma temporada de férias, acho que a senhorita deve ter tido conhecimento do falecimento da minha amada esposa... E, estamos dando início a um novo projeto, chamado: Mercador de Ilusões. Vi sua atuação em Whisle e Killers — oh, ele havia visto os dois filmes —, e adoraria, e também seria uma honra, se a senhorita aceitasse trabalhar ao meu lado neste novo projeto. Adoraria... seria uma honra... não precisasse dizer que Ava ficou de queixo caído. Ora, era Gable pedindo humildemente: oi quer trabalhar comigo. Claro que a MGM, que detinha todos os passos de Gardner, queria unir os dois no filme. Afinal, ela tornara-se numa das mulheres mais desejadas dos últimos tempos graças às películas anteriores. E o filme ainda tinha Deborah Kerr — fazendo sua estréia no cinema americano. O que incomodava Gardner — no fundo —, era que novamente ela seria uma femme famale. Mas, qual o problema, afinal teria que beijar Clark Gable — apenas... algumas vezes. E o beijo... o beijo era um problema. Devido aos códigos de ética do cinema, tinham quer ser curtos — tinham prazo para terminar. E tinha a posição da luz, tinha o melhor ângulo, o cuidado para não borrar o batom. Às vezes tudo dava certo, mas de repente: “me vinha um pensamento à cabeça, quando estava nos braços de Clark, fazendo uma cena: ‘Este é Clark Gable. Este é Clark Gable!’ Aí eu perdia completamente o controle. Qualquer texto, qualquer pequena nuance sugerida pelo diretor... entrava por um motivo e saía por outro. Mas, de uma maneira mágica Clark compreendia tudo, Deus o abençoe. Se curvava um pouco, as rugas bem visíveis em torno dos olhos, sorria e SUSSURRAVA: ‘Oi, garota, onde está você? Deu branco? Deixa eu te ajudar’...” O filme rendeu inúmeros elogios a atriz. Inclusive, houve um crítico que chegou a dizer que o filme “valia por Ava Gardner”. Clark e ela viraram ótimos amigos. Mas, nunca houve nada entre eles — no mais “ele era Clark Gable, e eu, quem era eu?”  Segundo a atriz: muito da vontade de viver se fora com a morte de Lombard. E mais, segundo Ava, Gable não correu para os braços de Joan Crawford — como certos livros afirmam —, ele entrou em desespero completo e, voltou para a casa deles, não querendo falar com ninguém, desejando que sua vida findasse também. As luzes todas apagadas. Abriu uma garrafa de uísque, tomou um gole. Lançou-a contra a parede. Embriagar-se não a traria de volta. Seu amor morrera, de um jeito estúpido. Estúpido demais. Todas as palavras, todas as que nunca foram ditas, todas que deveriam ter sido repetidas... Ela estava morta, e ele só. Entrou no quarto. Viu um corpo sobre a cama de casal. Não podia ser: era Carole. Ela estava ali. Não era alucinação. Seria o álcool. Levou a mão direita sobre o cobertor — luzes acesas. Era sólido — se não era, estava enlouquecendo. Acariciou o corpo por sob o coberto. Os cabelos — sim eram os cabelos dela. A roupa íntima: o pouco que parecia era o mesmo que Lombard usava. Era ela, só poderia. Tudo não passara de um pesadelo. Ao descobrir o corpo, descobrira ser uma cópia da atriz, um manequim. Sua amada antes de viajar, quis fazer-lhe uma brincadeira. Falou com responsáveis pelo departamento de maquiagem, criaram a réplica, e ao sair de casa, o colocou no quarto de ambos. O choque quase acabou com os nervos já em frangalhos do ator. Gardner — extremamente tímida: tinha vergonha de comer diante de muitas pessoas. Isto para ela era um pesadelo. Escondia-se no camarim em companhia de sua amiga Arlene Dahl para almoçarem. Lavava três vezes a mão durante o almoço. Gable achava aquilo estranho, e resolvia fazer companhia a diva — quando, esta não estava acompanhada de Arlene ou outra garota. Gostava de conversar sobre muitas coisas, mas, adorava estar com Gardner, porque ela tinha paciência de ouvir ele falar constantemente sobre Lombard. Os seus vinte e quatro anos, também tiveram outra marca: por pouco não sofrera um estupro, certa noite, ao ser levada a mansão de John Huston — um dos adaptadores de The Killers. Embriagado, ele invadiu o quarto no qual a atriz estava dormindo. Gardner, depois de ver-se livre das mãos do maluco, correu para fora da mansão, seguida por ele. Por fim, restou-lhe apenas um lugar onde o bêbado não poderia alcançar. Subiu em um enorme trampolim. Ele seguindo atrás. Ela pulou direto na piscina. O babaca, que tinha medo de altura — se tocou onde estava e paralisou. Ensopada, voltou para casa, com sua ‘amiga’ Jules Buck dizendo: “Pobre John. Sabe, ele está realmente muito só”. Na manhã seguinte, ele estava se casando com aquela que seria a “oitava” esposa de Artie Shaw. Em resumo: o solitário queria era uma despedida de solteiro. Jean Ogilvie — sua personagem em Mercador de Ilusões —, ficaria no inconsciente do público, tanto quanto Kitty Collins. Ambas deusas do amor — que por sinal, tornou-se o “apelido” de Gardner entre os críticos, assim como, “namoradinha da América” fora para Pickford. Nigel Cawford — décadas depois —, preferiu denominá-la de: A Caçadora de Paixões. Ser vista como uma mulher sexy — somente isso — incomodava muito Gardner, pois, o público em si, confundia-a com seus personagens. One Thouch of Vênus (Vênus, A Deus do Amor — no Brasil), veio apenas contribuir para esta visão distorcida da figura da atriz. No filme, uma estátua da deusa do amor, ganha vida após um beijo. Começam-se as especulações de que a atriz sai com cada um dos artistas que contracena, o que, ela desmente em sua biografia. Logo a seguir vem The Bribe (Lábios Que Escravizam), The Great Sinner (O Grande Pecador), East Side, West Side (Mundos Opostos), e aquele que com toda a certeza, é um dos filmes mais fracos da sua carreira My Forbiden Past (Orgulho e Ódio, 1951). Howard Hughes, comandava a RKO — há algum tempo. Um dos seus atores preferidos — estrela da sua companhia — era Robert Mitchum — um talentosíssimo ator que, havia sido preso por porte de maconha. Hughes após ver o sucesso do filme que produzira: O Cais da Maldição (The Big Steal, 1949), no qual, Mitchum protagonizara, resolveu criar “outro clássico”. Para tanto, precisava de uma nova estrela — Ann Sheriedan, ao qual cogitara o papel principal, estava processando o empresário. Resolveu falar com a MGM, para ter então Ava Gardner no filme — obviamente, soltando uma graninha para Mister Louis B. Mayer. Nesta, triste película, Gardner é Barbara Reynolds, uma dama da sociedade, que possui uma avó que é capaz de fazer qualquer coisa por dinheiro. Barbara é perdidamente apaixonada por um professor de medicina casado (Robert Mitchum). De repente, a garota graças a uma herança, fica riquíssima. A avó fica de olho no dinheiro da menina. Barbara procura o médico que tanto ama, querendo-o a todo custo. A esposa do rapaz morre, e, ele é acusado de assassinato. Gardner (Barbara) então vai até o tribunal e conta todos os podres da avó que, por sinal, é a culpada pela morte da esposa do médico. Um péssimo filme. Obviamente, todos os jornais noticiaram que havia um romance entre Mitchum e Ava. Em sua biografia, Gardner desmente. Diz que, Robert era um homem belíssimo — que tal como ela, muitas atrizes o achavam charmoso —, mas, além de bom profissional, ele era fidelíssimo a esposa. No mais, mesmo que Mitchum quisesse, nada ocorreria entre eles, Gardner estava apaixonada pela terceira vez. Uma nova história de amor surgia no horizonte. Frank Sinatra Gardner conheceu Frank em um nightclub da Sunset Club, nos tempos em que ainda era esposa de Rooney: — Porque não te conheci antes do Mickey? Certamente, teria me casado com você antes dele — foi esta a primeira sentença que viu sair dos lábios de “The Voice”. Passado alguns anos, os dois encontrar-se-iam novamente. Agora, como vizinhos. Sinatra vivia a chamar a atriz junto com outros amigos do seu apartamento, que ficava em frente ao de Ava e Bappie. Mas, o relacionamento teve início realmente — deixando o simples: apenas amigos —, no início de 1949, quando ao contrário da carreira da diva, a carreira de Sinatra decaía dia após dia. O mesmo ainda era casado com Nancy. Lana Turner — amiga de Gardner —, tentou preveni-la, quando numa festa ficaram a sós no banheiro, usando o velho pretexto de “me acompanha, preciso retocar a maquilagem”. Turner fora por dois anos amante de Frank, e por mais promessas que o cantor lhe fizesse, jamais deixou à senhora Sinatra para ficarem definitivamente juntos. — Não se iluda, amiga. No fim, ele sempre volta para Nancy. Foi o que Nancy Sinatra afirmou aos jornalistas quando o caso tornou-se público — por meio da impressa —, no início de 1950. Pior para Ava, que não queria ser apenas mais um “caso” na vida do cantor. Tal como Lana, exigia ser a oficial. Como o relacionamento de Nancy e Sinatra estava ruindo desde o surgimento de Gardner, ela resolveu no dia dos namorados fazer uma declaração, no intuito, de usar a impressa para mexer com os nervos do marido: — Infelizmente, minha vida matrimonial com Frank tornou-se muito infeliz e quase insuportável. Por isso, nos separamos. Pedi ao meu advogado que tente chegar a um acordo de separação, mas não prevejo que um processo de divórcio ocorra a médio prazo. A declaração de Nancy era tudo o que a impressa precisava. Sim, Gardner era realmente uma femme famale, uma destruidora de lares — tal como suas personagens. Ava sempre recebeu centenas de cartas por semana. Gente pedindo fotos, um autógrafo, fios de cabelo, etc. Mas agora, a correspondência mudara por completo. Eram ameaças, pedidos para que deixasse Sinatra, e inclusive houve uma carta endereçada A/C da Meretriz—Jezebel—Gardner. Os jornais mostravam o povo americano indignado. Orações eram feitas pela alma da atriz e pela reconciliação do casal Sinatra. Não importava onde resolvessem se esconder — Ava e Frank — sempre eram descobertos por fotógrafos e repórteres de plantão. Além do divórcio que não saía, dos paparazzi, os “briguentos Sinatras” — como foram apelidados —, tinham um problema maior para resolver: o ciúme e gênios fortes. Gardner queria estrangular qualquer garota que olhasse para Frank — afinal, sua fama de infiel corria longe. Da parte dele, se pudesse aniquilaria Artie Shaw — engolia este, por ser um excelente músico —, mas seu ódio realmente pendia para Howard Hughes — o milionário apaixonado por Gardner. Durante as gravações de Pandora And The Flying (Pandora, no Brasil), após inúmeras doses, Gardner acorda em meio aos braços do toureiro Mario Cabre — que por sinal, desejava ser uma celebridade a todo custo, já que, na arena, era um toureiro mediano. De modo que, aproveitando-se do fato, soltou aos quatro ventos que estava apaixonado por Ava — e ela por ele! E mais, para mostrar o seu amor latino, leu meia dúzia de poemas que fizera em homenagem a atriz — imitando Rodolfo Valentino. Ameaçou Sinatra, se este aparecesse na Espanha. Frank ficou furioso. Obviamente, a “transa casual” ocasionou uma briga — das muitas. O que incomodava os amigos — no geral —, era que as brigas eram violentas, chegavam ao cúmulo de assustar os espectadores. E depois do escarcéu, os dois sorriam um para o outro e acabavam se beijando. Enfim, os que acompanhavam, viviam com os nervos a flor da pele. Em sua biografia a atriz desmente que tenha obrigado Frank a deixar de cantar a lendária Nancy With Laughing Face — que fora escrita para sua filha e não sua mulher —, todavia depois de um show, no qual, o cantor abriu com esta canção — e todos riram achando ser uma brincadeira —, enquanto estiveram juntos, Sinatra nunca mais cantou a mesma. No ano em decurso, Gardner interpreta Julia Laverne em O Barco Das Ilusões (Show Boat), musical no qual, sua amiga — e ex-de Artie Shaw — Lena Horne cantou as duas músicas que eram interpretas por Ava, já que, o responsável musical Arthur Freed, não considerava a diva uma cantora. Mesmo, sem a voz da atriz, O Barco Das Ilusões fez um enorme sucesso — o que surpreendeu muitos, em vista que, a televisão tinha roubado, e muito, o público que freqüentava as salas de cinema. Os advogados procuram Frank no dia 29 de maio de 1951, anunciando que finalmente Nancy concordara com o divórcio. Feliz, Ava insiste em conhecer os pais de Sinatra — era uma tradição, do qual, ela não iria abrir mão. O cantor que estava há dois anos brigado com os progenitores, por fim, cede. Marty — a mãe —, torna-se amiga de Gardner, chamando-a de “aquela que devolveu meu filho para mim”. No final de agosto, no entanto, o divórcio ainda não fora concedido. Desesperados, fogem para o México, na esperança de obterem um pouco de paz. Ledo engano: os jornalistas mexicanos unem-se aos americanos, não os deixando sossegados um minuto sequer. Continuam as brigas graças ao ciúme de ambos. Sinatra estava mal financeira, musical e psicologicamente, de modo que, descontava em Gardner, inventando pretextos para discutirem. Geralmente, “esses pretextos” tinham nome e sobrenome: Howard Hughes. O músico não conseguia acreditar que ela houvesse resistido às investidas do milionário. Para piorar, os espiões do mesmo, viviam para baixo e para cima seguindo o passo de ambos. Em outubro de 1951, o divórcio é declarado. Nancy destruiu por definitivo o pouco que restava da fortuna de Sinatra. Escreve a atriz em sua autobiografia: “Uma semana depois, estávamos prontos para subir ao altar. Então uma sombra caiu sobre nossa felicidade. O seu nome era, como podem adivinhar, Howard Hughes”. Mesmo Ava não tendo nada com Hughes, Frank tinha seus motivos para ter um pé atrás com a figura, pois, Howard estava mais do que obcecado pela atriz — mesmo tendo outros casos com seis mulheres! Gardner, no entanto, insistia em repetir a ele que desde que conhecera Sinatra “os outros homens do mundo morreram”, ou seja, nada além de amigos. Um dos motivos de sua preferência pela diva, era que Hughes não estava acostumado a ouvir ninguém lhe dando um não. E Ava, dizia-lhe não o tempo inteiro. Quando deram divórcio para o cantor, o milionário pirou de vez. Ora, eles iam casar. De modo que, volte e meia, tentava dissuadir a atriz “daquela loucura”. Numa dessas vezes, convenceu a mesma que o futuro esposo estava tendo um caso com uma das coristas da sua banda de apoio — uma garota muitíssimo jovem, que tinha rosto infestado por acnes! Miss Gardner, ciumenta que só, entrou em pânico. A briga entre Frank e ela foi tamanha que o mesmo teve de apresentar a suposta amante a diva. Possessa, ofendeu a garota: “Virgem? Virgem o cassete!” — só para se ter uma idéia. No fim, tudo foi resolvido. Ava então prometeu a si mesma, nunca mais ouvir Hughes. Incansável, porém, Howard deu sua última cartada — ou pelo menos a atriz suspeitava que fosse ele o causador do fato —, bem no dia do casamento da atriz. Tudo pronto para o enlace. Bappie — a irmã — estava auxiliando a diva a colocar um belíssimo vestido marquisette rosa-escuro, um colar de pérolas, brincos idem com detalhes em diamantes, quando uma carta encaminhada “aos cuidados” veio a ser entregue a noiva. Conforme relata em sua biografia: “Abri, li e quase nem consegui continuar respirando. Era de uma mulher que admitia ser meretriz e afirmava estar tendo um caso com Frank. Era uma sujeira, dava detalhes que achei convincentes e fiquei com nojo. Como é que eu poderia manter o casamento diante de uma carta como aquela?” Ela voltou-se para a irmã dizendo que estava tudo terminado, trancando-se noutro quarto em prantos! Foi um Deus-nos-acuda, todos tentando convencê-la do absurdo: ora haviam os convidados, o buffet, fotográfo, etc e tal. Abriu porta do quarto, encarou a todos e perguntou: — Vocês esqueceram da parte mais importante de tudo isso, não acham? — Qual? — todos em uníssono. — Da noiva! — e bateu a porta. Conversa vai, conversa vem. Enquanto isso, Sinatra com os nervos a flor da pele jurava que iria matar o “filho da mãe do Howard Hughes. Tenho certeza que foi ele”. Alguém lembrou de falar da figura para a diva. Sim, só poderia ter sido o cara. Em resumo: a sete de novembro de mil novecentos e cinqüenta e um, na residência de Lester Sachs — amigo de ambos, na Filadélfia —, a diva tornava-se enfim: Ava Gardner Sinatra. Apesar de toda descrição, do esforço mútuo de todos para encobrir o local do casamento — tentando assim, obter um pouco de privacidade do casal —, a imprensa que conseguira infiltrar “um dos seus” em meio à equipe do buffet, surgiu em peso. Flashes e mais flashes, braços sobre braços, vozes e mais vozes, tornaram-se numa muralha ao qual Frank e Ava tiveram que transpor até chegar ao carro. Pouco antes de entrar, Gardner voltou seu olhar e encontrou entre as pessoas um dos conhecidos espiões de Howard Hughes. Sorriu, entrando definitivamente no automóvel. Senhor e Senhora Sinatra Desesperados para se livrarem dos abutres da imprensa, pegaram um avião rumo a Miami. Todavia, a noiva esquecera da sua mala. Resultado: uma das mais conhecidas fotos do casal, onde Gardner aparece usando as roupas do dia anterior, pés descalços, coberta pelo casaco de Sinatra, caminhando pela praia. O fotografo vendeu a película para todos os jornais e revistas mais importantes da época. Resolveram ir para Havana. Em Cuba, conseguiram passar como meros turistas, como um “casalzinho qualquer”. Foram estes os melhores momentos da vida de ambos, sem brigas, sem perturbações paralelas. Mas, o retorno aos Estados Unidos era inevitável. Frank tinha shows agendados — e ele precisava e muito fazer shows. Como boa esposa, ela o acompanhava em cada um deles. Na cidade de Nova York, porém, o ciúme tomou conta da bela ao vislumbrar entre as fãs de plantão, próximas ao gargarejo, Marilyn Maxwell, uma antiga paixão do atual esposo. Ciumenta, via Frank cantar — e mais flertar! — só com a garota. Quanto as outras que debruçavam-se desesperadas por Sinatra, bem, elas não existiam — ao menos aos seus olhos. No hotel, logo após o show, sem perder tempo, a diva começou uma série de acusações. Frank reagiu: tudo aquilo era um absurdo. Fora de si, Gardner sai aos prantos do hotel, descalça e ainda vestindo o belo traje do show. Chovia muito. Tinha uns poucos trocados na bolsa. Corre para o metrô, entra no primeiro trem, partindo sem rumo lógico. Quando este chega ao ponto final, salta. Encontrava-se num bairro em ruínas, na periferia de Nova York. Vê-se caminhando em baixo de fina chuva. O dia começando a nascer. Um táxi cruza seu caminho. Faz sinal. — Hampshire House Hotel. O taxista olha-a da cabeça aos pés. Vestida daquele jeito, com o rosto demonstrando choro intenso, àquela hora, naquele lugar, querendo ir para o hotel mais luxuoso de Nova York... Ora, só poderia ser uma profissional que algum milionário pervertido tinha chamado àquela hora. Em sua biografia, Ava comenta que o motorista ficou lhe dando conselhos do tipo: “Faz ele pagar por isso. Joga o preço lá em cima, benzinho. Se ele tá afim de ti à uma hora dessas, é porque tem muita grana”. E o que ela poderia dizer: “Desculpe, mas sou a sra. Sinatra”? Resolveu ficar calada, no mais, estava exausta. O taxista estava tão indignado com “aquilo” — uma bela moça, com os olhos inchados de tanto chorar — que se o cliente surgisse em frente do hotel, era capaz de esmurrar o mesmo. Todavia, quem surgiu foi o porteiro do hotel, que reconhecendo a atriz, abriu de imediato a porta do automóvel dizendo: — Bom dia, senhora Sinatra. O homem quase desmaiou. Deus, aquela era Ava Gardner atual esposa de Frank Sinatra! Gaguejava, pedia desculpas e mais desculpas. Ava disse que não era preciso dizer nada, agradeceu os conselhos, depois, sussurrou no ouvido do porteiro: “Dava para pagar a corrida e dar dez dólares de gorjeta para o taxista”. O porteiro fez continência e atendeu a ordem. No quarto, um Frank desesperado aguardava-a. Enquanto, ela comia um sanduíche com ovo — preparado por ele —, “The Voice” confessou: — Estou feliz que tenhas voltado sã e salva para casa. E ela com a boca cheia respondeu: — Eu também. A Pior Briga do Casal Entre os shows de Sinatra, a vida de casada e a gravação de As Neves do Kilimanjaro (1952) — onde interpreta Cynthia, uma das personagens que mais adorou protagonizar —, Gardner passa a viver com Sinatra na mansão deste em Palm Springs. Numa manhã longínqua — enquanto Frank estava em turnê —, o telefone toca. Gardner estava em casa com sua irmã Bappie. Era Minna Wallis. — Ava, aqui é Minna, tudo bem? — Oi Minna, tudo, tudo. E como estás? — Ótima, benzinho. Escute, gostaria de pedir um favor. Poderia passar o fim-de-semana com você aí em Palm Springs? — Claro, seria ótimo. — Mas é que estou acompanhada de uma amiga, ela poderia ir junto? — Sem problemas. — Que bom, então daqui a pouquinho eu e a senhoria Garbo estaremos chegando. — Garbo? — Sim, Greta Garbo. — Adoraremos tê-la aqui — respondeu. — Quando ela chega? — Dentro de cinco minutos. Gardner quase teve uma pane. Bappie, também. Não sabiam se gritavam, o que faziam, afinal era Greta Garbo. Greta Garbo que as duas tanto admiravam! Corriam para baixo e para cima: “O que faremos? O que faremos?”, perguntavam-se atônitas. Por fim, colocaram flores no quarto reservado a grande estrela. Ligaram o ar condicionado. E tentaram segurar à vontade de ficar gritando sem parar ao vê-la descer — naquele verão quentíssimo —, usando óculos escuros, um maravilhoso chapéu de abas largas e...um suéter de lã de gola redonda, com uma echarpe de lã envolta em seu pescoço e um casaco pesado por cima de tudo! Em sua biografia Gardner conta o que ocorreu imediatamente: — Olá, miss Garbo — disse, ainda me portando como uma polida senhora sulina. — Sou Ava Gardner. Retribuiu o cumprimento? Ganhei um aperto de mão? O menor sinal de reconhecimento? Qual nada. Apenas um movimento rápido em direção a casa e um ressonante “onde é o meu quarto?”... Logo, ela e Mina instalaram-se em seus respectivos quartos. Depois, mandaram nos avisar que, em primeiro: Greta detestava ar-condicionado. E... se havia algo que detestasse mais ainda que ar-condicionado, eram flores! Bappie e Ava sentaram no sofá da sala de queixo caído. Pressentiram que “aquele fim-de-semana dos sonhos”, tornar-se-ia em um pesadelo. Foram para a piscina. O que fazer? Deus, admiravam Greta — ambas. E a primeira impressão não fora das melhores. Eis que Garbo surge num belo maiô, acompanhada de Minna. Agora é somente sorrisos. Convida-as para nadar. Depois, agradece uma vodka oferecida. E o primeiro momento é esquecido. Riem, conversam sobre diversas coisas. São agora quatro amigas aproveitando o fim de semana. Claro que, uma dessas amigas era: Garbo. E Garbo estava ali, sentada na mesma mesa que elas, no mesmo sofá que elas, fumando com elas a mesma marca de cigarro! Por fim, a grande atriz abriu seu coração para com as meninas: amara em toda sua vida um único homem — e ainda o amava — era John Gilbert. Mas, não poderia perdoa-lo, afinal fora traída com... Todas esperavam que ela dissesse: com Marlene Dietrich. Mas, os queixos caíram quando completou: fui traída com uma figurante! “Ele me traiu com uma figurante! Uma figurantezinha qualquer ao qual trabalharam por um dia! John pisou na bola, pisou mesmo!” Contudo, não seria esta a cena mais impressionante que a casa de Palm Springs presenciaria. Houve um momento, na vida do casal Sinatra, que Frank emprestara a casa para Lana Turner. Gardner adorava Turner — eram muito amigas. No mais, para Ava, Lana era a personificação em pessoa do que era ser uma estrela. “A estrela em pessoa”, costumava dizer. Certa noite, o casal Sinatra foi a uma festa de amigos. Obviamente, beberam muito — e a bebida nunca foi boa para ninguém, principalmente para os dois. Em meio a uma conversa e outra, eles se exasperaram. Quando voltaram para sua atual casa — na Pacific Palisades —, Gardner trancou-se no banheiro. Não queria ouvir um “a” dos lábios do esposo. Entrou na banheira. Obviamente, estava nua. Quando o cônjuge abriu a porta, ela entrou em pânico. Explico: Gardner tinha uma vergonha absurda de ficar nua na frente de outras pessoas, inclusive para seus maridos. Ela jamais se deixava ver despida. E se rolou, ela estava muito, mas muito, alcoolizada. — Saía daqui, agora! — gritou. — O que é isso, sou seu marido! — Vá embora! Vá embora! — gritava sem parar. Sinatra que estava também fora de si, respondeu: — Tudo bem, se é isso que você quer, eu vou” — Vá embora! Vá embora! — repetida em desespero. E antes de sair: — E se quiseres saber onde vou estar, querida. Vou para Palm Spring, pegar Lana Turner — obviamente, ele utilizou um tabuísmo no lugar de “pegar”, mas, não convém utilizar a palavra exata aqui. Bateu a porta. Gardner começou a meditar. Caramba, ele... ele... droga, eles foram amantes no passado. Claro, claro, ele... Entrou em pânico. O casal tinha apenas um carro, e , Frank saíra justamente com aquele. Ligou para Bappie — já era tarde da noite. Explicou o caso: “Quero pegar o filha da mãe, com Lana”. Enfim, Bappie conseguiu um táxi. Partiram. Chegando lá, não viram o automóvel de Frank. Não havia como entrar na casa. Mas, Gardner encontrara um meio: subiria em uma árvore, até chegar as janelas do quarto, pegando o esposo! E quem convence Gardner de que era loucura? Lá foi ela. O problema que quando chegou próximo a janela do quarto, as cortinas estavam fechadas. Ficou tão furiosa, fez tanto barulho que abriram a janela. E quem era? Ben Coler, empresário de Turner que estava acompanhando a estrela. — Ava? — indagou espantado. — Oi, Coler. Como vai? — perguntou com aquele sorriso que só Gardner sabia dar. — Eu-eu.. eu vou bem. E... e... — olhava para aquela cena, uma das maiores atrizes do cinema pendurada feito macaco numa árvore — e você? — Tudo bem, tudo bem, obrigada. — Hã... — Hã... — Hã... — novamente, da parte de Coler. — Coler, querido, antes que me esqueça: poderias abrir o portão para que Bappie e eu possamos entrar. — Oh sim, claro, claro. Respondeu. — Mas, uma coisa — pediu, antes que ele se fosse. Poderia arranjar uma escada para mim. É que não estou conseguindo mais descer daqui. — Sim —, respondeu o empresário. Obviamente, Turner que adorava Gardner, ficou felicíssima de vê-la. Foram, tomar uns drinques. Não poderia ter feito sugestão pior, pois, Ava estava alta, mas bem alta, e mais, ainda corroída pelo ciúme. Procurava em todos os cantos — com os olhos — os pés, braços, qualquer sinal da presença de Frank. Então, Lana abriu o coração. Estava esperando uma pessoa, ao qual há muito estava apaixonada. — Oh! — fez Ava, imaginando uma forma de matar lentamente Sinatra e a amiga. — Ele está vindo de Los Angeles para cá — em sua biografia, Gardner não revela o nome do namorado de Turner. — Sabe, ele é gerente de um nightclub lá. É adorável. Realmente estou apaixonada Ava. Acho que desta vez tudo vai dar certo. Mereço ser feliz uma vez na vida, não? — Mas, é claro, mas é claro. Gardner começou a rir. Que ótimo, seria adorável que Sinatra aparecesse e pegasse Turner na cama com o cara. Teria perdido a loira e ela, numa noite apenas. Turner continuou falando. Comprara um frango, preparara para o namorado e um vinho que ele adorava. Bappie também ria — saíram para dar um flagra, e estavam prestes a se tornarem “duas velinhas” para o casal. E dá-lhe bebida. E dá-lhe histórias. No ponto alto da conversa. Os risos altos. A porta atrás deles abre-se: era Sinatra! Todos ficam espantados. Ora, será que Frank tinha vindo atrás da esposa? Ava mostrou-lhe uma taça e com um sorriso no rosto — e a mente alta — soltou uma frase infeliz: — Ora, ora, senhor Sinatra, pensei que estivestes aqui “pegando” a Lana! — Eu não “pegaria” esta perua, nem que você me pagasse! — respondeu o cantor furioso. E dá-lhe um ofender o outro — e as ofensas iam e vinham sobre Lana, que pôs-se a chorar. Bappie ficou muda. Coler paralisado. — Vou embora! Vou embora! — gritava Turner, chorando. — Vá mesmo, perua! — retrucou Sinatra. — E falando nisso: todos fora da minha casa! — Fora da sua casa? Queres dizer, da nossa casa, benzinho — ironizou Gardner. — Sua “coisa” nenhuma. — Ah é, deixe-me pegar então as minhas coisas — respondeu Ava, que arranjou uma escada e começou a tirar da estante livros e mais livros, discos e mais discos, arremessando-os no tapete da sala. Frank falando sem parar. Ela respondendo sem parar. E no meio da guerra, dos pedaços de discos — incluindo um de Artie. “Oh sim, este pertence a você”, lascou o cantor —, Turner com as malas feitas, o orgulho ferido, tentou passar por sobre tudo. Escorregou, machucando-se. Depois, erguendo-se dos destroços, foi desejando ainda uma “boa noite”. As coisas continuaram feias. Enfim, Frank chamou a polícia. O delegado que apareceu era amigo do cantor, e viu algo inacreditável: Gardner agarrada na maçaneta da porta, Sinatra puxando-a ora pela cintura, ora pelos pés. Gritos e mais gritos. Palavras ofensivas. Não tinha muito que fazer: estavam caindo de bêbados. No mais, como estavam em uma propriedade particular, não era lá “um crime grave”. E para piorar, Ben Coler, apareceu. — Boa noite — cumprimentou o delegado. — Boa noite — respondeu. — Frank, Ava, desculpe estar importunando — iniciou, vendo a luta dos dois ainda porta. — Mas, é que esqueci de levar o frango e o vinho que a senhorita Turner comprou... vocês se importariam se eu... Fitaram-no por um segundo: claro que não. E voltaram as favas. Enfim, o delegado separou os dois. E os dois se separaram, por um breve momento — afinal, amavam-se — retornando durante a campanha Adlai Stevenson.
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Por Ricardo Steil   Os primeiros anos Eram vinte e duas horas — quando um choro audível se fez na humilde casa. Uma linda menina nascera — pouco antes do Natal. Mary Elizabeth e Jonas — ela do lar, o cônjuge um agricultor que trabalhava em terras de outrem — jamais poderiam imaginar que aquele pequeno anjo — o sétimo da prole —, seria mais do que uma criança qualquer nascida em Grabtown. Nos braços daquela sofrida mulher — braços que outrora seguraram o primogênito todo deformado após um acidente horrível que lhe tirara a vida aos dois anos, dois meses e quinze dias — naqueles braços estava uma das mais talentosas mulheres a preencherem o espaço que constitui a grande tela e, que anos depois seria definido pelo poeta Jean Cocteau como “o mais belo animal do mundo”. Naquela noite fria — nevava e muito — os pais a cobriram — incluindo a cabeça, visto não ter pelugem alguma. Algo que, também levaria anos para aparecer — com o melhor que tinham — isto é, com uma das poucas mantas. Os irmãos — liberados para entrar no quarto — rodeavam curiosos. E Ava Gardner sentiu fome. Chorou implorando pelo alimento. Depois farta — fechou os olhos pela primeira vez. Como seu aniversário era na véspera do nascimento de Cristo — e por serem muito pobres —, não era possível presentear duas vezes a criança— uma, na verdade, já era algo raro. E a pequena Ava — que recebera este nome em homenagem a tia-paterna que vivia com eles — tinha que se contentar com o que os pais podiam lhe dar: um bolo de chocolate pela passagem da sua data natalícia e um de coco no dia seguinte. A menina do interior gostava de liberdade, de correr livre por entre as plantações de tabaco. Subir em árvores. E mais que tudo, odiava sapatos. Sua alegria era sentir o chão embaixo dos pés, o córrego do rio, a grama. Era temida entre os garotos: craque nas bolinhas de gude, ninguém apostava “a vera” com a pequena dos Gardner. Isto é, alguns forasteiros surgiam vez por outra, como nos filmes, querendo derrotar aquela menina — agora cabeluda. Ava apenas sorria. Abriam a boca na gorda terra para dar início — os amigos, vizinhos e outros, uniam-se sobre o manto da platéia. No fim da tarde, enquanto o sol desaparecia no horizonte, lá iam aqueles com os bolsos vazios e levando consigo a lenda de que “lá pras bandas de Grabtown há uma caipirazinha que é boa de gude”. E era quando a noite surgia que a futura estrela sentia-se feliz. Sempre fora assim: a noite era sua companheira inseparável. Gostava de dormir tarde — gostava das estrelas e da lua cheia, do coaxar dos sapos, dos grilos lá longe. Mas, a verdade é que, por mais clara que sejam as colunas do templo, sempre haverá sombras por trás destes. Eis que um dia as sombras surgem. Jack — um dos irmãos da futura diva —, escondera-se no celeiro de tabaco da família no intuito de fumar. O fósforo que segurava caiu. Resultado: o incêndio destruíra o celeiro e o descaroçador que eram fonte de renda do velho Jonas Gardner. Não houve jeito, vivendo dias difíceis, tiveram que partir para um lugar estranho chamado Teacherage em Brodgen, onde Elizabeth poderia cozinhar para diversas pessoas — muitos professores — e obter algum dinheiro para o sustento da família ao lado do marido. Nesta época, Ava descobrira que possuía outro talento além de ser ótima jogadora de gude: o de passar roupas como ninguém. Os dias estavam melhores para família. Sobrava um dinheirinho. Então, a senhora Gardner podia desfrutar de algo pelo qual se apaixonara: o cinema. Só que havia um porém, ela detestava ir sozinha. E quem era a escolhida para ir com mamãe ver aquelas maravilhosas películas? A peralta Ava — graças a Deus! Era muito, mas muito chão mesmo para chegar na cidade mais próxima: Smithfield. Só que compensava. Lá era outro mundo: havia uma capa escura que recobria as ruas de barro, ao qual dava-se o nome de asfalto. Uns bichos estranhos que andavam mais rápido que os cavalos das redondezas chamados de: automóveis. E claro, o que mais intrigava os membros da família: luz elétrica. Tudo era claro à noite! Então quando voltava para Teacherage, miss Gardner contava aos amigos sobre todas “aquelas coisas estranhas e maravilhosas”. Os dias corriam tranqüilos. A jovem estrela ajudava seu pai e outros na plantação de tabaco. Tudo ia bem... mas, a quebra das bolsas, a depressão, jogou o país na falência. Elizabeth viu-se em apuros: os professores ao qual cozinhava, foram-se todos. Jonas mal conseguia vender alguma coisa. E Bappie — a irmã mais velha —, que estava casada há muitos anos deu a sentença: dera um chute no traseiro do marido que vivia atrás de tudo quanto é rabo de saia e de copos e copos de cerveja. É preciso recordar que naquele tempo, a palavra divórcio era humilhante. Bappie então parte para Nova York, encontrando a metrópole em frangalhos. Passando necessidades, Elizabeth através de uma conhecida descobre que pode conseguir um trabalho similar na cidade de Newport News. Só que não era uma cidade rural, de modo que, o agricultor Jonas tinha que correr a procura de algo que pudesse fazer — logo ele, que mal sabia escrever o nome, tinha que aprender um ofício. E aquela tosse — contínua —, já não deixava mais ninguém dormir em casa. Ava sentiu que algo que ruim estava a caminho — mal chegara na cidade, seu cachorro Prince fugira. E na escola era humilhada por alunos e professores: fosse por seu sotaque de “menina caipira”, fosse porque era filha de um agricultor numa cidade industrial, fosse porque só tinha um casaquinho velho que vestira ao longo de quatro anos e um par de sapatos que lhe importunavam, não por serem gastos, mas por cobrirem seus pés, que não estavam acostumados com paralelepípedos, moradas de alvenaria, o som ensurdecedor de buzinas e risos dos adolescentes. Trabalhando para sustentar a casa, Elizabeth agora viúva, lutava por fazer da pequena Ava uma mulher decente. Criava a filha nos modos vitorianos: teria que casar virgem. Uma amiga disse para a jovem estrela que um garoto estava afim de sair com ela — gostaria de levá-la ao cinema. Seu nome entraria para a história como o primeiro rapaz a sair com Ava Gardner. Eles não se beijaram, nem tocaram as mãos. E nervosa, ela sequer abriu a boca. Resultado Dick Alerton jamais a procurou novamente. Trouxa ele. Aos dezessete, novo encontro: um jovem levara-a num baile. Há uma da manhã estavam ambos na varanda da casa de Ava. Então, um selinho ocorreu — o primeiro beijo da atriz —, uma coisa boba. Um leve tocar de lábios. Mas, quem estava atrás da porta? A matriarca que surgiu do nada, pôs o rapaz para correr, depois disse tanto para a garota que esta correu para seu quarto e esfregava freneticamente as mãos contra os lábios e rosto na esperança de se ver “limpa de toda aquela sujeira”. Sorte dela que tinha amigas mais velhas que lhe explicavam o que ocorria com uma mulher, senão, teria chegado ao casamento pensando ainda como uma criança.   De caipira a starlet Bappie conseguira estabilidade na cidade de Nova York — tinha sua própria seção no departamento de bolsas de uma grande loja. E, arrumara um namorado canadense que fora embora. O rapaz escrevia-lhe direto pedindo uma foto, pois, “estava morrendo de saudades”. No horário do almoço, Bappie resolve eternizar sua imagem no papel. Entra no Tarr Photographic Studios. Talvez fosse coincidência, quem sabe destino — se é que o destino não deixa de ser o acaso com mania de grandeza, como certa vez disse o poeta —, mas a jovem foi atendida por ninguém menos que Larry Tarr — filho do fundador. Conversaram, conversaram e conversaram. Resultado, Larry a pediu em namoro. Bappie de imediato aceitou. A foto nunca foi batida. E jamais o canadense soube que ela se casara dois meses após este encontro. O esposo de Bappie tinha um desejo: construir seu próprio caminho longe da sombra do seu pai. Claro, o dinheiro vindo dos estúdios — junto com o salário de Bappie —, os mantinha razoavelmente bem. Mas, ele queria mais, sonhava em ser “um descobridor de talentos”. De modo que, vivia junto da esposa percorrendo todos os “points” possíveis da cidade de Nova York a procura do tal. Com dezesseis anos, Ava foi visitar a irmã pela primeira vez. Logo o novo cunhado e ela simpatizaram-se. E claro, junto com Bappie, viraram noites e noites na “cidade que nunca dorme”. O momento máximo destes dias foi quando ganhou da irmã um par de luvas brancas — ela nunca colocara aquilo —, e estando num belíssimo clube, com música ao vivo, sentados, a futura estrela olhou para o lado e quem estava ali acompanhado de uma bela garota: Henry Fonda! Sim, era ele! Henry Fonda o grande astro do cinema. Queria um autógrafo, mas, como chegar até ele, quer dizer “ele era um astro, um homem famoso” e ela... Larry e Bappie insistiram tanto que a pequena foi falar com Fonda. Nervosa e graças às luvas, deixou cair papel, caneta, bolsa e luvas no chão. Elegantemente — vendo a situação daquela menina com “sotaque caipira” —, o astro ajudou-a recolher tudo e deu um autógrafo, enquanto sua companhia fazia perguntas a jovem. Quando conseguiu o autografo, vendo-o, de tão nervosa disse apenas a acompanhante de Fonda: “você é uma garota adorável. Deveria ir para Hollywood”, e saiu correndo nervosa. Sentou-se ainda anestesiada com o encontro. E iria ficar mais, quando soube o que o cunhado aprontara: vendo a banda tocar, pensou este, porque ao invés de um monte de caras cantando, não colocar uma bela garota. E quem era a bela garota na mente de Larry: Ava Gardner! O líder do grupo perguntou a Larry se ela cantava. Deveria ser brincadeira, claro que sim, ela era um rouxinol vindo da Carolina do Norte! Os garotos pensaram, porque não, afinal a beleza de miss Gardner destacava-se em meio a todo o clube. “Traga-nos uma gravação demo dela para analisarmos”. Ava não sabia cantar — pelo menos, profissionalmente —, mas, entusiasmou-se com a idéia de tornar-se cantora de uma banda — bem, era melhor do que ser datilógrafa! Quando souberam no colégio que ela tornar-se-ia cantora de uma Big-band, as coisas começaram a mudar para melhor. O cunhado também estava entusiasmado. Procurou uma gravadora onde pudesse eternizar a voz de diva que sabia apenas cantar Amapola. Mas qual a surpresa quando o pianista perguntou onde estava a música. Ela não entendia que ele estava pedindo a partitura. O rapaz disse tudo bem, se ela dissesse pelo menos o tom. Gardner ficou rubra de vergonha, não sabia que as músicas tinham tons como as cores. O rapaz compreensivo sorriu. Seguiram em frente. Depois de algumas tentativas, o disquinho de 78 rotações com a voz de Gardner estava gravado. Este disquinho caiu nas mãos dos garotos que se entusiasmaram — logo, mandariam-lhe o repertório. No colégio a reputação de Ava — antes de menina caipira ao qual todos implicavam — mudara repentinamente, ela era um sucesso! Ava Gardner cantora, excursionando pelos Estados Unidos, sucesso absoluto, uma Ella Fitzgerald! Tudo isso era um sonho na mente da menina... e continuou sendo um sonho, pois, jamais as letras das músicas prometidas vieram parar em suas mãos. O disquinho de 78 rotações também não. Em sua biografia, relata a atriz: “Por coincidência, no entanto, voltei a encontrar aquele bandleader uma outra vez. Ele estava regendo uma orquestra num clube de Los Angeles uns oito ou nove anos depois e eu já era famosa no cinema. Ele foi muito agradável, na verdade ficou muito impressionado com o que tinha acontecido comigo. Logo ele que fora minha esperança um dia de mudar de vida, estava ali arrependido com sua infeliz falta de confiança no rouxinol da Carolina do Norte”. Claro que a jovem ainda poderia mostrar seus dotes como cantora num futuro não muito longe — no hoje, clássico, The Killers —, todavia enquanto este dia não chegava sua vida prosseguia. Larry não desanimou de seu sonho — há sempre pedras no caminho —, e continuava a procurar uma maneira de tornar-se um descobridor de talentos, empresário, qualquer coisa que não fosse somente ficar atrás de um balcão revelando e batendo fotos. O engraçado de tudo é que, justamente o seu talento para fotografias e, que o faria realizar seu sonho de ser um descobridor de talentos. Larry brincando resolveu tirar algumas fotos da cunhada. E estas — obviamente — ficaram tão lindas que resolveu colocá-las no show room da Tarr Photographic Studios que ficava na Quinta Avenida, onde Barney Duhan — que trabalhava de boy para a Loews Inc. que era por sinal ligada a MGM — passava todos os dias. Duhan ficou de queixo caído com a fotografia. Espertinho ligou para o estúdio querendo o telefone da futura diva. Não que ele pudesse fazer algo por sua carreira, mas, iria dizer que sim para quem sabe, conseguir algo mais com a garota. No telefone disse: “Sou Barney Duhan, represento a MGM e, estamos interessados em uma de suas modelos para trabalhar em nossos estúdios. Poderia passar o telefone dela?”. A secretária de Larry — esperta que só — disse que “informações sobre seus clientes eram confidenciais”. De modo que, pôs fim aos sonhos de Barney — que acabou tornando-se um policial. Mas, contou tudo ao patrão que ficou entusiasmado. Ligou para Ava, desesperado: “Querida, querida, você não imagina o que aconteceu, a MGM está querendo você como uma das atrizes deles”. Gardner ainda sobre o efeito de ter sido renegada pela Bigband não deu muita importância. Todavia, oposto ocorreu com Larry que botou toda sua equipe para trabalhar: “Revelem tudo, todos os negativos, não deixem uma foto sequer sobrando nos arquivos!” Reunindo o material, rumou para filial de Nova York. Um teste foi marcado. A pequena de Grabtown fez uma cena. O problema era aquele triste sotaque — naqueles dias, as atrizes não podiam ter sotaque algum. O que fez o diretor então? Mandou o tape totalmente mudo. Após breve análise, enviam um telegrama pedindo o comparecimento da futura diva em Hollywood. Em companhia de sua irmã Bappie, partem. No dia em que assina o contrato para ser uma starlet (figurinista), sua querida mãe descobre ter câncer. E o pior, já não o que se fazer. Vivendo em Hollywood, a pequena Gardner tem que acordar as cinco da manhã, pegar três ônibus para chegar ao estúdio, receber a folha dizendo em que estúdio deverá estar e, passar por toda a série de maquilagem. As pessoas riam do seu sotaque — imitavam-no. Ora, ela era apenas uma caipira. Mas, não fazia mal, precisavam apenas da fotogenia dela. Tamanha fora às implicâncias — e depois de muitas, mas muitas lágrimas —, passa a freqüentar aulas de teoria vocal, locução e interpretação. Certa manhã, ela precisou fazer fotos com outra starlet numa fazenda fake. As outras garotas estavam apavoradas com os bichos. Mas, “a caipirazinha” não. E, o próprio diretor fotográfico ficou espantado quando Ava tirou leite de uma vaca. “Uma starlet que tira leite de vaca, isso é maravilhoso”. Disse. O trabalho de starlet fotográfica era intenso. Faziam mudanças e mudanças em seus cabelos. Ela nunca foi de reclamar. Mas, no dia em que resolveram que era preciso tirar suas sobrancelhas e refaze-las a lápis, a garota ficou furiosa. Fez uma briga tão grande, que mesmo o severo maquiador calou-se. No futuro, Lana Turner ao saber o que ocorrera com a amiga, riu muito: “Queria ter tido sua coragem” — disse. “Eles não deixaram um fio das minhas na época em que era starlet”.   O Primeiro Amor Eles se conheceram logo de cara no primeiro dia em que ela pisou na MGM. Milton Weiss — responsável por apresentá-la ao local —, levou-a no último estúdio, onde estava sendo gravado “Calouros da Broadway”. Tanto Ava quanto Bappie controlaram-se para não gritar, quando viram ali, a poucos metros, ninguém menos que Judy Garland cantando! Deus, não era no cinema, ela tava ali ao vivo, toda aquela voz, toda aquela presença de palco! Mas, os olhos de Gardner se desviaram de Judy quando alguém esbarrou nela. De costas parecia ser Carmem Miranda — famosa àquela altura —, mas, quando aquela “baixinha” voltou-se para pedir desculpas, era Mickey Rooney — o ator mais famoso dos Estados Unidos naquele momento. — Desculpe-me. Machuquei a senhorita? — Não... não... — Senhorita Gardner, este é Mickey Rooney. Mickey esta é Ava Gardner futura estrela da MGM. E assim, foi. Mickey apaixonou-se por Gardner, no mesmo instante. Conseguiu o telefone dela, ligando todo dia as vinte e duas horas. Ava — lembre-se, era uma menina do campo —, de modo que, sendo Rooney um cara famoso ou não, ela não sairia com ele, afinal era um desconhecido: “e uma garota não sai sozinha com um desconhecido”. Todos os dias, Bappie dava ao futuro cunhado uma desculpa diferente. Estava trabalhando, dormindo, fazendo sei lá o que. Só que houve certa noite que Gardner teve que atender o telefone. Era hora de por um fim aquilo: — Agora ouça Mickey, minha irmã Bappie está aqui e não posso deixá-la sozinha. Neste instante somente que ele percebeu que a menina era diferente do tipo de garota que ele estava acostumado a sair. — Quem sabe não a levamos junto, então? E foi assim. Bappie foi velinha por muito, muito tempo. Rooney — conforme biografia da própria atriz —, a respeitou como devia. Após um tempo, veio o pedido de casamento. Gardner sempre vinha com desculpas de que era jovem. Enfim, aceitou. A futura senhora Rooney conheceu sua sogra, deram-se bem. Depois, houve a reunião da família Gardner para conhecer o futuro membro. Nas memórias da atriz, fora aquele um dos momentos mais felizes da sua mãe, que adorava a casa cheia. Mickey sempre fora um ótimo comediante. Todos riram. Elizabeth os abençoou. Mas, havia um pequeno problema: o contrato de ambos os impedia de casar sem a autorização do todo poderoso Louis B. Mayer, dono da MGM. Louis não queria aquele casamento. O que, sua maior estrela, sua maior renda, o queridinho das garotas casando com uma... qual era mesmo o nome daquela garota? Uma tática de Mayer era chorar muito — ele tinha a mania de achar que todos seus funcionários eram filhos e ele o papai. E chorou muito mesmo, no intuito de convencer Rooney. Mas, conforme Ava, seu futuro esposo era um chorão melhor. De modo que, papai Mayer aceitou, mas, o casamento foi digamos, “às escondidas”. Ava esperava o casamento dos seus sonhos, conforme escreveu “queria um marido que chegasse em casa depois do trabalho, ao qual esperasse que eu tivesse feito a janta, lavado à roupa, que quisesse filhos, etc e tal”. Ela queria vivenciar um casamento tão perfeito quanto fora dos seus pais. Só que Mickey era viciado em jogos de azar, gostava de golfe e tinha uma “leve” queda à infidelidade. Foram tantas as brigas e infidelidades, que no dia 21 de maio de 1943 ela pediu o divórcio. Em sua biografia (Minha História, Editora L&PM), Gardner declara: “Embora as pessoas tenham especulado que ser casada com Mickey poderá ter me ajudado a conseguir minha primeira série de pontas nos filmes, a verdade nua e crua é que ser Mrs. Rooney não me empurrou para o estrelato. Mickey jamais tentou me transformar em atriz, nunca me ensinou nada e jamais conseguiu um emprego de atriz para mim”. Todavia, Rooney lhe apresentou grandes figuras do cinema tais como Lana Turner, Judy Garland, Ester Willians, Kathryn Grayson, Elizabeth Taylor e Peter Lawford — que por muitos anos foi seu grande amigo. Os Primeiros Trabalhos Na Grande Tela We Were Dacing (Tu És A Única, 1942), é um marco do cinema — não por suas qualidades —, mas, por ser o último filme de Norma Shearer — indicada cinco vezes ao Oscar — e, ser o primeiro filme a ter Ava realmente aparecendo por alguns segundos: enquanto caminha num saguão do hotel. No mesmo ano, ela interpreta uma secretária em um episódio da série Dr. Gillespie — estrelado por Lionel Barrymore. Barrymore há muito estava doente — ficava boa parte do dia sentado em uma cadeira de rodas — e, como Clark Gable, ia embora às cinco horas da tarde. Para Gardner, aquela seria sua grande chance, visto ter uma fala no filme. Diria sete palavras — suas primeiras palavras no cinema — a saber: “Dr. Gillespie, o próximo paciente já chegou”. A futura diva estava nervosa. Ora, teria de falar seu texto para ninguém, visto Lionel ter ido embora. Foi quando o mesmo surgiu diante de si em sua cadeira de rodas. Alguém disse então ao velho ator: “Sr. Barrymore, já passa das cinco. Creio que o senhor já deveria estar a caminho de casa”. Ele apenas respondeu: “E deixar esta jovem sem ninguém para olhar, ninguém para quem dar o seu texto? Claro que não. Isto não seria gentil”. Meses depois, ela faria outro episódio da série do Dr. Gillespie chamado Three Men in White. Neste Ava era uma beldade bêbada. O filme lhe gerou as primeiras críticas positivas. Conhece Bela Lugosi em 1943, durante as gravações de Ghosts On The Loose, que segundo a atriz fora um dos únicos filmes do início de carreira que tiveram algum impacto sobre ela. Ghosts na verdade é um filme horrível, uma comédia enfadonha que foi feita para ser exibido nas famosas duas sessões — você pagava para ver o filme principal e de brinde assistia um segundo. Só que o mesmo, marcaria e muito a vida de Gardner. Certa noite, em companhia da sua irmã Bappie, as duas caminhavam ao longo de um bairro de Los Angeles, local onde os cinemas somente apresentavam filmes tipo Z. De repente, Bappie fica paralisada e começa a gritar. Ava também. Em um enorme luminoso estava escrito: Ghosts On The Loose Com Ava Gardner A scarlet começava a engatinhar rumo ao sucesso. Por Ricardo Steil   Veja parte 2  
