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A carreira de Lillian Gish durou 75 anos, num total de 119 filmes.     Lillian Gish nasceu em 14 de outubro de 1893. Estreou aos 19 anos. Sabe o Nascimento de uma Nação (1915), de D. W. Griffth? Pois é, ela estava lá. Estava também em Intolerância (1916), do mesmo diretor. Também em O lírio Partido (1919), Inocente pecadora (1920), Orfãs da tempestade (1921). Todos mudos. Filmes que fizeram história em qualquer almanaque de cinema ou site especializado no assunto. Mas logo no finalzinho do cinema mudo, quando esse já tinha alcançado um grande status, sua carreira já estava indo para o limbo por uma única causa: sua imagem estava ficando fora de moda. A época era de vamps, com o público mais se deliciava. Lillian trazia a doce e terna mulher, que já não importava tanto. A decadência começou de certa forma com A letra escarlate (1926), seu primeiro fracasso comercial. A atriz ainda continuou no teatro. Foi lá que se refugiou entre as décadas de 30 a 60, enquanto fazia algumas participações em filmes. Em 1947 fez “Um duelo ao Sol”, concorrendo ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Em 1955 brilhou em O Mensageiro do Diabo. Em 1955 ela já era uma velhinha nas telas. Já então se transformara em uma espécie de patrimônio cultural da 7ª Arte. Um Oscar Honorário foi recebido por Gish em 1971, por sua contribuição ao cinema. O fato é que o melhor ainda estava por vir quando em 1987 fomos presenteados com a sua última performance. Ela não vinha sozinha. Estava ao lado de dois outros monstros do cinema: Bette Davis e Vincent Price: É até hoje a atriz com a carreira mais longa de toda a história: 75 anos. Gente, 75 anos! Significa dizer que ela começou sua carreira aos 19 anos e só foi findá-la aos 94, cinco anos antes de morrer. E lá se foram 119 filmes.
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  Ficha Título Original: King of Kings Ano/País/Gênero/Duração: 1961 / EUA / Biografia Drama História / 168min Direção: Nicholas Ray Produção: Samuel Bronston Roteiro: Philip Yordan Fotografia: Manuel Berenguer Música: Miklós Rózsa Elenco: Jeffrey Hunter ... Jesus Siobhan McKenna ... Mary Hurd Hatfield ... Pontius Pilate Ron Randell ... Lucius Viveca Lindfors ... Claudia Rita Gam ... Herodias Carmen Sevilla ... Mary Magdalene Brigid Bazlen ... Salome Harry Guardino ... Barabbas Rip Torn ... Judas Frank Thring ... Herod Antipas Guy Rolfe ... Caiaphas Royal Dano ... Peter Robert Ryan ... John The Baptist Edric Connor ... Balthazar   Sinopse A vida de Cristo contada com rigor histórico. Da manjedoura em que nasceu na cidade de Belém para a adoração de milhares de fiéis espalhados pelo mundo, a vida de Jesus Cristo (interpretado por Jeffrey Hunter) foi inegavelmente repleta de grandes acontecimentos. Acompanhe em O Rei dos Reis, dirigido por Nicholas Ray e escrito por Philip Yordan - adaptado de nada menos que o Novo Testamento. Você verá seus milagres, os pilares da construção de sua igreja, a escolha dos Doze Apóstolos, a última ceia, a traição de Judas (Rip Torn), o humilhante julgamento em praça pública conduzido por Pôncio Pilatos (Hurd Hatfield), a crucificação e a ressurreição. Para os cristãos, a chance de ver seu líder espiritual. Para toda a humanidade, a oportunidade de aprender mais sobre a vida de um dos ícones religiosos mais importantes da História, reconhecido como espírito valoroso independentemente da religião. O Rei dos Reis tem música do vencedor do Oscar® Miklos Rozsa e narração de Orson Welles.     ASSISTA ONLINE       Imagens
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Ficha Título Original: A Moreninha Ano/País/Gênero/Duração: 1970 / Brasil / Romance / 96min Direção: Glauco Mirko Laurelli Produção: Cláudio Petráglia Roteiro: Glauco Mirko Laurelli, Cláudio Petráglia, Miroel Silveira, Joaquim Manoel de Macedo Fotografia:  Rudolf Icsey Música: Cláudio Petráglia Elenco: Sônia Braga .... Carolina, a Moreninha David Cardoso .... Augusto Nilson Condé .... Filipe Cláudia Mello .... Clementina Roberto Orosco .... Fabrício Tony Penteado .... Joaninha Carlos Alberto Riccelli .... Leopoldo Tereza Teller .... Quiquininha Gésio Amadeu .... Rafael Vera Manhães .... Paula Lúcia Mello .... Violante Adolfo Machado .... Kleberc Sônia Oiticica .... Donana Carlos Alberto .... Tobias Neuza Borges .... voz Sylvia Massari .... voz Agnaldo Rayol .... voz Clóvis Trindade .... voz     Sinopse   Toda a história se passa na paradisíaca Ilha de Paquetá centrada em Carolina e Augusto. Amigos da família reúnem-se para um sarau na casa de Carolina. Lá, ele vai reencontrar aquele amor dos tempos de criança, com quem trocou juras de amor e um camafeu, peça fundamental para que eles se reconheçam.   Assista Online     Imagens    
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Ficha Título Original: Nattvardsgästerna Ano/País/Gênero/Duração: 1962 / Suécia / Drama / 81min Direção: Ingmar Bergman Produção: Allan Ekelund Roteiro: Ingmar Bergman Fotografia:  Sven Nykvist Música: Evald Andersson Elenco: Ingrid Thulin - Märta Lundberg Gunnar Björnstrand - Tomas Ericsson Gunnel Lindblom - Karin Persson Max von Sydow - Jonas Persson Allan Edwall - Algot Frövik Kolbjörn Knudsen - Knut Aronsson Olof Thunberg - Fredrik Blom Elsa Ebbesen - Magdalena Ledfors   Sinopse   Após ler nos jornais que a China possuí a bomba atômica e pretende usá-la, um pescador vai à igreja, buscando palavras de conforto e consolo do pastor. Porém, este não consegue ajudá-lo porque está passando por uma crise de fé, temendo também o apocalipse nuclear. Realizado no apogeu da Guerra Fria, Luz de Inverno é uma amarga reflexão de Bergman, que teve como modelo o clássico O Diário de um Pároco de Aldeia (1950), de Robert Bresson.   Assista Online (legendado)     Imagens  
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  Por Joelmar Fernando do blog http://recantofilosofico.blogspot.com.br/   Imagine a genialidade do diretor Jean Epstein seguido dos comentários de Edgar A. Poe, reunidos em um único filme. O resultado é impressionante! E é justamente isso o que fascina no filme “A Queda da Mansão de Usher” do ano de 1928. Dentre as inumeráveis análises possíveis para uma obra tão magnífica, peço licença para realizar um exame detalhado em consonância com o aporte teórico psicanalítico, especialmente, a partir de conceitos tão fundamentais para a psicanálise como a sublimação,  a fantasia e o delírio. O filme em questão demonstra de forma espetacular o que Freud nos denomina de fantasia – o ponto de intersecção entre o princípio de prazer e o principio de realidade. A fantasia é uma “fábula pessoal” e propriamente está diretamente relacionada com a postura neurótica - para colocarmos em termos bastante freudianos, afinal, se o neurótico fantasia, o psicótico delira. Entretanto, o que segue no enredo cinematográfico supracitado é o desenvolvimento e o ápice de uma parceria sintomática que permite a Madeline e seu parceiro Roderick emergirem-se na cadeia de sintomas. Inicialmente o filme trata basicamente de Madeline, a amada objetalizada pelo desejo do amante, e, Roderick, que com o ato de sublimação intenta acalmar as tempestades da realidade – a contenção pulsional. Roderick em seu ato sublimatório torna-se artista, com um olhar obstinado em contraste ao olhar desesperado de sua musa (cansada) pinta-a no quadro segundo a perfeição do seu olhar. Contudo, para Roderick “Sem dúvida é a própria vida” que ele pinta no quadro. Há na continuidade da incessante brecha para pintar a amada, o “mais, ainda” do amor. Talvez o completo rompimento com o real e o emparelhamento do simbólico com o imaginário. A amada por sua vez, não inteiramente disposta para a compulsão do companheiro, mesmo assim repete-se. Inscreve-se, permitindo-se, compulsivamente na cena, repetindo o gozo de sua existência e deixando os laços da pulsão de morte reger seus comportamentos – ela goza e autoriza contra as próprias forças a parceria sintomática. Ora, nesse ponto, convém destacar que é o Superego que opera, já que como parceira (e mulher) ela tem que estar      “toda” disposta na assertividade da fantasia do  parceiro.   Entretanto, é na cena onde é apresentada os primeiros sinais de fadiga de Madeline que o real da doença faz com que o amante entre novamente na cena simbólica e se depare com o amor obstinado, passando assim a dar a devida atenção a sua  amada. Todavia, Madeline perece, morre. E é diante do real da iminência da morte que o susto desponta-se. A imagem fantasística aparece pintada no quadro, agora ornamentada pelos chifres – indicando que o mal é a fantasia deslocada da realidade. Concomitante a morte de sua amada, Roderick apresenta a “Negação” como mecanismo de defesa seguido da racionalização na busca de uma operação significante contra o real que a morte desperta. Madeline enquanto escolha objetal de Roderick, só ratifica que o imaginário é aquilo que não cessa de se escrever. É o “necessário”, nesse sentido, só se ama para dar sentido – já dizia Jacques Lacan. Nas cenas seguintes, a proibição do fechamento do caixão é uma ordem de mando que ainda busca por viabilizar uma conexão direta com o plano imaginário, mesmo diante do real da morte do objeto desejado, afinal o desejo não cessa e a questão não é a criatura em sua potencia de ser vivo ou morto – há aqui uma revalidação do objeto enquanto necessário para o funcionamento psíquico idiossincrático. Se na cena seguinte o  cortejo da defunta amada contrasta a realidade da planície e de suas robustas arvores em paralelo com velas demasiadamente  grandes, isso indica que a realidade ainda está de/em luto, há também a própria deformação da realidade que impossibilita o ordenamento natural do plano simbólico, mas a imergência do inconsciente sem recalques e diante da falta alargada pelo furo da existência. Se a fantasia se desmancha com o real da morte da amada. A cena mais irônica e subliminar do filme esta circunstancialmente encenada durante a cópula das rãs. Ali, há uma demonstração claramente psicanalítica, pois se não há relação sexual entre os seres humanos, o que essa cópula indica é o que mantém acesso a chama de uma relação de parceria é justamente o investimento libidinal entre os parceiros. As rãs copulam, estão felizes, porque ali não se trata do plano simbólico, moral e/ou imaginário, é da realidade orgânica e não recalcada que o autor esta indicando a sua necessidade e o ponto de falha de Roderick. Se há de haver o relacionamento puro, é necessário corromper o recalque orgânico (primário) e romper com o recalque simbólico (secundário) que nos apresenta o feixe de separação entre as pulsões e as exigências sociais.  Mas ainda, afastado do recalque simbólico a copula das rãs indica que a relação de parceria cobra o contato, a comunhão dos corpos e o retorno ao real da existência.   As cenas das tempestades e suas paisagens são as mesmas do inicio da película, mas há uma inversão notória na atribuição subjetiva da constatação dos fatos  - Roderick está entre a monotonia, sem a intima inclinação da busca do laço social. Entre a vida, não mais sublimada – o violão está ao chão, calado. Em meio a falta de simbolização, o efeito a ser pago pelo amante é o transbordamento inconsciente em seu caráter de atemporalidade – as horas e os movimentos das engrenagens perdem seu aspecto contínuo, executa-se, então um retrocesso.  O inconsciente desperta-se sobre  a incidência de suas principais características: a repetição e falta de laço temporal – o abando intransigente da noção de passado, presente e futuro. Outro preço a ser pago: as cordas do violão rompem-se. Metaforicamente, o rompimento com a sublimação permite a realidade alucinada e paradoxalmente em um  equilíbrio desequilibrado. Convém salientar que nesse ponto o amante ao lado do quadro da amada já esta perante uma imagem desajustada, obscura e escura, apaga-se aos poucos –literalmente- o rosto da amada perante a fantasia do amante.  Têm se apenas o amante diante de seu objeto a, da falta, estruturante sobre a forma de vazio existencial que uma Madeline (agora morta) não pode mais cobrir enquanto lugar. As tempestades retornam e ao protagonista o conselho é dado: “Roderick você não deveria ver isto, é melhor se distrair com alguma leitura”.  Será preciso, em outras palavras, convidá-lo para o campo simbólico. É necessário, reinseri-lo na realidade das palavras. Ao final do filme é impressiona a crença (in)fundada de Roderick acreditando  que Madeline foi enterrada viva. Entra-se na prerrogativa da alucinação e do delírio. A amada retorna para os seus olhos obstinados. Novamente, ele está diante do objeto de seu desejo. Entretanto, para a suplência efetiva do imaginário é salutar o desligamento e o rompimento com o passado. As chamas possuem toda a casa e o quadro da amada. Jean Epstein mostra em sua ultima cena, chamas que consome a figura da amada, mas que deixa intacta a estrutura mesma do quadro. Deixa também a interrogação e, sarcástico, nos indaga: Neurose ou Psicose? O que o diretor mostra é que a fantasia (ou delírio) continua, esperando apenas um novo investimento psíquico para pintá-lo. Se existe a queda da mansão, é da casa enquanto estrutura estruturante do sujeito que Epstein nos fala. A Mansão cai sobre as chamas, vira cinza. É do rebaixamento da consciência (dessa casa vulgar) que o diretor nos coloca.  
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  Atriz de cinema de sueca, naturalizada norte-americana, conhecida por "a divina". Trabalhou com Mauritz Syiller, que lhe deu o apelido de Garbo. A sua celebridade seria conquistada nos EUA onde trabalhou no cinema mudo que transpôs para o cinema sonoro sem quaisquer problemas devido à sua voz profunda e sensual. Deixou de aparecer em 1947. Em 1955 recebeu o Óscar da Academia pelo conjunto da sua carreira. Saiu de cena no auge da fama tendo conquistado um lugar único na 7ª Arte.   Assista Online (em espanhol)
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Ficha Título Original: The Wall Ano/País/Gênero/Duração: 1982 / Inglaterra / Drama Musical / 95min Direção: Alan Parker Produção: Alan Marshall Roteiro: Roger Waters Fotografia:  Peter Biziou      Música: Roger Waters Elenco: Bob Geldof     ...    Pink Christine Hargreaves     ...    Pink's Mother James Laurenson     ...    J.A. Pinkerton (Pink's Father) Eleanor David     ...    Pink's Wife Kevin McKeon     ...    Young Pink Bob Hoskins     ...    Rock and Roll Manager David Bingham     ...    Little Pink Jenny Wright     ...    American Groupie Alex McAvoy     ...    Teacher Ellis Dale     ...    English Doctor James Hazeldine     ...    Lover Ray Mort     ...    Playground Father Margery Mason     ...    Teacher's Wife (as Marjorie Mason) Robert Bridges     ...    American Doctor Michael Ensign     ...    Hotel Manager Marie Passarelli     ...    Spanish Maid Winston Rose     ...    Security Guard Joanne Whalley     ...    Groupie Nell Campbell     ...    Groupie Emma Longfellow     ...    Groupie Lorna Barton     ...    Groupie Rod Bedall     ...    Roadie Peter Jonfield     ...    Roadie     Sinopse   Em um quarto de hotel, Pink (Bob Geldof), um superstar do rock, enloquece enquanto lembra das memórias de sua vida. Roteiro escrito por Roger Waters, ex-baixista do Pink Floyd, baseado no albúm The Wall.   Assista Online (legendado) vwIZgERvt1A   Canal:http://www.youtube.com/user/ClubMasterFilmes     Imagens  
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A cena do garotinho chorando e chamando pelo pai é de cortar o coração, chorei junto, mesmo sabendo o final. Obra prima de Chaplin. E parabéns pelo site ´ótimo
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eu vi esse fime foi o mais xato que ja vi da ate vontade de vomitar esse filme e muito xato fala serio cara quem fez esse filme deve ser a pessoa mais idiota do mundo lazi tow e mais legal e olha que eu tenho 19 anos e esse filme e xato demais vi no cinema com minha tia e meu namorado
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Título Original: Broadway Serenade Ano/País/Gênero/Duração: 1939 / EUA / Drama | Música | Romance / 114min Direção: Robert Z. Leonard Produção: Robert Z. Leonard Roteiro: Lew Lipton e John Taintor Foote Fotografia: Oliver T. Marsh Música: Herbert Stothart Elenco Jeanette MacDonald ... Mary Hale Lew Ayres ... James Geoffrey 'Jimmy' Seymour Ian Hunter ... Larry Bryant Frank Morgan ... Cornelius Collier, Jr. Wally Vernon ... Joey, the Jinx Rita Johnson ... Judith 'Judy' Tyrrell Virginia Grey ... Pearl William Gargan ... Bill Foster Katharine Alexander ... Harriet Ingalls Al Shean ... Herman Esther Dale ... Mrs. Olsen, the Landlady Franklin Pangborn ... Gene, Collier's Composer E. Alyn Warren ... Everett Paul Hurst ... Reynolds, a Drunk Frank Orth ... Mr. Fellows   Sinopse   Mary (Jeanette MacDonald) e Jimmy (Lew Ayres) são um casal de jovens artistas que apresentam -se no clube noturno Greenwich Village. Mas o ciúme de Jimmy contras as investidas masculinas em relação a Mary faz com que ambos sejam despedidos. Procurando emprego como compositor para Jimmy e participações em shows, Mary acaba sendo contratada para estrelar um musical com o jovem Larry Bryant (Ian Hunter). A carreira de Mary deslancha, e Jimmy fracassa cada ves mais, até que as divergências entre ambos acabam rumando para um doloroso divórcio. Até que um dia Jimmy finalmente consegue vender uma de suas belas composições para um musical, que por coincidência tem sua esposa como protagonista. Mas será que, agora que Mary está casada com Lary Bryant, Jimmy conseguirá conquistar novemente seu coração?  
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  Thelma Todd: ela era conhecida por seus fãs como a loira Sorvete, mas para os amigos de Hollywood ela era Todd quente. Thelma era a atriz de comédia mais adorada no final da década de 20 e 30, e a atriz preferida dos Irmãos Marx. O público a amava não só por suas cenas picantes e timing impecável mas também por sua beleza excepcional. Mas a vida de Todd acabou misteriosamente quando ela tinha apenas 30 anos e as circunstâncias que cercaram sua morte eram mais que suspeitas. Assista a esse episódio de Mistérios e Escândalos e saiba mais sobre esta atriz:   Assista Online
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2012. eu adorei
eu adorei
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Grande ator inglês, ganhador do Oscar de Melhor ator em 1940 pelo filme, Adeus Mr. Chips, o que foi uma grande façanha, pois na época, concorriam com ele Clark Gable por E o vento levou e Laurence Olivier por O Morro dos ventos uivantes. Morreu muito cedo deixando uma legião de f´ãs.
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Venho procurando há muito tempo um filme que vi na infância que não sei, não lembro o nome, mas seria um clássico do cinema onde o personagem masculino está obsessionado pela mulher e tenta conquistá-la, e a todo lado tem uma orquestra de violinos tocando "Fascinação" - é uma comédia romântica, lembro de algumas cenas ainda, era muito pequena. Será que vc um conhecedor poderia me ajudar a encontrá-lo? Obrigada! Jocy
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Olá! Gostei muito do site! Postei recentemente no blog que animo a tradução de uma entrevista feita com Catherine Deneuve por uma revista francesa. Seu caráter forte e sincero fica evidente! Aí vai o link: Aprender francês em Nice. Abraços!
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  Por Rodrigo Mendes do blog http://cinemarodrigo.blogspot.com.br   Já havia comentado sobre este filme aqui no Cine Rodrigo, uma fita clássica que tem vários predicados em ser importante na Sétima Arte. É justo uma revisão e comentar um pouco mais sobre o filme na Sessão Dinossauro. O Cantor de Jazz (The Jazz Singer, 1927), realizado na Warner Brothers ainda continua com o seu impacto. É um daqueles exemplos que todo cinéfilo tem que saber a respeito numa sala de aula. Lembro de o meu professor Walter Webb comentar muito sobre a obra, parecia que o velho lia um dossiê quando falava. O filme é também uma lenda de Hollywood e alvo de atenções especiais. Acho que sua estética é até subestimada devido ao falatório exclusivo de ser o primeiro filme realmente falado da história. Fica a impressão que O cantor de Jazz tem apenas o papel de ter sido um passo importante no desenvolvimento da indústria (e a própria publicidade da fita vendeu a idéia). Ou seja, a arte, mídia que conhecemos hoje, deve-se ao Cantor de Jazz. Certamente o filme é marcante mais no sentido lucrativo, revolucionário do que propriamente artístico, mesmo a fita sendo minimizada no ponto de vista “filme de autor”, valor estético, etc. Foi dirigido por ALAN CROSLAND (1894-1936) que já havia feito experiências com o som anteriormente no filme DON JUAN, 1926, um ano antes, estrelado por John Barrymore, isto é, o primeiro filme sonoro. Gosto também de alguns outros trabalhos do diretor (Amor de Boêmio, Beloved Rogue, 27/O Álibi de Meia- Noite, The Midnight, 1934 e Comigo É Assim, Personality Kid, 1934 – este último só assisti uma vez no curso). Um trágico acidente automobilístico o interrompeu. De qualquer forma, Crosland tinha tanto o lado técnico, do artesão, quanto do autor. Por exemplo, seus filmes trazem, além do entretenimento, temas sociais pertinentes. Aqui, temos o judeu e todo um tema bastante racial. Em Don Juan, o herói tem uma relação inspiradora com relação ao pai por mais que não seja um relacionamento tão dramático como em The Jazz Singer. Também retrata a sociedade, adaptado do poema de Lord Byron, mas ao invés de tratar do racismo, aborda (com muita graça, diga-se de passagem) as fantasias sexuais de um homem galanteador, perseguido por maridos furiosos e adultérios jacentes. O jeito como Crosland dirige estas duas premissas é muito particular e autoral e vejo muita coisa em comum, no entanto, foi The Jazz Singer que ganhou mais atenção e Don Juan foi pioneiro apenas no uso do recurso do Vitafone, que permitia adicionar efeitos sonoros justaposto à trilha sonora. Já em The Jazz Singer, a fama, na verdade, e é preciso explicar, foi de ser o filme com maior tempo de duração com falas. Portanto, o filme é ainda parcialmente mudo, mas da maneira que ele ficou mundialmente conhecido, quem for assistir pela primeira vez vai achar que é inteiramente falado.     O filme, além das falas (que são poucas), tem suas cenas musicais (aliás, bem limitadas) sincronizadas num disco de acetato. Este é o ponto alto de sua relevância, já que antigamente os filmes ainda mudos, necessitavam (em algumas das primeiras projeções) de atores que ficavam escondidos fazendo a dublagem durante o filme. Do mesmo modo como pianistas (muitos deles até improvisavam) e até orquestras sinfônicas, que ficavam tocando ao vivo para a platéia enquanto o filme era projetado. Sempre foi um desejo do cineasta e do espectador ouvir através das imagens. Hitchcock acreditava que se o filme fosse bom, nem era preciso a sonorização. O público estaria com a noção perfeitamente clara do que estaria acontecendo, mas é claro, se o filme fosse espetacularmente visual e poucos fizeram isso como Hitchcock. No caso de Crosland não foi bem assim, afinal ele estava interessado em conseguir atribuir o melhor em termos de som e imagem, avançando e persistindo no conceito técnico. Portanto não teve tempo de criar algo extremamente grandioso e sugestivo visualmente, ainda assim, faz um trabalho interessante com a história. O que mais me impressiona no filme é o notável passo rumo ao avanço de uma tecnologia. Sempre tem a primeira vez pra tudo! Não era mais preciso necessitar-se de dubladores e maestros em um teatro, agora começavam a surgir salas de cinema menores para apreciar o primeiro filme que já trazia o som gravado separadamente que tocava no disco de acetato. Na verdade, sempre almejamos qualidade ao assistir um filme. Por que será que trocamos o VHS pelo DVD e depois pelo Blu-ray? A substituição do mudo para os filmes “talkies”, definitivamente começou com este grande sucesso de AL JOLSON (1886-1950) na época um dos mais famosos cantores do gênero. Jolson atuou em poucos filmes e seguiu-se com pouco prestígio como em A Última Canção - The Singing Fool, 1928, de Lloyd Bacon, também produzido na Warner. Por mais que tenha ficado marcado como Jakie em O Cantor de Jazz, sua voz é reconhecida em diversos filmes que passaram a utilizar como parte de suas trilhas musicais canções eternizadas por Jolson.     O filme é uma adaptação escrita por Alfred A. Cohn e Jack Jarmuth (que escreve os inter-títulos) de uma peça da Broadway, sucesso de 1925, escrita por SAMSON RAPHAELSON (1884-1983) que já assinou obras como Suspeita, 41, de Hitchcock. Antes da peça teatral (inclusive foi remontada no mesmo ano do filme e estrelada por George Jessel), a trama veio de um conto escrito por Raphaelson, The Day of Atonement – “O Dia Da Expiação”. Foi um dos primeiros filmes a ganhar o Oscar, um prêmio especial honorário da Academia (em seu primeiro ano, 1929) por ser um filme pioneiro no cinema falado, uma excelente produção que revolucionou a indústria dali em diante. Além disso, recebeu uma indicação na categoria de Melhor Roteiro Adaptado (mas naquela época não existia duas categorias para scripts originais ou adaptação). O filme ainda dividiu o Oscar Especial com uma das mais magistrais fitas de Charles Chaplin, O Circo (The Circus, 1928) que era o oposto da proposta de Jazz Singer! A fita também recebeu, em 1996, um prêmio do National Film Preservation Board pelo seu registro histórico. Era fato de que na época a maior parte das salas de projeção não disponibilizava o recurso para exibição de filmes sonoros. Os produtores tiveram que exibir fora das grandes cidades em edições mudas. O problema foi resolvido no ano seguinte, quando a técnica já era uma realidade e assim o filme pôde ser apreciado nacionalmente na versão original (falada e cantada). O American Film Institute o selecionou, em 1988, como um dos melhores filmes americanos de todos os tempos. Ainda acredito que o filme não é visto muito a sério como um melodrama, embora a trama seja simples e Crosland consegue hibridizar o estilo de vaudeville com o melhor que se poderia esperar de uma interpretação de Jolson, que sabia lidar tanto com a sua carreira como cantor e de ator. E por que não dizer que ele foi pioneiro em “sincronizar” tão lindamente ambas as coisas? Muito embora tenha poucos papéis no cinema, os seus filmes nunca deixam de ser desinteressantes, por mais que este tenha marcado muito mais. Na trama, Jolson é um jovem que desafia as tradições de sua família judia, obviamente naquela época ainda mais tradicional. Jakie Rabinowitz ou Jack Robin, como passa a ser conhecido (Jolson) decide enfrentar o pai, o ótimo WARNER OLAND (1879-1938) e assim realizar o seu sonho, tornar-se cantor das famosas casas de diversões que dava espaço para artistas realizarem números com canções populares. Evidente que isso é o maior desgosto da vida de seu pai, um homem devoto de sua religião, apesar de um exímio cantor, que se limita apenas a ser um litúrgico de sua Sinagoga. O herói ainda tem que fugir de casa depois de uma discussão com o velho que o castigou por saber que seu filho estava cantando em um café. Anos mais tarde, Jakie se torna famoso e um cantor de Jazz respeitado, tendo feito grande sucesso. Seu maior drama são as relações com o pai e herança cultural que voltam para assombrá-lo.     EUGENIE BESSERER (1868-1934) interpreta a inconsolável mãe, Sara Rabinowitz, em uma atuação envolvente e bonitinha. E como toda boa mãe, apóia o filho em tudo. A cena mais antológica é quando Jolson toca uma bela canção para ela no piano. Gosto também da mocinha interpretada por MAY McAVOY (1899-1984), grande estrela dos filmes mudos, como o épico de 1925, BEN HUR com Ramon Novarro. Sua Mary Dale é a típica moça que aconselha o galã e acaba se envolvendo romanticamente. Ela faz isso com muita graça! A trama é basicamente essa, mas cheia de nuances e o filme (tinha que ser realizado na polêmica Warner Brothers) é uma crítica racial ferrenha. Mostra as dificuldades de aceitação da transformação do indivíduo que não gosta de seguir à risca o que lhe impõem. Um homem branco, descendente direto de judeus e que não pode sair por ai cantando Jazz, naquele tempo (e se duvidar até nos dias de hoje), um gênero visto como um veículo para o público e artistas negros. E, por qual razão Jakie pinta o seu rosto? Um disfarce que não pode ser compreendido como simplesmente um número artístico. Um de meus momentos prediletos é quando Jolson canta “Mammy” no ato final. Simples e emocionante. Jolson o faz, mas não de cara limpa, já que a única coisa “clean” é a sua devoção e carinho pela música e evidente por sua mãe.   Eis um filme com bastante ritmo que soube passar por cima de dogmas e se converteu magistralmente, divulgando também o grande Jazz, cultura musical popular que tanto se misturou, produzindo uma variedade de subgêneros melódicos e harmônicos que tanto entretêm nossas vidas com a boa música. É curioso como essas histórias acontecem no cinema, um filme tão pertinente e discursivo no quesito sociocultural quanto à época da chegada do som. E tudo se sincroniza perfeitamente!  
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  Ficha Título Original: Gabriela, Cravo e Canela Ano/País/Gênero/Duração: 1983 / Brasil / Romance / 102min Direção: Bruno Barreto Produção: Ibrahim Moussa e Harold Nebenzal Roteiro: Bruno Barreto, Flávio R. Tambellini, Leopoldo Serran Fotografia: Carlo Di Palma Música: Tom Jobim Elenco: Sônia Braga .... Gabriela da Silva Marcello Mastroianni .... Nacib al Saad Antônio Cantafora .... Tonico Bastos Paulo Goulart .... João Fulgêncio Ricardo Petraglia .... Josué Lutero Luís .... Manuel das Onças Tânia Boscoli .... Glória Nicole Puzzi .... Malvina Flávio Galvão .... Mundinho Falcão Jofre Soares .... Ramiro Bastos Maurício do Valle .... Amâncio Leal Nildo Parente .... Maurício Caires Ivan Mesquita .... Melk Tavares Luís Linhares .... Jesuíno Mendonça Emile Edde .... poeta Argileu     Sinopse O cenário principal é a Bahia. Em 1925, uma retirante chamada Gabriela (Sônia Braga) chega a Ilhéus, fugindo de uma das maiores secas da história do Nordeste. Com sua beleza e sensualidade, ela conquista a todos, especialmente Nacib, o proprietário do bar mais popular da cidade. Gabriela vai trabalhar para Nacib e os dois iniciam um relacionamento que fica tão intenso que eles acabam por se casar. Porém, tudo muda quando Gabriela o trai com o maior conquistador da cidade. Paralelamente, um "coronel" vai ser julgado por ter matado sua mulher com o amante. Os outros "coronéis" acham que ele tem de ser inocentado, pois houve um forte motivo para o crime, mas os tempos mudaram e determinados conceitos do passado acabam por cair.   ASSISTA ONLINE               Imagens
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Ficha Título Original: Limite Ano/País/Gênero/Duração: 1931 / Brasil / Drama / 120min Direção: Mário Peixoto Produção: Mario Peixoto Roteiro: Mário Peixoto Fotografia: Edgar Brasil Elenco: Olga Breno ... Woman Tatiana Rey ... Woman Raul Schnoor ... Man Brutus Pedreira ... Man Carmen Santos ... Woman eating a fruit Mario Peixoto ... Man sitting at the cemetery Edgar Brasil ... Man asleep in the theatre Iolanda Bernardes ... Woman at the sewing-machine     Sinopse   Um homem e duas mulheres estão confinados em um barco em meio à imensidão do oceano. Eles vão contando suas histórias de como chegaram até ali, logo após uma intensa tempestade tê-los isolado do mundo.   Assista Online RYWX6gCXdBE   Canal:http://www.youtube.com/user/CinemaClassico3     Imagens
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Alguém lembra o nome de um filme parecido com "A Felicidade não se compra" mas o personagem principal era de uma moça e passava na TV no início dos anos 80?
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Um ator que provou ser maior que o preconceito. O primeiro filme que assisti com Sidney Poitier foi Quando Só o Coração Vê (1965), ao lado de Shelley Winters. Desconhecia-o, mas logo de cara percebi que se tratava de um magnífico ator. De infância pobre (seu pai era agricultor), esse ator nascido em Miami por acaso (sua família estava de passagem pela cidade), veio a morar na cidade de Miami quando já contava 15 anos. Partiu para Nova York. Era tão pobre que teve que dormir na rodoviária. Foi recusado em empregos e obrigado a dormir em bancos de praças, paradas de ônibus e afins. Graças a essa experiência, futuramente participaria de Movimentos pela defesa dos Direitos Civis. A estréia no teatro veio com uma ponta em “Lysistrata”. Em 1949 veio sua primeira chance no cinema, com "O Ódio é Cego", onde interpretou o papel de um médico que tratava racistas. Sidney Poitier, que é Doutor Honorário da Universidade Shippensburg da Pennsylvania, casou-se duas vezes: a primeira em 1950, com Juanita Hardy (mãe de quatro filhos seus) e a segunda em 1976, com Joanna Shimkus (mãe de duas filhas suas). Em 1963 ele recebeu seu Oscar por “Uma Voz nas Sombras”. Tornou-se assim o primeiro negro a receber um Oscar em Papel principal. Em 2002 recebeu um Oscar Honorário pela sua obra. Outros filmes de destaque do ator são Guess Who's Coming to Dinner - Adivinhe quem vem para o jantar  (1967) , The Defiant Ones - Acorrentados (1958) , Band of Angels - Meu pecado foi nascer (1957) e Blackboard Jungle - Sementes da violência (1955) . Segundo o ator, “Nós todos sofremos com as preocupações, mas a perfeição pode ser encontrada apenas no amor”.   Por Carla Marinho
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Amo esse filme! Bette, única, simplesmente a melhor!!!
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Filmaço. Escrevi sobre ele aqui: http://pt.shvoong.com/entertainment/movies/1686471-anjo-exterminador/ Parabéns pelo site, Abraços
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  Ficha Título Original: A Fool There Was Ano/País/Gênero/Duração: 1915 / EUA / Drama / 67min Direção: Roy L. McCardell Produção: Frank Powell Roteiro: Porter Emerson Browne Elenco: May Allison ... The Wife's Sister Theda Bara ... The Vampire Victor Benoit ... One of Her Victims - Reginal Parmalee Clifford Bruce ... Tom - The Friend Mabel Frenyear ... Kate Schuyler - Fool's Wife Minna Gale ... The Doctor's Fiancee Creighton Hale ... Minor Role Runa Hodges ... The Child Edward José ... The Husband - John Schuyler Frank Powell ... The Doctor     Sinopse Theda Bara é uma mulher que usa seu charme para seduzir e corromper o advogado John Schuyler, para que ele abandone a sua esposa.   Assista Online       Imagens  
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Título Original: The Case Against Mrs. Ames Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Drama / 85min Direção: William A. Seiter Produção: Walter Wanger Roteiro: C. Graham Baker e Arthur Somers Roche Fotografia: Lucien N. Andriot Música: Gerard Carbonara Elenco Madeleine Carroll ... Hope Ames George Brent ... Matt Logan Arthur Treacher ... Griggsby Alan Baxter ... Lou Beulah Bondi ... Mrs. Livingston Ames Alan Mowbray ... Lawrence Waterson Brenda Fowler ... Mrs. Shumway Esther Dale ... Matilda Edward Brophy ... Sid Richard Carle ... Uncle Gordon Scotty Beckett ... Bobbie Ames Mayo Methot ... Cora Guy Bates Post ... Judge John Davis June Brewster ... Laurette La Rue Elvira Curci ... Jeanette   Sinopse   Quando o sr. Ames é assassinado, sua bela esposa é a principal suspeita. Ela é absolvida por falta de provas, mas seu filho Bobbie é tirado de sua guarda por parentes rancorosos, que envenenam a mente do garoto contra ela. Para piorar as coisas, o assistente Matt Logan não desiste do caso, e vai em busca de mais provas que possam incriminá-la.      
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Marilyn anotou em papel de carta do hotel Waldorf Astoria, em Nova York, um triste sonho: “Um eterno vazio”   Marilyn cultivava desde a infância o hábito de ler e escrever poesias, todavia, jamais teve o intuito de publicá-las, visto considerar os seus versos apenas como passatempo. Mas esse material foi organizado por Bernard Coment e Stanley Buchtahl e publicado no livro "Fragmentos - Poemas, anotações íntimas e cartas de de Marilyn Monroe". Seus textos eram mostrados apenas para amigos íntimos, e após sua morte, seus escritos foram deixados para o amigo Lee Strasberg. Após a morte deste, em 1962, o material passou para as mãos de sua esposa Anna Strasberg.   Leia abaixo alguns fragmentos e textos de Marilyn:   "Vida - Eu sou de ambas as suas direções De alguma forma permanecendo de cabeça para baixo na maior parte mas forte como uma teia de aranha no vento – eu existo mais com a geada fria e cintilante. Mas os meus raios borbulhantes têm as cores que vi nas pinturas – ah vida eles traíram você"   “Na tela da escuridão absoluta / surgem sombras de monstros / meus inabaláveis companheiros/ E o mundo dorme/ Paz, preciso de você, mesmo que seja um monstro pacífico” "Ao salgueiro que chora. Eu ficava de pé sob teus galhos E florescente e finalmente te agarraste a mim Quando o vento nos atingiu... na terra E na areia te agarraste a mim." "Vida em momentos estranhos Eu sigo suas duas direções Bem ou mal fico suspensa,atraída pelo vazio Enquanto suas duas direções me puxam." "Noite da noite - relaxante. Trevas - refrescantes - o ar Parece diferente - a noite não tem Nem olhar nem nada - Silêncio - Exceto para a própria noite."      
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Sucesso desde a década de 90, o ator já encontra-se entre os melhores de nossa época. Quando Andy nasceu, os médicos descobriram que seu irmão gêmeo (pouco maior que uma bola de tênis) estava grudado em seu ombro. Foi retirado cirurgicamente, a marca permaneceu no corpo do gêmeo vivo até hoje.   O cubano Andy saiu com a família de Cuba em 1961. Tinha apenas 5 anos ao chegar aos Estados Unidos. A fronteira da língua foi sua maior inimiga: na infância, sofreu o que qualquer estrangeiro nos Estados Unidos sofre, com a discriminação. Malhou muito para chegar à fama: foi garçon, apresentou-se em stand-ups. Após algumas participações, estreou nas telas em “A Grande Jogada” (1983). Recusou-se a se tornar apenas mais um corpitho e recusava-se constantemente a fazer cenas que envolviam nudez (pena). Apesar do fracasso de “Morrer Mil Vezes” (1986), chamou a atenção de Brian de Palma, que o quis em “Os Intocáveis” (1987). O primeiro filme de máfia de sua carreira. E ele trabalhou ao nome de nomes consagrados: Kevin Kostner, Sean Connery e Robert De Niro. Peso. Em 1993 viria o final da saga Corleone, com “O Poderoso Chefão 3”. Bom, o filme não foi bem aceito, Andy foi indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. E trabalhou ao lado de Al Pacino.Houve até especulações sobre um 4° filme da saga, mas Francis  Coppola deu pra trás no projeto. Na década de 90 já era um dos atores mais respeitados do meio. Em 2004 ele tornou Modigliani, na história sobre a vida do grande pintor, arqui-inimigo de Picasso. Uma interpretação apaixonante do pintor italiano. Andy detesta falar de sua família. É pai de três crianças (e conta-se que engordou religiosamente em todas as gravidezes da esposa). Dentre os filmes recentes que participou, Ocean’s Thirteen (2007), The Lost City (2005), 5 Days of War (2011) e Open Road (2012).   Por Carla Marinho
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Após assistir ao filme "Roma, Cidade Aberta" de Roberto Rossellinni, Ingrid Berman, na época casada com Petter Aron Lindström, ficou extasiada com o filme. Diante disso, escreveu uma carta para o diretor: “Caro senhor Rossellini, vi seus filmes “Roma: cidade aberta” e “Paisá” e gostei muito deles. Se precisar de uma atriz sueca que fale inglês muito bem, não esqueceu o alemão, ainda não é muito inteligível em francês e de italiano só sabe ti amo, estou pronta para fazer um filme com o senhor”. Educado, mas sem saber quem era Ingrid, Roberto lhe respondeu carinhosamente, e lhe chamou para um teste para "Stromboli. Logo Ingrid partiria para a Itália, sem saber que isso mudaria completamente os rumos de sua vida. Lá chegando, ao se conhecerem, os dois se apaixonaram imediatamente e iniciaram um romance. Ela logo engravidou, e o escândalo se tornou inevitável, pois além dela, ele também era casado. Quando o filme estreou, Roberto, o primeiro filho do casal, nascia. Pouco tempo depois Ingrid se divorciou de seu primeiro marido, casando-se com Rossellini no México. Hollywood não deixaria isso barato. A Legião de Decência dos Estados Unidos boicotou o nome de Ingrid após o acontecido e os exibidores retiraram todos os seus filmes de cartaz. Ela era vista como um mal exemplo de comportamento e como uma pecadora. Foi massacrada pela crítica americana, pela imprensa e chamada de vagabunda. Após o divórcio, foi proibida de ver sua filha mais velha, Pia, que tinha 10 anos. Foi um período difícil na vida de Ingrid, que passou um ano até rever a filha. Em 1952 ela teve mais duas filhas com Rossellini, as gêmeas Isabella e Ingrid. Foram 7 anos vividos na Itália, atuando em filmes de Rossellini e Jean Renoir. Até que o encanto terminou. Em 1957 o casal se divorciou e Ingrid e Rossellini se separaram. Ela teria que retornar para os Estados Unidos. Tinha medo, mas tinha que retornar. Como seria recebida? Seu retorno foi triunfal, o público parecia desconhecer o acontecido. No cinema, ela retornou com o filme Anastacia, que lhe rendeu o Oscar de Melhor Atriz. Um tapa na cara dos recalcados. Por Carla Marinho  
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  Por Rodrigo Mendes do blog Cinema Rodrigo Casal de trambiqueiros amadores: uma falsa médium e um motorista de táxi, se envolvem em uma trama misteriosa quando uma velha rica decide pagar 10 mil dólares para a “vidente”, Blanche, localizar o sobrinho renegado e o seu único herdeiro que supostamente estaria morto. Só que tudo se complica quando o verdadeiro é encontrado. Trata-se de um sequestrador, ladrão de jóias e assassino profissional que é ajudado pela namorada, uma falsa loura.   Depois do sucesso comercial de FRENESI (Frenzy, 1972) era hora de Hitchcock (1899-1980) procurar por uma nova trama. Depois do fraco TOPÁZIO (Topaz, 1969) e o subestimado CORTINA RASGADA (Torn Curtain, 1966), Hitch estava lhe dando com uma nova audiência, um público diferente. Não era mais aquela plateia que se impressionava com filmes como: Janela Indiscreta, Intriga Internacional, Ladrão de Casaca, Disque M Para Matar, Pacto Sinistro, Um Corpo Que Cai... os anos dourados do diretor. Psicose (Psycho, 1960) foi uma ruptura em sua carreira, simbolizada no choque que foi a cena do chuveiro, o adeus do cineasta a uma era de filmes. Depois disso, a partir de Os Pássaros (The Birds, 1963) e Marnie, Confissões de Uma Ladra (Marnie, 1964), o próprio Hitchcock percebeu que tinha que se reinventar, com filmes mais ágeis. O marco de Psicose, sucesso absoluto de sua carreira, acabou sendo tão imitado, um trabalho tão influente, que nem mesmo Hitch conseguiu se superar já naquela idade e altura do campeonato vindo de uma vasta e brilhante carreira. Certamente o final dos anos 1960 e década de 1970 foi o período mais complicado e obscuro para ele. Começava a surgir uma nova safra de artistas na indústria (a própria indústria Hollywoodiana estava se modificando); Martin Scorsese, Brian De Palma (que sempre deixou claro a influência do mestre do suspense em sua obra), Francis Ford Coppola, George Lucas e Steven Spielberg, (citando apenas alguns e o último que colocava mais sensibilidade nas telas). Portanto, a concorrência com os jovens era uma tarefa árdua. Nem por isso, seus últimos filmes foram totalmente desinteressantes (sobretudo o mais fraco e que tenho pouca predileção, Topázio) e Hitchcock continuava com seu prestígio, mas era no sentido de respeito para com o Sir. do império britânico com relação aos seus últimos trabalhos do que qualquer outra coisa.     TRAMA MACABRA não é uma obra-prima, ou uma “pequena obra-prima”, é simplesmente um bom entretenimento, isto é, um programinha legal para um dia de chuva. É uma fita típica de Hitchcock, apesar dos novos tempos e reinvenção na arte de fazer cinema. Baseado em um livro de autoria do escritor inglês VICTOR CANNING (1911-1986), The Rainbird Pattern, eis um programa que Hitch declarou, se nós estivéssemos interesse em assistir, sobre o passado do homem que resolve sair da tumba para assombrá-lo. Mais ou menos esta analogia, que com seu humor típico, ele próprio confessava a sua culpa. Family Plot, como o filme foi chamado, é recheado de subtramas deliciosas, pistas que fazem o casal central, uma dupla de trapaceiros (BRUCE DERN e BARBARA HARRIS – hilários!) se envolverem em sequestros, roubo de jóias (os diamantes que são eternos...) e é claro, assassinato! Afinal estamos em um filme de Alfred Hitchcock não se esqueçam! O roteiro é assinado por ERNEST LEHMAN (1915-2005), exímio roteirista, várias vezes indicado ao Oscar, e que havia trabalhado com Hitchcock no sensacional Intriga Internacional (North By Northwest, 1959. Sem demagogias pelo meu amor ao mestre, seu melhor trabalho)   A premissa segue a história de uma “profissional” mentirosa e aspirante a vidente e ou/ médium, Madame Blanche Tyler (Harris) que em uma de suas consultas (e a cena no início é super engraçadinha), fica sabendo que uma fiel cliente, uma senhora milionária, Julia Rainbird, a ótima CATHLEEN NESBITT (1888-1982 – de filmes como Tarde Demais Para Esquecer, An Affair To Remember, 1957) esta disposta a pagar uma grande bolada em dinheiro se Blanche conseguir entrar em contato com o mundo espiritual e saber através dos parentes mortos da velha o paradeiro do sobrinho perdido que seria seu único herdeiro. A trama começa em torno disso, assim, Blanche convence o namorado/amante (aliás, o filme não evidencia que ambos os casais eram de fato casados), George Lumley (Dern) um taxista, a investigar este passado mórbido. Fumando o seu cachimbo e com um faro detetivesco, mas com atitudes amadoras, George vai descobrindo aos poucos o sumiço do rapaz. Chega até um cemitério e descobre que uma lápide foi colocada lá para despistar a família Rainbird e a polícia. O único herdeiro da fortuna estaria vivo? Será que o cara forjou sua própria morte? Seguindo as pistas, o casal de malucos acaba entrando pelo cano, envolvem-se em algo muito maior, já que descobrem que um joalheiro ladrão, cruel, e assassino pode ser o tal sobrinho morto. Ele é Arthur Adamson (WILLIAM DEVANE), que acha que Blanche e George estão em seu encalço devido aos crimes que cometera. Para colecionar diamantes, ele rapta homens poderosos e os mantém em um esconderijo secreto em sua própria casa,  e insere uma droga tranquilizante e os trata muito bem no cativeiro. Sem nenhum vestígio que possa incriminá-lo. Tudo é feito com a colaboração de uma cúmplice, sua namorada, Fran (KAREN BLACK), que se disfarça de loura para obter os diamantes na entrega. Armada, coberta com óculos escuros e sem dizer uma só palavra para não ser identificada. Infantil demais acreditarmos nisso, mas enfim... O barato deste filme é que Hitchcock o recheia com um humor negro maravilhoso. Tem mais alívios cômicos do que cenas tensas ou aterrorizantes, mas sim, existe o suspense só que desta vez, fica claro que é o suspense o alívio desta trama e não o oposto como nas obras anteriores do diretor. Tem apenas um assassinato depois da tentativa do mesmo, numa sequência em que mostra o carro dos heróis perdendo o controle em uma auto-estrada cheia de curvas, após eles terem sido descobertos por Adamson que não poupa despesas para realizar algumas queimas de arquivos. Manda seu comparsa, Maloney, interpretado por ED LAUTER, eliminar a dupla de farsantes. Ele é um frentista de posto e mecânico que “astutamente” sabota o veículo. Mas a tentativa é frustrada! O mais engraçado são as reações de Harris e Dern com uma química incrível e um overacting formidável.  Ela sai por cima quando o carro tomba, pisando na cara de Dern, que sai por baixo. A mulher é o gavião e o homem o verme. (Risos). HOWARD KAZANJIAN que mais tarde seria produtor executivo de alguns filmes como: Os Caçadores Da Arca Perdida, 1981 e produtor de Star Wars- Episódio VI: O Retorno De Jedi, 1983, foi convidado pelo gerente de produção e amigo de Hitch, HILTON A. GREEN, para ser o Assistente de Direção do mestre. "O que foi uma honra", segundo ele. Kazanjian conta várias histórias do período em que esteve com Hitchcock, uma delas foi a frustrante situação que foi conhecer pessoalmente Hitch depois de várias tentativas e durante longas cinco semanas se comunicando com ele através de outros assistentes. Ele diz que na época, por ser muito jovem, as pessoas pensavam que Hitch iria censurá-lo por querer falar com ele sobre o filme etc e tal. Novos cineastas estavam surgindo e tinham um jeito completamente diferente de trabalhar. Hitchcock ainda pertencia a velha moda de Hollywood. Isso é até irônico, Hitch foi o mais moderno contador de histórias de sua época, mas teve que passar pelo processo de modernidade do novo cinema. Uma dessas diferenças era a pontualidade britânica do velho de começar a trabalhar e até mesmo para comer o seu café da manhã, hábito que os jovens, como Kazanjian, não tinham. De súbito, ele entrou numa sala e se apresentou a Hitchcock e segundo ele, depois da apresentação, Hitch o pediu para acompanhá-lo até o seu escritório e a partir deste dia, Kazanjian passou todas as manhãs, pontualmente, ao lado do mestre e começando com uma xícara de café, é claro. Uma das discussões de Hitch com Kazanjian sobre o filme era a escolha ideal para o título e que a princípio se chamaria “Fraude” – Deceit (Hitchcock gostava de títulos com uma só palavra, Family Plot nunca lhe agradou) sobre duas histórias separadas e dois pares de pessoas completamente distintas que acabariam por se cruzar. Isso era o que mais fascinava Hitchcock, mais até do que os demais detalhes do roteiro. O filme tem várias insinuações sexuais, uma marca registrada de Hitchcock, e apesar de algumas explícitas, segundo Kazanjian, na época também passaram despercebidas. Os diálogos que incitavam isso eram alterados e modificados por Hitchcock no set de filmagem, espiritualmente, diga-se de passagem. Exemplo: Bruce Dern (George) para Barbara Harris (Blanche): “Estou cansado que você venha pegar as minhas bolas de cristal.” Outra marca dele é a comida e o mesmo casal discutindo e comendo depressa na cena com os hambúrgueres. É hilário! Depois de ter rompido a relação com Bernard Herrmann, Hitchcock teve a sorte de trabalhar com o jovem JOHN WILLIAMS, que ficou famoso depois do sucesso de Tubarão (Jaws, 1975), para compor a trilha. Williams faz um trabalho cuidadoso sem muita exposição pessoal, mas é evidente o reconhecimento da sua marca. Trama Macabra tem uma música tímida e não tão operística como nos filmes anteriores do diretor e certamente nos trabalhos seguintes de Williams com Spielberg. Ele foi dirigido pelo mestre da seguinte maneira, segundo Williams, os pormenores da música era para ser a voz do além que Barbara Harris imitava. Ou seja, Williams buscou nas vozes femininas o tom certo para as suas notas, além do mais, Hitchcock apreciava trabalhar com música em seus filmes através do método eficaz da edição. “A precisão da edição refletia a da filmagem”, segundo Williams sobre Hitch. De fato, é um trabalho brilhante do compositor, que sabe captar as nuances de cada cena do filme + as idéias de Hitchcock e cada tom que a música deve atingir ilustrando musicalmente cada momento de antecipação e comédia. A meu ver é uma de suas composições mais subestimadas.     O filme teve apenas uma indicação ao Globo De Ouro na categoria Melhor Atriz – Comédia ou Musical para Barbara Harris. Recebeu o prêmio Edgar Allan Poe Awards em 1977 como Melhor Filme. Em sua famosa aparição, é visível notar a silhueta de Hitchcock (famosa pela abertura de suas séries de TV: Alfred Hitchcock Presents e The Alfred Hitchcock Hour) que aparece através da porta do cartório conversando com uma mulher. Genial!     Inicialmente, Hitchcock desejava Al Pacino para o papel que acabou com Bruce Dern (que já havia trabalhado com ele fazendo uma ponta como o marinheiro no escandaloso Marnie com Tippi Hedren). Pacino só não pegou o papel porque exigia um cachê muito alto (naquela altura já era famoso pelos filmes de Lumet e por ter estrelado O Poderoso Chefão). Burrice dele. Afinal, teria em seu currículo um filme dirigido por Hitchcock, não basta? Este foi, infelizmente, o último filme do mestre. Ao término deste, ele estaria envolvido na direção do projeto THE SHORT NIGHT, também escrito por Lehman, adaptado do livro de mesmo nome escrito por Ronald Kirkbride (que só obteve uma obra sua adaptada para o cinema, em: A Girl Named Tamiko, 1962, por John Sturges). A notícia triste de que Hitchcock ia se aposentar foi anunciado pelo próprio em seu escritório numa conversa pessoal com seu assistente de produção e amigo Hilton Green que estava trabalhando de cabeça neste próximo filme. Mesmo insistindo, Green não conseguiu convencer Hitch, que estava bem doente e não podia mais estar presente dirigindo em externas. “Nunca mais farei outro filme.” E foram as suas últimas palavras naquela fatídica reunião. Triste. Assim sendo, Green teve que dar a notícia a Lew Wasserman, famoso agente de talentos e executivo de estúdio americano e também amigo de Hitch, a fazer o anúncio publicamente. Outra verdade, e concordo com o que Green disse no documentário do filme, é que as últimas fitas de Hitchcock não foram aceitas pelo público de imediato. A gente se acostuma, com todo o respeito, mas não são tão bons como os mais clássicos. No entanto, há momentos engraçados na qual notamos numa segunda revisão e pensamos o quanto ele era genial. Esta sensação, em número e grau, eu sinto. A piscadinha final de Barbara Harris foi pensada originalmente para Hitchcock, que desceria as escadas, olharia para o lustre com diamantes, sentaria no degrau e piscaria para o público. Pronto. A sua aparição final e seria curioso, mas Hitch desistiu da ideia e optou pela silhueta e até aquele momento, ninguém imaginaria que seria realmente seu último filme. Bom humor, reviravoltas e clima macabro nesta trama divertida do mestre do suspense. Assistam e aposto que nem irão piscar. ;)  
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Estava lendo um dia desses uma matéria que dizia que os atores, lá pela década de 30, 40, talvez 50, eram patrocinados por fabricantes de cigarro. Com isso eles faziam propagandas, fumando em seus filmes e ganhavam por isso. Eu sempre soube disso. O marketing sempre existiu e não respeita ninguém. Isso me fez lembrar de algumas cenas célebres, enormes baforadas, nas cenas de bares, em conversas de gangsters ou entre jovens rebeldes. Cigarros acesos, para serem tragados e apagados no mesmo instante. Mas, vem cá, marketing e cinema não andaram sempre de mãos dadas? Não é mérito somente do cigarro não. O que pega é a campanha massiva para que as pessoas não se viciem, que trazem à tona essas minúcias lógicas (alguém pagava a alguém para fazer propaganda do seu produto). Algo que não aconteça até hoje? Não estou aqui criticando campanhas antitabagistas ou seja lá qual for, mas tem hora que o contexto vale mais do que qualquer coisa. Para mim não há nada mais sensual (tá, há...) do que Clark Gable trocando baforadas com a Joan Crawford, e depois dando um soco nela. (Perdoem-me os politicamente chatos). Ou James Dean preparando-se para arrancar em seu carro, fumando um cigarrinho e após beijar a Natalie Wood jogá-lo fora para pegar no volante e acelerar. Ou Chaplin fazendo um truque com a fumaça. Ou Bette Davis, com todo o seu cinismo, fumar extravagantemente em todos os seus filmes e vida. Não imagino A Malvada ou O Que Terá Acontecido a Baby Jane sem seu cigarrinho. Tédio. Tudo contextualizado. Se essas cenas fossem realizada nos bons costumes que tentamos ter hoje em dia, no mínimo seriam chatas. E monótonas.   De uns tempos para cá é proibido fumar em novelas e poucos são os filmes, exceto os europeus (ai como amo cinema europeus), em que os atores fumam. Daqui a pouco alguém terá a idéia de ampliar para as bebidas. Daí outro louco chegará e dirá que as cenas de sexo terão que fazer menção ao uso da camisinha, e que a bebida deve ser destinada somente para os antagonistas, os vilões. Já vejo que filmes sobre a violência gratuita não deverão ser feitos, por ser politicamente incorreto bater em pessoas indefesas ou fazer delas bucha de canhão. Não defendo de maneira alguma a propaganda gratuita de vícios, empurrando-os goela abaixo, defendo aqui a colocação dentro de um contexto. Só. Eu já tenho idade suficiente, e desde criança sou bombardeada por imagens que nada me dizem, e não fazem mudar as minhas vontades. Dá licença, que eu sei escolher o que pode atingir-me ou não? Mentes fracas sempre existirão, apesar de tudo. Você pode se criar no mato, não ver gente, e ser um psicopata sem assistir nada a respeito. Aliás, estamos cercados deles, muitos dos quais, bonzinhos até demais.   Faz um tempinho que eu assiti a um filme magnífico, La Belle Verte, de Coline Ferreau, que conta a história de uma mulher, que vive em outro planeta mais evoluído do que o nosso, e decide visitar-nos para aprender mais com os humanos da terra. Pois bem, aqui chegando ela passa mal com a fumaça dos carros, não consegue se alimentar enquanto toca nas pessoas de cá e faz com que elas evoluam. O filme é bacana, indico para todos, mas, juro por Deus que se a única temática for essa vou morrer de tédio assistindo os filmes que virão. Já sou por demais bombardeada com coisas corretas, e, francamente, estou me cansando com essa conversa toda de que é errado fazer ou não fazer. Os filmes são uma recriação da realidade, e não a realidade em si. Libertem-me e deixem-me pensar seriamente sobre o assunto vendo documentários ou jornalísticos. Enquanto eu assistir aos filmes, quero parar de pensar que a fumaça inalada por Bogart foi o motivo de sua morte. Quero apenas vê-lo com as mãos ocupadas, enquanto diz seu texto para Ingrid Bergman. E outra, não se esqueçam que todos, fumantes ou não, vamos todos para o mesmo lugar um dia.   Por Carla Marinho
| 1016 ace
2030. muito bom
muito bom
| 1017 ace
Olá Carla! Quero elogiar seu site. É muito vasto em seu acervo de filmes, embora sempre existirá algum filme que não esteja em seu arquivo. As produções cinemtográficas , desde o surgimento do cinema, são incontáveis. E levando isso em conta gostaria de saber se vc teria como encontrar para postar nesse seu site o filme legendado The Greengage Summer (1961) c/ Susannah York. Não consigo encontrá-lo para baixar! Agredeço, desde já, sua atenção.
| 1017 ace
Título Original: Misbehaving Husbands Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Comédia | Romance / 65min Direção: William Beaudine Produção: Jed Buell Roteiro: Cea Sabin e Vernon Smith Fotografia: Arthur Reed Elenco Harry Langdon ... Henry Butler Betty Blythe ... Effie Butler Ralph Byrd ... Bob Grant Esther Muir ... Grace Norman Gayne Whitman ... Gilbert Wayne Florence Wright ... Nan Blake Luana Walters ... Jane Forbes Frank Jaquet ... Wilbur Drake Charlotte Treadway ... Clara Drake Gig Young ... Floor Walker Frank Hagney ... Gooch Mulligan Hennie Brown ... Opal Billy Mitchell ... Memphis Fred Kelsey ... Sgt. Murphy Mary MacLaren ... Gossiping Friend   Sinopse   O proprietário de uma loja de departamentos está sendo ameaçado de divórcio por sua esposa, após ela saber que ele foi visto nos braços de uma bela loira no aniversário de casamento deles. Ele terá que encontrar uma maneira de convencê-la de que a bela loira era apenas um manequim de loja e ele estava fazendo reparos nela.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas
| 1019 ace
2033. Adorando!
Adorando!
| 1019 ace
  Ele não tinha lá essas vozes todas, era até meio desafinado, mas gostava de cantar. Quem nunca?   No archive.org há duas músicas interpretadas por Rodolfo Valentino. Clique no link para ouvir:   El Relicario 1923   Kashmiri Song 1923   via: http://www.archive.org                
| 1019 ace
The Awful Truth (1937)   My Favorite Wife (1940)   The Philadelphia Story (1940)   Monkey Business (1952)   Topper (1937)   The Bachelor and the Bobby-Soxer (1947)   Suspicion (1941)   Bringing Up Baby (1938)   The Bishop's Wife (1947)   Notorious (1946)        
| 1019 ace
puxa.. você diz que ela morreu em um incêndio e depois diz que ela morreu de ataque cardiádo, dentro da banheira! Afinal, de que morreu Maria Montez?? Resposta: Corrigido. Grata
| 1020 ace
A imprensa marrom ainda vive e continua passando bem nos Estados Unidos e Inglaterra. O apelido veio porque sua origem eram tabloides que eram impressos com tinta dessa cor (e não por ser um xingamento!). São os famigerados fotógrafos chamados Paparazzi (nome primeiro usado em La Dolce Vita de Fellini em 1960, ou seja Mosquitos, por que eles vivem de correr atrás de celebridades para pegar flagrantes escandalosos, ou seja perturbando como mosquitos). Moda que hoje floresce em Los Angeles e Nova York, e nada tem a ver com os fotógrafos de sites e revistas brasileiros, que são mais educados e gentis do que seu similar americano (curiosamente a maior parte dos paparazzi de Hollywood são brasileiros e não têm o menor escrúpulo). Felizmente nada a ver. Tudo acontece porque nos EUA existe uma lei que contempla a figura de pessoa pública. Se você é famoso, aparece na televisão ou é político, isso lhe tira o direito de ter vida privada. Ou seja, podem escrever o que quiser sobre você, desde que seja de conhecimento público (cabe-lhe processos por difamação ou injúria, mas apenas quando invadem certas áreas que a pessoa nunca abriu). No Brasil não é assim (nem na França), mesmo que famoso, o indivíduo continua a manter seus direitos individuais. Vejam o caso do livro não autorizado sobre Roberto Carlos que foi recolhido mesmo sendo favorável ao biografado. E o mais famoso ainda de Garrincha, escrito por Ruy Castro, que ficou anos em julgamento. Ou seja, não existe biografia não autorizada, a pessoa ou seus herdeiros e famílias têm que concordar com o livro. Se não, não pode ser editado. Isso causa problemas para a própria verdade histórica, só sairão então o que a família liberar e desejar, escondendo mesmo fatos históricos. E tudo, inclusive fotos, tem que ser liberadas pelos autores e pessoas que aparecem. A imprensa marrom ainda vive e continua passando bem nos Estados Unidos e Inglaterra. O apelido veio porque sua origem eram tabloides que eram impressos com tinta dessa cor (e não por ser um xingamento!). São os famigerados fotógrafos chamados Paparazzi (nome primeiro usado em La Dolce Vita de Fellini em 1960, ou seja Mosquitos, por que eles vivem de correr atrás de celebridades para pegar flagrantes escandalosos, ou seja perturbando como mosquitos). Moda que hoje floresce em Los Angeles e Nova York, e nada tem a ver com os fotógrafos de sites e revistas brasileiros, que são mais educados e gentis do que seu similar americano (curiosamente a maior parte dos paparazzi de Hollywood são brasileiros e não têm o menor escrúpulo). Felizmente nada a ver. Tudo acontece porque nos EUA existe uma lei que contempla a figura de pessoa pública. Se você é famoso, aparece na televisão ou é político, isso lhe tira o direito de ter vida privada. Ou seja, podem escrever o que quiser sobre você, desde que seja de conhecimento público (cabe-lhe processos por difamação ou injúria, mas apenas quando invadem certas áreas que a pessoa nunca abriu). No Brasil não é assim (nem na França), mesmo que famoso, o indivíduo continua a manter seus direitos individuais. Vejam o caso do livro não autorizado sobre Roberto Carlos que foi recolhido mesmo sendo favorável ao biografado. E o mais famoso ainda de Garrincha, escrito por Ruy Castro, que ficou anos em julgamento. Ou seja, não existe biografia não autorizada, a pessoa ou seus herdeiros e famílias têm que concordar com o livro. Se não, não pode ser editado. Isso causa problemas para a própria verdade histórica, só sairão então o que a família liberar e desejar, escondendo mesmo fatos históricos. E tudo, inclusive fotos, tem que ser liberadas pelos autores e pessoas que aparecem. Uma incrível dor de cabeça para os editores de livros.   Porém os excessos de liberdade são igualmente indesejáveis. Quando a pessoa famosa morre nos EUA, não há mais recurso, você pode publicar um livro inteiramente falso, mentiroso sobre ela, que a família nada poderá fazer. Por exemplo, disseram que Errol Flynn era espião nazista e ficou por isso mesmo. Agora publicaram um livro sobre Paul Newman, um grande benfeitor (ele doou tudo que ganhou na sua linha de produtos naturais para a caridade, tudo: não guardou nada para si) e que tinha imagem pública impoluta. Mas como morreu, apareceu um sem vergonha chamado Darwin Porter, que se especializa em publicar livros marrons, como este The Man behind the Baby Blues, His Secret Life Exposed, Edição da BloodMoon Prod. (pode ser adquirado pela Amazon). Ele já tinha feito algo parecido com Marlon Brando, mas este era famoso como pansexual e transgressor, e isso só contribuiu para sua imagem de maluco genial. O alvo do livro é basicamente dizer que Paul era bissexual e teve romances longos e duradouros com todos os outros bi de Hollywood em sua época. Que teriam sido James Dean, Anthony Perkins, Robert Francis e pasmem, Steve McQueen (em todos os casos eram amizades coloridas). Não falam dos ainda vivos como Robert Redford e Tom Cruise, porque poderiam provocar processos indesejáveis. Mas o livro insiste que Newman era uma máquina de fazer sexo e que ao chegar em Hollywood fez uma lista de quem queria fazer sexo. Todas as mulheres que haviam sido ídolos dele. E foi preenchendo de Lana Turner, a Ava Gardner, Joan Crawford e Marilyn Monroe (com esta teria sido íntimo e próximo) e praticamente todas suas co-estrelas (inclusive Píer Angeli que dividia com Dean). Tudo isso baseado em pseudo testemunhos de pessoas que também já morreram, como Janice Rule, Earth Kitt, Rod Steiger, Vampira, ou seja, que não podem dizer nada mais, comprovando ou não as informações. O fato é que o sr. Darwin é péssimo escritor, inventando diálogos e situações que nunca poderia ter testemunhado, como mera oportunidade de entregar mais gente ainda. Quase uma enciclopédia da vida sexual de Hollywood nos anos 50 a 70, porque para por aí, com a morte por drogas do filho de Paul, depois de uma sequência que não ousou descrever que chega aos limites da grosseria. É um projeto de tão mau caráter, tão desonesto que cheguei a ficar envergonhado de ter comprado o livro, até com a desculpa de ser sempre bem informado. Mas não passa de literatura da pior espécie, que só serve mesmo para o lixo. Uma incrível dor de cabeça para os editores de livros. The Man behind the Baby BluesPorém os excessos de liberdade são igualmente indesejáveis. Quando a pessoa famosa morre nos EUA, não há mais recurso, você pode publicar um livro inteiramente falso, mentiroso sobre ela, que a família nada poderá fazer. Por exemplo, disseram que Errol Flynn era espião nazista e ficou por isso mesmo. Agora publicaram um livro sobre Paul Newman, um grande benfeitor (ele doou tudo que ganhou na sua linha de produtos naturais para a caridade, tudo: não guardou nada para si) e que tinha imagem pública impoluta. Mas como morreu, apareceu um sem vergonha chamado Darwin Porter, que se especializa em publicar livros marrons, como este The Man behind the Baby Blues, His Secret Life Exposed, Edição da BloodMoon Prod. (pode ser adquirado pela Amazon). Ele já tinha feito algo parecido com Marlon Brando, mas este era famoso como pansexual e transgressor, e isso só contribuiu para sua imagem de maluco genial. O alvo do livro é basicamente dizer que Paul era bissexual e teve romances longos e duradouros com todos os outros bi de Hollywood em sua época. Que teriam sido James Dean, Anthony Perkins, Robert Francis e pasmem, Steve McQueen (em todos os casos eram amizades coloridas). Não falam dos ainda vivos como Robert Redford e Tom Cruise, porque poderiam provocar processos indesejáveis. Mas o livro insiste que Newman era uma máquina de fazer sexo e que ao chegar em Hollywood fez uma lista de quem queria fazer sexo. Todas as mulheres que haviam sido ídolos dele. E foi preenchendo de Lana Turner, a Ava Gardner, Joan Crawford e Marilyn Monroe (com esta teria sido íntimo e próximo) e praticamente todas suas co-estrelas (inclusive Píer Angeli que dividia com Dean). Tudo isso baseado em pseudo testemunhos de pessoas que também já morreram, como Janice Rule, Earth Kitt, Rod Steiger, Vampira, ou seja, que não podem dizer nada mais, comprovando ou não as informações. O fato é que o sr. Darwin é péssimo escritor, inventando diálogos e situações que nunca poderia ter testemunhado, como mera oportunidade de entregar mais gente ainda. Quase uma enciclopédia da vida sexual de Hollywood nos anos 50 a 70, porque para por aí, com a morte por drogas do filho de Paul, depois de uma sequência que não ousou descrever que chega aos limites da grosseria. É um projeto de tão mau caráter, tão desonesto que cheguei a ficar envergonhado de ter comprado o livro, até com a desculpa de ser sempre bem informado. Mas não passa de literatura da pior espécie, que só serve mesmo para o lixo.   Rubens Ewald Filho
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Admirável o comentário acima. Muito bem elaborado e comenta com uma preciosidade sem par aquilo que aconteceu quando da filmagem: diferenças que nos dão uma visão bem diferente entre a película e o livro. A bem da verdade prefiro o filme porque nos leva a um prazer maior, apesar do fim triste (que aliás não poderia ser diferente). Este filme foi recebido muito bem no Brasil e Japão apenas, não tendo "aquele cartaz" nos outros paises onde foi exibido. Gostei muito de vê-lo e assistí já por diversas vezes. Enfim não se pode SEMPRE agradar a gregos e troianos.
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  — “Ela não sabe atuar. Não sabe falar. Ela é terrível”, foram às palavras de Louis B. Mayer, o todo poderoso chefão da MGM ao ver o teste feito por ninguém mesmo que... Ava Gardner.
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Reveja alguns personagens cujos atores se vestem de de mulheres e vice versa. Há também aqueles que se tornam drags ou assumem sua sexualidade.   Robin Willians, Uma Babá Quase Perfeita (1994)   Julie Andrews em Victor Victoria (1982)   Charles Chaplin em The Woman (1915)   Glenn Close em Albert Nobbs (2011)   Rodrigo Santoro em Carandiru (2003)   Johnny Depp em Ed Wood (1994)   John Travolta em Hairspray (2007)   Hugo Weaving, Guy Pearce e Terence Stamp em Priscilla, A Rainha do Deserto (1994)   Gael Garcia Bernal em Má Educação (2003)   Dustin Hoffman em Tootsie (1982)   Jackie Lemmon e Tony Curtis em Quanto Mais Quente Melhor (1959)   Patrick Swayze, Wesley Snipes e John Leguizamo em ''Para Wong Foo, Obrigada por Tudo! Julie Newmar'' (1995)
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Tem o da 1a artista mulher: ARTEMISIA! vale a pena
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  Ficha Título Original: O Assalto ao Trem Pagador Ano/País/Gênero/Duração: 1962 / Brasil / Policial / 103min Direção: Roberto Farias Produção: Herbert Richers Roteiro: Alinor Azevedo, Luís Carlos Barreto, Roberto Farias Fotografia: Amleto Daissé Música: Remo Usai Elenco: Eliezer Gomes     ...    Tião Medonho Reginaldo Faria     ...    Grilo Peru Jorge Dória     ...    Delegado Átila Iório     ...    Tonho Ruth de Souza     ...    Judith Helena Ignez     ...    Marta Luiza Maranhão     ...    Zulmira Dirce Migliaccio     ...    Edgar's Wife Miguel Rosenberg     ...    Edgar Grande Otelo     ...    Cachaça Clementino Kelé     ...    Lino Oswaldo Louzada     ...    Miguel's tenant Miguel Ângelo     ...    Miguel Mozael Silveira     ...    Reporter   Sinopse   Criminoso de classe média (Faria) reúne um grupo de moradores da favela para praticar um grandioso assalto. Juntos, eles roubam o trem pagador da central e combinam não gastar o dinheiro por um ano. Quando o líder do bando, Tião Medonho (Gomes), descumpre o combinado, inicia-se um conflito interno que levará cada um à ruína. Dois anos após representar o Brasil em Cannes com “Cidade Ameaçada”, Roberto Farias se consagra de vez como o maior nome do cinema policial brasileiro. Baseado em fatos reais, “O Assalto ao Trem Pagador” é o mais importante filme de assalto da cinemateca nacional, com todas as características marcantes do sub-gênero. Ao roteiro fatalista tradicional, acrescenta-se aqui o dramático contraste de classes: o postulado de que o crime não compensa, sempre presente nesse tipo de filme, é muito mais verdadeiro se o assaltante for favelado.   Prêmios   Prêmio Saci 1962 de Melhor ator coadjuvante (Jorge Dória), Melhor atriz coadjuvante (Dirce Migliáccio) e Melhor Roteiro (Roberto Farias) Prêmio Governador do Estado de São Paulo 1962, Melhor Roteiro (Roberto Farias) V Festival de Cinema de Curitiba 1962, Melhor atriz coadjuvante (Luíza Maranhão), Revelação (Eliezer Gomes) Troféu Cinelândia 1962, Revelação (Eliezer Gomes) Festival de Cinema da Bahia 1962, Melhor Filme, Melhor Ator (Eliezer Gomes), Melhor atriz coadjuvante (Luíza Maranhão), Melhor Roteiro (Roberto Farias) Festival de Lisboa, Portugal, 1963, Prêmio Caravela de Prata Festival de Arte Negra, Senegal, 1963, Prêmio Especial do Júri Representou o Brasil no Festival de Veneza de 1962   Assista Online     Imagens
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Por Henrique Toreti   Pacto de Sangue: a ideia que precede a tragédia Na década de 40, em seu auge, o cinema apresentou ao público um novo gênero cinematográfico: o noir. Atribui-se à “O falcão maltês” (1941), de John Huston, o título de primeiro filme noir da história. Com o durão Humphrey Bogart, o longa engatilharia uma sequência de outros bons filmes do mesmo estilo naquela década. O cinema noir não tem uma descrição muito precisa. Mas há, quase invariavelmente, elementos em comum em obras do gênero. Em geral, o protagonista é um homem envolvido em situações nebulosas – muitas vezes em conflitos com a máfia local – e seduzido por uma mulher de fibra, a femme fatale. O filme noir costuma ser ambientado na penumbra, entre tiros de revólver e lágrimas de angústia. Além disso, os autores deste tipo de longa-metragem costumam abordar o descaso humano para com os semelhantes. Um dos maiores expoentes do cinema noir é, sem dúvidas, o envolvente “Pacto de Sangue” (1944). Nele, nos deparamos com um corretor de seguros (Fred MacMurray), que, ao fazer uma visita a um cliente, recebe uma proposta bastante inusitada. A esposa de seu freguês (a ótima Barbara Stanwyck) propõe que ambos planejem uma morte acidental ao marido dela, já que a indenização da seguradora dobra neste tipo de caso. Ao final, eles dividiriam o dinheiro.   Porém, no decorrer da trama, o crime que parecia ser perfeito é investigado incansavelmente por um dos agentes da seguradora (Edward G. Robinson, ícone do noir). O versátil diretor Billy Wilder conduziu de forma irretocável este clássico suspense. A narração em flashback também é marca registrada dos filmes noir. Aqui ela acontece com o personagem de MacMurray sendo o porta-voz do passo-a-passo do crime, já realizado. O clima angustiante da fita é ao mesmo tempo o seu grande trunfo. O espectador, assim como os personagens principais, sabe a todo momento que as coisas não irão acabar bem. Essa é a verdadeira essência do noir: histórias quase sempre sem um final feliz.
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Curiosa foi à partida do premiado astro William Holden. Em 1981, o ator foi tomando uma atrás da outra sem parar. Tudo bem, Holden estava em casa. O problema é que ele ainda queria mais, e, ao se levantar tropeçou nas próprias pernas, bateu com a cabeça na quina da mesinha do café, danificando o crânio externa e internamente. Levantou, continuou bebendo, sem perceber a gravidade do acidente e o sangue a pingar. Resultado: morreu horas depois.        
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Um dos momentos mais constrangedores da Academia aconteceu em 1989... Pois é. Se teve uma cerimônia que envergonhou a todos foi a de 1989. Tanto que cabeças rolaram (o produtor Allen Carr foi sumariamente demitido logo após as repercussão negativa). O que de tão ruim pode ter acontecido? Respondo. A performance de uma atriz (totalmente desconhecida), vestida de Branca de Neve, com uma voz de gralha, cantando ao lado de Rob Lowe, então um ilustre ator de futuro recém saído de um escândalo sexual. Isso sem contar umas estrelinhas com pernas dançando (estrelinhas mesmo) e mesas dançantes. ´ O número musical segue com a Branca de neve andando entre as estrelas constrangidas. Dentre elas, Glenn Close, Cyd Charisse, Dorothy Lamour, dentre outros. Seguiu-se com a dupla cantando músicas alusivas à indústria do cinema. Paul Newman, Julie Andrews, Sidney Lumet e Billy Wilder fizeram uma carta de repúdio ao “espetáculo”, e frizando que ele foi uma vergonha para todos. A Walt Disney, por sua vez, ameaçou processá-los por usar (de forma tão vexatória) sem autorização uma de suas personagens. Se vocês quiserem sentir um pouco de vergonha alheia, sintam o naipe do momento: eJ0XGi_LVOU
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Título Original: Laughter Ano/País/Gênero/Duração: 1930 / EUA / Comédia | Romance / 85min Direção: Harry d'Abbadie d'Arrast Produção: Monta Bell Roteiro: Harry d'Abbadie d'Arrast Fotografia: George J. Folsey Música: Vernon Duke Elenco Nancy Carroll ... Peggy Gibson Fredric March ... Paul Lockridge Frank Morgan ... C. Morton Gibson Glenn Anders ... Ralph Le Sainte Diane Ellis ... Marjorie Gibson Leonard Carey ... Benham, the butler Ollie Burgoyne ... Pearl   Sinopse   Peggy Gibson é uma ex dançarina da Broadway que conseguiu se casar com um milionário e se retira para viver uma vida de luxo. Com o tempo ela se sente infeliz e decide visitar os amigos dos bons tempos.Logo surgem novas oportunidades.  
