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É UM FILME ÓTIMO, GOSTARIA MUITO SE TIVER PRA BAIXAR.
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"Assim, liberta-nos; Bem como deixa livre a quem amamos."
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Amei e achei emocionante e educativo,este filme nos mostra que a dedicação,amor ultrapassam qualquer barreira,pois a sociedade deve ser aberta e fazer dela uma licão de vida,a inclusão deve ser respeitada,isto nos mostra como somos leigos a língua de sinais e que deveria ser uma forma de aprendermos para educarmos nossos alunos.Seria uma conquista para o ser humano aprender e ensinar....
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Grace Kelly pra mim sempre em 1°, ela é mais que linda, ela é linda linda.
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Faltou Marcus Carl Franklin no filme "Não Estou Lá"
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Onde está a Rita Hayward? A Ava Gardner? A Lauren Bacall? A Ingrid Bergman? A Isabella Rosselini? Maurenn O'Hara? E a Ursula Andrews? Jeanne Crain? Gene Tierney? Anita Ekberg? Greta Garbo????
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esse filme é de uma epoca em que o circo imperava sobre as demais diversões, pois nem todo mundo tinha tv, não existia video game nem computador, (inventos maravilhosos, mas que determinaram o fim da era dos grandes circos que circulavam pelo mundo)... mas, a vida é assim, as coisas vem se mostram e depois vão embora, como tudo na vida.
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Simplesmente maravilhoso! Meus pais adoravam!
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Grace Kelly tinha uma casa, em Paris, onde buscava por privacidade e alegrias, mas ele nunca se divorciou de Rainier e nunca criou os filhos sozinha e longe do principado de Maonaco. Grace manteve-se casada com Rainier, por que não podia ter a guarda dos filhos e tinha muito a perder, afinal, deixou, espontaneamente, de ser uma mulher livre e independente para ser uma princesa. Infelizmente, Grace colheu o que plantou.
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Eu assisti o filme "O Aviador", com Leonardo di Caprio, sobre a vida do Howard Hughes. E que eu saiba, ele não tinha impotência sexual, mas, a doença do TOC. E, por causa disso, ninguém podia tocá-lo.., era um infer a vida dele (segundo relatos "reais" nesse filme). Quanto ao seu harém, realmente ele só se aproximava de mulheres "top de linha". O cara tinha bom gosto .. hehehe
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otimo filme.obrigada pela postagem
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Faltou Nathalie Portman, em 'The Professional'.. mas adorei a lista
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Cinéfilo doente, esta fita é por mim considerada uma das melhores e mais perfeitas obras que a setima arte já me ofereceu. Interpretado por atores de linha primeira, todos os personagens da fita têm linha firme e seguro desempenho. George Stevens, que já nos havia dado Um Lugar ao Sol e Shane, presenteia o mundo do cinema com este espetáculo indescritível, contornado por uma trilha de Tiomky e com papéis encabeçados pelos sensacionais Rock Hudson, Liz Taylor (lindissima) e James Dean. Além de um elenco de apoio que podemos citar a excelencia de McCambridge, Carrol Baker, Dennis Hopper, Earl Holliman, todos no auge de suas carreiras e famas. Enfim, um espetáculo para os olhos e sentidos, já que é um filme cheio de cenas belas e momentos inesqueciveis. Giant está entre meus dez melhores filmes. jurandir_lima@bol.com.br
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Excelente filme, vale a pena assistir!! Gosto muito dos trabalhos do excelente ator John Goodman. Nossa eu adoro a série que ele participa, Treme, ela mostra a história de um grupo de pessoas de Nova Orleans que perderam tudo após o furacão Katrina e estão determinados a reconstruir suas vidas, suas casas, a cultura e a cidade. O contexto desse drama é magnífico. Estou ansiosa para assistir a 3ª temporada.
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É horr´vel ter um cinema e não poder contar com ele e saber os filmes mesmo antes de ir, só pode saber se ir até o setor de informações. é uma vergonha.
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O cara que roubou não sabia no que estava se metendo he he he
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não exjstiu soprano como Deanna .Sei que ela já é uma senhora idosa hoje.Como eu gostaeia de dar um beijo em sua linda boquinha doce e linda.Sou apaixonado por ela.Alguém sabe o endereço dela.
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Filme maravilhoso, um dos melhores de todos os tempos.
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Cumprimentos cinéfilos e Feliz 2012! O Falcão Maltês
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Ingrid fui uma mulher de uma valentia tterrível. Fez o que tinha e achava que deveria fazer de sua vida sem se importar com o que achassem ou deixassem de achar. Ela em primeiro lugar, sua vida, seu destino. E acrescento mais; se ela não vivesse sua vida, quem a iria viver por ela? jurandir_lima@bol.com.br
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otimo filme co excelente elenco.
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Adoro faroeste.Principalmente quando tem índios!
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ACHO QUE TODOS DERAM A SUA CONTRUBUIÇÃO, MAS ROBERT POWELL, JUNTO COM JEFFREY HUNTER E JIM CAVIEZEL FORAM OS MELHORES
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Em Sampa ela não cantou o Canto de Ossanha, cantou outra música e usou uma parte do arranjo apenas. LIza foi uma simpatia no palco, estava um pouco cansada, mas o show foi fantástico.
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onde eu adquiro este filme, pelo amor de DEUS
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chaplin foi simpesmente o melhor ele inventou o riso
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sao muitos bons os filmes dele.....
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Gostária de assistir todos os filmes de jerry lwis, para min ele é, e sempre será um dos melhores comediante que pude assistir na tela da tv.pena que não passa mais filme dele na tv. sempre estou ligado no you tube,será que os amigos que tambem gosta dos filmes poderia fazer essa gentilesa de colocae no you tube, principalmente o o´tario completo..abraços para todos.
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ONDE CONSIGO A LEGENDA PARA ESTE FILME ?
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Concordo com o administrador a cena do garotinho chorando é de cortar o coração, eu tbm chorei para quem não assistiu espero que assistam vão adorar, um abraço fiquem com Deus.
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hola muuy lindo, me encanta estamos en contacto saludos de méxico
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Al Pacino deveria ganhar o Oscar por todos os filmes que ele faz. Ator brilhante!
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Por favor, sabem de algum link para assistir online? Att
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Agora que descobri que o site é da Carla MArinho.. rsrsrsr Bom, finalmente poderei ver esse filme...!
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amei reever esse filme que marcou minha infância
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Tem um erro na lista, o filme do Christian Bale se chama "Maria, Em Nome da Fé". E o Jesus de Nazaré com o Robert Powell é de 1977, não 1974.
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Um filme inesquecível. O diretor Anthony Mann um mestre na direção de westerns mostrou que em filmes épicos também poderia exibir sua majestade. Um drama muito bem realizado carregado de fortes emoções com atores de primeira linha. Um filme imperdível e obrigatório a todos os cinéfilos.
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Eu era fâ de seu pai e tambem sou de você.Lamento a perda de seu pai e principalmente de sua filha.Adoro vocês.Antonio.Nazaré-Portugal
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Emocionante ,maravilhoso ,gosto mais ainda dessa mulher espetacular
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Gênero: Documentário Direção: Martin Scorsese Roteiro: Kent Jones, Martin Scorsese Produção: Emma Tillinger, Martin Scorsese Fotografia: Mark Raker Trilha Sonora: Leslie Stifelman, Scott Lehrer Duração: 60 min. Ano: 2010   Um documentário feito por Martin Scorsese em homenagem a um dos seus ídolos, Elia Kazan, diretor de clássicos do cinema como Uma Rua Chamada Pecado e Sindicato de Ladrões. Scorsese comenta sobre a carreira de Kazan e também sobre a maior mancha da sua vida: ter denunciado como comunistas alguns ex-companheiros de juventude na época do macarthismo.   Assista Online  
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e realmente fiquei triste em não poder saber onde se encontra o cinema são luiz alguem saber? não tem referencia nenhuma socorro queremos respostas
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Adoro este filme por favor liberar!
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Eu ainda lembro de outros filmes: 13º andar Cidade das sombras
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Agora Seremos Felizes; Pacto de Sangue; Alma em Suplício; Roma, Cidade Aberta; Gilda; A Ponte de Waterloo, etc
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Amácio Mazzaropi - 100 anos de Historias, risos e emoções. - 1.912 á 2.012 - São Paulo - Capital 09 de Abril de 1.912; nascia no n 05; da Rua Vitorino Camilo, na Barra Funda, bairro da Santa Cecilia, casa antiga do século 18, hoje nº 61 daquela rua, assobradada que resiste até os dias de hoje, 31 de Dezembro de 2.011, um sobrado de três andares, com diversos quartos de aluguel, igual a 1.912, no primeiro quarto lado esquerdo de quem sobe a escada do segundo andar nasceu Amácio Mazzaropi; Filho do Italiano o napolitano Bernardo Mazzaropi e da Taubatêana, Clara Ferreira Mazzaropi; Ali viveu até completar 08 anos; depois veio o Bráz, Vila Maria Zélia; O grupo escolar São José do Belem;onde estudou até o segundo ano de grupo; Infância pobre, quase miserável, mais encontrou sempre no seu lar o amor incondicional dos pais Clara e Bernardo Mazzaropi. Aos 14 anos com os pais muda se para Sorocaba-SP; mais o desejo de se tornar um artista o faz tomar decisões que mudariam para sempre sua vida; foge dos pais, vai para Curitiba-PR viver com o tio paterno e lá encontra os 17 anos o faquir FERRY, a quem chamava de SILQUE; Foge novamente com o faquir FERRY e volta a São Paulo e como assistente de faquir, começa sua sonhada carreira de artista o que o tornaria mais tarde o REI DO CINEMA BRASILEIRO; O JECA DO BRASIL; No Teatro OBERDAN E COLOMBO inspirado em Genésio Arruda se apresenta pela primeira vez de JECA. O sucesso no teatro o leva ao Radio e a Televisão; Radio e Televisão TUPI; Programa Rancho Alegre, conhece Geni Prado sua companheira artistica por toda a vida; Mais uma vez o sucesso no Radio e Televisão marca com ele um novo encontro agora com o Cinema e levado pelas mão experinte de Abilio Pereira de Almeida a Cia Cinematográfica Vera Cruz novo sucesso que o tranforma definitivamente no REI DO CINEMA BRASILEIRO; seu primeiro filme o SAI DA FRENTE. Após 08 filmes como empregado contratado decide produzir seus proprios filmes e em 1.958 funda a PAM FILMES - Produções Amácio Mazzaropi. Com a PAM FILMES produz de 1.958 E 1.980 24 FILMES; De 1.958 a 1.981 Amácio Mazzaropi com seus 24 filmes levou a todas as salas de cinema do Brasil - : 206.779.311-(Duzentos e seis milhões, setecentos e setenta e nove mil trezentos e onze pessoas) pagantes as salas de cinema do pais. Mazzaropi produziu com recursos próprios 24 filmes, dos quais 18 estão entre os filmes mais assistidos do cinema nacional. 06 são recordistas de publico e o filme Jeca Macumbeiro é o maior recordista de publico e renda da historia do cinema nacional, colocou em 4 (QUATRO) semanas de lançamento 16.800.011 pessoas pagantes em 4 semanas de exibição, igualando ao maior recordista mundial de publico, que é o filme O Tubarão em 1.975. Em nossos cardex, (PAM FILMES)- (Controle de exibição - Praça - Publico e renda) - o filme Casinha Pequenino colocou de seu lançamento 1.963 á 1.981 - 73.867.093 de pessoas - equivalente a quase toda a população do Pais; Com os outros filmes atingiram neste período 206.779.311-). Em 1.981 - no Cardex da Pam Filmes existiam cadastrados 11.648 salas de exibição no Brasil, sendo que apenas 48 cinemas tinham mais de uma sala, com média de 800 lugares. Havia naquela época cinemas com salas entre 500 e 3.000 lugares - caso do PENHARAMA-SP. Diferente do que tudo que se escreveu e se falou a seu respeito sua grande paixão sempre foi o Circo e não o cinema; o cinema lhe deu aquilo que o circo não conseguiria lhe dar, dinheiro; teve tambem uma grande paixão platônica a apresentadora e amiga Hebe Camargo. Na manhã do dia 13 de Junho de 1.981, aos 69 anos de idade nos deixa falencendo com cançer na medula ossea; o Brasil chora. Morreu solteiro e não teve filhos naturais mais ao longo de sua vida criou 05 pessoas, as quais tratava como se fosse seus filhos; tive a honra de ser um deles, alem de ser seu filho no cinema. Desde que se foi deixou marcas profundas na população do Brasil, pois atravéz de seu cinema construiu a formação de familias inteiras que se conheceram atravéz do cinema. Desde 10 de setembro de 1.983 quando na cidade de Leme-SP subi ao palco para relembra lo foram 1.581 apresentações do monologo TEM UM JECA NA CIDADE comigo André Luiz Mazzaropi - O Filho do Jeca. Foram muitas Historias, risos e emoções... Em sua homenagem e para contar sua verdadeira historia vou lançar em 2.012 um livro simplistemente Amácio Mazzaropi. Esta historia ninguem me contou, eu a vivi. Agora em 2.012 vamos comemorar seu CENTENÁRIO . MAZZAROPI NÃO MORREU POIS ESTÁ VIVO NA MEMÓRIA DO POVO BRASILEIRO. CELEBRAMOS André Luiz Mazzaropi O Filho do Jeca DDD-(12) - 3424.0163 - 9714.2853 www.andreluizmazzaropi.com.br Deus é fiel.
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Ah, que demais! adorei a matéria! eu to pra comprar esse livro, sou muito fã da BB, já assisti metade de seus filmes. ^^
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raridade este filme
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Essa legenda deve ser da versão de 1927, pois não se encaixa com as cenas e falas do filme
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Gente quero diser uma coisa antes na epoca quando ana anderssom afirmava ser anastasia eles acreditavam em Deus ? Se acreditavam em Deus ana anderssom era mesmo anastacia por que ela ia saber se quando ela. Morre mentindo ela nao ia pro ceu aalguem responde minha pergunta porque se acreditavam em Deus ana anderssom estava falando a verdade
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Ben Hur eu vi umas 5 vezes... adoro!!!!
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Um filme que muitos IIr. deveriam assistir.TFA
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ÉH, O TEMPO PASSA PR TODOS, DOM ELA PASSOU TBM.
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Nunca tinha ouvido falar nessa historia. Comecei a ler sobre jovens que morreram muito cedo e a história de Sharon Tate me chamou a atenção pelo requinte de crueldade, torturas de pessoas completamente desequilibradas. Graças a Deus estão todos presos e Susan teve o que merecia, afinal de contas, ela tirou duas vidas e foi muito "fria" ao assassiná-los.Sharon era simplesmente "linda" e infelizmente ela não pôde realizar seu sonho de ser mãe. Que Deus a abençõe e que ela descanse em paz junto de seu filhinho que deve estar com ela no céu.
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Que saudade da Dercy. que ´personalidade espetacular. tenho muitos filmes da Dercy Gonçalves e talvez não tenha todos porque só tenho os que conheço. Ela está certíssima quando disse que filho não gosta de mãe(ou pai) e certamente mãe (ou pai) gosta de filho(ou filha). Acrescentaria às palavras inteligentes da saudosa Dercy: casa de pais é a casa de filhos, entretanto nem sempre casa de filhos é a casa de pais. Que ela esteja em paz.
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Sergio Leone co-dirigiu com Mario Bonnard "Os Últimos Dias de Pompéia" em 1959, antes de realizar seu primeiro filme solo "O Colosso de Rodes". Na realidade, como Mario Bonnard adoeceu logo no início das filmagens, Leone rodou o filme de 1959 quase todo sozinho. Nesse trabalho já demonstrava enorme perícia em criar um espetáculo. Dino Dellamonica.
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Nasci em 1979 e eu nunca até hoje vi um ator como ele. Artista Completo e sem deixar dúvidas, de deixar saudades até para quem nao o conhece...mas ouviu falar..
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Adorei conhecer as diferenças entre elas, só chego a confundir o Frankenstein com o herman
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eu adoro esse filme é muito bom demais
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saudades, adorava ver esse filme e outros tantos do jerry lewis e do dean mertin na minha infancia...
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Olá! Por favor, você tem alguma ideia onde poderia encontrar o filme: Centennial summer (1946) do diretor: Otto Preminger? Preciso dele legendado em qualquer uma destas línguas: português, espanhol, inglês ou francês. Não estou conseguindo achá-lo em nenhum lugar! Obrigado! Abs Daniel Meu e-mail: danielslon@uol.com.br
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Adoro filme clássicos estou aguardando!!!
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A versão legendada não foi codificada corretamente =s
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Não poderia faltar de maneira nenhuma Os 3 Patetas e também o francês Louis de Funés.
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Gente quero diser uma coisa antes na epoca quando ana anderssom afirmava ser anastasia eles acreditavam em Deus ? Se acreditavam em Deus ana anderssom era mesmo anastacia por que ela ia saber se quando ela. Morre mentindo ela nao ia pro ceu aalguem responde minha pergunta porque se acreditavam em Deus ana anderssom estava falando a verdade
| 263 ace
Uma ótima atriz, tipica ariana
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The worms é um filme passado num deserto americano e que reagia às vibrações do solo, por mais leves que fossem, deslocava~se por baixo da areia até localizar o que fazia essa vibração.
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E o mais impressionante é que anos mais tardes, Helen se tornaria a maior filosofa já existente e as duas continuam juntas ate a morte da professora em 1935
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Ele sim é inigualável... Quero conhece-lo muito...
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Adorei. Isso era algo que eu não tinha conhecimento.
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Assisti este filme ontem, domingo, 29 de abril de 2012, em um cinema direcionado aos fâs de filmes antigos. Gostei muito, a 'perfomance' dos interpretes foi formidável.
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esse filme é brilhante. uma aula de cinema com grandes atuações. O Falcão Maltês
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AMO OS FILMES DO JERRY LEWIS !!!!!!!!!!
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Adoro assitir filmes clássicos
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eu gosto muito desse filme pq esse filme é muito importante para me
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cyd , era uma linda mulher e dançarina,
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Prefiro me lembrar da Judy Garland talentosa que fez o mundo inteiro se emocionar e sonhar. É inegável que ela tinha muitos problemas com o álcool e remédios. Era alguém frágil e instável e isso destruiu sua vida e sua carreira. Eu não a julgo, pois sou capaz de imaginar o quanto é difícil abandonar o vício e se curar da depressão num mundo feito de ilusão e hipocrisia. Não sei se foi boa mãe e boa esposa, segundo relatos era uma pessoa muito difícil, mas isso, em minha modesta opinião já é um reflexo da doença. Judy para mim será a eterna Dorothy tentando achar o caminho de casa, muito além do arco-íris.
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GretaGArbo/ aEterna Diva
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tem uma biografia, acho que nao autorizada que assisti uma vez, mas nao consigo lembrar o nome para procurar...vcs saberiam qual é???se souberem eu agradeço imensamente....
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Correção: A primeira foto é do filme Uma Aventura na Martinica.
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"Mulher é igual a violão todo mundo passa a mão"
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Pra imi é motimo de orgulho té-la com conterrania. viva o ceará!!!!
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No "The Beachcombers" ele estreiou, porém atuou em apenas um episódio. Esse papel que ele conseguiu aos 15 anos aparentando ter 10 anos foi em "Leo and Me" não em "The Beachcombers". Essa informação está na biografia escrita por ele - Lucky Man (Um Homem de Sorte).
| 269 ace
Vocês poderiam por favor fazer um upload desse filme em algum outro servidor? Grato!
| 269 ace
cada vez que leio algo a respeito dessa lindissima,atriz... da um nó na garganta!! muito triste, espero que o senhor jesus esteja com ela e seu filho!! Sharon vç é linda!!!!
| 269 ace
São todas estas, e muitas mais outras, mlheres belissimas. Escolher a mais linda delas é somente uma questão muito pessoal. Eu, como nunca vi nada como Ava Gardner, escolho este monumento, este furacão, esta invenção de mulher como a minha numero um.
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Adoro filmes musicais da Rita e do Fred
| 270 ace
Ola tudo bem? O link para download do filme Fasto nao esta valido abraçøs Resposta: Obrigada! Link Corrigido!
| 270 ace
uns dos melhores artista que eu ja vi parabens no brasil e de pessoas a sim que o mundo presisa
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Um belíssimo romance com uma linda música.
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simplesmente linda
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Um diretor muito interessante. Principalmente na fase muda. O Falcão Maltês
| 273 ace
de tudo, pode-se notar que amar é ser duro tb, pq proteção demais é prejudicial...
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Nossa...Eu amo Jerry Lewis. Não via o tempo passar nas tardes que passavam os filmes dele. Era o máximo. Adoraria ver todos os filmes dele tudo denovo. Saudades
| 274 ace
Amo adivina Eterna deusa do cinema Greta Garbo! Linda e Eterna Bela!
| 274 ace
MM causava muita inveja nas mulheres
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A TELEVISAO BRASILEIRA JA ESQUECERAM DO MAZZAROPI O BRAZIL É ASSIM NÃO DÃO VALOR PARA QUEM MORRE
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Esqueceu-se de Roberto Gomez Bolaños, o Chaves. Que não apenas o imita perfeitamente (no Chapolin) como teve toda sua carreira influenciada por Chaplin.
| 275 ace
Estou a procura de um filme com o Anthony Perkins... onde numa das cenas, um persongem despenca para a morte do alto de um edificio rasgando a bandeira dos estados unidos! Qual é o filme?
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Olá Mel, ele realmente debutou em The Beachcombers, com uma pequena participação.
| 276 ace
Para ben mazzaropi pela herança que nos deixou saudades
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Pô, fala sério, eu adorei o filme! Assisti pelo título de "O Pior Filme do Mundo", esperando detestar, acho que por isso, por esperar tão pouco do filme, eu me diverti pra caramba, como me divertira em pouquissimos filmes! Não morram sem assistir!
| 277 ace
Apesar de muito confusa e louca a vida dos dois juntos, não deixo de achar um casal muito bonito... Chaplin e Paullete tinham muito em comum (pelo menos no bom humor) kkk adorei a matéria! *-*
| 277 ace
Estou a procura desse filme a longos anos, onde posso comprar.
| 277 ace
Ele era um homem de verdade, muito melhor que esses "galãs" de hoje em dia.
| 279 ace
surpreendente.. excelente filme
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Estou a procura da série Historias Maravilhosas da Shirley Temple. Vcs podem me ajudar?
| 281 ace
sao filmes como este em que a nobreza de sentimentos sao relatados de forma simples que fazem amolecer ate os mais duros dos coracoes alem de rolarem lagrimas na queles que o assistem
| 281 ace
Eu sou de LIvramento que bom saber desta atriz dos primeiros anos do cinema brasileiro e ainda por cima ser da minha cidade natal.Sou um apaixonado pelo cimema antigo infelismente é rarissimo poder ver um filme nacional...
| 281 ace
não consigo baixar a legenda, não tem nenhum outro site que disponibilize?
| 282 ace
Episódio do A&E Biography sobre Vincent Price.   Assista Online  
| 282 ace
Oi. Como posso inserir as legendas no filme??? Alguém pode me ajudar? Resposta: Clice em Legendas.
| 283 ace
nossa que post bem feito. abrigada. adorei cada linha.
| 284 ace
Direção: Richard Marsh Roteiro: David Lemon Gênero: Documentário Origem: Estados Unidos Duração: 24 minutos Tipo: Curta-metragem/Direto para vídeo   Um perfil dos primeiros filmes de Alfred Hithcock, em sua fase inglesa pré-Holywwod.   Assista Online  
| 284 ace
Direção: Carl H. Lindahl Narrado por Michael J. Fox Documentário produzido pela TNT. James Francis Cagney Jr. foi um ator norte-americano. Era um artista de vários gêneros, mas se tornaria célebre interpretando gângsters violentos e loucos em filmes como Inimigo Público (br),Fúria Sanguinária (br) e Anjos da Cara Suja. Assista Online  
| 284 ace
Nossa...Eu amo Jerry Lewis. Não via o tempo passar nas tardes que passavam os filmes dele. Era o máximo. Adoraria ver todos os filmes dele tudo denovo. Saudades
| 285 ace
Zsa Zsa Gabor nunca foi casada com Johnny Hyde.
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faltaram deuses vencidos e a face oculta.
| 286 ace
Tive a oportunidade conhece-la numa mostra de cinema Francês que teve no Reserva Cultural. A considero um atriz fascinante, e uma pessoa livre e desencanada como a maioria dos franceses.
| 286 ace
acho muito legal esses filmes de princesa pq nao é a toa que minha mamae me chama de princesa bom vim explicar isso que filmes de princesas pode ser visto por qualquer um vao ao meu site e postem fotos de filmes de princesas ;) o nome do meu site é www.issoeshow.com.br bjss adorei documentar.
| 286 ace
Só tem esse filme em inglês e sem legenda?
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Este é o meu blog para ler e comentar sobre o que eu desejar, já que aqui se encontra de um tudo. Não o descobri por indicação em sim por acaso ao revirar a Internet. E foi um presente só. jurandir_lima@bol.com.br
| 287 ace
muito bom obrigado
| 287 ace
Tem uma foto do Jerry Lewis e do Dean Martin vestidos de Chaplin!
| 287 ace
que coisa mais linda, rever essa Deusa...de minha infancia...só saudades...Parabéns a vocês por esse tão generoso retorno ao tempo.
| 287 ace
Adoro tds... mas ainda fico cm a Deneuve ( meu grande amor )
| 288 ace
Confesso que adoro Dustin Hoffman, ele eh sem duvida um excelente ator, um dos melhores que ja vi, por isso que mal posso esperar pra ver a estreia dele na telinha, em Luck. A nova serie da HBO que vai mostrar o mundo das corridas de cavalos, e como a máfia age sobre ele.
| 288 ace
Adoro biografias! Adoro cinema Adoro retrô minha cara!
| 288 ace
Estou fazendo uma pequisa sobre o charles chaplin e preciso saber de tudo sobre ele
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muito lindo um grande homem
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Arrastado, xaropada colorida, atuações sofriveis de RICHARD BURTON e ELIZABETH TAYLOR, que já como atores, nunca foram DEZ. História boba, de personagens sem definição, dubios, fracos. Completamente descartavel
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sempre leio assuntos sobre monroe mais queria saber algum mais.......porque nao tem filhos...
| 291 ace
Nossa! Muito boa essa matéria! Amo muito Alice! E fico triste pois muitos julgam ser infantil pelo desenho da Disney, e nem se quer leem os livros! Amo o Através do Espelho, estou tentando achar o download do filme, mas o jeito vai ser ver pelo youtube!
| 291 ace
a mais bela de todas é a JACQUELINE BISSET.....SEM DÚVIDA.
| 292 ace
Achei muito interessante, estava procurando filmes sobre artistas e vcs esclareceram. Daria para vcs indicarem onde encontrar os filmes.
| 292 ace
Este filme é um espetaculo. Gostaria muito de comprá-lo. Será que alguém tem cópia ou há ulgum site ondo posso comprá-lo.
| 292 ace
Amo os Filmes com Esther Willians.
| 292 ace
  A & E Biography sobre a vida e os tempos da bela atriz dos anos 40 e entrevista característica do seu ex-marido, sua segunda filha e sua co-estrela.   Assista Online  
| 292 ace
faltaram deuses vencidos e a face oculta.
| 293 ace
Uma pérola dos anos 40 ,talvez uns dos momentos mais bonitos de um Mosaico de situações entrelaçadas por um fraque preto,como um filme desse passou despersebidos pelos membros da academia do Oscar.
| 293 ace
oi, eu baixe o filme mas a legenda está em inglês... pode colocar um link da legenda em português por favor, te agradeço desde já. já sobr a qualidade do filme está prefeita tanto áudio como vídeo, parabéns! Resposta: link de legenda disponível. Clicar em Legenda.
| 293 ace
a Audrey Hepburn é mais parecida com a Lavinia Vlasak, ou vice-versa.
| 295 ace
bom eu nunca assisti esses filmes mais aposto que foi duro para charles fazer esses filmes e as pessoas intenderem mais eu acho que foi um belo ator e lido os parabens charles.
| 295 ace
a natalie portman parece a natalie wood , e não a audrey.
| 296 ace
Desculpe, mas a legenda não está sicronizada com o filme...ela está atrasada!
| 296 ace
Ficha Título Original:Amazing Mr. X Ano/País/Gênero/Duração:1948 / EUA / Noir Policial / 78min Direção:Bernard Vorhaus Produção:Benjamin Stoloff Roteiro:Crane Wilbur e Muriel Roy Bolton Fotografia:John Alton Música:Alexander Laszlo Elenco: Turhan Bey ... Alexis Lynn Bari ... Christine Faber Cathy O'Donnell ... Janet Burke Richard Carlson ... Martin Abbott Donald Curtis ... Paul Faber Virginia Gregg ... Emily   Sinopse Durante certa noite em uma praia, Christine Faber, viúva há dois anos, ouve o que acha ser o chamado do seu marido Paul. Logo após esse fato, ela conhece o misterioso Alexis, um homem que parece saber de tudo, quando o assunto é o sobrenatural. Depois de mais manifestações fantasmagóricas, Christine e sua irmã Janet enveredam nos caminhos de Alexis, que por sua vez está totalmente dominado pelo objetivo maléfico que tem em mente.     Assista Online   Imagens
| 297 ace
este filme é uma obra prima da inclusão, assistão e não vão se arrepender.
| 298 ace
O Borgart era um psicótico... Hehehe
| 298 ace
Melhor se informar melhor antes de sair falando q a série acabou ou q foi censurada ou q não tinha audiência, etc. Veja notícias atualizada no link abaixo: http://jornalespalhafato.com/2011/12/the-borgias-assista-ao-primeiro-video-da-segunda-temporada/
| 299 ace
melhor é o circo!
| 299 ace
Este filme é inesquecível e incomparável. Tudo é perfeito. Eu também quero um Rhett Butler para mim !
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Sou de Jacarezinho-Pr., e tive a felicidade em conviver em algumas oportunidades com a maravilhosa Rhonda Fleming. Foi radado em Jacarezinho "fazenda california", o Filme Pão de Açucar e pelas informações as cópias foram queimadas por ocasião de um incendio e sua passagem por nossa cidade, deixou sempre boas lembranças. - adalberto - jacarezinho - pr.
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então, se tem as fotos, possivelmente tem o filme! TOMARA sempre fui curiosa pra saber desse filme....
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É do Nivel Bom e vi também os outros 4!...Adoro filmes de Aventura
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me lembro dela ela era a filho clacke e de olivia, saudade deste filme.
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Acredito que a Marlene é uma das maiores do cinema sim. Ela ficou 09º lugar na lista da AFI das maiores estrelas.
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concordo plenamente com você, Mel.
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perfeito so falou ma boa introdução
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Olá, eu to com uma dúvida em relação a uma matéria aqui do site. a matéria: "Nosso querido Mazzaropi" (http://cinemaclassico.com/index.php?option=com_content&view=article&id=2565:nosso-querido-mazzaropi&catid=54:conte-mais&Itemid=65 ) Diz o seguinte em seu final: "O ator, que era homossexual, nunca se casou, mas deixou um filho adotivo." eu fiquei em dúvidas porque nunca vi nada relacionado a "opção sexual" do Mazza, e nem no site do Museu Mazzaropi, ou do hotel fazenda Mazzaropi nada foi escrito em relação a isso... Tanto que li que Hebe era o amor de sua vida, e que ele tinha um "romance" com Geny Prado. Então, não vejo nada que confirme ou não essa hipótese... Nem nos livros biográficos, que pretendo reler para ver se existe algo parecido. Entrarei em contato com o Museu Mazzaropi, pra tentar entender se é um fato ou não... Mas, segundo as fontes do site cinema Clássico (que por sinal, é muito bom, parabéns) isso é verdade, ou foi só um erro? Desde já, obrigada. Arianny (se quiser responder por email, melhor ainda! aqui está o endereço: annymoura12@yahoo.com.br )
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Como faço pra conseguir as legendas?
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Eu sou de LIvramento que bom saber desta atriz dos primeiros anos do cinema brasileiro e ainda por cima ser da minha cidade natal.Sou um apaixonado pelo cimema antigo infelismente é rarissimo poder ver um filme nacional...
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Só um lembrete colega: os dados são do filme de 1939 mas as fotos são do filme da Hammer de 1959, com o Peter Cushing como o Sherlock Holmes. Resposta: obrigada, Nilson, corrigido!
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Muito legal, só nnao entendi o "latinas" no titulo do post porque né...tem americana, mexicana, espanhola e ate brasileira...americanas tao longe de serem latinas e brasileiras nao sao consideradas latinas (o brasil nao faz parte da america latina)
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Sem dúvida nenhuma, um grande filme. Pena que não foi lançado em DVD até agora. Parabéns pelo seu gosto Sonia Vieira.
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1165. é muito bom
é muito bom
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Obrigada mais uma vez, Fredalme. Corrigido.
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Todas querem ser, mas nenhuma chegou aos pés de Marilyn.
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Me recomendaram muito este filme
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Obrigada Carla pela publicação! Mazzaropi merece nossas homenagens!
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Eu gostaria de largar tudo como ela fez no auge da carreira aos 36 anos e ir cuidar dos bichos, sou louca por eles, são minha grande paixão mas apesar de ter feito muita loucura por eles, não tenho essa coragem...."cá entre nos, 77 anos? está linda" mto melhor que mta mulher esticada por ai....ela se achava feia? então que será de mim pobre mortal...rsrsrsrs mta saúde e força pra essa "maluca" mas que tem um coração do tamanho do mundo. Li uma frase dela que dizia..."Eu dei minha beleza e minha juventude aos homens. Agora dou minha sabedoria e minha experiência aos animais.”...me tornei fã...rsrsrs
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No no filme o circo com chaplin foi estupenda lindissima mas ja fas tanto anos que perdermos essa criatura admiravel linbissima seria impossibel dizer nada contra desta admiravel talentosa artista ,deu muito brilho ao filme o Circo. Faleceu tão prematuramente poderia ter sido uma das divas do cinema internacional
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execelente filme...de uma época q não volta mais
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Alguém teria por favor a legenda em pt-br desse filme?
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James Dean sempre será O Meu Maior Ídolo , pois apenas James passa o que realmente sinto ... Pois Mister Dean é a Pura e Boa Arte do Cinema Clássico! FOVERER JAMES DEAN
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Como faço para baixar este filme???? já tentei em vários lugares e não dá certo. Se puderem me mandem por email: maslima@ufv.br. Resposta: Filme não disponível para download pois não é de domínio público.
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foi esquecido a mensão de um dos maiores filmes de cantinflas, "O Mata Sete".
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Obrigado pelo seus comentários. Sou jovem para conhecer o trabalho da Ava Gardner profundamente, mas o pouco que conheço ela, foi o suficiente para me apaixonar por ela, Obrigado pelo seu material
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James Dean é grandiosamente o Meu Maior Ídolo! FOREVER JAMES DEAN
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Todas são lindas, mas nunca existiu DIVA como Audrey Hepburn *-*
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Eu vi esse filme, ainda era pré adolescente. Simplesmente fantástico. Muito engraçado e também com um toque dramático muito sutil. Interessante, um Elenco fabuloso... Enfim, o filme é tudo de bom. Adoraria rever e rever... Vale sempre a pena ver esse filme, que pertence a uma era em que se fazia filmes extremamentes inteligentes.e com o foco cultural de entretenimento. Carlos José Soares Dramaturgo / Diretor / Poeta
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A Lana foi uma verdadeira star, super chic, bem penteada, classuda, a vi pasando de carro com o jorge guinle quando esteve no Rio,
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COMOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO a Deneuve não tá nessa lista! isso é um absurdo!
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Nem vem...!! Um herói de brinquedo tinha que estar no topo da lista!! É o melhor filme de natal que ja vi! Vejo todos os anos na véspera!!!!
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Esqueceram de Apocalypse now!??!
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Ficha Título Original: Mad Love Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Terror Romance Sci Fi / 68min Direção: Karl Freund Produção: John W. Considine Roteiro: Maurice Renard Fotografia: Chester A. Lyons Música: Dimitri Tiomkin Elenco: Peter Lorre ... Doctor Gogol Frances Drake ... Yvonne Orlac Colin Clive ... Stephen Orlac Ted Healy ... Reagan Sara Haden ... Marie (as Sarah Haden) Edward Brophy ... Rollo Henry Kolker ... Prefect Rosset Keye Luke ... Dr. Wong May Beatty ... Françoise   Sinopse Orlac é um pianista virtuoso que sofre um acidente de trem e tem suas mãos decepadas. Em um procedimento experimental, lhe são implantadas as mãos de um assassino que acabara de ser executado. Quando descobre a quem pertenciam suas novas mãos, Orlac acredita que agora também tem a predisposição para matar. O visual do filme é estilo Grand Guignol, e a interpretação de Peter Lorre como o médico-cirurgião, que num súbito de intensidade desenfreada implantou as de um assassino estaqueador no sensível pianista Orlac, é antológica. Elementos de sobra que torna este filme um clássico do gênero fantástico. O filme é a adaptação da história "As mãos de Orlac" de Maurice Renard. Versão hollywoodiana para o mudo "As mãos de Orlac" dirigido por Robert Wiene em 1924.     Assista Online   Imagens
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gosto de filmes com indios baixo para coleção uso propio
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Na verdade, este link torrent de dominio publico é do filme de 1934, com Virginia Bruce e Colin Clive. Resposta: filme não disponível para download, pois não é de domínio público. Obrigada.
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Ok Fredalme, corrigido. Obrigada.
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Eu colocaria a atriz canadense Yvonne De Carlo na lista porque ela era linda de viver.
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1190. Obrigada....
Obrigada....
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Olá, estou procurando o filme Festa Brava de 1947 mas não consigo encontrar o link para download em lugar nenhum e gostaria muito de baixar esse filme para meu avô. Se puderem me ajudar, eu agradeço.
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Lista impecável, mas pra mim a loura mais inesquecível é a diva suprema Dietrich. Parabéns pelo trabalho!
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eu duvido aguem ver este filme e conter as llagrimas
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1194. sim
sim
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Estamos falando de AUDREY HEPBURN. Nada mais precisa ser dito. BELEZA ao extremo, CLASSE incontestável, aliado a grandes interpretações Um filme dela, que é o MÁXIMO, é o INFAMIA, no incio de carreira.
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Todas estas Divas do cinema são lindas de viver. Gostei da dica da Dolores del Rio que evitava gorduras, álcool e dormia 12 horas por dia. Quem me dera ter a mesma disciplina desta Grande Atriz....
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1197. legal
legal
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Excelente filme, na época foi sucesso de biliteria. Como conseguir uma cópia deste filme? favor me informar. Grato Alvaro
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Filme fantástico, já vi várias vezes e recomendo!
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Conhecí o Mazza pessoalmente entre 1950 e 1970 quando tgrabalhava na Tv brasileira e no Cinema nacional. OEle não jamais terioa filhos naturais porque era homosexa, emas isso não o impediu que ajudasse alguns de seus " filhos " entre os quais havia o interesse sexual como parceiro, mas o Mazza era passivo...
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Vi um filme dela com a marilyn , o tamaho era desproporcional, era uma mulher gigante, e bonita. no filme os homens preferem as louras, eu olhando aquela mulher....prefiria a morena Jane Russel.
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Gostaria de adquirir uma copia desse desenho, pois ele faz parte da minha vida meu pai assistiu esse desenho e me deu o nome da gatinha
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Carla, Há muitos anos tenho procurado os filmes Sonhos Dourados (Al Jolson Story) e Trovador Inolvidável (Jolson Sings Again), que contam a vida de Al Jolson, para comprá-los, porém, até agora, minha busca não logrou êxito. Hoje, em mais uma tentativa, localizei seu site, por sinal muito interessante, onde encontrei a ficha completa do filme Trovador Inolvidável, fato que me trouxe um novo alento. Eu gostaria, se for possível, de obter informações de como posso adquirir cópias deste e do primeiro filme (Lendado ou dublado em Português). Abusando de sua boa vontade, solicito que a resposta seja enviada para o email edilsonprofessor@hotmail.coml. Resposta: Resposta enviada por email, Edilson. Independente de ter ou não o meu pedido atendido, desejo que o Cinema Clássico continue mantendo o excelente padrão. Sucesso! Edilson Rodrigues
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Eta mulherada bonita, gente!
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VCS TEM COMO POSTAR O FILME PELO TORRENT OU POR OUTRO LINK? É QUE NÃO CONSIGO BAIXAR PELO P2P...
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  Ficha Título Original:Elvis Ano/País/Gênero/Duração:1979 / EUA / Biografia Drama / 150min Direção:John Carpenter Produção:Anthony Lawrence Roteiro:Anthony Lawrence Fotografia:Donald M. Morgan Música:Joe Renzetti Elenco: Kurt Russell ... Elvis Presley Shelley Winters ... Gladys Presley Bing Russell ... Vernon Presley Robert Gray ... Red West Season Hubley ... Priscilla Presley Pat Hingle ... Colonel Tom Parker Melody Anderson ... Bonnie   Sinopse A vida de Elvis Presley, desde jovem até os momentos de auge e de decadência da sua carreira. Quando menino, Elvis viveu uma infância conturbada e humilde, e lutou para ascender à fama. Ele se tornou um ícone do rock fazendo diversos filmes em que atuava e cantava, e que sempre continham muitas garotas e brigas. Quando já era uma estrela da música e do cinema, caiu nos excessos da fama e das drogas, o que o levou à uma devastadora decadência. Tudo isso é embalado ao som das músicas de Elvis.     Assista Online   Imagens
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André Luiz Mazzaropi - ‘O Filho do Jeca’ Nascido em 21 de Junho de 1.957, na cidade de Taubaté, no Vale do Paraíba, Estado de São Paulo, sob o nome de André Luiz de Toledo, filho de família tradicional da cidade, aos 11 anos de idade conheceu Amácio Mazzaropi, quando este filmava no Convento Santa Clara, em Taubaté–SP o filme No Paraíso das Solteironas, em 1.968, ali nascia uma amizade que duraria por toda a vida, ali nascia “O Filho do Jeca”. Entre 1.968 e 1.975 foram muitas idas e vindas, mas em 1.975, Mazzaropi adoecido encontra no amigo, alguém pra lhe cuidar, dois anos a beira de sua cama, na casa da Rua Paes de Araujo nº 162, no Itaim Bibi, São Paulo, que valeu uma vida, recuperado Mazzaropi me leva para o Cinema para interpretar justamente seu filho, ‘O Filho do Jeca’, em Jecão...Um Fofoqueiro no Céu, depois Jeca e Seu Filho Preto, A Banda das Velhas Virgens e O Jeca e a Égua Milagrosa, transformou-o em seu “Clown” (apresentador de seus shows), entre 1.976 á 1.981 foram 901 Shows, do Primeiro Show em Ourinhos – SP – 1.973 ao ultimo show em Leme-SP -1.981, e ai o Mazza se foi, 13 de Junho de 1.981. Mais na lembrança ficou muitas marcas profundas, de saudade e gratidão, de lembranças, das filmagens, das viagens pelo Brasil e o mundo, dos grandes navios transatlanticos, dos shows, Ourinhos-SP(O Primeiro), Londrina-PR,(Ginásio de Esportes Lotado maiis gente que no jogo Londrina e Corinthians no mesmo dia) Governador Valadares-MG (nascimento de meu filho Fernando e Show a noite com 40 graus) de, Guaratinguetá-SP e tantos outros, do Circo do Palhaço Vitrolinha e do Jeferson, do Circo do Chu-Chu – pai do meu amigo Luiz Ricardo(SBT), do Circo do Bira Loco, do Gigantesco Circo Romano do Rolando Garcia, e do que mais faz falta, a conversa de baixo do pé de Eucalipto no Estúdio novo; onde é hoje o Hotel Fazenda Mazzaropi. Da Gratidão, dos conselhos e das severas repreensões e do nome MAZZAROPI. Amácio Mazzaropi não teve filhos naturais, mais ao longo de sua vida criou 05 (Cinco) pessoas as quais tratava com se fosse seus filhos, João Batista de Souza,(o garotinho do filme Casinha Pequenina) o Péricles Moreira,(O Afilhado), Pedro Francelino de Souza,(O filho preto), Carlos Garcia (o galã de diversos filmes) e eu André Luiz de Toledo que me tornei André Luiz Mazzaropi - DRT 4211-RJ-12/05/1.981. Dos cinco filhos de criação sou o unico que não fui seu herdeiro pois não participei de seu testamento, que ele nunca assinou, seu polegar direito foi ali colocado; porem herdei dele o melhor sua arte e seu nome Mazzaropi. Após dois anos sem o Mazzaropi, decidi me arriscar, a relembrar no palco o Mazzaropi, e no dia 10 de Setembro de 1.983, num bar da cidade de Leme-SP, sob uma caixa de maçã, fiz pela primeira vez, eu vestido de Jeca, chapéu de palha, camisa xadrez, calça caqui e botina,um show ‘O Filho do Jeca “ comigo André Luiz Mazzaropi“. Adaptei o texto original de Mazzaropi e passei a contá-lo, meio que sem graça, mais, o respeito que todos tinham pelo Mazzaropi, os fizeram compreender que ali não estava um novo Mazzaropi e sim seu filho, ‘O Filho do Jeca “d’aquele dia em adiante me tornei”. André Luiz Mazzaropi – ‘O Filho do Jeca ““. A televisão foi o divisor de tudo o que fiz até hoje, levado pelo Carlos Garcia, Luiz Carlos de Olivera, Ramondine e por Eduardo Lafon para a REDE OM DE TELEVISÃO, mais conhecida por CNT - Paraná e TV. GAZETA – São Paulo, dos irmãos Martinez, José Carlos (in memória) e Flávio Martinez, apresentei o Programa “Rancho do Jeca’ musical sertanejo, onde tive o orgulho de apresentar cantores como João Paulo & Daniel, Milionário & José Rico, Mato Grosso & Mathias, Pena Branca e Chavantinho, Jaine, Moacir Franco, Jair Rodrigues, Rosemeire, César & Paulino,Rick & Rener e mais de 150 cantores e duplas de todo o Brasil, que me renderão até hoje a maior audiência da CNT-GAZETA, 14 pontos no IBOPE foi um ano que tenho certeza, voltará”. Nada, até hoje é mais gratificante do que os shows que faço por todo o Brasil.Levo comigo pelo Brasil afora uma Mostra de Cinema com filmes de Mazzaropi, uma Exposição Fotográfica que conta a verdadeira história de Amácio mazzaropi e os shows um monólogo cômico musical onde conto texto escrito por ele Amácio mazzaropi, e canto suas musicas; o povo ama Mazzaropi. Ao todo já foram realizados 1.585 shows desde o primeiro em 10 de Setembro de 1.983 em Leme-SP o ultimo em São Paulo- Capital- 09 de Abril de 2.012-, relação completa das cidades no meu site. www.andreluizmazzaropi.com.br No mesmo período foram completados também 7.905 exibições de filmes do Mazzaropi. 1.976.250 pessoas assistiram as apresentações. A cada novo show, uma nova cidade, uma nova historia, mais pessoas ficam me conhecendo e eu a elas, as pessoas que tocam os departamentos de Cultura deste pais são verdadeiros heróis; pois sempre com muito poucos recursos (que são publico) muito pouco podem fazer, mas quando percebem a seriedade de meu trabalho, sempre dão um jeito de me contratar. Em 2.005, Minha conversão me levou á JESUS por isto, JESUS CRISTO É MEU SENHOR. Em 2.009 e 2010 Convênio celebrado entre nossa entidade a AJECA - ASSOCIAÇÃO CULTURAL DOS AMIGOS DO JECA com a Secretaria de Estado da Cultura do Governo do Estado de São Paulo nos levou á 25 cidades do Estado de São Paulo, um sucesso. Em 2011 novos sonhos, novas realizações, o lançamento e a retomada da PAM FILMES Cinema & Televisão, empresa que sucedi tendo adquirido os direitos de sucessores de Amácio Mazzaropi e da minha avó Clara Ferreira Mazzaropi. Onde pretendo levar novos artistas e novos talentos ao cinema brasileiro, workshoping, oficinas de cinema e artes serão realizadas por todo o Brasil. Neste primeiro dia do ano do Centenário de Amácio Mazzaropi 2.012 sinto que será meu ano abençoado. Em 2012 o filme O FILHO DO JECA será uma realidade; entre outros e DEUS me dando saúde irei percorrer em 2.012 o Brasil afora pelas cidades brasileiras e pelos 100 anos do nosso Amácio Mazzaropi. A começar por São Paulo terra natal de Amácio Mazzaropi na GALERIA OLIDO na Avenida São João ao lado do Cine Art Palacio. Onde ele fazia todo dia 25 de Janeiro o lançamento de seus filmes. E escrever um livro contando a verdadeira história de Amácio Mazzaropi diferente do que contaram escreveram e documentaram, Estaremos produzindo em sua homenagem um filme curta metragem com o diretor Alexandre Estevanato, vai ser uma surpresa. Em comemoração ao CENTENÁRIO de Amácio Mazzaropi conquistei o registro definitido da ANCINE – Agencia Nacional de Cinema da PAM FILMES CINEMA, Radio e Televisão Ltda objetivando dar inicio as nossas produções cinematográficas; A minha esposa Neusa Maria, meus filhos Andrezinho, Fernando, Priscila, Mariana e Andressa; meu irmão Jarbas Toledo, Carlos Garcia e Malu, que já se foram, o Paulo Celso, Matheus, Solange, Luiz Carlos, Bidu, Biju, Katia, Vania, Rodrigo, Jean, Jorge Kirilco, que me acompanham nesta grande jornada e aos meus fâns meu obrigado. André Luiz Mazzaropi O Filho do Jeca DEUS é fiel.
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Faltou o Expresso Polar! Lindo filme, muito lindo...!!! ^^
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Muito bom. Não conhecia esse filme de Buñel.
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Documentário de TV, apresentado por Peter Lawford, que entrevista Natalie Wood, Steve Allen, Sal Mineo entre outros. Um tributo especial à estrela imortal chamada James Dean, repleto de depoimentos reveladores e homenagens. Gênero: Documentário Diretor: Jack Haley Jr. Duração: 66 minutos Ano de Lançamento: 1974 País de Origem: USA   Assista Online  
| 347 ace
Como sei se os filmes que irei baixar são dublados ou legendados?
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Com certeza o filme mais emocionante é o de 1965 com Max von Sydow, e não importa que ele é o mais feio, mas que sua interpretação nos faz chorar
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1213. MARAVILHOSA,
MARAVILHOSA,
| 352 ace
Com lamentação não vi a esta fita nem O Sol é Para todos. Uma falha imperdoável para um cinéfilo como eu e como, também, fã do trabalho ee Kazan e do formidável ator Gregory Peck. Entretanto tenho toda ciência que se trata de dois esp´táculos de magnitude maior, os quais estarei correndo atrás para vê-los. jurandir_lima@bol.com.br
| 353 ace
o filme é sem legenda?
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Pier Maria Rossi foi a melhor atução!!!
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jamais ouve é avera uma deslumbrante mulher como merili,,,,,,, ela era a garora maravilhosa,,,
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1218. Obrigada!!
Obrigada!!
| 355 ace
Lindo este filme!!!!!!
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  Ficha Título Original:Jagte Raho Ano/País/Gênero/Duração: 1956 / India / Comédia Drama / 153min Direção:Amit Mitra Produção:Raj Kapoor Roteiro: Khwaja Ahmad Abbas Fotografia:Radhu Karmakar Música:Salil Choudhury Elenco: Raj Kapoor Nargis (cameo) Motilal Pradeep Kumar Sumitra Devi Sulochana Chatterjee Smriti Biswas Nemo Nana Palsikar Iftekhar Ahmed Daisy Irani   Sinopse Um camponês pobre (Kapoor) da aldeia, que vem para a cidade em busca de trabalho, está à procura de um pouco de água para saciar sua sede. Ele sem querer entra em um prédio de apartamentos, cujos moradores acham que ele é um ladrão e passam a persegui-lo.     Assista Online   Imagens
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Correção: Marlon Brando recusou o Oscar em 1973, quando ganhou por "O Poderoso Chefão" (Filme de 1972). Em 1974 ele apenas concorreu por "O Último Tango em Paris" (também de 1972), mas não levou.
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O ator Robert Powell consegue hipinotizar o telespectador com sua belíssima atuação. Sem dúvida a melhor interpretação de Jesus Cristo!!!
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Caramba! Gravei ontem "Os pássaros". Apreciei cada segundo hoje a tarde. Fiquei realmente emocionado com a beleza, a delicadeza e a classe de Tippi Hedren. Graças a Deus ela deixou uma memória eterna. Eu não sabia que ela é a mãe de Mellanie Grifith
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Sou fã do site. Aqui tem perolas do cinema praticamente impossiveis de se encontrar. Gostaria apenas de pedir se é possivel conseguirem as legendas em português. Muito Agradecido Otavio
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As loiras do diretor
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Sou apaixonada pelos papeis que intrer pretou nos filmes! Sou sua fã sempre...
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Filme bizarro, que parece conservar seu impacto gótico e dramático até hoje. Mankiewicz foi um diretor muito subestimado (especialmente pela crítica americana Pauline Kael, que disse algumas coisas muito pouco abonadoras sobre ele). O filme é ótimo e precisa ser visto (até porque o final é premonitório em relação a certas realidades desagradáveis do mundo homossexual, embora conserve certo racismo e xenofobia). Katharine Hepburn está maravilhosa.
| 362 ace
gosto muito do filme o garoto, lembro muito e gostaria muito de rever mais naum sei onde achar da uma dica!
| 362 ace
Nos filmes disponíveis para download, você poderia informar em que idioma está a legenda, isto é de muita importância. Grato, Ademir
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Onde está escrito Doris Dowling leia-se Veronica Lake em "A Dália Azul"
| 365 ace
Oi, queria saber se vocês podem atualizar o link desse download. Não estou conseguindo baixar. Obrigada. Resposta: link atualizado. obrigado!
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Título Original:Men of Boys Town Ano/País/Gênero/Duração:1941 / EUA / Drama / 106min Direção:Norman Taurog Produção: John W. Considine Roteiro:James Kevin McGuinness Fotografia: Harold Rosson Música:Herbert Stothart Elenco Spencer Tracy ... Father Flanagan Mickey Rooney ... Whitey Marsh Bobs Watson ...Pee Wee Larry Nunn ... Ted Martley Darryl Hickman ... Flip Henry O'Neill ... Mr. Maitland Mary Nash ... Mrs. Maitland Lee J. Cobb ... Dave Morris   Sinopse O Sr. E a Sra. Maitland dão a Ted, um menino deficiente físico, um cachorro e oferecem arcar com os custos de uma operação para curá-lo, mas adotam Whitey. Whitey vai visitar Flip, um amigo na Escola / Reformatório, que furta seu carrinho. Flip rouba também dinheiro e ambos retornam para Escola / Reformatório. O Padre Flanagan / Spencer Tracy, luta contra as condições oferecidas pela escola, e os meninos são liberados e entregues à sua guarda. O cachorro de Ted morre, mas ele ganha uma operação e consegue andar. Os Maitlands, pagam integralmente as contas para a Cidade de Meninos. Spencer Tracy e Mickey Rooney, ambos ganharam o Oscar em 1938, pelos seus desempenhos, na comovente história do Padre Flanagam e os jovens delinquentes, em 1938.   ASSISTA ONLINE      
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Ficha Título Original:Sujata Ano/País/Gênero/Duração:1960 / India / Romance / 161min Direção: Bimal Roy Produção:Bimal Roy Roteiro: Nabendu Ghosh Fotografia:Kamal Bose Música:Sachin Dev Burman Elenco: Nutan ... Sujata Sunil Dutt ... Adhir Shashikala ... Rama Chowdhury Lalita Pawar ... Giribala (Buaji / aunt) Tarun Bose ... Upendranath Chowdhury Sulochana Latkar ... Charu Chowdhury (as Sulochana) Asit Sen ... Pandit Bhawani Shankar Sharma   Sinopse Sujata foi adotada pela família Chowdhury, que consiste do pai Upendranath; da mãe Charu; mãe e uma filha, Rama, e é tratada como uma filha. Sujata cresce cuidando da casa e leva uma vida muito confortável. Sujata e Rama chegam à idade de casar. É esperado que o jovem Adhir se case com Rama, mas ele se apaixona pela doce Sujata assim que a conhece. Quando ele informa sua tia de sua decisão, ela fica estupefata, pois sabe que Sujata não é somente de uma casta inferior: é uma intocável. Todos vão contra a unirão. Poderão Sujata e Adhir ficar juntos ou serão mais duas vítimas do sistema de castas?     Assista Online   Imagens
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Infelizmente este instante faz parte de quem vive. No entanto, ainda que tendo uma vida longa e muito boa, além de digna, não devo deixar este momento passar em branco sem por aqui os meus sentimentos sinceros pela perda de mais um formidável ator. Vi muitos filmes seu. E o homem sempre me surpreendia em talento a cada nova interpretação. Estamos perdendo tudo o que o cinema nos ofertou de bom. A era dos enormes astros vai se findando e vamos ter que seguir nos consolando com os Brad Pitt da vida. jurandir_lima@bol.com.br
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Olá posters., Gostaria de pedir gentilmente para que vocês postem o link para download válido para este filme, pois só acho ele neste site, que, por sinal é o melhor que há em se tratando de clássicos. Parabéns. Resposta: Link atualizado. Obrigada!
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Meu ator favorito em uma de suas derradeiras incursões no cinema. Um bom filme, embora Philiph Dunne não fosse o nome ideal para conduzir este trabalho, mesmo assim saindo-se com alguma satisfação. Não sei o porque de Spencer Tracy negar-se a fazer este filme alegando a falta de talento de Suzy Parker, que era uma mulher bela e que não mostrava os ares que o bom Tracy via. Enfim... jurandir_lima@bol.com.br
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Jenifer não está mal, porem ainda a prefiro como a mestiça sedutora de Duelo ao Sol ou a enfermeira de Adeus Às Armas ou ainda em Suplicio de Uma Saudade. Possivelmente Gene Tierney caisse melhor no papel, já que tem o poder e talento de destilar a fisionomia que deseje em cena, independente de uma beleza irreparável e um talento incontestável. jurandir_lima@bol.com.br
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  Ficha Título Original:Shree 420 Ano/País/Gênero/Duração: 1955 / India / Musical Drama Romance / 168min Direção:Raj Kapoor Produção:Raj Kapoor Roteiro: Khwaja Ahmad Abbas Fotografia:Radhu Karmakar Música:Jaikishan Dayabhai Pankal Elenco: Nargis as Vidya Raj Kapoor as Ranbir Raj Lalita Pawar as Ganga Mai Nadira as Maya Nemo as Seth Sonachand Dharmanand Iftekhar as Police Inspector (cameo)   Sinopse Raj, rapaz humilde e honesto do interior, viaja para Bombay a pé para ganhar a vida. Apaixona-se pela pobre e virtuosa Vidya, mas corre o risco de perder esse amor ao ser seduzido pelo estilo de vida luxuoso e desonesto da grande cidade.     Assista Online   Imagens
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John Cassavestes foi sempre um ator de forte personalidade e dono de um talento grandioso, performance que arrastou para tras das cameras criando obras de intenso realismo e com fundos dramáticos e fortes. Quem não assistiu Gloria, com uma majestosa direção deste formidável ex-ator e com sua esposa Gena Rowlands numa interpretalção de meter inveja? jurandir_lima@bol.com.br
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  Ficha Título Original: McLintock! Ano/País/Gênero/Duração: 1963 / EUA / Comedia Romance Western / 127min Direção: Andrew V. McLaglen Produção: Michael Wayne Roteiro: James Edward Grant Fotografia: William H. Clothier Música:Frank De Vol Elenco: John Wayne ... George Washington McLintock Maureen O'Hara Maureen O'Hara ... Katherine Gilhooley McLintock Patrick Wayne ... Devlin Warren Stefanie Powers ... Becky McLintock Jack Kruschen ... Jake Birnbaum Chill Wills ... Drago Yvonne De Carlo ... Mrs. Louise Warren Jerry Van Dyke ... Matt Douglas Jr. Edgar Buchanan ... Bunny Dull   Sinopse   É contado alguns dias da vida atribulada do poderoso barão do gado George Washington McLintock, dono de metade da cidade de McLintock e de todo o gado e terras da região. Sua esposa saíra do rancho há dois anos por suspeita de adultério dele e agora volta pedindo a assinatura do divórcio, no momento em que a filha também retorna para a casa, depois de ter estudado em faculdade de Nova Iorque. McLintock e a esposa ainda se gostam, mas não admitem. Além da família, o rancheiro ainda ajuda dois imigrantes, mãe e filho, dando-lhes empregos, e remanescentes de índios Comanches, antigos inimigos mas que agora se respeitam mutuamente. Os problemas e as confusões irão ser resolvidas no feriado de 4 de julho, comemorado por toda a cidade.   Assista Online (legendado)       Imagens
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Quero saber como faço para adquirir alguns dos dvds de Deanna Durbin.