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  “The count Bela Lugosi’s dead undead, undead, undead Oh Bela Bela’s undead” Bela Lugosi’s Dead — Bauhaus     Há muito procuro a resposta. Porém, acredito que, quando meus olhos escuros tornarem-se no momento em que vier receber a visita da “indesejada” — Deus, tomara que seja lá pelos cento e dez anos ou mais, pois amo viver —, provavelmente não tenha encontrado esta, em parte satisfatoriamente. Divido minha aflição: qual o fascínio que há por trás dos filmes ao qual o protagonista tende a sugar o sangue de suas vítimas, caminhar ao largo de tumbas, e, conforme mostrado foi no hoje clássico: Entrevista Com o Vampiro, para aplacar sua sede, devore o líquido vital de nojentas criaturas que habitam bueiros? Desconheço outro personagem, que tenha sido tema principal de tantos filmes — excetuando James Bond —, porque, desde que o cinema é cinema, desde que literatura é literatura, estes seres imaginários — com um finco na realidade. Sim, existe uma anomalia genética rara, que obriga algumas pessoas a receberem doses semanais de sangue, visto o alto grau de anemia. Obviamente, estas não possuem caninos — presente estão. Talvez, parte desta atração, esteja na sensualidade que carregam consigo — uma querida amiga, afirmou-me certa vez. Gótica até a medula nos anos de juventude. Tem centenas de artigos voltados para o tema, guardados hoje no sótão da sua casa. Meu anjo — que tão distante agora está, vislumbrando estrelas opostas às minhas, estações idem —, por mais de uma vez, disse-me que talvez o segredo esteja na piedade que os vampiros exerçam sobre nós. Quem sabe: banidos do paraíso, rejeitados pelo inferno, perambulando entre o mundo dos vivos, sem jamais poderem amar plenamente outro ser — quem seria capaz de entregar o coração a um renegado? —, representam na ficção, a mais antiga de todas as desgraças humanas: o amor não correspondido, por mais que se lute por ele. Ou mesmo o susto — quem não gosta de levar um de vez enquanto? No fim, provável que a junção destes três, crie em si o fascínio que temos por tais. E neste quesito, nenhum ator foi mais perfeito — e completo —, ao interpretar o “conde das trevas”, quanto o húngaro Bela Lugosi. Em Drácula (1931), além do horror — marca impregnada por Max Schreck em Nosferatu —, ares “quase românticos” — marca da época —, Lugosi incluiu no personagem uma sensualidade próxima a Rodolfo Valentino em Camille, Camille. Nascido no dia 20 de outubro de 1882. Bela Ferenc Dezsõ Blaskó partiu para o mundo aos onze anos, fugindo de casa. Para sobreviver, trabalhava na área de minérios. Nas horas de folga, dedicava-se ao teatro amador. Hábil com os diálogos e trejeitos, logo passa atuar em peças profissionais (Shakespeare, tornou-se sua especialidade). Olheiros convidam-no para atuar no cinema. Usa o pseudônimo de Arisztid Olt. O sucesso na grande tela, porém, não livra-no de servir na Primeira Guerra. Ferido, toma diversas vezes morfina — ponto de partida para o vício que iria perdurar até o fim dos seus dias. Com o fim da grande guerra — início da era do jazz —, o ator casa-se pela primeira vez. Todavia, o país natal encontra-se em meio a discussões políticas, brigas e violência. Para sobreviver, faz mais doze filmes. No fim, parte para Alemanha — que não lhe é agradável — e, depois para os Estados Unidos. Na “terra das oportunidades” — onde não havia mais, resquícios dos últimos quatro tristes anos —, o ator entra em contato com a comunidade húngaro-americana, especialmente com atores, escritores e diretores teatrais. Estava “em casa”, definitivamente. Sobrevivia das suas interpretações, era admirado pelos amigos e outros profissionais. O escritor John Balderston apresenta ao grupo — do qual Bela era integrante — uma adaptação que fizera de um livro de Bram Stoker, chamado Drácula. Os atores ficaram pasmos — outrora, nunca uma peça de terror fora apresentada por eles —, e viram ali uma grande oportunidade. No teste, Lugosi conseguiu o papel principal. Segundo relatos, ele simplesmente se transformara no instante que pisara no palco, assustando atores, diretor e o próprio Balderston. Reza a lenda, que ele nem estava trajado com as vestimentas do personagem. O espetáculo foi um sucesso. O público ficou pasmo. Noites e noites lotadas. Os que viam uma vez, retornavam. Os que ainda não haviam ido, escutam relatos de um ator que “parecia não ser um ator, mas um morto-vivo”. Pessoas religiosas proibiam seus filhos de verem aquela “peça do mal”. O que atiçava a curiosidade da garotada. Lugosi, quase não era visto durante o dia — o que aumentava mais as estórias ao seu redor. Alguns juravam que, ele saía de uma tumba que ficava perdida no centro do cemitério local pouco antes de ir para o teatro. Na volta, arrastava consigo “donzelas inocentes, fazendo-lhes mal no seu caixão”. Ou até que, “viera fugido da Europa, onde propagara a desgraça, sugando o sangue de milhares e milhares”. Os “homens de bem”, insistiam em fechar o teatro “onde aquela monstruosidade era apresentada”. Promessas foram feitas, mas, a polícia tinha medo que “aquele ser” pudesse lhes fazer algum mal. Os mais instruídos reconheciam um excelente grupo de atores e um escritor talentoso em meio a tanta bobagem. O importante é que, tudo isto chegou aos ouvidos do diretor cinematográfico Tod Browing. Numa noite qualquer, resolve ver a peça. Pessoas na proximidade tentaram-no impedir de entrar, no intuito de “salvarem a sua vida”. Browing, no fim da peça saiu assustado de tal forma, que, não queria ver Lugosi nem em sonhos. Mas a figura não saía de sua mente. Cogitou que ficara impressionado por causa dos comentários. Nova apresentação. Resultado: passara a noite em claro. Lugosi o surpreendera mais do que na primeira vez. No escritório, as imagens viam e iam na sua mente. Nunca ficara tão impressionado com uma peça, um ator. Resolvera procurar Bela. Motivo: queria lançar Drácula no cinema. Anos depois, Browing comentaria o quão doce era o ator húngaro, e que, pessoalmente nos bastidores, oposto era da personagem. “O problema estava na hora em que ele encarnava Drácula”, confessou. “Era difícil dirigir sentindo-se intimidado com aquele personagem. Ele, simplesmente assustava a gente”. Lugosi — que ainda não estava debilitado pelo vício —, entrega-se de corpo e alma a cada cena. Respirava o terror, transpirava o medo, seduzia atrizes. Drácula — o filme — lançou o ator para o sucesso. Mas, também deixou-lhe uma marca terrível: não conseguia ser reconhecido mais como “ele mesmo”, e sim, como o “Drácula”. Infelizmente, isto ocorreu com Rita Hayworth no clássico Gilda — a entrega fora tamanha, que ator-personagem confundem-se. Lugosi segue em frente, fazendo outros filmes — alguns fora do gênero terror —, destaque para o raríssimo: Assassinato Na Rua Morgue. Mas junto com a decadência — o buraco para a heroína foi aumentando. Viciado, estereotipado, ninguém queria trabalhar com “aquele homenzinho”. Houve a oferta para que Bela interpretasse Frankstein — mas repudiou. Reza que, ao ler o roteiro, dissera que aquilo não passava de um personagem ridículo. O filme fizera sucesso. Ironicamente, interpretaria anos depois O Fantasma de Frankstein — superior ao primeiro —, mas que não alcançou — na época — sucesso entre público e crítica. Naquela época, monstros apenas serviam como motivo para comédias. Mas se “no meio do caminho, havia uma pedra”. No meio do caminho havia “um anjo muito louco” para auxiliá-lo: Edward Davis Wood Jr. (Ed Wood), conhecido como o pior cineasta do mundo, procura Bela, visto ser um apaixonado por seu trabalho, e, convida-o para atuar em seus filmes. Wood na verdade é um diretor desastrado, que aproveita cenas de outros filmes que fizera — sobras de material — incluindo-as em suas películas atuais, não se importa com erros cinematográficos, além de possuir umas esquisitices: gosta de se vestir de mulher no camarim quando está nervoso, além de ser obcecado pela atriz finlandesa Maila Nurmi. Desgraçado na morfina, sem perspectivas, Bela aceita. O primeiro trabalho deles juntos vem a ser Glen or Glenda? — uma bobagem dividida em duas partes, que sequer merece comentários. Se existe alguma validade histórica, é no fato que, tanto como Bela, Wood e a namorada Dolores Fuller aparecem na película. Wood ajuda Lugosi a se internar — admirava-o muito. Essa relação é apresentada no filme Ed Wood (1994), com ótimas atuações de Johnny Depp no papel do diretor, Martin Landau (Bela Lugosi), Vicent D’Onofrio (Orson Well) e Sarah Jessica Parker (Dolores Fuller). Este filme — que merece futuro artigo aqui no Purviance — possui duas cenas antológicas: quando a impressa que havia esquecido Bela, procura-o na clínica de reabilitação para fotografar sua desgraça. E os momentos finais do ator, filmados por Wood. Livre por um tempo do vício, Lugosi filma sob o comando do diretor Bride Of The Monster (1955), The Black Sleep e Plan 9 From Outer Space (ambos de 1956). Plan 9 From Outer Space — O Pior Filme de Todos Os Tempos Wood tinha fascínio por Orson Wells , sonhava em criar um filme no mesmo nível de Cidadão Kane — eleito por duas vezes pela academia como o melhor filme de todos os tempos, a saber, nos ano de 1998 e 2008 — relegando ao meu amado Casablanca o segundo e terceiro lugar, respectivamente. E naquele ano de 56 estava mais do que decidido a criar sua obra-prima. Lugosi estava então com setenta e quatro anos, saúde deteriorada. Mesmo assim, o diretor queria-o na sua película. Sim, ambos alçariam o sucesso com este filme. Wood como o melhor diretor de todos os tempos. Bela retornando em grande estilo ao posto que um dia lhe pertenceu na década de trinta, como um dos maiores atores de seu tempo. Pouco antes do início das filmagens, Lugosi parte. Vendo seu grande amigo dentro do túmulo, Wood jura torná-lo novamente no artista mais celebrado, e para tanto dá início as gravações de Plan 9. Sem Lugosi. Wood — como costumeiramente —, utiliza gravações antigas deste — estas feitas semanas antes do falecimento do saudoso artista. Consegue que Maila Nurmi participe do filme. Todavia, esta faz-lhe uma ressalva. Sem falas. Ela não diria um “a”. O que por final ocorre. Em poucas semanas, o filme que por enredo conta a estória da vinda de alienígenas ao planeta Terra, no intuito de evitarem a construção de uma bomba que destruíra o sistema solar num futuro breve, é gravado. Na verdade, a idéia não seria tão má assim, se não fosse um pequeno detalhe: os visitantes para impedirem a construção da tal bomba, resolvem dar vida aos mortos para que estes dominem o planeta e evitem a construção da mesma. Obviamente, o filme veio a ser um fracasso. Wood prossegue na carreira, falecendo em dezembro de 1978. Os anos transcorrem, sendo que, a película permaneceria esquecida por muitos. Isto, até o momento que a crítica especializada elege Plan 9 como “o pior filme de todos os tempos” — surpreendentemente ganhando de Glen or Glenda? —, e Ed como o “pior diretor de todo o planeta Terra”. O que ninguém esperava, é que com isto, a curiosidade toma-se conta dos cinéfilos em geral. A procura pela película e tudo o que era referente ao seu diretor, ocorre. Em tempos atuais, Plan 9 é considerado o maior filme trash de todos os tempos. Apreciadores desta arte obrigados são a tê-lo na sua prateleira. Ao mesmo tempo, o culto ao diretor cresceu — Tim Burton deu uma mãozinha com seu filme de 1994. E revisto hoje pela crítica atual, é tido como cult, e até discute-se a intenção deste ser um filme “humorístico” e não de ficção séria. Obviamente, o anti-sucesso de Plan 9 respingou no histórico de Lugosi. Drácula foi revisitado muitíssimas vezes, e o padrão eternizado por Bela, ainda é perseguido por muitos atores da sétima arte. Destaque para o arrepiante Christopher Lee. Lugosi ainda é responsável por ser influência direta de outro clássico, mas do mundo da música. Em 1978, uns garotinhos entram em estúdio — chamavam-se Bauhaus —, gravam em questão de horas uma faixa intitulada Bela Lugosi’s Dead — considerada hoje, como a primeira canção gótica de todos os tempos. Tecnicamente, coube a banda a introdução dos acordes reverberados de guitarra — graças à utilização dos novíssimos pedais Chorus, utilizados depois também pelo U2 e Police, nas clássicas Message In Bottle e Every Breath Take —, e acordes díspares de teclado. Mas, o grande trunfo da canção estava na voz gutural — à la Ian Curtis — de Perter Murphy. Trabalho digno da altura do homenageado. Quatro anos depois, este épico veio a aparecer na película Fome de Viver, estrelado por ninguém menos que o “camaleão” David Bowie — que tem pelo menos uns dois ou três maiores discos da história da música, entre eles o mais que legendário Ziggy Stardust de 1972. Quanto à resposta em relação à pergunta no qual abri este artigo... Bem talvez ela tenha se ido, juntamente com a capa do eterno vampiro que Lugosi pediu para ser enterrado, naquele longínquo ano de 1956.   Por Ricardo Steil
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  Reviro minha videoteca. Lá estão meus filmes preferidos. Não duvido — sinceramente falando —, que a sua lista, da minha, diversa deva ser. Talvez, um ou outro ponto em comum. Talvez, nem isso. Passeio meus dedos por Casablanca, Grand Hotel, ...E O Vento Levou. Decido-me se, rever ou não devo, Ladrão de Casaca — Grace Kelly, em seu melhor momento, verdade —, ou quem sabe, rir não seja o melhor remédio? Bombshell, com Jean Harlow é demais. Como resistir a cena em que dois São Bernardo — enormes —, de encontro vão a célebre platinum blonde? Todavia, o mesmo está ainda em VHS e, volte e meia, falha, tranca... Lá vou abrir o maldito videocassete num desespero de dar dó... Melhor prosseguir. Chaplin, tem um sorriso no rosto. Rita — sempre Rita —, vestida de preto na capa, usando luvas... Necessário faz-se citar o título do filme? Porém, está noite, quero algo mais. Quero trama, suspense, uma personagem superior à clássica Gilda — ao meu ver, obviamente —, que, com leve erguer dos lábios — mezzo sorriso, mezzo escárnio —, mexa com todos os homens ao redor, idem, com a platéia, quando em frente às teclas brancas/pretas do piano. Tal objeto dos desejos existe. A personagem chama-se Kitty Collins. O filme atende pelo título de: Os Assassinos (The Killers, 1946). A atriz — então com vinte e quatro anos —, dispensa apresentação: Ava Gardner. Clássico da cinematografia noir — como apresentado no documentário do gênero Vision of Light (1992) —, a película baseada num conto de Ernest Hemingway — o autor, considerava este, o retrato mais bem acabado de uma obra sua no cinema, palavras do biógrafo Carlos Backer — recebeu quatro indicações ao Oscar — melhor diretor, edição, trilha, roteiro — e, foi début de outro grande nome da sétima arte: Burt Lancaster — no papel de Ole "Sueco" Andersen, também chamado Peter Lund — um ex-boxeador que, decide não mais fugir dos seus assassinos. Isto mesmo! O personagem resolve esperar a morte, ao invés de prosseguir escondendo-se.   Sinopse: New Jersey City. Dois homens — contratados para matar o "Sueco" —, procuram-no em uma lanchonete. Nesta, encontra-se Nick Adams (interpretado por Phil Brown), que trabalha com Lancaster. Informados — pelo dono da espelunca — de que, o "Sueco" não irá vir àquela noite — e de que, este atende pelo nome de Peter Lund —, os mesmos partem. Nick procura Peter/Sueco para avisá-lo. Este, basicamente responde que não mais irá fugir, que está cansado de viver escondendo-se. Deita na cama, e espera pacientemente que acabem com sua vida. Então, o esperado ocorre. Peter/Sueco aparece morto. O que houve? Por que esperou tão tranqüilo o desfecho da sua vida? Entra em cena, o investigador de seguros Jim Readon (Edmond O’Brien). Sueco possuía um seguro de vida, cuja beneficiária era Mary Ellen Daugherty — interpretada por Queenie Smith, outro pilar do cinema —, uma camareira de um hotel em Atlantic City. Mary surpreende-se ao saber o outro nome pelo qual a vítima é tratada — conhecia-o apenas por Peter. Ela conta que tempos atrás, presenciara uma cena, no qual Sueco tivera um ataque de nervos, o que quase o fez dar cabo da sua própria vida. A grande cena: Existe uma especial no filme, quando Peter Lund, trava alguns rounds, na tela. E quanto à belíssima Ava? Qual sua função no filme, o que ela tem haver com essa morte? Bem, Os Assassinos, é romance policial. Seria injusto, revelar o mistério todo, não? Colaboração: Ricardo Steil — Itajaí/SC. Email: ricardosteil@gmail.com
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  Impiedosamente, pingos de chuva castigam o vidro da janela do escritório, ao qual, no momento, sentado estou. Frio — algo fora do tradicional, visto encontrarmo-nos em pleno verão — está. Gosto dos dias de chuva, do clima triste que ele provoca — é o mais próximo que tenho do inverno, quando em outra estação. O frio marcou de certa forma meu destino. Foi numa tarde fria, chuvosa, de junho, que o grande amor da minha vida partiu. Sem palavras de adeus, sem lágrimas, coisa e tal. Simples tchau, isto após, sairmos de uma sessão no cinema — no hoje, abandonado prédio da XV de Novembro. Éramos jovens. Ela sonhava com a carreira de medicina. Cura do câncer, salvar vidas. Muitas vidas. Eu — com uma biblioteca repleta pelos clássicos: Fitzgerald, Hemingway, Joyce, dos Passos... —, enquanto de certa forma, levado pelo movimento socialista, procurava mudar o mundo. Os anos, inevitavelmente transcorreram... O tempo sempre passa — não é esta a regra? Não mais nos vimos. Não mais nos comunicamos. Isto até, a velha película daquela tarde, nos reunir. Tarde ociosa aquela. Não havia escrito uma única linha — tenho um livro de contos para entregar, que não está caminhando nada bem — sequer. Dirigi-me ao shopping, a procura de algum clássico perdido. Inevitavelmente, entre tantos, lá estava: West Side Story (Amor, Sublime Amor), o filme daquela tarde. Minha trêmula mão, de encontro foi ao DVD. Todavia, outra ágil mão, alcançou-o antes, dizendo: — Sinto muito, este filme... Nossos olhos se encontraram. Era ela, novamente. Sinopse West Side Story (Amor, Sublime Amor), de 1961, é o senhor musical. Musical com “M” maiúsculo, para ser mais exato — tanto que, faturou dez estatuetas da Academia. Baseado no clássico Romeu e Julieta, conseguiu algo além daqueles que adaptaram a renomada peça: botou Shakespeare no chinelo. Duas gangues rivais — os Sharks e os Jets — enfrentam-se constantemente no intuito de possuírem para si, um território no lado pobre da cidade de Nova York. Ocorre que o ex-líder dos Jets, Tony (interpretado por Richard Beymer), apaixona-se perdidamente pela bela Maria (Natalie Wood — quem pode culpá-lo?), que por sinal, é irmão do líder da gangue rival. Maria, não resiste aos encantos de Tony. Enfim, a confusão está armada. O grande lance de West Side Story (Amor, Sublime Amor), é que Jerome Robbins e Robert Wise (diretores), conseguiram com uma tacada de mestre, quebrar o clima pesado que o filme poderia proporcionar. Como isto? Inserindo musicais. Cenas antológicas podem neste ser vistas. Só para se ter uma idéia: quando ocorre uma briga entre as gangues Sharks e Jets, o que vemos são os membros destas dando saltos, piruetas, dançando no meio da rua, fazendo coreografias — Michael Jackson teve a petulância de aproveitar-se da mesma idéia em Bad. Vocês se lembram? As canções também são belas. Pequenas melodias, que minutos depois, podem ser facilmente assoviadas. E os cenários, roupas — tudo de um bom gosto. Algo, só visto assim, em My Fair Lady, de 1964 (outro musical fora do comum). Le Grand Finalle — Deus, quanto tempo. — Realmente. — Aceitas um cappuccino? — Se me deixares ficar com filme. Conversamos muito, muito mesmo. No final, acabou-me presentiando com o DVD: “uma recordação, por uma tarde inesquecível”. Pingos de chuva massacram minha janela. E daqui eu penso — com meus grisalhos fios —, por que não poderíamos ter simulado um casamento dentro de uma loja de roupas, como Tony e Maria? Todo amor é mágico: na vida ou no cinema. Sempre. Colaboração: Ricardo Steil — Itajaí/SC. Email: ricardosteil@gmail.com
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  Todo aquele que um dia aventurou-se em escrever — romances ou contos —, sabe que, o mais difícil não vem a ser o enredo, técnicas, diálogos a serem utilizados, e sim, a criação do personagem (traços físicos, comportamentais). De modo que, se criar um personagem vem a ser o desafio, quanto mais recriar Charles Chaplin, uma das figuras mais importantes do século passado — conforme a revista ISTO É 1000 Personalidades do Século XX (Edição Colecionador) —, amado e admirado por milhares; contar sua história desde a infância até o momento em que, o GÊNIO — sim, com letras maiúsculas, sem sombra de dúvida —, recebe um Oscar Especial. Para lembrar: O Aviador (The Aviator, 2004), outro clássico do cinema contemporâneo, que possui diálogos fenomenais, e momento melhores ainda, não escapou da saraivada de críticas negativas — por parte de alguns, lá fora —, pois, ocultou a homossexualidade de Howard Hughes. Desafio? Retiro o que disse. Isto é algo maior, bem maior. Os roteiristas William Boyd, Bryan Forbes e William Goldman, mais o diretor Richard Attenborough, tinham noção disso, quando resolveram filmar Chaplin, 1992. Durante muito tempo, esmiuçaram a biografia escrita por David Robinson. Logo mais, procuraram John Barry, no intuito de obter junto a este a trilha sonora (perfeita). Os figurinos estiveram a encargo de Ellen Mirojnick e John Mollo. Com tudo isto nas mãos, faltava o ator principal. Robert John Downey Jr (que atualmente está em Zodíaco, 2007), encarnou o mestre. E por muitas vezes, faz-nos crer que, diante da grande tela, Carlitos vivo está novamente. Do fundo do meu coração, a película está entre as melhores da cinebiografia. Nada escapa — da já comentada infância miserável, tendo uma mãe com distúrbios mentais —, aos escândalos amorosos, perseguições políticas, e claro, como muitos de seus clássicos vieram a surgir. Cenas antológicas mostrando as situações que levaram Chaplin a criar, por exemplo, a dança dos pães de Em Busca do Ouro, são nos apresentadas com um realismo fenomenal! E muito mais, os conflitos ideológicos com Mary Pickford, a amizade com Douglas Fairbanks — ou seja, seu relacionamento com a rainha e o rei de Hollywood —, sua relação com Edna Purviance — interpretada por Penelope Andrea Miller, outra aula de atuação —, e um presente para os fãs: Geraldine Chaplin, interpretando Hannah Chaplin, ou seja, sua avó no filme. Robert sendo dirigido por Richard Attenborough Números? Vamos lá. Três indicações ao Oscar, nas categorias: Melhor Ator (Robert Downey Jr.), Melhor Direção de Arte e Melhor Trilha Sonora. Três indicações ao Globo de Ouro: Melhor Ator Drama (Robert Downey Jr.), Melhor Atriz Coadjuvante (Geraldine Chaplin) e Melhor Trilha Sonora. Além de ganhar o BAFTA (The British Academy of Film and Television Arts) nas categorias: Melhor Ator (Robert Downey Jr.). Veio a ser indicado também em outras três, a saber: Melhor Desenho de Produção, Melhor Maquiagem e Melhor Figurino. Sinceramente, me diga: depois de tudo isso, você ainda vai querer rever aquela reprise na Globo no fim de ano, ao invés de correr para a locadora? Colaboração: Ricardo Steil — Itajaí/SC. Email: ricardosteil@gmail.com
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Luzes apagadas, olhos fechados — tais, como quando menino era —, toco uma guitarra imaginária — Gretsch Country Club, sempre —, balanço minha cabeça, entre um solo e outro — e o público vibra, ergue os braços, canta junto frase por frase, grita meu nome, de vez enquanto. Clássico do século findo. Próximo do término, o disco de vinil está. Sinto os pêlos do meu corpo arrepiarem. Não mais soam, as últimas notas de qualquer instrumento — Time, Breathe, Us And Then, Brain Damage, se foram. Simplesmente, audível é, o pulsar de um coração. Roger Walters — com sua desafinada-bela voz, e dramaticidade extrema —, surge, fechando tudo com uma das sentenças mais lindas e perfeitas da história do rock n’ roll: “Não existe lado negro da lua. A lua é toda escura”. Verdade, fato concreto, esquecido. Sem o astro-rei — o empréstimo da sua luminosidade —, não veríamos a pálida dama de face única. E, sem o brilho da lua, o céu nada mais seria do que uma lona de azul intenso, cheia de furinhos bobos. Poemas deixariam de ser escritos. Missivas de amor, lacradas com vela, não seriam a mesma coisa. O prazer de olhar a abobada celeste — depois das vinte horas —, roubar um beijo, voltar para casa sozinho — as duas da manhã —, daquela festa regada a Coca-Cola e salgadinhos, gritando: “já sou um homem, já sou adulto”, quando ainda somos tão belamente ingênuos e meninos — ou sofrendo por um amor não correspondido —, nada disso possível seria, sem a generosidade do sol. E sem a lua para admirarmos, nossa curta existência, não teria a mesma graça. O Sol de Hollywood — Edith Head No cinema, a história se repete. Quantos talentos, eternizados na película. Torcemos tanto por aquele casal. Diga a verdade — segredo entre nós: é triste e belo, ver Ilsa e Rick, trocando olhares de amor eterno em Casablanca, enquanto o avião, pronto a partir está. Eles vão se separar para todo o sempre, o amor não teve meio de uni-los. Derrotado, o mais nobre de todos os sentimentos, foi. E, não minta, você também chorou — e quem não —, durante aquele tão esperado beijo de Rhett Butler e Scarlett O’Hara. Ou torceu freneticamente, por Anna Scott e William Tracker em Um Lugar Chamado Nothing Hill — um dos dez mais da minha lista pessoal. Houve, quem no escurinho — isto, na pequena cidade de Itajaí —, que esqueceu de onde estava, e, em um momento de empolgação, com a sala cheia, gritou a plenos pulmões: “mande o cinema às favas, você o ama, garota!”. Quem foi? Melhor deixar em segredo... como as lágrimas de Marilyn Monroe ao rever a cena de seu casamento em Adorável Pecadora, ao lado de Yves Montand. Porém, voltemos ao que nos interessa. Hollywood é uma constelação, um sábio certa vez disse. Perdura até nossos dias, esta epígrafe. Mas, sinceramente, prefiro imaginar que o cinema é um aglomerado de satélites — belos, ocultos —, que precisam muitas vezes que um sol, empreste seu brilho, para nos mostrar o quão maravilhosos eles são. Um destes sóis — e para mim, o mais importante da história da cinematografia — é Edith Head. Podes não conhecer sua história. O nome, sequer soar-lhe familiar. Pensamos tanto na beleza da lua, que do sol nos recordamos apenas quando ocorre um eclipse (noite do Oscar), mas certamente, você conhece uma linda menina chamada Grace Kelly. Uma das imagens mais célebres da nossa princesa é o encontro dela com Cary Grant em Ladrão de Casaca — meu casal preferido, John e Frances, mesmo amando Casablanca. Grace usa um sublime vestido de chiffon azul, que só enaltece ainda mais sua beleza. Pouco mais, sobre as montanhas, num conversível, nossa heroína vestida está, com uma blusa e saia rosa coral. Mas adiante, outro chiffon, todavia branco e drapeado. No final, nada mais que um espetacular lamê dourado de gala. Bem, se você recorda destas cenas antológicas, saiba, todos estes magníficos figurinos são obras de Edith — detentora de oito estatuetas, sendo indicada trinta e cinco vezes. Sua história confunde-se com a da própria Paramount. Head era professora de francês num colégio feminino, quando soube de uma vaga no departamento de figurinos do estúdio e, vislumbrou integrar-se naquele mundo — outras mulheres ali trabalhavam, isto, de certa forma a incentivou. Levou consigo uma pasta entulhada de croquis — feitos por suas alunas, ela não sabia costurar ou desenhar absolutamente nada. Por um milagre — ou destino, como preferir —, aceitaram-na. Howard Greer, era da Paramount, figurinista chefe. Logo percebeu a dedicação da jovem aspirante, ensinando-lhe então a desenhar — seus traços inicialmente eram idênticos. O tempo passa. Em 1925, chega a Nova York, Travis Banton. Os filmes estão em alta, e o mesmo passa a dividir o cargo de figurinista chefe com Greer. Porém, astros e estrelas de renome, acabam apreciando mais trabalhar com Banton. Howard ofendido desliga-se da Paramount. Os trabalhos menores estão ao cargo de Edith já algum tempo. Travis anda tendo problemas com a grande estrela da Paramount, Clara Bow. Os dois não se entendem em absolutamente em nada. Estão quase iniciando as gravações do clássico Wings (Asas) — no ano seguinte, o primeiro Oscar caberia a esta película —, e o figurino de Bow sequer chega aos papéis. A verdade, conforme relatos, é que Clara tinha um gosto terrível para roupas, e queria impor isto ao seu figurino. Banton temperamental, não aceitava que ninguém desse palpite no seu trabalho — excetuando os diretores. Suas discussões eram motivo de conversa nos corredores da Paramount. Certo dia, Travis adentra a sala de Edith, e ordena: “Esta mulherzinha é problema seu!”. Head chama Clara, ouve sua opinião, durante horas a fio. Lê o roteiro, conversa com diretores e câmeras. Solução: grande parte do filme a atriz usaria um uniforme. Nas outras cenas, conseguiu adaptar o tradicional, ao péssimo gosto de Bow — todavia, criando um figurino refinado. Todos felizes, o caminho do sucesso enfim estava aberto. Depois de Wings, mas precisamente na década de 30. Edith passa a ser responsável pelas jovens atrizes e estrelas em ascensão. Torna-se sempre amigas destas, dispensando total atenção como se as mesmas fossem estrelas de primeira grandeza. Ao desenvolver um figurino, ouvia seus gostos e idéias, adaptando-as. No futuro, quando se tornavam a bola da vez, estas recordavam-se da figurinista, exigindo-a em seus filmes. Edith passa a ser a figurinista principal das estrelas de Hollywood. É consenso que, Head tinha a capacidade de perceber as imperfeições e pontos fortes de cada ator/atriz. Prova disto é seu trabalho ao lado de Elizabeth Taylor. Veja por exemplo: Um Lugar ao Sol ou No Caminho dos Elefantes. Os ombros de Taylor, seu busto e a cintura delgada estão sempre expostos. Interessante é ressaltar que, o belíssimo vestido de tule branco que Elizabeth usa em Um Lugar ao Sol, tornou-se febre nos Estados Unidos, sendo copiado por estilistas da Sétima Avenida e lojas de departamento de todo o país. Em Amar é Sofrer, Ingrid Bergman ganha boinas e véus transparentes, para ressaltar seu perfeito rosto. Quando ficou responsável por Audrey Hepburn em A Princesa e o Plebeu, considerou que o pescoço da atriz não a tornava tão feminina. Durante dias criou belíssimos figurinos, procurando um meio de resolver o problema. Solução: lenços sobre o mesmo, e colares largos. Um dos vestidos clássicos desenhados por Head, é o de veludo preto usado por Rosemary Clooney em Natal Branco. Próximo à filmagem. Edith e Clooney discutiam sobre aquele preto todo. “Era lindo, mas... faltava-lhe algo”. Head jogou as luvas pretas fora. Criou novas que simulavam diamante, e inseriu sobre o cóccix um broche idem — por brincadeira, conforme relatos. Pôs-se a rir. Tinha acertado novamente. Jerry Lewis, em O Professor Aloprado não seria a mesma coisa, sem o seu terno azul, na cena em que toca piano — repare nos ombros largos, compare com outros trabalhos onde o ator aparece. Trabalho vasto, podemos destacar os seguintes clássicos ao qual a figurinista empregou sua marca: Janela Indiscreta, Um Corpo Que Cai, Os Pássaros, O Maior Espetáculo da Terra, O Crepúsculo Dos Deuses, Cinderela em Paris. No primeiro ano da década de oitenta, o sol se põe definitivamente no horizonte. Os Incríveis Meu afilhado empolgado está. Ele sempre adora rever este filme: Os Incríveis. Película divertida e inocente ao mesmo tempo. Ele ri, ri, ri com os trejeitos de Edna Moda — aquele cabelo, os óculos escuros, discutindo com a Mulher Elástico o que seria melhor para o uniforme da equipe. Sorrio. É bom rever o sol de vez em quando — mesmo em desenho — , para me lembrar da beleza da lua, e do quão bem a mesma faz em minha vida.   Por Ricardo Steil
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Ocorre sempre — um fato triste, por ser dizer —, muitas pessoas ao longo da nossa vida, acabam por serem esquecidas: a menina que sentava na carteira da frente no seu primeiro ano na escola, aquele amiguinho que morava no final da rua ou a garota com qual dançamos por uma tarde inteira. Com os astros e estrelas, não é diferente a história. Culpa talvez da mudança brusca de gerações — você sabe, cada qual tem os seus ídolos. Pais e filhos acumulam décadas os separando —, quiçá uma carreira desigual — um clássico aqui, películas descartáveis acolá. Uma destas pessoas — e sinceramente, um dos rostos mais marcantes na grande tela —, foi Julia Jean Mildred Frances Turner ou Lana Turner, como ficou conhecida em meados da década de 40. Lana teve a infelicidade de fazer alguns filmes ruins, e de ter, os olhos do mundo voltados constantemente para os problemas pessoais que a cercavam, não somente para os papéis que protagonizava — Lindsay Lohan passa pela mesma situação neste momento. Não vou me tardar na vida desta grande atriz, tanto já se falou disso — verdades, mentiras, lendas, tragédias —, gostaria apenas de ressaltar que sua estréia no cinema, veio a ser como figurante no hoje clássico Nasce Uma Estrela (A Star Is Born de 1937) — uma aparição rápida. Durante anos, miss Turner buscou seu lugar ao sol. Esquecer, Nunca (They Won't Forget, também de 1937) a projetou um pouco, todavia para muitos, continuava sendo somente um rostinho bonito, uma pin-up com ares de colegial. Ou seja, descartável. Isto até o ano de 1946, quando interpretou a femme fatale Cora Smith de O Destino Bate A Sua Porta (The Postman Always Rings Twice). E do qual, para todo o sempre, deixou impresso seu talento — que infelizmente, não fora depois tão bem aproveitado. Sinopse Nick Smith — interpretado por Cecil Kellaway —, é proprietário de um restaurante beira de estrada — como a grande maioria destes nos Estados Unidos, é anexado a um posto de gasolina —, na Califórnia dos anos 30. Casado com a bela Cora Smith — Lana Turner no papel —, certo dia resolve que está mais do que precisando de ajuda. De modo que, coloca um cartaz na janela do seu negócio escrito: Homem Procurado. Nada mais irônico, como vocês logo irão perceber. Tempos depois, um viajante sem rumo — Frank Chambers, interpretado por John Garfield —, resolve almoçar no estabelecimento de Smith, que continua a procura de um frentista. A interessantíssima esposa do dono do restaurante, é quem serve o andarilho. Logo o inevitável acontece: vislumbrado pela beleza da jovem — que por sinal, é casada com um homem bem mais velho —, um repentino desejo de permanecer ali, toma posse daquele. De modo que, se oferece para trabalhar no local. Crente de que fizera um bom negócio, Nick o aceita. Ledo engano, o pior estava por vir. Frank e Cora logo estão apaixonados. Realmente, a química entre os dois na tela é impressionante — como não tive o privilégio de ver a película no cinema, fico a imaginar a reação do público, quando um close-up de Lana era apresentado. Ou a cena inicial, onde a câmera destaca seus pequenos pés. Tempos depois, a relação já não pode ser mais mantida no anonimato. Eles poderiam fugir, tentar uma vida nova em outro lugar. Porém, a senhora Smith tem outros planos: quer permanecer ali. Dona do restaurante — Nick é proprietário do posto —, está farta de viver ao lado de um homem pelo qual nada sente, mas não quer perder tudo — entra aqui, mas do que o suspense que impregna, a ação policial que dará gás até o último minuto da estória —, de modo que, propõe então à Chambers que matem seu marido. Cometido o assassinato, os pombinhos estão livres para ficarem juntos. Todavia, o que vemos é uma série de acusações mútuas e, a desintegração lenta deste relacionamento fardado ao fracasso. Kyle Sackett (Leon Ames) — que representa o Ministério Público —, tem consigo de que, a morte do senhor Smith fora obra da esposa juntamente com o empregado. Inteligente, mas sem provas, tenta de todas as maneiras persuadir o casal. Isto até o momento em que muda a estratégia, e tenta culpar Cora Smith pelo assassinato — no intuito de vê-la acusar o amante, e com isso, ter ambos em suas mãos. Durante todo o filme, o que se vê é a famosa caça ao rato — característica principal dos filmes noir. O casal já não está mais preocupado em permanecer junto, mas sim, de se livrarem a todo o custo do tribunal e da possibilidade de acabarem sendo condenados à pena de morte. Filme eletrizante, daqueles que prendem o espectador na cadeira — um dos meus preferidos ao lado de The Killers — tratando-se do gênero policial da década de 40. Voltas e reviravoltas ocorrem. Em destaque um acidente de carro. E com este o falecimento de um personagem importante. Seria Frank, Cora, Sackett ou o próprio Nick Smith que talvez não esteja morto. Epílogo Pessoas são esquecidas, eu sei. Todavia numa manhã de vinte nove de junho mil novecentos e noventa e cinco, toda a impressa mundial pára para se recordar de uma atriz, que após longos anos lutando contra o câncer, vem a falecer. E por um momento, Lana Turner é mais uma vez lembrada. Não por sua vida errática, mas, por todo o talento que um dia apresentou nas telas ao interpretar: Cora Smith. Colaboração: Ricardo Steil — Itajaí/SC
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  Lembro como se fosse ontem. Estávamos sentados na Aldeia — reduto literário e artístico da minha geração. Infelizmente, há pouco, o mesmo veio a ser fechado —, discutindo sobre qual seria a maior força do universo — naquele dia, este era o tema. Houve os defendessem a necessidade das coisas — sede, frio, fome —, como roda motriz da humanidade. Outros — no meu caso —, o amor. Um terceiro grupo, o desejo de liderança, notoriedade. E entre cappuccinos e express, nossa conversa divagava, sem uma conclusão satisfatória. Em um desses momentos, Henrique — poeta, amigo meu, já falecido —, fitou-nos com seriedade. Pouco depois, ergueu-se. Mirou o relógio, ajeitou o terno, pegou o chapéu —, há muito devido à doença, seus cabelos estavam ficando ralos. Próximo ao fim dos seus dias, não mais os teria, de modo que, obrigado era a usar este. Sorriu, despedindo-se de nós, sem palavra alguma dizer, quanto ao assunto que tratávamos. Confesso que, um tanto quanto estranha viera a ser sua atitude. Sempre gostou de discutir em nossa roda todos os assuntos, mas, naquele momento escolhido o silêncio houvera. Precisamente em um domingo — na mesma semana do encontro na Aldeia —, um conhecido meu, adentrara o outro plano, de modo que, fui prestar meus pêsames a família no cemitério local. Pouco antes de partir, no entanto, sentado à sombra de um carvalho, encontrei Henrique. Era inverno, as folhas secas todas caídas no chão. Ele e seu caderno de apontamentos. Ele e seu terno escuro — com ares do início do século passado. Fora no seu apartamento, que tive o privilégio de ver Chaplin pela primeira vez — em VHS. Marc — outro companheiro nosso da Aldeia, pintor — conhecendo o fascínio dele pelo lendário Carlitos, no seu vigésimo segundo aniversário, presenteara-lhe com um quadro do gênio, ao qual, até os dias findos, permaneceu na sala de estar deste. — Não esperava encontrá-lo, por aqui. — O mesmo, Rick. — Perdeu alguém? Desculpe-me, inoportuna a minha... — Não, vim somente passear. — ??? — Gosto de caminhar ao largo dos túmulos. Freqüentemente, isto faço. — Não é um tanto quanto mórbido? — Todo o interesse pela morte e pela doença não passa de uma forma de exprimir aquele que se tem pela vida. — Thomas Mann: A Montanha Mágica. — Exato. Sério, a discussão de vocês foi um tanto quanto inútil esta semana. — Ora, um tema interessante... — Um tema com conclusão simples: o tempo é a maior força do universo. Não existe nada que escape às mãos do tempo, no fim das contas. Veja, nem os nomes dos célebres nas lápides dos túmulos resiste à ação do tempo. O tempo tudo destrói. — O talento resiste ao tempo. E, nem vou adentrar na área literária. É só pegarmos a sétima arte... — Um exemplo, incrédulo amigo. Lembra do quadro que tenho no meu quarto? — Uma réplica de um Alberto Vargas, não? Realmente uma bela pintura. Deixe-me ver: uma garota de olhos fechados tendo em uma de suas mãos uma rosa. É isso? — Sempre me impressionou esta sua memória para os detalhes. — Não confie tanto nela. — Retornando. Tem idéia de quem seja esta garota? — Uma modelo... Uma namorada do pintor... Musa inspiradora... Não, excetuando o quanto ela venha a ser bela, não faço idéia alguma. — Tanto na réplica, quanto no original, impressa em tinta está uma das maiores atrizes do seu tempo e, considerada uma das mulheres mais lindas do mundo durante os meados da primeira e segunda década do século passado. Seu nome: Olive Thomas. — Desconheço. Mas, se ela fosse tão talentosa quanto uma Clara Bow ou Edna Purviance, lembrada seria, não? — Enganado, estás. O motivo pelo qual esta jovem atriz não vem a ser lembrada, não é falta de talento, mas a mão impiedosa do tempo. Fitei-o. Henrique, além de ser um grande poeta — não um rabiscador de versos como eu —, era um apaixonado pelo cinema clássico. Pouco antes de partir, confidenciara-me ter-se arrependido de não ter uma filha e a batizado de Edna. — Deixemos de lado, todo o burburinho quando a sua vida pessoal, incluindo um possível suicídio ou assassinato. Os mortos não têm como se defender, não? E a mídia, desde os primórdios, tem por intuito vender, sem preocupar-se com a imagem ou as chagas provocadas em outrens. Olive Thomas, que conforme relatos chamava-se Olivetta, Ollie ou Oliva R. Duffy, estreou em vinte e dois filmes, teve duas participações especiais em um seriado chamado Beatrice Fairfax. Trabalhou no teatro, era exima dançarina. Segundo o diário de Mary Pickford. Conhece? Respondi com um meneio de cabeça. — Ambas eram cunhadas. Segundo Mary, Olive tinha olhos azul-violeta, longos cílios escuros e pele alva. Para nossa infelicidade, Vargas não pintou seus olhos, e as imagens das películas fotográficas coloridas não haviam sido desenvolvidas naquele tempo. No mesmo diário, ela ressalta os dotes da parenta como atriz. Mas, diferente de Bow, Purviance ou Pickford e, mesmo sendo mais bonita que todas as três, o tempo foi implacável com o trabalho dela. — Implacável em que sentindo? — Não restou nada do trabalho de Olive. Algumas fotos, capas de revistas, cartazes de shows. É engraçado, creio que saibas, mas o cinema no início não era visto como arte, mas, simples entretenimento. Com isso, muitos filmes foram destruídos, jogados fora. Os trabalhos de Olive tiveram o mesmo fim. — Não restou absolutamente nada? — Existe em torno do fato a lenda de que, como os trabalhos barrocos de Aleijadinho, películas dela estejam guardadas a sete chaves em mão privadas. — Como os primeiros de Joan Crawford... — Somente um dos seus trabalhos resistiu. Quer dizer, o finalzinho da película se deteriorou ao longo do tempo, há cortes bruscos na imagem por causa disso. E o trabalho se chama: Love's Prisoner.     Sinopse Filhas de um ex-criminoso — interpretado por Walter Perry —, Nancy (Olive Thomas), Sadie (Ann Kroman) e Jane (Dolly Dare), vivem com o mesmo em absoluta pobreza, sendo que, tem por vizinho o estranho Jonathan Twist — no papel Williem V. Mong —, apresentado nas legendas inicialmente como um misterioso filósofo. Em certo momento, as três irmãs são surpreendidas pela repentina prisão do seu pai, sob a acusação de um crime — mesmo que, a polícia em si não tenha certeza de que este seja o infrator, apenas suspeitas. De maneira que, Nancy assume a responsabilidade de — por ser a mais velha da família —, sustentar as jovens irmãs. Jonathan lhe instiga a procurar um emprego. Através de um anúncio de jornal, ela acaba conseguindo um trabalho no Climax Cocoa. Situação estável, o tempo passa. Numa manhã qualquer, Nancy vislumbra em uma vitrine uma belíssima jóia. Um senhor, Lorde Cleveland — no papel Harvey Clark —, dono de propriedades rurais na Inglaterra, aproxima-se da jovem e, põe-se também a admirar o objeto. Nancy sorri após algumas palavras. Logo depois, parte. Todavia, um reencontro ocorre quando Lorde Cleveland entra no Climax Cocoa. Nervosa, a pequena quase derruba o café. Há um salto no tempo — creio, que talvez devido à deterioração da película —, visto que, após isto, Nancy e Cleveland estão casados, e seu pai morto na cadeia. Sendo agora uma lady, Nancy passa a circular pela alta sociedade. Os negócios não vão bem para Cleveland — suas terras já não suprem os gastos —, mas, Nancy só irá descobrir tão logo o cônjuge venha a falecer. Vestida de preto, retorna ao bairro pobre onde morou. Uma família passando por necessidades, pede-lhe esmola. Nancy procura Jonathan Twist — aqui apresentado, não mais como um filósofo, mas sim, um joalheiro, que analisa uma peça trazida pela viúva. Minutos depois, a jovem entrega uma soma em dinheiro aos necessitados que a pouco vira. Tendo um título, a viúva ainda circula pelas grandes festas da alta sociedade. Em uma destas encontra o jovem detetive Jim Garside (Joe King). O mesmo conta que está investigando sobre o misterioso “Bird” — notório ladrão de jóias. Nancy pergunta se o policial tem um retrato falado ou algo que possa identificar este ladrão. Resposta negativa, no entanto, afirma que, sua equipe quase o pegou noutro dia. Lady Cleveland diz ser a primeira vez que conhece um policial vestido a paisana. Ele ri. Minutos depois, na mesma festa, um colar desaparece. Nancy e Garside, acabam por se apaixonar, enquanto as investigações prosseguem, sem dar-se conta de que a jovem é na verdade a ladra que tanto procura. Os indícios levam o detetive até Twist, por fim, acaba descobrindo que ele é cúmplice de Nancy. Levada a júri, condenada à prisão, é. Cumprida a sentença, Garside — após longos anos de espera —, procura por Nancy, pedindo-a em casamento. Enfim, a jovem passa a ter uma vida descente ao lado do homem que ama.   Uma Década Depois — Estranho, não? — O que, meu caro? — Nós dois, caminhando entre as lápides do cemitério, indo levar flores a um velho amigo. — Realmente. — Sabe Rick, é inevitável não lembrar do Henrique toda vez que escuto aquela canção: “é tão estranho, os bons morrem jovens”. — Foi um grande homem, um grande amigo, um grande poeta. Jamais haveremos de esquecê-lo. Paramos diante do seu túmulo. — Tenho um arrependimento comigo. — Qual? — Lembra da Aldeia, das discussões que tínhamos sobre um tema e outro. — Bons tempos. Tanta coisa mudou, né. Uns casaram, outros mudaram de profissão... — Verdade. Mas, uma vez discutimos sobre qual seria a maior força do universo. — Recordo-me brevemente sobre o assunto. Mas... é claro, você defendeu o amor! E que discurso, hein? — Na mesma semana, encontrei com o Henrique aqui. — Aqui? Quer dizer, em frente a este... — Não, sentando em um dos carvalhos que há os montes por entre estas quadras. — Hum. — Bem, ele disse que nossa discussão era um tanto quanto inútil, visto que, a maior força do universo era o tempo que tudo destruía e, citou uma célebre atriz do cinema mudo: Olive Thomas. — Sim, mas do que você se arrepende? — De não ter dito para nosso amigo que ele estava errado. O amor continua sendo a maior força do universo, a força que tudo move. Henrique dizia que o tempo apagou a imagem de Olive Thomas, que ela tinha sido esquecida, que nada sobrara do seu trabalho. Mas, uma película sobreviveu ao tempo. E esta película chegou até nós, graças ao amor de alguém pelo trabalho dela, de alguém que acreditou que seu trabalho era significativo, que ela jamais deveria de ser esquecida, que diferente dos outros, não destruiu o rolo do filme, mas, o preservou. E o amor de outras pessoas por ela, é que permitiu que esta película agora presente esteja no Youtube. — Quando descobriu a sua doença, nosso amigo, passou a ver o quadro na parede por um outro ângulo. — Metáfora de pintor, Marc? — Sério. Pegue um quadro, digamos um Agnes Martin. Você a adora, se sente bem vendo aquelas imagens, não? — Sim, para mim é a maior pintora que já existiu pós-Manet. — Exato, mas há pessoas que só vem um risco pintado. O Henrique, passou a se preocupar com o tempo, sua força, após descobrir que lhe restava pouco. É só um ângulo diferente de se enxergar o mesmo quadro. No mais, ele tinha medo de um dia ser esquecido, mesmo por aqueles que o amavam enquanto esteve aqui. Depositamos as flores. Na lápide a fotografia do jovem poeta, em sépia, vestindo seu terno preto. Quando estávamos as portas da morada dos mortos, voltei meu olhar, vi ao longe seu túmulo, e em silêncio agradeci a tudo o que ele nos ensinara, jurando a mim mesmo, que ele jamais haveria de ser esquecido por nenhum de nós. Colaboração: Ricardo Steil — Itajaí/SC.
