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No "The Beachcombers" ele estreiou, porém atuou em apenas um episódio. Esse papel que ele conseguiu aos 15 anos aparentando ter 10 anos foi em "Leo and Me" não em "The Beachcombers". Essa informação está na biografia escrita por ele - Lucky Man (Um Homem de Sorte).
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no filme O Vento Será Tua Herança (1960), há um engano na lista de elenco. Gene Kelli interpreta, na verdade, o jornalista americano Hery Lowis Mencken.
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bah Dercy era fantastica............em tudo que fazia em cada gesto e em cada palavra
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São todas estas, e muitas mais outras, mlheres belissimas. Escolher a mais linda delas é somente uma questão muito pessoal. Eu, como nunca vi nada como Ava Gardner, escolho este monumento, este furacão, esta invenção de mulher como a minha numero um.
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Como faço para baixar este fabuloso filme?
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gotaria de conseguir encontrar copias das historias mzravilhosa Bendix, apresentada pela Shirley temple
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Só de ter "E o vento levou" e "O mágico de Oz" já foi um ano histórico, sensacional. Aliás, E O VENTO LEVOU não tem pra ninguém: melhor filme da história, simplesmente insuperável!
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Estou a procura da série Historias Maravilhosas da Shirley Temple. Vcs podem me ajudar?
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e realmente fiquei triste em não poder saber onde se encontra o cinema são luiz alguem saber? não tem referencia nenhuma socorro queremos respostas
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Um belíssimo romance com uma linda música.
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Gostaria de saber se é dublado ou legendado e como posso obter a legenda.
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Faltou o Expresso Polar! Lindo filme, muito lindo...!!! ^^
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Gostaria que o site fosse atualizado para que pudessemos saber a programação, porque pelo telefone é impossível, grata regina
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Muito legal, só nnao entendi o "latinas" no titulo do post porque né...tem americana, mexicana, espanhola e ate brasileira...americanas tao longe de serem latinas e brasileiras nao sao consideradas latinas (o brasil nao faz parte da america latina)
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É horr´vel ter um cinema e não poder contar com ele e saber os filmes mesmo antes de ir, só pode saber se ir até o setor de informações. é uma vergonha.
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eu adoro os filmes
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Realmente uma vergonha o único cinema classico que restou em recife não respeita o usuário e deixa sua página totalmente desatualizada,de quem é a culpa? quem são os inresponsáveis pelo cinema.
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Sem sombra de duvida o ator Robert Powell, ele retra bem a fisionomia dos retratos que temos nos livros biblicos, fotos de reportagens etc. Alem de seu trabalho exemplar, é usado sua imagem até hoje pelas igrejas católica e evangélicas, seu rosto magro, olhos, cabelo etc, os demais estão muinto na moda não retrata o estilo épico, sujeitos comum. Em segungo fica o astro do filme de Mel Gibson. J. Camargo
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Confesso que adoro Dustin Hoffman, ele eh sem duvida um excelente ator, um dos melhores que ja vi, por isso que mal posso esperar pra ver a estreia dele na telinha, em Luck. A nova serie da HBO que vai mostrar o mundo das corridas de cavalos, e como a máfia age sobre ele.
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muito lindo um grande homem
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Adorei! Sempre admirei esta atriz pelo seu talento e beleza.
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é Dublado? Resposta: Não. Legenda à disposição.
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nossa que post bem feito. abrigada. adorei cada linha.
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3024. obrigada*
obrigada*
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3025. Great blog.
Great blog.
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ola, poderia consertar os sites de downloads, estao todos no megaupload, obrigado, gosto muito do site.
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Não poderia faltar de maneira nenhuma Os 3 Patetas e também o francês Louis de Funés.
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Todas elas são incrivelmente lindas, mas a Ava Gardner tinha algo a mais, o que tornava ela o animal mais belo do mundo !!!