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legal pra caramba
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Quase não tenho duvidas que foi o melhor filme de 1957, um ano maravilhoso para o cinema com filmes de teor de alta magnitude. Porém A Caldeira foi um drama denso, muito bem feito, com um visual eletrizante e com Lana Turner no topo de sua beleza e profissionalismo, desfilando talento e pondo este drama num patamar tão elevado que nem mesmo os seus criadores esperavam alcançar. O sucesso desta fita foi tamanha que terminou virando um seriado, que galgou o mesmo sucesso de seu original. jurandir_lima@bol.com.br
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Faltou a Anne Baxter e a Debra Paget.
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MUITO BOM ESTES FILMES RAROS E ANTIGOS
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Um trabalho menor de Hawks, assim como de Bogart. Salva-se a beleza mágica de Bacall e muito pouco mais. Até Uma Aventura na Martinica, que é também um filme pequeno de ambos, é uma pelicula superior a este. jurandir_lima@bol.com.br
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Carla ! Eu quero entrar em contato com voce ! Eu sou amante do cinema clássico e estou criando um blog para colocar no ar. me apaixonei quando vi o teu site .....e gostaria que vc me desse algumas sugestoes do blog ... se eu coloco sobre os ícones falecidos e a biografia deles ? Aguardo vc Beijos .
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Gênero: Documentário Diretor: Mimi Freedman Duração: 87 minutos Ano de Lançamento: 2005 País de Origem: USA Idioma do Áudio: Inglês   Biografia incrementada do astro Steve McQueen. Recheada com depoimentos de amigos, colegas, diretores, ex-namoradas e com edição caprichada. O filme, feito para o canal de TV a cabo Turner Classics, traça um perfil bem completo do lendário ator. Sem ser tendencioso, acaba sendo bem interessante e importante, nos seus praticamente 90 minutos de de duração.   ASSISTA ONLINE  
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Adore o post, Carla. Nada sabia sobre Langdon. O Falcão Maltês
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  Ficha Título Original:Laugh, Clown, Laugh Ano/País/Gênero/Duração: 1928 / EUA / Drama / 73min Direção:Herbert Brenon Produção:Irving Thalberg Roteiro: David Belasco Fotografia:James Wong Howe Música:H. Scott Salinas Elenco: Lon Chaney as Tito/Flick Loretta Young as Simonetta Nils Asther as Count Luigi Ravelli Bernard Siegel as Simon Cissy Fitzgerald as Giacinta Gwen Lee as Lucretia   Sinopse Durante uma viagem, os palhaços Tito e Simon encontram uma menina abandonada, a quem dão o nome de Simonetta. Quando ela cresce, torna-se artista de circo. Um dia, à procura de rosas, ela chega até o jardim do conde Luigi Ravelli, que se apaixona por ela. Algum tempo depois, Ravelli consulta um médico por conta de seus acessos incontroláveis de riso, e é aí que conhece Tito, que procura ajuda para seus acessos incontroláveis de choro. Os dois decidem ajudar um ao outro e estabelecem uma amizade, mas começam a surgir problemas quando percebem que ambos estão apaixonados por Simonetta.     Assista Online   Imagens
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  Ficha Título Original:Chori Chori Ano/País/Gênero/Duração: 1956 / India / Musical Romance / 158min Direção:Anant Thakur Produção:L.B. Lachman Roteiro: Agha Jani Kashmiri Fotografia:V.N. Reddy Música:Jaikishan Dayabhai Pankal Elenco: Nargis ... Kammo Raj Kapoor ... Sagar / Sultana Daku Gope ... Seth. Girdharilal Master Bhagwan ... Bhagwan Pran ... Sumankumar David Abraham ... Banwarilal (as David) Mukri ... Madarilal (as Muqri) Raj Mehra ... Editor Indira Bansal ... Shayar's wife Amir Banu ... Madarilal's wife (as Ameer Banoo) Rajasulochana ... Bhagwan's wife (as Raja Sulochana) Neelam ... Girdharilal's Secretary Johnny Walker ... Shayar Maruti ... Postal Employee   Sinopse Kammo é filha do grande empresário Girdharilal, que não está contente com o noivo que ela escolheu: o piloto Suman. E por causa disso ela foge do navio em que ela está, nada até a cidade mais próxima (Madras) lá liga para Suman e descobre que ele está em Bangalore e pega um ônibus para lá e encontra o escritor Sagar.     Assista Online   Imagens
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Odisséia não é um filme ruim e nem o melhor trabalho de Kubrick, no meu ver. Ele é um filme difícil de entender, porém belo, bem feito e de um ineditismo sem par para a época em que foi feito. Ele tem uma beleza visual impressionante, uma musica arrebatadora e é muito impressionante. Mas ainda fico com Laranja Mecanica, O Grande Golpe e Lolita à frente deste. jurandir_lima@bol.com.br
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eu adoro os filmes
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Muito bom. Realmente tudo sobre Vivien. O Falcão Maltês
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Melhores curtas de Chaplin são: vida de cachorro; ombros, armas! ; idílio campestre; um dia de prazer; clássicos vadios; dia de pagamento; pastor de almas, todos lançados no Brasil pela Warner, da mk2 em DVD duplo.
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Título Original:Cat People Ano/País/Gênero/Duração: 1942 / EUA / Horror Mistério / 73min Direção:Jacques Tourneur Produção:Val Lewton Roteiro: DeWitt Bodeen Fotografia:Nicholas Musuraca Música: Roy Webb Elenco Simone Simon ... Irena Dubrovna Reed Kent Smith ... Oliver Reed Tom Conway ... Dr. Louis Judd Jane Randolph ... Alice Moore Jack Holt ... The Commodore Sinopse Irena Dubrovna é uma sérvia que trabalha com desenho de moda. Ela e o americano Oliver Reed se conhecem num zoológico, se apaixonam e casam-se. Mas logo começam a ter problemas, quando Irena acredita ser descendente de uma raça de mulheres-monstros que se transformam em onça negras sedentas por sangue assim que são beijadas ou sentem ciúmes. O filme se encerra com alguns versos dos Sonetos Sacros de John Donne. ASSISTA ONLINE      
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Olá, a legenda está disponibilizada em inglês e espanhol. Por enquanto não temos em português.
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A MAIOR ESTRELA DO CINEMA EM TODOS OS TEMPOS
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Vocês podem disponibilizar este filme via TORRENT?
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obrigado pela disponibilidade do filme que está que otima qualidade porque tenho escasso conhecimento do INGLES tenho procurado legendas em Portugues (BR ou PT). poderão ajudar? cumprimentos Fernando
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  Produzido originalmente para o canal TCM, foi indicado ao prêmio Emmy de 2004 na categoria Melhor Documentário. Mostra a vida de Cary Grant de forma diferente dos documentários biográficos normais feitos para a tv, onde se discute até sua provável bissexualidade. O filme apresenta entrevistas com duas das esposas de Grant, Betsy Drake e Barbara Grant, sua viúva, e vários diretores e coadjuvantes. Narração de Helen Mirren.Legendado em português.   Assista Online  
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Sidney Lumet foi sempre um diretor de mão cheia e todos seus trabalhos são dispensáveis de avaliação. É seguro, conduz bem uma história e é um bom diretor de atores, embora aqui, com este elenco fantastico, devesse ter tido trabalho algum com os mesmos. Resultado; um filme que permanece atual e nem sua versão de cinquenta anos depois o abalou. jurandir_lima@bol.com.br
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Robert Powell consegue hiponitizar o telespectador com sua belíssima interpretação. Sem dúvida a melhor interpretação de Jesus Cristo!!!!!!
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Dificil fazer seleção para comentar qualquer trabalho deste magnifico diretor. Ele foi perfeito em todos os seus trabalhos e deu a Marlon Brando o melhor papel que este desempenhou em sua carreira que foi o de Emiliano Zapata em Viva Zapata. Não que outros trabalhos deste ator com o mesmo diretor mereça esquecimento ou sejam irrelevantes. Mas no filme de 1952 Brando tem, de fato, um desempenho magistral, como é magistral o filme e todos que nele trabalharam. jurandir_lima@bol.com.br
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Não gosto desta fita, apesar de tantos elogios, premios e sucesso. Dmytryk está muito distante de seu grande sucesso A Lança Partida onde, ao contrário do elenco deste, A Arvore da Vida, todos estão muito bem, principalmente Spencer Tracy, que dá uma aula de interpretação, coisa que não consigo ver no filme em comentário. jurandir_lima@bol.com.br
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1266. obrigada*
obrigada*
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eu gostei muito
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Carmen apenas nasceu em Portugal. Veio para o Brasil ainda criança de colo. Nunca mais voltou ao local de origem desde então. Quando perguntada sobre sua nacionalidade, dizia com todas as letras que era sim, BRASILEIRA.
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Sinceramente, um pequeno trabalho de Penn, um filme que podia ser evitado de fazer e uma grande decepção, tendo em vista os dois que encabeçam o elenco. jurandir_lima@bol.com.br
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Sua vida pessoal parece mais com um drama de hollywood, mas isso ele nunca deixou transparecer para a tela. Enfim, foi e ainda é um dos melhores astros que o cinema americano conheceu. Valeu Clarck !!!!!!!!!!
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os links para download não estão funcionando, em vários filmes. por gentileza, poderia arrumar. obrigada
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Gênero: Documentário Diretor: Peter Bogdanovich Duração: 110 minutos Ano de Lançamento: 2006 País de Origem: EUA Idioma do Áudio: Inglês   John Ford é considerado pela crítica especializada o diretor norte-americano mais importanten da história. Seu legado nos ajuda a compreender com maior profundidade não só a história dos Estados Unidos como também do cinema. O documentário conta com os depoimentos de Walter Hill, Clint Eastwood, Martin Scorsese e Steven Spielberg, entre outros conhecedores e admiradores do grande mestre.   ASSISTA ONLINE  
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  Documentário sobre Howard Hawks, incluindo cenas de Hawks que comenta seus filmes e muitos clipes de seus mais conhecidos momentos. Legendado em português.   Assista Online
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Ficha Título Original:Agnes of God Ano/País/Gênero/Duração:1985 / EUA / Drama Suspense / 98min Direção:Norman Jewison Produção:Norman Jewison Roteiro:John Pielmeyer Fotografia:Sven Nykvist. Elenco: Jane Fonda .... dra. Martha Livingston Anne Bancroft .... madre Miriam Ruth Meg Tilly .... irmã Agnes Anne Pitoniak .... mãe da Dra. Livingston Winston Rekert .... detetive Langevin Gratien Gélinas .... padre Martineau Guy Hoffman .... juiz Joseph Leveau Gabriel Arcand .... monsenhor Françoise Faucher .... Eve LeClaire Jacques Tourangeau .... Eugene Lyon   Sinopse   A psiquiatra Martha Livingston é enviada a um convento pelo juiz Joseph Leveau para investigar a morte do fruto da suposta concepção virginal da freira noviça Agnes. A psiquiatra tem dificuldade em solucionar o caso, enquanto a madre superiora Miriam Ruth acredita que a gravidez seria um milagre.   Assista Online         Imagens
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  Ficha Título Original: Saagar Ano/País/Gênero/Duração:1985 / India / Drama Romance / 186min Direção:Ramesh Sippy Produção:G.P. Sippy Roteiro:Javed Akhtar Fotografia:S.M. Anwar Música:Rahul Dev Burman Elenco: Kamal Haasan como Raja Rishi Kapoor como Ravi Dimple Kapadia como Mona D'Silva Nadira como Miss Joseph Saeed Jaffrey como o Sr. D'Silva Madhur Jaffrey como Kamladevi AK Hangal como Baba Shafi Inamdar como Vikram Satish Kaushik como Batuk Laal Kiran Vairale como Maria Lilliput como Cheena Goga Kapoor como Thekedaar Balu Gaikwad como Bhikari   Sinopse Mona (Dimple Kapadia) tem um pequeno restaurante em Goa . Raja (Kamal Hassan) é um bom amigo e apaixonado por ela, mas é incapaz de professar seus sentimentos. Ravi (Rishi Kapoor), vindo de uma rica família industrial muda-se para Goa e inicia um romance com Mona. mas a avó de Ravi se opõe ao seu amor por causa das diferenças de classe.     Assista Online   Imagens
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Até parece que foi coisa acertada. Como é possível um ano (1939) ser responsável por quase tudo de bom que o cinema já criou?! So faltou ser ano de Duelo Ao Sol , Da Terra Nascem Os homens e Ben Hur para ficar mais completo. Mas o que ele nos feu foi suficiente, senão não sobraria nada para os outros anos. jurandir_lima@bol.com.br
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porhue eu gosto de filmes antigos obrigado por telo
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foi um dos melhores filme que ja vi . gostaria de conhecer leonard whiting e olivia hussey , seria meu maior sonho.
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Um dos meus faroestes de preferencia. Aliás, situa-se dentro dos 5 melhores que vi. Gary Cooper está sobertbo, Karl Malden excelente como sempre e Maria Shell tão linda quanto em Cimarrom. Quero aqui deixar um lembrete sobre este maravilhoso diretor Delmer Daves que, em tudo onde pôs a mão nos presenteou com espetáculos que não permite quem quer que seja ponha reclamações. Posso citar alguns de seus trabalhos para clarear; A Ultima Carroça, Homens das Terras Bravas, Ao Despertar da Paixão, Como Nasce um Bravo e Galante e Sanguinário. jurandir_lima@bol.com.br
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Maior cineasta italiano de todos os tempos, Federico Fellini (1920/1993,) tem a trajetória contada no documentário A magia de Fellini, de Carmen Piccini. O especial reúne entrevistas, fotografias e trechos de filmes, além de depoimentos de Anita Ekberg, Martin Scorsese, Ettore Scola, Giuseppe Tornatore, Nino Rota, Roberto Benigni, Woody Allen e Claudia Cardinale. Também traz a última entrevista concedida por Anthony Quinn, que morreu em 2001.   ASSISTA ONLINE  
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  Ficha Título Original:Titanic Ano/País/Gênero/Duração:1953 / EUA / Drama / 98min Direção:Jean Negulesco Produção:Charles Brackett Roteiro:Charles Brackett, Richard L. Breen e Walter Reisch Fotografia:Joseph MacDonald Música:Sol Kaplan Elenco: Clifton Webb...Richard Ward Sturges Barbara Stanwyck...Julia Sturges Robert Wagner...Gifford "Giff" Rogers Audrey Dalton...Annete Sturges Thelma Ritter...Maude Young Brian Aherne...Capitão Edward John Smith Richard Basehart...George S. Headley Allyn Joslyn...Earl Meeker Harper Carter...Norman Sturges James Todd...Sandy Comstock Frances Bergen...Madeleine Astor William Johnstone...John Jacob Astor James O´Hara...Devlin Charles B. Fitzsimons...Chefe Wilde Guy Stanging Jr....George D. Wildener Barry Bernard...Oficial Murdock Helen Van Tuyl...Ida Straus Marta Mitorvich...Jean Uzcadum   Sinopse Júlia Sturges, uma dama norte-americana da alta sociedade inglesa, embarca no Titanic acompanhada pelos filhos, Annette e Norman, e deixa para trás o marido, Richard Ward Sturges, pois, está cansada do estilo sofisticado dele e planeja voltar a viver nos Estados Unidos com os filhos. Richard compra uma passagem de um passageiro basco no último minuto e embarca atrás da família. Enquanto isso, o capitão Smith ignora os riscos de avisos de icebergs e continua com a embarcação em alta velocidade pela perigosa rota. Dentre os passageiros estão ainda a milionária Maude Young (inspirada em Margaret Brown), o estudante universitário Gifford (que se apaixona por Annette) e o ex-padre alcoólico George Headley.     Assista Online   Imagens
| 410 ace
Welles perdeu a mão nesta fita que, alíás, não tinha muito a apresentar senão a invenção de fazer uma fita para exibir sua bela esposa Rita. E fato que não conseguiu, pois a beleza dela, que tentou exibir, foi mal apanhada e ficando distante anos luz da sedutora e bela Rita de Sangue e Areia/40 e até mesmo de Carmem/46. jurandir_lima@bol.com.br
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Sou capaz de afirmar que o discurso feito por Brando ( M Antonio) nas escadarias do palacio é o seu maior momento no cinema, apesar de o elogiarem à exaustão por sua atuação em Uma Rua Chamada Pecado. Não vi esta fita, mas acho oportuno por meu elogio ao grande ator por sua interpretação em Julio César, uma obra de extremo significado na filmografia, não apenas do ator, como do seu diretor Mankiewicz. jurandir_laima@bol.com.br
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Sempre valorizei o cinema Nacional, assistindo às comédias de Ankito, Oscarito e outros comediantes. Vi quase todas elas, mas suportar Dercy Gonçalves é de doer. Não via aos seus filmes por declarada antipatia à mesma. jurandir_lima@bol.com.br
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Um espetáculo de exuberante beleza, com magnificas interpretações e com um cenário acima de deslumbrante. É considerado a obra prima de Lean, o que eu não concordo, pondo em primeiro lugar em sua megalomania nas produções, A Filha de Ryan. Este sim, no meu ver seu melhor trabalho. jurandir_laima@bol.com.br
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Jerry Lewis, um dos melhores comediantes que o cinema produziu, era muito bom ao lado de Dean Martin e ficou melhor ainda depois que a dupla se separou, criando trabalhos fantásticos como Bagunceiro Arrumadinho, O Terror das Mulheres e O Professor Aloprado. No meu ponto de vista, somente perdeu o trono para Charles Chaplin. jurandir_lima@bol.com.br
| 420 ace
Na vida pessoal um drama hollydiano. Mas foi um dos maiores astros americanos que já conhecemos. Valeu Clarck !!!!!!!!
| 420 ace
  Ficha Título Original: Anari Ano/País/Gênero/Duração:1959/ India / Drama Musical / 166min Direção:Hrishikesh Mukherjee Produção:L. B. Lachman Roteiro:Inder Raj Anand Fotografia:Jaywant Pathare Música:Jaikishan Dayabhai Pankal Elenco: Raj Kapoor ... Raj Kumar Nutan ... Aarti Sohanlal Lalita Pawar ... Mrs. L. D'Sa Shubha Khote ... Asha Motilal ... Seth. Ramnath Sohanlal Mukri ... Kamdaar Nana Palsikar ... Evil Priest Ruby Mayer ... Girl's College Facilitator   Sinopse Raj Kumar é um bom rapaz que é pintor e está desempregado. Ele vive como inquilino na casa da Sra. D’sa, uma senhora muito mal-humorada que vive brigando com Raj, mas o ama como a um filho. Raj Kumar conhece Aarti quando ela está fugindo de sua aula de etiqueta, e ela se apresenta a ele como Asha, empregada de uma família rica. A verdade é que Asha é a criada de Aarti, que fingiu ser pobre e trabalhadora para que Raj Kumar a ajudasse a fugir. Aarti (ainda fingindo ser Asha) o convida para ir à sua casa pintar o retrato de sua “patroa”, apenas para poder dar seu próprio dinheiro a ele. Quando Raj Kumar recebe, dá o dinheiro à Aarti para ajudar a mãe doente que ela havia dito ter. Aarti fica encantada com a bondade e honradez daquele homem, os dois passam mais tempo juntos e acabam por se apaixonar. Por outro lado, o tio de Aarti, Seth. Ramnath Sohanlal também conhece o caráter de Raj Kumar quando o rapaz lhe devolve uma carteira cheia de dinheiro. Ele emprega o rapaz em sua empresa e os dois mantém uma boa relação, até descobrir do relacionamento entre ele e sua sobrinha.     Assista Online   Imagens
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Onde está escrito Lucille Ball leia-se Gloria Swanson em "Crepúsculo dos Deuses"
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  Ficha Título Original: L'homme qui aimait les femmes Ano/País/Gênero/Duração: 1977 / França / Comédia Drama Romance / 120min Direção: François Truffaut Produção: Marcel Berbert e François Truffaut. Roteiro: Michel Fermaud, Suzanne Schiffman Fotografia: Néstor Almendros Elenco: Charles Denner…Bertrand Morane Brigitte Fossey…Geneviève Bigey Nelly Borgeaud…Delphine Grezel Geneviève Fontanel…Hélène (creditada como Genevieve Fontanel) Leslie Caron…Véra Nathalie Baye…Martine Desdoits Valérie Bonnier …Fabienne (creditada como Valerie Bonnier) Jean Dasté…Doutor Bicard François Truffaut…Homem no funeral (não creditado)   Sinopse Na cidade francesa de Montpellier, em dezembro de 1976, ocorre o funeral de Bertrand Morane que é assistido por um grande número de mulheres. A história do homem é mostrada em flashback. Morane é um homem de meia-idade que trabalha num laboratório onde faz experimentos sobre aerodinâmica de aviões e embarcações. Quando não está trabalhando, ele persegue compulsivamente várias mulheres que encontra nas ruas ou conhece em lojas ou escritórios. Ele vai atrás de uma que viu apenas as pernas e anota a chapa do carro. Ele tenta de todas as formas conseguir o nome dela e até choca seu carro contra um poste, tentando obter da seguradora a informação sob a alegação de que ela causara o acidente. Enfim uma funcionária da seguradora ouve suas reclamações e lhe dá o endereço, mas Morane não consegue se encontrar com a mulher pois o carro era de uma parente dela. Logo depois ele vai até a funcionária da seguradora e consegue um encontro. Ele tenta uma relação com a dona de uma loja (Hélène), que vestia um manequim com lingerie preta. Os dois saem mas a mulher não quer continuar a se encontrar com ele pois diz ser atraida só por homens mais jovens. Essa decepção o faz iniciar um livro, contando sua vida. Ele fala da mãe, da primeira namorada de adolescência e de sua primeira relação em um prostíbulo. Pouco depois, um policial o avisa que Delphine, esposa de médico que fora sua amante, saira da prisão e procura por ele. Em uma consulta médica, Morane descobre que contraira uma doença venéria mas não sabe dizer de quem pegou pois havia dormido com seis mulheres no espaço de apenas doze dias. Morane envia seu manuscrito a uma editora de Paris e a funcionária Genevieve aceita publicá-lo, sem antes também dormir com ele.     Assista Online    
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  Ficha Título Original: Carmen Jones Ano/País/Gênero/Duração: 1954 / EUA / Musical / 105min Direção: Otto Preminger Produção: Otto Preminger Roteiro: Harry Kleiner Fotografia: Sam Leavitt Elenco: Carmen Jones — Dorothy Dandridge, dublada por Marilyn Horne Joe — Harry Belafonte, dublado por LeVern Hutcherson Husky Miller — Joe Adams, dublado por Marvin Hayes Cindy Lou — Olga James Frankie — Pearl Bailey Mert — Diahann Carroll Sargento Brown — Brock Peters A avó de Carmen — Madame Sul-Te-Wan     Sinopse   ma ardente e sexy criatura cativa Joe, um soldado atraente, que está longe de sua amada. Após uma briga fatal com seu sargento, Joe deserta seu regimento com sua excitante 'femme fatale'. Porém, logo Carmen se cansa dele e se une a um lutador peso-pesado, disparando a trágica vingança de Joe. Assista Online         Imagens  
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ótima atriz, já assistir alguns filmes dela, todos com grandes atuações.
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Um Super-Faroeste dirigido a várias mãos e estrelado pelos maiores atores da atualidade em Hollywood. Não alcançou o sucesso esperado e não foi na verdade tudo o quanto desejavam que fosse, apesar de assistível sem muitas reclamações, com alguns bons momentos, com boas interpretações e com um tema musical até hoje muito ouvido. jurandir_lima@bol.com.br
| 426 ace
1294. otimo
otimo
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Título Original: The Two Mrs. Carrolls Ano/País/Gênero/Duração: 1947 / EUA / Drama Noir Policial / 99min Direção: Peter Godfrey Produção: Jack L. Warner Roteiro: Thomas Job Fotografia: J. Peverell Marley Música: Franz Waxman Elenco Humphrey Bogart... Geoffrey Carroll Barbara Stanwyck... Sally Morton Carroll Alexis Smith... Cecily Latham Nigel Bruce... Dr. Tuttle Isobel Elsom... Mrs. Latham Patrick O'Moore... Charles Pennington Ann Carter... Beatrice Carroll Anita Sharp-Bolster... Christine Barry Bernard... Horace Blagdon   Sinopse Humphrey Bogart representa o papel de Geoffrey Carroll, um artista de personalidade complexa e demonstrando transtorno mental, conhece Sally (Stanwick), de férias no lugar. Começa um romance entre ambos, mas ele não conta a ela que já era casado. Passando por uma crise psicótica, Geoffrey volta para casa onde ele pinta sua esposa como o anjo da morte e imediatamente a envenena. Casa-se, em seguida, com Sally, mas após algum tempo, ele tem necessidade urgente de pintá-la também como o anjo da morte e a história parece vai se repetir.   ASSISTA ONLINE      
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Os dois estão apaixonados.
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Maravilhoso filme. Todos deveriam vê-lo, pois permanece atualíssimo. Só lamento a exclusão de DANNY KAYE da ficha técnica porque seu personagem é muito importante na cena do julgamento; além disso o ator dá um show de interpretação.
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Ficha Título Original: Údolí vcel Ano/País/Gênero/Duração: 1968 / Tchecoslováquia / Drama História / 97min Direção: Frantisek Vlácil Produção: Vera Kadlecova Roteiro: Vladimír Körner Fotografia: Frantisek Uldrich Música: Zdenek Liska Elenco: Petr Cepek ... Ondrej Jan Kacer ... Armin Vera Galatíková ... Lenora Zdenek Kryzánek ... Lord of Vlkov Miroslav Machácek ... Brown Friar Josef Somr ... Rotgier Václav Kotva ... Farmer Jana Hlavácková ... Blind Girl Frantisek Kovárík ... Shepherd Josef Kotapis ... A Collier Petr Sedlák ... A Collier Ludvík Volf ... A Hunter Ladislav Gzela ... Jakub Petr Stepánek ... Markvart     Sinopse   epois de seu pai se casar com uma esposa adolescente, Ondroej é enviado para um internato religioso. Após alguns anos lá, ele começa a refletir sobre questões existenciais e suas crenças, resolve então fugir e voltar para casa. Explorando a natureza da fé e da dúvida o diretor tcheco Frantisek Vlacil constrói uma obra poética ambientada na Idade Média.   ASSISTA ONLINE       Imagens
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causa da morte charlie Chaplin faleceu no dia de Natal (25 de Dezembro) de 1977 em Vevey, Suíça e foi enterrado no Cemitério Corsier-Sur-Vevey em Corsier-Sur-Vevey, Vaud, Suíça. Depois meses depois, em 3 de Março de 1978, seu corpo foi roubado do cemitério, numa tentativa de extorquir dinheiro de sua família. O plano falhou, e os ladrões foram capturados e o corpo recuperado onze semanas depois, no Lago Geneva. Há uma famosa estátua de Chaplin em Vevey.
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Nunca fui ´fã de Davis, achando-a sempre esnobe demais e com ares de dona do mundo. Entretanto tenho de dar meu braço a torcer sobre esta fita, onde ela tem um desemprnho digno de Oscar, além de Wyller mostrar porque era o diretor cultuado que era. Um filme perfeito, com uma trama brilhantemente criada e com seu desenrolar que não nos deixa desgrudar os olhos da tela. Magnifico! jurandir_lima@bol.com.br
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Filme lindo d+,
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Que dó! Estava Louco para ver o filme! Pena que não deu para baixar! Buáááááá Mas de qualquer maneira! Parabéns pelo site... meu E-mail rafaelpmmg@yahoo.com.br Se conseguirem colocar o filme novamente para download sem dar erro, por favor me avisem.... amo filmes antigos Um grande abraços a todos!
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Acabo de vê-lo esta tarde cantando Frank Sinatra, Mike Jackson em frente ao Azul Marinho no Arpoador. Fiquei em dúvida da veracidade do que estava dizendo, inclusive que tem 100 anos. Pedi para ver sua identidade. Os tempos de glória se foram!!!...
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  Ficha Título Original: Fatty's Faithful Fido Ano/País/Gênero/Duração: 1915 / EUA / Comédia curta / 25min Direção: Roscoe 'Fatty' Arbuckle Produção: Mack Sennett Elenco: Roscoe 'Fatty' Arbuckle - Fatty Minta Durfee - Fatty's girl Al St. John - His Rival Joe Bordeaux - At the dance Glen Cavender Charley Chase - Fight spectator Luke the Dog - Luke Ted Edwards - Gymnasium Man Frank Hayes - One Lung Charles Lakin - Coat Check Attendant Leo White - Hat check clerk     Sinopse   Comédia curta dirigida e estrelada por Roscoe Arbuckle.  
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Ficha Título Original:Tri orísky pro Popelku Ano/País/Gênero/Duração:1973 / Tchecoslovaquia / Drama Fantasia Familia / 75min Direção:Václav Vorlícek Roteiro: Bozena Nemcová e Frantisek Pavlícek Fotografia:Josef Illík Música:Karel Svoboda Elenco: Libuše Šafránková (Popelka/Aschenbrödel) Pavel Trávníček (Prince) Carola Braunbock (Mother) Daniela Hlaváčová (Dora) Rolf Hoppe (King) Karin Lesch (Queen) Vladimír Menšík (Vincek) Jan Libíček (Preceptor) Míla Myslíková (Housekeeper) Vítězslav Jandák (Kamil) Jaroslav Drbohlav (Vítek) Helena Růžičková (Princess Droběna)   Sinopse Popelka é uma valente garota que vive com sua madrasta e suas meias-irmãs. Quando um lindo príncipe aparece, sua vida muda completamente. Porém, ela não se apaixona imediatamente por ele. Ao invés de animais mágicos, Popelka possui três nozes mágicas. Uma vez quebradas, elas realizam seus desejos. Filme baseado no conto de fadas de Božena Němcova.     Assista Online   Imagens
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Gênero: Documentário Diretor: Richard Schickel Duração: 69 minutos Ano de Lançamento: 1997 País de Origem: USA Idioma do Áudio: Inglês Documentário sobre a vida do lendário ator e diretor Clint Eastwood. Um perfil de sua carreira, desde o início, na Universal, até sua glória como um superastro e premiado diretor. Escrito, produzido e dirigido por Richard Schickel, crítico da revista TIME e autor da biografia autorizada "Eastwood". A narração é de John Cusack, e o próprio Eastwood participa repassando sua carreira em detalhes.   ASSISTA ONLINE  
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1308. úiouuiuijui
úiouuiuijui
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Tudo bem que o São Luiz continui, mas em termos de programação, está deixando a desejar. Pois deveria ser uma referência onde se poderia exibir ótimos filmes tal como no Cinema da Fundação mas o que vemos é um descalabro total. Por exemplo, ontem fui lá as 20 h e encontrei o cinema ´praticamente fechado e escuro, e pensei que havia fechado definitivamente. Acho que deveria haver eventos culturais como há no Cinema da Fundação, como atualmente lá está havendo um festival de cinema francês e no São Luiz seria bem melhor piois existe mais espaço para acomodar muitos cinefilos como eu.
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  Ficha Título Original:La beauté du diable Ano/País/Gênero/Duração:1950 / França / Drama Fantasia / 96min Direção: René Clair Produção:Salvo D'Angelo Roteiro: René Clair Fotografia:Michel Kelber Música:Roman Vlad Elenco: Michel Simon ... Mephistopheles / Old Prof. Henri Faust Gérard Philipe Young Henri Faust / Young-Looking Mephistopheles Nicole Besnard Marguerite the Gypsy Girl Simone Valère La Princesse Carlo Ninchi Le Prince Raymond Cordy Antoine the Servant Tullio Carminati ... Le Diplomate Paolo Stoppa ... Official Gaston Modot ... Gypsy   Sinopse O professor Fausto está velho e cansado. Pelo intermédio de Mefistofeles, aceita um pacto com o Diabo: recupera sua juventude em troca de sua alma.     Assista Online   Imagens
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cmecei a conhecer e a gostar dos filmes de mazzaropi por um mero acaso,quando em 95 fui visitar um amigo e o mesmo estava assistindo o filme em vhs,hoje tenho sua coleçao completa;para muitos que gostam do que é bom não se quer conhecem sua obra,porque não fazem um documentario com aqueles que atuaram com eleem seus filmes ,sei que a maioria já partiram mais ainda tem muita gente viva que poderia nos alegrar contando fatos e matando nossa curiosidade por onde anda o joaosinho,péricles,carlos garcia,rose garcia,enfim pessoas que fizeram parte de seus inumeros filmes e não apareceram no documentario feito em 2002, colocaram um tal ignacio loyola que mesmo disse não ter gostado de nenhum de seus filmes,demoraram fazer um documentario sobre o artista e quando fizeram ficou uma porcaria
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Não estou conseguindo baixar as legendas! Help me please! rafaelpmmg@yahoo.com.br Obrigado pela antenção! Resposta: clique em Legendas e será encaminhado para site de download da mesma.
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O texto traz algumas informações equivocadas ou questionáveis: - Apenas a 3ª apresentação no "Ed Sullivan Show" foi transmitida da cintura para cima; - É questionável a afirmação de que o excesso de remédios possa ser a causa da morte de Elvis. O Atestado de Óbito será aberto ao público, segundo as leis americanas, somente daqui a alguns anos. Até lá, esperemos para ver...; - Elvis não se divorciou em 1978. A data correta é 1973; - Os Beatles nunca visitaram Elvis em Graceland. Isto ocorreu durante uma estada do Rei em Hollywood, numa de suas casas por lá enquanto filmava. Elvis acabou meio decepcionado com o encontro, em especial com a antipatia costumeira de John Lennon; - Meio difícil ter recebido proposta para atuar em "Grease", já que ele havia morrido um ano antes. Outros títulos mencionados também são meio questionáveis; - O ator preferido de Elvis era George C. Scott. Ele também gostava de Peter Sellers; - Segundo testemunhas, a última canção cantada pelo rei foi "Blue Eyes Crying In The Rain", poucas horas antes de partir.
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Não vou aqui fazer apologia a este trabalho de Mankiewicz. Se não é um grande filme, salva-se pela beleza exuberante da mulher mais bela que hollywood já criou, que foi a fera Ava Gardner. Nada mais a comentar. A beleza desta mulher põe sob seu chinelo qualquer outra beleza feminina do mundo. jurandir_lima@bol.com.br
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Desculpa, mas John Ford nunca foi seu amante. Eles eram amigos, apenas isso, até mesmo ela disse isso. Vamos saber bem dos fatos, antes de colocar qualquer coisa que lê. Faz de conta que nem li Katherine. Resposta: Para maiores detalhes sobre a infotmação sobre o affair entre os dois, gentileza visitar o site: http://www.nytimes.com/1995/05/14/books/l-the-battle-over-a-new-biography-of-katharine-hepburn-714695.html
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Novamente, não estou conseguindo baixar as legendas! Help me please! rafaelpmmg@yahoo.com.br Obrigado Resposta: Clique em legendas e será encaminhado para o site de download.
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Foi um grande ator que perdemos aos 57, portanto jovem ainda e com muito para dar. Tinha seu modo particular e pessoal de interpretar, bebia demais e então abusava de falações. Entretanto ninguém pode negar seu valor artistico. jurandir_lima@bol.com.br
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  Ficha Título Original: My Stars Ano/País/Gênero/Duração: 1926 / EUA / Comédia / 11min Direção: William Goodrich (Roscoe Arbuckle) Produção: Al Christie Elenco: Johnny Arthur - The Boy Florence Lee - His Mother Virginia Vance - The Girl George Davis - The Butler Glen Cavender - The Gardener     Sinopse Terceiro dos filmes assinados por Arbuckle sob o pseudônimo de William Goodrich, ele faz um deboche dos filmes anteriores feitos por ele mesmo. Curiosidades Após o escândalo ocorrido com Roscoe Arbuckle ele passou a usar pseudônimos para dirigir filmes, e William Goodrich era um deles.           Imagens
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Sempre gostei de filmes de guerra!!! Mas sempre tive receio de ver este aí...
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Onde posso encontrar a legenda para este filme? Resposta: Legendas somente em espanhol.
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Só vi um filme de Nançy, O LÍRIO PARDIDO, e nunca a esqueci. Super carismática, me lembrou a Claudette Colbert. O Falcão Maltês
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Para mim também o Cristo mais bonito, e que mais me lembra Cristo foi o Ator Robert Powell. Mas amei o Filme A paixão de Cristo de Mel Gibson... Quero mais filmes sobre Jesus!!!!!
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Ficha Título Original: Leading Lizzie Astray Ano/País/Gênero/Duração: 1914 / EUA / Comédia Curta / 12min Direção: Roscoe "Fatty" Arbuckle Produção: Mack Sennett Elenco: Roscoe 'Fatty' Arbuckle - A Farm Boy Minta Durfee - Lizzie, the Farm Boy's Fiancée Ed Brady - A City Slicker Mack Swain - In from the Mines Edgar Kennedy - The Slicker's Chauffeur Phyllis Allen - Amorous Cafe Patron Charley Chase - Cafe Patron Al St. John - Cafe Patron Slim Summerville - Cafe Patron Leo White - Cafe Patron Jess Dandy - Cafe Patron     Sinopse   Comédia curta dirigida e estrelada por Roscoe Arbuckle.       Imagens
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Oh,Bogie!!!!! Que homem...
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  Ficha Título Original:Sorry, Wrong Number Ano/País/Gênero/Duração:1948 / EUA / Drama Noir Policial / 89min Direção:Anatole Litvak Produção:Anatole Litvak Roteiro:Lucille Fletcher Fotografia:Sol Polito Música:Franz Waxman Elenco: Barbara Stanwyck ... Leona Stevenson Burt Lancaster ... Henry J. Stevenson Ann Richards ... Sally Hunt Lord Wendell Corey ... Dr. Philip Alexander Harold Vermilyea ... Waldo Evans Ed Begley ... James 'J.B.' Cotterell Leif Erickson ... Fred Lord William Conrad ... Morano John Bromfield ... Joe - Detective   Sinopse Na noite de Ano Novo, Madeline está só em casa. Ela é nova, bonita, rica e vive semi-entrevada. Ligando para o escritório do marido, ouve uma linha cruzada. Estão falando sobre o assassinato de uma mulher, que talvez seja ela.     Assista Online   Imagens
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Filme não disponível para download, pois não é de domínio público.
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Ficha Título Original: That Little Band of Gold Ano/País/Gênero/Duração: 1915 / EUA / Comédia curta / 27min Direção: Roscoe 'Fatty' Arbuckle Produção: Mack Sennett Elenco: Roscoe 'Fatty' Arbuckle - Fatty Phyllis Allen - Fatty's mother Joe Bordeaux - Kennedy's partner Luke the Dog - Luke Edgar Kennedy - Shell game operator Hank Mann Josephine Stevens - Lizzie Al St. John - Dog catcher Ted Edwards - Hired Thug (uncredited     Sinopse   Fatty interpreta um homem preguiçoso que vive perturbando a paz de sua mãe. Além disso tem duas namoradas e não sabe o que fazer da vida.    
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Assisti o filme dela no GNT e achei muito triste sua vida. Pensei que seus filhos gostassem dela, fiquei bem desapontada. Parece que os americanos são frios mesmo. Não adianta ter sucesso profissional e não ter sua família que te apoia.
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Ojala tengo una pregunta y ojala alguien sepa espanol. Se hicieron dos versiones de esta pelicula. Porque la que yo tengo se titula "Carnaval en Brasil" y en ella aparece el Trio Los Panchos. Tengo entendido que la version brasilena no tiene la escena con Los Panchos. Es verdad esto?
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Título Original: The Little Prince Ano/País/Gênero/Duração: 1974 / EUA / Fantasia Musical Familiar / 88min Direção: Stanley Donen Produção: Stanley Donen Roteiro: Antoine de Saint-Exupéry, Alan Jay Lerner Fotografia: Christopher Challis Elenco Richard Kiley... o Piloto Steven Warner... o Principezinho Bob Fosse... a Serprente Gene Wilder... a Raposa Donna McKechnie... a Rosa joss Ackland... o Rei Graham Crowden... o General Victor Spinetti... o Contador de Histórias Clive Revill... o Homem de Negócios Sinopse O adorável e delicado clássico de inocência e descobertas, do autor Antoine de Saint-Exupéry, chegou às telas pisando firme nas areias do deserto do Sahara, com olhinhos voltados para as estrelas e espírito brilhante reavivado pelas canções de Alan Jay Lerner e Frederid Loewe (My Fair Lady, Camelot). Um piloto perdido no deserto (Richard Kiley) e um menino vindo de um lugar distante. Juntos, eles compartilham experiências que divertem, encantam e tocam o coração. Alguém já aprendeu algo com uma raposa (Gene Wilder)? Já cuidou de uma rosa por ser mais especial entre outras rosas? Já visitou um rei distante de tudo e de todos? Observou a maliciosa dança de uma serpente (Bob Fosse)? O universo, ou melhor, a vida é um lugar encantador, ainda mais quando se convive com O Pequeno Príncipe. Assista Online Imagens
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Título Original: The Spoilers Ano/País/Gênero/Duração: 1942 / EUA / Drama Western / 87min Direção: Ray Enright Produção: Frank Lloyd Roteiro: Rex Beach e Lawrence Hazard Fotografia: Milton R. Krasner Música: Hans J. Salter Elenco Marlene Dietrich as Cherry Malotte John Wayne as Roy Glennister Randolph Scott as Alexander McNamara Margaret Lindsay as Helen Chester Harry Carey as Al Dextry Richard Barthelmess as Bronco Kid Farrow George Cleveland as Banty Samuel S. Hinds as Judge Horace Stillman Russell Simpson as Flapjack Sims William Farnum as Wheaton Marietta Canty as Idabelle Jack Norton as Mr. Skinner Ray Bennett as Clark Forrest Taylor as Bennett Art Miles as Deputy Robert W. Service as the Poet (uncredited) Sinopse Cherry Malotte, cantora de saloon em Nome, no Alasca, financia as atividades mineradoras de Roy Glennister e seu amigo Al Dextry. Roy luta para manter sua mina, ambicionada pelo inescrupuloso comissário do ouro Alexander McNamara. Tanto um como o outro também disputam o coração de Cherry. Assista Online Imagens
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Ficha Título Original: The Movies Ano/País/Gênero/Duração: 1925 / EUA / Comédia / 20min Direção: Roscoe Fatty Arbuckle (as William Goodrich) Roteiro: Roscoe Fatty Arbuckle Fotografia: Byron Houck Produção: E. W. Hammons e Lloyd Hamilton Elenco: Lloyd Hamilton - A Country Boy Marcella Daly - An Actress Arthur Thalasso - The Villain Frank Jonasson - The Director Glen Cavender - A Traffic Officer     Sinopse   Embora seus pais tenham ficado contra, rapaz vai em busca da fama no cinema.  
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Ficha Título Original: Fatty's Chance Acquaintance Ano/País/Gênero/Duração: 1915 / EUA / Comédia Curta / 13min Direção: Roscoe "Fatty" Arbuckle Produção: Mack Sennett Elenco: Roscoe 'Fatty' Arbuckle - Fatty Billie Bennett - Fatty's wife Harry McCoy - Pickpocket Minta Durfee - Pickpocket's girlfriend Frank Hayes - Cop Glen Cavender - Man in park Ted Edwards     Sinopse   Fatty é um marido dominador que faz uma viagem com sua esposa, e acaba tornando a mesma desagradável.   Imagens
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um dos melhres da categoria os pistoleiros do oeste
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O amigo Lancaster, do perfeito comentário acima, ainda se esqueceu de aderir Jezebel, também de 1939, que foi feito por W Wyller para concorrer, ou seja, para dar de frente com ...E O Vento Levou. Abraço ao bom comentarista e membro do CAW jurandir_lima@bol.com.br
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Ficha Título Original: Fatty's Reckless Fling Ano/País/Gênero/Duração: 1915 / EUA / Comédia Curta / 13min Direção: Roscoe "Fatty" Arbuckle Produção: Mack Sennett Elenco: Roscoe 'Fatty' Arbuckle - Fatty Edgar Kennedy - Neighbor Minta Durfee - Neighbor's wife Glen Cavender - House detective Frank Hayes - Card player Ted Edwards - Card player Grover Ligon Harry McCoy George Ovey     Sinopse   Deixado sozinho por sua esposa, Fatty se junta a seu amigo em um jogo de pôquer em sua casa e logo se vê envolvido em apuros quando a polícia chega, suspeitando que eles estão abrigando um vizinho que eles procuram.   Imagens
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Ficha Título Original: Fatty's Tintype Tangle Ano/País/Gênero/Duração: 1915 / EUA / Comédia curta / 27min Direção: Roscoe 'Fatty' Arbuckle Produção: Mack Sennett Elenco: Roscoe 'Fatty' Arbuckle ... Fatty Joe Bordeaux ... Passerby with Banana Glen Cavender ... Photographer Luke the Dog ... Small Role Bobby Dunn ... Small Role Ted Edwards ... Cop Louise Fazenda ... Edgar's Wife Frank Hayes ... Police Chief Edgar Kennedy ... Edgar Charles Lakin ... Cop Norma Nichols ... Fatty's Wife Mai Wells ... Fatty's Mother-in-Law     Sinopse   Curta dirigido e estrelado por Roscoe Arbuckle.       Imagens
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o que aconteceu com a serie/ gostei da nova mas acho um desrreito com o espectador pois nada foi divulgado sobre a troca!!!1
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Resumindo: Por que não estava passando os Bórgia???? Não foi falta de desrespeito do canal, a série acabou! Eram 09 episódios e ponto final.Assim, só nos resta esperar a segunda temporada, depois a terceira, a quarta e assim por diante. O final de uma temporada sempre estará na próxima. Outra série começou e tb vale a pena ser vista: Os Pilares da Terra, ótimo livro de Ken Follet
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A frase do Dirty Harry acontece em Impacto Fulminante (Sudden Impact, 1983)
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  Ficha Título Original:A Farewell to Arms Ano/País/Gênero/Duração:1957 / EUA / Drama / 152min Direção:Charles Vidor Produção:Arthur Fellows Roteiro:Ben Hecht Fotografia:Oswald Morris Elenco: Rock Hudson ..... Frederick Henry Jennifer Jones ..... Catherine Barkley Vittorio De Sica ..... Major Alessandro Rinaldi Oskar Homolka ..... Dr. Emerich Mercedes McCambridge ..... Senhora Van Campen Elaine Stritch ..... Helen Ferguson Kurt Kasznar ..... Bonello Alberto Sordi ..... Padre Galli   Sinopse O amercicano Frederick Henry vai à Itália durante a Primeira Guerra Mundial, procurando trabalho como correspondente de guerra, mas acaba se tornando motorista de ambulância com a insígnia de tenente. Às vésperas de uma ofensiva italiana contra o exército austríaco, ele conhece a ajudante da Cruz Vermelha inglesa Catherine Barkley e os dois se apaixonam. Henry é ferido na batalha que se segue e é levado para o hospital americano em Milão. Graças aos seus amigos italianos, os dois se reencontram no hospital e ficam juntos durante a recuperação de Henry. Catherine engravida mas não quer se casar. Henry é forçado a retornar para a sua unidade. Ele volta num momento dificil, quando os alemães conseguem forçar os italianos a recuarem (Batalha de Caporetto). Durante o caos que se segue, seu amigo oficial e médico Alessandro Rinaldi é fuzilado pelos próprios soldados italianos, o que faz com que Henry abandone o exército. Ele volta para Catherine e os dois escapam para a Suíça.     Assista Online         Imagens
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Faltou na lista nomes como Eleanor Parker, Ingrid Bergman,, que não poem fiar de fora de qualquer lista, seja loura morena , negras,certo.
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Um bom caminho para conhecer a história de Amacio Mazzaropi, o imortal Jeca do cinema nacional, é o Instituto Mazzaropi (www.institutomazzaropi.org.br), responsável pela administração do Museu Mazzaropi e por outros projetos como a biografia “Sai da Frente! A vida e a obra de Mazzaropi”, de autoria de Marcela Matos, entre outros. São quase 20 anos de pesquisas, coleta de dados, fotografias e documentos. Um acervo valioso para quem quer conhecer mais detalhes da carreira, da história e do sucesso de Mazzaropi.
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A MARILYN CERTAMENTE DEVERIA PROVOCAR MUITA INVEJA EM HOLLYWOOD. A JOAN NÃO ERA MAIS TÃO JOVEM E NEM DESPERTAVA MAIS TAMANHA ATENÇÃO DOS HOMENS. ACREDITO QUE FOI ISTO QUE A INCOMODOU E NÃO FOI EXATAMENTE O MODO DE VESTIR DA MARILYN. NÃO ACREDITO QUE HOUVESSE UMA BIRRA ENTRE AS DUAS, PORQUE ELAS NÃO TINHAM NADA EM COMUM ( EXCETO O FATO DE SEREM ATRIZES E DE TEREM FEITO FILMES PORNOGRÁFICOS). ISTO NÃO É NENHUM TABU HOJE EM DIA ... PLEASE ESTAMOS EM 2011. CLARO QUE DEPOIS VEIO O SUCESSO E AMBAS SE TORNARAM GRANDES ESTRELAS MUNDIAIS. POR ISSO DE ONDE SURGIU ESTE BOATO...NINGUÉM SABE.....
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Ficha Título Original: The Waiters' Ball Ano/País/Gênero/Duração: 1916 / EUA / Comédia Curta / 15min Direção: Roscoe 'Fatty' Arbuckle Produção: Mack Sennett Fotografia: Elgin Lessley Elenco: Roscoe 'Fatty' Arbuckle - The Cook Al St. John - The Waiter Corinne Parquet - The Cashier Joe Bordeaux - Her Brother Kate Price - The Dishwasher Alice Lake - A Fair Customer Jimmy Bryant - Restaurant customer George Marshall - Laundry Delivery Man Robert Maximillian     Sinopse   Curta dirigido e estrelado por Roscoe Arbuckle.       Imagens
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Vi esta fita na TV. Falam tanto de Gilda que este filme quase que anda no esquecimento. Um erro atroz, pois Carmem, como foi o título que passou na Globo, é um filme excelente, bem feito e com Rita muito mais linda e sensual que em Gilda e tão bela e voluptuosa quanto em Sangue e Areia. E como sofre o pobre Glen Ford, também mum bom trabalho seu. Assistam e confirmem todas estas verdades. jurandir_lima@bol.com.br
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  Ficha Título Original: When Love Took Wings Ano/País/Gênero/Duração: 1915 / EUA / Comédia curta / 26min Direção: Roscoe 'Fatty' Arbuckle Produção: Mack Sennett Elenco: Roscoe 'Fatty' Arbuckle - Reckless Fatty Minta Durfee - The Girl Frank Hayes - The Girl's Father Joe Bordeaux - Fatty's rival Al St. John - Hank Perkins, another rival Ted Edwards - Minister     Sinopse   Comédia curta dirigida e estrelada por Roscoe Arbuckle.     Imagens
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  Ficha Título Original: Fool's Luck Ano/País/Gênero/Duração: 1926 / EUA / Comédia Curta / 15min Direção: Roscoe 'Fatty' Arbuckle (as William Goodrich) Fotografia: Byron Houck Elenco: Lupino Lane - The Dude George Davis - His Valet Virginia Vance - The Girl Jack Lloyd - Her Father     Sinopse   Mais um filme em que Roscoe Arbuckle assina a direção como William Goodrich. Um homem enfrenta aventuras perigosas quando é despejado do apartamento em que morava.       Imagens
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    Amitabh Bachchan (1942 )       Nargis Dutt (1929 - 1981)       Dilip Kumar (1922)       Raj Kapoor (1924 - 1988)       Waheeda Rehman (1938)       Dev Anand (1923 - 2011)         Pran (1920 - 2013)       Meena Kumari (1932 - 1972)       Guru Dutt (1925 - 1964)       Madhubala (1933 - 1969)       Vyjayanthimala (1936)       Mala Sinha (1936)       Dharmendra (1935)       Shammi Kapoor (1931 - 2011)       Rekha (1954)       Por Andrei Israel
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no livro"FILHA DE SATANAS,FILHA DE DEUS"susan atkins diz ter sido tex watson e nâo ele quem esfaqueou sharon tate,mas eu nâo acredito!
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    Título Original: The Secret of Convict Lake Ano/País/Gênero/Duração: 1951 / EUA / Drama noir / 83min Direção: Michael Gordon Produção: Frank P. Rosenberg Roteiro: Anna Hunger e Jack Pollexfen Fotografia: Leo Tover Música: Sol Kaplan Elenco Glenn Ford as Jim Canfield Gene Tierney as Marcia Stoddard Ethel Barrymore as Granny Zachary Scott as Johnny Greer Ann Dvorak as Rachel Shaeffer Barbara Bates as Barbara Jack Lambert also appears uncredited as one of the fugitives. Max Wagner as Jack Purcell Sinopse Jim Canfield, condenado por um crime que não cometeu, escapa de uma prisão de Nevada com vários criminosos. Ele os leva para a casa pequena comunidade agrícola do homem que não apenas o denunciou, mas cometeu o crime.   Assista Online Imagens
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VIVA LILLIAN! Sempre gostei dela. A sua doçura é encantadora. O Falcão Maltês
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Ficha Título Original: Awaara Ano/País/Gênero/Duração: 1951 / India / Drama Musical Romance / 193min Direção:Raj Kapoor Produção:Raj Kapoor Roteiro: Khwaja Ahmad Abbas Fotografia:Radhu Karmakar Música:Jaikishan Dayabhai Pankal Elenco: Prithviraj Kapoor ... Justice Raghunath (as Prithviraj) Nargis ... Rita Raj Kapoor ... Raj Raghunath K.N. Singh ... Jagga Shashi Kapoor ... Young Raj (as Shashiraj) Cuckoo Cuckoo ... Bar Dancer B.M. Vyas ... Dubey (Rita's Father) Leela Mishra ... Mr. Raghunath's Sister-In-Law (as Leela Misra) Baby Zubeida ... Young Rita Leela Chitnis ... Leela Raghunath   Sinopse Raju sempre teve problemas com sua família. Acaba cometendo um crime, é preso e levado à corte, onde seu pai, juiz distrital, decidirá sua sentença. Agora, ele conta apenas com a ajuda de uma ex-namorada como defensora, enquanto seu pai tenta não se envolver emocionalmente.     Assista Online   Imagens
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nossa, estou que nem doida atrás do livro
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Onde encontrar esses filmes???
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Coloquei ontem, no horário de sempre, para ver o seriado Os Bórgia, porém estava dando outro programa.... O que aconteceu???? Por que não estava passando os Bórgia???? Que absurdo, sem nenhuma explicação.....
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Um desfile de lindos rostos, grandes talentos e belezas exoticas. No entanto, a face de Maria Montez se destaca das demais disparadamente.
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Como saber se o download disponibilizado é na versão legendada ou dublada? Eu, pessoalmente, prefiro filmes legendados! Obrigado!
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Não existe o dowload do filme , somente da legenda. Obrigado Resposta: Clique em DOWNLOAD para ser direcionado à pagina correta. Download testado e comprovado.
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Oi, adorei esse site. Eu gostaria de baixar este filme A Dama das Camélias, porém não encontro o link para download.. só vejo o download torrent que é apenas um arquivo que não consigo abrir. Por favor me ajudem. Obrigada.
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  Ficha Título Original: Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-rosa Ano/País/Gênero/Duração: 1968 / Brasil / Aventura Musical / 94min Direção: Roberto Farias Produção: Antônio Cristiano Roteiro: Roberto Farias e Berilo Faccio Fotografia: José Medeiros Música: Roberto Carlos Elenco: Roberto Carlos José Lewgoy ... Pierre Erasmo Carlos Wanderléia Paulo Porto     Sinopse   Os cantores Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléia estão no Japão, quando esta última resolve comprar uma estatueta antiga. Imediatamente ela e seus companheiros começam a ser perseguidos por Pierre, um homem misterioso que lidera uma quadrilha de lutadores orientais. Roberto e Erasmo vão para Israel, mas se desencontram de Wanderléia, que fica no Japão, prisioneira dos bandidos. Em Israel, Roberto e Erasmo pretendem voltar para ir atrás da cantora, mas no hotel eles recebem a estatueta, misteriosamente. Logo depois surge um gênio samurai (que eles chamam de Eugênio), que diz proteger os donos da estatueta. Então eles pedem ao gênio que busque Wanderléia, o que ele faz. Com os três reunidos novamente, eles descobrem um antigo mapa de tesouro fenício escondido na estatueta. Eles tentam decifrar o mapa, mas Pierre volta a perseguí-los. Ao traduzir o mapa, Roberto acha que o lugar descrito está no Brasil, na Baía da Guanabara. Então os cantores vão ao Rio de Janeiro, ainda perseguidos por Pierre.   Imagens  
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Sou apaixonada pelo mazzaropi ele vai sempre morar no meu coraçao e o melhor artista e cantor que o mundo ja conheceu penso nele todos os dias as vezes sonho com ele com os filmes dele me imagino ali com ele sinto que ele foi o meu grande amor da minha vida não sei esplicar mais o meu coração se enche de alegria quando assisto o seu filmes fico triste por não ter conhecido o mazzaropi gosto de saber tudo sobre ele pra mim no meu coração ele vai estar sempre vivo moro de inveja das pessoas que teve o previlegio de comhecer o melhor artista e cantor saudade de ti mazzaropi ele foi o melhor presente que deus deu pro mundo ti amo ti amo Solange tenho 48 anos
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nossa eu ja assistir vario fimes de sansao e dalila e so muito lindos
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  Ficha Título Original:The Body Snatcher Ano/País/Gênero/Duração:1945 / EUA / Terror Policial / 77min Direção:Robert Wise Produção:Val Lewton Roteiro: Robert Louis Stevenson e Philip MacDonald Fotografia:Robert De Grasse Música:Roy Webb Elenco: Boris Karloff ... Cabman John Gray Bela Lugosi ... Joseph Henry Daniell ... Dr. Wolfe 'Toddy' MacFarlane Edith Atwater ... Meg Cameron Russell Wade ... Donald Fettes Rita Corday ... Mrs. Marsh Sharyn Moffett ... Georgina Marsh Donna Lee ... Street Singer   Sinopse Na Edinburgo de 1831, o Dr. MacFarlane contrata um cocheiro para desenterrar corpos e trazê-los para que possa fazer suas experiências. Com o aumento da segurança nos cemitérios, o cocheiro torna-se um assassino para conseguir os corpos e Joseph, um vigia, flagra uma das mortes e aborda Gray, o qual sugere uma parceria para que não o entregue às autoridades.     Assista Online   Imagens
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Filme fantastico e maravilhosa,tem musical,romance e aventura,mais as musicas e as cenas sao realmente maravilhosa.
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Não entendo como mulheres tão lindas e destinadas ao sucesso puderem sofrer mortes tão absurdas, tão incertas... Essa coisa de morrer tragica e misteriosamente sempre esteve ligada ao show biz.