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Olho-a novamente. É incrível, mas, já não detém a beleza de outrora. Deitada naquele leito, fisicamente abatida, há muito deixou de ser o que era. Minha ex-namorada, já não tem muito mais tempo. Os jovens também partem. Entretanto, parece sempre aos nossos olhos que a morte destinada é somente aos velhos. Seguro sua mão, ela tenta sorrir. Não precisamos dizer mais nada um ao outro — todas as palavras de amor, de ofensa, ditas, foram no passado —, e, aquele era apenas o momento de estarmos ali novamente juntos. O momento da despedida. Mas, palavras são como pôneis selvagens, imprevisíveis sempre: — Estou morrendo. — Pelo amor de Deus, prometemos não falar sobre isso. — Inevitavelmente, tocando ou não no assunto, a morte há de chegar. — Gabrielle... — Preste atenção. Sabemos que para o que tenho, cura não existe. — Talvez uma outra sessão de quimioterapia... — O melhor é aceitar o inevitável. Sabe, você tem razão, independente do fim, todo o amor traz consigo coisas boas e ruins. Aprendemos um com o outro não? — Claro que sim, querida. — Você me deu muitas coisas boas, e creio que também eu tenha te dado. — Obviamente. — No fundo, gostaria ter tido um pouco mais de paciência para te ensinar a dançar tango. — Fostes paciente, meus pés é que indisciplinados são. — Quando terminamos, queimei as fotos e as cartas, destruí todos os vestígios da nossa relação no diário com corretor líquido. — Ah, todo mundo faz isso. — Você também destruiu tudo? — Obviamente. — É, acho que todo mundo faz isso, mesmo. — Todo mundo. Quando estava preste a ir embora, ela ainda me disse: — Sabe, jamais deveria ter desejado mudar você, a tua essência. Querer moldá-lo à maneira dos meus sonhos. — E quem nunca tentou fazer isso? — Volte logo, “Honest Joe”. Sorri. Depois, fechei a porta. Gabrielle — infelizmente —, jamais soube que guardei no sótão todas as minhas recordações dos momentos vividos ao seu lado. Lá estavam, em uma caixa de papelão, velhos discos de vinil com nossas músicas, um cachecol roxo horrível, pequenos bilhetes escritos por ela, lembranças simples, tradicionais: cartões dos dias dos namorados, natal, páscoa. Interessante era que, mesmo sabendo de tudo isto, não recordava de todas as palavras escritas, das velhas canções, e por fim, do primeiro presente que ela me dera, logo no início do nosso namoro — uma cópia de Roadblock, em VHS. Roadblock (Estrada) — Sinopse Um dos clássicos da era noir do cinema americano. Roadblock veio a ser lançado no ano de 1951. O interessante é que, sua produtora a RKO, jamais apostou no sucesso do filme, de modo que, gravado foi este com baixo orçamento, pois, o intuito era que fosse um simples filme categoria tipo B, para ser apresentado em sessões duplas. Um lapso, evidentemente. Revendo hoje, Roadblock saiu-se melhor do que qualquer outra película de ponta da produtora de Howard Hughes. O que torna este filme de certa maneira um clássico, é construção psicológica dos personagens em si. Enquanto a maioria dos filmes noir, voltam suas lentes para uma femme fatale e um crime, Roadblock ressalta as bruscas mudanças psicológicas e comportamentais de seus personagens — tal como em Crime e Castigo, do escritor russo Dostoievski. Joe Peters — interpretado por Charles McGraw, que em seu currículo tem os ótimos The Threat (1949), e Armored Car Robbery (1950), ao lado da talentosa Adele Jergens —, é um jovem investigador de seguros. Certa manhã, o avião no qual ele se encontra, é obrigado a fazer um pouso de emergência na cidade do Kansas. Perdido nesta, acaba por conhecer uma jovem chamada Diane — no papel Joan Dixon, ótima atriz que merecia ser lembrada com mais freqüência, que protagonizou outro clássico policial dos anos 50: Bunco Squad, ao lado de Robert Sterling —, figura constante da alta-sociedade. O amor entre ele é inevitável. Todavia, por mais que ame Joe, a garota prefere as finas coisas da vida — champagne, festas, caviar, jóias, peles —, algo que, Peters não tem como adquirir sendo um simples trabalhador. Diane chama seu namorado sempre de “Honest Joe” — devido seu caráter e seriedade com o qual trata todas as coisas —, ela, no entanto, não vem a ser muito adepta a vida proletariada: “Sabe, poderia ter tido um monte de empregos: ser modelo, secretária... Tentei, confesso. Mas, trabalhar é algo tão difícil, que desisti de ir”. Peters está mais do que apaixonado — e ao mesmo tempo, exausto daquela vida medíocre com seus trezentos e cinqüenta dólares mensais —, e vendo que, pode perdê-la, decide dar uma guinada com “um plano perfeito”. O homem descente então, conta sua idéia para Diane: está disposto a roubar um malote de um banco na estação ferroviária, partir com ela para a cidade de Los Angeles, e se casarem. Diane topa. O roubo ocorre. Todavia, Harry Miller — interpretado por Louis Jean Heydt — antigo amigo de Joe, e ex-investigador, acaba por solucionar o caso, denunciando Peters a polícia. Os mesmos fecham todas as saídas da cidade, de modo que, o casal não tem como sair. As cenas finais de perseguição que ocorrem nas proximidades do rio Los Angeles, são dignas de qualquer clássico. E McGraw, mostra todo o seu talento, quando morto é pelos policiais. São setenta e três minutos de pura emoção. Vale também destacar o trabalho de direção de Harold Daniels, e a fotografia de Nicholas Musuraca. Epílogo Visitei Gabrielle, ainda duas vezes naquela semana. No domingo seguinte, ela entrava em coma, e setenta e duas horas depois, partia definitivamente. Enquanto voltava para casa, com os olhos marejados, recordei de muitas coisas — incluindo aquelas esquecidas há muito, muito tempo. Lembro de dançarmos juntos, do seu riso, do perfume, dos planos que fizemos juntos — filhos, casa, etc e tal. Mas nenhuma lembrança me marcou tanto, quanto as suas mãos procurando as minhas, nos minutos finais de Roadblock. Colaboração: Ricardo Steil — Itajaí/SC
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Noutro dia — um canal da TV aberta —, reapresentou Uma Linda Mulher. Creio que, poucos são os que não virão esta bela película. Engraçado, passado tantos anos, não consigo imaginar a mesma sem a presença de Richard Gere e Julia Roberts. Tantos foram os talentos que surgiram depois — e antes —, mas, não há meio de imaginar outros atores assumindo seus lugares. De certa maneira — como nos relacionamentos reais —, a química entre atores, é o que leva um simples filme — isto, em boa parte —, a se tornar algo inesquecível para nós. Um exemplo: o reencontro de Julia e Richard em Noiva e Fuga. O que não ocorre com o segundo em Outono Em Nova York, ao lado de Winona Rider. Por mais bem escrito, e lindo que seja o filme, não há nada que aparente ser amor — ou ódio —, no olhar deles, nos trejeitos, etc e tal. Do mesmo modo, não consigo imaginar ...E O Vento Levou sem a presença forte de Vivien Leight e Clark Gable. Alma Sem Pudor, tendo outros há não ser Joan Fontaine e Robert Ryan. Minha Melhor Garota, sem a inocência no olhar de Mary Pickford e o sex-appel de Buddy Rogers. Simplesmente Amor — um filme realmente onde Rodrigo Santoro dá um banho como ator dramático, com uma intensidade nas frases ditas, que fazem-nos torce por um final feliz —, desprovido de Hugh Grant e Martine McCutcheon. O Amor Não Tira Férias, sem Cameron Dias e Judy Law. E claro, Casablanca, sem a trinca Humphrey Bogart, Paul Henreid e Ingrid Bergman — respectivamente: Rick, Laslo e Ilsa — e, Top Gun sem Kelly McGillis e Tom Cruise. Mas, de todas as grandes parcerias, Cary Grant — para mim —, é o maior. O irrepreensível galã teve três grandes musas ao seu lado: a mais que explosiva Mae West em She Done Him Wrong, a carismática e talentosa Audrey Hepburn em Charada, e a elegante musa de Alfred Hitchcock, Grace Kelly, em Ladrão de Casaca (1955), onde o sotaque britânico de ambos, embala o filme do gênio. Confesso, o último é o meu preferido. Parte graças ao trabalho de Grant e Kelly — como dito anteriomente. Outro lado, pelos figurinos de Edith Head — sobre o qual já escrevi aqui no Purviance, tempos atrás —, a fotografia de Robert Burks, a música de Lyn Murray. E um Hitchcock um pouco mais descontraído, permitindo inclusive algumas piadinhas no roteiro — que desconcertam seus fãs, acostumados com a carga de mistério e suspense de seus outros filmes. Cary havia pendurado as chuteiras, quando certa manhã um telefonema de Alfred o tirou da sua rede — e conturbada vida, segundo as más línguas. Pensara nele para interpretar o papel principal de uma adaptação do livro de David Dodge, ao qual John Hayes estava incumbido de roteirizar para a Paramount — comprara os direitos do autor em 1950, e segundo ele “só haveria uma pessoa no mundo capaz de interpretar John Robie”, este era Grant. Kelly — eterna divã de Hitchcock, desde Disque M Para Matar e Janela Indiscreta —, garantira já sua participação. Grant no início irredutível — estava disposto mesmo a se aposentar —, acabou aceitando: era um pedido de um velho amigo, no mais, ambos eram fãs um do outro e de Kelly, de modo que, viu-se entrando em ação novamente. As gravações foram descontraídas — e mesmo depois de horas consecutivas repetidas tomadas —, os atores mantinham-se dispostos a gravar. Murray, trabalhou exaustivamente para criar os temas, enquanto via as cenas serem gravadas — quase sempre estava no estúdio, na Riviera Francesa, presente não estava. Os jogos de câmera — marca do mestre do suspense —, ganharam com as intervenções sonoras de Harold Lewis/John Cope, e os efeitos especiais de Farciot Edouard/John Fulton. Tanto trabalho valeu indicações para a Academia e o Leão de Ouro no Festival de Veneza. Segundo seus biógrafos, o período em que trabalhou em Ladrão de Casaca, fora um dos melhores da vida de Alfred na Paramount. Sinopse A abertura do filme é um tanto quanto longa. Hitchcock apresenta todo o elenco, tendo ao fundo uma vitrine, onde a Riviera Francesa é apresentada por cartões postais. O tema mantêm um clima morno, evitando qualquer improvável interferência na paz ali apresentada. Isto é, até que um grito inesperado, leva o espectador a dar um salto da cadeira — experimente assistir a abertura quando a casa estiver em total silêncio, e você irá compreender a ‘pegadinha’ feita por Alfred e Murray —, símbolo para o tema que rege o filme: o roubo de jóias valiosas. Um ladrão está atormentando as famílias ricas da cidade — idem, as seguradoras. Seu modo de roubar — estilo —, aparenta-se em muito com o lendário ladrão de jóias John Robie, que atende pela alcunha de “O Gato” (The Cat). Todavia, este há quinze anos deixou a vida do crime, quando após ser preso com outros, durante a guerra é libertado — após uma explosão —, e junta-se a Resistência por seis anos, tornando-se um herói nacional, e ganhando por isso a sua liberdade. Robie agora cultiva flores e uvas para sobreviver, e, como mais a frente irá dizer: “tem de provar dia após dia que é um homem regenerado”. Os inspetores Lépic (René Blancard) e Mercier (Jean Hébey), depois de mais um valiosíssimo roubo — e levados pelos jornais que insistem em dizer que O Gato voltou —, vão até a casa onde John mora, dispostos a levá-lo até Nice para um interrogatório, no intuito de prendê-lo de uma vez por todas. Quando adentramos a residência de Robie, vimos uma brincadeira por parte de Hitchcock. A primeira vista, o gato que apresenta-se no sofá, seria uma referência ao apelido do ladrão, todavia, se notarmos, a cor deste é preta, o que significa azar — conforme tradição. Em verdade, a primeira cena em que Cary é apresentado, já está em maus lençóis, sofrendo acusações de roubo. Após enganar os policiais, e uma perseguição feita por automóveis de tirar o fôlego. John Robie (Cary Grant), procura um antigo companheiro da resistência chamado Bertani — no papel, Charles Vanel —, atualmente dono de um restaurante, que emprega ex-ladrões e membros da Resistência que atuaram com John. Os mesmos — seus ex-companheiros —, estão furiosos com O Gato, visto este ter voltado ao crime — caso o perdão de liberdade seja revogado pelo Governo para Robie, o mesmo pode ser feito com estes. Bertani intervém. John afirma que há quinze anos não rouba mais nada. Quando sabe que a polícia encontra-se no restaurante, o proprietário pede que Danielle — Brigitte Auber — filha do garçom Foussard — manco, pois usa uma perna de pau —, que o leve de lancha à Cannes, prometendo enviar alguém para ajudar John a se livrar da encrenca — Robie deseja ter uma lista dos donos das mais valiosas jóias da cidade, para descobrir quando será o próximo roubo. Danielle, apaixonada por John, assim o faz. Ocorre uma perseguição em alto-mar. A jovem tenta convencê-lo a fugir com ela para a América do Sul em vão. Conforme o prometido, Bertani manda Hughson — John Williams —, persona de grande importância da Lloyds Seguros de Londres, que está tendo prejuízos enormes para pagar o seguro das jóias roubadas. Um acordo ocorre, Hughson dará a lista para Robie, se este conseguir pegar o verdadeiro Gato. Nova perseguição entre as estreitas ruas de Cannes, e uma cena de comédia um tanto quanto ingênua, mas divertida no fundo entre cestos de flores. Devido o orçamento, a mesma fora alterada do original, ficando mais curta. Livre da polícia, e com a ajuda do agente da seguradora, John hospeda-se em um hotel — mas, precisamente o Carlton Hotel —, onde estão à senhora Jessie Stevens (Jessie Royce Landis) e sua filha Frances (Grace Kelly), afortunadas graças aos poços de petróleo que têm. Robie acredita, que uma das próximas vítimas será a senhora Stevens, de modo, que tenta aproximar-se destas. Obtém isto no cassino, apresentando-se logo depois como Conrad Burns, dono de uma madeireira no Oregon. Enquanto a mãe, demonstra simpatia para com o novo conhecido. Grace Kelly rouba a cena, não deixando transparecer sentimento ou emoção alguma, mesmo diante dos insistentes flertes com os olhos por parte de John — na verdade, ela já o tinha visto na praia. Seu modo de sentar a mesa, ou quando se retira, seu trejeito, mostra realmente que ela só poderia ser uma princesa no futuro — o que por sinal, infelizmente, terminou com sua carreira artística. Creio eu, que se fosse um pouco mais longe, e se esforçado, poderia ter-se tornando tão célebre quanto Catherine Hepburn. Tudo o que ela queria era ser lembrada como uma atriz — e infelizmente, o que nos ficou foi seu nome ligado a um título. Frances mantêm-se distante, a ponto de Robie — e nós os espectadores — perdermos as esperanças, quando rouba um beijo do ex-ladrão, fecha a porta do quarto, e, deixa-o atônito do lado de fora. Na manhã seguinte, outro roubo é a notícia da cidade. Hughson insiste para que a senhora Jessie, guarde suas jóias no cofre. Ela ri, e diz que não pode andar com o mesmo pendurado no pescoço. — Mas, elas devem de ter pelo menos um valor sentimental — prossegue. — Para mim, elas não têm valor sentimental algum. Uso-as para não envergonhar minha filha. Ou pelo menos, para que ela tenha menos vergonha de mim — responde, noutro momento. Algo que a filha escuta. O ar gélido de Frances, muda da noite para o dia. Robie e ela vão até a praia. Todavia, antes, o mesmo recebe uma ameaça. Na praia, Danielle surge, trava uma conversa com John, e insiste para que ambos fujam para a América do Sul, compara Frances a um “carro velho”. Em um piquenique, Frances diz à John que sabe de toda a verdade, de que ele é um ex-ladrão, e, mesmo sobre diversas negativas e insistentes “eu sou Conrad Burns”, ela pergunta se ele seria capaz de roubar a mãe dela. Antes de voltarem ao hotel, Frances que dirige o carro, despista a polícia. Na suíte do hotel, mostra para John onde estão as jóias, provoca-o a roubar. Ele a deixa, depois de alguns beijos. Logo depois, as jóias da senhora Stevens desaparecem. Frances acusa John de ter roubado tais. Deixada no quarto dele, põe-se a vasculhar seus pertences. O verdadeiro ladrão não é John, isto se sabe, mas, alguém que por sinal conhece bem seu método de trabalho. O próprio Hughson está com um pé atrás no que se refere a ele, com medo que, sua idéia não tenha sido tão boa assim — visto não ter obtido os resultados tão desejados, até o momento. Agora, mas do que provar sua inocência para a polícia, Robie tem uma dívida para com seus amigos e a mulher que veio a se apaixonar. Ladrão de Casaca é uma mistura de comédia, romance, policial e suspense, em doses certas. Os suspeitos são muitos. Hughson em certo momento, confessa já ter enganado a seguradora, e uns hotéis levando “algumas lembrancinhas”. O passado da milionária senhora Jessie Stevens, não é lá muito limpo, sentindo nostalgia do marido, que vivera muitos anos a base de trapaças. A certa altura diz que trocaria toda a sua fortuna para que ele estivesse ali, e pudessem ‘viver como antigamente’. Frances, quer de certo modo chamar a atenção da sua mãe — ela não é tão mimada, apenas, carente. Depois deste filme — sucesso de crítica e público —, Grace conheceria o príncipe Rainier, e daria adeus ao cinema. Grant, no entanto, adiaria sua aposentadoria por mais um tempo. Hitchcock criaria outros clássicos. E muitos diretores, passariam a gravar as cenas de perseguições de helicópteros. Quanto ao final? Vou lhes dar apenas uma dica: há mais de um ladrão, mas as patas do Gato são mais fêmeas do que se imagina. Uma bela fêmea, por sinal. Colaboração: Ricardo Steil — Itajaí/SC
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  O FILME QUE NOS FEZ LARGAR DAS METRALHADORAS NAQUELE VERÃO DE 86 Tenho para mim, que não haverá década mais mágica, do que a dos anos 80. Tempinho bom esse. E graças a Deus, sou felizardo por ter vivenciado boa parte dela. Quantas coisas maravilhosas a década de 80 deu ao mundo — e isto, em todos os setores. Está certo, a moda era medonha — confesso, usei faixa na cabeça estilo Mark Knofler, mas não existem fotos comprovando este meu pecado. Ops! Há uma. Mas, não pensem que permitirei que vocês vejam. Nem minhas camisas listradas e tênis verde-limão. Tá aquele shortinho esquisito que Frejat usou no Rock In Rio I, também o usei. Mas, todo mundo usava. Todos os garotos usavam. Oh Senhor, que vergonha! Ainda bem que, destes tenho certeza, não restam fotos. Eram confortáveis, mas não coloco outro hoje em dia, creiam em mim. Geralmente, quando falamos deste tempo maravilhoso, muitos lembram-se das grandes bandas que surgiram no rock nacional e internacional — The Smiths, principalmente, a maior de todas. E dos desenhos animados — quem nunca assistiu He-Man, vibrou com Corrida Maluca ou ficou acordado até tarde assistindo os Menudos — não, eu nunca gostei dos Menudos. Sério.—, só para depois ver a turma do Charlie Brown. Ou do Perdidos Na Noite — o Faustão era legal, vocês podem acreditar em mim —, e a Tela Quente passava filmes inéditos o tempo todo. Na sexta, era a vez do SBT contra-atacar com o Cinema Em Casa — pode ser surpresa, mas foi o canal do Silvio Santos que apresentou o Rambo para o Brasil. Sim, Rambo I passou pela primeiríssima vez no SBT! Semanas depois, Roberto Marinho & Cia. passaram o Rambo II na Temperatura Máxima, que era exibida as terças-feiras, logo depois do TV Pirata. E o Silvio reexibiu no dia seguinte Rambo I. Havia as guloseimas — balas Soft! —, e todas aquelas lendas urbanas: os discos malditos que rodados para trás mostravam mensagens. A faca escondida dentro do boneco do Fofão — o que, você nunca ouviu falar do Fofão jovem leitor? Ele era muito legal. Mas, feio pacas! Não, feio mesmo, eram os Bebezões da Estrela — criaturazinha medonha aquela, credo! Dava medo. Uma vez, jogamos uma dessas bonecas que pertencia à irmã do meu amigo Zé de cima do telhado da casa dele. Ela não sofreu um arranhão. Nenhum. Depois, jogamos ela escada abaixo — diversas vezes. Pulamos por sobre a boneca. Usamo-la como goleiro. Amarramos a criatura com uma corda na bicicleta e puxamos pela rua toda. Parecia que era o Clark Kent de Smallville. Ou seja, indestrutível. Havia lendas sobre aquela boneca, parece que voltava-se contra os que a machucassem. Não colocamos no forno, pois, descobriram nosso intuito.   Oh sim, tinha a loira do espelho, as figurinhas com tatuagens que continham LSD — vinham nos chicletes Ping-Pong. Os prêmios no picolé da Kibon — eram caros, e deliciosos. Dizem que todo mundo tirou algum prêmio — bem, não conheço ninguém, fazer o quê. Ah, antes que me esqueça: não conheci ninguém que morreu após engolir uma bala Soft, também. Mas, dizem que muitos morreram. Centenas de crianças, mas tudo era encoberto pela Rede Globo e TV Manchete. Voltando ao cinema — motivo pelo qual estamos tendo esta conversa saudosista. Talvez, nunca em um espaço de tempo tão pequeno — os dez anos mais rápidos da história da humanidade —, o cinema tenha colocado em suas telas tantas obras-primas. Só para citar: De Volta Para o Futuro, Quase Igual aos Outros, Te Pego Lá Fora, Namorada de Aluguel, Goonies, Pague Para Entrar Reze Para Sair — o primeiro filme de terror da minha vida —, Sexta-Feira 13, A Hora do Pesadelo, Jogos de Guerra, Curtindo A Vida Adoidado — cara, eu queria ser Ferry. Bem, todos nós, os garotos, queríamos ser ele! Gazeamos a primeira vez na escola, para sentirmos o que ele sentiu no filme — O Enigma da Pirâmide — o melhor filme sobre Sherlock Holmes que já vi! —, Uma Linda Mulher — Richard Gere e Julia Roberts dando uma aula de atuação —, Conta Comigo, Viagem ao Mundo dos Sonhos — o primeiro filme a mostrar um chip de computador! —, Ghost — era muito engraçado, ficar sentado na calçada em frente ao instinto Cine Itajaí, vendo as meninas sair do cinema chorando, abraçadas a seus namorados, após assistir a película. Só vi isto acontecer uma outra vez, quando saiu Titanic. Só que Ghost, vi e revi, dezenas de vezes. E Titanic, só tive paciência para assistir uma única vez — filmezinho maçante. Só fica interessante, quanto o Jack começa a morrer. Quanto a Ghost, existe uma lenda de que, no México e outros países, os donos do cinema davam um envelope com um lenço dentro para as garotas —, Indiana Jones, E.T., o extra-terrestre — eu tive um telefone igualzinho aquele, de brinquedo. “Miiiinha casa! Miiiinha casa!” — Gremlins, Karate Kid, Os Caça-Fantasmas, Peggy Sue, Os Intocáveis, Corra Que a Polícia Vem Aí, Uma Cilada Para Roger Rabbit — como incomodei minha mãe para comprar o gibi —, Top Secret, O Exterminador do Futuro, Brinquedo Assassino, Fuga de Nova York, Uma Linda Mulher, O Trem Atômico, La Bamba, Os Heróis Não Tem Idade — esse tinha estória da hora: o protagonista tinha um herói de brinquedo, via e falava com ele, e entra numa enrascada danada devido a um cartucho, isso mesmo, cartucho, de vídeo-game —, Flashdance... A lista de clássicos é grande. Mas, como clássicos, Ricardo? Quer dizer, a maioria deste filmes tem vinte anos. Por que, você jovem leitor acredita que mérito de clássico equivale somente a películas lançadas pré-anos 70? Lembre-se: Casablanca na década de 40 era um lançamento. Como um dia fora O Nascimento de Uma Nação e Anjos do Inferno. Cidadão Ken, também um dia teve estréia e era comentado nas esquinas pelos jovens e execrado pelos pais destes. O Crepúsculo dos Deuses, outrora novidade era — e ao mesmo tempo, clássico. Idem, Luzes da Ribalta e Tempos Modernos. O que torna um filme clássico, não é à distância deste com os dias atuais, mas, dois pontos distintos: 1º) Sua importância na vida das pessoas; 2º) Sua importância para a história do cinema — efeitos, luzes, músicas. Mas — na minha opinião —, o primeiro item é o mais importante, porque os filmes são feitos para nós, e não para os críticos e estudiosos. Por isso, não me surpreendo quando um garoto diz que Matrix é um clássico. Ou que O Senhor dos Anéis, será para todo sempre lembrado. Incluo nesta lista, o melhor filme pós-Platoon: O Resgate do Soldado Ryan. E insisto em dizer: Top Gun — Ases Indomáveis —, é o maior clássico dos anos 80.   O Inesquecível Verão de 86   Howard Hughes, entrou para a história do cinema — não por Scarface ou o fraco O Proscrito, lembrado apenas pela beleza de Jane Russell —, mas, pelos minutos finais de Anjos do Inferno (1930). Espero que tenhas sido afortunado de vê-lo — poucos conseguiram, apesar de boa parte da película estar à disposição do público no YouTube —, de modo que, sendo afirmativa a resposta, sabes do que estou falando: da belíssima cena da batalha aérea. Ponto alto de todo filme — excetuando Jean Harlow. Desde esta época: diretores, produtores, roteiristas, vinham tentando recriar a magia apresentada em Anjos do Inferno (Hells Anjos), inclusive, Hughes com o seu: Estradas do Inferno (Jet Pilot) lançado em 1957, tendo a grande Jane Leigh e John Wayne nos papéis principais. Porém, todas as suas tentativas, eram vãs. Por muito tempo, as batalhas aéreas seriam um pesadelo para estes. De modo que, houve uma época, que filmes, voltados para a aviação, foram deixados a parte. Aviões serviam somente para atirar bombas nos mocinhos presos no Vietnã ou para assustarem soldados. Com o tempo, nós os meninos, não desejávamos ser pilotos. Mas, dirigir tanques, empunhar metralhadoras, usar facas, enterrar minas. Na selva, estavam os verdadeiros heróis de guerra. Caras que conheciam tudo sobre combate, estratégias, lutavam pela liberdade de seu país. Piloto mesmo — piloto respeitado —, eram os caras dos helicópteros, que morriam mais do que os vietnamitas nas mãos do Rambo. Os dos aviões eram uns covardões — qualquer um podia pilotar um avião que lançava bombas, e jogava os “verdadeiros heróis” na selva. Pilotos, ergh! Isto é, até que, o diretor Tony Scott junto com os roteiristas Jerry Bruckheimer e Don Simpson, resolveram que era hora de mudar o jogo. De modo que, naquele inesquecível verão de 86, os meninos jogaram suas metralhadoras no lixo, e ao saírem do Cine Itajaí — e de outros cines no mundo todo —, sonhavam em serem agora pilotos das Forças Armadas, ter uma moto invocada para rodar ao longo das praias da Califórnia, um amigo fiel — inclusive que usasse aquela camisa havaiana e casado fosse com Meg Ryan. Ah Meg, você ainda arrancaria suspiros nossos em The Doors, um ano depois com aquele jeitinho ripongo. E lágrimas minhas em A Cidade dos Anjos —, uma namorada gatíssima e loira — é, baby, na selva não havia possibilidades para o amor —, pelo qual deveria lutar — oh sim, as garotas passaram a quererem aquele cabelo —, uma jaqueta da hora — de couro, no melhor estilo James Dean —, um rival apelidado de O Homem De Gelo (Iceman) — que você também sabia que era um grande piloto. E acima de tudo, por um dia, ser o cara que tava arrancando suspiro de todas as meninas do colégio e as levava a loucura — mais do que os Menudos e Paulo Ricardo (RPM) juntos, sério —, e ainda as levaria por muito, muito tempo a sonharem em serem senhora Cruise. Estou falando do grande Tom Cruise, na sua melhor atuação, isto é, antes Vanila Sky ao lado de Penélope Cruz — mostrando aqui, toda sua versatilidade dramática. Top Gun — Ases Indomáveis —, tem tudo o que torna um filme clássico: grandes atores (Cruise, Val Kilmer, Anthony Edwards), atrizes (Meg Ryan, Kelly McGillis — hoje percebo, fui apaixonado por muito tempo pela Karina, porque ela é a cara da Kelly naqueles tempos), os temas do filme que são insuperáveis — tenho o disco, da primeira a última faixa, tá o melhor do cinema na década de 80 —, a fotografia a cargo de Jeffrey L. Kimball, e, claro, as cenas de batalha aérea que — se estivesse vivo —, dariam orgulho a Hughes.   O Filme Que Fez Centenas de Garotos Se Alistarem Nas Forças Aéreas   Válido ressaltar é, que o que torna Top Gun numa obra-prima acima de tudo, vem a ser consistência do roteiro. Os diálogos escritos por Jerry Bruckheimer e Don Simpson são de saltar os olhos. Estes deixaram os termos técnicos de lado usados em aviação — poucos são os que aparecem —, preocupando-se mais em mostrar o dia-a-dia dos pilotos — seja nas impressionantes batalhas aéreas, no banheiro, no bar, e mesmo na praia —, usando e abusando de uma linguagem jovem — que jamais soou datada. Não se preocupe, não rolam gírias dos anos oitenta, de modo que, os diálogos rolam numa boa ainda hoje em dia. Seus personagens têm demônios pessoais, sofrem por amor, pensam na família que deixaram lá atrás, sonham com o sucesso, e acima de tudo, desejam encontrar a felicidade. Vão do romance ao dramático, da ação a comédia, numa boa. Top Gun, é uma viagem por todos os estilos da sétima arte. A abertura do filme é umas das melhores que já vi. As imagens fundem-se com um clássico da música instrumental criado às pressas por Harold Faltermeyr (sintetizadores) e Steve Stevens (guitarras), e que para todo o sempre, estará ligado às cenas de aviação.Top Gun Anthem é o cartão de visitas do filme. Pianos, sintetizadores — usados à torta e direita —, convivem lado a lado com paredes e mais paredes de guitarra distorcida, e um solo feito com tapping nos minutos finais, com as cenas dos jatos militares F-14 decolando e pousando. Já do início, você deseja ser um piloto, porque Top Gun é adrenalina pura como o bom e velho rock n’ roll cansado de guerra. Maverick (Tom Cruise) e Goose (Anthony Edwards), são dois pilotos da Forças Armadas americanas, que há muito estão juntos. São ótimos pilotos, todavia, por suas audácias, são vistos como problema para seus superiores. Maverick, é talento puro. O jato nas suas mãos não é um equipamento militar, mas parte do seu corpo. Todavia, é um tanto lóki — perdão, não pude evitar a gíria. Traduzindo: imprevisível, faz o que dá na telha sem medir as conseqüências, aparentemente —, enquanto o co-piloto Goose, outro talento, é o cara que segura a onda do amigo. Em resumo: completam-se. Após estar na mira de Mig-28 das forças russas — que é posto para correr diante dos malabarismos de Maverick e Goose —, o melhor piloto das Forças Armadas Cougar (John Stockwell), tem uma crise de nervos e abandona para todo o sempre o serviço militar. De modo que, os “pilotos problemas”, são escolhidos para ingressarem na Academia Aérea aonde irão se tornarem pilotos de caça — chamada de Top Gun, lá só entram os melhores dos melhores, são a “nata” da aviação americana. Aproveitando. Realmente existe a Academia Aérea americana, como mostrada no filme, que surgiu no intuito de ensinar táticas de combate aos pilotos de caça, todavia, conforme documentário incluso no DVD, não existe o troféu apresentado no filme, pois conforme um dos comandantes: “os pilotos se matariam”.     A academia fica em Miramar (Califórnia), e o instrutor chefe é ninguém menos que o comandante Mike Viper Metcalf (Tom Skerritt), uma lenda da aviação de guerra, que lutou junto ao pai de Maverick — este, morreu há muito. Paira sobre o passado deste, que o sinistro veio a ocorrer devido o mesmo ser um tanto quanto “indisciplinado”. Maverick, convive com este fantasma. De modo que, quer ser tão bom quanto seu pai, ao mesmo tempo que procura seu lugar ao sol. Logo de cara, nossos colegas sabem sobre o campeonato para ver quem é melhor piloto. E conhecem ninguém menos que Iceman — O Homem de Gelo —, interpretado por Val Kilmer — que por incrível que pareça, foi obrigado a fazer o filme por obrigações contratuais. Os atritos começam. Iceman, é o oposto de Maverick — pensa duas vezes em tudo o que vai fazer —, é tão preciso em suas manobras, que por muitos é considerado por antecipação como o dono do troféu Top Gun — oh sim, eles terão seus nomes inscritos na placa dos melhores alunos da Academia também. Mas, Iceman não esteve cara a cara com um Mig-28 como Goose e Maverick. Em terra ou no ar, o encontro deles sempre é nitroglicerina pura, e as frases sarcásticas são tão precisas quanto um míssel lançado de seus jatos. Logo a seguir, veremos ambos no ar. Os melhores momentos do filme. Jeffrey L. Kimball caprichou mesmo na fotografia. Um ponto interessante, nenhum dos atores está usando protetor no capacete — o que é obrigatório na vida real, visto que, estão acima das nuvens, e sol bate direto em seus rostos —, já que, havia uma preocupação da Paramount de mostrar seus artistas para o público, e “como eles iriam ser reconhecidos, ocultos por aqueles protetores”, conforme informa o documentário em DVD. Os jatos cortam a tela de forma interessante — espero que tenhas tido a oportunidade de ter visto o filme no cinema. Porque se você já fica com frio na barriga vendo numa televisão de 21 polegadas, imagina com todos nós ficamos vendo estas cenas no telão dos cinemas do mundo todo. A trilha que incorpora o “pega” nos ares ficou a cargo de Kenny Loggins, e se chama Danger Zone (Zona de Perigo), nada mais apropriado. Mas, e quanto a Kelly McGills? Esperem meninos, ela logo aparece, numa cena em um bar. Onde nosso caro Maverick, tenta ganhar a menina — aqui chamada de Charlotte —, com uma das cantadas mais interessantes do cinema moderno. Ele canta em coro com outros pilotos o clássico You’ve Lost That Lovin’ Feeling — que veio a ser eternizado no Brasil pelo Legião Urbana no mais do que clássico também: Música Para a Acampamentos. Esta canção, inclusa não está no disco Top Gun, aparece só no cinema. Mas, a cantada não funciona. A garota está esperando um outro cara. Todavia, quem diz que Maverick aceita um não? Obviamente, o cara invade o banheiro feminino na tentativa de conquistá-la. Charlotte é uma mulher mais madura — isto fica, evidente na tela —, mas não deixa nada a dever as “lolitas” californianas. Ela pergunta-lhe se acaso seria piloto? Oh sim, sua resposta. Charlotte apenas sorri. O que ninguém espera, é que o cara leva outro fora. Mas, como, o cara é Tom Cruise, a menina deveria cair aos seus pés! Verdade, até os galãs tem seus maus dias. Ao sair do banheiro, Charlotte, no entanto aproxima-se de Goose e diz: — Seu amigo, foi maravilhoso. O cara fica de queixo caído. Esqueci de dizer: ambos tinham feito uma aposta, para ver se Maverick ficaria com ela aquela noite. Provavelmente, a menina escutou. O pior estava por vir. Depois de um fora histórico, na manhã seguinte, os pilotos são apresentados a uma instrutora civil, que irá avaliá-los e, será peça chave na decisão se estes ganharam seus “brevês”. Esta instrutora é ninguém menos que Charlotte. Maverick fica totalmente perdido quando a reconhece. A verdade é que, durante boa parte do filme, Charlotte finge não estar encantada por Maverick, e ele, luta mais para conquistá-la do que por qualquer troféu bobo. Outra cena antológica ocorre quando os dois discutem, por causa de uma manobra de Maverick. Este sobe em sua moto — uma máquina, que por muitos anos, sonhei em ter —, e a deixa falando sozinha. E quem pensa que a dama fica atrás, sai em perseguição do piloto. Cortam sinais fechados. E Maverick, ao descer da moto acusa: — E depois, diz que sou um irresponsável. Mas, olhe só como você dirige! Quando ela confessou estar apaixonada por ele, e o tão esperado beijo aconteceu. O instinto Cine Itajaí, estremeceu com aplausos, gritos, assovios. E é neste momento, quando os dois ficam a sós na casa dela, que entra no ar, o tema que para todo o sempre será lembrado o casal Maverick e Charlotte: Take My Breath Away (Leve Meu Fôlego Embora). Uma das canções mais tocadas em rádios AM/FM naquele ano, nos bailes, e tema de muitos casalzinhos que nasceram por aquela época. Se na terra, Maverick é um vitorioso, no ar, as coisas não estão lá tão bem. Um desastre vai mudar o rumo da sua história. Mas, quanto a isto, deixo para vocês descobrirem. Epílogo Depois, de Top Gun, muitos filmes apareceram sobre aviação num curto espaço de tempo. O mesmo ocorreu com Karatê Kid — o que havia de filmes sobre arte-marcial, não tava no gibi. Mas, tais como este, nenhum deixou lá grande recordação. Top Gun foi único, um marco do cinema moderno, e, mesmo passado mais de vinte anos, continua sendo um clássico inesquecível para todas as idades. Em tempo: voltando sobre os anos oitenta e aquelas lendas urbanas. Há muito, um amigo meu tinha um disco do Wham! — para quem não sabe, George Michael fazia parte do grupo. Talvez você não conheça o George Michael, mas digamos que ele seria o tal Justin da sua geração. Uma espécie de Fergie, mas precisamente, só que homem. Certa vez, giramos o disco pra trás. Sabe o que ouvimos? Uma mensagem, com voz monstruosa onde dizia: Eu sou o Mal! Eu sou o Mal! É verdade, juro. Qual era a faixa e o disco? Ah, bem, não me lembro. Mas outro dia, liguei para este meu amigo e toquei no assunto. Ele também jura que ouviu, e que outro amigo dele ouviu também. Mas, qual era o disco e a faixa. Ah, disso ele não se lembra. Apenas que, jogou fora o velho bolachão numa tarde de limpeza em meados dos anos 90. O que posso dizer: nem tudo era lenda, naquela época. Nem tudo. Espero apenas, que aquele disco, não esteja assombrando ninguém por aí. Por: Ricardo Steil — Itajaí/SC
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Creio eu — talvez, você também concorde —, que a toda a estupidez humana, está mais do que representada pela figura da guerra. Ganância, orgulho, ódio, violência contra outrem, descaso, estupidez, mesquinharia, estupros — sim, estes ocorrem no campo de batalha, incluindo aqui, crianças —, uso de alucinógenos, tudo isso, encontramos na pessoa deste flagelo, que vem a ser tão velho quanto à própria história da humanidade. Odeio guerras — tenho pavor a esta. Sei que brincava quando menino de soldado — como todo menino brinca. Mas, jamais, mesmo na minha inocência, apoiaria tamanha desgraça. Uma maldição que só traz prejuízos e infortúnios a nossa civilização — e, por incrível que pareça, vendida é, como se fosse a consagração dos heróis, um benefício para a humanidade. A guerra... os senhores da guerra... com suas inúmeras desculpas: necessário se faz derramar sangue para assim obtermos a paz... Estamos defendendo aquele pequeno país petrolífero de terroristas... Oh, por favor, não visamos os poços que lá existem, não visamos baratear a gasolina em nosso país, por favor, não pensem assim... É, esquecemos algumas minas na África, mas, o que vocês queriam que fizéssemos, sacrificássemos nossos soldados, tanques, a procura de uma ou duas... mil minas? Calhordas, patifes, animais sem alma e coração! As primeiras cenas de guerra que assisti — guerra de verdade, não de cinema —, foram às transmitidas pela Rede Globo — entre 1990 e 1991 —, precisamente a Guerra do Golfo — você deve estudar sobre ela hoje em dia. Bem, eu nunca estudei sobre esta: assisti a carnificina “ao vivo” pela televisão (gritos, mísseis, clarões em meio às trevas da noite). E a cada cena — seja dos iraquianos presos ou soldados americanos que sofreram nas mãos dos primeiros —, ficava chocado com a crueldade sem significado que ocorria (se é que a crueldade pode ter um motivo/significado). Por isso, hoje quero falar de um filme — que todo soldado, todo o senhor da guerra, todo o cidadão — deveria assistir pelo menos uma vez na vida — aviso, não é um filme leve, mais chocante e atormentado — lançado em 1971: Johnny Vai À Guerra (Johnny Got His Gun), na verdade, mais do que um filme: um grito contra toda e qualquer guerra. Primeiro o Romance Era para durar um mês, era para terminar logo, a Primeira Grande Guerra. E lá iam eles, jovens garotos ingleses para as cabines de alistamento, levando consigo a propaganda de que aquele campo, aquelas trincheiras, eram locais de heroísmo, bravura, aventura e emoção. Mas, a guerra não terminou em um mês... nem nos próximos trinta, sessenta, noventa dias consecutivos, ela prosseguiu. E lá estava, toda uma geração de meninos, em meio a trincheiras, tendo ratos correndo aos seus pés, com febre, doenças, matando para não serem mortos — o lado oposto, também assim pensava. Quando o horror terminou, quando os corpos que ainda podiam ser enterrados, assim foram. O mundo hasteou a bandeira — tampou ouvidos, fechou os olhos para o horror, e continuou em frente, sem levar consigo lembranças daqueles dias, ou pelo menos, fingindo já não mais lembrar de tais. Hollywood também emudeceu — fez-se cego e surdo —, isto é, até que 1924 os grandes produtores souberam de uma peça chamada O Preço da Glória de Maxwell Anderson e Laurence Stallings, que fizera enorme sucesso, e, resolveram investir suas fichas em produções que retratassem “os áureos tempos de bravura”. Claro, que por mais realista que parecessem estas películas — algumas muito, mas, muito boas, como no caso de Wings (Asas), o momento máximo de Clara Bow como atriz, e Sem Novidade No Front — o sofrimento vivido, a dor, não eram expostos até a medula. E assim, seria por muito tempo. Numa manhã qualquer, um jovem inglês — nascido em 1905 — de nome Dalton Trumbo é tomado de sobressalto por um artigo no jornal, que relata a visita a um hospital de veteranos da guerra pelo príncipe Wales, que desejava conhecer um soldado em especial. O que havia de tão especial assim neste? Bem, o mesmo perdera todos os membros e sentidos durante a guerra, e jazia sobre uma cama tinha anos no Canadá. Tendo por fio condutor esta idéia, Dalton escreveu o maior manifesto pacifista que se tem notícia até hoje, intitulado Johnny Vai À Guerra (Johnny Got His Gun, em inglês no original) — algo que Roger Walters, tentou fazer quando ainda membro do Pink Floyd, no muito criticado Final Cut. O título tem um significado mais forte em língua materna, pois, era usado para incentivar a juventude americana — isto no final do século dezenove —, a se alistarem — podemos traduzir como: Joãozinho Pegue Aquela Arma, ou algo semelhante. Sucesso imediato de crítica e público, fez com que seu autor ganhasse um grande prêmio literário — ironicamente, dois dias após receber este, uma nova guerra explodia — tão aterradora e cruel quanto a de 1914 —, o mundo não ouvira a mensagem. Tal como o personagem de Trumbo, as nações estavam cegas, surdas e mudas. O resultado seria o Holocausto, as bombas nucleares, logo mais, a Guerra Fria, da Coréia, Vietnã... Enquanto o mundo “enlouquecia”, o Governo acusava Dalton de “comunista”, e durante anos, veio a ser perseguido por este. Entre investigações, depoimentos, foi levando a sua vida, contribuindo para com a sétima arte em obras como Spartacus e A Princesa e o Plebeu — sua habilidade como escritor, fora-lhe muito útil enquanto roteirista, garantido-lhe o sustento. Mas, a necessidade de alerta o mundo para o horror das guerras, ainda gritava dentro de seu peito. E o grito tornou-se insuportável naquele ano de 1971, quando a claquete fez audível, e como diretor ele pediu: silêncio no estúdio... gravando. Imagens Que Valem Mais Do Que Palavras — Sinopse Você conhece aquele velho ditado: “uma imagem vale mais do que mil palavras”? Pois, Johnny Vai À Guerra (1971), pode ser exemplo para tal. Trumbo adaptou o livro escrito por ele em 1939 para a tela — conheço os dois. Sinceramente, o romance fica no chinelo quando transportado para o filme. As cenas tornaram-se ricas, mais emocionantes. Parte graças a uma idéia genial (o que tecnicamente chamamos de dois planos): o presente, o sofrimento atual vivido pelo personagem, é representado em preto e branco. Enquanto suas alucinações, flashbacks, sonhos, surgem em cores. E você reza para que a tela mantenha-se colorida, pois, o presente é aterrador: um torso apenas em uma cama, cercado de médicos. Um ser humano vivo, preso dentro de si, sem braços, pernas, olhos, ouvidos — nada. Ele sente tocarem em seu corpo, ou melhor, no que resta do seu corpo, mas não há meio de se comunicar. E o desespero só aumenta, enquanto conhecemos como o fato ocorreu, através de suas memórias. Estando em meio da guerra, Joe Bonham (nome completo do personagem) tenta fugir de uma trincheira no intuito de não ser morto. Porém, antes assim fosse, pois, ao pisar numa mina, seu jovem corpo é reduzido a quase nada. Como dito anteriormente: seus braços, pernas, foram arrancados. Sua face destruída (a mina arrancou seu maxilar). Está cego, surdo e mudo também. Quando aquele resto de ser humano chega ao hospital — dá arrepios só de recordar a cena. Faço aqui, uma confissão: assisti o filme uma única vez, de tão chocante que este foi —, os médicos não sabem o que fazer, pois, não há meio de saber se ele está vivo ou em coma profundo. De modo que, este passa a ser mais um objeto de curiosidade/estudo, do que um paciente na verdade. Os dias transcorrem. Certa manhã, o soldado acorda — todavia, não há meio de informar aos que estão ao seu redor que ele não está em coma, pois, vê-se preso em seu próprio corpo. O desespero é imenso. O suicídio parece à única fuga. Mas, até isto dele foi tirado, fora-lhe feito uma traqueostomia. Explico: os médicos fizeram uma pequena abertura na traquéia do paciente. Logo depois, introduziram nesta um pequeno tubo, geralmente de plástico, possibilitando assim a passagem de ar. Como, o personagem não tinha braços, não havia meio de tirar esta, o sufocamento torna-se impossível. Sem possibilidades de escapar da sua prisão, resta apenas a ele relembrar sua vida — aqui entram as cores — até o fatídico dia. Conhecemos o menino sorridente e sua família. A linda namorada. Seus sonhos. O porque alistou-se: “queria lutar pelo bem da pátria”, a destruição do seu corpo. Entre suas memórias, Joe passa a ter delírios. Outro flagelo a atormentar-lhe em sua própria prisão. Certa manhã, nota que pode movimentar o que sobrou-lhe da cabeça e, tenta se comunicar com o mundo exterior golpeando-a sem piedade contra a cama, enviando um S.O.S. contínuo, até a exaustão. É a cena mais marcante do filme. A enfermeira ao seu lado na cama, vendo-o contorcer-se desesperadamente. Leva tempo, até perceberem o que ele quer dizer. Os médicos pensam ser convulsões. Isto é, até o momento que notam serem um tanto quanto sincronizadas aquelas batidas. Quando consegue resposta e, fica sabendo o que lhe ouve, faz um apelo: que o mostrem ao mundo, no intuito de conscientizar a humanidade do quão horrível é a guerra, ou que o matem, pois, não suporta mais ficar preso dentro de si. Premiada em Cannes no ano de 1971 (Prêmio Especial do Júri/Prêmio da Crítica), a película foi banida do nosso país em tempos de Ditadura — os militares não gostaram nada do que viram. As poucas fitas que rodaram por aqui, eram contrabandeadas, ou cópias de cópias de cópias — a maioria das vezes sem legenda. O que em si, não tirava o poder das imagens. Hoje, a obra-prima de Trumbo está disponível em DVD — o preço ainda é meio salgado, mas dá pra ser encontrado via Internet. Em agosto deste ano. Johnny Vai À Guerra, foi eleito pela revista Aventuras Na História (Editora Abril), um dos cem maiores filmes de guerra de todos os tempos. Ficou em centésima posição, sendo que a revista abre com Apocalipse Now (retrato da loucura da desumanização dos soldados). Nada mais justo: ambos refletem que a guerra não leva a lugar nenhum. A lugar nenhum mesmo. Descanse em paz, Joe. Descanse em paz. Colaboração: Ricardo Steil — Itajaí/SC
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  Título Original: Luci del Varietà Ano/País/Gênero/Duração: 1950 / Itália / Drama / 93min Direção: Federico Fellini e Alberto Lattuada Produção: Alberto Lattuada     Roteiro: Federico Fellini Fotografia: Otello Martelli Música: Felice Lattuada   Elenco     Peppino De Filippo     ...     Checco Dal Monte Carla Del Poggio    ...     Liliana 'Lily' Antonelli Giulietta Masina    ...     Melina Amour John Kitzmiller    ...     Trumpet player Johnny Dante Maggio    ...     Remo Checco Durante    ...     Theater Owner Gina Mascetti    ...     Valeria del Sole Giulio Calì    ...     Magician Edison Will Silvio Bagolini    ...     Bruno Antonini Giacomo Furia    ...     Duke Mario De Angelis    ...     Maestro Vanja Orico    ...     Gypsy Singer Enrico Piergentili    ...     Melina's Father Renato Malavasi    ...     Hotelkeeper Joseph Falletta    ...     Pistolero Bill   Sinopse     Uma trupe de saltimbancos liderada por Checco (Peppino De Filippo) percorre a Itália. Liliana (Calr Del Pogio), uma jovem interiorana, sonha em ser atriz, e para isso seduz Checco para conseguir entrar na trupe. Isso causa o ciúme de Melina Amour (Giulietta Masina) e o grupo entra em guerra.   Curiosidades   - Estréia de Fellini na direção.     Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.     Legendas     Imagens  
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Título Original: They All Kissed the Bride Ano/País/Gênero/Duração: 1942 / EUA / Comédia / 85min Direção: Alexander Hall Produção: Edward Kaufman Roteiro: Andrew Solt e Gina Kaus Fotografia: Joseph Walker     Música: Werner R. Heymann Elenco Joan Crawford ...     Margaret J. 'M.J.' Drew Melvyn Douglas    ...     Michael 'Mike' Holmes Roland Young    ...     Marsh Billie Burke ...     Mrs. Drew Allen Jenkins    ...     Johnny Johnson Andrew Tombes    ...     Crane Helen Parrish    ...     Vivian Drew Emory Parnell    ...     Mahoney Mary Treen    ...     Susie Johnson Nydia Westman    ...     Lewis - M.J.'s Secretary Ivan F. Simpson    ...     Dr. Cassell Roger Clark    ...     Stephen Pettingill Edward Gargan    ...     Private policeman Sinopse Margaret (Joan Crawford) é uma mulher tirânica, que controla a todos com mãos de ferro. Após descobrir que um escritor tenciona escrever uma biografia sobre seu pai, ela vai ao seu encontro para tentar impedir, já que ele foi um homem extremamente inescrupuloso. Curiosidades - Carole Lombard estava escalada para este filme, mas devido a sua morte repentina, teve que ser substituída por Crawford. Imagens
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Título Original: Reunion in France Ano/País/Gênero/Duração: 1942 / EUA / Drama Guerra Romance / 104min Direção: Jules Dassin Produção: Joseph L. Mankiewicz Roteiro: Ladislas Bus-Fekete, Jan Lustig, Marvin Borowsky, Marc Connelly, Charles Hoffman Fotografia: Robert H. Planck Música: Franz Waxman Elenco Joan Crawford ...     Michelle 'Mike' de la Becque John Wayne ...     Pat Talbot Philip Dorn    ...     Robert Cortot Reginald Owen    ...     Schultz, Gestapo agent. Albert Bassermann    ...     General Hugo Schroeder John Carradine    ...     Ulrich Windler Anne Ayars    ...     Juliette Pinot J. Edward Bromberg    ...     Durand Moroni Olsen    ...     Paul Grebeau Henry Daniell    ...     Emile Fleuron Howard Da Silva    ...     Anton Stregel Charles Arnt    ...     Honore, Robert's butler Morris Ankrum    ...     Martin Edith Evanson    ...     Genevieve Ernst Deutsch    ...     Captain occupying Michelle's house Ava Gardner ...     Marie, a salesgirl Sinopse Michele de la Becque (Joan Crawford), uma francesa, esconde em seu apartamento um piloto americano que foi ferido em combate contra os alemães. Enquanto isso, ela tentará retirá-lo à salvo até seu país. Imagens
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Título Original: Daisy Kenyon Ano/País/Gênero/Duração: 1947 / EUA / Drama / 99min Direção: Otto Preminger Produção: Otto Preminger     Roteiro: David Hertz e Elizabeth Janeway Fotografia: Leon Shamroy Música: David Raksin Elenco Joan Crawford ...     Daisy Kenyon Dana Andrews ...     Dan O'Mara Henry Fonda ...     Peter Lapham Ruth Warrick    ...     Lucille O'Mara Martha Stewart    ...     Mary Angelus Peggy Ann Garner    ...     Rosamund O'Mara Connie Marshall    ...     Marie O'Mara Nicholas Joy    ...     Coverly Art Baker    ...     Lucille's Attorney Mae Marsh    ...     Woman Leaving Apartment Sinopse Daisy Kenyon (Joan Crawford) é a amante de Dan (Dana Andrews), um advogado famoso e rico. Apesar de amá-lo, ela já perdeu a esperança de que ele fique com ela, pois ele já é casado e não pretende se divorciar. Cansada, ela decide se separar. Acaba conhecendo Peter (Henry Fonda), um militar viúvo e solitário. Peter se apaixona por Daisy, e mesmo sabendo de seu envolvimento com Dan, a pede em casamento. Após o casamento, Dan volta, e Peter teme que ela o abandone. Curiosidades - Otto Preminger disse durante uma entrevista em 1970 que não se lembrava deste filme. Imagens
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Título Original: Flamingo Road Ano/País/Gênero/Duração: 1949 / EUA / Drama Romance / 94min Direção: Michael Curtiz Produção: Jerry Wald Roteiro: Edmund H. North e Robert Wilder Fotografia: Ted D. McCord Música: Max Steiner Elenco Joan Crawford ...     Lane Bellamy Zachary Scott    ...     Fielding Carlisle Sydney Greenstreet    ...     Sheriff Titus Semple David Brian    ...     Dan Reynolds Gladys George    ...     Lute Mae Sanders Virginia Huston    ...     Annabelle Weldon Fred Clark    ...     Doc Waterson Gertrude Michael    ...     Millie Alice White ...     Gracie Sam McDaniel    ...     Boatright Tito Vuolo    ...     Pete Ladas Sinopse Lane Bellamy (Joan Crawford), uma dançarina, vai parar em uma pequena cidade do inteior governada pelo corrupto Titus Semple (Sydney Greenstreet). Lá chegando, ela se envolve com o xerife local, cuja carreira é dirigida por Semple. Vendo em Lane uma ameaça, Semple planeja uma maneira de coloca-la para fora da cidade. Curiosidades - O filme foi concebido para Ann Sheridan, que recusou o convite para participar. Imagens
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Título Original: Harriet Craig Ano/País/Gênero/Duração: 1950 / EUA / Drama / 94min Direção: Vincent Sherman Produção: William Dozier Roteiro: Anne Froelich e James Gunn Fotografia: Joseph Walker     Música: George Duning Elenco Joan Crawford ...     Harriet Craig Wendell Corey    ...     Walter Craig Lucile Watson    ...     Celia Fenwick Allyn Joslyn    ...     Billy Birkmire William Bishop    ...     Wes Miller K.T. Stevens    ...     Clare Raymond Viola Roache    ...     Mrs. Harold Raymond Greenleaf    ...     Henry Fenwick Ellen Corby    ...     Lottie Sinopse Harriet Craig (Joan Crawford) é uma mulher extremamente dominadora. Entre aqueles que ela trata como objetos estão seu marido (a quem ela mentiu dizendo que não pode ter filhos), seu primo (que ela trata como secretário) e seus empregados, que são tratados como escravos. Imagens
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Título Original: This Woman Is Dangerous Ano/País/Gênero/Duração: 1952 / EUA / Drama / 100min Direção: Felix E. Feist Produção: Robert Sisk Roteiro: Bernard Girard e Daniel Mainwaring Fotografia: Ted D. McCord Música: David Buttolph Elenco Joan Crawford ...     Elizabeth 'Beth' Austin Dennis Morgan    ...     Dr. Ben Halleck David Brian    ...     Matt Jackson Richard Webb    ...     James A. Franklin Mari Aldon    ...     Ann Jackson Philip Carey    ...     Will Jackson Ian MacDonald    ...     Joe Grossland, Private Eye George Chandler    ...     Dr. Bill Ryan Katherine Warren    ...     Mrs. Millican, Dr. Halleck's Nurse William Challee    ...     Ned Shaw Sherry Jackson    ...     Susan Halleck Stuart Randall    ...     Detective. McGill Douglas Fowley    ...     Saunders, Gambling House Prorietor Kenneth Patterson    ...     Dr. Louis Nesburn, Oculist Harry Tyler    ...     Mike, Florist Sinopse Beth Austin (Joan Crawford), amante de um gangster, descobre que está com um problema que poderá levá-la a cegueira e viaja para se tratar em um hospital. Lá chegando, acaba se envolvendo e se apaixonando pelo médico local. Seu amante descobre, e ela tem que se afastar de seu amor, para que nada lhe aconteça. Curiosidades - Dos filmes que fez, este era o que Joan Crawford menos gostava. Imagens
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Título Original: Torch Song Ano/País/Gênero/Duração: 1953 / EUA / Romance / 90min Direção: Charles Walters Produção: Henry Berman Roteiro: John Michael Hayes, Jan Lustig, I.A.R. Wylie Fotografia: Robert H. Planck Música: Adolph Deutsch Elenco Joan Crawford ...     Jenny Stewart Michael Wilding    ...     Tye Graham Gig Young    ...     Cliff Willard Marjorie Rambeau    ...     Mrs. Stewart Harry Morgan    ...     Joe Denner Dorothy Patrick    ...     Martha James Todd    ...     Philip Norton Eugene Loring    ...     Gene, the Dance Director Paul Guilfoyle    ...     Monty Rolfe Benny Rubin    ...     Charles Maylor Peter Chong    ...     Peter Maidie Norman    ...     Anne Nancy Gates    ...     Celia Stewart Chris Warfield    ...     Chuck Peters Rudy Render    ...     Singer at Party Sinopse Jenny Stewart (Joan Crawford) é uma estrela de um musical da Broadway. Perfeccionista, ela enlouquece os colegas de trabalho. Jenny se ofende quando seu novo pianista Tye (Michael Wilding) critica seus modos de agir. Curiosidades - O filme marcou o retorno de Joan Crawford a MGM após uma ausência de 10 anos. - Joan Crawford foi dublada cantando por Índia Adams. - O filme foi apresentado como sendo o primeiro de Joan Crawford em Technicolor, mas na verdade ela já havia aparecido em um filme em cores em 1939,  em Ice Follies . Imagens
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Título Original: Female on the Beach   Ano/País/Gênero/Duração: 1955 / EUA / Policial Drama Suspense Romance / 97min Direção: Joseph Pevney Produção: Albert Zugsmith Roteiro: Robert Hill Fotografia: Charles Lang Música: Heinz Roemheld e Herman Stein Elenco Joan Crawford ...     Lynn Markham Jeff Chandler ...     Drummond Hall Jan Sterling    ...     Amy Rawlinson Cecil Kellaway    ...     Osbert Sorenson Judith Evelyn    ...     Eloise Crandall Charles Drake    ...     Police Lieutenant Galley Natalie Schafer    ...     Queenie Sorenson Stuart Randall    ...     Frankovitch Marjorie Bennett    ...     Mrs. Murchison Sinopse Lynn Markham (Joan Crawford), uma mulher de meia idade, se apaixona por um homem bem mais jovem. Logo surge a dúvida se ele realmente a ama ou está interessado apenas em seu dinheiro. Ela vai para a casa de praia onde seu marido faleceu, empurrado no precipício. Curiosidades - A própria Joan Crawford escolheu seu parceiro Jeff Chandler para o filme. Imagens
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A história de dois amantes separados pelo tempo. Deitado em minha cama, eu repito, eterna e sempre, o nome dela. Ellise McKenna. Vejo seu rosto, estou ao seu lado, numa noite de julho de 1912. Preciso acreditar que é possível. Preciso acreditar que vejo e sinto-a junto a mim. (Diálogo imaginário de Richard Collier) Eu tenho uma mania estranha. Guardo fotos antigas. Não importa de quem. Não me importa também a idade. Jovens, velhos, bonitos, feios, parentes, famosos, nem tão... Guardo-os. Gosto de visualizar o intocável de um sentimento preso em uma foto, em um papel em tons de sépia envelhecido. Talvez por isso, temáticas de volta ao passado me atraem tanto. Assim ocorre todas as vezes que revejo ou leio “Em algum lugar do passado”. A história é teoricamente simples: ao ensaiar sua primeira peça, Richard recebe um relógio de uma senhora idosa, que lhe pede que retorne para ela. Anos se passam, e o escritor teatral está com 36 anos, descobriu recentemente um tumor no cérebro e anda deprimido, sem criatividade para escrever uma nova peça. Decide largar tudo durante um tempo. Em seu caminho está o Grande Hotel, que com sua suntuosidade, chama-lhe a atenção. Lá decide ficar por uma noite. Visita uma exposição de peças antigas do hotel, e se depara com uma imagem que o fascina. Ellise McKenna. Uma atriz que apresentara neste mesmo hotel uma peça. Richard descobre que se passaram quase 70 anos desde que a foto fora tirada. Seria possível apaixonar-se por uma imagem de alguém que não mais existe a não ser em fotos e memórias? Ele se apaixona, e vai contra todas as regras absolutas ou imaginárias, para viajar no tempo e ter aquela que ama pelo menos uma vez. Em suas pesquisas, descobre que realmente esteve no passado, e que a mulher que lhe dera o relógio era a própria Ellise McKenna. Estamos falando do livro de Richard Matheson, narrado em primeira pessoa por Robert Collier, irmão de Richard que encontrara seu diário, e pelo próprio Richard, que contara suas últimas experiências. Em algum lugar do passado conta a trágica história de dois amantes separados pelo mais comovente dos inimigos: o tempo. Sob a direção do fraco Jeannot Szwarc, e sob o roteiro do mesmo Richard Matheson, o filme foi levado às telas em 1980, tendo nos papéis principais Christopher Reeve (Superman) e Jane Seymour. Belos e promissores atores. Na adaptação para as telas, algumas mudanças foram verificadas. A doença fatal de Richard foi sublimada. No livro, isto traz uma opção ao leitor de decidir se Richard, abalado com a morte eminente, teria imaginado uma história de amor que nunca vivera para si mesmo. Já na versão cinematográfica, tal fato importante retirado tirou dos espectadores a possibilidade de decidir ser ilusão ou não, dando, ao mesmo tempo algo de trágico à ocasião, já que vemos um jovem bonito e com um futuro imenso pela frente definhar em depressão por causa de um amor, jogando sua vida fora por causa dele. Personagens foram acrescentados, como Arthur, o simpático senhor do Hotel, que reconhece Richard (pois o teria vista aos 5 anos), e que acaba formando um elo entre o passado e o presente. Ótica claramente utilizada para comprovar que realmente, e não imaginativamente, Richard esteve no passado. Outros foram retirados, como o narrados Robert, que nem ao menos é citado. Um dos vazios deixados pelo roteiro é sobre o relógio entregue por Ellise a Richard e posteriormente entregue por ela a ele. De onde, afinal, teria vindo? O relógio é, pois, um artigo de época, que fica claro no momento em que ele viaja no tempo para encontrar sua amada. Mas ao mesmo tempo atemporal, já que ela recebe o mesmo das mãos de Richard. Tendo seguido o livro, ficaria claro que Ellise o teria dado duas vezes para o amado, que em seu retorno para o futuro, o teria deixado em suas mãos. Proposital ou não, tal fato culmina numa pergunta jamais respondida: no filme, de onde vem, afinal, o relógio? Dentre as boas surpresas da película está a trilha sonora de John Barry, com a bela música “Rhapsody on a theme of Paganini, solado ao piano de Chet Swiathowsky (Rachmaninoff) atravessando nossos miolos constantemente durante todo o período. Apesar do público cair de boca na história romântica, os críticos foram quase unânimes  em massacrá-lo. Se é verdade que toda massa é burra, creio estarmos em um impasse neste caso, já que tanto a massa que assiste a um filme por prazer, quanto a crítica mantiveram posições opostas. O fato é que, Em algum lugar do Passado teve uma produção estimada em US$ 5 milhões, fraca para os padrões da época, não agradando a gregos e troianos, mas tornando-se, ao longo dos anos, um dos maiores clássicos românticos.  E para alguém que, como eu, viaja em memórias nunca vividas, um bom momento de reflexão sobre os poucos momentos vividos, e que valeriam uma vida inteira.