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  Ficha Título Original: The Other Side of the Mountain Part II Ano/País/Gênero/Duração: 1978  / EUA / 100min Direção: Larry Peerce Produção: Edward S. Feldman    Roteiro: Douglas Day Stewart Fotografia:  Ric Waite Música: Lee Holdridge Elenco: Marilyn Hassett ... Jill Kinmont Timothy Bottoms ... John Boothe Nan Martin ... June Kinmont Belinda Montgomery ... Audra Jo Nicholson Gretchen Corbett ... Linda Mae Meyers William Bryant ... Bill Kinmont James A. Bottoms ... Sr. Boothe June Dayton ... Sra. Boothe Curtis Credel ... Roy Boothe Carole Tru Foster ... Beverly Boothe Charles Frank ... Mel George Petrie ... Doctor in Los Angeles Ross Durfee ... Presenter at Luncheon Jackie Russell ... Woman at Bar Gerri Nelson ... Waitress     Sinopse   Muitos anos após as mortes de Dick Buek e de seu pai, Jill Kinmont e a mãe deixam Los Angeles para passar o verão em sua cidade natal, Bishop, na Califórnia. Eles alugam a casa de um caminhoneiro bonitão chamado John Boothe. Jill imediatamente fica encantada por John, mas nega seu interesse por ele a quem lhe pergunta. No final das contas eles acabam se apaixonando, mas os medos e sofrimentos do passado podem destruir a relação do casal.   Assista Online (dublado) Fsoqk6pMFsg   Canal:http://www.youtube.com/user/vsbonvenuto1963     Imagens  
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  Joan Crawford casou com Douglas Fairbanks Jr, sem preocupar-se com a oposição ferrenha do pai do garoto (o grande ator Douglas Fairbanks) e da sua madrasta: Mary Pickford. Resultado: levaram-se meses e mais meses para ir com o cônjuge até Pickfair — célebre mansão de Hollywood, freqüentada por gente como Einstein, Chaplin, e outros. Quando entrou nesta, a primeira pessoa que viu foi Mary, que com um sorriso antes de mais nada disse: “Escute, nem pense em me transformar em avó, garotinha. Senão, prepare-se para encomendar a sua alma!”. Com relação ao sogro o relacionamento foi tranquilo. Mas o casamento durou quatro anos e para a felicidade de Mary, não rendeu-lhe netinhos. E por falar em Joan... ela também Não Era Fácil...   Na verdade, Joan Crawford nunca foi flor que se cheirasse. Era geniosa pra mais de um metro, não media palavras. Falaram isto para o showman Luis Carlos Miele, quando o convidaram a se apresentar para a atriz e seu esposo Alfred Steele — presidente da Pepsi-Cola — quando vieram ao Brasil para fechar um acordo de abertura da empresa por aqui. Miele, não se importou. Quis porque quis, homenagear a estrela interpretando uma canção que a mesma eternizara em uma de suas películas. “O quê, sou fã da mulher! Vou perder essa oportunidade ?”, teria dito. Tudo ia que ia bem. Risos, bate-papo, Miele mandando. Até que, parou tudo e disse: “Esta canção é uma homenagem a grande atriz Joan Crawford, que está presente aqui”. Aplausos. Um sorriso dela. Mal começou a abrir a boca, Joan levantou-se sem dizer “ei” ou “bi”: sumiu. Luis continuou a cantar, pensando: “adeus cheque”. Todos os envolvidos suavam. Miele, afirmou depois que ensopou a sua camisa. De repente, a atriz surge por trás dele e começa a fazer um dueto. Sucesso. Resultado: Joan sentiu-se realmente homenageada. Abriu-se a filial no Brasil da Pepsi. E Miele foi obrigado a conseguir uma camisa nova às pressas, pois, não podia ficar ensopado pelo resto da noite.
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Não assisti ai filme,mas foi me ontado e estou procurando para assistir,pois não há argumentos para se salvar a vida de quem se ama.
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Título Original: The Studio Murder Mystery Ano/País/Gênero/Duração: 1929 / EUA / Mistério / 62min Direção: Frank Tuttle Produção: Victor D. Voyda Roteiro: Ethel Doherty e A. Channing Edington Fotografia: Victor Milner Música: Karl Hajos Elenco Neil Hamilton ... Tony White Doris Hill ... Helen MacDonald Warner Oland ... Rupert Borka Fredric March ... Richard Hardell Chester Conklin ... George Florence Eldridge ... Blanche Hardell Guy Oliver ... MacDonald - the Studio Watchman Donald MacKenzie ... Captain Coffin Gardner James ... Ted MacDonald Eugene Pallette ... Detective Lieutenant Dirk   Sinopse   O mulherengo ator Richard Hardell é assassinado em um estúdio de cinema. Sua ciumenta esposa Blanche, o diretor Rupert Bork e uma garota abandonada se tornam os principais suspeitos, por terem motivos de sobra para o crime.
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Imagine a cena: você está em casa e, de repente, o diretor James Cameron — em pessoa — vem a sua procura oferecendo-lhe o papel de Rose em Titanic, e claro, de brinde contracenarias com Leonardo Di Caprio (no auge da beleza. Se é que existe homem bonito), fazendo o par romântico com este. Você responderia algo como: “infelizmente ando muito atarefada para assumir este filme, fica pra próxima” ou “sim”? Pois é, Gwyneth Paltrow deu a desculpa anterior — visto não ter se entusiasmado com o filme e a personagem —, coube a Kate Winslet — conhecida na época como “a gordinha sexy” interpretar a segunda maior personagem de todos os tempos no cinema, já que a primeira, coube a Vivien Leight em ...E O Vento Levou.     Outra que não levou sorte também foi Jennifer Jones. Em 1954 ela foi convidada para atuar em Amar É Sofrer, mas descobrira estar grávida. Coube então a Grace Kelly assumir o papel e de lambuja levar o Oscar de Melhor Atriz, além do Prêmio Henrietta. (Por Ricardo Steil)
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Título Original: Hollywood Or Bust Ano/País/Gênero/Duração: 1956 / EUA / Comédia / 95min Direção: Frank Tashlin Produção: Hal B. Wallis Roteiro: Erna Lazarus Fotografia: Daniel L. Fapp Música:Norman Luboff Elenco Dean Martin ... Steve Wiley Jerry Lewis ... Malcolm Smith Pat Crowley ... Terry Roberts Max 'Slapsie Maxie' Rosenbloom ... Bookie Benny Anita Ekberg ... Actress Anita Valerie Allen ... Bit Role Adelle August ... Dancer Drew Cahill ... Photographer Kathryn Card ... Old Lady Minta Durfee ... Miss Pettywood Joe Gray ... Gambler Sam Harris ... Hotel Extra Gretchen Houser ... Specialty Dancer Richard Karlan ... Sammy Ross Claudia Martin ... 11 Year Old Girl Deana Martin ... 7 Year Old Girl Gail Martin ... 9 Year Old Girl Jack McElroy ... Stupid Sam Del Moore ... Photographer Wendell Niles ... O Próprio Sinopse O grande sonho de Malcolm (Jerry Lewis) é ir a Hollywood para conhecer a atriz Anita Ekberg. Para realizar o sonho, ele participa sempre de sorteios de carros. Em um dos sorteios, conhece Steve (Dean Martin), um vigarista que planeja trapacear o jogo e assim ganhar o carro. Malcolm e Steve acabam dividindo o prêmio, e partem para Hollywood. O plano de Steve é se livrar de Malcolm e passar o carro para seu chefe. No meio do caminho, Terry (Pat Crowley) se junta aos dois na viagem. Curiosidades - Último filme da dupla Jerry Lewis e Dean Martin. Foram 16 filmes juntos. - Jerry Lewis não gosta de ver este filme, por se lembrar do período difícil das filmagens, ocasionado pela briga entre ele e Martin. - Jerry Lewis foi internado durante as filmagens, por problemas de saúde ocasionados pelo fumo. Assista Online   Imagens
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Título Original: The Marriage Playground Ano/País/Gênero/Duração: 1929 / EUA / Drama | Romance / 70min Direção: Lothar Mendes Roteiro: Doris Anderson e J. Walter Ruben Fotografia: Victor Milner Música: W. Franke Harling Elenco Mary Brian ... Judith Wheater Fredric March ... Martin Boyne Lilyan Tashman ... Joyce Wheater Huntley Gordon ... Cliff Wheater Kay Francis ... Lady Wrench William Austin ... Lord Wrench Seena Owen ... Rose Sellers Philippe De Lacy ... Terry Wheater Anita Louise ... Blanca Wheater Mitzi Green ... Zinnie Wheater Billy Seay ... Bun Wheater Ruby Parsley ... Beatrice Wheater Donald Smith ... Chip Wheater Jocelyn Lee ... Sybil Maude Turner Gordon ... Aunt Julia Langley   Sinopse   Neste drama, uma jovem é forçada a cuidar de seus irmãos e irmãs enquanto seus pais ricos vivem a vida. Ela é salva por um americano que veio para a Itália passar férias e se torna seu amigo. Após se apaixonar por ele, a garota descobre que ele tem uma noiva esperando-o na Suiça.  
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Ficha Título Original: Pretty Woman Ano/País/Gênero/Duração: 1990 / EUA / Comédia Romântica / 119min Direção: Garry Marshall Produção: Gary W. Goldstein, Arnon Milchan Roteiro: J.F. Lawton Fotografia: Charles Minsky Música: James Newton Howard Elenco: Richard Gere ... Edward Lewis Julia Roberts ... Vivian Ward Ralph Bellamy ... James Morse Jason Alexander ... Philip Stuckey Laura San Giacomo ... Kit De Luca Alex Hyde-White ... David Morse Amy Yasbeck ... Elizabeth Stuckey Elinor Donahue ... Bridget Hector Elizondo ... Barney Thompson Judith Baldwin ... Susan Jason Randal ... Magician Bill Applebaum ... Howard Tracy Bjork ... Female Guest Gary Greene ... Male Guest Billy Gallo ... Carlos Abdul Salaam El Razzac ... Happy Man Hank Azaria ... Detective Larry Hankin ... Landlord     Sinopse   Homem rico que só pensa em negócios, em viagem a Los Angeles, decide casualmente contratar uma prostituta para passar a noite em um luxuoso hotel. Aos poucos, percebe que está se envolvendo sentimentalmente por ela.       Imagens
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quero é baixar esse filme de rsrsrsrsrsrs
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Deixando para lá o politicamente correto, o charme de algumas atrizes fumantes:   Bette Davis (Foto Dailyemail)   Marilyn Monroe (Foto: destaque-a-amarelo.blogspot.com)   Rita Hayworth (Foto: destaque-a-amarelo.blogspot.com)   Judy Garland (Foto: Corbis)   Joan Collins (Foto: Corbis)   Catherine Deneuve (Foto: Corbis)   Marlene Dietrich (Foto: Corbis)   Liz Taylor (Foto: Corbis)   Katherine Hepburn  
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  Barbara La Marr: A grande chance de Barbara veio numa oportunidade de participar de um filme com Douglas Fairbanks. Barbara, cujo nome verdadeiro era Reatha Watson, chegou a ser presa quando ainda era adolescência, ao ser pega dançando em um clube suspeito, mas acabou sendo solta porque o juiz achou a garota bela demais para ficar atrás das grades. Já famosa, ingeria todos os tipos de drogas, e chegava a guardar sua cocaína em uma caixinha que deixava em cima do piano. A mistura de álcool e drogas pesadas em concomitância com uma tuberculose, fez com que a atriz morresse aos 29 anos, em janeiro de 1926. A lei da mordaça funcionava já à todo vapor em Hollywood, e o estúdio culpou sua morte a uma dieta muito vigorosa.   Alma Rubens: Também conhecida por seu casamento com o astro Ricardo Cortez, foi outra que se tornou usuária compulsiva de heroína e morfina, gastando grande parte de sua fortuna em drogas. Chegou a ser internada em uma clínica psiquiátrica, de onde saiu alguns meses depois, porém logo se envolveu em um novo escândalo ao ser flagrada com várias ampolas de morfina. A atriz afirmou que se viciara após seus diversos internamentos. Sua amiga Marion Davies tentou reerguer sua carreira, ajudando-a a conseguir papéis em alguns filmes, mas o vício não a deixava ir adiante. Seu estado estava tão alterado que ela chegou a atacar um médico ao ser levada a um hospital e depois fugindo deste. Com o sistema imunológico bastante abalado, Alma tinha apenas 33 anos de idade quando faleceu, vítima de uma pneumonia.   Juanita Hansen: A ruivinha foi arrastada para as drogas assim que começou a fazer parte dos Estúdios Keystone e a participar das festinhas de elenco. Logo já era viciada em heroína e gastava muito de seu salário para pagar o vício. Seu fornecedor era um colega ator. A atriz chegou a ser presa quando uma carta sua, pedindo ajuda a um médico para um tratamento, foi encontrada. Aos 28 anos sua carreira no cinema tinha fim. Ela ainda trabalhou no teatro e a depressão fez com que tentasse suicídio com pílulas para dormir. Recuperada da dependência, utilizou sua triste experiência em palestras onde falava sobre os efeitos nocivos do vício e criou a Juanita Hansen Foundation, que alertava as pessoas dos perigos das drogas. Faleceu aos 66 anos.   Wallace Reid: um dos astros mais populares de sua época, entrou em colapso e foi internado em uma clínica em 1922. A Paramount anunciou que ele se internara devido a um colapso nervoso causado pelo excesso de trabalho. Sua esposa, a atriz Dorothy Davenport, comunicou à imprensa que seu marido estava sendo submetido a uma cura pela adição de morfina. Wallace não sairia mais do internamento, e morreria em janeiro de 1923, quando tinha apenas 33 anos. Circularam várias versões sobre sua morte, dentre as quais uma de que ele teria sido na verdade “apagado”.   Mabel Normand: atriz comediante de grande destaque na companhia Keystone, era extremamente popular com o público em filmes onde contava com parceiros como Roscoe Arbuckle e Charles Chaplin. Extremamente astuta e talentosa, Mabel foi uma das primeiras mulheres a se aventurar em dirigir filmes. Decepções amorosas com seu namorado Mack Sennett, dentre outras coisas, contribuíram para que ela sucumbisse ao vício em álcool e cocaína. Já não conseguia cumprir horários e sua irresponsabilidade se tornou tanta que ela chegou a partir para a Europa no meio das filmagens. A atriz se envolveu em alguns escândalos involuntariamente. Foi a primeira pessoa a chegar ao local do crime, depois do assassinato de seu amante, o produtor William Desmond Taylor, e posteriormente seu motorista atiraria em um homem com a pistola da atriz. Sua carreira estava acabada. Foi internada em um sanatório, onde morreu de tuberculose aos 34 anos.   Jeanne Eagels: A atriz que foi uma das garotas do Ziegfeld, foi da Broadway aos filmes e recebeu uma indicação ao Oscar póstumo por seu papel em A Carta (1929). Viciada em álcool e heroína, veio à óbito após uma overdose quando tinha apenas 39 anos. Em 1957 uma videobiografia tendo Kim Novak foi realizada em sua homenagem.   Por Carla Marinho
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Título Original: Man from Music Mountain Ano/País/Gênero/Duração: 1938 / EUA / Faroeste / 58min Direção: Joseph Kane Produção: Charles E. Ford Roteiro: Bernard McConville e Betty Burbridge Fotografia: Jack A. Marta Elenco Gene Autry ... Gene Autry Smiley Burnette ... Frog Millhouse Carol Hughes ... Helen Foster Sally Payne ... Patsy Ivan Miller ... John Scanlon Ed Cassidy ... William Brady Lew Kelly ... Bowdie Bill Howard Chase ... Abbott Al Terr ... Buddy Harmon Frankie Marvin ... Larry Higgins - Autry Cowhand and Musician Earl Dwire ... Lew Martin Lloyd Ingraham ... George Harmon Lillian Drew ... Mrs. Chris Al Taylor ... Henchman Hank Joe Yrigoyen ... Henchman Pete   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legendas Pesquisar este filme no SUBMARINO
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    Ficha Título Original: Island in the Sun Ano/País/Gênero/Duração: 1957 / EUA / Drama Romance / 119min Direção: Robert Rossen Produção: Darryl F. Zanuck Roteiro: Alfred Hayes e Alec Waugh Fotografia: Freddie Young Música: Malcolm Arnold Elenco: James Mason ... Maxwell Fleury Joan Fontaine ... Mavis Norman Dorothy Dandridge ... Margot Seaton Joan Collins ... Jocelyn Fleury Michael Rennie ... Hilary Carson Harry Belafonte ... David Boyeur Diana Wynyard ... Mrs. Fleury John Williams ... Colonel Whittingham Stephen Boyd ... Euan Templeton Patricia Owens ... Sylvia Fleury Basil Sydney ... Julian Fleury John Justin ... Denis Archer Ronald Squire ... Governor Templeton Hartley Power ... Bradshaw     Sinopse   Em uma ilha na Índia, patriarca de importante família mata o homem que ele acredita ter um romance com sua mulher. Enquanto um inspetor investiga o crime, ele assiste ao início do romance entre sua cunhada e o líder da comunidade negra. Curiosidades A Ilha dos Trópicos foi o primeiro filme a romper com a proibição dos censores americanos sobre as relações inter-raciais exibindo o beijo do ator branco James Mason e da atriz negra Dorothy Dandrige.     Imagens
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  Documentário apresentado por Jessica Lange, fala sobre a vida e a carreira de Vivien Leigh. Dirigido por Gene Feldman. Legendado em português.   ASSISTA ONLINE  
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  Ficha Título Original: Socrate Ano/País/Gênero/Duração: 1971 / Drama / Espanha França Itália / 120min Direção: Roberto Rossellini Produção: Roberto Rossellini Roteiro: Roberto Rossellini e  Renzo Rossellini Fotografia:  Jorge H. Martín      Música: Mario Nascimbene    Elenco: Jean Sylvère ... Socrate Anne Caprile ... Santippe Beppe Mannaiuolo ... Apollodoro Ricardo Palacios ... Critone Antonio Medina ... Platone Julio Morales ... Antistene Emilio Miguel Hernández ... Meleto Emilio Hernández Blanco ... Ipperide Manuel Angel Egea ... Cebete Jesús Fernández ... Cristobolo Eduardo Puceiro ... Simmia José Renovales ... Fedo Gonzalo Tejel ... Anito Antonio Requena ... Ermete Roberto Cruz ... Un vecchio     Sinopse   Com direção do mestre italiano Roberto Rossellini (Roma, Cidade Aberta), esta superprodução européia é a cinebiografia de Sócrates (470 - 333 a.C.), um dos maiores filósofos da Humanidade. Este DVD traz ainda um revelador depoimento de Roberto Bolzani, professor de Filosofia (USP) e especialista em filosofia socrática. Rossellini mostra o final da vida de Sócrates, em especial seu julgamento e sua condenação à morte, com destaque para os célebres diálogos socráticos: "Apologia", discurso de defesa do filósofo; "Críton", em que um dos seus discípulos tenta convencê-lo a fugir da prisão; e "Fédon", com seus últimos ensinamentos antes de tomar a cicuta.   Assista Online (legendado) SlJSF-V6yBA   Canal: http://www.youtube.com/user/hugoc3     Imagens
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Título Original: Affair in Trinidad Ano/País/Gênero/Duração: 1952 / EUA / Drama Noir Crime Musical / 98min Direção: Vincent Sherman Produção: Vincent Sherman Roteiro: Berne Giler e James Gunn Fotografia: Joseph Walker Música: George Duning Elenco Rita Hayworth ... Chris Emery Glenn Ford ... Steve Emery Alexander Scourby ... Max Fabian Valerie Bettis ... Veronica Huebling Torin Thatcher ... Inspector Smythe Howard Wendell ... Anderson Karel Stepanek ... Walters George Voskovec ... Doctor Franz Huebling Steven Geray ... Wittol Walter Kohler ... Peter Bronec Juanita Moore ... Dominique Gregg Martell ... Olaf, Fabian's Chauffeur Mort Mills ... Martin, Wittol's Henchman Ralph Moody ... Coroner Sinopse Chris (Rita Hayworth) passa a ser a principal suspeita do assassinato de seu marido e empresário. O seu cunhado irá ajuda-la a solucionar o caso, mas também se apaixona por ela. Assista Online Imagens
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Quase todos objetos a seguir foram retirados  das páginas relacionadas a Max Factor  Edifício Histórico, o  museu tem uma coleção muito grande e memorável  sobre  Marilyn Monroe.  Quem estiver com dúvida sobre a veracidade das imagens é só entrar na página da Max Factor e conferir. Um dos ambientes dedicados  a expor objetos particures de Marilyn. Vamos aos objetos: Acessórios de strass usados ​​por Marilyn Tabela de maquiagem toda criada pelo "próprio pessoal" de Marilyn Sua famosa caixa de maquiagem Marilyn e Joe DiMaggio Certidão de casamento Fabulosas luvas de couro e broche Bustier de Marilyn do filme "Como Agarrar Um Milionário" O sutiã que  incorpora alças  extras de apoio e quatro camadas acolchoadas ao redor de cada copo, parece ser um dos segredos de Marilyn. Foi vendido em leilão pela International Autograph Leilões em julho de 2010 para R $ 3.200. Este colar de pedras de vidro em marrom, amarelo e cinza, em uma corrente de ouro com nó trabalho, era de propriedade de Marilyn Monroe. Cartão de aniversário, Marilyn Monroe ela c completava na época 34 anos. Foi assinado pelo elenco de seu filme de 1960 "Adorável Pecadora", incluindo o diretor George Cukor e co-estrela de Yves Montand. É acompanhado por uma fotografia reprodução de Monroe com Montand.(Eles tiveram um caso né gente). Uma mecha de cabelo de Marilyn Agenda de Marilyn com endereço de Sinatra Grampos de Cabelo e Touca pertencentes a Marilyn Telegrama de demissão do filme !Some Like it hot" Armação de sourtien pertencente a Marilyn Roteiro de O Píncipe e a Corista Roteiro pessol de Marilyn Monroe de seu filme de 1959, "Some Like it hot! Rolex que Marilyn deu a Kennedy Por Junia Lemos do blog http://vintageeblog.blogspot.com.br Fontes das imagens e informaçoes abaixo: juliens auctions
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Título Original: The Fugitive Kind Ano/País/Gênero/Duração: 1960 / EUA / Drama / 119min Direção: Sidney Lumet Produção: Martin Jurow e Richard Shepherd Roteiro: Tennessee Williams Fotografia: Boris Kaufman Música: Kenyon Hopkins Elenco Marlon Brando ... Valentine “Couro de cobra” Xavier Anna Magnani ... Lady Torrance Joanne Woodward ... Carol Cutrere Maureen Stapleton ... Vee Talbot Victor Jory ... Jabe M. Torrance R.G. Armstrong ... Sheriff Jordan Talbott Emory Richardson ... Uncle Pleasant Madame Spivy ... Ruby Lightfoot Sally Gracie ... Dolly Hamma Lucille Benson ... Beulah Binnings John Baragrey ... David Cutrere Ben Yaffee ... 'Dog' Hamma Joe Brown Jr. ... 'Pee Wee' Binnings Virgilia Chew ... enfermeira Frank Borgman ... atendente Sinopse Valentine “Couro de cobra” (Marlon Brando) é um andarilho, fugido de sua terra graças a um crime cometido. Ele chega na pequena cidade do Mississipi e consegue um emprego de balconista. Seu jeito faz com que as mulheres se atraiam por ele, sobretudo a esposa do gerente da loja, Torrance (Anna Magnani). É formado um triangulo amoroso, que causará danos à pequena cidade. Curiosidades - Este é o mais desconhecido trabalho de Tennessee Williams. Sinopse Imagens
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Título Original: I Met My Love Again Ano/País/Gênero/Duração: 1938 / EUA / Romance / 77min Direção: Joshua Logan e Arthur Ripley Produção: Walter Wanger Roteiro: Allene Corliss e David Hertz Fotografia: Hal Mohr Música: Heinz Roemheld Elenco Joan Bennett ... Julie Henry Fonda ... Ives Towner Louise Platt ... Brenda Alan Marshal ... Michael Dame May Whitty ... Aunt William Alan Baxter ... Tony Dorothy Stickney ... Mrs. Towner Tim Holt ... Budge Florence Lake ... Carol Elise Cavanna ... Agatha Genee Hall ... Little Michael     Sinopse     Os colegas de escola Julie e Ives tem planos de se casarem assim que a escola terminar. Seus planos vão por água abaixo quando Julie encontrar um escritor e foge para se casar com ele.
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  - O Oscar foi criado em 1927 por Cedric Gibbons, diretor artístico da MGM, e mostra um homem nu, em cima de um rolo de celulóide, e segurando uma espada. - O Oscar pesa 3kg e mede 35cm de altura, sendo modelado em bronze e folheado em ouro. Somente durante a II Guerra mundial, as estatuetas foram feitas em gesso, mas tão logo a guerra terminou, os ganhadores foram restituídos por modelos originais. - Ao perder o Oscar em 1942 por "Um Rosto de Mulher" para Greer Garson, Joan Crawford chegou a declarar que o prêmio se tratava apenas de uma politicagem injusta. Mas ao receber em 1945 por "Mildred Pierce", discursou, emocionada, em sua cama: "Agora sinto-me complemente realizada na minha carreira e na minha vida, pois recebi o prêmio mais justo do mundo!" - Após um discurso de 45 minutos de Greer Garson em 1943, quando recebeu a estatueta por "Rosa da Esperança", a Academia resolveu limitar o tempo de agradecimentos para 60 segundos. - Até 1960, O Oscar era realizado no "Pantages Theatre" de Hollywood. Mas depois de se tornar pequeno demais, passou a ser realizado no "Santa Mônica Auditorium". - Elizabeth Taylor recebeu à contragosto o Oscar pelo filme que menos gostou de fazer: "Butterfield 8". Ela fizera o filme obrigada, e sabia que eles só lhe deram o prêmio devido aos seus problemas recentes de saúde (a mesma estivera doente durante um longo tempo e ficara com uma cicatriz na garganta). Anos depois ela recebera com orgulho o Oscar por "Quem tem medo de Virgínia Woolf?", e declarou: "Agora sim, sinto-me consagrada como atriz. No entanto não desprezo o primeiro Oscar porque serviu como amostra de que Hollywood tem coração."   Por Carla Marinho
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  Ficha Título Original: Dio Come Ti Amo! Ano/País/Gênero/Duração: 1966 / Itália / Romance / 107min Direção: Miguel Iglesias Produção: Miguel Berard Roteiro: Ennio De Concini e Giovanni Grimaldi Fotografia: Cecilio Paniagua Elenco: Gigliola Cinquetti ... Gigliola Di Francesco Mark Damon ... Luis Micaela Pignatelli ... Angela Antonio Mayans ... Gianni Trini Alonso Antonella Della Porta Carlo Croccolo ... Gennaro Félix Fernández Carlos Miguel Solá Carlo Taranto Juan Velilla Rosita Yarza Raimondo Vianello ... Il principe Nino Taranto ... Padre di gigliola     Sinopse   Quando foi exibido no Brasil no final da década de 60, Dio, Come Ti Amo levou multidões às salas de cinema. As músicas "Dio, Come Ti Amo" e "Non ho l'età" embalaram o romance e os "bailinhos" de muitos jovens enamorados da época. A inesquecível cantora Gigliola Cinquetti interpreta bela e inocente jovem de família pobre que se apaixona pelo noivo rico de sua melhor amiga. Emocionados com a paixão da moça, seus familiares a fazem se passar por uma princesa para que ela possa viver este romance impossível.   Assista Online (legendado)         Imagens  
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  Aviso que essa é uma das histórias mais horrendas e perturbadoras da história de Hollywood. 15 de janeiro de 1947, o corpo mutilado de uma mulher cortado pelo meio foi encontrado num terreno baldio de Los Angeles. O nome da vítima era Elizabeth Short, mas ela era mais conhecida no meio como a Dália Negra.   Assista Online
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Yves Montand   Serge Gainsbourg   Jean Paul-Belmondo   Nicolas Cage   Fred Astaire   Clark Gable   Humphrey Bogart   Willem Dafoe   Benicio Del Toro   Gerard Depardieu  
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Título Original: Behind That Curtain Ano/País/Gênero/Duração: 1929 / EUA / Mistério / 91min Direção: Irving Cummings Produção: William Fox Roteiro: Earl Derr Biggers e Sonya Levien Fotografia: Conrad Wells Elenco Warner Baxter ... Col. John Beetham Lois Moran ... Eve Mannering Durand Gilbert Emery ... Sir Frederick Bruce Claude King ... Sir George Mannering Philip Strange ... Eric Durand Boris Karloff ... Beetham's Manservant Jamiel Hasson ... Sahib Hana Peter Gawthorne ... British Police Inspector John Rogers ... Alf Pornick Edgar Norton ... Hilary Galt Frank Finch Smiles ... Galt's Clerk Mercedes De Valasco ... Nuna E.L. Park ... Police Insp. Charlie Chan   Sinopse   Eve Mannering percebe tarde demais que seu marido é um mulherengo e assassino. Para escapar dele, busca a ajuda do explorador John Beetham.    
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Filha de mãe paranóica e pai alcóolatra, conseguiu chegar ao estrelato e se tornar a maior estrela do cinema em sua época. Mas a loucura e o esquecimento logo iriam bater à sua porta.   Primeiros tempos   Sarah, A mãe de Clara já tinha sofrido dois abortos antes de engravidar dela. Sofria de paranóia e epilepsia. Seu pai, Robert era alcoólatra e ausente. Às vezes suas ausências eram tão longas que Sarah, mãe de clara, chegava a pensar que ele tinha morrido. Foi nesse ambiente familiar conturbado que a atriz veio ao mundo, em 27 de setembro de 1905. Clara cresceu com a impressão de que era ela que cuidava da mãe Sarah, ao invés de ser o contrário. Sarah piorava a cada ano, e quando Clara lhe revelou o sonho de ser atriz, ela, em meio a um ataque, chegou a colocar uma faca no pescoço da filha, e a dizer que preferia vê-la morta. De manhã, Sarah parecia ter esquecido completamente do ocorrido. A distância do pai só fazia aumentar o cenário de angústia. Ele não conseguia um emprego digno e a família mudava-se constantemente de casa. Aos 14 anos, Clara preferia a companhia dos amigos, geralmente homens. Tinha dificuldades com amizades femininas. Segundo a atriz, as garotas zombavam de seus modos moleques, já que ela preferia jogar beisebol e brigar como um garoto. Ela se destacava também nos jogos escolares.     O sucesso Clara viu um anúncio de um concurso na revista Motion Picture de janeiro de 1922. Resolveu participar e acabou ganhando. Sua mãe ficou furiosa, mas pouco tempo depois estava internada em uma instituição para doentes mentais. Seu pai, ao contrário, a apoiou, visando o lucro certo que isso lhe traria. Após vencer o concurso ela abandonou a escola e começou a correr atrás de outros trabalhos. Mas foram tempos difíceis, idas e vindas sem sucesso. "Eu sempre era considerada ou muito jovem, ou um pouco ou muito gorda. É, geralmente eu era muito gorda", revelou Clara. Finalmente ela conseguiu um contrato que lhe rendia 50 dólares por semana. Mas logo que as filmagens de "Down to the Sea Ships" começou, ela recebeu uma notícia bombástica: sua mãe falecera. Apesar do luto, a carreira começava a decolar. Ela recebeu críticas bastante favoráveis. Logo se tornou uma WAMPAS Baby Star, um prêmio que lhe rendeu mais filmes. Vieram filmes como "Enemies of a woman", "Grit", "Maytame". Seu salário saltou para 200 dólares ao passo que o trabalho e fama dobravam. Em 1924 já era considerada uma das atrizes mais famosas do cinema, e rentável para os produtores. No período de 1922 a 1925 ela já tinha feito 29 filmes. Mas seu primeiro grande filme foi "The Plastic Age". Nessa época, a atriz ainda vivia com o pai, que muitos consideravam um explorador barato. Clara resolveu morar com seu namorado, Arthur Jacobson, um cameraman. BP Schulberg, quando soube disso, resolveu demitir o rapaz. Só arranjou confusão, porque Clara foi atrás do chefe e enquanto rasgava seu contrato, gritava que ele não tinha poder sobre sua vida. No final, chegaram a um acordo, no qual Clara tinha que dizer que Arthur era seu irmão. Mas antes do lançamento de "The Plastic Age", ela já tinha terminado o namoro com Jacobson, e saia com Gilbert Roland, seu co-star. Depois dele veio Victor Flemming, com quem teve um breve affair. Ele tinha o dobro da idade dela, mas... quem se importava com isso? Quando perguntada sobre Flemming, ela disse: "Foi o primeiro homem de verdade que eu conheci".     The It Girl Elinor Glyn, anunciou que Clara possuía algo especial, um "IT". Essa declaração trouxe curiosidade ao público, mas já fazia parte da publicidade por trás do filme que a marcaria, e do título que lhe cairia: "The It Girl". Segundo Adolph Zukor, ela era tão vivaz que parecia estar sempre se movendo, e seus grandes olhos possuíam um magnetismo animal, se tornando o centro das atenções onde quer que fosse.  "Wings" (1927) ganhou o Oscar de melhor Filme, o primeiro da história. ELa fez uma participação em um filme technicolor, "Red Hair", e era a rainha do cinema. yUbwooB5Cew     Até que... Vieram os "talkies", os tão temidos filmes falados. Clara, que tinha um forte sotaque do Brooklyn ficou insegura. Schulberg queria lançar logo um filme falado com ela. "The Wild Party", onde ouviu sua voz pela primeira vez, frequentemente é lembrado como um enorme fracasso: 6lmCjrQ0mcQ   Ela estava em pânico, e não conseguia se adaptar. Logo deixava de ser a preferida de Schulberg e a ser cada vez menos chamada. Seu favoritismo desapareceu e a Paramount a cancelar seus filmes. Seus figurinos e fotografias de publicidade agora tinham que sair de seu bolso, e para piorar tudo sua assistente Daisy DeVoe ainda roubou grandes somas de dinheiro de sua conta bancária. Bow chegou a processar DeVoe, mas o que conseguiu foi somente um infame processo judicial, em que DeVoe revelou detalhes íntimos da vida da ex-chefe. Histórias sobre lesbianismo, incesto, drogas, doenças venéreas e a lenda de que teria feito sexo com toda a equipe de futebol do USC foram declarações feitas por sua ex-empregada.   Fora de Hollywood   Clara teve um colapso nervoso e mental, seguidos de um ataque cardíaco. Foi hospitalizada enquanto os estúdios mentiam, dizendo que ela sofria de dores abdominais. Cansada de tudo, arrasada mental e fisicamente, finalmente ela se afastava da vida pública. Estava cansada, magoada e confusa, explicou mais tarde: "ser um símbolo sexual é um fardo pesado para carregar".   Após sair de Hollywood ela se casou com Rex Bell, que ficara ao seu lado durante todo o seu tormento pessoal. Tiveram dois filhos, mas logo Clara começava a dar os primeiros sinais da doença mental que lhe atormentaria. Com medo de ter ataques como os de sua mãe, ela preferiu se internar em um hospital psiquiátrico onde foi diagnosticada esquizofrênica. Clara Bow e sua família Afastada há tempos da vida pública, estava cansada, magoada e confusa, explicou certa vez: "ser um símbolo sexual é um fardo pesado para carregar". A atriz morreu aos 60 anos, de um ataque cardíaco, enquanto assistia a um filme de Gary Cooper. Foi enterrada ao lado de Rex Bell.   Por Carla Marinho  
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  Em 1972 Jerry Lewis decidiu fazer um filme passado durante a segunda guerra, sobre um palhaço cuja função era levar crianças para os fornos dos centros de concentração de Hitler, "The Day The Clown Cried". O roteiro tinha sido escrito por Charles Benton em 1962, que inicialmente aprovou, mas depois de algum tempo, e de todo o filme realizado,  resolveu proibir o lançamento devido a várias controvérsias entre os dois. Mesmo assim Jerry Lewis ainda tem esperanças de lançá-lo algum um dia. Alguns sites até oferecem a opção de download do mesmo, mas ainda não testamos para ver se se trata realmente do filme em questão. Embora o roteiro pareça ser bizarro, só vendo para dar alguma opinião à respeito. O filme foi envolto em mistério durante anos e nunca lançado. Algumas fotos:  
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não assisti esse filme mas esse textão que voce escreveu pode se dizer que quem fez o filme ganhou R$0.00 shuashua
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Título Original: Der Gang in die Nacht Ano/País/Gênero/Duração: 1921 / Alemanha / Drama / 69min Direção: F. W. Murnau Produção: Sascha Goron Roteiro: Harriet Bloch e Carl Mayer Fotografia: Max Lutze Elenco Olaf Fønss ... Dr. Eigil Börne Erna Morena ... Helene Conrad Veidt ... Der Maler Gudrun Bruun-Stefenssen ... Lily Clementine Plessner Sinopse Para festejar o aniversário de Helen, sua prometida, o médico Eigil Boerne assiste com ela a um espetáculo em um cabaré. A bailarina Lily sente uma atração súbita por Boerne e finge um acidente para que ele vá ao seu camarim.  
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  Ficha Título Original: The Big Trees Ano/País/Gênero/Duração: 1952 / EUA / Ação / 89min Direção: Felix Feist Produção: Louis F. Edelman Roteiro: Kenneth Earl, John Twist, James R. Webb Fotografia: Bert Glennon Música: Heinz Roemheld Elenco: Kirk Douglas … Jim Fallon Eve Miller … Alicia Chadwick Patrice Wymore … Daisy Fisher / Dora Figg Edgar Buchanan … Walter ‘Yukon’ Burns John Archer … Frenchy LeCroix Alan Hale Jr. … Tiny Roy Roberts … Crenshaw Charles Meredith … Elder Bixby Harry Cording … Cleve Gregg Ellen Corby … Blackburn     Sinopse   Em 1900, o inescrupuloso Barão da madeira Jum Fallon (Kirk Douglas) planeja tirar proveito de uma terra nova e ganhar milhões com a madeira vermelha da Califórnia. A maior parte da terra que ele deseja tomar posse já era requerida por uma colônia de protestantes, que sofre uma reviravolta com a chegada do ambicioso lenhador. Com muita resistência, os colonos tentam persuadí-lo a poupar as sequóias gigantes existentes naquelas terras, mas essas são exatamente as árvores em que o Barão tem maior interesse. O lenhador descobre que outros espertalhões formaram uma indesejável aliança e agora estão nos seus calcanhares e em suas próprias terras.   Assista Online (legendado)     Imagens
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Lucille Ball nasceu em 6 de agosto de 1911 e ainda pequena já fazia peças teatrais. Seu pai não deu a menor força, pois achava que a filha não tinha talento para a coisa, e que procurasse outra coisa. Mas a menina foi em frente. Lucy trabalhou como garçonete e começou a trabalhar em revistas teatrais, como corista. Até que em 1933 veio uma chance de trabalhar como uma das dançarinas em "Roman Scandals". Conseguiu um contrato de 7 anos na RKO. Apesar disso só conseguia papéis de coadjuvantes. Howard Hughes achava que a ruiva não tinha sex-appeal. Foi aí que ela conheceu Desi Arnaz nas filmagens de "Garotas Demais".  O encontro marcaria a vida dos dois e eles acabaram se casando em novembro de 1940. Desi foi servir o exército, enquanto Lucy tentava a sorte, dessa vez na MGM, sem sorte. Na volta, Desi começou a viajar com sua orquestra, até que teve a idéia de fazerem um programa de televisão  juntos... Lucy e Desi A idéia foi apresentada à CBS em 1950 e em maio eles formaram a "Desilu Productions", assumindo a responsabilidade de um programa semanal na emissora. O dinheiro veio todo do bolso dos dois, e o risco era grande. Segundo Lucy: "Até essa ocasião os programas eram ao vivo, ou gravados em video-tapes, os quais muitas vezes resultavam ridículos por não haver a possibilidade de corte e nova montagem como no cinema. Eu não pretendia abandonar uma situação segura na MGM para me arriscar assim. Portanto, preferimos gastar mais dinheiro para ter comédias filmadas com mais qualidade para a televisão. Seria uma espécie de consideração mútua, para nós e para o público." A série "I Love Lucy"  era baseada na vida do casal mesmo, e alcançou o maior sucesso da TV americana, trazendo rios de dinheiro para o casal. Enquanto isso eles constituíram sua família, incluindo a gravidez de Lucy nos capítulos da série. Após 7 anos, a "Desilu Productions" já era a companhia de televisão mais poderosa do mundo. Em 1958 compraram a RKO Rádio em Hollywood e a RKO Pathé em Culver City. Mas o casamento estava aos pedaços. E após o divórcio com Desi, Lucy lançou "The Lucy Show", trazendo do programa anterior apenas Vivian Vance. Em 1961 a atriz voltou a casar-se novamente. A imprensa chegou a especular se desta vez ela iria colocar o marido no programa.   "Não, desta vez não misturo mais negócios com vida pessoal. Não estou mais com idade de sacrificar minha paz de espírito para fazer dinheiro..." Em 1962 Lucille foi eleita presidente da "Desilu Productions", substituindo seu ex-marido Desi Arnaz e comprando a parte dele na sociedade, tornando-se a dona absoluta da companhia. Desta maneira, aos 51 anos de idade, Lucille Ball iniciava uma nova fase de sua vida. Lucy e Gary Morton, seu segundo marido   Lucy ainda teve outros programas: Here's Lucy e Life with Lucy, tornando-se uma das mais populares estrelas da tv americana e do mundo, tendo o programa exportado para diversos países, inclusive o Brasil. Na década de 60 decidiu trabalhar também no teatro e fez alguns filmes como Yours, Mine and Ours  (1968) e Mame (1974). A atriz morreu em 1989, aos 77 anos, tendo recebido muitos prêmios ao longo de sua carreira e póstumos, como a Presidential Medal of Freedom, entregue pelo então presidente George W. Bush em 1989. Em sua cidade natal, em Jamestown, foi feito um Museu em sua homenagem, e em 6 de agosto de 2001, quando seria o seu aniversário de 90 anos, a United States Postal, lançou um selo comemorativo em sua homenagem. Com tudo isso nós vemos que sim, o papai de Lucille Ball estava errada. Ainda bem que ela não foi uma filha obediente. Por Carla Marinho
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Título Original: It's a Small World Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Comédia | Romance / 70min Direção: Irving Cummings Produção: Edward Butcher Roteiro: Sam Hellman e Gladys Lehman Fotografia: Arthur C. Miller Música: Arthur Lange Elenco Spencer Tracy ... Bill Shevlin Wendy Barrie ... Jane Dale Raymond Walburn ... Julius Clummerhorn Virginia Sale ... Lizzie Astrid Allwyn ... Nancy Naylor Irving Bacon ... Cal Charles Sellon ... Cyclone Dick Foran ... Tira Belle Daube ... Mrs. Dale Frank McGlynn Sr. ... Snake Brown Jr. Frank McGlynn Jr. ... Snake Brown, Junior-Junior William Gillis ... Snake Brown, Sr. Ed Brady ... Buck Bogardus Harold Minjir ... Freddie Thompson  
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  Elvis morreu ou não morreu? Para os que acreditam na primeira hipótese, surgiu uma revelação nova sobre a morte do Rei do Rock. Todo mundo achava até então que ele havia falecido em função de uma overdose de drogas ou medicamentos. Mas não foi nada disso, segundo o médico que cuidou dele por cerca de 12 anos. Elvis Presley tinha uma dificuldade imensa de ir ao banheiro, prisão de ventre em situação extrema. Segundo o Dr. George Nichopoulos, ele chegou a sugerir ao astro que fizesse uma colostomia, a fim de reduzir a quantidade de fezes no intestino. O material fecal era o dobro ou mais do que o de outras pessoas com o mesmo problema. Elvis se recusou. Disse que teria de trocar de roupa várias vezes durante os shows e temia um acidente constrangedor enquanto estivesse no palco. Ainda segundo o médico, o fato de Elvis ter engordado muito antes de sua morte está relacionado a este problema. Se tivesse feito o procedimento cirúrgico, “”Elvis ainda estaria entre nós”, disse ele. E todos aqueles que dizem que Elvis não morreu estariam certos.    
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Título Original: Springtime in the Rockies Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / EUA / Faroeste / 60min Direção: Joseph Kane Produção: Sol C. Siegel Roteiro: Gilbert Wright e Betty Burbridge Fotografia: Ernest Miller Música: Alberto Colombo Elenco Gene Autry ... Gene Autry Smiley Burnette ... Frog Millhouse Polly Rowles ... Sandra Knight Ula Love ... Sylvia Parker Ruth Bacon ... Peggy Snow Jane Hunt ... Jane Hilton George Chesebro ... Thad Morgan Al Bridge ... Briggs Tom London ... Tracy Edward Hearn ... Jed Thorpe Frankie Marvin ... Autry's Musicial Cowhand William Hole ... Bub - Messenger Edmund Cobb ... Delegado Fred Burns ... Rancher Harris Jimmy's Saddle Pals ... Musical Ranch Hands   Sinopse   Gene Autry é o capataz de um rancho que acaba de assumir a função, porém ele logo começa a ter dúvidas sobre seu novo patrão, a bela Sandra Knitht, uma jovem mulher com um diploma universitário, mas com pouca experiência da vida. Quando Sandra decide criar ovelhas em vez de gado, ela não se acerta com os fazendeiros locais e Gene logo tem que interferir.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas
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Eu aaaaaaaaadorei esse filme,é ma pura comédia,o(a) personagem mais engraçada é a chiquita,e a parte mais engraçada do filme é a que a Crmen Miranda-Chiquita, apareça cantando ´´batuca nego``.... a primeira vez que eu assisti esse filme eu quase bolo de tanto rir.Esse filme foi o melhor filme que eu ja assisti na minha vida.
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Olivia de Havilland arrasa nesse filme! Grande atriz!! Só com uma atuação dessas, nossa... merece sempre ser reconhecida como uma das melhores atrizes de sempre. Excelente filme, adorei, trama muito bem conduzida. Maravilhso, recomendadíssimo.
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  Ficha Título Original: Audrey Rose Ano/País/Gênero/Duração: 1977 / EUA / Terror / 113min Direção: Robert Wise Produção: Joe Wizan Roteiro: Frank De Felitta Fotografia:  Victor J. Kemper Música: Michael Small Elenco: Marsha Mason ... Janice Templeton Anthony Hopkins ... Elliot Hoover John Beck ... Bill Templeton Susan Swift ... Ivy Templeton Norman Lloyd ... Dr. Steven Lipscomb John Hillerman ... Scott Velie Robert Walden ... Brice Mack Philip Sterling ... Judge Langley Ivy Jones ... Mary Lou Sides Stephen Pearlman ... Russ Rothman Aly Wassil ... Maharishi Gupta Pradesh Mary Jackson ... Mother Veronica     Sinopse   Janice (Marsha Mason) e Bill Templeton (John Beck) são um casal que vive feliz com sua filha única, a bem-comportada pré-adolescente Ivy (Susan Swift). Essa imagem de família feliz começa a ser decomposta com a chegada do estranho Elliott Hoover (Anthony Hopkins). Depois de suspeitas de que ele pretende molestar sexualmente Ivy, Hoover tenta convencer aos pais que seu interesse (quase uma obsessão) pela garota é apenas paternal. Para ele, a menina é a reencarnação de sua filha, morta em um terrível acidente. Coisas estranhas começam a acontecer a partir desse momento     Imagens
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o link não funciona RESPOSTA: Link corrigido
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Título Original: If You Could Only Cook Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Comédia | Romance / 72min Direção: William A. Seiter Produção: Everett Riskin Roteiro: F. Hugh Herbert e Howard J. Green Fotografia: John Stumar Elenco Herbert Marshall ... Jim Buchanan Jean Arthur ... Joan Hawthorne Leo Carrillo ... Mike Rossini Lionel Stander ... Flash Alan Edwards ... Bob Reynolds Frieda Inescort ... Evelyn Fletcher Gene Morgan ... Al Ralf Harolde ... Swig Matt McHugh ... Pete Richard Powell ... Chesty   Sinopse   James Buchanan, um magnata, tem uma noiva que não o ama. Meditando sobre sua vida, em um banco de parque, ele conhece o desempregado Joan Hawthorne, um cozinheiro que precisa de um parceiro para se candidatar a mordomo. Confuso, Buchanan o acompanha e acaba se tornando um mordomo.  
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  Ficha Título Original: Rashômon Ano/País/Gênero/Duração: 1950 / Japão / Crime Drama / 88min Direção: Akira Kurosawa Produção: Minoru Jingo Roteiro: Ryûnosuke Akutagawa e Akira Kurosawa Fotografia: Kazuo Miyagawa Música: Fumio Hayasaka Elenco: Toshirô Mifune ... Tajômaru Machiko Kyô ... Masako Kanazawa Masayuki Mori ... Takehiro Kanazawa Takashi Shimura ... Woodcutter Minoru Chiaki ... Priest Kichijirô Ueda ... Commoner Noriko Honma ... Medium Daisuke Katô ... Policeman     Sinopse   O filme descreve um estupro e assassinato através dos relatos amplamente divergentes de quatro testemunhas, incluindo o próprio criminoso e, através de um médium (Fumiko Honma), a própria vítima. A história se desvela em flashbacks conforme os quatro personagens — o próprio bandido (Toshiro Mifune), o samurai assassinado Kanazawa-no-Takehiro (Masayuki Mori), sua esposa Masago (Machiko Kyō) e o lenhador sem nome (Takashi Shimura) — recontam os eventos de uma tarde em um bosque. Mas é também um flashback dentro de um flashback, porque os relatos das testemunhas são recontados por um lenhador e um sacerdote (Minoru Chiaki) para um grosseiro plebeu (Kichijiro Ueda) enquanto eles esperam por uma tempestade em uma portaria arruinada. Cada história é mutuamente contraditória, deixando o espectador incapaz de determinar a verdade sobre os eventos. Principais prêmios e indicações Blue Ribbon Awards (1951) – Venceu na categoria de melhor roteiro (Akira Kurosawa e Shinobu Hashimoto). Mainichi Eiga Concours (1951) – Venceu na categoria de melhor atriz ([Machiko Kyô) National Board of Review (1951) – Venceu nas categorias de melhor diretor (Akira Kurosawa) e melhor filme estrangeiro (Japão). Festival Internacional de Cinema de Veneza (1951) – Recebeu o Leão de Ouro e Italian Film Critics Award (Akira Kurosawa). Prêmio Oscar Honorário de Melhor Filme Estrangeiro (1952). Oscar (1953) – Indicado na categoria de melhor direção de arte em preto e branco (So Matsuyama e H. Motsumoto). BAFTA (1953) – Indicado na categoria de melhor filme de qualquer origem (Japão). Directors Guild of America (1953) – Indicado na categoria de realização diretorial ressaltável no cinema (Akira Kurosawa). Assista Online (legendado)         Imagens  
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gostaria de ter este filme
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    Este documentário, em espanhol, fala da forma como acabou a carreira de alguns dos maiores astros de Hollywood. Assista Online (em espanhol)
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Título Original: Tied for Life Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Comédia | Curto / 20min Direção: Arvid E. Gillstrom Produção: Arvid E. Gillstrom Roteiro: Vernon Dent e Dean Ward Elenco Harry Langdon ... The Groom Vernon Dent ... Angry motorist Nell O'Day ... The Bride Mabel Forrest ... Mother-in-law Tom Dempsey ... Train passenger Eddie Baker ... Train passenger   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legendas  
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Por Junia Lemos do blog http://vintageeblog.blogspot.com.br/     Duas semanas após seu casamento com Arthur Miller ,  Marilyn e o marido desembarcam na Inglaterra para filmagem de "O Príncipe Encantado". A diva protagonizaria um  contos de fadas com Sir Laurence Olivier. Terence Rattingan, autor da peça de teatro em que se baseava o filme, convidara pessoas de enorme prestígio para dar boas vindas ao casal em lua-de-mel. Os jornais esforçavam-se   em superar uns aos outros, publicando manchetes fúteis  de trivialidades sobre Marilyn. A diva recebeu de presentes, serenatas, propostas para passeios e até uma bicicleta.  Mas não se interessou por nada. Estava casada com Miller e havia nesse período, se tornado uma mulher retraída escondida  atrás dos portões de Parkside House, uma mansão que havia sido alugada para  ela. Por onde Marilyn ia era acompanhada por um robusto ex-superintendente  da Scotland Yard e como muitos notaram, parecia ter perdido senso de humor. Agora, era uma estrela no pior sentido da palavra. Marilyn conhecera Olivier muitos  anos antes, quando ela não era ninguém e ele já era um ator mundialmente aclamado. Agora ele seria diretor  e protagonista do filme em que ela estrelaria. Joshua Logan que a dirigiu em "Bus Stop" (Nunca Fui Santa) recomendou a Olivier o seguinte: “Por favor, nunca lhe diga o que fazer; ela com certeza sabe mais sobre atuar em filmes que qualquer outra pessoa no mundo. Não lhe dê ordens  porque isso a deixará nervosa, e você não conseguirá tirar nada dela”. Mais adiante, acrescentou alegremente: “Ela é a melhor combinação desde que inventaram o preto e branco”. Sir Olivier começou  quatro meses  de inferno profissional.   Marilyn tinha crise de total paralisia na frente das câmeras e não conseguia produzir nada. No início Olivier tentou ajudar a diva, mas acabou perdendo a paciência e gritando com a loira.  Foi ai que ele  a perdeu e as provocações começaram. Marilyn conseguiu quebrar seu próprio recorde de impopularidade, quando chegou nove horas atrasada para um compromisso, fazendo Dame Sybel Thorndike, que era uma idosa e atuava numa peça teatral a noite, passar a manhã toda esperando por ela. Louella Parsons, a colunista americana que estava na Inglaterra, escreveu que ela “estava testando os outros para ver se era realmente a estrela do filme. Comportava-se como uma criança que pede para levar uma sova “. Arthur Miller também teve que suportar as crises de Marilyn e até chegou  fazer anotações críticas sobre a personalidade de sua esposa  o que a deixou bastante abalada iniciando o declínio da relação de ambos.  Na chegada de Marilyn, a imprensa  inglesa, que não estava a par da verdade sobre a vida particular da diva e seu  hábito de misturar  álcool e pílulas, fizera perguntas fúteis  sobre  seus hábitos de dormir. A resposta foi: “Bem, digamos que agora que estou na Inglaterra gosto de dormir usando apenas o perfume de lavanda da Yardley.” A situação era menos romântica. Marilyn sentia-se doente e com a falta de sono e com os remédios que utilizava para induzi-lo. Os remédios não mais funcionavam e a medida que a noite passava, ela ia ficando histérica. Milton Greene , que lidava com a ruína que era Marilyn pelas manhãs, acrescento detalhes  assustadores: “ ela pedia gim com chá as nove, antes de ir para a filmagem. Eu tentava fazer a bebida mais fraca , e ela ficava furiosa. Me brigava  a lhe dar os estimulantes que queria. A cor deles era diferente  em Londres e Marilyn me acusava de tentar enganá-la, trocando os comprimidos"  Arthur Miller e Laurence Olivier sofriam problemas idênticos  no relacionamento com suas mulheres. A esposa de Olivier, Vivien Leigh ,era dada, fazia tempo, a depressões  e ataques de fúria incontroláveis. Os dilemas vividos por ambos  acabaram por aproximá-los . Em 1980, em sua autobiografia, o cantor Sammy Davis Jr. Escreveu sobre Marilyn: “Enquanto ela fazia O Príncipe Encantada, passava por um dos períodos mais difíceis de sua vida. Estava tendo um caso com um amigo íntimo, ele era fotografo... os dois encontravam-se às escondidas muitas vezes em minha casa...” Segundo o cantor tudo indica que o amante de MM era Milton Greene. Os relatos acima foram baseados no livro "A Deusa, As vidas Secretas de Marilyn Monroe" e vários sites relacionados ao período em que o filme foi gravado na Inglaterra. Todos fatos  são confirmados por documentos e relatos de pessoas que acompanharam a deusa no período, porém, um dos grandes questionamentos tem sido o affair vivido por Colin Clark e Marilyn, retratado no filme "Sete Dias com Marilyn Monroe".
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Olivia de Havilland arrasa nesse filme! Grande atriz!! Só com uma atuação dessas, nossa... merece sempre ser reconhecida como uma das melhores atrizes de sempre. Excelente filme, adorei, trama muito bem conduzida. Maravilhso, recomendadíssimo.
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Título Original: The Stage Hand Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Curto | Comédia / 20min Direção: Harry Langdon Produção: Arvid E. Gillstrom Roteiro: Harry Langdon Elenco Harry Langdon ... Harry Marel Foster Rollin Grimes Harry Hammill Ira Hayward Maryen Lynn Eddie Shubert   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legendas
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Título Original: The Country Doctor Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Drama | Romance / 95min Direção: Henry King Produção: Nunnally Johnson Roteiro: Sonya Levien e Charles E. Blake Fotografia: Daniel B. Clark Música: R.H. Bassett Elenco The Dionne Quintuplets ... The Wyatt Quintuplets Yvonne Dionne ... Yvonne (como Yvonne) Cecile Dionne ... Cecile (como Cecile) Marie Dionne ... Marie (como Marie) Annette Dionne ... Annette (como Annette) Emilie Dionne ... Emelie (como Emelie) Jean Hersholt ... Dr. John Luke June Lang ... Mary MacKenzie Slim Summerville ... Constable Jim Ogden Michael Whalen ... Tony Luke Dorothy Peterson ... Nurse Katherine Kennedy Robert Barrat ... MacKenzie Jane Darwell ... Mrs. Graham John Qualen ... Asa Wyatt Frank Reicher ... Dr. Paul Luke   Sinopse   O filme mostra a vida de um médico do interior, dedicado ao seu trabalho, e que muitas vezes é pago com animais ou bolos. Outras vezes precisa lidar com a ingratidão de seus pacientes.    
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  Pois é, a Bela Adormecida tem mais de 50 anos, e em comemoração foi lançado um DVD Platinum do desenho animado, restaurado e com extras. O que pouca gente sabe é que a voz da princesa Aurora foi feita por Mary Costa, hoje com 78 anos de idade, e que acabou servindo também de modelo para os desenhos. Mary foi descoberta numa festa em que, por acaso, cantou a música “When fall in love”. Não era cantora, mas mesmo assim sua voz chamou a atenção dos produtores de Wald Disney. Segundo, Mary, assim como as meninas de hoje em dia, ela também sonhava em ser uma princesa, e até brincava de ser Branca de Neve quando criança, mas não pensava que o sonho poderia se tornar, pelo menos ficticiamente, verdade.  
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Ficha Título Original: Cul-de-Sac Ano/País/Gênero/Duração: 1966 / Inglaterra / Comédia Suspense / 111min Direção: Roman Polanski Produção: Gene Gutowski Roteiro: Gérard Brach, Roman Polanski Fotografia: Gilbert Taylor Elenco: Donald Pleasence - George Lionel Stander - Dickie Françoise Dorléac - Teresa Jack MacGowran - Albie William Franklyn - Cecil Jacqueline Bisset - Jacqueline Ian Quarrier - Christopher Robert Dorning - Philip Fairweather Marie Kean - Marion Fairweather     Sinopse   Dois gângsters que têm o carro enguiçado quando estão em meio a uma fuga de um assalto fracassado decidem se esconder em um castelo medieval próximo, onde reside um excêntrico casal que é obrigado a ajudá-los a entrar em contato com seu chefe. É o início do desenvolvimento de uma estranha relação entre eles.       Imagens
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Charles Chaplin era perfeccionista a ultima cena ,do filme onde a cega "enxerga" o chaplin, teve que ser gravado 300 vezes, até chegar a perfeição
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Título Original: The Silver Cord Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Drama | Romance / 74min Direção: John Cromwell Produção: Pandro S. Berman Roteiro: Sidney Howard e Jane Murfin Fotografia: Charles Rosher Música: Max Steiner Elenco Irene Dunne ... Christina Phelps Joel McCrea ... David Phelps Laura Hope Crews ... Mrs. Phelps Eric Linden ... Robert Phelps Frances Dee ... Hester   Sinopse   Uma matriarca dominadora fica triste quando seu filho traz sua noiva para casa. Ela imediatamente decide sabotar o casamento.
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Ficha Título Original: Leave Her to Heaven Ano/País/Gênero/Duração: 1945 / EUA / Drama Suspense / 110min Direção: John M. Stahl Produção: William A. Bacher Roteiro: Ben Ames Williams e Jo Swerling Fotografia: Leon Shamroy Música: Alfred Newman Elenco: Gene Tierney ... Ellen Berent Harland Cornel Wilde ... Richard Harland Jeanne Crain ... Ruth Berent Vincent Price ... Russell Quinton Mary Philips ... Sra. Berent Ray Collins ... Glen Robie Gene Lockhart ... Dr. Saunders Reed Hadley ... Dr. Mason Darryl Hickman ... Danny Harland Chill Wills ... Leick Thome Guy Beach ... Sheriff (unconfirmed) Audrey Betz ... Cook at Robie's Ranch Olive Blakeney ... Sra. Louise Robie Ruth Clifford ... Telephone Operator Harry Depp ... The chemist Paul Everton ... The judge Jim Farley ... Train Conductor     Sinopse   Atraída pelo jovem Richard, Ellen seduz o rapaz e o desposa rapidamente, abandonando subitamente seu noivo, o influente político Russel Quinton. Com o tempo, Richard descobre que essa não é a primeira situação em que Ellen arruína a vida de outras pessoas. A morte do seu irmão e do filho que Ellen esperava fazem com que Richard desconfie do ciúme irracional da esposa.   ASSISTA ONLINE     Imagens  
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  Ficha Título original: City Lights Direção: Charles Chaplin Ano/País/Gênero/Duração: 1931/EUA/comédial/87min Assistentes de direção: Harry Crocker, Henry Bergman, Albert Austin. Distribuição: United Artists Fotografia: Rollie Totheroh Elenco   Charles Chaplin........... o vagabundo Virginia Cherrill ........... moça cega Florence Lee .............. avó de Virginia Harry Myers ............... milionário Ernest Garcia ............ empregado do milionário     Sinopse O Vagabundo passeia normalmente pela cidade, e acaba encontrando uma jovem que vende flores. Ao perceber que a mesma é cega, ele se compadece, ao mesmo tempo que parece apaixonar-se pela mesma. Virginia vende flores para sustentar-se e à avó. Por causa de um mal entendido (ela ouve a porta de um carro fechar-se quando ele se despede), ela acaba pensando que o vagabundo é, na verdade, um milionário. Ele, decide mantê-la na ilusão. Os dois tornam-se amigos, e se vêem constantemente. Na mente dela, trata-se de um lindo milionário. Um belo dia ela fica doente, e sua avó sai para vender as flores. Não é a mesma coisa, e o dinheiro fica pouco. Carlitos decide ajuda-la de algum modo. Ele próprio tem um amigo milionário (que só é amigo dele quando está bêbado) e vai tentar ajuda junto a ele. Não consegue: o milionário está de partida para a Europa. O vagabundo, em nome da amizade com a cega, decide fazer aquilo que detesta: trabalhar. E vai trabalhar limpando as ruas. Trabalha também como pugilista. Tudo em vão. Consegue pouco dinheiro, mas o que consegue, vai para que ela possa fazer a operação para que finalmente enxergue. Seu “amigo” milionário retorna e (bêbado) promete ajudar-lhe. Em meio a um assalto à casa do milionário, o vagabundo é tomado como um dos assaltantes (há dinheiro em seus bolsos, mas dinheiro dado pelo dono da casa). O milionário, já consciente, nada faz a seu favor. Vai preso. Tempos depois sai da prisão, tão triste, tão desamparado, que quando algumas crianças começam a caçoar de sua pobreza, reage como uma delas, como quem diz “deixem-me em paz”. É aí que ele vê sua amiga. Ela enxerga. E também tem uma loja de flores. Não passa mais dificuldades. Mas ela não o reconhece, e pensa tratar-se de um pobre coitado que precisa de sua ajuda. Ao pegar em sua mão e entregar-lhe uma rosa, percebe que o milionário que lhe ajudara é, na verdade, aquele pobre vagabundo. Notas - Metragem final: 300.00 metros, dos quais somente 2.300 foram utilizados. Foram 22 meses (com a equipe sendo paga por cada dia), dos quais tendo somente 172 dias de filmagens. - Para compensar os enormes custos do filme, Chaplin cobrou altíssimo os valores para exibição. Isso acabou fazendo com que o filme não tenha tido um retorno imediato da renda investida, mas ao longo do tempo ele acabou sendo recompensado. Bem recompensado: o filme lhe rendeu bem mais do que The Gold Rush e The Circus. - Ele chegou a deixar a equipe parada durante meses. Estava com bloqueio de criação. Nesses momentos, ele preferia que a equipe estivesse à sua disposição, para no caso de uma idéia, poder filmar imediatamente. - Um dos momentos cruciais da criação foi como passar a idéia de que ele era um milionário. - Esse foi um dos poucos filmes em que, antes de desenvolver a história, ele tinha o final já pronto: uma cega que volta a enxergar graças a um benfeitor, que ela julga rico. - Antes de decidir-se por um companheiro milionário para o vagabundo, Chaplin pensou em colocar como parceiro do vagabundo um menino negro e vendedor de jornais. Ele chegou até mesmo a planejar cenas, mas o personagem não se ajustava à história. - Enquanto Chaplin se decidia se faria ou não o filme falado, seu irmão Sydney estreava The missing link “ (elo perdido), um dos primeiros filmes falados. Talvez, se não tivesse partido para Londres, Syd tivesse ficado mais conhecido como ator do que o é hoje. - Chaplin viu Virginia Cherril numa praia, e para ele, o olhar dela perdido, quase vesgo, lembrava o de uma cega. Era perfeita para o papel. Mas durante as filmagens, a antipatia tomou o lugar da admiração: ele se queixava de que ela não conseguia nem mesmo perguntar “flores, sr.?” direito. Ela dizia que a antipatia dele para com ela vinha do fato dela já ser divorciada e ter um agente importante, logo, não caíra em sua “teia” famosa. Ao contrário de falar sobre a vida pessoal, Chaplin dizia que ela realmente não era profissional, pedindo para sair cedo em cenas sentimentais ou demorando-se no cabeleireiro. Hoje, tantos anos depois, fica difícil saber onde residia a verdade. - Virginia foi contratada por 75 dólares semanais. - Depois de rodados mais da metade do filme, por causa dos problemas enfrentados por Cherril, Chaplin decidiu demiti-la e contratar Geórgia Hale, estrela de The Gold Rush, para refazer todas as cenas. Ela até chegou a filmar algumas, com total entrosação com o vagabundo. Mas já era tarde: devido o tempo decorrido e o dinheiro gasto, ele teve que voltar atrás e recontratar Virginia. Ela retornava com o salário de 130 dólares semanais. Quase o dobro do que ganhava antes. - Custos do figurino: 4.338; Cenários: 36.325. Assista Online   Imagens
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Título Original: Nugget Jim's Pardner Ano/País/Gênero/Duração: 1916 / EUA / Curto | Faroeste / Direção: Frank Borzage Roteiro: Frank Borzage Elenco Frank Borzage Jack Farrell Dick La Reno Ann Little     Pesquisar este filme no SUBMARINO
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Zasu Pitts inspirou uma personagem em quadrinhos que você conhece.     Oi, talvez essa aqui de baixo? Pois é. A (maravilhosa) atriz Zasu Pitts foi fonte inspiradora para a personagem Olivia Palito, da série Popeye. Por Carla Marinho
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Título Original: Number, Please? Ano/País/Gênero/Duração: 1920 / EUA / Comédia | Curto / 25min Direção: Hal Roach Produção: Hal Roach Roteiro: H.M. Walker Fotografia: Walter Lundin Elenco Harold Lloyd ... The Boy Mildred Davis ... The Girl Roy Brooks ... The Rival   Sinopse   Em um parque de diversões, dois homens tentam ganhar o coração de uma jovem senhora. Para isso iniciam uma competição, indo em busca de um cão fugitivo.
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Marilyn Monroe Uma seleção de fotografias históricas de atrizes de Hollywood visitando soldados que lutavam na guerra. Marsha Hunt Marilyn Monroe "Eu nunca havia dançado com uma celebridade, então queria que ela se sentisse especial...mas logo que eu pensei nisso, parecia exatamente como as garotas que havia visto na terra natal". Assim falava um soldado no evento organizado pelas Forças Armadas, quando conheceu a atriz americanaDonna Reed. Veronica Lake Raquel Welch Marlene Dietrich As imagens mostram atrizes renomadas visitando soldados americanos durante a Segunda Guerra, e também as históricas fotografias de Marilyn Monroe visitando as tropas que lutavam na Guerra da Coréia, em 1954.     Marilyn Monroe Em 1941, foi formada uma associação independente de voluntariado religioso, de caridade e outros para promover as forças armadas nos Estados Unidos. Essa associação organizava eventos de lazer para os militares, sendo que muitas atividades envolviam a visita de artistas famosos da época. Rita Hayworth Ann-Margret Marlene Dietrich Veronica Lake Rita Hayworth, Marlene Dietrich, Bette Davis, Judy Garland, Lauren Bacall e muitas outras atrizes da era dourada de Hollywood viajavam milhares de quilômetros para assinar fotografias, cantar, dançar e fazer com que os soldados se sentissem, mesmo que por pouco tempo, em casa. Marilyn Monroe The Andrews Sisters Veronica Lake Marilyn Monroe Marlene Dietrich Martha Raye Marilyn Monroe Bette Davis Ann-Margret Barbara Hale, Lynne Bagget, Gloria DeHaven, Lynn Bari, Jinx Falkenburg, Dolores Moran, Chili Williams e Ginger Rogers Marilyn Monroe Bette Davis Ann-Margret Betty Hutton Bunny Waters Carole Landis, Kay Francis e Mitzi Mayfair Deanna Durbin Jayne Mansfield Marlene Dietrich Lana Turner Marilyn Monroe Marlene Dietrich Fonte:http://www.ideafixa.com/atrizes-na-guerra/
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Título Original: Sweet Adeline Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Musical | Romance / 87min Direção: Mervyn LeRoy Roteiro: Jerome Kern e Oscar Hammerstein II Fotografia: Sol Polito Música: Heinz Roemheld Elenco Irene Dunne ... Adeline 'Addie' Schmidt Donald Woods ... Sid Barnett Hugh Herbert ... Rupert Rockingham Ned Sparks ... Dan Herzig Joseph Cawthorn ... Oscar Schmidt Wini Shaw ... Elysia Louis Calhern ... Major Jim Day Nydia Westman ... Nellie Schmidt Dorothy Dare ... Dot - Band Leader Phil Regan ... Michael - Cantor   Sinopse   1898. O Compositor Sid Barnett consegue trazer sua namorada, a cantora Adeline, para cantar em sua nova Opereta. Isso enfurece Elysia, estrela anterior. O que não imperde de Adeline se transformar em uma grande diva.  
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Título Original: Until They Get Me Ano/País/Gênero/Duração: 1917 / EUA / Drama / 58min Direção: Frank Borzage Roteiro: Kenneth B. Clarke Fotografia: C.H. Wales Elenco Pauline Starke ... Margy Jack Curtis ... Kirby Joe King ... Selwyn Wilbur Higby ... Draper Anna Dodge ... Mrs. Draper Walter Perry ... Sergeant Blaney  
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Título Original: Sumurun Ano/País/Gênero/Duração: 1920 / Alemanha / Aventura | Drama | Romance / 115min Direção: Ernst Lubitsch Roteiro: Ernst Lubitsch e Hanns Kräly Fotografia: Theodor Sparkuhl Música: Friedrich Hollaender Elenco Ernst Lubitsch ... Yeggar - the Hunchback Beggar Pola Negri ... Yannaia - a Dancer Paul Wegener ... Der alte Scheich Jenny Hasselqvist ... Zuleika Aud Egede Nissen ... Haidee Harry Liedtke ... Nur-Al Din Carl Clewing ... Der junge Scheich Margarete Kupfer ... Alte Frau Jakob Tiedtke ... Head Eunuch Max Kronert ... Muffti, 1st Servant of Nur-al-Djin Paul Biensfeldt ... Achmed, the Slave Trader Paul Graetz ... Pufti, 2nd Servant of Nur-al-Djin Sinopse Uma companhia de comediantes visita uma cidade governada por um homem errível. Este acaba se apaixonando pel bailarina principal, mas há outra pessoa interessada nela...     Assista Online N4ETaMWIbZg  
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Título Original: If I Were Free Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Drama | Romance / 66min Direção: Elliott Nugent Produção: Merian C. Cooper Roteiro: Dwight Taylor Fotografia: Edward Cronjager Música: Roy Webb Elenco Irene Dunne ... Sarah Cazenove Clive Brook ... Gordon Evers Nils Asther ... Tono Casanove Henry Stephenson ... Hector Stribling Vivian Tobin ... Jewel Stribling Laura Hope Crews ... Dame Evers Tempe Pigott ... Mrs. Gill Lorraine MacLean ... Catherine Evers   Sinopse   Evers Gordon, um advogado de meia idade, está depressivo e pensando em suicídio após uma lesão sofrida durante a Primeira Guerra Mundial. Sarah Cazenove, uma antiquária, está se sentindo da mesma maneira após descobrir que o marido é infiel. Os dois acabam se apaixonando e esta paixão pode ser a cura para ambos. Mas a sociedade não aprovará esse amor, pois ambos ainda estão casados.    
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    A história de Lewis Carroll vem inspirando inúmeras versões no cinema. O IMDB lista mais de 100 títulos baseados em Alice, incluindo séries, filmes para a tv e games. Algumas das versões ao longo dos anos: 1903: A primeira versão de Alice surgiu em 1903, com o curta de 8min que trazia May Clark como Alice sob a direção de Cecil M. Hepwoeth.     1910: A Companhia Edison fez uma refilmagem em 1910, num curta de 10 minutos: 1915: Alice in Wonderland  foi dirigido por W.W. Young e trouxe Viola Savoy no papel principal: AIVSxzTDP2k   1923: Versão animada de Walt Disney, um curta dublado por Virginia Davis: Q-oQyWaHydU   1928: Walter Lang trouxe sua versão, entitulada “Alice Through a Looking Glass”: 1931: primeira versão da história agora no cinema falado, dirigido por Bur Pollard e estrelado por Ruth Gilbert: 1933: No natal de 1933 Charlotte Henry estrelou o filme dirigido por Norman Z. McLeod. Essa versão trazia atores legendários de Hollywood, como W.C. Field, Cary Grant e Gary Cooper (em início de carreira), fazendo participações especiais: 1951: Disney's Alice In Wonderland. Lou Bunin criou uma animação que incorporava elementos de “Through the looking Glass”. Kathryn Beaumont fez a voz de Alice: 1966: A United Productions of America lançou a versão animada de 52 minutos de “Alice of Wonderland in Paris”, que, como o título indica, mostrava Alice em aventuras em Paris; Sua voz foi dublada por Norma MacMillan:   Nesse mesmo ano, Hanna Barbera lançou (Alice in Wonderland, or What’s a Nice Kid Like You Doing in a Place Like This?), um especial para a TV que trazia as vozes de Sammy Davis Jr., Zsa Zsa Gabor, Mel Blanc, Harvey Korman e Doris Drew como Alice. 1972: Alice’s In Wonderland, estrelado por Fiona Fulleton, e ainda trazendo Peter Sellers, Dudley Moore, Michael Crawford e Michael Jayston no elenco: 1976: A primeira versão pornográfica de Alice veio com “Alice in Wonderland: An X-Rated Musical Fantasy”: 1977: “Terry Gilliam’s Jabberwocky”, Que trazia a luta de Gilliam (uma espécie de Alice) lutando contra o terrível dragão: 1982: versão russa de 38 minutos, na animação “Alisa v Zazerkale”: 1982: Alicja foi estrelada por Sophie Barjac. Uma versão moderna de Alice: 1982: Meryl Streep estrelou “Alice at the Palace”, que trazia também Betty Abelin, Debbie Allen, Richard Cox e Michael Jeter no elenco. 1982: Annie Enneking iniciou a produção televisiva de Alice. A mesma trazia elementos de Alice in Wonderland e Through the looking glass.   1985: Caterpillar from Dreamchild, de Gavin Millar. Versão grotesca da história, trazendo Ian Holm e Charles L. Dogson: 1988: Neco z Alenky, Versão bizarra e surrealista da história, criada por Jan Scankmajer:         1998: após uma década sem aparecer nas telas, Alice retorna em Alice Through the Looking Glass, estrelado por Kate Beckinsale, e trazendo de volta Lewis Carroll, que já havia participado do filme Dreamchild, uma década antes.       1999: estréia a versão “The Mock Turtle” do canal de tv Hallmark Channell, trazendo Whoopi Goldberg, Peter Ustinov, Gene Wilder, Christopher Lloyd: 2010: chega às telas a versão em 3D de Tim Burton, trazendo Johnny Depp, Helena Bonham Carter, Alan Rickman, Christopher Lee, Anne Hathaway e Mia Wasikowska como Alice:    
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  Por Rafael Amaral De echarpe branco, como uma santa, Bette Davis vai ao encontro de sua antagonista, uma oriental que veste preto. Ambas as mulheres amam o mesmo homem e ambas estavam dispostas a matar ou morrer por ele. Davis, como Leslie Crosbie, puxou o gatilho primeiro.A Carta acompanha seus passos após o crime. Não são passos fáceis. Acompanham mentiras, dúvidas, amores e dinheiro. Tudo isso dá vez a um filme noir realizado ainda antes de o subgênero popularizar-se. Á época, Davis era uma dama fatal perfeita, também apaixonada, capaz de confessar, ao fim, seu amor ao marido rico: o amor pelo homem que matou na abertura. Todos aqui estão machucados: de colonizados a colonizadores, entre o branco e o preto, entre a luz da lua e as sombras das nuvens. O filme de William Wyler utiliza esse crime e a relação entre pessoas para fazer uma poderosa crítica à colonização. Ao centro está a mulher, igualmente a carta que escreveu, a prova de seus sentimentos pelo homem que matou, a tiros, no começo da história. A carta é um documento, uma prova, com a letra da assassina. Talvez possa ser comprada, mas é incerto se um crime pode ser simplesmente apagado com a consumação de outro. Wyler constrói dois mundos, dois julgamentos. Para cada mundo há uma mulher. A vítima ousou estar entre eles, e morreu. Antes de sua morte, a câmera parte de uma seringueira, da qual é possível ver seu líquido branco pingando em recipientes. A câmera movimenta-se e segue em direção à casa da protagonista. Passa pelo alojamento dos funcionários, pela vida simples do lado de fora. O líquido branco da árvore é uma representação do sangue, de cor branca para revelar o poder de algumas pessoas. Não por acaso, quase sempre elas vestem branco. Na noite do crime, Leslie é dividida por uma roupa parte preta, parte branca. Uma mulher em dois mundos, em busca de luz, de absolvição. Ao marido, seu advogado e outro jovem, pouco depois, ela contará uma história repleta de emoção. Para Wyler, a boa encenação constrói sua própria verdade – e ninguém melhor do que Davis para dar a essa construção os toques que merece, o sabor de uma vitória. Depois surge a história da carta. Os orientais, não livres da vilania, fazem com que essa carta seja um peso fundamental no julgamento de Leslie. Resta, então, comprar a prova do crime: os escritos que indicam o amor da protagonista pelo homem que matou. Se não há, ali, uma prova de amor, certamente depois ela surgirá. Com exceção, talvez, do marido, interpretado por Herbert Marshall, ninguém está limpo demais nesse universo criado por Wyler, em sua visão ácida do ocidente colonizado reproduzida nos estúdios de Hollywood. Para toda a sujeira restam os ternos brancos. O efeito mais devastador, é certo, pode ser conferido na personagem do advogado, vivida pelo cínico James Stephenson. Inicialmente ele resiste à ideia de pagar caro pela carta. Mais tarde, ele cede. A segunda grande interpretação pertence a ele, no tribunal, quando, com sua peruca branca, fala ao público da inocência de sua cliente. Seus olhos de suposta “verdade” dão um ar de empolgação: ele convence em seu papel. Antes de comprar a carta, Leslie, de véu branco, terá de se ajoelhar à outra mulher. A imagem não poderia ter representação maior: o inglês rebaixa-se ao oriental em um universo no qual tudo pode ser tomado à força do dinheiro. A dama poderosa volta para casa, não sem estar à frente das máquinas fotográficas na saída do tribunal. Dali parte à festa, aos braços dos outros, ao retorno da alegria que não chegará pela imagem de um bando de pessoas em sua grande casa de muros altos – para celebrar, mais uma vez, o branco da vida. Ou a mentira. A Carta estabelece, aos poucos, essa proximidade entre a mulher e seu destino fatal, entre um crime aos poucos revelado e seus sentimentos, entre os espaços internos e externos da casa. A frieza de Leslie é representada pelo tecido que constrói, mesmo sob o risco de ser condenada pelo crime que cometeu. Por isso, Wyler retorna àquele tecido no fechamento, à peça inacabada. Rafael Amaral é jornalista e escreve no blog palavrasdecinema.wordpress.com  
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Título Original: Come and Get It Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Drama / 99min Direção: Howard Hawks e Richard Rosson Produção: Samuel Goldwyn Roteiro: Edna Ferber e Jane Murfin Fotografia: Rudolph Maté Música: Alfred Newman Elenco Edward Arnold ... Barney Glasgow Joel McCrea ... Richard Glasgow Frances Farmer ... Lotta Morgan / Lotta Bostrom Walter Brennan ... Swan Bostrom Mady Christians ... Karie Linbeck - Swan's Niece Mary Nash ... Emma Louise Glasgow Andrea Leeds ... Evvie Glasgow Frank Shields ... Tony Schwerke Edwin Maxwell ... Sid LeMaire Cecil Cunningham ... Josie - Barney's Secretary Charles Halton ... Mr. Jed Hewitt Frances Dee ... Restaurant Patron - Cameo Appearanc   Sinopse   Em 1884, nas florestas do Wisconsin, Barney Glasgow desiste de seu amor por Lotta Morgan, uma cantora de bar, para se casar com a filha do patrão e enriquecer com a extração de madeira. Quem fica com Lotta é Swan Bostrom, melhor amigo de Barney. Vinte anos depois, os dois amigos se reencontram. Swan está viúvo e tem uma bela filha. E tanto Barney quanto seu filho Richard se interessam pela garota, o que faz com que surja tensão entre pai e filho.    