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muito bom obrigado
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3030. Colin Clive
Nome: Glenn Colin Clive-Greig Nascimento e local: 20/01/1900, St. Malo, França Morte e local: 25/06/1937, Los Angeles Ocupação: ator Nacionalidade: francesa Casamentos: Jeanne De Casalis Filhos: - Biografia Filho de coronel, tentou a carreira militar, mas abandonou os planos depois que caiu do cavalo. Iniciou a carreira no teatro, estreando na primeira montagem de Show Boat, 1928. Tornou-se amigo do cineasta James Whale, que levou-o para Hollywood em 1930 para filmar Journey's End, no papel que já fizera no teatro. No ano seguinte, viveu seu personagem mais famoso, o Dr. Henry Frankenstein, no clássico Frankenstein, ao lado de Boris Karloff. Alcoólatra e de temperamento difícil, estrelou menos de vinte filmes, muitos deles melodramas de menor importância. Foi casado com a atriz Jeanne De Casalis, de 1929 até a morte dele em 1937. Na época houve especulações de que a atriz era lésbica e Clive bissexual, por isso haviam se casado por conveniência. Clive morreu vítima de tuberculose aos 37 anos, doença que foi agravada pelo abuso da bebida. Filmes The Woman I Love (1937) History Is Made at Night (1937) The Widow from Monte Carlo (1935) The Man Who Broke the Bank at Monte Carlo (1935) Mad Love (1935) The Girl from 10th Avenue (1935) Bride of Frankenstein (1935) The Right to Live (1935) Clive of India (1935) Jane Eyre (1934) One More River (1934) The Key (1934) Looking Forward (1933) Christopher Strong (1933) Lily Christine (1932) Frankenstein (1931) The Stronger Sex (1931) Journey's End (1930)
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eu gostei muito
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Adoro biografias! Adoro cinema Adoro retrô minha cara!
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Não sei como um livro e peça de teatro tão sujo fazem tanto sucesso!!!!!Os seres humanos gostam do que faz mal a alma e enoja!!!!!
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Dona de uma doçura capaz de estontear um príncipe, Grace Kelly é a mais linda de TODAS, morenas, loiras ou ruivas.
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Gostaria de saber como faço para comprar o filme da biografia de Klimt, Seraphine e Little Ashes. Fico aguardando.
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Olá! Por favor, você tem alguma ideia onde poderia encontrar o filme: Centennial summer (1946) do diretor: Otto Preminger? Preciso dele legendado em qualquer uma destas línguas: português, espanhol, inglês ou francês. Não estou conseguindo achá-lo em nenhum lugar! Obrigado! Abs Daniel Meu e-mail: danielslon@uol.com.br
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Foi um grande ator que perdemos aos 57, portanto jovem ainda e com muito para dar. Tinha seu modo particular e pessoal de interpretar, bebia demais e então abusava de falações. Entretanto ninguém pode negar seu valor artistico. jurandir_lima@bol.com.br
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Ingrid fui uma mulher de uma valentia tterrível. Fez o que tinha e achava que deveria fazer de sua vida sem se importar com o que achassem ou deixassem de achar. Ela em primeiro lugar, sua vida, seu destino. E acrescento mais; se ela não vivesse sua vida, quem a iria viver por ela? jurandir_lima@bol.com.br
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ESTAS CLASSICOS SÃO OS MELHORES , NOS LEMBRA A NOSSA INFACIA...
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Não conseguir baixar o torrent tem como atualizar, há anos procuro este filme, obrigado. Resposta: Olá, torrent funcionando!
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Jack Nicholson tambem ganhou tambem o oscar por laços de ternura
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Estou fazendo uma pequisa sobre o charles chaplin e preciso saber de tudo sobre ele
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Filme bizarro, que parece conservar seu impacto gótico e dramático até hoje. Mankiewicz foi um diretor muito subestimado (especialmente pela crítica americana Pauline Kael, que disse algumas coisas muito pouco abonadoras sobre ele). O filme é ótimo e precisa ser visto (até porque o final é premonitório em relação a certas realidades desagradáveis do mundo homossexual, embora conserve certo racismo e xenofobia). Katharine Hepburn está maravilhosa.