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Título Original: Hello, Frisco, Hello Ano/País/Gênero/Duração: 1943 / EUA / Comédia Musical / 99min Direção: H. Bruce Humberstone Produção: Milton Sperling Roteiro: Robert Ellis, Helen Logan e Richard Macauly Fotografia: Charles G. Clarke e Allen M. Davey Música: Charles Henderson Elenco Alice Faye ...     Gertrude 'Trudy' Evans John Payne    ...     Johnny Cornell Jack Oakie ...     Dan Daley Lynn Bari    ...     Bernice Croft Laird Cregar    ...     Sam Weaver June Havoc    ...     Beulah Clancy Ward Bond    ...     Sharkey Aubrey Mather    ...     Douglas Dawson John Archer    ...     Ned Clark Frank Orth    ...     Lou, Bartender at Sharkey's George Lloyd    ...     Foghorn Ryan - Proprietor Frank Darien    ...     Missionary Harry Hayden    ...     Burkham Eddie Dunn    ...     Forman of renovation crew Charles Cane    ...     O'Riley, Policeman Sinopse Um grupo de teatro da vaudeville se apresenta em San Francisco, em 1915, durante a explosão entre o Panamá e o Pacífico. Curiosidades - O filme foi um dos grandes sucessos do ano. Prêmios - Oscar de Melhor Canção Original — Harry Warren e Mack Gordon (por "You'll Never Know"). Imagens
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Título Original: You Can't Have Everything Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / EUA / Musical / 100min Direção: Norman Taurog Produção: Darryl F. Zanuck Roteiro: Gregory Ratoff, Harry Tugend Fotografia: Lucien N. Andriot Música: Mack Gordon Elenco Alice Faye ...     Judith Poe Wells The Ritz Brothers    ...     Themselves Don Ameche ...     George Macrae Charles Winninger    ...     Sam Gordon Gypsy Rose Lee    ...     Lulu Riley David Rubinoff    ...     Himself Arthur Treacher    ...     Bevins Tony Martin    ...     Bobby Walker Phyllis Brooks    ...     Evelyn Moore Wally Vernon    ...     Jerry Tip Tap & Toe    ...     Specialty Dancers Louis Prima    ...     Orchestra Leader George Humbert    ...     Tony Romano Jed Prouty    ...     Mr. Whiteman Dorothy Christy    ...     Blonde Sinopse Judith Wells (Alice Faye) é uma atriz pobre. Ela conhece um escritor famoso e rico, George Macrae (Don Ameche), que oferece a ela um papel em sua peça, só para conquistá-la. Curiosidades - O filme estréia do Gypsy Rose Lee. Imagens
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Título Original: Sing, Baby, Sing Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Musical / 90min Direção: Sidney Lanfield Produção: Darryl F. Zanuck Roteiro: Milton Sperling e Harry Tugend Fotografia: J. Peverell Marley Música: Cyril J. Mockridge   Elenco Alice Faye ...     Joan Warren Adolphe Menjou ...     Bruce Farraday Gregory Ratoff    ...     Nicholas K. Alexander Ted Healy    ...     Al Craven Patsy Kelly    ...     Fitz Michael Whalen    ...     Ted Blake Al Ritz    ...     Al Ritz Jimmy Ritz    ...     Jimmy Ritz Harry Ritz    ...     Harry Ritz Montagu Love    ...     Robert Wilson Dixie Dunbar    ...     Telephone Operator Douglas Fowley    ...     Mac Paul Stanton    ...     Brewster Tony Martin    ...     Tony Renaldo Sinopse Nicholas (Gregory Ratoff), agente da cantora Joan Warren (Alice Faye) sempre mete-a em apuros quando tenta levantar sua carreira. Imagens
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Título Original: The Rise of Catherine the Great Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / Inglaterra / Drama Biografia / 95min Direção: Paul Czinner Produção: Alexander Korda Roteiro: Lajos Biro, Marjorie Deans, Melchior Lengyel, Arthur Wimperis Fotografia: Georges Périnal     Música: Ernst Toch Elenco: Douglas Fairbanks Jr. ... Grand Duke Peter Elisabeth Bergner ... Catherine Flora Robson ... Empress Elisabeth Gerald du Maurier ... Lecocq Irene Vanbrugh ... Princess Anhalt-Zerbst Joan Gardner ... Katushienka Dorothy Hale ... Countess Olga Diana Napier ... Countess Vorontzova Griffith Jones ... Grigory Orlov Gibb McLaughlin ... Bestujhev Clifford Heatherley ... Ogarev Laurence Hanray ... Goudovitch Allan Jeayes ... Col. Karnilov Sinopse Catarina (Elisabeth Bergner), uma princesa alemã, chega à Russia para casar-se como Grão Duque Pedro (Douglas fairbanks Jr.),  um principe louco. O seu comportamento e traições, fazem com que ela mude a forma de vê-lo. Diante da loucura do marido, ela terá que assumir o trono. Baseado na vida de Catarina, a Grande. Download:   Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas somente em espanhol Imagens
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Título Original: The Private Life of Don Juan Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Biografia Comedia Drama Romance / 89min Direção: Alexander Korda Produção: Alexander Korda Roteiro: Henry Bataille e Frederick Lonsdale Fotografia: Georges Périnal     Música: Ernst Toch Elenco Douglas Fairbanks ...     Don Juan Merle Oberon    ...     Antonita Bruce Winston    ...     Cafe Manager Gina Malo    ...     Pepita Benita Hume    ...     Dona Dolores Binnie Barnes    ...     Rosita Melville Cooper    ...     Leporello Owen Nares    ...     Antonio Martinez Heather Thatcher    ...     Anna Dora Diana Napier    ...     A Lady of Sentiment Joan Gardner    ...     Carmen Gibson Gowland    ...     Don Alfredo Barry MacKay    ...     Rodrigo, the Impostor Claud Allister    ...     The Duke Athene Seyler    ...     Theresa Elsa Lanchester ...     Maid Sinopse Don Juan, o preferido das mulheres, está envelhecendo. Ele chega a sevilha, secretamente, após uma ausência de 20 anos. Dolores, sua esposa, de quem esteve afastado, ainda o ama, mas ele se recusa a vê-la e ela teme seu suicídio. Fingindo ter se matado, ele tentará escapar da cadeia. Curiosidades - Último filme de Douglas Fairbanks. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas somente em espanhol   Imagens
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Título Original: Ivan Groznyy II: Boyarsky zagovor Ano/País/Gênero/Duração: 1958 / União Soviética / Historia Drama / 88min Direção: Sergei Eisenstein e M. Filimonova Produção: Sergei Eisenstein Roteiro: Sergei Eisenstein Fotografia: Andrei Moskvin e Eduard Tisse Música: Sergei Prokofiev Elenco: Nikolai Cherkasov     ...     Czar Ivan IV Serafima Birman    ...     Boyarina Efrosinia Staritskaya Pavel Kadochnikov    ...     Vladimir Andreyevich Staritsky Mikhail Zharov    ...     Czar's Guard Malyuta Skuratov Amvrosi Buchma    ...     Czar's Guard Aleksei Basmanov Vsevolod Pudovkin    ...     Nikolay Mikhail Kuznetsov    ...     Fyodor Basmanov Aleksandr Mgebrov    ...     Novgorod's Archbishop Pimen Andrei Abrikosov    ...     Archbishop Philip Vladimir Balashov    ...     Pyotr Volynets Erik Pyryev    ...     Ivan IV as a boy Mikhail Nazvanov    ...     Prince Andrei Kurbsky Pavel Massalsky    ...     King Sigismund of Poland Ada Vojtsik    ...     Elena Glinskaya, Ivan's Mother Sinopse Ivan, o Terrível,tenta consolidar seu poder, criando um exército pessoal que usará contra seus rivais políticos, que tentam uma conspiração para assassinar seu Czar. Como Ivan, o Terrível, tenta consolidar seu poder, criando um exército pessoal, seus rivais políticos, os boiardos russos, conspiração para assassinar o seu czar Curiosidades - O filme chegou a ser proibino na União Soviética. - As seqüências em cores foram filmadas usando Bi-Color, uma forma primitiva experimental de filme colorido que tem apenas tons de azul e vermelho, produzindo um efeito nitidamente abstrato. Imagens
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Título Original: Ivan Groznyy I Ano/País/Gênero/Duração: 1944 / União Soviética / Historia Drama / 103min Direção: Sergei Eisenstein e M. Filimonova Produção: Sergei Eisenstein Roteiro: Sergei Eisenstein Fotografia: Andrei Moskvin e Eduard Tisse Música: Sergei Prokofiev Elenco: Nikolai Cherkasov ... Czar Ivan IV Lyudmila Tselikovskaya ... Czarina Anastasia Romanovna Serafima Birman ... Boyarina Efrosinia Staritskaya Mikhail Nazvanov ... Príncipe Andrei Kurbsky Mikhail Zharov ... Guarda Malyuta Skuratov Amvrosi Buchma ... Guarda Aleksei Basmanov Mikhail Kuznetsov ... Fyodor Basmanov Pavel Kadochnikov ... Vladimir Andreyevich Staritsky Vsevolod Pudovkin ... Nikolay Sinopse Em 1547, Ivan IV, arquiduque de Moscovo, se auto proclama Czar da Rússia. Segue sua coroação, casamento com Anastasia, sua campanha contra os tártaros em Kazan, a sua doença e recuperação eas campanhas. Ivan habilmente consegue consolidar seu poder. Curiosidades - Sequência em 1958. - Foram necessários mais de três anos para ser finalizado. Imagens
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Título Original: Stachka Ano/País/Gênero/Duração: 1925 / União Soviética / Drama Historia / 82min Direção: Sergei M. Eisenstein. Produção: Boris Mikhin. Roteiro: Sergei M. Eisenstein, Grigori Aleksandrov, Ilya Kravchunovsky. Fotografia: Vasili Khvatov, Vladimir Popov, Eduard Tisse. Elenco Maksim Shtraukh     ...     Police Spy Grigori Aleksandrov    ...     Factory Foreman Mikhail Gomorov    ...     Worker I. Ivanov    ...     Chief of Police Ivan Klyukvin    ...     Revolutionary Aleksandr Antonov    ...     Member of Strike Committee Yudif Glizer    ...     Queen of Thieves Sinopse Uma das obras primas de Sergei Eisenstein, mostra a greve ocorrida em 1912 na Tsarist Rússia, quando ocorreu o conflito entre operários e polícia. Curiosidades - Filme mudo. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas Imagens
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Título Original: Days of Wine and Roses Ano/País/Gênero/Duração: 1962 / EUA / Drama Romance / 117min Direção: Blake Edwards Produção: Martin Manulis Roteiro: J.P. Miller Fotografia: Philip H. Lathrop Música: Henry Mancini Elenco Jack Lemmon ...     Joe Clay Lee Remick    ...     Kirsten Arnesen Clay Charles Bickford    ...     Ellis Arnesen Jack Klugman    ...     Jim Hungerford Alan Hewitt    ...     Rad Leland Tom Palmer    ...     Ballefoy Debbie Megowan    ...     Debbie Clay Maxine Stuart    ...     Dottie Jack Albertson    ...     Trayner Ken Lynch    ...     Liquor Store Proprietor Sinopse Joe Clay (Jack Lemmon), um relações públicas, vai a muitas festas, devido ao seu trabalho, e lá acaba bebendo. O que seria uma diversão acaba se tornando um vício, quando sua esposa também começa a beber com ele. Curiosidades - Oscar de Melhor canção original (Days of Wine and Roses). Imagens
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Título Original: Maytime Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / EUA / Romance Musical / 132min Direção: Robert Z. Leonard Produção: Robert Z. Leonard e Hunt Stromberg Roteiro: Noel Langley Fotografia: Oliver T. Marsh Elenco Jeanette MacDonald ...     Marcia Mornay Nelson Eddy ...     Paul Allison John Barrymore ...     Nicolai Nazaroff Herman Bing    ...     August Archipenko Tom Brown    ...     Kip Stuart Lynne Carver    ...     Barbara Roberts Rafaela Ottiano    ...     Ellen Charles Judels    ...     Cabby Paul Porcasi    ...     Trentini Sig Ruman    ...     Fanchon Walter Kingsford    ...     Mr. Rudyard Guy Bates Post    ...     Louis Napoleon Sinopse A bela Márcia (Jeanette MacDonald), uma jovem cantora de ópera, aceita casar-se com Nicolai Nazaroff (John Barrymore), um homem idoso e ciumento. Ao encontrar o estudante Paul (Nelson Eddy), Marcia cai de amores por ele, mas já é tarde demais. Curiosidades - Para Jeanette MacDonald, este era seu filme favorito. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas Imagens
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Título Original: Sweethearts Ano/País/Gênero/Duração: 1938 / EUA / Musical / 114min Direção: W.S. Van Dyke Produção: Hunt Stromberg     Roteiro: Fred De Gresac, Harry B. Smith, Robert B. Smith, Dorothy Parker, Alan Campbell Fotografia: Allen M. Davey     Música: Merrill Pye Elenco Jeanette MacDonald ...     Gwen Marlowe Nelson Eddy ...     Ernest Lane Frank Morgan ...     Felix Lehman Ray Bolger ...     Hans the Dancer Florence Rice    ...     Kay Jordan Mischa Auer    ...     Leo Kronk Herman Bing    ...     Oscar Engel George Barbier    ...     Benjamin Silver Reginald Gardiner    ...     Norman Trumpett Fay Holden ...     Hannah the Dresser Allyn Joslyn    ...     Dink Rogers Lucile Watson    ...     Mrs. Marlowe Gene Lockhart    ...     Augustus Kathleen Lockhart    ...     Aunt Amelia Berton Churchill    ...     Sheridan Lane Sinopse Gwen Marlowe (Jeanette MacDonald) e Ernest Lane (Nelson Eddy) são casados e formam uma dupla de cantores da Broadway. Após seis anos de espetáculos, recebem um convite para que o show se transforme em um filme. Eles aceitam e se mudam para Hollywood, mas a mudança de ares afetará a relação e o convívio dos dois. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Sem Legendas Imagens
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Título Original: Balalaika Ano/País/Gênero/Duração: 1939 / EUA / Romance Musical / 102min Direção: Reinhold Schünzel Produção: Lawrence Weingarten Roteiro: Charles Bennett, Jacques Deval, Leon Gordon, Eric Maschwitz Fotografia: Karl Freund    e Joseph Ruttenberg Música: Herbert Stothart Elenco Nelson Eddy ...     Prince Peter Karagin Ilona Massey    ...     Lydia Pavlovna Marakova Charles Ruggles    ...     Nicki Popoff Frank Morgan ...     Ivan Danchenoff Lionel Atwill    ...     Prof. Marakov C. Aubrey Smith    ...     Gen. Karagin Joyce Compton    ...     Masha Dalies Frantz    ...     Dimitri Marakov Walter Woolf King    ...     Capt. Michael Sibirsky Phillip Terry    ...     Lt. Smirnoff Frederick Worlock    ...     Ramensky Abner Biberman    ...     Leo Proplinski Arthur W. Cernitz    ...     Capt. Sergei Pavloff Roland Varno    ...     Lt. Nikitin George Tobias    ...     Slaski Sinopse Peter Karagin (Nelson Eddy), um capitão, se passa por um estudante pobre, para que possa conquistar a bela cantora Lydia (Ilona Massey). Mas os problemas decorrentes da Revolução Russa pode atrapalhar o que seria um lindo romance. Imagens
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Título Original: Bitter Sweet Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Musical Drama Romance / 94min Direção: W.S. Van Dyke Produção: Victor Saville Roteiro: Lesser Samuels Fotografia: Oliver T. Marsh     Música: Herbert Stothart Elenco Jeanette MacDonald ...     Sarah Millick Nelson Eddy ...     Carl Linden George Sanders ...     Baron Von Tranisch Ian Hunter    ...     Lord Shayne Felix Bressart    ...     Max Edward Ashley    ...     Harry Daventry Lynne Carver    ...     Dolly Diana Lewis    ...     Jane Curt Bois    ...     Ernst Fay Holden ...     Mrs. Millick Sig Ruman    ...     Herr Schlick Janet Beecher    ...     Lady Daventry Charles Judels    ...     Herr Wyler Veda Ann Borg    ...     Manon Herman Bing    ...     Market Keeper Sinopse Sarah (Jeanette MacDonald) estuda canto com Carl Linden (Nelson Eddy). Noiva do Barão Bon Tranisch (George Sanders), logo se casa e terá que abandonar as aulas. Mas ela não consegue esquecer seu professor musical. Durante uma festa descobre que ele retornará para Viena e que eles jamais se verão novamente. Sarah descobre que o ama. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Sem Legendas Imagens
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Título Original: The Chocolate Soldier Ano/País/Gênero/Duração: 1941 / EUA / Musical / 102min Direção: Roy Del Ruth Produção: Victor Saville Roteiro: Ferenc Molnár e Leonard Lee Fotografia: Herbert Stothart     Música: Karl Freund Elenco Nelson Eddy ...     Karl Lang Risë Stevens    ...     Maria Lanyi Nigel Bruce ...     Bernard Fischer Florence Bates    ...     Madame 'Pugsie' Helene Dorothy Raye    ...     Magda Nydia Westman    ...     Liesel, Maria's Maid Max Barwyn    ...     Anton, Karl's Valet Charles Judels    ...     Klementor Sinopse Maria Lanye (Risë Stevens) e Karl (Nelson Eddy) formam um casal de cantores que cantam ópera em Viana. Devido ao seu ciúme, ele decide "testar" a mulher, se disfarçando como um guarda russo para tentar seduzi-la. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Sem legendas Imagens
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Título Original: The Chocolate Soldier Ano/País/Gênero/Duração: 1941 / EUA / Musical / 102min Direção: Roy Del Ruth Produção: Victor Saville Roteiro: Ferenc Molnár e Leonard Lee Fotografia: Herbert Stothart     Música: Karl Freund Elenco Nelson Eddy ...     Karl Lang Risë Stevens    ...     Maria Lanyi Nigel Bruce ...     Bernard Fischer Florence Bates    ...     Madame 'Pugsie' Helene Dorothy Raye    ...     Magda Nydia Westman    ...     Liesel, Maria's Maid Max Barwyn    ...     Anton, Karl's Valet Charles Judels    ...     Klementor Sinopse Maria Lanye (Risë Stevens) e Karl (Nelson Eddy) formam um casal de cantores que cantam ópera em Viana. Devido ao seu ciúme, ele decide "testar" a mulher, se disfarçando como um guarda russo para tentar seduzi-la. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Sem legendas Imagens
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  Título Original: Rose-Marie Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Drama Musical / 113min Direção: W.S. Van Dyke Produção: Hunt Stromberg Roteiro: Frances Goodrich e Albert Hackett Fotografia: William H. Daniels Música: Herbert Stothart   Elenco   Jeanette MacDonald ...     Marie de Flor Nelson Eddy ...     Sgt. Bruce Reginald Owen    ...     Myerson Allan Jones    ...     Tenor in 'Romeo et Juliette' and 'Tosca' James Stewart ...     Brother to rose Alan Mowbray    ...     Premier Gilda Gray    ...     Bella George Regas    ...     Boniface Robert Greig    ...     Cafe manager Una O'Connor    ...     Anna Lucien Littlefield    ...     Storekeeper Herman Bing    ...     Mr. Daniells David Niven ...     Teddy     Sinopse   Marie (Jeanette MAcDonald) procura o irmão fugitivo no deserto canadense.Durante sua jornada encontra o Sgt Bruce (Nelson Eddy), que também está à procura de seu irmão. Os dois acabam se apaixonando.   Curiosidades   - Nelson Eddy pediu para que as cenas de Allan Jones fosse reduzidas, por ciúme. - O filme seria inicialmente feito em technicolor. - Último filme de James Murray. - Refilmagem de clássico de 1928, que trazia Joan Crawford.   Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas       Imagens  
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Título Original: Nice Girl?   Ano/País/Gênero/Duração: 1941 / EUA / 95min Direção: William Seiter Produção: Joe Pasternak Roteiro: Richard Connell e Phyllis Duganne Fotografia: Joseph A. Valentine Música: Frank Skinner Elenco Deanna Durbin ...     Jane 'Pinky' Dana Franchot Tone    ...     Richard Calvert Walter Brennan    ...     Hector Titus Robert Stack    ...     Don Webb Robert Benchley    ...     Prof. Oliver Wendel Holmes Dana Helen Broderick    ...     Cora Foster Ann Gillis    ...     Nancy Dana Anne Gwynne    ...     Sylvia Dana Elisabeth Risdon    ...     Martha Peasley Nana Bryant    ...     Mary Peasley Georgie Billings    ...     Pinky Greene Tommy Kelly    ...     Ken Atkins Marcia Mae Jones    ...     Girl Sinopse Jane Dana (Deanna Durbin) está noiva de Don Webb (Robert Stack), um rapaz que se preocupa mais com suas posses do que com ela. Quando Richard Calvert (Franchot Tone), o sócio de seu pai, chega à cidade, ela cai de amores por ele. Imagens
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Título Original: Up in Central Park Ano/País/Gênero/Duração: 1948 / EUA / Comédia Musical / 83min Direção: William Seiter Produção:Karl Tunberg Roteiro: Karl Tunberg Fotografia: Milton R. Krasner Elenco Rosie Moore…Deanna Durbin John Matthews…Dick Haymes William Tweed…Vincent Price Timothy Moore…Albert Sharp Rogan…Tom Powers Mayor Oakley…Hobart Cavanaugh Governor Motley…Thurston Hall Myron Schultz…Howard Freeman Sinopse Após a morte de sua mãe, Rosie (Deanna Durbin) muda-se da Irlanda para Nova York com seu pai. Lá eles tentarão melhorar de vida. Ele, desempregado e analfabeto, tenta conseguir trabalho, ao passo que a garota sonha em se tornar uma cantora de ópera. Lá chegando as coisas não se saem como eles pensavam. Curiosidades - Fred Astaire foi convidado para dirigir este filme, mas não aceitou. - Inicialmente seria feito em technicolor, mas foi convertido para preto e branco como uma medida de economia. Imagens
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Título Original: Lady on a Train Ano/País/Gênero/Duração: 1945 / EUA / Comédia / 93min Direção: Charles David Produção: Felix Jackson Roteiro: Edmund Beloin Fotografia: Elwood Bredell Música: Miklós Rózsa Elenco Deanna Durbin ...     Nikki Collins / Margo Martin Ralph Bellamy    ...     Jonathan Waring David Bruce    ...     Wayne Morgan George Coulouris    ...     Mr. Saunders Allen Jenkins    ...     Danny Dan Duryea    ...     Arnold Waring Edward Everett Horton    ...     Mr. Haskell Jacqueline deWit    ...     Miss Fletcher Patricia Morison    ...     Joyce Willams Elizabeth Patterson    ...     Charlotte Waring Maria Palmer    ...     Margo Martin Samuel S. Hinds    ...     Mr. Wiggam William Frawley    ...     Desk Sgt. Brennan Sinopse Durante sua viagem de natal, a jovem Nicky (Deanna Durbin) acha que viu um assassinato de sua janela de trem, mas quando chega em Nova York ninguém acredita nela. Nicky decideprocurar Wayne Morgan, um escritor de romances de mistério para ajudá-la a solucionar o caso. Imagens
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Título Original: For the Love of Mary Ano/País/Gênero/Duração: 1948 / EUA / Comédia / 90min Direção: Frederick De Cordova Produção: Robert Arthur Roteiro: Oscar Brodney Fotografia: William H. Daniels Música: Frank Skinner Elenco Deanna Durbin ...     Mary Peppertree Edmond O'Brien    ...     Lt. Tom Farrington Don Taylor    ...     David Paxton Jeffrey Lynn    ...     Phillip Manning Ray Collins    ...     Harvey Elwood Hugo Haas    ...     Gustav Heindel Harry Davenport    ...     Justice Peabody Griff Barnett    ...     Timothy Peppertree Katharine Alexander    ...     Miss Harkness James Todd    ...     Justice Van Sloan Morris Ankrum    ...     Adm. Walton Frank Conroy    ...     Samuel Litchfield Leon Belasco    ...     Igor Louise Beavers    ...     Bertha Raymond Greenleaf    ...     Justice Williams Sinopse Mary (Deanna Durbin), uma telefonista da Casa Branca, é cortejada por três homens: um advogado, um tenente da marinha e um filho de um milionário, que se encantam por sua voz. Curiosidades - Último filme de Deanna Durbin. Imagens
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Título Original: Because of Him Ano/País/Gênero/Duração: 1946 / EUA / Comédia Romance / 88min Direção: Richard Wallace Produção: Felix Jackson Roteiro: Edmund Beloin Fotografia: Hal Mohr Música: Miklós Rózsa Elenco Deanna Durbin ...     Kim Walker Charles Laughton ...     John Sheridan Franchot Tone    ...     Paul Taylor, the Playwright Helen Broderick    ...     Nora Stanley Ridges    ...     Charles Gilbert Donald Meek    ...     Martin Regina Wallace    ...     Head Nurse Charles Halton    ...     Mr. Dunlap Douglas Wood    ...     Samual Hapgood Sinopse Kim Walker (Deanna Durbin) é uma aspirante a atriz que trabalha como garçonete. John Sheridan (Charles Laughton), um ator, procura uma atriz para fazer seu par em uma peça. Um belo dia, Sheridan vai ao restaurante onde ela trabalha, e Kim se aproveita da situação para que ele assine, sem perceber, uma carta de recomendação. Com isso ela parte em busca de um produtor, se passando por amiga de Sheridan, para tentar conseguir finalmente um papel. Mas acaba encontrando algo mais. Curiosidades Deanna Durbin estava grávida durante as filmagens. Imagens
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Título Original: That Certain Age Ano/País/Gênero/Duração: 1938 / EUA / Musical / 100min Direção: Edward Ludwig Produção: Joe Pasternak Roteiro: Charles Brackett Fotografia: Joseph A. Valentine Música: Frank Skinner Elenco Deanna Durbin ...     Alice Fullerton Melvyn Douglas    ...     Vincent Bullitt Jackie Cooper ...     Kenneth 'Ken' Warren Irene Rich    ...     Dorothy Fullerton Nancy Carroll    ...     Grace Bristow John Halliday    ...     Gilbert Fullerton Jackie Searl    ...     Tony Juanita Quigley    ...     The Pest Charles Coleman    ...     Stevens Peggy Stewart    ...     Mary Lee Grant Mitchell    ...     Jeweler Claire Du Brey    ...     Horsewoman Helen Grayco    ...     Girl Buddy Pepper    ...     Friend Vondell Darr    ...     Friend Sinopse Vincent Bullit (Melvyn Douglas) vai passar as férias com seu chefe, Gil Fullerton (John Halliday), depois de cobrir a guerra civil espanhola. Mas o que era para ser um momento de folga acaba se transformando em pesadelo, pois Alice (Deanna Durbin) usava a a casa para os ensaios de uma peça com os seus amigos e namorado Ken (Jackie Cooper). A garota acaba se apaixonando por Bullit. Todos tentarão convencê-la de que não se trata de amor, mas de um sentimento passageiro.     Imagens
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Título Original: Something in the Wind Ano/País/Gênero/Duração: 1947 / EUA / Musical / 94min Direção: Irving Pichel Produção: Joseph Sistrom Roteiro: William Bowers e Harry Kurnitz Fotografia: Milton R. Krasner Música: Johnny Green Elenco Deanna Durbin ...     Mary Collins John Dall    ...     Donald Read Donald O'Connor ...     Charlie Read Charles Winninger    ...     Uncle Chester Read Helena Carter    ...     Clarissa Prentice Margaret Wycherly    ...     Grandma Read Jean Adair    ...     Mary Collins' aunt Four Williams Brothers    ...     Themselves Jacqueline deWit    ...     Fashion Show Saleslady Jan Peerce    ...     Tony - Policeman Johnny Green    ...     Orchestra leader at fashion show Sinopse Charles (Donald O'Connor) confunde Mary Collins (Deanna Durbin), uma disk-joquei, com sua tia, e fica achando que a garota está namorando com seu avô. Imagens
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Título Original: His Butler's Sister Ano/País/Gênero/Duração: 1943 / EUA / Comédia / 87min Direção: Frank Borzage Produção: Felix Jackson Roteiro: Samuel Hoffenstein, Elizabeth Reinhardt Fotografia: Elwood Bredell Música: Hans J. Salter Elenco Deanna Durbin ...     Ann Carter Franchot Tone    ...     Charles Gerard Pat O'Brien    ...     Martin Murphy Akim Tamiroff    ...     Popoff Alan Mowbray    ...     Jenkins Walter Catlett    ...     Kalb Elsa Janssen    ...     Severina Evelyn Ankers    ...     Elizabeth Campbell Frank Jenks    ...     Emmett Sig Arno    ...     Moreno Hans Conried    ...     Reeves Florence Bates    ...     Lady Sloughberry Roscoe Karns    ...     Fields Russell Hicks    ...     Sanderson Andrew Tombes    ...     Brophy Sinopse Ann Carter (Deanna Durbin) sonha em ser uma cantora profissional. Para isso viaja para Nova York, onde irá contar com a ajuda de seu irmão "rico". Mas lá chegando descobre que ele na verdade é um mordomo de um grande compositor. Ela consegue um trabalho: arrumadeira. A aproximação com Charles (Franchot Tone), o chefe, fará com que ela finalmente tenha uma chance como cantora. Imagens
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Título Original: Can't Help Singing Ano/País/Gênero/Duração: 1944 / EUA / Musical / 90min Direção: Frank Ryan   Produção: Felix Jackson Roteiro: Lewis R. Foster e John D. Klorer Fotografia: Elwood Bredell e W. Howard Greene Música: Hans J. Salter Elenco Deanna Durbin ...     Caroline Frost Robert Paige    ...     Johnny Lawlor Akim Tamiroff    ...     Prince Gregory Stroganovsky David Bruce    ...     Lt. Robert Latham Leonid Kinskey    ...     Koppa June Vincent    ...     Jeannie McLean Ray Collins    ...     Sen. Martin Frost Andrew Tombes    ...     Sad Sam Thomas Gomez    ...     Jake Carstairs Clara Blandick    ...     Aunt Cissy Frost Olin Howland    ...     Bigelow George Cleveland    ...     U.S. Marshal Sinopse Depois que descobre que sua filha Caroline (Deanna Durbin) está apaixonada por um oficial do exército, seu pai, o senador Frost (Ray Collins) decide mandá-la para outra cidade para separar o casal. Imagens
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Título Original: Hers to Hold Ano/País/Gênero/Duração: 1943 / EUA / Comédia Drama Musical / 94min Direção: Frank Ryan Produção: Felix Jackson Roteiro: Lewis R. Foster e John D. Klorer Fotografia: Elwood Bredell     Música: Frank Skinner Elenco Deanna Durbin ...     Penny Craig Joseph Cotten    ...     Bill Morley Charles Winninger    ...     Judson Craig Ludwig Stössel    ...     Binns Nella Walker    ...     Dorothy Craig Gus Schilling    ...     Rosey Blake Samuel S. Hinds    ...     Dr. Crane Evelyn Ankers    ...     Flo Simpson Fay Helm    ...     Hannah Gordon Iris Adrian    ...     Arlene Murray Alper    ...     Smiley, the Foreman Douglas Wood    ...     Peter Cartwright Minna Phillips    ...     Mrs. Cartwright Nydia Westman    ...     Nurse Willing Irving Bacon    ...     Dr. Bacon Sinopse Penny (Deanna Durbin) apaixona-se por um homem mais velho, e fará de tudo para conquistá-lo. Curiosidades - Continuação de Three Smart Girls Grow Up. - O título original seria Three Smart Girls Join Up. Imagens
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Título Original: Three Smart Girls Grow Up Ano/País/Gênero/Duração: 1939 / EUA / Comédia Musical / 90min Direção: Henry Koster Produção: Joe Pasternak Roteiro: Felix Jackson e Bruce Manning Fotografia: Joseph A. Valentine Música: Frank Skinner Elenco Deanna Durbin ...     Penny Craig Charles Winninger    ...     Judson Craig Nan Grey    ...     Joan Craig Helen Parrish    ...     Kay Craig Robert Cummings ...     Harry Loren William Lundigan    ...     Richard Watkins Ernest Cossart    ...     Binns the Butler Nella Walker    ...     Dorothy Craig Felix Bressart    ...     Music Teacher Sinopse Depois que conseguiram unir novamente os pais que estavam divorciados, três irmãs acham que a vida agora será mais fácil. Mas quando uma delas começa a namorar um rapaz, descobre que sua irmã está apaixonada por ele e decide encontrar alguém para ficar com ela. Curiosidades - Continuação de Three Smart Girls. - Título alternativo: Três Irmãs Endiabradas. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legendas em espanhol Imagens
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Título Original: Three Smart Girls Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Comédia Musical Romance / 84min Direção: Henry Koster Produção: Joe Pasternak Roteiro: Adele Comandini Fotografia: Joseph A. Valentine Música: Heinz Roemheld Elenco Binnie Barnes    ...     Donna Lyons Charles Winninger    ...     Judson Craig Alice Brady ...     Mrs. Lyons Ray Milland ...     Lord Michael Stuart Mischa Auer    ...     Count Arisztid Ernest Cossart    ...     Binns Lucile Watson    ...     Martha Trudel John 'Dusty' King    ...     Bill Evans Nella Walker    ...     Dorothy Craig Hobart Cavanaugh    ...     Wilbur Lamb Nan Grey    ...     Joan Craig Barbara Read    ...     Kay Craig Deanna Durbin ...     'Penny' Craig Sinopse Três irmãs vivem na Suíça com sua mãe, divorciada. Quando Dorothy (Nella Walker) descobre que o marido irá se casar novamente, fica tremendamente abalada. Suas filhas descobrem que a mulher é uma aproveitadora e voltam a Nova York para tentar impedir o casamento do pai e aproveitar para reaproximá-lo de sua mãe. Curiosidades - O filme gerou as sequências Three Smart Girls Grow Up e Hers to Hold. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Sem legendas Imagens
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Título Original: Broadway To Hollywood Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Historia Musical / 85min Direção: Willard Mack Produção: Harry Rapf Roteiro: Willard Mack Fotografia: Norbert Brodine     Música: William Axt Elenco Alice Brady ...     Lulu Hackett Frank Morgan ...     Ted Hackett Jackie Cooper ...     Ted Hackett Jr., as a child Russell Hardie    ...     Ted Hackett Jr. Madge Evans    ...     Anne Ainsley Mickey Rooney ...     Ted Hackett III, as a child Eddie Quillan    ...     Ted Hackett III Jimmy Durante ...     Jimmy, Hollywood Character Fay Templeton    ...     Production number singer May Robson    ...     Veteran Actress Nelson Eddy     ...     John Sylvester Sinopse O filme apresenta várias sequências retiradas do filme musical inacabado da MGM "The March of Time", incluindo alguns filmados em technicolor. Mostra três gerações de vaudevillians lutando pelo estrelato no palco e na tela. Curiosidades - Buster Keaton fazia parte do elenco do inédito The March of Time (1930), mas nenhuma das suas cenas foram usadas neste filme. - A única versão sobrevivente deste filme é em preto e branco. Imagens
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Título Original: It Grows on Trees Ano/País/Gênero/Duração: 1952 / EUA / Fantasia Comédia / 84min Direção: Arthur Lubin Produção: Leonard Goldstein Roteiro: Leonard Praskins e Barney Slater Fotografia: Maury Gertsman Música: Frank Skinner   Elenco Irene Dunne ...     Polly Baxter Dean Jagger    ...     Phil Baxter Joan Evans    ...     Diane Baxter Richard Crenna    ...     Ralph Bowen Edith Meiser    ...     Mrs. Pryor Les Tremayne    ...     Secretary of the Treasury Finlay Murchison Forrest Lewis    ...     Dr. Burrows Malcolm Lee Beggs    ...     Carrollman Frank Ferguson    ...     Letherby Bob Sweeney    ...     Reporter McGuire Dee Pollock    ...     Flip Baxter Sandy Descher    ...     Midge Baxter Sinopse Os Baxters são uma típica família americana tentando sobreviver com pouco dinheiro. Quando Mrs. Polly adquire duas misteriosas árvores para plantar, descobre que seus frutos são dinheiro. A família decide usar o dinheiro, mas com ele, vem as consequências... Curiosidades - Último filme para o cinema de Irene Dunne.
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Título Original: Magnificent obsession Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Drama Romance / 112min Direção: John M. Stahl Produção: John M. Stahl Roteiro: Sarah Y. Mason Fotografia: John J. Mescall     Música: Franz Waxman Elenco Irene Dunne ...     Helen Hudson Robert Taylor ...     Dr. Robert Merrick Charles Butterworth    ...     Tommy Masterson Betty Furness    ...     Joyce Hudson Sara Haden    ...     Nancy Ashford Ralph Morgan    ...     Randolph Henry Armetta    ...     Tony Gilbert Emery    ...     Dr. Ramsay Arthur Treacher    ...     Horace Beryl Mercer    ...     Mrs. Eden Alyce Ardell    ...     The French maid Theodore von Eltz    ...     Dr. Preston Sidney Bracey    ...     Butler Arthur Hoyt    ...     Perry Cora Sue Collins    ...     Ruth Sinopse Robert Merrick (Robert Taylor), um playboy, deixa seu barco naufragar, fazendo com que um homem morra. Após isso, Bob decide se tornar médico, ajudando aos outros sem levar nada em troca e tentando  conseguir o amor de Helen (Irene Dunne). Curiosidades - Refilmado em 1954, sob o mesmo título. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legendas   Imagens
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Título Original: Vredens dag Ano/País/Gênero/Duração: 1943 / Dinamarca / Drama Romance / 97min Direção: Carl Theodor Dreyer Produção: Carl Theodor Dreyer Roteiro: Carl Theodor Dreyer Fotografia: Karl Andersson Música: Poul Schierbeck Elenco Kirsten Andreasen    ... Sigurd Berg    ... Albert Høeberg    ...     The Bishop Harald Holst    ...      Emanuel Jørgensen    ...      Sophie Knudsen    ...      Preben Lerdorff Rye    ...     Martin Lisbeth Movin    ...     Anne Pedersdotter Preben Neergaard    ...     Degn Sigrid Neiiendam    ...     Merete Emilie Nielsen    ...      Thorkild Roose    ...     Rev. Absalon Pederssøn Hans Christian Sørensen    ...      Anna Svierkier    ...     Herlofs Marte Olaf Ussing    ...     Laurentius Dagmar Wildenbrück    ... Sinopse A esposa do sacerdote que é responsável por condenar as pessoas por bruxaria, se envolve com o seu enteado. Sabendo da relação, seu marido morre, e ela passa a ser acusada de bruxaria.
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Título Original: Min and Bill Ano/País/Gênero/Duração: 1930 / EUA / Comédia Drama / 66min Direção: George W. Hill Produção: George W. Hill Roteiro: Lorna Moon e Frances Marion Fotografia: Harold Wenstrom Elenco Marie Dressler ...     Min Divot Wallace Beery ...     Bill, a fisherman Dorothy Jordan    ...     Nancy Smith Marjorie Rambeau    ...     Bella Pringle Don Dillaway    ...     Dick Cameron DeWitt Jennings    ...     Mr. Groot Russell Hopton    ...     Alec Johnson Frank McGlynn Sr.    ...     Mr. Southard Gretta Gould    ...     Mrs. Southard Sinopse Min Divot (Maris Dressler) é a proprietária de um pequeno hotel. Ela e um pescador (Wallace Beery) são os guardiões de Nancy (Dorothy Jordan), cuja mãe abandonou, mas perdem a custódia da garota, que vai estudar em um colégio interno. Lá ela conhece o amor com um jovem rapaz rico. Mas Divot guarda um segredo. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Sem legendas Imagens
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Título Original: Theodora Goes Wild Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Comédia / 94min Direção: Richard Boleslawski Produção: Everett Riskin Roteiro: Sidney Buchman e Mary McCarthy Fotografia: Joseph Walker     Música: Arthur Morton e William Grant Still Elenco Irene Dunne ...     Theodora Lynn Melvyn Douglas    ...     Michael Grant Thomas Mitchell    ...     Jed Waterbury Thurston Hall    ...     Arthur Stevenson Rosalind Keith    ...     Adelaide Perry Elisabeth Risdon    ...     Aunt Mary Linn Margaret McWade    ...     Aunt Elsie Linn Spring Byington    ...     Rebecca Perry Nana Bryant    ...     Ethel Stevenson Henry Kolker    ...     Jonathan Grant Leona Maricle    ...     Agnes Grant Robert Greig    ...     Uncle John Lynn Frederick Burton    ...     Governor Stephen Wyatt Sinopse: Após o lançamento do livro "The Sinner", sobre sexo, as puritanas da pequena cidade de Lynnfield ficam estupefatas. Mas elas nem suspeitam que Caroline Adams. a autora do livro, na verdade é Theodora Lynn (Irene Dunne), uma mulher que pertence a uma das famílias mais ilustres da cidade. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas somente em espanhol Imagens
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Título Original: Spartacus Ano/País/Gênero/Duração: 1960 / EUA / Drama Épico / 184min Direção: Stanley Kubrick Produção: Kirk Douglas Roteiro: Howard Fast / Dalton Trumbo Fotografia: Russell Metty     Música: Alex North Elenco Kirk Douglas ...     Spartacus Laurence Olivier ...     Marcus Licinius Crassus Jean Simmons ...     Varinia Charles Laughton ...     Sempronius Gracchus Peter Ustinov    ...     Lentulus Batiatus John Gavin ...     Julius Caesar Nina Foch    ...     Helena Glabrus John Ireland    ...     Crixus Herbert Lom    ...     Tigranes Levantus John Dall    ...     Marcus Publius Glabrus Charles McGraw    ...     Marcellus Joanna Barnes    ...     Claudia Marius Harold J. Stone    ...     David Woody Strode    ...     Draba Peter Brocco    ...     Ramon Sinopse Spartacus (Kirk Douglas) nasceu escravo. Vendido para um treinador de gladiadores, foi treinado para lutar. Durante uma luta, o seu oponente, que o venceu, se nega a matá-lo, como é de regra, e acaba sendo massacrado. Após esse nobre gesto, Spartacus lidera uma revolta de escravos, em busca da liberdade. Os romanos creem que se trata de algo passageiro, mas aos poucos o movimento vai tomando corpo e logo ameaça o poderio romano. Spartacus, nascido e criado escravo, é vendido para um treinador de gladiadores para disputar duelos mortais. Rebelde, consegue formar um grupo e libertar-se, tornando-se líder dos escravos e trazendo problemas a Roma. Curiosidades - A versão restaurada apresentou 13 minutos a mais de filme. - Na versão restaurada, Kirk Douglas dublou seu colega de filme, Laurence Olivier, já falecido. - Anthony Mann estava previsto para dirigir o filme, mas devido a brigas foi afastado. - Foram utilizados mais de 8500 extras nas cenas de batalha. - Refilmagem em 2004. - Foram necessários 167 dias para as filmagens, das quais, seis semanas foram gastas com a sequência da batalha. -  Ingrid Bergman, Jeanne Moreau, Elsa Martinelli e Jean Simmons rejeitaram o papel de Varinia. - No roteiro original havia uma cena em que Marcus Licinius (Laurence Olivier) tentava seduzir Antoninus (Tony Curtis). O Código de produção e a legião de decência se opuseram. Prêmios - Oscar de Melhor Ator Coadjuvante (Peter Ustinov), Direção de arte colorida, Fotografia colorida e figurino colorido. Imagens
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Título Original: Ace in the Hole Ano/País/Gênero/Duração: 1951 / EUA / Drama / 111min Direção: Billy Wilder Produção: Billy Wilder Roteiro: Walter Newman, Billy Wilder e Lesser Samuels Fotografia: Charles Lang Música: Hugo Friedhofer Elenco Kirk Douglas ...     Chuck Tatum Jan Sterling    ...     Lorraine Minosa Robert Arthur    ...     Herbie Cook Porter Hall    ...     Jacob Q. Boot Frank Cady    ...     Mr. Federber Richard Benedict    ...     Leo Minosa Ray Teal    ...     Sheriff Gus Kretzer Lewis Martin    ...     McCardle John Berkes    ...     Papa Minosa Frances Dominguez    ...     Mama Minosa Gene Evans    ...     Deputy Sheriff Frank Jaquet    ...     Sam Smollett Harry Harvey    ...     Dr. Hilton Bob Bumpas    ...     Radio Announcer Geraldine Hall    ...     Nellie Federber Sinopse O repórter Charles Tatum (Kirk Douglas) segue para trabalhar no Novo México, em um jornal, depois de ter sido demitido diversas vezes. Entendiado com seu novo trabalho, vai cobrir uma corrida de cascavéis e descobre um homem que ficara preso em uma mina enquanto procurava por relíquias. É a oportunidade para Tatum, que vê nisso uma chance de uma boa matéria e ganhar dinheiro. E faz da notícia uma grande mobilização nacional. Curiosidades - O filme foi um grande fracasso de bilheteria. - Orçamento de $ 1,8 milhão de dólares. Imagens
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Título Original: Yield to the Night Ano/País/Gênero/Duração: 1956 / Inglaterra / Drama / 99min Direção: J. Lee Thompson Produção: Kenneth Harper     Roteiro: John Cresswell Fotografia: Gilbert Taylor Música: Ray Martin   Elenco Diana Dors ...     Mary Price Hilton Yvonne Mitchell    ...     Matron Hilda MacFarlane Michael Craig    ...     Jim Lancaster Marie Ney    ...     Prison Governess Olga Lindo    ...     Senior Matron Hill Joan Miller    ...     Matron Barker Mary Mackenzie    ...     Matron Marjorie Rhodes    ...     Matron Brandon Geoffrey Keen    ...     Prison Chaplain Liam Redmond    ...     Prison Doctor Dandy Nichols    ...     Mrs. Price John Charlesworth    ...     Alan Price Mona Washbourne    ...     Mrs. Thomas, landlady Alec Finter    ...     Mr. Thomas, landlord Sinopse Mary Hilton (Diana Dors) é uma jovem vendedora de uma loja de cosméticos em Londres. Após algumas decepções amorosas, ela acredita que finalmente encontrou o amor com Jim Lancaster (Michael Craig), um aspirante a músico. Mas Jim acaba se envolvendo com outra mulher, rica e mais velha. Quando ela descobre, acaba matando-o. Curiosidades - O filme é baseado na história de vida da verdadeira Ruth Ellis, a última mulher executada na Grã-Bretanha, por assassinato. Imagens
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Título Original: Holiday in Mexico Ano/País/Gênero/Duração: 1946 / EUA / Comédia Musical / 128min Direção: George Sidney Produção: Joe Pasternak     Roteiro: Isobel Lennart Fotografia: Harry Stradling Sr Música: Calvin Jackson Elenco Walter Pidgeon    ...     Jeffrey Evans José Iturbi    ...     Himself Roddy McDowall ...     Stanley Owen Ilona Massey    ...     Countess Toni Karpathy Xavier Cugat    ...     Himself Jane Powell ...     Christine Evans Hugo Haas    ...     Angus, Evans' butler Mikhail Rasumny    ...     Baranga Helene Stanley    ...     Yvette Baranga William 'Bill' Phillips    ...     Sam, Evans' chauffeur Amparo Iturbi    ...     Herself Tonia Hero    ...     Mouse Teresa Hero    ...     Mouse Sinopse Christine Wvans (Jane Powell), filha do embaixador dos Estados Unidos no México, cai de amores por um músico, ignorando as afeições de seu jovem amigo Stanley (Roddy McDowall). Imagens
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Título Original: The Sniper Ano/País/Gênero/Duração: 1952 / EUA / Drama Crime Noir / 87min Direção: Edward Dmytryk Produção: Stanley Kramer     Roteiro: Edna Anhalt e Edward Anhalt Fotografia: George Antheil     Música: George Antheil Elenco Adolphe Menjou ...     Police Lt. Frank Kafka Arthur Franz    ...     Edward 'Eddie' Miller Gerald Mohr    ...     Police Sgt. Joe Ferris Marie Windsor    ...     Jean Darr Frank Faylen    ...     Police Insp. Anderson Richard Kiley    ...     Dr. James G. Kent Mabel Paige    ...     Landlady Marlo Dwyer    ...     May Nelson Geraldine Carr    ...     Checker Sinopse Eddie Miller (Arthur Franz) é um jovem desequilibrado, que vive atirando em mulheres dos telhados. Cheio de frustrações e conflitos, ele escolhe suas vítimas e a polícia parte em sua procura. Imagens
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Título Original: Till the End of Time Ano/País/Gênero/Duração: 1946 / EUA / Drama / 105min Direção: Edward Dmytryk Produção: Dore Schary Roteiro: Allen Rivkin Fotografia: Harry J. Wild Música: Leigh Harline Elenco Dorothy McGuire     ...     Pat Ruscomb Guy Madison    ...     Cliff W. Harper Robert Mitchum ...     William J. Tabeshaw Bill Williams    ...     Perry Kincheloe Tom Tully    ...     C.W. Harper William Gargan    ...     Sgt. Gunny Watrous Jean Porter    ...     Helen Ingersoll Johnny Sands    ...     Tommy Hendricks Loren Tindall    ...     Pinky Ruth Nelson    ...     Amy Harper Selena Royle    ...     Mrs. Kincheloe Harry von Zell    ...     Scuffy Richard Benedict    ...     The Boy From Idaho Sinopse Três ex-combatentes tem dificuldades em se reajustar à vida civil, após a guerra. Perry não consegue lidar com a perda de uso das pernas, William está com dívidas e Cliff não sabe o que fazer de sua vida. Imagens
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Título Original: Crossfire Ano/País/Gênero/Duração: 1947 / EUA / Drama / 86min Direção: Edward Dmytryk Produção: Adrian Scott Roteiro: John Paxton Fotografia: J.Roy Hunt Música: Roy Webb Elenco Robert Young ...     Finlay Robert Mitchum ...     Keeley Robert Ryan    ...     Montgomery Gloria Grahame ...     Ginny Paul Kelly    ...     The Man Sam Levene    ...     Samuels Jacqueline White    ...     Mary Mitchell Steve Brodie    ...     Floyd George Cooper    ...     Mitchell Richard Benedict    ...     Bill Tom Keene    ...     Detective William Phipps    ...     Leroy Lex Barker    ...     Harry Marlo Dwyer    ...     Miss Lewis Sinopse Após o assassinato de um judeu, o detetive Finlay (Robert Young) encontra pistas de que quatro soldados podem estar envolvidos no caso. Curiosidades - O foco inicial seria a homofobia, mas o assunto foi mudado para anti-semitismo. Imagens
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Título Original: Murder, My Sweet Ano/País/Gênero/Duração: 1944 / EUA / Drama Policial Suspense / 95min Direção:  Edward Dmytryk Produção: Adrian Scott Roteiro: John Paxton, Raymond Chandler Fotografia: Harry J. Wild Música: Roy Webb Elenco Dick Powell ...     Philip Marlowe Claire Trevor    ...     Mrs.Helen Grayle aka Velma Valento Anne Shirley    ...     Ann Grayle Otto Kruger    ...     Jules Amthor Mike Mazurki    ...     Moose Malloy Miles Mander    ...     Mr. Grayle Douglas Walton    ...     Lindsay Marriott Donald Douglas    ...     Police Lieutenant Randall Ralf Harolde    ...     Dr. Sonderborg Esther Howard    ...     Jessie Florian Sinopse Philip Marlowe (Dick Powell), um detetive de Los Angeles, é contratado por um criminoso que deseja encontrar sua ex-namorada Velma, que está desaparecida. Mas acaba se envolvendo em uma trama cheia de assassinatos e chantagens. Curiosidades - Refilmagem em 1975, sob o título em português "O último dos valentões". Imagens
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  Título Original: Il Giardino dei Finzi-Contini Ano/País/Gênero/Duração: 1970 / Itália / Drama / 94min Direção: Vittorio De Sica Produção: Artur Brauner Roteiro: Giorgio Bassani, Vittorio Bonicelli, Franco Brusati, Vittorio De Sica, Alain Katz, Tullio Pinelli, Ugo Pirro, Joshua Sinclair, Cesare Zavattini, Valerio Zurlini Fotografia: Ennio Guarnieri     Música: Manuel De Sica     Elenco     Dominique Sanda .... Nicole Finzi-Contini Lino Capolicchio .... Giorgio Helmut Berger .... Alberto Romolo Valli .... pai de Giorgio Fabio Testi .... Bruno Malnate Camillo Cesarei .... pai de Nicole Inna Alexeievna .... avó de Nicole Katina Morisani .... mãe de Nicole Barbara Pilavin .... mãe de Giorgio Michael Berger     Sinopse       A família Finzi-Contini é uma das mais importantes da cidade de Ferrara, na Itália. São judeus aristocratas. Quando os fascistas italianos e os nazistas alemães se unem, começa a perseguição aos judeus, e a família abre suas portas para os judeus fugidos.     Prêmios   - Oscar de melhor filme estrangeiro.     Imagens  
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Título Original: Bloodline Ano/País/Gênero/Duração: 1979 / EUA Alemanha / Drama Crime Mistério / 116min Direção: Terence Young Produção: Sidney Beckerman, Richard McWhorter e David V. Picker Roteiro: Laird Koenig e Sidney Sheldon Fotografia: Freddie Young Música: Ennio Morricone Elenco Audrey Hepburn ...     Elizabeth Roffe Ben Gazzara    ...     Rhys Williams James Mason ...     Sir Alec Nichols Claudia Mori    ...     Donatella Irene Papas    ...     Simonetta Palazzi Michelle Phillips    ...     Vivian Nichols Maurice Ronet    ...     Charles Martin Romy Schneider    ...     Hélène Roffe-Martin Omar Sharif    ...     Ivo Palazzi Beatrice Straight    ...     Kate Erling Gert Fröbe    ...     Inspector Max Hornung Wolfgang Preiss    ...     Julius Prager Marcel Bozzuffi    ...     Man in Black Pinkas Braun    ...     Dr. Wal Wulf Kessler    ...     Young Sam Roffe Sinopse Após seu pai ser assassinado, sua filha Elizabeth (Audrey Hepburn) assume o controle da empresa e enquanto viaja. A suspeita recai sobre seus primos, que querem vender a empresae ter enorme lucro. Curiosidades - Baseado no romance "A Herdeira", de Sidney Sheldon. Imagens
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Título Original: They All Laughed Ano/País/Gênero/Duração: 1981 / EUA / Comédia / 115min Direção: Peter Bogdanovich Produção: George Morfogen e Blaine Novak Roteiro: Peter Bogdanovich e Blaine Novak Fotografia: Robby Müller Música: Douglas Dilge Elenco Audrey Hepburn ...     Angela Niotes Ben Gazzara    ...     John Russo Patti Hansen    ...     Sam John Ritter    ...     Charles Rutledge Dorothy Stratten    ...     Dolores Martin Blaine Novak    ...     Arthur Brodsky Linda MacEwen    ...     Amy Lester George Morfogen    ...     Leon Leondopolous Colleen Camp    ...     Christy Miller Sean H. Ferrer    ...     Jose Glenn Scarpelli    ...     Michael Niotes Vassili Lambrinos    ...     Stavros Niotes Antonia Bogdanovich    ...     Stefania Russo Sashy Bogdanovich    ...     Georgina Russo Sheila Stodden    ...     Barbara Jo Sinopse Um detetive particular é incumbido de investigar uma mulher suspeita de infidelidade, mas acaba envolvido com ela. Curiosidades - Dorothy Stratten foi assassinada pouco tempo depois das filmagens. A publicidade em torno do assunto foi tão negativa que acabou influenciando na bilheteria, fazendo do filme um fracasso comercial. Imagens
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Título Original: Green Mansions Ano/País/Gênero/Duração: 1959 / EUA / Drama / 101min Direção: Mel Ferrer Produção: Edmund Grainger Roteiro: Dorothy Kingsley Fotografia: Joseph Ruttenberg Música: Bronislau Kaper Elenco Audrey Hepburn ....  Rima Anthony Perkins ....  Abel Lee J. Cobb ....  Nuflo Sessue Hayakawa ....  Runi Henry Silva ....  Kua-Ko Nehemiah Persoff ....  Don Panta Michael Pate ....  Priest Sinopse Abel (Anthony Perkins), um aventureiro venezuelano, tenta escapar de uma revolução. Na esperança de encontrar a paz, ele vai para as montanhas das florestas amazônicas. Lá encontra Rima (Audrey Hepburn), uma jovem órfã que lá vive, e se apaixona. Curiosidades - Audrey Hepburn recusou o papel título em "O Diário de Anne Frank" para estrelar este filme. - Pier Angeli foi considerada para o papel. Imagens
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Título Original: Permission to Kill Ano/País/Gênero/Duração: 1975 / EUA Austrália Inglaterra / Drama / 93min Direção: Cyril Frankel Produção: Paul Mills Roteiro: Robin Estridge Fotografia: Freddie Young     Música: Richard Rodney Bennett Elenco: Dirk Bogarde ....  Alan Curtis Ava Gardner ....  Katina Bekim Fehmiu ....  Alexander Timothy Dalton ....  Charles Lord Nicole Calfan ....  Melissa Frederic Forrest ....  Scott Allison Alf Joint ....  MacNeil Sinopse Alan (Dirk Bogarde) é um líder socialista exilado que pretende voltar ao seu país para ajudar a tirar o ditador que lá se encontra. Um agente capitalista tenta detê-lo.