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Joan de Beauvoir de Havilland, nasceu em 22 de outubro de 1917, em Toquio. Irmã mais nova de Olivia de Havilland, desde pequenas houve uma acirrada competião entre as duas. Depois do divórcio, sua mãe mudou-se com as filhas para os EUA. Joan retorna durante um período ao Japão, mas retorna a morar com a mãe. Aos 15 anos foi apresentada a a atriz May Robson, começando sua carreira artística, mas sua mãe não lhe deixa usar o sobrenome da família (Havilland), que já vinha sendo usado pela sua irmã. Vai em busca então de outro nome, até chegar a Fontaine (sobrenome de solteira de sua mãe).   Em 1935 estrelou no teatro "Kind Lady" e "Call It a Day". Durante a apresentação, recebeu um convite de Jesse Lasky, para trabalhar para a RKO, no filme "No more ladies". No ano seguinte, foi convidada para aparecer em um filme de Fred Astaire e Ginger Rogers (Senhora em desgraça), cujo título lhe caiu muito bem: o filme foi um fracasso de bilheteria e crítica. Joan não fez muito sucesso, após mais de 10 participações em filmes, e não teve seu contrato renovado em 1939.Durante uma festa, conheceu o produtor David O. Selznick, e recebeu o convite para fazer um teste para "Rebeca", novela de Daphne du Maurier. Alfred Hitchcock seria o diretor. Mesmo tendo atrizes como Vivien Leigh, Anne Baxter, Loretta Young e sua irmã Olivia de Havilland, Joan Fontaine ganhou o papel de Rebeca. Sucesso absoluto. Joan teve sua primeira indicação ao Oscar, perdendo naquele ano para Ginger Rogers. O Oscar só viria em "Suspicion", em 1942. No ano seguinte voltaria a ser indicada por "De amor também se morre".Durante a década de 50 afastou-se gradativamente das telas. Virou empresária no ramo agro e passou a fazer participações esporádicas em séries televisivas e peças na Broadway. Em 1994 fez sua última participação, no filme televisivo "ood King Wencelas".Na vida pessoal, casou-se quatro vezes: Brian Aherne (1939-1945), William Dozier (1946-1951), Collier Young (1952-1961) e Alfred Wright Jr. (1964-1969). Teve uma única filha, Debbie. Atualmente reside na Califórnia.
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Em um tempo em que a hipocrisia e a intolerância reinava em Hollywood, eram raros os casos de artistas que se assumiam homossexuais ou bissexuais, como Marlene Dietrich, Greta Garbo, Alla Nazimova, Sal Mineo e a diretora Dorothy Arzner. Os outros, para conseguir contratos e continuarem com seu público cativo, tinham que manter-se trancafiados em armários, como foi o caso de Rock Hudson, que só veio revelar sua condição no final de sua vida. Rock Hudson, um homem imensamente belo, atingiu os 30 anos sem se casar, e os rumores começaram a aparecer. Isso era perigoso para a sua carreira. Seu agente Henry Wilson começou a atribuir-lhe romances com inúmeras belas atrizes, para aplacar as fofocas, mas aquilo era pouco para o público americano da época, que "exigia" seus astros casados. Quando as fãs começaram a escrever às revistas de fofocas perguntando porque o astro jamais se casava, como fizera outros astros como Tony Curtis, Marlon Brando e outros, seu agente imediatamente tratou de iniciar uma campanha de marketing mostrando Rock perdidamente apaixonado por uma moça chamada Phyllis Gates, uma secretária. Poucos meses depois foi realizado um casamento, que a revista de fofocas "Confidential" chegou a chamar de "A farsa do ano". Bem, pelo menos o casamento serviu para aplacar os nervos das fãs e afirmar a masculinidade de Hudson. O casamento durou de 1955 a 1958, e a desculpa para o divórcio foi o de sempre: "crueldade mental". Phyllis teoricamente não teria direito a nada, pois não tiveram filhos nem propriedades adquiridas após o casamento. Mas... recebeu um milhão de dólares, uma casa em Beverly Hills, e um carro Lincoln Continental, suficientes para sua independência financeira. Nada mal para uma ex-secretária. Quanto a Rock, continuou sua carreira, ganhando milhões e restituindo sua popularidade graças a esse casamento. Os que o conheceram sempre o descrevem como uma das pessoas mais doces que já viram. Fez amigos por toda a vida, como Elizabeth Taylor e Doris Day. Morreu em decorrência da AIDS, em  2 de outubro de 1985, quando as pessoas vieram a saber sobre sua verdadeira sexualidade.   Por Carla Marinho  
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Título Original: One Crowded Night Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Drama / 68min Direção: Irving Reis Produção: Lee S. Marcus Roteiro: Richard Collins e Arnaud d'Usseau Fotografia: J. Roy Hunt Elenco Billie Seward ... Gladys William Haade ... Joe Miller Charles Lang ... Fred Matson Pamela Blake ... Ruth Matson J.M. Kerrigan ... Brother 'Doc' Joseph Paul Guilfoyle ... Jim Andrews Anne Revere ... Mae Andrews Gale Storm ... Annie Mathews Dick Hogan ... Vince Sanders George Watts ... Pa Mathews Emma Dunn ... Ma Mathews Don Costello ... Lefty Steve Pendleton ... Mat Denlen Casey Johnson ... Bobby Andrews Harry Shannon ... Detective Lt. McDermott  
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  Ficha Título Original: Roberto Carlos em Ritmo de Aventura Ano/País/Gênero/Duração: 1968 / Brasil / Aventura Musical / 90min Direção: Roberto Farias Produção: Produções Cinematográficas R.F.Farias Ltda Roteiro: Roberto Farias e Paulo Mendes Campos Fotografia: José Medeiros Música: Roberto Carlos Elenco: Roberto Carlos ... O Próprio José Lewgoy ... Pierre Reginaldo Faria ... O Próprio Rose Passini David Cardoso Jorge de Oliveira Márcia Gonçalves Jacques Jover Ana Levy Marisa Levy Sérgio Malta Federico Mendes Jannik C. Pagh Elizabeth Pereira Grace L. Silva Leopoldo Volks Wanderléia Guiomar Yukawa     Sinopse   Roberto Carlos faz um filme, quando se vê perseguido por bandidos internacionais que querem levá-lo para os Estados Unidos. Os bandidos o segue em loucas correrias pela cidade do Rio de Janeiro.   Imagens  
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  Ficha Título Original: Bellissima Ano/País/Gênero/Duração: 1951 / Itália / 115min Direção: Luchino Visconti Produção: Luchino Visconti Roteiro: Cesare Zavattini, Suso Cecchi d'Amico, Francesco Rosi e Luchino Visconti Fotografia:  Piero Portalupi Música: Franco Mannino Elenco: Anna Magnani - Maddalena Cecconi Walter Chiari - Alberto Annovazzi Tina Apicella - Maria Cecconi Gastone Renzelli - Spartaco Cecconi Tecla Scarano - Tilde Spernanzoni Lola Braccini - The wife of the photographer Anton Giulio Bragaglia - The photographer Nora Ricci - The laundry girl Vittorina Benvenuti Linda Sini - Mimmetta Teresa Battaggi - The snob mother Gisella Monaldi - The concierge Amalia Pellegrini     Sinopse   Em Roma, uma companhia de cinema coloca um anúncio à procura de uma garotinha para um papel em um filme que será rodado na Cinecittá. Maddalena, uma mulher vidrada em cinema, decide levar sua filha, Maria, para ser entrevistada, sonhando com um glorioso futuro. A imagem que Marie passa é de uma garota desengonçada, mas sua mãe a enxerga como "a menina mais bonita de Roma", como diz o anúncio. Mas o diretor e a equipe do filme discordam. Quando presencia-os zombando de Marie enquanto assistem seu teste em uma sala de projeção, Maddalena é tomada pela fúria.   Assista Online (legendado) GcbUWJFSajs   Canal:http://www.youtube.com/user/vsbonvenutofull?feature=watch     Imagens
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Florence Deshon desde cedo tentara carreira no cinema, tendo tido diversas negativas. Um belo dia foi chamada por goldwyn, que lhe oferecia um salário de 400 dólares a semana, um guarda roupa novo e um apartamento magnífico. Ela ficou feliz, mas ao mesmo tempo estranhou o fato de uma atriz iniciante ganhar tantos luxos de uma hora para outra.A explicação veio mais tarde: Chaplin a financiou. Ele tinha ficado tocado com a história da jovem atriz, que não conseguia papéis devido ao seu envolvimento com o socialismo. Florence lia Li Poe e John Milton, era muito sensível para todas as artes, e era amante de Max Eastman, com quem se correspondia frequentemente. Depois que Chaplin a conheceu pessoalmente, ficou fascinado com seu conhecimento e posição intelectual. Iniciou-se daí um relacionamento envolvendo Chaplin - Florence - Eastman. Os três frequentavam as mesmas festas, sempre regadas a muita bebida e farras. Como Eastman viajava bastante, pediu para Charlie "cuidar" de Florence enquanto ele estava fora. Com isso, ele praticamente empurrou um nos braços do outro. Foi o suficiente para os dois iniciarem um tórrido romante, que foi uma junção de aventura e angústia por trair o próprio amigo. Mas Chaplin, dessa vez, cuidou dela, tentando gerenciar sua carreira e vida, sendo a família que ela não possuía. Chaplin amou Florence, mas naquele momento ele amava muito mais sua liberdade. E também tinham os seus traumas: ele achava que Florence jamais iria preferir um baixinho como ele do que um homem como Max Eastman. Ela ficou confusa e insegura, e acabou voltando para Max, indo encontra-lo na cidade onde estava. Na chegada, ele percebeu que ela estava ardendo em febre. Na verdade, ela havia feito um aborto e quase morreu com o acontecido. Se a criança tivesse nascido, teria sido filha de Chaplin. Florence amargou dias de solidão, depois que seu romance com Max e Chaplin terminou. Ela suicidou-se em 1922, ligando o gás em seu apartamento, em Nova York. Tinha apenas 29 anos. Chaplin ficou abaladíssimo, e o romance entre os dois acabou servindo de inspiração para a cena inicial de Luzes da Ribalta, em que ele salva a dançarina de circunstâncias identicas. Reflexo do que ele gostaria de ter feito? Nunca saberemos.O fato é que ele não cita uma palvra sobre ela em sua biografia, e se negou a tratar do assunto mesmo anos depois do acontecido. Por Carla Marinho
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2116. gostei muito
gostei muito
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Título Original: They Had to See Paris Ano/País/Gênero/Duração: 1929 / EUA / Comédia / 95min Direção: Frank Borzage Produção: William Fox Roteiro: Homer Croy e Sonya Levien Fotografia: Chester A. Lyons Música: George Lipschultz Elenco Will Rogers ... Pike Peters Irene Rich ... Mrs. Idy Peters Owen Davis Jr. ... Ross Peters Marguerite Churchill ... Opal Peters Fifi D'Orsay ... Fifi Rex Bell ... Clark McCurdy Robert P. Kerr ... Tupper Ivan Lebedeff ... Marquis de Brissac Edgar Kennedy ... Ed Eggers Christiane Yves ... Fleurie Marcelle Corday ... Marquise De Brissac Theodore Lodi ... Grand Duke Mikhail Marcia Manon ... Miss Mason André Cheron ... Valet Gregory Gaye ... Prince Ordinsky   Sinopse   Um mecânico de Oklahoma logo se transforma no dono de parte de um campo de petróleo. Sua esposa Idy decide que é hora de ir para Paris em busca de um pouco de cultura e conhecer pessoas ricas. Seus filhos logo começam a flertar com os franceses. Idy aluga um castelo e um aristocrata empobrecido enquanto Pike tenta se adaptar à sua nova vida.
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Mary e Jack Pickford. Loretta, Polly Ann e Elizabeth Young   Joan Fontaine e Olivia de Havilland   Norma e Constance Talmadge   Lilian e Dorothy Gish   Irmãos Marx   Andrews Sisters   The Gumm Sisters   Norma e Douglas Shearer   Carmen e Aurora Miranda   Joan & Constance Bennett   Shirley Maclaine w Warren Beaty   River e Joaquin Phoenix   Charlie Sheen e Emilio Estevez   Eva Gabor e Zsa Zsa   Peter e Jane Fonda   Irmãos Baldwin   Adele e Fred Astaire   Irmãos Barrymore   Pier Angeli e Marisa Pavan   John e Joan Cusack   Jeff e Beau Bridges  
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Título Original: Ann Vickers Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Drama | Romance / 76min Direção: John Cromwell Produção: Pandro S. Berman Roteiro: Jane Murfin Fotografia: David Abel Música: Roy Webb Elenco   Irene Dunne ... Ann Vickers Walter Huston ... Barney Dolphin Conrad Nagel ... Lindsay Atwell Bruce Cabot ... Captain Lafe Resnick Edna May Oliver ... Malvina Wormser Sam Hardy ... Russell Spaulding Mitchell Lewis ... Captain Waldo Murray Kinnell ... Dr. Slenk - Copper Gap Warden Helen Eby-Rock ... Kitty Cognac Gertrude Michael ... Mona Dolphin J. Carrol Naish ... Dr. Sorelle Sarah Padden ... Lil, a Black Woman Reginald Barlow ... Chaplain Rafaela Ottiano ... Mrs. Feldermans   Sinopse   Ann Vickers é uma advogada moderna que não se deixa enganar, mas se vê atraída por um juiz polêmico. Curiosidades   - O filme só foi aprovado pelo código de produção quando a RKO concordou em fazer de Vickers uma mulher soliteira no momento de seu caso, eliminando a questão de adultério, já que na obra original ela tinha um caso extraconjugal.    
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    Ficha Título Original: Rope Ano/País/Gênero/Duração: 1948 / EUA / Crime | Drama / 80min Direção: Alfred Hitchcock Produção: Sidney Bernstein Roteiro: Hume Cronyn e Patrick Hamilton Música: David Buttolph   Elenco: Dick Hogan ... David Kentley John Dall ... Brandon - His Friend Farley Granger ... Phillip - His Friend Edith Evanson ... Mrs. Wilson - Their Housekeeper Douglas Dick ... Kenneth - Their Rival Joan Chandler ... Janet - David's Girl Cedric Hardwicke ... Mr. Kentley - David's Father Constance Collier ... Mrs. Atwater - David's Mother James Stewart ... Rupert Cadell   Sinopse Na cidade de Nova York, Brandon e Phillip assassinam seu amigo David, por considerarem-se superiormente intelectuais em relação a ele. Com toda a frieza e arrogância, resolvem provar para eles mesmos sua habilidade e esperteza: esconderão o cadáver em um grande baú, que servirá como mesa e estará exposto no meio da sala de estar do apartamento deles, durante uma festa que realizarão logo em seguida. Baseado em uma história real.     ASSISTA ONLINE         Imagens
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Título Original: Die Koffer des Herrn O.F. Ano/País/Gênero/Duração: 1931 / Alemanha / Comédia / 80min Direção: Alexis Granowsky Produção: Mark Asarow Roteiro: Alexis Granowsky e Hans Hömberg Fotografia: Heinrich Balasch Música: Karol Rathaus Elenco Alfred Abel ... Bürgermeister Peter Lorre ... Redakteur Stix Harald Paulsen ... Baumeister Stark Ludwig Stössel ... Hotelier Brunn Hedy Lamarr ... Helene Margo Lion ... Viola Volant Ilse Korseck ... Mayor's Wife Liska March ... Eve Lune Gaby Karpeles ... Gehilfin von Eve Lune Hadrian Maria Netto ... Friseur Jean Hertha von Walther ... Jeans Frau Franz Weber ... Schneider Dorn Maria Karsten ... Frau Dorn Alfred Döderlein ... Alexander, Sohn des Bürgermeisters Bernhard Goetzke ... Prof. Smith   Sinopse   Na cidade de Ostend, chegam 13 malas que são entregues no hotel com uma pequena nota dizendo que O.F. em breve chegará à cidade e necessitará de 6 quartos. Esse evento, provavelmente o maior em 300 anos começa a causar uma onda de modernização enquanto todos começam a se perguntar quem é, afinal O.F.  
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Título original: Liebling der Götter Ano/País/Gênero/Duração: 1930 / Alemanha / 112min Direção: Hanns Schwarz Produção: Erich Pommer Roteiro: Robert Liebmann e Hans Müller Fotografia: Konstantin Irmen-Tschet Música: Willy Schmidt-Gentner Elenco Emil Jannings ... Albert Winkelmann Renate Müller ... Agathe Olga Tschechowa ... Olga von Dagomirska Hans Moser ... Kratochvil Max Gülstorff ... The Medizinalrat Eduard von Winterstein ... Dr. Marberg Willy Prager ... Maurus Colwyn Siegfried Berisch ... Romanones Vladimir Sokoloff ... Boris Jussupoff Evaristo Signorini ... Filipo Cardagno Oskar Sima ... Member of the Embellishment Company Truus Van Aalten Ethel Reese-Burns Betty Bird Lilian Ellerbusch   Sinopse     O famoso cantor de óperas, albert Winkelmann, é recebido por aplausos, sempre que ele se apresenta em Viena. mas quando embarca em uma turnê para a América do Sul, acontece uma tragédia. O clima local faz com que ele perca sua voz e seja vaiado. Curiosidades Segundo filme falado de Emil Jannings.    
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Título Original: The Pitch o' Chance Ano/País/Gênero/Duração: 1915 / EUA / Curto | Comédia | Drama / 25min Direção: Frank Borzage Fotografia: L. Guy Wilky Elenco Frank Borzage ... Rocky Scott Helene Rosson ... Nan Jack Richardson ... Kentucky Lizette Thorne ... Kate
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O Ano em que o cinema tornou-se mania mundial. Se eu pudesse escolher apenas um ano para definir o que de melhor foi produzido no cinema, seria 1939. Há exatos 70 anos havia quase 18.000 salas de cinemas nos Estados Unidos, a entrada era módica (algo em torno de 25 centavos), o mundo estava em guerra e o público estava cada vez mais fascinado por esta forma de entretenimento. O cinema colorizava-se, falava e as estreias eram badaladas, com a presença dos astros, que muitas vezes se apresentavam antes das sessões de lançamento, em tardes e noites glamourosas. Muito glamourosas. Talvez por isto, 1939 tenha sido o ano das maiores produções, senão, vejamos algumas delas: ...E o Vento Levou, Adeus Mr. Chips, O Mágico de Oz, Meu Reino por um Amor, A Mulher faz o Homem, Ninotchka, O Morro dos Ventos Uivantes, Vitória Amarga. Só para ilustrar. Paremos por aqui. Seriam necessárias algumas páginas para descrever as 483 produções lançadas naquele ano. Dentre os maiores astros, Clark Gable, Joan Crawford, Bette Davis, Greta Garbo, Mickey Rooney, Shirley Temple e Tyrone Power disputavam as bilheterias, rendendo algo em torno de 659 milhões de dólares. Dentre estes, o mais cultuado sem dúvida é ...E o Vento Levou, com a direção de Victor Fleming. Os direitos sobre a obra de Margaret Mitchell foram comprados por U$S 50.000 para a adaptação. O livro já era um sucesso absoluto e a sua estréia nas telas foi esperada ansiosamente pelo público, que, após longo período de espera, pôde enfim ver em technicolor seu astro mais cultuado, Clark Gable, ao lado da praticamente desconhecida Vivien Leigh. E quem queria saber das confusões de bastidores envolvendo Gable e o diretor inicial George Cukor? Ou se, mesmo com a substituição de Cukor por Fleming, Vivien Leigh continuasse freqüentando a casa do primeiro para ensaiar? Isso pouco importou e o resultado foram 3h e 42min de filme que foi premiado com os Oscars de Melhor Filme, Direção, Atriz (Vivien Leigh), Atriz Coadjuvante (Hattie McDaniel), Roteiro Adaptado, Fotografia em Cores, Cenografia e Montagem. Ufa. Outro grande trunfo deste ano foi O Mágico de Oz, também assinado por Victor Fleming. Era perigoso arriscar-se em duas super produções em um ano só, mas não para a MGM, o estúdio que tinha mais estrelas do que o céu. E assim a história infantil e já tradicional de Frank Baum foi às telas com Judy Garland ganhando o papel de Dorothy Galé, menininha do Kansas. Shirley Temple foi cogitada para o papel. Mas a Paramount não cedeu o seu maior trunfo para a MGM utilizar em seu filme, fazendo com que o papel voltasse às mãos de Garland. A personagem acabou sendo o grande trunfo da carreira da jovem atriz, e ela rodou o país em apresentações que aconteciam antes das sessões, rendendo mais circulação de dinheiro para a esperta MGM. Hoje em dia é impossível imaginar "Over The Rainbow" fora do filme, ou na voz de alguém que não fosse Judy. 1939 também foi o ano em que Greta Garbo falou. E não só falou, riu também!!! Em Ninotchka, uma comédia romântica assinada por Billy Wilder. A eterna diva recebeu uma indicação ao Oscar, mas não deu. Realmente não deu. Em um ano em que a concorrência batia recordes não havia muito o que discutir. E assim se fez aquele ano que, se não mudou a história do cinema, muito contribuiu para que sua arte fosse mais difundida e ganhasse, definitivamente, o lugar de destaque na vida de seus espectadores mais fiéis. Por Carla Marinho
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filme bem feito e único da miça que foi assassinada aos 20 anos de idade em Paris. Uma brilhante carreira se iniciava. o contrastre entre ela inocente e ela produzida no filme é uma lição para todos nós.
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Título original: Kohlhiesels Töchter Ano/País/Gênero/Duração: 1920 / Alemanha / Comédia | Romance / 40min Direção: Ernst Lubitsch Roteiro: Hanns Kräly e Ernst Lubitsch Fotografia: Theodor Sparkuhl Música: Aljoscha Zimmermann Elenco Jakob Tiedtke ... Mathias Kohlhiesel, Wirt des 'Dorfkruges' Henny Porten ... Liesel, seine ältere Tochter & Gretel, seine jüngere Tochter Emil Jannings ... Peter Xaver Gustav von Wangenheim ... Paul Seppl Willy Prager ... Der Handelsmann   Sinopse   Em algum lugar no sul da Baviera, Xaver quer se casar com Gretel, mas o pai dela, Kohlhiesel, quer que sua filha mais velha, Liesel, se case primeiro. O problema é que ninguém quer casar com ela, porque ela é demasiado bruta. Seppel sugere que ele deveria casar-se com Liesel primeiro, livrar-se dela e então casar com Gretel…   Assista Online P8Vn1I_Wdi0    
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  Karla SchrammThe Son of Tarzan (década de 20) Enid Markey (Tarzan of The Apes; The Romance of Tarzan (1918))   Louise Lorraine (The Adventures of Tarzan (1921))   Natalie Kingston (Tarzan the Tiger (1929))   Maureen O'Sullivan (Tarzan, the Ape Man (1932), Tarzan and His Mate (1934), Tarzan Escapes (1936), Tarzan Finds a Son! (1939) e outros.)   Brenda Joyce (Tarzan and the Amazons (1945), Tarzan and the Leopard Woman (1946) e outros)   Vanessa Brown (Tarzan and the Slave Girl (1950)) Virginia Huston (Tarzan's Peril (1951))   Dorothy Hart (Tarzan's Savage Fury (1952))   Joyce MacKenzie   Eve Brent Joanna Barnes   Bo Derek   Andie MacDowell Jane March
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Ficha Título Original: La Donna Più Bella del Mondo Ano/País/Gênero/Duração: 1955 / Itália / Biografia Romance / 107min Direção: Robert Z. Leonard Produção: Maleno Malenotti Roteiro: Cesare Cavagna, Liana Ferri Fotografia: Mario Bava Música: Renzo Rossellini Elenco: Gina Lollobrigida.... Lina Cavalieri Vittorio Gassman.... Príncipe Sergei Robert Alda.... Maestro Doria Anne Vernon.... Carmela Tamara Lees.... Manolita Gino Sinimberghi.... o tenor Silvani Nanda Primavera.... Olimpia, a mãe de Lina Enzo Biliotti.... Perret Marco Tulli.... Juiz do duelo Rolf Tasna.... Lefebre Peter Trent.... Visconde Turin Loris Gizzi.... Duval Nico Pepe.... Louis Gianni Baghino.... Emilio Valeria Fabrizi.... Silvana     Sinopse   A estrela principal estava doente. Para substituí-la, sua filha de 16 anos sobe ao palco e enfrenta o público. Assim acontece a primeira aparição de Lina Cavalieri, que mais tarde seria conhecida como a melhor e mais bela cantora de todos os tempos. O que ela não sabia é que na platéia existia alguém especial que seria o grande amor de sua vida: O Príncipe Sergio Bariatine. Ele a presenteia com dinheiro e um valioso anel e se vai. Lina inicia então a sua busca pelo sucesso como cantora nas grandes cidades, sempre esperando ver novamente seu príncipe. O destino parece incerto e a paixão entre ambos se torna cada vez mais impossível... Prêmios Prêmio David di Donatello 1956 (Itália) Gina Lollobrigida venceu na categoria de Melhor Atriz.   Curiosidades Neste filme, La Lollo dispensou a dublagem, demonstrando assim também seu talento como cantora. Imagens  
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Título Original: Eskimo Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Drama / 117min Direção: W.S. Van Dyke Produção: Irving Thalberg Roteiro: John Lee Mahin Fotografia: Clyde De Vinna Elenco Edgar Dearing ... Constable Balk (sem créditos) Peter Freuchen ... Capitão (sem créditos) Edward Hearn ... Captain's Mate (sem créditos) Lotus Long ... Iva (sem créditos) Mala ... Mala, aka Kripik (sem créditos) Joe Sawyer ... Sergeant Hunt (sem créditos) W.S. Van Dyke ... Inspector White (sem créditos)   Sinopse   O filme é uma adaptação de dois livros do naturalista Peter Freuchen, foi rodado no Ártico e mostra vários aspectos da cultura esquimó. O personagem central é Mala, líder de uma tribo que vê seu mundo tragicamente perturbardo pela presença dos brancos. A esposa de Mala é violentada por um mercador branco quando ele está caçando. Enfurecido, Mala mata o homem com seu arpão. Tempos depois, Mala salva dois policias que aparecem na região e que quase morrem congelados. Eles vieram para prendê-lo, e Mala não sabe que foi condenado à morte pelo assassinato do mercador. Mais uma vez vítima das mentiras dos brancos, Mala segue com os policiais, mas conseguirá fugir quando descobrir a verdade.      
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  Título Original: In Cold Blood Ano/País/Gênero/Duração: 1967 / EUA / Crime | Drama | Histórico / 134min Direção: Richard Brooks Produção: Richard Brooks Roteiro: Truman Capote e Richard Brooks Fotografia: Conrad L. Hall Música: Quincy Jones Elenco Robert Blake ... Perry Smith Scott Wilson ... Richard 'Dick' Hickock John Forsythe ... Alvin Dewey Paul Stewart ... Jensen Gerald S. O'Loughlin ... Harold Nye Jeff Corey ... Mr. Hickock John Gallaudet ... Roy Church James Flavin ... Clarence Duntz Charles McGraw ... Tex Smith Will Geer ... Prosecutor John McLiam ... Herbert Clutter Ruth Storey ... Bonnie Clutter Brenda Currin ... Nancy Clutter Paul Hough ... Kenyon Clutter Vaughn Taylor ... Good Samaritan Sinopse Após matarem uma família no Kansas, Perry e Dick não se arrependem. Eles fogem e começa uma caçada em busca dos assassinos.    
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1. Atticus Finch (O Sol é Para Todos, Gregory Peck)   2. Indiana Jones (Os Caçadores da Arca Perdida, Harrison Ford)   3. James Bond (Dr. No, Sean Connery)   4. Will Kane (Matar ou Morrer, Gary Cooper)   5. Rick Blaine (Casablanca, Humphrey Bogart)   6. Clarice Starling (O Silêncio dos Inocentes, Jodie Foster)   7. Rocky Balboa (Rocky, Sylvester Stallone)   8. Ellen Ripley (Aliens, Sigourney Weaver)   9. George Bailey (A Felicidade Não se Compra, James Stewart)   10. T. E. Lawrence (Lawrence da Arábia, Peter O'Toole)   11. Jefferson Smith (A Mulher Faz o Homem, James Stewart) 12. Tom Joad (As Vinhas da Ira, Henry Fonda) 13. Oskar Schindler (A Lista de Schindler, Liam Neeson) 14. Han Solo (Guerra nas Estrelas IV, Harrison Ford) 15. Norma Rae Webster (Norma Rae, Sally Field) 16. Shane (Os brutos também amam, Alan Ladd) 17. Harry Callahan (Perseguidor Implacável, Clint Eastwood) 18. Robin Hood (As aventuras de Robin Hood, Errol Flynn) 19. Virgil Tibbs (No Calor da Noite, Sidney Poitier) 20. Butch & Sundance (Butch Cassidy, Paul Newman & Robert Redford) 21. Mahatma Gandhi (Gandhi, Ben Kingsley) 22. Spartacus (Spartacus, Kirk Douglas) 23. Terry Malloy (Sindicato de Ladrões, Marlon Brando) 24. Thelma Dickinson & Louise Sawyer (Thelma & Louise, Geena Davis & Susan Sarandon) 25. Lou Gehrig (Ídolo, Amante e Herói, Gary Cooper) 26. Superman (Superman, Christopher Reeve) 27. Bob Woodward & Carl Bernstein (Todos os Homens do Presidente, Robert Redford &Dustin Hoffman) 28. Jurado número 8 (Doze Homens e Uma Sentença, Henry Fonda) 29. George S. Patton (Patton, George C. Scott) 30. Luke Jackson (Rebeldia Indomável, Paul Newman) 31. Erin Brockovich (Erin Brockovich, Uma Mulher de Talento, Julia Roberts) 32. Philip Marlowe (À Beira do Abismo, Humphrey Bogart) 33. Marge Gunderson (Fargo, Frances McDormand) 34.Tarzan (Tarzan, Johnny Weissmuller) 35. Alvin York (Sargento York, Gary Cooper) 36. Rooster Cogburn (Bravura Indômita, John Wayne) 37. Obi-Wan Kenobi (Guerra nas Estrelas IV, Alec Guinness) 38. O Vagabundo (Luzes da Cidade, Charlie Chaplin) 39. Lassie (A Força do Coração, Pal) 40. Frank Serpico (Serpico, Al Pacino) 41. Arthur Chipping (Adeus, Mister Chips, Peter O'Toole) 42. Father Edward J. Flanagan (Com os Braços Abertos, Spencer Tracy) 43. Moisés (Os Dez Mandamentos, Charlton Heston) 44. Jimmy "Popeye" Doyle (Operação França, Gene Hackman) 45. Zorro (The Mark of Zorro, Tyrone Power) 46. Batman (Batman, Michael Keaton) 47. Karen Silkwood (O Retrato de Uma Coragem, Meryl Streep) 48. O Exterminador (O Exterminador do Futuro 2: o Dia do Julgamento, Arnold Schwarzenegger) 49. Andrew Beckett (Philadelphia, Tom Hanks) 50. Maximus Decimus Meridius (Gladiator, Russell Crowe)
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  Documentário realizado por Dimas Oliveira Júnior, sobre Aurora Miranda, irmã de Carmen. Aurora iniciou a carreira juntamente com Carmen. Era tão boa cantora quanto sua irmã, mas desistiu para dedicar-se ao casamento. Assista a esse belíssimo documentário sobre a pequena mas gigantesca mulher que foi Aurora Miranda.   Assista Online (legendado) DeTLDinqRFw   Canal: http://www.youtube.com/user/MrJuniordimas
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Título original: Nju - Eine unverstandene Frau Ano/País/Gênero/Duração: 1924 / Alemanha / Romance Direção: Paul Czinner Produção: Elisabeth Bergner Roteiro: Paul Czinner e Ossip Dymow Fotografia: Axel Graatkjaer Música: Bruno Schulz Elenco Elisabeth Bergner ... Nju Emil Jannings ... Ehemann Conrad Veidt ... Der Liebhaber, ein Dichter Maria Bard ... Kindermädchen Nils Edwall ... Kind Annie Röttgen Margarete Kupfer Karl Platen Max Kronert Walter Werner Grete Lundt Maria Forescu Fritz Ley   Sinopse   Elisabeth é uma mulher casada que ansia por amor. Seduzida por outro homem, abandona seu marido e se muda para um quarto pobre, que para ela se parece com o paraíso, comparado com sua casa. Mas depois de um tempo, o homem se cansa do paraíso e dela, e a aconselha a voltar para o marido.    
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Filme ótimo, com ótimas performances. Laurence Olivier está apaixonante!
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  Ficha Título Original: Moby Dick Ano/País/Gênero/Duração: 1956 / EUA / Aventura / 116min Direção: John Huston Produção: John Huston Roteiro: Herman Melville, Ray Bradbury, John Huston Fotografia: Oswald Morris Música: Philip Sainton Elenco: Gregory Peck ... Captain Ahab Richard Basehart ... Ishmael Leo Genn ... Starbuck James Robertson Justice ... Captain Boomer Harry Andrews ... Stubb Bernard Miles ... The Manxman Noel Purcell ... Ship's Carpenter Edric Connor ... Daggoo Mervyn Johns ... Peleg Joseph Tomelty ... Peter Coffin Francis De Wolff ... Captain Gardiner Philip Stainton ... Bildad Royal Dano ... 'Elijah' Seamus Kelly ... Flask Friedrich von Ledebur ... Queequeg Orson Welles ... Father Mapple Tamba Allenby ... Pip Tom Clegg ... Tashtego Mandy Harper ... Girl Ted Howard ... Perth John Huston ... Barman / Ship's Lookout (voz) A.L. Bert Lloyd ... Lead shantyman     Sinopse   Consumido por uma raiva completamente insana, o Capitão Ahab tem apenas um objetivo na vida: vingar-se de Moby Dick, a grande baleia branca que o feriu e desfigurou. O obcecado capitão de um baleeiro usa seu poder de comando como uma desculpa para navegar pelos sete mares em uma busca sem fim pelo seu objeto de ódio.   ASSISTA ONLINE         Imagens
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Título Original: Living on Velvet Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Drama | Romance / 75min Direção: Frank Borzage Produção: Frank Borzage Roteiro: Jerry Wald e Julius J. Epstein Fotografia: Sidney Hickox Elenco Kay Francis ... Amy Prentiss Parker Warren William ... Walter 'Gibraltar' Pritcham George Brent ... Terrence Clarence 'Terry' Parker Helen Lowell ... Aunt Martha Prentiss Henry O'Neill ... Harold Thornton Russell Hicks ... Major at Flying Field Maude Turner Gordon ... Mrs. Parker Samuel S. Hinds ... Henry L. Parker Martha Merrill ... Cynthia Parker Edgar Kennedy ... Counterman   Sinopse   Desde que seu avião caiu matando seus pais e irmã, o aviador Terry Parker se recusa a levar a vida a sério.  
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Título Original: So This Is Paris Ano/País/Gênero/Duração: 1926 / EUA / Comédia / 80min Direção: Ernst Lubitsch Produção: Darryl F. Zanuck Roteiro: Henri Meilhac e Ludovic Halévy Fotografia: John J. Mescall Elenco Monte Blue ... Dr. Paul Giraud Patsy Ruth Miller ... Suzanne Giraud Lilyan Tashman ... Georgette Lalle, a dancer George Beranger ... Maurice Lalle Myrna Loy ... Empregada Sidney D'Albrook ... French Police Officer Max Barwyn ... French Detective   Sinopse   A trama narrativa é baseada na opereta O Morcego, de Johan Strauss Jr. com a acção transposta para o Estados Unidos dos anos 20. Um homem vai salvar uma mulher que está a ser agredida por um árabe e descobre que são dois actores, num ensaio. Também descobre que a mulher era a sua ex-amante
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Título Original: My Sin Ano/País/Gênero/Duração: 1931 / EUA / Drama / 80min Direção: George Abbott Roteiro: George Abbott e Owen Davis Fotografia: George J. Folsey Música: Johnny Green Elenco Tallulah Bankhead ... Carlotta / Ann Trevor Fredric March ... Dick Grady Harry Davenport ... Roger Metcalf Scott Kolk ... Larry Gordon Anne Sutherland ... Mrs. Gordon Margaret Adams ... Paula Marsden Lily Cahill ... Helen Grace Jay Fassett ... James Bradford Joseph Calleia ... Juan   Sinopse   No Panamá, Carlotta mata um homem em legítima defesa e é presa por assassinato. Dick Grady, um advogado alcóolatra, torna-se seu defensor. Caso prove a inocência de Carlotta ele recupera o respeito de todos. Dick vai ao apartamento de Carlotta para agradecer e chega a tempo de impedir que ela cometa suicídio. Ele acaba emprestando-lhe dinheiro e ela muda de identidade, tornando-se Ann Trevor e mudando-se para Nova York, onde tentará uma nova vida.  
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Título Original: The Marriage Circle Ano/País/Gênero/Duração: 1924 / EUA / Comédia / 85min Direção: Ernst Lubitsch Produção: Ernst Lubitsch Roteiro: Paul Bern e Lothar Schmidt Fotografia: Charles Van Enger Elenco Florence Vidor ... Charlotte Braun Monte Blue ... Dr. Franz Braun Marie Prevost ... Mizzi Stock Creighton Hale ... Dr. Gustav Mueller Adolphe Menjou ... Professor Josef Stock Harry Myers ... Detetive Dale Fuller ... Neurotic patient Esther Ralston ... Miss Hofer   Sinopse   Ernst Lubitsch, após rodar para Mary Pickford o seu primeiro filme nos Estados Unidos, "Rosita", ficou impressionado com "Opinião Pública", de Charles Chaplin, e decidiu largar os espectaculares filmes de época para rodar o filme mais intimista que marcou os inicios das "sex comedies". Tomando como base a obra teatral "Nur ein traum" de Lothar Schmidt, Lubitsch desenvolveu uma comédia que atacava directamente a moral burguesa e puritana norte-americana. No aspecto formal, Os Perigos de Flirt já dava mostras do característico "Toque Lubitsch". O filme teve um êxito estrondoso.  
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Título Original: Love, Honor and Obey Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Curto | Comédia / 20min Direção: Leigh Jason Produção: Stanley Rau Elenco Harry Langdon ... Harry   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legendas Pesquisar este filme no SUBMARINO
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Título Original: Barbary Coast Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Aventura | Drama | Romance | Faroeste / 91min Direção: Howard Hawks Produção: Samuel Goldwyn Roteiro: Ben Hecht e Charles MacArthur Fotografia: Ray June Música: Alfred Newman Elenco Miriam Hopkins ... Mary 'Swan' Rutledge Edward G. Robinson ... Luis Chamalis Joel McCrea ... Jim Carmichael Walter Brennan ... Old Atrocity Frank Craven ... Col. Marcus Aurelius Cobb Brian Donlevy ... Knuckles Jacoby Clyde Cook ... Oakie Harry Carey ... Jed Slocum Matt McHugh ... Broncho Donald Meek ... Sawbuck McTavish Rollo Lloyd ... Wigham J.M. Kerrigan ... Judge Harper Roger Gray ... Sandy Ferguson David Niven ... Cockney Sailor Thrown Out of Saloo   Sinopse   Em uma corrida do ouro californiano que atraiu aventureiros dos quatro cantos do mundo, chegam por terra ou por mar. Na véspera do ano novo em São Francisco chega um barco com pessoas só com um pensamento: ouro, mas igualmente está a bordo Marcus Aurelius Cobb, um jornalista que pretende fundar um jornal na cidade, e Mary Rutledge, que veio da cidade de Nova Iorque.  
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  Clássica Discussão Por Causa do Figurino ou A Verdade Que Estou Um Pouquinho Fora do Peso   Clara Bow tinha um gosto duvidoso para se vestir, o que incomodava muito as figurinistas de Hollywood, visto a atriz não aceitar nada do que as mesmas apresentavam-lhe, ou querer acrescentar algumas coisas muito estranhas ao figurino, como por exemplo: colares e mais colares quando precisava usar um maiô e entrar no mar.   Quando escolhida veio a ser para protagonizar a personagem principal do clássico Wings — eleito um dos cem melhores filmes de guerra de todos os tempos —, ela fechou o pau porque não aceitava usar um uniforme masculino. Realmente, ela perdia toda a sensualidade usando aquela roupa larga e com cara de pano velho. Sorte que existia Edith Head — a única figurinista que Bow “escutava”. Durante horas elas discutiram, o que incomodava Clara.   No fim, Edith criou um figurino feminino, que revelava todas as curvas de Bow e, por ser preto, escondia alguns quilinhos a mais que a atriz andara adquirindo. (Por Ricardo Steil)        
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Título Original: This Man Is Mine Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Drama | Romance / 76min Direção: John Cromwell Produção: Pandro S. Berman Roteiro: Anne Morrison Chapin e Jane Murfin Fotografia: David Abel Música: Roy Webb Elenco Irene Dunne ... Tony Dunlap Constance Cummings ... Francesca 'Fran' Harper Ralph Bellamy ... Jim Dunlap Kay Johnson ... Bee McCrae Charles Starrett ... Jud McCrae Vivian Tobin ... Rita Sidney Blackmer ... Mortimer 'Mort' Holmes Louis Mason ... Slim   Sinopse   Tony e Jim Dunlap estão casados e felizes. No entante Jim foi apaixonada por Fran Harper, amigo de escola de Tony e que acaba se de divorciar. Agora Fran vem em sua direção e tem a intenção de conquistá-la.  
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Título Original: Bulldog Drummond Escapes Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / EUA / Aventura | Mistério | Suspense / 67min Direção: James P. Hogan Produção: William LeBaron Roteiro: Edward T. Lowe Jr. e Herman C. McNeile Fotografia: Victor Milner Elenco Ray Milland ... Capt. Hugh 'Bulldog Drummond' Guy Standing ... Inspector Nielson Heather Angel ... Phyllis Clavering Reginald Denny ... Algy Langworth Porter Hall ... Merridew Fay Holden ... Natalie E.E. Clive ... Tenny Walter Kingsford ... Stanton P.J. Kelly ... Stiles Charles McNaughton ... Constable Higgins Clyde Cook ... Alf Frank Elliott ... Bailey David Clyde ... Gower Doris Lloyd ... Enfermeira   Sinopse   Capitão Drummond acaba se tornando um prisioneiro quando tenta proteger uma bela herdeira de uma organização de espionagem.  
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Como sempre Anthony Queen e Lana Turner excelentes. Assisti este filme há muito tempo e embora tenha tentado comprá-lo, não se acha em nenhum lugar. Se alguém puder me dizer onde achá-lo, AGRADEÇO. Abs e boa Páscoa a todos.
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Título Original: The Unholy Garden Ano/País/Gênero/Duração: 1931 / EUA / Drama | Romance / 75min Direção: George Fitzmaurice Produção: George Fitzmaurice Roteiro: Ben Hecht Fotografia: George Barnes Música: Alfred Newman Elenco Ronald Colman ... Barrington Hunt Fay Wray ... Camille de Jonghe Estelle Taylor ... Eliza Mowbray Warren Hymer ... Smiley Corbin Tully Marshall ... Baron de Jonghe Lawrence Grant ... Dr. Shayne Ullrich Haupt ... Col. von Axt Kit Guard ... Kid Twist Henry Armetta ... Nick the Goose Lucille La Verne ... Lucie Villars Mischa Auer ... Prince Nicolai Poliakoff Henry Kolker ... Col. Lautrac Charles Hill Mailes ... Alfred de Jonghe Wilhelm von Brincken   Sinopse   Em um hotel no meio do deserto do Saara, um velho homem e sua filha tentam manter a localização de um tesouro escondido de um grupo de ladrões que se hospedam no hotel e tentam a todo custo obtê-lo. Porém, um ladrão chega ao hotel com seu próprio plano para ficar com o tesouro só para si. Seus planos começam a falhar quando ele se apaixona pela filha do dono do hotel.    
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Brigitte Bardot. Brigitte Bardot , Brigitte Bardot , Brigitte Bardot *----*
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Esta série examina a história da Metro-Goldwyn-Mayer Studios desde a sua criação e ascensão na década de 1920, seu auge na década de 30 e 40, ao seu declínio na década de 1950. Assista Online
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ADOREI ESSE FILME
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Título Original: The Hitchhiker Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Curto | Comédia / 20min Direção: Arvid E. Gillstrom Produção: Arvid E. Gillstrom Roteiro: Bobby Vernon e Dean Ward Elenco Harry Langdon ... The Hitchhiker Vernon Dent ... Adolph Ruth Clifford ... Adolph's wife William Irving ... Movie director Chris Marie Meeker ... Movie actress   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legendas
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  Ficha Título Original: The Left Handed Gun Ano/País/Gênero/Duração: 1958 / EUA / Biografia Western / 102min Direção: Arthur Penn Produção: Fred Coe Roteiro: Leslie Stevens e Gore Vidal Fotografia: J. Peverell Marley Música: Alexander Courage Elenco: Paul Newman ... Billy The Kid Lita Milan ... Celsa John Dehner ... Pat Garrett Hurd Hatfield ... Moultrie James Congdon ... Charlie Boudre James Best ... Tom Folliard Colin Keith-Johnston ... Tunstall John Dierkes ... McSween Robert Anderson ... Hill Wally Brown ... Deputy Moon Ainslie Pryor ... Joe Grant Martin Garralaga ... Saval Denver Pyle ... Ollinger Paul Smith ... Smith Nestor Paiva ... Pete Maxwell Jo Summers ... Bride Robert Foulk ... Sheriff Brady Anne Barton ... Sra. Hill George Bell ... Deputy   Sinopse   Faroeste biográfico baseado na peça de Gore Vidal, sobre a vida de Billy the Kid. Paul Newman interpreta o bandido ingênuo que se perturba diante de sua própria lenda e oscila entre a imortalidade e a destruição. Seu nome verdadeiro: William Bonney. Seu nome lendário: Billy the Kid, o famoso e escorregadio pistoleiro "O Canhoto". Não se havia visto nunca no longíquo Oeste, alguém que foi uma criança do Brooklyn, transformar-se no problemático adolescente que escreveu seu nome com sangue nos anais da história...   Assista Online (legendado)        
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Título Original: Never Weaken (1921) Ano/País/Gênero/Duração: 1921 / EUA / Curto | Comédia | Suspense / 19min Direção: Fred C. Newmeyer Roteiro: Hal Roach Elenco Harold Lloyd ... The Boy Mildred Davis ... The Girl Roy Brooks ... The Other Man Mark Jones ... The Acrobat Charles Stevenson ... The Police Force     Sinopse   Harold está apaixonado por uma colega de trabalho. Quando ele descobre que ela está de casamento marcado com outro, decide cometer suicídio.   ASSISTA ONLINE
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Título Original: Marie Galante Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Drama | Romance | Suspense / 88min Direção: Henry King Produção: Winfield R. Sheehan Roteiro: Reginald Berkeley e Jacques Deval Fotografia: John F. Seitz Música: Arthur Lange Elenco Spencer Tracy ... Dr. Crawbett Ketti Gallian ... Marie Galante Ned Sparks ... Plosser Helen Morgan ... MissTapia Sig Ruman ... Brogard Leslie Fenton ... General Saki Tenoki Arthur Byron ... General Gerald Phillips Robert Loraine ... Ratcliff Frank Darien ... Ellsworth     Sinopse   Marie é sequestrada e levada a bordo do navio e jogada em Yucatan. Ela acaba cantando em um café na zona do Canal do Panamá. Lá se envolve em uma conspiração para destruir o canal.
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As estrelas do cinema  sempre inspiraram Madonna. Por Junia Lemos do blog http://vintageeblog.blogspot.com.br   Greta Garbo Brigitte Bardot   Jean Harlow   Jane Russell   Joan Crawford   Gina Lollobrigida     Jayne Mansfield   Marilyn Monroe   Bette Davis   Audrey Hepburn Marlene Dietrich
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Título Original: Pointed Heels Ano/País/Gênero/Duração: 1929 / EUA / Comédia | Musical / 61min Direção: A. Edward Sutherland Roteiro: Charles Brackett e Florence Ryerson Fotografia: Allen G. Siegler Elenco William Powell ... Robert Courtland Helen Kane ... Dot Nixon Fay Wray ... Lora Nixon Richard 'Skeets' Gallagher ... Dash Nixon Phillips Holmes ... Donald Ogden Eugene Pallette ... Joe Carrington Adrienne Dore ... Kay Wilcox   Sinopse Um dos primeiros musicais da Paramount Pictures, foi filmado originalmente com sequências em technicolor, mas infelizmente hoje só temos cópias em preto e branco. Curiosidades _ A UCLA tem uma cópia do filme com as cenas coloridas, porém a mesma ainda não foi liberada.
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  Em 1995, a atriz concedeu, em Londres, a seguinte entrevista ao jornalista Geneton Moraes Neto: -Você ficou famosa como personagem da cena do assassinato no chuveiro em “Psicose”. Quando entra no chuveiro você ainda hoje se lembra da cena? . JL.: “Mas eu não tomo banho de chuveiro...” . -O motivo é o filme? . JL.: “Sim: eu nunca tinha imaginado, antes, o quanto ficamos vulneráveis quando estamos no chuveiro. Ficamos completamente vulneráveis! Eu nunca tinha pensado neste detalhe- até ver a cena do chuveiro na tela. Hoje, prefiro não tomar banho de chuveiro. O fato de eu não poder ver o que se passa do outro lado da cortina enquanto estou tomando banho me incomoda. Prefiro usar a banheira. Ainda assim, quando estou na banheira gosto de ficar olhando para a porta. Se tomar banho de chuveiro for a única alternativa, num lugar onde não exista banheira, eu então deixo a cortina aberta. O chão fica todo molhado, mas pelo menos eu posso ver o que se passa em volta...Para dizer a verdade, durante a filmagem da cena do crime do chuveiro não fiquei assustada, talvez porque tudo é feito aos poucos, em meio a várias repetições. Quando vi a cena editada, na versão final do filme, é que senti todo o horror daquele grito. Era como se eu estivesse sentindo cada golpe daquela faca. Fiquei aterrorizada.” . -É verdade que ainda hoje você recebe cartas e telefonemas ameaçadores? . J.L.: “É verdade. Gente estranha me manda cartas dizendo: ‘Quero fazer com você o que Norman Bates fêz com Marion no chuveiro.’ São ameaças sinistras. É terrível. Um chegou a mandar uma fita descrevendo o que queria fazer. Ainda hoje preciso de vez em quando trocar o número do meu telefone. Um dos autores de ameaças me telefonava perguntando: ‘Posso falar com Norman?’. Eu respondi: ‘Deve ter sido engano.’ A voz do outro lado insistia: ‘Não é engano. Não é do Motel Bates?’.” . -Você levou a sério alguma dessas ameaças? . J.L.: “Uma vez chamei o FBI. Um diretor amigo nosso, Mervyn Le Roy, estava nos visitando logo depois de fazer um filme sobre a história do FBI. Resolvi mostrar a ele as cartas. Imediatamente ele me sugeriu que o FBI fosse avisado. Agentes vieram à minha casa. Dois dos autores de ameaças terminaram localizados. Os agentes disseram que é difícil saber quando é que uma ameaça dessa representa um perigo real ou quando não deve ser levada a serio.” . -Uma das lendas que correm sobre “Psicose” diz que Alfred Hitchcock mandou abrir de repente a torneira de água fria durante a filmagem da cena para obter de você uma expressão de espanto... . J.L.( interrompendo): “Não, não, não. Não é verdade. Pelo contrário: Hitchcock fez questão de que a água ficasse na temperatura correta, para que eu não sentisse desconforto. Sou uma atriz. Posso demonstrar medo numa cena. Não preciso de água fria...” . -Qual foi o grande problema que você enfrentou na hora de fazer a cena no chuveiro? . J.L.: “Hitchcock queria que eu usasse lentes de contato para que, nas imagens em close, logo depois do assassinato, eu parecesse realmente morta. O oculista, no entanto, disse que as lentes só ficariam prontas em seis semanas. Não daria tempo de esperar. Tive de fazer tudo sem lente de contato.” . -O que é que mais lhe chamou a atenção em Hitchcock durante a filmagem? . J.L.: “Fiquei impressionada com o fato de que ele jamais olhava através do visor da câmera. Perguntei por quê. Hitchcock me respondeu: ‘Não preciso olhar através do visor. Já sei onde a câmera vai ficar; já sei quais as lentes que vou usar. Então, posso saber exatamente como é que a imagem vai aparecer.’A verdade é que ele sabia de tudo tão bem que nem precisava olhar através da câmera .Houve também uma cena de bastidores que me impressionou. Hitchcock queria gravar um som que sugerisse uma faca ferindo o corpo. Um assistente trouxe para o estúdio vários tipos diferentes de melão. Passou, então, a cortar cada um com uma faca. De costas para o assistente, sem olhar em nenhum momento para trás, Hitchcock escolheu, pelo som de faca, qual era o tipo de melão que deveria ser usado...” . -Você trabalhou com grandes diretores, como Hitchcock e Orson Wells. Que comparação fez entre os dois? . J.L.: “Tive sorte de trabalhar com talentos tão fantásticos quanto Orson Wells, John Frankheimer e Fred Zinemann. Trabalhei com os melhores. Orson Wells e Hitchcock eram o oposto um do outro. Os dois eram gênios, mas Orson Wells era mais espontâneo e improvisador, ao contrário de Hitchcock, um diretor que planejava cada take com detalhes.” . -“Psicose” representou, para você, o sucesso internacional mas também um drama: você recebeu a notícia de que seria a última vez que trabalharia com Hitchcock. Por quê? . J.L.: “O que aconteceu foi que devido ao grande sucesso de “Psicose”, o próprio Hitchcock me disse que, se voltássemos a trabalhar juntos, não importa quanto tempo depois, o público imediatamente relacionaria o novo filme a “Psicose”. Isto afetaria então, o novo filme que estivéssemos fazendo.Eu queria trabalhar de novo com Hitchcock. Mas penso que ele estava absolutamente certo ao apontar esse risco.” . -Um jornal inglês publicou há pouco que você tinha abandonado a carreira porque já estava cansada da “hipocrisia” de Hollywood. É verdade? . J.L.: “Não sei de onde tiraram esta idéia. Diminuí o ritmo de trabalho porque achei que esta seria uma atitude justa para com meu marido e minhas filhas. Passei a aceitar apenas tarefas que pudessem ser cumpridas em pouco tempo.” . -Tanto tempo depois , você ainda responde a perguntas sobre a cena do assassinato no chuveiro. Você compararia esta cena com que outra, na história do cinema? . J.L.: “Não consigo pensar em outra cena que venha imediatamente à lembrança como algo tão chocante. Não consigo pensar em nenhuma. Houve, é claro, outros momentos memoráveis em filmes, mas esta cena parece ser aquela que o público se lembra- em estado de choque...” . -Você teve uma carreira de sucesso, mas é sempre lembrada como a Marion Crane de “Psicose”, assim como Anthony Perkins será sempre lembrado como Norman Bates. O fato de ser lembrada por apenas um filme- e particularmente por uma cena- lhe traz algum incômodo? . J.L.: “Em nosso ofício, trabalhamos duro para criar imagens. Ser parte de uma imagem que vai ficar para sempre é algo notável. Fico orgulhosa. “Psicose” é um filme que já dura 35 anos. É o sonho de todas as atrizes.” . -Você visitou o Brasil no início dos anos sessenta. Que lembrança guardou dessa viagem? . J.L.: “Visitei o Brasil duas vezes. A primeira foi em 1960. Percorri seis cidades, numa visita organizada pelo USIS, o serviço de divulgação dos Estados Unidos. Depois, participei de uma entrega de prêmios cinematográficos. Uma vez, quando estávamos a caminho da inauguração de um centro para a juventude, cruzamos com um grupo que ensaiava para o carnaval, num subúrbio do Rio de Janeiro. Todo mundo estava dançando na rua. Pedi que nosso parasse. Gosto de dança e de música. Começei a dançar. Um homem - que estava ali, no meio da rua - começou a dançar sem olhar para o meu rosto. Quando a música acabou, ele, quase ajoelhado, me olhou atentamente. Somente aí é que exclamou: Mas é Janet Leigh!...”   Fonte: http://domacedo.blogspot.com.br/
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Título Original: Thirteen Hours by Air Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Mistério / 77min Direção: Mitchell Leisen Produção: E. Lloyd Sheldon Roteiro: Frank Mitchell Dazey e Kenyon Nicholson Fotografia: Theodor Sparkuhl Elenco   Fred MacMurray ... Jack Gordon Joan Bennett ... Felice Rollins Zasu Pitts ... Miss Harkins Alan Baxter ... Curtis Palmer Fred Keating ... Count Gregore Stephani Brian Donlevy ... Dr. James L. Evarts John Howard ... Freddie Scott - co-pilot Adrienne Marden ... Ann McKenna - stewardess Ruth Donnelly ... Vi Johnson - stewardess Benny Bartlett ... Waldemar Pitt III Grace Bradley ... Trixie La Brey Dean Jagger ... Hap Waller Jack Mulhall ... Horace Lander - reservations clerk Granville Bates ... Pop Andrews Arthur Singley ... Pete Stevens - radio man Marie Prevost ... Waitress in Omaha     Sinopse     Às vésperas de sair de férias, o mulherengo piloto Jack Gordon tem de fazer um voo entre Nova Iorque e São Francisco, que naquela época demorava treze horas. Entre os passageiros, encontram-se Felice Rollins, por quem Jack tem uma queda; o doutor James Evarts, que pode ser um farsante; Waldemar Pitt III, uma criança, acompanhado da governanta Senhorita Harkins; o misterioso Curtis Palmer; e Gregorie Stephani, um aristocrata com uma arma e que parece conhecer bem Felice. Enquanto lá fora, uma nevasca não dá trégua, Jack e o copiloto Freddie Scott enfrentam ladrões de joias e um sequestro, além de terem de ensinar Felice a pilotar a aeronave.  
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Linda e inteligente! Isto é encantador em uma mulher!
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Gene nasceu rica, era filha de um grande magnata de Nova York. Com um pai tão influente, foi fácil conseguir uma chance na Fox, em 1940, causando sensação com sua beleza exótica. Casou-se com Oleg Cassini, e teve uma filha em 1943 com problemas mentais, devido a um sarampo pego pela atriz durante a gravidez. O casal internou a filha em uma instituição, a conselho dos médicos. Outra filha viria, desta vez sadia, mas o casamento não duraria. Oleg e Gene Foi então que ela conheceu o príncipe Aly Khan, ex-marido de Rita Hayworth, e se apaixonou perdidamente. Tinha planos, mas ele não queria mais casar-se com uma atriz e não levou o romance tão a sério. Para ele era só mais um caso. Para ela um romance. Quando Gene começou a insinuar algo mais sério, ele se afastou. Gene e o príncipe Devido ao desprezo dele, Gene começou a demonstrar os primeiros sintomas de Depressão e chegou a ser internada em um sanatório em 1955. Passou 3 anos internada, "às portas da loucura", como diria a mesma. Em 1960 ela teve alta e recebeu um novo convite da Fox, mas não aguentou a pressão e foi novamente internada. Após sua saída, casou-se com Howard Lee, um milionário texano, ex-marido de Hedy Lammar. Howard foi-lhe compreensivo ao saber de seu histórico depressivo, e ela logo engravidou... para perder o filho aos 5 meses de gravidez. Alguns boatos disseram que o que levou ela a abortar a criança foi a notícia da morte do príncipe Aly Khan, exatamente na mesma época da perda.   Bem, verdade ou não, ela ainda fez um filme, "Advise and Consent" e retornou ao Texas, declarando que Hollywood definitivamente não lhe trazia a paz que ela precisava. Gene e Howard ficaram casados até a morte dele, em 1981, 10 anos antes dela.   Por Carla Marinho
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    Ficha Título Original: Valentino Ano/País/Gênero/Duração: 1977 / Inglaterra EUA / Drama / 132min Direção: Ken Russell Produção:  Irwin Winkler Roteiro: Ken Russell e Mardik Martin      Fotografia:  Peter Suschitzky    Música: Stanley Black Elenco: Rudolf Nureyev     ...    Rudolph Valentino Leslie Caron     ...    Alla Nazimova Michelle Phillips     ...    Natasha Rambova Carol Kane     ...    Starlet Felicity Kendal     ...    June Mathis Seymour Cassel     ...    George Ullman Huntz Hall     ...    Jesse Lasky Alfred Marks     ...    Richard Rowland David de Keyser     ...    Joseph Schenck Linda Thorson     ...    Billie Streeter Leland Palmer     ...    Marjorie Tain Lindsay Kemp     ...    Angus McBride   Sinopse Filme romanceado sobre a vida de Rodolfo Valentino, estrelado pelo bailarino Rudolf Nureyev.       Assista Online (legendado)   Imagens
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Ficha Título Original: Village of the Damned Ano/País/Gênero/Duração: 1960 / Reino Unido / Ficção Científica Terror / 77min Direção: Wolf Rilla Produção: Ronald Kinnoch Roteiro: John Wyndham, Ronald Kinnoch, Stirling Silliphant, Wolf Rilla Fotografia: Geoffrey Faithfull Música: Ron Goodwin Elenco: George Sanders ... Gordon Zellaby Barbara Shelley ... Anthea Zellaby Martin Stephens ... David Zellaby Michael Gwynn ... Alan Bernard Laurence Naismith ... Doctor Willers Richard Warner ... Harrington Jenny Laird ... Sra. Harrington Sarah Long ... Evelyn Harrington Thomas Heathcote ... James Pawle Charlotte Mitchell ... Janet Pawle Pamela Buck ... Milly Hughes Rosamund Greenwood ... Miss Ogle Susan Richards ... Sra. Plumpton Bernard Archard ... Vicar Peter Vaughan ... P.C. Gobby John Phillips ... General Leighton Richard Vernon ... Sir Edgar Hargraves John Stuart ... Professor Smith Keith Pyott ... Dr. Carlisle Alexander Archdale ... The Coroner Sheila Robins ... Nurse Tom Bowman ... Pilot Anthony Harrison ... Lieutenant Diane Aubrey ... W.R.A.C. Secretary Gerald Paris ... Sapper Bruno ... The Dog June Cowell ... The Children Linda Bateson ... The Children John Kelly ... The Children Carlo Cura ... The Children Lesley Scoble ... The Children Mark Milleham ... The Children Roger Malik ... The Children Elizabeth Munden ... The Children Teri Scoble ... The Children Peter Preidel ... The Children Peter Taylor ... The Children Howard Knight ... The Children Brian Smith ... The Village Children Janice Howley ... The Village Children Paul Norman ... The Village Children Robert Marks ... The Village Children John Bush ... The Village Children Billy Lawrence ... The Village Children     Sinopse   Em uma pequena cidade da Inglaterra todas as pessoas, de forma inexplicável, desmaiam por algumas horas. Dois meses depois do acontecido todas as mulheres com possibilidade de ter filhos ficam grávidas. Quando as crianças nascem elas se revelam extremamente inteligentes e com traços desconhecidos da raça humana, sugerindo serem alienígenas.       Imagens
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Com o início do cinema falado, a Universal apostou nos filmes de terror como um nicho e não deu outra. Seus monstros acabaram se tornando um enorme sucesso e hoje cult. Desse ciclo surgiram figuras populares até hoje, como Drácula, Frankenstein e o Lobisomem, trazendo fama a atores como Boris Karloff e Bela Lugosi. Após seu pai tê-lo colocado à frente da Universal, Carl Laemmle Jr, apreciador do cinema de terror, resolveu investir no gênero de terror, e o resultado trouxe filmes de baixo orçamento, porém enorme popularidade. Drácula   Drácula de Bram Stoker foi o primeiro monstro a chegar na Universal, em 1931, após ter feito enorme sucesso na Broadway. Bela Lugosi foi contratado para fazer o papel título depois que a primeira opção, Lon Chaney, faleceu antes das filmagens. O drácula de Bela Lugosi tem sotaque carregado (o ator era húngaro e não sabia falar uma palavra em inglês) e olhar imensamente perturbador. O estúdio não esperava muito, mas o filme acabou se tornando um enorme sucesso. Como estratégia de marketing, a Universal contratou pessoas que desmaiavam durante as sessões. Uma versão em espanhol foi filmada ao mesmo tempo e lançada na Europa e América latina. Frankenstein O personagem de Mary Shelley foi o segundo monstro a chegar na Universal. Ele já tinha feito algumas "participações especiais" em alguns filmes (a primeira vez em 1910, versão de Thomas Edison). Dessa vez Bela Lugosi foi a primeira opção do estúdio, mas o ator, gozando já de enorme popularidade, não quis esconder seu rosto atrás de enorme maquiagem. Quem acabou sendo escolhido foi o britânico Boris Karloff, até então desconhecido. Lançado em 1931, teve ainda mais sucesso que Drácula. O filme teve a sequência A Noiva de Frankenstein (1935). O Fantasma de Frankenstein, com Lon Chaney Jr substituindo Karloff, fecha a sequência em 1942. O monstro sem nome, rejeitado pela sociedade, e em busca de compreensão, fez enorme sucesso, se tornando, provavelmente, o monstro mais lembrado de todos os tempos. A múmia Boris Karloff retorna como A Múmia (1932), a terceira grande criatura da Universal. A história do sacerdote condenado à morte, e que retorna através de uma maldição, teve como inspiração a descoberta do túmulo de Tutankhamon em 1922. O filme não gerou uma continuação, apesar de aparecer em filmes B da década de 40. Recentemente, em 1999, o filme teve uma refilmagem, dessa vez trazendo Arnold Vosloo como o monstro. O Lobisomem   O quarto grande monstro da Universal ganhou as telas no início da década de 40 no filme O Lobisomem (1941). Trazia Lon Chaney Jr. interpretando um homem que quer se reconciliar com o pai, mas é atacado por um lobisomem, e se torna vítima de uma maldição. Chaney Jr. também viveu o monstro de Frankenstein em Ghost of Frankenstein (1942), a múmia em três filmes da série A Múmia e um conde Drácula no filme "Son of Dracula" (1943). Em 2009, Benicio del Toro fez o papel principal na refilmagem. Outros monstros: A Noiva de Frankenstein (1935), com a atriz Elsa Lanchester.   O Corcunda de Notre Dame (1939), com Charles Laughton O Fantasma da Ópera (1925), com Lon Chaney O Homem Invisível (1933), com Claude Rains O Monstro da Lagoa Negra (1954) Por Carla Marinho
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Título Original: The River Ano/País/Gênero/Duração: 1929 / EUA / Drama | Romance / 73min Direção: Frank Borzage Roteiro: John Hunter Booth Fotografia: Ernest Palmer Música: Maurice Baron Elenco Charles Farrell ... Allen John Spender Mary Duncan ... Rosalee Ivan Linow ... Sam Thompson Margaret Mann ... Widow Thompson Alfred Sabato ... Marsdon Bert Woodruff ... The Miller   Sinopse   Um dos filmes mais eróticos do cinema mudo, mostra a iniciação amorosa de um jovem que entra em contato com uma misteriosa mulher. Seguem-se os perigos da sedução e da recusa deste.  
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Título Original: Young America Ano/País/Gênero/Duração: 1932 / EUA / Drama / 70min Direção: Frank Borzage Produção: William Fox Roteiro: John Frederick Ballard e William M. Conselman Fotografia: George Schneiderman Música: George Lipschultz Elenco Spencer Tracy ... Jack Doray Doris Kenyon ... Edith Doray Ralph Bellamy ... Judge Blake Tommy Conlon ... Arthur Simpson Raymond Borzage ... Edward 'Nutty' Beamish Beryl Mercer ... Grandma Beamish Sarah Padden ... Mrs. Mary Taylor Robert Homans ... Patrolman Weems Anne Shirley ... Mabel Saunders   Sinopse   Dois jovens invadem uma farmácia em busca de remédios para a avó de um deles.
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  Ficha Título Original: Alegria de Viver Ano/País/Gênero/Duração: 1958 / Brasil / Comédia / 85min Direção: Watson Macedo Produção: Watson Macedo Roteiro: Chico Anysio e Watson Macedo Fotografia: Mario Pagés Música: Maestro Cipó Elenco: Eliana ... Elizabeth John Herbert ... Gilberto Afonso Stuart ... Pires Yoná Magalhães ... Sílvia Annabella ... Margarida Augusto Cesar Vanucci ... Johnny Guitar Sergio Murilo ... Jorginho Sergio Tenius ... Tony Curtis     Sinopse   O patrão de Gilberto, empregado exemplar, quer casá-lo com sua filha, Elisabeth. Ao encontro aparece no entanto sua prima, uma moça sem atrativos. Gilberto, que leva uma vida agitada, conhece Betty, garota independente por quem se apaixona. Ao final, descobre que ela é a filha do patrão.     Imagens  
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  Título Original: That's Entertainment, Part III Ano/País/Gênero/Duração: 1994 / EUA / Documentário Musical / 120 min Direção: Bud Friedgen, Michael J. Sheridan Produção: Bud Friedgen Roteiro: Bud Friedgen, Michael J. Sheridan   Assista Online        
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Título Original: Lazybones Ano/País/Gênero/Duração: 1925 / EUA / Ação | Comédia | Drama | Romance | Guerra / 80min Direção: Frank Borzage Produção: Frank Borzage Roteiro: Owen Davis e Frances Marion Fotografia: Glen MacWilliams Elenco Madge Bellamy ... Kit Buck Jones ... Steve Tuttle Zasu Pitts ... Ruth Fanning Leslie Fenton ... Dick Ritchie Jane Novak ... Agnes Fanning Virginia Marshall ... Kit as a Young Girl Edythe Chapman ... Mrs. Tuttle Emily Fitzroy ... Mrs. Fanning William Bailey ... Elmer Ballister Sinopse   Steve Tuttle, um homem preguiçoso, assume a responsabilidade de criar uma menina órfã, causando um escândalo em sua pequena cidade. Muitos anos depois, tendo retornado da Primeira Guerra mundial, ele descobre que ama a menina crescisa.
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Carmem Miranda não era portuguesa?
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  Ficha Título Original: A Song to Remember Ano/País/Gênero/Duração: 1945 / EUA / Biografia | Drama | Musical / 113min Direção: Charles Vidor Produção: Sidney Buchman Roteiro: Sidney Buchman, Ernst Marischka Fotografia: Allen M. Davey Música:  Lodge Cunningham    Elenco: Paul Muni ... Prof. Joseph Elsner Merle Oberon ... George Sand Cornel Wilde ... Frédéric Chopin Nina Foch ... Constantia George Coulouris ... Louis Pleyel Howard Freeman ... Kalkbrenner Stephen Bekassy ... Franz Liszt   Sinopse Biografia de um dos maiores gênios da música de todos os tempos - Frédéric Chopin. Depois de ser expulso da Polônia, por se recusar a tocar para o governador czarista, Chopin e seu professor musical fogem para Paris. Lá, Chopin conhece a escritora Aurore Dupin - mais conhecida pelo pseudônimo masculino que usava para assinar seus livros, George Sand - por quem se apaixona perdidamente. Debilitado fisicamente e temendo que seu romance se torne público, Chopin, acompanhado de Sand, viaja para Majorca, onde o clima úmido e chuvoso favoreceria o agravamento de sua tuberculose.     Assista Online       Imagens
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Título Original: Ladies Love Brutes Ano/País/Gênero/Duração: 1930 / EUA / Comédia | Drama / 80min Direção: Rowland V. Lee Roteiro: Zoe Akins e Waldemar Young Fotografia: Harry Fischbeck Música: Oscar Potoker Elenco George Bancroft ... Joe Forziati Mary Astor ... Mimi Howell Fredric March ... Dwight Howell Margaret Quimby ... Lucille Gates Stanley Fields ... Mike Mendino Ben Hendricks Jr. ... Slattery Lawford Davidson ... George Windham Ferike Boros ... Mrs. Forziati David Durand ... Joey Forziati Freddie Burke Frederick ... Jackie Howell Paul Fix ... Slip Claud Allister ... Tailor Crauford Kent ... Committeeman E.H. Calvert ... Committeeman   Sinopse   Joe Forziati é um empreiteiro que é subitamente arrastado para uma grande riqueza. Ele tenta manter-se como um homem simples, mas logo começa a tentar impressionar a atraente divorciada Mimi Howell. Seus problemas começam quando seu filho e o de Mimi são sequestrados por um gangster.  
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Título Original: St. Benny the Dip Ano/País/Gênero/Duração: 1951 / EUA / Comédia / 80min Direção: Edgar G. Ulmer Produção: Edward J. Danziger Roteiro: George Auerbach Fotografia: Don Malkames Música: Robert W. Stringer Elenco Dick Haymes ... Benny Nina Foch ... Linda Kovacs Roland Young ... Matthew Lionel Stander ... Monk Williams Freddie Bartholomew ... Reverend Wilbur Oskar Karlweis ... Mr. Kovacs William A. Lee ... Police Sergeant Monahan Dick Gordon ... Reverend Miles Jean Casto ... Mrs. Mary Williams Eddie Wells ... Patrolman McAvoy James Bender ... House Detective   Sinopse   Um bando de vigaristas se disfarça de clérigos a fim de dar um golpe. Logo descobrem que fantasiar-se de religiosos faz com que as roupas tenham um efeito sobre eles.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas Pesquisar este filme no SUBMARINO
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"I am afraid I am a coward. I am sorry for everything. If I had done this a long time ago, it would have saved a lot of pain." (Tenho medo e sou uma covarde. Lamento por tudo. Se tivesse feito isso há mais tempo, teria poupado muitas dores). Peg. A grande Bette Davis decidiu que iria ser uma atriz quando viu Peg Entwistle atuando no espetáculo em "The wild Duck", de Henrik Ibsen. Peg então era considerada uma das grandes estrelas do teatro e uma grande promessa para o cinema. Tinha um grande futuro pela frente! Millicent Lílian Entwistle (nome verdadeiro) nasceu em Londres, em 1908. Ainda criança, e após perder sua mãe, partiu para os Estados Unidos com o seu pai em busca de uma nova vida. Seu pai casaria novamente e teria mais dois filhos. Por volta de 1925, Peg estréia na Brodway, em "Hamlet". O espetáculo "Martha" seria seu primeiro papel creditado. Aos 17 anos era considerada uma das atrizes de talento mais jovens já surgidas. Depois disso ela trabalharia com os mais consagrados atores do teatro e cinema, como William Gillette, Dorothy Gish, Henry Travers, Bobo Cummings, dentre outros. Aos 19 casou-se com o também ator Robert Keith. O casamento não vingou, pois descobriu-se que ele já tinha outra esposa e filhos. Com a peça "Tommy’, Peg foi aclamada a atriz de maior êxito na Broadway. Sucesso de público e crítica, e incentivada por todos, partiu para o seu segundo sonho, que era fazer cinema. Peg em "Thirtee women" Com sua mala cheia de sonhos, partiu para Hollywood, onde peregrinou por diversos estúdios até conseguir, com David O. Selzinick uma participação no filme "Thirtee women", que teria a participação também de Irene Dunne, Ricardo Cortez e Myrna Loy. Quando o filme foi lançado, em setembro de 1932, a atriz descobriu que sua participação fora reduzida para apenas algumas poucas aparições. Depois disso fez outros testes, mas, diante de tantas opções, acabava sendo colocada de lado. O golpe final foi ter sido convidada para fazer um teste para figuração. Para quem até um ano atrás era considerada uma atriz de sucesso no teatro, foi um golpe em tanto. Entregou-se às bebidas e à depressão. Totalmente deprimida, decidiu interpretar aquele que seria o seu último e principal papel: na noite de 16 de setembro de 1932 Peg vestiu a sua melhor roupa, maquiou-se generosamente e encaminhou-se para o Monte Lee, na Califórnia, onde fica o letreiro Hollywood (à época Hollywoodland). Após subir o monte, dobrou cuidadosamente seu casaco, colocando-o ao lado de um livro e carteiras. Subiu na letra "H" do letreiro e pôs fim à sua vida. Para os que ficaram, ela teve o cuidado de deixar um bilhete de despedida: "I am afraid I am a coward. I am sorry for everything. If I had done this a long time ago, it would have saved a lot of pain. P.E." Seu corpo foi encontrado dois dias depois, e só foi reclamado, por um tio, mais algum tempo depois, depois que seu tio leu em um jornal seu bilhete. Em 1945, o "LAND" foi retirado do letreiro, após sua reforma, ficando apenas o "Hollywood", depois que muitas outras pessoas passaram a utilizar o local para também se suicidar. Peg é hoje lembrada como uma das tantas que tentaram em vão o sucesso. Ironia da história: no dia seguinte à sua morte, chegava em sua casa um convite para estrelar um filme. E a atriz, que desejava o sucesso em vida, bizarramente conheceu-o (ou não) com sua morte, quando espalhou-se a lenda de que um fantasma de uma mulher loura vagueia pelo Monte, o fantasma de Peg Entwistle. Por Carla Marinho    
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Título Original: Love 'Em and Leave 'Em Ano/País/Gênero/Duração: 1926 / EUA / Comédia | Drama | Romance / 76min Direção: Frank Tuttle Produção: William LeBaron Roteiro: George Abbott e John V.A. Weaver Fotografia: George Webber Elenco Evelyn Brent ... Mame Walsh Lawrence Gray ... Bill Billingsley Louise Brooks ... Janie Walsh Osgood Perkins ... Lem Woodruff Jack Egan ... Cartwright Marcia Harris ... Miss Streeter Edward Garvey ... Mr. Whinfer Vera Sisson ... Mrs. Whinfer Joseph McClunn ... August Whinfer Arthur Donaldson ... Mr. McGonigle Elise Cavanna ... Miss Gimple Dorothy Mathews ... Minnie Anita Page Sinopse   Mame Walsh prometeu à sua mãe, em seu leito de morte, que cuidaria de sua irmã mais nova, Janie. Só que sua irmãzinha vive se metendo em encrencas, e em tudo difere da doce Mame. Ela sai de férias, e ao retornar, descobre que Janie aprontou todas.    