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Título original: Stranger on the Third Floor Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Crime Noir Drama / 64min Direção: Boris Ingster Produção: Lee S. Marcus Roteiro: Frank Partos Fotografia: Nicholas Musuraca Música: Roy Webb Elenco Peter Lorre ... The Stranger John McGuire ... Michael 'Mike' Ward Margaret Tallichet ... Jane Charles Waldron ... District Attorney Elisha Cook Jr. ... Joe Briggs Charles Halton ... Albert Meng Ethel Griffies ... Sra. Kane, Michael's Landlady Cliff Clark ... Martin Oscar O'Shea ... The Judge Alec Craig ... Briggs' Defense Attorney Otto Hoffman ... Charles Evans, the Police Surgeon Bobby Barber ... Giuseppe, the Italian Grocer Lee Bonnell ... Reporter Harry C. Bradley ... Court Clerk Lynton Brent ... Cabdriver at Nick's Jack Cheatham ... Detective   Sinopse   No julgamento de um assassino, um repórter é a testemunha - chave e acaba sendo responsável pela condenação de um homem inocente. Aos poucos, ele começa a se sentir culpado e acaba sendo perseguido por pesadelos e pelas lembranças das juras de inocência do homem que ajudou a condenar. Dirigido por Boris Ingster, O Homem dos Olhos Esbugalhados descreve o processo de disssolução psíquica de um jovem jornalista que testemunhou um crime, mas que termina assombrado pela incerteza quanto à experiência que presenciou. Essa obscura produção da RKO traz a emblemática que presenciou. Essa obscura produção da RKO traz a emblemática figura do inocente falsamente acusado que logo se tornaria um personagem iconográfico do cinema noir.   ASSISTA ONLINE:              
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Acabou! Incrivel, mas foi o que aconteceu. A primeira temporada acabou fazendo "gancho" para a segunda. Virou moda filmes e séries acabarem sem acabar. Desde aquele balão de ensaio que fizeram em Senhor do Aneis e todo mundo achou bonito ( acabou sem acabar e tivemos que esperar os outros filmes)....todo mundo gostou, lembram? Agora "GUENTA! GUENTA!" Assim, só nos resta esperar a segunda temporada, depois a terceira, a quarta e assim por diante. O final de uma temporada sempre estará na próxima.
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me admira um canal como o tcm, que nos brinda com excelentes filmes e seriados, tirar do ar de forma obscura esta serie belissima sobre um período corrupto da igreja . sinceramente estou de cara com o tcm!!!
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Por Rubi Tegani do blog http://allclassics.blogspot.com.br/ O cinema mudo foi responsável por consagrar inúmeros artistas. Em todos os recantos do mundo, tinha-se como referências atores, atrizes e diretores, que até a chegada do cinema falado no final da década de 20, eram considerados verdadeiros mitos. A chegada da nova tecnologia trazida pelo cinema falado conduziu muitos destes atores ao profundo esquecimento dos fãs; no entanto Lillian Gish foi uma das raras exceções. É evidente que as produções envolvendo seu nome diminuiram no decorrer dos anos, se comparado com sua vasta filmografia entre 1912 e 1930. Victor Sjöström foi outro nome que deixou marcado sua passagem pelo cinema mudo; diretor sueco que também produziu filmes norte-americanos que até os dias de hoje é lembrado como um dos grandes nomes do cinema mundial. O post de hoje traz um marco do cinema mudo produzido em 1928 que reuniu essas duas personalidades, The Wind (Vento e Areia). Baseado na novela de Frances Marion e Dorothy Scarborough, a história gira em torno de Letty Mason (Lillian Gish) que parte em direção a casa de seu primo Beverly (Edward Earle). Durante o caminho, Letty sente-se incomodada com o constante vento que abrange o local, e conhece Wirt Roddy (Montagu Love), que estava incubido de conduzi-la até seu destino e aos poucos começa a demonstrar interesse pela jovem. Ao chegar num determinado ponto da viagem, Letty passa a ser guiada por Lige Hightower (Lars Hanson) e Sourdough (William Orlamond), vizinhos de seu primo. Após a longa viagem cercada por muito vento e areia, Letty finalmente chega ao seu destino. A partir daí, ela se vê obrigada a lidar com o ciúme doentio de Cora (Dorothy Cumming) esposa de Beverly, e a difícil tarefa de decidir entre três determinados pretendentes. O filme narra o conflito de emoções entre os personagens num cenário desértico e assombrado por um vento sem fim.     Bastidores: Uma das obras mais importantantes de Sjöström, segundo o jornal Britânico The Guardian. Uma das últimas produções da era muda lançada pela MGM; a ideia de fazer uma adaptação cinematográfica da obra de Frances e Dorothy partiu de Lillian Gish. A parceria com Irving Thalberg tornou possível a realização do projeto e Gish escolheu o ator Lars Hanson para o papel de Lige Hightower ao observar sua interpretação ao lado de Greta Garbo. Após selecionar o elenco, curiosamente, também coube a Gish escolher o diretor Sjöström, com o qual já havia trabalhado em 1926 no filme The Sclaret Letter. Para melhor ambientação, parte das cenas foram filmadas próximo ao deserto de Mojave na Califórnia. E por conta de uma exigência da MGM, o final do filme foge totalmente ao romance do qual teve origem. Recentemente, o jornal britânico The Guardian fez uma matéria enaltecendo as produções de Sjöström He Who Gets Slapped (1924), The Scarlet Letter (1926) e The Wind (1928), classificando este último como sua melhor produção na América; apesar da crítica da época não ter sido tão favorável. Em 1993, o filme foi indicado para a preservação no National Film Registry (EUA) pela Library of Congress tamanha a sua importância para a cultura e história. Curiosodade à parte, há uma cena da obra de Sjöström que às vezes me faz pensar se James Cameron teria assistido The Wind antes de produzir Titanic...
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Esta minissérie foi maravilhosa. Sugiro que a TCM a passe novamente. Existe um livro e gostaria de saber o nome correto e da autora . Por gentileza, vocês saberiam dizer onde encontrá-lo e também algum DVD, se tiver ? Fico agradecida por uma resposta. Neuza
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Ficha Título Original: Lonely Are the Brave Ano/País/Gênero/Duração: 1962 / EUA / Western Romance / 107min Direção: David Miller Produção: Edward Lewis Roteiro: Dalton Trumbo Fotografia: Philip H. Lathrop Música: Jerry Goldsmith Elenco: Kirk Douglas...John W. "Jack" Burns Gena Rowlands...Jerry Bondi Walter Matthau...Xerife Morey Johnson Michael Kane...Paul Bondi Carroll O'Connor...Hinton (o motorista do caminhão) William Schallert...Harry (operador de rádio) George Kennedy...Ajudante de Xerife Gutierrez Karl Swenson...Rev. Hoskins Dan Sheridan...Ajudante Glynn     Sinopse O caubói John W. "Jack" Burns fica sabendo que seu amigo Paul foi preso por transportar imigrantes ilegais e resolve ir à cidade para ajudá-lo. Burns não tem seguro social ou licença para dirigir. Ele viaja a cavalo e se encontra com Jerry, a esposa de Paul. Deixando a montaria na casa de Jerry, Burns inicia seu plano: ele vai até um bar, se embriaga e procura briga para ir preso. Só que as coisas não saem bem como ele quer: um homem de um braço apenas é quem o chama para a briga e ele, relutante, acaba levando uma surra. Ao ser levado para a chefatura da polícia, os policiais querem libertar Burns, pois sabem da fama do aleijado. Então Burns não vê outro jeito senão agredir os policiais. Ele pega seis meses e finalmente vai para a cadeia onde está Paul. Quando os amigos se reencontram, Burns lhe mostra as serras que trazia escondido para usá-las para fugir. Paul não aceita então Burns foge sózinho, pois não aguentaria ficar confinado na prisão. O xerife Johnson sai em busca do fugitivo e logo descobre a casa de Jerry e rastreia Burns até as montanhas. O caubói tenta alcançar a fronteira do México com seu cavalo. As coisas se complicam quando um general oferece ao xerife um helicóptero militar para ajudar na perseguição   Curiosidades Kirk Douglas escolheu o elenco e a equipe técnica aravés da sua produtora, Joel Productions. Dalton Trumbo, que havia escrito Spartacus, colaborou mais uma vez com o astro. Alfred Newman recomendou o compositor Jerry Goldsmith para a música do filme, que assim recebeu sua primeira grande oportunidade.[1] As locações foram nas cercanias de Albuquerque, Novo México: Montanhas Sandia e Manzano, o Desfiladeiro Tijeras e a Base Aérea de Kirtland.[2] O filme era para se chamar "The Last Hero" (O último herói),[3] mas Douglas queria mudar para "The Brave Cowboy" (O bravo caubói). O Estúdio Universal Pictures associou o filme a um Western e foi quem escolheu o título final "Lonely Are the Brave" (literalmente, Solitários são os bravos).[1] Lonely Are the Brave teve seu lançamento em Houston, Texas em 24 de maio de 1962.[3] Bill Bixby faz uma pequena figuração como o homem no helicóptero.[4] Foi o primeiro filme de Carroll O'Connor, que se tornaria conhecido na televisão nos anos de 1970 pela série All in the Family .[5] Bill Raisch interpretou o aleijado que briga com Douglas em cena memorável. No ano seguinte, Raisch foi a ameaça para David Janssen na série de televisão clássica O Fugitivo, interpretando o "assassino de um braço". O roteiro traz semelhanças com a história real de Albert Johnson, apelidado de "caçador louco", um solitário homem misterioso que em 1931 sofreu uma perseguição implacável da Real Polícia Montada do Canadá. Um helicóptero do exército substitui o aeroplano que ajudou os policiais na perseguição verdadeira.       Imagens
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Nenhum grande estúdio de cinema ousou tanto como a 20th Century Fox. Brigando de igual para igual com gigantes como a MGM, Paramount, Columbia e Universal, a Fox foi criada através da determinação da mente criativa de Darryl Zanuck, considerado um dos grandes produtores da Era de Ouro de Hollywood. Ele foi o responsável pelo surgimento de mitos da tela como Shirley Temple, Henry Fonda, Tyrone Power, John Ford, Bette Davis, James Stuart, Gregory Peck, Clark Gable e Marilyn Monroe. Durante seus primeiros 50 anos de vida, a Fox consolidou a imagem de ser um estúdio responsável por grandes obras cinematográficas como Vinhas da Ira, A Marca do Zorro, O Dia em que a Terra Parou, Cleópatra, A Malvada, Como Era Verde Meu Vale e A Noviça Rebelde. Uma parte importante de história dea Fox está neste documentário, que leva o espectador a uma viagem no tempo especial, num lugar chamado Hollywood, onde um produtor visionário como Darryl Zanuck transformou dois pequenos estúdios numa fábrica de astros e estrelas. Dirigido por Kevin Burns.   Assista Online (legendado)  
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Ficha Título Original:Sudden Fear Ano/País/Gênero/Duração:1952 / EUA / Noir Policial / 110min Direção:David Miller Produção:Joe Kaufmann Roteiro:Lenore J. Coffee e Robert Smith Fotografia:Charles Lang Música:Elmer Bernstein Elenco: Joan Crawford ... Myra Hudson Jack Palance ... Lester Blaine Gloria Grahame ... Irene Neves Bruce Bennett ... Steve Kearney Virginia Huston ... Ann Taylor Mike Connors ... Junior Kearney   Sinopse Lester Blaine (Jack Palance) é um ator em busca do sucesso que, ao tentar o papel numa peça de teatro, é sumariamente recusado pela estrela principal Myra Hudson (Joan Crawford) sob o argumento de que ele não possui o "ar romântico" necessário para o personagem. Arrasado, Blaine decide perseguir a atriz numa viagem de trem de Nova York a São Francisco. Seu objetivo é provar a Myra que ele é sim romântico. E para isso vai justamente tentar conquistá-la. Crawford e Palance foram indicados para o Oscar (a primeira dele na Academia).     Assista Online   Imagens
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  Título Original: Whirlpool Ano/País/Gênero/Duração: 1949 / EUA / Drama/Policial/Suspense / 97min Direção: Otto Preminger Produção: Otto Preminger Roteiro: Ben Hecht e Andrew Solt Fotografia: Arthur C. Miller Música: David Raksin Elenco Gene Tierney ... Ann Sutton Richard Conte ... Dr. William 'Bill' Sutton José Ferrer ... David Korvo (as Jose Ferrer) Charles Bickford ... Lt. James Colton Barbara O'Neil ... Theresa Randolph Eduard Franz... Martin Avery Constance Collier ... Tina Cosgr Fortunio Bonanova ... Feruccio di Ravallo   Sinopse   No desespero de encontrar uma solução para sua cleptomania, mulher acaba nas mãos de um hipnotizador mau caráter que vai utilizar-se de sua condição para fins ilícitos.   ASSISTA ONLINE      
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Neo realismo, no mais alto grau. Retrato nú e cru, da ITALIA, uma das causadores e vitimas da 2A GUERRA MUNDIAL, apó a guerra. Sem nenhuma concessão, este filme é triste e incomoda muito..
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Ficha Título Original: Max fait de la photo Ano/País/Gênero/Duração: 1913 / Comédia / EUA / 10min Direção: Lucien Nonguet Roteiro: Max Linder Elenco: Max Linder     Sinopse   Curta estrelado por Max Linder. Assista Online 8iy4ZO7gAfo  
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  Ficha Título Original: Il mercante di Venezia Ano/País/Gênero/Duração: 1910 / Itália / Drama / 10min Direção: Gerolamo Lo Savio Roteiro: William Shakespeare Elenco: Ermete Novelli ... Shylock Francesca Bertini ... Jessica Olga Giannini Novelli ... Portia   Sinopse   Baseado na obra de William Shakespeare.   Assista Online (filme silencioso) AtgLc025vbo   Canal: http://www.youtube.com/user/CinemaClassico3    
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Direção: Gene Feldman Participação:Pia Lindström, Isabella Rossellini Seu nome evoca a beleza, graça, talento e estilo. Uma das maiores atrizes de seu tempo, ela é mais lembrada por uma persona natural e vulnerável que era tão genuína e sedutora. Documentário conta com os depoimentos de suas filhas Pia e Isabella Rosselinni. Legendado em português.   Assista Online  
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um desrespeito total a interrupção por uma série pouco divulgada e sem jeremy irons!
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Ficha Título Original: Mabel's Wilful Way Ano/País/Gênero/Duração: 1915 / EUA / Comédia curta / 27min Direção: Mabel Normand Produção: Mack Sennett Elenco: Mabel Normand - Mabel Roscoe 'Fatty' Arbuckle - Fatty Joe Bordeaux - Cop Glen Cavender Alice Davenport - Mabel's mother Edgar Kennedy - Fatty's pal Al St. John     Sinopse   Mabel e Fatty fogem da mãe dela e resolvem fazer um passeio com um casal de amigos em uma feira local. Assista Online s2r1XZ4rwIE       Imagens  
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  Ficha Título Original:A Breath of Scandal Ano/País/Gênero/Duração:1960 / EUA / Drama Comédia Romance / 97min Direção:Michael Curtiz Produção:Carlo Ponti Roteiro: Walter Bernstein Fotografia:Mario Montuori Música:Alessandro Cicognini Elenco: Sophia Loren ... Princess Olympia Maurice Chevalier ... Prince Philip John Gavin ... Charlie Foster Angela Lansbury ... Countess Lina Isabel Jeans ... Princess Eugénie Tullio Carminati ... Albert Milly Vitale ... Can-Can girl Carlo Hinterman ... Prince Ruprecht Roberto Risso ... Aide de camp Friedrich von Ledebur ... Count Sandor Adrienne Gessner ... Amelia   Sinopse É o ano de 1907 em Viena, a "Cidade da Valsa". A bela Sophia Loren é a princesa austríaca que, mesmo tenho sdo expulsa da propriedade familiar por "indiscrições escandalosas", rejeita o desejo de sua mãe de que ela se case com um príncipe. Em vez disso, ela dirige e conquistou a aprovação de seu pai (Maurice Chevalier). Michael Curtiz dirige e Angela Lansbury é o balde de água fria, na pele de uma maquiavélica condessa. Com o figurino sofisticado e a decoração suntuosa da sociedade vienense, O Escândalo da Princesa é uma vaporosa e encantadora comédia romântica que faz a corte do imperador Franz Jospeh ferver de fofocas desenfreadas!       Assista Online   Imagens
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Didi mocó comparado a ele parecer apenas um principiante.
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Que triste . Geralmente muitos relacionamentos entre Pais e Filhos ficavam destruídos e arruinados. O desejo de manter as aparências e de evitar que seus filhos se envolvessem em escândalos que pudessem arruinar sua carreira nos estúdios era uma cobrança diária. Certamente Judy sentiu este fardo sobre as costas e isto fez com ela se afastasse da Mãe. Outro problema era a dependência financeira que faziam que os pais se tornassem verdadeiros sugadores e fizessem que seus filhos trabalhassem mais do que o normal. Devia ser difícil viver assim, principalmente numa época em que os filhos eram submissos aos pais. Uma pena que tenha acabado assim.
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Ficha Título Original: Mabel and Fatty's Married Life Ano/País/Gênero/Duração: 1915 / EUA / Comédia Curta / 14min Direção: Roscoe 'Fatty' Arbuckle Produção: Mack Sennett Elenco: Mabel Normand - Mabel Roscoe 'Fatty' Arbuckle - Fatty, her husband Al St. John - Cop Joe Bordeaux - Second Italian / Cop Josef Swickard Mae Busch - Alice Davenport - Woman Alice Howell - Woman Charles Lakin - Fatty's Business Associate     Sinopse   Quando seu marido sai de casa, a esposa começa a ver coisas estranhas acontecerem e a ficar cada vez mais ansiosa, e com medo que bandidos estejam atrás dela. Assista Online 1MQqtMTK9Qs       Imagens
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  Ficha Título Original:Out of the Past Ano/País/Gênero/Duração:1947 / EUA / Drama Noir / 97min Direção:Jacques Tourneur Produção:Warren Duff Roteiro:Daniel Mainwaring Fotografia:Nicholas Musuraca Música:Roy Webb Elenco: Robert Mitchum ... Jeff Jane Greer ... Kathie Kirk Douglas ... Whit Rhonda Fleming ... Meta Carson Richard Webb ... Jim Steve Brodie ... Fisher Virginia Huston ... Ann Paul Valentine ... Joe Dickie Moore ... The Kid   Sinopse Como um verdadeiro e clássico filme noir, gênero muito explorado nas décadas de 1940 e 1950, o drama inicia-se em uma pacata cidade interiorana da Califórnia e por meio de flashback conhecemos os personagens e os fatos originários da história. Jeff Bailey (Robert Mitchum), dono de uma borracharia de beira de estrada, é descoberto pelo capanga de Whit Sterling (Kirk Douglas) e neste encontro a paz e o sossego de Jeff são interrompidos para que ele retorne aos receios e incertezas de um passado recente. Passado este em que Jeff e seu parceiro foram contratados como detetives particulares para localizarem e "entregarem" Kathie Moffat (Jane Greer) juntamente com uma grande quantia em dinheiro que a mulher levara consigo. Após Jeff descobrir o paradeiro de Kathie em Acapulco, ocorre o que todos "não" esperavam: o romance entre os dois, o que os leva a fugirem de Whit. Mas o inevitável acontece: são descobertos e neste momento ocorre um assassinato e Jeff a abandona. Agora, Jeff é obrigado a ir até Whit para tentar "acertar" as coisas. E acaba recebendo um novo trabalho que percebe ser uma "armadilha".     Assista Online   Imagens
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1389. bom
bom
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É O MESMO QUE RETROCEDER NO TEMPO, E VIVENCIAR NOSSA INFANCIA, É AS MINI-SERIES MAIS BONITAS E ORIGINAIS, SERAM INESQUECIVEIS AS AVENTURAS DESTE ATOR JOHNNY WEISSMULLER.QUE DEUS O TENHA.
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Ficha Título Original: Mabel and Fatty's Wash Day Ano/País/Gênero/Duração: 1915 / EUA / Comédia curta / 26min Direção: Roscoe 'Fatty' Arbuckle Produção: Mack Sennett Elenco: Mabel Normand - Mabel Roscoe 'Fatty' Arbuckle - Fatty Harry McCoy - Mabel's Nagging Husband Alice Davenport - Fatty's Nagging Wife Joe Bordeaux - Cop Luke the Dog - The Dog Edgar Kennedy - The Waiter     Sinopse   Comédia curta dirigido e estrelado por Fatty Arbucle. Assista Online yFR9EBIr1gA   Imagens
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eu já assisti, na minha infancia sessão da tarde na globo, todas as séries são otimas.
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Título Original: Les parapluies de Cherbourg Ano/País/Gênero/Duração: 1964 / França / Drama Musical Romance / 91min Direção: Jacques Demy Produção: Mag Bodard Roteiro: Jacques DemyLudwig Fulda e S.N. Behrman Fotografia: Jean Rabier Música: Michel Legrand Elenco Catherine Deneuve ... Geneviève Emery Nino Castelnuovo ... Guy Foucher Anne Vernon ... Madame Emery Marc Michel ... Roland Cassard Ellen Farner ... Madeleine Mireille Perrey ... Aunt Élise Jean Champion ... Aubin Pierre Caden ... Bernard Jean-Pierre Dorat ... Jean Sinopse Cherbourg, 1957. Guy Foucher (Nino Castelnuovo) é um jovem de 20 anos que foi criado pela madrinha e trabalha como mecânico de carros. Ele é apaixonado por Geneviève Emery (Catherine Deneuve), uma adolescente de 17 anos que ajuda sua mãe viúva no negócio da família: uma loja de guarda-chuvas, que é elegante mas pouco lucrativa. Geneviève também o ama, mas sua mãe acha que ela é muito nova para casar e não vê como Guy pode manter uma família. Ele é convocado para o serviço militar, mas antes de partir Guy e Geneviève fazem amor e ela engravida. Assim ela tem que escolher entre esperar pelo retorno de Guy ou aceitar uma proposta de casamento de Roland Cassard (Marc Michel), comerciante de diamantes, que se propõe a criar o bebê como se fosse seu. ASSISTA ONLINE Imagens
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  Ficha Título Original: Peg o' My Heart Ano/País/Gênero/Duração: 1922 / EUA / Comédia Drama / 80min Direção: King Vidor Roteiro: J. Hartley Manners e Mary O'Hara Fotografia: George Barnes Elenco: Laurette Taylor ... Margaret O'Connell Mahlon Hamilton ... Sir Gerald Adair Russell Simpson ... Jim O'Connell Ethel Grey Terry ... Ethel Chichester Nigel Barrie ... Charistian Brent Lionel Belmore ... Hawks Vera Lewis ... Mrs. Chichester Beth Ivins ... Mrs. Jim O'Connell D.R.O. Hatswell ... Alaric Chichester Eileen O'Malley ... Margaret O'Connell, as a child Fred Huntley ... Butler     Sinopse   Drama silencioso dirigido por King Vidor e baseado na peça de J. Harltley Manners, sucesso na Broadway na época.       Imagens
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  Ficha Título Original: The Far Country Ano/País/Gênero/Duração: 1954 /  Western / 94min Direção: Anthony Mann Produção: Aaron Rosenberg Roteiro: Borden Chase Fotografia:  William H. Daniels Música: Henry Mancini, Hans J. Salter, Frank Skinner, Herman Stein Elenco: James Stewart     ...    Jeff Webster Ruth Roman     ...    Ronda Castle Corinne Calvet     ...    Renee Vallon Walter Brennan     ...    Ben Tatum John McIntire     ...    Gannon Jay C. Flippen     ...    Rube Harry Morgan     ...    Ketchum Steve Brodie     ...    Ives Connie Gilchrist     ...    Hominy Robert J. Wilke     ...    Madden Chubby Johnson     ...    Dusty Royal Dano     ...    Luke Jack Elam     ...    Newberry Kathleen Freeman     ...    Grits Connie Van     ...    Molasses     Sinopse   Em 1896, Jeff Webster vê o início da corrida do ouro de Klondike como uma oportunidade para consguir uma fortuna no ramo do gado. Ele leva um rebanho de gado do Wyoming para Seattle, e depois para Skagway. Lá, ele e seu parceiro Ben Tatum vendem o gado e passam a trabalhar com o ouro. Os problemas vão começar, pois duas mulheres começam a disputar o seu coração e várias pessoas ambiciosas estão de olho no seu dinheiro, e de tudo farão para roubá-lo.       Imagens
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  Ficha Título Original:La sirène du Mississippi Ano/País/Gênero/Duração:1969 / França / Drama / 123min Direção:François Truffaut Produção:Marcel Berbert Roteiro:François Truffaut Fotografia:Denys Clerval Elenco: Jean-Paul Belmondo .... Louis Mahé Catherine Deneuve .... Julie Roussel / Marion Vergano Nelly Borgeaud .... Berthe Martine Ferrière .... Landlady Marcel Berbert .... Jardine Yves Drouhet .... investigador Michel Bouquet .... Camolli Roland Thénot .... Richard   Sinopse Depois de um namoro por correspondência, Louis Mahé, dono de uma fazenda e de uma fábrica de tabaco na Ilha da Reunião, África, se casa com Julie Roussel, mesmo ela não parecendo com a foto que lhe mandou antes. Ele não sabe, mas Julie está envolvida num caso de uma mulher que foi assassinada, no passado, em circunstâncias misteriosas. Esse fato e o amor de ambos mudará a vida de Louis completamente, fazendo-o se aproximar cada vez mais da ruína e da morte.     Assista Online         Imagens
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  Ficha Título Original: The Gunfighter Ano/País/Gênero/Duração: 1950 / Drama Western / 85min Direção: Henry King Produção: Nunnally Johnson Roteiro: William Bowers), André De Toth Fotografia: Arthur C. Miller Música: Alfred Newman Elenco: Gregory Peck ... Jimmy Ringo Helen Westcott ... Peggy Walsh Millard Mitchell ... Marshal Mark Strett Jean Parker ... Molly Karl Malden ... Mac Skip Homeier ... Hunt Bromley Anthony Ross ... Deputy Charlie Norris Verna Felton ... Mrs. August Pennyfeather Ellen Corby ... Mrs. Devlin Richard Jaeckel ... Eddie     Sinopse   Um pistoleiro quer refazer sua vida e viver em paz com a mulher, mas sua fama de rápido no gatilho continua atraindo desafiantes, cada um deles quer se tornar o homem que o venceu.     Imagens
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O melhor filme que já assisti!
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  Ficha Título Original: Dr Pyckle and Mr Pride Ano/País/Gênero/Duração: 1925 / EUA / Comédia curta / 19min Direção: Scott Pembroke e Joe Rock Produção: Joe Rock Roteiro: Tay Garnett Fotografia: Edgar Lyons Elenco: Stan Laurel as Dr. Pyckle/Mr. Pryde (sometimes as Mr. Pride) Julie Leonard as Dr. Pyckle's assistant Pete the Dog (as Pete the pup) Syd Crossley (uncredited bit role) Dot Farley (uncredited bit role)     Sinopse   Dr. Pyckle que usa a si próprio como cobaia para experimentar uma nova droga que o transforma em um brincalhão compulsivo, o Mr. Pride, que engana a polícia enquanto corre por Londres buscando novas vítimas para suas piadas.       Imagens
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Que palhaçada! Será que houve alguma pressão para tirar do ar? Será medo se alguma excomunhão? Por favor, tirar uma série muito bem feita do ar e sem dar explicaçoes é muita falta de respeito. Estamos em um Estado laico e temos uma constituição que proíbe censura. Por favor, respeitem quem começou a assisitir a primeira temporada e a levem até o final.
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Sem sombra de duvida o ator Robert Powell, ele retra bem a fisionomia dos retratos que temos nos livros biblicos, fotos de reportagens etc. Alem de seu trabalho exemplar, é usado sua imagem até hoje pelas igrejas católica e evangélicas, seu rosto magro, olhos, cabelo etc, os demais estão muinto na moda não retrata o estilo épico, sujeitos comum. Em segungo fica o astro do filme de Mel Gibson. J. Camargo
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Ficha Título Original:The Harder They Fall Ano/País/Gênero/Duração:1956 / EUA / Drama Noir / 109min Direção:Mark Robson Produção:Philip Yordan Roteiro:Philip Yordan Fotografia:Burnett Guffey Música:Hugo Friedhofer Elenco: Humphrey Bogart ... Eddie Willis Rod Steiger ... Nick Benko Jan Sterling ... Beth Willis Mike Lane ... Toro Moreno Max Baer ... Buddy Brannen   Sinopse mbientado no dramático submundo do boxe, um ex-jornalista esportivo que tem de repensar seus valores diante da crueldade de empresários gananciosos e outros especuladores amorais com os quais entra em acordo para organizar a tal farsa do título. Trata-se de enganar um boxeador inexperiente e "arranjar" lutas; o resultado das armações, obviamente, iria para os bolsos de inescrupulosos agentes.     Assista Online   Imagens
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Links Corrigidos Spencer!
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According to my exploration, billions of persons on our planet receive the business loans at different banks. Therefore, there's good chances to receive a short term loan in all countries.
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Ficha Título Original: Fatty and Mabel's Simple Life Ano/País/Gênero/Duração: 1915 / EUA / Comédia curta / 24min Direção: Roscoe 'Fatty' Arbuckle Produção: Mack Sennett Elenco: Roscoe 'Fatty' Arbuckle - Roscoe Mabel Normand - Mabel Al St. John - The Squire's son Josef Swickard - Mabel's father Joe Bordeaux - Farm hand Ted Edwards - Minister     Sinopse   Fatty mora em uma fazenda e quer pedir a mão de Mabel em casamento. Mas o pai dela quer que ela se case com um outro pretendente rico. Quando o casal descobre os planos do pai, resolvem fugir e começa uma grande confusão. Assista Online 1_T80QoRLIs       Imagens  
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Ficha Título Original: That Little Band of Gold Ano/País/Gênero/Duração: 1915 / EUA / Comédia curta / 42min Direção: Roscoe 'Fatty' Arbuckle Produção: Mack Sennett Elenco: Roscoe 'Fatty' Arbuckle - Hubby Mabel Normand - Wifey Ford Sterling - Gassy Gotrox Ethel Madison - Maud Brightlights Phyllis Allen Charles Arling Don Barclay Glen Cavender Charley Chase Dixie Chene Alice Davenport Vivian Edwards May Emory Frank Hayes Edgar Kennedy - Customer Hank Mann Dora Rodgers Al St. John - Waiter Slim Summerville Charles Lakin - Page Boy (uncredited)     Sinopse   Um jovem casal parecem felizes logo após o casamento. Mas logo os problemas começam quando o marido começa a ir para as farras com os amigos, deixando a esposa em casa com sua mãe.   ASSISTA ONLINE             Imagens  
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Carla vc é maravilhosa. A Liza Minnelli é uma das minhas cantoras favoritas. Além de ser filha da diva Judy Garland e do talentoso diretor Vincent Minnelli. Ela foi uma abençoada pela genética com este vozeirão da mãe. Um grande Beijo
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Ficha Título Original: The Deadly Companions Ano/País/Gênero/Duração: 1961 / EUA / Western / 93min Direção: Sam Peckinpah Produção: Charles B. Fitzsimons    Roteiro: Albert Sidney Fleischman Fotografia:  William H. Clothier         Música: Marlin Skiles Elenco: Maureen O'Hara     ...    Kit Tildon Brian Keith     ...    Yellowleg Steve Cochran     ...    Billy Keplinger Chill Wills     ...    Turk Strother Martin     ...    Parson Will Wright     ...    Doctor Acton James O'Hara     ...    Cal, General Store Peter O'Crotty     ...    Mayor of Hila City Billy Vaughan     ...    Mead Tildon Jr.     Sinopse   Yellowleg é um ex-sargento do exército que, sentindo-se culpado por ter matado acidentalmente um garoto, transporta o corpo dele e sua mãe, Kit Tilden, através de um perigoso território indígena para enterrá-lo ao lado do pai.     Imagens      
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só pra corrigir que ela tenta puxar o microfone porque ela se sente incomodada por Liza estar chamando mais atencao( esse show com sua filha ela nao queria ter feito,mas seu ultimo marido,apaixonad por liza e sua voz insistiu muito pra que esse show acontecesse) Mas o post ta bom! =)
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tentei fazer DOWNLOAD mas nao consegui
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  Por José Bruno Ap Silva do blog http://sublimeirrealidade.blogspot.com.br Michelangelo Antonioni fez parte de uma geração que revolucionou a forma de fazer e de pensar cinema nas décadas de 50 e 60, seus filmes possuem uma forte marca autoral e trazem consigo a profundidade das  reflexões filosóficas e sociológicas ensaiadas pelo cineasta. Em sua juventude, Antonioni já integrava os círculos intelectuais de onde sairiam nomes seminais da literatura italiana da segunda metade do século passado, o interesse dele pelas artes o levou a se aproximar do teatro e da crítica cinematográfica. À princípio, o teor de seus escritos, como crítico de cinema, e as abordagens de alguns de seus primeiros curta-metragens o aproximaram do movimento neorrealista, que tinha como principais nomes, Roberto Rosselini, Vittorio De Sica e Luchino Visconti, no entanto em sua maturidade artística Antonioni se distanciaria desta escola, ele direcionaria seu foco narrativo, não para as questões sociais, mas para para os dilemas e angústias pessoais enfrentados por cada indivíduo. O cunho marxista de sua obra se manifestaria não no embate entre as classes sociais, mas no posicionamento do indivíduo frente à sociedade capitalista industrial, que o tornava impotente e alheio à sua própria vida. Em O Deserto Vermelho (1964), seu primeiro filme fotografado em cores, Antonioni retoma a temática que caracterizara seus três primeiros longas, que ficaram conhecidos como a "trilogia da incomunicabilidade", nele é abordada a angústia existencial e a solidão do indivíduo que não consegue se realizar como tal e acaba se perdendo em meio à desumanização propiciada pelo capitalismo. A trama do filme se desenvolve quase em sua totalidade em um distrito industrial da comuna de Ravenna  na Itália e no seu centro está a belíssima Giuliana (Monica Vitti), ela é a esposa de Ugo (Carlo Chionetti), o gerente de uma grande usina, e tem um filho ainda pequeno com ele. Apesar de ter uma vida aparentemente tranquila, Giuliana não se sente realizada, ela tem sérios problemas psicológicos, que são atenuados pelo isolamento social do qual ela é vítima. Ela, que acabara de sair de uma clínica, onde fora internada após um trauma, tenta se convencer que já está curada, todavia ela permanece visivelmente atormentada. Ugo se preocupa com ela e tenta ampará-la, mas existe um verdadeiro abismo entre eles.   Corrado Zeller (Richard Harris), um dos funcionários da usina, tenta se aproximar de Giuliana após ter sido apresentado a ela por Ugo, ele está apenas de passagem pela cidade, recrutando funcionários para trabalharem durante uma temporada na América do Sul. Lentamente ela começa a se abrir com ele, estabelecendo desta forma uma comunicação muito mais consistente do que aquela que ela mantém com o próprio marido. A relação que começa a se desenvolver entre eles é cheia de compreensão e cumplicidade e isso parece ajudar a ambos, mas ela vai se tornando perigosa por eles se aproximarem demais... Corrado, ainda que em menor medida, também sente os efeitos de viver em uma sociedade tão desumanizada, mas diferente de Giuliana, ele aparenta ter encontrado algum tipo de equilíbrio. Ao ser questionado por ela acerca de sua posição política, ele responde: "É como perguntar em que se acredita, são palavras que pedem uma resposta precisa. Na verdade não se sabe bem no que se acredita. Acredita-se na humanidade e num certo sentido. Um pouco menos na justiça... um pouco no progresso. Acredita-se no socialismo talvez. O importante é agir do modo que se ache justo, justo para si e para os outros; para ter paz de consciência. A minha consciência está tranquila...". Durante o desenrolar da trama fica claro que a angústia existencial que Giuliana sente também é sentida por outros personagens que estão à volta dela, porém, somente ela a externa.     Em O Deserto Vermelho (1964) as imagens, suas tonalidades de cores e enquadramentos, dizem muito mais que as palavras - esta é na verdade uma das características mais marcantes da obra de Antonioni - o uso deste tipo de narrativa tende a afastar a parte do público que tem dificuldade de decodificar tal tipo de mensagem, para estes o filme aparentará ser lento e sua trama fará pouco sentido. No entanto, aqueles que se dispuserem a apreciar o filme em sua totalidade, como uma obra de arte e não como entretenimento perceberá o quão profunda a história contada é. A preocupação com as cores do filme se refletiu até na escolha de seu nome, à principio ele deveria se chamar "Celeste e Verde", porém, depois de uma conversa com Jean-Luc Godard, Antonioni decidiu mudar, pois de acordo com o cineasta francês este não era um título "suficientemente viril"... O deserto vermelho, ao qual o nome definitivo se refere, não é uma referência às locações onde a fita foi rodada, mas ao estado psicológico da personagem principal. Antonioni, assim como Ingmar Bergamn (que curiosamente morreria na mesma data que ele), permaneceu adepto do cinema em preto e branco bastante tempo depois do advento do cinema em cores, para ele o uso da tecnologia não poderia ser tido como um mero avanço técnico, ele precisava se tornar parte da linguagem fílmica, para assim ser justificado. É precisamente isso o que acontece em O Deserto Vermelho, no filme a cromatização serve como forma de salientar aquilo que os personagens sentem e também para ilustrar a forma com que o avanço das indústrias e do capitalismo destrói tudo que é vivo e belo, descolorindo e entristecendo cada paisagem... O trabalho de Carlo Di Palma, o diretor de fotografia, é simplesmente fantástico, é sublime a forma com que ele ora satura determinadas cores, ora descolore todo o quadro, demarcando apenas o vazio; os enquadramento que ele utiliza, que reforçam a pequenez do homem diante da grandiosidade das máquinas, também são esteticamente maravilhosos.     Monica Vitti está muito bem no filme, seu desempenho justifica o fato de ela ter sido a grande musa do cineasta italiano, ela consegue expressar os sentimentos de sua personagem através de seus gestos e expressões faciais, nós expectadores percebemos o tormento que ela sente mesmo sem ela dizer qualquer palavra. O restante do elenco também entrega boas interpretações, mas a verdade é que no que tange este aspecto, o filme pertence à Monica e ao Richard Harris, eles conseguem desenvolver uma boa química nos momentos em que contracenam, o que faz com que as melhores passagens do filme sejam protagonizadas por eles... É assustadora a forma com que esta obra permanece atual e contundente mesmo depois de quase cinquenta anos de seu lançamento, este é um dos aspectos que, somados aos outros já citados, o elevam á condição de clássico e de referência não só no tocante à linguagem, mas também pela reflexão que ele propõe acerca da solidão e da alienação do homem moderno.  O Deserto Vermelho é sem dúvidas uma obra prima, mas isso não quer dizer que ele seja uma produção de fácil assimilação, ele é um filme pesado, indigesto e angustiante pela sua temática e por apontar problemas que só se agravariam com o passar dos anos e com a evolução do capitalismo para um outro estágio. Todavia não há dúvidas de que ele seja uma das obras mais importantes da história da sétima arte. Ultra Recomendado! O Deserto Vermelho ganhou o Prêmio FIPRESCI e o Leão de Ouro (equivalente ao prêmio de Melhor Filme) no Festival de Veneza.
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olha eu sou novo tenho 23 anos de idade mais sou muito fa de carmem miranda começei ouvindo a musica o mundo na se acabou eu digo que se eu fosse nascido na epoca dela eu faria de tudo pra ser um dos amores dela pois sou apaixonado por sua historia de vida olhem se alquem puder entar no meu seite e mandar alguma coida de carmem eu fico muito agradecido.
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Ficha Título Original: Leap Year Ano/País/Gênero/Duração: 1921 / EUA / Comédia curta / 27min Direção: Roscoe 'Fatty' Arbuckle e James Cruze Roteiro: Sarah Y. Mason e Walter Woods Fotografia: Karl Brown Elenco: Roscoe 'Fatty' Arbuckle - Stanley Piper Mary Thurman - Nurse Phyllis Brown Lucien Littlefield - Jeremiah Piper Clarence Geldart - Scott Travis Harriet Hammond - Loris Keene Allen Durnell - Tommy Blaine Gertrude Short - Molly Morris John McKinnon - Mumford, the valet Maude Wayne - Irene Rutherford Winifred Greenwood - Mrs. Travis     Sinopse   Uma jovem provoca uma série de problemas dando conselhos românticos para suas amigas do sexo feminino.     Imagens  
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Elenco: Max Linder ... Max Martha Mansfield ... Max's Wife Helen Ferguson Francine Larrimore Ernest Maupain     Sinopse   Após a saída de Chaplin da Essanay, Max Linder foi chamado para estrelar essa película. Neste segundo filme dele para a Essanay, ele teve que adaptar seu estilo francês ao americano. A trama é bem simples: Max irá receber uma herança, mas para receber a mesma precisa estar solteiro. Para isso ele precisa convencer sua esposa que precisa se divorciar dela para receber a herança. Assista Online RRuajWf7Y0U       Imagens
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Realmente a Atriz mais bela do cinema é Sophia Loren
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ola, poderia consertar os sites de downloads, estao todos no megaupload, obrigado, gosto muito do site.
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O mais admirável no filme é a interpretação de Natalie Wood.
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O homem mais bonito q existiu. Um Deus....
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Muito obrigado! Fred Astaire melhora o humor de qualquer um! :-) Será que rola uma seleção de danças Ann Miller também? Abraços!
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Baixe primeiramente o programa de download Ares. Pois o link deste site a levará ao caminho para baixar o filme pelo programa Ares.
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Por Daniele Rodrigues de Moura do blog http://telaprateada.blogspot.com.br/ Joan Crawford estrela este drama romântico onde seu personagem é uma menina rica, que não faz nada na vida. Festeira, permanece no clube até o sol raiar, bebendo e contando nos dedos quem caiu em seus encantos na mesma noite. Mas como odiá-la, mesmo ela sendo fútil deste jeito? É impossível! ...Não entenderam? É que Joan cativa com sua Diana desde o início. Com um brilho nos olhos que mais tarde a transfomaria em das atrizes mais populares de Hollywood, revela o verdadeiro caráter de sua personagem quando surge Ben(John Mac Brown). Ao se conhecerem numa festa, os dois se apaixonam. Ele se encanta ao vê-la dançando, com uma roda de jovens aberta à sua disposição. Diana é a garota popular, mas não precisa de arrogância nem de maldade para isso. Ela é popular não só pela beleza, mas também pela vontade de viver, a energia, seu rosto sempre simpático. Ao lado de Beatrice(Dorothy Sebastian), sua melhor amiga, ela luta para ser amada pelo que é. O filme trata da seguinte questão: o que vale mais num casamento? Uma mulher que finge ser recatada ou aquela que é sincera e assume que gosta de viver fora dos costumes impostos pela sociedade? Colocando dessa maneira, pode parecer ultrapassado, mas não é. Por mais sutil que seja nos dias de hoje, as mulheres ainda são cobradas pelo recato, pela discrição, mesmo que isto represente a sua infelicidade. Diana e Beatrice lamentam, choram uma para a outra da má sorte no amor. Norman(Nils Ashter) é apaixonado por Bea, mas quer que ela deixe de ser uma party girl e seja somente dele. Já Di perde Ben para Ann e seu jogo sujo, e a trama se desenvolve ao longo da batalha dessas duas jovens ao encontro do verdadeiro amor. Maravilhosa atuação do trio de meninas Crawford-Sebastian-Page, com uma cor muito especial proporcionada pela vilã de Anita, invejosa e articulista ao máximo e que no fundo queria estar no lugar de Diana. Podemos dizer que a Ann de Anita Page é a Regina George do filme MEAN GIRLS(2004), de Tina Fey, considerando que se trata de uma história de conflito de jovens bastante semelhante, unindo-se à busca pela popularidade a qualquer preço e a descoberta, mais tarde, dos valores ideais. Valores estes que podem não trazer felicidade a uma vilã, porém reestabelece a aura blindada da mocinha protagonista. Do mesmo produtor de THE EASIEST WAY, texto anterior a este, este delicioso filme foi dirigido por Harry Beaumont e traz Cedric Gibbons como Diretor de Arte, e que marcou a era de ouro da MGM com suas decorações luxuosas e belas. David Cox assina o rico guarda-roupa, recheado de lindos vestidos de festa, casacos de pele e tuxedos. A continuação, foram feitos mais dois filmes do gênero: OUR MODERN MAIDENS(1929) e OUR BLUSHING BRIDES(1930). Apesar de ser uma película bem agradável, com um ótimo elenco, não se pode fugir do detalhe do roteiro, que é bastante cliché e previsível. Destaque para Joan Crawford dançando o Charleston emcima da mesa, no início do filme: Joan trabalhou bastante sua dança em seus primeiros filmes e até o n´cio dos anos 30, fazia o papel da moça rica, heideira de grande fortuna, porém bom caráter. E assim, sua irresistível presença cênica se fez notar e despontar uma das maiores atrizes da História do Cinema.
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  Ficha Título Original:Mother India Ano/País/Gênero/Duração:1957 / India / Drama / 172min Direção:Mehboob Khan Produção:Mehboob Khan Roteiro:Mehboob Khan Fotografia:Faredoon A. Irani Música:Naushad Elenco: Nargis ... Radha Sunil Dutt ... Birju Rajendra Kumar ... Ramu Raaj Kumar ... Shamu (Radha's Husband) Kanhaiyalal ... Sukhilala (as Kanhaiya Lal) Jilloo Maa Kumkum ... Champa Chanchal Sheela Naik ... Kamla   Sinopse Radha, agora uma mulher velha, relembra seu passado. Ela se lembra de sua vida de casada, a família tem que trabalhar muito duro para pagar a Sukhilala credor. Seu marido perdeu os braços em um acidente e negligenciar a família e Radha teve que criar seus filhos sozinha.     Assista Online   Imagens
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BOA NOITE . EU GOSTEI DO FILME MAS NÃO ENTENDI O IDIOMA QUE É EM ESPANHOL COMO EU FAÇO PRA CONSEGUIR A LEGENDA EM PORTUGUÊS , AGUEM PODE ME PASSAR A LEGENDA. FICO NO AGUARDO
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Ficha Título Original:Conflict Ano/País/Gênero/Duração:1945 / EUA / Drama Noir / 86min Direção:Curtis Bernhardt Produção:William Jacobs Roteiro:Arthur T. Horman e Dwight Taylor Fotografia:Merritt B. Gerstad Elenco: Humphrey Bogart ... Richard Mason Alexis Smith ... Evelyn Turner Sydney Greenstreet ... Dr. Mark Hamilton Rose Hobart ... Kathryn Mason Charles Drake ... Prof. Norman Holsworth Grant Mitchell ... Dr. Grant Patrick O'Moore ... Det. Lt. Egan (as Pat O'Moore) Ann Shoemaker ... Nora Grant Edwin Stanley ... Phillips   Sinopse Um engenheiro, preso num casamento infeliz, planeja assassinar a esposa para ficar com a irmã mais nova dela.     Assista Online         Imagens
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Jack Nicholson tambem ganhou tambem o oscar por laços de ternura
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Ficha Título Original: A Flirt's Mistake Ano/País/Gênero/Duração: 1914 / Comédia curta / EUA / 8min Direção: George Nichols Produção: Mack Sennett Elenco: Roscoe 'Fatty' Arbuckle ... The Husband Frank Cooley ... 1st Flirt in Park Minta Durfee ... The Wife William Hauber ... Cop with Handlebar Moustache George Jeske ... Clean-Shaven Cop Edgar Kennedy ... The Rajah Virginia Kirtley ... Girl on Sidewalk George Nichols ... 2nd Flirt in Park Frank Opperman ... Rajah's Associate     Sinopse   Roscoe se mete em apuros quando é confundido com um sheik e tenta flertar com uma dama.     Imagens
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Olá tem dois filmes que preciso encontrar, sei que não tem no site, mas se tu puderes me indicar onde posso encontrar fico realmente grata. Deluge (1933 felix feist) Early Flight (b&w, silent, 16mm) se for em qualidade de dvd pelo menos seria bom, está muito dificil de conseguir. muito obrigada. Raíssa
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Adorei! Sempre admirei esta atriz pelo seu talento e beleza.
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Ficha Título Original: Max décoré (Max Sets the Style) Ano/País/Gênero/Duração: 1914 / Comédia / França / 17min Direção: Max Linder Elenco: Max Linder     Assista Online DfxaxIEawJg   Curta metragem dirigido e estrelado por Max Linder.
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Uall!!!! Muito bom....
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QUE BOM QUE ESTAS ATRIZES CONSEGUIRAM SEREM RECONHECIDAS NA TERRA DO TIO SAM. O QUE DEVE TER SIDO UM VERDADEIRO CALVÁRIO, POIS SE HOJE AINDA EXISTE DISCRIMINAÇÃO NO CINEMA IMAGINE NA ÉPOCA EM QUE ESTAS LINDAS ATRIZES COMEÇARAM A ATUAR. ESQUECERAM DA SONIA BRAGA. ACHO ELA UMA BOA ATRIZ. DEVERIA ESTAR NA LISTA.
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ESTAS CLASSICOS SÃO OS MELHORES , NOS LEMBRA A NOSSA INFACIA...
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Todas querem mas marilyn é inigualávellllllllll
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Audrey sempre será inesquecível Um ser humano que mais parecia um anjo que exalava amor e compaixão por onde passava. Eu amo sua gentileza, sua bondade, sua ternura e seu carisma. Ela é um exemplo de como amar o próximo e de como se dedicar em salvar vidas.Fez isto como Embaixadora da Unicef. Uma Mulher, ativistanas causas humanitárias e uma dasmelhores atrizes que já apareceram na face da terra.
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Como faço para baixar este fabuloso filme?
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Todas elas são incrivelmente lindas, mas a Ava Gardner tinha algo a mais, o que tornava ela o animal mais belo do mundo !!!
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Ficha Título Original: Max champion de boxe Ano/País/Gênero/Duração: 1910 / Comédia / França / 5min Direção: Max Linder e Lucien Nonguet Roteiro: Max Linder Elenco: Max Linder     Sinopse   Curta metragem dirigido e estrelado por Max Linder.  
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    Ficha Título Original: My Boy Ano/País/Gênero/Duração: 1921 / EUA / Comédia Drama / 55min Direção: Albert Austin Roteiro: Max Abramson Fotografia: Glen MacWilliams Elenco: Jackie Coogan ... Jackie Blair Claude Gillingwater ... Captain Bill Mathilde Brundage ... Mrs. Blair Patsy Marks ... Little Girl   Sinopse   Filme feito basicamente para aproveitar a fama de Jackie Coogan como O garoto, de Chaplin. Novamente ele é um órfão, até mesmo as roupas são idênticas às usadas em The Kid, só que desta vez viaja sozinho e é adotado por um capitão. O filme foi dirigido por Albert Austin, que atuou em diversos filmes ao lado de Chaplin.   Assista Online (filme silencioso) 9ND7Bbks6qY   Canal:http://www.youtube.com/user/CinemaClassico3     Imagens
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Belo artigo, meus parabéns, só que ele tem mais de cinco erros de português, o que é apenas um detalhe... Mas enfim: A Família Addams é mais criativa, de qualquer modo, A Família Monstro também não deixa em nada a desejar!
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Só um detalhe, "Sonhos de um Sedutor" é dirigido por Herbert Ross. O roteiro, no entanto, é do W. Allen.
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  Ficha Título Original: Love, Speed and Thrills Ano/País/Gênero/Duração: 1915 / EUA / Ação Comédia / 13min Direção: Walter Wright Produção: Mack Sennett Elenco: Mack Swain ... Ambrose Minta Durfee ... Ambrose's Wife Chester Conklin ... Mr. Walrus Josef Swickard ... Police Chief   Sinopse   Curta produzido por Mack Sennett.   Assista Online (filme silencioso) oUucS-a2teE   Canal:http://www.youtube.com/user/CinemaClassico3     Imagens
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Sobre o acidente automobilístico. Ao terminar as filmagens, o trailer que ele estava dirigindo perdeu os freios na descida da montanha onde foi filmado o filme....Chegou inteiro porque era um excelente motorista.
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ESSE LINK É VERDADEIRO ??? Resposta: olá. Link corrigido.
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Dona de uma doçura capaz de estontear um príncipe, Grace Kelly é a mais linda de TODAS, morenas, loiras ou ruivas.
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Nossa! Muito interessante, estou fazendo o papel de Blanche DuBois no teatro! Me ajudou muito :)
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Algumas frases são bem interessantes. Outras, nem tanto. O Falcão Maltês
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Adoro o seu blog, Carla. Mas nunca sei onde deixar comentários. Abração e apareça, www.ofalcaomaltes.blogspot.com
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bah Dercy era fantastica............em tudo que fazia em cada gesto e em cada palavra
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  Ficha Título Original: Un dollaro bucato Ano/País/Gênero/Duração: 1965 / Itália França / Faroeste / 115min Direção: Giorgio Ferroni Produção: Bruno Turchetto    Roteiro: Giorgio Ferroni e Giorgio Stegani Fotografia:  Antonio Secchi    Música: Gianni Ferrio Elenco: Giuliano Gemma ... Gary O'Hara Ida Galli ... Judy O'Hara Pierre Cressoy ... McCoy Giuseppe Addobbati ... Donaldson Franco Fantasia ... Sheriff Anderson Tullio Altamura ... Peter Massimo Righi ... Brad Andrea Scotti Nazzareno Zamperla ... Phil O'Hara Benito Stefanelli ... James Franco Lantieri ... Slim     Sinopse   Giuliano Gemma é um soldado, que retorna da guerra para lutar uma outroa em casa. Sem que ele soubesse, seu irmão transformou-se num pistoleiro infame chamado "Black Jack", que derrota os pistoleiros locais. Giuliano Gemma concorda em fazer uma emboscada para matar "Black Jakc". E somente aí descobre quem realmente é o fora-da-lei. Com vingança no coração, ele se volta contra seus empregadores..       Imagens
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Só de ter "E o vento levou" e "O mágico de Oz" já foi um ano histórico, sensacional. Aliás, E O VENTO LEVOU não tem pra ninguém: melhor filme da história, simplesmente insuperável!
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Lembro-me exatamente do dia em que vi o livro Iniciais BB, eu estava com 18 anos e comecei ler biografias de famosos para distração, quem lê sabe que passamos por algumas ondas. Eu havia lido a biografia de Chanel entreguei e fui a mesma estante... encontrei Iniciais BB... achei interessante a capa... mas não sabia quem era Brigitte Bardot, nunca pensei que fosse atriz, para mim era uma modelo. Depois do livro assisti filmes, vi e revi entrevistas, aprendi francês, tudo isso porque Brigitte Bardot é um ícone que transcende 600 paginas. Sonho com o dia de ir a Franca e a famosa Paul Doumer. Parabéns pelo artigo e compartilhar pela mesmo fascínio por essa mulher tão maravilhosa. Abss
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Obrigado pela postagem. Abração
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Sou fã do Cinema São Luiz, pra mim não tem melhor, precisa voltar como era antes, filmes de lançamentos e clássicos .Vcs ñão devem a cinema nenhum, então vamos resgatar o que temos de bom que é o cinema.
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SENSACIONAL! ADOREI, ESPERO ENCOTRAR +++++++++!
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Ficha Título Original: Mr. & Mrs. Smith Ano/País/Gênero/Duração: 1941 / EUA / Comedia Romance / 95min Direção: Alfred Hitchcock Produção: Harry E. Edington Roteiro: Norman Krasna Fotografia: Harry Stradling Sr. Música: Edward Ward Elenco: Carole Lombard ... Ann Robert Montgomery ... David Gene Raymond ... Jeff Jack Carson ... Chuck Philip Merivale ... Mr. Custer   Sinopse Ann e David são um casal feliz. Certo dia ela pergunta a ele se tivesse de fazer tudo novamente, ele se casaria com ela? Para sua surpresa, ele responde que não. Mais tarde, naquele mesmo dia, ambos separadamente descobrem que, devido a uma complicação quando se casaram a três anos atrás, eles não são legalmente casados. Ann então, espera que David conte a ela e a peça em casamento novamente, mas eles saem para jantar e ele não comenta nada sobre não serem casados. Então, ela o coloca para fora de casa e ele fará de tudo para tê-la de volta. Curiosidades Tanto Hitchcock quanto Lombard queriam Cary Grant para o papel de David, mas sua agenda estava cheia. Levando a sério a famosa frase de Hitchcock, "Os atores são como gado", Lombard trouxe três vacas para o set, e colocou placas de identificação que diziam Carole, Bob e Gene. Montgomery era republicano, enquanto Carole era democrata. Todos os dias ela ia até o estacionamento e pregrava adesivos no carro dele a favor da reeleição de Roosevelt.   Assista Online   Imagens
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eu ñ consigo baixar o filme serio eu quero muito consegui esse filme,mas quando fasso download ñ abri nada alem de um arquivo em branco.por favor me ajuda? Resposta: Instale um programa de download via torrent. Dessa maneira o arquivo poderá ser aberto e o download iniciado.
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Não sei como um livro e peça de teatro tão sujo fazem tanto sucesso!!!!!Os seres humanos gostam do que faz mal a alma e enoja!!!!!
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Cadê a Nicole Kidman?
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  Ficha Título Original:Madame Bovary Ano/País/Gênero/Duração:1991 / França / Drama Romance / 143min Direção:Claude Chabrol Produção:Marin Karmitz Roteiro: Gustave Flaubert, Claude Chabrol Fotografia:Jean Rabier Música:Jean-Michel Bernard Elenco: Isabelle Huppert Jean-François Balmer Christophe Malavoy Jean Yanne Lucas Belvaux Christiane Minazzoli Jean-Louis Maury Florent Gibassier Jean-Claude Bouillaud Sabeline Campo Yves Verhoeven   Sinopse Charles Bovary, um médico viúvo do interior da França, se casa com Emma, uma moça. Porém, Emma, cansado do tédio da vida burguesa, passa a ver como válvula de escape, seus amantes, porém a estrutura de tudo é abalada. Fiel ao romance de Flaubert, o filme é considerado por alguns o ponto alto da parceria entre Chabrol e Huppert.     Assista Online   Imagens
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Ficha Título Original: Les Anges du Péché Ano/País/Gênero/Duração: 1943 / França / 96min Direção: Robert Bresson Produção: Roger Richebé    Roteiro: Jean Giraudoux, Raymond Leopold Bruckberger, Robert Bresson Fotografia:  Philippe Agostini Música: Jean-Jacques Grünenwald Elenco: Renée Faure .... Anne-Marie Lamaury Jany Holt .... Thérèse Mila Parély .... Madeleine Sylvie .... a priora Marie-Hélène Dasté .... irmã Saint-Jean Paula Dehelly .... irmã Dominique Silvia Monfort .... Agnes Louis Seigner .... diretor da prisão     Sinopse   A ordem Irmãs de Betânia é uma instituição de freiras dedicada a cuidar de mulheres ex-condenadas. Quando a jovem freira Anne-Marie chega, é encarregada da detenta Thérèse, que alega estar lá injustamente. Quando esta é liberta, vai às ruas matar o homem que a incriminou, e volta para a instituição em busca de refúgio. Lá, Anne-Marie tenta obsecadamente mudar Thérèse, mas é eventualmente expulsa da ordem.        