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Título Original: The Life and Times of Judge Roy Bean Ano/País/Gênero/Duração: 1972 / EUA / Faroeste / 120min Direção: John Huston Produção: John Foreman Roteiro: John Milius Fotografia: Richard Moore Música: Maurice Jarre Elenco Paul Newman ... Judge Roy Bean Roy Jenson ... Outlaw Gary Combs ... Outlaw Fred Brookfield ... Outlaw Bennie E. Dobbins ... Outlaw Richard Farnsworth ... Outlaw Leroy Johnson ... Outlaw Fred Krone ... Outlaw Terry Leonard ... Outlaw Dean Smith ... Outlaw Margo Epper ... Whore Jeannie Epper ... Whore Stephanie Epper ... Whore Victoria Principal ... Maria Elena, aka The Angel Barbara J. Longo ... Fat whore Ava Gardner ...     Lily Langtry Sinopse Roy Bean (Paul Newman), um juiz intransigente, cria suas próprias leis e as usa como acha correto. Ele se apaixona por uma cantora de cabaré, mas após uma desilusão, deixa a cidade. Quando retorna, encontra um cenário diferente. Imagens
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Título Original: The Big Shakedown Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Crime Drama / 67min Direção: John Francis Dillon Produção: Samuel Bischoff Roteiro: Niven Busch Fotografia: Sidney Hickox Música: Leo F. Forbstein Elenco Charles Farrell    ...     Jimmy Morrell Bette Davis ...     Norma Nelson Ricardo Cortez    ...     Dutch Barnes Glenda Farrell    ...     Lily 'Lil' Duran Allen Jenkins    ...     Lefty Henry O'Neill    ...     Mr. Sheffner Dewey Robinson    ...     Slim John Wray    ...     Higgins Philip Faversham    ...     John, the New Salesman Robert Emmett O'Connor    ...     Regan, the Bartender Renee Whitney    ...     Mae LaRue G. Pat Collins    ...     Gyp Adrian Morris    ...     Trigger Ben Hendricks Jr.    ...     Spike George Cooper    ...     Shorty Sinopse Jimmy (Charles Farrell), um farmacêutico ingênuo, planeja se casar em breve com sua noiva Norma (Bette Davis). Ele acaba se envolvendo com mafiosos que querem que ele falsifique um produto de marca e os faça de forma barata. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas Imagens
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Título Original: Jimmy the Gent Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Comédia Drama Romance / 67min Direção: Michael Curtiz Produção: Robert Lord Roteiro: Laird Doyle e Ray Nazarro Fotografia: Ira H. Morgan Música: Bernhard Kaun Elenco James Cagney ...     'Jimmy' Corrigan Bette Davis ...     Miss Joan Martin Allen Jenkins    ...     Lou Alan Dinehart    ...     Charles Wallingham Alice White ...     Mabel Arthur Hohl    ...     Monty Barton Phillip Reed    ...     Ronny Gatson Hobart Cavanaugh    ...     Fake Worthingham Mayo Methot    ...     Gladys Farrell Renee Whitney    ...     Bessie Ralf Harolde    ...     Hendrickson Merna Kennedy ...     Jitters Philip Faversham    ...     Intern Blair Nora Lane    ...     Sarah Posy Barton Sinopse Após perder Joan (Bette Davis) para seu rival Charles (Alan Dinehart), Jimmy Corrigan (James Cagney), um detetive sem escrúpulos, não medirá esforços para reconquistá-la, se passando por um verdadeiro gentleman para denuncia uma fraude em que o seu rival está envolvido. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Sem Legendas   Imagens
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Título Original: Fog Over Frisco Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Policial Mistério  / 68min Direção: William Dieterle Produção: Henry Blanke Roteiro: Robert N. Lee e George Dyer Fotografia: Tony Gaudio Música: Bernhard Kaun Elenco Bette Davis ...     Arlene Bradford Donald Woods    ...     Tony Sterling Margaret Lindsay    ...     Valkyr Bradford Lyle Talbot    ...     Spencer Carlton Hugh Herbert    ...     Izzy Wright Arthur Byron    ...     Everett Bradford Robert Barrat    ...     Thorne Henry O'Neill    ...     Oren Porter Irving Pichel    ...     Jake Bellow Douglass Dumbrille    ...     Joshua Mayard Alan Hale    ...     Chief O'Malley Gordon Westcott    ...     Joe Bello Charles C. Wilson    ...     Detective Sergeant O'Hagen Harold Minjir    ...     Archie Van Ness William Demarest    ...     Spike Smith Sinopse Valkyr (Margaret Lindsay) descobre que sua mimada irmã  Arlene Bradford (Bette Davis) está saindo com gangsters. Após o sumiço de Arlene, Valkyr vai atrás da irmã para descobrir o que lhe aconteceu e acaba sendo sequestrada. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas somente em inglês   Imagens
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Título Original: Housewife Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Drama / 69min Direção: Alfred E. Green Produção: Robert Lord e Jack L. Warner Roteiro: Manuel Seff e Lillie Hayward Fotografia: William Rees Música: Heinz Roemheld Elenco George Brent ...     William Reynolds Bette Davis ...     Patricia Berkeley Ann Dvorak    ...     Nan Reynolds John Halliday    ...     Paul Duprey Ruth Donnelly    ...     Dora Wilson Hobart Cavanaugh    ...     George Wilson Robert Barrat    ...     Sam Blake Joseph Cawthorn    ...     Krueger Phil Regan    ...     Radio Singer Willard Robertson    ...     Judge Ronnie Cosby    ...     Buddy Reynolds Leila Bennett    ...     Jenny Harry Tyler    ...     Mr. Simmons Charles Coleman    ...     Bolton Sinopse Nan Reynolds (Ann Dvorak) incentiva o marido Bill (George Brent) a abrir sua própria agência. Ele consegue um cliente, e sua ex-namorada Patricia Berkeley (Bette Davis) grava um comercial bem sucedido. Bill e Patricia retomam o antigo romance, e o casamento está por um fio. Imagens
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Título Original: Bordertown Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Drama / 90min Direção: Archie Mayo Produção: Hal B. Wallis e Jack L. Warner     Roteiro: Carroll Graham Fotografia: Tony Gaudio Música: Bernhard Kaun Elenco Paul Muni ....Johnny Farada Ramirez Bette Davis ....  Mrs. Marie Roark Margaret Lindsay ....  Dale Elwell Eugene Pallette ...  Charles 'Charlie' Roark Robert Barrat ...  Padre Soledad Jiménez ...  Mrs. Ramirez Hobart Cavanaugh ...  Harry, the drunk Sinopse Apaixonada por outro homem, Marie Roark (Bette Davis) será capaz de matar seu marido para tentar conquistar o amor de Johnny (Paul Muni). Mesmo assim ele lhe rejeita, e para vingar-se, Marie conta à polícia que ele a ajudou a matar seu marido. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.       Sem Legendas     Imagens
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Título Original: Front Page Woman Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Drama Romance / 82min Direção: Michael Curtiz Roteiro: Richard Macaulay Fotografia: Tony Gaudio Música: Leo F. Forbstein Elenco Bette Davis ...     Ellen Garfield George Brent ...     Curt Devlin Roscoe Karns    ...     Toots O'Grady Wini Shaw    ...     Inez Cordoza Walter Walker    ...     Judge Hugo Rickard J. Carrol Naish    ...     Robert Cardoza Gordon Westcott    ...     Maitland Coulter Dorothy Dare    ...     Mae LaRue June Martel    ...     Olive Wilson Joseph Crehan    ...     Spike Kiley J. Farrell MacDonald    ...     Hallohan Addison Richards    ...     District Attorney Joe King    ...     Hartnett Selmer Jackson    ...     Joe Davis Miki Morita    ...     Fuji - Stone's Servant Sinopse Ellen Garfield (Bette Davis) recusa-se a casar com o repórter Curt Devlin (George Brent) até que ele admita que ela é tão boa profissional quanto ele. Os dois trabalham em jornais rivais e vivem às turras, para provar quem é melhor.   Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas somente em inglês Imagens
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Título Original: Special Agent Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Drama / 76min Direção: William Keighley Produção: Samuel Bischoff e Martin Mooney Roteiro: Laird Doyle e Abem Finkel Fotografia: Sidney Hickox     Música: Bernhard Kaun Elenco Bette Davis ...     Julie Gardner George Brent ...     Bill Bradford Ricardo Cortez    ...     Alexander Carston Jack La Rue    ...     Jake Andrews Henry O'Neill    ...     District Attorney Roger Quinn Robert Strange    ...     Waxey Armitage Joseph Crehan    ...     Commissioner of Police J. Carrol Naish    ...     Joe Durell Joe Sawyer    ...     Rich - Chief Henchman William B. Davidson    ...     Charlie Young - Carston's Lawyer Robert Barrat    ...     Chief of Internal Revenue Service Paul Guilfoyle    ...     Williams - Quinn's Secretary Joe King    ...     Agent Wilson Irving Pichel    ...     U.S. District Attorney Sinopse Bill Bradford (George Brent), um jornalista, se torna um agente especial para o o serviço de imposto, tentando acabar com a carreira do mafioso Alexander Carston (Ricardo Cortez). Para isso contará com a ajuda de Julie Gardner (Bette Davis), uma contadora. Para impedir isso, os capangas de Carston tentarão sequestrá-la. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legendas somente em espanhol  
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Título Original: Kid Galahad Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / EUA / Crime Drama Romance / 102min Direção: Michael Curtiz Produção: Samuel Bischoff, Jack L. Warner Roteiro: Seton I. Miller Fotografia: Tony Gaudio Música: Heinz Roemhel e Max Steiner Elenco Edward G. Robinson    ...     Nick 'Nicky' Donati Bette Davis ...     Louise 'Fluff' Phillips Humphrey Bogart ...     Turkey Morgan Wayne Morris    ...     Ward 'Kid Galahad' Guisenberry Jane Bryan    ...     Marie Donati Harry Carey    ...     Silver Jackson William Haade    ...     Chuck McGraw Soledad Jiménez    ...     Mrs. Donati Joe Cunningham    ...     Joe Taylor Ben Welden    ...     Buzz Stevens Joseph Crehan    ...     Brady Veda Ann Borg    ...     The redhead Frank Faylen    ...     Barney Harland Tucker    ...     Archie Bob Evans    ...     Sam McGraw Sinopse Ward (Wayne Morris) é um jovem ingênuo. Ele trabalha para juntar dinheiro e futuramente comprar uma fazendo. No entando, durante sua primeira noite de trabalho, ao tentar proteger Fluff (Bette Davis), ele se mete em uma briga. Nick, irmão de Flutt  vê nele a chance de transformá-lo em um campeão. "Kid Galahad" justifica e se transforma em um. Mas a amante e Nick logo se apaixona por ele. Curiosidades - Refilmagem em 1962, trazendo Elvis Presley no elenco. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas   Imagens
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Título Original: Satan Meet a Lady Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Comédia Drama / 74min Direção: William Dieterle Roteiro: Brown Holmes Fotografia: Arthur Edeson     Música: Leo F. Forbstein Cinematography by Elenco Bette Davis ...     Valerie Purvis Warren William    ...     Ted Shane Alison Skipworth    ...     Madame Barabbas Arthur Treacher    ...     Anthony Travers Marie Wilson    ...     Miss Murgatroyd Wini Shaw    ...     Astrid Ames Porter Hall    ...     Milton Ames Olin Howland    ...     Detective Dunhill Charles C. Wilson    ...     Detective Pollock Sinopse O detetive particular Ted Shane (Warren William) está em seu escritório quando recebe a visita de Valerie Purvis (Bette Davis), uma misteriosa mulher. Após seu parceiro ser assassinado, Ted passa a ser o principal suspeito. Curiosidades - Segunda adaptação do livro "O Falcão Maltês", de Dashiell Hammett. - Segundo Bette Davis, este foi o seu pior filme. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legenda somente em espanhol Imagens
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  Título Original: The Golden Arrow Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Comédia / 68min Direção: Alfred E. Green Produção: Samuel Bischoff Roteiro: Michael Arlen e Charles Kenyon Fotografia: Arthur Edeson Música: Heinz Roemheld     Elenco     Bette Davis ...     Daisy Appleby George Brent ...     Johnny Jones Eugene Pallette    ...     Mr. Meyers Dick Foran    ...     Tommy Blake Carol Hughes    ...     Hortense Burke-Meyers Catherine Doucet    ...     Miss Pommesby Craig Reynolds    ...     Jorgenson Ivan Lebedeff    ...     Count Guilliano G.P. Huntley    ...     Aubrey Rutherford Hobart Cavanaugh    ...     DeWolfe Henry O'Neill    ...     Mr. Appleby Eddie Acuff    ...     Davis Earle Foxe    ...     Alfred Parker Rafael Storm    ...     Prince Peter E.E. Clive    ...     Walker   Sinopse     Daisy Appleby (Bette Davis), uma herdeira, se casa com Johnny Jones (George Brent), pensando que ele é um milionário, mas na verdade ele é um jornalista. Só que Daisy também guarda um segredo sobre sua fortuna: ela foi contratada para se passar por herdeira.  
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Título Original: The Greatest Show on Earth Ano/País/Gênero/Duração: 1952 / EUA / Drama Romance / 152min Direção: Cecil B. DeMille Produção: Cecil B. DeMille Roteiro: Fredric M. Frank, Theodore St. John, Frank Cavett, Barré Lyndon Fotografia: George Barnes Música: Victor Young, Henry Sullivan, E. Ray Goetz Elenco Betty Hutton .... Holly Cornel Wilde .... O Grande Sebastian Charlton Heston .... Brad Braden James Stewart .... o palhaço Buttons Dorothy Lamour .... Phyllis Gloria Grahame .... Angel Henry Wilcoxon .... o agente do FBI Gregory Lyle Bettger .... Klaus Lawrence Tierney .... Mr. Henderson Sinopse Brad Braden (Charlton Heston) vive para seu trabalho como gerente do grande circo. Mesmo assim o circo está em apuros, e para tentar erguer o velho prestígio, ele contrata um novo trapezista. Isto causa um tumulto na vida de Holly (Betty Hutton), também trapezista, que se vê ameaçada e ao mesmo tempo atraída pelo novo artista. Curiosidades - Considerado o pior filme a ganhar o Oscar de Melhor Filme. Prêmios - Oscar de Melhor Filme e Roteiro. Imagens
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Título Original: Les Parapluies de Cherbourg Ano/País/Gênero/Duração: 1964 / França / Drama Musical Romance / 91min Direção: Jacques Demy Produção: Mag Bodard Roteiro: Jacques Demy Fotografia: Jean Rabier Música: Michel Legrand Elenco Catherine Deneuve ...     Geneviève Emery Nino Castelnuovo    ...     Guy Foucher Anne Vernon    ...     Madame Emery Marc Michel    ...     Roland Cassard Ellen Farner    ...     Madeleine Mireille Perrey    ...     Aunt Élise Jean Champion    ...     Aubin Pierre Caden    ...     Bernard Jean-Pierre Dorat    ...     Jean Bernard Fradet    ...     Gas Station Apprentice Michel Benoist    ...     Umbrella Buyer Philippe Dumat    ...     Garage Customer in 1957 Dorothée Blank    ...     Girl in Cafe Jane Carat    ...     Ginny Harald Wolff    ...     Monsieur Dubourg Sinopse Geneviève (Catherine Deneuve) tem 17 anos e trabalha na loja de guarda-chuvas de sua mãe. Seu namorado Guy (Nino Castelnuovo) terá que se apresentar no exército, onde deverá ficar por dois anos. Mas Geneviève descobre que está grávida e entra em conflito, sem saber se o espera durante o período de ausência ou aceita o pedido de casamento de outro homem, apaixonado por ela. Imagens
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Título Original: The April Fools Ano/País/Gênero/Duração: 1969 / EUA / Comédia Romance / 95min Direção: Stuart Rosenberg Produção: Gordon Carroll Roteiro: Hal Dresner Fotografia: Michel Hugo Música: Marvin Hamlisch Elenco Jack Lemmon ...     Howard Brubaker Catherine Deneuve ...     Catherine Gunther Peter Lawford ...     Ted Gunther Jack Weston    ...     Potter Shrader Myrna Loy ...     Grace Greenlaw Charles Boyer ...     Andre Greenlaw Kenneth Mars    ...     Les Hopkins Melinda Dillon    ...     Leslie Hopkins Harvey Korman    ...     Matt Benson Sally Kellerman    ...     Phyllis Brubaker Gary Dubin    ...     Stanley Brubaker Janice Carroll    ...     Mimsy Shrader Dee Gardner    ...     Naomi Jackson David Doyle    ...     Orlow P. Walters Susan Barrett    ...     Singer Sinopse Howard Brubaker (Jack Lemmon) não vive bem com sua esposa, que é insensível. Recém contratado na empresa de Ted Gunther (Peter Lawford), logo se apaixona pela esposa do chefe. Os dois decidem deixar tudo para trás e iniciar uma nova vida, juntos. Imagens
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Título Original: I bambini ci guardano Ano/País/Gênero/Duração: 1944 / Italia / Drama / 84min Direção: Vittorio De Sica Produção: Franco Magli Roteiro: Cesare Giulio Viola Fotografia: Giuseppe Caracciolo e Romolo Garroni Música: Renzo Rossellini Elenco Emilio Cigoli    ...     Andrea - il padre Luciano De Ambrosis    ...     Pricò Isa Pola    ...     Nina - la madre Adriano Rimoldi    ...     Roberto - l'amante di Nina Giovanna Cigoli    ...     Agnese - la governante Jone Frigerio    ...     La nonna Maria Gardena    ...     La signora Uberti Dina Perbellini    ...     Zia Berelli Nicoletta Parodi    ...     Giuliana Tecla Scarano    ...     La signora Resta Ernesto Calindri    ...     Claudio Olinto Cristina    ...     Il rettore - The Chancellor Mario Gallina    ...     Il medico Zaira La Fratta    ...     Paolina Armando Migliari    ...     Il commendatore Sinopse O filme acompanha as angústias de Prico (Luciano De Ambrosis), um garoto de quatro anos de idade. Sua mãe abandona seu pai para ir morar com o amante e, sem condições emocionais de criar o filho, o pai envia-o para morar com a tia, depois com a avó. A criança sofre. Curiosidades - Segundo Vittorio de Sica, seu primeiro filme autoral. - Apesar de realizado em 1942, o filme só foi lançado em 1944. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legenda em português Imagens
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Título Original: Sciuscià Ano/País/Gênero/Duração: 1946 / ITália / Drama / 93min Direção: Vittorio De Sica Produção: Giuseppe Amato Roteiro: Sergio Amidei, Adolfo Franci, C.G. Viola, Cesare Zavattini Fotografia: Anchise Brizzi     Música: Alessandro Cicognini Elenco Franco Interlenghi     ...     Pasquale Maggi Rinaldo Smordoni    ...     Giuseppe Filippucci Annielo Mele    ...     Raffaele Bruno Ortenzi    ...     Arcangeli Emilio Cigoli    ...     Staffera Sinopse Giuseppe e Pasquale, dois garotinhos, engraxam sapatos sonhando em comprar um cavalo brando. Mas após se envolverem em um roubo, acabam indo para em um reformatório. Muitos problemas virão. Curiosidades - Oscar Especial de Melhor Filme estrangeiro. - Primeiro filme neo-realista de Vittorio de Sica.
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Título Original: Rocco e i suoi fratelli Ano/País/Gênero/Duração: 1960 / Italia / Drama / 177min Direção: Luchino Visconti Produção: Luchino Visconti Roteiro: Suso Cecchi d'Amico / Pasquale Festa Campanile / Massimo Franciosa / Enrico Medioli / Luchino Visconti Fotografia: Giuseppe Rotunno Música: Nino Rota Elenco Alain Delon .... Rocco Parondi Renato Salvatori .... Simone Parondi Annie Girardot .... Nadia Katina Paxinou .... Rosaria Parondi Alessandra Panaro .... noiva de Ciro Spiros Focás .... Vincenzo Parondi Max Cartier .... Ciro Parondi Corrado Pani .... Ivo Rocco Vidolazzi .... Luca Parondi Nino Castelnuovo .... Nino Rossi Sinopse A família Parondi muda-se da Sicília para Milão, em busca de melhores condições de vida. Para lá seguem a viúva Rosaria e os filhos Rocco, Simone, Vincenzo, Luca e Ciro. Lá chegando, cada filho segue seu caminho, enquanto Simone quer ser pugilista, Rocco quer retornar à sua terra. O envolvimento com uma amante, leva Rocco a uma degradação de vida cada vez maior. Curiosidades - Renato Salvatori e Annie Girardot se tornaram amantes na vida real. - Algumas cenas chegaram a ser cortadas para o filme ser exibido na América, devido ao alto teor de violência. Imagens
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Título Original: The Snake Pit Ano/País/Gênero/Duração: 1948 / EUA / Drama Mistério / 108min Direção: Anatole Litvak Produção: Robert Bassler Roteiro: Frank Partos e Millen Brand Fotografia: Leo Tover     Música: Alfred Newman Elenco Olivia de Havilland ...     Virginia Stuart Cunningham Mark Stevens    ...     Robert Cunningham Leo Genn    ...     Doctor Mark Kik Celeste Holm    ...     Grace Glenn Langan    ...     Doctor Terry Helen Craig    ...     Nurse Davis Leif Erickson    ...     Gordon Beulah Bondi    ...     Mrs. Greer Lee Patrick    ...     Asylum Inmate Howard Freeman    ...     Dr. Curtis Natalie Schafer    ...     Mrs. Stuart Ruth Donnelly    ...     Ruth Katherine Locke    ...     Margaret Frank Conroy    ...     Dr. Jonathan Gifford Minna Gombell    ...     Miss Hart Mae Marsh Sinopse Virginia (Olivia de Havilland) se apaixona por Robert (Mark Stevens), e logo se casam. Mas após o casamento, ela começa a se comportar de uma forma diferente. O marido a interna em um sanatório, onde ela inicia um tratamento a base de eletro-choques. Virginia começa a melhorar, mas sofre nas mães de uma enfermeira, que sempre ameaça mada-la para a "Cova das serpentes", uma ala onde ficam os pacientes sem cura. Após uma discussão, Virginia é mandada para o local, onde piora. Curiosidades - O médico foi baseado no Dr. Gerard Chrzanowski. Ele morreu em 2000, aos 87 anos. - O título é derivado de um antigo método de tratar os doentes mentais, jogando-os em um poço de cobras. - Gene Tierney foi a primeira opção para o papel  principal, mas estava grávida à época. Prêmios - Oscar de Melhores Efeitos Sonoros. Imagens
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Título Original: The Male Animal Ano/País/Gênero/Duração: 1942 / EUA / Comédia / 101min Direção: Elliott Nugent Produção: Hal B. Wallis Roteiro: Stephen Morehouse Avery, Julius J. Epstein e Philip G. Epstein Fotografia: Arthur Edeson Música: Heinz Roemheld Elenco Henry Fonda ...     Prof. Tommy Turner Olivia de Havilland ...     Ellen Turner Joan Leslie ...     Patricia Stanley Jack Carson    ...     Joe Ferguson Eugene Pallette    ...     Ed Keller Herbert Anderson    ...     Michael Barnes Hattie McDaniel    ...     Cleota Ivan F. Simpson    ...     Dr. Fredrick Damon Don DeFore    ...     Wally Myers Jean Ames    ...     Hot Garters Gardner Minna Phillips    ...     Blanche Damon Regina Wallace    ...     Myrtle Keller Frank Mayo    ...     Coach Sprague William B. Davidson    ...     Alumnus at Rally Bobby Barnes    ...     Nutsy Miller Sinopse O professor universitário Tommy Turner (Henry Fonda) é acusado de ser comunista após informar que utilizará em suas aulas textos de autores que não são da literatura. Ed Keller (Eugene Pallette), quer que ele desista de tal ato. Enquanto isso, sua esposa interessa-se por outro homem. Imagens
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Título Original: To Each His Own Ano/País/Gênero/Duração: 1946 / EUA / Drama / 122min Direção: Mitchell Leisen Produção: Charles Brackett Roteiro: Charles Brackett, Jacques Théry, Dodie Smith Fotografia: Daniel L. Fapp Música: Victor Young Elenco Olivia de Havilland ...     Miss Josephine 'Jody' Norris Mary Anderson    ...     Corinne Piersen Roland Culver    ...     Lord Desham Phillip Terry    ...     Alex Piersen Bill Goodwin    ...     Mac Tilton Virginia Welles    ...     Liz Lorimer Victoria Horne    ...     Nurse Daisy Gingras Griff Barnett    ...     Daniel Norris Alma Macrorie    ...     Belle Ingram Bill Ward    ...     Gregory Frank Faylen    ...     Babe Willard Robertson    ...     Dr. Hunt Arthur Loft    ...     Bernadock Clinton Virginia Farmer    ...     Mrs. Cora Clinton Doris Lloyd    ...     Miss Pringle Sinopse Jody (Olivia de Havilland) engravida de um um piloto prestes a ir para a Segunda Guerra Mundial. Ele morre, e ela o entrega para uma família, vendo seu crescimento à distância. Curiosidades - Primeiro filme de John Lund. Prêmios - Oscar de Melhor Atriz (Olivia de Havilland). Imagens
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Título Original: They Died with Their Boots On Ano/País/Gênero/Duração: 1941 / EUA / Biografia Drama Romance Guerra  / 141min Direção: Raoul Walsh Produção: Robert Fellows e Hal B. Wallis Roteiro: Wally Kline e Æneas MacKenzie Fotografia: Bert Glennon Música: Max Steiner     Elenco     Errol Flynn ...     George Armstrong Custer Olivia de Havilland ...     Elizabeth Bacon Arthur Kennedy    ...     Ned Sharp Charley Grapewin    ...     California Joe Gene Lockhart    ...     Samuel Bacon, Esq. Anthony Quinn ...     Crazy Horse Stanley Ridges    ...     Maj. Romulus Taipe John Litel    ...     Gen. Phil Sheridan Walter Hampden    ...     William Sharp Sydney Greenstreet    ...     Lt. Gen. Winfield Scott Regis Toomey    ...     Fitzhugh Lee Hattie McDaniel    ...     Callie G.P. Huntley    ...     Lt. "Queen's Own" Butler Frank Wilcox    ...     Capt. Webb Joe Sawyer    ...     Sgt. Doolittle   Sinopse   Biografia de George Armstrong Custer (Errol Flynn), a partir do momento em que ele entra na Academia Militar, passa pela Guerra Civil Americana, até sua morte em Little Big Horn. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legenda   Imagens  
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Título Original: The Benny Goodman Story Ano/País/Gênero/Duração: 1956 / EUA / Biografia Drama / 116min Direção: Valentine Davies Produção: Aaron Rosenberg Roteiro: Valentine Davies Fotografia: William H. Daniels Elenco Steve Allen    ...     Benny Goodman Donna Reed ...     Alice Hammond Berta Gersten    ...     Mama Goodman Barry Truex    ...     Benny Goodman (at 16) Herbert Anderson    ...     John Hammond Jr. Robert F. Simon    ...     Papa Dave Goodman Hy Averback    ...     Willard Alexander - Benny's manager Sammy Davis Sr.    ...     Fletcher Henderson Dick Winslow    ...     Gil Rodin Shepard Menken    ...     Harry Goodman Jack Kruschen    ...     'Murph' Podolsky - riverboat band Mgr. Wilton Graff    ...     John Hammond Sr. Fred Essler    ...     Prof Schoepp David Kasday    ...     Benny Goodman (at 10) John Erman    ...     Harry Goodman (at 16) Sinopse Vida e obra de Goodman (Steve Allen), cuja orquestra foi a primeira a se apresentar em grupo, com o jazz. Seu grupo era composto por negros e brancos. Sua jazzband também foi a primeira a visitar a URSS. Curiosidades - Steve Allen aprendeu a tocar clarinete para este filme. - Benny Goodman tocou todas as músicas da trilha sonora. Imagens
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Título Original: Operator 13 Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Drama / 85min Direção: Richard Boleslavsky Produção: Lucien Hubbard Roteiro: Robert W. Chambers, Harvey Thew, Zelda Sears, Eve Greene Fotografia: George J. Folsey Música: William Axt Elenco Marion Davies ....  Gail Loveless Gary Cooper ....  Capt. Jack Gailliard Jean Parker ....  Eleanor Shackleford Katharine Alexander ....  Pauline Cushman Ted Healy ....  Capt. Hitchcock Russell Hardie ....  Capt. Hitchcock Henry Wadsworth ....  Lt. Gus Lilttledale Douglass Dumbrille ....  Confederate Willard Robertson ....  Capt. Cornelius Channing Fuzzy Knight ....  Pvt. Sweeney Sidney Toler ....  Maj. Allen Sinopse: Gail Loveless (Marion Davies) é a espiã 13, fingindo se chamar Anne. Durante um baile, em que finge ser uma empregada, ela acaba conhecendo o comandante Jack Galliard (Gary Cooper), por quem se apaixona. Quando descobre sua verdadeira identidade, já é tarde: Galliard também já se apaixonara por ela. Download:   Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas Imagens
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Título Original: The Red Mill Ano/País/Gênero/Duração: 1927 / EUA / Comédia Romance / 74min Direção: Roscoe 'Fatty' Arbuckle Roteiro: Frances Marion e Victor Herbert Fotografia: Hendrik Sartov Música: Michael Picton Elenco Marion Davies ...     Tina Owen Moore    ...     Dennis Louise Fazenda    ...     Gretchen George Siegmann    ...     Willem Karl Dane    ...     Captain Jacop Van Goop Russ Powell    ...     Burgomaster Snitz Edwards    ...     Caesar William Orlamond    ...     Governor Sinopse Tina (Marion Davies) trabalha como doméstica. Ao saber de uma corrida no gelo, decide usar seu método de limpeza, em que prende a escova aos pés, ao seu favor para ganhar a corrida. Curiosidades - Devido ao escândalo que sofreu anos antes, em que esteve envolvido no estupro e assassinato de uma atriz, Roscoe Arbuckle utilizou um pseudônimo para dirigir este filme. - Filme mudo. Imagens
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Título Original: Lights of Old Broadway Ano/País/Gênero/Duração: 1925 / EUA / Drama Romance / 70min Direção: Monta Bell Produção: Monta Bell Roteiro: Laurence Eyre e Joseph Farnham Fotografia: Ira H. Morgan Elenco Marion Davies ...     Fely / Anne Conrad Nagel    ...     Dirk de Rhonde Frank Currier    ...     Lambert de Rhonde George K. Arthur    ...     Andy Charles McHugh    ...     Shamus O'Tandy Eleanor Lawson    ...     Mrs. O'Tandy Julia Swayne Gordon    ...     Mrs. de Rhonde Matthew Betz    ...     'Red' Hawkins Wilbur Higby    ...     Fowler Bodil Rosing    ...     Widow Gorman George Bunny    ...     Tony Pastor Georgie Harris    ...     Joe Weber Bernard Berger    ...     Lew Fields J. Frank Glendon    ...     Thomas A. Edison Buck Black    ...     Young Teddy Roosevelt Sinopse Anne (Marion Davies), irmã gêmea de Fely (também Marion Davies) vai viver com uma família abastada em Nova York, enquanto a irmã fica para ajudar a família. Um rico rapaz, filho da família que cria Anne, se apaixona por Fely e quer tira-la da miséria em que vive. Curiosidades Filme mudo. Imagens
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Título Original: Quality Street Ano/País/Gênero/Duração: 1927 / EUA / Comédia Drama Romance / 80min Direção: Sidney Franklin Produção: Marion Davies Roteiro: Marian Ainslee e J.M. Barrie Fotografia: Hendrik Sartov Elenco Marion Davies ...     Phoebe Throssel Conrad Nagel    ...     Doctor Valentine Brown Helen Jerome Eddy    ...     Susan Throssel Flora Finch    ...     Mary Willoughby Margaret Seddon    ...     Nancy Willoughby Marcelle Corday    ...     Henrietta Turnbull Kate Price    ...     Patty Sinopse Um jovem médico britânico abandona sua noiva e segue para guerra contra Napoleão. Retorna após 10 anos, e encontra a sua antiga noiva, antes jovem, agora uma professora envelhecida, e se desinteressa por ela. Ela, ainda apaixonada por ele, reinventa-se, fingindo ser sua sobrinha para reconquista-lo. Imagens
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Título Original: Beverly of Graustark Ano/País/Gênero/Duração: 1926 / EUA / Comédia Romance / 70min Direção: Sidney Franklin Roteiro: Joseph Farnham e Agnes Christine Johnston Fotografia: Percy Hilburn Elenco Marion Davies ...     Beverly Calhoun Antonio Moreno    ...     Dantan Creighton Hale    ...     Prince Oscar Roy D'Arcy    ...     General Marlanax Albert Gran    ...     Duke Travina Paulette Duval    ...     Carlotta Max Barwyn    ...     Saranoff Charles Clary    ...     Mr. Calhoun Sinopse Beverly Calhoun (Marion Davis) tenta impressionar o Principe Oscar de Graustark (Creighton Hale), seu primo, e parte para o pequeno reino dele na Europa, a fim de conseguir algo. Lá chegando, apaixona-se por Dantan (Antonio Moreno), o guarda costas do reino. Curiosidades - Filme mudo. Imagens
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Título Original: Blondie of the Follies Ano/País/Gênero/Duração: 1932 / EUA / Comédia / 91min Direção: Edmund Goulding Produção: Marion Davies Roteiro: Anita Loos e Frances Marion Fotografia: George Barnes Música: William Axt Elenco Marion Davies ...     Blondie McClune Robert Montgomery ...     Larry Belmont Billie Dove ...     Lottie Callahan / Lurline Cavanaugh Jimmy Durante ...     Jimmy James Gleason    ...     Pop McClune Zasu Pitts ...     Gertie Sidney Toler    ...     Pete Douglass Dumbrille    ...     Murchenson Sarah Padden    ...     Ma McClune Louise Carter    ...     Ma Callahan Clyde Cook    ...     Dancer Sinopse Blondie (Marion Davies) é chamada para estrelar um espetáculo de teatro, e logo consegue encaixar sua amiga Lurdine (Billie Dove). Mas quando a paixão de Lurdine se apaixona por Blondie, a amizade das duas fica abalada. Download:     Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas   Imagens
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Título Original: The Patsy Ano/País/Gênero/Duração: 1928 / EUA / Comédia Drama / 78min Direção: King Vidor Produção: Marion Davies, William Randolph Hearst, King Vidor Roteiro: Barry Conners e Agnes Christine Johnston Fotografia: John F. Seitz     Música: Vivek Maddala Elenco Marion Davies ...     Patricia Harrington Orville Caldwell    ...     Tony Anderson Marie Dressler ...     Ma Harrington Lawrence Gray    ...     Billy Caldwell Dell Henderson    ...     Pa Harrington Jane Winton    ...     Grace Harrington Sinopse Patricia (Marion Davies) é a filha caçula e negligenciada da família Harrington. Ma (Marie Dressler), que a coloca para trabalhar ao passo que mima a sua outra filha. O pai Pa (Dell Henderson) é distante. Durante um jantar no Iate Clube, ela conhece o playboy Tony (Orville Caldwell), que logo fica noivo de sua irmã. Patricia decide se intelectualizar, e descobre que sua irmã trai Tony. Fábula moderna de Cinderela. Curiosidades - Filme Mudo. Imagens
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Título Original: The Naked City Ano/País/Gênero/Duração: 1948 / EUA / Policial / 96min Direção: Jules Dassin Produção: Mark Hellinger Roteiro: Albert Maltz e Malvin Wald Fotografia: William H. Daniels Música: Miklós Rózsa e Frank Skinner Elenco Barry Fitzgerald     ...     Det. Lt. Dan Muldoon Howard Duff    ...     Frank Niles Dorothy Hart    ...     Ruth Morrison Don Taylor    ...     Det. Jimmy Halloran Frank Conroy    ...     Capt. Donahue Ted de Corsia    ...     Willie Garzah House Jameson    ...     Dr. Stoneman Anne Sargent    ...     Mrs. Halloran Adelaide Klein    ...     Mrs. Paula Batory Grover Burgess    ...     Mr. Batory Tom Pedi    ...     Det. Perelli Enid Markey    ...     Mrs. Edgar Hylton Mark Hellinger    ...     Narrator (voice) Sinopse Após o assassinato de uma jovem modelo em seu apartamento, os detetives Dan e Jimmy são designados para investigar o caso. Frank Niles é detido, mas após inventar um álibi é inocentado. Mas há algo oculto nesta história, e eles estão dispostos a descobrir. Prêmios - Oscar de Melhor Fotografia e Montagem. Imagens
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Título Original: Rio Rita Ano/País/Gênero/Duração: 1929 / EUA / Musical Romance Faroeste / 140min Direção: Luther Reed Produção: William LeBaron     Roteiro: Guy Bolton e Luther Reed Fotografia: Robert Kurrle Elenco Bebe Daniels ...     Rita Ferguson John Boles    ...     Capt. Jim Stewart Bert Wheeler    ...     Chick Bean Robert Woolsey    ...     Ned Lovett Dorothy Lee    ...     Dolly Bean Don Alvarado    ...     Roberto Ferguson Georges Renavent    ...     General Ravinoff Helen Kaiser    ...     Mrs. Katie Bean Sinopse Chick Bean (Bert Wheeler), um contrabandista de Nova York, vai para a cidade de San Lucas no México para conseguir o divórcio e casar-se com Dolly (Dorothy Lee). Após o casamento, o advogado dele informa que o divórcio é inválido e aconselha-o a ficar longe de sua noiva. Paralelamente, o capitão Jim Stewart (John Boles) persegue o bandido "The Kinkajou" ao londo da fronteira mexicana e se apaixona pela bela Rita (Bebe Daniels). Ele suspeita que seu irmão é o famoso bandido. Curiosidades - Primeiro filme falado de Bebe Daniels. Imagens
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Título Original: The Boston Strangler Ano/País/Gênero/Duração: 1968 / EUA / Drama Policial Suspense / 116min Direção: Richard Fleischer Produção: Robert Fryer Roteiro: Edward Anhalt, Gerold Frank Fotografia: Richard H. Kline     Música: Lionel Newman Elenco Tony Curtis ...     Albert DeSalvo Henry Fonda ...     John S. Bottomly George Kennedy    ...     Det. Phil DiNatale Mike Kellin    ...     Julian Soshnick Hurd Hatfield    ...     Terence Huntley Murray Hamilton    ...     Det. Frank McAfee Jeff Corey    ...     John Asgeirsson Sally Kellerman    ...     Dianne Cluny William Marshall    ...     Atty. Gen. Edward W. Brooke George Voskovec    ...     Peter Hurkos Leora Dana    ...     Mary Bottomly Carolyn Conwell    ...     Irmgard DeSalvo Jeanne Cooper    ...     Cloe Austin Willis    ...     Dr. Nagy Lara Lindsay    ...     Bobbie Eden Sinopse Albert deSalvo (Tony Curtis), um serial-killer, passou anos cometendo crimes hediondos contra mulheres. A polícia busca seu paradeiro durante dois anos e o encontra, mas ele afirma não lembrar dos acontecimentos. Curiosidades - Baseado em fatos reais. - Filmado no estilo documentário. - Horst Buchholz , Robert Redford e Warren Beatty foram cogitados para o papel principal. Imagens
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Título Original: Sweet Smell of Success Ano/País/Gênero/Duração: 1957 / EUA / Drama Noir / 96min Direção: Alexander Mackendrick Produção: James Hill Roteiro: Clifford Odets, Ernest Lehman, Alexander Mackendrick Fotografia: James Wong Howe Música: Elmer Bernstein Elenco Burt Lancaster ... J.J. Hunsecker Tony Curtis ... Sidney Falco Susan Harrison ... Susan Hunsecker Martin Milner ... Steve Dallas Sam Levene ... Frank D' Angelo Barbara Nichols ... Rita Jeff Donnell ... Sally Joe Frisco ... Herbie Temple Emile Meyer ... Lt. Harry Kello Edith Atwater ... Mary The Chico Hamilton Quintet ... Themselves Chico Hamilton ... Himself - Chico Hamilton Quintet Sinopse O jornalista J.J. Hunsecker (Burt Lancaster) quer evitar que sua irmã se case com o músico Steve Dallas (Matin Milner). Para isso ele contrata o inescrupuloso Sidney Falco (Tony Curtis) para que ele dê um fim ao romance dos dois. Curiosidades - J.J. Hunsecker foi baseado em um famoso colunista do New York Walter Winchell. - Orson Welles foi cogitado para o papel de Hunsecker. - Robert Vaughn originalmente iria fazer o papel de Steve Austin, mas foi convocado para o Exército, e teve que abandonar o projeto. - Estréia de David White. Imagens
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Título Original: The Prince Who Was a Thief Ano/País/Gênero/Duração: 1951 / EUA / Aventura / 88min Direção: Rudolph Maté Produção: Leonard Goldstein Roteiro: Gerald Drayson Adams e Æneas MacKenzie Fotografia: Irving Glassberg Música: Hans J. Salter Elenco Tony Curtis ...     Julna Piper Laurie    ...     Tina Everett Sloane    ...     Yussef Jeff Corey    ...     Emir Mokar Betty Garde    ...     Mirza Marvin Miller    ...     Hakar Peggie Castle    ...     Princess Yasmin Donald Randolph    ...     Prince Mustapha Nita Bieber    ...     Cahuena Milada Mladova    ...     Dancer Hayden Rorke    ...     Basra Midge Ware    ...     Sari Carol Varga    ...     Beulah Sinopse Yussef (Everett Sloane) recebe a ordem do regente Mustapha (Donald Randolph) de matar o herdeiro do trono. Com pena do garoto, ele decide criá-lo, ao passo que o mandante pensa que ele foi morto. Já crescido, Julna (Tony Curtis) também se torna um ladrão, como seu pai adotivos. Imagens
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Título Original: Road to Singapore Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Comédia Musical Romance / 85min Direção: Victor Schertzinger Produção: Harlan Thompson Roteiro:  Frank Butler e Don Hartman Fotografia:William C. Mellor Elenco Bing Crosby ...     Joshua 'Josh' Mallon V Dorothy Lamour ...     Mima Bob Hope ...     Ace Lannigan Charles Coburn    ...     Joshua Mallon IV Judith Barrett    ...     Gloria Wycott Anthony Quinn ...     Caesar Jerry Colonna    ...     Achilles Bombanassa Sinopse Joshua e Ace são dois playboys tentando esquecer seus romances anteriores, e para isso partem para Singapura, onde dão de cara com a nativa Mima. Joshua acaba se apaixonando por ela. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas Imagens
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Título Original: Road to Morocco Ano/País/Gênero/Duração: 1942 / EUA / Aventura / 82min Direção: David Butler Produção: Paul Jones Roteiro:  Frank Butler, Don Hartman, Erik Charell, Barney Dean, Arthur Phillips Fotografia:William Mellor Música: Victor Young Elenco Bing Crosby - Jeff Peters Bob Hope - Orville "Turkey" Jackson / Tia Lucy Dorothy Lamour - Princesa Shalmar Anthony Quinn - Mullay Kasim Dona Drake - Mihirma Vladimir Sokoloff - Hyder Khan Mikhail Rasumny - Ahmed Fey George Givot - Neb Jolla Sinopse Os amigos Jeff (Bing Crosby) e Turkey (Bob Hope) depois de um naufrágioo vão parar no norte da África. Para sobreviverem, Jeff vende Turkey como escravo para a princesa Shalmar (Dorothy Lamour), com o intento de logo mais resgatá-lo. Tudo piora com a chegada do Sheik. Curiosidades - Foram feitos dois finais diferentes para o filme. Imagens
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  Título Original: There's No Business Like Show Business Ano/País/Gênero/Duração: 1954 / EUA / Musical / 117min Direção: Walter Lang Produção: Sol C. Siegel Roteiro: Phoebe Ephron e Henry Ephron Fotografia: Leon Shamroy Música: Irving Berlin     Elenco     Ethel Merman .... Molly Donahue Donald O'Connor .... Tim Donahue Marilyn Monroe .... Vicky Hoffman / Vicky Parker Dan Dailey .... Terence Donahue Johnnie Ray .... Steve Donahue Mitzi Gaynor .... Katy Donahue Richard Eastman .... Lew Harris Hugh O'Brian .... Charles Biggs Frank McHugh .... Eddie Dugan Rhys Williams .... Padre Dineen Lee Patrick .... Marge   Sinopse     A família Donahue acostumara-se com a Vaudeville, onde todos se apresentavam em espetáculos de teatro. As crianças são colocadas em escolas e os mais velhos continuam se apresentando no país. Ao crescer, as crianças tem diferentes opiniões: enquanto a filha quer ser uma estrela, outro quer ser padre e outro dançarino. Imagens  
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Título Original: Let's Make Love Ano/País/Gênero/Duração: 1960 / EUA / Comédia / 119min Direção: George Cukor Produção: Jerry Wald Roteiro: Hal Kanter, Norman Krasna, Arthur Miller Fotografia: Daniel L. Fapp Música: Earle H. Hagen, Lionel Newman Elenco Marilyn Monroe ...     Amanda Dell Yves Montand ...     Jean-Marc Clement / Alexander Dumas Tony Randall    ...     Alexander Coffman Frankie Vaughan    ...     Tony Danton Wilfrid Hyde-White    ...     George Welch David Burns    ...     Oliver Burton Michael David    ...     Dave Kerry Mara Lynn    ...     Lily Nyles Dennis King Jr.    ...     Abe Miller Joe Besser    ...     Charlie Lamont Sinopse Jean-Marc Clement (Yves Montand) terá sua vida satirizada em um espetáculo. Ele se faz passar por outra pessoa, para participar do espetáculo, e acaba conhecendo a bela Amanda (Marilyn Monroe), por quem se apaixona. Curiosidades - Marilyn Monroe estava grávida durante as filmagens, mas acabou perdendo o bebê. - Marilyn se apaixonou por Yves Montand durante as filmagens. Imagens
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  Título Original: Doll Face Ano/País/Gênero/Duração: 1945 / EUA / Comédia Musical Romance / 80min Direção: Lewis Seiler Produção: Bryan Foy    Roteiro: Harold Buchman Fotografia: Joseph LaShelle Música: David Buttolph   Elenco   Vivian Blaine    … Mary Elizabeth ‘Doll Face’ Carroll Dennis O’Keefe    … Michael Francis ‘Mike’ Hannegan Perry Como    … Nicky Ricci Carmen Miranda    … Chita Chula Martha Stewart    … Frankie Porter Stephen Dunne    … Frederick Manly Gerard (como Michael Dunne) Reed Hadley    … Flo Hartman Stanley Prager    … Flo’s Aide Charles Tannen    … Flo’s Aide George E. Stone    … Stage Manager Frank Orth    … Peters Donald MacBride    … Lawyer Ferguson (como Donald McBride) Bando da Lua    … Eles Mesmos, Carmen Miranda’s Orchestra   Sinopse             Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Sem Legendas     Imagens          
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Título Original: Something For The Boys Ano/País/Gênero/Duração: 1944 / EUA / Comédia Musical / 87min Direção: Lewis Seiler Produção: Irving Starr Roteiro: Robert Ellis Fotografia: Ernest Palmer Elenco Carmen Miranda ...     Chiquita Hart Michael O'Shea    ...     Sergeant Ronald 'Rocky' Fulton Vivian Blaine    ...     Blossom Hart Phil Silvers    ...     Harry Hart Sheila Ryan    ...     Melanie Walker Perry Como    ...     Sergeant Laddie Green Glenn Langan    ...     Lieutenant Ashley Crothers Sinopse As primas Blossom (Vivian Blaine) e Chiquita (Carmen Miranda)herdam uma fazenda no sul. Mas a fazenda é um mar de problemas fiscais, e logo elas tem que descobrir um modo de fazer dinheiro. Para isso planejam abri-lo como um hotel para esposas de militares, e para pagar as contas, elas decidem fazer um show. Imagens
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  Título Original: Greenwich Village Ano/País/Gênero/Duração: 1944 / EUA / Musical / 82min Direção: Walter Lang Produção: William LeBaron Roteiro: Earl Baldwin e Frederick Hazlitt Brennan Fotografia: Harry Jackson e Leon Shamroy   Elenco   Carmen Miranda ...     Princess Querida O'Toole Don Ameche ...     Kenneth Harvey William Bendix    ...     Danny O'Mara Vivian Blaine    ...     Bonnie Watson Felix Bressart    ...     Hofer Tony De Marco    ...     Himself Sally De Marco    ...     Herself The Revuers    ...     Musical Ensemble B.S. Pully    ...     Brophy - the doorman The Four Step Brothers    ...     Themselves Emil Rameau    ...     Kavosky   Sinopse       Kenneth Harvey (Don Ameche), um compositor novato chega em Nova York na esperança de publicar seu concerto. Lá ele conhece Danny Speakeasy (William Bendix), o proprietário de um bar que espera um espetáculo da Broadway. Kenneth logo se apaixona pela cantora O'Mara (Carmen Miranda), mas Danny começa a roubar suas composições.     Curiosidades   - Alice Faye estava cotada para o papel de Bonnie, mas teve que abandonar o projeto pois engravidou.   Imagens  
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Título Original: Laranja-da-China Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / Brasil / Musical / 80min Direção: Ruy Costa Produção: Wallace Downey e Alberto Byinton Roteiro: Ruy Costa Fotografia: Moacyr Fenelon e Manoel Ribeiro Música:  Ary Barroso, Benedito Lacerda, Dorival Caymmi, João de Barro Elenco Barbosa Júnior     ...     Ferdinando Flores Nair Alves    ...     Perpétua Dircinha Batista    ...     Camélia Paulo Neto    ...     Chefe da Liga Lauro Borges    ...     Salchich Arnaldo Amaral    ...     Arnaldo Grande Otelo    ...     Boneco de Piche César Ladeira         Edmundo Maia         Cora Costa         Alvarenga         Francisco Alves         Manezinho Araújo         Joel de Almeida         Gaúcho         Batista Júnior         Benedito Lacerda         Virgínia Lane         Marilù         Silvinha Melo         Carmen Miranda Francisco Moreno         Paulo Murilo         Elvira Pagã         Rosina Pagã         Nilton Paz         Ranchinho         Orlando Silva         Pedro Vargas Sinopse Ferdinando Flores (Barbosa Junior), um homem conservador, proíbe sua filha de namorar com um rapaz que é sambista. Após receber o vírus do samba, Seu Flores acaba contaminado com o ritmo. Curiosidades - Não há nenhuma cópia deste filme.