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Maravilhoso Filme.
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Título Original: Double or Nothing Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / EUA / Comédia | Musical / 90 Direção: Theodore Reed Produção: Benjamin Glazer Roteiro: Duke Atteberry e Erwin S. Gelsey Fotografia: Karl Struss Música: John Leipold Elenco Bing Crosby ... 'Lefty' Boylan Martha Raye ... Liza Lou Lane Andy Devine ... Half Pint Mary Carlisle ... Vicki Clark William Frawley ... John Pederson Benny Baker ... Marinheiro Samuel S. Hinds ... Jonathan Clark William Henry ... Egbert Clark Fay Holden ... Martha Sewell Clark Bert Hanlon ... Nick Praxitales Gilbert Emery ... Mr. Mitchell Walter Kingsford ... Mr. Dobson John Gallaudet ... Johnny Rutherford Harry Barris ... Sing Orchestra Leader Alphonse Bergé ... Specialty   Sinopse   Axel Clark, um excêntrico milionário filântropo, pretende provar que todas as pessoas são essencialmente honestas e boas. Depois de sua morte e como uma disposição de sua vontade, seus advogados deixam cair carteiras contendo 100 dólares nas ruas, com informações de contato deles. Quatro pessoas honestas que devolvem as carteiras encontram-se inesperadamente, em uma espécie de loteria. A primeira que dobrar essa quantia de dinheiro em um mês, por meios honestos, herda toda a herança. Caso não consiga, tudo vai para o irmão ganancioso de Clark, que está disposto a frustrar o plano.
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      Charles Chaplin era conhecido como o pequeno vagabundo. Com seu andar desajeitado, roupas folgadas e jeito marcante se tornou o astro mais conhecido da era do cinema mudo. Mas após décadas de celebridade e reconhecimento, Chaplin virou assunto de boatos e escândalos. Aos 55 anos, seu apetite sexual e posicionamento político viraram polêmica. Assista mais no documentário Mistérios e Escândalos, sobre a vida de Charles Chaplin.     Assista Online
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Título Original: Big City Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / EUA / Drama / 80min Direção: Frank Borzage Produção: Frank Borzage Roteiro: Norman Krasna e Dore Schary Fotografia: Joseph Ruttenberg Música: William Axt Elenco   Luise Rainer ... Anna Benton Spencer Tracy ... Joe Benton Charley Grapewin ... Robert, the Mayor Janet Beecher ... Sophie Sloane Eddie Quillan ... Mike Edwards Victor Varconi ... Paul Roya Oscar O'Shea ... John C. Andrews Helen Troy ... Lola Johnson William Demarest ... Mr. Beecher John Arledge ... Buddy 'Bud' Irving Bacon ... Jim Sloane Guinn 'Big Boy' Williams ... Danny Devlin Regis Toomey ... Fred Hawkins Edgar Dearing ... Tom Reilley Paul Harvey ... Dist. Atty. Gilbert   Sinopse   Joe Benton e sua esposa Anna são suspeitos de iniciar uma guerra de táxis. Embora sejam inocentes, são acusados por tudo o que aconteceu e mandados para fora do país. Enquanto não conseguem provar sua inocência, se escondem.
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Título Original: The Goose and the Gander Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Comédia | Drama | Romance / 65min Direção: Alfred E. Green Produção: James Seymour Roteiro: Charles Kenyon Fotografia: Sidney Hickox Elenco Kay Francis ... Georgiana Summers George Brent ... Robert 'Bob' McNear Genevieve Tobin ... Betty Summers John Eldredge ... Lawrence Thurston Claire Dodd ... Connie Thurston Ralph Forbes ... Ralph Summers Helen Lowell ... Aunt Julia Hamilton Spencer Charters ... Detective 'Wink' Winkelsteinberger William Austin ... Arthur Summers Eddie Shubert ... Sweeney, Attendant Leaking Gasoline Charles Coleman ... Jones, Georgiana's Butler Olive Jones ... Miriam Brent Bill Elliott ... Teddy John Sheehan ... Murphy, Gas Station Attendant Wade Boteler ... Sprague, Hotel Detective
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Faltou o filme "Perdidos no Paraíso" como Nicolas Cage
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  Nascida Hedwig Eva Maria Keisler, em Viena na Áustria,filha de pais judeus. Estudou ballet e piano antes dos 10 anos e adolescente já atuava em filmes alemães.Em 1933 ela estreou "Ecstasy", de Gustav Machaty. O filme checoslovaco realizado em Praga mostra uma jovem esposa sedenta pelo amor do marido. Closeups de seu rosto durante um suposto orgasmo, e sua corrida nua pela floresta deram notoriedade e, posteriormente, muita dor na cabeça da atriz. Seu marido, Friedrich Mandl, um fabricante de armas, não gostou de se casar com uma mulher com esse passado, e quis destruir o filme, comprando e destruindo boa parte das cópias. Controlava sua vida, e tentou manter Heddy sob controle, impedindo-a de seguir sua carreira. Para compensar, levava-a para encontrar-se com seus amigos e parceiros de negócios nazistas, e Heddy aprendeu muito sobre tecnologia militar. Em 1937 a atriz conseguiu fugir do marido (disfarçada de empregada doméstica) e foi para Paris, onde obteve um divórcio. Mudou-se para Londres, onde conheceu L. B. Mayer. Ele a contratou e sugeriu a mudança de nome para Hedy Lamarr, em homenagem a estrela Barbara La Marr, falecida em 1926 de tuberculose. Foi normalmente escalada para papéis de mulheres sedutoras, estreando na América com Argel (1938),além de Boom Town (1940),  White Cargo (1942), e Tortilla Flat (1942). Em 1941 atuou ao lado de duas estrelas americanas, Lana Turner e Judy Garland, no musical Ziegfeld Girl. Foram 18 filmes na em 9 anos. Seu maior sucesso foi Sansão e Dalila, de Cecil DeMille, mas após My Spy Favorite (1951), houve um declínio em sua carreira. Apareceu esporadicamenet em algumas películas.                         Durante a Segunda Guerra Mundial, a atriz criou um sofisticado aparelho de interferência em rádio para despistar radares nazistas e o patenteou em 1940, usando o seu verdadeiro nome, Hedwig Eva Maria Kiesler. Ela contou em sua autobiografia, que a idéia surgiu enquanto ela e o compositor George Antheil tocavam ao piano, e faziam um dueto. Daí a idéia de que duas pessoas poderiam conversar entre si mudando frequentemente o canal de comunicação. A idéia foi recusada pelo Departamento de Guerra norte americano, em 1941. Em agosto de 1942 foi patenteada pela dupla.  A versão inicial consistia na troca de 88 frequências e era feito para despistar radares, mas a idéia pareceu difícil de realizar na época. Só em 1962 a idéia da dupla seria concretizada e utilizada pelas tropas militares em Cuba. Em 1997 a atriz recebeu um prêmio por sua contribuição. Em 1965 chegou a ser presa por furto, em Los Angeles, mas as acusações foram deixadas de lado. Em 1991 voltou a ser presa sob a mesma alegação, e durante o interrogatório ela prometeu não mais repetir o gesto. Em sua autobiografia (Ecstasy and Me/1966), ela falou que enquanto fugia de seu primeiro marido, foi parar em um bordel e se escondeu em uma sala vazia. Enquanto seu marido a procurava, um homem entrou na sala e ela teve relações sexuais para se esconder de Friedrich. Outra história do livro foi que ela drogou sua empregada para roubar-lhe a roupa e assim conseguir fugir do marido. Mais tarde a atriz processou a editora, dizendo que muitas das histórias do livro foram inventadas pelo escritor Leo Guild. Hedy morreu em 19 de janeiro de 2000, e teve suas cinzas espalhadas na floresta Wienerwald. Hedy casou-se no total cinco vezes e e teve sua vida marcada também por alguns escândalos, mas sem dúvida alguma, não pode ser esquecida por sua contribuição com seu grande invento.O aparelho de frequência serviu de base para a teconologia de comuicação utilizada em telefones celulares, deu-lhe o honroso título de "mãe do telefone celular".
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adorei conhecer mais sobre essas duas séries que são "irmãs" geminianas e ao mesmo tempo tão diferentes entre si! muito legal o teu texo! um abraço e vou visitar sempre este excelente site!!
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Título Original: The Silver Horde Ano/País/Gênero/Duração: 1930 / EUA / Drama / 75min Direção: George Archainbaud Produção: William LeBaron Roteiro: Rex Beach e Wallace Smith Fotografia: John W. Boyle Elenco Evelyn Brent ... Cherry Malotte Louis Wolheim ... George Balt Joel McCrea ... Boyd Emerson Raymond Hatton ... Fraser Jean Arthur ... Mildred Wayland Gavin Gordon ... Frederick 'Fred' / 'Freddie' Marsh Blanche Sweet ... Queenie Purnell Pratt ... Wayne Wayland William B. Davidson ... Thomas 'Tom' Hilliard Ivan Linow ... Svenson   Sinopse   Joel McCrea em seu primeiro papel principal, como um pescador do Alasca dividido entre duas mulheres, uma boa (Jean Arthur) e outra má (Evelyn Brent). Curiosidades - A primeira versão havia sido lançada dez anos antes, em 1920.        
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Ficha Título Original: O Homem Nu Ano/País/Gênero/Duração: 1968 / Brasil / Comédia / 118min Direção: Roberto Santos Produção: Cinematográfica Pelimex e Wallfilmes Roteiro: Fernando Sabino e Roberto Santos Fotografia: Hélio Silva Música: Rogerio Duprat Elenco: Paulo José .... Sílvio Proença Leila Diniz .... Mariana Esmeralda Barros .... Marialva Walter Forster .... Gibson Íris Bruzzi .... Marieta Oswaldo Loureiro .... Ludovico Irma Alvarez .... Alva Joana Fomm .... Heloísa Ana Maria Nabuco .... Magali     Sinopse   O filme narra as confusões causadas pelo professor de música folclórica Sílvio Proença que, acidentalmente, fica trancado pelo lado de fora do apartamento de uma amiga, completamente nu. A partir daí, o homem passa por uma série de situações inusitadas, fugindo de um lado para outro para se proteger de uma população totalmente escandalizada.    
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Título Original: Beautiful Clothes Ano/País/Gênero/Duração: 1942 / EUA / Musical | Comédia | Curto / 3min Direção: Josef Berne Elenco Harry Langdon ... Stooge Jean Willes ... Modelo   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legendas
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eu quero esduda com isto
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Título Original: No Greater Glory Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Drama / 74min Direção: Frank Borzage Produção: Frank Borzage Roteiro: Ferenc Molnár e Jo Swerling Fotografia: Joseph H. August Música: R.H. Bassett Elenco George P. Breakston ... Nemecsek Jimmy Butler ... Boka Jackie Searl ... Gereb Frankie Darro ... Feri Ats Donald Haines ... Csonakos Rolf Ernest ... Ferdie Pasztor Julius Molnar ... Henry Pasztor Wesley Giraud ... Kolnay Beaudine Anderson ... Csele   Sinopse   Adaptação de The Paul Street Boys, um romance autobiográfico de Ferenc Molnar.  
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  Mazzaropi foi ator, produtor, roteirista e um dos maiores empreendedores do nosso cinema nacional.       Mazzaropi nasceu em 1912. Iniciou-se na vida artística aos 15 anos. Ele era fã de Genésio e Sebastião de Arruda, atores de teatro que faziam sucesso na época. Mazzaropi no início imitava Sebastião. Mas decidiu que era hora de ter seu próprio estilo, e partiu para fazer um caboclo inocente, com que ficaria conhecido. Ele preferiu não dar um nome específico ao personagem. Alguns diziam que Mazzaropi, um sobrenome italiano, em nada lembrava um caipira. Ele não ligou. Mazzaropi passou a fazer sucesso no teatro, e algum tempo depois parte para o cinema. Foi Abilio Pereira de Almeida e Franco Zampari quem lhe fizeram o convite. E o ator partiu para a Vera Cruz, onde fez seus dois primeiros filmes. Pensando em algo maior, o ator vendeu sua casa para conseguir dinheiro e fundou a PAM Filmes (Produções Amácio Mazzaropi), que passou a assinar seus filmes. Surgiram seus filmes mais famosos, Jeca Tatu (uma adaptação do famoso livro de Monteiro Lobato), dentre outros. Uma fazenda foi comprada e lá ele construiu o seu estúdio de gravação. Além de ator, produtor e roteirista, Mazzaropi era também um grande empresário. Seu filme O Corintiano (1972) foi recorde de bilheteria do cinema nacional. Como astro que era, chegou a ser recebido pelo então presidente do Brasil, Emílio Médici. Pediu apoio ao cinema nacional. Construiu em Taubaté um estúdio maior, com oficina de cenografia e um hotel, utilizado por atores e técnicos (hoje em dia o hotel está aberto ao público que deseje conhecer mais a história do ator). Mazzaropi ainda fazia um filme, quando foi internado. Chamaria-se “Maria Tomba Homem”. Não chegou a finaliza-lo. Morreu aos 69 anoa, em 13 de junho de 1981, vitimado pelo câncer na medula óssea. O ator, que era homossexual, nunca se casou, mas deixou um filho adotivo. Filmes •  O Jeca e a Égua Milagrosa (1980) •  A Banda das Velhas Virgens (1979) •  O Jeca e Seu Filho Preto (1978) •  Jecão... Um Fofoqueiro no Céu (1977) •  O Jeca Contra o Capeta (1976) •  O Jeca Macumbeiro (1975) •  Portugal... Minha Saudade (1974) •  Um Caipira em Bariloche (1973) •  O Grande Xerife (1972) •  Betão Ronca Ferro (1970) •  No Paraíso das Solteironas (1969) •  Uma Pistola para Djeca (1969) •  O Jeca e a Freira (1968) •  O Corintiano (1967) •  Meu Japão Brasileiro (1965) •  O Puritano da Rua Augusta (1965) •  O Lamparina (1964) •  Casinha Pequenina (1963) •  O Vendedor de Lingüiças (1962) •  Tristeza do Jeca (1961) •  As Aventuras de Pedro Malazartes (1960) •  Jeca Tatu (1960) •  Zé do Periquito (1960) •  Chofer de Praça (1959) •  O Noivo da Girafa (1958) •  O Gato de Madame (1957) •  Fuzileiro do Amor (1956) •  Chico Fumaça (1956) •  A Carrocinha (1955) •  Candinho (1954) •  Nadando em Dinheiro (1952) •  Sai da Frente (1952)
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Olá, Gostaria de saber onde posso enocntrar esse filme para assisí-lo, seja em DVD, VHS ou na internet, pois não consego encontrá-lo em lugar algum. Se puder ajudar de alguma forma ficarei muito grato. Obrigado.
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Título Original: Desirable Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Drama | Romance / 68min Direção: Archie Mayo Produção: Edward Chodorov Roteiro: Mary C. McCall Jr. Fotografia: Ernest Haller Elenco Jean Muir ... Lois Johnson George Brent ... Stuart 'Mac' McAllister Verree Teasdale ... Helen Walbridge John Halliday ... Austin Stevens Charles Starrett ... Russell 'Russ' Gray Russell Hopton ... Chet Joan Wheeler ... Barbara aka 'Babs' Barbara Leonard ... Margaret, Gray's Maid Virginia Hammond ... Mrs. Emily Gray Pauline True ... Mac's Secretary   Sinopse   Drama entra mãe e filha. A mãe é uma famosa atriz que não quer que sua idade verdadeira seja conhecida. Para tanto, mantém a filha de 19 anos afastada e num colégio interno. Só que ela está ficando adulta demais apra ser escondida e quer viver sua própria vida, além de ser reconhecida pela mãe. Morando com ela, conhece o seu namorado, que acaba se apaixonando pela filha, tornando a mãe extremamente ciumenta.  
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jullie adrewus para mi e fora de serie sou seu fã
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  Florenz Ziegfeld quis montar um espetáculo grandioso, inspirado no Folies Bergeres de Paris, e o chamou de Ziegfeld Follies. Várias peças eram realizadas com o que haveria de melhor: roupas elaboradas, lindas dançarinas, nenhuma economia na produção e muito, muito glamour. Até a chegada do cinema mudo, foram realizadas 24 edições do Espetáculo teatral, e muitas atrizes que seguiram estrada posteriormente no cinema, tiveram sua estréia nos palcos do Ziegfeld, como Fanny Brice, Marion Davies, Mae Murray, Paulette Goddard, Joan Blondell, Nita Naldi, Dorothy Mackaill, Eve Arden, Billie Dove, Gilda Gray, Barbara Stanwyck, Louise Brooks, Norma Shearer e Alice Faye. Com a chegada do cinema falado, os espetáculos acabaram perdendo o seu público. Em 1936, depois que a viúva de Florenz (Billie Burke) autorizou, chegou às telas do cinema o filme “The Great Ziegfeld”, com William Powell e Myrna Loy nos papéis principais. Ziegfeld Girl e Ziegfeld Follies seriam outros filmes que homenageavam o Espetáculo. Florenz Ziegfeld Jr. (Chicago 21 de Março de 1869 - Nova York 22 de Julho de 1932) foi o último e o mais esplendoroso expoente da beleza relativamente inocente e sensual que o palco já conheceu.   Doris Eaton foi a última garota ZIegfeld a morrer. Nascida em 1904, na Virginia, ela foi dançarina e atuou em alguns filmes mudos. Doris aprendeu a dançar ainda criança, juntamente com suas irmãs. Por volta de 1918, depois de anos fazendo teatro, chegou à Companhia Ziegfeld Follies. Doris Eaton A dançarina morreu em 11 de maio de 2010, aos 106 anos, fechando de uma vez um ciclo de ouro. Morreram todas as ziegfeld girls. Doris Eaton mostra com orgulho a foto da época em que era dançarina do Ziegfeld Follies. Por Carla Marinho
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  Um belo rosto que foi embora de forma trágica, mas tentando salvar uma vida. Quem vê esse rostinho lindo de Linda nem imagina a forma trágica como ela morreu. A atriz tentou socorrer a filha de uma empregada sem saber que a garotinha já tinha sido retirada de sua casa que estava em chamas. Morreu fazendo um bem. Não conseguiu mais sair. Foi retirada do meio das chamas, mas já era tarde: o corpo já estava com praticamente 100% de queimaduras. A atriz foi levada para o hospital, onde permaneceu em coma durante alguns dias. Morreu aos 42 anos. Ao visitá-la, sua amiga e também atriz Ann Miller saiu correndo do hospital direto para uma igreja. Pedia a Deus que a levasse logo, pois Linda não pertencia mais à este mundo. (retirado do livro Hollywood Nua e Crua, de Dulce Damasceno de Brito).
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É com profundo pesar que agora mesmo tive conheçimento do felecimento desta grande actriz francesa, que tive o previlégio de ver no cinema, e tentando relembrar de um e que foi muito marcante, Viver Por Viver. Bem hajas e muito obrigado pelo legado que nos deixas na história do cinema, não foste Oscarizada, mas tiveste os louros daqueles que te adimravam, assim como eu. BEM HAJAS e concerteza que será mais uma estrela no CÉU.
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Título Original: One Sunday Afternoon Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Comédia | Romance / 85min Direção: Stephen Roberts Produção: Louis D. Lighton Roteiro: James Hagan e Grover Jones Fotografia: Victor Milner Música: John Leipold Elenco Gary Cooper ... Dr. Lucius Griffith 'Biff' Grimes Fay Wray ... Virginia 'Virgie' Brush Barnstead Frances Fuller ... Amy Lind Grimes Roscoe Karns ... Snappy Downer Neil Hamilton ... Hugo Barnstead, Owner Phoenix Carriage Factory Jane Darwell ... Mrs. Lind, Amy's Mother Clara Blandick ... Mrs. Brush, Virginia's Mother   Sinopse   Hugo e Biff são dois amigos que se sentem atraídos pela mesma garota, a bela Virginia. Ela acaba se casando com Hugo e logo Biff se casa com Amy. Mas Biff não deixa de pensar que Virginia é a mulher de sua vida.          
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Jayne Mansfield, uma das sensações mais explosivas de Hollywood. A loira de seios fartos do Texas, acredite se quiser, tinha um QI de 163, um gênio. Mas ela não era conhecida exatamente por sua inteligência... Quando Jayne morreu em um angustiante acidente de carro em 1967, ela era perseguida por boatos de adoração ao demônio, alcoolismo e vida desregrada. Sua carreira tinha se resumido de pequenas apresentações a inaugurações de supermercados. Foi depois de uma apresentação em um clube no Mississipi que seu trágico destino foi consumado. Veja mais sobre Jayne neste episódio de Mistérios e Escândalos.     Assista Online
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Título Original: The Big Flash Ano/País/Gênero/Duração: 1932 / EUA / Curto | Comédia / 20min Direção: Arvid E. Gillstrom Produção: Arvid E. Gillstrom Roteiro: Frank Griffin e Bobby Vernon Fotografia: Gus Peterson Elenco Harry Langdon ... Harry Vernon Dent ... Klaus Ruth Hiatt ... Betty, Hinkle's Secretary Lita Chevret ... Nadine, Brick's Girl Matthew Betz ... Brick Dugan King Baggot ... Hinkle - Daily News Editor Jack Grey ... Hinkle's Assistant Helen Foster ... Fifi - Nadine's Maid   ASSISTA ONLINE  
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Sem dúvida o melhor ator como agente 007, não obstante a grande maioria dos fãs se inclinarem a favor de Sean Connery. Considero Roger Moore dotado de uma elegante e rara combinação de ação, ironia, charme, inteligência e humor que dificilmente se encaixam na figura de Connery. Acredito que a continuidade do sucesso da série se deve mais a ele, sendo que os sucessores T. Dalton e especialmente Pierce Brosnan foram herdeiros de Moore. D. Craig parece inaugurar um período de truculência e violência gratuita que não combina com o espírito desta série.
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Título Original: Die Finanzen des Großherzogs Ano/País/Gênero/Duração: 1924 / Alemanha / Comédia / 80min Direção: F. W. Murnau Produção: Erich Pommer Roteiro: Frank Heller e Thea von Harbou Fotografia: Karl Freund Elenco Mady Christians ... Großfürstin Olga von Rußland Harry Liedtke ... Don Roman XX,Großherzog von Abacco Robert Scholtz ... Bruder der Großfürstin Alfred Abel ... Philipp Collins Adolphe Engers ... Don Esteban Paqueno Hermann Vallentin ... Herr Binzer Julius Falkenstein ... Ernst Isaacs Guido Herzfeld ... Markowitz,ein Wucherer Ilka Grüning ... Augustine,die Köchin Walter Rilla ... Luis Hernandez Hans Hermann ... Der bucklige verschwörer Georg August Koch ... Der gefährliche verschwörer Max Schreck ... Der unheimliche verschwörer Balthasar von Campenhausen ... Adjutant   Sinopse   Crítica à vida na Alemanha e na Europa nos anos 20.     Assista Online
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CORRIGIR: Leia-se: "Shirley Blake e sua mãe Mary..." "Após seu pai, um aviador, ter morrido, Shirley Blake e sua irmã Mary, uma empregada doméstica, vivem na casa de uma família rica. Para relembrar o pai, a garotinha passa grande parte do tempo no aeroporto, com seu padrinho e seu cão. Quando sua mãe também morre, seu padrinho pensa em mandá-la para um orfanato, mas o patriarca da família, tio Ned resolve adotá-la, para desgosto da família." RESPOSTA: obrigada! Corrigido
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Título Original: Der brennende Acker Ano/País/Gênero/Duração: 1922 / Alemanha / Drama / 110min Direção: F. W. Murnau Produção: F.W. Murnau Roteiro: Willy Haas e Arthur Rosen Fotografia: Karl Freund Música: Alexander Schirmann Elenco Werner Krauss ... Der alte Rog / Old Rog Eugen Klöpfer ... Peter Rog Vladimir Gajdarov ... Johannes Rog Eduard von Winterstein ... Graf Rudenburg / Count Rudenburg Lya De Putti ... Gerda, Rudenburgs Tochter / Gerda, Rudenburg's daughter Stella Arbenina ... Helga, Rudenburgs zweite Frau / Helga, Rudenburg's 2nd wife Alfred Abel ... Ludwig von Lellewel Grete Diercks ... Maria Elsa Wagner ... Magda Emilia Unda ... Alte Magd / Old maid Leonie Taliansky ... Gerdas Zofe / Gerda's maid Georg John ... Großknecht / Head farm-hand Emilie Kurz ... Großmagd Robert Leffler ... Diener Eugen Rex ... Ackerkäufer Sinopse   Quando o agricultor Rog morre, seu filho Peter permanece em suas terras, porém Johannes não está satisfeito e encontra um trabalho junto ao velho Conde Rudenberg. Sua ambição o leva a se envolver com a única filha do Conde. Mas quando ele descobre que a segunda esposa de seu chefe herdará terras em breve, sua ganância falará mais alto.  
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  Por Marcelo Bonavides do blog http://bonavides75.blogspot.com.br/   Dia 1 de janeiro, ALICIA RHETT completou 98 anos. Pra quem não está reconhecendo o nome, ela interpretou a personagem India Wilkes no clássico ...E o Vento Levou. Alicia ainda está viva, sendo uma das quatro pessoas do elenco principal e coadjuvante do filme que ainda vivem. As outras são: Olivia de Havilland (Melanie Hamilton, sua cunhada no filme), Mary Anderson (Maybelle Merriwether) e Mickey Kuhn (Beau Wilkes, seu sobrinho no filme, na fase mais velha). Alicia Rhett nasceu em Savannah, cidade do estado da Geórgia (EUA), em 01 de fevereiro de 1915. Filha de Isabelle Murdoch (imigrante de Liverpool, Inglaterra - seria parente do oficial Murdoch do Titanic?) e de Edmund M. Rhett, oficial do exército e engenheiro. Em 1918, ainda em plena Primeira Guerra Mundial, seu pai trabalhava na DuPont em Wilmington, Delaware, vindo a falecer nesse mesmo ano. Alicia e sua mãe se mudaram para Charleston, Carolina do Sul, onde ela passou a trabalhar como atriz no teatro local.   Alicia Rhett foi descoberta na peça Dock Street Theatre pela caça-talentos Kay Brown   Em 1936, Alicia se destacou na peça Lady Windermere´s Fan. Nessa época já haviam começado os preparativos para a produção de ... E o Vento Levou, e a busca por Scarlett O´Hara já causava alvoroço entre as atrizes, que faziam testes visando o papel de protagonista do filme. Ela foi descoberta nos palcos por Kay Brown, caça-talentos e agente de Hollywood.     O diretor George Cuckor (que participou de toda a produção e começou a dirigir o filme, sendo substituído depois) encantou-se com a beleza e talento de Alicia Rhett. Até então, na opinião de Cuckor, ela era A ideal para interpretar Scarlett: bonita, encantadora e, como a personagem, era nascida e criada no Sul; ou seja, a típica garota sulista, conhecedora das tradições e das maneiras sulistas. Alicia Rhett era bisneta de um influente político sulista na época da Guerra de Secessão, Robert Barnwell Rhett (também conhecido como Pai da Secessão), que foi presidente da comissão que relatou a Constituição Confederada. Essa empolgação não resultou em nada, pois, a favorita entre as atrizes era Paulette Godard, que já havia filmado quase todo o filme só em testes. Resolveram indicá-la para o papel de Melanie Hamilton, mas... já havia sido oferecido à Olivia de Havilland. Como consolação, Alicia ficou com o papel de India Wilkes, irmã do personagem Ashley Wilkes e cunhada de Melanie.   Alicia Rhett como India Wilkes Alicia Rhett e Leslie Howard, que no filme viviam os irmãos India e Ashley Wilkes. Intervalo das filmagens. Alicia Rhett (India Wilkes), Evelyn Keyes (Suellen O´Hara) e Ann Rutheford (Carreen O´Hara). Susan Myrick e Alicia Rhett, 1938. Susan era a conselheira técnica de ... E o Vento Levou. Embora apareça pouco no filme, sua presença é marcante, assim como a boa interpretação de Alicia. Sua presença é importante, já que ela é a grande inimiga de Scarlett, pelo fato da protagonista ter-lhe roubado o noivo, Charles Hamilton, irmão de Melanie. Até o final do filme, India Wilkes tem oportunidade de externar seu ódio contra Scarlett e ainda criar-lhe situações constrangedoras. Após o grande sucesso de ... E o Vento Levou, Alicia Rhett deixou Hollywood e voltou para Carolina do Sul, alegando a falta de papéis apropriados. Realmente, todos os atores do filmes fariam tanto sucesso com seus personagens que ficariam marcados para sempre. Em minha opinião, principalmente os coadjuvantes ficariam marcados, sendo difícil emplacar um outro personagem à altura. Todos, sem exceção, até os que menos aparece, estão eternamente ligados ao personagem, tanto por suas ótimas atuações, como pelo fato do filme ter virado uma lenda. Alicia ainda trabalharia mais tarde como anunciadora de rádio na estação WTMA, em Charleston. Alicia Rhett em abbril de 2012. Ela recebeu a Medalha Hubble em sua casa na Carolina do Sul.   Fora atriz, Alicia Rhett também era artista de esboço e pintora de retrato, ainda antes do famoso personagem. Nos intervalos das filmagens de  ... E o Vento Levou, ela ficava fazendo esboços e desenhos de seus colegas. Retrato que Alicia Rhett fez de sua mãe. Ela também ilustrou vários livros como, South Carolina Indians (1965), da autoria de Beth Causey e Leila Darby. A cada ano os fãs de e as homenagens também. Em 27 de abril de 2012, foi feita uma homenagem ao elenco sobrevivente no Festival Cherry Blossom em Marshfield, Missouri, com a entrega da medalha Edwin P. Hubble. O prêmio homenageia Hubble, o astrônomo famoso para quem o telescópio Hubble foi nomeado, que era de Marshfield. Presidentes norte-americanos, primeiras-damas, atores e outras personalidades importantes já foram homenageadas com essa medalha. Ao receber a medalha em sua casa, na Carolina do Sul, Alicia Rhett ficou muito feliz, dizendo que a usaria naquele dia durante o almoço e jantar. Segundo seu sobrinho, Alicia Rhett ainda está totalmente lúcida, mantendo viva a história de sua família e da Carolina do Sul. Kay Brown (que descobriu o talento de Alicia Rhett) e a própria Alicia Rhett (de casaco verde) em Savannah, Geórgia. 1991 Alicia Rhett. Foto de W. Thomas McQueeney Fotos de Alicia Rhett em ... E o Vento Levou... Ao lado de Howard Hickman, que interpretava seu pai, John Wilkes.     Entre Thomas Mitchell (Gerald O´Hara) e Howard Hickman (John Wilkes). Vivien Leigh (Scarlett O´Hara), Evelyn Keyes (Suellen O´Hara), Alicia Rhett (India Wilkes), Ann Rutheford (Carreen O´Hara) e Howard Hickman (John Wilkes). Evelyn Keyes (Suellen O´Hara) e Alicia Rhett (India Wilkes) Em sentido horário: atriz não identificada, Evelyn Keyes (Suellen O´Hara), Olivia de Havilland (Melanie Hamilton) e Alicia Rhett (India Wilkes).   Por Marcelo Bonavides do blog http://bonavides75.blogspot.com.br/ Facebook: https://www.facebook.com/pages/Estrelas-Que-Nunca-Se-Apagam/224256497602026 Email:  bonavides75@gmail.com
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  Ficha Título Original: The Miracle of Our Lady of Fatima Ano/País/Gênero/Duração: 1952 / EUA / Drama / 102min Direção: John Brahm Produção: Bryan Foy Roteiro: Crane Wilbur, James O'Hanlon Fotografia: Edwin B. DuPar Música: Max Steiner Elenco: Gilbert Roland ... Hugo da Silva Angela Clarke ... Maria Rosa Abóbora dos Santos Frank Silvera ... Council Administrator Arturo dos Santos Jay Novello ... António Abóbora dos Santos Richard Hale ... Father Ferreira Norman Rice ... Manuel Marto Frances Morris ... Olímpia Marto Carl Milletaire ... District Magistrate Susan Whitney ... Lúcia Abóbora dos Santos Sherry Jackson ... Jacinta Marto Sammy Ogg ... Francisco Marto     Sinopse   A história emocionante de sua aparição aos três pastores na aldeia de Leiria, região de Fátima, Portugal, espalhou muito rapidamente a sua devoção pelo mundo.No dia 13 de maio de 1917, em um dia claro, as três crianças, Lúcia, Jacinto e Francisca, estavam pastoreando nas colinas, quando sobre uma pequena azinheira, surge um clarão após um relâmpago, e a figura "de uma Senhora vestida de branco, mais brilhante que o sol, reluzindo mais clara e intensa que um copo de cristal cheio de água cristalina, atravessado pelos raios de sol mais ardente". Ela dirige-se às crianças e lhes pede que rezem o terço todos os dias pela paz do mundo, que peçam pela conversão dos pecadores, e pelo fim da guerra. As aparições continuam, e sempre a Virgem repete que se ore pela paz e pela conversão dos pecadores e que se reze o terço diariamente       Imagens  
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2203. Anna Karina
  Nome: Hanna Karin Blarke Bayer Nascimento e local: 22/09/1940, Copenhaga, Dinamarca Ocupação: atriz Nacionalidade: dinamarquesa Casamentos: Jean-Luc Godard (1961–67) Pierre Fabre (1968–74) Daniel Duval (1978–81) Dennis Berry (1982–94) Maurice Cooks Filhos: -   Biografia   Anna Karina ou Hanna Karin Blarke Bayer (Copenhague, 22 de Setembro de 1940) é a principal atriz do movimento Nouvelle Vague do cinema francês. Atriz dinamarquesa, nasceu em Copenhaga, Dinamarca, a 22 de setembro de 1940. Começou sua carreira como modelo, até que conheceu Jean-Luc Godard com quem se casou, passando a atuar em filmes, tornou-se uma das atrizes símbolo da Nouvelle vague. Em 1967, Serge Gainsbourg a homenageou com seu único filme musical “Anna”. Foi casada também com Pierre Fabre, Daniel Duval e Dennis Berry.   Filmes   1959 – Pigen og skoene 1960 – Petit jour 1960 – Présentation ou Charlotte et son steak (voz) 1961 – Ce soir ou jamais 1961 – Les fiancés du pont Mac Donald ou (Méfiez-vous des lunettes noires) 1961 – Une femme est une femme 1962 – Cléo de 5 à 7 (uncredited) 1962 – Les quatre vérités 1962 – She'll Have to Go 1962 – Vivre sa vie: Film en douze tableaux 1962 – Le soleil dans l'oeil 1963 – Le petit soldat 1963 – Dragées au poivre 1963 – Shéhérazade (br.: O califa de Bagdad) 1964 – "Les fables de La Fontaine" TV Séries 1964 – Bande à part 1964 – La ronde 1964 – Le voleur de Tibidabo 1964 – De l'amour 1965 – Alphaville, une étrange aventure de Lemmy Caution 1965 – Le soldatesse (Mulheres no front) 1965 – Pierrot le fou (br.: O demônio das onze horas) 1965 – Un mari à prix fixe 1966 – I Spy: A Gift from Alexander (1966) TV EPISÓDIO 1966 – La religieuse (br.: A religiosa) 1966 – Made in U.S.A. 1967 – Anna (TV) 1967 – Lamiel (br.: Lamiel, a mulher insaciável) 1967 – Le plus vieux métier du monde (Episódio "Anticipation, ou l'amour en l'an 2000") 1967 – Zärtliche Haie 1967 – Lo straniero 1968 – The Magus 1969 – Before Winter Comes (br.: Quando o inverno chegar)_ 1969 – Justine (br.: Justine, uma mulher para todos os homens) 1969 – Laughter in the Dark 1969 – Michael Kohlhaas - Der Rebell 1970 – Le temps de mourir 1971 – Z Cars: Who Were You With?: Part 2 TV Episódioepisode (uncredited) 1971 – Carlos (TV) 1971 – L'alliance 1971 – Rendez-vous à Bray 1972 – The Salzburg Connection 1973 – Pane e cioccolata 1973 – Vivre ensemble 1974 – L'invenzione di Morel 1976 – Chinesisches Roulette 1976 – La vie en pièces (TV) 1976 – L'assassin musicien 1976 – Le voyage à l'étranger (TV) 1976 – Les oeufs brouillés 1977 – Dossiers: Danger immédiat TV series (Episódio: L`Affaire Martine Desclos) 1978 – Chaussette surprise 1978 – Madame le juge: Monsieur Bais TV Episódioepisode 1978 – Ausgerechnet Bananen 1978 – Olyan mint otthon 1979 – Historien om en moder 1979 – L'éblouissement (TV) 1980 – Also es war so... (TV) 1980 – Charlotte, dis à ta mère que je l'aime 1981 – Chambre 17 (TV) 1982 – Regina Roma 1983 – L'ami de Vincent 1984 – Ave Maria 1985 – Treasure Island 1986 – Blockhaus USA 1986 – La dame des dunes (TV) 1987 – Cayenne Palace 1987 – Dernier été à Tanger 1987 – Last Song 1988 – L'oeuvre au noir 1989 – Moravagine (TV) 1990 – Manden der ville være skyldig 1995 – Haut bas fragile 1996 – Chloé (TV) 2000 – Une histoire de K 2001 – Nom de code: Sacha 2002 – The Truth About Charlie 2003 – Moi César, 10 ans 1/2, 1m39 2008 – Victoria
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Título Original: We Live Again Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Drama / 85min Direção: Rouben Mamoulian Produção: amuel Goldwyn Roteiro: Preston Sturges e Maxwell Anderson Fotografia: Gregg Toland Música: Alfred Newman Elenco Anna Sten ... Katusha Maslova Fredric March ... Prince Dmitri Nekhlyudov Jane Baxter ... Missy Kortchagin C. Aubrey Smith ... Prince Kortchagin Sam Jaffe ... Gregory Simonson Ethel Griffies ... Aunt Marie Gwendolyn Logan ... Aunt Sophia Jessie Ralph ... Matrona Pavlovna Leonid Kinskey ... Simon Kartinkin Dale Fuller ... Eugenia Botchkova Morgan Wallace ... The Colonel Crauford Kent ... Schonbock   Sinopse   Esse clássico conto de um amor que ultrapassa as barreiras da sociedade foi originalmente escrito por Leo Tolstoy. Katusha (Anna Sten) e Dimitri (Fredric March) viveram um intenso romance enquanto jovens, mas quando ele retorna do serviço militar, a questão do status social para criar barreiras intransponíveis para o seu relacionamento. Dimitri é um príncipe da família real da Rússia, mas Katusha vem de origens bastante humildes. A luta dos dois amantes torna-se ainda mais complicada quando a bela moça é enviada para a prisão - agora, caberá a Diitri arriscar tudo o que tem para recuperar seu grande amor...    
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Título Original: Among Those Present Ano/País/Gênero/Duração: 1921 / EUA / Comédia | Curto / 35min Direção: Fred C. Newmeyer Roteiro: Hal Roach e Sam Taylor Elenco Harold Lloyd ... O'Reilly, The Boy Mildred Davis ... Miss O'Brien, The Girl James T. Kelley ... Mr. O'Brien, the Father Aggie Herring ... Mrs. O'Brien, the Mother Vera White ... Society Pilot William Gillespie ... Hard-Boiled Party   Sinopse   Enquanto a Sra O'Brien está ansiosa em se tornar uma dama da sociedade, seu marido e filha não se preocupam com esses assuntos de sociedade.   ASSISTA ONLINE  
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Título Original: Bardelys the Magnificent Ano/País/Gênero/Duração: 1926 / EUA / Drama | Romance / 90min Direção: King Vidor Roteiro: Rafael Sabatini e Dorothy Farnum Fotografia: William H. Daniels Música: William Axt Elenco John Gilbert ... Bardelys Eleanor Boardman ... Roxalanne de Lavedan Roy D'Arcy ... Chatellerault Lionel Belmore ... Vicomte de Lavedan Emily Fitzroy ... Vicomtesse de Lavedan George K. Arthur ... St. Eustache Arthur Lubin ... King Louis XIII Theodore von Eltz ... Lesperon Karl Dane ... Rodenard Edward Connelly ... Cardinal Richelieu Fred Malatesta ... Castelrous John T. Murray ... Lafosse Joe Smith Marba ... Innkeeper Daniel G. Tomlinson ... Sergeant of Dragoons Emile Chautard ... Anatol John Wayne ... Guarda (sem créditos) Sinopse   BAseado no romance de Rafael Sabatini, conta a história do Marquês de Bardelys, um conquistador de mulheres que vive de maneira frívola e é arrebatado por Roxalanne de Lavedan (Eleanor Boardman); em um contexto de desonestidade e intriga, ele se lança para cortejá-la e ganhá-la. Ricamente montado e dirigido, com cenas de ação espetaculares, Bardelys é um grande e divertido romance de ação, uma das melhores produções MGM. A única cópia sobrevivente foi encontrada na França em 2006, os intertítulos em inglês foram restaurados de acordo com o roteiro original. A lacuna nas sequências recuperadas foi preenchida com fotos, intertítulos e cenas do trailer original, de modo que a história está completa; a Orquestra Mont Alto Motion Picture oferece a bela música da época.  
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Título Original: Trouble for Two Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Drama / 75min Direção: J. Walter Ruben Produção: Louis D. Lighton Roteiro: Edward E. Paramore Jr. e Manuel Seff Fotografia: Charles G. Clarke Música: Franz Waxman Elenco Robert Montgomery ... Prince Florizel Rosalind Russell ... Miss Vandeleur Frank Morgan ... Col. Geraldine Reginald Owen ... President of Club Louis Hayward ... Man With Cream Tarts E.E. Clive ... King Walter Kingsford ... Malthus Ivan F. Simpson ... Collins Tom Moore ... Major O'Rook Robert Greig ... Fat Man, Club Member Pedro de Cordoba ... Sergei Leyland Hodgson ... Capt. Rich   Sinopse   Príncipe herdeiro deverá se casar com a princesa Brenda da Irania, mas ela se recusa a se unir a ele em um casamento arranjado. Ele parte então em busca de aventuras e passa a frequentar um clube privado chamado Suicidio Club. Lá ele conhece uma misteriosa mulher, que poderá lhe custar muito caro.  
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Mário Moreno Reis, mais conhecido por Cantiflas foi considerado por Charles Chaplin um dos melhores comediantes do mundo.   Houve até conversações para se fazer um filme juntos, o que acabou não dando certo. Nascido na cidade do México,em 12 de agosto de 1911, acabou se tornando o mais popular da América Latina.Teve infância pobre, o que suspendeu seus estudos. Foi engraxate, pugilista, toureiro, motorista de taxi, palhaço de circo, dentre outras profissões. Até tornar-se artista ambulante, dançando e cantando cantigas populares fazendo paródias. Dois chumaços ralos eram seus bigodes, calças enormes, lenço no pescoço e um falar estranho formavam sua figura.Seu primeiros filmes foram "La mujer del puerto (33) e Não te enganes, coração, em 1936. Depois desse vieram mais de 50 trabalhos. Desses, somente dois foram rodados nos Estados Unidos (A volta ao mundo em 80 dias e Pepe).Principais filmes: Os três mosqueteiros (42). Logo logo criaria sua própria produtora, a Rosa Filmes, que lhe rendeu grandes sucessos dirigidos por Miguel Delgado. Alguns destes foram O circo (42), Romeu e Julieta (43), O porteiro (49), O patrilheiro 777 (77). Cantinflas também foi membro do Sindicato dos Atores, fundando umaCasa de amparo aos artistas. Era também reconhecido por sua humildade e extrema generosidade. Sempre que pôde ajudou quem precisava. O que acabou deixando ele em péssimas condições financeiras. Morreu em 1993.
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muito bom e emocionante. uma liçao de amor e familia.
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Título Original: Uncle Joe Ano/País/Gênero/Duração: 1941 / EUA / Comédia | Musical / 51min Direção: Howard M. Railsback e Raymond E. Swartley Roteiro: G.M. Rohrbach e Al Weeks Fotografia: Harry Neumann Música: Marvin Hatley Elenco Slim Summerville ... Uncle Joe Zasu Pitts ... Aunt Julia Gale Storm ... Clare William B. Davidson ... J. K. Day Dorothy Peterson ... Margaret Day Dick Hogan ... Bill Frank Coghlan Jr. ... Dick Jimmy Butler ... Bob Maynard Holmes ... Skinny Brenda Henderson ... Ann John Holland ... Paul Darcey     Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas
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Belo e apaixonante este filme nos mostra como uma pessoa pode ser importante na vida de outra. No caso, foi a professora que deu a crianca - que tinha necessidades especiais- a oportunidade de se comunicar com o mundo retirando-a do mundo terrível em que ela vivia. O amor foi a base de tudo!
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Excelente comedia.
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Título Original: Cafe Society Ano/País/Gênero/Duração: 1939 / EUA / Comédia | Romance / 83min Direção: Edward H. Griffith Produção: Jeff Lazarus Roteiro: Virginia Van Upp Fotografia: Ted Tetzlaff Música: Leo Shuken Elenco Madeleine Carroll ... Christopher West Fred MacMurray ... Crick O'Bannon Shirley Ross ... Bells Browne Jessie Ralph ... Mrs. De Witt Claude Gillingwater ... Old Christopher West Allyn Joslyn ... Sonny De Witt Paul Hurst ... garçom   Sinopse   Para ganhar uma aposta, Christopher West, filha de um rico membro da sociedade de café, casa-se com o repórter Crick O'Bannon. Crick acredita que seu casamento é uma união por amor, até que ouve sua mulher contar a um de seus amigos sobre a proposta. Crick escreve uma história sobre a traição de sua esposa, o que leva o avô dela a pedir desculpas pela atitude desdenhosa da neta. Mas a história sofre uma reviravolta quando Chris começa a sentir ciúmes de seu marido.
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Título Original: Mr. Wong, Detective Ano/País/Gênero/Duração: 1938 / EUA / Ação | Aventura | Crime | Drama | Mistério / 69min Direção: William Nigh Produção: William T. Lackey Roteiro: Houston Branch e Hugh Wiley Fotografia: Harry Neumann Música: Edward J. Kay Elenco Boris Karloff ... Mr. James Lee Wong Grant Withers ... Captain Sam Street Maxine Jennings ... Myra Ross, Dayton's Secretary Evelyn Brent ... Olga Petroff / Countess Dubois / Sophie Dome George Lloyd ... Detective Lt. Devlin Lucien Prival ... Anton Mohl, aka Baron Von Krantz John St. Polis ... Carl Roemer, Poison Gas Inventor William Gould ... Theodore Meisel, Dayton's Partner Hooper Atchley ... Christian Wilk, Dayton's Partner John Hamilton ... Simon Dayton, President Dayton Chemical Co. Wilbur Mack ... Russell, Dayton's Office Manager Lee Tung Foo ... Tchin, Wong's Servant Lynton Brent ... Detective Tommy Grace Wood ... Mrs. Carl Roemer   Sinopse   Mr. James Wong investiga uma série de assassinatos e descobre uma rede de espionagem internacional que busca a fórmula para um gás venenoso.  
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Sem comentários... O TCM falhou feio !!!
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Título Original: Die Bergkatze Ano/País/Gênero/Duração: 1921 / Alemanha / Comédia | Drama | Romance / 79min Direção: Ernst Lubitsch Roteiro: Ernst Lubitsch e Hanns Kräly Fotografia: Theodor Sparkuhl Elenco Pola Negri ... Rischka Victor Janson ... Kommandant der Festung Tossenstein Paul Heidemann ... Leutnant Alexis Wilhelm Diegelmann ... Claudius Hermann Thimig ... Pepo Edith Meller ... Lilli Marga Köhler ... Frau des Kommandanten Paul Graetz ... Zofano Max Gronert ... Masilio Erwin Kopp ... Tripo Paul Biensfeldt ... Dafko Sinopse   A filha do chefe de uma quadrilha de bandoleiros se apaixona pelo chefe do comando militar encarregado de capturar seu pai.   Assista Online EQM6Z78lBoM    
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Muito boa a reforma, só falta um meio para sabermos a programação, nem tem na internet nem tem telefone para que possamos nos informar.
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Título Original: Mountain Justice Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / EUA / Drama | Romance / 83min Direção: Michael Curtiz Produção: Jack L. Warner Roteiro: Norman Reilly Raine e Luci Ward Fotografia: Ernest Haller Música: W. Franke Harling Elenco George Brent ... Paul Cameron Josephine Hutchinson ... Ruth Harkins Guy Kibbee ... Doctor John Aloysius Barnard Mona Barrie ... Evelyn Wayne Robert Barrat ... Jeff Harkins Joe King ... Judge at Ruth's Trial Margaret Hamilton ... Phoebe Lamb Robert McWade ... Lawyer Horace Bamber Fuzzy Knight ... Clem Biggers Edward Pawley ... Tod Miller Elisabeth Risdon ... Meg Harkins Marcia Mae Jones ... Bethie Harkins Granville Bates ... Judge Crawley, at Jeff's Trial Russell Simpson ... Mr. Matthew Turnbull Sibyl Harris ... Mrs. Turnbull   Sinopse   Jovem advogado defende uma garota do interior que matou seu pai em legítima defesa.      
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  Eu estava procurando algum livro biográfico (em português) sobre Al Pacino dia desses... Incrível como um ator como este, incontestavelmente um dos melhores, e com uma carreira estável desde a década de 70 ainda não tenha uma boa biografia traduzida para o português.Fico imaginando quantos anos ainda teremos que esperar por uma simples tradução, por exemplo, da biografia de Lawrence Grobel. Al Pacino já andou revelando coisas sobre sua vida, como o fato de ter sido garoto de programa, enquanto estudava cinema, mas oh como adoraria uma biografia não autorizada... e sua discrição...     Na Biografia escrita por Laurence Grobel, que é essa daqui:   ...Al Pacino revela que durante as filmagens do filme Dick Tracy, estrelado por Madonna, ele mesmo e Warren Beaty, a Madonna ensaiava e acabou se empolgando durante uns ensaios de dança. Até que roupas voaram e ela acabou ficando nua na frente do belo e velho Corleone.O interessante é a forma como Pacino fechou a narração: "É uma informação secreta. Ela estava fazendo uma dança e estava nua, vestia apenas um robe. No final da música, ela ficou inspirada e o abriu". "Um dia, quando eu ficar bem velho, enrugado e ainda estiver sorrindo, será porque lembrei dessa situação"... Ok, informação secreta para ser dar... em um livro.     Bom, Al disse que é uma informação secreta. Portanto, não espalhem.. Top secret.     Perguntado se isso continuou e se tornou uma aventura, ele foi cavalheiro e não abriu a boca. Bom, estudando históricos de ambos eu diria que SE aconteceu algo depois disso foi uma maravilha. Aguardando sua biografia não autorizada, Don Corleone…   Por Carla Marinho
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Título Original: Lilly Turner Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Drama / 65min Direção: William Wellman Roteiro: Gene Markey e Kathryn Scola Fotografia: James Van Trees Elenco Ruth Chatterton ... Lilly 'Queenie' Turner Dixon George Brent ... Bob Chandler Frank McHugh ... David 'Dave' Dixon Guy Kibbee ... Doc Peter McGill Robert Barrat ... Fritz 'Heinie' Ruth Donnelly ... Edna Yokum Marjorie Gateson ... Mrs. Bessie 'Ma' McGill Gordon Westcott ... Rex Durkee Arthur Vinton ... Sam Waxman Grant Mitchell ... Dr. Hawley Margaret Seddon ... Mrs. Turner Mae Busch ... Hazel   Sinopse   Um mágico abandona sua esposa quando descobre que ela está grávida. Ela logo se vê atraída por um jovem engenheiro.  
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Título Original: Sing You Sinners Ano/País/Gênero/Duração: 1938 / EUA / Comédia | Drama | Música | Romance / 88min Direção: Wesley Ruggles Produção: Wesley Ruggles Roteiro: Claude Binyon Fotografia: Karl Struss Elenco Bing Crosby ... Joe Beebe Fred MacMurray ... David Beebe Donald O’Connor ... Mike Beebe Elizabeth Patterson ... Mrs. Daisy Beebe aka Mother Beebe Ellen Drew ... Martha Randall John Gallaudet ... Harry Ringmer William Haade ... Pete Paul White ... Filter, Stable Boy Irving Bacon ... Lecturer on Seals Tom Dugan ... Race Fan Herbert Corthell ... Nightclub Manager   Sinopse   Joe, David e Mike são os filhos de Mamãe Beebe. Joe é irresponsável, David é sério e está noivo de Martha Randall, enquanto Mike, de apenas treze anos, elegeu Joe como seu ídolo. Todos são músicos talentosos, mas não seguem a carreira. Joe vai para Los Angeles tentar a sorte. Graças às boas novas que envia, Mamãe Beebe vai atrás dele, acompanhada por Mike. Na verdade, Joe apostava nas corridas de cavalos e perdera tudo. Quando David chega, encontra todos na miséria. Daí, eles formam um trio musical e passam a se apresentar em clubes noturnos. Mike, também, aceita um emprego de jóquei e se envolve com gângsteres.      
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Estou fazendo um artigo usando os filmes de Charles Chaplin e gostaria de saber a listas de todos os filmes dele. muito obrigada
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não cnhecia esse atro!ele tem uma cara engraçada! ele fez o Mágico de Oz vou ver esse filme pra ver se acho o cara do chapéu engraçado!!
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20'   30'   40'   50' 60'   70'   80's   90's   2000   Últimas fotos     Digníssima!
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Título Original: Be Yourself! Ano/País/Gênero/Duração: 1930 / EUA / Comédia | Musical / 77min Direção: Thornton Freeland Produção: John W. Considine Jr. Roteiro: Joseph Jackson Fotografia: Robert H. Planck Elenco Fanny Brice ... Fannie Field Robert Armstrong ... Jerry Moore Harry Green ... Harry Field G. Pat Collins ... 'Mac' McCloskey Gertrude Astor ... Lillian Thorpe Budd Fine ... Step Marjorie Kane ... Lola, chorus girl Rita Flynn ... Jessica   Sinopse   Dois homens começam a brigar na boate onde Fannie Fild canta. Jerry perde a luta, mas acaba ganhando a atenção de Fannie, que se torna sua treinadora de boxe, juntamente com seu irmão.  
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Richard Arlen   Ronald Colman   Douglas Fairbanks   Charles Farrell   John Gilbert   William Haines   Bobby Harron   Ramon Novarro   Wallace Reid   Charles Rogers   Rodolfo Valentino
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SOU PROFESSORA E AMO A MINHA PROFISSÃO NA QUAL EU EXERÇO . ESTE FILME É UMA LIÇÃO DE VIDA E MOSTRA QUE NÓS PROFESSORES DEVENMOS TRATAR OS NOSSOS ALUNOS COM CARINHO, RESPEITO E DEDICAÇÃO :,SENDO ASSIM É MAIS FÁCIL DE CONQUISTÁ-LOS E DESTA FORMA EDUCARMOS. ADOREI O FILME.
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  Ficha Título Original: Lampião e Maria Bonita Ano/País/Gênero/Duração: 1982 / Brasil / Direção: Paulo Afonso Grisolli Produção: Rede Globo Elenco: Nelson Xavier     ...    Lampião Tânia Alves     ...    Maria Bonita Roberto Bonfim     ...    Sargento Libório Regina Dourado     ...    Joana Bezerra Heliana Menezes     ...    Alice Lú Mendonça     ...    Dadá Antônio Pompêo     ...    Sabonete Helber Rangel     ...    Lindolfo Macedo Marco Antônio Soares     ...    Telegrafista José Dumont     ...    Tenente Zé Rufino Arnaud Rodrigues     ...    Motorista Cláudio Corrêa e Castro        Joffre Soares     ...    Coronel Pedrosa Michael Menaugh     ...    Steve Chandler John Procter     ...    Mr.Fry   Sinopse Os últimos dias de Lampião e Maria Bonita. A ação tem inicio com o seqüestro por Lampião do geólogo inglês Steve Chandler. O cangaceiro usa Joana Bezerra como intermediária para negociar o resgate com o governo da Bahia: 40 contos de Réis pela vida do Refém. Em Salvador, o jornalista Lindolfo Macedo descobre que o governo pretende mandar prender Argemiro, irmão honesto e trabalhador de Lampião, para forçar o cangaceiro a soltar o inglês. O jornalista parte então para o sertão na esperança de encontrar Argemiro primeiro, mas o governador decide enviar tropas comandadas pelo tenente Zé Rufino, tradicional perseguidor de Lampião, para capturar o bandido, desvendado pelo secretário do interior da Bahia Euclides Fonseca. A partir daí tem inicio uma série de negociações, perseguições e fugas, durante as quais o grupo vive momentos de grande tensão, tanto pela presença de Chandler quanto pelo desaparecimento de Maria Bonita. O governo e a embaixada inglesa oferecem recompensas para quem fornecer pistas sobre o paradeiro do bando. O cerco se aperta. A volante de Zé Rufino, descobre o bando na fazenda de Manoel Severo, onde Lampião e Maria Bonita haviam ido visitar Expedita, a filha do casal. Por fim, em 28 de Julho de 1938, Lampião e Maria Bonita são metralhados na Serra de Angicos, vivendo as suas intrigas de estado.     Assista Online     Imagens
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Título Original: Enchanted April Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Comédia | Drama | Romance / 66min Direção: Harry Beaumont Produção: Kenneth Macgowan Roteiro: Elizabeth von Arnim e Kane Campbell Fotografia: Edward Cronjager Elenco Ann Harding ... Mrs. Lotty Wilkins Frank Morgan ... Mellersh Wilkins Katharine Alexander ... Mrs. Rose Arbuthnot Reginald Owen ... Henry Arbuthnot Jane Baxter ... Lady Caroline Dester Ralph Forbes ... Peppo Briggs Jessie Ralph ... Mrs. Phoebe Fisher Charles Judels ... Domenico Rafaela Ottiano ... Francesca   Sinopse   Lotty Wilkins estava infeliz no casamento, e acaba se afastando do marido. Em busca da felicidade, ela aluga uma antiga mansão que deseja partilhar com três mulheres durante o mês de abril e longe dos maridos.  
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Título Original: A Sailor-Made Man Ano/País/Gênero/Duração: 1921 / EUA / Comédia / 46min Direção: Fred C. Newmeyer Produção: Hal Roach Roteiro: Hal Roach e Sam Taylor Fotografia: Walter Lundin Elenco Harold Lloyd ... The Boy Mildred Davis ... The Girl Noah Young ... The Rowdy Element Dick Sutherland ... Maharajah of Khairpura-Bhandanna     Sinopse   Um playboy rico entra para a Marinha quando o pai da garota por quem está apaixonado diz a ele que sua filha só casa com um homem se este se mostrar digno.   ASSISTA ONLINE
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Título Original: The Crowd Roars Ano/País/Gênero/Duração: 1938 / EUA / Ação | Drama / 90min Direção: Richard Thorpe Produção: Sam Zimbalist Roteiro: George Bruce e Thomas Lennon Fotografia: John F. Seitz Música: Edward Ward Elenco Robert Taylor ... Thomas 'Tommy' / 'Killer' McCoy Edward Arnold ... Jim Cain, aka James W. Carson Frank Morgan ... Brian McCoy Maureen O’Sullivan ... Sheila 'Shelia' Carson William Gargan ... Johnny Martin Lionel Stander ... 'Happy' Lane Jane Wyman ... Vivian Nat Pendleton ... 'Pug' Walsh Charles D. Brown ... Bill Thorne Gene Reynolds ... Tommy McCoy, as a boy Don 'Red' Barry ... Pete Mariola Donald Douglas ... Murray Isabel Jewell ... Mrs. Martin J. Farrell MacDonald ... Father Patrick Ryan   Sinopse   Jovem boxeador se vê preso entre um mafioso e um péssimo pai quando começa a sair com a filha do chefe. Ela, no entanto, não sabe como o pai leva a vida.
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ATORES E FILMES QUE NUNCA..........que saudade dos filmes de antigamente.....aonde está o tempo que o tempo levou...o amor acabou outra coisa virou...atores,atrizes,diretores,produtores aonde estamos que não nos vemos não nos encontramos...e o nosso tempo acabou....
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Kim Novak foi contratada pela Columbia com um único objetivo: fazer concorrência com Marilyn Monroe. Eles não se conformavam de ter deixado escapar Marilyn, que achavam ser uma lourinha burra e agora queriam uma substituta à todo custo. Além disso Rita Hayworth, a rainha dos Estúdios,  já não dava tanta bilheteria em 1953 e eles precisavam renovar. E queriam um loura burra. A primeira coisa a se fazer era mudar seu nome real: Marilyn. Era absurdo lançar uma rival com o mesmo nome. Mr. Cohn, dono da Columbia lembrou-se do livro Kim, de Rudyard Kimpling, e teve a idéia de um novo nome para a estrela.  Foi aí que nasceu Kim Novak.   A loura se esforçava para seguir as regras dos estúdios, e não mudava nada, nem a cor do batom, sem a prévia autorização do chefe. Havia inclusive uma cláusula no seu contrato que a proibia de casar-se sem a autorização de Cohn. Após o lançamento de Melodia Imortal, Férias de Amor, O Homem do Braço de Ouro já era uma estrela relativamente famosa. Porém, não podia fazer sequer uma declaração, sem que os estúdios aprovassem.   Os problemas começaram quando ela se apaixonou por Sammy Davis Jr. e os dois decidiram passar duas semanas em Illinois. Seu chefe foi informado e contratou um gangster de Las Vegas para ameaçar o cantor: "Você tem um olho de vidro. Se quiser permanecer com o outro intacto, termine o romance com Kim Novak". Sammy afastou-se de Kim, e acabou se casando com outra loura, a sueca May Britt, que deixou sua carreira de atriz devido ao preconceito, para se unir a ele. Harry Cohn era assim. Seus métodos para segurar suas estrelas eram tremendamente cruéis. Ele também fora com Rita Hayworth antes. Tanto, que quando ele morreu, a jornalista Hedda Hopper escreveu na sua coluna: "- Duas mil pessoas compareceram ao enterro de Mr. Harry Cohn. Não porque gostassem dele, mas para ter certeza que estava mesmo morto." Após a morte de Cohn as coisas ficaram mais maleáveis. E o próximo romance de Kim foi com Rafael Trujillo Jr. filho do ditador dominicano. Ele deu para ela uma mansão em Bel-Air   Kim foi e Rafael Trujillo Jr. Mas Kim pouco viveu nessa casa. Refugiou-se em uma casa mais tranquila, onde passou a se dedicar a seus hobbies favoritos: pintar, escrever poesias e músicas. Em 1958 veio seu maior sucesso, Vertigo, de Alfred Hitchcock, mas o crítico e escritor David Shipman achou seu desempenho pouco competente.   No mesmo ano estrelou Book and Candle, que foi um sucesso de bilheteria. Na década de 60 sua carreira começou a declinar, sendo obrigada a produzir um filme em 1962: Out Boys Night, estrelando ao lado de James Garner e Tony Randall. Um fracasso. Depois disso, um atrás do outro. Após The Great Bank Robbery (1969), ela se afastou das telas por quatro anos, só retornando em 1973. em That Witness Madness (1973). Ela ainda fez algumas participações em filmes para a TV e outros filmes sem importância. Durante uma entrevista em 2007, ao ser questionada se retornaria às telas, respondeu que sim: "se surgirem bons papéis".   Curiosidades: a atriz é a nº 92 na lista das mais sexys da história do cinema, segundo a Revista Empire. Ela ganhou o Globo de Ouro em 1955 como Atriz estreante, e Um Urso de Ouro honorário em 1997. Suas mãos e pés só foram colocadas na calçada da fama em abril de 2012. Aos 31 anos casou-se com o ator Richard Johnson, que na época era o "amor de sua vida", mas meses depois separaram-se. Em 1976 a atriz casou-se com Robert Malloy, um veterinário, com quem está casada até o presente.   Por Carla Marinho    
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  Barbara Stanwyck, ao final de sua vida era pouco vista em público. Preferia ficar em sua casa, sozinha. Costumava dizer que preferia isso a ser vista nas ruas e ter que ouvir às maledicências daqueles que julgam a todos pela beleza e juventude. A sua secretária ficava responsável por fazer suas compras e quando ela queria companhia, chamava suas velhas amigas das épocas glamourosas: Ida Lupino e Jane Wyman. As duas a acompanharam até o final dos seus dias, quando ela faleceu aos 82 anos de idade. Não deixa de ser um comentário triste o de Barbara, atriz que encantou e encanta multidões até hoje.   Sua vida não foi realmente muito fácil: orfã aos 4 anos, passou de família a família, até virar corista num cabaré em Nova York. Em 1929 estreava no cinema, um enorme sucesso, com filmes como "Pacto de Sangue" e "A vida por um fio". Casou-se em primeiras núpcias com Frank Fay, com quem teve um casamento turbulento: ele era alcoolatra e batia nela constantemente. Mesmo assim o divórcio só veio 9 anos depois. Foi então que ela conheceu o amor de sua vida: Robert Taylor. Com ele foi feliz durante 12 anos, mas acabou perdendo-o quando ele foi à Roma filmar "Quo Vadis" e apaixonou-se por outra mulher. Não teve filhos naturais, pois era estéril, mas acabou adotando 1, que acabou se entregando às drogas. Mesmo com tantos problemas na vida particular, sua carreira no cinema é invejavel: em 60 anos de trabalho, atuou em 832 filmes e mesmo assim faz parte da enorme lista de artistas injustiçadas de Hollywood, não tendo ganho nenhum Oscar (a não ser um Humanitário).
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    Elvis nasceu em 8 de janeiro de 1933 em Mississippi, de ascendência escocesa. Seu pai foi preso quando ele ainda era criança, por roubo, e o que restou da família, Elvis e sua mãe, foram despejados da residência. Por volta de 1945 veio a primeira oportunidade ao participar de um torneio de novos talentos. Ficou em 2° lugar com a música “Old Shep”. Em 1954 ele lança seu primeiro disco e suas musicas começam a tocar na radio de Memphis. Começa o sucesso, com apresentações nos programas de rádio e televisão. Em 1956 Elvis estreou seu primeiro filme, “Love me tender” (Ama-me com ternura). O sucesso foi tão estrondoso que seguiram-se várias na mesma esteira, sempre com o astro cantando suas músicas mais recentes. Elvis estrelou 31 produções, dentre elas: O prisioneiro do rock (Jailhouse Rock, 1957), Balada sangrenta (King Creole, 1958), Feitiço havaiano (Blue Hawaii, 1961) e Amor a toda velocidade (Viva Las Vegas, 1964 ). Ele teria estrelado A Star is Born, ao lado de Barbra Streisand, mas seu empresário não aceitou o projeto. Elvis é conhecido como o Rei do Rock, dentre seus maiores sucessos, encontra-se: "Love me Tender", "All Shook up", "Teddy Bear", "Jailhouse Rock", "It's Now Or Never", "Can´t Help Falling In Love", "Surrender", "Crying In The Chapel", "Mystery Train", "In The Ghetto", "Suspicious Minds", dentre outros. O grande cantor foi encontrado morto em 16 agosto de 1977, em sua casa em Memphis. Assista sua biografia legendada em português. Assista Online
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Título original: The Ghost Goes West Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / Inglaterra / Comédia | Fantasia | Terror | Romance / 95min Produção: Alexander Korda Direção: René Clair Roteiro: René Clair e Eric Keown Fotografia: Harold Rosson Música: Mischa Spoliansky Elenco Robert Donat ... Murdoch Glourie / Donald Glourie Jean Parker ... Peggy Martin Eugene Pallette ... Mr. Martin Elsa Lanchester ... Miss Shepperton Ralph Bunker ... Ed Bigelow Patricia Hilliard ... Shepherdess Everley Gregg ... Mrs. Martin Morton Selten ... The Glourie Chili Bouchier ... Cleopatra Mark Daly ... Murdoch's Groom Herbert Lomas ... Fergus Elliott Mason ... Mrs. MacNiff Hay Petrie ... The McLaggen Quentin McPhearson ... Mackaye   Sinopse     Peggy Martin, filha de um rico empresário americano, convence-o a comprar um castelo escocês de Donald Glourie, desarmá-lo e levá-lo para a Flórida. Junto com o castelo segue também o fantasma Murdoch Glourie, que há tempos assombra o local.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Sem Legendas
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Título Original: Rain or Shine Ano/País/Gênero/Duração: 1930 / EUA / Comédia | Drama | Música | Romance / 86min Direção: Frank Capra Produção: Frank Capra Roteiro: Jo Swerling e Dorothy Howell Fotografia: Joseph Walker Elenco Joe Cook ... Smiley Johnson Louise Fazenda ... Frankie - 'The Princess' Joan Peers ... Mary Rainey William Collier Jr. ... Bud Conway Tom Howard ... Amos K. Shrewsberry Dave Chasen ... Dave Alan Roscoe ... Dalton - the Ringmaster Adolph Milar ... Foltz - the Lion Tamer Clarence Muse ... Nero Nella Walker ... Mrs. Conway Edward Martindel ... Mr. Conway Nora Lane ... Grace Conway Tyrell Davis ... Lord Hugo Gwynne   Sinopse   Após a morte de seu pai, Mary Rainey assumeu a Circus Rainey, que tem imensos problemas financeiros. Tudo piora quando os artistas entram em greve. Adaptação de uma peça musical.    
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Ótimo artigo! Sensível e responsável, mostrando as várias faces de um ser humano: Clara Bow. Parabéns!
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Título Original: The Last Round-up Ano/País/Gênero/Duração: 1947 / EUA / Faroeste / 77min Direção: John English Produção: Armand Schaefer Roteiro: Jack Townley Fotografia: William Bradford Música: Mischa Bakaleinikoff Elenco Gene Autry ... Gene Autry Champion ... Champion Jean Heather ... Carol Taylor Ralph Morgan ... Charlie Mason Carol Thurston ... Lydia Henry Mark Daniels ... Matt Mason Robert Blake ... Mike Henry Russ Vincent ... Jeff Henry The Texas Rangers ... Musicians   Sinopse   Gene Autry tenta unir índios quanto fazendeiros que deverãos er expulsos de suas terras para que seja construído um aqueduto pelo banqueiro da cidad, Mason. Mason tenta colocar os índios contra Gene, mas com a ajuda da professora Carol, Gene será capaz de expor os planos de Mason.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas
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Título Original: Tom Brown's School Days Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Drama / 86min Direção: Robert Stevenson Produção: C. Graham Baker Roteiro: Thomas Hughes e Walter Ferris Fotografia: Nicholas Musuraca Música: Anthony Collins Elenco Cedric Hardwicke ... Dr. Thomas Arnold Freddie Bartholomew ... East Jimmy Lydon ... Tom Brown Josephine Hutchinson ... Mrs. Mary Arnold Billy Halop ... Flashman Polly Moran ... Sally Harowell Hughie Green ... Walker Brooke Ernest Cossart ... Squire Brown Alec Craig ... Old Thomas Gale Storm ... Effie Antoinette Rotche ... Tom Brown's Nanny   Sinopse   Filme que conta as experiências de um adolescente na Escola Rugby no início do século XIX durante a reforma de Thomas Arnold.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas
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Título Original: City of Missing Girls Ano/País/Gênero/Duração: 1941 / EUA / Crime | Mistério / 74min Direção: Elmer Clifton Produção: Max Alexander Roteiro: Elmer Clifton e Oliver Drake Fotografia: Edward Linden Música: Marvin Hatley Elenco H.B. Warner ... Capt. McVeigh Astrid Allwyn ... Nora Page John Archer ... James Horton Sarah Padden ... Mrs. Randolph Philip Van Zandt ... King Peterson George Rosener ... Officer Dugan Kathryn Crawford ... Helen Whitney Patricia Knox ... Kate Nelson Walter Long ... Officer Larkin Gale Storm ... Mary Phillips Boyd Irwin ... Joseph Thompson Danny Webb ... William Short   Sinopse   Após várias estudantes de uma escola de teatro aparecem mortas, o promotor público suspeita que a escola seja uma fachada para uma rede de prostituição. Uma repórter se disfarça para tentar expor a rede.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas
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Título Original: Romola Ano/País/Gênero/Duração: 1924 / EUA / Drama | Histórico / 91min Direção: Henry King Produção: Henry King Roteiro: George Eliot e Will M. Ritchey Fotografia: Roy F. Overbaugh Música: Louis F. Gottschalk Elenco Lillian Gish ... Romola Dorothy Gish ... Tessa William Powell ... Tito Melema Ronald Colman ... Carlo Bucellini Charles Lane ... Baldassar Calvo Herbert Grimwood ... Savonarola Bonaventura Ibáñez ... Bardo Bardi Frank Puglia ... Adolfo Spini Amelia Summerville ... Brigida Tina Ceccaci Renaldi ... Monna Ghita Eduilio Mucci ... Nello Angela Scatigna ... Bratti Ugo Uccellini ... Bishop of Nemours Alfredo Martinelli ... Captain of the Barque Attilo Deodati ... Tomaso   Sinopse   Na Florença renascentista, um comerciante encontra um estranho náufrego, que se apresenta como Tito Melema, um estudioso italiano. Tito se torna conhecido de todos, inclusive de uma jovem garota chamada Tessa. Com o tempo se estabelece em Florença e se apaixona por Romola.    
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Título original: Der alte und der junge König - Friedrichs des Grossen Jugend Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / Alemanha / Drama / 92min Direção: Hans Steinhoff Roteiro: Rolf Lauckner e Thea von Harbou Fotografia: Karl Puth Música: Wolfgang Zeller Elenco   Emil Jannings ... Friedrich Wilhelm I. König von Preussen Werner Hinz ... Kronprinz Friedrich Leopoldine Konstantin ... Königin Sophie Dorothee Claus Clausen ... Leutnant Hans Hermann von Katte Marieluise Claudius ... Prinzessin Wilhelmine Carola Höhn ... Kronprinzessin Ellen Frank ... Gräfin Arnim Ruth Eweler ... Frl. von Sonsfeld Emilia Unda ... Frau von Ramen Luise Morland ... Frau von Kamecke Georg Alexander ... Erbprinz von Bayreuth Egon Brosig ... 2. Wucherer Albert Florath ... Pfarrer Harry Hardt ... Von Seckendorff Knut Hartwig    
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  Ficha Título Original: A Nous la Liberté Ano/País/Gênero/Duração: 1931 / França / Comédia / 104min Direção: René Clair Produção: Frank Clifford Roteiro: René Clair Fotografia: Georges Périnal Música: Georges Auric Elenco: Henri Marchand ... Émile Raymond Cordy ... Louis Rolla France ... Jeanne Paul Ollivier ... L'oncle Jacques Shelly ... Paul André Michaud ... Le contremaitre Germaine Aussey ... Maud - la femme de Louis Léon Lorin ... Le vieux monsieur sourd William Burke ... L'ancien détenu Vincent Hyspa ... Le vieil orateur     Sinopse   Um industrial é chantageado por causa do seu passado, recebendo então a ajuda de um antigo companheiro de prisão. Encantadora comédia satírica em estilo opereta, dirigido e escrito por René Clair, um dos mais admirados cineastas franceses de todos os tempos, o primeiro a ser eleito para a Academia Francesa. "A Nós a Liberdade" influenciou decisivamente Charles Chaplin ao fazer Tempos Modernos, tornando-se também uma poderosa denúncia à sociedade moderna mecanizada.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legenda   Imagens
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Título Original: For Heaven's Sake Ano/País/Gênero/Duração: 1926 / EUA / Ação | Comédia | Romance / 58min Direção: Sam Taylor Produção: Harold Lloyd Roteiro: John Grey e Ralph Spence Fotografia: Walter Lundin Elenco Harold Lloyd ... The Uptown Boy Jobyna Ralston ... The Downtown Girl Noah Young ... The Roughneck Jim Mason ... The Gangster Paul Weigel ... The Optimist
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Carmem Miranda não era portuguesa?
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Independente do que tenha ocorrido, a omissão da emissora e a falta de transparência da mesma é injustificável. De qualquer forma a Veja publicou (http://veja.abril.com.br/blog/temporadas/minisseries/the-borgias-em-dose-dupla/) que a série "Os Bórgias" também está sendo produzido pelos franceses. Precisamos ficar antenados com relação ao canal que veiculará a mesma no Brasil. Será que a igreja católica conseguirá censurar essa série mais uma vez?