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3044. Peter Boyle
Nome: Peter Lawrence Boyle Jr. Nascimento e local: 18/10/1935, Pennsylvania, EUA Morte e local: 12/12/2006, Nova York, EUA Ocupação: ator Nacionalidade: americana Casamentos: Loraine Alterman Boyle Filhos: 2 Filmes All Roads Lead Home (2008) The Shallow End of the Ocean (2007) (voz) The Santa Clause 3: The Escape Clause (2006) Scooby Doo 2: Monsters Unleashed (2004) Master Spy: The Robert Hanssen Story (2002) (TV) The Santa Clause 2 (2002) (sem créditos) Monster's Ball (2001) Lunch Break (2001) Dr. Dolittle (1998) Species II (1998) A Deadly Vision (1997) (TV) Milk & Money (1996) Final Vendetta (1996) In the Lake of the Woods (1996) (TV) While You Were Sleeping (1995) . Born to Be Wild (1995) Exquisite Tenderness (1995) The Santa Clause (1994) Killer (1994) The Shadow (1994) Royce (1994) (TV) Taking the Heat (1993) (TV) Malcolm X (1992) Honeymoon in Vegas (1992) Death and the Compass (1992) In the Line of Duty: Street War (1992) (TV) Nervous Ticks (1992) Kickboxer 2: The Road Back (1991) The Tragedy of Flight 103: The Inside Story (1990) (TV) Solar Crisis (1990) Poochinski (1990) (TV) Men of Respect (1990) Challenger - Um Vôo Sem Retorno (1990) (TV) Guts and Glory: The Rise and Fall of Oliver North (1989) (TV) Speed Zone (1989) The Dream Team (1989) Disaster at Silo 7 (1988) (TV) Red Heat (1988) The In Crowd (1988) Superman 50th Anniversary (1988) (TV) Walker (1987) Echoes in the Darkness (1987) (TV) Surrender (1987) Conspiracy: The Trial of the Chicago 8 (1987) (TV) Turk 182!"  (1985) Johnny Dangerously (1984) Yellowbeard (1983) Hammett (1982) Outland (1981) In God We Tru$t (1980) Where the Buffalo Roam (1980) Beyond the Poseidon Adventure (1979) Hardcore (1979) F.I.S.T. (1978) Tail Gunner Joe (1977) (TV) Swashbuckler (1976) Taxi Driver (1976) Young Frankenstein (1974) Crazy Joe (1974) The Man Who Could Talk to Kids (1973) Kid Blue (1973) The Friends of Eddie Coyle (1973) Slither (1973) Steelyard Blues (1973) Ghost in the Noonday Sun (1973) The Candidate (1972) T.R. Baskin (1971) Diary of a Mad Housewife (1970) Joe (1970) The Virgin President (1969) The Monitors (1969) Medium Cool (1969) The Group (1966)
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Nome: Martin Alan Feldman Nascimento e local: 08/07/1933, Londres, Inglaterra Morte: 02/12/1982, Cidade do México, Mexico Ocupação: ator Nacionalidade: mexicano Casamentos: Lauretta Feldman Filhos: - Filmes Yellowbeard (1983) Slapstick (Of Another Kind)"  (1982) In God We Tru$t (1980) The Last Remake of Beau Geste (1977) Silent Movie (1976) 40 gradi all'ombra del lenzuolo (1976) The Adventure of Sherlock Holmes' Smarter Brother (1975) Lights, Camera, Monty! (1975) (TV) Young Frankenstein (1974) The Man Who Came to Dinner (1972) (TV) Sommer-Sprossen (1972) (TV) The Marty Feldman Show (1972) (TV) The Magnificent Seven Deadly Sins (1971) Marty Abroad (1971) (TV) Jumbo - Ein Elefantenleben (1970) (TV) Marty Amok (1970) (TV) Every Home Should Have One (1970) The Bed Sitting Room (1969)
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O texto traz algumas informações equivocadas ou questionáveis: - Apenas a 3ª apresentação no "Ed Sullivan Show" foi transmitida da cintura para cima; - É questionável a afirmação de que o excesso de remédios possa ser a causa da morte de Elvis. O Atestado de Óbito será aberto ao público, segundo as leis americanas, somente daqui a alguns anos. Até lá, esperemos para ver...; - Elvis não se divorciou em 1978. A data correta é 1973; - Os Beatles nunca visitaram Elvis em Graceland. Isto ocorreu durante uma estada do Rei em Hollywood, numa de suas casas por lá enquanto filmava. Elvis acabou meio decepcionado com o encontro, em especial com a antipatia costumeira de John Lennon; - Meio difícil ter recebido proposta para atuar em "Grease", já que ele havia morrido um ano antes. Outros títulos mencionados também são meio questionáveis; - O ator preferido de Elvis era George C. Scott. Ele também gostava de Peter Sellers; - Segundo testemunhas, a última canção cantada pelo rei foi "Blue Eyes Crying In The Rain", poucas horas antes de partir.
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gostei de filmes antigos ! e v oces estão de parabéns pela raridade destes clássicos
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Olá posters., Gostaria de pedir gentilmente para que vocês postem o link para download válido para este filme, pois só acho ele neste site, que, por sinal é o melhor que há em se tratando de clássicos. Parabéns. Resposta: Link atualizado. Obrigada!