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Título Original: Banana-da-Terra Ano/País/Gênero/Duração: 1939 / Brasil / Comédia Musical / 75min Direção: Ruy Costa Produção: Sonofilms e Wallace Downey Roteiro: João de Barro e Mário Lago Fotografia: Edgar Brasil Música: Moacyr Fenelon Elenco Dircinha Batista Oscarito Aluízio de Oliveira Lauro Borges Jorge Murad Neide Martins Mário Silva Paulo Neto Almirante Castro Barbosa Linda Batista Carlos Galhardo Aurora Miranda Carmen Miranda Orlando Silva Alvarenga e Bentinho Afonso Ozório (Bando da Lua) Stênio Ozório (Bando da Lua) Hélio Pereira Jordão (Bando da Lua) OswaldoÉboli (Bando da Lua) Ivo Astolfi (Bando da Lua) Napoleão Tavares e sua orquestra Romeu Silva e sua orquestra Fernando Alvarez Jack Lenny Slater Twins Vírginia Lane Linda Rodrigues Barbosa Júnior Sinopse A fictícia ilha Bananolândia vive da produção de bananas. Mas nesse ano não há compradores. Para vendê-las, inicia-se uma grande propaganda pelos jornais e rádio. Vários números musicais são incluídos. Curiosidades - Carmen Miranda surge pela primeira vez vestida de baiana, cantando a famosa "O que é que a baiana tem?". - O único trecho sobrevivente deste filme é o que Carmen Miranda aparece. Imagens
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  Título Original: Estudantes Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / Brasil / Comédia Musical / 70min Direção: Wallace Downey Produção: Wallace Downey e Adhemar Gonzaga Roteiro: João de Barro e Alberto Ribeiro Fotografia: Edgar Brasil     e Antonio Medeiros     Elenco   Carmen Miranda ...     Mimi Barbosa Júnior    ...     Flores Mesquitinha    ...     Ramalhete Mário Reis    ...     Mário Almirante    ...     Himself Ivo Astolphi    ...     Himself (Bando da Lua) Simão Boutman    ...     Himself Hervê Cordovil    ...     Himself Aloysio De Oliveira    ...     Himself (Bando da Lua) Oswaldo de Moraes Eboli    ...     Himself (Bando da Lua) Jaime Ferreira         Silva Filho         Adélia Fontes         Hélio Jordão    ...     Himself (Bando da Lua) Benedito Lacerda    ...     Himself César Ladeira    ...     Locutor Nina Marina         Silvinha Melo    ...     Herself Aurora Miranda ...     Herself Jorge Murad         Afonso Osório    ...     Himself (Bando da Lua) Armando Osório    ...     Himself (Bando da Lua) Stênio Osório    ...     Himself (Bando da Lua) Carmem Silva    ...     Herself Sílvio Silva    ...     Teacher Haroldo Tapajós    ...     Himself (Irmãos Tapajós) Paulo Tapajós    ...     Himself (Irmãos Tapajós) Dulce Weytingh         Jeanette Weyting   Sinopse   Mimi é uma cantora de rádio que se deixa envolver por estudantes que logo se apaixonam por ela.   Curiosidades   - Filme perdido.     Imagens  
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  Título Original: Alô, Alô, Brasil Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / Brasil / Comédia Musical / 78min Direção: João de Barro e Wallace Downey Produção: Wallace Downey e Adhemar Gonzaga Roteiro: Alberto Ribeiro e João de Barro Fotografia: Edgar Brasil     Elenco     Almirante         Francisco Alves         Ivo Astolphi        (Bando da Lua) Ary Barroso         Dircinha Batista         Simão Boutman         Sílvio Caldas         Chico         Apolo Correia         Elisa Coelho de Almeida         Aloysio De Oliveira        (Bando da Lua) Oswaldo de Moraes Eboli        (Bando da Lua) Adhemar Gonzaga         Hélio Jordão        (Bando da Lua) Barbosa Júnior         César Ladeira         Virgínia Lane         Ivan Lopes         Nina Marina         Cavalo Marinho         Custódio Mesquita         Mesquitinha         Mineiro         Aurora Miranda Carmen Miranda Manoel Monteiro         Jorge Murad         Heriberto Muraro         Afonso Osório        (Bando da Lua) Armando Osório        (Bando da Lua) Stênio Osório        (Bando da Lua) Arnaldo Pascuma         Domingos Pececi         Mário Reis         Afonso Stuart         Manoelino Teixeira   Sinopse   Apesar de ser um veículo para diversos músicos brasileiros cantarem,o filme apresenta um roteiro básico de dois empresários fajutos tentando vendr um show para um cassino.   Curiosidades   - O mais antigo filme brasileiro falado. - São apresentadas 22 músicas populares. - As letras das músicas apresentadas são extremamente maliciosas. - Carmen Miranda canta "Primavera no Rio". - Não há nenhuma cópia deste filme.     Imagens  
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Título Original: Love on the Run Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Comédia Romance / 80min Direção: W.S. Van Dyke Produção: Joseph L. Mankiewicz e W.S. Van Dyke     Roteiro: John Lee Mahin e Manuel Seff Fotografia: Oliver T. Marsh     Música: Franz Waxman Elenco Joan Crawford ...     Sally Parker Clark Gable ...     Michael Anthony Franchot Tone    ...     Barnabus Pells Reginald Owen    ...     Baron Otto Spandermann Mona Barrie    ...     Baroness Hilda Spandermann Ivan Lebedeff    ...     Prince Igor Charles Judels    ...     Lieutenant of Police William Demarest    ...     Editor Lees Berger Sinopse A herdeira americana Sally Parker (Joan Crawford) foge de seu casamento com o príncipe Igor (Ivan Lebedeff) na companhia do repórter Michael Anthony (Clark Gable). Mas Sally desconhece o verdadeiro ofício de Michael. Os dois roubam um avião, sendo perseguidos por espiões e por um repórter, que quer dar a notícia em primeira mão.       Download:     Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legendas somente em inglês   Imagens
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Título Original: Today We Live Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Drama Romance Guerra / 113min Direção: Howard Hawks, Richard Rosson Produção: Howard Hawks Roteiro: Edith Fitzgerald Fotografia: Oliver T. Marsh Elenco Joan Crawford ...     Diana Gary Cooper ...     Bogard Robert Young ...     Claude Franchot Tone    ...     Ronnie Roscoe Karns    ...     McGinnis Louise Closser Hale    ...     Applegate Rollo Lloyd    ...     Major Hilda Vaughn    ...     Eleanor Sinopse Durante a Primeira Guerra Mundial, Diana (Joan Crawford), uma mulher inglesa, vive um triângulo amoroso entre o oficial ingles Claude (Robert Young) e um piloto de caça norte-americano, Bogard (Gary Cooper). Diana e Claude viviam um romance antigo, mas quando surge Bogard, ela conhece o verdadeiro amor. Curiosidades - Apesar do filme se situar no início do século, as roupas usadas por Joan Crawford são contemporâneas (da década de 30). - A personagem de Joan Crawford não aparece no romance original. - Originalmente o filme tinha 135 minutos. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Sem Legendas Imagens
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Título Original: Letty Lynton Ano/País/Gênero/Duração: 1932 / EUA / Drama / 84min Direção: Clarence Brown Produção: Hunt Stromberg Roteiro: Marie Belloc Lowndes e John Meehan Fotografia: Oliver T. Marsh Elenco Joan Crawford ...     Letty Lynton Robert Montgomery ...     Hale Darrow Nils Asther    ...     Emile Renaul Lewis Stone ...     District Attorney Haney May Robson    ...     Mrs. Lynton, Letty's Mothers Louise Closser Hale    ...     Miranda, Letty's Maid Emma Dunn    ...     Mrs. Darrow, Jerry's Mother Walter Walker    ...     Mr. Darrow, Jerry's Father William Pawley    ...     Hennessey Sinopse A socialite Letty Lynton está de volta a Nova York, após um período passado na América do Sul, ao lado de um amante. A bordo do navio ela se apaixona novamente, desta vez por Jerry Darrow. Mas seu ex-amante não a deixará em paz, até que ela chegue ao seu extremo. Curiosidades - Baseadon na vida de Madeleine Smith. - Clark Gable originalmente faria um papel no filme, mas acabou sendo substituído por Robert Montgomery. - Banido da Inglaterra pela justificativa de apresentar um homicídio. - O vestido com babados usado por Crawford virou uma mania nacional de moda. Download:       Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.         Legendas somente em espanhol Imagens
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Título Original: Abe Lincoln in Illinois   Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Drama Biografia / 110min Direção: John Cromwell Produção: Max Gordon Roteiro:  Robert E. Sherwood, Grover Jones Fotografia: James Wong Howe Música: Roy Webb Elenco Raymond Massey     ...     Abraham Lincoln Gene Lockhart    ...     Stephen Douglas Ruth Gordon    ...     Mary Todd Lincoln Mary Howard    ...     Ann Rutledge Minor Watson    ...     Joshua Speed Harvey Stephens    ...     Ninian Edwards Alan Baxter    ...     Billy Herndon Howard Da Silva    ...     Jack Armstrong Dorothy Tree    ...     Elizabeth Edwards Aldrich Bowker    ...     Judge Bowling Green Maurice Murphy    ...     John McNeil Louis Jean Heydt    ...     Mentor Graham Clem Bevans    ...     Ben Mattingly Harlan Briggs    ...     Denton Offut Herbert Rudley    ...     Seth Gale Sinopse O filme mostra fatos marcantes da vida do presidente americano Abraham Lincoln, mostrando-o desde sua juventude, passando pela vida adulta como advogado, até ser eleito Presidente dos Estados Unidos. Curiosidades - Após o sucesso no papel de Abraham Lincoln, o ator Raymond Massey passou a assumir a personagem na vida real, aparecendo em reuniões sociais vestido como o presidente dos Estados Unidos.
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Título Original: A Woman's Face Ano/País/Gênero/Duração: 1941 / EUA / Drama Policial / 106min Direção: George Cukor Produção:Victor Saville Roteiro: Donald Ogden Stewart e Francis de Croisset Fotografia: Robert H. Planck Música: Bronislau Kaper Elenco Joan Crawford ...     Anna Holm Melvyn Douglas    ...     Dr. Gustaf Segert Conrad Veidt    ...     Torsten Barring Osa Massen    ...     Vera Segert Reginald Owen    ...     Bernard Dalvik Albert Bassermann    ...     Consul Magnus Barring Marjorie Main    ...     Emma Kristiansdotter Donald Meek    ...     Herman Rundvik Connie Gilchrist    ...     Christina Dalvik Richard Nichols    ...     Lars-Erik Barring Charles Quigley    ...     Eric Gwili Andre    ...     Gusta Clifford Brooke    ...     Wickman George Zucco    ...     Defense Attorney Henry Kolker    ...     Judge Sinopse Anna Holm é traumatizada com uma cicatriz que tem no rosto. Após uma cirurgia plástica, ela se vê ainda atormentada pelo passado. Curiosidades - Refilmagem de "En Kvinnas ansikte", filme sueco estrelado por Ingrid Bergman. Download:   Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.     Legendas somente em espanhol Imagens
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Título Original: Shadow of a Doubt Ano/País/Gênero/Duração: 1943 / EUA / Suspense / 108min Direção: Alfred Hitchcock Produção: Jack Skirball Roteiro: Thornton Wilder, Sally Benson, Alma Reville, Gordon McDonell Fotografia: Joseph Valentine Música: Dimitri Tiomkin   Elenco   Teresa Wright .... Charlotte "Charlie" Newton Joseph Cotten .... tio Charlie Macdonald Carey .... detetive Jack Graham Henry Travers .... Joseph Newton Patricia Collinge .... Emma Newton Hume Cronyn .... Herbie Hawkins Wallace Ford .... detetive Fred Saunders Edna May Wonacott .... Ann Newton Charles Bates .... Roger Newton   Sinopse     Fugindo da polícia após seduzir e matar viúvas, Charlie Oackley vai até a casa de sua irmã Emma. Aos poucos, sua sobrinha começa a desconfiar cada vez mais do tio. Curiosidades     - Alfred Hitchcock aparece no trem, aproximadamente aos 15 minutos. - O diretor costumava dizer que este era seu filme favorito. - O nome Charlie é citado 170 vezes. - Alfred Hitchcock queria Joan Fontaine para o papel da jovem Charlie, mas ela não estava disponível. - Hitchcock queria William Powell para o papel de Charlie, mas a MGM recusou-se a empresta-lo para o filme.     Download   Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legenda     Imagens  
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Título Original: Vérités et mensonges Ano/País/Gênero/Duração: 1974 / Alemanha Ocidental França Irã  / Documentário / 85min Direção: Orson Welles Produção: Dominique Antoine Roteiro: Orson Welles, Oja Kodar Fotografia: François Reichenbach   Elenco   Orson Welles ...     Himself Oja Kodar    ...     The Girl   Sinopse   Documentário em que mostra um pintor falsificador de quadros famosos.       Imagens
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  Mesmo após sua morte, ainda restam dúvidas quanto à sexualidade de Cary Grant. Porém uma coisa é certa, não houve outra atriz que ele mais preferisse atuar do que Grace Kelly: “Sempre preferi Grace. Ela tinha serenidade, algo que não encontrei com as outras atrizes que contracenei”. E mais, ele ficou chateadíssimo quando não pode trabalhar com ela no filme Disque M Para Matar, por causa dos estúdios que não queriam ver a imagem do seu maior ator envolvido na pele de um marido que tenta matar a esposa.    
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  “Ame você mesmo primeiramente e tudo se encaixara. Você realmente tem de se amar para conseguir algo nesse mundo” Lucille Ball “O segredo de ficar jovem é viver honestamente, comer pouco e mentir sobre a idade” Lucille Ball “Eu prefiro me arrepender das coisas que eu fiz do que lamentar sobre as coisas que eu não fiz” Lucille Ball “Eu fico feliz que eu tenho trazido risadas porque tem sido mostrado o valor disso através de mim, em muitas vidas, em muitos jeitos” Lucille Ball “Eu amo um público, eu trabalho melhor com um público. Na verdade, eu sou morta sem um” Lucille Ball “Eu sou conhecida entre os comediantes como a garota que irá fazer de tudo. Red Skelton me bajula dizendo que eu tenho a coragem de um tigre. Eu não acho que é uma questão de coragem, é apenas fazer o que sai naturalmente” Lucille Ball “Eu logo aprendi que para sobreviver no teatro você tem que ser bem forte, bem saudável e muito resiliente. Raramente alguém lhe fala uma palavra encorajadora” Lucille Ball "Antes de você se desenvolver como atriz, você precisa se desenvolver como mulher. Você não vai se prostituir para conseguir um papel, não se você estiver consciente. Você nunca vai ser feliz, fazendo o que for, se não estiver de bem com consciência. Por isso mantenha a cabeça pra cima, ombros para trás, mantenha o respeito próprio, seja legal, seja inteligente e o mais importante, não ache o sucesso virá do dia pra noite. As vezes poderá demorar 15, 20 anos para ele vir" Lucille Ball “Diga sim para tudo. Faça tudo que te peçam sem reclamar. Aprenda algo novo sobre seu trabalho todo dia. Estude muito,trabalhe mais ainda.” Lucille Ball   Por Juliana Garrido
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Todos os homens que conheci dormiram com Gilda e acordaram comigo. Não, não tive tudo da vida, mas tive muito. Eu realmente nunca pensei em mim mesma como uma deusa do sexo, sempre me senti mais como uma comediante que sabe dançar. Tudo o que eu queria era apenas o que todos querem, você sabe, ser amada. O que me surpreende na vida não são os casamentos que falham, mas os casamentos que duram. Acho que todas as mulheres têm uma certa elegância, que é destruída quando elas tiram suas roupas. A diversão de atuar é tornar-se outra pessoa. Ninguém consegue ser Gilda 24 horas por dia. Estamos todos ligados ao nosso destino e não há nenhuma maneira de nos libertar. Cada vez mais as estrelas são recrutadas pela beleza, e o resultado disso é que são belas atrizes, porém péssimas atuando. Eu me separei de Orson Welles porque não conseguia mais aturar seu gênio. Eu queria estudar canto, mas Harry Cohn dizia: "Quem precisa disso", e o estúdio não ia pagar. Me intimidaram de todas as maneiras. Eu era certamente uma dançarina bem treinada. Na verdade sou uma boa atriz, tenho talento e sinto a personagem, mas infelizmente, tudo o que conseguem ver em mim é a minha imagem.
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  Olhando minha carreira de mais de 60 anos vejo que eu era tão discreto quanto um touro mijando na sua sala de estar. Eu acho que realmente se escrever uma auto-biografia, desejo mais do que tudo mencionar o quanto eu e John F. Kennedy éramos amigos. Passar despercebido nunca foi o meu forte. Nunca consegui alguém que substituísse Dean Martin, porque nós tínhamos um fator X: um poderoso sentimento entre nós. Vou passar por este mundo apenas uma vez. Portanto, que eu possa fazer o bem a outro ser humano. Deixe-me fazer agora! Creio que não se deve deixar para depois essa tarefa de ajudar. Eu não gosto de comediantes femininas. Eu sou talentoso, gênio, rico e internacionalmente famoso. Tenho um QI de 190 e devo ser um gênio. As pessoas não gostam disso. A minha resposta a todos os meus críticos é simples: eu gosto de mim, eu gosto do que me tornei. Eu tenho orgulho do que consegui até hoje. Os atores irão se matar para trabalhar com você se forem tratados como seres humanos. Vocês tem que deixá-los saber que eles são necessários, pagar bem e tratá-los com gentileza. O sonho de todo homem é ser capaz de se afundar nos braços de uma mulher, mas sem que ela tire as mãos para você cair. (Sobre Stan Laurel): Ele amava as pessoas simples, e ele era uma delas. Gostava de trabalhar na arte e vivia se metendo em confusão.
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Eu tenho apenas uma regra em ação - confiar no diretor e dar-me de coração e alma. Quando eu perco a calma, queridos, vocês não encontram em lugar nenhum! Eu não entendo as pessoas que gostam de trabalhar e falam sobre isso como se fosse uma espécie de dever maldito. Devo ter visto o nascer do sol mais do que qualquer outr atriz na história de Hollywood. No fundo, eu sou muito superficial. Depois de meu primeiro teste de tela, o diretor bateu palmas alegremente e disse: "Ela não sabe falar! Ela não sabe atuar! Ela é sensacional!" Todo mundo se beija nesse negócio de cinema o tempo todo. São negócios. Qual o meu ponto principal? Meu rosto, digamos, parece que viveu dentro de mim. Eu sou uma estrela apenas quando estou vestida para tal. Sem isso sou uma pessoa extremamente normal. Quero viver até os 150 anos, mas no dia que eu morrer, desejo que seja com um cigarro em uma mão e um copo de uísque na outra. O que eu realmente gostaria de dizer sobre o estrelato é que ele me deu tudo o que eu nunca quis. Talvez eu não tenha o temperamento para o estrelato. Nunca vou esquecer de ter visto Bette Davis no Hilton em Madrid. Fui até ela e disse: "Miss Davis, sou Ava Gardner e sou uma grandê fã sua". Ela somente me respondeu: "É claro que você é, meu bem, é claro." Embora ninguém acredite, eu nunca deixei de ser uma garotinha, de ter meus valores. (Sobre Robert Taylor): Ele é caloroso, generoso, um ser humano inteligente. Nosso caso de amor durou três ou quatro meses. Mas foram momentos mágicos. Nunca consegui esquecer aqueles meses... Eu não suporto enfrentar uma câmara. Não tenho respeito por atuar. Talvez se eu tivesse aprendido alguma coisa seria diferente. Eu nunca fiz nada (no cinema) de que me orgulhe. (Quando perguntada sobre seu tempo de contratada da MGM): Cristo, após 17 anos de escravidão, você ainda faz uma pergunta dessas? Eu odiava isso. Eles tentavam me vender como um prêmio.  
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Eu nunca tentei bloquear as memórias do passado, mesmo algumas sendo imensamente dolorosas. Eu não entendo as pessoas que se escondem do seu passado. Tudo o que você viveu ontem foi um ensinamento para o hoje. Sex appeal é apenas 50% do que você é, o restante é o que as pessoas acham que você tem. Os erros são uma parte das dívidas pagas para se ter uma vida plena. As duas grandes vantagens que eu tive ao nascer foi ter nascido pobre e sábia. Ter sucesso na carreira exige que você tenha fé em si mesmo. É por isso que tanta gente com talento medíocre, mas com uma força de vontade imensa conseguem ir mais longe que muitos talentosos. Cozinhar é um ato de amor, um presente, uma forma de partilhar com os outros os seus pequenos segredos. O vestido de uma mulher deve ser como uma cerca de arame farpado: servir ao seu propósito sem obstruir a vista. Uma mãe tem que pensar duas vezes: uma por si e a outra por seu filho. Muitas pessoas querem realizar coisas, mas não tem a força e disciplinas exigidas. São fracas. Eu acredito que se pode conseguir o que quiser, se você ir em frente e acreditar. (Sobre Tyrone Power): Ele era meu tipo de homem ideal. (Sobre Gregory Peck): Um dos homens mais charmosos que já conheci. (Sobre Marcello Mastroianni): Ele é muito homem, fala como homem e tem um grande magnetismo e uma alma doce como a de uma mulher. (Sobre Cary Grant): Eu aprendi muitas coisas com ele. Ele tem uma enorme concentração, ele sabe como se concentrar, como olhar diretamente para você, mas lhe deixando relaxada. Eu odiei meu pai por toda minha vida, mas em seus últimos dias eu o perdoei por todo o sofrimento que ele nos causou. À medida que envelhecemos, nós aprendemos a esquecer. Eu não esqueço facilmente, mas perdôo. Há uma fonte da juventude: sua mente, seu talento, a criatividade que voce traz para a sua vida e para a vida das pessoas que você ama. Sharon Stone fala de sexo como se fosse um prato de espaguete ou pizza. Essas coisas são privadas, você precisa ter um pouco de descrição.
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Título Original: The Virginian Ano/País/Gênero/Duração: 1929 / EUA / Faroeste / 90min Direção: Victor Fleming Produção: Louis D. Lighton Roteiro: Howard Estabrook, Edward E. Paramore, Grover Jones e Keene Thompson Fotografia: :J. Roy Hunt Música: Karl Hajos Elenco Gary Cooper ...     The Virginian Walter Huston    ...     Trampas Richard Arlen    ...     Steven 'Steve' Mary Brian    ...     Molly Stark Wood Helen Ware    ...     Mrs. 'Ma' Taylor Chester Conklin ...     Uncle 'Pa' Hughey Eugene Pallette    ...     'Honey' Wiggin Victor Potel    ...     Nebrasky E.H. Calvert    ...     Judge Henry Sinopse Após a chegada da bela professora Molly Wood, em uma pequena cidade do velho oeste, dois amigos tornam-se rivais ao se apaixonarem por ela. Depois que Steve rouba gado, o virginiano é obrigado a capturar e condenar o amigo à morte. Curiosidades - Não é dito o nome do virginiano em nenhuma parte do filme. - Primeiro filme falado de Gary Cooper. Download:     Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas   Imagens
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Título Original: Sergeant York Ano/País/Gênero/Duração: 1941 / EUA / Drama / 134min Direção: Howard Hawks Produção: Howrd Hawks, Jesse L. Lasky e Hal B. Wallis Roteiro: Harry Chandlee, Abem Finkel, John Huston e Howard Koch Fotografia: Sol Polito Música: Max Steiner     Elenco     Gary Cooper ....Alvin C. York Walter Brennan .... Pastor Rosie Pile Joan Leslie .... Gracie Williams George Tobias .... "Pusher" Ross Stanley Ridges .... Major Buxton Margaret Wycherly .... Mãe York Ward Bond .... Ike Botkin Noah Beery Jr. .... Buck Lipscomb June Lockhart .... Rosie York Dickie Moore .... George York Clem Bevans .... Zeke Howard da Silva .... Lem Charles Trowbridge .... Cordell Hull Harvey Stephens .... Capitão Danforth David Bruce .... Bert Thomas Joe Sawyer.... Sargento Early Pat Flaherty .... Sargento Harry Parsons Robert Porterfield .... Zeb Andrews Erville Alderson .... Nate Tomkins     Sinopse     Alvin vive com sua mãe em um sítio pobre, sonhando em comprar algo melhor e fértil. Ele se apaixona pela jovem Gracie Williams, mas tem que disputar seu amor com Zeb Andrews, um rico agricultor. Mais tarde ele se torna um religioso. Durante a Primeira Guerra mundial, Alvin nega-se a  se alistar os homens, por acreditar que a guerra é inútil. Apesar dos apelos de um pastor, de que ele é um homem religioso e não deve ir a guerra, o exército nega-se a dispensá-lo. Alvin vai para a guerra que mudará toda a sua vida.     Curiosidades     - Baseado na história real de Alvin York, que só concordou em ver sua vida nas telas com Gary Cooper no papel principal. - O filme foi criticado por pacifistas por sua postura pró-guerra. - O Título provisório do filme era "A vida surpreendente de Sargento York". - William Keighley seria o diretor inicial, mas com o atraso nas filmagens, teve que desistir do projeto. - Segundo o próprio, este foi o primeiro filme que  Clint Eastwood viu.   Prêmios     - Oscar de Melhor Ator (Gary Cooper) e Edição.     Imagens
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Título Original: The Bowery Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Comédia Drama / 92min Direção: Raoul Walsh Produção: Darryl F. Zanuck Roteiro: Howard Estabrook e James Gleason Fotografia: Barney McGill Música: Alfred Newman Elenco Wallace Beery ...     Chuck Connors George Raft    ...     Steve Brodie Jackie Cooper ...     Swipes McGurk Fay Wray ...     Lucy Calhoun Pert Kelton    ...     Trixie Odbray Herman Bing    ...     Max Herman Oscar Apfel    ...     Ivan Rummel Ferdinand Munier    ...     Honest Mike George Walsh    ...     John L. Sullivan Lillian Harmer    ...     Carrie A. Nation Lucille Ball ...     Blonde Paulette Goddard ...     Blonde Sinopse Chuck Connors e Steve Brodie são rivais no Bowery de Nova York, durante a década de 1890. Connors é dono de uma taberna e cuida do garoto Swipes, enquanto Brodie é um audacioso homem capaz de qualquer coisa para tirar algo de Connors. Quando os dois se apaixonam pela mesma mulher, os problemas tendem a piorar.   Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas     Imagens
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Título Original: Journey Into Fear Ano/País/Gênero/Duração: 1943 / EUA / Ação / 68min Direção: Norman Foster, Orson Welles Produção: Jack Moss, George Schaefer, Orson Welles Roteiro: Eric Ambler, Joseph Cotten, Richard Collins, Ben Hecht, Orson Welles Fotografia: Karl Struss Música: Roy Webb Elenco: Joseph Cotten     ...     Howard Graham Dolores del Rio ...     Josette Martel Ruth Warrick    ...     Mrs. Stephanie Graham Agnes Moorehead ...     Mrs. Mathews Jack Durant    ...     Gogo Martel Everett Sloane    ...     Kopeikin Eustace Wyatt    ...     Prof Haller Frank Readick    ...     Matthews Edgar Barrier    ...     Kuvetli Jack Moss    ...     Peter Banat Stefan Schnabel    ...     Translator for ships captain Hans Conried    ...     Swami magician Robert Meltzer    ...     Ship baggageman Richard Bennett    ...     Ship's Captain Orson Welles    ...     Colonel Haki Sinopse Howard, um engenheiro americano escapa de um atentado em um hotel em Istambul. Após isso descobre que são caçados por terroristas da gestapo. Imagens
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Título Original: The Tramp Ano/País/Gênero/Duração: 1915 / EUA / Comédia / 33min Direção: Charles Chaplin Produção: Jess Robbins Roteiro: Charles Chaplin Fotografia: Harry Ensign Elenco Charles Chaplin ...     Tramp Edna Purviance ...     Farmer's Daughter Ernest Van Pelt    ...     Farmer Paddy McGuire    ...     Farmhand Lloyd Bacon ...     Edna's Fiancé / Second Thief Leo White    ...     First Thief Bud Jamison    ...     Third Thief Billy Armstrong    ...     Minister Sinopse: Chaplin salva uma moça (Edna), que está sendo assaltada numa estrada, e acaba se apaixonando por ela. Agradecida, ela o leva para o sítio onde mora e o convida a morar lá. Ele acaba ajudando no sítio e o salva de um novo assalto. Quando ele pensa que finalmente terá o amor de Edna, surpreende-se com o fato dela se apaixonar por outro. Carlitos, magoado, escreve uma carta e se despede da moça. Curiosidades Considerado o primeiro clássico da obra chapliniana. A estrada surge como elemento final da caminhada do vagabundo (que ele utilizaria desse filme para frente como o final preferido). Aqui, pela primeira vez, rimos e sentimos pena do vagabundo.       Assista Online F-Y45rcGX3s   Canal: http://www.youtube.com/channel/UCiNxWoOJDqZAzp1yhGg8nJg         Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas   Imagens  
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Título Original: Monsieur Verdoux Ano/País/Gênero/Duração: 1947 / EUA / Comédia / 124min Direção: Charles Chaplin Produção: Charles Chaplin Roteiro: Charles Chaplin Fotografia: Rollie Totheroh Música: Charles Chaplin Elenco Charles Chaplin .... Henri Verdoux Mady Correll .... Mona Verdoux Allison Roddan .... Peter Verdoux Robert Lewis .... Maurice Bottello Audrey Betz .... Martha Bottello Martha Raye .... Annabella Bonheur Ada May .... Annette Isobel Elsom .... Marie Grosnay Marjorie Bennett .... Marie's Maid Helene Heigh .... Yvonne La Salle Margaret Hoffman .... Lydia Floray Marilyn Nash .... The Girl Irving Bacon .... Pierre Couvais Edwin Mills .... Jean Couvais Virginia Brissac .... Carlotta Couvais Edna Purviance Sinopse A história desse filme foi baseada em um personagem real, Henry Landrú (1869-1922), que foi condenado à morte na guilhotina por ter assassinado mais de 10 mulheres e seduzido outras tantas. Neste filme, Henry Verdoux, casado com um filho, utiliza-se da sedução à mulheres velhas e ricas, dando o famoso golpe do baú. Depois de casar-se com elas, e apoderar-se de seu dinheiro, Landru assassina-as e parte em busca de outras conquistas. No início do filme, a família Couvais, preocupada com o sumiço de uma irmã, já idosa, que casou com um tal de Varnay, solicita a ajuda da polícia para encontra-la. A primeira aparição de Chaplin no filme é num jardim, cuidando das plantinhas enquanto sua esposa é assada no incinerador. Varnay, na verdade é um dos tantos nomes adotado pelo Verdoux, que já se empenha a conquistar novas presas. O que recebe, ele aplica na bolsa de valores. Sua sorte declina quando conhece Annabella Bonheur (belissimamente interpretada por Martha Raye), que de tanta sorte que tem , não consegue ser assassinada por ele. Na verdade, boa parte do filme é dedicada às tentativas de Verdoux em livrar-se dela. Em algumas partes, a dupla é tão imbatível que torna-se um duelo à parte a interpretação dos dois. Empenhado em descobrir novos meios de matar, ele tenta “testar” um novo produto numa moça que encontra na rua, mas desiste ao saber que ela trabalha para sustentar o marido preso (lembra-se que também ele faz isso por amor). Talvez o maior contraste da história seja principalmente o fato dos meios justificarem os fins. Na verdade, Verdoux mata para sustentar sua família (pois sua mulher é paralítica e seu filho menor). Em nome do amor que sente por ela, e por não conseguir mais trabalho devido à sua idade, ele parte em busca de conquistas, agindo de modo até certo ponto profissional. Para ele, nada mais é do que uma continuação de seu trabalho. Condenado à morte por seus crimes, o personagem fala, com o cinismo que lhe é característico, que seu erro foi ter matado pouco. E uma por vez. Porque se tivesse matado muitos, como se faz nas guerras, ele estaria sendo gloriado. Nesse ponto nos sentimos tentados a pensar que quem na verdade estava falando era o próprio Chaplin, que na juventude havia sido condenado por não querer participar da guerra. No final, Verdoux é condenado à morte. E o que vemos no final nada mais é do uma repetição dos velhos filmes de Carlitos: caminhando de costas, ele vai para a guilhotina. Tropeça, e lá ainda vemos o velho Carlitos. Curiosidades - Alguns críticos(ou psicólogos, sei lá) ainda apontam Monsier Verdoux como uma história altamente confessional de Chaplin: na verdade, Charles, na vida real também era um grande conquistador de mulheres. Não as matava, claro, mas as abandonava com a mesma rapidez com que Landru fazia com suas vítimas. - A história na qual se baseou o filme, na verdade, é muito velha, tendo sido uma idéia de Orson Welles. Chaplin apoderou-se dela, e simpatizando decidiu roda-la. Conta Chaplin que Orson falou para ele que seria interessante fazer um filme sobre o barba azul (homem que seduz as mulheres para depois mata-la). Charles gostou da idéia. Mais tarde colocou nos créditos que o filme era baseado na idéia de Orson Welles. - O filme chegou a ser proibido em várias cidades, por ser considerado imoral, chegando até a haver piquetes em frente aos cinemas, de veteranos católicos que se postaram armados a fim de evitar que outras pessoas entrassem. Várias partes do filme foram cortadas, e Chaplin teve que refazer muitas cenas. Algumas personagens tiveram sua história mudada, como a garota que ele salvou da fome, que tudo leva a crer que se trataria de uma garota de programa, afinal ,o que levaria uma mulher a estar àquela hora da noite na rua, sozinha e aceitar a proposta de um homem a entrar em seus aposentos? Outra cena que foi mudada foi uma em que sua esposa o chamaria para a cama. Os sensores acharam altamente imoral e o fizeram refazer a cena com a frase “vá para a cama”. Pode? - Nesse filme, o que resta do vagabundo é tão somente os gestos, já tão predominantemente chaplinianos, provenientes da época do cinema mudo: o personagem gesticula e fala muito mais com a expressão do que com os lábios. O caso é que Charles mandou recolher esse filme dois anos depois do seu lançamento, tendo sido liberado somente muitos anos depois. Para mim um dos melhores dele, pena que pouca gente tenha visto. - Sua velha companheira de cena, Edna Purviance, faz uma pequena aparição no filme. Ele a procurou para fazer o papel de uma das esposas de Verdoux, mas ela, insegura, não se achava mais em condições de gravar. Não aceitou o convite. Ele teve que buscar outra para um dos papéis principais. - Do ponto de vista financeiro, esse foi um dos filmes menos lucrativos de Chaplin. - A exibição do filme tampouco animou os fãs, que não foram aos cinemas prestigiarem. Em alguns locais o filme também foi proibido. Dois anos depois do lançamento, Chaplin mandou retirar o filme de circulação. Imagens
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Título Original: Street Angel Ano/País/Gênero/Duração: 1928 / EUA / Drama / 102min Direção: Frank Borzage Produção: William Fox Roteiro: H.H. Caldwell, Katherine Hilliker, Monckton Hoffe, Philip Klein, Marion Orth, Henry Roberts Symonds Fotografia: Ernest Palmer Elenco Janet Gaynor ... Angela Charles Farrell ... Gino Alberto Rabagliati ... Policeman Cino Conti ... Policeman Guido Trento ... Neri the Police Sergeant Sinopse Angela (Janet Gaynor) é presa após tentar roubar dinheiro para pagar o remédio de sua mãe, mas consegue escapar do reformatório e se esconde em um circo. Lá conhece Gino (Charles Farrell), um pintor. Ângela quebra seu tornozelo e tem que se aposentar do circo, mas não pode voltar para Nápoles, onde ainda é procurada pelo roubo. Curiosidades - Filme mudo. Prêmios - Oscar de Melhor Atriz (Janet Gaynor). - Indicado ao Oscar de Melhor Direção de Arte; Fotografia Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas Imagens
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Título Original: Un chien andalou Ano/País/Gênero/Duração: 1929 / França / Drama Fantasia / 17min Direção: Luis Buñuel Produção: Luis Buñuel Roteiro:  Luis Buñuel e Salvador Dalí Elenco Simone Mareuil..... Jovem garota Pierre Batcheff .....Homem Sinopse O filme mostra uma sequencia surreal do inconsciente humano, com cenas oníricas e sem aparente ligação, incluindo a de um homem cortando o olho de uma mulher com uma navalha. Curiosidades - Filme de estréia de Luis Buñuel. - Considerado um dos filmes mudos mais chocantes de todos os tempos. - O filme gerou protestos e indignação onde foi exibido. - Buñuel temia tanto a platéia que chegou a levar pedras nos bolsos para se defender. -  Em uma sonorização realizada em 1960 foram incluídas músicas de Wagner, Beethoven e tangos.   Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.     Legendas Imagens
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      Ficha Título Original: And Then There Were None Ano/País/Gênero/Duração: 1945 / EUA /  Crime | Drama | Mistério / 97min Direção: René Clair Produção: René Clair Roteiro: Agatha Christie e Dudley Nichols Música:  Mario Castelnuovo-Tedesco      Elenco: Barry Fitzgerald     ...    Judge Francis J. Quinncannon Walter Huston     ...    Dr. Edward G. Armstrong Louis Hayward     ...    Philip Lombard Roland Young     ...    Detective William Henry Blore June Duprez     ...    Vera Claythorne Mischa Auer     ...    Prince Nikita 'Nikki' Starloff C. Aubrey Smith     ...    Gen. Sir John Mandrake Judith Anderson     ...    Emily Brent Richard Haydn     ...    Thomas Rogers Queenie Leonard     ...    Ethel Rogers Harry Thurston     ...    Fred Narracott   Sinopse Clássico filme de suspense assinado por René Clair em seu período hollywoodiano, quando o cineasta fugiu da França por causa da presença dos nazistas no seu país. O Vingador Invisível é a primeira adaptação para o cinema da novela de mistério O Caso dos 10 Negrinhos, de Agatha Christie. Nesta modelar história da dama do crime, 10 personagens com culpa no cartório se encontram num castelo situado numa remota ilha da costa inglesa. Eles não sabem porque estão lá, até descobrirem que um juiz louco os levou para julgá-los por crimes do passado. Assim, cada um dos convidados morre de uma maneira misteriosa. Para dar cabo ao filme, René Clair contou com a presença de um elenco impecável, entre os atores estão Barry Fitzgerald (Como Era Verde o meu Vale, Cidade Nua), Walter Huston (O Tesouro de Sierra Madre, Fogo de Outono) e Louis Hayward (Maldição, Piratas de Capri).         Imagens
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  Ficha Título Original: 13 Ghosts Ano/País/Gênero/Duração: 1960 / EUA / Terror / 82min Direção: William Castle Produção: William Castle    Roteiro: Joseph F. Biroc e Robb White Música:  Von Dexter Elenco: Charles Herbert     ...    Buck Zorba Jo Morrow     ...    Medea Zorba Martin Milner     ...    Benjamen Rush Rosemary DeCamp     ...    Hilda Zorba Donald Woods     ...    Cyrus Zorba Margaret Hamilton     ...    Elaine Zacharides John Van Dreelen     ...    Van Allen   Sinopse Ao morrer, o recluso Dr. Zorba deixou uma mansão assustadora para seu sobrinho, Cyrus Zorba (Donald Woods), que atravessa uma grave crise financeira. Com a sua família Cyrus se muda a mansão. Eles também herdam uma coleção de 12 fantasmas, que só podem ser vistos através de óculos especiais. Os membros da família colocam então suas vidas em risco, para descobrir em qual local da casa o Dr. Zorba escondeu sua fortuna, mas parece que algo ou alguém quer evitar que Cyrus e sua família não consigam realizar este objetivo.           Imagens  
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  Ficha Título Original: L'orribile segreto del Dr. Hichcock Ano/País/Gênero/Duração: 1962 / Itália / Terror / 88min Direção: Riccardo Freda Produção: Luigi Carpentieri    Roteiro: Ernesto Gastaldi Música:  Roman Vlad Elenco: Barbara Steele     ...    Cynthia Hichcock Robert Flemyng     ...    Prof. Bernard Hichcock Silvano Tranquilli     ...    Dr. Kurt Lowe (as Montgomery Glenn) Maria Teresa Vianello     ...    Margherita Hichcock (as Teresa Fitzgerald) Harriet Medin     ...    Martha, the maid (as Harriet White)   Sinopse O necrófilo Dr. Hitchcock gosta de drogar sua esposa para fúnebres jogos sexuais. Um dia administra acidentalmente uma overdose e a mata. Diversos anos mais tarde, casa novamente, com a intenção de usar o sangue de sua recente noiva para trazer o cadáver da sua primeira esposa de volta à vida. L'Orribile Segreto del dott. Hichcock é inteiramente um filme de horror mais pela sutileza elegante de um bom suspense que pelos picos sensoriais do próprio horror. Isso apesar da sua natureza inconfundível que não o define, mas o mantém num limite sempre estável entre os dois gêneros.         Imagens
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  Ficha Título Original: The Return of the Living Dead Ano/País/Gênero/Duração: 1985 / EUA / Terror / 91min Direção: Dan O'Bannon Produção:  Tom Fox Roteiro: Dan O'Bannon e  Rudy Ricci Música:  Matt Clifford Elenco: Clu Gulager     ...    Burt James Karen     ...    Frank Don Calfa     ...    Ernie Thom Mathews     ...    Freddy Beverly Randolph     ...    Tina John Philbin     ...    Chuck Jewel Shepard     ...    Casey Miguel A. Núñez Jr.     ...    Spider Brian Peck     ...    Scuz Linnea Quigley     ...    Trash Mark Venturini     ...    Suicide Jonathan Terry     ...    Colonel Glover Cathleen Cordell     ...    Colonel's Wife Drew Deighan     ...    Paramedic #1 James Dalesandro     ...    Paramedic #2   Sinopse Dois empregados de um armazém de medicamentos encontram no subsolo do estabelecimento barris do exército, lacrados e acidentalmente liberam um gás mortal no ar. Esse gás acaba re-animando os mortos de um cemitério próximo, que vão querer apenas uma coisa dos vivos: seus miolos.        
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Título Original: For Whom the Bell Tolls Ano/País/Gênero/Duração: 1943 / EUA / Drama Romance / 170min Direção: Sam Wood Produção: Sam Wood Roteiro: Dudley Nichols Fotografia: Ray Rennahan Música: Victor Young Elenco Gary Cooper ... Robert Jordan Ingrid Bergman ... María Akim Tamiroff ... Pablo Arturo de Córdova ... Agustín Vladimir Sokoloff ... Anselmo Mikhail Rasumny ... Rafael Fortunio Bonanova ... Fernando Eric Feldary ... Andrés Victor Varconi ... Primitivo Katina Paxinou ... Pilar Joseph Calleia ... El Sordo Lilo Yarson ... Joaquin Alexander Granach ... Paco Adia Kuznetzoff ... Gustavo Leonid Snegoff ... Ignacio Leo Bulgakov ... General Golz Duncan Renaldo ... Lt. Berrendo Frank Puglia ... Captain Gomez Sinopse Durante a Guerra Civil espanhola, o americano Robert Jordan (Gary Cooper) recebe dos guerrilheiros a missão de explodir uma ponte ocupada pelos inimigos. Ele conhece Maria (Ingrid Bergman), cujos pais foram mortos pelos franquistas. Logo Robert se apaixona. Imagens
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Basfond histórico! Em 1945, Libertad Lamarque já era queridíssima em toda America Latina graças à sua interpretação passional de tangos e filmes invariavelmente tristes. Eva ainda se chamava Eva Duarte, uma aspirante a estrela de cinema com um namorado poderoso, o coronel Perón. Ambas foram contratadas para a película La Cabalgata del Circo, claro que Lamarque como protagonista e Evita em papel secundário. Conforme conta a biografa Matilde Sánchez, as filmagens pareciam conturbadas desde o início com Eva intransigente a muitas indicações do diretor e chegando ao trabalho em carro oficial constantemente atrasada. Acreditavam que ela fazia uso do romance para exigir o tratamento de diva ao qual julgava lhe ser de direito. A situação chegou ao ponto limite, até que, num nada belo dia, Lamarque cansada de tantos desaforos esbofeteou a starlet na frente de todos! E como esse mundo dá muitas voltas, assim que a rival virou primeira dama, Libertad Lamarque fez as trouxas e picou mula rumo ao México, onde era tida como rainha. O exílio voluntário lhe rendeu prolixa carreira em telenovelas. Seus dois últimos trabalhos conseguiram popularidade no Brasil ao serem exibidos pelo SBT. Em 1998 interpretou a avó Piedade em A Usurpadora, e em 2000, a Madre Superior de Carinha de Anjo, quando faleceu. Por Miguel Andrade Link original: Blog La Dolce Vita
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Título Original: The Man Who Would Be King Ano/País/Gênero/Duração: 1975 / EUA Reino Unido / Aventura / 129min Direção: John Huston Produção: John Foreman     Roteiro: John Huston, Gladys Hill, Rudyard Kipling Fotografia: Oswald Morris Música: Maurice Jarre Elenco Sean Connery...Daniel Dravot Michael Caine...Peachy Carnehan Christopher Plummer...Rudyard Kipling Saeed Jaffrey...Billy Fish Doghmi Larbi...Ootah Jack May...comissário Karroom Ben Bouih...Kafu Selim Mohammad Shamsi...Babu Albert Moses...Ghulam Paul Antrim...Mulvaney Graham Acres...o agente Shakira Caine...Roxanne Sinopse Dois ex-combatentes ingleses partem para o Kafiristão, depois de terem sido expulsos do exército. Eles pretendem se tornar os reis do local, uma região ainda inexplorada pelos brancos. Curiosidades - Locações em Marrocos. - O filme favorito de Michael Caine, e também aquele pelo qual gostaria de ser lembrado. - Clark Gable, Humphrey Bogart, Burt Lancaster, Kirk Douglas, Paul Newman e Robert Redford foram considerados para o filme, já que desde a década de 50 John Huston planejava filma-lo. - O filme é repleto de símbolos maçônicos. Imagens
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Título Original: Greed Ano/País/Gênero/Duração: 1924 / EUA / Drama / 140min Direção: Erich von Stroheim Produção: Irving Thalberg Roteiro: June Mathis  e Frank Norris Fotografia: William H. Daniels e Ben F. Reynolds Música: William Axt e Leo Kempinski Elenco Zasu Pitts ...     Trina Gibson Gowland    ...     McTeague Jean Hersholt    ...     Marcus Dale Fuller    ...     Maria Tempe Pigott    ...     Mother McTeague Sylvia Ashton    ...     'Mommer' Sieppe Chester Conklin    ...     'Popper' Sieppe Joan Standing    ...     Selina Sinopse Trina, uma jovem e inocente garota, ganha na loteria. Casa-se com McTeague, um minerador, logo começa a mudar com o dinheiro, tornando-se egoísta, mesquinha e esnobe. Marcus acusa seu marido de ter se casado com dinheiro. Aos poucos sua relação com McTeague será desgastada. Curiosidades - Ficou conhecido como o filme perdido de Erich von Stroheim. - A versão original tinha cerca de 9 horas e Irving Thalberg mandou cortar para duas. O restante do material foi destruído. - Primeiro longa metragem da MGM. - Locações em San Francisco e Oakland. - Foram necessários dois anos para finalizar as gravações. - Filme mudo. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.     Imagens
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Título Original: Random Harvest Ano/País/Gênero/Duração: 1942 / EUA / Drama / 125min Direção: Mervyn LeRoy Produção: Sidney Franklin Roteiro: Claudine West e George Froeschel Fotografia: Joseph Ruttenberg Música: Herbert Stothart Elenco Ronald Colman     ...     Smithy Greer Garson ...     Paula Philip Dorn    ...     Dr. Jonathan Benet Susan Peters    ...     Kitty Henry Travers    ...     Dr. Sims Reginald Owen    ...     'Biffer' Bramwell Fletcher    ...     Assistant Rhys Williams    ...     Sam Una O'Connor    ...     Tobacconist Aubrey Mather    ...     Sheldon Margaret Wycherly    ...     Mrs. Deventer Arthur Margetson    ...     Chet Melville Cooper    ...     Uncle George Alan Napier    ...     Julian Jill Esmond    ...     Lydia Sinopse Charles Raineir, que esteve na Primeira Guerra Mundial, está com amnésia e, distante de seus familiares, vaga sozinho pelas ruas. Chega a um Clube e acaba se apaixonando pela atriz Paula Ridgeway. Eles se casam e Charles começa a escrever. Mas após um atropelamento, sua memória retorna e ele esquece a esposa. Paula decide trabalhar como sua secretária, para permanecer sempre ao seu lado. Curiosidades - Um dos filmes favoritos de Greer Garson. Imagens
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Título Original: Arrowsmith Ano/País/Gênero/Duração: 1931 / EUA / Drama / 108min Direção: John Ford Produção: John Ford e Samuel Goldwyn Roteiro: Sidney Howard, Sinclair Lewis Fotografia: Ray June Música: Alfred Newman Elenco Ronald Colman     ...     Dr. Martin Arrowsmith Helen Hayes ...     Leora Arrowsmith Richard Bennett    ...     Gustav Sondelius A.E. Anson    ...     Professor Max Gottlieb Clarence Brooks    ...     Oliver Marchand Alec B. Francis    ...     Twyford Claude King    ...     Dr. Tubbs Bert Roach    ...     Bert Tozer Myrna Loy ...     Mrs. Joyce Lanyon Russell Hopton    ...     Terry Wickett David Landau    ...     State Veterinarian Lumsden Hare    ...     Sir Robert Fairland – Governor Sinopse Um médico é enviado para investigar um surto de peste, tendo que decidir as prioridades para o uso de uma vacina. Tendo perdido sua esposa recentemente, ele começa a se interessar por uma rica dama.   Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legendas só em espanhol Imagens
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Título Original: Esther and the King Ano/País/Gênero/Duração: 1960 / Itália EUA / Drama / 109min Direção: Raoul Walsh, Mario Bava Produção: Raoul Walsh Roteiro: Ennio De Concini, Michael Elkins, Raoul Walsh Fotografia: Mario Bava Música: Angelo Francesco Lavagnino e Roberto Nicolosi Elenco Joan Collins ... Esther Richard Egan ... King Ahasuerus Denis O'Dea ... Mordecai Sergio Fantoni ... Haman Rik Battaglia ... Simon Renato Baldini ... Klydrathes Gabriele Tinti ... Samual Rosalba Neri ... Keresh Robert Buchanan ... Hegai Daniela Rocca ... Queen Vashti Folco Lulli ... Tobiah Sinopse Passagem bíblica do amor de Esther, uma judia que foi forçada a deixar sua vida para seguir para o palácio do rei da Pérsia, Xerxes. O rei está infeliz com sua antiga esposa que lhe foi infiel, e busca uma nova. Esther é a escolhida e lutará por seu povo, que é perseguido pelos exércitos de Xerxes. Imagens
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  Título Original: Sea Wife Ano/País/Gênero/Duração: 1957 / Inglaterra / 81min Direção: Bob McNaught Produção: André Hakim Roteiro: George K. Burke e J.M. Scott Fotografia: Edward Scaife Música: Kenneth V. Jones e Leonard Salzedo     Elenco     Joan Collins ...     Sea Wife Richard Burton ...     Biscuit Basil Sydney    ...     Bulldog Cy Grant    ...     Number Four Ronald Squire    ...     Clubman Harold Goodwin    ...     Daily Telegraph Clerk Roddy Hughes    ...     Club Barman Gibb McLaughlin    ...     Club Porter Lloyd Lamble    ...     Captain 'San Felix' Ronald Adam    ...     Army Padre Nicholas Hannen    ...     Elderly Passenger Otokichi Ikeda    ...     Submarine Commander Tenji Takagi    ...     Submarine Interpreter Beatrice Varley    ...     Elderly Nun   Sinopse     Um navio de regugiados ingleses é atingido pelos japoneses, e um oficial e uma freira partem em busca de mais sobreviventes.   Imagens  
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Título Original: Land of the Pharaohs Ano/País/Gênero/Duração: 1955 / EUA / Drama / 115min Direção: Howard Hawks Produção: Howard Hawks Roteiro: Harold Jack Bloom, William Faulkner e Harry Kurnitz Fotografia: Lee Garmes e Russell Harlan Música: Dimitri Tiomkin Elenco Jack Hawkins .... Faraó Cheops Joan Collins .... Princesa Nellifer Dewey Martin .... Senta Alex Minotis .... Hamar James Robertson Justice .... Vashtar Luisa Boni .... Kyra Sydney Chaplin .... Treneh Kerima .... Nailla Piero Giagnoni .... Xenon Sinopse O faraó Cheops (Jack Hawkins) retorna ao Egito após uma vitória e começa a construir a pirâmide onde será enterrado. Para construi-la em perfeitas condições, ele faz um acordo de libertar os cativos ao passo que a pirâmide vá sendo feita. Mas com a demora na construção, assim como os custos é alto, os tributos das terras conquistadas são aumentados. A princesa Nellifer (Joan Collins) é enviada como tributo de de Cipros, e o faraó casa-se com ela. Nillifer o trairá, tencionando ficar com todo o seu ouro. Curiosidades - Primeiro fracasso comercial de Howard Hawks. Imagens
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Título Original: The Egg and I Ano/País/Gênero/Duração: 1947 / EUA / Comédia / 108min Direção: Chester Erskine Produção: Chester Erskine Roteiro: Betty MacDonald, Chester Erskine, Fred F. Finklehoffe Fotografia: Milton R. Krasner Música: Frank Skinner Elenco Claudette Colbert ...     Betty MacDonald Fred MacMurray ...     Bob MacDonald Marjorie Main    ...     Ma Kettle Louise Allbritton    ...     Harriet Putnam Percy Kilbride    ...     Pa Kettle Richard Long    ...     Tom Kettle Billy House    ...     Billy Reed Ida Moore    ...     Emily Donald MacBride    ...     Mr. Henty Samuel S. Hinds    ...     Sheriff Esther Dale    ...     Birdie Hicks Elisabeth Risdon    ...     Betty's Mother John Berkes    ...     Geoduck Victor Potel    ...     Crowbar Fuzzy Knight    ...     Cab Driver Sinopse Bob, recém casado, compra uma fazenda e sua esposa Betty vai junto. Ele espera começar um negócio com ovos, mas ela está cautelosa quanto ao sucesso do mesmo. O maior problema será se adaptarem a vida rural. Curiosidades - O filme foi um sucesso de público e gerou uma série de filmes. Imagens
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  Título Original: For the Love of Mike Ano/País/Gênero/Duração: 1927 / EUA /  Drama Romance / 75min Direção: Frank Capra Produção: Robert Kane Roteiro: John A. Moroso Fotografia: Ernest Haller     Elenco     Claudette Colbert ...     Mary Ben Lyon    ...     Mike George Sidney    ...     Abraham Katz Ford Sterling    ...     Herman Schultz Hugh Cameron    ...     Patrick O'Malley Richard 'Skeets' Gallagher    ...     Coxey Pendleton Rudolph Cameron    ...     Henry Sharp Mabel Swor    ...     Evelyn Joyce   Sinopse     Um bebê abandonado em um cortiço é adotado por três homens> um alemão, um alfaite judeu e um irlandês. Após 20 anos, Mike já crecide resiste em ir para a faculdade por causa das condições financeiras de seus três pais. Mas sua amiga Mary o convence a ir.   Curiosidades     - Frank Capra considerou este o pior filme de sua carreira. - Considerado um filme perdido. - Primeiro filme de Claudette Colbert. - Filme mudo.