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Por Karla Hack dos Santos do blog http://nascidaemversos.blogspot.com.br   Adoro quando encontro um trabalho cinematográfico interessado em debater um tema de forma simples e realista. Como já comentei em Sexo, Polêmica e Filmes,  nem sempre o cinema busca entreter, sendo que no aspecto arte de pensamento ousado é que encontra o seu campo mais fértil, tanto na expressão quanto no espaço para discussão. Dentro desta veia fixa-se um dos melhores, mais interessantes e completamente indispensável trabalhos de Sidney Lumet: 12 Homens e Uma Sentença. É tão fácil julgar de instinto, mas, e julgar com certeza e com ética?     Quando esbarramos com alguma notícia anunciando um crime, quantas vezes - mesmo sem ler a matéria em sua integralidade - já condenamos o acusado? Esta condenação é livre de nossas opiniões pessoais, de nossos preconceitos, de nossas vivências? Há como se julgar de forma transparente e unicamente ligada ao fato? Há como se ter certeza absoluta da veracidade? Na ânsia por responder tais Reginald Rose escreveu uma peça para televisão, mais tarde brilhantemente adaptada para o cinema (1957) com o nome 12 Homens e Uma Sentença. Sob a direção inspirada de Sidney Lumet, o roteiro inteligente ganha uma dimensão extraordinária, essencial a todos. Fugindo das reviravoltas da ação, sem a sanguinolência do terror e distante das lágrimas de um melodrama, a película transcorre de forma racionalmente humana. Em que pese se passe quase que inteiramente dentro de uma sala única - dando a sensação de peça teatral -, não se torna cansativo; Pelo contrário, com uma fotografia baseada em sombras e luzes, ressalta o sentimento das personagens e a maravilha dos diálogos, dando uma força muito particular a obra.     O trabalho de Henry Fonda, jurado 8, como condutor de dúvidas e questionamentos é exemplar. Não apenas demonstra o que seria uma dúvida razoável, como faz cada um - personagem e/ou telespectador - confrontar medos, visões e alicerces capazes de desvirtuar ou solidificar uma escolha. Contudo, não é apenas o jurado 8 que leva a reflexão, um por um daqueles homens e suas ações transforma o contexto do julgamento e da busca por uma verdade - ainda que incompleta. Muito além de uma visão jurídica, este filme traz a tona o senso ético humano, impondo que cada decisão passa por um crivo moral social e pessoal. Não existe justiça exata, eis que nós não podemos agir imparcialmente. A falibilidade é preceito essencial do homem, por mais que se acredite no contrário. Duvida? Não ouça meus argumentos, assista ao filme.  
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  Ficha Título Original: The Show Off Ano/País/Gênero/Duração: 1926 / EUA / Comédia Drama / 82min Direção: Malcolm St. Clair Produção: Malcolm St. Clair Roteiro: George Kelly e Pierre Collings Fotografia: Lee Garmes Elenco: Ford Sterling ... Aubrey Piper Claire McDowell ... Mom Fisher Charles Goodrich ... Pop Fisher Lois Wilson ... Amy Fisher Louise Brooks ... Clara Gregory Kelly ... Joe Fisher     Sinopse   Um fanfarrão que se apresenta como um executivo de ferrovia (mas é realmente apenas US $ 30 por semana escriturário) pega uma jovem noiva e depois drives finanças da sua família à beira da ruína.       Imagens  
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eu quero ser ator magico
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Título Original: Wuthering Heights Ano/País/Gênero/Duração: 1970 / EUA / Drama Aventura Romance / 104min Direção:Robert Fuest Produção: Samuel Z. Arkoff Roteiro:Robert Fuest Fotografia: John Coquillon Música:Michel Legrand Elenco Anna Calder-Marshall ... Cathy Earnshaw Timothy Dalton ... Heathcliff Harry Andrews ... Mr. Earnshaw Pamela Brown ... Mrs. Linton Judy Cornwell ... Nellie James Cossins ... Mr. Linton Rosalie Crutchley ... Mrs. Earnshaw Hilary Heath ... Isabella Linton   Sinopse   Wuthering Heights lançado em 1847, foi o único romance da escritora britânica Emily Brontë. Um romance que venceu vários preconceitos e o próprio tempo. Depois de humilhado pela família da amada, um homem retorna e reafirma o seu amor. ASSISTA ONLINE      
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  Por Karla Hack do blog http://nascidaemversos.blogspot.com.br   Nascido pouco depois da peça, o filme traz todos os elementos da época em que foi idealizado: Anos 70. Um musical TODO cantado - se há falas, estas estão inseridas nas canções -, faz uso de diversos elementos teatrais (inclusive os atores) para demonstrar a sua visão artística, e por que não dizer controversa, desta história contada e re-contada por diversas vezes.     Um dos momentos mais bonitos, inclusive a canção em si, reside na dúvida vivida por Cristo antes de cumprir com o seu destino; Os instantes presenciados em Gethsemane são retratados de forma particular na composição de Webber, bem como pela voz com traços de metal de Ted Neely. Confira o trecho: Then, I was inspired. Now, I'm sad and tired. Listen, surely I've exceeded expectations, tried for three years, seems like thirty. Could you ask as much from any other man? Além de conseguir manter o ritmo sem possuir diálogos, ganha pontos pela ambientação - nas ruínas de Jerusalem -, pelo figurino e pelas coreografias; Todos coerentes e no limite do vanguardista/absurdo. As músicas merecem um tópico a parte, já que são belas composições e feitas no estilo ópera-rock bem apelativo para a trama. A história é trazida conforme os eventos conhecidos da Bíblia. Entretanto, a forma como tais são montados poderá incomodar os mais religiosos; Uma vez que apresenta Judas como um anti-herói afro-descendente, por sua vez, Maria Madalena vem com traços orientais e o Rei Herodes homossexual e cômico. Ao contrário das tradicionais versões, a película debate o ser humano, seus erros, suas dúvidas, suas ambições e seus falsos julgamentos. Os vilões, propriamente ditos, limitam-se a Caifás e Anás. Os outros são vistos com um tom de compaixão.   Desta forma, considero este ser um musical imperdível e único - mais parecido com Hair. Recomendado aos que assistirão com olhos atentos a arte envolvida.
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  Ficha Título Original: A Hole in the Head Ano/País/Gênero/Duração: 1959 / EUA / Comedia / 120 min Direção: Frank Capra Produção: Frank Capra Roteiro: Arnold Schulman Musica: Nelson Riddle Fotografia: William H. Daniels Elenco: Frank Sinatra ... Tony Manetta Edward G. Robinson ... Mario Manetta Eleanor Parker ... Eloise Rogers Carolyn Jones ... Shirl Thelma Ritter ... Sophie Manetta   Sinopse Tony Manetta (Sinatra) é dono de um hotel decadente em Miami. Muito por culpa dele, um irresponsável que só pensa em mulheres. Na verdade, a única pessoa da vida dele capaz de colocá-lo nos trilhos é Ally, seu filho de apenas 12 anos de idade. Tony, endividado, pede ajuda ao irmão Mario, que coloca algumas condições: desistir do filho Ally ou se casar com uma mulher decente que ele indique. Só assim ele poderá ajeitar a vida e prosperar. É quando surge Eloise Rogers (Eleanor Parker).     Assista Online   Imagens
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  Ficha Título Original: Silverado Ano/País/Gênero/Duração: 1985 / EUA / Western / 133min Direção: Lawrence Kasdan Produção: Lawrence Kasdan Roteiro: Lawrence Kasdan Fotografia: John Bailey Música: Bruce Broughton Elenco: Kevin Kline ... Paden Scott Glenn ... Emmett Kevin Costner ... Jake Danny Glover ... Mal Marvin J. McIntyre ... Clerk Brad Williams ... Trooper Sheb Wooley ... Cavalry Sergeant Jon Kasdan ... Boy at Outpost John Cleese ... Sheriff Langston Todd Allen ... Deputy Kern Kenny Call ... Deputy Block Bill Thurman ... Carter Meg Kasdan ... Barmaid Dick Durock ... Bar Fighter Gene Hartline ... Bar Fighter   Sinopse Quatro heróis involuntários têm em seu caminho a esquecida Silverado, cidade em que seus pais vivem e que foi tomada por um xerife corrupto e por um cruel ladrão de terras. Agora os amigos vão tentar restabelecer a paz no local.         Imagens
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Alexandre Korda planejava uma versão de Carmen, em 1948 e queria Paulette no papel título. Porém a Columbia saiu na frente e lançou sua própria Carmen, trazendo Rita Hayworth. Bastidores: Durante as filmagens de As Mulheres (1939), Rosalind Russell realmente mordeu Paulette Goddard em sua seqüência de luta. Apesar da cicatriz permanente a mordida deixou Goddard, as atrizes continuaram amigas. Charles Chaplin: os dois se conheceram em 1932. Não se sabe se os dois foram casados oficialmente, mas o fato é que o romance durou 10 anos. Durante esse período ele se aproximou mais dos filhos e trabalharam em dois filmes juntos: Tempos Modernos e o Grande Ditador. Apesar de nunca ter tido filhos, tornou-se a madrasta preferida dos dois filhos de Chaplin, enquanto estiveram juntos. Em suas memórias, Charles Jr. a descreve como uma mulher adorável, carinhosa, inteligente e presente. Dear Mr. Gable: a atriz se envolveu com Clark Gable e os dois cogitaram se casar. O romance teria terminado quando ele foi vê-la no México, porém negou-se a assumir o relacionamento para a imprensa. Erich Maria Remarque: último marido. Os dois viviam em apartamentos separados, embora morassem no mesmo prédio e jantassem juntos todos os dias. Filhos: a atriz optou (ou não quis) ter filhos. É sabido que perdu um filho durante o casamento com Burgess Meredith em 1944.     Gone with The Wind: Paulette foi uma das mais cotadas para o papel de Scarlett O'Hara. Outras fortes candidatas foram Joan Bennett e Jean Arthur. Alguns fatores fizeram com que ela não passasse no teste: sua vida conjugal com Charles Chaplin (não se sabia se eles eram casados ou não) e a chegada triunfal de Vivien Leigh. Herança: Sua herança, avaliada em US $ 20 milhões, foi doada à Universidade de Nova York. Inconquistáveis: por Paulette ter se negado a fazer uma cena perigosa em Os Inconquistáveis (1947), Cecil B. DeMille não aceitou que ela fosse escalada para O Maior Espetáculo da Terra (1952), escolhendo Gloria Grahame para seu lugar. Jóias: após a morte de seu último marido, Erich, dedicou-se aos negócios com jóias, chegando a atuar em um filme italiando (Os Indiferentes). A atriz também colecionava quadros e obras de arte. K: Os anos 40 foram os que ela mais trabalhou, participando de sucessos como O Grande Ditador, Vendaval de Paixões e Segredos de Alcova. Seu filme de maior sucesso foi Kitty (1945), onde interpretou o papel título. Loira: "A vida era fácil como uma loira. Eu não tinha que pensar, eu não tinha que falar. Tudo o que eu tinha a fazer era dançar.". A atriz pintou os cabelos novamente de negros quando passou a namorar Charles Chaplin. Morte: Após um longo período de tratamento contra um câncer de mama, tendo feito uma cirurgia bastante invasiva, acabou falecendo aos 80 anos de enfisema pulmonar. Encontra-se enterrada no cemitério de Ronco, ao lado de seu marido Erich Remarque e de sua mãe. Nascimento: Marion Goddard Levy. Fontes variadamente citam seu ano de nascimento como 1911 ou 1914, bem como o local como Whitestone Landing, Nova Iorque, EUA. No entanto, os funcionários municipais em Ronco, Suíça, onde morreu, registraram o ano de seu nascimento como sendo 1905. Tinha ascendência judaica por parte de seu pai, Joseph Russell Levy. Sua mãe era da igreja episcopal. Eles se separaram logo cedo, ficando Paulette (não tinha irmãos) aos cuidados de sua mãe.     O nome: trocou o nome de Marion para Paulette quando estava no Ziegfeld Follies, adotando o nome de solteira de sua mãe como o sobrenome: Goddard. Primeiro casamento: a atriz casou-se em primeiras núpcias, aos 16 anos, com Edward James, um magnata da madeira, de Carolina do Norte. Apesar de todo o dinheiro que ele tinha, viver em uma fazenda pelo resto de seus dias não fazia parte dos planos de Paulette. Dois anos após, ela pediu o divórcio e conseguiu um ótimo acordo financeiro. Em 1944, Goddard casou com o ator Burgess Meredith, união que durou até 1949. Querida: além da malandrinha no filme Tempos Modernos, de Chaplin, ganhou destaque com a personagem Miriam Aaros em As Mulheres. Esse papel lhe rendeu um contrato com a Paramount Pictures e 21 filmes, sendo 4 emprestada para outros estúdios. Ray Milland: os dois estiveram juntos em quatro filmes, incluindo Vendaval de Paixões (1942) e Flor do Lodo (1945). Em sua autobiografia ela descreveu o ator como bem humorado e sem nenhuma ilusão. Stan Kenton: a atriz era uma fã inveterável e tinha todos os seus álbuns. Turma: faziam parte de seu círculo de amizades Claire Trevor , Joan Crawford , Rosalind Russell , Evelyn Keyes , Jinx Falkenburg , Veronica Lake , Anita Loos , Bob Hope , Dolores Esperança , Farley Granger , William Powell , Luise Rainer , Erich von Stroheim , Cole Porter , Gypsy Rose Lee , Havoc junho , Patricia Roc , Frida Kahlo , Dolores Moran , Irene Mayer Selznick , e Sr. e Sra. Ronald Reagan .   Uma frase: "Antigamente os homens preferiam as louras. Atualmente estão preferindo outros homens mesmo". (Durante um programa de Carol Channing). Visão política: Ela era uma republicana convicta e conservadora. X: É interpretada por Diane Lane em Chaplin (1992) e por Gwen Humble em The Scarlett O'Hara War (1980). Y: Após alguns insucessos nos filmes, abandonou a carreira e foi morar na Suiça com seu marido Erich Maria Remarque. Curiosamente morou próximo ao seu ex marido, Charles Chaplin. Ziegfeld follies: ainda adolescente, por volta dos 13 anos, ela conseguiu um emprego como uma das Ziegfeld girl, juntamente com Betty Grable, Virginia Bruce , Ann Dvorak e Lucille Ball. ´Sua estréia foi no espetáculo "No Foolin", em 1926.  
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estou tentando baixar este filme a tempo, se conseguir fico muito grato.
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1471. Maudy Fealy
Maude Fealy nasceu em Memphis, Tennessee em 3 de março de 1881. Ela era filha de Margaret Fealy, atriz dos palcos que conduzia escolas de teatro em todo o país.Maude fez sua primeira aparição palco aos 3 anos em uma adaptação de "Fausto e Marguerite" com sua mãe interpretando Marguerite. Aos 5 anos Maude interpretou papéis em East Lynne e Rip Van Winkle . Em 1906 ela assinou um contrato de 5 anos e logo se tornou uma atriz bem conhecida aparecendo em muitas capas de revistas. Ela passou a trabalhar na Thanhouser Films em 1911 e através da respeitada empresa de filmes de destaque independente Thanhouser Company, Maude recebeu ampla publicidade. Muitas dessas fotos ainda são populares entre artistas e colecionadores.       Em julho de 1907 Maude se casou secretamente com um jovem crítico de teatro Inglês em Denver . O casamento era desaprovado por sua mãe, que referia-se a ele como um "ninguém" que não poderia fornecer nada para sua filha. Sua mãe obrigou o jovem marido a viver separadamente por um ano durante o qual ele se mudou para o leste. Maude entrou com pedido de divórcio, alegando abando. O divórcio saiu em setembro de 1909. Em novembro 1909 ela se casou com um jovem ator em Washington chamado James Peter Durkin. Durkin mais tarde também garantiu uma posição na Companhia Thanhouser no New Rochelle, estúdio de Nova York. Maude apareceu em muitas produções Thanhouser entre 1911 e 1914. Junto ao marido, criou a empresa Fealy-Durkin. No entanto, o casamento terminou em divórcio em Denver, em junho de 1917. Maude fez mais uma tentativa de casamento com James E. Cort, mas o casamento terminou em anulação em 1923.     Maude interpretou diversos papéis no teatro entre 1917 e 1930. Durante esse mesmo período, ela fez atuou em filmes da Laugh e Get Rich , The Buccaneer e Southern Pacific. No início dos anos 1940 Maude voltou a Denver para ensinar teatro e mais tarde mudou-se para Hollywood para abrir um estúdio de teatro. Sua mãe morreu em 1955. Maude continuou a atuar em filmes por muitos anos e teve papéis em muitos filmes de DeMille Cecil durante a era do som, incluindo The Ten Commandments (1956) . Nesse filme ela também fez uma série de sobreposições de voz que foram dublados por outros atores. Em 1957, ela voltou para Denver para se aposentar, mas em pouco tempo estava no palco novamente no Colorado, bem como dar uma série de palestras em uma faculdade local. Ela apareceu pela última vez no palco em 1961, em Denver.     Maude Fealy morreu enquanto dormia, em 9 de novembro de 1971, em Woodland Hills, Califórnia. Ela tinha sido internadasno Motion Picture Country House and Hospital com arteriosclerose. Após a morte, ela foi enterrado no cemitério Memorial Park Hollywood Mausoléu ao lado de sua mãe. As despesas foram fornecidos por ela por uma cláusula no testamento de Cecil B. DeMille.
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  Ficha Título Original: Rainbow Island Ano/País/Gênero/Duração: 1917 / EUA / Comédia curta / 6min Direção: Billy Gilbert Produção: Hal Roach Roteiro: H.M. Walker Fotografia: Walter Lundin Elenco: Harold Lloyd ... Harold 'Snub' Pollard ... Snub (as Harry Pollard) Bebe Daniels     Sinopse   A obra mostra dois amigos em um barco que acham um mapa do tesouro e resolvem ir ao local. Chegando na ilha encontram uma tribo que os trata bem até chegar o momento de comê-los.   ASSISTA ONLINE  
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A Susan já morreu. E foi ela quem matou a Sharon...e não o Tex. Ela disse que a Sharon pedia pelo filho e ela respondeu que não tinha pena dele.
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Ficha Título Original: Une Femme Douce Ano/País/Gênero/Duração: 1969 / França / Drama / 88min Direção: Robert Bresson Produção: Mag Bodard    Roteiro: Fyodor Mikhailovich Dostoyevsky, Robert Bresson Fotografia:  Ghislain Cloquet Música: Jean Wiener Elenco: Dominique Sanda .... Elle Guy Frangin .... Luc, o marido Jeanne Lobre .... Anna Claude Ollier .... o médico Jacques Kébadian Gilles Sandier Dorothée Blank     Sinopse   Neste que é o primeiro filme de Bresson à cores, é contada através de diversos ciclos e flashbacks a estória de uma jovem mulher e sua vida ao lado do marido. Os dois não poderiam ser mais diferentes, e todo o ar calculista dele leva-a à loucura, à um frustrado plano de matar o marido e, por fim, o suicídio.     Imagens  
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Ficha Título Original: Quatre Nuits d'un Rêveur Ano/País/Gênero/Duração: 1971 / França / Drama / 87min Direção: Robert Bresson Produção: Gian Vittorio Baldi    Roteiro: Robert Bresson Fotografia:  Pierre Lhomme Música: F.R. David e Louis Guitar Elenco: Isabelle Weingarten     ...    Marthe Guillaume des Forêts     ...    Jacques Maurice Monnoyer     ...    Marthe's Lover Lidia Biondi     ...    Marthe's Mother Jérôme Massart     ...    Jacques' Visitor Patrick Jouané     ...    Gangster     Sinopse   Baseado num romance de Dostoiévsky, Jacques é um rapaz sonhador que, ao perambular pelas ruas de Paris, encontra Marthe, uma mulher à ponto de suicídio. Pensando que seu amante a havia abandonado, ela se volta para Jacques, e os dois se encontram nas duas noites seguintes e vão gradualmente se apaixonando, até o namorado voltar na quarta noite.       Imagens      
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gostaria de assistir o filme: a sombra da outra aom Anselmo Duarte e eliana
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ESQUECERAM DO FILME LAÇOS HUMANOS (A Tree Grows in Brooklyn.) DE 1945. GRANDE FILME.
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Sou apaixonada pelo mazzaropi ele vai sempre morar no meu coraçao e o melhor artista e cantor que o mundo ja conheceu penso nele todos os dias as vezes sonho com ele com os filmes dele me imagino ali com ele sinto que ele foi o meu grande amor da minha vida não sei esplicar mais o meu coração se enche de alegria quando assisto o seu filmes fico triste por não ter conhecido o mazzaropi gosto de saber tudo sobre ele pra mim no meu coração ele vai estar sempre vivo moro de inveja das pessoas que teve o previlegio de comhecer o melhor artista e cantor saudade de ti mazzaropi ele foi o melhor presente que deus deu pro mundo ti amo ti amo Solange tenho 48 anos
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e bon de mais
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Madonna , com toda certeza é a Cantora Mais fascinante de Todos Os Tempos , e vendo essa matéria também temos a conclusão que : Madonna é também a Cantora com as Melhores Influencias !!!!!!!!!! O seu titulo de RAINHA DO POP , é mais que merecido ...
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NÃO SOU FÃ DE AL PACINO. MAS GOSTEI DE FOGO CONTRA FOGO; INSÔNIA E SÓ A CENA DA DANÇA DO TANGO EM PERFUME DE MULHER
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Por Jefferson Vendrame do blog http://ocinemaantigo.blogspot.com.br   Após vencer seu segundo Oscar de melhor direção em 1940 por Vinhas da Ira (o primeiro havia sido em 1935 com O Delator) o Irlandês naturalizado americano John Ford vinha realizando conseqüentemente uma série de grandiosos sucessos; No Tempo Das Diligências (1939), A Mocidade de Lincoln (1939), Caminho Áspero (1941) etc. Sob contrato com a Twenty Century Fox, o diretor estava no inicio de 1941 diante de um novo projeto que custara a Darryl F. Zanuck US$ 300 mil; de Richard Llewellyn: Como Era Verde Meu Vale. Trata-se da primeira obra de Llewellyn, um romancista Galês nascido em 1906 e que alcançara enorme prestigio com a publicação desse tocante e comovente drama. Esteticamente o filme tem o poder de encantar profundamente, filmado em um belíssimo preto e branco algumas seqüências dispensam completamente os diálogos já que as imagens falam por si só. A sensível trilha sonora de Alfred Newman quase que como parte do elenco se faz presente em diversos momentos da trama banhando ainda mais as cenas com emoção e ternura. A Trama de Como Era Verde Meu Vale se dá a partir do instante em que Huw Morgan (MacDowall com a interpretação infantil mais comovente da história do cinema) despede-se do Vale Rhondda (uma pequena vila mineradora no País de Gales) por volta dos sessenta anos de idade. Nesse momento ele passa a relembrar detalhadamente sua infância naquele local trazendo a tona reminiscências vividas por ele e toda sua família incluindo seu dedicado e tradicional pai Gwilym (Crisp), sua doce mãe Beth (Allgood) e sua irmã Angharad (O´Hara). Com o orçamento em torno de US$ 1,25 milhões o filme rendeu aos cofres do estúdio um satisfatório lucro com sua bilheteria que esteve entre as maiores do ano, sua mensagem de paz, solidariedade e amor fraterno caiu como uma luva naquela sociedade temerosa com o alvorecer da segunda guerra mundial. Vencedor de cinco Oscar, incluindo melhor filme e diretor (consecutivo), Como Era Verde Meu Vale divide opiniões, embora alguns o considerem merecedor dos prêmios outros criticam a academia pelo fato dele ter vencido o revolucionário Cidadão Kane de Orson Welles, esse que ainda hoje é considerado por muitos "o melhor filme de todos os tempos". Independente de ter sido ou não merecedor dos prêmios é certo afirmar que, dono de um charme absoluto, Como Era Verde Meu Vale se tornou ao longo dos anos uma obra prima sem tamanho e dentre os filmes out-western de John Ford esse é sem dúvidas o melhor deles. (How Green Was My Valley) De: John Ford, Com Walter Pidgeon, Maureen O´Hara, Anna Lee, Donald Crisp, Sara Allgood, Roddy MacDowall, EUA – Drama – P&B – Fox - 1941.
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  Por Danielle Crepaldi Carvalho do blog http://ofilmequeviontem.blogspot.com.br   O “Intermezzo” de 1939 nem de longe é o meu filme preferido de Ingrid Bergman. A versão sueca da película, também estrelada pela atriz, é melhor – aliás, foi com ela que inaugurei esta paragem. A maior relevância do filme está, mesmo, no fato de ele inaugurar a carreira da atriz em Hollywood – carreira que deu-nos preciosidades como “Casablanca”, “Interlúdio” e o profético “Rage in Heaven”, com que cruzei apenas anteontem e sobre o qual definitivamente ainda falarei mais. Isso por si só já o torna digno de nota. Para fazer esse pseudo-documentário, apoiei-me especialmente no curioso “Ingrid Bergman: my story”, escrito por dela e Alan Burguess – livro cuja assistematicidade (ele equilibra-se entre o depoimento e a autobiografia – e tantas são as peças pregadas pela memória... –, a biografia e o tabloide) curiosamente coaduna-se com a vida polêmica e, porque não dizer, amoral da atriz. Demorei um pouco para criar coragem e submeter a vocês o vídeo, no qual, como Paulinho Soares, eu falo “com a língua enrolada” (“Do you like it, macacada?”). Culpa da nacionalidade do dono do concurso... Bem, logo saberemos if you liked it... Podem me dizer a verdade ou, então, não dizer nada, caso fiquem com pena... O vídeo está no fim da postagem. Com ele, quis dizer mais ou menos isso: Tudo começou quando uma jovem atriz sueca deixou o marido e a filha pequena para se aventurar do outro lado do oceano. Pouco poderia ela imaginar que isso mudaria sua vida. Ela era Ingrid Bergman e a razão de sua viagem, o filme norte-americano “Intermezzo”. Era 1939 e Miss Bergman tinha 23 anos. A oportunidade surgiu depois que ela fez um punhado de filmes na Suécia. Seu primeiro papel creditado foi em “Munkbrogreven” (O conde de Munkbro”, 1935). Um ano mais tarde, foi dirigida pelo importante diretor sueco Gustaf Molander em “Pa solsidan”. Ingrid Bergman em "Munkbrogreven" (1935)   No set de "Munkbrogreven" Fonte: Ingrid Bergman: História de uma vida   Porém, sua carreira deslanchou meses mais tarde, noutro filme de Molander, “Intermezzo”, no qual desempenhou o papel de Anita Hoffman, jovem pianista que se apaixona pelo famoso violinista Holger Brand, seu ídolo e pai de uma de suas alunas. Ingrid não parecia nem um pouco embaraçada por co-atuar com Gösta Ekman, cuja carreira cinematográfica já estava consolidada. Ao contrário, como se pode ver pela paixão e vivacidade que ela emana nas cenas que divide com ele. A película ficou conhecida nos Estados Unidos. Não demorou para que o produtor David O. Selznick, dono da Selznick International, enviasse a caçadora de talentos Katherine Brown à Suécia com o objetivo de contratar a jovem atriz. Miss Bergman acabou por assinar um contrato para rodar uma versão americana da fita. Ela deixou esposo e filha na Suécia com o objetivo de para passar três meses em Hollywood. Suas lembranças de quando chegou na capital do cinema são curiosas. Em sua autobiografia, ela afirma que ninguém se surpreendeu com seu visual. De fato, ela não se assemelhava às demais estrelas de Hollywood e tampouco queria se parecer com elas. Ingrid lembra que Selznick desejou transformá-la antes de mandá-la ao estúdio: ela precisaria consertar os dentes, fazer as sobrancelhas e usar maquiagem, segundo ele. Ela afirma ter se negado a ser construída e dito a Selznick que estaria disposta a voltar à Suécia caso ele insistisse: “Eu pensava que o senhor me tinha visto no filme Intermezzo, que gostou de mim e enviou Kay Brown à Suécia para me contratar. Agora que me viu, o senhor quer mudar tudo. De modo que prefiro não fazer o filme. (...). Tomo o primeiro trem e volto para casa.” (p. 55). Ainda bem que a atriz foi tão resoluta e, ao mesmo tempo, não tomou o trem de volta para casa, ou então teríamos perdido uma das melhores atrizes de todos os tempos. Em "Intermezzo: a love story”, versão do filme rodada em 39, ela repete sua personagem da película sueca, desta vez tendo como galã outro ator conhecido, Leslie Howard. Ingrid está luminosa no filme. O fato de não estar falando sua língua nativa em nada a atrapalha. Ela interpreta de modo sutil e preciso o papel de uma jovem passional que sabe não passar de um “intermezzo” na vida do homem que ama. O título funciona perfeitamente. “Intermezzo” é uma peça musical ou dramática executada entre dois atos de uma peça teatral ou ópera. Efetivamente, a bela pianista sabe que Holger precisa voltar à esposa e aos filhos – todos os “maridos honrados” retratados nos filmes da época precisavam... Porém, o “intermezzo” vivido por ambos já basta para fazê-la cativar o público. Não muitos anos depois disso, o nome da atriz apareceria sobre o título da fita, acima do nome de Leslie Howard que, por sua vez, constava minúsculo abaixo do título...   Em suas memórias, Miss Bergman também ressalta uma característica de Selznick que fê-lo odiado por muitos diretores: ele interferia em todos os aspectos dos filmes que produzia. Selznick teria substituído o diretor Gregory Ratoff para dirigir pessoalmente a atriz em sua primeira cena. Vou descer aos detalhes apresentados por Ingrid porque o processo de produção cinematográfica positivamente me fascina... Selznick teria dito a Ingrid: “É o seu primeiro impacto sobre o público americano e tem que ser sensacional (...) tenho que conseguir o impacto de um novo rosto que chegou às telas americanas, de tal modo que a plateia seja apanhada de surpresa e exclame ‘Ahhh’.”. A cena era simples: Ingrid apenas precisava chegar na casa de Holger, tirar seu casaco e chapéu e entrar na sala. No entanto, diz a atriz que o produtor repetiu a cena inúmeras vezes, até depois de o filme ter sido terminado. Vou dar novamente lugar à Ingrid que apresentará mais detalhes: “Já tinha chegado o meu último dia e a minha última hora. Em 1939, tomava-se um trem em Los Angeles para atravessar a América, e depois pegava-se o navio em Nova York. De modo que havia um carro à espera para me levar ao trem. ‘Não. Mandem esperar. Mais uma tomada.’ ‘Mas David, eu tenho que apanhar minha bagagem em casa’. ‘Nós mandamos apanhar. Apanhem a bagagem da Senhorita Bergman. Mandem um carro. Você alcançará o trem, não se preocupe.’ Eu tive que sair correndo do estúdio, ainda com as roupas que estava usando no set; gritar adeus para a equipe e atirar-me no carro para alcançar o trem segundos antes da partida... para você ver como é David Selznick.” (p. 65).   A resenha de “Intermezzo” publicada no The New York Times em fins de 1939 deixava claro que a atriz havia correspondido aos anseios do diretor. Segundo a folha, “A sueca Ingrid Bergman é uma pessoa tão adorável e uma atriz tão graciosa que estamos felizes por David Selznick ter escolhido o calmo ‘Intermezzo: a love story’, para sua estreia em Hollywood ao invés de algum drama heroico que, se não tivesse subjugado sua estrela, poderia ter nos subjugado e nos tornado menos conscientes da frescura, simplicidade e dignidade natural que são os agradáveis dons de Miss Bergman à nossa tela. Ela é bela, mas não é linda. Seu modo de atuar é surpreendentemente maduro, ainda que singularmente livre de maneirismos estilísticos. Há aquela incandescência em Miss Bergman, aquela faísca espiritual que nos faz crer que Selznick encontrou outra grande dama das telas." “Frescura e simplicidade” definem Ingrid Bergman bastante bem. Ela atuava - fingia -, no entanto, não podia ser mais natural, mais verdadeira. Neste sentido, a história que a atriz conta acerca de sua recusa a se maquiar é, se não verdadeira, ao menos sintomática. A ausência de maquiagem acompanhou a atriz ao longo de sua carreira. Creio ser por isso que ela me impressionou desde que a vi pela primeira vez em "Spellbound" e que me impressiona desde então.   M-WE6134SUA
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Título Original: Lady in a Cage Ano/País/Gênero/Duração: 1964 / EUA / Drama Horror / 94min Direção: Walter Grauman Produção: Luther Davis Roteiro: Luther Davis Fotografia: Lee Garmes Elenco Olivia de Havilland.... Cornelia Hilyard James Caan.... Randall Simpson O'Connell Jennifer Billingsley.... Elaine Jeff Corey.... George L. Brady Jr. ("Repent") Ann Sothern.... Sade Rafael Campos.... Essie William Swan.... Malcolm Hilyard Charles Seel.... Paul Scatman Crothers.... assistente de Paul Richard Kiel (não creditado) Ron Nyman.... Vizinho (não creditado) Sinopse "Cornelia Hilyard" (DeHavilland) é uma rica viúva que, devido a uma deficiência numa de suas pernas, deverá utilizar um elevador pessoal sempre que desejar se direcionar ao andar de cima de sua casa, ao invés das escadas. Tudo vai bem até que, num dia quente de verão e sozinha em casa, uma escassez elétrica pára o elevador. Ao pedir socorro ela acaba chamando a atenção de um bêbado, que, ao entrar na casa e ver que ali há bens valiosos, decide roubá-los. Cornelia fica fora de si quando percebe que agora está correndo perigo, e, para piorar a situação, seu desespero acaba chamando a atenção de uma gangue psicótica, liderada por um jovem delinquente (Caan). Assista Online     Imagens
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Título Original: Bobby Ano/País/Gênero/Duração: 1973 / India / Romance Musical Comédia / 168min Direção: Raj Kapoor Produção: Raj Kapoor Roteiro: Khwaja Ahmad Abbas e Khwaja Ahmad Fotografia: Radhu Karmakar Música: Laxmikant Shantaram Kudalkar Elenco   Rishi Kapoor - Raj Dimple Kapadia - Bobby Braganza Prem Nath - Jack Braganza Durga Khote - Sra. Braganza Pran - Sr. Nath Sonia Sahni - Mrs. Sushma Nath Aruna Irani - Nima Prem Chopra - Prem Chopra Farida Jalal - Alka 'Nikki' Sharma Pinchoo Kapoor - Sr. Sharma Raj Rani - Sra. Sharma Jagdish Raj - Inspector da polícia Shashi Kiran - Shyam Piloo J. Wadia - Mrs. Pestonji Sinopse Raj, filho de um homem rico, e Bobby, uma jovem de uma família pobre, lutam contra todos os que querem tornar o seu amor impossível, devido às suas diferenças sociais. Assista Online   Imagens
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  Ficha Título Original: Max et sa belle-mère Ano/País/Gênero/Duração: 1914 / França / 11min Direção: Max Linder, Lucien Nonguet Roteiro: Max Linder Elenco: Max Linder Léon Belières Charles de Rochefort Gabrielle Lange Paulette Lorsy Pâquerette Jacques Vandenne     Sinopse   Max e sua jovem noiva tentam desfrutar sua lua de mel, mas são atrapalhados pela presença da sogra. Assista Online 2ByDvZT2uwk       Imagens
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UM DOS MELHORES JAMES BOND E TAMBÉM UM GRANDE ATOR
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  Por Karla Hack do blog http://nascidaemversos.blogspot.com.br You want to kill me! You want to kill me! Hell it's beyond that door... The living dead! Garanto que muitos dos que leram a sinopse sem conhecer o trabalho de Dario já tiveram dúvidas sobre a qualidade do filme. Não duvidem! Mas, também não esperem um roteiro redondinho, bem montado, quanto menos atuações inesquecíveis. Não, a película foi montada com a intenção de causar uma sensação direta no seu apreciador, por tal outros elementos ganham primeira importância: As imagens e o som. Num período onde O Exorcista fez questão de trazer o terror para nós, como se estivesse iminente em nosso cotidiano; Argento criou um ambiente improvável, misterioso e distante - como aqueles antigos castelos góticos repletos de monstros. Justamente nesta "climatização" da trama que a visão peculiar do diretor torna-se pungente.     Com ares surrealistas o filme traz cores exorbitantes - aplicando muito bem o technicolor de três cores. O elemento visual cria através de filtros e uma excepcional direção de arte - abusando da estilização e tons pastéis para as locações - sensações distintas, escolhendo para o quarto dos professores tons vermelhos, para o das alunas é amarelo, enquanto o azul gira nos ambientes educacionais da academia de balé, já nos externos o verde faz a vez. Não bastando esta preocupação técnica com o magnífico da fotografia, Dario faz questão de buscar pontos inusitados para a colocação da câmera - como se as tomadas entrassem e saíssem de um móvel, por exemplo. Na tentativa de seguir o olhar de determinada personagem, acaba-se por desnortear o telespectador; O que, no caso do terror sensorial, é perfeito.     Como eu mencionei anteriormente, Suspiria é uma experiência audiovisual de horror, então, no que tange ao elemento sonoro temos a fabulosa música composta por Goblin (banda italiana de rock progressivo) em toda a película. A composição é tão perturbadora e estridente que mesmo sem o acompanhamento visual atormenta. No filme em ocasiões a trilha é tão alta que abafa o som do grito, dando uma impressão incômoda. Creio que o maior objetivo de Dario Argento era o de conduzir o telespectador para aquela viagem do filme, conseguindo isto através de cenas de cores impactantes, estética estilizada, tomadas improváveis e amplas, finalizando com a sonorização alta por entre suspiros. Enfim, surrealismo total! Ainda que no final a falta de respostas e os furos no roteiro estejam lá, recomendo esta experimentação. Como disse antes, raras são as obras capazes de recriar a desnorteante angústia de um pesadelo.
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é Dublado? Resposta: Não. Legenda à disposição.
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  Ficha Título Original: With Love and Hisses Ano/País/Gênero/Duração: 1927 / EUA / Comédia / 24min Direção: Fred Guiol Produção: Hal Roach Roteiro: Hal Roach, Harley M. Walker Elenco: Stan Laurel     ...    Cuthbert Hope Oliver Hardy     ...    Top Sergeant Banner James Finlayson     ...    Captain Bustle Anita Garvin     ...    Captain Bustle's First Girlfriend   Sinopse Comédia curta metragem da dupla Stan Laurel e Oliver Hard.         Imagens
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Por Daniele Rodrigues de Moura do blog http://telaprateada.blogspot.com.br/   História de Cinderella ou da mulher que quer tudo fácil? A personagem de Constance Bennett em THE EASIEST WAY(TENTAÇÃO DE LUXO) deixa certas dúvidas, já que a moça não é ruim. É uma menina de boa índole, que trabalha como vendedora numa loja de departamentos. Namora um rapaz vizinho de sua família, trabalhador, porém, pobre. Jovem loirinha bonita, logo cai nas graças de um "descobridor de talentos" que a quer modelando numa agência de publicidade. Laura Murdock(Bennett) aceita a aventura e pede demissão da loja. Logo começa a ganhar muito mais dinheiro e a fazer horas extras no novo emprego. Sua irmã Peg(Anita Page) é a típica jovem norte-americana de classe média baixa que sonha com o casamento. Seu noivo é Nick(Clark Gable em um pequeno papel), rapaz rude, com uma carreira não tão promissora pela frente. As coisas começam a ficar nebulosas para Laura quando ela é escolhida pelo seu chefe, o rico publicitário William Brockton(Adolphe Menjou) como a melhor modelo. Os dois passam a jantar juntos e ela ganha presentes luxuosos dele, preocupando sua mãe. Como em toda família se encontra um boa vida, seu pai nem liga para o perigo que sua filha corre pois pedir dinheiro para ele é a solução encontrada para não voltar ao trabalho braçal. O namoradinho que já era desprezado por Laura agora é totalmente descartado, já que agora a moça vê um jeito de não passar mais sofrimento, porém...sua mãe não aceita e ela passa a viajar com Brockton como sua amante. Sua tortura é facilmente reconhecida pelo público através de sua expressão facial, sempre atormentada, como se soubesse que não estava a agir certo.   Dias de angústia e incerteza chegam mais perto quando ela conhece Jack Madison(Robert Montgomery), um jornalista de classe média e os dois se apaixonam. Laura o encontra pela primeira vez na fazenda para onde o amante a leva a fim de passar uns dias. Apesar de não ter nada a ver com a família, ela aceita, já que o dono é alvo de boas negociações de William. Então, o espectador revê aquela linda história do amor impossível, onde a mulher é a principal vítima e o sofrimento se instala quando sua grande paixão é confrontada pela vontade de ter uma vida financeira tranquila. Quem vencerá, então: o romance verdadeiro ou a vida confortável, sem amor? Laura é uma mulher boa e Jack sabe disso: ela é, através da bela aura imposta por Constance Bennett, a delicada menina que não teve a intenção de errar. O exemplo perfeito da femilidade e da bondade, que ganha o carinho até do amante endinheirado. Em tempos sem Código Hayes, a mensagem do filme soa até estranha, quando se põe a mostrar qual o certo entre as vidas das duas irmãs. Enquanto Laura sofre as consequências de viver como amante de um homem rico, que não a assume, Peg constrói uma família aparentemente sadia com o marido Nick. Isso leva ao espectador crer que existe uma mensagem a ser passada neste filme p a de que a vida de Peg, a irmã pobre e dona de casa é a melhor escolha. Os fãs de Anita Page também irão estranhar este detalhe do filme: acostumada a viver garotas modernas urbanas, que vencem na vida de uma maneira torta, aqui encontramos Mrs.Page como uma mãe de família, que não enxerga nada além de seu futuro simples. Este papel é relativamente pequeno para ela, que já tinha estrelado ao lado de Joan Crawford em "OUR DANCING DAUGHTERS"(1928) e feito enorme sucesso como a artista de BROADWAY MELODY(1929). Mas ao contrário do esperado, é formidável ver esta atriz em ação como a moça da porta ao lado e sua atuação não deixa a desejar em momento algum. Anita é sempre crível e competente. Dirigido por Jack Conway numa produção de Hunt Stromberg, também traz Clark Gable em pequenas participações, porém marcantes são suas cenas em que trata a personagem de Bennett com grosseria, mostrando a reprovação daquele homem em relação à "irmã errada" de sua esposa. É uma ótima opção para quem gosta de um bom drama e do trabalho destes atores
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Ficha Título Original: The Pride of the Clan Ano/País/Gênero/Duração: 1917 / EUA / Drama / 84min Direção: Maurice Tourneur Roteiro: Elaine S. Carrington e Charles E. Whittaker Fotografia: Lucien N. Andriot e John van den Broek Elenco: Mary Pickford ... Marget MacTavish Matt Moore ... Jamie Campbell Warren Cook ... Robert, Earl of Dunstable Kathryn Browne-Decker ... The Countess of Dunstable Edward Roseman ... David Pitcairn Joel Day ... The Dominie Leatrice Joy - uncredited     Sinopse   Filme silencioso que mostra Mary Pickford em pitoresca saga no norte montanhoso da Escócia.       Imagens
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Se ele era homossexual ou nao, isso nao tem nada a ver com o grande ator.
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  Por Thiago Borges do blog http://anoiteamericana.wordpress.com Alguns filmes são, sim, imortais. Passam-se anos, décadas, mas a sua força narrativa de ganha qualquer tipo de espectador, a qualquer tempo. Fúria Sanguinária, clássico absoluto dos chamados “filmes de gângster”, entra facilmente nessa lista. Raoul Walsh mostra que o cinema pode ser conciso, claro e poderoso ao mesmo tempo. O lendário diretor, assistente de D.W.Griffith ao longo da década de 1910, claramente foi influenciado pelo “pai” do cinema americano. Para este, a montagem exerce função primordial na construção da narrativa fílmica. Walsh, como bom discípulo, resume a teoria na sensacional sequência de abertura de Fúria Sanguinária, onde a gangue de Cody Jarrett, vivido por um James Cagney épico, assalta um trem carregado com dinheiro do Departamento do Tesouro americano. Sem diálogos expositivos, a cena necessita de apenas meia dúzia de falas para criar a tensão e o suspense necessários – e isso graças à imagem. Baseado em argumento de Virginia Kellogg, o roteiro de Ivan Goff e Ben Roberts deveria ser estudado por jovens interessados em escrever para cinema. Não existem frases nem mesmo planos descartáveis: cada cena dura o exato tempo para atingir o espectador; e todas, por menores que sejam, conduzem a história sempre à frente. A força da trajetória de Jarrett nos alerta para o fato de que, sem montagem e decupagem bem feitas, não existe bom filme. Seria criminoso, claro, não citar o elenco como parte fundamental da construção dramática do longa. Edmond O’Brien (como o policial Hank Fallon), Virginia Mayo (vivendo a esposa de Cody, Verna Jarrett), Margaret Wycherly (a mãe do protagonista) estão em grande forma, todos ótimos coadjuvantes para o verdadeiro dono do filme. James Cagney – em momento realmente iluminado – entrega uma interpretação grandiosa como o gângster violento, amoral, pronto a explodir – e a matar – a qualquer momento, mergulhado em uma relação quase edipiana com sua mãe e apresentando claros problemas psicológicos.   Cody, contudo, não é unicamente um pária, uma pessoa doente inserida em um mundo são. Muito pelo contrário. Em Fúria Sanguinária, toda a sociedade está doente. A mentira parece ser a única maneira de se relacionar com o próximo. Todos possuem um segredo podre para guardar. O criminoso então, nesse cenário desolador de relações, torna-se apenas mais um fruto desse mundo sujo e cruel. Sequências devastadoras emocionalmente – como aquela em que Cody recebe a notícia da morte de um importante personagem –, seguem-se a grandes momentos de suspense, culminando em um final impossível de ser descrito por palavras, juntando perversidade e poesia na mesma proporção. Fúria Sanguinária é a síntese da força – brutal, quase sísmica – do classicismo hollywodiano.
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  Ficha Título Original: His Bitter Pill Ano/País/Gênero/Duração: 1916 / EUA / Comédia Western Curta / 20min Direção: Fred Hibbard, Mack Sennett Produção: Mack Sennett Fotografia: J.R. Lockwood Elenco: Mack Swain ... A Big Hearted Sheriff Louella Maxam ... The Girl He Loves Ella Haines ... His Mother Edgar Kennedy ... His Rival     Sinopse   Garota se encontra dividida entre o amor do xerife da cidade, um bom homem, mas que ela ama como um irmão, e um vigarista.   Assista Online (filme silencioso) 4J2fJwISuT0   Canal: http://www.youtube.com/user/CinemaClassico3     Imagens
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  Cary Grant começou a fazer teatro, e acabou abandonando os estudos aos 14 anos. Depois de participar de algumas comédias musicais, como “Golden Dawn” e “Nikki”, conseguiu um contrato com a Paramount, em 1932, onde mudou o nome para Cary Grant (um trocadilho, do nome de um dos maiores atores da época Gary Cooper). Estreou em This Is the Night, de Frank Tuttle, fazendo um papel secundário. Em Blonde Vênus aparece ao lado de Marlene Dietrich. Mãe West se agradou dele, e exigiu sua participação em dois filmes seus. Depois de atuar com diversas estrelas, como Katherine Hepburn e Irenne Dunne, Carole Lombart, conseguia finalmente chegar ao estrelato. Assista a esse documentário (em espanhol) sobre o ator.         Assista Online
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  Por Thiago Borges do blog http://anoiteamericana.wordpress.com/   Curioso perceber como pérolas cinematográficas acabam sendo esquecidas ao longo do tempo. A estreia do genial e genioso Peter Bogdanovich é um claro exemplo.  Na Mira da Morte faz profunda análise sobre o caráter mórbido do cinema e sua relação com o mundo real na forma de um intenso thriller de suspense. Um filme tão contundente e perturbador não deveria ser tão pouco conhecido – mas talvez sejam essas próprias qualidades os fatores a relegá-lo a um ostracismo imerecido. Bogdanovich criou, em parceria com sua então esposa Polly Platt e o diretor Samuel Fuller, um argumento forte, com ressonância completa no espectador. Ao longo dos 90 minutos de projeção, duas histórias distintas são contadas paralelamente, sem pressa, até se encontrarem em um brilhante clímax de horror – funcionando também como ponto de reflexão sobre os elementos discutidos pelo roteiro. A primeira delas mostra o ator Byron Orlok, vivido por Boris Karloff de maneira quase autobiográfica, decidindo-se pela aposentadoria. Após anos de sucesso interpretando monstros em filmes de terror, começa a ser ignorado pelo público, vendo-se preso a uma estética sem apelo às novas gerações – a sequência inicial, com cenas do filme Terror no Castelo, de Roger Corman, define bem esse modo artesanal, e ultrapassado, de se fazer terror. O que, de certa forma, nem chega a ser culpa do público: com notícias diárias nos jornais sobre crimes e mortes brutais, a fantasia vai assustar a quem? O outro lado da narrativa é sobre a va monótona de Bobby Thompson, homem casado, que mora com os pais. Bogdanovich – ele interpreta o diretor de cinema Sammy Michaels – paga tributo à Hitchcock na construção do suspense, seja na inclusão de elementos de humor, como quando Orlok e Michaels ficam bêbados, ou no crescendo de tensão e incerteza sobre a natureza do que assistimos. Quando Bobby – aquele homem aparentemente comum, de família boa – explode em um ataque inexplicável de fúria, semelhante aos tantos casos de pessoas matando familiares e companheiros de trabalho a esmo, chegamos ao cerne de Na Mira da Morte: o que nos choca? Por que ficamos chocados com a violência na tela e não com a real? A violência se tornou banal, parte do cotidiano? São perguntas subentendidas ao vermos o personagem, sem qualquer sentimento, atirando em civis. Não podemos julgar Bobby, pois seus atos não são explicados – o que com certeza influenciaria nossa percepção em relação ao filme; é-nos permitido apenas o choque com sua frieza e loucura. Frente à passividade em relação ao embrutecimento do mundo, Bogdanovich chacoalha o espectador para acordá-lo de um sono torpe imposto pela televisão, pelo consumo, pelas “versões oficiais” das instituições de poder e, até mesmo, pelo cinema enquanto mero produto descartável. O clímax brutal se passa, não gratuitamente, em um cinema, fazendo-nos recordar do importante papel da arte – em sua forma mais pura de desenvolvimento humano – na tarefa de transformar, para melhor, uma realidade. A loucura e a paranoia poucas vezes foram tão bem dissecadas como em Na Mira da Morte, sem dúvida uma das obras mais importantes do cinema americano nos anos 1960. Só é triste e trágico ver esta ficção se replicar no real quase que diariamente, como bem mostram os massacres ocorridos no Shopping Morumbi, em 1999, na cidade de São Paulo; no Instituto Columbine, no Colorado, EUA, no mesmo ano; e na Escola Municipal Tasso da Silveira, no bairro de Realengo, Rio de Janeiro, em 2011.  
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Quase tão famoso por sua verve quanto pela impecável carpintaria dos roteiros de seus filmes, o cineasta Billy Wilder concedeu algumas horas de entrevistas ao colega alemão Volker Schlondorff em 1988, sob a condição de que este as divulgasse apenas depois de sua morte, que ocorreu em 2002. Wilder faz um balanço de uma carreira que se estendeu por quase 60 anos, pontuada por clássicos do drama como "Crepúsculo dos Deuses" (Oscar de melhor roteiro em 1950) quanto pelas impagáveis comédias "O Pecado Mora ao Lado" e "Quanto mais Quente Melhor". O cineasta austríaco adotado por Hollywood nos anos 30 desfia comentários saborosos sobre o sistema de estúdios e suas musas Marlene Dietrich e Marilyn Monroe. Documentário legendado.   Assista Online  
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nao tem legenda pra esse filme :S
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  Ficha Título Original: L'orribile segreto del Dr. Hichcock Ano/País/Gênero/Duração: 1962 / Itália / Terror / 88min Direção: Riccardo Freda Produção: Luigi Carpentieri    Roteiro: Ernesto Gastaldi Música:  Roman Vlad Elenco: Barbara Steele     ...    Cynthia Hichcock Robert Flemyng     ...    Prof. Bernard Hichcock Silvano Tranquilli     ...    Dr. Kurt Lowe (as Montgomery Glenn) Maria Teresa Vianello     ...    Margherita Hichcock (as Teresa Fitzgerald) Harriet Medin     ...    Martha, the maid (as Harriet White)   Sinopse O necrófilo Dr. Hitchcock gosta de drogar sua esposa para fúnebres jogos sexuais. Um dia administra acidentalmente uma overdose e a mata. Diversos anos mais tarde, casa novamente, com a intenção de usar o sangue de sua recente noiva para trazer o cadáver da sua primeira esposa de volta à vida. L'Orribile Segreto del dott. Hichcock é inteiramente um filme de horror mais pela sutileza elegante de um bom suspense que pelos picos sensoriais do próprio horror. Isso apesar da sua natureza inconfundível que não o define, mas o mantém num limite sempre estável entre os dois gêneros.         Imagens
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  Por Daniele Rodrigues de Moura do blog http://telaprateada.blogspot.com.br/   Uma mulher apaixonada pelo chefe de uma plantação de borracha. Uma esposa que encontra o amor selvagem, a aventura. Um marido apaixonado e não-correspondido. Esses são os perfis centrais de RED DUST(TERRA DE PAIXÕES), filme dirigido por ninguém menos que Victor Flemming e produzido por Irving Thalberg e Hunt Stromberg, duas feras da MGM nos anos 30. A história se passa num lugar remoto, uma plantação de borracha, onde só existem homens, no caso, os empregados de Dennis Carson(Clark Gable). As esposas destes homens não aguentatriam ficar num lugar praticamente habitado por nativos, sem nenhum recurso urbano. Exceto para Vantine(Jean Harlow) e Barbara Willis(Mary Astor). Essas duas mulheres movidas à paixão jamais conseguiriam ficar longe de seus amores.   Barbara é casada com Gary Willis(Gene Raymond) e é uma esposa devota, dedicada. Ela aceita ir para lá a fim de cuidar do marido. Já Vantine, uma mulher cheia de experiência de vida, inclusive amorosa, é encantada por Dennis...na verdade apaixonada mesmo. Mas ele não acredita nisso, afinal, Vantine é uma moça de vida fácil e os personagens viris de Gable não costumavam achar que o amor de mulheres como esta podiam ser verdadeiros. A loira foge de sua terra no barco em que estão Dennis e seus empregados e acaba chegando à casa em que ele se refugia. Por motivos de força maior ela teve que cair fora da cidade para não ser pega. Mais um impagável personagem de Harlow, que nos brinda com a garota que já teve muitos homens, mas sonha em ter um único - Gable. Ela oscila entre a comédia e o drama da mulher que esconde um romantismo desacreditado pela sociedade hipócrita. Sua paixão por Dennis começa a florescer quando os dois se tornam amigos. Depois de algumas brigas, é claro. Sabemos que quando Harlow e Gable estão em cena, é uma explosão de emoções e o ódio na verdade é o desejo que um nutre pelo outro. Isso é uma das coisas que mais encanta as plateias até os dias de hoje. O amor e o ódio misturados acabam indo para os lençóis e então, Gable percebe que aquela é a mulher ideal para ele, pois afinal de contas, Vantine não é vilã. É apenas uma mulher em busca do amor que nunca teve. E ele sente isso.   A história de Garry e Barbara ajuda a esquentar ainda mais esta ótima película. A persoangem muito bem construída por Mary Astor dá de cara com Dennis e a atração é instantânea. O filme literalmente pega fogo quando os dois se envolvem enquanto Gary sai em uma viagem especial de trabalho. Ela não consegue evitar o jeito másculo daquele belo homem, alto e forte. Ele se sente atraído por ela no mesmo momento em que a vê, na cabine do casal. Dennis trabalha sozinho, cheio de homens naquele lugar. Não vê uma dama como Barbara há muito tempo...talvez nunca tenha visto. Decidido a ficar juntos, o casal resolve contar à Gary toda a verdade, porém a consciência fala mais alto quando ele vê o amor incondicional daquele marido por ela. Afinal, Dennis também não é um vilão. Apenas um homem rude que mora numa selva, cercado de borracha por todos os lados. Ele e Vantine são feitos um para o outro. Ambos perceberam que o amor havia chegado, de uma forma inesperada, como toda a grande história de amor se contrói. RED DUST é labareda pura aos olhos do público. Uma trama envolvente estrelada por um time de grandes astros, com produção e direção impecáveis. Na década de 50, foi refilmado com o título de MOGAMBO, com Gable no mesmo papel, além das belas Ava Gardner e Grace Kelly. Carpe Diem com TERRA DE PAIXÕES!  
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Não conseguir baixar o torrent tem como atualizar, há anos procuro este filme, obrigado. Resposta: Olá, torrent funcionando!
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Só tem as legendas. Aonde está o torrent? Resposta: Link corrigido! Obrigada!
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  Por José Bruno Ap. Silva do blog http://sublimeirrealidade.blogspot.com.br Festim Diabólico (1948) foi o primeiro filme do mestre Alfred Hitchcock fotografado em cores, no entanto não é por este aspecto técnico que ele seria lembrado, mas pela decisão ousada do cineasta de filmar longos planos-sequência e editá-los de forma que os cortes se tornassem quase imperceptíveis. O filme é composto ao todo por 10 tomadas de aproximadamente dez minutos cada uma (esta era a duração máxima de cada rolo de filme na época). Para a grande parcela do público, que não presta tanta atenção em detalhes técnicos dos filmes que assistem, a ousadia do mestre do suspense pode ter passado sem ser notada, o que corrobora a teoria de que ele teria construído o filme de tal forma, não por exibicionismo, mas para experimentar um novo tipo de narrativa e uma nova forma de se explorar uma tenção crescente. A noção de que tudo acontece em tempo real, á qual a percepção de um expectador desatento se limitaria, reforça a verdade implícita na história e torna a espera pelo ápice da trama ainda mais angustiante. "Se explodirmos repentinamente uma bomba numa sala com duas pessoas, a emoção durará dez segundos. Mas anuncie que a bomba irá explodir e o suspense durará até o fim." - Esta máxima de Hitchcock norteia todo o desenvolvimento da trama de Festim Diabólico e confere à ela um nível de suspense que poucos filmes de hoje conseguem alcançar. No longa, o foco de toda a tenção está escondido dentro de uma arca, trata-se do corpo de um jovem que fora assassinado por outros dois na primeira sequência do filme. A trama é livremente inspirada em um caso real que aconteceu em Chicago em 1924. Na história verdadeira, Leopold e Loeb, dois jovens de quase 20 anos sequestraram e mataram Bobby, um garoto de 14. No filme os assassinos são Brandon (John Dall) e Phillip (Farley Granger) e a vítima é David (Dick Hogan), um amigo dos dois.   A motivação do crime é uma teoria que defende que apenas seres humanos superiores são capazes de cometer um assassinato a sangue frio, obcecado por esta ideia Brandon convence Phillip a participar do homicídio e para provar que aquele tinha sido o crime perfeito ele decide dar uma festa em seu apartamento e convida Rupert Cadell (James Stewart), professor universitário que também acredita na teoria, os amigos  Phillip (Farley Granger) e Kenneth (Douglas Dick), Janet (Joan Chandler), namorada de David e Kentley (Cedric Hardwicke) e Atwater (Constance Collier), os pais dele. Para aumentar ainda mais a tensão e o perigo, Brandon decide servir o jantar sobre a arca, onde o corpo fora colocado, sua autoconfiança contrasta com o comportamento de Phillip, que mal consegue esconder o medo que sente de ser descoberto. Através de diálogos afiados o roteiro adquire um ritmo ininterrupto, que é reforçado pela já citada montagem sem cortes tão aparentes. A insanidade de Brandon e o temor de Phillip vão tomando proporções cada vez maiores, o que aponta para um desfecho trágico. Demonstrando total controle sobre todo o aparato técnico, Hitchcock usa todos os elementos que tem à sua disposição para manter a tensão em um nível sempre crescente, para tal ele se vale da trilha sonora, dos movimentos de câmera (que em diversos momentos nos mostram coisas que os personagens não vêm) e do jogo de luzes, que merece destaque à parte. William V. Skall e Joseph A. Valentine, os dois diretores de fotografia, fazem excelente uso das cores  (tecnologia que era nova para Hitchcock até então), em dados momentos o suspense é pontuado pelos feixes de luz vermelha que invadem o apartamento, vindo de um letreiro que está do outro lado da rua, em outros as sombras, aliadas às cores escuras, funcionam como uma extensão da mente atormentada dos personagens.   A teoria que motiva o crime é descrita apenas de forma superficial na trama, ela seria o MacGuffin (termo criado pelo Hitchcock para designar dado elemento que apenas serve de pretexto para a construção da trama) de Festim Diabólico, no entanto ela tem importância fundamental no desenvolvimento e na interpretação da trama. É em torno dela que são trabalhados aqueles temas que são considerados recorrentes na obra do cineasta e parte importante de sua marca autoral, eles são a culpa, a crise de identidade e os traumas familiares. Phillip personifica os dois primeiros temas, ele se convence de que a teoria é plausível, no entanto depois de cometer o crime ele se arrepende e começa a se culpar e a questionar a existência de algum sentido em seus atos violentos. Em Brandon é trabalhada, ainda que de uma forma sutil, a questão dos traumas familiares, isso fica perceptível nos diálogos que se dão entre ele e os pais de David. Uma curiosidade da trama é a suposta homossexualidade de Brandon e Phillip, há quem diga que os dois assassinos que inspiraram a trama do filme eram gays e que o roteiro teria se aproveitado deste fato ao dar uma nova roupagem para a história, fazendo-o, porém, de uma forma sutil, quase imperceptível. Aqueles que defendem esta tese usam como argumentos o fato de eles serem dois jovens solteiros morando juntos em um apartamento com apenas um quarto, a peculiaridade do trato de um com outro, o que denotaria uma intimidade excessiva e a presumida falta de virilidade de Phillip, que o tornaria frágil e afeminado; eu no entanto prefiro analisar tal tese apenas como uma probabilidade, uma vez que os argumentos citados são baseados em uma visão demasiadamente preconceituosa.   Um dos maiores trunfos de Festim Diabólico são as atuações de James Stewart e John Dall, isto não comprova e nem desmente a afirmação de Hitchcock de que atores deveriam ser tratados como gado, mas, estando ele certo ou não em relação a esta declaração polêmica, o fato é que, ao menos neste filme, ele soube extrair o máximo de cada um dos atores. Por ter uma linguagem predominantemente teatral, herança obvia da peça que lhe originou, o longa exige ainda mais dos atores, eles precisam dar credibilidade para seus personagens e ainda demarcar cada uma de suas ações, tendo plena consciência de tempo e de espaço, vez que o foco da narrativa se desloca a todo momento de um lado para outro do apartamento e o ritmo rápido dos diálogos precisa ser mantido para não prejudicar o ritmo da narrativa como um todo; tudo isso fica muito mais difícil com as longas tomadas de quase dez minutos. Festim Diabólico é um dos mais formidáveis produtos de uma das mentes mais geniais da história do cinema, ele é uma obra prima produzida numa das fazes mais brilhantes de seu realizador. Trata-se de uma obra indispensável, que justifica a alcunha dada ao seu realizador de mestre do suspense. Ultra recomendado!   Festim Diabólico (Rope) - 1948. Dirigido por Alfred Hitchcock. Escrito por Hume Cronyn, Arthur Laurents e Ben Hecht, baseado na peça de Patrick Hamilton. Direção de Fotografia de William V. Skall e Joseph A. Valentine.  Música Original de David Buttolph. Produzido por Alfred Hitchcock e Sidney Bernstein. Warner Bros. Pictures e Transatlantic Pictures / USA.