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The worms é um filme passado num deserto americano e que reagia às vibrações do solo, por mais leves que fossem, deslocava~se por baixo da areia até localizar o que fazia essa vibração.
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Título Original: The Town Ano/País/Gênero/Duração: 1944/ EUA / 12min Direção: Josef von Sternberg Roteiro: Joseph Krumgold     Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria. SEM Legendas
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sempre leio assuntos sobre monroe mais queria saber algum mais.......porque nao tem filhos...
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então, se tem as fotos, possivelmente tem o filme! TOMARA sempre fui curiosa pra saber desse filme....
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Perai, Mazzaropi homossexual? desde quando isso? ele num era louco pela Hebe, e tal... tinham até um monte de materias falando que ele e Geny Prado tinham um romance... Gente, Mazzaropi é um dos meus ídolos, e sei lá... essa de homossexual não acredito nadica, além de ter sido um choque pra mim saber disso.
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Olá, eu to com uma dúvida em relação a uma matéria aqui do site. a matéria: "Nosso querido Mazzaropi" (http://cinemaclassico.com/index.php?option=com_content&view=article&id=2565:nosso-querido-mazzaropi&catid=54:conte-mais&Itemid=65 ) Diz o seguinte em seu final: "O ator, que era homossexual, nunca se casou, mas deixou um filho adotivo." eu fiquei em dúvidas porque nunca vi nada relacionado a "opção sexual" do Mazza, e nem no site do Museu Mazzaropi, ou do hotel fazenda Mazzaropi nada foi escrito em relação a isso... Tanto que li que Hebe era o amor de sua vida, e que ele tinha um "romance" com Geny Prado. Então, não vejo nada que confirme ou não essa hipótese... Nem nos livros biográficos, que pretendo reler para ver se existe algo parecido. Entrarei em contato com o Museu Mazzaropi, pra tentar entender se é um fato ou não... Mas, segundo as fontes do site cinema Clássico (que por sinal, é muito bom, parabéns) isso é verdade, ou foi só um erro? Desde já, obrigada. Arianny (se quiser responder por email, melhor ainda! aqui está o endereço: annymoura12@yahoo.com.br )
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Gente, mas que liiiindo esse vídeo! Essa música Smile tem se não me engano, no LP (sim LP) de 1993 Love's In The Air, né? lindo demais, amei!
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AMO OS FILMES DO JERRY LEWIS !!!!!!!!!!
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Esta minissérie foi maravilhosa. Sugiro que a TCM a passe novamente. Existe um livro e gostaria de saber o nome correto e da autora . Por gentileza, vocês saberiam dizer onde encontrá-lo e também algum DVD, se tiver ? Fico agradecida por uma resposta. Neuza
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Adorei conhecer as diferenças entre elas, só chego a confundir o Frankenstein com o herman
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E o mais impressionante é que anos mais tardes, Helen se tornaria a maior filosofa já existente e as duas continuam juntas ate a morte da professora em 1935
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Que pena o link expirou. Mas obrigado mesmo assim, esse site é ótimo
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simplesmente linda
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Baixe primeiramente o programa de download Ares. Pois o link deste site a levará ao caminho para baixar o filme pelo programa Ares.
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Descartavel é o teu passafo!
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gostaria de ter este filme
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Só um detalhe, "Sonhos de um Sedutor" é dirigido por Herbert Ross. O roteiro, no entanto, é do W. Allen.
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uns dos melhores artista que eu ja vi parabens no brasil e de pessoas a sim que o mundo presisa
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O mais admirável no filme é a interpretação de Natalie Wood.
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No no filme o circo com chaplin foi estupenda lindissima mas ja fas tanto anos que perdermos essa criatura admiravel linbissima seria impossibel dizer nada contra desta admiravel talentosa artista ,deu muito brilho ao filme o Circo. Faleceu tão prematuramente poderia ter sido uma das divas do cinema internacional
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tentei fazer DOWNLOAD mas nao consegui
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According to my exploration, billions of persons on our planet receive the business loans at different banks. Therefore, there's good chances to receive a short term loan in all countries.
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eu já assisti, na minha infancia sessão da tarde na globo, todas as séries são otimas.