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Amo o filme JUST YOU AND ME, KID. Burns me contagia com seu despertador fabuloso e seu jeito descontraido e alegre do filme. Esse eu indico Abraços a todos
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Título Original: Juninatten Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / Suécia / Drama / 82min Direção: Per Lindberg Roteiro: Tora Nordström-Bonnier e Ragnar Hyltén-Cavallius Fotografia: Åke Dahlqvist Música: Gunnar Johansson Elenco Ingrid Bergman ... Kerstin Norbäc Marianne Löfgren ... Åsa Lill-Tollie Zellman ... Jane Jacobs Marianne Aminoff ... Nickan Dahlin Olof Widgren ... Stefan von Bremen Gunnar Sjöberg ... Nils Asklund Gabriel Alw ... Professor Tillberg Olof Winnerstrand ... Count Sigurd Wallén ... Editor J:son-Eld - aka 'Röken' Hasse Ekman ... Willy Wilson - Jornalista Maritta Marke ... Miss Vanja - Jornalista Gudrun Brost ... Mrs. Nilsson, telephone operator John Botvid ... Gurkan Karin Swanström ... Mrs. Cronsiöö Carl Ström ... Doctor Berggren   Sinopse   Um tiro acidental, numa pequena cidade, força uma jovem a trocar seu nome e mudar-se para Estocolmo, onde vai morar com três garotas. Lá, ela arruma emprego numa farmácia e tenta esquecer seu passado. As complicações começam a acontecer quando o homem em quem ela atirou vai procurá-la querendo que ela volte.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   SEM Legendas
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Os bastidores de Juventude Transviada teriam sido tão quentes quanto o resultado do filme, lançado após a morte de James Dean. Sal Mineo fazia o primeiro adolescente gay do cinema, mas na trama isto era retratado sutilmente, devido à época das filmagens. Tal fato foi "ocultado" em um adolescente carente de pais, que lhe enviavam cheques mensais e que tinha na figura do personagem de James Dean uma espécie de conselheiro. Na porta de seu armário uma foto de Alan Ladd, seu ídolo... Sal Mineo era de fato homossexual e James Dean, bissexual,  teria dito a ele, que o olhasse como seu personagem olhava para o de Natalie Wood. Há rumores que houve uma relação mais do que de amizade entre os dois durante as filmagens. Outros boatos dizem conta de que Natalie Wood teria ganhado o papel, além de seu talento, por causa do romance que teria na época com o diretor, Nicholas Ray. Nicholas não estava convencido que Natalie, conhecida por seus papéis de menininha, estava preparada para fazer uma adolescente sensual. Natalie teria então provado a ele, na cama, que poderia sim ser sensual. Ganhou o papel. Lembrando que a atriz tinha apenas 16 anos, e que durante as filmagens, também se envolveu com Dean. Sim, James Dean e Natalie Wood tiveram um breve afair, ou como chamamos hoje em dia, uma ficada momentânea entre as filmagens. Só para ver se a química funciona não é verdade? Também há rumores de que Sal Mineo e Nicholas Ray se envolveram durante as filmagens.  Nicholas não deixaria escapar um jovem tão belo como Sal, já que ele gostava também de garotos.   Vamos tentar organizar as coisas em nível de envolvimento para não formar uma confusão mental: Sal Mineo envolveu-se com James Dean e Nicholas Ray, que por sua parte, envolveu-se com Natalie Wood e Sal Mineo. Natalie teve um romance com Nicholas Ray, para ganhar o papel e um afair com James Dean. E Jimmy ficou com Natalie e Sal. Filmagens quentes, realmente muito quentes.   Por Carla Marinho
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Segundo o livro Hollywood Nua e Crua, Grace Kelly nunca foi a garota fria que demonstrava ser...     Segundo o livro “A vida sexual dos Ídolos de Hollywood”, de Nigel Cawthorne, sua vida sentimental foi, no mínimo, bem movimentada. Com a imagem de uma mulher aristocrática, com tez suave e modos de princesa (mesmo antes de se tornar uma), ela se firmou em Hollywood. Era conhecido do meio o fato de que ela conseguiu muitos papéis através do “teste da cama”. Hedda Hopper chegou a intitulá-la como “ninfomaníaca”. Segundo Grace, perdeu a virgindade por acaso: “Fui a casa de uma amiga e ela tinha saído. Fiquei conversando com o seu marido e acabamos na cama”. Depois de ir para Nova York, para fazer teatro, começou a se envolver com pessoas do meio. Teve um caso com Alexandre D’Arcy, que tinha o dobro da idade dela. Segundo D’Arcy, era uma mulher muito fogosa, bastando só toca-la para incendia-la. Na mesma época, iniciou um romance com seu professor, Don Richardson, judeu e divorciado (fato que a família dela não aprovava). Ele teria dito que foi a garota mais linda que ele já viu nua. O próximo da lista foio xá do Irã Aly Khan. O primeiro artista com quem ela teve um caso foi Gary Cooper (bem conhecido com um garanhão). Seguiram-se Clark Gable (por quem ela se apaixonou perdidamente, enquanto que para ele, ela era só mais um flerte), Ray Milland (com quem contracenou em “Disque M para Matar”, casado), Bing Crosby (que vivia à época com problemas co sua esposa doente), William Holden (que fez com ela As pontes do Toko-Ri), Oleg Cassini (famosíssimo estilista), dentre outros. Em 1955 conheceu e casou-se com o príncipe Rainier. Seus pais a princípio foram contra o matrimônio, mas concordaram ao ver o charme do Principado de Mônaco. Para o casamento, foram feitos exames de fertilidade. Ela explicou ao médico que o hímen havia sido cortado em um jogo de hóquei. O casamento (de verdade) durou poucos anos, e ela logo se mudou para um local mais confortável onde pudesse criar seus herdeiros. Foi uma boa mãe. E estava disponível para novos romances. Cary Grant foi um deles. Mas a vida após Rainier merece um outro capítulo. Muito mais extenso. Que merecem outro capítulo a parte. Informações retiradas do livro Hollywood Nua e Crua.   Carla Marinho
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A loura se decepcionou com o diretor, segundo suas próprias palavras.   Segundo Tippi Hedren, que atuou em Os Pássaros (1963) e Marnie (1964), em entrevista ao The Times, Alfred Hitchcock manteve-a sob contrato, pagando semanalmente por quase dois anos, e sem possibilidade de fazer mais nenhum outro trabalho, somente porque ela se recusou a seus avanços sexuais. "Eu admirava Hitch tremendamente para seu grande talento e ainda fazer", disse Hedren ao Londres Daily Mail . "Eu admirava Hitch tremendamente para seu grande talento e ainda fazer", disse Hedren Londres Daily Mail . "No entanto, ao mesmo tempo, eu o odiava por seu comportamento e pela forma como ele me assediou. Ele era um grande diretor -. E destruiu tudo por seu comportamento quando eu e ele estávamos sozinhos."   Após terminar o contrato, Hedren fez um papel coadjuvante em A Condessa de Hong Kong (1967), de Charles Chaplin, e fez mais alguns filmes sem importância. Depois disso fez aparições esporádicas em filmes durante as décadas de 70 e 80, só voltando a ter uma carreira mais frequente a partir de 1990. Por sua parte, o Alfred dirigiu mais quatro filmes após Marnie (que acabou sendo mal recebido pela crítica): Cortina rasgada (1966),  Topaz (1969), Frenzy (1972 ) e Family Plot (1976). Tippi Hedren foi uma das louras de Hitchcock. Além dela, ele trabalhou com Joan Barry (Leste de Xangai ), Madeleine Carroll ( The 39 Steps, Agente secreto ), Grace Kelly ( Dial M for Murder, Rear Window, To Catch a Thief ), Ann Todd ( O Caso Paradine ), Eva Marie Saint (Intriga Internacional ), Kim Novak ( Vertigo ), e Vera Miles ( The Wrong Man, Psycho ). Além delas, Ingrid Bergman, a ruiva, atuou em três filmes de Hitchcock ( Spellbound, Notorious, Under Capricorn ) e Joan Fontaine ( Rebecca, Suspicion ). Nenhuma delas se queixou de possíveis assédios do Mestre do Suspense, que nunca negou ser Grace Kelly a sua loura preferida.   Por Carla Marinho
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  Título Original:The Massacre Ano/País/Gênero/Duração: 1914 / EUA / Curta Drama / 20min Direção: D.W. Griffith Produção: D.W. Griffith Elenco Wilfred Lucas ... Stephen Blanche Sweet ... Stephen's Ward Charles West ... Stephen's Ward's Husband Alfred Paget ... Indian Chief Lionel Barrymore Charles Craig     Sinopse Curta de D.W.Griffth     Assista Online 7HB4JXAQ-eE
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Título Original: Public Cowboy No. 1 Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / EUA / Faroeste / 61min Direção: Joseph Kane Produção: Sol C. Siegel Roteiro: Bernard McConville e Oliver Drake Fotografia: Jack A. Marta Elenco Gene Autry ... Deputy Sheriff Gene Autry Smiley Burnette ... Frog Millhouse Ann Rutherford ... Helen Morgan William Farnum ... Sheriff Matt Doniphon Arthur Loft ... Jack Shannon Frankie Marvin ... Deputy Stubby House Peters Jr. ... Jim Shannon James C. Morton ... Eustace P. Quackenbush Maston Williams ... Thad Slaughter Frank LaRue ... Justice Milburn Morante ... Ezra - Newspaper Printer   Sinopse   Ladrões que usam tecnologias modernas (aviões, rádios de onda curta) são o grande alvo de Gene nesta aventura.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. sem Legendas
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Título Original: Just Neighbors Ano/País/Gênero/Duração: 1919 / EUA / Comédia Curta / 13min Direção: Harold Lloyd e Frank Terry Produção: Hal Roach Fotografia: Fred Guiol Elenco Harold Lloyd ... The Boy Bebe Daniels ... The Bride 'Snub' Pollard ... The Neighbor Sinopse Dois vizinhos se unem para construir um abrigo em um jardim, mas por descuido acabam destruindo-o.     Assista Online VxsPrnMtQWg   Canal:http://www.youtube.com/user/CinemaClassico3
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Título Original: Show Boat Ano/País/Gênero/Duração: 1929 / EUA / Drama | Musical | Romance / 147min Direção: Harry A. Pollard Produção: Carl Laemmle Roteiro: Edna Ferber e Charles Kenyon Fotografia: Gilbert Warrenton Música: Joseph Cherniavsky Elenco Laura La Plante ... Magnolia Hawks Joseph Schildkraut ... Gaylord Ravenal Emily Fitzroy ... Parthenia 'Parthy' Ann Hawks Otis Harlan ... Capt. Andy Hawks / Master of Ceremonies in Prologue Alma Rubens ... Julie Dozier Jack McDonald ... Windy McClain Jane La Verne ... Magnolia Hawks as a Child / Kim Neely Edwards ... Schultzy Elise Bartlett ... Elly Stepin Fetchit ... Joe Helen Morgan ... Julie LaVerne [prologue] Plantation Singers ... Offscreen chorus Dixie Jubilee Singers ... Themselves Florenz Ziegfeld Jr. ... Himself [prologue]   Sinopse   Versão silenciosa do romance de Edna Ferber, com algumas canções adicionadas de última hora.  
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  Cary Grant, nasceu Archibal Alexander Leach, em Bristol (Inglaterra), em janeiro de 1904. Sua família era pobre e em 1913 sofreram muito quando a mãe de Cary foi internada num Hospital psiquiátrico. Dentre as loucuras da mãe, estava o fato de vestir o filho com roupinhas de menina. Para passar o tempo e esquecer um pouco de sua realidade, começou a fazer teatro, e acabou abandonando os estudos aos 14 anos. Em 1918 estava na Trupe de Bob Pender, dançando e fazendo acrobacias.   Em 1920 a trupe chegou nos Estados Unidos, onde Cary se apresentou na Broadway. Não quis regressar ao seu país, e ficou nos EUA trabalhando como modelo e esporadicamente ator (trabalhou como homem sanduíche e atendia esporadicamente a senhoras).Depois de participar de algumas comédias musicais, como “Golden Dawn” e “Nikki”, conseguiu um contrato com a Paramount, em 1932, onde mudou o nome para Cary Grant (um trocadilho, do nome de um dos maiores atores da época Gary Cooper).   Estreou em This Is the Night, de Frank Tuttle, fazendo um papel secundário. Em Blonde Vênus aparece ao lado de Marlene Dietrich. Mãe West se agradou dele, e exigiu sua participação em dois filmes seus. Depois de atuar com diversas estrelas, como Katherine Hepburn e Irenne Dunne, Carole Lombart, conseguia finalmente chegar ao estrelato.   Em 1941 concorreu ao Oscar com Penny Serenade, mas acabou perdendo para Gary Cooper. No ano seguinte perderia para Bing Crosby. Esse ano também marcaria o início de uma colaboração importante para ambos os lados, quando atuou pela primeira vez para Alfred Hitchcock em Suspicion, que acabou sendo prejudicado, já que o final imaginado por Hich não pôde ir ao ar, sendo trocado por algo mais paliativo. Mas o público queria mais Grant. Fazendo comédias ele provou ser um ator versátil. Durante as décadas de 50 e 60 ele seguiu fazendo enorme sucesso em comédias, dramas e suspenses. Em 1966 ele abandonou as telas.   Com Barbara Hutton, 1944Na vida particular, sempre houveram rumores de sua homossexualidade, sobretudo um longo relacionamento com Randolph Scott, com quem morou durante algum tempo. Alguns consideraram o seu primeiro casamento, com Virginia Cherril (a cega do filme Luzes da Ribalta) um casamento arranjado, mas não há nada que prove. Bom, mas o casamento acabou não dando certo não pelos motivos óbvios, mas pelo ciúme excessivo de Cary, que botava vigias atrás de Virginia. Scott continuava sendo seu vizinho e “melhor amigo”. Sua segunda esposa foi Bárbara Hutton. Segundo amigos de Hutton, o casamento jamais se consumou, mas o fato é que Cary ficou depressivo e só iria se interessar por outra mulher quatro anos depois. Sua terceira esposa foi Betsy Drake, atriz, com quem ele aprendeu a beber compulsivamente e a usar LSD. Ela que amava a leitura fez com que ele se interessasse mais em aprender. Foi nessa época que conheceu Sophia Loren, por quem se apaixonou perdidamente, porém ela já estava casada e recusava-se a deixar o marido por Cary. Foi talvez uma das poucas mulheres por quem ele se interessou. Dyan Cannon seria sua quarta esposa, com quem teve sua única filha, Jennifer. Mas Dyan, segundo as más linguas, depois de anos de surras e constrangimentos, fugiu com a filha. Cary tornou-se recluso ainda. Bárbara Haris foi sua ultima esposa. Cary morreu em novembro de 1986, aos 82 anos. Dizia que esperassem, porque após sua morte falariam muito sobre sua vida particular, e ele não teria como se defender. E foi o que aconteceu.
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Amei!! Audrey sempre será lembrada por sua beleza, charme e elegância e principalmente por seu coração gigantesco e cheio de amor. Sentimos sua falta!!
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Quero indicar um super livro:O LAÇO DO PASSARINHEIRO-Diário secreto de um garoto de programa. Por: MARLON DE ALBUQUERQUE. Esta obra que aborda intimamente a VIDA REAL de um prostituto você só poderá ter acesso em: WWW.CLUBEDEAUTORES.COM.BR
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Título Original: We Are Not Alone Ano/País/Gênero/Duração: 1939 / EUA / Crime | Drama | Histórico | Romance / 112min Direção: Edmund Goulding Produção: Henry Blanke Roteiro: James Hilton Fotografia: Tony Gaudio Música: Max Steiner Elenco Paul Muni ... Dr. David Newcome Jane Bryan ... Leni Krafft Flora Robson ... Jessica Newcome Raymond Severn ... Gerald Newcome Una O'Connor ... Susan O'Connor, Newcome's Maid Henry Daniell ... Sir Ronald Dawson Montagu Love ... Major Millman James Stephenson ... Sir William Clintock Stanley Logan ... Sir Guy Lockhead Cecil Kellaway ... Juiz Alan Napier ... Archdeacon Eily Malyon ... Archdeacon's Wife Douglas Scott ... Tommy Baker Crauford Kent ... Dr. Stacey        
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Título Original: Strangers in Love Ano/País/Gênero/Duração: 1932 / EUA / Comédia | Drama / 76min Direção: Lothar Mendes Roteiro: Grover Jones e William J. Locke Fotografia: Henry Sharp Música: Rudolph G. Kopp Elenco Fredric March ... Buddy Drake / Arthur Drake Kay Francis ... Diana Merrow Stuart Erwin ... Stan Kenney Juliette Compton ... Muriel Preston George Barbier ... Mr. Merrow Sidney Toler ... McPhail Earle Foxe ... J.C. Clark Lucien Littlefield ... Professor Clark Leslie Palmer ... Bronson Gertrude Howard ... Snowball, Servant Ben Taggart ... Crenshaw John M. Sullivan ... Dr. Selous   Sinopse   Diane Merrow se torna uma secretária do rico egiptologista arthur Drake. O irmão gêmeo de Arthur, Robert, retorna do serviço militar na China, com seu comparsa Stan Keeney. Eles tentarão dar o golpe em Arthur.
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Esta matéria foi publicada originalmente naFOLHA ILUSTRADA DE SÃO PAULO, de 26 DE OUTUBRO DE 1982. 1) O relacionamento dos Beatles com os freqüentadores do Cavern Club, em Hamburgo, era tão estreito que qualquer um dos fãs podia localizar o número de telefone do grupo e conversar longamente com um deles. 2) "Pinn Wheel Twist", uma das composições menos conhecidas de Lennon e McCartney, foi usada rapidamente em 1961 como um "spot de gravação por Pete Best. 3) John editou o jornal da escola primária de Dovedale quando tinha nove anos de idade. 4) "Love Me Do" foi composta no verão de 1958 e apresentada para diversas gravadoras antes de sua prensagem definitiva, que ocorreu em 11 de setembro de 1962, em 17 sessões. 5) Percy Philips fez uma gravação de John, Paul e George como " The Quarrymen" em 1957. O "tape" porém foi desgravado. 6) Brian Epstein foi expulso do Liverpoll College em 1944, com 10 anos de idade. 7) Os Beatles fizeram fundo musical para uma "stripper" de nome Shirley em um clube de Liverpool, em 1960. 8) No outono de 1960, John, Paul, George, Stuart Sutcliffe e Ringo acompanharam Lu Walters, do Rory Storm and the Hurricanes, em um 78 rpm gravado nos Akustik Stúdios de Hamburgo, por 10 libras. 9) Os Beatles apareceram 294 vezes no Cavern Club entre dezembro de 1960 e agosto de 1963. 10) Paul e John tocaram ao vivo como dupla no "pub" Nurk Twins em Bending, Berkshire, em 1960. 11) John dormia em um caixão de defunto quando passou a dividir um apartamento com Stu Sutcliffe, no Gambaia Terrace, Liverpool, em 1960. 12) O jornal inglês "The Observer" informou no dia 9 de fevereiro de 1964 que uma companhia americana estava fazendo 35 mil perucas dos Beatles por dia. 13) Os gritos de uma mulher sendo assassinada foram ignorados no Hilton Hotel de São Francisco em agosto de 1964. Pensaram que era apenas mais uma adolescente histérica recepcionando os Beatles. 14) "Lady Madona" foi gravada por Paul com músicos de estúdio e não pelos Beatles. 15) Depois de uma reclamação de Paul, Ringo deixou o grupo durante a gravação do "Album Branco" em 1968. Voltou duas semanas depois.16) O Álbum Branco deveria se chamar "A Dolls House" ("Casa de Bonecas", título de uma peça de Ibsen). 17) "Eleanor Rigby" originalmente se chamava "Daisy Hawkins". Nenhum Beatle executa instrumentos nesta faixa. 18) Um grupo com o nome de "The Bumbers" fez uma paródia dos Beatles, tendo sido lançada em disco em 1964. Integrantes: Bing Crosby, Frank Sinatra, Dean Martin e Sammy Davis Jr. 19) O ator Geoffrey Huhges dublou a voz de Paul em "Submarino Amarelo". 20) "Sergeant Pepper's Lonely Hearts Club Band" deveria se chamar "Dr.Pepper", mas o título foi mudado por causa de um refrigerante americano do mesmo nome. O álbum foi produzido em 700 horas. 21) John gravou deitado no estúdio o vocal de "Revolution". 22) Os Beatles apareceram 84 vezes na TVA e a primeira vez foi em 1959, quando John, Paul e George apareceram como Johnny & the Moondogs. 23) Nos oito anos em que os Beatles lançaram compactos na Inglaterra, estiveram com um disco nas paradas em 298 das 416 semanas. 24) Nos sete anos que lançaram compactos nos EUA, tiveram um disco nas paradas em 297 semanas das 364 disponíveis, além de um LP continuamente na lista dos mais vendidos. 25) The Quarrymen, The Rainbow, Johnny & The Silver Beatles e The Silver Beatles foram nomes usados antes da escolha final. 26) The Ladders era o possível nome de um grupo a ser formado depois da separação dos Beatles, com John, George, Ringo e um velho amigo dos dias de Hamburgo, Klaus Voorman. 27) Os Beatles tiveram pelo menos seis bateristas, incluindo Pete Best, antes de se decidir por Ringo. 28) Frank Sinatra e Dean Martin, apesar de muitos esforços e muito dinheiro envolvido, não conseguiram ingresso para o famoso concerto no Hollywood Bowl, em 1964. 29) No seu primeiro encontro com Brian Epstein, Paul disse: "Acredito e espero que vamos trabalhar como um conjunto. Quero ser uma estrela, sozinho ou com os outros três. 30) Freda Kelly, secretária do fã clube dos Beatles, ganhava 6 libras e 50 por semana trabalhando para Brian Epstein como datilógrafa, em 1962. 31) Um grupo de celebridades planejou colocar um anúncio de página inteira no "Times" a favor da legalização da marijuana. John, Paul e George assinaram, mas pela primeira vez esqueceram o nome de Ringo. A imprensa quis saber porque e Ringo respondeu: "Que anúncio? "Ninguém me disse nada..."! 32) Atrás do palco, no teatro Granada, em East Ham, no dia 9 de novembro de 1963, o produtor George Martin anunciou aos Beatles que "I Want To Hold Your Hand" já tinha um milhão de cópias encomendadas, o maior pedido na história da indústria discográfica britânica. 33) Durante a excursão americana de 1965, os Beatles tiveram que usar um avião bem antigo. George achou um pedaço de corda empoeirada dependurada de um rack."É uma escada de emergência", disse uma aeromoça. "Qual é o tamanho?", perguntou Harrison. A aeromoça respondeu que era de dois pés. "Então, hoje à noite, devemos voar a 13 pés de altura, constantes", concluiu o Beatle. 34) Enquanto dirigiam a Apple, os Beatles aterrorizavam seus funcionários. Segundo o ex assessor de imprensa, Derek Taylor, "eles despediram mais gente comparativamente do que qualquer empregador no mundo." 35) John Lennon sempre quis desesperadamente ser magro. Mas Yoko diz que ele nunca conseguiu: "Mesmo quando ele era um Beatle tinha essa barriguinha debaixo do blusão." 36) Depois que começaram a viver juntos, John disse a Yoko: "Sabe porque eu gosto tanto de você? Porque você parece um cara transvestido. É como se fosse um velho amigo". 37) Na primeira noite que Ringo substituiu Pet Best no Cavern, os fãs chiaram tremendamente. A música foi afogada pelos gritos de "Queremos Pete".38) Brian Epstein, quando se tornou empresário do conjunto,confortou a tia de John, Mimi: "Prometo que John não vai sofrer. Ele é o único realmente importante". 39) O contrato original de Epstein com os Beatles não tinha validade. Paul e George ainda eram menores de 21 anos e suas assinaturas deveriam ser endossadas pelos pais. 40) Os Beatles eram notavelmente impontuais em seus dias de Liverpool. Quando um deles faltava, Gerry Marsden (do Gerry & The Pacemakers) o substituía 41) Epstein os obrigou a mudar sua marca de cigarro para Senior Service. Woodbine, o que fumavam, era muito proletário. 42) Quando o Beatles conseguiram seu primeiro contrato na Parlophone, era por apenas um penny por disco. 43) Quando criança, Ringo teve péssima saúde. Aos seis anos ficou em coma por várias semanas depois de uma operação de emergência. Aos 13 teve pleurisia e ficou em um sanatório por dois anos. (pleurisia = é o estado inflamatório da serosa pulmonar, localizado ou difuso, agudo ou crônico, acompanhado de derrame escasso ou abundante. também conhecido por pleurite). 44) O primeiro casamento de John e Cinthia, que estava grávida de Julian, foi uma piada. Estavam consertando a rua em frente do tabelião, portanto tinha bastante poeira no local. A recepção foi em um restaurante sem licença para servir bebidas alcoólicas, então os brindes eram com água. 45) No início de 1963, com "Please Please Me" em primeiro lugar nas paradas, os Beatles foram expulsos de uma festa dos Jovens Conservadores (ala jovem do Partido) porque estavam usando casacos de couro. 46) O primeiro álbum dos Beatles foi completado em apenas uma sessão de 13 horas no dia 11 de fevereiro de 1963. Tem 14 músicas. 47) Em maio de 1963, com um filho de apenas 4 semanas, John e Epstein foram passar uma semana de férias na Espanha. 48) Quando os Beatles desembarcaram nos EUA no dia 7 de fevereiro de 1964, "I Wanna Hold Your Hand" estava em primeiro lugar nas paradas; as primeiras palavras que ouviram foram de um policial: "Puxa, isso que é corte de cabelo!" 49) O veredicto do "Herald Tribune" sobre o grupo, depois que 60% dos americanos os viram no Ed Sullivan Show, foi o seguinte:75% publicidade, 20% corte de cabelo e 5% de lamentos cadenciados. 50) A letra original de Paul McCartney para "Yesterday" começava assim: "Scrambled eggs - oh, my girlfriend has got lovely legs." 51) "I Want to Hold Your Hand", o compacto dos Beatles que mais vendeu (13 milhões em todo o mundo), foi composto na casa londrina de Jane Asher, na época a namorada de Paul. 52) A respeito de Love Me Do, o primeiro compacto dos Beatles, lançado dia 5 de outubro de 1962, Paul comenta: "Eu estava aterrorizado, tremendo.Toda vez que ouço ainda me lembro". 53) Enquanto gravavam seus doze álbuns nos Estúdios Abbey Road, em Londres, os quatro costumavam relaxar, desaparecendo no porão. 54) O pai de Ringo, Richard Starkey, foi limpador de janelas em Grewe. 55) O grupo adorava sketches de comédia. Apareceu em vários programas do gênero na TV inglesa. 56) Quando John conheceu Yoko, quebrou todas as regras implícitas entre o grupo, trazendo-a para o estúdio de gravações. 57) Dois dos Beatles, Ringo e John, nasceram durante um bombardeio pelos alemães na Ingraterra. 58) A criadora do corte de cabelo dos Beatles, a estudante de arte alemã Astrid Kirchner, era namorada de Stu Sutcliffe, o quinto Beatle, que morreu de uma hemorragia no cérebro aos 21 anos. 59) A cada ano, um buquê é colocado no túmulo de Brian Epstein em seu aniversário (19 de setembro) por um amigo, Joe Flannery. 60) Ray McFall, proprietário do Cavern Club, a princípio impediu os Beatles de tocarem no local porque usavam jeans. 61) Há apenas oito rostos desconhecidos entre as 68 fotografias na capa de Sgt Pepper.62) "Norwegian Wood" foi escrita por John sobre um de seus casos,descrevendo seus sentimentos,sem que a esposa, Cynthia,soubesse. 63)"I Fell Fine",lançado em 27 denovembro de 1964,vendeu 800 mil cópias em apenas cinco dias. 64) Dick Rowe, o produtor da Decca que recusou os Beatles (que depois assinaram contrato com a Parlaphone, um selo da EMDI), salvou sua reputação contratando os Rolling Stones. Quem deu a dica foi George Harrison. 65) Logo depois do lançamento de "Love Me Do", os Beatles só conseguiam, nos shows, se apresentar antes das "estrelas" Robin Hall e Jimmi McGregor, cantores escoceses, no "pub" Corn Exchange, da Bradford. 66) O nome da família de Linda da McCartney era Epstein. A família o mudou para Eastman. Não eram parentes de Brian. 67) Mary, mãe de Paul, era uma enfermeira conhecida como "The Angel" em Liverpool. Ela morreu em 1956. 68) O último concerto dos Beatles ao vivo foi no Candlestick Park de São Francisco, no dia 29 de agosto de 1966. 69) A data oficial para o início da Beatlemania é 4 de novembro de 1963, data em que os Beatles apareceram no Royal Variety Perfomace. 70) Os Beatles nunca enviaram cartões de aniversário uns aos outros. "Nenhum de nós é sentimental", disse certa vez George, a respeito desse fato. 71) Quando eram adolescentes, Paul e George tiveram uma briguinha por causa de Iris Caldwell, uma dançarina que era irmã do líder do grupo pop de Liverpool, o Rory Storm. Ela é a garota à qual se referem na música "Love Me Do". 72) Os Beatles tinham apenas dois "rodies" (pessoal que cuida da parte técnica e montagem e desmontagem de equipamentos): Neil Aspinall e Mal Evans. 73) A composição de Lennon e McCartney "World Without Love" , gravada por Peter and Gordon, foi registrada sob nome falso.O disco já estava nas paradas quando sua autoria foi revelada. 74) Pouco antes de "Love Me Do" se tornar um sucesso, Paul se empregou numa madeireira de Liverpool, onde logo foi promovido a executivo. 75) George foi o primeiro Beatle a escrever sua autobiogfia,intitulada "I Me Mine". Uma cópia autografada está valendo hoje 184 libras. 76) Em 1964, quando os Beatles foram para a Suécia, Ringo ficou com amigdalite e um baterista o substituiu, foi Jimmy Nicol, que tocou com o conjunto por algumas noites. Nicol acabou ficando na Suécia. 77) Enquanto o duque de Edimburgo estava excursionando pelo Canadá em 1964, foi-lhe atribuída a seguinte afirmação: "Os Beatles estão desaparecendo no momento". Logo em seguida ele manda um telegrama para Brian Epstein explicando que suas verdadeiras palavras foram: "Os Beatles não estão aparecendo por aqui no momento". 78) Quando John estava estudando no Liverpool Art College, Paul e George eram estudantes do Liverpoll Institute, em 1958. Eles se encontravam para ensaiar no camarim das modelos. 79) Ringo estava treinando para ser engenheiro quando deixou o emprego para uma temporada no Bultrin's, com Rory Storm, conjunto o qual deixou para se unir aos Beatles. 80) O maestro alemão Bert kaempfert foi a primeira pessoa a assinar um contrato de gravação com os Beatles. Eles acompanharam o cantor Tony Sheridan. 81) Quando Brian Epstein viu os Beatles pela primeira vez, a aparência deles o chocou! Sua primeira medida foi mandá-los cortar os cabelos em seu próprio barbeiro. 82) A primeira composição dos Beatles gravada em disco pelo contrato alemão foi um número instrumental de George Harrison, entitulado "Cry For a Shadow". 83) Larry Parnes, o primeiro empresário de rock britânico, contratou os Beatles quando eles ainda eram os Silver Beetles para acompanhar uma de suas descobertas, Johnny Gentle, de Liverpoll. Não houve uma segunda vez. 84) Os Beatles tocaram música de fundo para uma "stripper" de Hamburgo chamada Janice. 85) Os Beatles só entraram uma vez em um concurso de talentos e foram vencidos por uma senhora que tocava com colheres.Anônimo - 05/04/200886) A primeira união de John e Paul como dupla de compositores foi nos tempos de escola, em 1955, depois de apresentados pelo amigo comum Ivan Vaughan, na quermesse de Woolthon, que era uma festa de igreja. Quando "Love Me Do" foi gravada, já tinham mais de 70 músicas compostas. 87) Quando os Beatles foram para a Índia em 1967 para estudar com o Maharishi, o primeiro a voltar foi Ringo, que disse: "Foi ótimo. Igualzinho ao Butlin's (nome de um 'pub' de Liverpool)". 88) Nos primórdios da fama, os Beatles sempre viajavam para seus compromissos em um Austin Princess, dirigido por um certo Brian Corbett, por eles chamado "The Big Cockney". Era de Southampton. 89) O primeiro não Beatle a fazer sucesso com uma canção da dupla Lennon/McCartney foi Billy J. Kramer, com "Do You Want To Know a Secret", em 1963. 90) Por volta de março de 1966, a retirada oficial de cada Beatle, por concerto, era de mil libras, mas uma porcentagem chegava a triplicar essa quantia. 91) A primeira mulher de George, Pattie Boyd, foi quem apresentou os Beatles ao Maharishi. 92) Em julho de 1964, John comprou sua primeira casa, em Weybridge, Surrey, por 20 mil libras. 93) Por algum tempo, todos os quatro Beatles foram vegetarianos.Também passaram por uma fase de só tomar chá e outra de uísque com coca cola. 94) A revista oficial do fã-clube dos Beatles se chamava "Beatles Monthly". O último número apareceu em dezembro de 1969, ao preço de dois shillings. Reeditada anos depois, agora cada número custa 80 pences. 95) O primeiro Beatle a se cansar de viajar com a banda foi George Harrison. 96) John estudou no Colégio Quarrybank de Liverpool, notório por formar políticos. 97) Antes de levar os Beatles para o caminho do sucesso, o produtor George Martin produziu o dueto Sophia Loren/Peter Sellers em "Goodness Gracious Me" um sucesso para Matt Monro Bernard Cribbens e Peter Ustinov.98) Ringo é o único Beatle que se casou com uma das fãs do grupo. Ele conheceu sua primeira mulher, Maureen, da qual tem três filhos, no Cavern Club, quando ela era uma cabeleireira de 16 anos de idade. 99) Ron kass, marido e empresário da atriz Joan Collins, foi executivo-chefe da Apple. 100) Quando Paul recebeu seu primeiro extrato bancário de um milhão de libras, o mostrou, orgulhoso, para um de seus empregados na Apple, que ganhava 30 libras por semana. 101) A primeira canção escrita por Paul foi "I Lost My Little Girl, de 1955. Foi logo após a morte de sua mãe Mary.
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Título Original: Sarah and Son Ano/País/Gênero/Duração: 1930 / EUA / Drama / 86min Direção: Dorothy Arzner Roteiro: Timothy Shea Fotografia: Charles Lang Música: Oscar Potoker Elenco Ruth Chatterton ... Sarah Storm Fredric March ... Howard Vanning Fuller Mellish Jr. ... Jim Grey Gilbert Emery ... John Ashmore Doris Lloyd ... Mrs. Ashmore, Vanning's sister William Stack ... Cyril Belloc Philippe De Lacy ... Bobby     Sinopse     após anos abusando de sua esposa, marido desaparece com o filho e o vende para uma família rica. anos mais tarde a mulher, agora uma famosa cantora de ópera, tem finalmente dinheiro suficiente para ir em busca do filho.    
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Título Original: Bulldog Jack Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Comédia | Crime | Mistério / 72min Direção: Walter Forde Produção: Michael Balcon Roteiro: Gerard Fairlie e Sidney Gilliat Fotografia: Mutz Greenbaum Música: Hubert Bath Elenco Jack Hulbert ... Jack Pennington Fay Wray ... Ann Manders Ralph Richardson ... Morelle Claude Hulbert ... Algy Longworth Gibb McLaughlin ... Denny Atholl Fleming ... Bulldog Drummond Paul Graetz ... Salvini   Sinopse   Bulldog Drummond encontra-se ferido depois que seu carro foi sabotado. Jack Pennington concorda em passar por um detetive, que vai em busca de pistas para descobrir o que houve com o avô joalheiro de ann Manders.    
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Estes caras são demais como cada um incorpora cada perçonagens diferentes engraçados busco eles sempre como referença, são muito bons não deichen de assistir
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Título Original: The Crash Ano/País/Gênero/Duração: 1932 / EUA / Drama / 58min Direção: William Dieterle Roteiro: Earl Baldwin e Larry Barretto Fotografia: Ernest Haller Música: W. Franke Harling Elenco Ruth Chatterton ... Linda Gault George Brent ... Geoffrey Gault Lois Wilson ... Marcia Peterson Barbara Leonard ... Celeste, Linda's French Maid Paul Cavanagh ... Ronald 'Ronnie' Sanderson Henry Kolker ... John 'Jack' Fair Hardie Albright ... Arthur Pringle Ivan F. Simpson ... Hodge, Linda's Butler   Sinopse   Drama sobre um rico casal que perde tudo durante a época da Grande Depressão americana.
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  “Ame você mesmo primeiramente e tudo se encaixara. Você realmente tem de se amar para conseguir algo nesse mundo” Lucille Ball “O segredo de ficar jovem é viver honestamente, comer pouco e mentir sobre a idade” Lucille Ball “Eu prefiro me arrepender das coisas que eu fiz do que lamentar sobre as coisas que eu não fiz” Lucille Ball “Eu fico feliz que eu tenho trazido risadas porque tem sido mostrado o valor disso através de mim, em muitas vidas, em muitos jeitos” Lucille Ball “Eu amo um público, eu trabalho melhor com um público. Na verdade, eu sou morta sem um” Lucille Ball “Eu sou conhecida entre os comediantes como a garota que irá fazer de tudo. Red Skelton me bajula dizendo que eu tenho a coragem de um tigre. Eu não acho que é uma questão de coragem, é apenas fazer o que sai naturalmente” Lucille Ball “Eu logo aprendi que para sobreviver no teatro você tem que ser bem forte, bem saudável e muito resiliente. Raramente alguém lhe fala uma palavra encorajadora” Lucille Ball "Antes de você se desenvolver como atriz, você precisa se desenvolver como mulher. Você não vai se prostituir para conseguir um papel, não se você estiver consciente. Você nunca vai ser feliz, fazendo o que for, se não estiver de bem com consciência. Por isso mantenha a cabeça pra cima, ombros para trás, mantenha o respeito próprio, seja legal, seja inteligente e o mais importante, não ache o sucesso virá do dia pra noite. As vezes poderá demorar 15, 20 anos para ele vir" Lucille Ball “Diga sim para tudo. Faça tudo que te peçam sem reclamar. Aprenda algo novo sobre seu trabalho todo dia. Estude muito,trabalhe mais ainda.” Lucille Ball   Por Juliana Garrido
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Facil culpar a mãe, anos depois ela morreu como sua mão, sozinha e abandonada.
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Título Original: The Star Witness Ano/País/Gênero/Duração: 1931 / EUA / Drama / 68min Direção: William Wellman Produção: Louis Jennings Roteiro: Bud Barsky, Lucien Hubbard Fotografia: James Van Trees Música:Alois Reiser Elenco Walter Huston ... District Attorney Whitlock Frances Starr ... Ma Leeds Grant Mitchell ... Pa Leeds Sally Blane ... Sue Leeds Ralph Ince ... 'Maxey' Campo Edward J. Nugent ... Jackie Leeds Dickie Moore ... Ned Leeds Nat Pendleton ... Henchman Big Jack George Ernest ... Donny Leeds Russell Hopton ... Deputy Thorpe Charles 'Chic' Sale ... Private 'Grandpa' Summerill   Sinopse   Membros de uma família testemunham dois assassinatos, mas logo são chantageados para não depor.    
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Título Original: Vier um die Frau Ano/País/Gênero/Duração: 1921 / Alemanha / Drama / 52min Direção: Fritz Lang Produção: Erich Pommer Roteiro: Fritz Lang e Rolf E. Vanloo Fotografia: Otto Kanturek Música: Aljoscha Zimmermann Elenco Hermann Böttcher ... Florences Vater Anton Edthofer ... Werner Krafft - William Krafft sein Zwillingsbruder Robert Forster-Larrinaga ... Meunier Harry Frank ... Bobby Ludwig Hartau ... Makler Harry Yquem Leonhard Haskel ... 1. Gauner Gottfried Huppertz ... Oberkellner Rudolf Klein-Rogge ... Hehler Upton Hans Lipschütz ... Strolch Lilli Lohrer ... Dienerin von Florence Paul Morgan ... Hehler Edgar Pauly ... Unauffälliger Herr Paul Rehkopf ... 2. Gauner Gerhard Ritterband ... Zeitungsjunge Carola Toelle ... Florence Yquem Erika Unruh ... Dirne Lisa von Marton ... Margot   Sinopse   Makler Harry Yquem compra uma joia para sua esposa Florence, em um lugar perigoso, cheio de ladrões. Dentre eles se encontra Upton. Ao sair, depara-se com uma pessoa cujo rosto reconhece como o mesmo de um retrato que possuía sua mulher. Yquem persegue o homem e acaba por conhecê-lo: é William Kraft, famoso escroque e irmão gêmeo de Werner, outrora amante de Florence. Todos conhecem Florence e, num ambiente onde predomina o crime, a ambiguidade e o acaso, ela é cobiçada pelos quatro homens, que lutarão entre si.    
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Título Original: Hallelujah I'm a Bum Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Musical / 82min Direção: Lewis Milestone Produção: Joseph M. Schenck Roteiro: S.N. Behrman Fotografia: Lucien N. Andriot Música: Alfred Newman Elenco Al Jolson ... Bumper Madge Evans ... June Marcher Frank Morgan ... Mayor John Hastings Harry Langdon ... Egghead Chester Conklin ... Sunday Edgar Connor ... Acorn Tyler Brooke ... Mayor's Secretary Louise Carver ... Ma Sunday Dorothea Wolbert ... Apple Mary Tammany Young ... Frank the Jockey
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Título Original: Speedy Ano/País/Gênero/Duração: 1928 / EUA / Ação | Comédia | Família / 82min Direção: Ted Wilde Produção: Harold Lloyd Roteiro: John Grey e Lex Neal Fotografia: Walter Lundin Elenco Harold Lloyd ... Harold 'Speedy' Swift Ann Christy ... Jane Dillon Bert Woodruff ... Pop Dillon - Her Grand-daddy Brooks Benedict ... Steve Carter Babe Ruth ... George Herman Ruth   Sinopse   Último filme mudo de Harold Lloyd.  
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  Ficha Título Original: Footsteps in the Fog Ano/País/Gênero/Duração: 1955 / Inglaterra / Drama Thriller / 90min Direção: Arthur Lubin Produção: M.J. Frankovich e Maxwell Setton Roteiro: Dorothy Davenport e Lenore J. Coffee Fotografia:  Christopher Challis    Música: Benjamin Frankel    Elenco: Stewart Granger     ...    Stephen Lowry Jean Simmons     ...    Lily Watkins Bill Travers     ...    David Macdonald Belinda Lee     ...    Elizabeth Travers Ronald Squire     ...    Alfred Travers Finlay Currie     ...    Inspector Peters William Hartnell     ...    Herbert Moresby Frederick Leister     ...    Dr. Simpson Percy Marmont     ...    Magistrate Marjorie Rhodes     ...    Mrs. Park Peter Bull     ...    Brasher Barry Keegan     ...    Constable Burke Sheila Manahan     ...    Rose Moresby Norman Macowan     ...    Grimes Cameron Hall     ...    Corcoran Victor Maddern     ...    Jones Peter Williams     ...    Constable Farrow Arthur Howard     ...    Vicar     Sinopse   Para os seus amigos vitorianos de Londres, Stephen Lowry é um viúvo inconsolável. Apenas sua empregada Lily sabe que, longe de morrer de gastroenterite, sua esposa foi lentamente envenenada pelo marido, informação que ela está feliz em usar para melhorar sua posição na casa e ter certeza que ela fique perto de Stephen. Como suas perspectivas para melhorar, pensa em uma parceria de negócios e um romance com uma pessoa de sua própria classe, Stephen decide que Lily deve ir. Infelizmente para ele, sua primeira tentativa dá-lhe ainda mais de um domínio sobre ele.       Imagens  
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2274. mto bom
mto bom
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eu amei esse filme ffoi minha professora que apresentou
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Título Original: Looking for Trouble Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Crime | Drama / 80 min Direção: William Wellman Produção: Darryl F. Zanuck Roteiro: Leonard Praskins e Elmer Harris Fotografia: James Van Trees Elenco Spencer Tracy ... Joe Graham Jack Oakie ... Casey Constance Cummings ... Ethel Greenwood Morgan Conway ... Dan Sutter Arline Judge ... Maizie Bryan Paul Harvey ... James Regan Judith Wood ... Pearl La Tour Joe Sawyer ... Henchman Max Stanley Robert Elliott ... Police Captain Flynn Franklyn Ardell ... George Martin, Troubleshooter Paul Porcasi ... Cabaret Manager Charles Lane ... Switchboard Operator   Sinopse   Após ser rejeitado por uma mulher, homem deixa seu trabalho seguro e se une a uma quadrilha que rouba bancos.  
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Título Original: The Devil's Holiday Ano/País/Gênero/Duração: 1930 / EUA / Drama | Romance / 80min Direção: Edmund Goulding Roteiro: Edmund Goulding Fotografia: Harry Fischbeck Música: Edmund Goulding Elenco Nancy Carroll ... Hallie Hobart Phillips Holmes ... David Stone James Kirkwood ... Mark Stone Hobart Bosworth ... Ezra Stone Ned Sparks ... Charlie Thorne Morgan Farley ... Monkey McConnell Jed Prouty ... Kent Carr Paul Lukas ... Dr. Reynolds Zasu Pitts ... Ethel Morton Downey ... Freddie Guy Oliver ... Hammond Jessie Pringle ... Aunt Betty Wade Boteler ... House Detective Laura La Varnie ... Madame Bernstein      
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Tinha mais ou menos 6 a 7 anos quando assisti umfilme de natal que tinha um diabo bem vermelho parecido com maçã do amor e ele fazia sempre maldade para o Papai Noel. Vc conhecem? Talvez o filme seja da decada de 60
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Ficha Título Original: Tystnaden Ano/País/Gênero/Duração: 1963 / Suécia / Drama / 96min Direção: Ingmar Bergman Produção: Allan Ekelund Roteiro: Ingmar Bergman Fotografia: Sven Nykvist Música: Ivan Renliden Elenco: Ingrid Thulin .... Ester Gunnel Lindblom .... Anna Jörgen Lindström .... Johan Birger Malmsten .... bartender Håkan Jahnberg .... garçon     Sinopse   Duas irmãs hospedam-se num hotel em um país europeu não-idenficado à beira de uma guerra. A irmã mais velha e mais culta, Ester, tradutora de livros, é uma doente terminal. Seu medo da morte obscurece o relacionamento com a irmã mais nova, a bela Anna, que representa a parte carnal da dicotomia espírito/corpo. Anna negligencia o seu filho Johan, um garoto de cerca de 12 anos que vagueia pelo hotel quase deserto. Na cena mais famosa do filme, Johan observa pela janela um tanque solitário vagando pela rua à noite. Susan Sontag, em Against Interpretation, considera o tanque um símbolo fálico óbvio, mas o filme não parece pedir nenhuma interpretação reducionista.   Assista Online (legendado)   Imagens        
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Título Original: An Eastern Westerner Ano/País/Gênero/Duração: 1920 / EUA / Comédia | Curto | Família | Faroeste / 20min Direção: Hal Roach Produção: Hal Roach Roteiro: Frank Terry e H.M. Walker Fotografia: Walter Lundin Elenco Harold Lloyd ... The Boy Mildred Davis ... The Girl Noah Young ... Tiger Lip Tompkins, The Bully, Leader of the Masked Angels James T. Kelley Sammy Brooks Mark Jones Wallace Howe     Sinopse   Curta de Harold Lloyd.   ASSISTA ONLINE  
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Título Original: The Town Ano/País/Gênero/Duração: 1944/ EUA / 12min Direção: Josef von Sternberg Roteiro: Joseph Krumgold     Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. SEM Legendas
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espetacular. Assisti muitas vezes nos idos de 1954 Filmes chegavam de navio. e outras dificultades. Até
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Título Original: Never Fear / The Young Lovers Ano/País/Gênero/Duração: 1949 / EUA / Drama / 82min Direção: Ida Lupino Produção: Ida Lupino Roteiro: Ida Lupino e Collier Young Fotografia: Archie Stout Música: Leith Stevens Elenco Sally Forrest ... Carol Williams Keefe Brasselle ... Guy Richards Hugh O'Brian ... Len Randall Eve Miller ... Phyllis Towwnsend Lawrence Dobkin ... Dr. Middleton Rita Lupino ... Josie Herbert Butterfield ... Walter Williams Kevin O'Morrison ... Red Dawson Stanley Waxman ... Dr. Taylor Jerry Hausner ... Mr. Brownlee John Franco ... Carlos   Sinopse   Dançarina, que acaba de ficar noiva de seu parceiro e coreógrafo e está prestes a embarcar em uma grande carreira, fica arrasada ao saber que contraiu poliomielite.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. SEM Legendas  
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Título Original: The Big Show Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Música | Romance | Faroeste / 54min Direção: Mack V. Wright Produção: Nat Levine Roteiro: Dorrell McGowan e Stuart E. McGowan Fotografia: Edgar Lyons Elenco Gene Autry ... Gene Autry / Tom Ford Smiley Burnette ... Frog Kay Hughes ... Marion Hill Sally Payne ... Toodles Brown William Newell ... Lee Wilson Max Terhune ... Ventriloquist Charles Judels ... Swartz - Studio Head Sons of the Pioneers ... Musicians The Jones Boys ... Singers The Beverly Hillbillies ... Musicians The Light Crust Doughboys ... Musicians Champion ... Champion - Studio Horse Rex King ... Fred Collins Harry Worth ... Tony Rico Mary Russell ... Mary Roy Rogers ... Sons of the Pioneers Guitarist   Sinopse   Quando o star Tom For desaparece, Wilson recebe Gene Autry para personaficá-lo. Mas Ford deve muito dinheiro a um gangster e volta para consegui-lo. Ele não consegue, mas descobre que Autry é um imitador, e agora chantageia Wilson e seu estúdio de cinema.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas
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Uma grande cantora, com músicas inesquecíveis em sua voz doce e perfeita dicção. Infelizmente, sem sorte no amor.Seus maridos a manipulavam, principalmente o último, Martin Melcher.
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Título Original: City Girl Ano/País/Gênero/Duração: 1930 / EUA / Drama | Romance / 77min Direção: F. W. Murnau Roteiro: H.H. Caldwell e Katherine Hilliker Fotografia: Ernest Palmer Elenco Charles Farrell ... Lem Tustine Mary Duncan ... Kate David Torrence ... Lem's father Edith Yorke ... Lem's mother Anne Shirley ... Marie Tustine Tom McGuire ... Matey Richard Alexander ... Mac Patrick Rooney ... Butch Ed Brady ... Reaper Roscoe Ates ... Reaper   Sinopse   Uma jovem garçonete trabalha em uma lanchonete de Chicago, mas sonha com uma vida tranqüila, longe da cidade grande. Até o dia em que ela conhece um jovem camponês, sentado no balcão e tem início uma história de amor.  
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Título Original: Behind the Make-Up Ano/País/Gênero/Duração: 1930 / EUA / Drama / 70min Direção: Robert Milton Produção: Monta Bell Roteiro: Mildred Cram e Howard Estabrook Fotografia: Charles Lang Música: W. Franke Harling Elenco Hal Skelly ... Hap Brown William Powell ... Gardoni Fay Wray ... Marie Gardoni Kay Francis ... Kitty Parker E.H. Calvert ... Dawson Paul Lukas ... Boris Agostino Borgato ... Chef Jacques Vanaire ... Valet Jean De Briac ... Sculptor     Sinopse   O rosto pintado do palhaço esconde atrás dele um homem cruel, ambicioso e traiçoeiro. Gardino está disposto a se tornar um dos palhaços mais famosos do mundo, e para isso será capaz das maiores crueldades e traições.      
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Título Original: After Tomorrow Ano/País/Gênero/Duração: 1932 / EUA / Drama / 79min Direção: Frank Borzage Roteiro: Hugh Stanislaus Stange e John Golden Fotografia: James Wong Howe Música: Hugo Friedhofer Elenco Charles Farrell ... Peter Piper Marian Nixon ... Sidney Taylor Minna Gombell ... Else Taylor William Collier Sr. ... Willie Taylor Josephine Hull ... Mrs. Piper William Pawley ... Malcolm Jarvis Greta Granstedt ... Betty Ferdinand Munier ... Mr. Beardsley Nora Lane ... Florence Blandy   Sinopse   Pete e Sidney são bons garotos que trabalham duro, dando dinheiro para seus pais enquanto economizam para se casar. só que suas mães são egoístas e vivem em busca de suas próprias felicidades.
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Título Original: All of Me Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Drama / 70min Direção: James Flood Produção: Louis D. Lighton Roteiro: Sidney Buchman e Thomas Mitchell Fotografia: Victor Milner Música: Karl Hajos Elenco Fredric March ... Don Ellis Miriam Hopkins ... Lydia Darrow George Raft ... Honey Rogers Helen Mack ... Eve Haron Nella Walker ... Mrs. Darrow William Collier Sr. ... Jerry Helman Gilbert Emery ... Dean Blanche Friderici ... Miss Haskell Kitty Kelly ... Lorraine Guy Usher ... District Attorney John Marston ... Nat Davis Edgar Kennedy ... Guarda Jill Dennett ... Molly Laura La Marr ... Lil Astrid Allwyn ... Ray   Sinopse   Um professor deixa tudo na sua vida e se muda para o Oeste em busca de mudanças. Mas sua namorada não entende o motivo de tanta insatisfação.  
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  Ficha Título Original: L'enfant sauvage Ano/País/Gênero/Duração: 1970 / França / Drama / 83min Direção: François Truffaut Produção: Claude Miller Roteiro: François Truffaut e Jean Gruault Fotografia: Nestor Almendros Música: Vivaldi Elenco: Jean-Pierre Cargol .... Victor (o menino selvagem) François Truffaut .... Dr. Jean Itard Françoise Seigner .... madame Guerin Jean Dasté .... professor Philippe Pinel Annie Miller .... madame Lemeri Claude Miller .... Sr. Lemeri Paul Villé .... Remy Nathan Miller .... Bebê Lemeri Mathieu Schiffman .... Mathieu Jean Gruault .... visitante     Sinopse   Em 1797, um menino selvagem é capturado numa floresta de Aveyron onde sempre viveu. Alvo de curiosidades, ele é levado ao dr. Itard, que acredita ser possível transformar o garoto selvagem num homem civilizado. O médico dá-lhe o nome de Victor e o leva para sua casa, onde possa receber um tratamento mais humano. Itard fracassa na tentativa de fazê-lo falar, mas ganha sua afeição. Baseado num fato real, a partir das anotações de Jean-Marc Gaspard Itard. Truffaut retoma os temas da educação e da infância, usando tom austero, fotografia em preto e branco, uma direção sóbria e muita sensibilidade, produzindo um filme belo e comovente. Principais prêmios e indicações Sindicato dos Críticos da França 1971 (França) Venceu na categoria de melhor filme. National Society of Film Critics Awards 1971 (EUA) Venceu na categoria de melhor fotografia. National Board of Review 1971 (EUA) Venceu nas categorias de melhor filme estrangeiro e melhor diretor. Imagens  
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Achei um desrespeito com os assinantes, a interrupção do seriado "Os Borgia" neste domingo.
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Título Original: I Dream Too Much Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Comédia | Romance | Musical / 97min Direção: John Cromwell Produção: Pandro S. Berman Roteiro: Elsie Finn e James Gow Fotografia: David Abel Música: Max Steiner Elenco Lily Pons ... Annette Monard Henry Fonda ... 'Johnny' Street Eric Blore ... Roger Briggs Osgood Perkins ... Paul Darcy Lucien Littlefield ... Hubert Dilley Lucille Ball ... Gwendolyn Dilley Mischa Auer ... Darcy's Pianist Paul Porcasi ... Uncle Tito Scotty Beckett ... Boy on Carousel   Sinopse   Jonathan Street é um compositor que conhece e se casa com Annette. Annette o leva a Paul e ele acaba gostando não da música, mas da voz dela. Assim, passa a gerenciar a carreira de Annette e ela acaba se tornando uma estrela. Enciumado, Jonathan a abandona.  
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Título original: Varieté Ano/País/Gênero/Duração: 1925 / Alemanha / Crime | Drama | Romance / 72min Direção: Ewald André Dupont Produção: Erich Pommer Roteiro: Felix Hollaender e Ewald André Dupont Fotografia: Karl Freund Música: Vivian Ellis Elenco   Emil Jannings ... Boss Huller Maly Delschaft ... The wife of Boss Lya De Putti ... Bertha Warwick Ward ... Artinelli Alice Hechy Georg John ... Marinheiro Kurt Gerron ... Harbourworker Paul Rehkopf ... Spectator at the Fair Charles Lincoln ... Ator Georg Baselt Trude Hesterberg Werner Krauss Sinopse Clássico melodrama de infidelidade, vergonha e expiação que se caracteriza por transcorrer no estranho mundo dos trapezistas. O virtuoso fotógrafo Karl Freund inventou toda classe de dispositivos especiais para que a câmera possa seguir as piruetas aéreas de seus protagonistas, que vão em paralelo às suas respectivas condutas emotivas.   Curiosidades   - Originalmente F.W. Murnau iria rodar, mas os produtores acreditavam que um homossexual não era uma pessoa indicada para transmitir um erotismo heterossexual e optaram por Dupont.  
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Título Original: The Age of Innocence Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Drama | Romance / 81min Direção: Philip Moeller Produção: Pandro S. Berman Roteiro: Edith Wharton e Margaret Ayer Barnes Fotografia: James Van Trees Música: Max Steiner Elenco   Irene Dunne ... Countess Ellen Olenska John Boles ... Newland Archer Lionel Atwill ... Julius Beaufort Helen Westley ... Granny Manson Mingott Laura Hope Crews ... Augusta Welland Julie Haydon ... May Welland Herbert Yost ... Howard Welland Theresa Maxwell Conover ... Mrs. Archer Edith Van Cleve ... Jane 'Janie' Archer Leonard Carey ... Jasper, the Butler   Sinopse   1870. Uma bela divorciada e um jovem vivem um romance ilícito para os padrões morais e acabam chocando a sociedade. O filme é uma adaptação do romance de mesmo nome de Edith Wharton.
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  Buster Keaton nasceu praticamente na vaudeville, e fazia teatro desde criança. Quando adulto tornou-se um dos maiores comediantes do cinema mudo, faturando tanto quanto Charles Chaplin. Ficou conhecido como o Palhaço que não ri. Sua comédia diferenciava-se da de Chaplin por serem mais elaboradas, e por ele se arriscar mais nas cenas. Infelizmente não soube administrar a carreira e terminou pobre.   Assista a este documentário, dividido em três partes, sobre o Grande ator e diretor Buster Keaton: Agradeço ao João Antônio, que nos enviou esse documentário. Assista Online (Parte 1)     Assista Online (Parte 2)   Assista Online (Parte 3)
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Título Original: So Red the Rose Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Drama / 82min Direção: King Vidor Produção: Douglas MacLean Roteiro: Maxwell Anderson e Edwin Justus Mayer Fotografia: Victor Milner Música: W. Franke Harling Elenco Margaret Sullavan ... Valette Bedford Walter Connolly ... Malcolm Bedford Randolph Scott ... Duncan Bedford Janet Beecher ... Sally Bedford Elizabeth Patterson ... Mary Cherry Robert Cummings ... George Pendleton Harry Ellerbe ... Edward Bedford Dickie Moore ... Middleton Bedford Charles Starrett ... George McGehee Johnny Downs ... Yankee boy Daniel L. Haynes ... William Veal Clarence Muse ... Cato James Burke ... Major Rushton Warner Richmond ... Confederate Sergeant Alfred Delcambre ... Charles Tolliver     Sinopse     Margaret Sullavan é a senhora aristocrática de uma plantação extensa do Sul, cujo estilo de vida muda com a guerra. O amor por seu primo distante, um oficial confederado interpretado por Randolph Scott, é o que a motiva a continuar na luta. Curiosidades - O roteiro lembra o de O Vento Levou.      
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Título Original: Stranded Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Drama | Romance / 72min Direção: Frank Borzage Produção: Frank Borzage Roteiro: Frank Wead e Ferdinand Reyher Fotografia: Sidney Hickox Música: Bernhard Kaun Elenco Kay Francis ... Lynn Palmer George Brent ... Mack Hale Patricia Ellis ... Velma Tuthill Donald Woods ... John Wesley Robert Barrat ... Stanislaus Janauschek Barton MacLane ... Sharkey Joseph Crehan ... Johnny Quinn William Harrigan ... Updyke Henry O'Neill ... Mr. Tuthill Frankie Darro ... James 'Jimmy' Rivers John Wray ... Mike Gibbons Edward McWade ... Tim Powers June Travis ... Mary Rand Ann Shoemaker ... Mrs. Tuthill Gavin Gordon ... Jack  
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  O cinema é repleto de musas, cada qual com seu estilo, graciosidade e combinando com a época. Contudo, apenas algumas raras musas atingem o status de atemporais. Mais extraordinário ainda é esbarrar numa atriz que além de bela e talentosa, consiga dar vida a personagens inesquecíveis - como Sabrina Fairchild, Princesa Ann, Jo Stockton e a mais emblemática Holly Golightly - durante sua carreira.  Assim é Audrey Hepburn, uma  Diva-Mor! Diante de tantos atributos era inevitável que ela figurasse uma das minhas postagens. Com vocês a Filmografia em Fotos da incomparável Lady Hepburn:   1989 - Além da Eternidade . 1987 - Amor Entre Ladrões . 1981 - Muito Riso e Muita Alegria . 1979 - A Herdeira . 1976 - Robin E Marian . 1967 - Um Clarão nas Trevas . 1967 - Um Caminho para Dois . 1966 - Como Roubar Um Milhão de Dólares . 1964 - Minha Bela Dama . 1964 - Quando Paris Alucina . 1963 - Charada . 1961 - Infâmia . 1961 - Bonequinha de Luxo . 1960 - O Passado Não Perdoa . 1959 - Uma Cruz à Beira do Abismo . 1959 - A Flor Que Não Morreu . 1957 - Amor na Tarde . 1957 - Cinderela em Paris . 1956 - Guerra e Paz . 1954 - Sabrina . 1953 - A Princesa e o Plebeu . 1952 - The Secret People . 1951 - Young Wives' Tale . 1951 - Nous irons à Monte Carlo . 1951 - O Mistério da Torre . 1951 - Laughter in Paradise . 1951 - One Wild Oat . 1951 - Monte Carlo Baby . 1948 - Dutch In Seven Lessons
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Cleópatra foi a última Rainha do Egito, descendente de Alexandre, o Grande, uma combinação de egípcios e gregos era conhecida por sua inteligência e beleza. Bem, beleza para os padrões de sua época, conforme demonstram imagens só agora descobertas. Sempre envolvida em mitos, foi interpretada por diversas atrizes, no cinema e na tv ao longo dos tempos. Eis algumas delas:   Jeanne d'Alcy em "Cléopâtre" (1899)   Florence Lawrence em "Antony and Cleopatra" (1908)   Theda Bara em "Cleopatra" (1917)   Ethel Teare em  "Anthony and Cleopatra" (1924)   Claudette Colbert em "Cleopatra" (1934)   Vivian Leigh em "César e Cleópatra" (1945)   Sophia Loren em "Due notti con Cleopatra" (1954)   Elizabeth Taylor em "Cleopatra" (1963)   Alessandra Negrini em "Cleópatra" (2007)   Por Carla Marinho
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Chaplin enfim encontrara um parceiro para ser seu garoto. "Depois de Idílio Campestre, eu me sentia inteiramente vazio de idéias. Em busca de um alívio para esse desespero fui ao Orpheum à procura de distrações e, nesse estado de espírito, vi um dançarino excêntrico, que nada tinha de extraordinário, mas que ao terminar o número trouxe ao palco o seu filhinho, garoto de quatro anos, para o agradecimento ao público. O garoto, de súbito, deu alguns engraçados passos de dança e, lançando um olhar de inteligência a platéia, fez alguns acenos e desapareceu nos bastidores. A platéia delirou. Isso poderia ser uma banalidade em se tratando de qualquer outra criança, mas Jackie Coogan era realmente um menino encantador. Fizesse o que fizesse, o garotinho possuía uma aliciante personalidade." (Charles Chaplin, em "Minha vida"). Após esse encontro, Chaplin ficaria algum tempo sem ouvir falar ou pensar no garotinho. Esse foi um período complicado na vida dele, pois sua primeira esposa Mildred perdera o filho ao nascer, o casamento declinava e sua criatividade estava abaixo de zero. Embora sorrisse aos amigos e fizesse festa ao vê-los, se sentia estéril e vazio. Até que um dia lhe veio a notícia que Jackie Coogan tinha sido contratado por Roscoe Arbuckle para um filme. Foi o suficiente para seu mundo cair ao não ter pensado nisso antes do companheiro de Estúdio. Perdera uma oportunidade. Foi aí que surgiu a idéia de The Kid. Mas o filme não poderia ser o mesmo sem Coogan, pensou ele. Quase que instantaneamente as idéias lhe vinham aos montes, e a depressão aumentava quando ele lembrava que havia perdido a oportunidade. No final, do que adiantava? Alguém lhe sugeriu que procurasse outro garotinho, talvez negro. Mas ele não queria. Jackie era o garoto. Mas daí a alguns dias, seu secretário lhe correu com a notícia que mudaria tudo: o Jackie Coogan contratado por Arbuckle tinha sido o pai e não o garoto. Imediatamente Chaplin saltou da cadeira e correu a telefonar para o pai dele. Não iria sossegar até assinar contrato. Segundo Chaplin, interpretar com Coogan era fácil, tremendamente fácil. Ele já viera pronto, já dominava todas as regras básicas da pantomina (arte de interpretar com os gestos, imprescindível no cinema mudo). E foi assim que surgiu uma das duplas mais famosas do cinema, capaz de fazer rir e chorar em The Kid. Realizado em 1922, o filme conta a história de uma mãe solteira (Edna Purviance), desesperada por não ter como sustentar a si e a uma criança, resolve deixá-la dentro de um carro, num bairro nobre. Quem sabe assim o filho teria melhor sorte. Por azar, o carro é roubado, e o garoto abandonado num cortiço. Carlitos (Chaplin) encontra-o e tenta por todos os modos "reabandoná-lo" em qualquer lugar. Num momento vemos um vagabundo quase sórdido, abrindo um bueiro para jogar a criança lá. Mas dura só alguns segundos. Ele logo desiste e volta a ter o olhar sincero e puro do velho e bom Carlitos que conhecemos. Sem saída, o garoto é adotado. Dura é a vida que os espera. Onde cabe mal um cabem mal dois. Jackie (Coogan), o garoto, cresce assim, em péssimas condições financeiras, mas cercado pelo amor de um pai que luta para sobreviver. Os meios, claro, justificam os fins. E os dois trabalham numa parceria de quebrar vidros e eles mesmos consertarem. As confusões seguem, até o momento em que a figura da mãe ressurge, agora rica, e tenta reaver a criança. Uma curiosidade é a seqüência de cenas mais linda do filme (e do cinema): a cena em que o garoto é levado pelas autoridades policiais para um orfanato. A cena reproduz, de certa maneira, o que aconteceu com o próprio Charlie, que também fora afastado da mãe e do irmão, sendo levado num caminhão. Acontece que neste dia, em que a emoção devia aflorar, Coogan parecia estar feliz, feliz até demais. Não conseguia de forma alguma a emoção que a cena necessitava. O menino até contava piadas! Depois de Charlie tanto tentar, o pai tomou as rédeas e disse que daria um jeito. E deu. Voltou depois de algum tempo com Jackie em prantos. O garoto estava pronto para a cena. Qual a mágica, Chaplin quis saber. "Bem, disse o pai, falei para ele que se não chorasse, os funcionários o levariam para o asilo de menores". A cena do choro foi real, pelo menos para Jackie. No final, Chaplin ainda o consolava e dizia-lhe que não o deixariam levar. Imagino o que foi The Kid em tela, quando o seu lançamento, em 1922. O público estava acostumado com o vagabundo, suas estripulias e confusões, mas não com dividi-lo com um protagonista tão jovem e talentoso. A junção da comédia com o drama também ganhava proporções nunca antes testadas: Chaplin nos negou, a partir daquele momento, a escolha entre sorrir ou chorar. Você tem vontade de rir de sua miséria, mas sente-se também culpado por isso... rir de alguém que passa por tantas dificuldades? E tem vontade de chorar quando o vê defendendo seu garoto, com unhas e dentes, de ser levado pelos funcionários da justiça. O garoto chorando desesperado, o corte para um Charlie de olhos arregalados, preso por dois homens mais fortes por ele, a corrida pelos telhados, culminando com o desfecho do beijo entre os dois: uma das cenas mais bem realizadas em toda a história do cinema. Um filme que inicia, realmente, a obra chapliniana. Depois daí, o cinema não seria mais o mesmo. Quanto a Jackie Coogan, ganhou milhões de dólares antes de chegar à adolescência. Amargou anos, até que na década de 60, já velho, foi chamado para fazer o papel de Fester (Tio Funéreo) na série "A Família Adams", grande sucesso entre 1964 e 1966. No cinema fazia pontas como xerifes, detetives ou bêbados, em filmes baratos e em sua maioria de terror. Seu último filme foi "Depredador" (1984). Mas sua imagem que ficou foi aquela do garotinho que quebrava vidraças e depois corria para junto do seu pai adotivo, nos fazendo questionar qual dos dois seria "O Garoto".   Por Carla Marinho
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    Ficha Título Original: Die freudlose Gasse Ano/País/Gênero/Duração: 1925 / Dinamarca / Drama / 125min Direção: Georg Wilhelm Pabst Roteiro: Hugo Bettauer Fotografia: Robert Lach Elenco: Asta Nielsen ... Maria Lechner Greta Garbo ... Greta Rumfort Agnes Esterhazy ... Regina Rosenow Werner Krauss ... Metzger von Melchiorstrasse Henry Stuart ... Egon Stirner Einar Hanson ... Lt. Davis Gregori Chmara ... Kellner Karl Etlinger ... Max Rosenow Ilka Grüning ... Frau Rosenow Jaro Fürth ... Hofrat Rumfort     Sinopse   Pobreza. Crítico retrato social da Viena nos dias posteriores a Primeira Guerra Mundial, que provocou certo escândalo pelo realismo e o atrevimento de suas imagens. Foi um dos primeiros filmes com a participação de Greta Garbo. Viena, logo após a 1ª Guerra Mundial. Apaixonada por um empresário inescrupuloso, uma mulher se torna prostituta. E outra mulher escapa da prostituição graças ao amor de um americano que trabalha para a Cruz Vermelha. Produção de grande valor na história do cinema.     Imagens
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Título original: Der zerbrochene Krug Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / Alemanha / Comédia / 86min Direção: Gustav Ucicky e Emil Jannings Produção: Karl Julius Fritzsche Roteiro: Heinrich von Kleist e Thea von Harbou Fotografia: Fritz Arno Wagner Música: Wolfgang Zeller Elenco Emil Jannings ... Adam, Dorfrichter Friedrich Kayßler ... Walter, Gerichtsrat Max Gülstorff ... Licht, Schreiber Lina Carstens ... Marthe Rull Angela Salloker ... Eva Rull, ihre Tochter Bruno Hübner ... Veit Tümpel, Bauer Paul Dahlke ... Ruprecht Tümpel, sein Sohn Elisabeth Flickenschildt ... Frau Brigitte Walter Werner ... Ein Bedienter Erich Dunskus ... Büttel Gisela von Collande ... Grethe, Magd Lotte Rausch ... Liese, Magd Käthe Kamossa ... Dorfbewohnerin  
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Foram muitas ao longo do tempo... Virginia Kirtley   Mabel Normand   Viola Barry   Minta Durfee Phyllis Allen   Charlotte Mineau   Marie Dressler   Edna Purviance   Georgia Hale Merna Kennedy   Lita Grey   Virginia Cherrill Paulette Goddard   Martha Raye   Claire Bloom   Sophia Loren
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  Woody Allen antes de atuar, fazia shows de stand-up comedy, e nelas já utilizava o estilo que usaria em todos os seus filmes: a ironia, as obsessões, o tom nervoso, a relação complicada com as mulheres e os devaneios de um neurótico. Woody também optou por dirigir e atuar na maioria dos seus filmes, e ele era sempre o mesmo personagem complicado e neurótico em um mundo absurdamente normal para os outros. Outra característica é o tom biográfico utilizado em todos os seus filmes, mesmo naqueles em que o diretor não aparece. Vamos aos melhores filmes de Woody, por ordem de ano.   Tudo o que Você Sempre Quis Saber sobre Sexo mas Tinha Medo de Perguntar (1972)   Sonhos de um Sedutor (1972)   O Dorminhoco (1973)     Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (1977)   Manhattan (1979)     Zelig (1983)   Broadway Danny Rose (1984)   A Rosa Púrpura do Cairo (1985)     Hannah e Suas Irmãs (1986)   Crimes e Pecados (1989)   Maridos e Esposas (1992)   Match Point (2005)  
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Carmen Miranda, nascida em Portugal, mas criada no Brasil, desde cedo demonstrava ter o dom de cantar, quando ainda trabalhava em uma chapelaria no Rio de Janeiro. Era lá que ela cantava tangos e irritava profundamente a dona do estabelecimento. Mas o período foi bom, porque futuramente ajudaria a futura cantora a fabricar suas próprias roupas. Uma de suas clientes a ouviu cantar e fez um convite para que ela se apresentasse no Instituto Nacional de Música. Lá ela conheceu o compositor Josué de Barros, que se auto entitulou, o descobridor de Carmen Miranda. Dele ela gravou a sua primeira marchinha, "YáYá YôYô", que já foi sucesso no carnaval daquele ano. Carmen tornou-se cantora de rádio e em 1930 já era considerada a maior cantora de rádio do Brasil, com a música "Taí, Pra Você gostar de Mim", de Joubert de Carvalho, que vendeu mais de 35 mil discos em um mês. Carmen une-se posteriormente ao Bando da Lua, e com eles começa a viajar o Brasil, apresentando-se. As pessoas ficam surpresas ao verificar que a dona da bela voz é também tão bela quanto ela. A baiana ainda não nascera. Grava marchas e sambas de Francisco Alves, Noel Rosa, Ismael Silva, Assis Valente, Ary Barroso, Cartola e é acompanhada pelo conjunto Diabos do Céu, de Pixinguinha. Apresenta-se nos maiores teatros do Brasil inteiro, Uruguai e na Argentina. Participa de alguns filmes brasileiros, onde canta, como Estudantes e Alô, Alô Brasil, todos perdidos. Mas ainda é possível encontrar trechos dos filmes na internet. Em 1937 conheceu o ator Tyrone Power, que ouvira falar da cantora. Ele estava em viagem, com sua então namorada da época, a também atriz Annabella. Tyrone comenta com amigos de Hollywood sobre Carmen. Alguns já tinham ouvido falar da brasileira. Começam os rumores de Carmen deixaria o Brasil. Acontece então o inevitável. O dramaturgo norte-americano Marc Connelly e a atriz Sonja Henje veem uma apresentação da cantora no Cassino da Urca e ela é convidada para ir para os Estados Unidos. Ela fez um show de despedida no Cassino e viajou para os Estados Unidos em 17 de maio de 1939. Não sabia falar inglês. Mas veio treinando durante toda a viagem. Suas primeiras palavras eram monossilábicas e as fotos mostram uma Carmen bem humorada e otimista. Pode-se dizer que em pouquíssimo tempo já dominava totalmente a língua inglesa, mas os americanos insistiam para que falasse de modo caricato, fato que a incomodou durante toda a vida, e a limitou. Sua primeira apresentação em Boston foi um sucesso fenomenal. Os americanos adoraram O que é que a baiana tem, Touradas em Madri, Bambu, Bambu e South American Way. A estréia em Nova York repetiu o mesmo sucesso, com casas sempre lotadas e jornais relatando que nascia a Brazilian Bombshell. Nesta época, ela escreveu uma carta para Almirante, cantor e amigo, relatando esses tempos: "Aqui vai uma cartinha contando-te que a tua amiga, segundo jornais, é a grande sensação da Broadway. A minha estréia foi algo indescritível. Eles não entendem patavinas do que eu canto, mas dizem que sou a artista estrangeira mais sensacional que até hoje apareceu aqui". Aos brasileiros, manda notícias pelo rádio, única forma naquela época: “Meus queridos e saudosos amigos ouvintes do Brasil, boa noite. Os aplausos que eu escuto todas as noites na Broadway parecem-me o eco dos aplausos brasileiros, contentes por ver o sucesso de sua música popular nos Estados Unidos. Novamente digo que eu tudo farei para sempre corresponder à gentileza do público da minha terra. Adeus, Brasil. Até a volta e bye bye.” Com o sucesso estrondoso, em 1940 a 20th Century Fox convida ela e o Bando da Lua para uma participação no filme Serenata Tropical. Incia-se aí sua carreira cinematográfica. Mas isso é um assunto para um outro tópico.   Por Carla Marinho  
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  Título Original: The Female of the Species Ano/País/Gênero/Duração: 1912 / EUA / Curto | Drama / 17min Direção: D.W. Griffith Produção: D.W. Griffith Elenco Charles West ... The Miner (como Charles H. West) Claire McDowell ... The Miner's Wife Mary Pickford ... The Miner's Wife's Sister Dorothy Bernard ... The Other Woman Sinopse Quatro sobreviventes de uma cidade mineira abandona fazem uma viagem inesperada através do deserta. Mas uma das mulheres do grupo suspeita que seu marido está tendo um romance com a outra do bando.       Assista Online 5p3ixXl-Pvg
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Título original: Der Herrscher Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / Alemanha / Drama / 103min Produção: Karl Julius Fritzsche Direção: Veit Harlan Roteiro: Gerhart Hauptmann e Harald Bratt Fotografia: Günther Anders Música: Wolfgang Zeller Elenco Emil Jannings ... Matthias Clausen Paul Wagner ... Professor Wolfgang Clausen - sein Sohn Hannes Stelzer ... Egert - sein jüngster Sohn Hilde Körber ... Bettina - seine Tochter Käthe Haack ... Ottilie Klamroth - seine verheiratete Tochter Herbert Hübner ... Direktor Erich Klamroth - deren Mann Maria Koppenhöfer ... Paula Clausen - geb. von Rübsamen Marianne Hoppe ... Inken Peters Helene Fehdmer ... Frau Peters Max Gülstorff ... Sanitätsarzt Geiger Harald Paulsen ... Justizrat Hanefeld Theodor Loos ... Pastor Immoos Rudolf Klein-Rogge ... Direktor Bodlfing Paul Bildt ... Diener Winter Walter Werner ... Privatsekretär Dr. Wuttke   Sinopse   Mathias Clausen é o poderoso líder de Clausen Works, uma antiga e próspera firma de munições. Ele se apaixona por uma secretária do escritório e seus filhos conspiram contra ele, a fim de proteger sua herança. Clausen renega-os e entrega a empresa ao Estado, confiante de que os trabalhadores irão perpetuar seu trabalho.  