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  Ficha Título Original: The Glenn Miller Story Ano/País/Gênero/Duração: 1953 / EUA / Biografia Drama Musical / 115min Direção: Anthony Mann Produção: Aaron Rosenberg            Roteiro: Valentine Davies, Oscar Brodney Fotografia: William H. Daniels           Música: leslie I. Carey Elenco: James Stewart     ...    Glenn Miller June Allyson     ...    Helen Berger Miller Harry Morgan     ...    Chummy MacGregor Charles Drake     ...    Don Haynes George Tobias     ...    Si Schribman Barton MacLane     ...    Gen. Hap Arnold, USAAF Sig Ruman     ...    W. Kranz Irving Bacon     ...    Mr. Miller James Bell     ...    Mr. Burger Kathleen Lockhart     ...    Mrs. Miller Katherine Warren     ...    Mrs. Burger Frances Langford     ...    Herself Louis Armstrong     ...    Himself Ben Pollack     ...    Himself Gene Krupa     ...    Himself   Sinopse Cinebiografia de Glenn Miller, um popular e influente líder de uma das famosas bandas da época nos anos 30 e início dos anos 40, que morreu servindo seu país na Segunda Guerra Mundial. O filme aproveita-se para dar detalhes acerca da vida nos Estados Unidos de 1929 a 1945.         Imagens
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Excelente filme Brasileiro. Bom seria se este Blog disponibilizar-se seu Download.
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Pois é, apesar das repetições eu devo ter assistido "Esqueceram de Mim" apenas umas 3 vezes no máximo, o que é relativamente pouco, considerando-se a frequência com que ele passava na TV... O meu favorito com a temática é "A Felicidade não se Compra" gosto dele justamente por ser ingênuo, quase infantil... Quanto às suas indicações, ainda não assisti "2 dias em Paris", mas faço coro com você no tocante aos outros dois, "Control" é uma das melhores cinebiografias que já vi, o que é suspeito por ser fã do Joy Division, e "Educators" também é muito bom, um belo exemplar da safra que sai no início desta década que remete direta ou indiretamente ao alucinado ano que não terminou, 68... Confiram a minha crítica de: "O Garoto de Bicicleta" http://www.sublimeirrealidade.blogspot.com/2011/12/o-garoto-de-bicicleta.html
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EU SOU FÃ DO MARLON E DE TODOS OS PERSONAGENS QUE VI ELE INTERPRETAR NO CINEMA. UM GRANDE TALENTO. ELE ENCARAVA DESDE UM HOMEM BRUTO COMO O STANLEY DE " UMA RUA CHAMADA PECADO" COMO UM MAFIOSO " O PODEROSO CHEFÃO". SABIA INTERPRETAR NAPOLEÃO BONAPARTE EM " DESIRÉE" COMO SER REBELDE NO CLÁSSICO " O SELVAGEM". INFLUCIOU DESDE ELVIS PRESLEY À JACK NICHOLSON., DENNIS HOPPER,, ROBERT DUVALL ETC. UM ATOR LINDO E MUITO SEXY NA DÉCADA DE 50. AS FOTOS NÃO MENTEM.....
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UM ÓTIMO FILME. ADOREI. FERRIS ESTRELADO POR MATHEW BRODERICK ESTÁ SENSACIONAL
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  Por Cainã Moura do site http://classicecultfilms.blogspot.com.br   "Os talentos do aclamado diretor Vincente Minnelli e da lendária Barbra Streisand se combinam para criar esta produção da Broadway nas telas, em grande estilo..." - Paramount DVD- Logo quando o filme começa e vemos aquelas cores vibrantes, aquela voz incrível e uma abertura colorida que parece hipnotizar o telespectador, podemos imaginar que será um ótimo filme. Confirmamos ao ver os nomes resplandecentes de Barbra Streisand e depois de Vincente Minnelli, e como se já não bastasse essas "lendas" juntas, para completar, a presença de Jack Nicholson no filme, o "ex-irmão" de Daisy. O filme é realmente um dos melhores musicais já feitos por Minnelli. Tem como particularidade, passar muito tempo sem números musicais, e de uma hora para outra passar todas as músicas de vez. Mas somente Minnelli para fazer um filme tão especial e original como este. O filme é dividido em duas histórias, uma é a de Daisy e sua incontrolável vontade de fumar, e a outra é a história de Melinda, que "vive" no corpo de Daisy, que supostamente seria uma reencarnação de Melinda. É uma história que dá voltas, cheia de fantasia, misticismo, hipnotismo e espiritismo de certa forma. Quem um dia iria imaginar que uma história com essas características poderia virar um musical? Esse é um dos filmes que vale a pena ser assistido dublado, pois as vozes estão muito bem feitas e sincronizadas e tornando as piadas e tiradas mais engraçadas. A cor então, gravada em Technicolor em fortes cores, combinando com as roupas da época que eram extremamente coloridas... Todas as músicas do filme são ótimas, mas vale o destaque de On a Clear Day You Can See Forever, mas a versão da Barbra e não a de Yves Montand, que eu quase iria me esquecendo de mencionar, mas realmente Barbra dispensa comentários e é realmente quem rouba a cena e dá brilho ao filme. Destaque também para "Hurry! It's Lovely Up Here!", onde é mostrado o "poder" de Daisy de fazer as plantas crescerem mais rápido, "Go To Sleep", onde Barbra é duplicada na cena e "Come Back to Me", cantada por Yves e o mais envolvente, engraçado e criativo número musical do filme, onde Daisy ouve a música de Marc em todos os cantos, até da boca de uma criança ou de um cachorro! Realmente, o filme, os atores, direção e locação dispensam comentários! Assistam e tirem suas próprias conclusões, não vão se arrepender... > CURIOSIDADES > Alan Jay Lerner fez inúmeras mudanças para adaptar a sua peça para o cinema. O personagem do professor francês Marc Chabot era originalmente austríaco e se chamava Mark Bruckner. A época em que viveu Melinda passou para uma ou duas décadas depois e a sua situação familiar também era diferente. Na peça, Melinda morre no mar e não em uma execução. A reencarnação de Melinda como Daisy não fica clara mas no filme isso acontece de fato. O meio-irmão de Daisy, Tad Pringle, foi criado para o filme. Jack Nicholson que fez o personagem, teve uma cena musical cortada da edição final. O futuro da relação de Daisy e Marc também foi alterado e muitos números musicais foram excluídos do filme, um pena... > As locações foram em Nova Iorque, no Central Park, Lincoln Center for the Performing Arts, no Edíficio da Pan Am (MetLife Building), na escadaria Upper West Side e nas avenidas Lexington e Park Avenue em Manhattan. As cenas no Reino Unido foram filmadas no Pavilhão Real em Brighton, Kemp Town e em East Sussex. > A Paramount Pictures planejara um filme de três horas, mas os executivos pediram a Vincente Minnelli que o encurtasse em uma hora.
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no filme O Vento Será Tua Herança (1960), há um engano na lista de elenco. Gene Kelli interpreta, na verdade, o jornalista americano Hery Lowis Mencken.
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  Ficha Título Original: Comizi d'amore Ano/País/Gênero/Duração: 1964 / Itália / Documentário / 1964 Direção: Pier Paolo Pasolini Produção: Alfredo Bini    Roteiro: Pier Paolo Pasolini Fotografia:  Mario Bernardo e Tonino Delli Colli Elenco: Pier Paolo Pasolini     ...    Himself - Interviewer Lello Bersani     ...    Speaker (voice)     Sinopse   Com o microfone na mão, o diretor Pier Paolo Pasolini faz pergunta aos italianos a respeito de sexo. Como as crianças acham de onde vieram os bebês, o que os adultos acham sobre homossexualismo, dentre outros assuntos.       Imagens    
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  Procópio Ferreira, foi ator, diretor de teatro e dramaturgo brasileiro, considerado um dos grandes nomes do teatro brasileiro. O ator encenou mais de 427 peças e no cinema começou com a produção portuguesa "O Trevo de Quatro Folhas" (1936). No Brasil, atuou em "Quem Matou Ana Bela" (1956) e no sucesso de crítica e público "O Comprador de Fazendas" (1951), baseado no conto de Monteiro Lobato. Este documentário fala sobre sua carreira no cinema.   ASSISTA ONLINE
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A antipatia que L B Mayer e John Gilbert sentiam um pelo outro era famosa nos estúdios, e as diferenças começavam em suas personalidades. Enquanto Mayer tentava mostrar ser um cara de família, valorizando a moral (que talvez ele mesmo não seguisse), Gilbert era um fanfarrão, que, apesar de trabalhar bem, preferia antes ficar cercado das boas coisas da vida: bebida, mulheres e jogos.   A antipatia começou quando Gilbert fez um comentário maldoso  acerca de sua própria mãe, com quem não se dava bem, e que culminou com ele dizendo "e foi a última vez que vi a bunda de minha mãe". Ao ouvir isso, Mayer ficou enfurecido e passou a detestar o ator. Gilbert começou a namorar uma grande estrela em ascenção, Greta Garbo. Mas aí veio a maré baixa, e sua carreira foi definhando, até a o final do cinema mudo. Tudo piorou quando ele foi abandonado por Greta, que se recusou, em cima da hora, a se casar com o astro. Reza a lenda, que Gilbert estava chorando quando Mayer chegou e soltou essa: - "Qual o seu problema? Não basta dormir com ela, precisa também se casar?" Gilbert deu-lhe um soco e o botou para fora do quarto aos pontapés. Chegara a vez de Mayer se vingar. Depois disso veio a perseguição. Mayer ordenou que o primeiro filme falado de Gilbert fosse um fracasso, com roteiro fraco e frases que beiravam o ridículo. Aproveitando a chegada do som, fez espalhar que a voz de Gilbert não era boa o suficiente para protagonizar filmes falados. Funcionou. Arruinado financeiramente, Gilbert foi ao limbo e pouco tempo depois, o ator voltou-se para a bebida, que o mataria aos 41 anos.   Por Carla Marinho
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Ficha Título Original:Saikaku ichidai onna Ano/País/Gênero/Duração:1952 / Japão / Drama / 148min Direção:Kenji Mizoguchi Produção:Hideo Koi Roteiro: Saikaku Ihara e Kenji Mizoguchi Fotografia:Yoshimi Hirano e Yoshimi Kono Música:Ichirô Saitô Elenco: Kinuyo Tanaka ... Oharu Tsukie Matsuura ... Tomo, Oharu's Mother Ichirô Sugai ... Shinzaemon, Oharu's Father Toshirô Mifune ... Katsunosuke Toshiaki Konoe ... Lord Harutaka Matsudaira Kiyoko Tsuji ... Landlady Hisako Yamane ... Lady Matsudaira   Sinopse Baseado em romance de Saikaku Ihara, o filme conta a história da vida de Oharu, uma mulher que na juventude fazia parte da cortê do imperador e que em virtude de um relacionamento acaba como pedinte e cortesã, já senhora.     Assista Online   Imagens
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eu recebi a revista de programas da Net e li que a TCM vai apresentar às 22h. ,no domingo, a série Os Pilates da Terra. E os Borgias que está muito interessante e eu sigo desde o começo, todos os domingos. Vai haver troca? por favor, não.
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Ficha Título Original: The Tales of Hoffmann Ano/País/Gênero/Duração: 1951 / Reino Unido / Aventura Fantasia Musical / 124min Direção: Michael Powell, Emeric Pressburger Produção: Michael Powell Roteiro: E.T.A. Hoffmann, Jules Barbier, Michael Powell, Emeric Pressburger, Dennis Arundell Fotografia: Christopher Challis Música: John Cox Elenco: Moira Shearer ... Stella / Olympia Ludmilla Tchérina ... Giulietta Ann Ayars ... Antonia Pamela Brown ... Nicklaus Léonide Massine ... Spalanzani / Schlemil / Franz Robert Helpmann ... Lindorf / Coppelius / Dapertutto / Dr Miracle Frederick Ashton ... Kleinsach / Cochenille Mogens Wieth ... Crespel Robert Rounseville ... Hoffmann Lionel Harris ... Pitichinaccio Philip Leaver ... Andreas (Prologue and Epilogue) Meinhart Maur ... Luther Edmond Audran ... Partner to Stella in Dragonfly ballet John Ford ... Nathaniel (Prologue and Epilogue) Richard Golding ... Hermann (Prologue and Epilogue) Alan Carter ... Casher (Act 1) Barry Lowe ... Student Arthur Skinner ... Man in Background     Sinopse   Esta versão cinematográfica da ópra "The Tales of Hoffman", não mostra apenas belas performances de cantores líricos e cenários exuberantes. Retrata também, o amor e dedicação do artista pela sua obra. A ópera dramatiza três grandes romances na vida do poeta Hoffmann, em forma de flashbacks. Cada desilusão amorosa de Hoffmann, turbina sua inspiração poética. As interpretações de Moira Sharer (com Stela e Olympia) e de Robert Helpmann, que encarna quatro personagens, credencia este filme como um dos mais belos dos anos 50.     Imagens
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Ficha Título Original: The Tempest Ano/País/Gênero/Duração: 1908 / Inglaterra / Drama Fantasia / 12min Direção: Percy Stow Roteiro:  Langford Reed, William Shakespeare Elenco: Não consta.     Sinopse   Baseado na obra de Willian Shakespeare.   Assista Online (filme silencioso) zzrJ0PeZGPQ   Canal: http://www.youtube.com/user/CinemaClassico3     Imagens  
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Por Rubi Tegani do blog http://allclassics.blogspot.com.br A Tchecoslováquia (atualmente dividida em República Tcheca e Eslováquia), existiu entre 1918 e 1992, e durante este período nos presenteou com grandes cineastas e produções, muitas vezes desconhecidos ou esquecidos pelo público. Nomes como Karel Zeman, com seu grandioso filme Vynález zkázy (The Fabulous World of Jules Verne), baseado na obra de Julio Verne, Jirí Trnka visto como um dos maiores ilustradores e geralmente lembrado por suas obras em "motion picture", e tantos outros que fizeram história no mundo cinematográfico e merecem ser reconhecidos. Dedicarei o post de hoje aos dois diretores Ján Kadár e Elmar Klos, que em parceria, realizaram um dos filmes mais importantes do cinema tchecoslovaco. Premiado com o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e inserido no Festival de Cannes de 1965, Obchod na Korze (A Pequena Loja da Rua Principal) conta com a participação de Jozef Kroner como o carpinteiro Brtko e a simpática Ida Kaminska que recebeu uma nomeação ao Oscar na categoria de Melhor Atriz, interpretando Rozália a proprietária da loja de botões. O filme conta a dramática história de Brtko durante a Segunda Guerra Mundial, num período onde todo comerciante judeu, para sobreviver, tinha que ter como um co-proprietário um ariano legítimo. Desta forma, após ser indicado para assumir o comando de uma pequena loja de botões que pertencia a Rozália (uma mulher judia e idosa com sérios problemas auditivos), encontra inúmeras dificuldades para faze-la compreender que sua própria sobrevivência dependia do fato de aceita-lo como novo dono da loja. Ao longo do filme é narrado todo o envolvimento dos dois personagens, das dificuldades de relacionamento e entendimento em meio a pressão das forças nazistas. Obchod na Korze surpreende pelo enredo forte, uma história cheia de conflitos, temores e resignação; mostrando um cenário desconhecido dentro dos horrores que foi a Segunda Guerra Mundial. Bastidores: Ladislav Grosman Nascido em 1921, Ladislav Grosman trabalhou como correspondente e editor para o jornal Pravda em Praga onde começou a delinear sua carreira como escritor e roteirista para o cinema local. Em 1964 publicou a novela Obchod na Korze que no ano seguinte despertou o interesse do governo Tchecoslovaco para a produção de um longa metragem. Coube ao próprio Ladislav produzir o roteiro do filme Obchod na Korze; após adaptar o formato inicial para o estilo de filmagem eslovaco. Intensificando os diálogos numa linguagem única e atribuindo a direção da obra aos diretores Ján Kadar e Elmar Klos, com patrocínio e supervisão do Partido Comunista local. O filme foi produzido nos Estúdios Barrandov, Praga e filmado no Estado de Sabinov, localizado no nordeste da Eslováquia
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Ficha Título Original: Wished on Mabel Ano/País/Gênero/Duração: 1915 / EUA / Comédia Curta / 13min Direção: Mabel Normand Produção: Mack Sennett Elenco: Mabel Normand ... Mabel Roscoe 'Fatty' Arbuckle ... Fatty Joe Bordeaux ... Thief Glen Cavender ... Pedestrian in Park Alice Davenport ... Mabel's Mother Ted Edwards ... Man on Bench Billy Gilbert ... Police Chief Edgar Kennedy ... Cop     Sinopse   Mabel está no parque com sua mãe super protetora até que vê seu namorado. O casal se esconde para namorar, até que um ladrão surge e rouba o relógio da mãe de Mabel, enquando o namorado dela tenta recuperar o relógio. Logo a confusão está formada. Assista Online 8TG4eW0Tf-Q   Imagens
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muito obrigado
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Beneath a Steel Sky tem uma influência grande desse filme...
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PEGA NO YOU TUBE PO,,... ESSE CLASSICO, O FILME COMPLETO TEM NO YOU TUBE!!
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  Ficha Título Original: Re Lear Ano/País/Gênero/Duração: 1910 / Italia / Drama / 16min Direção: Gerolamo Lo Savio Roteiro: William Shakespeare Elenco: Francesca Bertini … Cordelia Giannina Chiantoni Olga Giannini Novelli Ermete Novelli … Lear   Sinopse   Baseado na obra de Willian Shakespeare, King Lear.   Assista Online (filme silencioso) DCV_7TOLe1s   Canal: http://www.youtube.com/user/CinemaClassico3     Imagens  
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A BBC Four divulgou o primeiro trailer do filme biográfico Burton & Taylor, que contará parte da história de Richard Burton e Elizabeth Taylor, um dos mais famosos casais de Hollywood. O filme é estrelado por Dominic West (John Carter – Entre Dois Mundos) e Helena Bonham Carter (Harry Potter).   hYU2mhxEDQI   O drama, escrito por William Ivory e dirigido por Richard Laxton, faz parte de uma bem sucedida série de filmes biográficos sobre figuras públicas, que inclue Margaret Thatcher, Enid Blyton, Beatrix Potter, Kenneth Williams, Frankie Howerd and Barbara Cartland. Fonte:http://www.cinemarcado.com.br
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  Ficha Título Original: Le hasard et l'amour (Max Sets the Style) Ano/País/Gênero/Duração: 1915 / Comédia / França / 12min Direção: Max Linder Roteiro: Max Linder Elenco: Max Linder ... Max Lucy d'Orbel ... Lili Georges Gorby     Sinopse   Curta metragem dirigido e estrelado por Max Linder.   Assista Online _sRwOHOQi9s
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Ficha Título Original: Las Luces de Buenos Aires Ano/País/Gênero/Duração: 1931 / Argentina / 85min Direção: Adelqui Millar Roteiro: Luis Bayón Herrera e Manuel Romero Fotografia:  Ted Pahle Música: Gerardo Matos Rodríguez e Carlos Gardel Elenco: Carlos Gardel     ...    Anselmo Sofía Bozán     ...    Elvira del Solar Gloria Guzmán     ...    Rosita Pedro Quartucci     ...    Pablo Soler Carlos Martínez Baena     ...    Empresario Manuel Kuindós     ...    Alberto Villamil Marita Ángeles     ...    Lily Vicente Padula     ...    Ciriaco (as Vincent Padula) Jorge Infante     ...    Romualdo José Argüelles     ...    Secretario     Sinopse   Don Anselmo (Carlos Gardel) é um fazendeiro muito querido, cuja noiva (Sofia Bozán) está distante, já que ele viajou para a capital do país, Buenos Aires. Elvira foi em busca de uma  promessa de um empresário: fazer dela uma estrela. Anselmo retorna e tenta salvar seu amor e convencê-la a voltarem juntos para o campo. Luces de Buenos Aires foi o primeiro filme de Carlos Gardel filmado para os estúdios Paramount, em Joinville, na França.  Nele, Carlos Gardel cantou o famoso tango "Tomo e forçado".   Assista Online (legendado) FPvRa-qLoBM   Canal:http://www.youtube.com/user/CinemaClassico3     Imagens  
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Documentário legendado sobre o diretor Elia Kazan.   Assista Online      
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Ficha Título Original: Fatty's New Role Ano/País/Gênero/Duração: 1915 / EUA / Comédia Curta / 13min Direção: Roscoe 'Fatty' Arbuckle Produção: Mack Sennett Elenco: Roscoe 'Fatty' Arbuckle - Hobo Mack Swain - Ambrose Schnitz Joe Bordeaux Glen Cavender Luke the Dog Bobby Dunn Billy Gilbert Frank Hayes Edgar Kennedy - Man who gives handout Hank Mann Frank Opperman Fritz Schade - Bar patron Al St. John - Cop Slim Summerville - Bartender Charles Lakin - Saloon Patron in Derby and Stubble (uncredited) Sinopse Comédia curta dirigida e estrelada por Roscoe Arbuckle. Assista Online Imagens
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Ficha Título Original: M'Liss Ano/País/Gênero/Duração: 1918 / EUA / 73min Direção: Marshall Neilan e Alfred E. Green Roteiro: Bret Harte e Frances Marion Fotografia: Walter Stradling Elenco: Mary Pickford - Melissa 'M'liss' Smith Theodore Roberts - John Benson 'Bummer' Smith Thomas Meighan - Charles Gray Tully Marshall - Judge Joshua McSnagley Charles Ogle - Yuba Bill Monte Blue - Mexican Joe Dominguez Winifred Greenwood - Clara Peterson Helen Kelly - Clytemnestra Veronica McSnagley Val Paul - Jim Peterson William H. Brown - Sheriff Sandy Waddles John Burton - Parson Bean Charles A. Post - Butch Saunders Guy Oliver - Snakebit Saunders     Sinopse   O pai de M'Liss perdeu sua fortuna nas minas de ouro. Agora, seu único investimento é sua criação de galinhas. Charles Cray, um professor, quer que M'Liss tenha uma vida melhor e que vá para a escola estudar e se tornar uma professora, e assim possa ajudar seu pai. Imagens
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What???!!! As 20 mulheres mais belas do cinema e SARITA MONTIEL não está incluida???!!! Vcs devem ter bebido. La Manchega sozinha, com a simetria perfeita do seu rosto espectacular, é mais belas do que todas as belas ilustradas. Sua beleza foi reconhecida pelos cinematógrafos europeus como a mais fotogenica e perfeita em todos os ângulos de todos os tempos. é considerada a mulher mais linda da España e, junto com Ava Gardner, as duas caras mais perfeitas da historia do cinema. Basta ver seus filmes e os ousados primeiros planos exibindo sua beleza em toda sua harmonia e esplendor. Isso sem falar nos seus olhos cor verde oliva, que tinham vida especial. Acho prudente que essa lista seja revisada e Miss Montiel venha encabeçando essa lista de beldades. Thanks!
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Eu me interesso na compra da casa sim, como faço?
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Título original: Torn Curtain Ano/País/Gênero/Duração: 1966 / Inglaterra / Thriller / 128min Direção: Alfred Hitchcock Produção: Alfred Hitchcock Roteiro: Brian Moore Fotografia: John F. Warren Música: John Addison Elenco Paul Newman .... Professor Michael Armstrong Julie Andrews .... Sarah Louise Sherman Lila Kedrova .... Condessa Kuchinska Hansjörg Felmy .... Heinrich Gerhard Tamara Toumanova .... bailarina Wolfgang Kieling .... Hermann Gromek Ludwig Donath .... Professor Gustav Lindt Günter Strack .... Professor Karl Manfred Gisela Fischer .... Dra. Koska Mort Mills .... farmacêutico Carolyn Conwell .... esposa do farmacêutico Arthur Gould-Porter .... Freddy David Opatoshu .... Jakobi Sinopse   Um cientista americano decide desertar para Berlim Oriental, a fim de conseguir fundos para seu projeto, mas é seguido por sua noiva.   Notas Em suas clássicas aparições, Alfred Hitchcock surge logo aos oito (8) minutos do filme, segurando um bebê no lobby de um hotel. A cena da morte de "Gromek" foi escrita de forma a passar para o espectador a noção do quão difícil é realmente matar um homem. Uma cena, ainda relacionada ao assassinato, foi cortada, para que o vilão (no caso o alemão assassinado) não ficasse muito "simpático". Originalmente, para reforçar a idéia contra a banalidade da morte, o personagem de Newman encontra o irmão de Gromek, que lhe mostra a foto dos três filhos dele. O roteiro original do filme foi escrito por Bernard Hermann, parceiro de Hitchcock em várias obras. Mas por decisão dos executivos da Universal, ele sofreu alterações. As mudanças no roteiro levaram ao fim da relação profissional entre Hitch e Hermann. O roteiro, confuso para alguns, também levou a atritos entre Paul Newman e o diretor. O ator, já então uma celebridade, chegou a escrever uma carta para Hitchcock com mais de dez alterações a serem feitas no roteiro. Mais tarde, Newman disse que o relacionamento com Hitchcock era muito bom, o único senão, era realmente o roteiro. Bernard Hermann compôs várias trilhas sonoras para os trabalhos de Hitchcock, e chegou a compor para Torn Courtain, mas foi substituído por John Addison. Tanto Hermann quanto Addison fizeram músicas para a cena do assassinato de "Gromek", mas nenhuma foi usada.. ASSISTA ONLINE       Imagens    
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Muito Obrigado pelo Filme .
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Excelente filme. Gostaria se possivel que fosse disponibilizado o Download.
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Realmente uma vergonha o único cinema classico que restou em recife não respeita o usuário e deixa sua página totalmente desatualizada,de quem é a culpa? quem são os inresponsáveis pelo cinema.
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  Spencer Tracy estreou em 1922 na Broadway. Mas o sucesso mesmo veio com o cinema. Por 20 anos ficou na MGM e em 1955 começou a atuar independentemente. Tracy é descrito como um dos maiores atores da história do cinema dos Estados Unidos. Participou em mais de setenta filmes em três décadas. Juntamente com Laurence Olivier possui o recorde de indicações ao prêmios Oscar de melhor ator.   Assista ao documentário Mistérios e Escândalos, sobre o ator.   Assista Online
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Ficha Título Original: A Study in Terror Ano/País/Gênero/Duração: 1965 / Inglaterra / Suspense / Direção: James Hill Produção: Herman Cohen Roteiro: Donald Ford e Derek Ford Fotografia:  Desmond Dickinson    Música: John Scott Elenco: John Neville     ...    Sherlock Holmes Donald Houston     ...    Doctor Watson John Fraser     ...    Lord Carfax Anthony Quayle     ...    Doctor Murray Barbara Windsor     ...    Annie Chapman Adrienne Corri     ...    Angela Frank Finlay     ...    Inspector Lestrade Judi Dench     ...    Sally Charles Regnier     ...    Joseph Beck Cecil Parker     ...    Prime Minister Georgia Brown     ...    Singer Barry Jones     ...    Duke of Shires Robert Morley     ...    Mycroft Holmes     Sinopse   Sherlock Holmes e o Dr. Watson juntam-se para resolver uma série de assassinatos, até descobrirem que as pistas levam ao assassino serial, Jack, o estripador.    
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  Ficha Título Original: Prix de beauté Ano/País/Gênero/Duração: 1930 / França / Drama / 93min Direção: Augusto Genina Produção: Romain Pinès    Roteiro: René Clair, Georg Wihelm Pabst Fotografia:  Rudolph Maté    Música: René Sylviano Elenco: Louise Brooks as Lucienne Garnier Georges Charlia as Andre Augusto Bandini as Antonin, Lucienne and Andre's friend and co-worker Andre Nicolle as Le secretaire du journal, to whom Lucienne appeals to try to withdraw from the contest Marc Ziboulsky as Le manager Yves Glad as Le maharajah Alex Bernard as Le photographe, who takes a picture of Lucienne and Andre before her fame Gaston Jacquet as Le Duc Jean Bradin as Prince de Grabovsky     Sinopse   Ambiciosa e bela jovem que participa de um concurso de beleza e aspira a uma carreira cinematográfica, enfurece seu ciumento marido.   Assista Online jYBjiRkF43I   Canal: http://www.youtube.com/user/CinemaClassico3     Imagens
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Estou muito feliz com a reforma do cinema sou grande admiradora de sua arquitetura acho fantástico esse cinema, não estava mais nem frequentando cinema..Acho que Precisa de mais divulgação pra moçada nova conhece-lo.E é preciso também divulgar o que está em cartaz.
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"Sangue & Areia" é um dos meus filmes favoritos. Uma obra-prima que nem o ridículo remake-pornochanchada dos anos 1980 conseguiu estragar. A versão original de 1941 tinha um gênio na direção e um casal de gênios nos papéis principais: Rita Hayworth sensacional como sempre, e Tyrone Power... que touro, meu Deus! Olé!
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Gostaria muito de adquirir alguns filmes da atriz e dona de uma das vozes mais bonitas de musicas estrangeiras. Tenho somente o filma La violeteira! . onde posso adquirir outor da Sara Montiel? Tenho tentado mas sem sucesso!
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muito bom esse filme,parabens
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  Ficha Título Original: The Stranger Ano/País/Gênero/Duração: 1946 / EUA / Drama Suspense / 95min Direção: Orson Welles      Produção: Sam Spiegel Roteiro: Victor Trivas e Decla Dunning Fotografia: Russell Metty                Música: Bronislau Kaper    Elenco: Edward G. Robinson     ...    Mr. Wilson Loretta Young     ...    Mary Longstreet Orson Welles     ...    Professor Charles Rankin Philip Merivale     ...    Judge Adam Longstreet Richard Long     ...    Noah Longstreet Konstantin Shayne     ...    Konrad Meinike Byron Keith     ...    Dr. Jeffrey Lawrence Billy House     ...    Mr. Potter Martha Wentworth     ...    Sara   Sinopse Orson Welles escreve, dirige e estrela este intenso, complexo e assustador clássico dos filmes noir. Charles Rankin aparenta viver a vida perfeita. Ele tem uma bela e nova esposa, um respeitável cargo em uma faculdade proeminente, e uma charmosa casa da idílica cidade de Conneticut. Sua esposa começa a revelar-se, no entanto, com a chegada do Detetive Wilson, da Comissão de Crimes de Guerra, à procura do elusivo e infame criminoso nazista Franz Kindler. Acompanhando Wilson está o único homem que pode identificar Kindler pessoalmente: seu ex-camarada Meinike. A busca por Kindler parece ser impossível com o repentino assassinato de Meinike, mas o insistente detetive Wilson continua com a busca, que o filme levará a um climax chocante que está entre os mais memoráveis da história do cinema.       Imagens  
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  Ficha Título Original:Arabesque Ano/País/Gênero/Duração: 1966 / EUA / Ação Aventura Drama / 105min Direção:Stanley Donen Produção:Stanley Donen Roteiro:Julian Mitchell e Stanley Price Fotografia:Christopher Challis Música:Henry Mancini Elenco: Gregory Peck .... David Pollock Sophia Loren .... Yasmin Azir Alan Badel .... Nejim Beshraavi Kieron Moore .... Yussef Carl Duering .... Hassan Jena John Merivale .... Silvester Sloane Duncan Lamont .... Webster George Coulouris .... Ragheeb Ernest Clark .... Beauchamp Harold Kasket .... Mohammed Lufti   Sinopse O Professor David Pollock (Peck) é um especialista em hieroglifos arábicos da Universidade de Oxford. Hassan Jena (Carl Duering), primeiro-ministro de um país do Oriente Médio, convence Pollock a se inflitrar na organização de um homem chamado Beshraavi (Alan Badel), envolvido num plano contra o primeiro-ministro. A natureza do plano aparentemente está escondida num código escrito em hierogrifos. A amante de Beshraavi, Yasmin Azir (Loren), também está ligada ao plano. Ela ajuda o professor a fugir, dizendo ter sido seqüestrada e ameaçada de morte por Pollock. No caminho, no entanto, ela parece estar atrapalhando constantemente a vida do professor e ele não consegue decidir em qual dos lados ela está. Finalmente, trabalhando juntos, Pollock e Yasmin conseguem decifrar o código e evitar o assassinato do primeiro-ministro.     Assista Online   Imagens
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  Ficha Título Original: Kings of the Sun Ano/País/Gênero/Duração: 1963 / EUA / Aventura / 108min Direção: Lewis J. Rachmil Produção: Lewis J. Rachmil Roteiro: Elliott Arnold e James R. Webb Fotografia: Joseph MacDonald Música: Elmer Bernstein Elenco: Yul Brynner...Chefe Águia Negra George Chakiris...Balam, rei dos maias Shirley Anne Field...Ixchel Richard Basehart...Ah Min, alto-sacerdote Brad Dexter...Ah Haleb Barry Morse...Ah Zok Armando Silvestre...Isatai Leo Gordon...Hunac Kell Victoria Vetri...Ixzubin Rudy Solari...Pitz Ford Rainey...Chefe James Coburn...Narrador     Sinopse   Após uma terrível batalha, o jovem rei Maia Balam (Chakiris), lidera seu povo para longe do México - escapando de um clã rival que os perseguia. Chegando a sua nova aldeia, uma tribo de hostis Nativoamericanos os ataca. Águia Negra (Brynner), o líder dos nativos, é capturado, e durante o seu período em cativeiro ganha o respeito de Balam e faz uma acordo de paz. Mas antigos inimigos dos Maias reaparecem, e agora as duas tribos unirão suas forças para lutar contra seus agressores e salvar suas aldeias.       Imagens    
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UM GRANDE TALENTO QUE OUSOU EM FAZER ALGO DIFERENTE DO CINEMA TRADICIONAL DA ÉPOCA E ERA UM HOMEM CORAJOSO EM FAZER TANTAS CENAS ARRISCADAS SEM DUBLÊ PARA FAZER O PÚBLICO RIR. UM TALENTO DE PRIMEIRA QUALIDADE.
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Por Cainã Moura do blog http://classicecultfilms.blogspot.com.br/   " Um toque parisiense, imaginação vívida, melodias deliciosas e atuações inteligentes" -MORDAUNT HALL , THE NY TIMES- "Monte Carlo" é um musical de 1930, um dos primeiros filmes falados da história, que leva a fama por ser uma das melhores comédias musicais de todos os tempos. Com piadas e diálogos bem sacados, Jeanette MacDonald e Jack Buchanan (que também fez o musical "A Roda da Fortuna" de 1953, com Fred Astaire e Cyd Charisse), dão um show de interpretação e de voz, longe de ser um filme muito lírico, a película é embalada pela famosa música "Beyond The Blue Horizon" que é repetida no filme diversas vezes. O roteiro de Hans Müller é baseado na obra de Booth Tarkington que leva o nome de "Monsieur Beucaire", que também levou o mesmo nome em uma opereta de 1919 de André Messager. Não foi só por ai que a história de Tarkington foi adaptada. Além de "Monte Carlo", a história teve versões na Broadway, um filme com Rudolph Valentino de 1924 e dezesseis anos mais tarde, Bob Hope também tratou de fazer a sua versão. Mas em nenhuma outra podemos ver a beleza, esplendor e alegria que vemos em "Monte Carlo". O filme tem momentos de comédia e a diversão vai crescendo ainda mais a cada minuto que o filme passa. A presença cômica e os trejeitos de cada ator, em especial do ator Claude Allister, o Príncipe Otto, faz do filme ainda mais engraçado e mais especial, com um toque a "là Chaplin". As filmagens são ótimas, com incríveis cenas externas como a cena na viagem de trem da Condessa com destino a Monte Carlo. Com características das ditas "comédias românticas modernas", é um daqueles filmes que são atemporais e nunca envelhecem por ter o toque de humor no momento certo. O filme está repleto de cenas e músicas memoráveis que nos fazem lembrar como começou a era dos grandes musicais de ouro de Hollywood. Simplesmente esplêndido e bonito de ser ver, e ouvir cada minuto da obra prima dos musicais. CURIOSIDADES: > Por ser tão conhecida, a música "Beyond The Blue Horizon", foi diversas vezes regravadas, uma delas pela cantora Lou Christie em 1970. > Uma das mais de 700 produções da Paramount, filmado entre 1929 e 1949, que foram vendidos a MCA / Universal, em 1958, para distribuição na televisão, e ter sido detida e controlada pela Universal desde então. >A canção "Beyond the Blue Horizon", cantada no filme, tornou-se a canção-tema para o resto da vida da atriz Jeanette MacDonald. > Durante a Segunda Guerra, a música "Beyond the Blue Horizon" mudou a sua letra, de "Além do horizonte azul encontra-se o sol nascente" para "... reside o sol que brilha", porque o Sol Nascente era o símbolo do inimigo dos Estados Unidos, o Japão.   TÍTULO ORIGINAL: Monte Carlo ANO DE PRODUÇÃO: 1930 TIPO DE FILMAGEM: Preto & Branco ELENCO :Jeanette MacDonald, Jack Buchanan, Claud Allister, Zasu Pitts DIREÇÃO: Ernst Lubitsch ROTEIRO: Hans Müller
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Por  Calebe Lopes do blog http://pipoca-mecanica.blogspot.com.br     O surrealismo sempre foi uma das mais famosas formas diversificadas de se expressar artisticamente. Podemos vê-lo principalmente na pintura e na literatura. Hoje, é incomum vê-lo voluntariamente em um filme, tirando algumas exceções como Sucker Punch. Quando pensamos em surrealismo na sétima arte, sempre vem um curioso filme em mente,  O Anjo Exterminador (1962), de Luis Buñuel. Filme mexicano clássico, é o ápice do surrealismo nas telonas, um conjunto de situações e códigos aparentemente sem sentido, mas que podem fazer algum para os mais observadores, criando algo que o próprio Zack Snyder tentou fazer com seu Sucker Punch citado acima: a possibilidade de diferentes interpretações, sem uma que seja a verdadeira. A premissa é aparentemente simples: um grupo da burguesia aristocrata é convidado para um jantar, logo após a uma ópera. O que acontece, é que de repente, eles não conseguem mais sair da sala onde estão, simplesmente parece que não se lembram mais, ficando presos lá. Tem então o início do cair das máscaras, onde todos, confinados por semanas, começam a mostrar realmente quem são por trás de tanta etiqueta e postura, revelando seus lados mais obsuros, desejos e atitudes selvagens, carnais, secretas. A narrativa não trata de revelar muita coisa não. As coisas simplesmente... Acontecem. Não sabemos as relações entre os 20 convidados presentes, não sabemos porque os criados foram embora, e afinal, quem é ou o que é esse tal de “anjo exterminador”? Por que os convidados ficaram presos? O surrealismo entra, a mente de Buñuel começa a funcionar, e vemos ali muito mais do que uma crítica à sociedade: vemos ali um conjunto de mensagens pinceladas como arte, ponto ápice do surrealismo cinematográfico. No entender do próprio Buñuel, em sua biografia, ele avalia que o filme é um estudo sobre a vontade: o que faz alguém caminhar para alguma direção ou mover um braço, por exemplo? São diversas críticas à sociedade, à política e à Igreja (os cordeiros andando pela mansão, sendo devorados pelos convidados famintos, a frase “Sou ateu, graças a Deus”, entre outros exemplos), características de Buñuel, que sobre o tema, falou: "A moral burguesa é, para mim, uma imoralidade contra a qual há de se lutar; esta moral que se baseia em nossas instituições sociais mais injustas como o são a religião, a pátria, a família e a cultura, em suma, o que se denomina os pilares da sociedade”.   Durante a película, personagens morrem, brigam, amam-se, comem papel, abrem um encanamento na falta de água e aparentemente praticam canibalismo. Entre todos os acontecimentos, pedaços e mais pedaços de surrealismo jogados aqui e ali, aparentemente sem explicação. Quem aventura-se a tentar entender a mulher que possui uma pata de galinha na bolsa; a dona da casa que tem um urso de estimação; homens se comunicando por sinais secretos; a virgem jogando uma pedra na janela; etc. O filme é composto por detalhes, que reforçam a crítica à ilusão em que a sociedade é submersa. Podemos resumir simplesmente analisando a cena final, burguesia e clero preso numa igreja, o povo apanhando da polícia por fora e o sino badalando chamando "as ovelhas de deus" para a sacristia, enquanto o comodismo que prendeu-os novamente assola e reinicia o ciclo. Verdadeiramente, um filme para poucos, pouquíssimos. Um excelente filme, nada convencional, que pode impressionar, enojar, enjoar. Uma obra surrealista crítica, disfarçada de cinema clássico.  
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Os filmes tem desde há muito contribuído para propagar o imaginário relativo ao jogo. Muitas vezes buscando inspiração na realidade, outras vezes influenciando-a, os filmes sobre a vida de jogadores, sobre jogos de salas de casino de que existem réplicas virtuais disponíveis em sítios web de jogos de casino online, são uma realidade que a indústria do entretenimento não descura. Quem nunca viu um filme do agente secreto mais famoso do mundo, James Bond, 007 ?... Em quase todos os filmes inspirados pelos romances de Ian Fleming, aparecem sempre cenas passadas em salas de casino. Desde o Mónaco a Las Vegas, o agente secreto, para além de herói da espionagem configura-se como um autêntico especialista ao jogo. Além do conhecido agente secreto, na indústria do cinema, provavelmente o primeiro grande filme ou com mais impacto referente a casinos trata-se do Guys and Dolls, com charmoso e mítico Marlon Brando. Daí para cá, alguns filmes como a trilogia Oceans também baseia o seu sucesso a volta deste mundo glamoroso de casinos. Mas, noutros casos, ainda que muito adaptados para cinema, alguns relatam situacões que se passaram e podem passar nos dias que correm como o caso do filme 21 e, ainda mais recente, o filme Jogo de Risco que expoe as fragilidades, esquemas e quantidades de dinheiro que esta indústria movimenta. O mundo dos casinos foi e continuará a ser, inúmeras vezes retratado no cinema. Eestes sao apenas alguns dos exemplos que a indústria de cinema utilizou para fazer referencia a este tipo de jogos. Com tudo isso mas, nao só, a indústria de jogos online tem crescido e movimentado cada vez mais dinheiro todos os anos. Porque, além do glamour demonstrado de jogar em casinos e dos próprios jogos em si que tem sido cada vez mais falados e explorados, hoje em dia também é possível ter acesso a tudo isto sem sair de casa através dos sites de jogos de casino online como emwww.casinoonline.pt/blackjack. Esta indústria tem revelado um enorme crescimento devido ao anonimato da grande maioria dos jogadores, a possibilidade de grandes prémios monetários e ao conformismo de jogar em casa. Mas claro, o facto de os jogos que sao mais jogados como blackjack, póker ou roleta terem sido cada vez mais falados e estudados e aparecem cada vez mais referenciados em filmes faz com que cheguem com mais facilidade ao público geral. Para nao falar que em filmes e na realidade somos “invadidos” com histórias de sucesso e de pessoas que enriqueceram a custa deste tipo de jogos. E, por tudo isto, os filmes recorreram e vao recorrer sempre a esta indústria para ter sucesso de tempos a tempos e, num ciclo vicioso, os jogos tendem a ter também cada vez mais sucesso por serem sempre mais jogados e divuldados.
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Awaara (1951), de Raj Kapoor. Com Nargis e Raj Kapoor.Foi indicado ao Festival de Cannes de 1953. A revista Time escolheu também o desempenho de Raj Kapoor em Awaara como um dos dez melhores maiores performances de todos os tempos   A Canção da Estrada (Panther Pachali, 1955) de Satyajit Ray. Ganhou dois prêmios no Festival de Cannes de 1956. No início do século 20, Abul é um menino pertencente a uma pobre família brâmane de um vilarejo na Índia. Seu pai, poeta e sacerdote, é forçado a deixar seus entes queridos em busca de trabalho.   Shree 420 (1955), de Raj Kapoor.Vencedor do Filmfare Award de Melhor Fotografia e Edição.   Honrarás Tua mãe - Mother Índia (1957), de Mehboob Khan. Estrelando Nargis. O filme foi o primeiro a concorrer ao Oscar de Filme Estrangeiro.Mãe Índia metaforicamente representa a própria Índia.   Pyaasa (1957), de Guru Dutt. A história de um jovem e talentoso poeta que busca impulsionar sua carreira, mas que não consegue apoio de nenhum editor. Como insiste em viver de seus poemas e não arranja uma forma de auxiliar no sustento da família, ele passa a ter problemas com seus irmãos.   A Sala de Música - Jalsaghar (1958), de Satyajit Ray. O último representante de uma alta casta insiste em manter o padrão de vida de seus antepassados, mesmo vivendo uma situação cada vez mais difícil. Uma das coisas da qual não abre mão é a enorme sala de música de sua mansão. Seu amor à música e seus atos acabam levando sua família à ruína.   O Mundo de Apu - Satyajit Ray (1959), de Satyajit Ray. Apu é um estudante recém-formado e desempregado que sonha em ser escritor. Um amigo de escola o convida para um casamento e ele acaba como o noivo da garota que estaria se casando. Mesmo com repulsa pela idéia, ele aceita e a leva, posteriormente, de volta a Calcutá.   A Grande Cidade - Satyajit Ray (1963), de Satyajit Ray. Na Calcutá de 1960, Bhambal vive com a mulher, Arati, seus pais e dois filhos. Falta dinheiro, então a esposa começa a trabalhar, com sucesso. Quando o marido perde o emprego, é ela quem passa a cuidar da casa.   Deewaar (1975), de Yash Chopra. Traz no elencon Shashi Kapoor e Amitabh Bachchan. O filme ganhou 7 prêmios no Filmfare Award incluindo Melhor Filme, Diretor e Roteiro.   Salaam Bombay! (1988), de Mira Nair. História de um grupo de crianças de rua tentando sobreviver nas ruas de Bombaim, em meio a bicos e problemas com a polícia.
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Título Original: Coney Island Ano/País/Gênero/Duração: 1917 / EUA / Comédia / 25min Direção: Roscoe 'Fatty' Arbuckle Roteiro: Roscoe 'Fatty' Arbuckle Fotografia: George Peters   Elenco   Roscoe 'Fatty" Arbuckle ... Fatty Joe Bordeaux ... Sledgehammer Man / Cop Jimmy Bryant ... Undetermined Role Buster Keaton ... Rival / Cop with Moustache Alice Lake ... Girl at Vanity Table Alice Mann ... Pretty Girl Agnes Neilson ... Fatty's Wife Al St. John ... Old Friend of Fatty's Wife     Sinopse   Roscoe tenta se livrar da esposa para aproveitar melhor um dia na praia.   Assista Online       Imagens
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Michael Lindsay-Hogg, filho da atriz irlandesa Geraldine Fitzgerald (Morro dos Ventos Uivantes), nasceu em Nova York em 5 de maio de 1940 e foi educado por Geraldine e Edward Lindsay, que não só o adotou como escondeu dele não ser seu filho natural. Mas o garoto teve que conviver com rumores sobre seu nascimento, ainda mais enquanto crescia e ficava, evidentemente, parecido com o conhecido diretor de Cidadão Kane.     Michael conheceu Welles durante sua adolescência, em uma viagem que fez para a Irlanda, onde atuou com ele. Após o encontro, os dois continuaram a se comunicar durante toda a vida. Na década de 60 Michael começou sua carreira como diretor. Os rumores reiniciaram depois da autobiografia de Chris Welles, a filha de Orson, e amiga de infância de Michael, que afirmava que ele era seu irmão.Mesmo tendo passado boa parte de sua vida negando os "boatos" sobre a paternidade, em 2010 ele resolveu tirar a dúvida e Orson Welles foi exumado para o exame de DNA que comprovou que ele era realmente seu pai.O romance entre Geraldine Fitzgerald e Orson Welles ocorreu quando ele ainda era casado com Virginia Nicholson, mãe de Chris.
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Como foi que só agora fui informado de site tão bom? Obrigado querida sobrinha, clarissa. Beijos
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Por Jefferson Clayton Vendrame do blog http://ocinemaantigo.blogspot.com.br/ (Captain Blood) De Michael Curtiz, Com Errol Flynn, Olivia De Havilland, Basil Rathbone, Lionel Atwill, Ross Alexander, EUA - Aventura - P&B - Warner Bros. - 1935. Nunca uma década produziu tantos filmes de aventuras de época no estilo “capa-espada” como a década de 1920. Astros como Douglas Fairbanks e John Barrymore  se tornaram inclusive estereotipados interpretando Don Juan, Robin Hood e diversos outros do gênero. Durante a depressão de 1929 e com os estúdios a beira da falência esses filmes acabaram “saindo de moda”, pois como se tratavam de grandes e milionárias produções, era mais fácil e econômico lançar filmes contemporâneos e modernos com tramas se passando na atualidade. Em 1934 quando surgiu a Legião da Decência, (uma espécie de censura para os filmes considerados “imorais”) esses filmes que estavam em voga - retratando os dias atuais – encontraram muitos problemas com seus temas modernos e sempre recebiam negativas classificações, o que acabava refletindo nas bilheterias e também nas críticas. Os estúdios sabendo que não encontrariam problemas com a censura nos filmes de época decidem trazer de volta esse gênero que até então já estava esquecido. De Havilland e Flynn, sucesso já em suas estréias Lionel Barrymore e Robert Donat estrelaram os dois sucessos que trouxeram de volta o gênero capa-espada sendo respectivamente “A Ilha do Tesouro” (1934) e "O Conde de Monte Cristo" (1934). Diante do enorme sucesso alcançado, a Warner Bros resolve comprar os direitos sobre a obra de Rafael Sabatini “Capitão Blood” e decide refilmar a historia que já havia sido lançada em 1923 pela Vitagraph. A trama se passa no século XVII durante o reinado de James II na Inglaterra. Peter Blood (Flynn) que é um ex – marinheiro, decide ganhar a vida em paz exercendo a medicina até uma noite quando é chamado para socorrer um ferido envolvido em uma rebelião contra o rei, nesse momento os guardas de James II chegam e prendem-no sob acusação de traição. Condenado, ele segue como escravo para a colônia inglesa de Port Royal na Jamaica onde é comprado por capricho por Arabella Bishop (De Havilland) sobrinha do carrasco Coronel Bishop (Atwill). Certa noite quando a cidade é atacada por piratas espanhóis Blood e seus companheiros escravos escapam e tomam o navio salvando a cidade dos inimigos. Ao invés de receber as honras pela heróica façanha eles decidem fugir e lançando-se ao mar transformam-se em piratas espalhando terror por todo o caribe. Foi a primeira grande superprodução sonora de capa-espada lançado pela Warner. Michael Curtiz então contratado do estúdio (e que não se intimidava em dirigir todos os gêneros de filmes) fora escalado para dirigir aquele que seria em 1935 a grande aposta do estúdio de Burbank. Condenado o agora escravo Dr. Blood é examinado pelo coronel Bishop Robert Donat foi o primeiro a ser convidado para interpretar Blood, mas para a surpresa da Warner o ator disse Não. Fredric March e George Brent também receberam convite, mas estavam comprometidos com outros filmes. A esposa de Jack Warner sugeriu que testassem Errol Flynn um novo ator recém chegado da Inglaterra e que embora já estivesse sobre contrato com a Warner até então não havia feito nada a não ser pequenas aparições em curtas metragens. O Desafio foi aceito e Flynn saindo-se muito bem foi aprovado e aceito para o papel. Outra "quase" desconhecida fora escalada para estrelar o filme, Olivia De Havilland que assim como Flynn também só havia feito pequenas pontas. Nunca até então na historia de Hollywood um filme chegava às telas sem uma estrela se quer no elenco, a Warner corajosamente apostou e em troca obteve grande êxito, pois o filme foi uma das maiores bilheterias daquele ano. A parceria Flynn e De Havilland deu tão certo que juntos estrelaram mais sete filmes e Flynn assim como outros no passado se tornou o maior estereotipo do herói das aventuras de época. Indispensável em qualquer coleção o filme é hoje sem dúvidas um dos maiores clássicos do gênero colocando no bolso os atuais Piratas do Caribe com seus exagerados efeitos especiais feitos pelos computadores.   Blood as escondidas tenta ajudar os companheiros feridos Atraída, Arabella  presta diversos favores a Blood, entre eles, torna-o médico do governador      
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Perfeccionismo ao extremo teriam levado Chaplin a descartar "A Woman of the Sea": o filme que seria sua última colaboração ao lado de Edna Purviance. O filme era uma parceria com o também diretor Josef Von Sternberg. Em 1923, Edna Purviance fazia seu último filme ao lado de Charles Chaplin: The Pilgrim - O pastor de almas (1923) . Chaplin despedia-se de sua atriz principal que fora sua companheira de tela durante 8 anos. Mas ele não queria deixá-la a míngua, e pretendia iniciar uma carreira de sucesso para Edna em dramas. Resolveu produzir e dirigi-la em  A Woman of Paris: A Drama of Fate - Casamento ou luxo (1923): O filme não foi sucesso, e a surpresa causada por um filme de Chaplin sem Chaplin, somada a drama (gênero que ele nunca dirigira antes) fez dele um fracasso. Vendo hoje em dia o filme, chegamos à conclusão de que se talvez Chaplin não tivesse colocado seu nome como diretor, este poderia ser considerado um dos maiores clássicos do cinema mudo. Em 1926 ele estava filmando The Circus, e entregou a direção de um novo filme em que Edna atuaria, “A Woman of the Sea” (1926) para Josef von Sternberg. Seria o primeiro filme em que ele apenas produziria, deixando o resto à cargo de outras pessoas. Quem conhece Chaplin sabe que ele não era muito bom em delegar funções, e gostava de participar de todas as fases da produção. Mas ele nunca aprovaria o resultado final do filme. Resolveu jogar tudo fora. Talvez temesse outro fracasso como o anterior estrelado por Edna Purviance, ou talvez fosse o velho problema de só aprovar algo que em que ele tivesse total participação. Sabe-se lá. O que sabemos é que ele mandou queimar tudo em junho de 1933. Ainda surgiram boatos dizendo que ainda havia uma cópia do filme, mas nada foi confirmado. Para piorar a situação, sua esposa Oona O’Neil, seguindo suas recomendações, queimou os últimos registros em 1991. Só recentemente, em 2005 foram descobertas algumas fotos do filme: Linda Wada, escritora americana fã de Edna Purviance (e amiga aqui do nosso site), publicou um livro recentemente, o único até agora sobre a atriz. Nele ela mostra algumas dessas fotos (umas inclusive coloridas). Quem quiser conferir um pouco mais (e adquirir o livro), segue o link da página oficial: http://ednapurviance.com/index.html   Por Carla Marinho
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  Ficha Título Original: Vaghe stelle dell'Orsa Ano/País/Gênero/Duração: 1965 / Itália / Drama / 105min Direção: Luchino Visconti Produção: Franco Cristaldi Roteiro: Suso Cecchi d'Amico, Enrico Medioli e Luchino Visconti Fotografia:  Armando Nannuzzi Música: Bruno Borghi, Claudio Maielli Elenco: Claudia Cardinale ... Sandra Dawson Jean Sorel ... Gianni Wald-Luzzati Michael Craig ... Andrew Dawson Renzo Ricci ... Antonio Gilardini Fred Williams ... Pietro Formari Amalia Troiani ... Fosca - maid Marie Bell ... Sandra's mother Vittorio Manfrino Renato Moretti Giovanni Rovini Paola Piscini Isacco Politi     Sinopse   Ferdinando Scarfiotti Sandra retorna a Volterra, na Toscana, a pequena cidade onde passou a infância. Acompanhada do marido norte-americano, Andrew, ela pretende prestar homenagem ao seu pai, morto em Auschwitz, quando ela era criança. Em Volterra, o casal encontra Gianni, irmão de Sandra, e Andrew logo percebe que os dois irmãos compartilham um segredo desde a infância. Baseado na tragédia grega de Electra.     Imagens  
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Só não gosto de DON JUAN DE MARCO... O Falcão Maltês
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  Harold Lloydfoi um ator de cinema norte-americano. Criou um tipo cômico de grande sucesso na era do cinema mudo americano. Fez 206 filmes durante a sua carreira, a grande maioria na era do cinema mudo, sendo considerado, junto com Charles Chaplin e Buster Keaton, um dos maiores comediantes da época. Até o final dos anos 30 fez filmes com menos freqüência e no final dos anos 40 protagonizou seu último filme e se aposentou, mas no começo dos anos 60 dirigiu sem créditos um filme que era uma compilação de cenas de seus antigos filmes.   Assista a esse documentário sobre este grande cômico, legendado em português. Agradecemos a João Antônio por ter nos enviado.   Assista Online
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  Ficha Título Original: Roberto Carlos a 300 Quilômetros Por Hora Ano/País/Gênero/Duração: 1971 / Brasil / Aventura / 99min Direção: Roberto Farias Produção: Roberto Farias Roteiro: Roberto Farias, Bráulio Pedroso Fotografia: José Medeiros Música: Roberto Carlos Elenco: Roberto Carlos ... Lalo Erasmo Carlos ... Pedro Navalha Raul Cortez ... Rodolfo Mário Benvenutti ... Alfredo Libânia Almeida ... Luciana Cristina Martinez ... Neuza Flávio Migliaccio ... Luigi Otelo Zeloni ... Mané Reginaldo Faria ... Playboy Walter Forster Beatriz Assunção Antonio Carlos Avallone Zélia Borges José Renato Catapani Cacilda Rita de Jesus Jorberte dos Santos Olga Mary Hanada Rina Ostasevic Wanda Reiff Rita Olívia Veloso     Sinopse   Entre a fúria dos motores que roncam a cada curva e os braços da mulher amada, Roberto Carlos mostra a sua face de ator. Mas suas músicas não estão esquecidas e nem poderiam estar. Elas percorrem toda a trilha sonora.   Imagens
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  Ficha Título Original: Suna no onna Ano/País/Gênero/Duração: 1964 / Japão / Drama Suspense / 123min Direção: Hiroshi Teshigahara Produção: Tadashi Ôno Roteiro: Kôbô Abe Fotografia:  Hiroshi Segawa Música: Tôru Takemitsu Elenco: Eiji Okada     ...    Entomologist Niki Jumpei Kyôko Kishida     ...    Woman Hiroko Itô     ...    Entomologist's wife Kôji Mitsui        Sen Yano        Ginzô Sekiguchi     Sinopse   Um homem na praia perde o ônibus que o levaria à cidade. Ao buscar um lugar para passar a noite, é levado por alguns moradores da região a uma escada de corda que o leva até uma casa, na base de um penhasco. Uma mulher solitária o recebe para passar a noite. De manhã, as escadas não estão mais lá, e o povo do vilarejo dança e comemora no alto do penhasco. A armadilha dá início a uma série de desesperadas tentativas de fuga.         Imagens
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As legendas só podem ser baixadas mediante pagamento. Resposta: Não. O download da legenda é gratuito.