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É O MESMO QUE RETROCEDER NO TEMPO, E VIVENCIAR NOSSA INFANCIA, É AS MINI-SERIES MAIS BONITAS E ORIGINAIS, SERAM INESQUECIVEIS AS AVENTURAS DESTE ATOR JOHNNY WEISSMULLER.QUE DEUS O TENHA.
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Não entendo como mulheres tão lindas e destinadas ao sucesso puderem sofrer mortes tão absurdas, tão incertas... Essa coisa de morrer tragica e misteriosamente sempre esteve ligada ao show biz.
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ACHO QUE TODOS DERAM A SUA CONTRUBUIÇÃO, MAS ROBERT POWELL, JUNTO COM JEFFREY HUNTER E JIM CAVIEZEL FORAM OS MELHORES
| 236 ace
Onde encontrar esses filmes???
| 496 ace
não consigo baixar a legenda, não tem nenhum outro site que disponibilize?
| 271 ace
3077. gostei muito
gostei muito
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Adoro filmes musicais da Rita e do Fred
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Adoro assitir filmes clássicos
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Adoro filme clássicos estou aguardando!!!
| 256 ace
Adoro este filme por favor liberar!
| 246 ace
Vocês poderiam por favor fazer um upload desse filme em algum outro servidor? Grato!
| 263 ace
Todas querem mas marilyn é inigualávellllllllll
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Lembro-me exatamente do dia em que vi o livro Iniciais BB, eu estava com 18 anos e comecei ler biografias de famosos para distração, quem lê sabe que passamos por algumas ondas. Eu havia lido a biografia de Chanel entreguei e fui a mesma estante... encontrei Iniciais BB... achei interessante a capa... mas não sabia quem era Brigitte Bardot, nunca pensei que fosse atriz, para mim era uma modelo. Depois do livro assisti filmes, vi e revi entrevistas, aprendi francês, tudo isso porque Brigitte Bardot é um ícone que transcende 600 paginas. Sonho com o dia de ir a Franca e a famosa Paul Doumer. Parabéns pelo artigo e compartilhar pela mesmo fascínio por essa mulher tão maravilhosa. Abss
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Um diretor muito interessante. Principalmente na fase muda. O Falcão Maltês
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3086. Ethel Merman
  FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha Nome: Ethel Agnes Zimmermann Nascimento e local: 16/01/1908, Nova York, EUA Morte e local: 15/02/1984, Nova York, EUA, câncer Ocupação: cantora e atriz Nacionalidade: americana Casamentos: Ernest Borgnine, Robert Six, Robert Levitt e William Smith Filhos: Bobby e Ethel Jr.   Biografia Ethel Merman (Ethel Agnes Zimmermann) nasceu em 16 de janeiro de 1908, em Nova Iorque, filha de pai luterano alemão e mãe presbiteriana escocesa. Seu pai era contador e sua mãe professora primária. Iniciou sua carreira cantando e depois foi para o teatro onde trabalhou em "Girl Crazy" (1930), "George White´s Scandals of 1931" (1931), "Take a Change" (1932) e muitos outros, até "Hello, Dolly" em 1970. No cinema fez diversos filmes como "The Cave Club" (1930), "Old Man Blues" (1932), "Anything Goes" (1936), "Around the World of Mike Todd" (1968), "Airplane" (1980), entre outros, também teve muitas participações na televisão como na série Batman onde interpretou a vilã Lola Lasagne ao lado do vilão Pingüim e gravou vários discos. Foi casada com Bill Smith, Robert Levitt com tem dois filhos e divorciou-se em 1952. Depois casou-se com Robert Six e seu casamento durou até 1960. Em 1964 teve um conturbado romance com o ator Ernest Borgnine, com teve casada por 32 dias. Ethel morreu em 15 de fevereiro de 1984.   Filmes   Airplane! (1980) You're Gonna Love It Here (1977) (TV) Won Ton Ton: The Dog Who Saved Hollywood (1976) Annie Get Your Gun (1967) (TV) The Art of Love (1965) It's a Mad Mad Mad Mad World (1963) Maggie Brown (1963) (TV) There's No Business Like Show Business (1954) Panama Hattie (1954) (TV) Call Me Madam (1953) Straight Place and Show (1938) Alexander's Ragtime Band (1938) Happy Landing... (1938) Anything Goes (1936) Strike Me Pink (1936) Kid Millions (1934) We're Not Dressing (1934) Ireno (1932) Roaming (1931) Old Man Blues (1931) The Devil Sea (1931) Be Like Me (1931) Follow the Leader (1930) The Cave Club (1930) Her Future (1930) Mais Prêmios Imagens     Vídeos      