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Título Original: L'éternel retour Ano/País/Gênero/Duração: 1948 / França / Drama Romance / 107min Direção: Jean Delannoy Produção: André Paulvé Roteiro: Jean Cocteau Fotografia: Roger Hubert Música: Georges Auric Elenco Madeleine Sologne     ...     Nathalie la blonde Jean Marais    ...     Patrice Jean Murat    ...     Marc Junie Astor    ...     Nathalie la brune Roland Toutain    ...     Lionel Jane Marken    ...     Anne Jean d'Yd    ...     Amédée Frossin Piéral    ...     Achille Frossin Alexandre Rignault    ...     Morholt Yvonne de Bray    ...     Gertrude Frossin Sinopse Versão estilizada do mito de Tristão e Isolda, durante a ocupação alemã na Segunda Guerra mundial. Patrice (Jean Marais) e Natalie (Madeline Sologne) são os amantes condenados, envenenados pelo anão malévolo, Achille. Imagens
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Título Original: Too Late Blues Ano/País/Gênero/Duração: 1961 / EUA / Drama / 103min Direção: John Cassavetes Produção: John Cassavetes Roteiro: John Cassavetes Fotografia: Lionel Lindon Música: David Raksin Elenco Bobby Darin     ...     John 'Ghost' Wakefield Stella Stevens    ...     Jess Polanski Everett Chambers    ...     Benny Flowers Nick Dennis    ...     Nick Vince Edwards    ...     Tommy Val Avery    ...     Frielobe Marilyn Clark    ...     Countess James Joyce    ...     Reno Rupert Crosse    ...     Baby Jackson Cliff Carnell    ...     Charlie, the saxophonist Richard Chambers    ...     Pete, the trumpeter Seymour Cassel    ...     Red, the bassist Dan Stafford    ...     Shelley, the drummer Sinopse Ghost (Bobby Darin), canta em uma música de jazz. Seus problemas começam quando ele se apaixona justamente pela namorada do agente, a cantora da banda. Curiosidades - Montgomery Clift estava cotado para fazer o papel principal. Imagens
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Título Original: Pat Garrett & Billy The Kid Ano/País/Gênero/Duração: 1973 / EUA / Faroeste / 106min Direção: Sam Peckinpah Produção: Gordon Carroll Roteiro: Rudy Wurlitzer Fotografia: John Coquillon Música: Bob Dylan Elenco James Coburn    ...     Pat Garrett Kris Kristofferson    ...     Billy The Kid Richard Jaeckel    ...     Sheriff Kip McKinney Katy Jurado    ...     Mrs. Baker Chill Wills    ...     Lemuel Barry Sullivan    ...     Chisum Jason Robards    ...     Governor Wallace Bob Dylan    ...     Alias R.G. Armstrong    ...     Ollinger Luke Askew    ...     Eno John Beck    ...     Poe Richard Bright    ...     Holly Matt Clark    ...     J.W. Bell Rita Coolidge    ...     Maria Jack Dodson    ...     Howland Sinopse Pat parte numa empreitada em busca do seu antigo amigo Billy The Kid, ignorando antigas amizades, batendo em prostitutas e ambicionando apenas fama e dinheiro. Enquanto isso, o jovem Billy segue com seu trabalho (roubando vacas), salvando amigos em perigo, brigando com os homens da lei que querem lhe matar, sendo dócil com as mulheres que ele tanto ama. O encontro, fatal, ocorre, e Pat dá dois tiros: um em Billy e outro no espelho, matando a si próprio simbolicamente, pois quando morre um sonho (neste caso matar a Billy), morre também quem o persegue. Curiosidades - James Taylor foi a primeira opção para o papel de Billy. - De fato Kris Kristofferson tinha 36 anos quando fez Billy, papel de 21. Imagens
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  Título Original: Petulia Ano/País/Gênero/Duração: 1968 / EUA / Drama / 105min Direção: Richard Lester Produção: Raymond Wagner Roteiro: Lawrence B. Marcus Fotografia: Nicolas Roeg Música: John Barry     Elenco     Julie Christie ...     Petulia George C. Scott    ...     Archie Richard Chamberlain    ...     David Arthur Hill    ...     Barney Shirley Knight    ...     Polo Pippa Scott    ...     May Kathleen Widdoes    ...     Wilma Roger Bowen    ...     Warren Richard Dysart    ...     Motel Receptionist Ruth Kobart    ...     Nun Ellen Geer    ...     Nun Lou Gilbert    ...     Mr. Howard Nate Esformes    ...     Mr. Mendoza Maria Val    ...     Mrs. Mendoza Vincent Arias    ...     Oliver   Sinopse   Petulia (Julie Christie) é uma jovem rica que passa por problemas em seu casamento. Para piorar as coisas ela tenta ter um romance com um médico recém-divorciado.   Imagens  
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Título Original: Billy Liar Ano/País/Gênero/Duração: 1963 /Inglaterra / Comédia Drama / 98min Direção: John Schlesinger Produção: Joseph Janni Roteiro: Willis Hall Fotografia: Denys N. Coop Música: Richard Rodney Bennett Elenco Tom Courtenay     ...     William Terrence 'Billy' Fisher Wilfred Pickles    ...     Geoffrey Fisher Mona Washbourne    ...     Alice Fisher Ethel Griffies    ...     Florence, Billy's grandmother Finlay Currie    ...     Duxbury Gwendolyn Watts    ...     Rita Helen Fraser    ...     Barbara Julie Christie ...     Liz Leonard Rossiter    ...     Emanuel Shadrack Rodney Bewes    ...     Arthur Crabtree George Innes    ...     Stamp Leslie Randall    ...     Danny Boon Patrick Barr    ...     Insp. MacDonald Ernest Clark    ...     Prison governor Godfrey Winn    ...     Disc jockey Sinopse Billy (Tom Courtenay) é um jovem que vive inventando histórias em que ele é o herói para tentar mudar sua vida tão sem graça. Contando tantas mentiras, as pessoas passam a não acreditarem nele. Curiosidades - Topsy Jane ficou doente e foi substituída por Julie Christie. Imagens
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Título Original: Mask Ano/País/Gênero/Duração: 1985 / EUA / Drama Biografia / 120min Direção: Peter Bogdanovich Produção: Martin Starger Roteiro: Anna Hamilton Phelan Fotografia: László Kovács Música: Dennis Ricotta Elenco Cher     ...     Florence 'Rusty' Dennis Sam Elliott    ...     Gar Eric Stoltz    ...     Roy L.'Rocky' Dennis Estelle Getty    ...     Evelyn Richard Dysart    ...     Abe Laura Dern    ...     Diana Adams Micole Mercurio    ...     Babe Harry Carey Jr.    ...     Red Dennis Burkley    ...     Dozer Lawrence Monoson    ...     Ben Ben Piazza    ...     Mr. Simms L. Craig King    ...     Eric Alexandra Powers    ...     Lisa Kelly Jo Minter    ...     Lorrie Joe Unger    ...     1st Boyfriend Sinopse Rocky (Eric Stolz) é um bom garoto. Amado por todos, e acompanhado por sua mãe Rusty (Cher), nasceu com uma doença em que seu rosto de assemelha a uma pedra, e todos os que não o conhecem acabam pensando que se trata de uma máscara. Curiosidades - Baseado na história real de Rocky Dennis. - Cher queria seu namorado na época, Val Kilmer, no filme, mas o diretor não aprovou por ele ser demasiado jovem. - Rob Lowe foi cogitado para o papel de Rocky. - Eric Stolz passou tanto tempo com a maquiagem do personagem que teve dificuldades de entrar na festa do elenco, pois muitos não sabiam como era sua verdadeira face. - O poema que Rocky lê para sua mãe foi escrito pelo verdadeiro Rocky Dennis. Imagens
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Título Original: Come Back to the Five and Dime, Jimmy Dean, Jimmy Dean Ano/País/Gênero/Duração: 1982 / EUA / Drama / 109min Direção: Robert Altman Produção: Scott Bushnell Roteiro: Ed Graczyk Fotografia: Pierre Mignot Música: Allan F. Nicholls Elenco Sandy Dennis     ...     Mona Cher    ...     Sissy Karen Black    ...     Joanne Sudie Bond    ...     Juanita Kathy Bates    ...     Stella Mae Marta Heflin    ...     Edna Louise Mark Patton    ...     Joe Qualley Caroline Aaron    ...     Martha Ruth Miller    ...     Clarissa Gena Ramsel    ...     Sue Ellen Ann Risley    ...     Phyllis Marie Dianne Turley Travis    ...     Alice Ann Sinopse Fãs de James Dean se reúnem em uma pequena cidade do Texas para relembrar os vinte anos da morte do grande ídolo. Alguns flashbacks mostram como elas eram no momento da tragédia com o grande astro. Dentre as presentes na reunião, uma figurante do filme Giant que diz ter um filho dele, uma garçonete e uma mulher que carrega um segredo. Curiosidades - Robert Altman também produziu o documentário “The James Dean Story”, de 1957. Imagens
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Título Original: The Miracle Man Ano/País/Gênero/Duração: 1919 / EUA / Drama / 8 bobinas Direção: George Loane Tucker Roteiro: George M. Cohan e Robert Hobart Davis Fotografia: Ernest Palmer e  Phil Rosen Música: Hugo Riesenfeld Elenco Lon Chaney ...     The Frog Betty Compson    ...     Rose Joseph J. Dowling    ...     The Patriarch J.M. Dumont    ...     The Dope Elinor Fair    ...     Claire King Thomas Meighan    ...     Tom Burke F.A. Turner    ...     Mr. Higgins Lucille Hutton    ...     Ruth Higgins Sinopse The Frog (Lon Chaney), um trapaceiro, usa da autoflagelação para atrair a atenção e caridade das pessoas. Após isso usava um velho cego, conhecido pelos seus poderes milagrosos de cura para arrecadar dinheiro e logo depois rouba-lo. Mas após um verdadeiro milagre ocorrer, The Frog muda seus planos. Curiosidades - O filme foi perdido em um incêndio. Resta apenas um pequeno trecho do trailler. - Filme mudo. Fragmentos do filme Z_Mk4pjydBk   Canal:http://www.youtube.com/user/thisgunforhire05 Imagens
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Título Original: Drôle de drame ou aventure L'étrange du Docteur Molyneux Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / França / Comédia / 98min Direção: Marcel Carné Produção: Edouard Corniglion-Molinier Roteiro: J. Storer Clouston e Jacques Prévert Fotografia: Eugen Schüfftan Música: Maurice Jaubert Elenco Louis Jouvet     ...     Archibald Soper Françoise Rosay    ...     Margaret Molyneux Michel Simon    ...     Irwin Molyneux Jean-Pierre Aumont ...     Billy, le laitier Jean-Louis Barrault    ...     William Kramps Nadine Vogel    ...     Eva Pierre Alcover    ...     L'inspecteur Bray Henri Guisol    ...     Buffington, le journaliste Agnès Capri    ...     La chanteuse des rues René Génin    ...     Le balayeur Ky Duyen    ...     L'hôtelier chinois Marcel Duhamel    ...     Un fêtard Jeanne Lory    ...     La tante McPhearson Madeleine Suffel    ...     Victory Jenny Burnay    ...     Madame Pencil Sinopse O botânico Irwin (Michel Simon) está falido, mas ainda mantém as aparências devido aos romances policiaisque escreve sob o pseudônimo de Felix Capela. O cozinheiro dele acaba de deixar a casa, e seu primo, o bispo Archibald (Louis Jouvet) chega para o jantar. A esposa de Irwin, secretamente procura preparar o jantar para eles, e Irwin justifica sua ausência dizendo que ela viajou para encontrar alguns amigos. O bispo, imediatamente, começa a suspeitar que Irwin na verdade matou sua esposa. Curiosidades - Filmado em 23 dias. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legendas     Imagens
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Título Original: Le Quai des Brumes Ano/País/Gênero/Duração: 1938 / França / Drama Policial / 91min Direção: Marcel Carné Produção: Gregor Rabinovitch Roteiro: Jacques Prévert Fotografia: Eugen Schüfftan Música: Maurice Jaubert Elenco Jean Gabin     ...     Jean Michel Simon    ...     Zabel Michèle Morgan    ...     Nelly Pierre Brasseur    ...     Lucien Édouard Delmont    ...     Panama Raymond Aimos    ...     Quart Vittel Robert Le Vigan    ...     Le peintre René Génin    ...     Le docteur Marcel Pérès    ...     Le chauffeur Jenny Burnay    ...     L'amie de Lucien Roger Legris    ...     Le garçon d'hôtel Martial Rèbe    ...     Le client Sinopse Jean (Jean Gabin), um soldado, chega solitariamente a um bar, e lá acaba encontrando Nelly (Michele Morgan), uma mulher deprimida por quem acaba se apaixonando. Nelly lhe conta seus vários problemas, e Jean acaba compartilhando-os com ela. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas  
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3284. Lili (1955)
Título Original: Lili Ano/País/Gênero/Duração: 1955 / EUA / Drama Musical / 81min Direção: Charles Walters Produção: Edwin H. Knopf Roteiro: Helen Deutsch Fotografia: Robert H. Planck Música: Bronislau Kaper Elenco Leslie Caron ...     Lili Daurier Mel Ferrer ...     Paul Berthalet Jean-Pierre Aumont ...     Marc Zsa Zsa Gabor ...     Rosalie Kurt Kasznar    ...     Jacquot Amanda Blake    ...     Peach Lips Alex Gerry    ...     Store proprietor Ralph Dumke    ...     M. Corvier Wilton Graff    ...     M. Tonit George Baxter    ...     M. Enrique Sinopse Lili (Leslie Caron) fica órfã e passa a ser adotada por um circo. Acaba se apaixonando pelo mágico, que vê nela apenas uma garota. Ela tenta esquecer seus problemas cantando com os bonecos. Uma multidão vê e se forma ao seu redor, e Lili agora faz parte do circo. Curiosidades - Os bonecos do filme foram fabricados por Walton e O’Rourke, que também os manipularam. Imagens
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Título Original: The L-Shaped Room Ano/País/Gênero/Duração: 1962 / Inglaterra / Drama / 126min Direção: Bryan Forbes Produção: Richard Attenborough Roteiro: Bryan Forbes Fotografia: Douglas Slocombe     Elenco     Leslie Caron ...     Jane Fosset Anthony Booth    ...     Youth in Street Avis Bunnage    ...     Doris Patricia Phoenix    ...     Sonia Verity Edmett    ...     Jane II Tom Bell    ...     Toby Cicely Courtneidge    ...     Mavis Harry Locke    ...     Newsagent Ellen Dryden    ...     Girl in Newsagent's Emlyn Williams    ...     Dr. Weaver Jennifer White    ...     Monica Brock Peters    ...     Johnny Gerry Duggan    ...     Bert Joan Ingram    ...     Woman in Park Mark Eden    ...     Terry     Sinopse     Jane (Leslie Caron), uma jovem francesa, engravida, e, solteira, vai morar em Londres. Lá ela não gosta das pessoas que moram perto dela, mas acaba conhecendo o escritor Toby (Tom Bell), com quem passa a se relacionar. Pouco a pouco ela começa a interagir com os demais moradores. Jane não sabe o que fazer com relação à sua gravidez, e também com Toby.     Imagens
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Título Original: The Adventures of Mark Twain Ano/País/Gênero/Duração: 1944 / EUA / Aventura Biografia / 130min Direção: Irving Rapper Produção: Jesse L. Lasky Roteiro: Harry Chandlee, Alan Le May, Harold M. Sherman Fotografia: Sol Polito Música: Max Steiner Sinopse Fredric March ...     Samuel Langhorne Clemens Alexis Smith    ...     Olivia Langdon Clemens Donald Crisp    ...     J.B. Pond Alan Hale    ...     Steve Gillis C. Aubrey Smith    ...     Oxford Chancellor John Carradine    ...     Bret Harte William Henry    ...     Charles Langdon Robert Barrat    ...     Horace E. Bixby Walter Hampden    ...     Jervis Langdon Joyce Reynolds    ...     Clara Clemens Whitford Kane    ...     Joe Goodwin Percy Kilbride    ...     Billings Nana Bryant    ...     Mrs. Langdon Jackie Brown    ...     Samuel Clemens - age 12 Dickie Jones    ...     Samuel Clemens - age 15 Sinopse Mark Twain nasceu no mesmo dia em que o cometa Halley passou pela terra, e faleceu no mesmo dia em que o cometa retornou. Twain se tornou um famoso escritor, criando obras como “As aventuras de Tom Sawyer”.
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Título Original: Le Jour se Lève Ano/País/Gênero/Duração: 1939 / França / Crime, Drama, Romance / 93min Direção: Marcel Carné Roteiro: Jacques Viot, Jacques Prévert Fotografia: Philippe Agostini, André Bac, Albert Viguier, Curt Courant Música: Maurice Jaubert Elenco Jean Gabin     ...     François Jules Berry    ...     M. Valentin Arletty ...     Clara Mady Berry    ...     La concierge René Génin    ...     Le concierge Arthur Devère    ...     Mr. Gerbois René Bergeron    ...     Le patron du café Bernard Blier    ...     Gaston Marcel Pérès    ...     Paulo Germaine Lix    ...     La chanteuse Gabrielle Fontan    ...     La vieille dame dans l'escalier Jacques Baumer    ...     Le commissaire Jacqueline Laurent    ...     Françoise Sinopse O operário François (Jean Gabin) assassina um homem em seu apartamento, e lá permanece durante toda a noite, até que a população e a polícia tentam tira-lo de lá. Aos poucos, François vai relembrando, passo a passo, tudo o que levou até aquele momento. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas Imagens
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Título Original: Sous les Toits de Paris Ano/País/Gênero/Duração: 1930 / França / Drama Romance / 92min Direção: René Clair Roteiro: René Clair Fotografia: Georges Périnal e Georges Raulet Música: Raoul Moretti e Vincent Scotto Elenco Albert Préjean     ...     Albert, a young street singer Pola Illéry    ...     Pola, a Roumanian girl Edmond T. Gréville    ...     Louis, Albert's friend Bill Bocket    ...     Bill, The Big Boss Gaston Modot    ...     Fred, a purse thief Sinopse Albert (Albert Prejean) apaixona-se por Pola (Pola Illery), mas como ela é comprometida, ele é obrigado a lutar com o namorado dela, um gângster. Para isso utiliza-se de mímicas e canções. Curiosidades - Primeiro filme falado de René Clair. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas   Imagens
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Título Original: 3 Godfathers Ano/País/Gênero/Duração: 1948 / EUA / Drama Faroeste / 103min Direção: John Ford Produção: Merian C. Cooper e John Ford Roteiro: Peter B. Kyne, Laurence Stallings, Frank S. Nugent Fotografia: Winton C. Hoch Música: Richard Hageman Elenco John Wayne .... Robert Marmaduke Hightower Pedro Armendáriz .... Pedro "Pete' Roca Fuerte Harry Carey Jr. .... William Kearney Ward Bond .... Perley 'Buck' Sweet Mae Marsh .... Mrs. Perley Sweet Mildred Natwick .... The Mother Jane Darwell .... Miss Florie Guy Kibbee .... Judge Dorothy Ford .... Ruby Latham Ben Johnson .... Posse man #1 Charles Halton .... Oliver Latham Hank Worden .... Deputy Curly Jack Pennick .... Luke ( Fred Libby .... Deputy Michael Dugan .... Posse man #2 Sinopse Um grupo de pistoleiros, fogem após um roubo a um banco. No meio do caminho encontram uma mulher prestes à dar uma luz. Eles se comprometem a leva-la e a criança à um lugar seguro, mesmo que isso possa lhes custar a liberdade. Imagens
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Título Original: The Vikings Ano/País/Gênero/Duração: 1958 / EUA / Ação Aventura / 114min Direção: Richard Fleischer Produção: Jerry Bresler Roteiro: Dale Wasserman Fotografia: Jack Cardiff Música: Mario Nascimbene Elenco Kirk Douglas ... Einar Tony Curtis ... Eric Ernest Borgnine ... Ragnar Janet Leigh ... Morgana James Donald ... Egbert Alexander Knox ... Godwin Maxine Audley ... Enid Frank Thring ... Aella Eileen Way ... Kitala Edric Connor ... Sandpiper Dandy Nichols ... Bridget Per Buckhøj ... Bjorn Sinopse Os meio-irmãos Einar (Kird Douglas) e Eric (Tony Curtis) vivem de forma diferente. Enquanto um é herdeiro do trono inglês, o outro vive como um viking. Mas a princesa Morgana (Janet Leigh) é sequestrada pelos vikings, e os dois irmãos, cada qual com o seu motivo, irá tentar salva-la. Curiosidades - Ernest Borgnine interpreta o pai de Kirk Douglas. Mas na vida real ele era alguns meses mais novo que Kirk. Imagens
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Título Original: Pandora and the Flying Dutchman Ano/País/Gênero/Duração: 1951 / Inglaterra / Drama Romance Suspense / 122min Direção: Albert Lewin Produção: Joe Kaufmann e Albert Lewin Roteiro: Albert E. Lewin Fotografia: Jack Cardiff Música: Alan Rawsthorne Elenco James Mason ...     Hendrik van der Zee Ava Gardner ...     Pandora Reynolds Nigel Patrick    ...     Stephen Cameron Sheila Sim    ...     Janet Harold Warrender    ...     Geoffrey Fielding Mario Cabré    ...     Juan Montalvo Marius Goring    ...     Reggie Demarest John Laurie    ...     Angus Pamela Mason    ...     Jenny Patricia Raine    ...     Peggy Margarita D'Alvarez    ...     Senora Montalvo La Pillina    ...     Spanish dancer Abraham Sofaer    ...     Judge Francisco Igual    ...     Vicente Guillermo Beltrán    ...     Barman Sinopse Anos 30. Os homens enlouquecem quando vêem a cantora Pandora (Ava Gardner). Com a chegada de Hendrik van der Zee (James Mason), um misterioso capitão holandês, Pandora se interessa por ele. Curiosidades - Primeiro filme colorido de Ava Gardner. - A fotografia de Ava foi feita pelo famoso artista surrealista Man Ray.
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Título Original: Under Capricorn Ano/País/Gênero/Duração: 1949 / Inglaterra / Drama / 117min Direção: Alfred Hitchcock Produção: Sidney Bernstein e Alfred Hitchcock Roteiro: John Colton, Margaret Linden, Helen Simpson, Hume Cronyn, James Bridie Fotografia: Jack Cardiff Música: Richard Addinsell Elenco Ingrid Bergman - Lady Henrietta Flusky Joseph Cotten - Sam Flusky Michael Wilding - Hon. Charles Adare Margaret Leighton - Milly Cecil Parker - The Governor Denis O'Dea - Mr. Corrigan Jack Watling - Winter Harcourt Williams - The Coachman John Ruddock - Mr. Potter Bill Shine - Mr. Banks Sinopse Charles (Michael Wilding) parte da Irlanda rumo a Austrália, onde irá tentar começar a vida com a ajuda de seu primo. Mas com a convivência ele começa a achar a bela esposa de seu primo, Lady Henrietta Flusky (Ingrid Bergman) uma pessoa estranha e louca. Curiosidades -    Último filme de Ingrid Bergman ao lado de Alfred Hitchcock. A relação dos dois durante este filme foi muito tensa. -    Muitos consideram este um dos melhores filmes do diretor. -    Está na lista dos dez melhores filmes de todos os tempos, da revista Cahiers Du Cinema. -    Burt Lancaster foi cogitado para o papel principal. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas Imagens
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Título Original: Young Cassidy Ano/País/Gênero/Duração: 1965 / Reino Unido / Drama Biografia  / 110min Direção: Jack Cardiff , John Ford Produção: Robert Emmett Ginna e Robert D. Graff Roteiro: John Whiting Fotografia: Edward Scaife Música: Sean O'Riada Elenco Rod Taylor ...     John Cassidy Flora Robson    ...     Mrs. Cassidy Jack MacGowran    ...     Archie Siân Phillips    ...     Ella T.P. McKenna    ...     Tom Julie Ross    ...     Sara Robin Sumner    ...     Michael Philip O'Flynn    ...     Mick Mullen Maggie Smith    ...     Nora Julie Christie ...     Daisy Battles Pauline Delaney    ...     Bessie Ballynoy Edith Evans    ...     Lady Gregory Michael Redgrave    ...     W.B. Yeats Arthur O'Sullivan    ...     Foreman Joe Lynch    ...     1st Hurler Sinopse John Cassidy (Rod Taylor) vive de cavar fossas. Com isso sustenta a mãe e a irmã. Mas a grande paixão dele é escrever, e graças a isso começa a escrever textos, durante a Revolução Irlandesa, incitando o povo. Cassidy acaba sendo incentivado a escrever, por diversos autores da literatura irlandesa. Imagens
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Título Original: Ali Baba Goes to Town Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / EUA / Comédia / 80min Direção: David Butler Produção: Laurence Schwab Roteiro: C. Graham Baker, Gene Fowler, Gene Towne, Harry Tugend, Jack Yellen Fotografia: Ernest Palmer Música: Robert Russell Bennett Elenco Eddie Cantor ...     Ali Baba Tony Martin    ...     Yusuf Roland Young    ...     Sultan June Lang    ...     Princess Miriam Gypsy Rose Lee    ...     Sultana Raymond Scott and His Quintet    ...     Themselves John Carradine    ...     Ishak Virginia Field    ...     Dinah Alan Dinehart    ...     Boland Douglass Dumbrille    ...     Prince Musah Maurice Cass    ...     Omar - The Rug Maker Warren Hymer    ...     Tramp Stanley Fields    ...     Tramp Paul Hurst    ...     Captain Sam Hayes    ...     Radio Announcer Dolores del Rio ... Herself Sonja Henie ... Herself Tyrone Power ... Himself Cesar Romero ... Himself Ann Sothern ... Herself Shirley Temple ... Herself Sinopse Al (Eddie Cantor), um malandro, interrompe acidentalmente um filme que estava sendo realizado sobre Ali Babá e é ferido. Dinah (Virginia Field), a enfermeira, sugere que ele seja contratado como um extra. Mas Al acaba tomando uma overdose de analgésicos e sonha que está dentro do enredo do filme, vivendo como Ali Babá. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas   Imagens
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Título Original: Roman Scandals Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Musical / 92min Direção: Frank Tuttle Produção: Samuel Goldwyn Roteiro: George S. Kaufman e William Anthony McGuire Fotografia: Ray June Música: Alfred Newman Elenco Eddie Cantor ...     Eddie aka Oedipus Ruth Etting    ...     Olga Gloria Stuart    ...     Princess Sylvia David Manners    ...     Josephus Verree Teasdale    ...     Empress Agrippa Edward Arnold    ...     Emperor Valerius Alan Mowbray    ...     Majordomo Charles C. Wilson    ...     Police Chief Charles Pratt Harry Holman    ...     Mayor of West Rome Jack Rutherford    ...     Manius Willard Robertson    ...     Warren Finley Cooper Lee Kohlmar    ...     Storekeeper Lucille Ball ... Goldwyn Girl Sinopse Eddie (Eddie Cantor), trabalha em um museu em Oklahoma, e descobre evidências de corrupção dos figurões locais. Durante um sonho, ele se vê na Roma Antiga, se envolvendo na situação política. Curiosidades - Filme de estréia de Lucille Ball.   Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas Imagens
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Título Original: Glorifying the American Girl Ano/País/Gênero/Duração: 1929 / EUA / Musical / 87min Direção: John W. Harkrider e Millard Webb Produção: Monta Bell Roteiro: J.P. McEvoy e Millard Webb Fotografia: George J. Folsey Música: Frank Tours Elenco Mary Eaton     ...     Gloria Hughes Dan Healy    ...     Danny Miller Kaye Renard    ...     Mooney, Danny's Partner Edward Crandall    ...     Buddy Moore Gloria Shea    ...     Barbara, Heimer's Dept. Store Clerk Sarah Edwards    ...     Mrs. Hughs, Gloria's Mom Eddie Cantor ...     Himself Helen Morgan    ...     Herself Rudy Vallee    ...     Himself Noah Beery    ...     Himself Irving Berlin    ...     Himself Billie Burke ...     Herself Charles B. Dillingham    ...     Himself Texas Guinan    ...     Herself Otto Kahn    ...     Himself Ring Lardner    ...     Himself Jimmy Walker    ...     Himself Johnny Weissmuller...     Adonis Florenz Ziegfeld Jr.    ...     Himself Adolph Zukor    ...     Himself Sinopse Gloria (Mary Eaton) trabalha de dia emu ma loja de departamentos, mas para sobreviver, canta a noite acompanhada de um amigo que é apaixonado por ela. Logo ela chama a atenção de um artista da Vaudeville (Dan Healy), que pede que ela lhe acompanhe e seja sua nova parceira. Gloria vê nisto uma chance de ter sucesso, mas logo descobre que ele na verdade só quer se aproveitar dela. Assista Online DRF2hjNN4Zw   Canal:   Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Sem legendas Imagens
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Título Original: Ragtime Ano/País/Gênero/Duração: 1981 / EUA / Drama / 155min Direção: Milos Forman Produção: Dino De Laurentiis Roteiro: Michael Weller Fotografia: Miroslav Ondrícek Música: Randy Newman Elenco James Cagney ...     Police Commissioner Rhinelander Waldo Brad Dourif    ...     Younger Brother Moses Gunn    ...     Booker T. Washington Elizabeth McGovern    ...     Evelyn Nesbit Kenneth McMillan    ...     Willie Conklin Pat O'Brien    ...     Mr. Delphin Delmas Donald O'Connor    ...     Evelyn's Dance Instructor James Olson    ...     Father Mandy Patinkin    ...     Tateh Howard E. Rollins Jr.    ...     Coalhouse Walker Jr. Mary Steenburgen    ...     Mother Debbie Allen    ...     Sarah Jeffrey DeMunn    ...     Harry Houdini Robert Joy    ...     Henry 'Harry' Kendall Thaw Norman Mailer    ...     Stanford White Sinopse Início do século XX. O milionário Harry K Thaw odeia o arquiteto Stanford White, por ele ter supostamente usado sua esposa, a corista Evelyn Nesbit como modelo. Paralelamente outras histórias se desenvolvem, como a do comissário que se torna diretor de cinema e um pianista que tenta se vingar da polícia por ter sido humilhado por eles. Curiosidades - Baseado no romance de E.L. Doctorow. - O filme reuniu dois astros dos cinemas dos anos 30 e 40, Pat O’Brien e James Cagney. Foi o último filme de ambos. - Mary Steenburgen estava grávida durante as filmagens, mas as roupas escondiam. - OJ Simpson foi considerado para o papel de Coalhouse Walker. - Robert Altman foi substituído por Milos Forman como diretor deste projeto. Imagens
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Título Original: One, Two, Three Ano/País/Gênero/Duração: 1961 / EUA / Comédia / 115min Direção: Billy Wilder Produção: Billy Wilder Roteiro: Billy Wilder, I.A.L. Diamond Fotografia: Daniel L. Fapp Música: André Previn Elenco James Cagney ...     C.R. MacNamara Horst Buchholz    ...     Otto Ludwig Piffl Pamela Tiffin    ...     Scarlett Hazeltine Arlene Francis    ...     Phyllis MacNamara Howard St. John    ...     Wendell P. Hazeltine Hanns Lothar    ...     Schlemmer Leon Askin    ...     Peripetchikoff Ralf Wolter    ...     Borodenko Karl Lieffen    ...     Fritz Hubert von Meyerinck    ...     Count von Droste Schattenburg Loïs Bolton    ...     Melanie Hazeltine Peter Capell    ...     Mishkin Til Kiwe    ...     Reporter Henning Schlüter    ...     Dr. Bauer Karl Ludwig Lindt    ...     Zeidlitz Sinopse C,R, MacNamara (James Cagney), um executive da coca-cola, chega a Berlim para uma reunião. O seu chefe pede que ele tome conta de sua filha, que acaba se casando com um comunista. MacNamara agora tem que converter o rapaz em um capitalista e apresentar ao sogro deste como sendo um bom homem. Somente assim poderá conseguir sua tão sonhada promoção. Curiosidades - James Cagney teve que repetir uma cena 30 vezes porque todas as vezs trocava a frase “fraque e calças litradas” por  “casaco e calças listradas”. - Joan Crawford, presidente da pepsicola, ligou para Billy Wilder para reclamar da propaganda pro-coca cola deste filme. Imagens
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Título Original: Platinum High School Ano/País/Gênero/Duração: 1960 / EUA / Drama / 93min Direção: Charles F. Haas Produção: Red Doff Roteiro: Robert Smith Fotografia: Música: Van Alexander Elenco Mickey Rooney ....  Steven Terry Moore ....  Jennifer Evans Dan Duryea ....  Maj. Redfern Conway Twitty ....  Billy Jack Warren Berlinger ....  'Crip' Yvette Mimieux ....  Lorinda Jimmy Boyd ....  Bud Sinopse   Steven (Mickey Rooney) passa a freqüentar uma academia militar para investigar a morte de seu filho, que todos afirmam ter sido um acidente.
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Título Original: The Private Lives of Adam and Eve Ano/País/Gênero/Duração: 1960 / EUA / Comédia / 86min Direção: Albert Zugsmith e Mickey Rooney Produção: Red Doff Roteiro: Robert Hill Fotografia: Philip H. Lathrop Música: Van Alexander Elenco Mickey Rooney ...     Nick Lewis / The Devil Mamie Van Doren    ...     Evie Simms / Eve Fay Spain    ...     Lil Lewis / Lilith Mel Tormé    ...     Hal Sanders Martin Milner    ...     Ad Simms / Adam Tuesday Weld    ...     Vangie Harper Cecil Kellaway    ...     Doc Bayles Paul Anka    ...     Pinkie Parker Ziva Rodann    ...     Passiona Theona Bryant    ...     Sensuosa June Wilkinson    ...     Saturday Phillipa Fallon    ...     Desire Barbara Walden    ...     Dancer Toni Covington    ...     Devil's Familiar Nancy Root    ...     Monday Sinopse Vários viajantes estão a caminho de Lãs Vegas quando uma tempestade faz com que se refugiem em uma igreja abandonada. Ao adormecer, seus sonhos levam a uma bizarra versão da história bíblica de Adão e Eva. Imagens
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Título Original: King of the Roaring Twenties - The Story of Arnold Rothstein Ano/País/Gênero/Duração: 1961 / EUA / Drama / 106min Direção: Joseph M. Newman Produção: David Diamond e Samuel Bischoff Roteiro: Jo Swerling Fotografia: Carl E. Guthrie Música: Franz Waxman Elenco David Janssen ...  Arnold Rothstein Dianne Foster ...  Carolyn Green Mickey Rooney ...  Johnny Burke Jack Carson ...  Timothy W. 'Big Tim' O'Brien Diana Dors ...  Madge Dan O'Herlihy ...  Phil Butler Mickey Shaughnessy ...  Jim Kelly Keenan Wynn ...  Tom Fowler Joseph Schildkraut ...  Abraham Rothstein William Demarest ...  Henry Hecht Sinopse Durante a época da lei seca, Arnold Rothstein (David Janssen) faz fortuna vendendo bebidas alcoólicas clandestinamente. Rico, abre uma rede de jogos. Curiosidades - Último filme de Jack Carson. Imagens
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  Título Original: Everything's Ducky Ano/País/Gênero/Duração: 1961 / EUA / Comédia / 80min Direção: Don Taylor Produção: Allen Baron Merrill S. Brody e Red Doff Roteiro: Benedict Freedman e John Fenton Murray Fotografia: Carl E. Guthrie Música: Bernard Green     Elenco       Mickey Rooney ...     Kermit 'Beetle' McKay Buddy Hackett    ...     Seaman Admiral John Paul 'Ad' Jones Jackie Cooper ...     Lt. J.S. Parmell - Psychiatrist Joanie Sommers    ...     Nina Lloyd Roland Winters    ...     Capt. Lewis Bollinger Elizabeth MacRae    ...     Susie Penrose Gene Blakely    ...     Lt. Cmdr. Bernard Kemp Gordon Jones    ...     Chief Petty Officer Conroy Richard Deacon    ...     Dr. Deckham James Millhollin    ...     George Imhoff - Lab Assistant Jimmy Cross    ...     Drunk Robert Williams    ...     Duck Hunter King Calder    ...     Frank - Bartender Ellie Kent    ...     Nurse William Hellinger    ...     Corpsman   Sinopse   Dois marinheiros descobrem um pato falante a bordo do navio e pensam em ganhar muito dinheiro com ele.   Imagens
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Título Original: Requiem for a Heavyweight Ano/País/Gênero/Duração: 1962 / EUA / Drama / 95min Direção: Ralph Nelson Produção: Jack Grossberg Roteiro: Rod Serling Fotografia: Arthur J. Ornitz Música: Laurence Rosenthal Elenco Anthony Quinn ...     Louis 'Mountain' Rivera Jackie Gleason    ...     Maish Rennick Mickey Rooney ...     Army Julie Harris ...     Grace Miller Stanley Adams    ...     Perelli Madame Spivy    ...     Ma Greeny Val Avery    ...     Young fighter's promoter Herbie Faye    ...     Charlie, the Bartender Jack Dempsey    ...     Himself Barney Ross        Alex Miteff        Rory Calhoun    ...     Himself Muhammad Ali    ...     Himself Sinopse O veterano boxeador Mountain Rivera (Anthony Quinn) entrará mais uma vez no ringue por estar cheio de dívidas. Desta vez, forçado por seu empresário a disputar luta livre. Imagens
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Título Original: Man of a Thousand Faces Ano/País/Gênero/Duração: 1957 / EUA / Drama Biografia / 122min Direção: Joseph Pevney Produção: Robert Arthur Roteiro: R. Wright Campbell Fotografia: Russell Metty Música: Frank Skinner Elenco James Cagney ... Lon Chaney Dorothy Malone ... Cleva Creighton Chaney Jane Greer ... Hazel Bennett Chaney Marjorie Rambeau ... Gert a movie extra Jim Backus ... Clarence Locan Robert Evans ... Irving Thalberg Celia Lovsky ... Mrs. Chaney Jeanne Cagney ... Carrie Chaney Jack Albertson ... Dr. J. Wilson Shields Nolan Leary ... Pa Chaney Roger Smith ... Creighton Chaney at 21 Robert Lyden ... Creighton Chaney at 13 Rickie Sorensen ... Creighton Chaney at 8 Dennis Rush ... Creighton Chaney at 4 Simon Scott ... Carl Hastings Sinopse Lon Chaney (James Cagney) cresceu em uma família de mudos, e desde jovem aprendeu a se comunicar através dos gestos. Já no cinema, passou a ser conhecido como “O homem das mil faces”. Imagens
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Título Original: The Cotton Club Ano/País/Gênero/Duração: 1984 / EUA / Drama Musical Policial / 127min Direção: Francis Ford Coppola Produção: Robert Evans Roteiro: Jim Haskins, Mario Puzo, Francis Ford Coppola, William Kennedy Fotografia: Stephen Goldblatt Música: John Barry Elenco Richard Gere ... Dixie Dwyer Gregory Hines ... Sandman Williams Diane Lane ... Vera Cicero Lonette McKee ... Lila Rose Oliver Bob Hoskins ... Owney Madden James Remar ... Dutch Schultz Nicolas Cage ... Vincent Dwyer Allen Garfield ... Abbadabba Berman Fred Gwynne ... Frenchy Demange Gwen Verdon ... Tish Dwyer Lisa Jane Persky ... Frances Flegenheimer Maurice Hines ... Clay Williams Julian Beck ... Sol Weinstein Novella Nelson ... Madame St. Clair Laurence Fishburne ... Bumpy Rhodes Sinopse Durante os anos 30, a casa noturna Cotton Club é a mais famosa no Harlen. Em suas dependências circulam gângsters, garotas bonitas e músicos. Após salvar um gângster de um atentado, a vida de Dixie Dwyer (Richard Gere) muda completamente. Ele passa a trabalhar para o gângster. Mas tudo começa a piorar quando Dwyer se apaixona justamente pela amante do gângster. Curiosidades - Foi oferecido um papel para Sylvester Stallone. - Brooke Shields originalmente faria o papel de Vera Cícero, mas ela recusou a oferta para estudar Letras em uma Universidade. Imagens
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Título Original: Rumble Fish Ano/País/Gênero/Duração: 1983 / EUA / Drama / 94min Direção: Francis Ford Coppola Produção: Doug Claybourne e Fred Roos Roteiro: S.E. Hinton e Francis Ford Coppola Fotografia: Stephen H. Burum Música: Stewart Copeland Elenco Matt Dillon     ...     Rusty James Mickey Rourke    ...     The Motorcycle Boy Diane Lane    ...     Patty Dennis Hopper    ...     Father Diana Scarwid    ...     Cassandra Vincent Spano    ...     Steve Nicolas Cage    ...     Smokey Chris Penn    ...     B.J. Jackson Laurence Fishburne    ...     Midget William Smith    ...     Patterson the Cop Michael Higgins    ...     Mr. Harrigan Glenn Withrow    ...     Biff Wilcox Tom Waits    ...     Benny Herb Rice    ...     Black Pool Player Maybelle Wallace    ...     Late Pass Clerk Sinopse Rusty James (Matt Dillon) tem problemas demais em sua família: a mãe o abandonou, o pai é alcoólatra e o irmão mais velho é ausente. Com tantos problemas, ele ainda arruma outro, a se meter em brigas com uma gangue. Curiosidades - Um relógio pode ser visto em casa cena do filme. - Matt Dillon falava tão baixo que as cenas constantemente tinham que ser refeitas. Imagens
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Título Original: The Spy Who Came in from the Cold Ano/País/Gênero/Duração: 1965 / Inglaterra / Drama Suspense / 112min Direção: Martin Ritt Produção: Martin Ritt Roteiro: John le Carré, Paul Dehn, Guy Trosper Fotografia: Oswald Morris Música: Sol Kaplan Elenco Richard Burton ... Alec Leamas Claire Bloom ... Nan Perry Oskar Werner ... Fiedler Sam Wanamaker ... Peters George Voskovec ... East German Defense Attorney Rupert Davies ... George Smiley Cyril Cusack ... Control Peter van Eyck ... Hans-Dieter Mundt Michael Hordern ... Ashe Robert Hardy ... Dick Carlton Bernard Lee ... Patmore Beatrix Lehmann ... Tribunal President Esmond Knight ... Old Judge Tom Stern ... CIA Agent Niall MacGinnis ... German Checkpoint Guard Sinopse Durante a Guerra Fria, um espião britânico é enviado como espião à Alemanha Oriental. Mas aos poucos, os colegas começam a desconfiar de seu trabalho e ele tem que mudar o trajeto. Curiosidades - Burt Lancaster estava originalmente previsto para o papel de Alec Leamas.
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Título Original: The Sunshine Boys Ano/País/Gênero/Duração: 1975 / EUA / Comédia / 111min Direção: Herbert Ross Produção: Ray Stark Roteiro: Neil Simon Fotografia: David M. Walsh Música: Harry V. Lojewski Elenco Walter Matthau    ...     Willy Clark George Burns ...     Al Lewis Richard Benjamin    ...     Ben Clark Lee Meredith    ...     Nurse in Sketch Carol Arthur    ...     Mrs. Doris Green, Al's Daughter Rosetta LeNoire    ...     Odessa, Willy's nurse F. Murray Abraham    ...     Mechanic Howard Hesseman    ...     Mr. Walsh James Cranna    ...     Mr. Schaeffer Ron Rifkin    ...     T.V. Floor Manager Jennifer Lee    ...     Helen Clark Fritz Feld    ...     Mr. Gilbert Jack Bernardi    ...     Man at Audition Garn Stephens    ...     Eddie, the Stage Manager Santos Morales    ...     Desk Clerk Sinopse A dupla Willy e Al faziam enorme sucesso juntos no palco. Mas fora dele a coisa era diferente: se odiavam. Após o sucesso, eles passaram mais de 20 anos sem se falar, até que o sobrinho de um deles resolveu junta-los novamente em uma comédia. Será que eles irão se suportar durante mais algum tempo? Curiosidades - Jack Benny chegou a assinar um contrato para realizar o filme, mas teve que desistir do projeto devido a problemas de saúde. - Neste filme vemos George Burns sem a peruca que constantemente usava. - Com este filme, George Burns se tornou o mais idoso ator a ganhar um Oscar, aos 80 anos. Prêmios - Oscar de Melhor ator coadjuvante (George Burns). Imagens
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Título Original: College Swing Ano/País/Gênero/Duração: 1938 / EUA / Comédia / 86min Direção: Raoul Walsh Produção: Lewis E. Gensler Roteiro: Frederick Hazlitt Brennan e Walter DeLeon Fotografia: Victor Milner Elenco George Burns ...     George Jonas Gracie Allen    ...     Gracie Alden Martha Raye ...     Mabel Grady Bob Hope ...     Bud Brady Edward Everett Horton    ...     Hubert Dash Florence George    ...     Ginna Ashburn Ben Blue    ...     Ben Volt Betty Grable ...     Betty Jackie Coogan ...     Jackie John Payne    ...     Martin Bates Cecil Cunningham    ...     Dean Sleet Robert Cummings ...     Radio Announcer Skinnay Ennis    ...     Skinnay - Orchestra Leader Henry Slate    ...     Waiter at the Hangout Jack Slate    ...     Waiter at the Hangout Sinopse Gracie Alden (Gracie Allen) precisa passer em seus exames da faculdade e para isso contrata Bud Brady (Bob Hope) para lhe ajudar. Caso Gracie passe, de acordo com um acordo feito por um parente seu e a faculdade há 200 anos, ela passará a ser dona do estabelecimento. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legendas somente em espanhol   Imagens
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Título Original: The Big Broadcast of 1938 Ano/País/Gênero/Duração: 1938 / EUA / Comédia Musical / 94min Direção: Mitchell Leisen Produção: Harlan Thompson Roteiro: Walter DeLeon, Francis Martin e Ken Englund Fotografia: Harry Fischbeck Música: Ralph Rainger e Leo Robin Elenco W.C. Fields ...     T. Frothingill Bellows / S.B. Bellows Martha Raye ...     Martha Bellows Dorothy Lamour ...     Dorothy Wyndham Shirley Ross    ...     Cleo Fielding Lynne Overman    ...     Scoop McPhail Bob Hope ...     Buzz Fielding Ben Blue    ...     Mike Leif Erickson    ...     Bob Hayes Grace Bradley    ...     Grace Fielding Rufe Davis    ...     Turnkey Tito Guízar    ...     Tito Guizar Lionel Pape    ...     Lord Harry Droopy Virginia Vale    ...     Joan Fielding Russell Hicks    ...     Captain Stafford Leonid Kinskey    ...     Ivan Sinopse Um locutor de rádio tenta manipular atos musicais e sua ex-esposa, enquanto está em um transatlântico. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legendas somente em espanhol Imagens
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Título Original: The Big Broadcast of 37 Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Comédia Musical / 100min Direção: Mitchell Leisen Produção: Lewis E. Gensler Roteiro: Walter DeLeon e Francis Martin Fotografia: Theodor Sparkuhl Música: Boris Morros Elenco Jack Benny    ...     Jack Carson George Burns ...     Mr. Platt Gracie Allen    ...     Mrs. Platt Bob Burns    ...     Bob Black Martha Raye ...     Patsy Shirley Ross    ...     Gwen Holmes Ray Milland    ...     Bob Miller Frank Forest    ...     Frank Rossman Benny Fields    ...     Himself Sam Hearn    ...     Schlepperman Stan Kavanaugh    ...     Kavvy Benny Goodman    ...     Himself Virginia Weidler ...     Flowergirl David Holt    ...     Trainbearer Gene Krupa    ...     Himself Sinopse Jack Carson (Jack Benny) o dono de uma estação de rádio, oferece esquetes de música e comédia para seus ouvintes.   Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legendas embutidas
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Título Original: The Big Broadcast 1936 Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Comédia Musical / 97min Direção: Norman Taurog Produção: Benjamin Glazer Roteiro: Walter DeLeon e Francis Martin Fotografia: Leo Tover Música: John Leipold Elenco Jack Oakie ...     Spud Miller George Burns ...     George Gracie Allen    ...     Gracie Lyda Roberti    ...     Countess Ysobel de Naigila Wendy Barrie    ...     Sue Henry Wadsworth    ...     Smiley C. Henry Gordon    ...     Gordoni Benny Baker    ...     Herman Bing Crosby ...     Himself Ethel Merman    ...     Herself Mary Boland    ...     Mrs. Sealingsworth Charles Ruggles    ...     Wilbur Sealingsworth David Holt    ...     Brother Virginia Weidler ...     Little Girl in Hospital Guy Standing    ...     Doctor Carlos Gardel ... Himself Sinopse Após sua estação de rádio dar prejuízo, Spud Muller (Jack Oakie) decide fazer um ponto na televisão para ajudar nas despesas. Comédia musical repleta de esquetes, números de dança e música. Curiosidades -  Carlos Gardel was killed in a plane crash three months before the release of this film. Carlos Gardel morreu em um acidente aéreo três meses antes do lançamento deste filme.