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Companheira de James Dean em "East of Eden", fez carreira de sucesso no teatro e hoje é  recordista em prêmios Tony.   Julia Ann Harris nasceu no Michigan. A carreira foi iniciada no curta "It's a Gift”. Sua estréia nas telas veio com com “The Member of the Wedding” (1952), fazendo a adolescente Frankie. Foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz por esse filme.  No mesmo ano ganhou o Tony com a peça “Goodbye to Berlin”, que mais tarde seria musicalizada como Cabaret. Ela fazia o papel que posteriormente seria de Liza Minelli, Sally Bowles. Em 1955 ela repetiria o mesmo papel no cinema. Em 1955 veio talvez o seu papel mais conhecido: Abra, de “East of Éden”, romance de John Steinbeck adaptado para as telas, e que trazia James Dean no papel principal. Os dois se tornaram amigos, e ela era uma das poucas que parecia entender o jovem ator. Segundo Elia Kazan, que os dirigiu, ela tinha uma influência calmante sobre Dean. Kazan elogiou a atriz dizendo que ela era maravilhosa tanto como atriz quanto como pessoa. Sobre James Dean, Harris disse: “Ele me levava para passear nas colinas de Hollywood, e corria tanto que meu coração parecia querer saltar pela boca. Mas eu não disse nada. Ele era um camarada e que podia contar comigo. Eu não estava atraída por ele, mas amava seu espírito livre. Nós éramos companheiros. Outros filmes de destaque foram Requiem for a Heavyweight (1962) e  Reflections in a Golden Eye (1967), ao lado de Elizabeth Taylor, “The Last of Mrs. Lincoln” (1976) e o drama de guerra The Hiding Place (1975). Também participou do clássico de terror “The Haunting”, de Robert Wise. A atriz foi indicada 10 vezes ao Tony de Teatro, tendo ganhado cinco dos prêmios. Um recorde absoluto até hoje. Também ganhou 3 Emmys por seus papéis na televisão, sendo indicada onze vezes.Um de seus papéis de destaque na TV foi A rainha Victória no drama de 1961, “Queen Victoria”. Na vida pessoal, sempre foi muito discreta. Casou-se três vezes e tem um único filho: Peter Gurian. Modesta, parece até hoje não se dar conta de que é uma estrela. Apesar de todos os prêmios ganhos, não se considera uma grande estrela, e não mostra muito interesse por seu passado nas telas. Ela se considera, antes, uma atriz dos palcos, embora não possa mais trabalhar. Perguntada se gosta de ficar relembrando seu passado, respondeu a um repórter: “Não. Não gasto meu tempo com memórias. Ele é muito curto para isso”. Julie sofreu um AVC em 2001. Em 2008 ela retornou aos palcos, para uma apresentação. Mas o problema de saúde deixou-a com dificuldades permanentes de se expressar. "Eu gostaria de falar o que desejo. Mas não consigo".   Por Carla Marinho
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Rita Hayworth é a maior diva do cinema de todos os tempos. Pra mim, ela só é comparável a Vivien Leigh. As duas são minhas grandes ídolas de uma vida inteira.
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Olá! Parabéns pelo site, costumo visitar várias vezes ;) Descobri um erro nessa biografia: Bela nasceu em Lugos, Áustria-Hungria, mas actualmente é Lugoj e faz parte da Roménia. Assim sendo ele é húngaro e não romeno.
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Ficha Título Original: Be My Wife Ano/País/Gênero/Duração: 1921 / Comédia / EUA / 13min Direção: Max Linder Roteiro: Max Linder Elenco: Max Linder – Max, the Fiancé Alta Allen – Mary, the Girl Caroline Rankin – Aunt Agatha Lincoln Stedman – Archie Rose Dione – Madame Coralie Charles McHugh – Mr. Madame Coralie Viora Daniel – Mrs. Du Pont Arthur Clayton – Mr. Du Pont     Sinopse   Max está determinado a conquistar o coração de Mary, apesar da desaprovação de sua tia Agatha.     Assista Online   Imagens
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Por Daniele Rodrigues de Moura do blog http://telaprateada.blogspot.com.br   A MULHER DOS CABELOS VERMELHOS foi mais um veículo da MGM para que Jean Harlow reencarnasse o símbolo sexual que surgiu em ANJOS DO INFERNO(1931). Na história de Katherine Brush(com roteiro de Anita Loos), Lillian ou Red é uma voluptuosa e bela mulher que deseja subir na vida. O luxo que procura está ligado aos homens que precisa possuir e eles são sua escada. Ela pinta os cabelos de vermelho e diz: “Então os homens preferem as loiras, não é?” Olha no espelho com extrema segurança e completa com um irônico “tá bom!”. Harlow contracena com Una Merkel, sua fiel amiga no filme e com o charmoso Chester Morris. A comédia produzida por Irving Thalberg foi realizada antes do código Hay começar a vigorar em toda Hollywood. O que a torna super interessante, por sinal, ao apresentar tantos detalhes que a sociedade jamais concordaria que uma mulher possuísse. Lil ou Red é o símbolo da mulher sem escrúpulos, que usa e abusa de sua forte sensualidade para conquistar cada vez mais, atrair ainda mais e faturar sem limites. E não existem mesmo limites para Red: Sally (Una Merkel) é a amiga de todas as horas, mesmo chocando-se com as atrocidades de falha de caráter que provêm de Red, ela a apóia até o fim, ouvindo seus absurdos para conseguir um lugar na alta sociedade. Ouve-se sempre um suspiro de susto em Sally, a cada história contada pela vigarista.     O troféu maior de Red no início do filme é William Legendre Jr(Chester Morris), filho de um rico empresário, cuja fortuna é um dos sonhos de consumo da ruiva sensual. Ela consegue um emprego de secretária na empresa onde pai e filho trabalham juntos e assim, Red põe seu plano em ação: destruir o casamento de Bill com Irene(Leila Hyams), uma recatada e educada mulher, que ama Bill, mas não consegue aceitar o fato dele ter se envolvido com tal tipo de mulher. Bill ama a esposa, mas sua atração pela amante é mais forte até que um sólido casamento com uma amorosa e doce esposa. O pai de Bill, vivido pelo lendário Lewis Stone, percebe logo o plano da golpista e avisa ao filho que um casamento como o dele é difícil de achar. Ele até pede para Bill mandar ele pessoalmente dar dinheiro para Red sair da cidade, mas...Tudo em vão. Eles se reencontram e ela o seduz novamente. A cena de Harlow chegando na casa de Bill e Irene bêbada é um dos pontos altos do filme, e vemos com nitidez o talento cômico desta que foi tão desvalorizada como atriz pela imprensa. A cena anterior é Harlow se embebedando de gim ao som de “Frankie and Johnny” e sem dúvidas é uma das melhores. Chega Sally desliga o gramophone e diz: “E tudo isso por que um cara não quis te atender no telefone...” É possível ler na Internet alguns depoimentos de pessoas que assistiram RED-HEADED WOMAN e ficaram revoltadas com o bom final escolhido para Red. Como, afinal, uma mulher desclassificada como essa pode ter um bom destino? Será que isso não sugeitaria mulheres a se tornarem Reds da vida? Muito relativo: questão pura e simplesmente de caráter. Quem já tem vocação verá o filme como inspiração, mas quem não tem se espelhará na mocinha Irene e seu desejo de manter ao lado dela o homem que ama, sem golpe baixo. Ou de Sally, a amiga que vê tudo de errado, mas não trai jamais.   Para a produção, a MGM colocou em Jean uma peruca ruiva, já que Clara Bow(que não precisaria recorrer a artifícios, já que era ruiva de verdade) não aceitou fazer o filme pois já havia assinado um contrato com a Paramount. Estava, portanto receosa em assinar outro com a Metro. Apesar de imaginar este filme perfeitamente com Clara, hoje é difícil lembrá-lo sem que venha a figura graciosa de Harlow à mente. Atenção para a aparição de Charles Boyer como o terceiro amante de Red – o motorista Albert. Enfim, existem vários motivos para procurar este filme, já que ele não foi lançado no Brasil. As atuações, a produção caprichada, direção de Jack Conway, direção de arte do mestre Cedric Gibbons e...é claro! Os figurinos belíssimos de Adrian. Quem nunca viu, vejam pelos atores, pela equipe maravilhosa. É uma diversão que certamente gostarão de repetir várias vezes!!!
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  Ficha Título Original: Nikutai no mon Ano/País/Gênero/Duração: 1964 / Japão / Drama / 90min Direção: Seijun Suzuki Produção: Kaneo Iwai Roteiro: Taijiro Tamura e Goro Tanada Fotografia: Shigeyoshi Mine Música: Naozumi Yamamoto Elenco: Yumiko Nogawa ... Maya Jô Shishido ... Shintaro Ibuki Kayo Matsuo ... Omino Satoko Kasai ... Sen Tamiko Ishii ... Oroku Misako Tominaga ... Machiko Isao Tamagawa ... Horidome Kôji Wada ... Abe Keisuke Noro ... Ishii     Sinopse   Depois da 2ª Grande Guerra algumas prostitutas de Tóquio uniram-se sob um estrito código: não admitir chulos, atacar qualquer transeunte que entrasse no seu território, defender o prédio abandonado a que chamam casa, e punir quem quer que se apaixone. Maya, uma jovem mulher cuja família morreu, junta-se ao grupo. Entretanto, ela conhecerá Shin, um ladrão que matou um soldado americano e que coloca tudo em perigo.   Imagens  
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  Ficha Título Original: Straw Dogs Ano/País/Gênero/Duração: 1971 / EUA / Drama Policial / 118min Direção: Sam Peckinpah Produção: Daniel Melnick Roteiro: Gordon Williams, Sam Peckinpah, David Zelag Goodman Fotografia: John Coquillon Música: Jerry Fielding Elenco: Dustin Hoffman ... David Sumner Susan George ... Amy Sumner Peter Vaughan ... Tom Hedden T.P. McKenna ... Major John Scott Del Henney ... Charlie Venner Jim Norton ... Chris Cawsey Donald Webster ... Riddaway Ken Hutchison ... Norman Scutt Len Jones ... Bobby Hedden Sally Thomsett ... Janice Hedden Robert Keegan ... Harry Ware Peter Arne ... John Niles Cherina Schaer ... Louise Hood Colin Welland ... Reverend Barney Hood     Sinopse   Tímido e pacato matemático e sua esposa inglesa mudam-se para uma cidadezinha na Escócia, onde irão descobrir a violência irracional e o medo. Pressionado, o inseguro matemático tem de se transformar num vingador para sobreviver.       Imagens
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cade a senha para descompactar os arquivos?
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Este ator foi a alegria da minha infancia e adelescencia. Atraves de seus hiláricos filmes eu me enveredei pelas delicias da setima arte e me diverti com suas caretas e peripécias. Mesmo depois de se separar de Dean Martin, onde, aliás, julgo ter eclodido sua melhor fase no cinema, ele seguiu firme, maduro e cada vez mais profissional. Sua dedicação as causas humanitárioas é uma prova de que ele, além de um ator de largos vertices profissionais, era um homem de fibra e de vasto senso humanitário. jurandir_lima@bol.com.br.
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A lendária Ruth de Souza merece todas as homenagens do mundo. Palmas! O Falcão Maltês
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eu amoo doris day
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Por Rubi Tegani do blog AllClassics Muitos diretores alemães consagraram-se, ou deram continuidade na carreira em solo norte-americano; foi o caso de Fritz Lang, F.W Murnau, Ernst Lubitsch, William Dieterle, entre outros. Este último, em especial, ficou conhecido pelas biografias de Louis Pasteur e Émile Zola, no entanto, o filme dedicado ao post de hoje será Portrait of Jennie (Retrato de Jennie). Baseado no romance de Robert Nathan e produzido por David O. Selznick, o filme lançado em 1948 e datado em 1934 gira em torno de Eben Adams (Joseph Cotten), um pintor que está com dificuldade para arrumar emprego e vender seus quadros. Durante um passeio noturno, Eben é surpreendido por uma garota chamada Jennie Appleton (Jennifer Jones) que veste roupas antigas. Com o passar do tempo, os encontros tornam-se mais escassos e curiosamente, Jennie parece ostentar um envelhecimento precoce nesses encontros. O fato aguça a curiosidade de Eben que, com o apoio da elegante Senhorita Spinney (Ethel Barrymore), resolve investigar o passado de Jennie. Tecnicamente simples, mas com cenários bem elaborados, trilha sonora marcante e personagens carismáticos, Portrait of Jennie conta com um elenco grandioso, onde se destaca a atriz Lillian Gish, considerada uma das maiores estrelas do cinema mudo, e a história nos leva a uma viagem surreal, cheia de surpresas. Visto como um dos maiores clássicos do gênero (fantasia), a produção dirigida por Dieterle, é uma obra-prima esquecida no tempo e na memória, no entanto, mesmo depois de quase 70 anos, ainda emociona.   Bastidores: Produção e Recepção - As diferenças entre o romance e o filme. O Livro de Robert Nathan despertou o interesse e a visão revolucionária de David O. Selznick, que comprou os direitos autorais para a produção do filme. Curiosamente, no início das filmagens de Portrait of Jennie em 1947, Dieterle não se mostrava satisfeito com a qualidade do roteiro, o que fez com que trocasse por cinco vezes o escritor responsável pelo mesmo, até a conclusão da obra em 1948. Embora a obra de Robert Nathan fosse uma fábula, o produtor Selznick insistiu em que as filmagens fossem realizadas em cenários reais das cidades de  Massachusetts e Nova York, o que acabou por encarecer o custo final da produção. Diferente dos filmes da época, Portrait of Jennie não trazia créditos em sua abertura, com exceção feita a menção ao Selznick Studio, ficando os demais créditos somente expostos ao final da película. Além do Oscar de melhor atriz, o filme concedeu uma homenagem póstuma a Joseph H August, que faleceu ao término das filmagens, na categoria de Melhor Fotografia.   O filme também trouxe uma certa frustração ao coreógrafo Jerome Robbins, pois após dez exaustivos dias trabalhando com Jennie, a cena de sua dança não foi incluída no original por conta de uma ilusão de ótica onde o cabelo de Jennie se confundia com uma árvore ao seu lado. O retrato que deu origem ao título do filme foi pintado por Robert Brackman, que acabou sendo arrebatada por Selznick em 1949 após seu casamento com Jennifer Jones (Jennie). Lançado em 1948, Portrait of Jennie não alcançou o sucesso almejado, porém atualmente, é considerado uma obra-prima do gênero e a canção título tornou-se um sucesso na voz de Nat King Cole. Uma diferença marcante entre o livro e o filme, baseia-se no fato de que na obra de Robert todos os personagens podem ver Jennie, e na adaptação de Dieterle, apenas Eben consegue vê-la. O filme foi nomeado a American Film Institute e antes mesmo de ser lançado no cinema, teve uma adaptação no rádio, estrelado por Joan Fontaine e John Lund em 1946.    
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Estou quase morrendo de rir aqui. Nossa, que histórtia mais engraçada. Imagina a cara de Garbo ....hahahahahah!!! Cary Grant hilário, hilário!
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Saiba um pouco mais sobre a carreira desse grande astro do cinema mudo, hoje esquecido.   Nascido em Council Bluggs, Iowa, Harry Langdon começou a trabalhar na Vaudeville aos 12 anos, após fugir de casa. Um de seus maiores sucessos foi o personagem em "Johnny's new car", número com o qual ele chegou a se apresentar por quase 20 anos. Filho do teatro, desenvolveu a pantomina (Representação das idéias através dos gestos, sem os recursos das palavras). Em 1923 assinou contrato com a Vitagraph Studios, onde estrelou uma série. Após um breve período, teve seu contrato comprado pela Keystone Studios, onde se tornou uma grande estrela.   No início de sua carreira, trabalhou bom tempo com Frank Capra, e juntos desenvolveram o personagem que o consagraria, de um homem-criança, que sempre tinha uma mãozinha de sorte para sobreviver aos problemas da vida. A maior parte de seus trabalhos foi realizada nos estúdios Keystone, de Mack Sennett, onde trabalhava também outros astros, como Charles Chaplin, Buster Keaton e Fatty Arbuckle. Em 1926 ele deixou os estúdios para fundar sua prórpia empresa, a Harry Langdon Corporation. Foi acompanhado por Harry Edwards, Frank Capra e Arthur Riplay. Infelizmente, achando que o sucesso vinha somente de seu personagem, Harry rompeu com Capra, que em muito contribuía na realização de seus filmes. Harry tinha medo que Capra pudesse lhe roubar a glória. Essa tornou-se a pior decisão de sua vida.  O desastre veio logo em seu primeiro filme solo, "Three's a Crowd", um filme altamente sentimental e que não agradou. O público também parecia cansado de seu personagem, logo ele, que no auge de sua carreira foi considerado um dos quatro maiores cômicos do cinema mudo e era um mestre na pantomina. Seu último filme mudo veio em 1928. Dentre seus maiores filmes destacamos O Homem forte (1926), Tramp, Tramp, Tramp (1926) e Calças Compridas (1927).   fcXRNYufWSM Seu personagem infantil não se adaptou muito bem aos filmes falados, pois sua magia estava justamente na pantomina.  Ele chegou a fazer oito curtas falados, mas logo se tornou claro que sua magia acabara e ele foi demitido. Em 1934, aos 50 anos, assinou com a Columbia, onde iria ficar nos próximos dez anos, fez alguns filmes, claras imitações dos seus realizados anos antes. Também chegou a trabalhar mais uma vez com Hal Roach, se tornando roteirista de Laurel e Hardy. Em 1938 ele chegou a fazer um personagem de um marido dominado pela mulher. Harry manteve-se ocupado até sua morte em 1944, de hemorragia cerebral. No auge de sua carreira ele chegou a ganhar a enorme quantia de 7.500 dólares semanais, uma verdadeira fortuna para a época, mas perto da morte era somente sombra do que fora. Quem o derrotou, na verdade, não foi a chegada do cinema mudo, que tantas carreiras ceifou, mas um ego inflado, que o fazia acreditar que era maior que todos, e que sozinho sobreviveria melhor do que partilhando os louros da glória.
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tbem vi a serie dela na GNT e achei muito forçado ate parece que LORNA cuidava daquele jeito dela
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Última atualização em Seg, 27 de Setembro de 2010 19:44 Qui, É lamentável se deparar com uma nota como esta acima. Porque tudo no nosso Estado e tratado com tanto desprezo? Admiro os Heróis da resistência que mantêm esse Magnífico Patrimônio Histórico Cultural funcionando, que nem sei se é reconhecido como tal pelas autoridades do nosso Estado e da Capital. O que eu sei é que ainda nos comportamos com muita pequenez, desde a restauração de um prédio publico até a reposição de um simples calçamento, que leva meses e até anos e anos para serem concluídos, o que não acontece, pelo menos com tanta freqüência num Estado como São Paulo. Aqui se adotou a política dos coitadinhos... E isso já não se admite mais. É hora das autoridades tratarem as coisas com mais emprenho e respeito. Aprenderem a preservar os nossos valores históricos culturais e fazer disso um grande atrativo turístico. E a divulgação é uma grande aliada da aceitação. As campanhas atestam isso. Por favor façam algo mais, atualizem o calendário desse CINEMA.
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Ficha Título Original: It's the Old Army Game Ano/País/Gênero/Duração: 1926 / EUA / Comédia / 70min Direção: A. Edward Sutherland Produção: Adolph Zukor Roteiro: William LeBaron Fotografia:  Alvin Wyckoff Elenco: W. C. Fields - Elmer Prettywillie Louise Brooks - Mildred Marshall Blanche Ring - Tessie Overholt William Gaxton - George Parker Mary Foy - Sarah Pancoast Mickey Bennett (born 1915) - Mickey Josephine Dunn - Society Bather Jack Luden - Society Bather George Currie - Artist     Sinopse   O filme é baseado em uma história original de  WC Fields, tendo como base vários esquetes de peças de palco.   Assista Online (filme silencioso) J-EVA6Soqt0   Canal:http://www.youtube.com/user/CinemaClassico3     Imagens
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Adoro esse filme Davis está ótima nesse filme. Sim, tenho medo dela em algumas cenas de tão malvada que ela é....E Crawford chego à ter ódio dela no fim....
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Por Thiago Borges do site http://anoiteamericana.wordpress.com “O Bandido da Luz Vermelha”: a perfeita definição do Brasil Quatro razões que mostram o porquê de O Bandido da Luz Vermelha, de Rogério Sganzerla, ser essencial para nosso País: 1. Apresenta um novo caminho ao cinema brasileiro Bandido rasga a cartilha do Cinema Novo. Enquanto Glauber Rocha mostra a essência do Brasil por meio de um processo narrativo que evoca nossa pureza cultural, nossas raízes ligadas à terra, Sganzerla e seus colegas da Boca do Lixo paulistana aplicam a antropofagia cinematográfica, alimentando-se de todas as influências estrangeiras possíveis para fazer cinema radical, subversivo, a fim de escancarar o amargo momento político e social vivido durante a ditadura militar. O uso disconexo entre som e imagem e a profundidade de campo de Orson Welles; a montagem fragmentada de Godard; o modo labiríntico das histórias de Alain Resnais; o surrealismo de Luis Buñuel: encontramos tudo isso em Bandido. Se Glauber é Euclides da Cunha, Sganzerla é Oswald de Andrade. 2. Possui personagens que não poderiam ser encontrados em outro lugar Tipicamente tupiniquim um zé-ninguém que quer ser importante, fazer algo grande na vida, mas sabe que nunca vai conseguir. O Luz, como é gentilmente chamado o bandido assassino vivido por Paulo Vilaça, representa de forma perfeita o eterno complexo de vira-latas do brasileiro, imortalizado nas palavras e na pena de Nelson Rodrigues. Podemos ver ainda todo o conceito de brasileirice – a esperteza, o “jeitinho”, a corrupção, a falta de interesse pelo futuro – em praticamente todos os personagens, desde o delegado Cabeção (Luiz Linhares), até a prostituta Janete Jane (Helena Ignez), passando ainda pelo político J.B. da Silva (Pagano Sobrinho). 3. Diálogos memoráveis O roteiro escrito pelo próprio Sganzerla provavelmente tem o maior número de frases antológicas reunidas em um único filme. Algumas delas, proferidas por variados personagens, resumem bem o termo “Terceiro Mundo”: “Quando a gente não pode fazer nada, a gente avacalha. Avacalha e se esculhamba” “O terceiro mundo vai explodir! Quem tiver de sapato não sobra, não pode sobrar” “A solução pro Brasil é o extermínio” “Posso dizer de boca cheia: eu sou um boçal” “Arte moderna. É o que sempre digo: coisa de depravado. Lixo! Quanto mais podre, mais caro! Por mim eu mandava juntar tudo isso e botava fogo! Admito tudo menos essa laia de parasitas intelectuais!” “Um país sem miséria é um país sem folclore! E um país sem folclore… O que é que nós podemos mostrar pro turista?” 4. E, finalmente: é o próprio Brasil Torto, sujo, absurdo, folclórico, sensacionalista, delirante, ridículo, corrupto, vagabundo. Tudo isso é O Bandido da Luz Vermelha, tudo isso é Brasil.  
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  Título Original: Hold Back the Dawn Ano/País/Gênero/Duração: 1941 / EUA / Drama Romance / 116min Direção: Mitchell Leisen Produção: Arthur Hornblow Jr. Roteiro: Ketti Frings e Charles Brackett Fotografia: Leo Tover Música: Victor Young   Elenco   Charles Boyer ... Georges Iscovescu Olivia de Havilland ... Emmy Brown Paulette Goddard ... Anita Dixon Victor Francen ... Van Den Luecken Walter Abel ... Inspector Hammock Curt Bois ... Bonbois Rosemary DeCamp ... Berta Kurz   Sinopse   O filme conta sobre o casamento de Georges Iscovescu, um gigolô romeno em busca de uma maneira de entrar legalmente nos Estados Unidos da América, com a Srta. Emmy Brown, uma professora americana que conhece Georges em uma cidade próxima à fronteira mexicana.   ASSISTA ONLINE         Imagens    
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Direção: Gary Leva 57 minutos   Documentário sobre a obra do Diretor. Traz detalhes das técnicas, músicas, mulheres e outros aspectos utilizados por Alfred Hitchock em seus filmes. Além de entrevistas com escritores, outros diretores e admiradores, contém material de arquivo com o próprio Hitchcock. Legendado.   Assista Online    
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  Por Jose Bruno Ap Silva do blog http://sublimeirrealidade.blogspot.com.br/   Já cansamos de ouvir a máxima que diz que um indivíduo é determinado pelo tamanho de seus sonhos, talvez este aforismo seja de fato uma verdade... uma cruel verdade, vez que “não são bons tempos para os sonhadores”. Cultivamos sonhos até que, como diria Chico, a roda viva vem e os levam de nós, deixando apenas a frustração. Diante de sonhos despedaçados, ser perseverante nem sempre é fácil. Reconhecer as derrotas e recomeçar do zero com a mesma determinação é uma virtude que poucos aparentam ter. O imigrante irlandês Brian Sweeney Fitzgerald, o personagem central do clássico Fitzcarraldo (1982) de Werner Herzog, é um destes tipos raros, ele tem a vida pautada pelos seus sonhos excêntricos, aos quais quase ninguém mais dá nenhum crédito. A história do filme se desenvolve durante o ciclo da borracha no início do século passado e se passa no interior da floresta amazônica, em algum lugar do Peru. Era sem dúvidas o lugar e o contexto errado para se acreditar em sonhos e em parte é isto o que torna este filme tão fantástico. Fitzcarraldo, como os nativos do local chamam Brian, já tinha dedicado boa parte de sua vida ao sonho de construir uma ferrovia trans-andina, que ligasse o interior da floresta ao oceano pacífico. O insucesso desta empreitada no entanto não o desanimou, mesmo estando falido ela já alimentava um novo ideal: Construir uma suntuosa casa de ópera no meio da mata, na cidade de Iquitos, para apresentar para os nativos a beleza das óperas europeias. Ele é um grande fã do compositor italiano Enrico Caruso, este conforme seus planos deveria fazer a apresentação inaugural do teatro. Fitzcarraldo enxerga na musica o canal de comunicação perfeito entre povos de culturas tão distintas. Mo entanto nem a música escapa de ser uma forma de dominação, em uma das sequências mais belas do filme há o que pode ser entendido como um duelo entre batuques indígenas e a música clássica, que a princípio parecem se harmonizar, mas esta última acaba prevalecendo, alegorizando o domínio da cultura européia que estava prestes a ser estabelecido naquela região.     Fitzcarraldo tenta conseguir dinheiro para custear a obra através de um negócio tão absurdo quanto improvável, uma fábrica de gelo, que corrobora a ideia que todos têm dele, justificando a alcunha que recebeu de “Conquistador do Inútil”. Aconselhado por um homem de negócios local, Fitz abandona a produção de gelo e decide entrar no lucrativo negócio da borracha, ele consegue uma concessão do governo para trabalhar em uma área ainda não explorada. Com a ajuda de sua amante, Molly (Claudia Cardinale), que é dona de uma bordel, ele compra um barco a vapor e junta uma tripulação disposta a encarar a aventura de adentrar em territórios totalmente selvagens. No afã de encontrar uma nova rota para o transporte do material que for explorado, que não passe por quedas d'água e corredeiras, eles entram em território indígena e chegam ao absurdo de usar nativos para arrastar o gigantesco barco morro acima [numa das cenas mais clássicas do cinema]. Neste momento fica aparente a controvérsia que a figura do personagem principal representa, remetendo mais uma vez aos processos de colonização das Américas, ele explora a mão de obra e o recurso indígena, provocando mortes e muito sofrimento para alcançar aquilo que almeja.     Constantemente a crítica especializada tem feito um paralelo entre as personalidades do diretor Werner Herzog e do personagem central de seu filme. Herzog se recusou a usar qualquer tipo de efeito especial durante as filmagens, levou seu elenco para o interior da selva onde passaram meses, em uma época do ano de clima bem instável e “castigou” toda sua equipe com métodos de trabalho nada ortodoxos. Todos sofreram ainda com as fortes chuvas, com o lamaçal e com os mosquitos que tomavam conta do lugar. Reza a lenda ainda que membros da equipe foram mortos pelos nativos e que em dado momento, um indígena teria oferecido a Herzog para se livrar de Kinski, cuja personalidade difícil estaria atrapalhando o andamento das filmagens e prejudicando a convivência diária. Durante anos Kinski cultivou a má fama de ser um ator tenaz, egocêntrico e complicado, muitos críticos ainda se perguntam porque Herzog decidiu trabalhar com ele mais uma vez, mesmo depois de já tê-lo dirigido em filmes como Aguirre - A Cólera dos Deuses (1972) e Nosferatu – O Vampiro da Noite (1979), ocasião em que outros atritos entre eles aconteceram. A resposta talvez seja simples: pouquíssimos atores estariam dispostos a comprar a ideia do diretor e embarcar em um sonho tão excêntrico e improvável.     Comecei a assistir Fitzcarraldo imaginando que não iria gostar tanto de seu roteiro, uma vez que ele é lembrado mais pela ousadia de sua realização do que pela sua trama em si, eu estava completamente enganado, a história é fascinante e os personagens também. Este clássico do cinema europeu mostra do que realmente são feitos os sonhos e que o que mais vale não são as conquistas e sim o esforço despendido pra alcança-las. Se aquela seria mais uma aventura de Fitzcarraldo em busca do “inútil” não interessa, o que interessa na verdade é tudo aquilo que ele viveu e sentiu, o desfecho da trama mostra isso de forma extraordinária. Ao assistir ao filme, preste atenção na atuação magistral de Kinski e nas participações especiais de Milton Nascimento, como o porteiro de um teatro e de Grande Otelo, como o responsável por uma estação de trem abandonada. A fotografia do filme é belíssima e suas locações são realmente incríveis, um louvor à loucura e ousadia do cineasta e de sua equipe. Fitzcarraldo é uma verdadeira obra de arte, onde o contraste entre megalomania e sensibilidade não resulta em outra coisa a não ser poesia... Recomendo!
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Shirley Temple é MARAVILHOSA! Ver seus filmes é entrar em uma atmosfera diferenciada, repleta de amor, alegria, é inexplicável o que acontece, simplesmente passamos a amar Shirley Temple, nos tornamos cativos do seu encanto. Parabéns querida Shirley Temple!
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Este filme é legendado em português?
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assisti a esse filme na década de 80 e lembro-me de detalhes maravilhosos! Gene dançando sobre um jornal e o rasgando com os pes no ritmo da dança Amooooooooo
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Ficha Título Original: Campanadas a Medianoche Ano/País/Gênero/Duração: 1965 / Espanho França / Comédia Drama / 117min Direção: Orson Welles Produção: Ángel Escolano Roteiro: William Shakespeare, Raphael Holinshed e Orson Welles Fotografia: Edmond Richard Música: Angelo Francesco Lavagnino Elenco: Orson Welles ... Falstaff Jeanne Moreau ... Doll Tearsheet Margaret Rutherford ... Mistress Quickly John Gielgud ... Henry IV Marina Vlady ... Kate Percy Walter Chiari ... Mr. Silence Michael Aldridge ... Pistol Julio Peña Tony Beckley ... Ned Poins     Sinopse   O velho e gordo Falstaff é um grande amigo de Henry IV, o herdeiro do trono da Inglaterra. Juntos passariam por experiências divertidas e, em outras ocasiões, perigosas, sendo constituído um vínculo de amizade cada vez maior. Quando Henry IV se torna rei, Falstaff finalmente acha que sua vida melhoraria, com a ajuda do seu então companheiro.       Imagens
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Comprei no início deste ano um box com 20 filmes de Woody Allen, tinha assistido até então menos da metade dos filmes daquela fase coberta pelo box, decidi então ver os que ainda não tinha visto e rever aqueles que já conhecia... o mais natural seria começar pelo começo, a minha pretensão era a de ver um filme por mês, mas não demorou e a empolgação passou... A explicação é simples, a primeira fazes do cineasta não me agrada muito, a minha vontade é de simplesmente pular para as suas obras primas e deixar os "menores" para o final, mas também não quero fazer isso... Eu também conheci a obra dele através de "Annie Hall", dentre os meus favoritos estão "Manhattan", "Hanna e suas Irmãs", "Interiores", "Crimes e Pecados" e "A Era do Rádio"...
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Aviso, portanto, aos poucos leitores, que se trata de uma visão imensamente pessoal, de alguém que gosta de cinema apenas... Faz tempo isso. Queria escrever algo sobre o Woody Allen, mas me bateu aquela insegurança típica quando a gente dá de cara com alguém que consideramos tão fabuloso, não sei se pela facilidade de se fazer entender ou pela confusão de sentimentos que ele me causa. O fato é que nunca me senti satisfatoriamente preparada para escreve-lo. Assisti a muitos de seus filmes. Não todos. Ainda chego lá. Está entre minhas metas de 2012. Aviso, portanto, aos poucos leitores, que se trata de uma visão imensamente pessoal, de alguém que gosta de cinema apenas. Minha viagem através dos filmes de Woody Allen começou pelo óbvio. Assisti Annie Hall (1977), que cria ser sua obra mais conhecida. Por curiosidade, por amar Diane Keaton (O Poderoso Chefão, Alguém Tem Que Ceder), para dar uma chance ao Woody. Afinal, algum dia eu teria que iniciar-me. Annie Hall, um filme baseado no relacionamento entre os dois atores protagonistas, tendo o título aqui no Brasil de "Noivo nervoso, noiva nervosa", sei lá por idéia de quem. Melhor seria se fosse mantido o Annie original, apelido da própria Diane Keaton. Através do filme fui apresentada ao seu sarcasmo na porta de um cinema, ao se irritar com pessoas que não se conformam em apenas saber, mas em mostrar a todos os outros sua superioridade. Ah, os chatos das filas, que tanto podem entreter a passagem das horas com seus absurdos quanto fazê-las infinitas. Percebi a delícia de suas respostas prontas e gags, provavelmente algumas oriundas de seu passado no teatro. A sua forma de ver as mulheres, seres sempre tão superiores e confusos, sempre em dúvidas e que em nada ajudam o pobre homem que busca um alento em seus corpos, em suas idéias. Ah, as mulheres de Woody Allen, que apesar de tão fortes e bonitas, sempre se deixam levar por um homem tão delicado e neurótico como ele.  É, também isso faz parte de suas naturezas imprevisíveis. Annie Hall me deixou no final (que eu a m a r i a revelar) com uma sensação incrível de que se pudéssemos, nós refaríamos o nosso final, escolheríamos o que melhor se encaixa. Ele me deixa com a garganta seca, embora com um sorriso da verdade naquilo tudo, ao perceber o inevitável das relações: as separações, a dor causada embora necessária, a vida que sempre segue, alheia ao que nós preferíamos. Play it Again, Sam (1972), sob o também péssimo título de Sonhos de um Sedutor foi meu segundo filme. Woody gosta de cinema clássico como eu. Nossa. Ele sempre dá um jeito de colocar uma música dos anos 20, uma citação de uma passagem de filme, uma imagem clássica, uma narrativa que lembra o velho e bom cinema de antigamente, a explicação direta com o público, que nos identifica com suas neuras. Em Sonhos de um Sedutor o protagonista é tudo menos o que o título indica. Na verdade caberia mais um Delírios de um Don Juan Fracassado. Ele é mais uma vez um homem solitário, com dificuldades em conquistar as mulheres (criaturas difíceis, muito difíceis) e que busca conselhos de um guru chamado Humphrey Bogart. Sim, o grande astro de Casablanca. Bogart sim sabia como as coisas deveriam ser. Era um grande sujeito, que entendia como agradar as mulheres (diga-se as ter nas mãos), mesmo sendo ele tão feio e baixinho como o próprio Woody. Bogart torna-se necessário nessa busca, até a inevitável conclusão de que não adiantam protótipos. Tudo é mesmo imprevisível nessa caminhada. Segui por Zelig (um falso documentário sobre um louco que tem a autoestima tão baixa que literalmente se transforma nas pessoas para agradá-las), Bananas (que achei péssimo, apesar de umas boas sequências de gags como a da revistaria em que ele compra uma revista pornô e passa uma das maiores vergonhas de sua vida), Sonhos Eróticos numa Noite de Verão (nem preciso comentar muito que é um dos seus mais fracos em minha concepção), Manhattan (seu segundo melhor filme e que um dia me atreverei a escrever sobre). Tantos outros, tantos outros mais. Resumo da ópera: Calei-me de amor e absurda paixão pela obra do diretor. Pelo personagem criado por ele, e que se repete inevitavelmente em todos os seus filmes. Identifiquei-me com o tenso e neurótico homem que vem de sucessivas derrotas pessoais, mas mesmo assim segue tentando sobreviver. Achei nele, sobretudo, um pedaço do meu Carlitos, que segue na mesma filosofia de seguir embora os tempos indiquem caminhos opostos ao da felicidade. Viver, ora, viver. Apesar de... viver. Os filmes de Woody me levam à reflexão e aos inevitáveis comentários de "isso é triste, mas é verdade, sim, é verdade". Ainda escreverei sobre cada um deles que já assisti (todos). Comprometo-me a fazê-lo no devido tempo. Por hora fica apenas essa reflexão, que ele jamais lerá, mas que eu sabendo da dificuldade que foi trazer às mãos a idéia de escreve-la, tomo como uma vitória pessoal. Certa vez ele disse: "Não quero atingir a imortalidade com meu trabalho, mas sim não morrendo.". Hum. Sinto muito, Woody, sua hora chegará, como a de todos nós. Eu entendo a piada e completo que mesmo que você não queira, já atingiu a imortalidade com seu trabalho.   Por Carla Marinho.
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Por Jefferson C. Vendrame do blog http://ocinemaantigo.blogspot.com.br/ (Sabrina) De: Billy Wilder, Com: Audrey Hepburn, Humphrey Bogart, William Holden, Walter Hampden, John Williams, EUA - P&B - Romance - Paramount - 1954.   Em 1953 a peça Sabrina Fair de Samuel A. Taylor ainda estava sendo montada na Broadway quando os executivos da Paramount Pictures perceberam que sua história era perfeita para ser utilizada no novo filme da nova estrela do estúdio; a vencedora do último Oscar Audrey Hepburn. Para adaptar o filme para as telas a Paramount convidou o também premiado Billy Wilder, que já havia vencido o Oscar em 1945 por seu ótimo trabalho em Farrapo Humano e que vinha de consecutivos sucessos como Crepúsculo dos Deuses, A Montanha dos Sete Abutres, e Inferno Nº 17. Em parceria com o autor da peça Samuel Taylor e com o ótimo roteirista Ernest Lehman, Wilder passou a reescrever Sabrina, o filme que fora o maior sucesso do estúdio em 1954. A princípio, para estrelar o romance ao lado de Hepburn, haviam sido convidados Cary Grant e William Holden, no entanto pouco antes do inicio das filmagens Grant se desligou do projeto sendo substituído pelo renomado e sazonado Humphrey Bogart. A história de Sabrina, que muito se assemelha aos contos de fadas de Cinderela e A Gata Borralheira começa como qualquer outro Fairy Tale: “Era uma vez na costa norte de Long Island a 50 km de Nova York, uma garota que morava numa grande propriedade, a propriedade era, de fato, imensa e tinha muitos empregados, havia jardineiros para tomar conta dos jardins, e um cirurgião vegetal de plantão. Havia um barqueiro para colocar os barcos na água na primavera, e raspar o fundo deles no inverno. Havia especialistas para cuidar dos campos da quadra de tênis externa e da quadra de tênis interna, da piscina externa e da piscina interna, e um homem sem um título especifico cuidava de um lago no jardim, com um peixinho dourado chamado George. Na propriedade, também havia um chofer chamado Fairchild, que havia imigrado da Inglaterra há alguns anos juntamente com um Rolls-Royce. Fairchild era um bom motorista, de uma polidez considerável assim como os oito carros aos seus cuidados, e ele tinha uma filha chamada, Sabrina.” É essa própria Sabrina que nos apresenta sua própria história. Filha do chofer Fairchild (Williams), Sabrina (Hepburn) é completamente apaixonada pelo filho do patrão, David Larrabee (Holden) um playboy mulherengo que sequer nota sua existência. No entanto, após ser enviada pelo pai a um curso de culinária em Paris, Sabrina que em outrora não passava de uma moçoila magricela se transforma em uma elegante e sofisticada mulher, que ao retornar não só consegue despertar a atenção de David como também de seu irmão mais velho Linus (Bogart) iniciando um complicado triângulo amoroso. As filmagens de Sabrina duraram pouco menos de oito semanas (de outubro a novembro de 1953) e quando chegou as telas, no inicio de 1954, além de receber todas as pompas em sua premiére também foi um grande sucesso de crítica e de público. O filme, que hoje não só é lembrado por ser uma ótima comédia romântica e por ter consolidado a carreira de Hepburn é reconhecido também como o primeiro de uma série de comédias românticas realizadas pelo lendário Wilder, que em seguida levaria as telas os ótimos; O Pecado Mora ao Lado, Quanto mais Quente Melhor e Se Meu Apartamento Falasse. Em 1995 Sabrina foi regravado sem sucesso (a não ser nas Sessões da Tarde da TV brasileira) por Sydney Pollack. O remake apesar de possuir o mesmo enredo e o mesmo título não alcançou sequer a sombra do original. Em suma, Sabrina de Billy Wilder, mesmo passados quase sessenta anos de seu lançamento não envelheceu e permanece hoje entre os grandes clássicos de Hollywood.
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  Ficha Título Original: Gli ultimi giorni di Pompei Ano/País/Gênero/Duração: 1959 / Alemanha Espanha Itália Monaco / Drama Ação Aventura / 100min Direção: Mario Bonnard, Sergio Leone Produção: Paolo Moffa Roteiro: Edward George Bulwer-Lytton, Sergio Corbucci, Ennio De Concini, Luigi Emmanuele, Sergio Leone, Duccio Tessari Fotografia: Antonio L. Ballesteros Música: Angelo Francesco Lavagnino Elenco: Steve Reeves ... Glaucus Christine Kaufmann ... Ione (as Cristina Kaufmann) Fernando Rey ... Arbacès, high priest Barbara Carroll ... Nydia Anne-Marie Baumann ... Julia Mimmo Palmara ... Gallinus Guillermo Marín ... Ascanius Carlo Tamberlani ... Leader of the Christians Mino Doro ... Consul Mario Berriatúa ... Praetorian Guard Mario Morales ... Praetorian Guard Ángel Ortiz ... Praetorian Guard Ignazio Dolce Ángel Aranda ... Antonius Tony Richards     Sinopse   Retornando à Pompéia de sua última aventura na fronteira, Glaucus vê a bela jovem Ione perdendo o controle de sua biga e a salva de um acidente. Após deixar a dama a salvo, Glaucus finalmente regressa à cidade e a encontra totalmente aterrorizada. Um escravo informa que um grupo de bandidos encapuzados estavam assassinando famílias inteiras e saqueando todas as casas, inclusive sua fazenda, tendo como principal vítima seu pai. Glaucus, sedento por vingança, segue à caça dos assassinos.     Imagens
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  Ficha Título Original: Pin Up Girl Ano/País/Gênero/Duração: 1944 / EUA / Comédia Musical Romance / 84min Direção: H. Bruce Humberstone Produção: William LeBaron    Roteiro: Robert Ellis e Helen Logan Fotografia:  Ernest Palmer      Música: Arthur Lange Elenco: Betty Grable     ...    Lorry Jones aka Laura Lorraine John Harvey     ...    Tommy Dooley Martha Raye     ...    Molly McKay Joe E. Brown     ...    Eddie Hall Eugene Pallette     ...    Barney Briggs Skating Vanities     ...    Specialty Skaters Dorothea Kent     ...    Kay Dave Willock     ...    Dud Miller The Condos Brothers     ...    Specialty Dancers (as Condos Brothers) Charlie Spivak     ...    Orchestra Leader Charlie Spivak Orchestra     ...    Orchestra     Sinopse   Comédia musical mostrando a vida de secretária que se apaixona por marinheiro.         Imagens  
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Quando John Garfield surgiu em seu primeiro filme (Four Daughters) trazendo um personagem sarcástico, com a barba por fazer, chocou as pessoas. Ao contrário dos caras durões de sua época, John Garfield tinha uma vulnerabilidade que o tornava muito interessante, com a carinha de quem precisa de colo. Claro que com esses predicados ele é considerado um precursos de tipos como Marlon Brando, Mont Clift e James Dean. Ele chegou a ser indicado ao Oscar por três vezes, mas não ganhou nenhum. Na época da caça às bruxas americanas, foi um dos denunciados por praticar comunismo, por Elia Kazan. Garfield tinha se casado com Roberta Sediman, que era membro do partido comunista. Mas não há nada que prove que o ator também pertencesse ao partido. Mas depois disso sua carreira decaiu. Devido ao estresse sofrido e também por já ter problemas no coração, o ator acabou sucubindo, aos 39 anos de um ataque cardíaco.   Por Carla Marinho
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Por Daniele Rodrigues do blog http://telaprateada.blogspot.com.br Dirigido por Edward Dmytryk, o drama de guerra estrelado por Elizabeth Taylor, Montgomery Clift e Eva Marie saint, foi duramente criticado desde o seu lançamento. Até hoje é possível ler comentários de pessoas que simplesmente detestaram o filme. A maior parte das reclamações gira em torno do longo tempo de duração e da falta de energia e dinamismo do filme. Discordei totalmente dessas observações, quando tive a oportunidade de assistí-lo, esta semana. Os pontos altos da produção, criada a partir da novela de Ross Lockridge Jr, sem dúvidas, são: a atuação de Elizabeth Taylor como a quase insana Susanna Drake. Ela consegue passar para o público, a imagem do deficiente mental diferente de muitas já apresentadas nas telas(geralmente quebrando a casa toda e berrando todo o tempo). A Susanna de Liz é confusa e perturbada, sim, mas consegue ser realista, ao mesmo tempo. Misturando frases como a da cena em que seu bebê com Johnny(Clift) nasce - "Mas existe um outro menino. Cadê o outro, Johnny???", e outras como "Você é bom demais pra mim, John", trouxeram à personagem, e por consequência, ao espectador, a idéia de que Susanna não era de todo louca. Enquanto tentava viver uma vida normal ao lado do marido, surgiam os fantasmas do passado e a atormentavam.   Nós, sentados no sofá, sabíamos que ela se sentia frustrada quando mudava de comportamento. Ela tinha total consciência de seu distúrbio, por isso deixa transparecer sempre para John que estava atrapalhando a vida dele. Logo depois, percebia que não podia viver sem ele e pergunta: "Você nunca vai me deixar, não é?", ou faz afirmações e pedidos de ajuda para tentar mudar de comportamento e seguir sua história adiante. Presa à infância, mantém as bonecas no quarto de casal. Vez ou outra vemos carregar um de seus bonecos para lá e para cá, um deles parcialmente queimado pelo incêndio que destruiu sua casa e vitimou sua família, numa história envolta de mistérios que sua própria perturbação impede de interrá-los. No início da história, John está envolvido com Nell(Eva Marie). Mas ele conhece Susanna e se apaixona, encerrando o outro romance. Outro ponto forte em Raintree County são as cenas de batalhas dos soldados, durante a Guerra Civil Americana. A belíssima atuação de Lee Marvin, como Orville Perkins, está presente na cena em que ele é ferido e morto por um inimigo. E outros momentos lindos, como o reencontro de John com seu filho Jim, por quem havia por tanto tempo procurado. Perdido pela ausência de seu filho e esposa, John entra para a guerra. Susanna havia fugido de casa sem deixar pistas. Fraca é a cena em que o personagem de Clift a reencontra, vivendo em um hospício, depois de já ter encontrado o filho: frios os dois, estáticos, com um diálogo ralo, do tipo: "Eu te amo. Volta pra casa", e ela responde "Tudo bem". Claro que não foi assim, mas a idéia do reencontro é essa. O final, que muitos não gostaram, envolve a morte de Susanna. Havia se suicidado? Assassinada? Mal súbito? As pessoas ficaram perdidas(confesso que também fiquei). Mas parando para refletir, mais tarde, cheguei à seguinte conclusão: Susanna parte com o filho em busca da "árvore da vida". Ao encontrá-la, deixa o menino deitado debaixo dela, para que John pudesse ver o presente que ela havia deixado para ele, depois de tanto trabalho que tinha causado. Tenho para mim que ela resolveu sair da vida dele, para que ele pudesse ter a felicidade que merecia. A despeito de tudo o que já foi dito de ruim sobre Raintree County, me encantou do início ao fim, sem a monotonia de que tanto reclamaram. Belíssimo filme, com trilha sonora impecável de Johnny Green.  
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Nome:Ranbir Raj Prithviraj Kapoor Nascimento e local: 14/12/1924, Peshawar, British India Morte e local: 02/06/1988, asma Ocupação: ator, diretor, produtor Nacionalidade: indiana Casamento: Krishna Kapoor Filhos: Randhir Kapoor, Ritu Nanda, Rishi Kapoor, Rajiv Kapoor, Rima Jain   Biografia   Filmes   1. Kim (1984) 2. Vakil Babu (1982) 3. Gopichand Jasoos (1982) 4. Abdullah (1980) 5. Naukri (1978) 6. Satyam Shivam Sundaram (1978) 7. Chandi Sona (1977) 8. Khaan Dost (1976) 9. Dharam Karam (1975) 10. Do Jasoos (1975) 11. Mera Desh Mera Dharam (1973) 12. Kal Aaj Aur Kal (1971) 13. Mera Naam Joker (1970) 14. Sapnon Ka Saudagar (1968) 15. Around the World (1967) 16. Diwana (1967) 17. Teesri Kasam (1966) 18. Dulha Dulhan (1964) 19. Sangam (1964/I) 20. Dil Hi To Hai (1963) 21. Ek Dil Sao Afsane (1963) 22. Aashiq (1962) 23. Nazrana (1961) 24. Chhalia (1960) 25. Jis Desh Men Ganga Behti Hai(1960) 26. Shriman Satyawadi (1960) 27. Anari (1959) 28. Char Dil Char Raahein (1959) 29. Do Ustad (1959) 30. Kanhaiya (1959) 31. Main Nashe Men Hoon (1959 32. Parvarish (1958) 33. Phil Subha Hogi (1958) 34. Sharada (1957) 35. Chori Chori (1956) 36. Jagte Raho (1956) 37. Shree 420 (1955) 38. Boot Polish (1954) 39. Aah (1953) 40. Dhoon (1953) 41. Papi (1953) 42. Amber (1952) 43. Anhonee (1952) 44. Ashiana (1952) 45. Bewafa (1952) 46. Awaara (1951) 47. Banwra (1950) 48. Bawre Nain (1950) 49. Dastan (1950) 50. Jan Pahchan (1950) 51. Pyaar (1950) 52. Sargam (1950) 53. Barsaat (1949) 54. Andaz (1949) 55. Parivartan (1949) 56. Sunehre Din (1949) 57. Aag (1948) 58. Amar Prem (1948) 60. Neel Kamal (1947) 61. Chittor Vijay (1947) 62. Dil-Ki-Rani (1947) 63. Jail Yatra (1947) 64. Valmiki (1946) 65. Gauri (1943) 66. Hamari Baat (1943) 67. Inquilab (1935) Producer: 1. Prem Rog (1982) 2. Biwi-O-Biwi: The Fun-Film (1981) 3. Satyam Shivam Sundaram: Love Sublime (1978) 4. Dharam Karam (1975) 5. Bobby (1973) 6. Kal Aaj Aur Kal (1971) 7. Mera Naam Joker (1970) 8. Sangam (1964) 9. Jis Desh Men Ganga Behti Hai (1960) 10. Ab Dilli Dur Nahin (1957) 11. Jagte Raho (1956) 12. Shree 420 (1955) 13. Boot Polish (1954) 14. Aah (1953) 15. Awaara (1951) 16. Barsaat (1949) 17. Aag (1948) Director: 1. Ram Teri Ganga Maili (1985) 2. Prem Rog (1982) 3. Satyam Shivam Sundaram (1978) 4. Bobby (1973) 5. Mera Naam Joker (1970) 6. Sangam (1964) 7. Shree 420 (1955) 8. Awaara (1951) 9. Barsaat (1949) 10. Aag (1948)
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Concordo com tudo o que foi dito acima, principalmente, com a vergonha que é a data da última atualização. Será que alguém pode explicar isso. Falem senhores(as) a quem competem as decisões sobre este cinema que representa uma esperança a mais para a humanidade, alegria adicional de viver. Vou aguardar uma resposta em consideração a todas as pessoas que se pronunciaram. Obrigada.
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  Sua estréia foi em 1955 em Juventude Transviada, ao lado daquele que ele considerou um ídolo: James Dean. Mas sua carreira não pararia por aí… O ator foi nomeado com dois Óscares, o primeiro por Sem Destino (1969) e o segundo por Momentos Decisivos (1986). Dentre seus trabalhos como ator destacam-se: Sem Destino (1969), Um Amigo Americano (1977); Apocalipse Now (1979), O Selvagem da Motocicleta (1983); Anos de Rebeldia (1980) , Momento Decisivo (1986), Veludo Azul (1986) e Amor à Queima Roupa (1993). O ator trabalhou até perto de sua morte, e ainda há dois filmes seus para estrear: o filme de animação ‘Alpha and Omega' no qual deu voz à personagem principal, e a comédia ‘The Last Film Festival'. Em março de 2010 recebeu uma estrela na calçada da fama. Estava já desenganado pelo câncer que lhe levaria no dia 29 de maio do mesmo ano.   Por Carla Marinho
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  Ficha Título Original: Fatty and Mabel at the San Diego Exposition Ano/País/Gênero/Duração: 1915 / EUA / Comédia Curta / 14min Direção: Roscoe 'Fatty' Arbuckle Produção: Mack Sennett Elenco: Mabel Normand ... Mabel Roscoe 'Fatty' Arbuckle ... Fatty Joe Bordeaux ... Flirty Guy in Go-Cart Minta Durfee ... Small Role Harry Gribbon ... Man in Audience at Hula Show Frank Hayes ... Small Role Edgar Kennedy ... Cop     Sinopse   Fatty e Mabel são um casal que vão visitar a Exposição de San Diego. Mas Fatty logo entra em apuros ao flertar com uma dama que passa, enquanto Mabel olha as lojas. Logo começam as confusões. Assista Online l8cebyi-s1k     Imagens    
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Falta acrescentar aos comentários do filme, a opinião da critica que considerou o filme "A felicidade não se compra" como o maior filme de toda a história do cinema.
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Ok, corrigido!
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Título Original: The Concorde ... Airport '79 Ano/País/Gênero/Duração: 1979 / EUA / Ação | Drama | Suspense / 123 min Direção: David Lowell Rich Produção: Jennings Lang Roteiro: Arthur Hailey e Jennings Lang Fotografia: Philip H. Lathrop Música: Lalo Schifrin     Elenco   Alain Delon ... Capt. Paul Metrand Susan Blakely ... Maggie Whelan Robert Wagner ... Dr. Kevin Harrison Sylvia Kristel ... Isabelle George Kennedy ... Capt. Joe Patroni Eddie Albert ... Eli Sands Bibi Andersson ... Francine Charo ... Margarita John Davidson ... Robert Palmer Andrea Marcovicci ... Alicia Rogov Martha Raye ... Loretta Cicely Tyson ... Elaine Jimmie Walker ... Boisie David Warner ... Peter O'Neill Mercedes McCambridge ... Nelli     Sinopse       Último filme da série do gênero catástrofe iniciada com ''Aeroporto'', em 1970, aqui George Kennedy volta a fazer o piloto Joe Patroni, dessa vez às voltas com mísseis nucleares e tendo de evitar uma colisão nos Alpes Suíços. Isso porque a bordo do avião há uma mulher que tem em mãos documentos secretos que podem causar sérios problemas a uma grande empresa de armas nucleares.   Imagens
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  Esse descendente de italianos, costumava sofrer de variações de humor. E parecia sofrer com a repentina fama que lhe ascendeu. Ia do bom humor à violência extrema em minutos.Tanto que os estúdios resolveram colocar ao seu lado um segurança que o segurasse nos momentos de raiva. O tiro saiu pela culatra. Certa vez o ator cantor passou dos limites a acabou batendo em seu segurança a ponto dele ficar desfalecido em sua casa. Houve alvoroço, pois tal notícia poderia arruinar sua carreira. Com medo de perder o emprego, o funcionário negou que tenha sido Mario o causador. Era só o começo: vieram os vícios em bebida e barbitúricos. O ator era obrigado a tomar constantemente remédios para emagrecer. Finalmente a MGM desistia dele. Veio o término do contrato. Mário viveria só mais um filme. Com o corpo debilitado pelas drogas, morreria de ataque cardíaco aos 38 anos de idade na Itália.   Por Carla Marinho
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  Por Filippe José do blog http://muitoalemdofim.blogspot.com.br   O futuro. Ah! o futuro. Não sabemos de nada a respeito do amanhã. Jogados neste mundo abastecido de felicidades e torturado por males, trabalhamos para saborear o hoje e erguer os anos seguintes mais bravos e promissores. Mas como aproveitar o que está por vir? Dominar a morte não está ao nosso alcance; os egípcios tentaram mumificar - hoje seus descendentes modernos congelam cadáveres com o intuito de ressuscitá-los quando houver aparato tecnológico futurístico suficiente, a técnica da criogenia. Amar também pode ser incerto. O amor carnal sempre esteve presente no caminhar do homem - enaltecido ou abafado, ramifica-se cada vez mais nesta sociedade.  Então, seria difícil acreditar que no futuro se extinguisse os amantes de agora. Bem, Woody Allen acordou séculos depois de seu tempo para mostrar como as mulheres se tornaram frígidas e os homens, impotentes, e se mantiveram submissos às formas de poder, com o humor genuíno de sempre em "Dorminhoco". Miles Monroe foi ao hospital em 1973 tratar uma úlcera, recebendo alta apenas 200 anos depois. A criogenia o manteve dormindo durante todos esses anos. Após acordar, o mundo é, esteticamente, outro, cheio de uma modernidade extravagante: mordomos robôs, roupas extravagantes, alimentos gigantes. Mas as pessoas continuam presas a um governo autoritário e tirano; todos são conhecidos para poderem ser controlados e impedidos de se revoltarem contra a autoridade maior. Menos Miles, que, por ser recém-descoberto, não possui documentos, cadastros; um forte aliado surge na luta ao lado dos revolucionários marxistas contra o poder. E é tentando descobrir os segredos de Estado, perseguido pela polícia por ser um forasteiro e ajudado por Luna, uma artista de talento tosco,  que o Sr Monroe se aventura nessa nova geração. No filme, os rebeldes capturados pelo governo têm a memória "lavada". No livro "1984", George Orwell também relata uma sociedade futura controlada por um poderio executivo bruto e desumano, na qual civis contrários ao regime estatal são condenados a reabilitação quando não mortos. O socialismo na prática se mostrou impiedoso e corruptivo; milhões foram assassinados na findada União Soviética. Apesar de toda a tragédia, Woody Allen usa seu jeito hilário de criticar seu tempo, que me faz rir e pensar. Seu personagem não acredita na política - o revolucionário de hoje, seria o tirano de amanhã. Em um século futuro, o filme mostra a invenção do prazer sem contato: uma máquina que causa orgasmos nos que se enclausuram nela - o tratamento ideal para os frígidos e impotentes seres humanos. Com ela, Woody Allen representou o nível possível em que a incipiente desvalorização do sexo como algo amoroso pode chegar. Exagero? Não. Fascinante? Sim. Aos poucos vou desbravando as obras desse hilariante e intelectual cineasta. Ver seus filmes vai além do prazer de apenas assisti-los. "Dorminhoco" é divertido e carrega a ironia provocativa sobre sua época e sobre a vida, flutuando até a atualidade com o impressionismo de outrora. Diane Keaton surge mais uma vez  unida ao diretor - vive Luna. E o próprio Woody, com seus gestos mirabolantes, personifica Miles. Um casal adorável em uma comédia brilhante. Viaje rumo a este futuro frígido e totalitário; a estrada é um "longa", mas nenhum pouco fatigante - impossível dormir!  