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3087. Robert Donat
  Nome: Friedrich Robert Donath Nascimento e local: 18/03/1905, Withington, Manchester, Inglaterra Morte e local: 09/06/1958, Londres, Inglaterra, complicações de asma Ocupação: ator Nacionalidade: inglesa Casamentos: Ella Annesley Voysey  e Renée Asherson Filhos: 3 Filmes The Inn of the Sixth Happiness (1958) Lease of Life (1954) The Magic Box (1951) The Cure for Love (1949) The Winslow Boy (1948) Captain Boycott (1947) Perfect Strangers (1945) The Adventures of Tartu (1943) The New Lot (1943) The Young Mr. Pitt (1942) Goodbye, Mr. Chips (1939) The Citadel (1938) Knight Without Armour (1937) The Ghost Goes West (1935) The 39 Steps (1935) The Count of Monte Cristo (1934) The Private Life of Henry VIII (1933) Cash (1933) Men of Tomorrow (1932) That Night in London (1932)
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3088. Lil Dagover
  Lil Dagover Nome: Marie Antonia Siegelinde Martha Seubert Nascimento e local: 30/09/1887, Indonésia Morte e local: 24/01/1980, Munique Ocupação: atriz Nacionalidade: Casamentos: Fritz Daghofer  e Georg Witt Filhos: Eva Maria Daghofer     Filmes Geschichten aus dem Wienerwald (1979) Die Standarte (1977) Die Teufelsbraut (1977) (TV) Karl May (1976) Der Richter und sein Henker (1975) Memento Mori (1975) (TV) Der Fußgänger (1973) Glückspilze (1971) (TV) Kolibri (1971) (TV) Paradies der alten Damen (1971) (TV) Professor Sound und die Pille - Die unwahrscheinliche Geschichte einer Erfindung (1971) (TV) Hotel Royal (1969) (TV) Das Interview (1969) (TV) Unwiederbringlich (1968) (TV) Lösegeld für Mylady (1967) (TV) Siedlung Arkadien (1967) (TV) Bis ans Ende (1964) (TV) Reisender ohne Gepäck (1963) (TV) Die seltsame Gräfin (1961) Der Mann von draußen (1961) (TV) Ich fand Julia Harrington (1960) (TV) Buddenbrooks - 2. Teil (1959) Buddenbrooks - 1. Teil (1959) Bäume sterben aufrecht (1958) (TV) Bekenntnisse des Hochstaplers Felix Krull (1957) Unter Palmen am blauen Meer (1957) Meine 16 Söhne (1956) Kronprinz Rudolfs letzte Liebe (1956) Die Barrings (1955) Rosen im Herbst (1955) Der Fischer vom Heiligensee (1955) Ich weiß, wofür ich lebe (1955) Schloß Hubertus (1954) Königliche Hoheit (1953) Rote Rosen, rote Lippen, roter Wein (1953) Das Geheimnis vom Bergsee (1952) Vom Teufel gejagt (1950) Es kommt ein Tag (1950) Man spielt nicht mit der Liebe (1949) Die Söhne des Herrn Gaspary (1948) Musik in Salzburg (1944) Wien 1910 (1943) Kleine Residenz (1942) Bismarck (1940) Friedrich Schiller - Der Triumph eines Genies (1940) Die Räuber (1940) Umwege zum Glück (1939) Maja zwischen zwei Ehen (1938) Dreiklang (1938) Rätsel um Beate (1938) Streit um den Knaben Jo (1937) Die Kreutzersonate (1937) Fridericus (1937) Das Mädchen Irene (1936) Das Schönheitsfleckchen (1936) Schlußakkord  (1936) August der Starke (1936) Der höhere Befehl (1935) Lady Windermeres Fächer (1935) Der Vogelhändler (1935) Ich heirate meine Frau (1934) Eine Frau, die weiß, was sie will (1934) Der Flüchtling aus Chicago (1934) Johannisnacht (1933) Das Abenteuer der Thea Roland (1932) Die Tänzerin von Sans Souci  (1932) The Congress Dances (1932) The Woman from Monte Carlo (1932) Le congrès s'amuse (1931) Der Kongreß