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Meryl Streep (Indicada 16 vezes, ganhou 2)   Katharine Hepburn (foi indicada para 12, ganhou 4)   Jack Nicholson (foi indicado para 12, ganhou 3)   Bette Davis (foi indicada para 10, ganhou 2)   Laurence Olivier (foi indicado para 10, ganhou 1)     Spencer Tracy  (foi indicado para 9, ganhou 1)   Paul Newman (foi indicado para 9, ganhou 1)   Marlon Brando (foi indicado para 8, ganhou 2)   Jack Lemmon (foi indicado para 8, ganhou 2)       Al Pacino (foi indicado para 8, ganhou 1)   Peter O'Toole (foi indicado a 8, ganhou nenhum)  
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Título Original: A Dispatch from Reuter's Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Biografia | Drama / 90min Direção: William Dieterle Produção: Henry Blanke Roteiro: Valentine Williams e Wolfgang Wilhelm Fotografia: James Wong Howe Música: Max Steiner Elenco Edward G. Robinson ... Paul Julius Reuter Edna Best ... Ida Magnus Reuter Eddie Albert ... Max Wagner Albert Bassermann ... Franz Geller Gene Lockhart ... Otto Bauer Otto Kruger ... Dr. Magnus Nigel Bruce ... Sir Randolph Persham Montagu Love ... Mr. John Delane James Stephenson ... Carew Walter Kingsford ... Louis Napoleon III David Bruce ... Mr. Bruce Dickie Moore ... Julius Reuter as a Boy Billy Dawson ... Max Wagner as a Boy Richard Nichols ... Herbert Reuter, Aged 5 Lumsden Hare ... Chairman   Sinopse   Paul Julius inicia um serviço de mensagens usando pombos-correios e no início tem dificuldades em convencer as pessoas. Com o tempo começa a se transformar em um enorme sucesso.      
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Título Original: Search for Beauty Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Comédia | Crime | Drama | Romance / 78min Direção: Erle C. Kenton Produção: Emanuel Cohen Roteiro: Claude Binyon e David Boehm Fotografia: Harry Fischbeck Música: John Leipold Elenco Buster Crabbe ... Don Jackson Ida Lupino ... Barbara Hilton Robert Armstrong ... Larry Williams James Gleason ... Dan Healy Toby Wing ... Sally Palmer Gertrude Michael ... Jean Strange Bradley Page ... Joe Garrett Frank McGlynn Sr. ... Rev. Rankin Nora Cecil ... Miss Pettigrew Virginia Hammond ... Mrs. Archibald Henderson-James Eddie Gribbon ... Adolph Knockler Ann Sheridan ... Dallas Beauty Winner   Sinopse   Filme pre-code. Três personagens obscuros querem ganhar dinheiro legalmente, e para isso lançam uma revista de fitness com fotos e histórias picantes. Para dar legitimidade à revista, convidam os dois últimos campeões olímpicos para serem editores.  
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Essa atriz realmente merece todas as homenagens do mundo.Ruth de Souza venceu barreiras e preconceitos,por ser negra,ao lado de outras grandes atrizes como Léa Garcia,Chica Xavier e Zezé Motta,abriu caminho para as atrizes dessa geração como Taís Araujo,Isabel Fillardis,Sheron Menezes,Maria Ceiça e etc...Qualquer comentário é muito pouco ao falar desta Grande Mulher.
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Alguém tem o poema ? Por favor me envie: leoveimrober@hotmail.com Obrigado
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Título Original: I Take This Woman Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Drama / 98min Direção: W.S. Van Dyke Produção: Bernard H. Hyman Roteiro: Charles MacArthur e James Kevin McGuinness Fotografia: Harold Rosson Música: Artur Guttmann Elenco Spencer Tracy ... Dr. Karl Decker Hedy Lamarr ... Georgi Gragore Decker Verree Teasdale ... Madame 'Cesca' Marcesca Kent Taylor ... Phil Mayberry Laraine Day ... Linda Rodgers Mona Barrie ... Sandra Mayberry Jack Carson ... Joe Paul Cavanagh ... Bill Rodgers Louis Calhern ... Dr. Martin Sumner Duveen Frances Drake ... Lola Estermont Marjorie Main ... Gertie George E. Stone ... Sid the Taxi Driver Willie Best ... Sambo, the Clinic Attendant Don Castle ... Dr. Ted Fenton Dalies Frantz ... Dr. Joe Barnes   Sinopse   Após sofrer uma desilusão amorosa, Georgi Gragore tenta o suicídio, mas é salva por Dr. Karl Decker, que sugere a ela que os dois se juntem em uma pesquisa. Logo o médico estará perdidamente apaixonado por ela e lhe propõe casamento. Ela aceita, mas seu coração será sempre de seu ex., um homem casado que se negou separar-se para ficar com ela.  
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Judy Garland não nasceu nas coxias de um teatro, como na famosa música “Born in a Trunk”, cantada pela mesma em "A Star is Born" (1954). Mas esteve intimamente ligada a esse mundo, desde o início, com grande parte de seus passos sendo noticiado nos jornais, já que seus pais Frank e Ethel Gumm gozavam de certa aceitação como cantores, tendo inclusive possuído um teatro. Marcou a sua vida, além de sua fama e problemas com remédios que acabaram levando-a à morte, o seu relacionamento com sua mãe. Não se engane com a foto montada em um estúdio. As duas tinham um relacionamento complicado. Ethel terminaria seus dias sozinha, abandonada pela filha famosa e trabalhando em um supermercado, enquanto Judy (ainda) colhia os frutos de seu trabalho. Ethel, que estivera junto a ela desde o início, incentivando-a e a acompanhando de um lugar para o outro, foi sumariamente 'demitida' por Judy, quando esta cresceu. Mas, antes que alguém comece a julgar a atriz como uma filha desnaturada, vamos aos fatos que a levaram a isso... “Ela deve ter saltado de mesas e rolado 10 mil degraus de escada. Não havia um único dia na casa dos Gumm em que mamãe não narrasse com deleite, à sala cheia de visitas, suas tentativas de impedir meu nascimento.” (Shipman, p. 26) Assim Judy descrevia a sua vinda “acidental” ao mundo. Mary Jane, Judy e Virgínia   O casal Gumm passava por dificuldades financeiras e os dois ficaram desesperados ao saberem que além das duas filhinhas (Mary Jane e Virginia), Ethel agora estava grávida novamente em 1921. O casal pensara em um aborto em uma clínica, o que era tremendamente mais perigoso que nos dias atuais, mas acabaram convencidos por um amigo da Igreja onde tocavam e cantavam, a não fazer isso. Dentre os motivos que faziam Ethel pensar em não ter esse filho, o casamento que já estava com as pernas fracas. Frank era homossexual, e apesar de gostar da esposa, não conseguia evitar ter alguns namorados. Ethel não desejava ter, dessa maneira, mais nenhum filho com ele. No final o conselho foi ouvido, e eles deixaram que a nova criança viesse ao mundo. Só que aí veio uma segunda tensão. O casal queria tanto um menino dessa vez! Tanto, que já fazia planos! Para Frank, seria um companheiro, em meio a uma família só de mulheres. Para Ethel, seria uma versão perfeita de Frank: com todas as suas qualidades de artista e nenhum dos seus defeitos... Cada um com seus planos e... A decepção veio às 5:30 da manhã de 12 de junho de 1922. Era apenas... uma menina, a quem deram o nome de Francis (se homem fosse, seria Frank, assim como o pai). A pequena Francis Nascida nessa família artística, e com as duas irmãs já se apresentando no pequeno teatro do pai, Judy estrearia aos 2 anos, cantando no desfile anual no Mercado de Itasca. Há várias versões para o fato. Segundo Shipman, a garotinha entrou correndo no palco para cantar "jingle bells" e não conseguia mais sair de lá. A platéia vibrou, e ela quase que não parava mais de cantar. Isso a marcaria pra sempre. Mais tarde ela se uniria às irmãs, e faria um trio chamado The Gumm Sisters. Logo o casal se separaria, e Ethel seguiria viajando com as garotas e acompanhando suas apresentações. Segundo Judy, o pai não queria que elas viajassem, e esse teria sido um dos motivos da separação. Memória diferente da de sua irmã Virginia, que dizia que o pai também as incentivava. Mas das três irmãs, só Judy realmente tinha a arte nas veias, o que pode ser verificado nessa rara apresentação das The Gumm Sisters:   zRpT9jSNNX8 As irmãs acabaram deixando a carreira artística. Judy, que agora deixava de ser Francis e se tornava oficialmente Judy Garland, fez testes para a MGM. Passou. Mais uma vez sua mãe ia junto, e parte do que Judy ganharia seria dado à ela, como uma espécie de empresária. Caso Ethel quisesse um aumento, era do salário de Judy que este era retirado. Presume-se, aqui abro um parêntesis enorme, e digo PRESUME-SE que Ethel sabia das pílulas dadas por L.B.Mayer e que acabaram por viciar a atriz pelo resto de sua vida.   Com tendência a ser gordinha, a garota foi levada ao departamento médico e passou a ter uma dieta rígida. Enquanto adolescentes de sua idade podiam e deviam comer bem, ela fazia dietas de restrições, além de tomar remédios para emagrecer. Só que os remédios para emagrecer a deixavam excitada demais, fazendo-a perder o sono. Foram passados remédios para dormir. Os remédios para dormir não a deixavam acordar. Foram passados remédios para acordá-la. E assim criou-se um círculo vicioso que acabaria por levá-la à morte, anos depois. Enquanto Mickey Rooney devorava sanduíches enormes, ela tinha que se contentar com um prato se sopa ralo. Trabalhando incessentemente na MGM, Judy se ressentiu por não ter sido avisada da morte de seu pai; culpou Ethel por não a ter avisado da morte de seu pai, ocorrida enquanto ela se apresentava numa rádio. Culpou a mãe também por esta ter se casado, com um amigo próximo do casal, apenas um ano depois da morte do marido. Exatamente um ano após a morte do marido.   A atriz era uma das descobertas dos estúdios, que depois do enorme sucesso com "O Mágico de Oz", não queria que ela crescesse. Durante um bom período, sua imagem virginal, que já rendia bons créditos para os estúdios, deveria ser mantida. Ethel, como mãe empresária, a acompanhava e vigiava em todos os seus passos, verificando amigos, possíveis namorados, roupas, hábitos... enquanto dava-lhe tudo quanto a garota lhe pedisse. Em suma, uma gaiola de ouro. O resultado disso não poderia ter sido menos catastrófico: numa fase de transformação, tal relação com a mãe tornou-se insuportável. Judy não sabia resolver seus problemas sozinha, não tinha voz ativa, começava a ter uma vida paralela ao fazer coisas escondida da mãe e do seu chefe, o poderoso L. B. Mayer. Por causa de Ethel, Judy não tinha a capacidade de manter sozinha seus compromissos diários. O resultado foi o primeiro de vários casamentos frustrados.     Judy casou-se com David Rose para fugir de L. B. Mayer e de sua mãe. Os dois literalmente fugiram juntos, causando meio mundo de mágoas de todos.  O que desenvolveu-se foi uma separação gradativa de sua mãe. Primeiro Ethel vivia em um local à parte na casa da filha. Depois ela foi para outro local. “Descobri-me numa casa enorme. Era assustador. Eu não sabia nada sobre cozinhar ou cuidar de uma casa. Mamãe sempre foi uma dona de casa exemplar, e nunca me pediu para fazer nada”. (Shipman, p. 157) Posso imaginar a forma de Judy ao narrar isso, pois ela era conhecida por seu bom humor. E chego até a vislumbrar as pessoas rindo ao ouvir alguns causos seus, embora em sua voz tivesse um tom de mágoa oculta. E Judy herdara de sua mãe, justamente dela, de Ethel, a mania de rir e fazer piada de seus momentos mais tristes, mascarando uma dor que permanecia lá. A atriz do Mágico de Oz deu um basta em sua relação com a mãe, dispensando seus trabalhos e cortando relações com ela. Passaram vários anos sem se encontrar, até que ela recebeu a notícia, por uma de suas irmãs, de que a mãe havia falecido de ataque cardíaco em um estacionamento da loja onde trabalhava. Estava sozinha e ganhava pouco mais de 12 dólares por semana para se sustentar. Apesar de não se falarem há anos, a filha entrou em depressão ao saber do que acontecera. Não, não era isso que desejava. Não, não era isso que jamais desejaria a quem quer que fosse. Mas não havia mais tempo de se reconciliarem. Foi utilizada como fonte de consulta o livro: Judy Garland, de David Shipman.  
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Esse filme foi o responsável por eiu parar de ir a circo. Depois que vi o palhaço chorar nesse filme, comecei a ter outra visão da vida circense, mas o filme é ótimo.
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Título Original: Sins of Man Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Drama / 86min Direção: Otto Brower e Gregory Ratoff Produção: Kenneth Macgowan Roteiro: Ossip Dymow e Samuel G. Engel Fotografia: Sidney Wagner Música: Alexis Arkhangelsky Elenco Jean Hersholt ... Christopher Freyman Don Ameche ... Karl Freyman / Mario Signarelli Allen Jenkins ... Crusty J. Edward Bromberg ... Anton Engel Ann Shoemaker ... Anna Engel DeWitt Jennings ... Twichelesko Fritz Leiber ... Father Prior Francis Ford ... Town Drunk Christian Rub ... Fritz Adrian Rosley ... Singarelli's Butler Gene Reynolds ... Karl Freyman as a Boy Mickey Rentschler ... Gabriel Freyman as a Boy John Miltern ... Mr. Hall Paul Stanton ... Pastor Edward Van Sloan ... Austrian Army Doctor   Sinopse     Freyman, um sineiro, adora música e quer que seus dois filhos (ambos interpretados por Ameche), amem também. O primeiro vai para a América e o segundo nasce surdo-mudo, mas ganha audiência durante o bombardeio da Primeira Guerra Mundial.      
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Sou louco por esse filme. è um dos meus favoritos. quero muito revê-lo.
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O queaconteceu,?sigo a serie Os Borgias desde o começo, e hoje dia 9/10, trocaram a programçao....Que desrespeito com o telespectador!!!!!!!!
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Título Original: The Light That Failed Ano/País/Gênero/Duração: 1939 / EUA / Drama / 97min Direção: William Wellman Produção: William A. Wellman Roteiro: Robert Carson e Rudyard Kipling Fotografia: Theodor Sparkuhl Música: Victor Young Elenco Ronald Colman ... Dick Heldar Walter Huston ... Torpenhow Muriel Angelus ... Maisie Ida Lupino ... Bessie Broke Dudley Digges ... The Nilghai Ernest Cossart ... Beeton Ferike Boros ... Madame Binat Pedro de Cordoba ... Monsieur Binat Colin Tapley ... Gardner Ronald Sinclair ... Dick as a boy Sarita Wooton ... Maisie as a girl Halliwell Hobbes ... Doutor Charles Irwin ... Soldier model Francis McDonald ... George George Regas ... Cassavetti Sinopse O filme mostra o esforço de um pintor em terminar uma obra antes que fique cego.
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Audrey Hepburn e Natalie Portman   Grace Kelly e Paola Oliveira   Jayne Mansfield e Pamela Anderson   Judy Garland e Anne Hathaway   Lana Turner e Katherine Heigl    
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porque só falar que ela nasceu no rs. sua cidade natal e santana do livramento rs, fronteira com o uruguai, a´te hoje tem parentes por la. abraços
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Uau! Este site me ajudou muito! Obrigada!
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Título original: Alles für Geld Ano/País/Gênero/Duração: 1923 / Alemanha / Drama / 83min Produção: Emil Jannings Direção: Reinhold Schünzel Roteiro: Hanns Kräly e Rudolf Stratz Fotografia: Alfred Hansen Elenco Emil Jannings ... S. I. Rupp Hermann Thimig ... Fred Rupp Dagny Servaes ... Asta Hedwig Pauly-Winterstein ... Frau von Laar Walter Rilla ... Henry von Lauffen Curt Goetz ... Graf Ehrhardt Maria Kamradek ... Sissy Paul Biensfeldt ... Kammerdiener Pitt Ferry Sikla ... Juwelier Ulrich Bettac ... Fred Rupp Ernst Stahl-Nachbaur ... Direktor der Goliath-Werke Heinrich Schroth ... Direktor der Phönix-Werke Reinhold Schünzel ... Schieber Max Kronert ... Nachtwächter   Sinopse   Rupp é um ex-açogueiro, ficou rico na indústria frigorífica, como resultado da reversão de fortunas provocada pela primeira guerra mundial. Grosseiro, rude e sem instrução, tem um filho, Fred, que é apaixonado por carros. Rupp se apaixona por uma aristocrata que penhorou sua herança. Ele propõe casamento a ela, que aceita em troca de dinheiro que salvará sua mãe da morte.    
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  Ficha Título original: Right of Way Ano/País/Gênero/Duração: 1983 / EUA / Drama / 102min Direção: George Schaefer Produção: George Schaefer Roteiro: Richard Lees, Richard Lees Fotografia: Howard Schwartz Música: Brad Fiedel Elenco: Bette Davis ... Mini Dwyer James Stewart ... Teddy Dwyer Melinda Dillon ... Ruda Dwyer Priscilla Morrill ... Mrs. Finter   Sinopse O conflito entre um casal de idosos que decide acabar com suas vidas juntos em um pacto de suicídio, quando a esposa descobre que tem uma doença terminal. A filha, com a ajuda de agências locais de serviço social, tenta dissuadi-los de seu plano.   Assista Online      
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Título Original: Why Worry? Ano/País/Gênero/Duração: 1923 / EUA / Aventura | Comédia | Família | Romance / 60min Direção: Fred C. Newmeyer Roteiro: Sam Taylor e Ted Wilde Elenco Harold Lloyd ... Harold Van Pelham Jobyna Ralston ... The Nurse John Aasen ... Colosso Wallace Howe ... The Valet Jim Mason ... Jim Blake Leo White ... Herculeo Gaylord Lloyd ... Homem Mark Jones ... Mounted Captain
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meu nome e sebastiana,moro em Candeias M.G.. ,tenho 60 anos;sou apaixonada pelos filmes do Cantinflas,.assisti na tv algumas vezez, me esqueci qual a rede de tv pois faz mt tempo e tb passava fora de hora nas madrugadas. mesmo assim eu ficava esperando ,.Ate hoje nao tive como comprar nem um filme. sao tantos e eu nao tenho condiçoes financeiras para compra-los,mas tenho desejo de ve-los novamente nao e bem um desejo mais sim um sonho porque devo ter visto na tv apenas uns quatro filmes como gostaria de ver todos! gosto mt da simplicidade do artista.!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!CANDEIAS M.G. SEBASTIANA
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qdo morava em copacabana via sempre na praia c/ uma mala e suas fotos acompanhadas de suas histórias da época .e agra no dia da explosão fiquei preocupada pois morava perto do restaurante q explodiu.queria notícia dele.dizem q caubi peixoto q paga esse hotel p/ ele ... tão famoso e jogado no mundo
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Título Original: The Front Page Ano/País/Gênero/Duração: 1931 / EUA / Comédia / 101min Direção: Lewis Milestone Produção: Lewis Milestone e Howard Hughes Roteiro: Ben Hecht e Charles MacArthur Fotografia: Glen MacWilliams Elenco Adolphe Menjou ... Walter Burns Pat O'Brien ... Hildebrand 'Hildy' Johnson Mary Brian ... Peggy Grant Edward Everett Horton ... Roy V. Bensinger Walter Catlett ... Jimmy Murphy George E. Stone ... Earl Williams Mae Clarke ... Molly Malloy Slim Summerville ... Irving Pincus Matt Moore ... Ernie Kruger Frank McHugh ... 'Mac' McCue Clarence Wilson ... Sheriff Peter B. 'Pinky' Hartman Fred Howard ... Schwartz Phil Tead ... Wilson Eugene Strong ... Endicott Spencer Charters ... Woodenshoes Clark Gable ... Reporter with hat at table in the prison.   Sinopse   O filme gira em torno de um repórter investigativo e seu editor, que esperam ganhar dinheiro com uma grande história envolvendo um assassino que se encontra desaparecido.  
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Título Original: The Virtuous Sin Ano/País/Gênero/Duração: 1930 / EUA / Drama | Romance / 80min Direção: George Cukor e Louis J. Gasnier Roteiro: Martin Brown e Louise Long Fotografia: David Abel Elenco Walter Huston ... Gen. Gregori Platoff Kay Francis ... Marya Ivanova Sablin Kenneth MacKenna ... Lt. Victor Sablin Jobyna Howland ... Alexandra Stroganov Paul Cavanagh ... Capt. Orloff Eric Kalkhurst ... Lt. Glinka Oscar Apfel ... Maj. Ivanoff Gordon McLeod ... Col. Nikitin Youcca Troubetzkov ... Capt. Sobakin Victor Potel ... Sentry
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a brutal morte dos romanov não merece desculpas, mas não se pode esquecer que eles não se importaram muito com a infelicidade e morte de milhares de russos por dezenas de anos.
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ela sempre foi esqueçida msm mais ela foi uma diva muito bonita ........
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Estréia de Carlos Manga na direção. O melhor fica por conta das pernas da atriz Edith Morel(que fim levou?) - não foi à toa que Manga andou se passando prá ela. O espanhol Gregorio Barrios canta um clássico do compositor Luiz Bonfá : "De Cigarro em Cigarro".
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    Alguns livros biográficos que vale a pena ler...   Marilyn e JFK, de François Forestier O livro é um pouco fantasioso no que se refere ao romance e a forma como ele descreve a Marilyn Monroe. Leia-o com humor, mas se você gostar da Marilyn em excesso sugiro pular para a segunda opção. O livro é um tiro no coração de seus fãs mais ardorosos. Como eu gosto de sofrer, li. Não gostei. Indico para que vocês também se revoltem. Marilyn: Retrato de uma Estrela, de Marie-Magdeleine Lessana Livro biográfico feito por uma fã, mas nem por isso ruim. Ele traz muitos relatos interessantes sobre a diva. Charles Chaplin, de Carlos Heitor Cony Esse livro é muito bom. Além de apresentar um resumo da vida do cineasta, também estuda o personagem, apresenta críticas de alguns de seus filmes, textos de outras pessoas sobre Chaplin e seus filmes e também traz o resumo de TODOS os filmes de Chaplin. Tesouro. Chaplin: Contraditório Vagabundo, de Joyce Milton Confesso que tive que ler o livro umas três vezes para acalmar meus ânimos. A jornalista simplesmente parecia ter algo contra o vagabundo! Em todas as situações, Chaplin sempre parecia ser culpado de tudo de ruim que poderia acontecer no mundo. (Quem ler vai perceber isso). Mas o livro é o mais completo que eu já li sobre ele. Traz informações acerca de suas origens desde os seus bisavós (!!!!), e mostra curiosidades também sobre outros astros da era do cinema mudo. Indico. Judy Garland, por David Shipman Esse livro foi o responsável por minha eterna paixão por Judy Garland. Explico: eu fiquei em dúvida se comprava essa biografia ou uma sobre Greta Garbo. Escolhi essa. E não me arrependi. O autor vai a fundo na história de Judy, conta curiosidades, e mostra uma Judy diferente da que estamos acostumados a ver na mídia: desmistifica a áurea de mulher triste, colocando-a num patamar de fortaleza. Enfim. Indico. James Dean, o moço da capa, de Antonio Bivar O livro também traz informações interessantes sobre a vida íntima de James, citando fatos que eu, obviamente, acabei citando por aqui… (vide posts anteriores. kkkk). Bette Davis, de Charles Higham Um belo livro sobre a minha divíssima Bette. O autor chegou a entrevistá-la, antes de fazer o livro, e traz informações respeitosas, porém, sem deixar de adentrar em curiosidades que todos nós amamos. Garbo, Uma biografia não autorizada, de Antoni Gronowicz Bom, muita calma. O livro foi escrito na primeira pessoa, como se a própria Garbo estivesse narrando fatos de sua vida. A família e Garbo entrou na justiça, inclusive porque o autor, no início, narra um possível (e fictício) encontro entre ele e a diva, em que ela se entrega aos prazeres carnais com o tal. Viajou legal. Indico o livro só porque precisamos dessas coisinhas que nos deixam revoltados. Carmem Miranda, de Ruy Castro Gente, Ruy Castro é um dos autores que me fazem ter esperança na humanidade. De leitura fácil, mas não burrática, traz detalhes mínimos da vida de nossa pequena, e elucida fatos de sua vida aqui e nos Estados Unidos. Um retrato respeitoso e, posso dizer, fiel (porque acredito em cada palavra do Ruy) sobre nossa pequena notável. Brando: Canções que minha mãe me ensinou Brando resolveu contar um pouco a sua história. E o fez nesse livro, cheio de xingamentos. Gente, ele fala mal até do pobrezinho do Al Pacino. Fala de suas relações (heteros), casos, romances, porém, sem citar nomes. Mas no quesito família, ele deixou claro: não iria tocar no nome dos filhos nem das ex-esposas. Livro maravilhoso. Indico a todos. O Grande Amante, de Irving Shulman Não pensei que tinha, mas tem. Um bom livro falando sobre a vida do grande amante, Rodolfo Valentino. Se bem que a linguagem não é muito boa, o autor se detém muito em detalhes, como as flores ou decoração da sala onde foi feito o velório, e também fortifica a visão de machão (que não foi) o Rodolfito. Mas mesmo assim indico: é a única biografia sobre Valentino que encontrei em português. Grace Kelly: as vidas secretas da princesa, de James Spada Se viva estivesse, creio que Grace não aprovaria este livro. Discreta como foi, manteve uma áurea em torno de sua dignidade, tão bonita (e tão falsa, mas bonita, vai…). De repente vem um sujeito e escracha, contando tudo: que ela gostava de homens mais velhos, que teve romances depois de casada, que não era feliz, e etc. Enfim. Para quem gosta de bafões, indico correndo comprar. Enfim, é isso. Por hoje. Depois eu indico outros livros. Onde encontrar os livros?? Links Abaixo No Submarino Na Estante Virtual (livros fora de catálogo)   (Por Carla Marinho)
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Pra mim o mais belo Cristo foi o ator Robert Powell do filme Jesus de Nazaré de Franco Zeffirelli.
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Ficha Título Original: Phantom Lady Ano/País/Gênero/Duração: 1944 / EUA / Crime Drama Noir / 87min Direção: Robert Siodmak Produção: Joan Harrison Roteiro: Bernard C. Schoenfeld e Cornell Woolrich Fotografia: Elwood Bredell Elenco: Franchot Tone ... Jack Marlow Ella Raines ... Carol Richman Alan Curtis ... Scott Henderson Aurora Miranda ... Estela Monteiro Thomas Gomez ... Inspector Burgess Fay Helm ... Ann Terry Elisha Cook Jr. ... Cliff Andrew Tombes ... Bartender Regis Toomey ... Detective Chewing Gum Joseph Crehan ... Detective Tom Doris Lloyd ... Kettisha Virginia Brissac ... Dr. Chase Sinopse Scott Henderson passa por uma má fase casamento, e certa noite vai se confortar num bar onde é acompanhado por uma mulher misteriosa que usava um chapéu. Quando volta para casa, ele encontra a esposa estrangulada. Quando então tenta provar sua inocência, ninguém do bar se lembra de ter visto a mulher de chapéu. Assista Online Imagens
| 1294 ace
amei o filme , mais nao entendir um pouco , mais é mt bom
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POSSUO UM ALBUM DA SHIRLEY TEMPLE DE 1935 COM MAIS DE 50 PAGS COM PROPAGANDAS DA ÉPOCA INTERCALANDO AS PAGS. ANUNCIOS DO TENPO QUE AÇUCAR ERA ESCRITO COM DOIS "S" E ETC... POSSUI CAPA VERMELHA COM A FOTO DELA. FABRICADO ESPECIALMENTE PELA CIA DE PAREL DE PETROPOLIS EM 1935. ALGUMA POSSIBILIDADE DE ENCONTRAR ALGUM COLECIONADOR INTERESSADO? OBRIGADA.
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  Ficha Título Original: The Jungle Book Ano/País/Gênero/Duração: 1942 / EUA / Filme Aventura / 108min Direção: Zoltan Korda Produção: Alexander Korda Roteiro: Laurence Stallings Fotografia: Lee Garmes Música: Miklós Rózsa Elenco: Sabu ... Mowgli Joseph Calleia ... Buldeo John Qualen ... The Barber Frank Puglia ... The Pundit Rosemary DeCamp ... Messua Patricia O'Rourke ... Mahala Ralph Byrd ... Durga John Mather ... Rao Faith Brook ... English Girl Noble Johnson ... Sikh     Sinopse   Clássico para a diversão da família, mogli, o menino lobo é uma adaptação original de rudyard kipling da eterna aventura na floresta. estrelando sabu, o jovem indiano que ganhou fama internacional como mogli, um órfão criado por lobos e amigo de todos os animais selvagens. quando mogli volta para sua terra natal, já crescido, ele descobre os estranhos modos dos homens. lá ele encontra mahala, uma aldeã encantadora, que fica impressionada com seus amigos animais. juntos, eles fazem uma viagem mágica através da floresta, até encontrarem ruínas cheias de tesouros de uma civilização perdida.   Assista Online         Imagens    
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  Ficha Título Original: Fortress Ano/País/Gênero/Duração: 1986 / Austrália / Drama / 91min Direção: Arch Nicholson Produção: Raymond Menmuir Roteiro: Everett De Roche Fotografia: David Connell Música: Danny Beckermann Elenco: Sean Garlick ... Sid Rachel Ward ... Sally Jones Elaine Cusick ... Sra. O'Brien Laurie Moran ... Sr. O'Brien Marc Aden ... Tommy Ray Chubb ... Publican Bradley Meehan ... Richard Rebecca Rigg ... Narelle Beth Buchanan ... Leanne Asher Keddie ... Sue Anna Crawford ... Sarah Richard Terrill ... Toby Vernon Wells ... Dabby Duck Peter Hehir ... Father Christmas David Bradshaw ... Pussy Cat Roger Stephen ... Mac the Mouse Wendy Playfair ... Old Woman Ed Turley ... Old Man Nick Waters ... Det Sgt Cotter Terence Donovan ... Det Sgt Mitchell Robin Mason ... Derek     Sinopse   Uma professora e nove alunos são seqüestrados por homens mascarados, levados até uma caverna onde são aprisionados. O grupo consegue escapar e durante todo o filme há muito suspense e aventura e todos terão que se unir para lutar contra os seqüestradores.   ASSISTA ONLINE       Imagens    
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Um dos melhores filmes que já assisti. Gostaria de compra-lo em DVD, porém, onde achá-lo? Se souberem favor informar. Grato.
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Amacio Mazzaropi foi um grande artista e o que nos enche de orgulho era o fato de que ele era brasileiro,divertiu milhares de pessoas e nunca dependeu do governo para produzir seus filmes,,na minha opnião ele foi o maior cineasta do Brasil.Valeu Mazzaropi
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Ficha Título Original: Good Morning, Vietnam Ano/País/Gênero/Duração: 1987 / EUA / Comédia Drama Guerra / 121mim Direção: Barry Levinson Produção: Larry Brezner Roteiro: Mitch Markowitz Fotografia: Peter Sova Música: Alex North Elenco: Robin Williams .... Adrian Cronauer Forest Whitaker .... recruta Edward Montesque Garlick Tung Tranh Tran ... Tuan Chintara Sukapatana .... Trinh Bruno Kirby .... tenente Steven Hauk Robert Wuhl .... sargento Marty Lee Dreiweitz J.T. Walsh .... sargento Phillip Dickerson ('Dick') Noble Willingham .... general Taylor Richard Edson .... recruta Abersold Juney Smith .... sargento Phil McPherson Richard Portnow .... Dan Levitan Floyd Vivino .... Eddie Kirk Cu Ba Nguyen .... Jimmy Wah     Sinopse   O DJ do exército norte-americano no Vietnã Adrian Cronauer (Robin Williams) chega para mexer com a programação da rádio com seu humor forte e irônico. Ele acaba agradando a todos os soldados, com exceção de alguns superiores, que vêem nele uma ameaça à organização das tropas. Enquanto isso ele se apaixona perdidamente por uma vietnamita, trazendo mais problemas para si. Principais prêmios e indicações Oscar 1988 (EUA) Recebeu uma indicação, na categoria de melhor ator (Robin Williams). Globo de Ouro 1988 (EUA) Venceu na categoria de melhor ator - comédia / musical (Robin Williams). BAFTA 1989 (Reino Unido) Recebeu duas indicações, nas categorias de melhor ator (Robin Williams) e melhor som. American Comedy Awards 1988 (EUA) Robin Williams venceu na categoria de ator mais engraçado em cinema. Political Film Society 1989 (EUA) Venceu na categoria Paz. Assista Online (legendado) 91XMahQXQ44   Canal: http://www.youtube.com/user/dmaccoy?feature=watch     Imagens
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"Não sou uma estrela de cinema. Sou uma atriz." Vivien Leigh espetacular!
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  Ficha Título Original: ¿Qué He Hecho Yo Para Merecer Esto? Ano/País/Gênero/Duração: 1984 / ESP / Comédia Drama / 101min Direção: Pedro Almodóvar Produção: Hervé Hachuel    Roteiro: Pedro Almodóvar Fotografia:  Ángel Luis Fernández    Música: Bernardo Bonezzi Elenco: Carmen Maura… Gloria Chus Lampreave… Avó Ángel de Andrés López… Antonio Verónica Forqué… Carmen Kiti Manver… Juani Francisca Caballero… Paquita Pedro Almodóvar… Cantor em musical da TV Fanny McNamara… Figurante em musical da TV Agustín Almodóvar… Bancário Cecilia Roth… Mulher do anúncio   Sinopse   Uma família extremamente problemática vive apertada num flat. Glória e Antônio são os pais, e ele mantém uma adoração por uma cantora alemã de meia idade. Um dos filhos vende heroína; outro dorme com homens. A sogra tem um comportamento estranho também. Dois escritores procuram Antônio para que ele os ajude a transcrever textos de maneira que passem por memórias de Hitler. Ao recusar, eles procuram a tal cantora para que ela interceda junto a ele.   Assista Online (legendado)   Imagens
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Excelente filme!
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Esta popular atriz se ergueu da pobreza ao estrelato por pura audácia, determinação e dedicação. Durante sua carreira de 50 anos, ela realizou mais de 80 filmes, mas seu perfeccionismo obssessivo, cada vez mais presente em seus últimos trabalhos, acabopu lhe rendendo a fama de velha intransigente que nem mesmo a adoração de seus fãs conseguiu sobrepor. Ainda sim, ela se manteve com um dos ícones mais populares do cinema, um modelo para milhares de jovens mulheres que aspiravam ter sua imagem, seu estilo, seu poder magnético e sua independência inquestionável. Legendado em português.
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Título Original: Thunderbolt Ano/País/Gênero/Duração: 1929 / EUA / Film-Noir | Drama / 85min Direção: Josef Von Sternberg Produção: B.P. Fineman Roteiro: Joseph L. Mankiewicz e Charles Furthman Fotografia: Henry W. Gerrard Elenco George Bancroft ... Thunderbolt Jim Lang Fay Wray ... Ritzy Richard Arlen ... Bob Morgan Tully Marshall ... Warden Eugenie Besserer ... Mrs. Morgan James Spottswood ... 'Snapper' O'Shea Fred Kohler ... 'Bad Al' Friedberg Robert Elliott ... Prison chaplain E.H. Calvert ... Dist. Atty. McKay George Irving ... Mr. Corwin Mike Donlin ... Kentucky Sampson S.S. Stewart ... Convict William L. Thorne ... Police inspector   Sinopse   Filme noir de 1929, conta a história da execução de um bandido, que antes de morrer, quer matar o homem que se apaixonou por sua namorada.    
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Título Original: I Was a Male War Bride Ano/País/Gênero/Duração: 1949 / EUA / Comédia Romance / 105min Direção: Howard Hawks Produção: Sol C. Siegel Roteiro: Charles Lederer, Leonard Spigelgass, Hagar Wilde Fotografia: Osmond Borradaile, Norbert Brodine Música: Cyril J. Mockridge Elenco Cary Grant ... Capt. Henri Rochard Ann Sheridan ... Lt. Catherine Gates Marion Marshall ... Lt. Kitty Lawrence Randy Stuart ... Lt. Eloise Billings Bill Neff ... Capt. Jack Ramsey Sinopse Um capitão francês e uma tenente americana (Cary Grant e Ann Sheridan) se apaixonam durante uma missão e decidem se casar. Mas para que eles possam viver em paz na América, precisam se passar desapercebidos, e para tanto, ele se disfarça de mulher, se passando por uma noiva de guerra e embarca em um navio repleto de mulheres de oficiais. Assista Online (legendado) Imagens
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Título Original: Interference Ano/País/Gênero/Duração: 1928 / EUA / Drama / Direção: Lothar Mendes e Roy Pomeroy Roteiro: Harold Dearden e Julian Johnson Fotografia: Henry W. Gerrard Música: W. Franke Harling Elenco William Powell ... Philip Voaze Evelyn Brent ... Deborah Kane Clive Brook ... Sir John Marlay Doris Kenyon ... Faith Marlay Tom Ricketts ... Charles Smith Brandon Hurst ... Inspector Haynes Louis Payne ... Childers Wilfred Noy ... Dr. Gray Donald Stuart ... Freddie Raymond Lawrence ... Repórter Clyde Cook ... Hearse Driver       Curiosidades - Primeiro filme falado da Paramount, não fez muito sucesso.  
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Título Original: The Red Lily Ano/País/Gênero/Duração: 1924 / EUA / Drama / 81min Direção: Fred Niblo Produção: Fred Niblo Roteiro: Fred Niblo e Bess Meredyth Fotografia: Victor Milner Música: H. Scott Salinas Elenco Ramon Novarro ... Jean Leonnec Enid Bennett ... Marise La Noue Frank Currier ... Hugo Leonnec Mitchell Lewis ... D'Agut Rosita Marstini ... Madame Charpied Sidney Franklin ... M. Charpied - Her Husband Wallace Beery ... Bo-Bo George Nichols ... Concierge Emily Fitzroy ... Mama Bouchard George Periolat ... Papa Bouchard Rosemary Theby ... Nana Milla Davenport ... Madame Poussot Gibson Gowland ... Le Turc Dick Sutherland ... The Toad     Sinopse   Jean e Marise estão apaixonados e são obrigados a deixar suas casas por causa da desaprovação de seus pais. Eles partem juntos para Paris. Chegando lá, Jean deixa Marise brevemente para organizar o casamento, mas acaba sendo acusado de roubo por seu pai e vai preso. O casal acaba se separando de forma irrevogável e suas vidas são levadas para as camadas mais baixas da sociedade francesa. Todo o tempo, tentam recuperar o amor perdido. Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas
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Título Original: The Royal Family of Broadway Ano/País/Gênero/Duração: 1930 / EUA / Comédia / 82min Direção: George Cukor e Cyril Gardner Roteiro: Edna Ferber e George S. Kaufman Fotografia: George J. Folsey Elenco Ina Claire ... Julie Cavendish Fredric March ... Tony Cavendish Mary Brian ... Gwen Cavendish Henrietta Crosman ... Fanny Cavendish Charles Starrett ... Perry Arnold Korff ... Oscar Wolfe Frank Conroy ... Gilmore Marshall Royal C. Stout ... Joe Elsie Esmond ... Della Murray Alper ... McDermott Wesley Stark ... Hall Boy Herschel Mayall ... Doutor   Sinopse   Os Cavendishes, influente família de atores da Broadway, estão em vias de desintegrar-se: Julie pensa em aposentar-se e fugir para a América do Sul com um antigo amor, o ricaço Gilmore; sua filha Gwen está indecisa entre a carreira e um casamento convencional; e seu turbulento irmão Tony enfrenta problemas com Hollywood. Quando a casa está a pique de ruir, a matriarca Fanny, que teimosamente ainda atua, faz um convincente apelo à razão, direto de seu leito de morte.  
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Título Original: Time to Kill Ano/País/Gênero/Duração: 1945 / EUA / Curto | Guerra / 23min Elenco George Reeves ... Frank Barry Nelson ... Harry O'Brien Don Hanmer ... Shorty Jimmy Lydon ... Lou Don Taylor ... George DeForest Kelley ... Peter Betty White ... Lou's Girl Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas
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Bem, gostaria que ainda fizesse o karate kid aos 40 anos de idade, mas foi bom ver seu filme do karate kid 3. Valeu . I love you.
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Título Original: Mush and Milk Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Comédia | Família | Curto / 20min Direção: Robert F. McGowan Produção: Robert F. McGowan Fotografia: Hap Depew Elenco Matthew 'Stymie' Beard ... Stymie Tommy Bond ... Tommy John 'Uh huh' Collum Dorothy DeBorba ... Dorothy Louise Emmons ... Cap's wife Bill Farnum Edith Fellows ... Edith James Finlayson ... Mr. Brown, the banker Bobby 'Wheezer' Hutchins ... Wheezer Dickie Jackson Marcia Mae Jones Gus Leonard ... Cap George 'Spanky' McFarland ... Spanky Dickie Moore ... Dickie Rolfe Sedan ... Garçom Olga Therkow   Sinopse   Mais uma aventura dos Batutinhas (The Little Rascals).   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas  
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Título Original: The Mended Lute Ano/País/Gênero/Duração: 1909 / EUA / Curta Faroeste / 11min Direção: D.W. Griffith Roteiro: Stanner E.V. Taylor Elenco Florence Lawrence ... Rising Moon Frank Powell ... Chief Great Elk Horn Owen Moore ... Little Bear James Kirkwood ... Standing Rock   Sinopse   Moon Rising ama Little Bear, mas seu pai prefere Stanging Rock, um rico pretendente. Standing Rock a leva para sua tenda, mas ela foge para se juntar ao seu amado e juntos fugirem.   Assista online gOd3ADntrjY  
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Título Original: True to the Navy Ano/País/Gênero/Duração: 1930 / EUA / Ação | Comédia | Romance / 71min Direção: Frank Tuttle Roteiro: Keene Thompson e Doris Anderson Fotografia: Victor Milner Música: Howard Jackson Elenco Clara Bow ... Ruby Nolan Fredric March ... Bull's Eye McCoy Harry Green ... Solomon Bimberg Rex Bell ... Eddie Eddie Fetherston ... Michael Eddie Dunn ... Albert Ray Cooke ... Peewee Harry Sweet ... Artie Adele Windsor ... Maizie Sam Hardy ... Brady Jed Prouty ... Dance Hall Manager   Sinopse   Enquanto os marinheiros em geral gostam de ter uma garota em cada porto, todos os marinheiros da Frota do Pacífico parecem se interessar pela mesma garota, a senhorita Rubi Nolan. Só que o coração dela já pertence a Bulls-Eye, que aparentemente parece não estar interessado nela.      
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Título Original: Stamboul Quest Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Romance | Suspense | Drama / 86min Direção: Sam Wood Produção: Sam Wood Roteiro: Herman J. Mankiewicz e Leo Birinsky Fotografia: James Wong Howe Música: William Axt Elenco Myrna Loy ... Annemarie, aka Fräulein Doktor and Helena Bohlen George Brent ... Douglas Beall Lionel Atwill ... Herr Von Sturm C. Henry Gordon ... Ali Bey Rudolph Anders ... Karl Mischa Auer ... Ameel Roberts   Sinopse   Em 1915 o alemão chefe da contra-inteligência Von Sturm descobre que alguém está entregando seus planos ao Governo britânico. Ele suspeita de Ali Ney, comandante turco para dos Dardanelos, e despacha Annemarie a Constantinopla para garantir a prova.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Legendas
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Como podem tirar do ar uma série tåo interesante da história europeia Muita falta de respeito ao telespectador assìduo
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  Ficha Título Original: Heart and Souls Ano/País/Gênero/Duração: 1993 / EUA / Comédia Fantasia / 104min Direção: Ron Underwood Produção: Sean Daniel Roteiro: Gregory Hansen e Gregory Hansen Fotografia: Michael W. Watkins Música: Marc Shaiman Elenco: Robert Downey Jr. ... Thomas Reilly Charles Grodin ... Harrison Winslow Alfre Woodard ... Penny Washington Kyra Sedgwick ... Julia Tom Sizemore ... Milo Peck David Paymer ... Hal the Bus Driver Elisabeth Shue ... Anne Bill Calvert ... Frank Reilly Lisa Lucas ... Eva Reilly Shannon Orrock ... Woman at Audition Michael Zebulon ... Singer at Audition Chasiti Hampton ... Shirley Washington - Age 7 Wanya Green ... Diane Washington - Age 8 Janet MacLachlan ... Agnes Miller Javar David Levingston ... Billy Washington - Age 4 Robert William Newhart ... Bob Newhart Sean O'Bryan ... John McBride Steven Clawson ... Bartender John Stuart Morris ... Wanda   Sinopse   Harrison, Penny, Julia e Milo morrem prematuramente num acidente com o ônibus em que estavam. Diversos problemas pendentes em suas vidas os deixam presos na Terra até que consigam colocar tudo em ordem. Para sua sorte, no instante do acidente nascia o bebê Thomas, a quem ficam miraculosamente conectados. Thomas, agora um adulto (Robert Downey Jr.) começa a ser atormentado pelos fantasmas que insistem em pedir sua ajuda. Inicialmente contrariado e confuso, ele aos poucos vai concordando em colaborar com o drama dos falecidos.   Assista Online (legendado)         Imagens  
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  Título Original: The House of Darkness Ano/País/Gênero/Duração: 1913 / EUA / Curto | Drama / 17min Direção: D.W. Griffith Produção: D.W. Griffith Roteiro: Jere F. Looney Elenco Lionel Barrymore ... O Médico Claire McDowell ... The Doctor's Wife Charles Hill Mailes ... The Lunatic aka The 'Unfortunate' Patient Lillian Gish ... Nurse Playing Piano Sinopse Um paciente violento de um asilo de loucos se acalma quando ouve uma enfermeira tocar piano. Mas é só ela parar que ele adquire uma arma e foge.     Assista Online NGXMVX4phrI
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  Ficha Título Original: Sleeper Ano/País/Gênero/Duração: 1973 / EUA / Comédia / 88min Direção: Woody Allen Produção: Jack Grossberg Roteiro: Woody Allen, Marshall Brickman Fotografia: David M. Walsh Elenco: Woody Allen ... Miles Monroe Diane Keaton ... Luna Schlosser John Beck ... Erno Windt Mary Gregory ... Dr. Melik Don Keefer ... Dr. Tryon John McLiam ... Dr. Aragon Bartlett Robinson ... Dr. Orva Chris Forbes ... Rainer Krebs Mews Small ... Dr. Nero Peter Hobbs ... Dr. Dean Susan Miller ... Ellen Pogrebin Lou Picetti ... M.C. Jessica Rains ... Woman In The Mirror Brian Avery ... Herald Cohen Spencer Milligan ... Jeb Hrmthmg Stanley Ross ... Sears Swiggles John Cannon ... Various Voice-Overs (voz) Regis Cordic ... Party Guest Howard Cosell ... O Próprio (on Wide World of Sports) George Furth ... Guest at Luna's Party Laurence Kirchmar ... McDonald's Kid Jackie Mason ... Robot Tailor (voz) Richard Nixon ... O Próprio (Checkers speech, discloses his personal finances) Albert Popwell ... Reprogramming Scientist Douglas Rain ... Evil Computer / Various Robot Butlers (voz) Whitney Rydbeck ... Janus     Sinopse   Miles Monroe é um clarinetista e dono de loja de alimentos que foi congelado em 1973. 200 anos depois, ele é trazido de volta à vida por membros da oposição do então atual governo opressor para tentar combater este agressivo regime. Mas, antes do início da batalha, o atrapalhado músico quer conhecer este novo mundo completamente surreal, que tem um complexo aparato chamado Orgasmatron como substituto do sexo tradicional.   Assista Online         Imagens  
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Notei que, infelizmente, alguns links estão quebrados. =////
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Título Original: The Moon's Our Home Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Comédia / 80min Direção: William A. Seiter Produção: Walter Wanger Roteiro: Faith Baldwin e Alan Campbell Fotografia: Joseph A. Valentine Música: Gerard Carbonara Elenco Margaret Sullavan ... Cherry Chester / Sarah Brown Henry Fonda ... Anthony Amberton / John Smith Charles Butterworth ... Horace Van Steedan Beulah Bondi ... Mrs. Boyce Medford Henrietta Crosman ... Lucy Van Steedan Walter Brennan ... Lem Dorothy Stickney ... Hilda Brandon Hurst ... Babson Lucien Littlefield ... Ogden Holbrook Margaret Hamilton ... Mitty Simpson Spencer Charters ... Abner Simpson Margaret Fielding ... Miss Manning Grace Hayle ... Miss Hambridge Monte Vandergrift ... Brakeman Richard Powell ... Candy Butcher   Sinopse   Um romancista de Nova York casa-se com uma atriz, sem a conhecer direito. A verdadeira aventura começa na lua de mel, quando eles realmente começarem a se conhecer.  
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Título Original: You Can't Get Away with Murder Ano/País/Gênero/Duração: 1939 / EUA / Drama | Crime / 79min Direção: Lewis Seiler Produção: Jack L. Warner Roteiro: Robert Buckner e Don Ryan Fotografia: Sol Polito Música: Heinz Roemheld Elenco Humphrey Bogart ... Frank Wilson Gale Page ... Madge Stone Billy Halop ... John 'Johnny' Stone John Litel ... Attorney Carey Henry Travers ... Pop, Sing Sing Librarian Harvey Stephens ... Fred Burke Harold Huber ... Tom Scappa Joe Sawyer ... Red Joe Downing ... Smitty George E. Stone ... Toad Joe King ... Principal Keeper, 'P.K.' Joseph Crehan ... Warden John Ridgely ... Gas Station Attendant Herbert Rawlinson ... District Attorney   Sinopse   Um garoto une forças com um mafioso e ajuda-o a roubar um posto de gasolina. Os dois embarcam numa onda de crimes. As coisas começam a piorar quando o namorado de sua irmã se envolve em um assassinato.
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Adorei a matéria, sou louca por Clarinha, acho-a mesmo um ser especial e adorável. Parabéns pela sensibilidade em transpor para o site uma clara tão vivaz. beijos
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Título Original: The Country Doctor Ano/País/Gênero/Duração: 1909 / EUA / Curto | Drama / 14min Fotografia: G.W. Bitzer Elenco Kate Bruce ... Poor Mother Adele DeGarde ... Poor Mother's Sick Daughter Gladys Egan ... Edith Harcourt - Daughter Rose King ... Empregada Florence Lawrence ... Mrs.Harcourt Mary Pickford ... Poor Mother's Elder Daughter Frank Powell ... Doctor Harcourt   Sinopse   Enquanto cuidava de sua filha doente, médico é chamado para o leito de um vizinho que está gravemente doente. O médico ignora os pedidos de sua esposa para que volte para casa de cuide de sua própria filha, que piora bruscamente.     Assista Online OBksuwmGxno
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  Título Original: Riptide Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Drama | Romance / 92min Direção: Edmund Goulding Produção: Irving Thalberg Roteiro: Edmund Goulding Fotografia: Ray June Música: Herbert Stothart Elenco Norma Shearer ... Lady Mary Rexford Robert Montgomery ... Tommie Trent Herbert Marshall ... Lord Philip Rexford Mrs. Patrick Campbell ... Aunt Hetty Riversleigh Richard 'Skeets' Gallagher ... Erskine Ralph Forbes ... David Fenwick Lilyan Tashman ... Sylvia Wilson Arthur Jarrett ... Percy Earl Oxford ... Freddie Gray Helen Jerome Eddy ... Celeste George K. Arthur ... Bertie Davis Marilyn Spinner ... Pamela Rexford Phyllis Coghlan ... Nurse Clark Howard Chaldecott ... Albert Ransome Halliwell Hobbes ... Bollard      
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Título Original: The Keyhole Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Comédia | Drama | Romance / 69min Direção: Michael Curtiz Roteiro: Robert Presnell Sr. Fotografia: Barney McGill Elenco Kay Francis ... Ann Brooks George Brent ... Mr. Neil Davis Glenda Farrell ... Dot Monroe Owsley ... Maurice Le Brun Allen Jenkins ... Hank Wales Helen Ware ... Portia Brooks Henry Kolker ... Schuyler Brooks Ferdinand Gottschalk ... Brooks' Lawyer     Sinopse   Anne Brooks está sendo chantageada por seu antigo parceiro de dança Maurice. Eles se casaram quando ela era muito jovem, mas se separaram logo depois. Anne casou-se com o velho milionário Brooks Schuyler. Logo após isso, Maurice revelou que na verdade os dois não se separaram oficialmente.  
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Título Original: Stingaree Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Comédia | Drama | Romance / 77min Direção: William Wellman Produção: Pandro S. Berman Roteiro: Becky Gardiner e Lynn Riggs Fotografia: James Van Trees Música: Max Steiner Elenco Irene Dunne ... Hilda Bouverie Richard Dix ... Stingaree Mary Boland ... Mrs. Clarkson Conway Tearle ... Sir Julian Kent Andy Devine ... Howie Henry Stephenson ... Mr. Hugh Clarkson George Barraud ... Inspector Radford Una O'Connor ... Annie 'Snub' Pollard ... Victor Reginald Owen ... The Governor-General Billy Bevan ... Mac Robert Greig ... The Innkeeper   Sinopse   Filme baseado em uma história de EW Hornung pblicada em 1905. Austrália, Hilda Bouverie é uma pobre menina que serve na casa dos ricos senhores Clarkson. Os dois estão animados com a chegada de um famoso compositor britânico, mas é a chegada de um assaltante notório de nome Stingaree que vai abalar a cidade. E ele vem fingindo ser um compatriota inglês.  
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fiquei feliz que ela voltou a gravar. ela é uma otima atriz e ca ntora, que deus a abençoe. Abraços
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o TCm tirou esta noite o seriadopara por no lugar uma porcaria de Ken Follet, grande desrespeito aos telespectadores.
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Por Joelmar Fernando do blog recantofilosofico.blogspot.com.br   Produzido a partir da obra literária de Anthony Burguess (A ClockWork Orange, 1962), o filme Laranja Mecânica é uma superprodução considerada a obra-prima do diretor de cinema Stanley Kubrick. Nesta obra, Kubrick procurou representar com a maior capacidade e fidedignidade possíveis o conteúdo expresso no livro. Entretanto, antes de qualquer coisa, convém lembrar que toda obra ou produção artística é uma compilação da realidade ou de como a mesma se manifesta nos caracteres e percepções do individuo. No caso específico de Burguess, tal caracterização se torna ainda mais válida se se observar que o mesmo era originário da Inglaterra, nascido em 1917, e passou por um momento histórico mundial de grande importância, já que o mesmo lutou como militar na Segunda Guerra Mundial (1939-1945) de modo a cooperar com a “Tríplice Aliança” contra a “Tríplice Entente”. Este fato e as circunstancias vividas durante o período bélico provocou no autor uma sensibilidade notável (e de fato desprezível) diante da selvageria e brutalidade que a Humanidade atingira e dos métodos e medidas repressivas e ditatoriais que vieram atrelados ao mundo moderno. De fato, A Laranja Mecânica se constitui de um relato da vida do Jovem Alexandre ou Alex; rapaz muito inteligente, porém imerso em sua contextualidade de sexo, drogas, violência e amor pela musica erudita de Ludwig Van Beethoven. Alex e seus três “drugues” (Pete, George e Tapado) formam um grupo de punks que adoram divertir-se sem limites, obtendo prazer através de delitos e da criminalidade. Neste quesito seria de interessante destaque as assertivas da área da Psicologia Criminal, destacadamente a Teoria do Desenvolvimento Moral e do Processo Cognitivo que prevê o “comportamento delitivo ligado a certos processos cognitivos, isto é, a seu modo de perceber o mundo, ao próprio contexto subjetivo do delinqüente, ao grau de desenvolvimento e moral deste, às suas normas e valores e as outras variáveis cognoscitivas da personalidade” (MOLINA,1992). Entretanto, apesar de altamente importante o entendimento e compreensão do fenômeno da delinqüência, o fato mais marcante na produção cinematográfica em questão é a transformação de Alex de um punk socialmente sem moral para um cidadão “exemplar” doutrinado e, conseqüentemente, sua volta ao estado de rebelde. Como muito bem elaborado no cinema, uma vez preso na Prisão Estatal numero 84-F para cumprimento de um pena de 14 anos de reclusão social, o protagonista ver-se modificado radicalmente do seu velho estado radical de viver ao enquadramento de normas “positivistas” privilegiadoras de ordem como objeto e possibilidade de progresso. Para Alex “a emoção do roubo, da violência, a necessidade da vida fácil se justifica à medida em que temos provas insofismáveis e incontroversas de que o inferno existe“ (BURGUESS,1962). Se este simples discurso já revela um desajustamento sócio-cultural, pode-se concluir que é pela negação ou indução do mesmo que o próprio se propõe - apesar de satiricamente em seu interior – haver uma aceitação do “Deus Salvador” e da fé como refúgio (como pode ser bem observado através de suas palavras). E seria desta interação que Alex confirmaria os rumores ouvidos sobre uma nova técnica desenvolvida por cientistas: A Técnica Ludovico. É precisamente nesta técnica de condicionamento bio-fisiológico por meio de associações diretas que se encontra, talvez, um dos temas mais discutíveis no decorrer da narrativa. Nesse sentido, vale esclarecer que intrinsecamente, todo condicionamento é uma aprendizagem por associação, embora deve-se deixar bem claro, que a aprendizagem é uma mudança relativamente permanente no comportamento de um organismo em decorrência da experiência e que o condicionamento - processo de aprender associações - não é a única forma de aprendizagem. Partindo dos estudos dos Processos Psicológicos e do avanço da Psicologia enquanto Ciência, existem dois tipos de condicionamento, o Condicionamento Clássico e o Condicionamento Operante. O último se dá ao aprendermos associar a resposta e sua conseqüência e, assim, a repetir os atos seguidos de recompensa e evitar os atos seguidos de punição, este envolve o comportamento operante - o ato opera no ambiente para produzir estímulos de recompensa ou punição. No primeiro, o Condicionamento Clássico proposto por Ivan Pavlov, aprendemos associar dois estímulos e, assim, antecipar eventos. Percebe-se neste o caráter altamente adaptativo, já que ele ajuda a preparar os organismos para os bons e maus eventos. No Condicionamento Pavloviano, existem alguns processos ligados a adaptação e aprendizagem efetiva do processo de aprender associações, este seria composto por: Estímulos Incondicionados, Condicionados e Neutros; além de Respostas Incondicionadas e Condicionadas. Em se tratando, especificamente da Técnica Ludovico na qual foi submetido o Jovem Alex, e aplicado pelo Dr.Brodsky, seria possível compararmos pela análise da ficção os conceitos anteriores como: Estimulo Incondicionada (soro), Resposta Incondicionada (dor, náusea), Estimulo Neutro (imagens e musica). Estas associações com a repetição de sessões e de aparelhos tecnológicos promovera um Estimulo Condicionado ligado às imagens e a música de Beethoven (necessariamente a Nona Sinfonia) que produziriam uma Resposta Condicionada que gerou dores e náuseas ao garoto sempre que imposto a situações similares as que ele observara nos filmes - o que lhe causava repúdio biológico e alteração a nível fisiológico. Sobre este assunto, é salutar destacar que após Alex adquirir o seu “status de liberdade” e gozar de sua autonomia limitada na sociedade, o condicionamento que é clássico, também mostra-se operante. Visivelmente o antigo punk produzia respostas automáticas a determinados eventos, entretanto, o seu poder de escolha ainda permanecia, relativamente, uma vez que ele podia através de sua interação com o mundo saber o que lhe seria aversivo ou não. Já no final do filme, graças a um processo de condicionamento denominado Extinção e pela inter-relação com o seu estado de coma que durou alguns meses lhe foi permitido pelo declínio de uma característica condicionada e pela diminuição da resposta que ocorre quando o estimulo não sinaliza mais um Estimulo Incondicionado iminente, ver-se livre novamente da experiência submetida, podendo com isso voltar a ser o que sempre quis ser e tornar a ouvir o clássico Beethoviano. Finalmente, Laranja Mecânica é uma rica ilustração de temas importantes e ainda em pauta na Contemporaneidade, permite não só aliar o estudo teórico em relação com sua praticidade, como também levantar questões relativas à Ética e Bioética - seja ela em Pesquisa como em técnicas adaptativas. Afinal a Bioética é a parte da Ética - ramo da Filosofia que enfoca as questões referentes à vida humana e, portanto, acerca da saúde. Sem querer entrar em detalhes e presunções sobre a eticidade do papel da política nos dois casos, o que vale é ressaltar o comportamento e afirmação do Alex ao dizer que “Ser bom pode não ser agradável”, o que nos remete ao fato de que o comportamento moral do homem, que se apresenta como consciente, obedece a forças ou impulsos que escapam ao controle de sua consciência. Freud dá uma contribuição importante a Ética, pois convida-a a levar em consideração essa motivação inconsciente. Assim sendo, a proposta freudiana é remeter o campo da ética a indagar-se se o ato propriamente moral é aquele no qual o individuo age consciente e livremente, e mais ainda, depreender sobre a possibilidade de atentar a possibilidade de que os atos praticados por uma motivação inconsciente devam ser excluídos (ou não) do campo moral. Referencias: MOLLINA, A.Criminologia.2.ed.São Paulo: Editora Revista dos Tribunais,1997. MYERS,D. Psicologia.7.ed.Rio de Janeiro:LTC, 2006.  
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Título Original: The Younger Generation Ano/País/Gênero/Duração: 1929 / EUA / Drama / 75min Direção: Frank Capra Produção: Jack Cohn Roteiro: Howard J. Green e Sonya Levien Fotografia: Ted Tetzlaff Elenco Jean Hersholt ... Julius (Pa) Goldfish Lina Basquette ... Birdie Goldfish Ricardo Cortez ... Morris Goldfish Rex Lease ... Eddie Lesser Rosa Rosanova ... Tilda (Ma) Goldfish Syd Crossley ... Goldfish's Butler Martha Franklin ... Mrs. Lesser   Sinopse   Família de imigrantes judeus ascende socialmente. Jovem Morris assume os negócios, mas renega sua origem humilde e tem vergonha de seus pais.  
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Título original: The Devil's Passkey Ano/País/Gênero/Duração: 1920 / EUA / Drama / 130min Direção: Erich Von Stroheim Produção: Erich von Stroheim Roteiro: Erich von Stroheim Fotografia: Ben F. Reynolds Elenco Sam De Grasse ... Warren Goodwright Una Trevelyn ... Grace Goodwright Clyde Fillmore ... Captain Rex Strong Maude George ... Renée Malot Leo White ... Amadeus Malot Mae Busch ... La Belle Odera Jack Mathis ... Count De Trouvere Ruth King ... Yvonne, His Wife Albert Edmondson ... Alphonse Marior Edward Reinach ... Director of Theatre Français Sinopse   Grace, esposa de um escritor que está com problemas de finanças, se sente incapaz de renuncias sua vida pelo sonho do marido. Uma modista, a quem Grace deve dinheiro, lhe propõe aceitar os favores sexuais do Capitão Strong por troca de dinheiro. Quando Grace se nega, a modista começa a falar mal dela para a sociedade, espalhando mentiras a respeito de suas relações.   Curiosidades   - Filme perdido.
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Título Original: Tol'able David Ano/País/Gênero/Duração: 1921 / EUA / Drama / 99min Direção: Henry King Produção: Henry King Roteiro: Joseph Hergesheimer e Edmund Goulding Fotografia: Henry Cronjager Elenco Richard Barthelmess ... David Kinemon Gladys Hulette ... Esther Hatburn Walter P. Lewis ... Iscah Hatburn Ernest Torrence ... Luke Hatburn Ralph Yearsley ... Saul 'Little Buzzard' Hatburn Forrest Robinson ... Grandpa Hatburn Laurence Eddinger ... Sen. John Gault Edmund Gurney ... Hunter Kinemon Warner Richmond ... Allen Kinemon Marion Abbott ... Mother Kinemon         . Mas ele é forçado a crescer e enfrentar responsabilidades quando uma família de bandidos se muda para a cidade e começa a aterrorizar a comunidade.      
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Título Original: Red River Valley Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Ação | Música | Faroeste / 54min Direção: B. Reeves Eason Roteiro: Stuart E. McGowan e Dorrell McGowan Fotografia: William Nobles Elenco Gene Autry ... Gene Autry Smiley Burnette ... Frog Millhouse Frances Grant ... Mary Baxter Boothe Howard ... Steve Conway Jack Kennedy ... Mike - Train Engineer Champion ... Gene's Horse Sam Flint ... George Baxter George Chesebro ... Bull Dural - Conway's Henchman Charles King ... Sam - Bull's Dupe Eugene Jackson ... Iodine Edward Hearn ... Sheriff Ed Frank LaRue ... Banker Hartley Moore Ken Cooper ... Henchman Long Frankie Marvin ... Henchman Becker   Sinopse   Gene e Frog decidem investigar o que está causando acidentes na construção de uma barragem.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas
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ola liz teylo foi e sera sempre a atriz mais linda do mundo
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Título Original: The Four Feathers Ano/País/Gênero/Duração: 1929 / EUA / Aventura | Guerra / Direção: Merian C. Cooper e Lothar Mendes Produção: Merian C. Cooper e David O. Selznick Roteiro: A.E.W. Mason e Hope Loring Fotografia: Robert Kurrle Música: William Frederick Peters Elenco Richard Arlen ... Lt. Harry Faversham Fay Wray ... Ethne Eustace Clive Brook ... Lt. Jack Durrance William Powell ... Capt. William Trench Theodore von Eltz ... Lt. Castleton Noah Beery ... Slave Trader Zack Williams ... Idris Noble Johnson ... Ahmed Harold Hightower ... Ali Philippe De Lacy ... Harry Faversham - age 10 E.J. Ratcliffe ... Col. Eustace George Fawcett ... Col. Faversham Augustin Symonds ... Col. Sutch Rex Ingram ... Fuzzy Wuzzy Native   Sinopse   Harry Faversham é um oficial britânico que renuncia lutar contra os rebeldes no Egito. Quando quatro de seus colegas o presenteiam com penas cujo significado é a covardia, ele resolve ir em missão, fingindo ser um árabe. Curiosidades - Um dos últimos filmes mudos, que trazia uma trilha sonora sincronizada. - Terceira versão do romance escrito por A. E. W. Mason.      
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Fiz um comentário sobre Rhonda Fleming. Porém, ele, além de sair sem visibilidade para correções, substituições de termos e outro tipo de correção, terminou não aparecendo no local devido. Esta pratica de manter o que falamos invis~ivel, é para nós, comentaristas, terrivel. E é um fator que poderia ser abolido pelo blog. jurandir_lima@bol.com.br
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ela não atuou em rock a bye baby?
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Finalmente achei Nosferatu pra baixar \o/
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Título Original: The Saint's Double Trouble Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Crime | Mistério | Drama / 67 min Direção: Jack Hively Produção: Cliff Reid Roteiro: Leslie Charteris e Ben Holmes Fotografia: J. Roy Hunt Música: Roy Webb Elenco George Sanders ... Simon Templar Helene Whitney ... Anne Bitts Jonathan Hale ... Inspector Henry Fernack Bela Lugosi ... Partner Donald MacBride ... Inspector John H. Bohlen John F. Hamilton ... Limpy, a Henchman Thomas W. Ross ... Professor Horatio T. Bitts Elliott Sullivan ... Monk 'Warren', a Henchman   Sinopse   Quando um sósia do Santo contrabandeia diamantes dos Estados Unidos para o Egito, o Santo real terá que provar sua inocência e trazer os diamantes de volta.
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Título Original: Crime Without Passion Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Crime | Drama / 70min Direção: Ben Hecht e Charles MacArthur Produção: Ben Hecht Roteiro: Ben Hecht Fotografia: Lee Garmes Música: Frank Tours Elenco Claude Rains ... Lee Gentry Margo ... Carmen Brown Whitney Bourne ... Katy Costello Stanley Ridges ... Eddie White Leslie Adams ... Dist. Atty. O'Brien Charles Kennedy ... Police Lt. Norton Paula Trueman ... Buster Malloy Esther Dale ... Miss Keeley Greta Granstedt ... Della Fuller Mellish ... Juiz Fanny Brice ... Extra in hotel lobby Helen Hayes ... Extra in hotel lobby   Sinopse   Advogado insensível mata a própria amante e forja um álibi para se livrar da justiça.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Sem Legendas
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Título Original: Special Agent Ano/País/Gênero/Duração: 1949 / EUA / Crime | Drama | Histórico / 71min Direção: William C. Thomas Produção: William H. Pine Roteiro: Milton Raison e Whitman Chambers Fotografia: Ellis W. Carter Música: Lucien Cailliet Elenco William Eythe ... Johnny Douglas Kasey Rogers ... Lucille Peters Paul Valentine ... Edmond Devereaux George Reeves ... Paul Devereaux Carole Mathews ... Rose McCreary Tom Powers ... Chief Special Agent Wilcox Raymond Bond ... Sheriff Babcock Frank Puglia ... Grandfather Devereaux Walter Baldwin ... Pop Peters Jeff York ... Jake Rumpler Virginia Christine ... Mabel Rumpler Robert Williams ... Supt. Olmstead Joseph Granby ... Sheriff Dodson Morgan Farley ... Dr. Bowen John Hilton ... Frank Kent   Sinopse   Johnny Douglas investiga um assalto a trem cometido pelos irmãos Devereaux.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas
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Título Original: Too Many Husbands Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Comédia | Romance / 81min Direção: Wesley Ruggles Produção: Wesley Ruggles Roteiro: Claude Binyon e W. Somerset Maugham Fotografia: Joseph Walker Música: Friedrich Hollaender Elenco Jean Arthur ... Vicky Lowndes Fred MacMurray ... Bill Cardew Melvyn Douglas ... Henry Lowndes Harry Davenport ... George Dorothy Peterson ... Gertrude Houlihan Melville Cooper ... Peter - the Butler Edgar Buchanan ... Detective Adolph McDermott Tom Dugan ... Lieutenant Sullivan   Sinopse   Após uma longa ausência, Bill Cardew retorna e encontra sua esposa Vicky casada com outro. Curiosidades - Após dois meses do lançamento desta película, foi lançada também My Faborite Wife, que tem um roteiro bastante parecido, só que invertendo o sexo. No caso, ele é que está para se casar com outra mulher e sua esposa retorna após um período de ausência.
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Título Original: Invitation to Happiness Ano/País/Gênero/Duração: 1939 / EUA / Drama | Romance / 97min Direção: Wesley Ruggles Produção: Wesley Ruggles Roteiro: Claude Binyon e Mark Jerome Fotografia: Leo Tover Música: Friedrich Hollaender Elenco Irene Dunne ... Eleanor Wayne Fred MacMurray ... Albert 'King' Cole Charles Ruggles ... Henry 'Pop' Hardy Billy Cook ... Albert Cole Jr. William Collier Sr. ... Mr. Wayne Marion Martin ... Lola Snow Oscar O'Shea ... Divorce Judge Burr Caruth ... Mordomo Eddie Hogan ... The Champ   Sinopse   Irene Dunne é uma impulsiva garota da sociedade. Fred MacMurray desempenha um boxeador. Os dois se casam, e o boxeador começa a treirar para o campeonato. Seu treinamento é tão intenso que ele passa a negligenciar a sua família, que acaba abandonando-o. Dez anos depois ele consegue se tornar um campeão, e parte em busca de sua família.
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Título Original: Wings of the Morning Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / EUA / Drama | Romance / 89min Direção: Harold D. Schuster Produção: Robert Kane Roteiro: Brian Oswald Donn-Byrne e Thomas J. Geraghty Fotografia: Ray Rennahan Música: Arthur Benjamin Elenco Annabella ... Young Marie (Prologue) / Maria, Duchess of Leyva Henry Fonda ... Kerry Gilfallen Leslie Banks ... Lord Clontarf Stewart Rome ... Sir Valentine Irene Vanbrugh ... Old Marie Harry Tate ... Paddy Helen Haye ... Aunt Jenepher Edward Underdown ... Don Diego Teddy Underdown ... Don Diego Mark Daly ... James Patrick Aloysius 'Jimmy' Brannigan Sam Livesey ... Angelo E.V.H. Emmett ... Racing Commentator R.C. Lyle ... Racing Commentator John McCormack ... Ele mesmo - the Tenor Steve Donoghue ... Ele mesmo     Sinopse   Primeiro filme em technicolor das Ilhas Britânicas.  
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  A beleza de Audrey Hepburn é homenageada na edição de maio da Vanity Fair. Seu estilo inconfundível, seu rosto meigo e seu penteado icônico fazem da eterna "Bonequinha de Luxo" símbolo de feminilidade e elegância. Seu filho Luca Dotti juntamente com a produção da revista exaltam a figura da atriz. Seu herdeiro ainda faz revelações surpreendentes sobre como a atriz via sua própria imagem. Em 2013, completa 20 anos da morte de Audrey Hepburn. Com isso, a diva dos anos 50, com seu olhar felino e lábios delicados, tem sido fonte de inspiração de diversas campanhas publicitárias. A marca britânica de chocolates Galaxy evoca a célebre figura da atriz para ser a musa de seu produto. Já a S.T.Dupont revisita nessa temporada a bolsa Riviera, que era acessório frequente nas produções de Audrey. A imagem de elegância e glamour atrelada à artista é desmitificada por seu próprio filho em uma entrevista exclusiva na publicação de maio da Vanity Fair. "Ela pensava que tinha um nariz muito grande assim como os pés, ela se achava muito magra e que tinha pouco peito. Ela se olhava no espelho e dizia 'Eu não entendo porque as pessoas me acham tão bonita'". Assim, fica claro que mesmo as mulheres mais bonitas do mundo podem ser complexadas. Sua percepção de beleza e, mais notoriamente, o fato de envelhecer era bem simples para a artista: "Ela ficava admirada com os esforços que as mulheres faziam para parecer jovem... Ela estava muito feliz com o fato de envelhecer porque era sinônimo de mais tempo para ela, para a sua família e isso tirava um pouco do frenesi da juventude e da beleza de Hollywood", afirma seu filho. Na capa da revista, a diva é vista com sua produção de beleza mais emblemática: coque bem alinhado e maquiagem sóbria sem deixar de lado os olhos com delineador "gatinho". Seu filho a homenageia com uma coletânea de 2500 fotografias de sua vida em Roma, onde ela viveu durante 20 anos. Confira a capa da edição de maio da Vanity Fair estrela pela bela Audrey Hepburn.   Fonte: http://www.puretrend.com.br/      
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Por Junia Lemos do blog http://vintageeblog.blogspot.com.br   Clark Gable não só no cinema como na vida real teve uma vida conturbada marcada pela presença de vários relacionamentos amorosos e   valeu-se de seu charme para conquistar sua estrela da fama. A primeira aparição de William Clark Gable nos palcos foi um desastre, seu diretor na época chegou a comentar: “ Ele não tem nada, absolutamente nada a oferecer ao teatro. Tem dificuldades até para entrar e sair do palco”. Nessa época Gable conheceu sua primeira esposa, Josephine Dillon– desprovida de beleza e quatorze anos mais velha - ela se apresentava na Broadway e aos poucos foi inserindo Gable ao estrelato. Cuidou dos dentes do ator, pagando em sofridas prestações uma repaginada no sorrisão de Clark  e financiou vários cursos para o aperfeiçoamento do astro. Quando já estava pronto Gable valeu-se de seu charme para conseguir seus primeiros papeis não se esquivando das caricias do astro  William Haines. Quando já famoso, Gable resolveu se divorciar de Josephine Dillon e aproximou-se  da milionária Ria Langham – também mais velha que o ator – com quem se casou às escondidas. Seu primeiro encontro com uma das mulheres que estaria presente durante toda sua vida -  Joan Crawford -  se deu no filme Dance, Fools, Dance – Joan e Gable tiverma uma relação de idas e vindas durante quase toda vida. Os escândalos amorosos de ambos eram tamanhos que os estúdios evitaram durante tempos que contracenassem juntos... Joan sofria diante da infidelidade de Clark que nesta época teve casos amorosos com praticamente todas atrizes com quem contracenou. Ele iniciou um romance com aquela que seria a mulher de sua vida –  Carole Lombard – às escondidas e ainda casado com Ria. Em 1955 casou-se  com uma antiga namorada, Kay Williams mas morreu sem conhecer o filho  que ela esperava dele. Uma das poucas belas que ousou recusar Gable foi Vivien Leigh, ela não o suportava e ele a ela. Para Clark era inadmissível uma inglesa protagonizar uma personagem que era totalmente americana e Leigh achava-o pouco profissional. Ela odiava seu hálito – ele comia cebola de propósito e  revelou que quando a beijava pensava num bife...
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Título Original: Nursing a Viper Ano/País/Gênero/Duração: 1909 / EUA / Curto | Drama / 10min Direção: D.W. Griffith Roteiro: D.W. Griffith Elenco Arthur V. Johnson ... The Husband Marion Leonard ... The Wife Frank Powell ... The Viper Frank Evans ... In Mob Ruth Hart ... Victimized Woman James Kirkwood ... In Mob Florence Lawrence Henry Lehrman ... In Mob Owen Moore ... Fleeing Aristocrat George Nichols ... In Mob Anthony O'Sullivan ... In Mob Billy Quirk ... Fleeing Aristocrat Gertrude Robinson ... Fleeing Aristocrat Mack Sennett ... In Mob Mabel Trunnelle ... Victimized Woman J. Waltham ... In Mob Dorothy West   Sinopse   Durante a Revolução Francesa, um rico casal vive com segurança, por professar crenças republicanas. Quando uma multidão ataca um castelo nas proximidades, um aristocrada pede ajuda ao casal, que o disfarça como um servo.   Assista online   OyZmbc6bIE0
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SISI esse filme foi o melhor que assistir.marcou a minha adolecençia
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Basbaquice do milionário produtor Howard Hughes, aqui assumindo a direção após a saída de Howard Hawks que não aguentou as interferências. O roteiro é ingenuo e o único mérito do filme está na estréia de Jane Rusell, descoberta pelo produtor e transformada em símbolo sexual graças aos seus generosos decotes. Ben Johnson, vaqueiro que trabalhava para Hughes, comparece em começo de carreira como um dos auxiliares do xerife. Ele, posteriormente , seria um dos grandes com longa tradição em westerns.
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Título Original: Rim of the Canyon Ano/País/Gênero/Duração: 1949 / EUA / Ação | Música | Faroeste / 70min Direção: John English Produção: Armand Schaefer Roteiro: John K. Butler e Joseph Chadwick Fotografia: William Bradford Música: Joseph Dubin Elenco Gene Autry ... Gene Autry / Marshal Steve Autry Champion ... Champ, Gene's Horse Nan Leslie ... Ruth Lambert Thurston Hall ... Big Tim Hanlon Clem Bevans ... Loco John Walter Sande ... Jake Fargo Jock Mahoney ... Pete Reagan Francis McDonald ... Charlie Lewis Alan Hale Jr. ... Matt Kimbrough   Sinopse   Gene Autry desempenha um papel duplo. Além do herói, ele interpreta também o seu pai, um xerife famoso. Vinte anos antes, Autry Sr. prendeu três bandidos na cadeia por terem roubado uma grande quantia em dinheiro. Quando eles escapam, cabe a Autry Jr. rastreá-los.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas
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Sou simplesmente apaixonada por ela!!!...
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  Sem dúvida Marilyn Monroe é um dos rostos mais conhecidos do século 20. Ela foi a maior estrela a brilhar em Hollywood e seus fãs ardorosos irão sempre se lembrar dela. Uma das mulheres mais bonitas, adoradas e desejadas. Ainda assim décadas após a sua morte muitos mistérios cercam a sua morte prematura, aos 36 anos. Assista a esse episódio de Mistérios e Escândalos sobre a atriz.     Assista Online
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e a renee zellweger dia 25? faltou...