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Muito bom!!!!! Estou na espectativa dos próximos episódios!!!
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Por Sérgio Vaz do site http://50anosdefilmes.com.br/   Charity, Meu Amor/Sweet Charity é uma maravilha, um encanto, uma alegria. Filme de estréia na direção de Bob Fosse, feito em 1969, tem um ou outro defeitinho, um ou outro momento que denota um tom datado. Detalhinhos, coisinhas menores, de somenos importância. É uma beleza de filme, uma explosão de talento. Se há algo a lamentar, é apenas que Bob Fosse, esse ourives cuidadoso, meticuloso, exigente, preciosista, detalhista, tenha brindado a humanidade com apenas cinco filmes, ao longo de 24 anos. Apenas cinco filmes – este aqui, depois Cabaret (1972), Lenny (1974), All That Jazz (1979) e Star 80 (1983). Muito pouco, pouquíssimo – mas o suficiente para colocá-lo entre os grandes realizadores de todos os tempos. Uma história criada por Fellini e amigos   Para lembrar, registrar: Federico Fellini dirigiu As Noites de Cabíria em 1957; foi seu sexto longa-metragem; depois dele viria La Dolce Vita, e o incensamento universal do diretor como um dos maiores gênios do cinema. Na história criada por Fellini e seus co-roteiristas Ennio Flaiano e Tullio Pinelli, Cabiria é uma prostituta pobre de Roma de coração tão absolutamente gigantesco quanto sua falta de sorte na vida; sonha com um casamento com um homem bom, mas só topa pela frente com gigolôs e malandros sem qualquer caráter. Boa parte do encanto de As Noites de Cabíria – uma obra-prima que teve imenso sucesso e reconhecimento, com 15 prêmios, inclusive o Oscar de melhor filme estrangeiro – vem da interpretação brilhante, emocionante, superlativa de Giulietta Masina (na foto), musa, cúmplice artística e mulher do diretor. A história básica de Noites de Cabíria virou um musical da Broadway. Foram feitas as devidas adaptações. Cabíria virou Charity Hope Valentine – e para se reparar o nome, composto por caridade, esperança e o santo protetor dos namorados. Em vez de prostituta pobre das ruas, a Cabíria do teatro americano teve sua profissão suavizada para uma taxi dancer nova-iorquina – aquele tipo de dançarina de boates, inferninhos, que ganha pelo tempo que passa com o cavalheiro, em geral recebendo cantadas ou avanços sem permissão. (Em 1955, Doris Day havia interpretado, em Ama-me ou Easquece-me, uma taxi dancer que atrai as atenções de um gângster, interpretado por James Cagney, e a partir de sua relação com ele transforma-se em cantora de sucesso. No filme, inspirado na vida de Ruth Etting, ex-taxi dancer e depois cantora de jazz de sucesso dos anos 20, Doris Day interpreta – sensacionalmente – uma belíssima canção sobre a profissão, “Ten Cents a Dance”, da dupla Richard Rodgers-Lorenz Hart.) O autor da adaptação da história de Cabíria para o palco da Broadway foi o dramaturgo e roteirista Neil Simon. Em meados dos anos 1970, Neil Simon já seria um dos mais aclamados e bem sucedidos autores do teatro americano; nos anos 60, ainda estava começando a carreira. Sweet Charity estreou no Palace Theater da Broadway em 29 de janeiro de 1966. Tinha canções de Cy Coleman com letras da escritora Dorothy Fields; a coreografia e a direção eram de Bob Fosse, já na época um respeitadíssimo encenador da Broadway. Charity, a protagonista, era interpretada pela atriz e dançarina Gwen Verdon – a mulher que estava para Bob Fosse como Giulietta Masina para Fellini. Foi um imenso sucesso. Teve 608 apresentações consecutivas, ganhou 12 indicações ao Tony, o Oscar do teatro americano, e prosseguiu carreira no West End de Londres.   Shirley MacLaine atua, canta e dança maravilhosamente Nada mais natural que a peça virasse filme. Quis o acaso que o próprio Bob Fosse dirigisse a versão cinematográfica. Deve ter sido, muito provavelmente, uma exigência dos produtores que Charity fosse interpretada por um atriz de sucesso na bilheteria, uma estrela. Gwen Verdon tem dezenas de trabalhos no cinema, mas era, basicamente, uma atriz de teatro; nunca foi uma estrela de Hollywood. E então o papel de Charity caiu no colo de Shirley MacLaine. Bom para Shirley, bom para o filme, bom para o espectador. Shirley é uma grande atriz, seja no drama, seja na comédia. É uma força da natureza. Em Charity, ela tem a oportunidade de mostrar tudo de que é capaz. Atua, canta e dança com brilhantismo. É um de seus grandes papéis, numa carreira longa e cheia de grandes papéis. Ela emociona, faz rir e chorar (ou, no caso de machos empedernidos, no mínimo dá travo forte na garganta, nos momentos tristes, dramáticos). E canta e dança maravilhosamente. Tem a energia de umas três Itaipus a todo vapor. Estava com 35 anos, quando fez o filme (Giulietta estava com 36 ao filmar Cabíria), e os sinais no seu rosto eram de mais do que isso. Já tinha pouco a ver com a jovenzinha que havia estreado aos 21 anos, com carinha de 18, em O Terceiro Tiro/The Trouble with Harry, de Hitchcock. E Fosse, estreante no cinema mas safo, gênio, abusou do rosto já com as marcas do tempo de Shirley MacLaine. Há belos close-ups de seu rosto, e belos super ultra big close-ups de seus faiscantes olhos de um azul profundo que nem o céu em dia havaiano. Todo mundo sabe que o namorado de Charity é um malandro safado. Todo mundo, menos ela   Há um bando de bossinhas formais em Charity, Meu Amor. E era absolutamente natural que houvesse. Afinal, o respeitado diretor e coreógrafo de teatro estava estreando como diretor de cinema, e os estreantes adoram umas bossinhas para chamar de suas. E os anos 60 foram a década das bossinhas formais – gente como o francês Jean-Luc Godard e os ingleses Tony Richardson e Richard Lester, entre tantos outros, que o digam. Já nos créditos iniciais o cineasta novato faz brincadeirinhas formais. Entremeia tomadas em movimento com fotogramas imóveis, o movimento congelado. Acompanhamos uma alegre, sorridente, esfuziante Charity-Shirley MacLaine correndo por Manhattan, fazendo compras, indo ao encontro do namorado no Central Park. A figura do namorado, Charlie (Dante DiPaolo), é a perfeita tradução do bandidinho sem caráter algum. Charity acha que Charlie vai se casar com ela. Conta para ele que tirou todo o dinheiro que tinha no banco – exatos US$ 427, a fortuna todinha em notas ali dentro da sua bolsa. Vão se casar, vão dar entrada em uma casa, em alguma coisa. Charity Hope Valentine é a caridade esperançosa em pessoa, Charlie é o bandidinho safado que todo mundo, menos Charity, enxerga. Charity se senta no parapeito da ponte sobre o lago do Central Park. Balança as perninhas de pura alegria. Charlie, rápido, empurra Charity para dentro do lago e foge com a bolsa. À noite, nos camarins, as taxi dancers se enfeitando para mais uma noite de trabalho, Charity conta para as colegas e amigas sua versão dos fatos: ela se desequilibrou no parapeito da ponte; solícito, Charlie tentou segurá-la, mas só conseguiu pegar a bolsa; e então ele saiu correndo para pedir ajuda. As colegas estão acostumadas às descrições que Charity faz dos fatos, e sabem interpretar direitinho o que aconteceu: o puto a empurrou, roubou a bolsa. Eisenstein deve ter babado com o trabalho de montagem de Fosse     Até aí, é uma adaptação fiel ao tom do início do filme de Fellini. No início de Cabíria, se não estou muito enganado (vi o filme há muitos anos), o namorado aproveitador que Cabíria imaginava fosse seu noivo, futuro marido, a joga num rio barrento na periferia pobre de Roma, e sai correndo com a bolsa na qual ela havia juntado todas suas suadas economias. Mas aí, quando estamos com uns 12, 15 minutos de filme, há um número musical, “Big Spender”. Quando começa “Big Spender” , é como se Bob Fosse gritasse Shazam! – e gritasse bem gritado, com todas as forças de um pulmão que nunca fumou um danado de um cigarro, justo ele, que fumava uns quatro maços por dia. A coreografia que o cara criou é de babar, de chorar de alegria, de ficar de pé e aplaudir como na ópera, de concluir que Deus existe e a vida tem sentido e vale a pena. Já está lá, no filme de 1969, o coreógrafo genial que sabe adaptar seus musicais para o cinema, como faria depois em Cabaret, em All That Jazz. É uma coisa nova, inovadora, moderna, audaciosa. Parece tudo isso hoje – imagine-se como deve ter sido em 1969. Muitos anos antes de a estética MTV dominar o cinema, com os cortes rápidos, agitados, nervosos, a montagem perfeita, Bob Fosse fez isso – mas com a vantagem de que fazia isso apenas em alguns momentos, nos números de dança, e não direto e reto, o filme inteiro, como fazem hoje os filmes de ação, e até outros que não são thrillers policiais de ação. Que domínio de montagem, meu Deus do céu e também da Terra. Serguei Mikhailovich Eisenstein seguramente deve babado com o trabalho da camarada capitalista dançarino coreógrafo tornado cineasta. Assim como imagino que Giulietta Masina deve ter aprovado, com aquele sorriso angelical, a atriz americana que recriou seu personagem. Uma sequência sensacional, inesquecível, com a participação especial de Sammy Davis Jr.   Bob Fosse se dá depois ao direito de apresentar toda uma seqüência com fotos, imagens congeladas, de Charity Hope Valentine retomando a vida, depois da decepção de ter sido roubada e empurrada para dentro do lago do Central Park pelo babaca do Charlie. No filme de Fellini, se a memória não me trai, acontece então o louco encontro de Cabíria com um famoso ator que frequenta a Via Veneto. Neil Simon recriou esse episódio para a peça, e ele está lá no filme. De repente, a pobre Charity está ao lado de Vittorio Vidal, famosérrimo ator do cinema italiano que vive como biliardário em Nova York. O ator é interpretado, um tanto caricaturalmente, por Ricardo Montalban – e a comprida sequência da longa noite de loucuras de Charity com Vittorio Vidal, primeiro numa festa de biliardários famosos, depois na mansão luxuosa dela (na foto), cheia de citações ou brincadeiras com os filmes europeus dos anos 60, com a atmosfera que Fellini criou em La Dolce Vita, me pareceu levemente boba, suavemente datada. Mas a seqüência comprida finalmente termina, e aí vem o encontro de Charity com Oscar (John McMartin), o contador da companhia de seguros careta e tíbio, e o filme alça vôo de novo. Na sequência em que Charity e Oscar se encontram com Big Daddy Brubeck (interpretado, numa participação especialíssima, por Sammy Davis Jr., velho amigo de Shirley, que quando jovem tinha sido tiete do Rat Pack, o grupo de amigos de Frank Sinatra), o filme atinge altitudes pouco vezes atingidas pelo filmusical, ou pelo cinema de maneira ampla, geral. É antológica, é estupenda, é chapante toda a seqüência em que Sammy Davis Jr. está na tela. Caetano e os teóricos costumavam falar da linha evolutiva da música popular brasileira. Me lembrei deles enquanto me deliciava com a sequência com Big Daddy. É o grande passo à frente do musical americano, após West Side Story. Passada entre carros, num local que lembra uma garagem, um estacionamento, a seqüência tem tudo a ver com a ousadia formal que Jerome Robbins criou para o musical de Leonard Bernstein e Stephen Sondheim. E é também, ao lado das sequências que virão depois, de novo no Central Park, uma antecipação de Hair – o musical da Broadway que esperaria uma década até virar o filme definitivíssimo de Milos Forman, de 1979. Na sua estréia no cinema, Bob Fosse misturou Fellini com o moderno filmusical americano, com Hair, com flower power. É, literalmente, de babar. É para ver de novo, e de novo, e de novo, como sempre dá vontade de ver de novo Cabaret, All That Jazz. Se eu fosse condenado a 20 anos de solitária, mas pudesse levar West Side Story, Charity, Cabaret, All That Jazz e Hair (mais uns dois ou três Jacques Demy), juro que não teria um minuto de tédio. Talvez, se fosse mais experiente, mais maduro, o diretor tivesse enxugado um pouquinho o filme Fiquei imaginando que, se fosse um pouco mais experiente no cinema, um pouco mais maduro nessa arte (já não era um jovenzinho; estava com 42, quando dirigiu este seu primeiro filme), talvez Bob Fosse tivesse enxugado um pouquinho seu Charity. O filme tem 149 minutos, ou seja, duas horas e meia. Talvez Bob Fosse pudesse ter cortado aí uns dez, 15 minutos, quem sabe. Mas tudo bem. Ele era um estreante. Queria mostrar tudo de que era capaz, não foi homem de cortar nada. Mas talvez ele pudesse ter cortado alguma coisa. E talvez seja por isso que Joe Giddeon, seu alter ego, seu personagem que é ele próprio escarrado de All That Jazz, ficasse tanto tempo na sala de montagem revendo e revendo o que havia sido filmado, e refazendo a montagem, tentando achar a perfeição – uma busca tão louca pela perfeição que o faz discutir com Deus em pessoa. Bob Fosse era tão louco, tão absolutamente louco, em sua ourivesaria interminável, que foi capaz de antecipar no Joe Giddeon de All That Jazz a sua própria morte: como Joe Giddeon, Fosse morreria, em 1987, com parcos 60 anos, enquanto trabalhava sem parar em novos shows. As primeiras das muitas indicações ao Oscar que Fosse teria Charity, Meu Amor teve três indicações ao Oscar: trilha sonora, direção de arte e figurinos, para Dame Edith Head, a autora dos figurinos de uns 7.377 filmes (434, para ser exato). Não teve indicações para as categorias mais importantes, e sequer levou um dos prêmios menores aos quais concorreu – a vetusta Academia, em 1970, tadinha, não estava preparada para um musical moderno, demolidor, e ainda por cima baseado em Fellini. Demoram um pouco para cair as fichas para a vetusta Academia, tadinha, mas elas acabam caindo. O filme seguinte do diretor, Cabaret, teria dez indicações ao Oscar, e oito vitórias. All That Jazz teria nove indicações, e quatro vitórias. Até mesmo Chicago, de 2002, feito portanto 15 após a morte de Fosse, mas em tudo absolutamente fiel à peça musical criada por ele, levaria 6 Oscars, das 13 indicações recebidas. Aliás, muita gente diz que Chicago é um filme superestimado. Não é superestimado coisa alguma: é um brilho, como tudo que Bob Fosse fez – e até mesmo não fez – na vida.   Com uma pequena ajuda da maravilhosa ex-mulher Consta que Gwen Verdon, sabendo que não teria cacife para fazer o papel central no filme, teria incentivado Shirley MacLaine a se candidatar ao papel. Mais ainda: teria generosamente ajudado a atriz a treinar para o papel. Deve ser verdade. Gwen Verdon deve ter sido uma ex-mulher maravilhosa, como era maravilhosa a ex-mulher de Joe Giddeon-Bob Fosse-Rob Schneider em All That Jazz, interpretada por Leland Palmer. O que não consigo entender é por que Fosse não pôs a própria ex-mulher para interpretar, em All That Jazz, o papel de Audrey Paris. (Joe Giddeon, o alter ego de Fosse em All That Jazz, é apaixonado pela ex-mulher. Como eterno apaixonado pelas minhas ex-mulheres, me identifico muito com Joe Giddeon. Temos algo em comum – nem que seja esse pequeno detalhe.) Consta também (está no IMDb) que, embora não apareça nos créditos, Gwen Verdon, musa, cúmplice artística e mulher do diretor, trabalhou como assistente da coreografia do filme. Há quem tenha a sorte grande de ter tido pessoas maravilhosas como ex-mulheres.   E então, já que estou mais pessoal, confessional, do que normalmente (embora eu sempre seja mesmo pessoal, confessional), registro aqui que, além da sorte grande de ter tido pessoas maravilhosas como ex-mulheres, tive a oportunidade de ver um show de Bob Fosse na Broadway. Na única vez que passei por Nova York, em 1981, numa esticada de uma viagem a trabalho pelo Jornal da Tarde, proporcionada, é preciso dizer, pelos meus amigos Sandro Vaia e Anélio Barreto, vi Dancin’, beleza, maravilha de espetáculo. E aí, deixando de lado o confessional, particular, penso nessa imensa distância que há entre o teatro, o palco, e o cinema. Nada a ver com a arte em si, nenhuma comparação entre as possibilidades de uma linguagem e outra. Mas é só a constatação de que o que acontece no palco é um momento finito. O que é gravado no celulóide, ou hoje no computador, seja lá no que for, fica para sempre. Guardo de Dancin’ a sensação de ter visto uma maravilhosa obra de arte. Mas me lembro pouco do espetáculo em si. Verba volant, scripta manent. O que se vê no palco pode desaparecer da memória com o tempo. O que está gravado em filme, celulóide ou não, fica para sempre. Tenho inveja de quem viu todos os shows de Bob Fosse na Broadway. Mas, sobretudo, lamento que Bob Fosse tenha feito apenas cinco filmes, que ficam para sempre, como este maravilhoso Charity. Ainda bem que Bob Fosse fez cinco filmes.
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1607. Billy Wilder
Mais de 50 anos de carreira que inclui a de roteirista, cineasta e produtor. 21 indicações ao Oscar, conseguindo 06 estatuetas (duas como diretor). 60 filmes, que contaram com astros como Greta Garbo, Barbara Stanwyck, Marlene Dietrich, Gary Cooper, Marilyn Monroe, Audrey Hepburn, Gloria Swanson, dentre outras. Eis Billy Wilder, um polonês nascido em 22 de junho de 1922, na Polônia. Queria ser advogado, depois desistiu e resolveu seguir o jornalismo, trabalhando no Jornal de Viena. À parte, era frequentador assíduo de teatros, começando a escrever roteiros para filmes mudos alemãos, colaborando com ''People on Sunday'', de Robert Siodmak. Após a ascensão de Hitler ao poder, Billy (que era judeu e sua família acabou morrendo nos campos de concentração) fugiu para Paris e posteriormente para os Estados Unidos. Não sabia falar uma só palavra em inglês, e passou por enormes dificuldades financeiras. Na América conheceu Charles Brackett, e passou a ser seu colaborador. Da parceria nasceram Ninothchka (1939) e Bola de fogo (1941). A parceria seguiu durante a década de 40, e Billy partiu para a direção a partir de 1942, com Double Indemnity (1944), Cinco covas no Egito (1943) e Farrapo humano (1945). A parceria findou-se após o grande filme Crepúsculo dos Deuses. Trabalhando sozinho, ralizou Sabrina (1954), A montanha dos sete abutres (1951), O pecado mora ao lado (1955) e Quanto mais quente melhor (1959), ambos com Marilyn, entre outros. Em 2000 Quanto mais quente melhor foi eleita a melhor comédia pelo American Film Institute. Billy se aposentou em 1981, falecendo em 2002 de pneumonia. Tinha 95 anos.
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Nasce uma Estrela (1954): Veja as locações utilizadas como estão hoje.   Nasce Uma Estrela (A Star Is Born)  conta a história de Norman Maine (James Maison), astro de cinema decadente e alcoólatra, conhece Esther Blodgett (Judy Garland), uma sonhadora artista que deseja o estrelato. Depois de um tempo os dois se casam e ela começa a se transformar numa grande estrela, que agora atende por Vicky Lester. É aí que começam seus problemas, pois o marido não agüenta ver ao mesmo tempo sua derrota e a vitória de Esther como artista, o que acaba levando-o para as bebidas. Isso acaba abalando a carreira da esposa. Veja as locações utilizadas no filme de 1954 antes e depois:  
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Documentário sobre a vida de Sara Montiel, atriz e cantora espanhola.   Assista Online (em espanhol)
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  Alguns adjetivos são indispensáveis quando o assunto é Joan Crawford: De talentosa à melodramática. Exemplo disto são a sequência de fotografias abaixo. Segundo o blog La Dolce Vita, a diva teve um colapso enquanto ensaiava uma cena de "They All Kissed the Bride" de 1942. O detalhe é que o dito colapso ocorreu justamente quando o fotógrafo da Life Magazine estava por lá... É ou não é coisa da diva! Para completar, além da promoção do filme, Joan fez caridade doando o seu cachê - $ 112,500 -  à obras sociais.                
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mt bom esse filme!
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Por Sergio Vaz do site http://50anosdefilmes.com.br/ Este Mundo é um Hospício, no original Arsenic and Old Lace, literalmente arsênico e rendas antigas, é a comédia mais abertamente maluca do grande Frank Capra. Uma absoluta screwball comedy, para usar o termo que definia o tipo de filme que dava mais importância ao riso, à gargalhada, que à racionalidade, à lógica, à verossimilhança. Antes mesmo de dar uma olhada nos alfarrábios, arrisco um palpite. Para entender e apreciar melhor Arsenic and Old Lace, basta observar em que período este aqui foi feito. O filme foi lançado em 1944, aquele que seria o penúltimo ano da Segunda Guerra Mundial. Entre 1941 e 1945, Capra se dedicou a filmes do esforço de guerra, filmes a serviço do país que havia adotado – nascido em Bisaquino, na Sicília, em 1897, emigrou criança com a família para os Estados Unidos em 1903. Durante a guerra, Capra foi um dos produtores e diretores da série de documentários Why We Fight – e o título do filme, Por que lutamos, já explica tudo –, e dos longas Tunisian Victory, The Negro Soldier e Know Your Enemy: Japan. Para um humanista cheio de fé nas pessoas, um believer, um sonhador utópico, deve ter sido seguramente um período enlouquecedor, aqueles anos em que o país de seus pais, junto com a Alemanha e o Japão, enfrentaram o resto do mundo na mais trágica das guerras. No meio de tanta insanidade, só mesmo abandonando qualquer racionalidade, lógica, verossimilhança. Só mesmo partindo para a mais screwball de todas as comédias. Capra levou apenas quatro semanas para fazer o filme – e em seguida foi para a Guerra Hummm… A pensata acima parece correta, mas a ordem dos fatores – que não altera o produto – é diferente. Uma primeira olhada nos alfarrábios esclarece que, embora Arsenic and Old Lace tenha sido lançado apenas em 1944, na verdade o filme foi rodado em 1941, logo antes de Capra passar a se dedicar em tempo integral ao esforço de guerra, alistando-se no 834º batalhão do exército americano, chamado de Photo Signal Detachment, inicialmente sob as ordens do general George C. Marshall. Ao final da guerra, em 1945, Capra desmobilizou-se do Exército com a patente de coronel; da Grã-Bretanha de Winston Churchill, recebeu a ordem do Império pelo conjunto de seus documentários de guerra; do país que adotou, foi honrado com a Distinguished Service Medal. Arsenic and Old Lace foi filmado rapidissimamente, em apenas quatro semanas, em um único cenário – uma casa ampla no Brooklyn, onde moram as duas irmãs Brewster, Martha e Abby (Jean Adair e Josephine Hull, na foto acima), duas senhorinhas solteironas respeitabilíssimas, adoradas por todo mundo no bairro, e seu irmão visivelmente doido de pedra, que se acha o presidente Teddy Roosevel. Do lado de fora da casa, pode-se ver um centenário cemitério e, ao fundo, pintado em papelão, o horizonte de Manhattan, atrás da Ponte do Brooklyn. Um fundo desenhado em papelão que deixaria Alfred Hitchcock encantado – o velhinho doido adorava um cenário de papelão. Não abriu mão dele nem mesmo nos anos 60, como pode atestar qualquer um que viu Marnie, Confissões de uma Ladra, aquela maravilha. Entre o papelão e a casa dos Brewster, passam trens e carros, miniaturas arranjadas no estúdio. “Nada de grande documento social para salvar o mundo, nada de discussão sobre o destino trágico de John Doe”, diria Frank Capra em sua autobiografia. “Nada a não ser o velho e bom teatro – uma comédia louca, desopilante, em torno de uma série de assassinatos. Deixei as rédeas com meus atores, e eles se entregaram de coração à alegria – era uma disputa para ver quem eclipsava o outro em verve e fantasia.” Esse trecho da autobiografia de Capra, The Name Above the Title: An Autobiography, publicada em 1971 nos Estados Unidos, reproduzo a partir do livro Frank Capra, de Michel Cieutat, assim como outras informações desse livro interessantíssimo sobre o mestre. O velho e bom teatro: Arsenic and Old Lace, peça de autoria de Joseph Kesselring, estava ainda sendo apresentad na Broadway, com grande sucesso, quando Capra fez seu filme, em cima de um roteiro baseado na peça escrito pelos irmãos Julius J. e Philip G. Epstein, uma dupla genial que assinou belos textos entre 1935 e 1977, incluindo Casablanca. Foi por isso, porque a peça continuava em cartaz, que a Warner só pôde lançar o filme em 1944; no contrato para a cessão dos direitos, estipulava-se uma janela entre as apresentações no teatro e o lançamento do filme. Cary Grant está absolutamente solto, escrachado; parece personagem de desenho animado É fascinante ver a frase de Capra: “Deixei a rédea com meus atores”. Isso transparece claramente no filme. Cary Grant está absolutamente solto, tão ou mais solto quanto nas screwball comedies que fez com Howard Hawks, o mestre do gênero. Bem, Hawks era mestre em vários gêneros, mas foi o autor de algumas das mais malucas das comédias amalucadas dos anos 30 e 40, como Levada da Breca/Bringing up Baby, Jejum de Amor/His Girl Friday e O Inventor da Mocidade/Monkey Business, as três com Cary Grant. E, em Arsenic and Old Lace, Cary Grant está, repito, tão ou mais solto quanto nas screwball comedies de Hawks. Esbugalha os olhos. Curva-se – fica encurvado para poder baixar sua cabeça até a altura dos rostos de Martha e Abby, as tias de seu personagem, Mortimer Brewster. Corre de um lado para outro na grande sala da casa das tias. Parece um personagem de desenho animado. Cary Grant, como Mortimer Brewster, parece tanto um personagem de desenho animado que, por duas ou três vezes, ele repete aquela gag tão comum nos cartoons: aquela demora em cair a ficha. A primeira vez é quando, à procura de um manuscrito que havia esquecido na casa das tias, abre um baú de madeira colocado como espécie de sofá junto de uma das janelas da sala. Ele está falando sem parar, abre o baú, fecha o baú, continua andando para o meio da sala e aí! Boing! Cai a ficha! Ele viu algo no baú! E só então volta lá e abre de novo o baú. E aí esbugalha os olhos, corre de um lado para o outro. Um personagem de desenho animado. E grita. Cary Grant passa quase todo o tempo que está em cena falando altíssimo, gritando, em seu desespero após descobrir o que andavam fazendo suas duas imaculadas, deliciosas, maravilhosas tias solteironas.   As velhinhas loucas agem de forma contida; o sobrinho teoricamente são age como louco Já as duas atrizes que fazem as graciosas senhorinhas Martha e Abby, Jean Adair e Josephine Hull, ao contrário, atuam de maneira low profile, suave, contida, num contraponto delicioso com o show off, a expansividade caricata de Cary Grant-Mortimer Brewster. Volta e meia elas comentam entre si que estão achando Mortimer estranho, muito agitado, falando muito. Funciona tão bem esse contraponto das velhinhas loucas serenas com o sobrinho teoricamente são de olhos esbugalhados e gestos amplérrimos que dá para duvidar da frase de Capra. Será que ele de fato deixou seus atores soltos, com as rédeas nas mãos? Michel Cieutat, o biógrafo e estudioso da obra de Capra, bem que adverte o leitor de que não se deve levar muito ao pé da letra o que o grande realizador diz em sua autobiografia. Segundo Cieutat, Capra, como no Velho Oeste de John Ford, às vezes publicava a lenda, se a lenda fosse mais interessante que a verdade. Não sei também o quanto do texto original da peça de Joseph Kesselring foi conservado pelos irmãos Julius J. e Philip G. Epstein, ou o quanto de cereja eles acrescentaram ao bolo, mas o fato é que o filme é repleto de situações e diálogos maravilhosos. A começar da própria figura de Mortimer Brewster, respeitado crítico de teatro e autor de livros contra a instituição do casamento que, quando aparece pela primeira vez em cena, está na fila para a obtenção da licença de casamento, ao lado da graciosa lourinha Elaine (Priscilla Lane), filha do pastor vizinho das tias Brewster. Ao rever agora Este Mundo é um Hospício, me ocorreu que Woody Allen deve possivelmente ter visto e revisto o filme, antes de escrever e filmar Tiros na Broadway, seu filme de 1994. Em Tiros na Broadway, o guarda-costas do gângster, deliciosamente interpretado por Chazz Palminteri ele mesmo bom roteirista e diretor), acha que tem tino para escrever peças – e o pior é que tem mesmo. Na verdade, ele, o guarda-costa do gângster, é muito melhor que o dramaturgo, interpretado por John Cusak. Seis décadas antes, no filme de Frank Capra, o Brooklyn já estava cheio de gente que se achava o maior dramaturgo incompreendido e não reconhecido da América. É uma absoluta delícia o personagem do policial novo no pedaço, O’Hara, interpretado por Jack Carson. A primeira vez que ele aparece em cena, no comecinho da narrativa, vem com o policial veterano, que o introduz aos moradores da região e seus hábitos. O’Hara assusta-se bastante com o Brewster que se acha Teddy Roosevelt, mas respeita suas irmãs, as doces senhorinhas solteironas. Quando o jovem policial O’Hara retorna à cena, e descobre que ali, diante dele, está o grande crítico de teatro Mortimer Brewster, é uma maravilha: ele, o policial O’Hara, tem uma peça de teatro na cabeça, e gostaria que o grande crítico ouvisse e desse suas opiniões. Como se o pobre coitado do sujeito que acabou de descobrir o que suas gentis tias andavam fazendo tivesse cabeça para ouvir as idéias de um amador para uma nova peça. E aí teremos que também o sr. Whiterspoon (Edward Everett Horton, excelente), o diretor do hospício onde Mortimer quer enfiar o tio Teddy supostamente Roosevelt, também é um dramaturgo amador. E, tudo junto e ao vivo, teremos também a dupla Jonathan Brewster (Raymond Massey) e o dr. Einstein (Peter Lorre), um assassino serial e seu cirurgião plástico sempre de plantão, que irrompem na sala das serenas, doces, suaves irmãs Brewster, tias do doidão. O dr. Einstein muda o rosto de Jonathan a cada mês, para que ele possa escapar da polícia – só que o dr. Einstein bebe um pouco demais da conta, e os remendos que faz no rosto do pobre Jonathan o deixam igualzinho ao Frankenstein dos filmes então recentes, os filmes de terror da Universal dos anos 30. E então todo mundo que vê Jonathan o acha parecido com Boris Karloff – o que é uma piada absolutamente deliciosa, mesmo que seja repetida algumas vezes. E é maravilhosa a piada recorrente do tio louco que se acha Theodore Roosevelt, o presidente republicano conservador e linha dura entre 1901 e 1909, justamente quando o presidente Franklin D. Roosevelt, democrata e liberal, está no poder. E tem ainda o chofer de táxi, interpretado por Garry Owen (na foto), que, também como nos desenhos animados, demora um minuto inteiro para que caia a ficha do que já havia acontecido lá atrás. É tudo absolutamente hilariante. Às vezes é bobo, é verdade, mas é engraçado demais.   Cada país dá para os filmes de Capra seu próprio título, às vezes longe do original Atrás da graça, das piadas hilariantes, há, para quem quiser ver, uma espantosa, fascinante, muitíssimo à frente de seu tempo, defesa do direito à eutanásia, à morte com dignidade. Título de filme tem bastante a ver com marketing, mas também com talento de quem o escolhe, é claro. Os filmes de Capra têm os títulos mais díspares possíveis nos vários países. Este Arsenic and Old Lace teve na França um título praticamente literal, Arsenic et vieilles denteles. Os dois principais países de língua portuguesa escolheram títulos semelhantes entre si, embora diferentes dos de todo o resto do mundo: Este Mundo é um Hospício aqui, O Mundo é um Manicômio em Portugal. O título na Espanha me parece o que mais extraordinariamente percebeu uma das intenções do filme: Arsénico por compasión. Capra finge que a casa de loucos é apenas uma brincadeira de Dia das Bruxas A absoluta zorra que se dá na casa das doces, suaves irmãs Brewster me fez lembrar a casa superpovoada, louca, zoneada, de Do Mundo Nada se Leva/You Can’t Take it With You, de 1938. Frank Capra, humanista de primeira linha, adorava a convivência de pessoas díspares, diferentes, uma influenciando a outra, uma ensinando a outra, todas juntas no mesmo espaço. A casa zoneada de Do Mundo Nada se Leva parece uma antevisão do sonho do hippismo. Apenas três anos separam Do Mundo Nada se Leva da produção deste Arsenic and Old Lace – embora tivesse que haver seis anos de distância entre o lançamento de um e de outro. E, no entanto, que imensa diferença há entre a casa repleta de gente do senhor Martin Vanderhof do filme de 1938 para a casa repleta de gente das irmãs Brewster do filme de 1941 lançado em 1944. Na primeira, as pessoas são felizes. Na segunda, são insanas; e, nela, afinal de contas, há um monte de mortos. Corpses. Dead bodies. O filme seguinte do mestre do humanismo, da esperança, do sonho, da utopia, It’s a Wonderful Life, no Brasil A Felicidade Não se Compra, viria bem mais amargo ainda. Não se atravessa uma guerra mundial, não se convive com o nazismo, ainda que do outro lado, impunemente. Foi necessária a passagem de muitos, muitos anos, para que A Felicidade Não se Compra adquirisse a aura, a auréola de um filme otimista, virasse um esperançoso, believer filme de Natal. Na verdade, na verdade, A Felicidade Não se Compra é um filme noir, como tantos outros feitos logo após a Segunda Guerra. O jovem Steven Spielberg gostava de dizer que a idade da inocência acabou na Segunda Guerra. Talvez no momento exato em que a bomba atômica explodiu em Hiroshima – como ele mostra em Império do Sol. E seguramente é por isso que ele prefere fazer filmes que se passam antes de 6 de agosto de 1945. O mundo piorou tanto nos últimos tempos que o filme dark que Capra fez no ano seguinte ao fim da guerra hoje nos parece um conto de fadas bom de se ver no Natal. Na sua obra anterior ao filme dark pós-guerra, Capra ainda conseguia rir, e nos fazer rir, gargalhar. Mas, em vez de uma casa feliz como a mostrada em seu filme proto-hippie de 1938, focalizou uma casa de loucos. Como, no entanto, além de um realizador estupendo, dos melhores que já houve na História, era também um esperto conhecedor do gosto popular, um marqueteiro antes do tempo dos marqueteiros, fingiu que toda aquela loucura que mostra emArsenic and Old Lace fosse uma brincadeira do Dia das Bruxas.   Este Mundo é um Hospício/Arsenic and Old Lace De Frank Capra, EUA, 1944 Com Cary Grant (Mortimer Brewster), Raymond Massey (Jonathan Brewster), Priscilla Lane (Elaine Harper), Josephine Hull (Abby Brewster), Jean Adair (Martha Brewster), Jack Carson (O’Hara), Edward Everett Horton (Mr. Witherspoon), Peter Lorre (Dr. Einstein), James Gleason (tenente Rooney), John Alexander (“Teddy Roosevelt” Brewster), Grant Mitchell (Reverendo Harper), Edward McNamara (Brophy), Garry Owen (o motorist do taxi) Roteiro Julius J. Epstein e Philip G. Epstein Baseado na peça de Joseph Kesselring Fotografia Sol Polito Música Max Steiner Montagem Daniel Mandell Produção Frank Capra, Warner Bros. DVD Versátil. P&B, 118 min R, *** Título na França: Arsenic et Vieilles Denteles; na Espanha: Arsénico por Compasión; em Portugal: O Mundo É Um Manicómio
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Ficha Título Original: The Terror Ano/País/Gênero/Duração: 1963 / EUA / Terror / 81min Direção: Roger Corman Produção: Harvey Jacobson Roteiro: Leo Gordon, Jack Hill Fotografia: John M. Nickolaus Jr. Música: Ronald Stein, Les Baxter Elenco: Boris Karloff ... Baron Victor Frederick Von Leppe Jack Nicholson ... Lt. Andre Duvalier Sandra Knight ... Helene / Ghost of Ilsa The Baroness Von Leppe Dick Miller ... Stefan Dorothy Neumann ... Katrina, Witch / Eric's Mother Jonathan Haze ... Gustaf Rick Dean     Sinopse   Lt. Andre Duvalier (Jack Nicholson) é um soldado do exército napoleônico que fora separado de seu regimento no norte da Alemanha. Em sua busca desesperada para encontrar seu caminho de volta, ele se depara com uma misteriosa mulher chamada Helene (Sandra Knight) que o atordoa com sua beleza. Mas ela pode não ser a amável mulher que parece quando ela o guia para a morte certa nas traiçoeiras areias e armadilhas da praia. Ele encontra acolhida em um castelo estranho e não vê alternativa senão aceitar um quarto do estranho proprietário barão Frederick Victor Von Leppe (Boris Karloff). Ele começa a perceber que os muros imponentes do castelo podem manter invasores distantes, mas também são perfeitos para esconder os sinistros sons dos mistérios em seu interior.       Imagens
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Foram necessários somente 37 anos para escrever seu nome na história do cinema francês. Nascido em 04 de dezembro de 1922, em Cannes, Philipe mudou-se muito jovem para Paris, estudando no Conservatório de Arte Dramática. Estreou como ator aos 19 anos e aos 20 foi convidado a trabalhar no Théâtre National Populaire em Paris, depois que os responsáveis o viram em cena em Calígula. Outros papéis de sucesso foram O Cid" de Corneille, "O Principe de Hamburgo" de Kleist, "Lorenzaccio" de Musset e "Ruy Blas" de Victor Hugo. A estréia nas telas foi em "Les Petites du Quai aux Fleurs" (1943). Seguiram-se Le Diable au corps (1947). Admirado por seu talento e beleza, logo se tornou um ídolo para as mulheres. Dentre seus sucessos, "Entre a Mulher e o Diabo" (50), "Os Amantes de Montparnasse" (58),  "O Idiota "  w "O Vermelho e o Negro" (54). Casou-se em 1951 com a atriz Nicole Fourcade. Os dois tiveram dois filhos. Posteriormente, Nicole escreveria dois livros falando da sua relação com Philipe. No auge da carreira, pouco antes de completar 37 anos, o ator faleceu devido a uma câncer no fígado. Era 25/11/1959. O ator foi homenageado com um postal comemorativo na França, lançado em 1961. Novamente, em 1995 seria homenageado com uma série de moedas. Alguns teatros trazem até hoje seu nome, como homenagem a um ator de vida curta, porém significativa para o cinema.   Por Carla Marinho
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Quando se fala em "Chaplin", as pessoas logo pensam no filme: Tempos modernos - 1936, que com certeza, foi um filme muito bom´e até assisti com minha professora de história em sala de aula. Ele faz grandes críticas não so scom aquele filme mas com muitos que ele já fez. Pena que ele morreu, pois senão, eu gostaria de conhecê-lo de perto... E diria: "Parabéns, Chaplin, seus filmes são um sucesso"!
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  Ficha Título Original: Texas Lady Ano/País/Gênero/Duração: 1955 / EUA / Western / 86min Direção: Tim Whelan Produção: Nat Holt Roteiro: Horace McCoy Fotografia:  Ray Rennahan      Música: Paul Sawtell Elenco: Claudette Colbert     ...    Prudence Webb Barry Sullivan     ...    Chris Mooney Ray Collins     ...    Mica Ralston James Bell     ...    Cass Gower Horace McMahon     ...    Stringer Winfield Gregory Walcott     ...    Deputy Jess Foley John Litel     ...    Meade Moore Douglas Fowley     ...    Clay Ballard Don Haggerty     ...    Sheriff Herndon Walter Sande     ...    Whit Sturdy Alexander Campbell     ...    Judge E. Ness Herzog Florenz Ames     ...    Wilson Kathleen Mulqueen     ...    Nancy Winfield Robert Lynn     ...    Rev. Callender   Sinopse   Claudette Colbert faz Prudence Webb, uma mulher de decisões que ao adquirir um jornal, parte de Nova Orleans e vai para o Texas administrar seu novo negocio. Mas os problemas não tardam a aparecerem e os principais são dois dos maiores criadores de gado do local que não admitem uma mulher que possa cuidar dos negócios tão bem quanto Prudence, a qual não se deixa influenciar pelas provocações. e fara de tudo para evitar que seu jornal seja difamado ou levado a falência.       Imagens
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  Ficha Título Original: Der letzte Mann Ano/País/Gênero/Duração: 1924 / Alemanha / Drama / 77min Direção: F. W. Murnau Produção: Erich Pommer Roteiro: Carl Mayer Fotografia: Karl Freund Música: Giuseppe Becce Elenco: Emil Jannings ... Hotelportier Maly Delschaft ... Seine Nichte Max Hiller ... Ihr Bräutigam Emilie Kurz ... Tante des Bräutigams Hans Unterkircher ... Geschäftsführer Olaf Storm ... Junger Gast Hermann Vallentin ... Spitzbäuchiger Gast Georg John ... Nachtwächter Emmy Wyda ... Dünne Nachbarin     Sinopse   O velho porteiro do Hotel Atlantis está orgulhoso por seu bom trabalho. Certo dia, ele até carrega uma grande mala para o lobby, já que não havia nenhum garoto em vista. Depois disso, sente a necessidade de sentar-se para descansar um pouco. Neste momento, é observado pelo gerente que decide puni-lo: de agora em diante, ele será o servente que cuida dos banheiros. O velho senhor tenta esconder seu desânimo com a vida. Somente um milagre poderá salvá-lo da morte.   ASSISTA ONLINE      
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Por Rodrigo Mendes do blog http://cinemarodrigo.blogspot.com.br   Dirigido por TOD BROWNING,o mesmo diretor de Drácula (1931 com Bela Lugosi), a premissa trata-se de um grupo de criaturas monstruosas (assim são apresentadas) num parque de diversões onde se apresentam num show de horrores, geradas por deformidades na infância, uma trapezista seduz um anão quando descobre que ele tem uma pequena fortuna. Os colegas dele se unem para a cruel, e adequada vingança. Não é para menos, o filme foi proibido na Inglaterra durante 30 anos, este filme adoquiriu o seu status de cult e de um caso único na história do cinema. Reza a lenda que o chefe de produção Irving Thalberg pediu ao diretor Browning, um filme que fosse ainda mais assustador. Assim foi criado este Monstros - Freaks originalmente significa aberrações. E que reuniu um elenco de figuras mais estranhas já vistas numa tela de cinema, tais como: as irmãs siamesas Hilton; o homem tronco, Johnny Eck; o torso vivo, Rudiar dentre outros. A própria METRO assustada com a reação do público, que acusava o estúdio de mau gosto e de sensacionalismo, renegou o filme. E o próprio Browning largou a carreira em 1939.     Este é um filme em que todos os adjetivos tem duplo sentido, já que é certamente um dos espetáculos mais pungentes e ousados já realizados no cinema. Há um lado positivo ao se retratar figuras de formadas como seres humanos dignos de respeito e de amor. Mas há também uma exploração do que há de pior na curiosidade malsã dos indivíduos pelo macabro criado pela própria natureza humana. O início do filme traz um longo letreiro retratando as deformidades no passado como representação do mal e de deuses da adversidade, mas não tem coragem de explicitar abertamente que pretende demonstrar que, por trás do grotesco, existem emoções humanas genuínas, que o "anormal" pode ser um conceito extremamente relativo. Foi realmente preciso muita coragem para fazer um filme destes e recomenda-se uma boa dose de compaixão para assistí-lo mesmo hoje em dia.   O "circo de horrores" e o melodrama representam, sem dúvida, um soco no estômago. Por vezes é impossível conter mesmo uma lágrima ou um grito sufocado. Na verdade, o filme poderia ser visto como o terror a bsoluto, negando mesmo a legitimidade de um gênero que se compra em explorar esse tipo de anormalidade. Ou seja, o públicon se diverte, ri e ridiculariza algo que é digno de compaixão e de compreensão. Ser diferente não é ser ruim; é apenas ser diferente. Ser feio ou deformado são atributos que podem esconder uma boa alma, um grande ser humano. E esta fita escancara e expõe esse conceito ás claras para todos serem obrigados a olhar de frente o que preferem ignorar. O que se pode discutir é se a fita mostra isso da melhor maneira. Assistam e tirem as suas conclusões. Mas, nenhum dos Freaks é ridicularizado na tela, ao contrário, são mostrados como vítimas de uma vamp que irá merecer um castigo: tornar-se igual a eles. Sem dúvida, é um filme polêmico, único e absolutamente anormal. Quem o assistir jamais esquecerá. E, provavelmente, nunca mais vai querer revê-lo.
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Por Letícia Magalhães do blog http://criticaretro.blogspot.com.br/ A razão de “Saratoga” ter sido um dos maiores sucessos de bilheteria de 1937 foi a curiosidade mórbida tão comum aos seres humanos. Seu astro, Clark Gable, poderia ser um atrativo para as plateias, mas foi a morte da atriz Jean Harlow, com apenas 26 anos, no meio das filmagens que atraiu multidões para ver como o filme foi terminado sem sua protagonista. Fora isso, trata-se de uma produção simpática sobre corridas de cavalo com um romance previsível e dois grandes nomes, um já consagrado, outro que ainda esperava seu auge: Lionel Barrymore e Walter Pidgeon. Duke Bradley (Gable) conhece o pai (Jonathan Hale) e o avô (Barrymore) de Carol Clayton (Harlow) todos envolvidos com criação e corridas de cavalos. Quando o pai falece durante uma corrida, Bradley, que havia se tornado sócio da fazenda, pois o pai havia lhe dado parte das terras para pagar uma dívida, resolve esquecer o acordo, devolvendo tudo ao avô. Ele e Carol não se entendem, até porque ela está noiva de Hartley Madison (Pidgeon), que Bradley insiste em ofender. Seu plano é fazer Madison apostar cada vez mais nas corridas, indo contra as apostas de Carol e enriquecendo Bradley. Os coadjuvantes têm um papel especial e se tornam mais relevantes devido à necessidade de compensar a falta da protagonista. Barrymore, em suas poucas cenas, está muito divertido. Una Merkel está especialmente cativante como Fritzi, amiga de longa data de Bradley cujo hilário marido é dono de uma empresa de cosméticos e alérgico a cavalos. Quem também está lá é Hattie McDaniel, que voltaria a trabalhar com Gable dois anos mais tarde em “E o vento levou / Gone with the Wind”. E por falar em filmes de 1939, aqui temos a oportunidade de ver lado a lado dois atores muito importantes de “O Mágico de Oz”: Margaret Hamilton, a bruxa má do oeste, e Frank Morgan, que interpretaria o próprio mágico. Em uma viagem de trem, ele faz questão de insultar a feiura da pobre moça, que diz usar seus cremes sem obter resultados.        Pela metade do filme, não sei se por influência dos fatos que eu já conhecia, comecei a perceber uma Jean Harlow mais inchada e não tão bonita quando focalizada de frente, porém com um perfil inalterado. Interessante notar como o filme trata de doenças, pois em muitos momentos Carol está acamada ou precisa ser examinada por um médico. Na vida real, Jean sofreu uma nefrite aguda e seus rins pararam de funcionar. Supõe-se que a causa da doença tenha sido a escarlatina que ela contraiu aos 15 anos. Numa época antes de hemodiálise e transplante de rins, ela não teve salvação.   Quando o filme completa uma hora, podemos ver que Jean foi substituída. Como nem todas as cenas são gravadas na sequência, ainda há um momento, em uma festa, em que é ela, e não uma sósia, que conversa com Barrymore. Nos demais momentos, tudo o que vemos é uma atriz loira (Mary Dees) com algo escondendo seu rosto: um binóculo, um chapéu. Muitas vezes ela é gravada de costas e dublada por alguém com um tom de voz parecido (Paula Winslowe) com o de Jean (aliás, adoro a voz da loura platinada). Com certeza o filme teve de ser modificado devido à sua morte, com a supressão de falas, dando um maior destaque a Gable. Detalhe: não há nenhum beijo durante o filme, nem sequer no final! A ideia inicial da MGM era regravar todas as cenas de Jean Harlow com Jean Arthur ou Virginia Bruce, no entanto muitos fãs pediram que este último trabalho da loura platinada estreasse logo. Além dessa tragédia, outro problema que aconteceu nas filmagens, só que bem menos grave, foi um acidente com Lionel Barrymore, que tropeçou em um cabo e quebrou o quadril, ficando um bom tempo numa cadeira de rodas. Curiosamente, este filme era para ser estrelado por Gable e Carole Lombard, rainha das comédias que em 1939 se tornou esposa de Clark e faleceu tragicamente em 1942 em um acidente de avião. Este foi o sexto filme em que Jean contracenou com Gable, que a chamava carinhosamente de “irmãzinha”, e a química entre eles é visível. A morte de Jean Harlow foi um choque para a indústria do cinema e em especial para seus fãs. No entanto, a garota que aos 16 anos saiu de casa para se casar e cujo sonho era formar uma família se tornou, em sua curta vida, uma estrela memorável, adorada e adorável mesmo 75 anos após sua morte.  This is my entry for The Late Film Blogathon, hosted by Shadowplay, showing some of great people’s last films. Great morbid idea!  
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  Ficha Título Original: Melodía de Arrabal Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / Argentina / Musical Romance / 83min Direção: Louis J Gasnier Roteiro: Alfredo Le Pera Fotografia: Harry Stradling Música: Marcel Lattès, Raoul Moretti, Horacio Pettorossi, José Sentís e Modesto Romero Martínez. Elenco: Imperio Argentina (Alina) Carlos Gardel (Roberto Ramírez) Vicente Padula (Gutiérrez) Jaime Devesa (Rancales) Helena D´Algy (Marga) Felipe Sassone (Empresário) Manuel París (Maldonado) Manuel Argüelles (Julian) Josita Hernán (estudante de música)     Sinopse   A vida de Roberto (Carlos Gardel), se resume em jogar cartas e cantar pelos bares e subúrbios de Buenos Aires. Neste ambiente de baixo nível, com seu sócio vive estafando os desavisados que caem na mesa de jogatina. Numa dessas noitadas, cruza seu caminho uma jovem professora de piano (Imperio Argentina), que ao ouvi-lo cantar, percebe seu talento e lhe oferece oportunidade de cantar profissionalmente. A fama e o amor dão uma chance a Roberto, de redimir-se da vida desregrada que levava. Será que o nosso astro agarrará esta oportunidade? Mais uma pérola musical na filmografia de Gardel   Assista Online (legendado)     Imagens
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1938 às 08h: Um jovem radialista, pouco conhecido, chamado Orson Welles, informa que começará a transmitir em um programa de rádio da CBS uma dramatização de "A Guerra dos Mundos", de H.G. Wells. Inicia a interpretação de um texto, interrompida pouco tempo depois por frases desesperadas do radialista, de informações que chegam sobre meteoros e extraterrestres vindos de Marte e que naquele momento invadem a Terra. Um bom, um maravilhoso ator, podemos dizer. Acontece que a interpretação de Orson foi tão realista, que acabou criando caos e pânico geral: o povo começou a fugir pensando se tratar de uma história real, desesperadas, se escondendo ou correndo para as ruas. Algumas se armavam procurando os marcianos e outras se enrolavam com toalhas para que o efeito do gás liberado pelos alienígenas não fosse fatal. Às 09h termina a transmissão do programa, e Welles, sem saber ainda os efeitos de sua interpretação... No dia seguinte a história virou manchete em TODOS os jornais. A indignação tomou conta de todos, com alguns pedindo punição severa ao radialista que lançou o caos na cidade. Sua transmissão se tornou um marco histórico e um retrato do poder da mídia sobre as pessoas. Posteriormente, e já com a alcunha de gênio, Welles faria um estrondoso sucesso, dessa vez nas telas, com o inimitável Cidadão Kane, considerado por muitos como o Melhor filme de todos os tempos.
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Ví alguns bons filmes dirigidos por este alemão. Não posso falar muito dele porque já o peguei em fim de carreira vendo apenas algumas reprises. Porém o que vi gostei. jurandir_lima@bol.com.br
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    Por Rodrigo Mendes do blog Cinema Rodrigo   Homem desperta após 200 anos em estado criogênico e descobre que o futuro não é do jeito que imaginava.   Woody Allen e as suas neuroses, e eu nunca havia rido tanto quando o neurótico cineasta realiza a sua cômica visão do mundo em um filme que mistura o seu humor típico com o gênero ficção-científica. Dorminhoco (Sleeper, 1973) é um pouco de Guerra Nas Estrelas se George Lucas tivesse lançado anteriormente, 2001: Uma Odisséia No Espaço de Stanley Kubrick e Z.P.G, um thriller futurista dirigido por Michael Campus e estrelado por Geraldine Chaplin e Oliver Reed. Há também uma sátira maluca de Um Bonde Chamado Desejo e que Diane Keaton, como Luna Schlosser (em seu primeiro filme com Woody) e Allen, estariam representando os papéis de Blanche DuBois e Stanley Kovalski, respectivamente Vivien Leigh e Marlon Brando numa sequência surrealista pirada que sucedia durante uma sessão de desprogramação da mente! Loucuras à parte é um dos grandes filmes do diretor em sua primeira fase e o próprio Allen o considera um dos mais divertidos que já fez. O filme traz tudo àquilo que o cinema mudo, as comédias estreladas por Harold Lloyd, por exemplo, poderia influenciar. Woody é uma esponja e certamente um cinéfilo astuto e atento quando cria seus roteiros. “Dorminhoco” é o mais insano de tudo que já propôs. Tão louco quanto Bananas (idem, 1971) e A Última Noite de Boris Gruskenko (Love and Death, 1975) e ambas as fitas tem muito em comum com Dorminhoco, e pode-se dizer que os três compõem uma trilogia já que o personagem de Allen é um trapalhão que se envolve com algum grupo revolucionário e que parece fadado a tal destino, ou seja, de substituir a tirania por outra. É também um trabalho que sabe alinhar lindamente comédia física e visual, tem o velho e bom pastelão de sempre, mas também um tipo de humor intelectual bem ao estilo de Woody. Desta vez todas as tiradas cômicas são extremamente lunáticas, literalmente.   Allen interpreta Miles Monroe, obviamente um músico de jazz (clarinetista) e dono de uma loja de alimentos nutritivos no Greenwich Village em Nova York, que é preservado em um processo de congelamento e desperta após 200 anos. Detalhe: ele ficou dois séculos preservado em papel alumínio porque teve problemas com sua cirurgia de úlcera! (Risos). Assim, quando esta de volta ao mundo, percebe que o futuro não é exatamente como imaginou, aliás, mudou drasticamente para pior. O terror é que todas as mulheres ficaram frígidas e os homens impotentes, além do mais, o planeta é governado por um ditador cruel. São hilárias muitas das cenas, magistralmente doidas, a polícia invadindo o local onde os cientistas descongelaram Miles e Allen fugindo disfarçado de robô, eu não me agüento! O herói trabalhando como mordomo na casa da riquinha poetisa com requintes de mimada, a linda e ótima Diane Keaton em um papel maroto. E é claro que eles, depois de muitas confusões, acabam se apaixonando, o que é o ponto alto da premissa.     Também morro de rir quando Luna leva Miles ao fabricante exigindo que troquem sua cabeça e o bobalhão, novamente fugindo, logo é capturado e sofre lavagem cerebral. E depois, com um grupo de rebeldes, Luna, agora fazendo parte da aliança, libertam Miles para que ele os ajude a matar o misterioso governante, enfim... um momento divertido após o outro, sem muitas pausas e com situações insanas. Toda a viabilidade científica no filme, as previsões futuristas, foram, segundo Allen, viáveis. E o próprio se certificou disso ao elaborar o roteiro, em parceria com Marshall Brickman, que também colaborou em Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (Annie Hall, 1977) e Manhattan (1979). Allen e Brickman tiveram uma consulta com Isaac Asimov (1920-1992) que escreveu livros do gênero e que já foram adaptados para o cinema: O Homem Bicentenário (Bicentennial Man, 1999 de Chris Columbus) e Eu, Robô (I, Robot, 2004 de Alex Proyas). O jornalista, editor e romancista de ficção-científica Ben Bova, que se tornou presidente honorário da National Space Society, também foi trazido para consultoria.     O esconderijo dos rebeldes foi filmado na casa do Sculptured, uma residência que havia sido projetada e construída pelo arquiteto Charles Deaton nas montanhas do oeste de Denver. O local começou a ser construído em 1963, mas o interior ainda não estava completo no momento da filmagem. Em 2004, a casa foi vendida por um valor de dez milhões de dólares! Originalmente, Allen havia concebido a história onde as pessoas, neste futuro, são proibidas de falar, motivo plausível para ele poder realizar um filme pantomímico moderno, mas a idéia acabou sendo rejeitada. Este é um dos exercícios mais interessantes do diretor, mas é claro, não é para todos os públicos e os americanos, nesta recente fase do diretor, insistem em apedrejá-lo. É mais sucesso na Europa e América do Sul do que propriamente em solo norte americano. O filme tem lá os seus trechos filosóficos que podem chegar a irritação destoando a comédia, ainda assim,o filme aborda de maneira genial as relações românticas (Allen e Keaton totalmente conectados, primeiro sucesso de muitos filmes juntos). Sleeper de uma forma ou de outra, me faz sorrir. Uma sessão deliciosa. Impossível puxar o ronco!     *Uma curiosidade: os figurinos são do futuro diretor Joel Schumacher (Os Garotos Perdidos) que depois faria as vestimentas de Interiores (Interiors, 1978) também de Allen.