tanzt (1931) Elisabeth von Österreich (1931) Der Fall des Generalstabs-Oberst Redl (1931) Das Schicksal einer schönen Frau (1931) Boykott (1930) Das alte Lied (1930) Va Banque (1930) Es gibt eine Frau, die dich niemals vergißt (1930) Der weiße Teufel (1930) Spielereien einer Kaiserin (1930) Monte Cristo (1929) Der Günstling von Schönbrunn (1929) Es flüstert die Nacht (1929) Die Ehe (1929) La grande passion (1928) Ungarische Rhapsodie (1928) Der geheime Kurier (1928) Le tourbillon de Paris (1928) Der Anwalt des Herzens (1927) Hans engelska fru (1927) Orientexpress (1927) Bara en danserska (1926) Der Veilchenfresser (1926) Liebe macht blind (1926) Die Brüder Schellenberg (1926) Herr Tartüff (1925) Der Demütige und die Tänzerin (1925) Zur Chronik von Grieshuus (1925) Wenn die Filmkleberin gebummelt hat (1925) Komödie des Herzens (1924) Seine Frau, die Unbekannte (1923) Die Prinzessin Suwarin (1923) Tiefland (1923) Phantom (1922) Macht der Versuchung (1922) Luísa Miller (1922) Mabuse, der Spieler - Ein Bild der Zeit (1922) Der Mord in der Greenstreet (1921) Der müde Tod (1921) Die Jagd nach dem Tode - 3. Teil: Der Mann im Dunkel (1921) Das Medium (1921) Toteninsel (1921) Das Geheimnis von Bombay (1921) Die Augen der Maske (1920) Die Kwannon von Okadera (1920) Das Blut der Ahnen (1920) Der Richter von Zalamea (1920) Die Jagd nach dem Tode (1920) Die Jagd nach dem Tode 2.Teil: Die verbotene Stadt (1920) Die Frau im Himmel (1920) .... Tatjana Das Cabinet des Dr. Caligari (1920) Die Spinnen, 2. Teil - Das Brillantenschiff (1920) Spiritismus (1920) Harakiri (1919) Die Spinnen, 1. Teil - Der Goldene See (1919) Die Maske (1919) Bettler GmbH (1919) Der Tänzer (1919) Der Tänzer 1. Teil (1919) Phantome des Lebens (1919) Die Rache ist mein (1919/I) Die blonde Loo (1919) Clown Charly (1918) Der Volontär (1918) Lebendig tot (1918) Das Lied der Mutter (1918) Das Rätsel der Stahlkammer (1917) Die Retterin (1916)
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Nome: Marie-Madeleine Bernadette O'Carroll Nascimento e local: 26/02/1906, West Bromwich, West Midlands, Inglaterra Morte e local: 02/10/1987, Marbella, Espanha, câncer Ocupação: atriz Nacionalidade: inglesa Casamentos: Henri Lavorel, Phillip Astley , Sterling Hayden e Andrew Heiskell Filhos: - Filmes The Fan  (1949) An Innocent Affair (1948) White Cradle Inn (1947) My Favorite Blonde (1942) Bahama Passage (1941) One Night in Lisbon (1941) Virginia (1941) North West Mounted Police  (1940) Safari (1940) My Son, My Son!"  (1940) Honeymoon in Bali (1939) Cafe Society (1939) Blockade (1938) . The Prisoner of Zenda (1937 It's All Yours (1937) On the Avenue (1937) Lloyd's of London (1936) The General Died at Dawn  (1936) Secret Agent (1936) The Case Against Mrs. Ames (1936) The Story of Papworth, the Village of Hope (1936) The 39 Steps (1935) The Dictator (1935) The World Moves On (1934) I Was a Spy (1933) Sleeping Car (1933) The Written Law (1931) Fascination (1931) Madame Guillotine (1931) Kissing Cup's Race (1930) School for Scandal (1930) Escape (1930) French Leave (1930/I) Young Woodley (1930) L'instinct (1930) The W Plan (1930) Atlantic (1929) .... Monica The American Prisoner (1929) The Crooked Billet (1929) Pas si bête (1928) The First Born (1928) What Money Can Buy (1928) The Guns of Loos (1928)    