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Sim, sim, sim, é verdade. E seu nome é Dolores Hart (batizada Dolores Marie Hicks). Essa loirinha (que chega a lembrar a Grace Kelly) nasceu em Chigago, em 1938. Com 4 anos ela foi para a Califórnia, depois do divórcio dos pais. Desde cedo mostrou interesse pelas artes, mas foi só depois que ela se formou no colegial, que o destino bateu `sua porta: foi encontrada por um caça talentos e parecia perfeita para o papel de namorada num filme de ninguém mais que Elvis Presley. Estrelou “Loving you” e sua carreira deslanchou. Em 1961 ela foi chamada para estrear o filme “São Francisco de Assis”. Ela procurou ler tudo sobre Santa Clara, cujo papel faria na película, e freqüentou locais em que a santa esteve. Interpretou muito bem a irmã Clara, e depois disso passou a fazer retiros freqüentes. Até que... em 1966 ela resolveu seguir o caminho que a chamava, internando-se num convento, onde encontra-se até hoje, sendo mais conhecida como Irmã Judith. É, Hollywood tem dessas coisas também.
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Carlinha, um dos teus melhores artigos! Fantástico! Amei! Adorei! Show! Você continua sendo uma das melhores críticas de cinema do mundo. Beijos infinitos!
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Parabéns pelo site!
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2400. isu e legal
isu e legal
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Título Original: Texas Cyclone Ano/País/Gênero/Duração: 1932 / EUA / Faroeste / 63min Direção: D. Ross Lederman Produção: Irving Briskin Roteiro: Randall Faye e William Colt MacDonald Fotografia: Benjamin H. Kline Música: Milan Roder Elenco Tim McCoy ... 'Texas' Grant Shirley Grey ... Helen Rawlings Wheeler Oakman ... Utah Becker John Wayne ... Steve Pickett Wallace MacDonald ... Nick Lawler, Ranch Foreman Jim Farley ... Webb Oliver Harry Cording ... Jake Farwell Vernon Dent ... Hefty, the Bartender Walter Brennan ... Sheriff Lew Collins Mary Gordon ... Katie   Sinopse   Pecos Grant entra em uma nova cidade e logo descobre que toda a gente o reconhece como sendo um homem que foi dado como morto. Até mesmo a viúva passa a achar que ele é realmente seu marido que retornou. Pecos prepara-se para resolver um mistério.  
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Título Original: The Lonely Villa Ano/País/Gênero/Duração: 1909 / EUA / Curto | Crime | Drama / 08min Direção: D.W. Griffith Roteiro: Mack Sennett e André de Lorde Elenco David Miles ... Robert Cullison Marion Leonard ... Mrs. Robert Cullison Mary Pickford ... One of the Cullison Children Gladys Egan ... One of the Cullison Children Adele DeGarde ... One of the Cullison Children Charles Avery ... At the Inn Clara T. Bracy John R. Cumpson ... At the Inn Robert Harron Anita Hendrie ... The Maid Arthur V. Johnson ... At the Inn James Kirkwood ... Among Rescuers Florence Lawrence Violet Mersereau ... At the Inn Owen Moore ... A Burglar Anthony O'Sullivan ... A Burglar Frank Powell Herbert Prior ... A Burglar Mack Sennett ... The Butler / A Policeman   Sinopse   Uma gangue de ladrões leva um homem para fora de sua casa e tentam roubar sua residência, ameaçando sua esposa e filhos. A família tenta se proteger, mas os bandidos conseguem entrar. Quando o pai descobre o que está acontecendo, corre contra o tempo para salvar a família.   Veja online   gZNv4HGJG3c   Fonte:https://www.youtube.com/user/MaximilianoLopes1?feature=watch
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Título Original: The Richest Girl in the World Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Comédia | Romance / 76min Direção: William A. Seiter Produção: Pandro S. Berman Roteiro: Norman Krasna Fotografia: Nicholas Musuraca Elenco Miriam Hopkins ... Dorothy Hunter Joel McCrea ... Anthony 'Tony' Travers Fay Wray ... Sylvia Lockwood, aka Dorothy Hunter Henry Stephenson ... Jonathan 'John' Connors Reginald Denny ... Phillip 'Phil' Lockwood Beryl Mercer ... Marie, Dorothy's Maid George Meeker ... Donald 'Don' Wade Boteler ... Jim 'Jimmy' Franey Herbert Bunston ... Dean Cavandish, Chief Trustee Burr McIntosh ... David Preston Edgar Norton ... Binkley, Dorothy's Butler   Sinopse   Órfã do Titanic, Dorothy Hunter é criada por John Connors, cuja esposa também morreu no desastre. Já adulta, Dorothy fica conhecida com a garota mais rica do mundo. Porém, ela está cansada de saber que seus namorados só a namoram por causa de seu dinheiro. Para mudar um pouco sua vida, ela resolve trocar de identidade com sua secretária Sylvia, antes de embarcar em um novo romance. Isso acaba trazendo inúmeras complicações para todos.    
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    Ficha Título Original: The Count of Monte-Cristo Ano/País/Gênero/Duração: 1975 / Inglaterra Itália / Drama / 119min Direção: David Greene Produção: Norman Rosemont Roteiro: Sidney Carroll Fotografia: Aldo Tonti Música: Allyn Ferguson Elenco: Richard Chamberlain ... Edmond Dantes Trevor Howard ... Abbe Faria Louis Jourdan ... De Villefort Donald Pleasence ... Danglars Tony Curtis ... Fernand Mondego Kate Nelligan ... Mercedes Angelo Infanti ... Jacopo Harold Bromley ... M. Morrell George Willing ... Andre Morrell Alessio Orano ... Caderousse Ralph Michael ... M. Dantes Dominic Barto ... Bertuccio Harry Baird ... Ali Isabelle De Valvert ... Haydee Taryn Power ... Valentine De Villefort Dominic Guard ... Albert Mondego Carlo Puri ... Andrea Benedetto David Mills ... Girard Anthony Dawson ... Noirtier De Villefort     Sinopse   Edmond Dantes (Richard Chamberlain) é um marinheiro em Marselha que, apesar de não possuir riquezas e nem conhecimento como ler e escrever, é muito feliz ao lado de sua noiva Mercedez (Kate Nelligan), seu melhor amigo Mondego (Tony Curtis) e seu pai (Ralph Michael). Após ter arriscado a sua vida para salvar a de seu capitão, Edmond consegue ajuda médica de um líder de guerra francês que, este, pede em troca que entregue uma carta a um suposto amigo em Marselha. As autoridades da cidade descobrem a existência da carta e prendem Edmond acusando-o de traição. Edmond é condenado a prisão perpétua em Chateau D'If. Lá ele adquire um conhecimento que nunca imaginaria ter e planeja friamente sua vingança contra os que ali o aprisionam. Esta versão alemã do livro de Alexandre Dumas, possui a maravilhosa participação de Richard Chamberlain bastante elogiado por sua desenvoltura no filme transformando-o em uma das melhores versões do romance já produzidos.   Imagens
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Não foram somente três filmes. Não se pode resumir a carreira desse jovem em apenas três filmes. Foram mais de 30 participações em teleteatros, alguns comerciais, pequenas participações em filmes (Sailor Beware, Has anybody seen my gal?, dentre outros) e três filmes como protagonista principal. James Byron Dean ganhou a eternidade quando aos 24 anos deixou esse mundo, tão violentamente rápido quanto sua passagem por aqui. James e seu pai James nasceu na Indiana, em 8 de fevereiro de 1931, aos nove anos perdeu sua mãe, e acabou sendo criado por seus tios, numa fazenda. Seu nome foi uma homenagem ao poeta inglês Lord Byron, idéia de uma mãe também sonhadora e amante das artes. Para passar seu tempo, ele aprendeu a tocar violino, sapateado e passava grande parte do dia escrevendo ou desenhando. A partir dos 14 anos passou a fazer algumas peças sem grande importância, ainda em Indiana, mas que para ele lhe valeriam a escolha do que seria um dia: um ator. Não só um ator, mas um grande ator. Algo entre Marlon Brando e Montgomery Clift, como ele mesmo disse uma vez.   Um de seus rascunhos Mudou-se para a casa do pai e chegou a freqüentar a Faculdade de Direito, mas acabou abandonando-a para ir para Nova York, cursar teatro. Seu grande ídolo, e de grande parte da juventude da época, era Marlon Brando. E todos, de uma maneira ou de outra, tentavam igualar-se a ele. Não fugia à regra o nosso Jimmy, que seguiu seus passos e entrou para o Actor’s Studio, que também fora freqüentado por seu ídolo. Lá estudava-se um método em que o ator aprende a usar as emoções da vida real em seus papéis dramáticos, mas ao mesmo tempo sendo alertados de que era tendencioso e até mesmo negativo confundir vida real com a interpretação. James Dean na peça "O Imoralista", baseada na obra de André Gide O fato é que Jimmy mergulhava tão profundamente nos seus papéis que nunca se soube ou saberá onde começava o ator e onde terminava o homem. Havia sempre aquela urgência dada à interpretação, como se o tempo fosse sempre curto para conseguir o que queria. Seguiram-se algumas pontas na TV, a partir de 1952, e uma peça na Broadway, sem grande sucesso. Porém, começava a imprimir seu nome no cenário local, chamando a atenção com sua interpretação sempre assustadoramente realista. Em “O imoralista” interpretou um homossexual, e ganhou o Tony Award de melhor ator. Chamou a atenção de Elia Kazan (Sindicato de Ladrões e Clamor do sexo), que ficou impressionado com o teste do rapaz para fazer um teste para seu próximo filme, “Vidas Amargas” (East of Eden). Ao final do teste, ele sabia que tinha em sua frente a personagem Carl. O papel ficaria entre ele e Paul Newman. Teste para East Of Eden, ao lado de Paul Newman. East of Eden é baseado no best seller de John Steiabeck, uma releitura da história dos irmãos Caim e Abel bíblicos. Desde o início, quando o vemos caminhar, lentamente pelas ruas, percebemos a sua presença hipnótica. E assim foi. Carl, o filho rebelde e carente de Adam, luta em vão pelo seu amor, enquanto o pai dedica-o ao seu outro filho, Aron. Talvez por sua própria experiência de vida (James também foi preterido pelo pai, tendo até o final da vida um relacionamento distante e seco com o mesmo), o tom foi bastante realístico. Jimmy inclusive chegou a improvisar a cena em que se joga nos braços do pai, tentando lhe entregar o dinheiro, numa das cenas mais comoventes do filme. Kazan tinha razão, e a personagem acabou por se tornar o de maior destaque da trama. Apesar de contar com um elenco conhecido pelo grande público, foi o novato que trouxe para si a atenção. E essa atenção foi tanta que quando o filme estreou no mundo todo, era o seu nome que estava no topo. East Of Eden   Seguiu-se “Juventude transviada” (Rebel Without a Cause), com direção de Nick Ray, que contava no elenco a ex-atriz mirim Nathalie Wood. Jimmy e Nicholas Ray, o diretor, deram-se bem, pois ele respeitou o método de trabalho do ator, e aceitava as suas intervenções. Ele também fez amizade com todo o elenco e mais uma vez Jimmy deu contribuições na composição das personagens. Rebel Without a Cause Assim como nos demais filmes, para a realização de “Assim caminha a humanidade” (Giant) o ator teve que assinar um termo em que se comprometia a não participar de corridas de carro. A parceria ator e diretor não ocorreu.  George Stevens era um diretor durão, que não aceitava intervenções, e James Dean não aceitou seus métodos de direção. Além disso antipatizou imedia Giant Tanto tempo filmando, fez com que ele acumulasse o desejo de voltar a correr, sua grande paixão. Assim que terminaram as filmagens, ele correu para pegar seu novo carro, um porshe cinza, que se confundia com o solo quente. Enquanto levava-o para sua casa, foi atingido por outro carro. Morte instantânea. Seu mecânico e o motorista do outro carro foram poupados, e Jimmy, apesar de não ter culpa pelo acidente, considerado culpado por antecedentes. Somente “Vidas amargas” havia estreado, e imediatamente, milhares de jovens tomaram-no como exemplo. Seu segundo filme, ao contrário do esperado, lotou as sessões, criando-se o mito James Dean. Fumava em excesso, bebia exageradamente, amava corridas de motos e carros e grandes farras sem hora para terminar. Assim era sua vida pessoal. Ícone americano, sex simbol reconhecido por sua atualidade, sua morte acabou sendo um retrato fiel de seu estilo de vida. Em seu pouco tempo de vida, ele acabou imprimindo no cinema a imagem de toda a frustração adolescente. Antes de seus personagens, os jovens eram retratados ou como delinqüentes ou engomadinhos. Trouxe os questionamentos, típicos desta etapa de crescimento, que agora pareciam mais tangíveis ao seu público jovem. Deu vez e voz àqueles que não o tinham. Não nos foi dado o direito de vê-lo envelhecer, como ocorreu com outros astros contemporâneos seus, como Marlon Brando e Paul Newman. Não. O destino fez com que o preservássemos na memória para sempre jovem, para sempre um jovem de 24 anos, sensível e ao mesmo tempo provocante. Por Carla Marinho
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De fato esse soriso é muito especial, hoje 2011, assiti um filme dela e não resisti a seus encantos. Para época deveria ser uma loucura só.Parabéns à ela. João vicente
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Maria Candelária (1943), México   La Perla (1947), México   Os Esquecidos (1950), México   Soy Cuba (1964), Cuba   Memórias do Subdesenvolvimento (1968), Cuba   Lucia (1968), Cuba   Como Água Para Chocolate (1992), México   Amores Brutos (2001), México   E sua Mãe Também (2001), México
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    Ficha Título original: Harlow Ano/País/Gênero/Duração: 1965 / EUA / Drama Biografia / 125min Direção e produção: Gordon Douglas Roteiro: John Michael Hayes Fotografia: Joseph Ruttenberg Música: Neal Hefti Elenco: Carroll Baker ... Jean Harlow Red Buttons ... Arthur Landau Raf Vallone ... Marino Bello Angela Lansbury ... Mama Jean Bello Peter Lawford ... Paul Bern   Sinopse   Biografia da atriz Jean Harlow, morta aos 26 anos de idade.     Assista Online (dublada em espanhol)              
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Robert Redford foi e ainda é o perfil de homem lindo e viril, aquele que nunca se esquece depois de vê-lo. Pena que tudo se acaba e quando menos esperarmos êle também partirá...
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Título Original: Kid Millions Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Comédia | Musical / 90min Direção: Roy Del Ruth Produção: Samuel Goldwyn Roteiro: Arthur Sheekman e Nat Perrin Fotografia: Ray June Elenco Eddie Cantor ... Eddie Wilson Jr. Ann Sothern ... Joan Larrabee Ethel Merman ... Dot Clark George Murphy ... Jerry Lane Berton Churchill ... Col. Harrison Larrabee Warren Hymer ... Louie the Lug Paul Harvey ... Shiek Mulhulla Jesse Block ... Ben Ali Eve Sully ... Princess Fanya Otto Hoffman ... Khoot Stanley Fields ... Oscar Wilson Edgar Kennedy ... Herman Wilson Jack Kennedy ... Pop Wilson John Kelly ... Adolph Wilson Doris Davenport ... Nora aka 'Toots' Paulette Goddard ... Goldwyn Girl     Sinopse   Comédia musical sobre um garoto do Brooklyn que herda uma fortuna de seu pai arqueólogo, mas tem que ir para o Egito para reivindicá-lo.    
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vai ver a joan tinha ciume da marilyn, por causa do clark gable
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Simplesmente, maravilhoso!
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ADOREI ESSE FILME!!!♥♥
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excelente filme com muita ação
| 1388 ace
Título Original: Men Are Such Fools Ano/País/Gênero/Duração: 1938 / EUA / Drama | Romance / 69min Direção: Busby Berkeley Produção: Jack L. Warner Roteiro: Norman Reilly Raine e Horace Jackson Fotografia: Sidney Hickox Elenco Wayne Morris ... James 'Jimmy' Hall Priscilla Lane ... Linda Lawrence Hall Humphrey Bogart ... Harry Galleon Hugh Herbert ... Harvey C. Bates Johnnie Davis ... Tad Turkel Penny Singleton ... Nancy Crowel Turkel Mona Barrie ... Miss Beatrice 'Bea' Harris Marcia Ralston ... Wanda Townsend Gene Lockhart ... Bill Dalton Kathleen Lockhart ... Mrs. Dalton Donald Briggs ... George Onslow Nedda Harrigan ... Mrs. Gertrude Nelson Eric Stanley ... Mr. Nelson Claud Allister ... Rudolf, Bates' Butler Renie Riano ... Mrs. 'Pinky' Pinkel, the Landlady Carole Landis ... June Cooper   Sinopse   Ao contrário de suas amigas, uma secretária está determinada a ficar solteira e seguir uma carreira. Seu namorado, ao contrário dela, não tem ambições. Ela recebe a chance de subir de carreira quando inventa uma cura para a ressaca e logo se apaixona por um publicitário.  
| 1388 ace
Maravilhoso. Assistí em 1971 no cinema e algumas cenas nunca mais sairam da minha memória Adoraria tê-lo para baixar..
| 1394 ace
um super e feliz aniversário para ela.como diz o comentário acima:linda e inteligente,encantadora,humana!
| 1394 ace
Título Original: Oh, Susanna! Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Romance | Faroeste / 54min Direção: Joseph Kane Produção: Nat Levine Roteiro: Oliver Drake Fotografia: William Nobles Elenco   Gene Autry ... Gene Autry Smiley Burnette ... Frog Millhouse Frances Grant ... Mary Ann Lee Earle Hodgins ... Professor Ezekial Daniels Donald Kirke ... Flash Baldwin Boothe Howard ... Wolf Benson The Light Crust Doughboys ... Western Band Champion ... Champion - Autry's Horse Clara Kimball Young ... Aunt Peggy Lee Edward Peil Sr. ... Mineral Springs Sheriff Frankie Marvin ... Henchman Hank Carl Stockdale ... Jefferson Lee Roscoe Gerald ... Irate Farmer Roger Gray ... Sage City Judge Fred Burns ... Cottonwood Sheriff Jones   Sinopse   Fugindo da lei, Wolf Benson briga com Gene em um trem e assume a sua identidade. Passando-se por Gene ele rouba e mata um homem. Gene é preso e seus amigos irão tentar livrá-lo da falsa acusação.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas
| 1395 ace
Título Original: Oliver Twist Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Drama / 80min Direção: William J. Cowen Produção: I.E. Chadwick Roteiro: Charles Dickens e Elizabeth Meehan Fotografia: J. Roy Hunt Música: Abe Meyer Elenco Dickie Moore ... Oliver Twist Irving Pichel ... Fagin William 'Stage' Boyd ... Bill Sikes Doris Lloyd ... Nancy Sikes Alec B. Francis ... Mr. Brownlow Barbara Kent ... Rose Maylie Sonny Ray ... The Artful Dodger George K. Arthur ... Toby Crackit George Nash ... Charles Bates Clyde Cook ... Chitfing Lionel Belmore ... Mr. Bumble Tempe Pigott ... Mrs. Corney Nelson McDowell ... Sowerberry Virginia Sale ... Mrs. Sowerberry Harry Holman ... Grimwig Sinopse Adaptação do clássico escrito por Charles Dickens sobre garoto órfão que conhece um jovem batedor de carteira nas ruas de Londres. A partir daí, o menino se junta a um grupo de menores que é treinado para roubar, tendo como mestre um adulto.     Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Sem Legendas Pesquisar este filme no SUBMARINO
| 1397 ace
  Título Original: Long Pants Ano/País/Gênero/Duração: 1927 / EUA / Comédia / 60min Direção: Frank Capra Produção: Harry Langdon Roteiro: Robert Eddy e Tay Garnett Fotografia: Glenn Kershner Elenco Harry Langdon ... Harry Shelby Gladys Brockwell ... His Mother Alan Roscoe ... His Father Priscilla Bonner ... His Bride Alma Bennett ... His Downfall Betty Francisco ... His Finish   Sinopse   Harry Shelby usou bermudas durante anos, mas finalmente seu dia chega e seus pais lhe permitem usar seu primeiro par de calças compridas. Quase imediatamente ele deverá se casar com Priscilla. Mas, ao invés disso, ele se envolve com Bebe, uma mulher da cidade grande, enquanto Priscilla o espera confiante.  
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Título Original: What Drink Did Ano/País/Gênero/Duração: 1909 / EUA / Curto Drama / 12min Direção: D.W. Griffith Roteiro: D.W. Griffith Elenco David Miles ... Alfred Lucas Florence Lawrence ... Mrs. Alfred Lucas Gladys Egan ... One of the Lucas Children Adele DeGarde ... One of the Lucas Children Owen Moore ... Workman Mary Pickford Herbert Prior ... Workman Mack Sennett ... Workman Harry Solter ... The Boss   Sinopse   Marido deixa família esperando em casa enquanto bebe em um bar. Sua filha é enviada em sua busca, e o encontra bêbado. A situação vai se tornando cada vez mais perigosa.   Assista online IS-Qejy4S7w
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  Charles Chaplin e Edna Purviance conheceram-se por acaso. Ela namorava um rapaz que trabalhava na equipe dele e fora se encontrar com ele. Chaplin a viu e a convidou para um teste de câmera. Edna admitiu que não era atriz, era secretária. Mas topou. Iniciava-se ali uma grande amizade, que se transformaria em um namoro duradouro de oito anos. O namorado? Bem, este acabou sendo deixado para trás. Edna era a parceira ideal porque fazia exatamente o que Chaplin precisava em uma atriz: executava o que ele pedia, da forma como ele mandava. E como pessoa era doce, parceira. Ela mudou os velhos hábitos dele, fez com que ele comprasse meias novas (ele, com suas manias de pobre, ainda costurava suas velhas meias), e também trocasse as velhas roupas. Também era responsável pela vasta correspondência do ator. Os dois eram vistos por todos os lugares, jantavam e dormiam juntos quase todas as vezes. Edna também teria feito inúmeros abortos de Chaplin, segundo a biografia "Chaplin, o Contraditório Vagabundo", o que teria deixado ela doente em várias ocasiões, atrasando algumas filmagens.     Com o tempo, e as escapadas de Chaplin o relacionamento foi se desgastando e Edna ficando cada vez mais amargurada. Tentou de tudo para chamar a atenção de Chaplin. Criou o hábito de chamar a atenção dele fingindo desmaiar em festas, e ele corria para acudi-la. Só que em uma dessas festas, ao chegar para acudir sua amada, Chaplin deparou-se com outro homem a socorrer sua amada. Era o fim de um romance. Os dois terminavam oficialmente o namoro ali. Mas continuariam a se encontrar.   Mesmo com o casamento com Mildred Harris e Lita Grey, Chaplin e Edna davam suas escapadinhas de vez em quando, mas o tempo tratou de ir afastando-os. Os dois só iriam se encontrar novamente vinte anos depois, quando ele a chamou para integrar a equipe do filme Monsieur Verdoux. Ele a queria no papel de Madame Grosnay. Segundo o próprio Chaplin, em sua autobiografia, ele tinha medo do reencontro. Quando finalmente chegou a hora, ela falou-lhe que já não era a mesma. Edna engordara muito, e Chaplin foi educado chegando a elogiá-la, mas viu seus lábios tremerem. Disse que era natural os dois envelhecerem e não serem mais os mesmos. - Ora viva! Afinal chegou o dia do reencontro! Disse Chaplin.   Mas infelizmente Edna não aceitou o papel. Ficou nervosa. Achava-se incapaz de retornar às telas. Quanto à sua vida pessoal, jamais casou. Juntou recortes de jornais falando de Chaplin, e revistas, e escreveu-lhe cartas, que ele reproduziu em seu livro. Com relação a Chaplin, continuou a pagar-lhe o ordenado até o fim dos dias da atriz, em 11 de janeiro de 1958. Foram para ela uma de suas últimas frases do livro, quando soube de sua morte: "É assim que o mundo se renova. Os moços vão ocupando o lugar dos velhos. E os que, como eu, tem vivido um pouco mais sentem dia a dia crescer a solidão, à medida que avançam no caminho da existência.".  
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Amo o cine SÃO LUIZ, pois tenho ótimas recordações.
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Dolores Hart teve participação em alguns programas de TV,tais como: Alfred Hitchcock Presents/no Brasil:Alfred Hitchcock Apresenta... Schlitz Playhouse of Stars/no Brasil Mini-Sessão June Allyson Show/no Brasil idem. com June Allyson Playhouse 90/ no Brasil:Show Willys-65 e The Virginian/no Brasil O Homem de Virgínia.Famosa série Bang Ban com Lee J.Cobb,James Drury e Doug McClure.no episódio:The Mountain of the Sun. lguns
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Título Original: College Coach Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Drama | Esporte / 76min Direção: William Wellman Roteiro: Niven Busch e Manuel Seff Fotografia: Arthur L. Todd Música: Bernhard Kaun Elenco Dick Powell ... Philip 'Phil' / 'Sarge' Sargeant Ann Dvorak ... Claire Gore Pat O'Brien ... Coach James Gore Arthur Byron ... Dr. Phillip Sargent Lyle Talbot ... Herbert P. 'Buck' Weaver Hugh Herbert ... J. Marvin Barnett Arthur Hohl ... Seymour Young Charles C. Wilson ... Charles Hauser Guinn 'Big Boy' Williams ... Matthews Nat Pendleton ... Ladislaus Petrowski Phillip Reed ... 'Wes' Westerman Donald Meek ... Prof. Spencer Trask Berton Churchill ... Otis Harry Beresford ... Professor Herman Bing ... Prof. Glantz John Wayne ... Student Greeting Phil   Sinopse   Gore, um treinador de futebol, quer tornar sua equipe uma grande potência nos esportes. Enquanto isso, sua esposa é negligenciada...     Pesquisar este filme no SUBMARINO
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Título Original: The Last Train from Madrid Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / EUA / Drama / 85min Direção: James P. Hogan Produção: George M. Arthur Roteiro: Elsie Fox e Paul Hervey Fox Fotografia: Harry Fischbeck Elenco Dorothy Lamour ... Carmelita Castillo Lew Ayres ... Bill Dexter Gilbert Roland ... Eduardo de Soto Karen Morley ... Baroness Helene Rafitte Lionel Atwill ... Col. Vigo Helen Mack ... Lola Robert Cummings ... Juan Ramos Olympe Bradna ... Maria Bonda Anthony Quinn ... Capt. Ricardo Álvarez Lee Bowman ... Michael Balk Alan Ladd ... Soldado     Sinopse   Ambientado durante a Guerra Civil espanhola, mostra um grupo de refugiados se preparando para embarcar em um trem que irá levá-los para longe dos horrores da guerra.
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  Ficha Título Original: 13 Ghosts Ano/País/Gênero/Duração: 1960 / EUA / Terror / 82min Direção: William Castle Produção: William Castle    Roteiro: Joseph F. Biroc e Robb White Música:  Von Dexter Elenco: Charles Herbert     ...    Buck Zorba Jo Morrow     ...    Medea Zorba Martin Milner     ...    Benjamen Rush Rosemary DeCamp     ...    Hilda Zorba Donald Woods     ...    Cyrus Zorba Margaret Hamilton     ...    Elaine Zacharides John Van Dreelen     ...    Van Allen   Sinopse Ao morrer, o recluso Dr. Zorba deixou uma mansão assustadora para seu sobrinho, Cyrus Zorba (Donald Woods), que atravessa uma grave crise financeira. Com a sua família Cyrus se muda a mansão. Eles também herdam uma coleção de 12 fantasmas, que só podem ser vistos através de óculos especiais. Os membros da família colocam então suas vidas em risco, para descobrir em qual local da casa o Dr. Zorba escondeu sua fortuna, mas parece que algo ou alguém quer evitar que Cyrus e sua família não consigam realizar este objetivo.           Imagens  
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Título Original: Schloß Vogeloed Ano/País/Gênero/Duração: 1921 / Alemanha / Crime | Drama | Mistério / 75min Direção: F. W. Murnau Produção: Erich Pommer Roteiro: Rudolf Stratz e Carl Mayer Fotografia: László Schäffer Elenco Arnold Korff ... von Vogelschrey, Schlossherr auf Vogeloed Lulu Kyser-Korff ... Centa V. Vogelschrey, Seine Frau (como L. Kyser-Korff) Lothar Mehnert ... Graf Johann Oetsch Paul Hartmann ... Graf Peter Paul Oetsch Paul Bildt ... Baron Safferstätt Olga Tschechowa ... Baronin Safferstätt Victor Bluetner ... Der Pater Faramund Hermann Vallentin ... Der Landgerichtsrat a.D. Julius Falkenstein ... Der ängstliche Herr Robert Leffler ... Der Haushofmeister Walter Kurt Kuhle ... Ein Diener Sinopse O castelo de Vogelod esconde segredos e assassinatos mal resolvidos. O Conde Johann Oetsch é o principal suspeito de assassinar seu irmão há três anos. Mas será ele realmente o verdadeiro culpado?   Assista Online Nf3OwXAPFls
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  Esta série de 2 programas lançados em Vídeo no Brasil pela Video Network mostra um Chaplin que nunca foi antes visto por ninguém. Trechos inéditos de filmagens nunca aproveitadas nos mostram, além de cenas antológicas, os métodos de trabalho adotados pelo maior G~enio do Cinema, desde suas primeiras filmagens, até as mais recentes obras do grande cineasta. Este documentário, narrado por James Mason, utiliza-se de arquivos antes inatingíveis para acompanhar a evolução do trabalho de Charles Chaplin.   Agradeço mais uma vez ao João Antônio por ter me enviado o material.   Assista Online (Parte 1)     Assista Online (Parte 2)    
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Título Original: The Lone Wolf Spy Hunt Ano/País/Gênero/Duração: 1939 / EUA / Aventura | Comédia | Crime | Drama | Mistério / 71min Direção: Peter Godfrey Produção: Joseph Sistrom Roteiro: Jonathan Latimer Fotografia: Allen G. Siegler Música: Joseph Nussbaum Elenco Warren William ... Michael Lanyard Ida Lupino ... Val Carson Rita Hayworth ... Karen Virginia Weidler ... Patricia Lanyard Ralph Morgan ... Spiro Gregory Tom Dugan ... Police Sgt. Devan Don Beddoe ... Police Inspector Thomas Leonard Carey ... Jameson Ben Welden ... Jenks - Cúmplice Brandon Tynan ... Sen. Carson Helen Lynd ... Marie Templeton
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Título Original: The Three Faces of Eve  Ano/País/Gênero/Duração: 1957 / EUA / Drama Mistério / 91min Direção: Nunnally Johnson Produção: Nunnally Johnson Roteiro: Nunnally Johnson Fotografia: Stanley Cortez     Música: Robert Emmett Dolan Elenco Joanne Woodward ...     Eve White / Eve Black / Jane David Wayne    ...     Ralph White Lee J. Cobb    ...     Doctor Curtis Luther Edwin Jerome    ...     Doctor Francis Day Alena Murray    ...     Secretária Nancy Kulp    ...     Mrs. Black Douglas Spencer    ...     Mr. Black Terry Ann Ross    ...     Bonnie White Ken Scott    ...     Earl Mimi Gibson    ...     Eve - age 8 Alistair Cooke    ...     Narrador Sinopse Eve tem um problema psicológico que a leva a ter três personalidades diferentes: de uma hora para outra ela se transforma em White, Black ou Jane. O médico Ralph tentará ajudá-la a se curar.   Assista Online  
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A primeira vez que vi James Stewart eu era uma criança sonhadora e ele era um palhaço triste. Durante toda a projeção de O Maior Espetáculo da Terra (The greatest Show on Earth) ele ficava com o rosto coberto pela maquiagem, enquanto fugia da polícia e de um segredo do passado dentro do circo do personagem de Charlton Heston. Se vem daí ou não o meu encantamento pela figura circense do palhaço faz parte dos mistérios da memória, mas sem dúvida me tocou sua interpretação nesse filme. Mas o que realmente impressiona é que igualmente marcantes foram suas interpretações em TODOS os filmes que assisti dele até hoje. James Maitland Stewart nasceu dia 20 de maio de 1908 em Indiana, Estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos e dia 20 agora estaria completando 100 anos se estivesse vivo. Sua história se confunde com a própria história do cinema. Sua filmografia é tão diversa e tão densa quando um tesouro que merece ser descoberto, daí a grande revolta que me toma sempre que ouço os injustos rótulos colocados nele: ora "americano demais" ora "bonzinho demais", ora "jovem demais", ora "velho demais", ora "franzino demais" ora "grande demais", ora "simples demais", ora "intenso demais". Todas as críticas que diminuem de alguma forma o trabalho dele sempre soaram muito contraditórias. Um clássico exemplo é que certa vez na cerimônia do Oscar ele brincou por sua voz ser muito arrastada, o que o atrapalhava em algumas cenas, e muitos apreenderam isso como uma limitação irrevogável. Mas o fato é que do começo ao fim da carreira Stewart foi sempre chamado para trabalhar em rádio-teatro, longas músicais, narração de filmes, locução de comerciais e dublagem de desenhos. Seu último trabalho foi justamente dublando o xerife do longa animado Um Conto Americano: Fievel Vai Para o Oeste ( An American Tail: Fievel Goes West). Ou seja, trabalhou mais com a sua voz "horrível" do que muitos que eram considerados de bela voz. O começo de sua carreira em Hollywood, ao lado do amigo Henry Fonda, com quem dividia um dormitório, e da ex-namorada e amiga Margareth Sullavan, todos vindos da Brodway, não foi fácil. Mas o fato de ter os dois amigos tão próximos no começo da carreira ajudou-o a superar sua natural timidez, sendo contratado pela MGM. Estreou aos 26 anos de idade no obscuro curta-metragem Art Trouble em 1934. A seguir participou ao lado do grande Spencer Tracy de Entre a Honra e a Lei (The Murder Man) em 1935. Essa primeira gravação numa cena de uma grande produção foi descrita por ele como o pior momento de sua vida, de tão abalado que ficou diante das câmeras e holofotes. Mas já em 1936 obteve seu primeiro papel marcante na segunda e mais famosa versão do musical Rosie Marie. Baseado na popular opereta homônima, conhecida como a primeira a ter um homicídio como tema central, o filme foi um dos grandes sucessos da dupla Jeanette Macdonald e Nelson Eddy, o mais famoso par romântico do gênero na década de 30. Jimmy Stewart, fazendo o irmão da protagonista, desempenha um papel pequeno, porém chave para o desenrolar de toda a trama. Curiosamente ele aparece mais tempo ilustrando cartazes de Procura-Se do que propriamente atuando, mas bastou uma única sequência pra roubar a cena no filme, expressando toda a sensibilidade que depois ficaria famosa e caindo nas graças dos chefões da MGM. Nessa época viveu um breve romance com Ginger Rogers, o famoso par de Fred Astaire nas telas. Graças a Margareth Sullavan, estrelou com ela e Ray Milland o melodrama romântico Amemos Outra Vez (Next Time We Love), baseado numa idéia original de Preston Sturges e um dos primeiros a retratar os conflitos de um casal após as núpcias. O filme sofreu críticas por ser exagerado no melodrama, mas foi durante os ensaios para a filmagem com Sullavan que Jimmy perdeu o medo das câmeras. Aliás, o então marido de Margareth, Lelan Hayward, se tornou seu agente na mesma época. Já em Ciúmes (Wife vs. secretary), estrelado por Clark Gable e Mirna Loy, Stewart faz o namorado da outra ponta do triângulo amoroso principal do filme, interpretada por Jean Harlow. Foi sua primeira colaboração com o diretor Clarence Brown, que declararia que a cena aonde Jimmy espera pela namorada num táxi fora "um dos mais notáveis exemplos de representação sutil e emotiva que o cinema apresentara". Marcou presença representando um rapaz simplório em Garota do Interior (Small Town Girl), de William Wellman, onde contracenava com Janet Gaynor e que até hoje é um filme muio copiado em comédias românticas de Hollywood sobre moças ingênuas do campo que se apaixonam por jovens experientes da cidade, mas nunca mais houve um "ingênua" tão esperta como Gaynor. Como protagonista em Volante Ciclone/ No Limite da Velocidade (Speed) foi piloto de corridas. Ao lado de Joan Crawford teve outra grande atuação num pequeno papel em Mulher Sublime (The Gorgeous Hussy). Estrelou com Eleanor Powell o musical de grande sucesso Nasci Para Dançar/Nasci Para Bailar (Born to Dance), que pode ser considerado o primeiro marco em sua carreira, demonstrando grande química com Powell e dando conta do recado cantando e dançando ao lado dela, uma das maiores sapateadoras do mundo. Também se tornou célebre a passagem em que ingenuamente ele pediu a Cole Poter para cantar mais devagar.rsrs Aliás, as músicas de Cole Poter foram outra razão do sucesso do filme. Ainda em 1936 participou de A Comédia dos Acusados (After The Thin Man), sequência de A Ceia dos Acusados (The Thin Man), comédias policiais baseada nas histórias do grande escritor Dashiell Hammett e que anos mais tarde serviram de inspiração para a criação do seriado de tv Casal 20. A MGM ainda não sabia bem o que fazer com ele e o jogava pra tudo que é lado, inclusive dentro do sistema de empréstimos entre os estúdios, o que possibilitou trabalhar com vários atores e cineastas. Porém, diferente de outros astros do estúdio como Judy Garland (que tinha que lidar com seus próprios demônios internos e externos) e Nelson Eddy (que era sabotado descaradamente dentro do estúdio), Stewart com seu jeito tranquilo nunca teve problemas com os superiores e sempre se compenetrava a realizar o melhor trabalho, não importava em qual gênero, daí sua versatilidade natural, que a princípio me fazia acreditar que devia haver uns dois ou três atores chamados James Stewart... e realmente havia, pois esse é o verdadeiro nome do ator Stewart Granger, astro de Scaramouche, que adotou esse nome quando ingressou na Sétima Arte, para não ser confundido com o xará consagrado. Em 1937 teve uma comovente interpretação na refilmagem do clássico do cinema mudo Sétimo Céu (Seventh Haven). Sob a direção de Henry King, a partir da obra-prima original de Frank Borzage, com quem Jimmy trabalharia anos depois, a história narra o difícil romance entre dois marginalizados, Stewart e Simone Simon (a futura Mulher- Pantera dos clássicos de terror da RKO), que encontram um sentido pra suas vidas ao morarem juntos no sétimo andar de um cortiço, até a guerra vir acabar com suas ilusões. James Stewart se confirma neste belo melodrama como grande ator dramático e cheio de nuances, que ainda levariam uns anos para serem devidamente exploradas. Participou de O Último Gângster (The Last Gangster), ao lado do gângster por excelência, Edward G. Robinson, como um repórter que se envolve com a ex-mulher e o filho do dito cujo. Após isso brilhou junto com Robert Young e Lionel Barrymore em Juventude Valente (Navy blue and gold), do diretor Sam Wood, em que três jovens se tornam grandes amigos ao cursarem a Academia Naval Americana em Annapolis, mas entram em atrito quando dois deles se apaixonam pela irmã do terceiro e uma infame acusação põe em xeque a honra e amizade do grupo. Foi assistindo este filme que se revelou para o diretor Frank Capra o melhor tipo papel de Stewart, e que depois o próprio Capra se encarregaria de revelar ao mundo a partir do ano seguinte: o herói simples. Mas 1938 começou com outra elogiadíssima interpretação no clássico Ingratidão (Of Human Hearts), estrelada com Walter Huston. Novamente sob a batuta de Clarence Brown, Jimmy faz o papel do filho de um ministro da fé, Huston, que entra em conflito com o pai ao querer ajudar as pessoas no plano terreno como médico. Roubam a cena Beulah Bondi, como a mãe pega em meio à tensão familiar que se sacrifica pelo filho, quando a chegada da Guerra Civil muda o rumo dos acontecimentos e John Carradine, em uma das mais perfeitas representações do presidente Abrahan Lincoln. Vale destacar que na vida real Stewart havia enfrentado o pai, um humilde barbeiro de Indiana, ao largar a faculdade de arquitetura em Princeton para ingressar no teatro e mesmo nessa época que começava a fazer sucesso em Hollywood, o pai sempre o chamava de volta para se casar com uma moça da região e constituir família. Mas ele ficou e teve um intenso romance com Norma Shearer, simplesmenta a viúva do chefão da MGM, Irving Thalbert, e "Rainha de Hollywood". Romance devidamente "documentado" pelos jornais em 1938 e tão fugaz quanto tumultuado. Reencontrou Ginger Rogers em Que Papai Não Saiba (Vivacious lady), de George Stevens, que começou a ser filmada no ano anterior, mas devido a uma doença de Jimmy fora interrompido, sendo retomado depois com mudanças de parte do elenco, mas mantendo Stewart no papel principal. Este foi um grande acerto, pois esta comédia rasgada sobre um respeitado professor universitário que vai buscar o primo boêmio e volta tendo que contar aos pais que ele próprio se casou com uma cantora de cabaré fez muito sucesso, revelando toda a veia cômica e romântica de Stewart e Rogers numa screwball comedie com bastante sugestão sexual pra época e que faz rir até hoje. Depois foi a vez de seu segundo par romântico com Margareth Sullavan na terceira versão de O Último Beijo (The Shopworn Angel), em que ele vive um soldado prestes a ir para Primeira Guerra Mundial que pede a uma egoísta atriz vivida por ela, para se passar por sua noiva para seus companheiros, mesmo ela estando comprometida com um playboy (Walter Pidgeon). Mais uma vez o filme não fez juz a química do casal em cena. Finalmente, então, conteceu a consagração com Do Mundo Nada se Leva (You Can't Take It with You), de Frank Capra, com roteiro de Robert Riskin, baseado em peça de grande sucesso de George S. Kaufman e Moss Hart, em que Jimmy, num dos muitos empréstimos da MGM à Columbia, vivia Tony Kirby, herdeiro de um grande investidor de Wall Street, Edward Arnold, que se apaixona por uma simples secretária, Jean Arthur (um dos melhores pares românticos de Jimmy), membro de uma anárquica família cujo amável patriarca, um Lionel Barrymore surpreendente, incentiva todos a fazerem o que quiser da vida e serem felizes. Claro que esta postura altruística sempre causa enorme confusão no casarão onde vivem parentes, vizinhos, empregados, agregados e loucos (que devem ter servido de inspiração a muitas sitcoms familiares televisivas anos depois), mas que encantam a personagem de Stewart, mais uma vez confrontando a figura paterna como na vida real, para seguir seu sonho e fazer o que quiser na vida. Ele tenta apresentar seus pais a família da namorada e casar com ela sem que ambas as partes saibam que o casarão onde vivem é o último impedimento para a maior ambição de seu pai, de despejar todas as pessoas da vizinhança e vencer um ex-amigo e atual adversário nos negócios. A colisão dessas tramas é inenarravelmente cômica e supreendentemente emocionante. Os Estados Unidos ainda enfrentavam a Grande Depressão iniciada com a Quebra da Bolsa de Valores em 1929 e os filmes estimulantes e otimistas de Capra causavam um forte impacto no público pesaroso e preocupado da época, que sofria uma enorme catarse com as histórias da dupla Capra/Riskin. A despeito disso, o roteiro sempre competente, a direção sensível e o desempenho sincero dos atores tornavam as obras verossímeis. Do Mundo Nada se Leva (You Can't Take It with You) é contagiante ao apostar todas as suas fichas na simplicidade da vida e suave e envolvente ao tornar isto crível a quem o assiste. Foi o primeiro filme de Jimmy a ganhar o Oscar de melhor filme e o terceiro Oscar de Capra como diretor. Dizem que ele queria Henry Fonda o papel de Tony, mas Stewart acabou chamado e sobressaiu como nunca antes nesta que é uma das comédias malucas com contornos dramáticos mais inteligentes de todos os tempos, e pra alguns o melhor trabalho de Capra, que disse sobre Stewart: "Eu acho que ele é provavelmente o melhor ator que já chegou às telas." Enfim no auge, Jimmy começou a ser requisitado por todo mundo. Dizem que 1939 foi o ano da ascenção artística quando Hollywood produziu mais filmes de qualidade do que nunca, e nesse ano ele era o grande astro. Fez Nascido para casar (Made for each order), melodrama romântico com Carole Lombard sobre as agruras de um jovem casal, produzido por David O. Selznick; Folias no gelo (Ice follies of 1939), com Joan Crawford, um inusitado musical sobre casal de patinadores, que teve mais propaganda da MGM do que resposta do público; Que mundo maravilhoso (It's a wonderful world), terceiro encontro com o diretor W.S. Dike, de Rosie Marie e Comédia dos Acusados. (After the Thin Man), que rendeu outra hilária, embora não unânime, screwball comedie ao lado de Claudette Colbert. Enquanto isso, Capra queria fazer uma sequência de O Galante Mr. Deeds (Mr. Deeds Goes to Town), mas como Gary Cooper não estava disponível, resolveu criar um novo personagem protagonista e chamou Stewart para interpretá-lo. Nascia A Mulher Faz o Homem (Mr. Smith Goes to Washington), onde o líder escoteiro e patriótico Jefferson Smith é chamado para sem saber servir de testa-de-ferro às manobras políticas de um Senador corrupto, Claude Rains, e um empresário poderoso, Edward Arnold, que usam sua secretária, Jean Arthur de novo, para enganá-lo. Mas a cínica Arthur se apaixona pelo honesto personagem de Stewart e revela a verdade a ele que tenta deunciar o esquema, mas acaba responsabilizado por tudo frente a seus pares e a opinião pública. A partir daí se sente todo o poder da máquina política sobre os mais fracos e a única saída da dupla Arthur e Stewart é usar um artifício da própria lei a seu favor e levá-lo até as últimas consequências, mesmo com os políticos e toda a mídia contra. O final é um dos mais lendários e criativos do cinema, com Stewart falando sem parar por mais de 23 horas seguidas (ele chegou a pincelar mercúrio na garganta para simular o desgaste da voz) para um bando de políticos e repórteres egoístas e preguiçosos demais para enfrentarem uma fraude e arriscarem seu próprio status quo. Destaque mais uma vez para o embate final com a figura paterna representada pelo Senador vivido por Claude Rains num final dramático e memorável, que entrou pra história do cinema. A Mulher Faz o Homem (Mr. Smith Goes to Washington) causou muita polêmica ao retratar, mesmo no estilo suave de Capra, políticos como ladrões e jornalistas como bêbados. A Columbia chegou a receber propostas de grupos políticos que queriam comprar e QUEIMAR os negativos! Talvez por tudo isso este seja pra alguns até hoje o melhor filme político já feito, e pra outros também divide a honraria de ser a grande obra-prima de Capra. Jimmy, pelo seu soberbo desempenho foi finalmente indicado ao Oscar pela primeira vez, mas não levou, o que foi e é lembrado como uma das incontáveis injustiças da Academia; mas, sinceramente? Olhando pra trás, a gente acaba notando que não ganhar o Oscar trouxe mais prestígio a muita gente do que ganhá-lo. Coisas de Hollywood. Naquele tempo havia o episódio das três damas "Veneno de Bilheteria", um boicote feito pelas distribuidoras a Marlene Dietrich, Greta Garbo e Katharine Hepburn, o que praticamente fechou as portas pra elas nos filmes. Direta ou indiretamente Stewart acabou ajudando as três. Primeiro aceitou estrelar com Marlene Atire a Primeira Pedra (Destry Rides Again) de George Marshall, quando ninguém mais quis. Ela não queria fazer um faroeste de jeito nenhum, mas um amigo a aconselhou a topar e o resultado foi sensacional. Enquanto no mesmo ano, No Tempo das Diligências (Stagecoach) elevava os werterns para um gênero sério, Atire a Primeira Pedra (Destry Rides Again) fez o caminho oposto, fazendo uma paródia do velho oeste. Parte do sucesso é creditado a ardente química entre Stewart e Dietrich, que virou romance na vida real, mas não durou, presumivelmente porque ambos eram pessoas bem diferentes. Imagina ele chegando na barbearia do pai na cidadezinha de Indiana e apresentando a Mata Hári como namorada? Marlene não era muito fã do estilo de interpretação de Jimmy, achava-o muito disperso até durante as cenas de amor, mas reconhece que ele foi o pioneiro em superar o estilo do "galã suspirante" que havia em Hollywood antes. Além disso, ela não gostava de quase nenhum ator de Hollywood mesmo... profissionalmente, é claro. ^^ O ano de 1939 foi tão cheio que Stewart não pôde trabalhar com o diretor Ernest Lubitsch, que fazia questão do ator para seu script. Enquanto esperava por ele, simplesmente filmou outro clássico: Ninotchka, com Greta Garbo, e foi a vez dela ser catapultada de volta ao estrelato. Em 1940 Jimmy finalmente foi conhecer o projeto de Lubitsch, o igualmente clássico A Loja da Esquina (The Shop Around the Corner), uma das mais engenhosas, senão a mais engenhosa, comédia romântica realizada. Jimmy e Margareth Sullavan novamente atuam juntos, enfim com um roteiro a altura do talento de ambos. Stewart faz um empregado de uma loja de presentes em Budapeste, Alfred Kralik, que vive um amor idílico por correspondência com uma desconhecida, enquanto Sullavan é a nova funcionária da loja, Klara Novak, que o detesta à primeira vista, mas curiosamente mantém também um romance profundo com alguém que ela só conhece por carta. Paralelo a isso, o dono da loja investiga a esposa, que acredita o estar traindo. Após muita antipatia e hostilidade recíproca, Alfred descobre que Klara é sua musa, e, obviamente, ele a dela, mas quando tenta consertar as coisas é expulso da loja, pois o dono pensa ter descoberto que é ele o amante de sua mulher. A Loja da Esquina (The Shop Around the Corner) é um dos mais belos filmes tendo como pano de fundo o Natal. Nem precisa dizer quantos e quantos filmes depois se inspiraram nos desencontros amorosos de Alfred e Klara, incluindo a refilmagem. Mensagem Para Você (You've Got Mail), que foi um sucesso comercial, mas não teve a perfeição entre melancolia e ternura que Lubitsch alcançou no original. Em seguida Jimmy e Margareth repetem a dobradinha em Tempestades d'Alma (The Mortal Storm), do diretor Frank Borzarge, um drama trágico, em que a ascenção de Hitler ao poder na Alemanha (que ocorrera recentemente na época em que o filme fora feito), afetará a vida de um Professor vivido por Frank Morgan, que vê familiares e alunos contaminados pelo fanatismo ariano. Stewart é um amigo do Professor que é contra o nazismo e se apaixona pela filha do mestre, Sullavan, que está noiva de um partidário do Terceiro Reich, vivido por Robert Young. A situação fica cada vez mais insustentável, tanto na política do país quanto na relação do triângulo amoroso e da família do Professor. Pouco a pouco fica claro que não resta outra saída pra ninguém que seja contra Hitler a não ser o exílio, mas nem todos conseguirão se salvar. Borzage fez um libelo contra a supremacia ariana ao retratar como ela tristemente destruiu uma família e partiu a sociedade alemã ao meio. O inesquecível final cheio de tensão nos Alpes Austríacos, onde a intempérie da natureza é mesclada ao drama humano, é um dos mais bonitos do cinema. Embora a maioria dos fãs de Borzage possa discordar, Tempestades d'Alma (The Mortal Storm) talvez seja a obra-prima do diretor. O embaixador da Alemanha pediu a Lois B. Mayer pra pensar duas vezes antes de lançá-lo, mas não adiantou. O filme fez com que Hitler proibisse a exibição de qualquer produção da MGM em solo alemão e possivelmente foi a primeiro produção descaradamente anti-nazista de Hollywood até ali. Então Stewart fez A Vida é uma Comédia (No Time for Comedy/Guy with a Grin) com Rosalind Russel, com quem também teve um breve caso (é, ele não perdoava uma!). O filme era uma comédia ácida com toques de drama, que aparentemente não agradou muito. Sorte diferente teve Núpcias de Escândalo (The Philadelphia Story). Como já foi dito Kate Hepburn não conseguia mais papéis após seu boicote, mas estava fazendo sucesso no teatro com a peça que inspirou esse filme. Howard Hughes, seu ex-amante e fiel amigo, comprou os direitos e ela conseguiu que aceitassem fazer o filme se algum astro topasse participar. Jimmy foi o primeiro a aceitar o papel, mas houve problemas com Cary Grant, que só topou fazer se seu personagem tivesse o mesmo espaço concedido a Stewart e se seu nome aparecesse primeiro no letreiro... nada demais... hehehe. Graças aos roteiristas, dois personagens da peça foram habilmente fundidos, com Grant ganhando assim mais tempo em cena. Hepburn não queria concordar em ceder seu lugar nos créditos, afinal a história era sobre sua personagem, mas acabou concordando ao ver que as coisas demoravam pra se resolver. George Cukor dirigiu esplendidamente esse formidável elenco, em que Kate vivia uma socialite fútil prestes a se casar pela segunda vez com um homem muito centrado, mas que às vésperas da cerimônia fica terrivelmente balançada por seu ex-marido debochado, Grant, e ao mesmo tempo pelo cínico repórter, Stewart, que veio cobrir a cerimônia e abomina o mundinho da alta sociedade, ao menos até cair nos encantos de Hepburn. James Stewart e Cary Grant foram tavez os maiores entre os maiores astros de Hollywood, mas tinham um bom relacionamento. Uma das mais belas homenagens a Stewart é exatamente um depoimento de Grant sobre uma cena do filme: "Ele fazia papel de bêbado. E era de tal modo convincente naquela cena que se pode ver o meu ar de espanto no filme, admirado com o talento de Stewart." Esse desempenho marcante rendeu a Jimmy nova indicação e, mais que isso, a conquista do Oscar, a qual muitos creditam a uma das muitas tentativas da Academia de consertar erros passados, mas de fato ele foi notável no filme. Kate Hepburn conta em sua autobiografia que o autor da peça viu uma cena de Stewart no set de filmagem, chorou de emoção, e ao fim da mesma deu um grande abraço no ator. Núpcias de Escândalo (The Philadelphia Story) foi boa pra todo mundo, principalmente pro público que ganhou talvez a mais sofisticada e irônica comédia do cinema. Também foi bastante influente e teve uma refilmagem musical, Alta Sociedade (High Society), também um sucesso, mas que também não era a mesma coisa. Outra muito beneficiada com o filme foi a barbearia do pai de Jimmy, já que o astro deu o Oscar de presente ao pai! E ele o colocou na vitrine da barbearia pro pessoal de Indiana poder apreciar. :) Em 1941 James Stewart teve a sua derradeira colaboração com Clarence Brown em Pede-se um marido (Come live with me), em que Heddy Lamar vivia uma imigrante ilegal com um amante casado que recorre a um escritor frustrado, Stewart, para, com um casamento de conveniência, poder ficar no país. Para isso ela paga um "salário" a ele, financiando seu próximo livro e eles acabam se aproximando cada vez mais. O que serve de inspiração pra sua história, quando se descobre que o editor que enfim publica o livro dele é o amante dela. Uma comédia romântica agradável, não chega a ser um grande filme, mas tem méritos. Clarence Brown conseguiu fazer fluir uma doce história de amor e o tema foi bastante original e revisitado várias vezes depois. Em seguida Jimmy foi novamente dirigido por George Marshall em Ouro do céu (Pot o' gold), comédia romântica musical, onde Jimmy vive um ex-dono de uma loja de música (que também se chama Jimmy) que vai trabalhar na fábrica de seu tio e conhece uma banda famíliar, que seu tio odeia e a qual tenta ajudar, enquanto se envolve com a filha cantora, Paulette Godard. Esse filme divide opiniões. Tem a fama de ser o pior da carreira de Stewart, mas tem muita gente que gosta dele. Na realidade é um filme muito simpático com bons números musicais e é dinâmico nas investidas de Jimmy de tentar esconder de seu tio seu relacionamento com a família de músicos e ao mesmo tempo esconder deles que é sobrinho do homem que os detesta. O Pote de Ouro do título é uma referênica a cultura irlandesa e o filme acaba sendo uma homenagem à música. Seguiu-se então o musical O Mundo é um Teatro (Ziegfeld Girl), o menos conhecido filme da trilogia Ziegfield (tenho a sensação que eu acabei de inventar esse termo). O filme trata de três das garotas da famosa companhia de dança de Ziegfield, Heddy Lamar, Lana Turner e Judy Garland. Das três, só Judy foi elogiada pela crítica. Stewart faz o interesse amoroso de Lana Turner. Nessa época a MGM e seus musicais estavam em franco declínio e acredito que isso se reflita no filme. Enquanto a MGM chegava ao seu crepúsculo, a guerra na Europa chegava ao seu ápice e James Stewart foi o primeiro astro a se alistar, sem imaginar o que lhe esperaria do outro lado do oceano... e muito menos tudo o que ainda lhe esperaria na Terra do Cinema quando ele voltasse pra casa. COMO SERIA O CINEMA SE JIMMY NÃO TIVESSE EXISTIDO? Quando regressou, após o fim da Segunda Guerra Mundial em 1945, James Stewart já era tenente-coronel do exército norte-americano, depois de iniciar a guerra como recruta e pegar no pesado, realizando várias missões como piloto de bombardeio. A princípio, não quiseram aceitá-lo com medo que morresse em cobate, mas ele tanto fez que conseguiu participar das missões. Dizem que houve uma enorme fila admiradoras do sexo feminino no aeroporto quando ele embarcou. Ainda assim demorou pra voltar e, de certa forma, sua vida passou a estar sempre ligada às Forças Armadas. Continuou na Força Aérea como reservista até chegar a General-Brigadeiro e se aposentar mais tarde nos anos 50. Todos as suas medalhas foram fazer companhia ao Oscar ganho por Núpcias de Escândalo (The Philadelphia Story) na vitrine da barbearia do pai na Pensilvânia. Mas a guerra o abalou pra sempre. Nunca falou sobre ela, o que muitos creditam ao choque de ter matado tantas pessoas, além de ver seus companheiros morrerem. Inegavelmente passou por um crise que o fez pensar em largar o ofício de ator. Lelan Hayward não era mais seu agente, nem tinha mais contrato com a MGM, e, enquanto ele servia na guerra, muitos outros atores ficaram em casa preservando sua fama junto ao público, enquanto Jimmy só havia participado de documentários feitos pelos Aliados enquanto estava no front. E os que foram depois dele, que foi o primeiro, voltaram mais cedo. Sem falar dos novos astros que surgiam. A Segunda Guerra foi um divisor de águas em Hollywood como não se via desde o fim do Cinema Mudo e muitas estrelas do passado perderam seu espaço. Algumas ainda arrumaram trabalho, mas nem todas com a força de antes, se tornando pálidas sombras do que tinham sido. Nesse cenário difícil, se tornava ainda mais grave o desencanto dele pelo trabalho. Foi quando, em 1946, Lionel Barrymore o chamou a participar de um projeto de Frank Capra, que se tornaria sua última e mais marcante parceria com o diretor. Um filme chamado A Felicidade Não Se Compra (It's a Wonderful Life). Capra, que também acabara de voltar da Guerra, tinha fundado a produtora independente Liberty Films com George Stevens, William Wyller e Sam Briskin pra produzir o filme com distribuição da RKO. Apesar da impressionante afinidade que havia entre Capra e Stewart, neste filme, assim como em Do Mundo Nada Se Leva (You can't take it with you) e A Mulher Faz o Homem (Mr. Smith goes to Washington), o astro não foi a primeira opção para o papel. Inicialmente queriam que Cary Grant protagonizasse ao lado de Jean Arthur, mas não conseguiram nenhum dos dois. Depois do astro, ainda tentaram Olivia de Havilland e Ginger Rogers (ambas atrizes que viveram um romance com Jimmy na vida real), mas no fim acabaram contratando Donna Reed, que no ano anterior tinha feito o clássico do terror O Retrato de Dorian Gray (The Picture of Dorian Gray) na Metro, o que se revelou um grande acerto. Ela até mesmo recusou dublê em uma das cenas em que devia arremessar uma pedra, pois era exímia jogadora de basquete. A história é baseada num conto de Philip Van Doren Stern, que foi estendido no roteiro, co-escrito pelo próprio Frank Capra, mas é nítida a inspiração também em Um Conto de Natal de Charles Dickens. A Felicidade Não Se Compra (It's a Wonderful Life) é a história de George Bailey, mas também é um pouquinho a história de cada um de nós, inclusive do ator que o interpretou. George cresceu na cidadezinha de Bedford Falls e sempre foi um jovem sonhador. Queria viver, viajar o mundo, construir grandes obras, mas seu coração sempre acabava mudando o seu destino, fazendo-o se sacrificar por alguém. Salvou a vida do irmão, mas ficou surdo de um ouvido (outra semelhança com Stewart que tinha problemas de audição), impediu um farmacêutico com quem trabalhava de ministrar um remédio errado a uma criança, ajudou seus amigos e vizinhos e, mais importante, contra a sua vontade assumiu o negócio de seu pai e seu tio Billy, os quais emprestavam dinheiro sem juros aos habitantes da cidade para que eles pudessem financiar sua casa própria, atitude que era constante entrave nos negócios do milionário Henry Potter, Lionel Barrymore, que ganhava uma fortuna explorando a população de baixa renda da cidade com aluguéis caríssimos. No entanto, isso arruinou o sonho de George de fazer uma faculdade, mas ele seguia sonhando... E sonhando George continuou na sua cidadezinha... Compartilhou esses sonhos com sua amiga Mary, Donna Reed, uma jovem também sonhadora, e por quem se viu irremediavelmente apaixonado, mas o único sonho que acabou conquistando foi se casar com Mary, enquanto seu irmão já terminara sua faculdade, casara e seguira carreira trabalhando com o sogro... E George continuou na sua cidadezinha... Até que Henry Potter tenta comprá-lo, mas George segue seus princípios, ganhando um inimigo. Os anos passam, os filhos nascem, uma guerra vem e se vai, a vida encarece... e George continua na sua cidadezinha... Até que um dia, próximo do Natal, as coisas vão ficando cada vez mais difíceis, chega a um ponto em que todos os amigos de George em Bedford Falls dependem dele, enquanto ele mesmo mal consegue sustentar a família. O âmago do drama ocorre quando Potter se aproveita de uma distração do Tio Billy, tendo a possibilidade destruir George e amigos em mãos e aproveitando pra se vingar. Desesperado, George vaga de bar em bar sem achar uma solução fora do copo de bebida e como último recurso decide se matar para a família poder aproveitar o seguro. Ele se dirige a uma ponte decidido a pular. Porém, ao chegar lá algo inesperado acontece: outra pessoa pula da ponte primeiro! George se joga pra salvá-la e assim conhece Clarence, Henry Travers. Após se abrigarem, George desabafa com ele dizendo que seria melhor se não tivesse nascido. Clarence, então, se revela como o seu anjo da guarda, em missão para conseguir suas asas. Segundo ele toda vez que um sino toca um anjo ganha asas (óbvia referência a Peter Pan) e então realiza o desejo de um incrédulo George. Ele volta então a Bedford Falls e, choque após choque, vai descobrindo a verdade nas palavras de Clarence. Naquela que talvez seja a reviravolta mais fantástica da história do Cinema, George não reconhece seu lar e não é reconhecido por seus entes queridos... PORQUE SUA VIDA FOI APAGADA DA EXISTÊNCIA! É muito difícil comensurar num texto a importância de A Felicidade Não Se Compra (It's a Wonderful Life) na cultura popular mundial. O filme não fez muito sucesso na estréia, mas mesmo assim a produção foi indicada a vários Oscars, incluindo diretor e ator para Stewart, mas foram perdidos para Os Melhores Anos de Nossas Vidas (The Beste Years of Our Lives), filme com orçamento cinco vezes maior sobre a dura readaptação de três ex-combatentes da Segunda Guerra à seus lares e, ironicamente, dirigido sob contrato pra MGM por William Wyller, um dos sócios da Liberty Films, que acabou falindo. Talvez por essas e outras, Wyller ficou conhecido como "diretor de encomenda", já que sua única tentativa de criar obras independentes foi prejudicada indiretamente por seu trabalho para uma grande produtora. Mas seria absurdo culpá-lo por sua competência. Até porque se você perguntar a dez cinéfilos qual dos dois é melhor, uns vinte vão aparecer dizendo que é A Felicidade Não Se Compra (It's a Wonderful Life). Isso porque o filme de Wyller tem um grande valor histórico e é um clássico, mas o de Capra é uma obra atemporal e uma verdadeira lenda, praticamente o filme mais copiado de todos os tempos. Sua trama, seus personagens e conceitos são usados ou citados constantemente em vários meios de comunicação. Então por que ele não fez o sucesso esperado? Porque o mesmo público que antes prestigiava Capra quando queria espantar o fantasma da Depressão, agora parecia ver sua obra como algo antiquado e ingênuo para um mundo pós-Guerra, de onde os Estados Unidos emergiam como super-potência global, como se houvesse uma necessidade inconsciente de querer ser "adulto". Não foi só o cinema quem mudou. O povo e o país inteiro haviam mudado. Tanto que no ano anterior outra produção de cunho duro e realista ganhara o Oscar, o excelente Farrapo Humano (The Lost Weekend) de Billy Wilder. E essa linha de pensamento pareceu ser a tendência da Academia na época ao premiar Os Melhores Anos de Nossas Vidas (The Beste Years of Our Lives), mesmo este não sendo melhor que A Felicidade Não Se Compra (It's a Wonderful Life). Mas o tempo é o senhor da razão. Nos anos 70, quando caiu em domínio público, o filme de Capra passou a ser apresentado sempre no fim do ano pelas emissoras de tv, tornando-se mais simbólico no Natal que o próprio conto de Dickens. Hoje o filme é cult, mas ainda é considerado ingênuo por alguns, além de outros o acusarem de não contribuir para a arte cinematográfica com nenhuma inovação, embora só no cinema é possível ver reflexos do história em incontáveis filmes como Destino em Dose Dupla (Mr. Destiny), Ghost - Do Outro Lado da Vida (Ghost), Todo Poderoso (Bruce Almighty), Um Homem de Família (The Family Man), Click, Brilho Eterno de Uma Mente sem Lembranças (Eternal Sunshine of The Spotless Mind), Efeito Borboleta (The Buterfly Efect), Nimitz - De Volta ao Inferno (The Final Countdown), a trilogia De Volta Para o Futuro (Back to The Future), O Show de Truman, O Show da Vida (The Truman Show), entre muitos outros, além do seriado Além da Imaginação (The Twilight Zone). Isso porque, apesar de filmes anteriores adotarem temas parecidos como Que Espere o Céu (Here Comes Mr. Jordan) de Alexander Hall em 1941 e O Tempo é Uma Ilusão (It Happened Tomorrow) de René Clair em 1944, foi A Felicidade Não Se Compra (It's a Wonderful Life) o primeiro filme falar diretamente sobre o fascinante tema viagem no tempo/realidade paralela. Mas ninguém até hoje fez isso como Frank Capra, porque ninguém focalizou o conceito do "o que aconteceria se..." sob um aspecto tão radicalmente humano. No começo somos apresentados ao passado, depois ao presente, resultado das escolhas anteriores e o clímax mostra um mundo onde o presente é afetado por mudanças no passado. Alguns acham um erro o que na verdade é uma sacada genial de Capra, pois através dessa elipse, a viagem no tempo acontece na mente do público, que vai deduzindo boa parte do que aconteceu através das mudanças do mundo paralelo, o que por si só torna a narrativa bem mais inteligente do que o jugo preconceituoso dos que criticam sua história simples. E na verdade a simplicidade é a chave de tudo, porque partindo desse ponto obras posteriores passaram a buscar outros mundos, realidades, possibilidades e sonhos como os de George, ou melhor, de Capra, e A Felicidade Não Se Compra (It´sa Wonderful Life) teve papel fundamental nesse desabrochar do inconsciente coletivo na ficção. Depois deste filme, a frase "O Que Aconteceria se..." nunca mais foi a mesma. Mas talvez o maior êxito da produção seja a história de amor, drasticamente afetada pela dinâmica do filme. Ironicamente hoje tal expediente é implacavelmente taxado de lugar-comum, mas essa ousadia narrativa deve ter causado muito estranhamento na época, especialmente na cena do reencontro no mundo paralelo, uma das mais aflitivas da história do Cinema. O romance por si só já garante a força do filme, tanto que a parte "ortodoxa" da trama, como as cenas da piscina, da Lua e das pedras na casa foram repetidas inúmeras vezes em outras produções. George e Mary vivem um amor simples ao longo de suas vidas, como poderia acontecer nas vidas de qualquer um. É isso que o torna tão precioso e que faz do final algo tão apoteótico dentro do contexto da sua simplicidade. Donna Reed cintila em cena, num papel que tinha tudo pra ser um clichê. A atriz ficou pra sempre imortalizada como a esposa e dona-de-casa perfeita (outra personagem que também serviu de inspiração a tantas outras depois) e ela imprime tal humanidade ao papel que deixaria muitas feministas convictas com lágrimas nos olhos. Quanto a James Stewart... basta dizer que, se esse não é o papel da sua vida, concerteza é o papel que salvou sua vida. Alguns críticos defendem que a maior força do filme reside no contraste entre um Stewart marcado e transtornado pela guerra e um Capra com sua fé inabalável frente às maiores desgraças da vida, e por isso a produção conseguir soar tão alegre e triste ao mesmo tempo. A partir daí, Jimmy revezaria seus papéis mais cômicos e despreocupados com outros com uma tonalidade bem mais sombria de personalidade, mas talvez aqui fosse o único aonde ele atingiu o auge do equilíbrio entre ambos, como um personagem que não era unilateralmente bom, mas que escolhia fazer o bem, e amargava cada consequência de seus atos ao longo da vida. A experiência marcou tanto que até hoje tanto o astro quanto o diretor consideram esse seu filme favorito, aonde também pela quarta e última vez Beulah Bondi fez o papel da mãe de Jimmy em um filme. Foi assim o fim da parceria entre Capra e Stewart, ao longo da qual o ator foi indicado ao Oscar duas vezes e ganhou o prêmio da rigorosíssima Assossiação dos Críticos de Nova York por A Mulher Faz o Homem (Mr. Smith goes to Washington), embora seu trabalho mais premiado juntos tenha sido Do Mundo Nada Se Leva (You can't take it with you), que faturou 5 Oscars. Com a falência da Liberty Films e os novos tempos Capra nunca mais filmou do mesmo jeito até se aposentar de vez, com a sensação do dever mais do que cumprido para com a Sétima Arte e o público. Mas a carreira de James Stewart ainda iria longe. Nenhum fracasso profissional ou problema pessoal seguraria mais sua vontade de trabalhar. Por essa época, até voltar a se firmar como ator de cinema ele fez bastante no teatro, encenando a peça de grande sucesso Harvey. Em 1947 fez o filme Cidade Mágica (Magic Town) de William Wellman, com roteiro de Robert Riskin, antigo colaborador de Capra no pré-Guerra. O filme também não fez sucesso, apesar de tratar de forma criativa de um tema que estava criando grande interesse na época e que até hoje permanece atual, especialmente em época de eleição nos Estados Unidos. Stewart interpreta o chefe de um grupo de pesquisadores que descobrem numa pequena cidade dos Estados Unidos o sonho de todos os partidos políticos: um lugar onde a medição dos votos dos habitantes é uma réplica perfeita do percentual de votos do país como um todo, como se fosse um microcosmo da opinião pública norte-americana. Eles vão até lá dispostos a usar seus habitantes como cobaia, fazendo um trabalho barato e fácil. Mas a relação entre Stewart e editora do jornal local, Jane Wyman, coloca o segredo em risco, levando posteriormente a cidade à loucura e abalando totalmente a credibilidade da pesquisa. Apesar do filme conservar um lado bastante ingênuo, ele foi inspirado num estudo de sociologia famoso na época e claramente influenciado pelo controverso resultado das sondagens eleitorais que davam como certa a derrota da candidatura de Harry Truman, que acabou de fato se tornando presidente. Na vida real Stewart também se viu às voltas com problemas na política. Ele havia se tornado colaborador de J. Edgar Hoover, o chefe do Bureau de Investigação Federal (FBI), na tentativa de afastar a criminalidade crescente em Hollywood. Stewart, republicano e conservador convicto, ajudou a denunciar gângsters como Bugsy e Lucky Luciano. Este último, para perplexidade de Jimmy, escapou por ter um foto comprometedora de Hoover vestido de mulher. Infelizmente o astro parecia confiar cegamente em Hoover e este o teria manipulado para ajudá-lo na caça aos comunistas de Hollywood, mandando informações através de seu colega Ronald Reagan (que muitos anos depois se elegeria presidente pelo Partido Republicano). Stewart teria chegado a espionar seus amigos Frank Capra e Cary Grant, mas teria receio que eles descobrissem. No entanto quem acabou descobrindo foi justo seu melhor amigo, Henry Fonda, democrata e liberal convicto, e na primavera de 1947 teriam tido uma briga muito feia. Eles não tiveram um desentendimento assim nem quando estavam na Universidade de Princeton, no grupo de teatro de Joshua Logan (que revelou ambos) e Fonda se casou com Margareth Sullavan, até então namorada de Stewart, casamento esse que durou apenas dois meses. Dizem que a discussão foi tão acalorada que eles só pararam quando viram que estavam comprometendo uma amizade de anos e concordaram em nunca mais falarem sobre política de novo, nem sobre esse tempo, o qual depois ficaria conhecido como Machartismo, devido a caça às bruxas no meio artístico promovida pelo Comitê de Atividades Anti-Americanas, encabeçado pelo Senador Joseph MacCharty, e que teria tido apoio de Stewart. Porém, o ator José Ferrer, um democrata liberal, acreditava que o colega simplesmente forneceu os nomes das pessoas em Hollywood que ele sabia serem membros do Partido Comunista, e não aqueles que ele simplesmente suspeitava de terem simpatias comunistas, atitude comum na época e que interrompeu a carreira de vários artistas que tiveram inclusive que deixar o país, como Charles Chaplin. De fato, tirando a briga com Fonda, não se sabe de outros episódios que tenham a abalado a relação de Jimmy com seus colegas, até porque ele evitava falar de política em público. Aliás, foi bastante comedido durante toda sua carreira. Na contramão de outros astros, não usava roupas estravagantes, nem carros caros ou se envolvia em escândalos. Apesar disso, era muito gentil com seus pares e com os fãs, os quais dizia serem seus maiores críticos e que só gostava de uma interpretação sua se eles também gostassem. Seu carisma era tão forte, que o presidente democrata Harry Truman, ao assistir A Felicidade Não Se Compra (It's a Wonderful Life) teria dito: "Se eu e Bess (sua esposa) tivéssemos um filho, eu só queria que ele fosse como Jimmy Stewart." Em 1948 James Stewart estrela Sublime Devoção (Call Nothside 777) de Henry Hathaway, um espetacular filme noir no estilo semi-documental que vinha marcando uma revolução no gênero (e que virou até referência em paródias de desenhos animados). Baseado numa história real, o filme conta a história de um jovem, Richard Conte, condenado a 99 anos de prisão pela morte de um policial em Chicago. 11 anos depois sua mãe, uma humilde faxineira, após muita luta para juntar o dinheiro, põe um anúncio no jornal, oferecendo uma recompensa de cinco mil dólares a quem provasse a inocência de seu filho. O editor do jornal, Lee J. Cobb, se interessa e incumbe da matéria um repórter cínico chamado P.J. MacNeal, Stewart, mais preocupado em achar um furo de reportagem do que qualquer outra coisa. Mas seu envovimento com o caso vai transformando sua atitude conforme ele se dá conta da inocência do réu e de que a polícia não está nem um pouco disposta a admitir um erro. Hathaway traça um belo e envolvente retrato da Chicago do pós-guerra, focando certeiramente no aspecto social da cidade e não se inibindo de mostrar também o lado mais pobre do lugar. James Stewart tem uma grande atuação como o repórter investigativo, mas infelizmente ainda havia pessoas que tinham dificuldade em dissociá-lo de seus personagens mais leves de comédia, tanto que alguns não gostam de classificar o filme como noir, devido a personalidade do seu protagonista ser tão devotada à justiça no decorrer da trama. A despeito disso, a luta de MacNeal reflete de forma verdadeira o trabalho dos jornalistas da vida real, sendo bastante fiel ao duro, penoso, e por vezes impossível, processo de fazer as autoridades legais voltarem atrás e reconhecerem um erro, mesmo quando tal erro destrói a vida de uma pessoa. Sublime Devoção (Call Nothside 777) não deixa de ter suas semelhanças com a vida real, seja com a campanha do Machartismo que vigorava na época, ou mesmo com qualquer caso de denúncia de corrupção e mau uso do poder público que aconteça em qualquer grande cidade até hoje. Depois Stewart participa de No Nosso Alegre Caminho (On Our Marry Way), uma antologia dirigida por Leslie Caron, George Stevens, John Huston e King Vidor em que um casal vivido por Paulette Goddard e Burgess Meredith é a ligação entre várias histórias sobre como as crianças influenciam a vida das pessoas. No filme Stewart e Henry Fonda vivem dois músicos amigos, mas a relação deles na vida real não andava nada bem. Após a briga, Fonda passou muitos anos sem falar com Stewart e algum tempo depois se mudou de Hollywood por não suportar o clima de perseguição do Marchartismo, se dedicando mais a sua carreira na Broadway. Stewart chegou a dizer que invejava Fonda, pelo tempo que ele dedicava ao teatro. Mas graças ao diretor Alfred Hitchcock Jimmy teve a oportunidade de trabalhar no primeiro "teatro filmado" da história do cinema: Festim Diabólico (Hope). No filme, Farley Granger e John Dall, interpretando respectivamente Brandon e Phillip, são dois estudantes que resolvem pôr em prática a seu modo as teorias de Nietzche, o inventor da expressão Super-Homem, veiculadas pelo professor Rupert Caldell, Stewart, e matam um colega de classe, trancando seu corpo em um baú do apartamento, enquanto começam a chegar os convidados de um jantar preparado pela empregada, que nada sabe, em cima do baú onde está o defunto. Os convidados são os parentes do morto, sua noiva, o ex-namorado dela e o professor. Conforme a noite segue eles tentam provar suas teorias de que existem pessoas superiores a outras, o que justificaria a "eliminação" das inferiores. Em meio a debates aparentemente inocentes, a falta do amigo morto que também deveria ter vindo ao jantar se faz cada vez mais presente. No início, o professor Rupert desconfia de um trote envolvendo o assassinado, sua noiva, e o ex dela, mas começa a mudar de opinião conforme Brandon defende veementemente seu ponto de vista e Phillip começa a entrar em pânico ao sentir as suspeitas do professor. Toda essa tensão vai seguindo até ficar insuportável (toda hora alguém quase abre o baú) e ser descarregada com a inevitável descoberta no clímax. Hitchcock filmou toda a história, sua primeira produção à cores, como se fosse uma única cena. Na verdade, ele filmava o máximo que um rolo de filme aguentava, uns oito minutos, então focalizava algum ponto escuro (como as costas de um personagem), enquanto trocava o rolo, garantindo assim a sensação de que a história corria em tempo real. Pode parecer um truque tosco hoje em dia, mas em 1948 era de uma ousadia experimental sem precedentes. Infelizmente, tanto Festim Diabólico (Hope) quanto a interpretação de James Stewart são bastante subestimadas. O filme não fez sucesso na época e, mesmo hoje, alguns relutam em classificá-lo junto às grandes obras de Hitchcok, de certa forma por uma dificuldade de compreender uma realização que usa a linguagem do teatro feita pelo diretor que talvez tenha sido o maior gênio da linguagem cinematográfica. Pelo roteiro ter sido inspirado num caso real envolvendo um casal homossexual houve muita polêmica, fazendo o filme ser proibido em algumas cidades americanas. O professor também deveria ser homossexual, mas a censura vetou tudo isso e Hitchcock teve que se virar como pôde. Inicialmente o Professor Caldell seria vivido por Cary Grant, e o roteirista Arthur Laurentes critica James Stewart por ele não passar a sugestão homossexual e garante que Grant faria melhor, o que pra mim é um equívoco, pois Grant, imortalizado como um galã por quem as mulheres suspiravam no cinema, era homossexual na vida real e enfrentou muitos problemas na sua vida pessoal e profissional devido a isso. Portanto, mesmo que fizesse o filme é muito difícil acreditar que ele interpretaria o personagem desse jeito, tanto é que se recusou a participar da produção. O próprio roteiro sofreu diversas modificações devido a censura, então seria um equívoco culpar James Stewart por essa mudança de tom, que deixa a homossexualidade envolvendo o caso como algo velado. Quem vê o filme sem saber desse detalhe não perde nada e muitos acabam concordando que Jimmy teve uma grande atuação. Hitchcock parecia concordar com isso já que, numa das cenas, Stewart disse a ele que se errasse naquele filme seria o maior erro da história, devido ao método de simular um take só, e o diretor disse: "Eu sei. Por isso escolhi você para o papel." Além disso, é evidente que o que motiva o crime não é tanto "compulsão sexual" e sim mais as polêmicas teorias Nietzchianas. Nietzche era um filósofo tão controverso que muitas idéias suas foram adotadas pela Alemanha Nazista em campanhas contra os judeus, embora ele tenha dito textualmente que todos os anti-semitas deveriam ser fuzilados em paredões. É esse o ponto genial de Festim Diabólico (Hope). Ele não só é um filme que se propõe a discutir as teorias de Nietzche, mas também discute porque as pessoas não o compreendem, daí a relevância da interpretação de Stewart principalmente no final, demonstrando toda a amargura de um professor que vê seus alunos corrompendo seus ensinamentos, o que por sua vez também alça o filme entre os mais inteligentes, ao tratar de forma tão completa, dentro dum espaço físico tão curto, da responsabilidade de um mestre para com seus discípulos. Ainda em 1948, Stewart estrelou com Joan Fontaine A Conquista da Felicidade (You Gotta Stay Happy), uma screwball comedy de H. C. Potter, numa das últimas tentativas da Universal nesse tipo de produção, sobre um piloto que só quer dormir, uma noiva em fuga, um chimpanzé e um cadáver, entre outras coisas... o filme também não atingiu a bilheteria esperada, mas vale a pena ser visto. Dizem que Joan Fontaine convidou Stewart para o filme por ele ter sido o único ator a visitá-la no hospital quando ela teve um filho. Fontaine faz uma rica herdeira que foge na noite de núpcias e acaba se envolvendo com Stewart, um piloto comercial que faz uma escala no hotel dela. Juntos com o co-piloto, Eddie Albert, eles embarcam no avião do protagonista em uma viagem cheia de imprevistos. O filme vale mais como comédia do que como romance, inclusive devido as várias subtramas que se sucedem no decorrer da história. Jimmy, pela primeira vez após servir na Força Aérea, faz papel de piloto, coisa que seria comum daí por diante. A aviação foi uma das grandes paixões de sua vida. Curioso também é ver Eddie Albert num papel bem semelhante ao que faria anos depois em A Princesa e o Plebeu (Roman Holiday), como o amigo de Gregory Peck, e também tendo que ajudá-lo a lidar com outra bela rica e fugitiva: Audrey Hepburn. Já o tão almejado reconhecimento do talento do astro pelo público do pós-Guerra viria no ano seguinte. Em 1949, James Stewart voltou a trabalhar com o diretor Sam Wood em Sangue de Campeão (The Stratton Story), baseado na história real do jogador de beisebol Monty Stratton, um grande ídolo na década de 30, que teve a perna amputada acima do joelho e tenta se adaptar a nova situação com a ajuda da devotada esposa, June Allyson, e da mãe, Agnes Moorehead, enquanto se esforça para voltar ao esporte. O filme fez tanto sucesso que ajudou a redefinir o rumo da carreira de Stewart na década que viria com outros dramas românticos semi-biográficos, alguns também ao lado de June Allyson, que a exemplo de Donna Reed ficou marcada como a "mocinha perfeita", muito por causa da sua química com Stewart. Sam Wood já havia feito outro filme biográfico de muito sucesso sobre outra lenda do beisebol de destino trágico, Lou Gehrig, em Ídolo, Amante e Herói (The Pride of the Yankees), estrelado por Gary Cooper em 1942, e Sangue de Campeão (The Stratton Story) era quase a repetição dos mesmos ingredientes do sucesso anterior, inclusive com a participação de jogadores de verdade em ambos. Por essa expectativa, devia haver uma natural resistência a pôr Jimmy como o protagonista, já que ele não havia emplacado nada de muita repercussão junto ao público desde que voltara da guerra e ainda mais que o filme era feito pelos seus ex-patrões da MGM. Van Johnson e Gregory Peck eram outras opções para o papel, mas creio que a bem-sucedida parceria anterior entre o astro e o diretor em Juventude Valente (Navy blue and gold) pesou na hora da decisão. Stewart acabou prevalecendo e deu show no filme, o qual é menos sobre o amado esporte dos norte-americanos e bem mais sobre as agruras de um atleta lutando corajosamente pra dar a volta por cima. Tanto o filme quanto o ator ganharam o Photoplay Awards, o mais antigo prêmio da história do cinema, dado pela conceituada revista Photoplay através de votação popular. Ainda no mesmo ano ele faria Malaia (Malaya), de Richard Thorpe, onde voltou a contracenar com Spencer Tracy, o astro do primeiro filme importante do qual participara, Entre a Honra e a Lei (The Murder Man), lááá em 1935. 14 anos depois, eles agora estrelavam um filme juntos. Jimmy admirava tanto Tracy como ator, que teria aceitado um faturamento menor que o do colega, apenas pela oportunidade de trabalhar com ele novamente. Infelizmente o valor do filme é mais histórico, ao tratar de um inusitado fato real, o contrabando de borracha na época da Segunda Guerra, já que o produto começara a escassear no território americano. Um jornalista, Stewart, e um ex-presidiário, Tracy, são chamados pela CIA para trazer a borracha de solo malaio guardado pelo exército japonês. Lionel Barrymore, Valentina Cortese e Sydney Greenstreet, com um papel que lembra sua participação em Casablanca completam o elenco da produção. Mas o fato mais importante de 1949 ocorreu em 9 de agosto, quando James Stewart se casou com Gloria Hatrick Maclean, uma ex-modelo, a partir de então mais conhecida como Gloria Stewart. Ao que se sabe, Gloria virou a cabeça de Jimmy, já que ele era um solteirão já com seus 41 anos e contabilizava vários casos conhecidos com atrizes famosas. Jimmy não só não se importou dela ser divorciada com dois filhos, Ronald e Michael, como adotou-os e ainda teve com Gloria um casal de gêmeas dois anos mais tarde, Judy e Kelly. Seu casamento foi uma dos raras em Hollywood que se pode afirmar com segurança que realmente deram certo. O astro era tão apaixonado pela mulher que costumava dizer: "Tudo que vc está vendo que eu sou é graças a Gloria." A partir daí, parecia que tudo começou a dar certo de uma vez só. Em 1950, com um par de filmes, Stewart ajudou a revolucionar o faroeste. Primeiro atuou em Winchester 73, de Anthonny Mann, outro marco em sua carreira. Os produtores da Universal não tinham dinheiro para pagar o que o astro costumava receber em suas produções, então ele aceitou trocar seu salário por parte dos lucros da bilheteria do filme, um fato inédito e seguido por muitos outros atores com o correr dos anos, tão lucrativa se revelou essa idéia, devido ao grande sucesso de público e crítica do filme. Na história, Stewart é Lin MacAdams, um homem amargo e sorumbático que chega à famosa cidade de Dodge City acompanhado de seu parceiro, Millard Mitchell, em busca de vingança contra seu inimigo, Stephen MacNally, por causa de um segredo do passado. Lá, ele o enfrenta num torneio de tiro cujo prêmio é o cobiçadíssimo rifle Winchester 73. Lin vence seu rival, mas é emboscado e tem seu troféu roubado. A partir daí ele parte em outra jornada, enquanto o rifle passa de mão em mão e Mann vai delineando um profundo e fascinante mosaico humano dos grandes mitos do velho oeste, incluindo pessoas reais como o xerife Wyatt Earp, além de uma mulher cujo noivo é assassinado, Shelley Winters, um chefe indígena, Rock Hudson estreando no cinema, um soldado bêbado, Tony Curtis também em início de carreira, e um assassino psicopata, numa grande performance de Dan Duryea, entre outros. Mas mesmo com uma grande sorte de tragédias acontecendo ao redor do rifle, o clímax ainda aguarda o seu retorno às mãos de Lin, o confronto decisivo entre Stewart e MacNally, com a revelação de um segredo que seria o início de uma abordagem de elementos psicológicos pioneiros no gênero que o diretor, egresso dos filmes B, passaria a usar nos faroestes seguintes, quase sempre acompanhado por Stewart. Eles formaram uma parceria menos famosa do que a de John Ford e John Wayne, mas também muito importante para a Sétima Arte. Não é tarefa fácil examinar as várias influências de Winchester 73 em trabalhos posteriores do gênero ou mesmo fora dele, tão imitada foi essa produção. Se os westerns estão para o cinema como os contos de cavalaria estão para a narrativa oral, então pode-se dizer que a Winchester 73 é a Excalibur do velho oeste! A arma que simbolizava o poder numa terra onde as armas ditavam as leis. Tanto que ela aparece mais tempo em cena que o próprio Stewart, contando a história e os conflitos de cada um de seus breves donos. Esse recurso de usar um objeto como uma espécie de narrador da trama já havia sido usado antes, mas jamais com tanta maestria quanto a de Mann, então se você por acaso vir um filme nos dias de hoje que saiba tirar proveito desse conceito, certamente foi de Winchester 73 que veio a inspiração direta ou indiretamente. Outra característica impressionante é a visceral interpretação de James Stewart, que aqui criou um personagem que seria vital em todos os westerns seguintes: o primeiro caubói amargo e solitário da história do cinema! Personagem esse que consagraria de vez John Wayne em Rastros de Ódio (The Searchers) e Alan Ladd em Os Brutos Também Amam (Shane). E foi justamente Jimmy, que o público tantas vezes tinha dificuldade de separar da sua persona mais alegre de outros filmes, o precursor desse modelo de herói, mais sombrio e vingativo, finalmente provando ao grande público o quanto poderia ser um intérprete multifacetado. Infelizmente ainda estava longe de ter esse reconhecimento por parte da Academia. A fotografia em preto-e-branco e os diálogos de Winchester 73 também são excelentes e as várias tramas se encaixam perfeitamente pela hábil direção de Anthonny Mann, que ascendeu ao nível dos grandes diretores de seu tempo. Logo depois Stewart estrelou Flechas de Fogo/ Flechas Ardentes (Broken Arrow), de Delmer Daves, simplesmente o primeiro faroeste em que o índio, ao invés de vilão, é a vítima do homem branco. Stewart faz um ex-soldado do exército, Tom Jeffords, que salva a vida de um jovem índio, ficando amigo do Chefe Apache Cochise, Jeff Chandler (indicado ao Oscar de coadjuvante pelo papel), e se apaixonando por uma jovem mestiça, Debra Paget. Cada vez mais envolvido com seus novos amigos ele tenta promover um acordo de paz entre índios e colonizadores, mas os brancos não conseguem compreender a amizade entre um dos seus com o "perverso" chefe de um tribo selvagem, levando a um desfecho dramático. Curiosamente, a produção teria sido filmada antes de Winchester 73, mas só foi lançada no cinema um mês depois desta. O filme pode até parecer superado nos dias de hoje, mas imagine o choque do público em 1950, ao ver o seu astro tipicamente americano defendendo os índios, os grandes vilões da matinês desde o Cinema Mudo! E ainda por cima sendo incorporado na sua sociedade e cultura. A história foi tão polêmica que o roteirista Albert Maltz, também indicado ao Oscar pelo trabalho, entrou na lista negra do Machartismo. Apesar de toda essa atribulação, Flechas de Fogo/ Flechas Ardentes (Broken Arrow) foi essencial para uma visão mais humana dos índios e sua condição nos faroestes que se seguiram, até culminar muitos anos depois em Dança Com Lobos (Dance With Woves) de Kevin Costner em 1990, que muitos críticos apontam como uma refilmagem não creditada da trama do filme de Jimmy. Além disso, Daves, com uma bela fotogrfia que também concorreu ao Oscar, criou uma comovente história de amizade entre os personagens de Stewart e Chandler, separados por dois mundos diferentes, mas unidos por um único ideal e contou boa parte da história do Arizona. Dizem que o diretor havia passado por um retiro solitário por lá antes de resolver filmar westerns. Ainda em 1950, Jimmy se associou ao diretor Henry Koster, outro importante colaborador de sua carreira e constantemente negligenciado em suas biografias, na hilária adaptação da peça estrelada por Stewart e ganhadora do Pulitzer, Meu Amigo Harvey (Harvey). O astro vive um homem tranquilo e despreocupado, Elwood P. Dowd, que passa a maior parte do seu tempo conversando com um coelho invisível de dois metros de altura, o Harvey do título! Tal hábito causa tamanho rebuliço, que impede os planos constantes de sua irmã, Josephine Hull, de casar a filha com um bom partido. Desesperada, ela tenta interná-lo no hospício, mas seu jeito exasperado, em contrapartida ao estilo comedido do irmão, faz os médicos pensarem que a louca é ela. E esse é só o início de uma série de mau-entendidos, já que todos que tentam perseguir Elwood é que acabam passando por loucos aos olhos de terceiros, tanto que depois da irmã, o dono do hospício e até o próprio coelho (!) acabam internados no lugar dele. Daí a genialidade da trama, que esconde atrás de uma história aparentemente ingênua, um inteligente e subliminar roteiro que trata do preconceito da sociedade, marginalizando quem é diferente, e como justamente tal preconceito pode terminar marginalizando a própria pessoa preconceituosa. James Stewart tem uma assombrosa interpretação como Elwood. Ele contracena com o ar o tempo inteiro, uma verdadeira lição pra muitos atores de hoje em dia que reclamam de ter que contracenar com um fundo azul em filmes com efeitos especiais. Jimmy não só tira de letra como nos faz crer que Harvey existe, e aí reside outro êxito do filme. Mesmo com uma trama tão surreal, Stewart consegue transformar uma história previsivelmente cômica, graças a sua interpretação recheada com alguns momentos dramáticos de pura melancolia, como um homem solitário que espanta a tristeza com uma improvável amizade com um Pooka, um duende de outra dimensão! É difícil assistir ao filme e não querer ser amigo deles também. Por Meu Amigo Harvey (Harvey), Jimmy foi indicado ao Oscar e ao Globo de Ouro de melhor ator. Josephine Hull também foi indicada e ganhou o Oscar de atriz coadjuvante. Mesmo não vencendo ele estava novamente consagrado em todas as frentes, voltando ao seu lugar de direito entre os grandes astros de Hollywood. Encerrando 1950, Stewart ainda achou tempo pra fazer Radiomania (The Jackpot). Nessa comédia do diretor Walter Lang, ele vive um homem comum que tem sua vida virada de cabeça pra baixo ao participar de um Quizz Show num programa de Radio. Conforme vai ganhando mais prêmios, que vão do útil ao estapafúrdio, ele vai se envolvendo mais no jogo, o que faz de sua casa uma confusão constante, que piora ainda mais quando a Receita Federal resolve cobrar impostos absurdos sobre todos os seus ganhos. Natalie Wood, ainda criança, faz a filha de Stewart. Esse é um dos filmes injustamente esquecidos do ator, não só por ser muito engraçado, mas por permanecer atualíssimo no nosso tempo onde cada vez mais todo mundo arruma seus quinze minutos de fama e anônimos que se tornam famosos graças a reality shows e afins acabam tendo sua vida transformada, nem sempre pra melhor. Estava desenhado o rumo que sua carreira tomaria durante a década de 50, fosse nos faroestes psicológicos de Mann, nos suspenses instigantes de Hitchcock, nos dramas românticos semi-biográficos e algumas vezes nas comédias surreais, além de ter liberdade pra escolher os papéis que quisesse em outros trabalhos (alguns revolucionários pra época), já que não tinha contrato fixo com nenhum grande estúdio. Sem contar que o fato de se tornar pioneiro em receber percentagem dos lucros de bilheteria favoreceu muito suas finanças. Por tudo isso e muito mais, Jimmy recuperou seu posto de astro preferido da América ao longo dos anos 50, feito impressionante pra alguém que pensara em largar a carreira de ator de Cinema nos anos 40 quando, para que ele aceitasse o papel de George Bailey no emocionante e cultuado A Felicidade Não Se Compra (It's a Wonderful Life), Lionel Barrymore lhe dissera: "Já pensou que consegue comover milhões de pessoas e que não há nenhuma outra profissão onde consiga o mesmo?" Por Por Guilherme Cunha - RJ email:  guilhermecrosscutter@gmail.com
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Título Original: The Saint Takes Over Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Mistério / 69min Direção: Jack Hively Produção: Howard Benedict Roteiro: Leslie Charteris e Lynn Root Fotografia: Frank Redman Elenco George Sanders ... Simon Templar / The Saint Wendy Barrie ... Ruth Summers Jonathan Hale ... Inspector Henry Fernack Paul Guilfoyle ... Clarence 'Pearly' Gates Morgan Conway ... Sam Reese Robert Emmett Keane ... Leo Sloan Cy Kendall ... Max Bremer James Burke ... Patrolman Mike Robert Middlemass ... Captain Wade Roland Drew ... Albert 'Rocky' Weldon aka Rocks Nella Walker ... Lucy Fernack Pierre Watkin ... Ben Egan   Sinopse   O santo é um moderno Robin Hood, que a fim de livrar seu amigo Henry Fernack, enquadrado por mafiosos, acaba se deparando com uma série de assassinatos.  