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quero assistir os de 1922 com Rodolfo Valentino
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  Ficha Título Original: The Man with the Golden Arm Ano/País/Gênero/Duração: 1955 / EUA / Drama / 119min Direção: Otto Preminger Produção: Otto Preminger Roteiro: Nelson Algren, Walter Newman, Lewis Meltzer, Ben Hecht Fotografia: Sam Leavitt Música: Otto Preminger Elenco: Frank Sinatra .... Frankie Machine Eleanor Parker .... Zosch Machine Kim Novak .... Molly Arnold Stang .... Sparrow Darren McGavin .... Louie Robert Strauss .... Schwiefka John Conte .... Drunky Doro Merande .... Vi George E. Stone .... Sam Markette George Mathews .... Williams     Sinopse   Ao sair da cadeia, Frank Machine (Sinatra) tenta mudar de vida, mas enfrenta a pressão da esposa inválida, a chantagem do antigo patrão, dono de um ponto de jogo e o assédio do traficante do bairro, interessado em fazer com que ele volte ao vício. Prêmios e Indicações Oscar 1956 (EUA) Indicado nas categorias de melhor ator (Frank Sinatra), melhor direção de arte (Joseph C. Wright e Darrell Silvera) e melhor trilha sonora (Elmer Bernstein). BAFTA 1967 (Reino Unido) Indicado na categoria de melhor filme de qualquer origem.   Imagens  
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  Roscoe Arbuckle, "Fatty" para seus fãs do mundo inteiro. Foi um dos comediantes mais bem sucedidos financeiramente na época do cinema silencioso. Um mestre da comédia física cujo talento era maior do que seu peso. Mas com toda a comédia vem a tragédia e Fatty a viveu mais do que podia suportar. No auge de sua carreira, em 1921, o astro se viu em meio a um escândalo, envolvendo o estupro e assassinato de uma atriz iniciante. Veja mais sobre o astro neste episódio de Mistérios e Escândalos.   Assista Online
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Documentário que traz uma retrospectiva da carreira desse grande diretor de musicais, Vincente Minnelli, com cenas de seus filmes e seus depoimentos.   Assista Online (legendado)
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Por Sérgio Vaz do site http://50anosdefilmes.com.br O Homem Invisível, o livro, lançado em 1897, é uma das obras mais famosas de H. G. Wells, ao lado de Guerra dos Mundos e A Máquina do Tempo – livros que volta e meia são refilmados. O Homem Invisível, o filme, feito pelo respeitadíssimo James Whale para a Universal em 1933, é tido como uma beleza. No entanto, me deixou bastante decepcionado. Como é um filme de indiscutível importância histórica, e minhas opiniões, como gosto sempre de dizer, valem no máximo uns três guaranis furados, começo então com as opiniões dos outros. Diz Pauline Kael, na tradução de Sérgio Augusto para a edição brasileira de 1001 Noites no Cinema: “James Whale, o diretor de Frankenstein, fez esta versão elegantemente rebuscada da fantasia de H. G. Wells, com uma bem escrita adaptação de R. C. Sheriff (e Philip Wylie, embora não conste dos créditos); o diálogo é de suma importância, já que o astro (Claude Rains) permanece desencarnado durante a maior parte do filme, e toda a sua interpretação é feita pela voz. Rains interpreta um cientista que efetua experiências com uma droga que, tornando-o invisível, também o torna um assassino megalomaníaco. Meio pobre, mas impressionantemente bem-feito, com inteligentes efeitos especiais (de John P. Fulton) e traços daquele humor de Whale que deu vida a A Casa Sinistra e A Noiva de Frankenstein. Com a loura e peituda Gloria Stuart – uma heroína corpulenta para um herói sem corpo – e Dudley Digges, Una O’Connor, William Harrigan, Henry Travers e E. E. Clive.”   Humm… O astro (Claude Rains) permanece desencarnado durante a maior parte do filme”. Na verdade, é mais que isso. Claude Rains permanece desencarnado o filme inteirinho. Há apenas uma tomada em que aparece seu rosto – uma única tomada. Este é um a caso absolutamente sui generis de ator principal cujo rosto não aparece ao longo de praticamente todo o filme. Sim, porque, quando a ação começa, o protagonista, Jack Griffin, o cientista, já tomou a droga que o deixou invisível. Deixou o laboratório em que trabalhava como um dos dois assistentes do dr. Cranley (Henry Travers), e foi se hospedar numa estalagem na cidadezinha de Iping. Chega no bar da estalagem no meio de uma nevasca rigorosa; está todo encapotado, com luvas, chapéu, todo o rosto enfaixado com camadas de uma espécie de gaze, os olhos escondidos atrás de grandes óculos. E é assim que o protagonista da história aparecerá ao longo de todo o filme (com exceção, repito, de apenas uma única tomada): ou inteiramente vestido e o rosto enfaixado, ou então invisível. Desencarnado. Claude Rains, o ator que faz o protagonista da história, simples e literalmente não dá as caras no filme. Não era um astro, ainda. Foi praticamente sua estréia; nascido em Londres em 1889 (oito anos, portanto, antes do lançamento do livro de Wells), Claude Rains havia trabalhado antes em um único filme, Build Thy House, em 1920. A partir de O Homem Invisível, porém, faria um filme atrás do outro. Já havia trabalhado com Frank Capra (A Mulher Faz o Homem, 1939) e com o próprio Michael Curtiz (As Aventuras de Robin Hood, 1938, e O Gavião do Mar, 1940), quando, em 1942, fez o capitão Louis Renault de Casablanca,  um  dos melhores papéis de sua longa carreira. Morreria aos 77 anos, em 1967.   Depois deste filme, houve uma enxurrada de homens invisíveis   Mais opiniões e fatos. Leonard Maltin dá 3.5 estrelas em 4: “A fantasia de H. G. Wells se materializa brilhantemente na tela na história do cientista louco que se faz invisível, causando destruição em um vilarejo do interior da Inglaterra. A estréia de Rains como protagonista é datada mas ainda agradável.” O Dicionário de Filmes de Georges Sadoul – uma obra que não pretende ser enciclopédica, e comenta um número bem menor de filmes que os demais guias – traz um texto longo sobre o filme. Cita um outro autor, Pail Gilson: “Os objetos parecem encantados. Vê-se um cigarro acender-se por si mesmo, um pijama enfiar-se magicamente entre os lençóis da cama. Tirando as bandagens que lhe servem de máscara trágica, ele se torna um decapitado falante.” E o próprio Sadoul acrescenta: “Foi realmente maravilhosa esta obra-prima de trucagem e de terror do cinema americano, que, fiel ao belo romance que adaptava, teve merecido sucesso no mundo inteiro, principalmente na URSS. Seu personagem foi em seguida reprisado em diversas produções de televisão e do cinema.” De fato: depois desta primeira em que a obra de H. G. Wells chegou às telas, houve uma inflação de homens invisíveis. Em 1940 surgiu The Invisible Man Returns, com Vincent Price em seu primeiro filme de terror. Em 1944 houve um The Invisible Man’s Revenge, e, em 1957, um The New Invisible Man, com Arturo de Cordova. Houve até um Abbot and Costello Meet the Invisible Man, em 1951:   Em 2000, o diretor Paul Verhoeven, o de Robocop (1987), Vingador do Futuro (1990) e Instinto Selvagem (1992), veio com O Homem Sem Sombra/Hollow Man, com Kevin Bacon e Elisabeth Shue. Sem dar crédito a H. G. Wells, o filme se inspira bastante no livro do autor inglês: um grupo de cientistas, liderado pelo personagem de Kevin Bacon, a pedido das forças armadas americanas, desenvolve o projeto de conseguir tornar as pessoas invisíveis; o tal cientista chefe se submete à experiência, fica muito doidão e passa a agredir os colegas; a cada minuto que passa o filme fica mais violento e imbecil. A única coisa que presta é a beleza de Elisabeth Shue, que faz uma das cientistas da equipe. “O filme não envelheceu e pode ser revisto sempre com prazer” O Guide des Films de Jean Tulard se delicia com O Homem Invisível original. Diz que as trucagens de John Fulton são sensacionais para a época em que o filme foi feito. “Quando Griffin retira as bandagens que cobrem sua cabeça e não resta nada a não ser o vazio, tomamos consciência da invisibilidade do herói. Whale consegue, no geral, ser fiel à obra de Wells. O filme não envelheceu e pode ser revisto sempre com prazer, o que não se pode dizer das sequências que foram feitas depois.” O livro Hollywood Picks the Classics põe O Homem Invisível entre os seis clássicos de ficção-científica e horror (ao lado de Forbidden Planet, O Dia em que a Terra Parou, Frankenstein – do mesmo James Whale – e o King Kong original, de 1933). Segundo o livro, foi o diretor James Whale que escolheu Claude Rains, seu amigo, para interpretar o protagonista. O todo-poderoso chefão da Universal, Carl Laemmle, não queria correr o risco de ter um ator desconhecido, iniciante, no papel. Mas Boris Karloff se recusou a fazer o papel, e outro ator indicado por Laemmle, Colin Clive, acabou sendo convencido pelo próprio Whale a não aceitar o papel – que acabou ficando com o preferido do diretor. Hollywood Picks the Classics diz ainda que Gloria Stuart participou de diversos filmes importantes nos anos 30, como The Old Dark House (1932), do próprio James Whale, e Gold Diggers of 1935, de Busby Berkeley, mas seu melhor papel naquela década foi a da mulher do médico que cuidou de John Wilkes Booth, o assassino do presidente Abraham Lincoln, no filme The Prisioner of Shark Island (1936). Gloria Stuart – lembra o livro – passaria depois diversas décadas esquecida pelos produtores e diretores, até que James Cameron a chamou para fazer o papel de Rose já velhinha em Titanic (1997). Pela sua interpretação como a Rose que participa da missão que tentará resgatar o Titanic, Gloria Stuart recebeu uma indicação ao Oscar. A heroína aparece fortemente maquiada, e a maquiagem realça a força dos olhos claros Gloria Stuart interpreta Flora Cranley, a filha do dr. Cranley, o dono do laboratório em que trabalham como auxiliares Jack Griffin, o protagonista da história, e também Kemp (William Harrigan). Kemp, assim como Griffin, é apaixonado por Flora – mas ela ama Griffin. Dame Pauline Kael chamou a atenção para o fato de que Gloria Stuart-Flora Cranley é peituda, e de fato é. Peituda, grande. A diva da crítica americana foi extremamente feliz ao cunhar a frase “uma heroína corpulenta para um herói sem corpo” – Pauline Kael é uma expert em frases brilhantes. Mas o que mais me impressionou na figura de Gloria Stuart no filme – mais ainda do que os peitos fartos, a estatura imponente e a cabeleira platinum blonde, à la Jean Harlow – foi seu rosto. O rosto de Gloria Stuart aparece sempre fortemente maquiado, com uma maquiagem pesada, que realça a força dos olhos claros. Os olhos de Gloria Stuart parecem coloridos neste filme de bela fotografia em preto-e-branco. Mas – e aí começo a dar meus pitacos que não valem mais que três guaranis furados – a personagem que ela interpreta, a filha do cientista apaixonada por um dos auxiliares do pai, me pareceu uma das coisas fracas do roteiro, da trama. Flora é uma personagem inconsistente, vazia, que não se sustenta, não fica de pé. Depois que vi o filme, fui atrás do livro, que de nunca havia lido. É de fato fascinante a novela de H. G. Wells – e, na história do escritor inglês, Flora simplesmente não existe. Foi invenção dos roteiristas Philip Wylie e R.C. Sherriff; é o tal do female interest, como se diz em inglês – os filmes têm que ter um personagem feminino para despertar o interesse dos espectadores. Me pareceu também que o diretor James Whale errou a dose ao botar humor demais na história. Quase todas as seqüências passadas na estalagem do casal Hall (Una O’Connor faz Jenny e Forrester Harvey faz o marido dela, Herbert) me pareceram exageradamente humorísticas, muito próximas do pastelão escrachado. O livro tem humor, sim – mas muito mais contido, mais sutil, mais britanicamente elegante.   E a voz de Claude Rains, seu único recurso interpretativo, como notou Pauline Kael, é monocordicamente imperial. Ele está o tempo todo dando ordens ao mundo. Isso tira qualquer possibilidade de o espectador ter simpatia por ele, mesmo antes que a loucura tome conta e ele saia matando e matando. Não dá para sentir simpatia pelo homem que conseguiu se tornar invisível, mas angustia-se por não ter descoberto ainda um jeito de voltar ao que era antes. E não há clima de horror em meio ao tom pastelão. É um filme de fantasia, mas não é, na minha opinião, um filme de horror. Os efeitos especiais, quanto a isso não pode haver dúvida, são excelentes – mesmo se não levarmos em consideração que o filme foi realizado há quase 80 anos, apenas cinco anos após o cinema aprender a falar. A seqüência do cigarro que se acende no meio do nada, a dos livros de anotações que voam como Peter Pan no quarto, a dos pés do homem que não se vê deixando marcas na neve – é tudo brilhante, impressionante. Que se dane minha opinião pessoal. É um filme que todo mundo que gosta de cinema tem que ver.
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a riqueza em saber e lindo conhecer a historia desses artista que sempre deixa um alegado, parabens por esse site e suas pesquisas, obrigada por nos ensinar a compartilhar o saber
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Boa Noite, Escrevo para parabenizá-la pelo site, fiquei uns minutos parada em choque, pois sempre procurei por muitos filmes clássicos que encontrei aqui. Seu site é um deleite para aqueles que amam o clássico, vc me proporcionou várias noites de cinema com minha mãe, e nos trouxe muitas recordações boas com seus filmes. Obrigada
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  Ficha Título Original: The Return of the Living Dead Ano/País/Gênero/Duração: 1985 / EUA / Terror / 91min Direção: Dan O'Bannon Produção:  Tom Fox Roteiro: Dan O'Bannon e  Rudy Ricci Música:  Matt Clifford Elenco: Clu Gulager     ...    Burt James Karen     ...    Frank Don Calfa     ...    Ernie Thom Mathews     ...    Freddy Beverly Randolph     ...    Tina John Philbin     ...    Chuck Jewel Shepard     ...    Casey Miguel A. Núñez Jr.     ...    Spider Brian Peck     ...    Scuz Linnea Quigley     ...    Trash Mark Venturini     ...    Suicide Jonathan Terry     ...    Colonel Glover Cathleen Cordell     ...    Colonel's Wife Drew Deighan     ...    Paramedic #1 James Dalesandro     ...    Paramedic #2   Sinopse Dois empregados de um armazém de medicamentos encontram no subsolo do estabelecimento barris do exército, lacrados e acidentalmente liberam um gás mortal no ar. Esse gás acaba re-animando os mortos de um cemitério próximo, que vão querer apenas uma coisa dos vivos: seus miolos.        
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Como Warren Beatty conseguiu o apoio de Jack Warner, um dos homens mais difíceis de Hollywood, para um de seus filmes mais aclamados.   Warren Beatty, ainda um jovem ator nos anos 60, queria financiar um filme seu, mas Jack Warner, todo poderoso chefão de um dos maiores estúdios de Hollywood, desconfiado que era com os atores surgidos nessa época, não queria jogar dinheiro fora. Além disso ele detestava Beatty, que achava ser mais um rosto bonitinho que passava o dia a lhe pedir coisas. Não se passava um dia sequer em que o rapaz não lhe pedisse algo. Ele tinha alguma razão ao achar que o projeto seria uma lástima, o histórico de Warren: o filme Clamor do Sexo, estréia dele no cinema, apesar de dirigido por Elia Kazan, teve pouco sucesso e não rendera boa bilheteria. Beatty, na verdade, até aquele momento não tinha tido muito sucesso na sua carreira e ainda esnobava roteiros mandados por Jack Warner quando achava que eles não eram bons o suficiente. Chegou até mesmo a recusar o papel de Kennedy em um filme dirigido por Fred Zinnemann e ainda incentivar o produtor,  Pierre Salinger, secretário de imprensa da Casa Branca, a desistir do projeto. “É um lixo.” Diante disso, Warner, que não gostava mesmo de ser contrariado, teria expulsado o rapaz dos estúdios aos gritos, dizendo pra quem quisesse ouvir que ele nunca mais trabalharia na vida. “Ele sempre me detestou”, disse Warren Beatty. Warner tinha medo de que ao encontra-lo em algum lugar sem a presença de ninguém, o rapaz lhe desse uma surra. Mas o que aconteceu um dia foi algo que ele não esperava: Beatty, depois de uma discussão, jogou-se aos pés do velho Warner dizendo que ia lamber seus pés e beijar. O velhote ficou chocado e mandou ele sair de lá. “LEVANTA DAÍ!!!”. Beatty disse que não sairia de lá até que ele concordasse com o projeto. “Eu tenho Arthur Penn, um roteiro maravilhoso, eu consigo fazer um filme com 1,6; se tudo der errado, pelo menos é um grande filme de gângster”. Warner,  ainda irritado mas querendo se livrar logo, mandou ele sair de lá e lhe mandar uma carta de orçamento. Para quem estava financiando 15 milhões de dólares para um filme como Camelot, o que havia demais em financiar esse? Além do mais, quando o filme fosse lançado, ele provavelmente estaria de férias na Riviera. Decidiu deixar ele fazer o filme. Bom, Beatty diz que tudo isso nunca aconteceu, embora seja verdade a parte que Warner não gostasse dele. Mas muitos juram que foi assim que ele conseguiu o financiamento e aprovação para um de seus melhores filmes, “Bonnie e Clyde”. (Fonte de pesquisa: Como a geração sexo, drogas e rock’n’roll salvou Hollywood, de Peter Biskind.)   Por Carla Marinho.
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  Por Rodrigo Mendes do blog http://cinemarodrigo.blogspot.com.br   Que tal começar o ano com uma boa dose de humor negro? Eu sei que pode parecer estranho, mas sim, existe uma fita do mestre da pantomima Charles Chaplin na qual me sinto deslocado, provavelmente por ter me acostumado com as aventuras e trapalhadas do eterno vagabundo, Carlitos, sempre escorraçado pela polícia. Assim, “O filme mais inteligente e brilhante da minha carreira”, o mesmo afirmava isso com modéstia, MONSIEUR VERDOUX (Idem, 1947 – Indicado ao Oscar, Melhor Roteiro) é bom, mas é o único filme de sua obra que eu considero o mais distante. Trata-se de uma satírica crítica das mais sombrias já realizadas por ele que foi originalmente concebido por outro gênio, ORSON “Cidadão Kane” WELLES (1915-1985) e seria um projeto dirigido por Welles e estrelado por Chaplin que acabou desistindo no último instante alegando que nunca tinha sido dirigido por alguém depois que assumiu o controle de sua carreira como “faz-tudo”! Para contornar o problema, Chaplin acabou comprando de Welles o argumento original por 5 mil dólares. Acabou reescrevendo todo o material do seu jeito, porventura atuando, produzindo, dirigindo e compondo a trilha musical. Mesmo assim, Welles é creditado honestamente pelo trabalho como autor do script original e que depois nunca se importou com o reconhecimento menor perante Chaplin já que o mesmo considerava uma de suas obras das mais inferiores.     O filme baseia-se na vida real do francês Henri Désiré Landru, o “Barba Azul” assassino de mulheres condenado e guilhotinado em 1922. Ao invés de criar uma biografia ou mesmo um drama romanceado da vida do sujeito, Chaplin opta por abordar uma crítica social extremamente mordaz. Eram os tempos da Guerra Fria e toda aquela paranoia americana que crescia cada vez mais. Verdoux (Chaplin) é um burguês que mesmo não sendo milionário, não pretende mudar o conforto de sua vidinha. Ele é tranqüilo e charmoso e acaba adotando a profissão de serial killer em resposta à depressão econômica que assolou o país. Deixa de ser um simples empregado do bando e passa a matar mulheres ricas de meia-idade para depois ficar com a grana das trouxas. É basicamente isso. Nada de Chaplin fazendo suas típicas mímicas e gags extraordinárias, nem mesmo aquelas facetas de seu primeiro filme sem o Vagabundo, O GRANDE DITADOR (1940) que é mais interessante do que este, aliás, uma obra-prima. “Monsieur” é um de seus filmes na qual não tenho tanta empolgação de rever diversas vezes, por exemplo. Eu o considero uma obra menor. Não tiro nenhum brilho do filme, muito pelo contrário, resultou em mais um exercício inovador e corajoso do artista associado eternamente ao icônico personagem dos clássicos mudos. Só que é preciso entender que a proposta dele aqui é totalmente diferente do que estamos mais habituados. Mesmo com leves sorridos e com alguma graça (sobretudo na cena da pesca), Chaplin não é o mocinho, o que também prova de uma vez por todas de que ele era completamente capaz de interpretar qualquer figura e mesmo que, no final, tenho a sensação de que lá no fundo o que ele sabia mesmo era ser Carlitos.     A polêmica em torno da premissa é a resposta do protagonista quando é levado à justiça, na qual sua defesa consiste em que, enquanto o assassino privado é condenado pela lei, o genocídio público, certamente a Guerra, é glorificado. No filme seu personagem diz: “Um assassino transforma uma pessoa em vilã – milhões, a transformam em herói. Os números santificam.” Por falar e pensar demais publicamente através de seus filmes, este aqui, definitivamente, resultou em sua amargurada expulsão da América. Chaplin na mira da caça as bruxas, não teve alternativas. Sinto-me incomodado com o seu discurso aqui, nada a ver com o que tinha feito lindamente em O Grande Ditador. Em outras palavras, Monsieur Verdoux é um filme modesto até demais e auto-suficiente para Chaplin. Um homem que passa a maior parte da projeção vivendo na bigamia seduzindo mulheres solitárias com alguma propriedade ou renda, convencendo-as a sacarem dinheiro do banco, eliminando-as de seu caminho e investindo o que roubou em ações, mesmo em crise e acreditando que era o momento certo para tal investimento. O tempo todo elegante, distinto, dando telefonemas, viajando constantemente, caçando novas vítimas e fugindo. É estranho, confesso, e nem parece Chaplin, mesmo reconhecendo a narração tão bem construída por ele. Na trama, ainda tem o drama da esposa paralítica e o filho pequeno, a sua família verdadeira antes de ingressar no crime. Outra desculpa é que ele faz tudo isso por eles, mas sua situação é tão grave que ele mal arranja tempo e possibilidades para vê-los. É uma comédia extraordinariamente disfarçada, diga-se de passagem. Provavelmente, o momento mais notável da fita é quando ele tenta assassinar uma das esposas, interpretada pela notável MARTHA RAYE (1916-94) esta que tem uma sorte terrível!   Sua atriz predileta, EDNA PURVIANCE (1895-1958) foi testada para o papel de Madame Grosnay que acabou ficando com ISOBEL ELSOM (1893-81) de filmes como “My Fair Lady” (64) e “O Fantasma Apaixonado” (47) de Mankiewicz. Eventualmente, Purviance acabava participando da fita com alguma figuração especial, aqui, por exemplo, na festa do jardim. Dentre toda a trajetória cinematográfica do cineasta, este eu o considero o mais tragicômico. Também feito às pressas com a rígida economia do pós-guerra e com mais seriedade, sem aquele toque de fantasia mágica dos trabalhos anteriores. Eis um filme que não me marcou, mas me deixou atento do início ao fim.
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Al Pacino..... Grande actor, talvez o melhor do mundo.
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  Por André Setaro do blog http://setarosblog.blogspot.com.br/   O autor dessa proeza original - e única na história do cinema, o francês Jacques Demy, pertence à Nouvelle Vague mas pode ser considerado um cineasta atípico. Dá início a sua carreira com um curta, Le Sabotier de Val du Loire, em 1956, ao que se seguem outros três em anos sucessivos, entre eles, Le Bel Indiferent (O Belo Indiferente), inspirado no texto aclamado de Jean Cocteau. Em pleno auge do movimento - do qual participa com filmes e a amizade de Truffaut, Rohmer, Chabrol..., dirige o seu primeiro longa metragem, "Lola, A Flor Proibida" ("Lola"), revelando-se um dos talentos mais sugestivos do movimento. "Lola", iluminado pelo artista da luz Raoul Coutard - um dos principais diretores de fotografia da Nouvelle Vague, já anuncia, de certa forma, "Os Guarda-Chuvas do Amor", pois todo ele é conduzido em ritmo de balé, com amor e humor, traduzindo com extremo lirismo as paisagens de Nantes. Georges Sadoul, historiador francês, enquadra "Lola" numa espécie de "neo-realismo poético", aproximando-o de "As Damas do Bois de Bologne", do jansenista Robert Bresson. Para uma introdução na poética de "Les Parapluies..." é bom que se veja um pouco desta "Lola", cujo personagem (Anouk Aimée), dançarina de cabaré em Nantes, cortejada sempre por um amigo de infância (Marc Michel), reencontra o seu amor perdido com o qual, há alguns anos, tivera um filho, e, neste reencontro, ela se casa com ele. Uma característica de quase todos os filmes demynianos: o encontro ra, dizem suas falas cantando ao ritmo dos arranjos belíssimos de Michel Legrand. Pode-se, no caso de "Os Guarda-Chuvas do Amor", falar em co-autoria entre Demy e Legrand, tal a conjunção perfeita entre musicalidade e ação dramática. Daí se dizer que "Les Parapluies de Cherbourg" é uma película que se estabelece como "mise-en-musique". Assim como em outra obra excepcional - e pouco vista e apreciada - que é "Duas Garotas Românticas" ("Les Demoiselles de Rochefort", 1966), com Catherine Deneuve e Françoise Dorleac - sua irmã que seria vítima, logo após a conclusão do filme, de trágico acidente. e o desencontro permeado pelo acaso. Catherine Deneuve em princípio de carreira - já tinha trabalhado com Roger Vadim antes de Demy - é a terna Geneviève que está noiva de Guy (Nino Castelnuovo), mas este, de repente, é convocado para a guerra da Argélia. Esperando o noivo voltar, ela se vê obrigada a confessar à mãe (Anne Vernon) que está grávida de Guy. O tempo passa. A mãe, desesperada, obriga a filha a se casar com um pretendente, Roland Cassard (Marc Michel), rico proprietário de uma loja de jóias. Ela, conformada, aceita. O tempo passa. Guy volta da guerra, ferido, procura Geneviève mas não a encontra. Sua tia Elisa está morta e, para não ficar sozinho, busca consolo em Madeleine (Ellen Farmer), uma mulher que cuidava de Elisa quando doente e que sempre o amou em silêncio.O tempo passa. Guy, já casado com Madeleine, abre um posto de gasolina na periferia de Cherbourg. Numa noite de Natal, Geneviève aparece, rica e charmosa, num reluzente carro de luxo, para colocar gasolina. Guy a vê e ambos tentam um diálogo mas nada mais têm a dizer. Obra-prima, que reflete sobre a memória, a recordação, a nostalgia e a fugacidade do amor, "Les Parapluies de Cherbourg", Palma de Ouro no Festival de Cannes em 1964, derrotando, inclusive, "Deus e o Diabo na Terra do Sol", de Glauber Rocha, tem uma fábula que, à primeira vista e se exposta pela narrativa oral, pode parecer uma história destinada às revistas sentimentais. Jacques Demy, no entanto, com sua varinha mágica, com sua mise-en-scène original, transforma-a numa espécie de conto poético musicado que é experiência que transcende o musical cinematográfico clássico americano. Os personagens, como numa ópera - mas o filme não é uma ópera, dizem suas falas cantando ao ritmo dos arranjos belíssimos de Michel Legrand. Pode-se, no caso de "Os Guarda-Chuvas do Amor", falar em co-autoria entre Demy e Legrand, tal a conjunção perfeita entre musicalidade e ação dramática. Daí se dizer que "Les Parapluies de Cherbourg" é uma película que se estabelece como "mise-en-musique". Assim como em outra obra excepcional - e pouco vista e apreciada - que é "Duas Garotas Românticas" ("Les Demoiselles de Rochefort", 1966), com Catherine Deneuve e Françoise Dorleac - sua irmã que seria vítima, logo após a conclusão do filme, de trágico acidente. O que torna "Os Guarda-Chuvas do Amor" uma obra de rara transcendência se encontra numa conjunção de fatores.Em primeiro lugar, a concepção da mise-en-scène de Demy, mas outros elementos ajudam a potencializar o encanto desse filme inesquecível: a deslumbrante fotografia de um artista que é Jean Rabier, que usa, aqui, a iluminação em função do tecido dramatúrgico; a cenografia de Bernard Evein, que utiliza fundos de papel pintado que estabelecem sutis acordes com os estados de ânimo dos personagens; e, claro, os diálogos todos cantados segundo as melodias do maestro Michel Legrand.
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esse filme emaravilhoso passem ele
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  Ficha Título Original: The Naked Gun: From the Files of Ano/País/Gênero/Duração: 1988 / EUA / Comédia / 84min Direção: David Zucker Produção: Robert K. Weiss Roteiro: Jerry Zucker, Jim Abrahams Fotografia:  Robert M. Stevens    Música: Ira Newborn     Elenco: Leslie Nielsen como tenente Frank Drebin Priscilla Presley como Jane Spencer Ricardo Montalbán como Vincent Ludwig George Kennedy como capitão Ed Hocken O. J. Simpson como detetive Nordberg Susan Beaubian como Wilma Nordberg Nancy Marchand como prefeito Barkley Raye Birk como Pahpshmir Jeannette Charles como rainha Elizabeth II Ed Williams como Ted Olsen Tiny Ron como Al, técnico de laboratório alto "Weird Al" Yankovic como ele próprio Leslie Maier como ela própria Winifred Freedman como Stephanie Joe Grifcomoi como funcionário das docas do pier 32     Sinopse   O filme mostra a rotina do atrapalhado policial Frank Drebin (Leslie Nielsen), que deve impedir o assassinato da Rainha Elizabeth II (Jeannette Charles), planejado por Vincent Ludwig (Ricardo Montalban), um magnata que fez lavagem cerebral em um jogador de baseball, para que ele cometa o crime. No meio de toda essa confusão, ele se apaixona por uma das integrantes do bando de Vincent (Priscilla Presley), que fica incumbida de atraí-lo a uma cilada. E eles acabam vivendo uma louca e estranha história de amor. Repleto de referências a outros grandes filmes, principalmente do sistema noir de contar histórias, percebe-se todo um charme e cuidado ao se construir tudo no filme, principalmente nos quesitos enquadramento, música e iluminação.         Imagens
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Por Rodrigo Mendes do blog http://cinemarodrigo.blogspot.com.br/   O filme marcou a promissora chegada de Hitchcock à América, sua primeira fita naquele país e o responsável pela chegada do mestre à Hollywood foi nada menos do que o astuto produtor DAVID O. SELZNICK (1902-1965) que o manteve sobre contrato por um bom tempo (e os filmes de Hitch com Selznick foram verdadeiros ovinhos de ouro – Spellbound – Quando Fala O Coração, 1945, que pretendo rever e postar em breve, com Ingrid Bergman e Gregory Peck, confirma o sucesso desta parceria). Hitchcock vinha de uma fase brilhante, praticamente sem erros (em minha opinião) com os filmes ingleses, um melhor do que o outro, verdadeiro exercício de cinema para qualquer cinéfilo. Com isso, Selznick, com o seu poder de persuasão e ainda recebendo os frutos de sua aclamada obra-prima, E O VENTO LEVOU (Gone With The Wind, 1939), agarrou a ideia de poder trabalhar com o jovem diretor o levando a dirigir uma adaptação que lhe caiu como uma luva, basicamente um suspense psicológico, até um pouco parecido com sua futura fita estrelada pela mesma diva JOAN FONTAINE (que ainda vive! – Suspeita, Suspicion, 41) inspirado no livro de DAPHNE DU MAURIER (a mesma autora de Os Pássaros, que Hitch faria em 63 e Jamaica Inn, aqui como “A Estalagem Maldita” de 39 com Charles Laughton) sobre uma gótica trama que envolve a memória/fantasma de uma mulher, a do título! O romance havia sido publicado em 1938 e a fita segue como uma história sombria sobre as lembranças persistentes de Rebecca que assombra a mocinha (a personagem de Fontaine que não revela seu nome durante o filme), que, mesmo depois de sua morte, ainda afeta diretamente os principais personagens. Irônico é saber que o filme é um dos mais premiados de toda a carreira de Hitchcock e o único a levar a cobiçada estatueta de Melhor Filme, outro para Selznick. Obteve 11 indicações: Diretor (Hitchcock), Roteiro (Robert E. Sherwood, Joan Harrinson), Ator (Laurence Olivier). Atriz (Fontaine), Atriz Coadjuvante (Judith Anderson como a governanta), Direção de Arte, Montagem/Edição, Efeitos Especiais e Música (Franz Waxman – que faz um magnífico trabalho. Assinaria para Hitch obras-primas como Janela Indiscreta, Rear Window, 54). Ganhou apenas o de Filme e Fotografia para GEORGE BARNES, de filmes como A Guerra Dos Mundos (The War Of The Worlds, 53 de George Pal e Byron Haskin). Um trabalho entorpecente, nunca havia visto um trabalho de fotografia tão fúnebre em qualquer filme do gênero (Hitchcock também aprendeu com o expressionismo alemão). O filme abriu o Festival de Berlim naquele ano. Uma das brilhantes sugestões de Hitchcock foi começar o seu filme com uma narração feminina indagando as primeiras linhas de A Noite Passada Sonhei Que Voltava À Manderley Novamente onde imagens de uma mansão totalmente em ruínas, parecendo mais com um castelo mal-assombrado, são mostradas. Com este artifício tão lindamente concebido, já é possível segurar a audiência. Outras estrelas fizeram testes para interpretar “A Esposa do Sr. Winter”, entre elas Vivien Leigh, que, diga-se de passagem, seria muito interessante, e outras como a novata Anne Baxter. Vivien só não pegou o papel por ser namorada/amante do astro da fita Sr. LAURENCE OLIVIER (1907-1989), que já vinha do sucesso de O Morro Dos Ventos Uivantes (Wuthering Heights, 1939 de William Wyler, do livro de Emily Brontë) e vivia uma fase de ouro em sua carreira, tanto no cinema como no teatro. Dizem que Olivier tentou de todas as maneiras fazer com que sua amada pegasse o papel, mas quando Fontaine foi escalada, reza a lenda que o ator passou a tratá-la mal nos bastidores. Assim sendo, Fontaine sentia-se deslocada naquele âmbito e de qualquer forma foi ótimo porque a atriz obteve exatamente o tom que Hitchcock desejava para a mocinha. A má criação de Olivier acabou sendo um estímulo e Hitch ordenou que todos os membros da equipe a tratassem da mesma forma, para assim ajudá-la em sua interpretação. Olha, se todos os estrangeiros fizessem uma estréia destas nos Estados Unidos, mas poucos são como Hitchcock que fez de tudo para se consagrar nesta obra, sua primeira grande oportunidade. O mestre trabalhou com um orçamento pomposo para os padrões da época e fez da Mansão Manderley uma personagem importante (como Kubrick com o Hotel Overloock e James Whale com a torre do Dr. Frankenstein). Orson Welles poderia ter se inspirado quando concebeu a propriedade Xanadu em Cidadão Kane, quem sabe? De fato, o cenário é um personagem importantíssimo para a premissa, que se passa à beira-mar, local à primeira vista mal visto (tudo é tão assustador) para um notório romance entre Olivier e Fontaine. O ator, com o seu estilo galês e habitual, interpreta um rico carente e viúvo, “Maxim” de Winter, tão gélido quanto seu sobrenome, nem por isso (isso é apenas uma opinião pessoal deste trabalho de Olivier, um dos mais distantes que já presenciei), o mocinho deixa de cortejar a donzela. Ela, uma moça atraente, linda, tímida e que jamais questionará sua sorte por ter encontrado um verdadeiro príncipe encantado – gentleman que soaria menos piegas – e sem perder muito tempo o casal faz a união dos laços matrimoniais, mas, à medida que o relacionamento dos pombinhos se aprofunda, Fontaine fica cada vez mais atormentada pelo espírito (representado pela lembrança e não espectro) da esposa morta, Rebecca. Pronto, e é a partir deste ponto que o suspense começa a tomar conta. Tudo pode ser apenas delírio de sua imaginação, paranoia  ou alguma força de mau agouro que culminará em desgraça, mas nunca que o filme é “mal-assombrado”. O mais suspeito são os motivos loucos da governanta/criada, Sra. Danvers, brilhantemente interpretada por JUDITH ANDERSON (1897-1992) que faz de tudo para manter viva a memória da outra a ponto de chegar a preservar o antigo dormitório da ex-patroa como um verdadeiro santuário. Danvers tem dificuldades de aceitar a jovem como a nova dona da casa. A coisa complica ainda mais com a visita do primo de Rebecca, Jack Favell, o ótimo GEORGE SANDERS (1906-1972. Já levou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por outro clássico inesquecível, A Malvada, All About Eve, 50), um parente estranho que seria amante da falecida e que dá as caras quando Maxim esta ausente. Sem dizer que suas visitas são apenas meras formalidades, o cara ainda tem a audácia de se dirigir a governanta intimamente, da mesma maneira como Rebecca a chamava, por exemplo. Ou seja, ambos fazem o impossível para deixar a presença de Rebecca cada vez mais notada naqueles cômodos e isso acaba prejudicando a mente da heroína que luta com todas as armas que conhece contra o “fantasma”. Por isso que o filme é um pseudomistério excitante, tão bom quando Suspeita. Fontaine repete o papel na fita com Cary Grant (seria o meu marido um assassino? Será mesmo que realmente ele quer me matar?), isto é, suas personagens em ambas as fitas vivem torturas psicológicas e embarcamos com elas no mesmo nível estupendo de suspense e nisso Hitchcock é brilhante quando cria esta atmosfera de thriller mental, rodeado de incertezas (as melhores antecipações possíveis), só que neste aqui é o passado que deseja viver no presente. Manderley é um museu aterrador de Rebecca. A autoria de Hitchcock chega à perfeição neste filme (traição, suspeitas mal contidas, o romance aparentemente perfeito demais que será interrompido pelo passado, incitações sexuais, um prólogo antes da história que se seguirá, tão mórbida quanto, e é claro, o crime, que só saberemos se existiu ou ocorrerá perto do clímax. Também aprecio o trabalho da veterana FLORENCE BATES (1888-1954) no papel da senhora Van Horper, que ajuda a desencadear a premissa quando a heroína trabalha para ela como sua dama de companhia, uma pessoa que é paga para acompanhar velhinhos (as) em ocasiões sociais. Rebecca acabou concorrendo com outro filme de Hitch no mesmo ano: CORRESPONDENTE ESTRANGEIRO (Foreign Correspondent) com Joel McCrea e Laraine Day, outro grande filme do cineasta, sobre um repórter americano que se envolve numa espionagem perigosa na Inglaterra em plena Segunda Guerra Mundial. O filme teve seis indicações ao Oscar: Ator Coadjuvante (Albert Basserman), Direção de Arte, Fotografia, Efeitos Especiais, Roteiro Original, inclusive a roteirista Joan Harrison concorrendo consigo mesma e finalmente Melhor Filme. Não ganhou nada. Mesmo sendo um filme sóbrio, sério e sem nenhum vestígio do humor negro de Hitchcock (nada de jocoso na fita), Rebecca, A Mulher Inesquecível é uma das grandes obras-primas do mestre do suspense. Lúgubre e sofisticado do começo ao fim, Rebecca se mostra como um dos trabalhos de direção mais apavorantes na qual Hitchcock mantém o espectador apreensivo, como a mocinha, para saber o final. Acredito que o filme é tal como ele é justamente por ser a grande première de Hitch numa Hollywood prestes a mudar.     EUA – 1940 SUSPENSE/DRAMA/ROMANCE FULLSCREEN PRETO E BRANCO 130 min. CONTINENTAL GEORGE SANDERS. JUDITH ANDERSON NIGEL BRUCE. REGINALD DENNY C. AUBREY SMITH. GLADYS COOPER FLORENCE BATES. MENVILLE COOPER e LEO G. CARROLL Música de FRANZ WAXMAN Fotografado por GEORGE BARNES Montagem......{ Doon W. Hayes Direção De Arte......{Lyle R. Wheeler Adaptação por PHILIP MacDONALD. MICHAEL HOGAN Escrito por ROBERT E. SHERWOOD & JOAN HARRISON Baseado no livro de DAPHNE DU MAURIER Produzido por DAVID O. SELZNICK Dirigido por ALFRED HITCHCOCK Rebecca ©1940 A Selznick International Picture
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Ficha Título Original: Ramona Ano/País/Gênero/Duração: 1910 / EUA / Drama Romance Curta / 17min Direção: D.W. Griffith Roteiro: Helen Hunt Jackson e D.W. Griffith Fotografia: G.W. Bitzer Elenco: Mary Pickford ... Ramona Henry B. Walthall ... Alessandro Francis J. Grandon ... Felipe Kate Bruce ... The Mother W. Chrystie Miller ... The Priest     Sinopse   Ramona é um filme silencioso de curta metragem norte-americano, dirigido por D. W. Griffith, baseado em romance de Helen Hunt Jackson.   ASSISTA ONLINE           Imagens
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SEMPRE ACOMPANHEI A CARREIRA DELA E NEM IMAGINEI QUE ELA TINHA 87 ANOS. ADORO SUA VOZ. ESPERO QUE O ÁLBUM SEJA PARA O PÚBLICO.
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    Ziegfeld Follies, sinônimo de mulheres bonitas, glamour, coreografias elaboradas, e visuais como este:   Ser contratado por Ziegfeld significava ter status.Até que chegou Fanny Brice, cujo destaque não estava tanto na bela plástica ou nos dotes físicos: Mas no talento para hipnotizar a platéia e fazê-la rir. Deu um fôlego novo à coisa que já tinha ficado tão suntuosa que parecia não ter mais para onde ir. Posteriormente Fanny foi retratada na biografia “Funny Lady” e “Funny Girl”, interpretada por Barbra Streisant. Fania Borach, judia, nascida em Nova York e filha de donos de um Salloon, deixou a escola para trabalhar em um teatro e logo foi descoberta por Florenz Ziegfeld, que levou-a a trabalhar em seus elaborados espetáculos. A associação foi tão boa que durou mais de vinte anos. Casou-se ainda jovem e teve dois filhos. Seu marido teve problemas com a justiça e foi preso. Ao sair, o casal se divorciou, após Fanny gastar rios de dinheiro para tira-lo da cadeia. Casaria-se mais duas vezes. Enfim. O maior sucesso de Fanny foi ter criado a “baby snooks” em um programa de rádio, e se tornou seu maior sucesso.   Foi vestida assim que apareceu no filme, ao lado de uma jovem Judy Garland cantando “Why? Because!” em “Everybody sing” (1938), num duelo fantástico:   lX5-wAdAaz8 A atriz morreu com apenas 59 anos de um ataque cardíaco.
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Carla, lembra de mim, da comunidade da Judy Garland? Como vai você, fã? Quero parabenizá-la pelo blog, vira-e-mexe costumo passar por aqui e ver teus posts. Gosto bastante! Parabéns!
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Acho que a Judy Garland só perde pro guarda-chuva, hein. *risos* Ele mesmo disse, não tão publicamente, que ela era a parceira favorita dele. (:
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  Por André Setaro do blog http://setarosblog.blogspot.com.br   Há alguns meses foi lançado em DVD A vida íntima de Sherlock Holmes. É difícil encontrá-lo nas locadores, mas pode ser comprado via internet. Foi o que fiz. Pouco apreciado, porque, quando lançado em sua época, e retirado de cartaz, nunca mais exibido, A vida íntima de Sherlock Holmes é um Wilder em plena sensibilidade de seu humor e de seu cinema com um acento hitchcockiano que o faz ainda mais saboroso. Trata-se também do primeiro filme que Wilder (vienense radicado no cinema americano) realiza na Inglaterra (os interiores nos estúdios Pinewood) e Escócia (exteriores em Inverness). Produzido em 1970, com roteiro do inseparável I. A. L. Diamond, baseado nos personagens de Sir Conan Doyle, A vida íntima de Sherlock Holmes, sobre ser um espetáculo de grande finura, humor, e observação de comportamentos, é uma obra que se incorpora a uma filmografia quase única da história do cinema como mais uma variante de sua verve versátil e amplitude temática. A influência de Hitchcock se faz notável, mas influência benéfica, mais que soma do que diminui, como acentua Paulo Perdigão, o grande crítico, em comentário que posto abaixo. Inativo, ocioso, Sherlock Holmes (interpretado por Robert Stephens) passa o tempo a tomar cocaína, apesar dos reclamos de seu biógrafo e amigo Dr. Watson (Colin Brakely). Aceitando o convite para assistir ao balé russo, Holmes é levado à presença da primeira-bailarina, Petrova (Tamara Toumanova), que, a desejar um filho genial, escolhe Holmes como o pai ideal. Polidamente, como é do seu feitio, o detetive recusa, a alegar ser um homossexual (é audacioso, para a época, a insinuação desta condição), declaração que deixa atônito o Dr. Watson totalmente desconfiado de sua misoginia. Dias depois, uma jovem, Gabrielle (a insinuante Geneviève Page), que tentara o suicídio no Tâmisa, é levada à residência de Holmes (rua Baker, 221-B). Ela viera da Bélgica para descobrir o paradeiro do marido, um engenheiro. O fleumático private eye segue uma pista, apesar das advertências em sentido contrário de seu irmão, Mycroff (interpretado pelo emblemático Christopher Lee). Em Inverness, na Escócia, descobre Holmes a existência de um estranho submersível testado pelo governo, e que tem a forma do lendário monstro marinho Long Ness. Mycroff, que trabalha no projeto, revela a Holmes que Gabrielle é, na verdade, uma espiã alemã. Frustrado, o detetive volta à sua Londres enquanto Gabrielle é presa. Mais tarde, Holmes vem a saber, transtornado, que a moça fora executada. A solução, e solução wilderiana, diga-se de passagem, será voltar à cocaína. The private life of Sherlock Holmes é vigésimo - segundo filme da carreira do diretor e o nono em parceria com o roteirista Diamond (trabalham juntos desde Amor na tarde/Love in the afternoon, 1956). Produzido com sete milhões de dólares (uma mixaria em relação aos tempos faraônicos da Hollywood atual), é o centésimo vigésimo filme a apresentar a figura do detetive criado por Conan Doyle e aqui abordado livremente. Como homenagem a este filme pouco apreciado de Billy Wilder e, também, como homenagem ao grande crítico que foi Paulo Perdigão, publico aqui uma crítica de sua lavra publicada no antigo Guia de Filmes do INC (Instituto Nacional de Cinema, que também publicava a revista Filme/Cultura. Nos bons tempos da crítica cinematográfica. Perdigão morreu em janeiro de 2007, o que se constituiu numa perda enorme para os escritos sobre a arte do filme. Tinha Perdigão como o seu melhor filme Os brutos também amam (Shane, 1953), de George Stevens. Chegou a ir, sob os auspícios da Filme/Cultura, entrevistar Stevens, que, a princípio arredio, com o desenrolar da conversa, assombrou-se com o conhecimento de Perdigão sobre Shane. No final da entrevista, disse que Perdigão conhecia mais o filme do que ele, seu diretor. Eis seu comentário: "Elementar, meu caro Wilder. É o que o roteirista Diamond deve ter comentado com o diretor Billy Wilder quando ambos resolveram decifrar - sem consulta à fonte Conan Doyle - um mistério chamado A vida íntima de Sherlock Holmes. As pistas deixadas pelo fiel Dr. Watson dentro de uma caixa top secret eram dignas da imaginação, do faro e da irreverência do mais célebre detetive de todas as épocas; além da clássica indumentária sherlockiana (o boné de camurça, o cachimbo, a écharpe, a lente de aumento), já estavam os relatos que Watson não teve coragem de publicar em The Strand Magazine por serem indiscretos demais. Quatro episódios reveladores da personalidade de Sherlock e que, como diz Wilder com seu conhecido cinismo, "também refletem a imagem de certa Inglaterra". Antes da atual aventura, Sherlock esteve 127 vezes na tela - numa delas (alemã de 1963) interpretado por Christopher Lee, que aqui faz o irmão de Holmes, Mycroft. Mas só agora, sob os traços do shakespeariano Robert Stephens, ele foi examinado por um cineasta à altura de sua sofisticação diabólica. Wilder identifica-se com Holmes e evidentemente o admira: "Ele é um dos maiores personagens da literatura, comparável a Hamlet e Cyrano de Bergerac". Por isso, as inconfidências sobre a intimidade do herói não atingem o plano da sátira devastadora; contém-se respeitosamente na fina ironia, numa reconstituição muito fleumática e astuciosa do mundo em que viveu Holmes, a velha Inglaterra vitoriana com seus personagens nobres, céticos e calculistas. Na carreira de Wilder, dominado por tantas provocações indômitas (A montagem dos sete abutres, Quanto mais quente melhor, Beija-me idiota), este filme ocupa posição mais discreta, porém, em quase tudo refletindo a sofisticação que o diretor guardou de suas antigas ligações com o mestre Lubitsch, como roteirista de A oitava esposa do Barba Azul e Ninotchka.   The private life of Sherlock Holmes é também como uma inesperada homenagem que o cinema presta a Hitchcock. O estilo e o tom da narrativa têm o mesmo sabor de velhos thrillers ingleses de Hitch e muitas imagens - a velha paralítica na loja deserta, os monges misteriosos do trem, os anões do cemitério - chegam a ser acintosamente hitchcockianas. Há, inclusive, na cena das ovelhas, uma citação de Os 39 degraus e, na seqüência do balé russo, a repetição de uma passagem idêntica de Cortina rasgada, com a mesma e sinistra Tâmara Toumanova. Até quando se diverte com a velha Inglaterra (a Rainha Vitória, de metro e meio de altura, protesta contra a falta de cortesia na guerra e manda destruir o submarino porque "não se pode atacar o inimigo sem aviso prévio"). Billy Wilder parece estar querendo fazer de A vida íntima de Sherlock Holmes o filme mais hitchcockiano que o Hitchcock da fase inglesa não dirigiu, conclui o grande Perdigão.    
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Por José Bruno Ap Silva do blog http://sublimeirrealidade.blogspot.com.br   Na época da faculdade, quando conseguimos que a biblioteca da instituição liberasse os DVDs de seu acervo para empréstimos, um dos primeiros filmes que peguei foi O Sétimo Selo (1956), aquele seria o meu primeiro contato com a obra de Ingmar Bergman. O impacto que o filme me causou foi algo que até então eu não tinha experimentado, eu já tinha assistido outros filmes autorais e considerados “difíceis” pelo senso comum, no entanto nenhum destes tinha ido tão longe quanto aquele foi, nenhum fora tão icônico, filosófico e ao mesmo tempo belo e perturbador. Minha admiração e respeito pelo talento e estilo singular do diretor sueco só aumentaria após eu assistir outras de suas obras primas como Morangos Silvestres (1957) e Persona (1966). É praticamente impossível tecer qualquer análise sobre a filmografia de Bergman sem correlacioná-la à sua própria vida, pois em cada um de seus filmes há um pouco de seu pensamento e principalmente de seus sentimentos, artista e arte se misturam em produções que fazem jus ao rótulo de “cinema de arte”, o que não quer dizer que suas obras sejam facilmente rotuláveis, pois transitam por gêneros distintos, que vão da comédia ao drama, sem se perder pelo caminho, como frequentemente acontece. O estilo de Bergman ficaria marcado pelo forte teor filosófico e existencialista de seus filmes, alguns o acusam de ser pessimista e de estar completamente desacreditado na humanidade, o que não é de todo uma verdade. O onirismo de seus trabalhos, os transformam em alegorias da realidade observada e/ou vivenciada, e como tal eles podem indicar um caminho ou uma saída, que nem sempre se baseiam em preposições realista ou racionais.     De todos os filmes de Bergman, Fanny e Alexander (1982) talvez seja aquele em que a presença de seu eu lírico esteja mais evidente, é também a mais “acessível” de suas obras, mas isso não a torna menor ou menos complexa que os outros longas que citei acima. Tal como Fellini fez em Amarcord (1973) e Giuseppe Tornatore em Cinema Paradiso (1988), Bergman recorreu à memórias da infância para a construção da trama. O cineasta carregou por toda a sua vida as marcas da repressão religiosa, que vivenciara em casa na sua meninice, seu pai era um pastor luterano, que o castigava constantemente, principalmente lhe imputando sentimentos de culpa acerca de pecados. O autoritarismo do pai destruiria a relação entre eles. Viria da quebra deste vínculo familiar a principal motivação da descrença do cineasta nas instituições religiosas e de seus questionamentos acerca da natureza divina.     Na história, o menino Alexander (Bertil Guve) é uma espécie de alter-ego de Bergman, ele vive com os pais e a irmã Fanny (Pernilla Allwin), em um imenso casarão que pertence à sua avó materna. Seu avô fora o diretor do teatro da cidade e após a morte dele, o seu pai assumiu a administração. Toda a família está direta ou indiretamente ligada ao teatro e Fanny e Alexander têm uma vida cheia de amor, carinho e tudo o mais que uma criança poderia querer. A repentina morte do pai, no entanto muda completamente a vida dos meninos. A mãe deles se casa com um severo bispo Luterano, que a trata a partir de então como uma serva e as crianças como prisioneiros, quando ela percebe o erro cometido ao se casar de novo, já é tarde demais para tentar voltar atrás. Os tempos bons que ficaram para trás se tornam cada vez mais distantes. Apenas Alexander tem dentro de si uma rota de fuga, que pode o levar de volta para os tempos de alegria.     O desfecho do filme é carregado de significados não aparentes e simbolismos, tão presentes em toda a filmografia do diretor. O constante entrelaçamento de sonhos e realidade expõe a visão artística de Bergman, que nos revela um olhar do cineasta/menino sobre sua própria vida e sobre a arte. Em uma entrevista ele chegou a comentar: “O privilégio da infância é podermos transitar livremente entre a magia da vida e os mingaus de aveia, entre um medo desmesurado e uma alegria sem limites (...) Eu sentia dificuldade para distinguir entre o que era imaginado e o que era real...” Uma das características da infância, que Bergman conseguiu preservar em sua obra, é a imaginação de uma outra realidade, que possa substituir a realidade de fato, por uma outra, mais lúdica, poética e que possa representar um significado maior que o vazio existencial. Não é Exagero dizer que Ingmar Bergman é o próprio cinema, ninguém mais que ele personificou tão bem o que pode ser que seja a sétima arte.   Ingmar Bergman é essencial para qualquer um que se diga cinéfilo e Fanny e Alexander é uma boa pedida para quem ainda não se aventurou pela riquíssima obra deste gênio do cinema. A fotografia e a direção de arte do filme são impecáveis, o que o confere uma beleza estética estonteante, porém este não é o foco do filme, apesar de ser uma obra completa, sua beleza visual faz pouca diferença para a trama, que nos convida a observar não o exterior, mas o interior de cada um dos personagens, os cenários e locações seriam, quando muito, uma extensão do corpo e da alma dos personagens que os habitam. Não sei dizer se Fanny e Alexander representou realmente uma despedida de Bergman do cinema como o dizem alguns críticos (depois deste filme, até sua morte em 2007, ele só produziu obras para a TV), mas é de fato uma das melhores representações do que de fato é o cinema. Recomendadíssimo!
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Ficha Título Original: Tudo Azul Ano/País/Gênero/Duração: 1952 / Brasil / Musical / 80min Direção: Moacyr Fenelon Produção: Moacyr Fenelon Roteiro: Alinor Azevedo, Henrique Pongetti Fotografia: Mario Pagés Música: Lindolfo Gaya Elenco: Marlene ... Maria Clara Luiz Delfino ... Ananias Laura Suarez ... Sofia Milton Carneiro Antônio Nobre Benito Rodrigues João Martins Elias Kaiuca Zizinha Macedo Nogueira Sobrinho Arnaldo Coutinho Carmélia Alves Linda Batista     Sinopse   Ananias (Luís Delfino) é um compositor frustrado que trabalha em uma companhia de seguros. Com esposa e 4 filhos e sendo ameaçado de demissão, ele tenta o suicídio tomando uma dose de barbitúricos. Ele entra então em um novo mundo, onde é promovido à vice-presidência da empresa onde trabalha, suas músicas começam a ser gravadas e a fazer sucesso e a secretária do presidente, seu amor secreto, passa a se interessar por ele. Imagens
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  Depois de tantos anos vendo e revendo filmes de Chaplin e conversando com pessoas a respeito, verifico tristemente que pouca gente conhece trabalhos do cineasta além do vagabundo. Ah, o vagabundo acabou por se tornar sua marca registrada, e com ele apareceu em mais de 70 filmes, inspirando tantos outros com a sua figura e genialidade. Mas há sim um mundo além do vagabundo, como filmes como este: Monsieur Verdoux começou a surgir na mente dele durante uma conversa com Billy Wilder, que tinha uma idéia vaga sobre um filme sobre o Barba azul: o homem que enganava as mulheres para tão logo deixá-las. Chaplin guardou a sugestão, e muitos anos depois começou a trabalhar a idéia, desenvolvendo um roteiro (dos poucos que ele escreveu). contava a história de um banqueiro francês, demitido após uma grande crise, casado com uma deficiente física e que para ganhar a vida decidira tomar dos ricos aquilo que passara toda a vida contando dos outros: dinheiro. Matar era apenas uma das possibilidades. Apenas mais uma profissão. Mas a pergunta que lhe permeia subliminarmente é: e porque não? A história baseava-se em um personagem real, Henry Landrú (1869-1922), que foi condenado à morte na guilhotina por ter assassinado mais de 10 mulheres e seduzido outras tantas, e começa quando a família Couvais encontra-se preocupada com o sumiço de uma irmã já idosa, que casou com um homem chamado Varnay, e solicita a ajuda da polícia para encontrá-la. A primeira aparição de Verdoux no filme é num jardim, cuidando das plantinhas enquanto sua esposa é queimada no incinerador. Ponto para a sutileza do homem que é capaz de matar pessoas, mas penaliza-se ao machucar um animal em que ele quase pisa. Varnay, na verdade é um dos tantos nomes adotado pelo Verdoux, que já se empenha em conquistar novas presas. O que recebe, ele aplica na Bolsa de valores. Sua sorte declina quando conhece Annabella Bonheur (belissimamente interpretada por Martha Raye), que de tanta sorte que tem, sempre consegue escapar do assassinato. Na verdade, boa parte do filme é dedicada às tentativas de Verdoux em livrar-se dela. São nesses momentos que podemos nos deliciar com alguma comédia, pois o filme em si não é feito para o riso. Em alguns momentos, a dupla é tão imbatível que torna-se um duelo à parte a interpretação de ambos. Martha, comediante das boas, entra num duelo de igual para igual como Chaplin poucas vezes em filmes anteriores deixou que o fizessem, chegando algumas vezes a assumir o total controle da cena. Empenhado em descobrir novos meios de matar, ele busca alguém em quem testar um novo veneno, que mataria as vítimas sem que se fosse descoberto o motivo. Conhece uma bela mulher na rua, convida-a para ir aos seus aposentos, mas desiste de usá-la como cobaia ao verificar que, como ele, ela também se sacrificaria pelo marido. Por amor, assim como Verdoux, ela também mataria. Ironicamente, ao lhe dar abrigo numa noite de chuva, ela lhe tem como um bom homem, de grandes princípios e que lhe planta no coração uma esperança já esquecida de que na humanidade há pessoas boas. Com a polícia em seu encalço, Verdoux acaba se entregando ao se deixar descobrir em um restaurante. Já não tinha motivos para lutar, pois com a guerra sua amada esposa e filho haviam sido mortos e todo o seu dinheiro, investido na Bolsa, perdido. Com a esposa, morria-lhe também a vontade de lutar pela vida. Condenado à morte por seus crimes, o personagem fala, com o cinismo que lhe é característico, que seu erro foi ter matado pouco. E uma pesso