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Título Original: The Big Broadcast Ano/País/Gênero/Duração: 1932 / EUA / Comédia Musical / 80min Direção: Frank Tuttle Produção: Benjamin Glazer Roteiro: William Ford Manley e George Marion Jr. Fotografia: George J. Folsey Música: John Leipold Elenco Bing Crosby ...     Bing Hornsby Stuart Erwin    ...     Leslie McWhinney Leila Hyams    ...     Anita Rogers Sharon Lynn    ...     Mona George Burns ...     George Gracie Allen    ...     Gracie George Barbier    ...     Clapsaddle Ralph Robertson    ...     Announcer Alex Melesh    ...     Animal Man Spec O'Donnell    ...     Office Boy Anna Chandler    ...     Mrs. Cohen Thomas Carrigan    ...     Officer Donald Mills    ...     Donald Mills Harry Mills    ...     Harry Mills Herbert Mills    ...     Herbert Mills Sinopse Bing Hornsby (Bing Crosby) é contratado como cantor de rádio, se tornando um sucesso entre os ouvintes. O problema é que ele não leva sua carreira muito a sério, levando os donos da emissora à loucura. Imagens
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Título Original: Le Charme discret de la bourgeoisie Ano/País/Gênero/Duração: 1972 / Espanha França Itália / Comédia Drama Fantasia / 102min Direção: Luis Buñuel Produção: Serge Silberman Roteiro: Luis Buñuel, Jean-Claude Carrière Fotografia: Edmond Richard Elenco Fernando Rey     ...     Don Rafael Acosta Paul Frankeur    ...     M. Thevenot Delphine Seyrig    ...     Simone Thévenot Bulle Ogier    ...     Florence Stéphane Audran    ...     Alice Sénéchal Jean-Pierre Cassel    ...     Henri Sénéchal Julien Bertheau    ...     Mgr Dufour Milena Vukotic    ...     Ines Maria Gabriella Maione    ...     Guerilla Claude Piéplu    ...     Colonel Muni    ...     Peasant Pierre Maguelon    ...     Sgt de police François Maistre    ...     Delecluze Michel Piccoli    ...     Ministre Sinopse Seis ricos burgueses reúnem-se em um jantar, mas devido a problemas que sempre surgem, são interrompidos. Prêmios - Oscar de Melhor Filme estrangeiro. Imagens
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Título Original: The Devil-Doll Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Ficção Científica Terror / 79min Direção: Tod Browning Produção: Tod Browning Roteiro: Garrett Fort e Guy Endore Fotografia: Leonard Smith Música: Franz Waxman Elenco Lionel Barrymore ...     Paul Lavond Maureen O'Sullivan ...     Lorraine Lavond Frank Lawton    ...     Toto Rafaela Ottiano    ...     Malita Robert Greig    ...     Emil Coulvet Lucy Beaumont    ...     Madame Lavond Henry B. Walthall    ...     Marcel Grace Ford    ...     Lachna Pedro de Cordoba    ...     Charles Matin Arthur Hohl    ...     Victor Radin Juanita Quigley    ...     Marguerite Coulvet Claire Du Brey    ...     Madame Coulvet Rollo Lloyd    ...     Detective Maurice E. Alyn Warren    ...     Commissioner of Police Sinopse Tudo vai bem na vida de Paul Lavond (Lionel Barrymore), um respeitável banqueiro. Mas, acusado de ter matado um vigia noturno é condenado e vai parar na Ilha do Diabo, onde encontra o cientista Marcel (Henry B. Walthall), que está criando uma fórmula que reduz as pessoas a um sexto do seu tamanho original, e cuja finalidade é a economia dos recursos da terra, como água e comida. Após alguns anos, Paul foge da ilha, e leva consigo a fórmula, tentando se vingar daqueles que lhe prenderam. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas   Imagens
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  Título Original: Mark of the Vampire Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Suspense Terror / 60min Direção: Tod Browning Produção: Tod Browning Roteiro: Guy Endore e Bernard Schubert Fotografia: James Wong Howe Música: Douglas Shearer     Elenco     Lionel Barrymore ... Professor Elizabeth Allan ... Irena Bela Lugosi ... Mora Lionel Atwill ... Inspetor Neumann Jean Hersholt ... Otto Henry Wadsworth ... Fedor Donald Meek ... Dr. Doskil Jessie Ralph Ivan F. Simpson ... Jan Franklyn Ardell ... Chauffeur Leila Bennett ... Maria June Gittelson ... Annie Carroll Borland ... Luna Holmes Herbert ... Sir Karell Michael Visaroff     Sinopse       Um estranho assassinato, onde a vítima possuía marcas de dentadas no pescoço, leva o professor Zelen (Lionel Barrymore) a suspeitar que se trata de um caso de vampirismo. Baseado nisto, ele segue até a mansão onde ocorreu o atentado, descobrindo que o Conde Mora (Bela Lugosi) é um vampiro.     Curiosidades     - Morcegos sul-americanos foram importados para o filme. - O filme foi proibido na Polônia e na Hungria algumas cenas fortes foram cortadas.   Download:   Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.     Legendas     Imagens
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Título Original: The Unholly Three Ano/País/Gênero/Duração: 1925 / EUA / Crime Drama / 80min Direção: Tod Browning Produção: Tod Browning Roteiro: Clarence Aaron 'Tod' Robbins e Waldemar Young Fotografia: David Kesson Elenco Lon Chaney ...     Professor Echo - The Ventriloquist / Mrs. 'Granny' O'Grady Mae Busch    ...     Rosie O'Grady Matt Moore    ...     Hector MacDonald Victor McLaglen    ...     Hercules Harry Earles    ...     Tweedledee Matthew Betz    ...     Detective Regan Edward Connelly    ...     The judge William Humphrey    ...     Defense attorney E. Alyn Warren    ...     Prosecuting attorney Sinopse Um grupo de circo passa a cometer delitos enquanto se apresenta, roubando objetos de valor dos espectadores. Curiosidades - Filme mudo. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Sem Legendas   Imagens
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Título Original: Intruder in the Dust Ano/País/Gênero/Duração: 1949 / EUA / Drama / 87min Direção: Clarence Brown Produção: Clarence Brown Roteiro: William Faulkner e Ben Maddow Fotografia: Robert Surtees Música: Adolph Deutsch Elenco David Brian     ...     John Gavin Stevens Claude Jarman Jr.    ...     Chick Mallison Juano Hernandez    ...     Lucas Beauchamp Porter Hall    ...     Nub Gowrie Elizabeth Patterson    ...     Miss Eunice Habersham Charles Kemper    ...     Crawford Gowrie Will Geer    ...     Sheriff Hampton David Clarke    ...     Vinson Gowrie Elzie Emanuel    ...     Aleck Lela Bliss    ...     Mrs. Mallison Harry Hayden    ...     Mr. Mallison Harry Antrim    ...     Mr. Tubbs Sinopse Após ser encontrado com uma arma ao lado de um homem morto, um homem negro é condenado pelo povo, que quer lincha-lo. Mas o melhor advogado da cidade irá defendê-lo de uma injustiça. Imagens
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Título Original: The Yearling Ano/País/Gênero/Duração: 1946 / EUA / Aventura Drama Infantil / 128min Direção: Clarence Brown Produção: Sidney Franklin Roteiro: Marjorie Kinnan Rawlings, Paul Osborn, John Lee Mahin Fotografia: Leonard Smith, Arthur Arling, Charles Rosher Música: Frederick Delius, Herbert Stothart Elenco Gregory Peck ...     Ezra 'Penny' Baxter Jane Wyman ...     Orry Baxter Claude Jarman Jr.    ...     Jody Chill Wills    ...     Buck Forrester Clem Bevans    ...     Pa Forrester Margaret Wycherly    ...     Ma Forrester Henry Travers    ...     Mr. Boyles Forrest Tucker    ...     Lem Forrester Donn Gift    ...     Fodderwing Sinopse O pequeno Jody (Claude Jarman Jr) convence seus pais a criarem um pequeno filhote de cervo. Ao passo que o animal vai crescendo, torna-se um problema, pois começa a destruir tudo o que vê pela frente. Curiosidades - Basedo no livro de Marjorie Kinnan Rawlings. - O filme chegou a ser rodado em1941, tendo Spencer Tracy, Anne Revere e Gene Eckman no elenco, mas devido a guerra, foi abandonado. - Claude Jarman foi escolhido entre 19 mil candidatos. - Foram necessários 10 meses para finalizar as filmagens. - Devido o tempo de filmagem, os animais tiveram que ser substituídos. - A casa da autora foi usada como locação. Prêmios - Oscar de Melhor Fotografia, Direção de Arte. Imagens
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Título Original: The Professionals Ano/País/Gênero/Duração: 1966 / EUA / Faroeste / 117min Direção: Richard Brooks Produção: Richard Brooks Roteiro: Richard Brooks, Frank O'Rourke Fotografia: Conrad L. Hall     Música:Maurice Jarre Elenco Burt Lancaster ... Bill Dolworth Lee Marvin ... Henry 'Rico' Fardan Robert Ryan ... Hans Ehrengard Woody Strode ... Jake Sharp Jack Palance ... Jesus Raza Claudia Cardinale ... Mrs. Maria Grant Ralph Bellamy ... Joe Grant Joe De Santis ... Ortega Rafael Bertrand ... Fierro Jorge Martínez de Hoyos ... Eduardo Padilla - Goatkeeper Marie Gomez ... Chiquita José Chávez ... Revolutionary Carlos Romero ... Revolutionary Vaughn Taylor ... Banker Who Delivers $100,000 Sinopse Após ter sua esposa seqüestrada por bandidos do bando de Jesus Raza (Jack Palance), o barão do petróleo Joe Grant (Ralph Bellamy) contrata quatro mercenários para ir em busca dela. Curiosidades - Durante as filmagens da cena em que Maria tenta escapar através de um canyon com fios, a dublê de Claudia Cardinale ficou gravemente ferida com a explosão de dinamite. Imagens
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Título Original: Elmer Gantry Ano/País/Gênero/Duração: 1960 / EUA / Drama / 146min Direção: Richard Brooks Produção: Bernard Smith Roteiro: Sinclair Lewis e Richard Brooks Fotografia: John Alton Música: André Previn Elenco Burt Lancaster ... Elmer Gantry Jean Simmons ... Sister Sharon Falconer Arthur Kennedy ... Jim Lefferts Dean Jagger ... William L. Morgan Shirley Jones ... Lulu Bains Patti Page ... Sister Rachel Edward Andrews ... George F. Babbitt John McIntire ... Rev. John Pengilly Hugh Marlowe ... Rev. Philip Garrison Joe Maross ... Pete Philip Ober ... Rev. Planck Barry Kelley ... Police Capt. Holt Wendell Holmes ... Rev. Ulrich Dayton Lummis ... Mr. Eddington, Sinopse Anos 20. O caixeiro viajante Elmer Gantry (Burt Lancaster) passa a vender religião, depois que faz um acordo com a irmã evangélica (Jean Simmons). Após um tempo, eles ganham dinheiro suficiente para erguer um templo. A Irmã Sharon se apaixona por Elmer, que tenta se manter longe da tentação, e sua antiga paixão, Lulu (Shirley Jones) retorna para atormentar seu coração. Prêmios - Oscar de Melhor Roteiro Adaptado, Ator (Burt Lancaster) e Atriz Coadjuvante (Shirley Jones). Imagens
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Título Original: Blackboard Jungle Ano/País/Gênero/Duração: 1955 / EUA / Drama / 101min Direção: Richard Brooks Produção: Pandro S. Berman Roteiro: Evan Hunter, Richard Brooks Fotografia: Russell Harlan Música: Scott Bradley Elenco Glenn Ford ...     Richard Dadier Anne Francis    ...     Anne Dadier Louis Calhern    ...     Jim Murdock Margaret Hayes    ...     Lois Judby Hammond John Hoyt    ...     Mr. Warneke Richard Kiley    ...     Joshua Y. Edwards Emile Meyer    ...     Mr. Halloran Warner Anderson    ...     Dr. Bradley Basil Ruysdael    ...     Prof. A.R. Kraal Sidney Poitier ...     Gregory W. Miller Vic Morrow    ...     Artie West Dan Terranova    ...     Belazi Rafael Campos    ...     Pete V. Morales Paul Mazursky    ...     Emmanuel Stoker Horace McMahon    ...     Detective Sinopse O professor Richard Dadier (Glenn Ford) chega para lecionar em uma escola repleta de alunos problemáticos e deliquentes. Apesar de sua dedicação e amor ao ensino, o mestre sofre nas mãos dos alunos, alguns deles perigosos criminosos. Curiosidades - Baseado nas próprias experiências de Evan Hunter, em sua escola em South Bronx. - Filme estréia de Vic Morrow e Jamie Farr. Imagens
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Título Original: High Anxiety Ano/País/Gênero/Duração: 1977 / EUA / Comédia Musical / 94min Direção: Mel Brooks Produção: Mel Brooks Roteiro: Mel Brooks, Ron Clark, Rudy De Luca, Barry Levinson Fotografia: Paul Lohmann Música: John Morris Elenco: Mel Brooks ... Richard H. Thorndyke Madeline Kahn ... Victoria Brisbane Cloris Leachman ... Nurse Diesel Harvey Korman ... Dr. Charles Montague Ron Carey ... Brophy Howard Morris ... Professor Lilloman Dick Van Patten ... Dr. Wentworth Jack Riley ... The Desk Clerk Charlie Callas ... Cocker Spaniel Ron Clark ... Zachary Cartwright Rudy De Luca ... Killer Barry Levinson ... Bellboy Lee Delano ... Norton Richard Stahl ... Dr. Baxter Darrell Zwerling ... Dr. Eckhardt Sinopse Robert Thorndyke (Mel Brooks), um psiquiatra, começa a encontrar coisas estranhas. Depois de ser acusado de assassinato, ele tenta controlar a ansiedade e provar sua inocência. Curiosidades - Algumas sequencias remetem claramente às obras de Alfred Hitchcock. - Gene Wilder foi inicialmente considerado para o papel de Dr. Richard Thorndyke, mas teve que desistir por causa da agenda. Imagens
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Título Original: Silent Movie Ano/País/Gênero/Duração: 1976 / EUA / Comédia / 87min Direção: Mel Brooks Produção: Michael Hertzberg     Roteiro: Ron Clark, Mel Brooks, Rudy De Luca, Barry Levinson Fotografia: Paul Lohmann    Música:John Morris Elenco Mel Brooks    ...     Mel Funn Marty Feldman    ...     Marty Eggs Dom DeLuise    ...     Dom Bell Sid Caesar    ...     Studio Chief Harold Gould    ...     Engulf Ron Carey    ...     Devour Bernadette Peters    ...     Vilma Kaplan Carol Arthur    ...     Pregnant Lady Liam Dunn    ...     Newsvendor Fritz Feld    ...     Maitre d' Chuck McCann    ...     Studio Gate Guard Valerie Curtin    ...     Intensive Care Nurse Yvonne Wilder    ...     Studio Chief's Secretary Harry Ritz    ...     Man in Tailor Shop Charlie Callas    ...     Blindman Sinopse Mel Funn (Mel Brooks), um cineasta antiquado, vai atrás de financiamento para um filme mudo, mas todos tentam tirar de sua cabeça essa história absurda. E mais, acha que o filme poderá salvar o estúdio da falência. Curiosidades - O famoso mímico Marcel Marceau participou do filme falando um só nome: “Não!”, quando se nega a participar do filme feito pelo cineasta Mel. - Primeiro filme em que Mel Brooks dirige e desempenha o papel principal. Imagens
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Título Original: Young Frankenstein Ano/País/Gênero/Duração: 1974 / EUA / Comédia Terror Ficção científica / 106min Direção: Mel Brooks Produção: Michael Gruskoff Roteiro: Gene Wilder, Mel Brooks Fotografia: Gerald Hirschfeld Música: John Morris Elenco Gene Wilder .... Dr. Frederick Frankenstein Peter Boyle .... Monstro Marty Feldman .... Igor Madeleine Kahn .... Elizabeth Cloris Leachman .... Frau Blücher Teri Garr .... Inga Kenneth Mars .... Hans Wilhelm Friederich Kemp Richard Haydn .... Gerhard Falkstein Liam Dunn .... Sr. Hilltop Danny Goldman .... Estudante de Medicina Gene Hackman .... Cego Mel Brooks Sinopse Após herdar um castelo de seu avô, o médico Frederick Frankenstein (Gene Wilder) começa a ler um dos seus livros antigos sobre a como trazer mortos de volta à vida. Com o auxílio de Igor (Mrty Feldman) e Ingá (Teri Garr), ele consegue criar um monstro carente (Peter Boyle). Curiosidades - Sátira ao filme Frankenstein (1931). - Rodado no mesmo local em que foi feito Frankenstein. - Filme preferido de Gene Wilder. - Mel Brooks fez o uivo do lobo. Imagens
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Título Original: The Producers Ano/País/Gênero/Duração: 1968 / EUA / Comédia / 88min Direção: Mel Brooks Produção: Sidney Glazier Roteiro: Mel Brooks Fotografia: Joseph F. Coffey Música: John Morris Elenco Zero Mostel .... Max Bialystock Gene Wilder .... Leo Bloom Kenneth Mars .... Franz Liebkind Estelle Winwood .... "Hold me, touch me" Renée Taylor .... Eva Braun Christopher Hewitt .... Roger De Bris Lee Meredith .... Ulla Andréas Voutsinas .... Carmen Giya William Hickey .... Bêbado David Patch .... Dr. Goebbels Dick Shawn .... L.S.D. Mel Brooks .... Cantor em "Primavera para Hitler" Sinopse Max (Zero Mostel), um produtor teatral falido, e Leo (Gene Wilder), um tímido contador, tem um plano para finalmente conseguir dinheiro: gastar mundos e fundos na produção de uma peça na Broadway sabendo que ela será um fracasso, e depois fugir para o Rio de Janeiro. Mas algo dá errado, e a peça se torna um enorme sucesso. Curiosidades - Dustin Hoffman faria o personagem Leo, mas preferiu fazer “A Primeira noite de um homem”. - Este filme foi banino na Alemanha. Imagens
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Título Original: Beggars of Life Ano/País/Gênero/Duração: 1928 / EUA / Drama Aventura / 100min Direção: William A. Wellman Produção: Adolph Zukor e Jesse L. Lasky Roteiro: Benjamin Glazer e Jim Tully Fotografia: Henry W. Gerrard Música: Karl Hajos Elenco Wallace Beery ...     Oklahoma Red Louise Brooks ...     The Girl (Nancy) Richard Arlen    ...     The Boy (Jim) Blue Washington    ...     Black Mose Kewpie Morgan    ...     Skinny Andy Clark    ...     Skelly Mike Donlin    ...     Bill Roscoe Karns    ...     Lame Hoppy Bob Perry    ...     The Arkansaw Snake Johnnie Morris    ...     Rubin George Kotsonaros    ...     Baldy Jack Chapin    ...     Ukie Robert Brower    ...     Blind Sims Frank Brownlee    ...     Farmer Sinopse Depois de matar seu pai, uma jovem garota tenta fugir pelo país, vestida de homem e acompanhada de um vagabundo. Curiosidades - Considerado um dos melhores filmes de Louise Brooks.   Imagens
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Título Original: A Girl in Every Port Ano/País/Gênero/Duração: 1928 / EUA / Comédia / 62min Direção: Howard Hawks Produção: William Fox Roteiro: Malcolm Stuart Boylan e Howard Hawks Fotografia: Rudolph J. Bergquist e  L. William O'Connell Música: Elenco Victor McLaglen     ...     Spike Madden Robert Armstrong    ...     Salami Louise Brooks ...     Marie, Girl in France Natalie Joyce    ...     Girl in Panama Myrna Loy ... Girl in China Sinopse Os marinheiros Spike e Salami vivem metidos com mulheres e aventuras, sempre bebendo de bar em bar. Curiosidades - Filme mudo. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.       Imagens
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Título Original: Apocalypse Now Ano/País/Gênero/Duração: 1979 / EUA / Guerra / 148min Direção: Francis Ford Coppola Produção: Francis Ford Coppola Roteiro: Francis Ford Coppola e John Milius Fotografia: Vittorio Storaro Música: Carmine Coppola, Francis Ford Coppola e Mickey Hart Elenco Marlon Brando ...     Colonel Walter E. Kurtz Martin Sheen ...     Captain Benjamin L. Willard Robert Duvall ...     Lieutenant Colonel Bill Kilgore Frederic Forrest    ...     Jay 'Chef' Hicks Sam Bottoms    ...     Lance B. Johnson Laurence Fishburne    ...     Tyrone 'Clean' Miller Albert Hall    ...     Chief Phillips Harrison Ford    ...     Colonel Lucas Dennis Hopper    ...     Photojournalist G.D. Spradlin    ...     General Corman Jerry Ziesmer    ...     Jerry, Civilian Scott Glenn    ...     Lieutenant Richard M. Colby Bo Byers    ...     MP Sergeant #1 James Keane    ...     Kilgore's Gunner Kerry Rossall    ...     Mike from San Diego Sinopse O Colonel Walter R. Kurtz (Marlon Brando), aparentemente enlouqueceu e comanda um exército de fanáticos. E o capitão Benjamin (Martin Sheen), oficial da inteligência americana, parte em sua busca nas selvas do Camboja. Curiosidades - Brando só aceitou participar do filme se ele aparecesse sempre nas sombras, para que não mostrasse que ele estava fora de forma. - Foram necessários 16 mesese de filmagens, devido a um furação, que chegou a destruir todos os sets de filmagens. - O filme foi rodado nas Filipinas. Prêmios - Oscar de Melhor fotografia e Som. Imagens
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Título Original: The Freshman Ano/País/Gênero/Duração: 1990 / EUA / Comédia / 102min Direção: Andrew Bergman Produção: Mike Lobell Roteiro: Andrew Bergman Fotografia: William A. Fraker Música: David Newman Elenco Marlon Brando .... Carmine Sabatini Matthew Broderick .... Clark Kellogg / Narrador Bruno Kirby .... Victor Ray Penelope Ann Miller .... Tina Sabatini Frank Whaley .... Steve Bushak Jon Polito .... Agente Chuck Greenwald Paul Benedict .... Arthur Fleeber Richard Gant .... Agente Lloyd Simpson Kenneth Welsh .... Dwight Armstrong Pamela Payton-Wright .... Liz Armstrong B.D. Wong .... Edward Maximilian Schell .... Larry London Sinopse Clark Kellogg (Matthew Broderick) é um jovem em busca de um emprego. Ele acaba conhecendo em uma estação de trem, Carmine Sabatini (Marlon Brando), um chefão da máfia, e passa a acompanha-lo nos seus diversos eventos, envolvendo-se no submundo. Curiosidades - O personagem de Brando foi baseado em Don Corleone, também interpretado por ele em O poderoso Chefão. - Marlon Brando se escondeu em um porta-malas, para fugir dos fotógrafos. - Lançado no mesmo ano de O Poderoso Chefão Parte 3. Imagens
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Título Original: Cluny Brown Ano/País/Gênero/Duração: 1946 / EUA / Comédia Romance / 96min Direção: Ernst Lubitsch Produção: Ernst Lubitsch Roteiro: Samuel Hoffenstein e Elizabeth Reinhardt Fotografia: Joseph LaShelle Música: Cyril J. Mockridge Elenco Charles Boyer ...     Adam Belinski Jennifer Jones ...     Cluny Brown Peter Lawford ...     Andrew Carmel Helen Walker    ...     Elizabeth 'Betty' Cream Reginald Gardiner    ...     Hilary Ames Reginald Owen    ...     Sir Henry Carmel C. Aubrey Smith    ...     Colonel Charles Duff Graham Richard Haydn    ...     Jonathan W. Wilson Margaret Bannerman    ...     Lady Alice Carmel Sara Allgood    ...     Mrs. Maile Ernest Cossart    ...     Syrette Florence Bates    ...     Dowager at Ames' Party Una O'Connor    ...     Mrs. Wilson Sinopse Segunda Guerra Mundial. Cluny Brown (Jennifer Jones), uma órfã, trabalha na casa de uma família rica no interior da Inglaterra. Mas a sua forma de ver o mundo, leva-a a entrar constantemente em choque com a sociedade inglesa. O único que lhe entende é Adam Belinski (Charles Boyer),  um escritor tcheco. Download:     Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas somente em espanhol   Imagens
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Título Original: The Big Fisherman Ano/País/Gênero/Duração: 1959 / EUA / Drama / 180min Direção: Frank Borzage Produção: Rowland V. Lee Roteiro: Lloyd C. Douglas, Howard Estabrook, Rowland V. Lee Fotografia: Lee Garmes Música: Albert Hay Malotte Elenco Howard Keel     ...     Simon Peter Susan Kohner    ...     Fara John Saxon    ...     Voldi Martha Hyer    ...     Herodias Herbert Lom    ...     Herod Antipas Ray Stricklyn    ...     Deran Marian Seldes    ...     Arnon Alexander Scourby    ...     David Ben-Zadok Beulah Bondi    ...     Hannah Jay Barney    ...     John the Baptist Charlotte Fletcher    ...     Rennah Mark Dana    ...     Zendi Rhodes Reason    ...     Andrew Henry Brandon    ...     Menicus Brian G. Hutton    ...     John Sinopse O príncipe árabe Voldi (John Saxon) quer seguir os passos de seu pai e se tornar o chefe de uma tribo árabe e se casar com sua amada Fara (Susan Kohner). Mas Fará quer ver seu pai Herodes (Herbert Lom) morto, pois o odeia pelo modo como tratou sua mãe. Quando os dois ouvem os ensinamentos de Cristo, percebem que o amor deve ser colocado acima de tudo. Imagens
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Título Original: The Mortal Storm Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Drama / 100min Direção: Frank Borzage Produção: Frank Borzage Roteiro: Claudine West e Hans Rameau Fotografia: William H. Daniels Música: Bronislau Kaper Elenco Margaret Sullavan     ...     Freya Roth James Stewart ...     Martin Breitner Robert Young ...     Fritz Marberg Frank Morgan ...     Prof. Viktor Roth Robert Stack    ...     Otto von Rohn Bonita Granville ...     Elsa Irene Rich    ...     Amelie Roth William T. Orr    ...     Erich von Rohn Maria Ouspenskaya    ...     Hilda Breitner Gene Reynolds    ...     Rudi Roth Russell Hicks    ...     Rector of University William Edmunds    ...     Lehman, University Doorman Esther Dale    ...     Marta, Roth's Maid Dan Dailey    ...     Holl, Youth Party Leader Granville Bates    ...     Prof. Berg Sinopse O professor Victor Roth (Frank Morgan) levava uma vida tranqüila ao lado de sua família, que vivia numa pequena cidade da Alemanha. Mas Adolph Hitler toma o poder, e com a chegada do nazismo, a vida de todos irá se transformar. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas Imagens
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Título Original: Emperor of the North Pole Ano/País/Gênero/Duração: 1973 / EUA / Ação Drama Policial / 118min Direção: Robert Aldrich Produção: Stanley Hough Roteiro: Christopher Knopf Fotografia: Joseph F. Biroc Música: Frank De Vol Elenco Lee Marvin ... A No. 1 Ernest Borgnine ... Shack Keith Carradine ... Cigaret Charles Tyner ... Cracker Malcolm Atterbury ... Hogger Simon Oakland ... Policeman Harry Caesar ... Coaly Hal Baylor ... Yardman's Helper Matt Clark ... Yardlet Elisha Cook Jr. ... Gray Cat Joe Di Reda ... Dinger Liam Dunn ... Smile Diane Dye ... Girl in Water Robert Foulk ... Conductor James Goodwin ... Fakir Sinopse Durante a Grande Depressão nos Estados Unidos, aumenta o número de pessoas desabrigadas. O condutor de trem Shack (Borgnine) odeia essas pessoas, a quem chama de vagabundos e não os permite entrar no trem. Mas o No 1 (Lee Marvin) está disposto a enfrenta-lo e conseguir sobreviver a uma viagem no notório trem de Shack. Imagens
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Título Original: Strange Cargo Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Drama / 113min Direção: Frank Borzage Produção: Frank Borzage Roteiro: Lawrence Hazard Fotografia: Robert H. Planck Música: Franz Waxman Elenco Joan Crawford ....  Julie   Clark Gable ....  André Verne   Ian Hunter ....  Cambreau   Peter Lorre ....  Monsieur 'Pig'   Paul Lukas ....  Hessler   Albert Dekker ....  Moll   J. Edward Bromberg ....Flaubert Sinopse Um grupo de prisioneiros, liderado por Verne (Clark Gable), escapa da Ilha do Diabo, e leva com eles a bailarina Julie (Joan Crawford). Mas um dos prisioneiros é uma estranha figura, que parece prever tudo o que acontecerá com eles. Curiosidades - A Legião de Decência condenou o filme por apresentar um conceito “errôneo” da religião. - As roupas usadas por Joan Crawford neste filme custaram menos de 40 dólares. - Oitavo e último filme de Joan Crawford e Clark Gable juntos. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas somente em espanhol   Imagens
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Título Original: Boom Town Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Aventura / 119min Direção: Jack Conway Produção: Sam Zimbalist Roteiro: James Edward Grant, John Lee Mahin Fotografia: Harold Rosson Música: Franz Waxman Elenco Clark Gable ....  Big John McMasters Spencer Tracy ....  Jonathan Sand Claudette Colbert ....  Elizabeth Hedy Lamarr ....  Karen Vanmeer Frank Morgan ....  Luther Aldrich Lionel Atwill ....  Mr. Harry Compton Chill Wills ....  Deputy Harmony Jones Sinopse Os amigos McMasters (Clark Gable) e Sand (Spencer Tracy) buscam enriquecer em busca de petróleo. Sem dinheiro, eles roubam equipamentos de perfuração e juntos conseguem descobrir petróleo. Mas a amizade deles é posta à prova quando McMasters casa-se inadivertidamente com a garota por quem Sand esteve apaixonado. Apesar de aceitar a situação, Sand aos poucos se afasta e a parceria chega ao fim. Anos mais tarde eles, já ricos, voltam a se encontrar. Curiosidades - Rita Hayworth fez um teste para este filme. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas   Imagens
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Título Original: Comrade X Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Comédia / 90min Direção: King Vidor Produção: Gottfried Reinhardt e King Vidor Roteiro: Ben Hecht e Charles Lederer Fotografia: Joseph Ruttenberg Música: Bronislau Kaper Elenco Clark Gable ...     McKinley B. 'Mac' Thompson Hedy Lamarr ...     Golubka Oskar Homolka    ...     Commissar Vasiliev Felix Bressart    ...     Igor Yahupitz Eve Arden    ...     Jane Wilson Sig Ruman    ...     Emil Von Hofer Natasha Lytess    ...     Olga Milanava Vladimir Sokoloff    ...     Michael Bastakoff Edgar Barrier    ...     Rubick, Commissar's Aide Georges Renavent    ...     Laszlo Mikhail Rasumny    ...     Arresting Russian Officer Sinopse Apesar do grande cerco que a Russia impõe aos jornalistas durante a Segunda Guerra Mundial, um jornalista consegue enviar notícias para o exterior assinando como Camarada X. A Polícia secreta proíbe que qualquer informação seja dada até que se descubra quem é o jornalista. McKinley (Clark Gable), o responsável pelas correspondências, se apaixona pela bela russa Golubka (Hedy Lamarr). Imagens
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Título Original: Adventure Ano/País/Gênero/Duração: 1945 / EUA / Comédia Drama Romance / 135min Direção: Victor Fleming Produção: Sam Zimbalist Roteiro: Frederick Hazlitt Brennan Fotografia: Joseph Ruttenberg Música: Herbert Stothart Elenco Clark Gable ...     Harry Patterson Greer Garson ...     Emily Sears Joan Blondell ...     Helen Melohn Thomas Mitchell    ...     Mudgin Tom Tully    ...     Gus John Qualen    ...     Model T Richard Haydn    ...     Limo Lina Romay    ...     Maria Philip Merivale    ...     Old Ramon Estado Harry Davenport    ...     Dr. Ashlon Tito Renaldo    ...     Young Ramon Estado Sinopse O navio de Harry Patterson (Clark Gable) um contramestre da Marinha Mercante tem seu navio atingido e os seus amigos entram em desespero. Após se salvarem, Mudgin (Thomas Mitchell) fica impressionado e acha que sua alma saiu de seu corpo. Eles vão até uma biblioteca para pesquisar sobre o assunto e acabam conhecendo a bibliotecária Emily Sears (Greer Garson). Ela e Patterson não se dão bem, mas logo os dois se apaixonam. Imagens
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Título Original: Homecoming Ano/País/Gênero/Duração: 1948 / EUA / Drama Romance / 113min Direção: Mervyn LeRoy Produção: Sidney Franklin Roteiro: Jan Lustig Fotografia: Harold Rosson Música: Bronislau Kaper Elenco Clark Gable ...     Col. Ulysses Delby 'Lee' Johnson Lana Turner ...     Lt. Jane 'Snapshot' McCall Anne Baxter ...     Mrs. Penny Johnson John Hodiak    ...     Dr. Robert Sunday Ray Collins    ...     Lt. Col. Avery Silver Gladys Cooper    ...     Mrs. Kirby Cameron Mitchell    ...     'Monk' Monkevickz Marshall Thompson    ...     Staff Sgt. 'Mac' McKeen Lurene Tuttle    ...     Miss Stoker Jessica Grayson    ...     Sarah, Johnson's Maid J. Louis Johnson    ...     Sol, Johnson's Butler Eloise Hardt    ...     Nurse Eloise Sinopse Ulysses Johnson (Clark Gable), um cirurgião chefe de um hospital, se apega facilmente a seus pacientes. Ele deixa a esposa Penny (Anne Baxter) para se juntar ao exército. Lá ele conhece a enfermeira Jane (Lana Turner), com quem se envolve.
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Título Original: Command Decision Ano/País/Gênero/Duração: 1948 / EUA / Drama Guerra / 112min Direção: Sam Wood Produção: Sidney Franklin Roteiro: William R. Laidlaw e George Froeschel Fotografia: Harold Rosson Música: Miklós Rózsa Elenco Clark Gable ... Brig. Gen. K.C. 'Casey' Dennis Walter Pidgeon ... Maj. Gen. Roland Goodlaw Kane Van Johnson ... TSgt. Immanuel T. Evans Brian Donlevy ... Brig. Gen. Clifton I. Garnet Charles Bickford ... Elmer Brockhurst John Hodiak ... Col. Edward Rayton Martin Edward Arnold ... Congressman Arthur Malcolm Marshall Thompson ... Capt. George Washington Bellpepper Lee Richard Quine ... Maj. George Rockton Cameron Mitchell ... Lt. Ansel Goldberg Clinton Sundberg ... Maj. Homer V. Prescott Ray Collins ... Maj. Desmond Lansing Warner Anderson ... Col. Earnest Haley John McIntire ... Maj. Belding Davis Moroni Olsen ... Congressman Stone Sinopse Os nazistas desenvolvem um potente jato que pode ameaçar as forças americanas durante a Segunda Guerra Mundial. Os Estados Unidos querem destruir as fábricas onde estão sendo feitos os jatos, para impedir a derrota dos aliados. Curiosidades - O filme foi um tremendo fracasso de bilheteria. Imagens
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Título Original: Across The Wide Missouri Ano/País/Gênero/Duração: 1951 / EUA / Faroeste / 78min Direção: William A. Wellman Produção: Robert Sisk Roteiro: Talbot Jennings, Frank Morgan Cavett Fotografia: William Mellor Música: David Raksin Elenco Clark Gable ... Flint Mitchell Ricardo Montalban... Ironshirt John Hodiak ... Brecan Adolphe Menjou ... Pierre J. Carrol Naish ... Looking Glass Jack Holt ... Bear Ghost Alan Napier ... Capt. Humberstone Lyon George Chandler ... Gowie Richard Anderson... Dick María Elena Marqués... Kamiah Sinopse Flint Mitchell (Clark Gable) lidera um grupo de caçadores que seguem pela região de Montana em busca de tesouros. Para facilitar a entrada do grupo no território indígina, Flint se casa com a índia Kamiah (Maria Elena Marques), neta do chefe da tribo. Mas logo ele se apaixona por Kamiah. Curiosidades - Durante as filmagens, Ricardo Montalban sofreu uma lesão que lhe deixou com seqüelas por toda a vida. - A maioria dos nativos utilizados no filme eram hispânicos ou brancos. - Clark Gable escolheu o diretor pessoalmente. Imagens
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Título Original: Love Has Many Faces Ano/País/Gênero/Duração: 1965 / EUA / Drama / 106min Direção: Alexander Singer Produção: Jerry Bresler Roteiro: Marguerite Roberts Fotografia: Joseph Ruttenberg Música: David Raksin     Elenco     Lana Turner ...     Kit Jordan Cliff Robertson    ...     Pete Jordon Hugh O'Brian    ...     Hank Walker Ruth Roman    ...     Margot Eliot Stefanie Powers    ...     Carol Lambert Virginia Grey    ...     Irene Talbot Ron Husmann    ...     Chuck Austin Enrique Lucero    ...     Lieutenant Riccardo Andrade Carlos Montalbán    ...     Don Julian Jaime Bravo    ...     Manuel Perez Fanny Schiller    ...     Maria René Dupeyrón    ...     Ramos   Sinopse     Kit Jordan (Lana Turner), uma milionária de meia idade, vai para Acapulco em férias e acaba se envolvendo com um gigolô.         Imagens  
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Título Original: Paper Moon Ano/País/Gênero/Duração: 1973 / EUA / Comédia Drama / 102min Direção: Peter Bogdanovich Produção: Peter Bogdanovich Roteiro: Joe David Brown, Alvin Sargent Fotografia: László Kovács Elenco Ryan O'Neal    ...     Moses Pray Tatum O'Neal ...     Addie Loggins Madeline Kahn ...     Trixie Delight John Hillerman    ...     Deputy Hardin / Jess Hardin P.J. Johnson    ...     Imogene Jessie Lee Fulton    ...     Miss Ollie James N. Harrell    ...     The Minister Lila Waters    ...     The Minister's Wife Noble Willingham    ...     Mr. Robertson Bob Young    ...     Gas Station Attendant Jack Saunders    ...     Station Master Jody Wilbur    ...     Cafe Waitress Liz Ross    ...     The Widow Morgan Yvonne Harrison    ...     The Widow Bates Dorothy Price    ...     Ribbon Saleslady Sinopse Moses Pray, um vigarista que vive a dar golpes em jovens viúvas enquanto finge vender bíblias. Ele passa a cuidar da pequena órfã Addie (Tatum O’Neal). Apesar de jovem, Addie já fuma e é cheia de malícia, vai ensina-lo alguns truques para ele conquistar o que deseja. Curiosidades - A pequena Tatum O'Neal ganhou o Oscar em seu primeiro papel no cinema, se tornando a mais jovem atriz a ganhar o prêmio com 10 anos. - Caso John Huston fosse o diretor, Paul Newman e sua filha iriam estrelar este filme. - Ryan O'Neal e Tatum O´Neal são realmente pai e filha. Imagens
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Título Original: In a Lonely Place Ano/País/Gênero/Duração: 1950 / EUA / Drama Romance Suspense / 94min Direção: Nicholas Ray Produção: Robert Lord Roteiro: Andrew Solt Fotografia: Burnett Guffey Música: George Antheil Elenco Humphrey Bogart ...     Dixon Steele Gloria Grahame ...     Laurel Gray Frank Lovejoy    ...     Det. Sgt. Brub Nicolai Carl Benton Reid    ...     Capt. Lochner Art Smith    ...     Agent Mel Lippman Jeff Donnell    ...     Sylvia Nicolai Martha Stewart    ...     Mildred Atkinson Robert Warwick    ...     Charlie Waterman Morris Ankrum    ...     Lloyd Barnes William Ching    ...     Ted Barton Steven Geray    ...     Paul, Headwaiter Hadda Brooks    ...     Singer Sinopse Dixon Steele (Humphrey Bogart), um roteirista frutrado, conhece uma bela mulher, mas no dia seguinte ela surge morta. Steele passa a ser o principal suspeito. Sua vizinha Laurel (Gloria Grahame) lhe dá um álibe, e eles logo se envolvem. Curiosidades - Lauren Bacall e Ginger Rogers foram cogitadas para um papel no filme. - O apartamento de Dixon era uma réplica da residência do próprio Nicholas Ray. Imagens
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Título Original: The Fixer Ano/País/Gênero/Duração: 1968 / EUA / Drama / 132min Direção: John Frankenheimer Produção: Edward Lewis Roteiro: Bernard Malamud, Dalton Trumbo Fotografia: Marcel Grignon Música: Maurice Jarre Elenco Alan Bates    ...     Yakov Bok Dirk Bogarde ...     Bibikov Georgia Brown    ...     Marfa Golov Hugh Griffith    ...     Lebedev Elizabeth Hartman    ...     Zinaida Ian Holm    ...     Grubeshov David Opatoshu    ...     Latke David Warner    ...     Count Odoevsky Carol White    ...     Raisl George Murcell    ...     Deputy Warden Murray Melvin    ...     Priest Peter Jeffrey    ...     Berezhinsky Michael Goodliffe    ...     Ostrovsky Thomas Heathcote    ...     Proshko Mike Pratt    ...     Father Anastasy Sinopse Yakov Bok (Alan Bates) é um judeu que acaba sendo acusado de ter matado um garoto. Apesar de não assumir o crime e se declarar inocente, ele é preso e torturano na Rússia czarista. Mas um advogado surge e tentará liberta-lo. Curiosidades - Baseado em fatos reais. - O último filme de Danny Green. Imagens
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Título Original: La Caduta Degli Dei Ano/País/Gênero/Duração: 1969 / Itália Alemanha / Drama / 157min Direção: Luchino Visconti Produção: Ever Haggiag e Alfred Levy Roteiro: Nicola Badalucco, Luchino Visconti e Enrico Medioli Fotografia: Pasqualino De Santis e Armando Nannuzzi Música: Maurice Jarre Elenco Dirk Bogarde ...     Frederick Bruckmann Ingrid Thulin    ...     Sophie Von Essenbeck Helmut Griem    ...     Aschenbach Helmut Berger    ...     Martin Von Essenbeck Renaud Verley    ...     Gunther Von Essenbeck Umberto Orsini    ...     Herbert Thallman Reinhard Kolldehoff    ...     Konstantin Von Essenbeck Albrecht Schoenhals    ...     Joachim Von Essenbeck Florinda Bolkan    ...     Olga Nora Ricci    ...     Governess Charlotte Rampling    ...     Elisabeth Thallman Irina Wanka    ...     Lisa Karin Mittendorf    ...     Thilde Thallman Valentina Ricci    ...     Erika Thalman Wolfgang Hillinger    ...     Janek Sinopse Durante uma reunião dos membros do partido nazista, em que informa que deixará o suas usinas de aço aos cuidados de um desconhecido, o barão Von Essenbeck é morto. Curiosidades - Muitas cenas de sexo e violência tiveram que ser cortadas para exibição da película nos Estados Unidos. - Baseado na vida da família Krupp. Imagens
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Título Original: To Have and Have Not Ano/País/Gênero/Duração: 1944 / EUA / Aventura Guerra Romance / 100min Direção: Howard Hawks Produção: Howard Hawks Roteiro: Jules Furthman e William Faulkner Fotografia: Sidney Hickox Música: Hoagy Carmichael Elenco Humphrey Bogart ...     Harry 'Steve' Morgan Walter Brennan    ...     Eddie Lauren Bacall ...     Marie 'Slim' Browning Dolores Moran    ...     Mme. Hellene de Bursac Hoagy Carmichael    ...     Cricket Sheldon Leonard    ...     Lt. Coyo Walter Szurovy    ...     Paul de Bursac Marcel Dalio    ...     Gerard Walter Sande    ...     Johnson, fishing customer Dan Seymour    ...     Capt. M. Renard Aldo Nadi    ...     Renard's bodyguard Sinopse Steve (Humphrey Bogart) aluga seu barco relutantemente a um fugitivo a fugir dos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Curiosidades - O filme marca a estréia de Lauren Bacall no cinema. - Lauren Bacall e Humphrey Bogart se apaixonaram durante as filmagens. - Apesar dos rumores, Lauren realmente cantou neste filme. - Dolores Moran estava originalmente prevista para o papel de Slim. Imagens
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Título Original: The Reluctant Debutante Ano/País/Gênero/Duração: 1958 / EUA / Comédia Romance / 94min Direção: Vincente Minnelli Produção: Pandro S. Berman Roteiro: William Douglas-Home Fotografia: Joseph Ruttenberg Música: Eddie Warner Elenco Rex Harrison ...     Jimmy Broadbent Kay Kendall    ...     Sheila Broadbent John Saxon    ...     David Parkson Sandra Dee ...     Jane Broadbent Angela Lansbury ...     Mabel Claremont Peter Myers    ...     David Fenner Diane Clare    ...     Clarissa Claremont Sinopse Jimmy (Rex Harrison) e Sheila (Kay Kendall) formam o casal Broadbent, que está de volta à Inglaterra depois de ter passado um bom tempo na América. Mas eles terão dificuldades com a adaptação da filha Jane (Sandra Dee), totalmente acostumada com a rotina americana. Curiosidades - Rex Harrison teve que fazer suas partes em Paris, pois não podia entrar no Reino Unido por problemas fiscais. Imagens
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Título Original: The Tall T Ano/País/Gênero/Duração: 1957 / EUA / Faroeste / 78min Direção: Budd Boetticher Produção: Harry Joe Brown Roteiro: Burt Kennedy Fotografia: Charles Lawton Jr. Música: Heinz Roemheld Elenco Randolph Scott ...     Pat Brennan Richard Boone    ...     Frank Usher Maureen O'Sullivan ...     Doretta Mims Arthur Hunnicutt    ...     Ed Rintoon Skip Homeier    ...     Billy Jack Henry Silva    ...     Chink John Hubbard    ...     Willard Mims Robert Burton    ...     Tenvoorde Fred Sherman    ...     Hank Parker Christopher Olsen    ...     Jeff Sinopse Pat Brennan (Randolph Scott), um cowboy, após perder seu cavalo durante uma aposta, pega uma carona com um casal recém-casado. Bandidos os assaltam, e acabam levando o casal com eles ao descobrirem que a garota é de família rica. Pat decide ir atrás deles para liberta-los. Imagens
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Título Original: The Rise and Fall of Legs Diamond Ano/País/Gênero/Duração: 1960 / EUA / Crime Drama / 101min Direção: Budd Boetticher Produção: Milton Sperling Roteiro: Joseph Landon Fotografia: Lucien Ballard Música: Leonard Rosenman Elenco Ray Danton ...  Jack 'Legs' Diamond Karen Steele ...  Alice Shiffer Elaine Stewart ...  Monica Drake Jesse White ...  Leo Bremer Robert Lowery ...  Arnold Rothstein Judson Pratt ...  Fats Walsh Warren Oates ...  Eddie Diamond Dyan Cannon ...  Dixie Sinopse O filme mostra a ascensão e queda de Jack Legs Diamond (Ray Danton), que acabou se tornando um dos gangsters mais temidos da América. Curiosidades - Primeiro filme de Dyan Cannon. Imagens
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Título Original: The Blue Lamp Ano/País/Gênero/Duração: 1950 / Inglaterra / 81min Direção: Basil Dearden Produção: Michael Balcon Roteiro: T.E.B. Clarke Fotografia: Gordon Dines Elenco Jack Warner ...  George Dixon Jimmy Hanley ...  Andy Mitchell Dirk Bogarde ...  Tom Riley Robert Flemyng ...  Sgto. Roberts Bernard Lee ...  Insp. Cherry Peggy Evans ...  Diana Lewis Sinopse: O policial  George Dixon (Jack Warner), prestes a se aposentar,  acompanha o novato Andy Mitchell (Jimmy Hanley), mostrando-lhe a rotina. Mas um dos policiais ser assassinato, começam uma caçada em busca dos criminosos. Curiosidades - Filme de estréia de Glyn Houston. Imagens
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Título Original: Victim Ano/País/Gênero/Duração: 1961 / Reino Unido / Drama Suspense / 100min Direção: Basil Dearden Produção: Michael Relph Roteiro: Janet Green, John McCormick Fotografia: Otto Heller Música: Philip Green Elenco Dirk Bogarde ....  Melville Farr Sylvia Syms ....  Laura Farr Dennis Price ....  Calloway Anthony Nicholls ....  Lord Peter Copley ....  Paul Norman Bird ....  Harold Doe Peter McEnery ....  Jack Barrett Sinopse: Após seu amante ser morto numa cela, o advogado Melville Farr (Dirk Bogarde), respeitado em seu meio, arrisca sua reputação para confrontar um chantagista, que tem fotos dele com o rapaz morto. Curiosidades - Primeiro filme a abordar o tema gay de forma explicita no cinema. - Nessa época surgiram rumores da homossexualidade de Dirk Bogarde. Imagens
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Título Original: Andy Hardy's Double Life Ano/País/Gênero/Duração: 1942 / EUA / Família / 92min Direção: George B. Seitz Roteiro: Agnes Christine Johnston Fotografia: John Mescal, George Folsey Música: Daniele Amfitheatrof Elenco Lewis Stone ... Judge Hardy Mickey Rooney ... Andy Hardy Cecilia Parker ... Marian Hardy Fay Holden ... Mrs. Hardy Ann Rutherford ... Polly Benedict Sara Haden ... Aunt Milly Esther Williams ... Sheila Brooks William Lundigan ... Jeff Willis Robert Pittard ... Botsy Bobby Blake (Robert Blake) ... "Tooky" Stedman Susan Peters ... Sue Sinopse Andy (Mickey Rooney) está se preparando para entrar na faculdade. Em crise com sua namorada Polly, ele decide visitar uma amiga, para que ela lhe ensine uma lição e acaba se envolvendo com ela. Curiosidades - Filme de estréia de Esther Williams. Imagens
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Título Original: Love Laughs at Andy Hardy Ano/País/Gênero/Duração: 1947 / EUA / Família / 93min Direção: Willis Goldbeck Produção: Robert Sisk Roteiro: Howard Dimsdale Fotografia: Robert Planck Música: David Snell Elenco Mickey Rooney ... Andrew 'Andy' Hardy Lewis Stone ... Judge James K. Hardy Sara Haden ... Aunt Milly Forrest Bonita Granville ... Kay Wilson Lina Romay ... Miss Isobel Gonzales Fay Holden ... Mrs. Emily Hardy Dorothy Ford ... Coffy Smith Hal Hackett ... Duke Johnson Dick Simmons ... Dane Kittridge Clinton Sundberg ... Haberdashery Clerk Geraldine Wall ... Miss Hattie Geeves Addison Richards ... Mr. George Benedict Sinopse Andy (Mickey Rooney) conheceu sua namorada Kay (Bonita Granville) na faculdade, mas logo depois teve que servir o exército. Voltando à cidade, tudo o que ele deseja é finalmente tê-la em seus braços. Mas ao chegar, Kay está com outro rapaz. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legendas somente em espanhol   Imagens
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Título Original: Andy Hardy's Blonde Trouble Ano/País/Gênero/Duração: 1945 / EUA / Família / 107min Direção: George B. Seitz Roteiro: Harry Ruskin, William Ludwig e Agnes Christine Johnston Fotografia: Lester White Música: David Snell Elenco Lewis Stone ... Judge Hardy Mickey Rooney ... Andy Hardy Fay Holden ... Mrs. Hardy Sara Haden ... Aunt Milly Herbert Marshall ... Dr. M. J. Standish Bonita Granville ... Kay Wilson Jean Porter ... Katy Anderson Keye Luke ... Dr. Lee Lee Wilde ... Lee Walker Lyn Wilde ... Lyn Walker Marta Linden ... Mrs. Townsend Sinopse Andy Hardy (Mickey Rooney) vai conhecer a faculdade ao lado do seu pai. No trem ele conhece uma bela loira por quem se interessa. Ao chegar na faculdade ele pensa vê-la novamente, mas ela não lhe dá atenção. Somente depois ele percebe que na verdade as duas são gêmeas. Imagens
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Título Original: Andy Hardy Comes Home Ano/País/Gênero/Duração: 1958 / EUA / Familia / 80min Direção: Howard W. Koch Produção: Red Doff Roteiro: Edward Everett Hutshing e Robert Morris Donley Fotografia: William W. Spencer e Harold E. Wellman Música: Van Alexander Elenco Mickey Rooney ... Andy Hardy Patricia Breslin ... Jane Hardy Fay Holden ... Mrs. Hardy Cecilia Parker... Marian Sara Haden ... Aunt Milly Joey Forman ... Beezy Anderson Jerry Colonna ... Doc Vaughn Taylor ... Thomas Chandler Frank Ferguson ... Mayor Benson William Leslie ... Jack Bailey Tom Duggan ... Councilman Warren Jeanne Baird ... Sally Anderson Gina Gillespie ... Cricket Hardy Sinopse Andy Hardy (Mickey Rooney) é um advogado bem sucedido, casado e com filhos, mas nao perde a velha mania de se meter em confusões, assim que resolve voltar à sua cidade. Curiosidades - Último filme da série Andy Hardy. - Teddy Rooney é filho de Mickey Rooney. Imagens
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Título Original: Come September Ano/País/Gênero/Duração: 1961 / EUA / Comédia Romance / 112min Direção: Robert Mulligan Produção: Robert Arthur Roteiro: Stanley Shapiro e Maurice Richlin Fotografia: William H. Daniels Música: Hans J. Salter Elenco Rock Hudson ... Robert L. Talbot Gina Lollobrigida ... Lisa Helena Fellini Sandra Dee ... Sandy Stevens Bobby Darin ... Tony Walter Slezak ... Maurice Clavell Brenda De Banzie ... Margaret Allison Rosanna Rory ... Anna Ronald Howard ... Spencer Joel Grey ... Beagle Ronnie Haran ... Sparrow Chris Seitz ... Larry Cindy Conroy ... Julia Joan Freeman ... Linda Nancy Anderson ... Patricia Michael Eden ... Ron Sinopse Robert Talbot (Rock Hudson) vai passar suas férias em sua vila itaniana. Lá chegando é pego de surpresa ao constatar que seu antigo amor, Lisa Fellini (Gina Lollobrigida) quer se casar  com outro homem e que o seu caseiro transformou a sua casa em um hotel que funciona quando ele está ausente. Mas o pior ainda está por vir: suas hóspedes são adolescentes americanas metidas em encrenca. Curiosidades - Bobby Darin e Sandra Dee se conheceram e se casaram após este filme. - Foi necessário quase um ano para terminar as filmagens, devido as condições meteorológicas. Imagens
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Título Original: Andy Hardy Gets Spring Fever Ano/País/Gênero/Duração: 1939 / EUA / Família / 86min Direção: W. S. Van Dyke Produção: Lou L. Ostrow Roteiro: Kay Van Riper Fotografia: Lester White Música: David Snell, Edward Ward Elenco Lewis Stone ... Judge Hardy Mickey Rooney ... Andy Hardy Cecilia Parker ... Marian Hardy Fay Holden ... Mrs. Hardy Ann Rutherford ... Polly Benedict Sara Haden ... Aunt Milly Helen Gilbert ... Miss Meredith Terry Kilburn ... Harmon Higginbotham, Jr. John T. Murray ... Don David George Breakston ... "Beezy" Anderson Charles Peck ... Tommy Sidney Miller ... Sidney Miller Addison Richards ... Mr. Benedict Olaf Hytten ... Mr. Higgenbotham Erville Alderson ... Henry Robert Kent ... Lt. Charles Copley Stanley Andrews ... James Willet Barbara Bedford ... Miss Howard Mary Bovard ... Student James Bush ... Bill Franklin Mildred Coles ... Doria Maxine Conrad ... Girl Usher Maurice Costello ... Man in Audience Vondell Darr ... Prompter John Dilson ... Mr. Davis Byron Foulger ... Mark Hansen Arthur Gardner ... Young Man in Court Eddie Hall ... Street Maintenance Worker Harry Hayden ... Investor Ralph Remley ... Investor Ivan Miller ... Investor Mickey Lee ... Mimi Gerald Pierce ... Edgar Diane Quillan ... Maxine Sinopse Andy Hardy (Mickey Rooney) acaba se apaixonando por sua professora de teatro. E quando a sua execução é escolhida para representar a escola, ele aproveita-se para gastar todo o tempo possível ao lado dela. Download: Este filme é de  domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas     Imagens
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Título Original: Judge Hardy and Son Ano/País/Gênero/Duração: 1939 / EUA / Família / 90min Direção: George B. Seitz Produção: Lou L. Ostrow Roteiro: Carey Wilson Fotografia: Lester White Música: David Snell Elenco Mickey Rooney ... Andy Hardy Lewis Stone ... Judge Hardy Fay Holden ... Mrs. Hardy Cecilia Parker ... Marian Hardy Ann Rutherford ... Polly Benedict Sara Haden ... Aunt Milly June Preisser ... Euphrasia Clark Maria Ouspenskaya ... Mrs. Volduzzi Henry Hull ... Dr. Jones Martha O'Driscoll ... Leonora V. Horton Leona Maricle ... Mrs. Horton Margaret Early ... Clarabelle Lee George Breakston ... "Beezy" Anderson Egon Brecher ... Mr. Volduzzi Edna Holland ... Nurse Trowbridge Marie Blake ... Augusta Erville Alderson ... Bailiff Ernie Alexander ... Court Clerk James B. Carson ... Mogilby Cliff Clark ... Officer O'Shea Jack Mulhall ... Intern Milton Parsons ... Florist Joe Yule ... Munk Sinopse Após receber a visita de um casal em busca de notícias de sua filha, o juiz Hardy manda seu filho Andy (Mickey Rooney) atrás da garota. Mas Andy já tem seus próprios problemas envolvendo garotas e falta de dinheiro. Imagens
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Título Original: Andy Hardy's Dilemma - A Lesson in Mathematics - And Other Things Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Família / 18min Direção: George B. Seitz Roteiro: Carey Wilson Fotografia: Merritt Gerstad Música: Richard Wagner Elenco Lewis Stone ... Judge Hardy Mickey Rooney ... Andy Hardy Rand Brooks ... Mechanic Roger Moore ... Used Car Mechanic Ann Rutherford ... Polly Benedict Carey Wilson ... Narrator Sinopse Neste curta metragem, Andy Hardy (Mickey Rooney) novamente com problemas envolvendo dinheiro, está querendo comprar um novo carro, já que seu antigo está dando problemas. Ele vai novamente atrás do pai, para conseguir o dinheiro. Imagens
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Título Original: Andy Hardy's Private Secretary Ano/País/Gênero/Duração: 1941 / EUA / Família / 101min Direção: George B. Seitz Roteiro: Jane Murfin e Harry Ruskin Fotografia: Lester White Música: Herhert Stothart Elenco Lewis Stone ... Judge Hardy Mickey Rooney ... Andy Hardy Fay Holden ... Mrs. Hardy Ann Rutherford ... Polly Benedict Sara Haden ... Aunt Milly Kathryn Grayson ... Kathryn Land Ian Hunter ... Steven V. Land Gene Reynolds ... Jimmy McMahon George Breakston ... "Beezy" Todd Karns ... Harry Land Addison Richards ... Mr. Benedict Margaret Early ... Clarabelle Lee Bertha Priestley ... Susan Wiley Joseph Crehan ... Peter Dugan Lee Phelps ... Barnes John Dilson ... Mr. Davis Sinopse Andy Hardy está estudando bastante, e por achar que o assunto é demais, acaba contratando uma secretária para lhe ajudar. Curiosidades - O filme marcou a estréia de Kathryn Grayson no cinema. Imagens
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Título Original: The Courtship of Andy Hardy Ano/País/Gênero/Duração: 1942 / EUA / Família / 92min Direção: George B. Seitz Produção: Carey Wilson Roteiro: Agnes Christine Johnston Fotografia: Lester White Música: David Snell Elenco Lewis Stone ... Judge Hardy Mickey Rooney ... Andy Hardy Cecilia Parker ... Marian Hardy Fay Holden ... Mrs. Hardy Ann Rutherford ... Polly Benedict Sara Haden ... Aunt Milly Donna Reed ... Melodie Nesbit William Lundigan ... Jeff Willis Steve Cornell ... Stewart Dwight Frieda Inescort ... Olivia Nesbit Harvey Stephens ... Roderick O. Nesbit Betty Wells ... Susie Joseph Crehan ... Peter Dugan George Breakston ... "Beezy" Todd Karns ... Harry Land Sinopse Enquanto o juiz Hardy trata de um divórcio, seu filho Andy fica amigo da filha do casal. Imagens
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Título Original: You're Only Young Once Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / EUA / Família / 78min Direção: George B. Seitz Produção: Carey Wilson Roteiro: Kay Van Riper Fotografia: Lester White Música: David Snell, Edward Ward   Elenco   Lewis Stone ... Judge James K. Hardy Cecilia Parker ... Marian Hardy Mickey Rooney ... Andy Hardy Fay Holden ... Mrs. Hardy Frank Craven ... Frank Redmond Ann Rutherford ... Polly Benedict Eleanor Lynn ... Geraldine Lane Ted Pearson ... Bill Rand Sara Haden ... Aunt Milly Charles Judels ... Capt. Swenson Selmer Jackson ... Hoyt Wells Jack Baxley ... Court Clerk Wilson Benge ... Francois Billy Dooley ... Postman Ruth Hart ... Mary Mary Gordon ... Mary's mother Spec O'Donnell ... Soda Jerk Oscar O'Shea ... Sheriff Garry Owen ... Guide Norman Phillips, Jr. ... Harold Phillip Terry ... Pilot Robert Wayne ... Ed Carter   Sinopse   A família do juiz Hardy (Lewis Stone) parte para passar duas semanas de férias em Catalina. Após as aventuras na praia ele retorna com sua família para Carvel e descobre que devido a um negócio ilegal, sua família pode ir à falência.   Curiosidades   - Lionel Barrymore e Spring Byington foram substituídos por Lewis Stone e Fay Holden. - Primeira participação da atriz Ann Ann Rutherford no elenco.   Imagens
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Título Original: Judge Hardy's Children Ano/País/Gênero/Duração: 1938 / EUA / Família / 78min Direção: George B. Seitz Produção: Carey Wilson Roteiro: Kay Van Riper Fotografia: Lester White Música: David Snell Elenco Mickey Rooney ... Andy Hardy Lewis Stone ... Judge James K. Hardy Fay Holden ... Mrs. Emily Hardy Cecilia Parker ... Marian Hardy Betty Ross Clarke ... Aunt Millie Forrest Ann Rutherford ... Polly Benedict Robert Whitney ... Wayne Trenton Jacqueline Laurent ... Suzanne Cortot Ruth Hussey ... Maggie Lee Jonathan Hale ... John Lee Janet Beecher ... Miss Budge Leonard Penn ... Steve Prentiss Boyd Crawford ... Radio Announcer Erville Alderson ... Deputy Sheriff Sunny Brooks ... Orchestra Leader Donald Douglas ... J. J. Harper Edward Earle ... Penniwill Sarah Edwards ... Miss Adams Hal Le Sueur ... Joe Alphonse Martell ... Maitre d'Hotel John T. Murray ... French Waiter Charles Peck ... Tommy MacMahon Georges Renavent ... Mr. Cortot Sinopse O Juiz Hardy tem a oportunidade de participar de um comitê de investigação de práticas ilegais. Oferecem a ele uma quantia muito alta e ele não consegue resistir. Assim, os Hardy partem para Washington onde irão passar duas semanas. Andy Hardy, o filho do juiz, logo se interessa por uma garota da alta sociedade. Imagens
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Título Original: Out West With the Hardys Ano/País/Gênero/Duração: 1938 / EUA / Família / 84min Direção: George B. Seitz Produção: Lucien Hubbard, Samuel Marx Roteiro: Kay Van Riper, Agnes Christine Johnston, William Ludwig Fotografia: Lester White Música: David Snell Elenco Mickey Rooney ... Andy Hardy Lewis Stone ... Judge Hardy Fay Holden ... Mrs. Hardy Cecilia Parker ... Marian Ann Rutherford ... Polly Benedict Sara Haden ... Aunt Milly Don Castle ... Dennis Hunt Virginia Weidler ... Jake Holt Gordon Jones ... Ray Holt Ralph Morgan ... Bill Northcote Nana Bryant ... Dora Northcote Tom Neal ... Aldrich Brown John Hubbard ... Anthony Allan Erville Alderson ... Court Deputy Mary Bovard ... First Girl at Party Joe Dominguez ... Jose George Douglas ... Mr. Carter Jesse Graves ... Ambrose Charles Grove ... Al Thurston Hall ... H. R. Bruxton Marilyn Stuart ... Second Girl at Party Eddy Waller ... Doc Hodge Sinopse O juiz Hardy recebe uma carta de sua velha amiga Dora Northcote dizendo que ela e seu marido estão prestes a perder seu rancho para um fazendeiro local. Para ajuda-los, o juiz parte com sua família para o local. Andy, o filho do juiz que brigou com a namorada, não se sente bem também. Imagens
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Título Original: The Hardys Ride High Ano/País/Gênero/Duração: 1939 / EUA / Familia / 81min Direção: George B. Seitz Produção: Lou L. Ostrow Roteiro: Kay Van Riper, Agnes Christine Johnston, William Ludwig Fotografia: Lester White Música: David Snell Elenco Mickey Rooney ... Andy Hardy Lewis Stone ... Judge Hardy Fay Holden ... Mrs. Hardy Cecilia Parker ... Marian Ann Rutherford ... Polly Benedict Sara Haden ... Aunt Milly Virginia Grey ... Consuela MacNish Minor Watson ... Terry B. Archer John King ... Phil Westcott John T. Murray ... Don Davis George Irving ... Mr. Bronell Halliwell Hobbes ... Dobbs Aileen Pringle ... Miss Booth Marsha Hunt ... Susan Bowen Donald Briggs ... Caleb Bowen William Orr ... Dick Bannersly Truman Bradley ... Clerk Erville Alderson ... Bailiff Frances MacInerney ... Sylvia Ann Morriss ... Rosamund Alex Pollard ... Headwaiter William Tannen ... Hotel Desk Clerk Phil Tead ... Taxi Driver Sinopse O juiz Hardy descobre que pode ter herdado uma fortuna, e para reivindicar o dinheiro, ele parte com sua família para Detroit. Lá chegando, a família aprenderá o real significado do dinheiro. Imagens
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