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Que ideia mais fofa! Quem é fã da atriz deve ficar muito feliz também.
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Título Original: The Musketeers of Pig Alley Ano/País/Gênero/Duração: 1912 / EUA / Curto | Crime | Drama / 17min Direção: D.W. Griffith Produção: D.W. Griffith Roteiro: D.W. Griffith Elenco Elmer Booth ... Snapper Kid, Musketeers gang leader Lillian Gish ... The Little Lady Clara T. Bracy ... The Little Lady's Mother Walter Miller ... The Musician Alfred Paget ... Rival Gang Leader John T. Dillon ... Policial Madge Kirby ... The Little Lady's Friend / In Alley Jack Pickford ... Rival Gang Member / At Dance Lionel Barrymore ... The Musician's Friend Dorothy Gish ... Frizzy-haired woman in street Antonio Moreno ... Musketeers Gang Member / At Dance Sinopse Jovem esposa e seu marido, um músico, vivem na pobreza em um prédio de Nova York.     Assista Online kG5hbpL8Njo
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Título Original: American Madness Ano/País/Gênero/Duração: 1932 / EUA / Drama / 75min Direção: Frank Capra Produção: Frank Capra Roteiro: Robert Riskin Fotografia: Joseph Walker Música: Mischa Bakaleinikoff Elenco Walter Huston ... Dickson Pat O'Brien ... Matt Kay Johnson ... Mrs. Dickson Constance Cummings ... Helen Gavin Gordon ... Cluett Arthur Hoyt ... Ives Robert Emmett O'Connor ... Inspector   Sinopse     Um conto emocionante e mágico da era da grande depressão sobre um homem que toma uma posição corajosa diante do imenso poder das corporações, ao passo que os Estados Unidos passam por sua maior catástrofe econômica. Tom Dickson (Walter Huston, vencedor do Oscar® de melhor ator coadjuvante por O Tesouro De Sierra Madre, 1948) tem sido um leal e dedicado presidente de banco por 25 anos. Quando a bolsa de valores sofre um colapso, o comitê da diretoria abusa do seu poder pedindo empréstimos, forçando Dickinson a lutar por seu emprego até que um executivo do banco sem escrúpulos e um suposto roubo de 5 milhões de dólares leva sua carreira e seu casamento à beira da destruição.  
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  A atriz que interpretou Dorothy em O Mágico de Oz tornou-se um dos primeiros ícones gays da história. Quando a polícia de NY invadiu o Stonewall Inn, na sexta feira 27 de junho de 1969, eles não podiam esperar muita resistência; invasões em bares gays eram razoavelmente rotineiras. Mas os clientes de Stonewall não estavam com vontade de cooperar com as autoridades. Naquela tarde eles tinham enterrado uma de suas mais queridas amigas: Judy Garland, cuja dor e tenacidade, expressadas tão profundamente em suas canções, refletiam suas lutas. Dessa vez, ao invés de se deixarem levar algemados, eles brigaram contra a polícia, pesar se transformando em ira, e inflamando um movimento de liberação que continua até hoje. Essa, ao menos, é uma das explicações do porquê do levante de Stonewall acontecer nesse momento. O momento, em qualquer caso, raramente parece feito de coincidências, pois, no século 20, nenhuma performer foi tão idolatrada pelos homens gays como Judy Garland. A cantora e atriz de 47 anos, que por muito tempo tinha sido viciada em pílulas, morreu de uma overdose de barbitúricos na manhã do último domingo, em 22 de junho, em sua casa em Londres - o que aconteceu foi quase como um trágico acidente, não um suicídio. Mais de 22.000 pessoas em luto saíram para a visitação pública em Nova Iorque na quinta e na sexta; entre eles, centenas, se não milhares, eram homens gays. Por quase duas décadas, gays se tornaram obcecados com Judy Garland e essa obsessão criou uma espécie de comunidade. Homens gays se refeririam uns aos outros como 'amigos de Dorothy' - uma provável alusão ao papel de Garland em O Mágico de Oz. Para descobrir se alguém mais era gay, eles iriam mencionar as gravações de Judy Garland. Assistir às suas performances se tornou uma experiência de solidariedade para os homens gays, uma 'comunidade de ternura', como um dos fãs ingleses descreveu num concerto de 1960: "Isso foi como se o fato de que nós havíamos nos reunido para ver Garland tivesse nos dado a permissão de ser gay em público ao menos uma vez." O elo especial com fãs gays começou em 1950, quando ela foi despedida de seu estúdio, a MGM, e tentou suicídio. De acordo com o historiador cinematográfico, Richard Dyer, esses eventos simbolizaram "uma brusca ruptura com a comum e descomplicada imagem da Garland da MGM"; ela não era mais apenas a 'garota do lado'. Pouco menos do que um ano depois, Garland fez uma volta triunfal, não em um filme, mas em uma tour de concertos, deslumbrando críticos e público igualmente, primeiro em Londres e depois em Nova Iorque.   "A história da minha vida está em minhas canções", Garland cantou no começo de seus concertos. Canções de dor de cotovelo como "You made me love you" abriram caminho para outras canções, como a determinada "Come rain or come shine" - todas proferidas com uma honestidade emocional a que poucos poderiam resistir. Mesmo a burlesca "I don't care" transmitia a messagem que repercutiu com os fãs gays: "Não tente me reajustar / Não há nada que possa mudar-me / Pois eu não me importo!". Para fechar o show, Garland sentaria na beira do palco and cantaria "Over the rainbow". Sua história de vida serviu também como um não tão escondido subtexto para os dois filmes pós-MGM, Nasce uma estrela (1954) e Na glória, a amargura (1963), ambas histórias de perdas e persistência. Os problemas de Garland eram muito bem conhecidos: dominação por uma controladora 'mãe de palco', depois por insensíveis executivos de estúdio; preocupação sobre sua aparência; casamentos turbulentos; doenças, oscilações de humor, e vícios. Homens gays se relacionaram com a sua dor mas, o mais importante é que eles foram inspirados por seu indomável espírito que transformava dor em arte. Eles responderam também a algo vagamente andrógino em suas personagens cinematográficas: ela era comumente pueril, raramente séria, e em seus números musicais 'show-stopping', ela geralmente usava ternos e gravatas ou calças compridas e folgadas de palhaço. De sua parte, Garland estimava seus fãs gays, embora ela também pudesse fazer piadas com eles. "Quando eu desmaio eu tenho visões de gays cantando 'Over the rainbow' e a bandeira na Fire Island tremulando a meio mastro", ela disse segundo boatos. Judy Garland e Vincent Minnelli, um de seus maridos assumidamente gays.   Vale a pena apontar que, em sua vida pessoal, Garland repetidamente era atraída por homens gays ou bissexuais. Dois de seus cinco maridos - o diretor Vicente Minnelli e o ator Mark Herron - eram gays ou bissexuais, assim como ao menos dois de seus amantes. Até seu futuro genro, Peter Allen, que ela apresentou a sua filha Liza Minnelli, demonstrava ser gay. E, embora a própria Garland fosse predominantemente heterossexual, houve rumores de que ela tivesse tido romances com mulheres, incluindo a jornalista da MGM que fora contratada para espioná-la. A atração de Garland por homens gays pode ter ligação com sua relação com seu pai, Frank Gumm, um antigo gerente de casas de vaudeville e cinemas, que em várias ocasiões foi expulso de cidades por seus flertes com garotos adolescentes. Gumm morreu quando Judy tinha 13 anos, não muito depois dela ter assinado com a MGM. "Eu não estava perto do meu pai, mas eu quis estar durante toda a minha vida", Garland diria depois. "Ele era um cavalheiro gay irlandês e muito bonito. E ele queria estar perto de mim, também, mas nós nunca tivemos tempo juntos". Talvez mais do que a maioria das 'performers', Garland desejava o amor de seu público. "Todos aqueles que a aplaudiram, que se levantaram e a saudaram... estavam provendo ela com uma identidade", sugere o biógrafo Gerald Clarke. E, para muitos homens gays na platéia, ele estava, através de suas perfomances extraordinariamente honestas, retornando o favor. traduzido por Marcus Rodolfo fonte: http://www.q.co.za/2001/2001/06/18-judygarland.html
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Os musicais nasceram praticamente com os filmes falados. Depois de anos de experiências, “Don Juan”, de Alan Crosland passou a ser o primeiro filme com partes faladas, em 1926. No ano seguinte, “O cantor de Jazz”, do mesmo diretor, entra para a história ao ser o primeiro inteiramente falado. Dois anos depois o cinema falado já representava metade da produção cinematográfica. E surgia o primeiro grande musical: “Hollywood revue of 1929”, que trazia a primeira versão da música “singin’ on the rain” interpretada por Cliff Edwards. O filme era um desfile de grandes estrelas, incluindo a estreante Joan Crawford, Lionel Barrymore, Marion Davies, Buster Keaton, Marie Dressler e Ramon Novarro, mas resumia-se a esquetes isoladas de sapateados e canto. “Hollywood revue of 1929” Seguindo a fórmula de grandes espetáculos, “Broadway melody of 1929” ganhou o Oscar de melhor filme do ano, e a MGM descobriu um novo filão: filmes que retratavam os bastidores de produções de teatro, problemas com atores e ensaios, que fulminavam com uma grande apresentação: tema que viria dominar os musicais durante um bom tempo. Em 1936, “The great Ziegfeld” ganharia também um Oscar de melhor filme. Trazia centenas de pessoas e a imagem triunfal de um grande bolo com pessoas. No período de guerra, os musicais eram considerados uma bela forma de fuga. O povo precisava sorrir! A iluminação, coreografia e vestuários faziam a todos esquecerem por hora as grandes dificuldades enfrentadas. E quando muitos filmes passaram a ser bloqueados pela censura, os dançados passavam facilmente, apesar de algumas mulheres ostentarem pouquíssima roupa ou as danças evocarem o erotismo. O nível tornou-se tão alto que era difícil superar. “The great Ziegfeld”, 1936 Surgiram as grandes vozes. Uma das parcerias com maior êxito das telas foi Nelson Eddy e Jeanette McDonald. Estrelaram juntos alguns filmes, como “Naughty Marietta”, “Rose Marie” e “Maytime”. Mario Lanza foi outro grande tenor, que se converteria numa das vozes mais potentes dos filmes. “The toast of New Orleans” ao lado de Kathryn Grayson seria um dos seus melhores. Ele fez apenas 07 filmes, mas sua interpretação de Caruso ficaria na história. Outro destaque foi Bing Crosby (com filmes como “Fuzarca a Bordo”, “Os sinos de Santa Maria” e “High Society”). Nelson Eddy e Jeanette McDonald em Rose Marie Diante do sucesso dos musicais, estava claro que todos deveriam estrelar pelo menos um. Dessa forma, Liz Taylor, aos 15 anos cantou razoavelmente bem em “Cynthia” (1947), mas em “Date with Judy” (1948), seria dublada. Peter Lawford também estrelou alguns musicais, mas ele mesmo reconhecia que nunca foi bailarino e não tinha condições de competir com Astaire ou Kelly. Segundo o ele, “só fazia o que me mandavam, assim como os demais atores”. Robert Montgomery era outro que não parecia ficar a vontade, mesmo contracenando ao lado de Joan Crawford em “Forsaking All Others”. Jean Harlow, a primeira blondie foi dublada ao cantar em “ReckLess”, e em “Suzy”, dividiu a cena com Cary Grant, que surpreendentemente cantou muito bem. James Stewart teve a oportunidade de interpretar uma música de Cole Porter em “Born to dance”, ao lado de Eleanor Powell. Ele costumava dizer que a música era tão boa, que “apesar” dele, ficaria boa de qualquer forma. E Clark Gable... foi um enorme canastrão, ao cantar e dançar em “Idiot’s delight”. A platéia odiou, pois não queria ver seu maior galã dançando nas telas. Gene Kelly e Frank Sinatra Durante a década de 40, surgiram também os filmes familiares e os dedicados ao público jovem. Alguns ídolos jovens surgiriam a partir daí. Dentre eles, os de maior destaque foram June Allyson, Debbie Reynolds, Jane Powell, Deanna Durbin, Mickey Rooney e Judy Garland. June Allyson foi um dos rostos mais populares dos musicais da MGM, estrelando “Words and music” e “Good news”, ao lado de Peter Lawford, o filme foi considerado um dos favoritos da juventude da época. Jane Powell era uma estreante ainda, ao lado de Carmen Miranda e Liz Taylor em “Date with Judy”, mas soube aproveitar bem as oportunidades, e com seu olhar doce e voz de soprano, brilhou também em “Royal Wedding”, ao lado de Fred Astaire e “Seven Brides for Seven Brothers”. Mickey Rooney estreou ainda criança, aos 10 anos, em Broadway to Hollywood, e depois disso firmou-se como um dos grandes astros juvenis. Já aos 17 era um veterano. Deanna Durbin Ao lado de Judy Garland fez alguns dos maiores êxitos, baratos e populares, filmes que pareciam mudar apenas os nomes dos protagonistas, pois os papéis eram os mesmos: jovens que buscavam o sucesso na Broadway/teatro/teatro da escola, com um final presumivelmente de sucesso. Encantavam o público. Aos 12 cantou para Clark Gable, aos 15 tornou-se Dorothy em “Wizard of Oz” (O mágico de Oz), abocanhando o Oscar juvenil de 1939 e uma carreira que seguiria para fora das telas. Os filmes musicais devem muito a Fred Astaire. O fraque, o chapéu e a elegância eram suas marcas registradas, além de seu perfeccionismo: ele era capaz de passar dias e até meses inteiros ensaiando uma única coreografia, sempre em busca de novos passos e novidades. Sua carreira iniciou-se aos 05 anos, ao lado da irmã Adele, com quem fez par durante um bom tempo. A dupla se desfez quando ela casou-se e ele estreou no cinema em 1933 no filme "Dancing Lady", mas o sucesso veio mesmo quando ele passou a dividir a cena com Ginger Rogers, com quem fez 10 filmes. Ginger Rogers e Fred Astaire Apesar de não se darem bem pessoalmente, a parceria era imbatível. Além de Ginger Rogers, ele dividiria o palco com grandes mulheres como Rita Hayworth, Judy Garland, Joan Crawford, Cyd Charisse e Jane Powell. Nada mal para um baixinho magro e ligeiramente calvo. No fim, o homem era tão bom que parecia fazer dançar bem até mesmo objetos inanimados.Quanto a isso, Astaire era um dançarino generoso, pois parecia fazer qualquer um, eu digo, qualquer um transformar-se em um dançarino. Assim, dividiu o palco também com um cabide, subiu pelas paredes literalmente (Royal wedding) e até dançou com sapatos (The barkleys of Broadway). Astaire atuou em mais de 40 filmes, coreografando espetáculos, gravando 18 discos (trilhas sonoras) e ganhando um Oscar honorário em 1950, por sua contribuição ao mundo dos espetáculos. Hoje é considerado o maior dos dançarinos do século XX. The barkleys of Broadway Mas Astaire não reinaria sozinho. Assim como seu colega, Gene Kelly iniciou sua carreira também no teatro, ainda criança, ao lado dos irmãos. Adorava esportes, o que veio a refletir em sua carreira futura, pois ele acabou sendo conhecido não apenas como dançarino, mas pelas suas acrobacias, denotando um estilo mais jovial do que o empregado por Fred Astaire. Estreou no cinema com "For me and my Gal", fazendo par com Judy Garland, seguido por algumas participações sem grande importância, até que foi emprestado para a Columbia Pictures, para estrelar Cover Girl, ao lado de Rita Hayworth.   Judy Garland e Gene Kelly em For Me and My Gal Depois disso a MGM nunca mais o emprestaria para outros estúdios. Ele não se poupava, e gostava de experimentar coisas novas, quebrando regras (e às vezes também ossos), insistindo em fazer cenas mais difíceis, voando nos cenários, subindo em árvores, muros, voando entre cortinas, descendo por canos. Com isso se converteu num dos maiores símbolos dos musicais dos anos 50. Entre seus maiores sucessos estão "Um americano em Paris" (também conhecido como Sinfonia de Paris), "Brigadoon", "Marujos do Amor", "Um dia em Nova York" e naquele que é considerado o maior musical de todos, Cantando na chuva. Gene aposentou-se na década de 80, mas ainda fez trabalhos esporádicos como coreógrafo, em um deles para Madonna, em sua turnê de 1993. Outro grande dançarino, porém pouco reconhecido, foi Donald O'connor. Estreou em 1937, mas só ficou conhecido mesmo como companheiro de cena de Gene Kelly em "Cantando na chuva" com seu número Make in Laugh (uma releitura de um número feito por Judy Garland e Gene Kelly no filme O pirata), em que ele além de cantar fazia uma coreografia muito louca, com passos, saltos e piruetas. Bom, o resultado foram alguns dias de repouso para recuperar-se da seqüência, já que ele acabou se machucando muito na sequência. Donald trazia a experiência acumulada nos palcos da vaudeville. Donald O'connor na sequência Make in Laugh Aos 12 estreou no cinema, em "Melody for two" (mas sua parte foi cortada), e em seguida em "Sing you sinners" (1938). Fez alguns musicais considerados de segunda até que, em 1949 conseguiu seu primeiro papel de destaque em "Francis the talking mule" (em que conversava com uma mula, deixando mostrar que sua veia cômica chamava a atenção das crianças). Após esse trabalho ele fez ainda o papel principal de "I love Melvin" (1953), além de !Call me Madam" e "There's no business like show business". Estrelou como Buster Keaton na biografia "The Buster Keaton story", mas acabou abandonando a carreira ainda na década de 70, apesar de algumas participações em alguns programas de TV e filmes de baixo orçamento. Apesar de suas últimas palavras terem sido "Gostaria de agradecer à Academia por meu prêmio pelo conjunto da obra que um dia eu eventualmente receberei", jamais recebeu nenhuma indicação ou premiação do Oscar. Cyd Charisse e Gene Kelly E elas... Cyd Charisse é conhecida como a atriz das mais belas pernas do cinema, tendo assegurado elas em US$ 5 milhões na época. Participou dos maiores musicais, fazendo parceria com Gene Kelly, em "Cantando na chuva", e com Fred Astaire em "Roda da fortuna", e de outros de sucesso em "Party girl", onde fez um papel dramático. A formação de Cyd era erudita, era dançarina clássica desde os seis anos de idade, o que lhe forneceu agilidade para ir do clássico às danças mais populares. Ela não era uma atriz de grandes solos, mas desenvolvia-se melhor com um parceiro ao seu lado. Ao contrário de Cyd, Ann Miller brilhava melhor em seus solos. Em 60 anos de carreira, ela atuou em mais de 40 filmes, destacando-se principalmente ao lado de Fred Astaire em "Desfile de páscoa", em que faziam uma dupla de dançarinos famosos de teatro. A dança veio para Ann como forma de cura, pois ela era raquítica na infância, tendo que dançar para desenvolver-se. Aos 13 anos já era contratada pela RKO, graças a uma falsificação de documentos, que comprovavam que ela tinha 18 anos. Apesar de não estrelar nenhum filme, ela brilhou em vários deles, emprestando seu bailado em filmes como "Um dia em Nova York", "Garota do interior", "Do mundo nada se leva", "O belo sexo". Ann Miller em Easter Parade A sereia Esther Willians era campeã de natação, e trabalhava como modelo quando foi descoberta pelos olheiros da MGM. Construíram especialmente para ela uma enorme piscina, para ela em "Bathing beauty", e o que veio posteriormente foram sequências de produções espetaculares, em que ela surgia nadando e saltando. Conforme sua fama aumentava, aumentavam também os saltos. Jimmy Durante, Ricardo Montalban, Tom e Jerry foram alguns de seus parceiros. Esther Williams Muitos outros fizeram o sucesso desse grande gênero, como Eleanor Powell, Judy Garland, Rita Hayworth, e grandes nomes,como Vincent Minelli e Busby Berkeley (o grande nome dos musicais da década de 30). Considerado hoje um gênero já obsoleto, ainda é possível ver esporadicamente uma ou outra tentativa de ressuscitação de musicais, como "Vem dançar comigo", "Moulin rouge" e "Dirty Dancing’", porém sem o glamour de astros que se dedicavam a arte da dança. O que temos são filmes musicais, feitos com atores que se esforçam, muitas vezes sem sucesso, para a realização de mais um filme. Apenas mais um filme.   Por Carla Marinho
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gostei de filmes antigos ! e v oces estão de parabéns pela raridade destes clássicos
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De infância difícil, saída dos becos da II Guerra Mundial, onde chegou a passar fome e trabalhou como voluntária, a atriz tinha mais dois irmãos.  O pai seguiu o nazismo, deixando a família em dificuldades de toda sorte. Audrey e os irmãos foram mandados para a casa da avó, na Holanda, e adotou um nome inglês, para que não houvesse perigo de ser encontrada. O balé tornou-se seu refúgio enquanto a comida era confiscada pelo governo e as pessoas passavam fome. O resultado disto na garota foi uma desnutrição, anemia e  a depressão. Seu irmão foi para o campo de concentração durante algum tempo. Futuramente, seria oferecido a Audrey o papel de Anne Frank no cinema, mas a atriz se recusou a viver aquilo que tinha sentido na pele tão perfeitamente durante sua infância e adolescência. Seria por demais reviver mais uma vez a dor. “Enquanto lia O Diário de Anne Frank, eu lia minha vida. Nunca mais fui a mesma”, disse ela certa vez. Quando finalmente pôde comer algo, deu-se de cara com uma lata de leite condensado. Comeu tudo. Passou mal. O estômago desacostumara-se com a comida. Após a guerra mudou-se para Amsterdã, iniciando um curso de teatro e balé, mas, desanimada neste último (foi-lhe dito que não tinha porte para a dança), seguiu para Londres onde iniciou uma tímida carreira de modelo. Sua mãe, antes considerada uma baronesa, tornara-se agora uma doméstica, e a filha se virava para ajudar nas despesas da casa. Veio uma oportunidade em um filme intitulado “Nederlands in 7 lessen”, holandês, no papel de uma aeromoça. Pouca coisa. Vieram alguns musicais no teatro e trabalhos extras. Em “One Wild Oat” ela interpretou uma recepcionista de hotel, seguido de outros papéis pequenos e (finalmente) um papel onde teria um nome!! Em Young Wives’ Tale” sua personagem chamava-se Eve Lester. Grande começo. Sua primeira protagonista não veio nas telas, e sim no teatro. Aceitou participar dos testes para Gigi, incentivada pela própria autora, Colette. Passou. Audrey como Gigi   Tornaram-se amigas por toda a vida. Foram 219 apresentações, e o seu primeiro prêmio: o Theatre World Award, de 1952. Em 1958 a peça viraria filme, sob a direção de Vincent Minelli. Foi cogitada para o papel no cinema, mas Leslie Caron acabou levando. As portas do cinema finalmente pareciam querer se abrir para ela. De vez. Veio “Secret People”, no papel de uma bailarina e um convite para estrelar seu primeiro papel na América: a princesa de “A Princesa e o Plebeu” (Roman Holiday), desbancando Elizabeth Taylor do papel principal. William Wyler se encantou com Audrey, com seu charme e inocência. “Era perfeita!”, disse. Gregory Peck faria seu par, e enquanto seu nome aparecia em letras garrafais, o de Audrey aparecia discretamente abaixo. Gregory Peck não gostou. Exigiu que o nome dela aparecesse ao seu lado. Conseguiu. Ela acabou faturando um Oscar por seu papel. Tornou-se mais uma celebridade americana.   A Princesa e o Plebeu, ao lado de Gregory Peck   Vieram enxurradas de convites, enquanto ela terminava sua turnê com Gigi. Foi ter com o estilista Hubert de Givenchy, que pensando se tratar de Katharine Hepburn, a recebeu alegremente. Decepção ao ver a delicadeza ao invés da energia de Katharine. Mas Audrey e Givenchy logo se tornariam sinônimos de elegância. Ele a vestiu em filmes como Sabrina e futuramente Bonequinha de Luxo. Sabrina resultou em um romance para Audrey. Com William Holden. Era casado, e ela nutria sonhos de casamento e filhos. Dizem que o motivo do término foi este: ele já tinha os seus. Ela queria os dela. Enfim, nada feito. Mel Ferrer a esperava numa festa na casa de Gregory Peck. Casaram-se. Ela seguiria sua carreira no teatro, ganhando um Tony pela peça Ondine. Ganhava no mesmo ano um Oscar e um Tony. Tornou-se ícone da moda e da elegância. Êxtase. Audrey e Givenchy   Tornou-se requisitada. Vieram “Guerra e Paz” (1956), “Cinderela em Paris” (1957) e “Um Amor na Tarde” (1957). Estava grávida durante as filmagens de “O Passado não Perdoa”, mas ao cair de um cavalo acabou perdendo o bebê. Um ano mais tarde, em 1960 nascia seu primeiro filho: Sean Hepburn Ferrer, hoje seu representante legal. Seu próximo filme seria uma luta: Bonequinha de Luxo. Truman Capote havia feito o papel pensando na loira sensual Marilyn Monroe. Mandaram-lhe a elegante Audrey. Ela no papel de uma garota de programa? Não. Ele não concordou. E fez questão de demonstrá-lo durante todas as cenas em que acompanhou. Nunca aprovou a escolha. Holly Golightly ironicamente se tornou o seu papel mais conhecido. Dois anos depois a atriz cantaria para o presidente John Kennedy em sua festa de aniversário. A última dele. Escolheram Audrey para aplacar a apresentação bombástica  realizada por Marilyn Monroe no ano anterior. Hoje quase ninguém se recorda disto. Vários atores mais velhos foram colocados como seus co-protagonistas, mas Cary Grant só topou fazer “Charada” se fosse mudado o roteiro. Ele previa que Cary a seduzisse, mas ele, sentindo-se velho para a garota, exigiu que fosse ele o seduzido. Minha Bela Dama    Veio a grande polêmica de sua carreira sob o nome de Eliza Doolittle, da peça “Minha Bela Dama”. Julie Andrews estreou na Broadway, com enorme sucesso o papel da florista pobre e mal educada, mas não fora aprovada para o elenco no filme. Era desconhecida demais do público para estrelar um filme tão esperado. Audrey aceitou o desafio e fez aulas de canto. Mas sua surpresa foi enorme ao ver o filme já realizado e sua voz dublada por Marni Nixon. Ficou indignada, saiu dos estúdios triste, mas desculpou-se por sua atitude no dia seguinte. My Fair Lady teria muitas indicações ao Oscar e nenhum em referência a Audrey. O amargor seria pior, pois Julie Andrews, a rejeitada, ganharia neste mesmo ano por “Mary Poppins”. My Fair Lady   Mais papéis de destaque em “Como roubar um milhão de dólares” (1966) e “Um Clarão nas Trevas” (1967). Ela precisava de um tempo. O casamento com Mel Ferrer estava em crise e ela entrou em depressão. Decidiu abandonar temporariamente os filmes. Separou-se de seu marido em 1968. Não demorou muito para conhecer seu segundo marido, Andrea Dotti, um psiquiatra (bem conveniente). Com ele teve seu segundo filho, Luca Dotti. Audrey dedicava-se aos filhos e à pintura, sua nova paixão. Após alguns anos recusando propostas e roteiros, finalmente ela retornaria às telas em 1976 em Robin e Marian, com Sean Connery. Não era mais uma mocinha, tinha já 46 anos e o filme foi um fiasco nas telas. Em “A Herdeira” (1979) a personagem foi envelhecida para melhor se adequar a atriz. Mais fracasso. E novo divórcio devido às freqüentes traições do marido. Robert Wolders seria seu último companheiro. Nunca se casaram. Mas se davam bem. Era o que importava. “Além da Eternidade” (1989), de Steven Spielberg marcou sua despedida das telas. Sua personagem era um anjo. Relembrando fatos de sua vida, decidiu ajudar outros. Dedicou-se a UNICEF, saindo em campo para missões na Etiópia, onde visitava e cuidava das crianças que, como ela, sabiam a dor de passar fome. Fez campanhas em prol da vacinação e do abastecimento de água e comida. Viajou o mundo. Encontrou-se com vários líderes. Não se intimidava nem se negava a abraçar uma criança, estivesse ela limpa ou cheia de moscas. Dores no abdômen indicavam que algo não ia bem com a eterna bonequinha de luxo. Após exames foi diagnosticado câncer. Estava se espalhando. Uma cirurgia foi feita, depois várias sessões de quimioterapia. O tempo não estava ao seu lado. O câncer se espalhou rapidamente. Calou-se no dia 20 de janeiro de 1993. No mundo o presidente Bill Clinton tomava posse pela primeira vez. Givenchy chorava sua maior representante, e moonriver tocava suavemente nos ouvidos de quem a amava. Por Carla Marinho
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1) Audrey Hepburn recebeu um salário de 750 milhões de dólares para trabalhar  em Boneca de Luxo, tornando-se o segundo maior ordenado pago a uma atriz na época, (o primeiro foi o de Elizabeth Taylor em Cleópatra. 2) Foi lançado, em 2000, um filme biográfico - The Audrey Hepburn Story, sobre a vida da atriz, gerando muita polémica entre a crítica e os seus fãs pela escolha da actriz que iria desempenhar Hepburn: Jennifer Love Hewitt. A mesma foi rejeitada pelo público e crítica em geral. Hoje pouco ouve-se falar do filme. 3) O vestido usado por Audrey em Bonecquinha de Luxo foi leiloado por 800 mil dólares e o dinheiro revertido para a construção de 15 escolas para crianças pobres indianas. 4) A atriz recebeu o Jean Hersholt Humanitarian Award (prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas), em 1993, por seu trabalho como embaixadora da Unicef. O prémio foi recebido, postumamente, pelo seu filho, Sean Hepburn Ferrer. 5) Das primeiras aparições que fez na televisão, Audrey Hepburn foi criticada pelos seus pés excessivamente grandes e descrita como demasiado alta, ossuda e máscula. Anos mais tarde, a atriz fora considerada pela elite da moda americana como o ideal de beleza e o ícone de uma figura física perfeita. 6) Audrey nunca excedeu os 46,5 kg, a não ser nos períodos em que esteve grávida. 7) Em 1990, Audrey foi homenageada de uma forma linda: o seu nome foi atribuído a uma nova espécie de tulipa. 8) Sean Ferrer, o filho da atriz, revelou o segredo pessoal de Audrey Hepburn para o sucesso: fazer sempre o que se quis, e nunca o que os outros esperaram dela. 9) O clima entre Audrey Hepburn e Humphrey Bogart durante as filmagens de Sabrina era tenso e dificultava a espontânea rodagem do mesmo. O clima estava tão tenso que quase ela foi substituída por Lauren Bacall. 10) Audrey teve um degaste físico no ínicio das filmagens de Charada, pois foram iniciadas apenas dois dias após a rodagem de Quando Paris Alucina. 11) Durante as filmagens de O Passado Não Perdoa, Audrey Hepburn fez uma paragem para ir caçar patos no lago das redondezas. O barco afundou, e a atriz acabou sendo salva por uma fotógrafa que a avistou durante o sucedido. 12) As coisas não estavam boas nesse tempo mesmo. Ainda na rodagem de O Passado Não Perdoa, Audrey Hepburn ficou gravemente ferida ao cair de um cavalo. Grávida, voltou a trabalhar após 6 semanas internada, usando um colete ortopédico, mas acabou perdendo o bebê. 13) A série Gossip Girl acarreta várias influências da filmografia de Audrey Hepburn: a personagem principal, Blair Waldorf interpretada por Leighton Meester, idolatra a actriz e o seu filme preferido é Bonequinha de Luxo. O primeiro episódio foi intitulado de Roman Holiday, em português - A Princesa e o Plebeu, filme que garantiu o óscar a Hepburn na categoria de Melhor Atriz. 14) O último filme da atriz foi Além da Eternidade, que marcou o fim da sua carreira e o último fracasso de bilheteiras de Steven Spielberg como diretor, que atingiu a prosperidade com Hook, protagonizado por Dustin Hoffman, Robin Williams, Julia Roberts e Maggie Smith.
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Imagine você estar em sua cidade pacata, sonhando com sua amada Carla que partira para se tornar uma atriz famosa. Amiga de infância e confidente, ela não o ama como ele deseja, e em meios a devaneios, surge a loura Carla Naples, interpretada pela linda Marilyn Maxwell: Ele se desespera e quase morre ao rever a amada ali na sua frente. Mas a garota está em apuros: arrumou uma gravidez e agora que irá estrelar um filme em que será uma rainha virgem do Egito, terá que esconder o fato de ter tido uma gestação. Durante a gravidez, explica a garota, ela se escondera e agora só pode contar com uma pessoa: seu velho e bom amigo Clayton Poole. Que presentão. Claro que ele ajuda sua amada. Vem uma criança, mais uma e mais uma. Trigêmeos. Danou-se. O coitado agora terá que se virar para conseguir dinheiro para tomar conta dos filhos da amiga. Começa a trabalhar mais do nunca. Mas para isso ele contará com a ajuda especial de Sandra (Connie Stevens), irmã mais nova de Carla que é louca por Clayton. Ele nem aí. Apaixonada por Clayton, ela tentará de todas as formas convencê-lo a se casar com ela e cuidar das três crianças, que a princípio desconhece serem suas sobrinhas. Até chamá-lo no meio da madrugada serve, colocando o pobre rapaz em perigo.   O pai de Sandra chega a suspeitar que as crianças sejam de Sandra e Clayton. , mas no final tudo se resolve, como nas velhas comédias de Jerry Lewis.   Por Carla Marinho
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Título Original: Dirigible Ano/País/Gênero/Duração: 1931 / EUA / Aventura / 100min Direção: Frank Capra Produção: Frank Capra Roteiro: Frank Wead e Jo Swerling Fotografia: Joseph Walker Elenco Jack Holt ... Jack Bradon Ralph Graves ... 'Frisky' Pierce Fay Wray ... Helen Pierce Hobart Bosworth ... Louis Rondelle Roscoe Karns ... Sock McGuire Harold Goodwin ... Hansen Clarence Muse ... Clarence Emmett Corrigan ... Rear Adm. John S. Martin   Sinopse   Um recruta explorador francês pede ajuda da Marinha dos EUA para ir a uma expedição ao Polo sul. Lá haverá uma competição entre a divisão de dirigíveis.    
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Título Original: Up the River Ano/País/Gênero/Duração: 1930 / EUA / Comédia | Crime | Drama / 92min Direção: John Ford Produção: William Fox Roteiro: Maurine Dallas Watkins Fotografia: Joseph H. August Música: James F. Hanley Elenco Spencer Tracy ... Saint Louis Claire Luce ... Judy Fields Warren Hymer ... Dannemora Dan Humphrey Bogart ... Steve Jordan William Collier Sr. ... Pop Joan Marie Lawes ... Jean   Sinopse   Depois de cumprirem suas sentenças, dois ex-presidiários que se conheceram na prisão, Steve (Humphey Bogart) e Judy (Claire Luce), se casam e vão para uma cidade pequena, onde ninguém sabe sobre o passado deles. Porém, um vendedor desonesto (Gaylord Pendleton) descobre o passado de Judy, e ameaça revelar tudo, caso Steve se recuse a participar de um crime. Quando dois amigos deles (Spencer Tracy e Warren Hymer) tomam conhecimento do fato, orquestram um engenhoso e abnegado plano para ajudá-los - embora os dois homens ainda estejam atrás das grades!     Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legendas  
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Robert Redford foi e ainda é o perfil de homem lindo e viril, aquele que nunca se esquece depois de vê-lo. Pena que tudo se acaba e quando menos esperarmos êle também partirá...mas ficará para sempre em nossos coraçoes!!
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Ficha Título Original: Snow White and the Three Stooges Ano/País/Gênero/Duração: 1961 / EUA / Comédia / 107min Direção:  Walter Lang / Frank Tashlin Produção: Charles Wick Roteiro: Noel Langley e Elwood Ullman      Fotografia:  Leon Shamroy    Música: Lyn Murray     Elenco: Carol Heiss ... Snow White Larry Fine ... Larry Joe DeRita ... Curly-Joe Moe Howard ... Moe Edson Stroll ... Prince Charming Patricia Medina ... Queen / Witch Guy Rolfe ... Count Oga Michael David ... Rolf Buddy Baer ... Hordred Edgar Barrier ... King Augustus Peter Coe ... Captain Marie Blake ... Servant Mark Bailey ... Captain of the Guard Bill Blackburn ... Skater Mel Blanc ... Quinto (voz) Richard Collier ... Turnkey Craig Cooke ... Prince Gloria Doggett ... Specialty Skater #1 Leslie Farrell ... Snow White at Age 4 Herbie Faye ... Head Cook Sam Flint ... Chamberlain Edward Innes ... 2nd Cook Kenner G. Kemp ... Villager Chuck Lacy ... Frederick Robbi Lalonde ... Snow White as a Child Owen McGiveney ... Physician Leon McNabb ... Specialty Skater #2 Lisa Mitchell ... Linda Burt Mustin ... Farmer     Sinopse   Baseado no conto de fadas clássico, Larry, Moe e Curly Joe (Os Três Patetas) para substituir para os Sete Anões, enquanto a princesa Branca de Neve (Campeã Olímpica de patinação artística, Carol Heiss) é forçada a fugir de sua madrasta ciumenta, a rainha (Patricia Medina), que toma medidas drásticas para garantir que nunca a Branca de Neve suba ao trono.       Imagens  
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      Vivien Leigh e Laurence Olivier (juntos fizeram peças como Cleópatra, e no cinema filmes como Lady Hamilton e A Divina Dama)       Mary Pickford e Charles Rogers (eles fizeram juntos o filme “My best girl” de 1927, mas Mary ainda era casada com Douglas Fairbanks. Anos depois se reencontraram, casaram-se e viveram juntos até a morte dela).     Spencer Tracy e Katherine Hepburn (eles jamais se separaram depois que se conheceram, apesar de Spencer não ter se separado de sua esposa. Ele morreu nos braços de Kath, que, em respeito à família do amado, não compareceu ao funeral).   Robert Wagner e Natalie Wood (trabalharam juntos em Ensina-me a esquecer e casaram-se duas vezes. Ele foi um dos que estavam com ela em seu misterioso assassinato afogamento).   Charles Chaplin e Paulette Goddard (Ele tinha mania de se apaixonar por suas protagonistas. Mas com Paulette ficou casados por 10 anos).   Woody Allen e Mia Farrow (Woody também já havia namorado durante algum tempo com Diane Keaton até que conheceu outra musa: Mia Farrow. Ela passou a protagonizar seus filmes. O casamento acabou quando Woody a trocou pela filha adotiva de Mia.)     Humphrey Bogart e Lauren Bacall (Os dois fizeram juntos quatro filmes. Eles se conheceram quando ela tinha apenas 19 anos e ficaram juntos até a morte dele.)     Elizabeth Taylor e Richard Burton (O caso iniciou durante as filmagens de Cleópatra. Depois foram confusões, dois casamentos, e alguns filmes. Divorciaram, e ainda chegaram a fazer uma peça juntos. Liz chegou a dizer que queria ser enterrada ao lado de Burton, o homem que mais amou, desejo que no final, não foi concretrizado.)     Al Pacino e Diane Keaton (Os dois chegaram a namorar na época de O Poderoso Chefão Parte 1, mas Diane trocou Al por Woody Allen. Na época das filmagens da parte 3 da saga eles chegaram a ter uma recaída, mas foi coisa rápida, só durante as filmagens.)
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adorei muito bom, adorei o artigo
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Título Original: Blood Money Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Drama / 65min Direção: Rowland Brown Produção: Darryl F. Zanuck Roteiro: Rowland Brown Fotografia: James Van Trees Música: Alfred Newman Elenco George Bancroft ... Bill Bailey Judith Anderson ... Ruby Darling Frances Dee ... Elaine Talbart Chick Chandler ... Drury Darling Blossom Seeley ... Cantor Etienne Girardot ... Bail Bond Clerk George Regas ... Charley Lucille Ball ... Davy's Girlfriend at Racetrack Sinopse O corrupto Bill Bailey (George Bancroft), que tem por amante Ruby Darling, mas também envolve-se com Elaine Talbart, uma rica socialite em busca de emoção. Curiosidades - O filme foi considerado perdido por quase 40 anos. - Filme de estréia de Judith Anderson. - Lucille Ball faz uma pequena participação no filme.  
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Título original: Blind Husbands Ano/País/Gênero/Duração: 1919 / EUA / Drama | Romance / 91min Direção: Erich Von Stroheim Produção: Erich von Stroheim Roteiro: Erich von Stroheim Fotografia: Ben F. Reynolds Elenco Sam De Grasse ... Dr. Armstrong Francelia Billington ... Margaret Armstrong Erich von Stroheim ... Lt. Erich von Steuben Gibson Gowland ... Silent Sepp Fay Holderness ... The 'Vamp' Waitress Ruby Kendrick ... A Village Blossom Valerie Germonprez ... The Newlywed Jack Perrin ... The Newlywed Richard Cummings ... The Village Physician Louis Fitzroy ... The Village Priest William De Vaull ... Man from 'Home' Jack Mathis ... Man from 'Home' Percy Challenger ... Man from 'Home' Sinopse   Nos alpes, o tenente Von Steuben, oficial austríaco, tenta seduzir a esposa do Dr. Amstrong, um norte americano. A mulher não será uma das tantas conquistas de Steuben, pois ama seu marido. ASSISTA ONLINE    
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Título original: Symphony of Six Million Ano/País/Gênero/Duração: 1932 / EUA / Drama / 94min Direção: Gregory La Cava Produção: David O. Selznick e Pandro S. Berman Roteiro: J. Walter Ruben e Fannie Hurst Fotografia: Leo Tover Música: Max Steiner Elenco Ricardo Cortez ... Dr. Felix 'Felixel' Klauber Irene Dunne ... Jessica Anna Appel ... Hannah Klauber Gregory Ratoff ... Meyer Klauber Noel Madison ... Magnus Klauber Lita Chevret ... Birdie Klauber John St. Polis ... Dr. Schifflen Julie Haydon ... Miss Grey, Felix's Nurse-Receptionist Helen Freeman ... Miss Spencer, Felix's Nurse Josephine Whittell ... Mrs. Gifford Oscar Apfel ... Conferring Doctor Eddie Phillips ... Birdie's Husband   Sinopse   Jovem brilhante sobe meteoricamente em sua carreira de médico. Quando a tragédia atinge sua família ele se dá conta de onde estão suas obrigações.      
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Título original: Merry-Go-Round Ano/País/Gênero/Duração: 1923 / EUA / Drama / 110min Direção: Rupert Julian e Erich Von Stroheim Produção: Irving Thalberg Roteiro: Finis Fox e Harvey Gates Fotografia: William H. Daniels Elenco Norman Kerry ... Count Franz Maximilian Von Hohenegg Mary Philbin ... Agnes Urban Dale Fuller ... Marianka Huber Maude George ... Madame Elvira Cesare Gravina ... Sylvester Urban George Hackathorne ... Bartholomew Gruber Sinopse   Um nobre, se fazendo passar por um simples vendedor de gravatas, se apaixona pela filha de um manipulador de marionetes de circo, mesmo já sendo casado com a filha de um ministro.   Curiosidades - Esse foi o primeiro fracasso de Stroheim na indústria hollywoodiense. Ele foi substituído por Rupert Julien após dois meses de trabalho. - Filme mudo.    
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Título Original: I Cover the War Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / EUA / Ação | Drama | Romance / 68min Direção: Arthur Lubin Produção: Trem Carr Roteiro: George Waggner Fotografia: Stanley Cortez Elenco John Wayne ... Bob Adams Gwen Gaze ... Pamela Armitage Don Barclay ... Elmer Davis Charles Brokaw ... El Kadar James Bush ... Don Adams Pat Somerset ... Captain Archie Culvert Sam Harris ... Colonel Hugh Armitage Arthur Aylesworth ... Dave Logan Franklin Parker ... Graham Sinopse O cameraman Bob Adams se dirige ao norte da África para cobrir uma revolta dos árabes contra os ingleses.
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Sou Assistente Social e fiquei fascinada com o filme, pois nos faz refletir sobre inclusão das crianças especiais na sociedade, como devemos impor o direito a essas crianças de aprenderem a se comunicar, podendo assim ter uma vida digna. É uma forma de levar uma mesnsagem não só para os profissionais , mas também para os responsáveis da criança a forma mais saudável de se educar uma criança com necessidades especiais.
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  Ficha Título Original: Johnny Got His Gun Ano/País/Gênero/Duração: 1971 / EUA / Drama / 111min Direção: Dalton Trumbo Produção: Bruce Campbell Roteiro: Dalton Trumbo Fotografia:  Jules Brenner Música: Jerry Fielding Elenco: Timothy Bottoms     ...    Joe Bonham Kathy Fields     ...    Kareen Marsha Hunt     ...    Joe's Mother Jason Robards     ...    Joe's Father Donald Sutherland     ...    Christ Charles McGraw     ...    Mike Burkeman Sandy Brown Wyeth     ...    Lucky Don 'Red' Barry     ...    Jody Simmons Peter Brocco     ...    Ancient Prelate Kendell Clarke     ...    Hospital Offical Eric Christmas     ...    Corporal Timlon Eduard Franz     ...    Col. / Gen. Tillery Craig Bovia     ...    Little Guy Judy Howard Chaikin     ...    Bakery Girl Dalton Trumbo     ...    Orator Maurice Dallimore     ...    British Colonel Robert Easton     ...    Third Doctor Larry Fleischman     ...    Russ     Sinopse   Primeiro e único filme dirigido pelo escritor e roteirista Dalton Trumbo, uma das grandes vítimas do Macarthismo, ''Johnny Vai à Guerra'' criou a figura do soldado sem nome como uma metáfora de todos os homens que perderam a vida na guerra. A história é narrada em dois níveis, com o preto-e-branco e o colorido, separando a vida e a agonia de um soldado reduzido a um torso em combate, durante a Primeira Guerra Mundial. Por meio de um monólogo interior, conhecemos o que foi a vida do jovem soldado e acompanhamos o que restou de seu corpo, numa sala escura de hospital. Curiosidades - O filme só ficou famoso após 18 anos de seu lançamento, quando suas imagens e áudio foram utilizados no videoclipe One, da banda Metallica. - As cenas com Jesus Cristo foram escritas por Luis Buñuel. - A frase "Dulce et decorum est pro patria mori", que aparece ao fim do filme, significa: "É doce e apropriado morrer por seu país."   Prêmios - Vencedor do Prêmio do Júri de Cannes. Indicado à Palma de Ouro. Assista Online     Imagens
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Conhecido como o "Rei de Hollywood", Clark Gable casou-se cinco vezes e conquistou  diversas mulheres, embora sua fama de galã tenha diminuído um pouco graças a uma polêmica biografia que garante que o ator teve relações homossexuais. A masculinidade de Gable foi colocada em dúvida na obra "Clark Gable: tormented star" ("Clark Gable: estrela atormentada"), do escritor David Bret, publicada no Reino Unido e que qualifica a estrela como um "bissexual reprimido". O ator, famoso principalmente por seu papel de Rhet Butler em E o Vento Levou dominou o mundo do cinema durante quase quatro décadas. Fora das telas , teve inúmeras conquistas como Carole Lombard (o grande amor de sua vida), Grace Kelly e Joan Crawford (com quem manteve intenso romance durante anos), entre outras, caíram rendidas em seus braços. Certa vez ele teria dito a um amigo: "Está vendo essas moças desses retratos da MGM? Já fiquei com todas". Mesmo assim Bret sustenta em seu livro que Gable se envolveu em vários casos homossexuais no começo de sua carreira. - Ele manteve relações sexuais com homens para ascender em Hollywood. Era parte da rotina para se tornar conhecido em Hollywood - explicou o biógrafo, acrescentando que "isso ainda acontece hoje em dia".Segundo comentou Bret, Gable se deixou seduzir por atores homossexuais, como Earle Larimore, Rod La Rocque e William Haines, que "foram grande estrelas do mundo do cinema mudo e que naquela época eram muito influentes nos estúdios". Tudo em nome da carreira. O autor  diz ter muitas provas à respeito, devido aos depoimentos colhidos, e que Clark também prestou serviços, no início da carreira como garoto de programa para homens. O ator, entretanto, se caracterizaria durante sua vida pública por adotar uma imagem de macho arquétipo e renegar a homossexualidade, puxado - segundo Bret - por um complexo que arrastava desde a infância, quando seu pai lhe chamava de "mariquita". Apesar da polêmica em torno do assunto, Bret assegurou que "os admiradores de Gable gostaram do livro", dmas lamenta a crítica recebida do "New York Times", que questionou as "fontes" que serviram como testemunhas. A controvertida obra também revela que Gable não viveu um romance com Marilyn Monroe (grande mito sexual e cinematográfico dos anos 50) durante as filmagens de "Os desajustados" (1961), como se acreditava. Obcecado com higiene pessoal, o ator não suportava os maus hábitos da explosiva loura, que "não gostava de tomar banho, dormia nua e comia com freqüência na cama, jogando sobre os lençóis os restos do prato antes de dormir", escreve Bret. " Não gostava de tomar banho, dormia nua e comia com freqüência na cama, jogando sobre os lençóis os restos do prato antes de dormir "   De qualquer forma, declarou o autor, "creio que ele a considerava mais como uma filha do que como uma possível companheira de cama". "Os desajustados" foi o último filme dele e de Marilyn Monroe, que acabou morrendo em circunstâncias até hoje misteriosas, um ano e meio mais tarde. Aos 59 anos, o "Rei de Hollywood" morreu de ataque cardíaco em Los Angeles em 16 de novembro de 1960, dois meses e meio antes da estréia de "Os desajustados". Após sua partida, Joan Crawford foi entrevista pelo popular jornalista televisivo inglês David Frost, que perguntou a ela qual era o segredo da irresistível atração de Clark Gable. Olhando fixamente aos olhos de Frost, Joan Crawford respondeu: "Colhões. Ele os tinha!".  
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Ficha Título Original: Secret Admirer Ano/País/Gênero/Duração: 1985 / EUA / Comédia / 94min Direção: David Greenwalt Produção: Stephen J. Roth Roteiro: Jim Kouf, David Greenwalt Fotografia: Victor J. Kemper Música: Jan Hammer Elenco: C. Thomas Howell ... Michael Ryan Kelly Preston ... Deborah Anne Fimple Lori Loughlin ... Toni Fred Ward ... Lou Fimple Dee Wallace ... Connie Ryan Leigh Taylor-Young ... Elizabeth Fimple Cliff De Young ... George Ryan Casey Siemaszko ... Roger Despard Geoffrey Blake ... Ricardo Rodney Pearson ... Kirkpatrick Courtney Gains ... Doug J.J. Cohen ... Barry Scott McGinnis ... Steve Powers Corey Haim ... Jeffrey Ryan Michael Menzies ... Sr. Simpson Michael Moore ... Leon Sinopse Um rapaz (C. Thomas Howell) recebe uma carta de amor anônima e, imaginando conhecer a pessoa amada, responde para a pessoa errada. Só que a carta se extravia e com isso uma série de mal-entendidos acontecem. Assista Online Imagens
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2458. Boa!
Boa!
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Título Original: Schlußakkord Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / Alemanha / Música | Drama / 100min Direção: Douglas Sirk Produção: Bruno Duday Roteiro: Kurt Heuser e Douglas Sirk Fotografia: Robert Baberske Música: Kurt Schröder Elenco Willy Birgel ... Garvenberg, Generalmusikdirektor Lil Dagover ... Charlotte, seine Frau Mária Tasnádi Fekete ... Hanna Maria Koppenhöfer ... Freese, Wirtschafterin Theodor Loos ... Professor Obereit Peter Bosse ... Der kleine Peter Albert Lippert ... Gregor Carl-Otto Kurt Meisel ... Baron Salviany Hella Graf ... Frau Czerwonska Erich Ponto ... Vorsitzender des Schwurgerichts Paul Otto ... Staatsanwalt Alexander Engel ... Mr. Smith Walter Werner ... Dr. Smedley Eva Tinschmann ... Oberschwester Erna Berger ... Soprano   Sinopse   Melodrama sobre uma jovem mãe que deixa seu filho para trás na Alemanha para se juntar ao marido nos Estados Unidos. Seu filho é adotado por um maestro de orquestra e cresce em um ambiente de luxo e amor. A mãe, com a consciência pesada, se emprega como governanta na casa do maestro.
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Título Original: Sundown Ano/País/Gênero/Duração: 1941 / EUA / Guerra | Drama / 90min Direção: Henry Hathaway Produção: Jack Moss Roteiro: Barré Lyndon Fotografia: Charles Lang Música: Miklós Rózsa Elenco Gene Tierney ... Graham 'Zia' Fletcher Bruce Cabot ... William Crawford George Sanders ... Major A.L. Coombes Harry Carey ... Alan Dewey Joseph Calleia ... Pallini Reginald Gardiner ... Lt. Roddy Turner Carl Esmond ... Jan Kuypens Marc Lawrence ... Abdi Hammud Cedric Hardwicke ... Bishop Coombes Gilbert Emery ... Ashburton Jeni Le Gon ... Miriami Emmett Smith ... Kipsang Dorothy Dandridge ... Kipsang's Bride   Sinopse   Ingleses lutando contra nazistas na África descobrem uma misteriosa mulher exótica vivendo entre os nativos e ela se alista para derrotar os alemães.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. Legendas
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Um documentário retratando a vida ea carreira de uma das atrizes mais consagradas da América. Legendado em português. Assista Online
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      Ficha Título Original: åsom i en spegel Ano/País/Gênero/Duração: 1961 / Suécia / Drama / 89min Direção: Ingmar Bergman Produção: Allan Ekelund Roteiro: Ingmar Bergman Fotografia: Sven Nykvist Música: Erik Nordgren Elenco: Harriet Andersson .... Karin Gunnar Björnstrand .... David Max von Sydow .... Martin Lars Passgård .... Fredrik (Minus)     Sinopse   Karin (Harriet Andersson) é uma mulher que começa a ter crises familiares por causa de sua loucura, durante umas férias em uma longínqua ilha. Vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.   Assista Online (legendado)       Imagens
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Título Original: Take a Chance Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Comédia Musical / 82min Direção: Monte Brice Roteiro: Monte Brice e Buddy G. DeSylva Fotografia: William O. Steiner Elenco James Dunn ... Duke Stanley June Knight ... Toni Ray Lillian Roth ... Wanda Hill Cliff Edwards ... Louie Webb Lilian Bond ... Thelma Green Dorothy Lee ... Consuelo Raleigh Lona Andre ... Miss Miami Beach Charles "Buddy" Rogers ... Kenneth Raleigh Charles Richman ... Andrew Raleigh Robert Gleckler ... Mike Caruso Harry Shannon ... garçom George McKay ... Steve, Stage Manager Sinopse   Comédia musical. Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Sem Legendas
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Romy Schneider nasceu Rosemarie Magdalena Albach-Retty, em setembro de 1938 em Viena. Filha de atores, sempre chamou muita atenção por sua beleza, e sua estreia no cinema foi aos 14 anos no filme "Quando voltam a florescer os lilases" (When the White Lilacs Bloom Again), onde trabalhou com sua mãe. Aos 17 anos ganhou o papel que iria marcar sua carreira: Sissi, a imperatriz da Áustria. Seu sucesso não ficou só em seu país, ganhando o mundo logo, e acabou tendo duas continuações: "Sissi, a Imperatriz" e "Sissi e seu destino". Mas a atriz estava cansada de viver papel de adolescentes, e em 1958 estrelou "Senhoritas de uniforme", de temática GLS. Em "Christine", teve enorme dificuldade no início, pois não sabia falar inglês ou francês. Em 1962 estrela "O processo" (The trial), de Orson Welles. "Boccaccio 70", de Luciano Visconti trouxe uma mudança significativa em sua carreira. O sucesso seguiu durante a década de 70. Romy trabalhou com os melhores diretores, como Claude Chabrol, Claude Sautet, Joseph Losey, Costa-Gavras. Andrzej Zulawski e Bertrand Tavernier, e teve como pares, além de Alain Delon, Yves Montad, Jack Lemmon, Michel Piccoli, Peter O'toole, Antony Quinn, Jean Claude Brialy, Jean-Louis Trintignant, dentre outros. Seu último filme foi "O bar da última esperança", de 1981.     Ganhou o César (Prêmio do cinema francês) como melhor atriz em 1975 (O importante é amar) e em 1978 (Une histoire simple).Com relação à vida pessoal, Romy casou-se com o coreógrafo Harry Meyen (1966 - 1975), pai de David, e com Daniel Biasini (1975 - 1981), seu secretário, com quem teve uma filha, Sarah. Teve um romance com Alain Delon, que conheceu durante as filmagens de "Christine", remake do filme de 1933.     Enquanto a vida profissional só florescia, sua vida pessoal não foi fácil. Por trás do rosto perfeito e de formas suaves, escondiam-se problemas pessoais que lhe levariam a depressões profundas ao longo da vida. O sentimento de rejeição sempre a acompanhou desde a infância, quando seus pais se divorciaram, e sua mãe, atriz, parecia dar mais ênfase à sua carreira, relegando a menina a segundo plano. Seu pai também não lhe dava muita atenção. Sua vida amorosa pareceu ter sido um caos, sofrendo por Alan Delon uma das maiores decepções: narcisista ao extremo, depois de anos, acabou o relacionamento com um bilhete que dizia "Vou para o México com Nathalie". As drogas e alcool acabaram sendo o refúgio para a atriz.     Aos 43 anos, no auge de sua carreira e vivendo em Paris, sofreu uma parada cardíaca, depois de um longo processo de depressão ocasionada pelo suicídio do seu primeiro marido e do seu filho David, com apenas 14 anos, num terrível acidente em que foi perpassado pelas pontas da grade de um portão. Nos jornais uma ressalva: ela morrera de coração partido.   Por Carla Marinho
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Título Original: Shanghai Ano/País/Gênero/Duração: 1935 / EUA / Drama Romance / 75 min Direção: James Flood Produção: Walter Wanger Roteiro: C. Graham Baker e Lynn Starling Fotografia: James Van Trees Música: Friedrich Hollaender   Elenco   Loretta Young ... Barbara Howard Charles Boyer ... Dimitri Koslov Warner Oland ... Ambassador Lun Sing Alison Skipworth ... Aunt Jane Fred Keating ... Tommy Sherwood Charley Grapewin ... Truesdale Walter Kingsford ... Hilton Josephine Whittell ... Mrs. Truesdale Olive Tell ... Mrs. Hilton Libby Taylor ... Corona, Empregada Keye Luke ... Chinese Ambassador's Son Willie Fung ... Wang (como Willy Fung) Boothe Howard ... Gerente, Broker's Office Arnold Korff ... Van Hoeffer Sinopse   Melodrama ultrapassado cont a ahistória de Dmitri, um homem que sobe na vida mas que tenta a todo custo esconder que é mestiço. Ele se apaixona pela bela americana Barbara Howard, mas não se atreve a propor casamento por ser meio chinês.
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Título Original: Til We Meet Again Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Drama | Romance / 99min Direção: Edmund Goulding Produção: David Lewis Roteiro: Warren Duff e Robert Lord Fotografia: Tony Gaudio Elenco Merle Oberon ... Joan Ames George Brent ... Dan Hardesty Pat O'Brien ... Steve Burke Geraldine Fitzgerald ... Bonny Coburn Binnie Barnes ... Comtesse de Bresac Frank McHugh ... Rockingham T. Rockingham Eric Blore ... Sir Harold Pinchard Henry O'Neill ... Dr. Cameron George Reeves ... Jimmy Coburn Frank Wilcox ... Asst. Purser Doris Lloyd ... Louise Marjorie Gateson ... Mrs. Hester Regis Toomey ... Freddy William Halligan ... Bartender on Boat Victor Kilian ... Herb McGillis  
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Título Original: Happiness Ahead Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Musical | Comédia | Romance / 86min Direção:Mervyn LeRoy Roteiro: Brian Marlow e Harry Sauber Fotografia: Tony Gaudio Música: Heinz Roemheld Elenco Dick Powell ... Bob Lane Josephine Hutchinson ... Joan Bradford John Halliday ... Henry Bradford Frank McHugh ... Tom Bradley Allen Jenkins ... Charles 'Chuck' Ruth Donnelly ... Anna Dorothy Dare ... Josephine 'Josie' Marjorie Gateson ... Mrs. Bradford Gavin Gordon ... Jelliffe 'Jellie' Travis Russell Hicks ... Jim Meehan Mary Forbes ... Mrs. Travis J.M. Kerrigan ... Window Washer Boss Mary Treen ... Bob's Comedienne Friend Mary Russell ... Bob's Friend at the Pekin Jane Darwell ... Mrs. Davis, the Landlady   Sinopse   Joan Bradford, rica garota de sociedade, se rebela contra sua família e decide se passar por uma garota da classe trabalhadora e acaba se apaixonando por um simples lavador de janelas.  
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  Por Junia Lemos do blog Vintageblog Greta Garbo nunca escondeu que desde menina apreciava envolver-se  intimamente com pessoas de ambos os  sexos e que  durante toda sua vida teve paixões tanto do sexo feminino como masculino. Dona de uma be