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  FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha Nome: Jobyna Lancaster Raulston Nascimento e local: 21/11/1899, South Pittsburg, EUA Morte e local: 22/01/1967, Woodland Hills, CA, EUA, pneumonia Ocupação: atriz Nacionalidade: americana Casamentos: Richard Arlen e Richard Arlen, Jr. Filhos: 1   Biografia Nascida no Tennessee, começou a trabalhar no teatro aos 8 anos de idade,numa adaptação de Cinderela, Mudou-se para Nova York aos quinze anos, para ingressar numa escola para atores. Seis anos mais tarde, aos vinte anos de idade, Jobyna fez sua estreia na Broadway. Foi então que o ator Max Linder, que havia assistido Jobyna na Broadway, convenceu-a a ir com ele para Hollywood.Chegando a Hollywood, Jobyna apareceu em mais de trinta filmes, entre 1922 e 1923, com destaque para sua participação em O Mosqueteiro, um filme de comédia e aventura, estrelado por Max Linder.Em 1923, Jobyna atuou ao lado do ator comediante Harold Lloyd no filme Engula a Pílula. A partir desse filme, Jobyna alcançou o estrelato, sempre atuando nos filmes de Harold Lloyd.O maior período de fama de Jobyna foi, sem dúvida, quando atuou junto com Harold Lloyd, estrelando filmes como O Maricas, Sogra Fantasma e O Calouro.Atuando no filme Asas, de 1927, Jobyna veio a conhecer seu futuro esposo, o também ator Richard Arlen. Este foi o segundo casamento de Jobyna, que já havia sido casada antes com um namorado da sua infância.Depois de atuar em Asas, Jobyna estrelou em mais onze filmes, incluindo dois filmes falados. Abandonou a carreira no início da década de 30, em virtude do nascimento de seu filho.Jobyna foi casada com Richard Arlen de 1927 a 1945, sendo que o matrimônio terminou em divórcio. Depois disso, Jobyna viveu mais doze anos, e acabou vindo a falecer em 1967, em decorrência de uma pneumonia.   Filmes   Sheer Luck (1931) Rough Waters (1930) The College Coquette (1929) Some Mother's Boy (1929) The Power of the Press (1928) The Toilers (1928) Black Butterflies (1928) The Big Hop (1928) The Count of Ten (1928) The Night Flyer (1928) Little Mickey Grogan (1927) Pretty Clothes (1927) A Racing Romeo (1927) Lightning (1927) Wings (1927) Special Delivery (1927) The Kid Brother (1927) Gigolo (1926) Sweet Daddies (1926) For Heaven's Sake (1926) Soft Pedal (1926) Don't Butt In (1926) Between Meals (1926) Whispering Lions (1925) Are Parents Pickles? (1925) The Freshman (1925) Hot Water (1924) Girl Shy (1924) Winner Take All (1923) Why Worry?" (1923) For Guests Only (1923) For Art's Sake (1923) Speed the Swede (1923) Bowled Over (1923) For Safe Keeping (1923) Shoot Straight (1923) Do Your Stuff (1923) Tight Shoes (1923) A Loose Tightwad (1923) Jailed and Bailed (1923) Once Over (1923) Don't Say Die (1923) Mr. Hyppo (1923) Paste and Paper (1923) Watch Your Wife (1923) Fire the Fireman (1922) The White Blacksmith (1922) Fair Week (1922) I'll Take Vanilla (1922) Blaze Away (1922) The Flivver (1922) Harvest Hands (1922) Washed Ashore (1922) Shine 'Em Up! (1922) The Golf Bug (1922) Shiver and Shake (1922) Out on Bail (1922) The Uppercut (1922) Face the Camera (1922) Soak the Sheik (1922) Bone Dry (1922) The Landlubber (1922) Wet Weather (1922) Rough on Romeo (1922) The Three Must-Get-Theres (1922) The Truth Juggler (1922) Touch All the Bases (1922) Take Next Car (1922) The Bride-to-Be (1922) Friday, the Thirteenth (1922) The Call of Home (1922) . A Sailor-Made Man (1921) Bride and Broom (1921) An Eastern Breeze (1921) Humor Risk (1921) The Brown Derby (1921) Ball Bearing, But Hard Running (1920) The Shimmy Jim (1919) The Sultan of Djazz (1919) Starting Out in Life (1919)   Mais Prêmios Imagens     Vídeos
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Grande ator inglês, ganhador do Oscar de Melhor ator em 1940 pelo filme, Adeus Mr. Chips, o que foi uma grande façanha, pois na época, concorriam com ele Clark Gable por E o vento levou e Laurence Olivier por O Morro dos ventos uivantes. Morreu muito cedo deixando uma legião de f´ãs.
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Para ben mazzaropi pela herança que nos deixou saudades
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faltaram deuses vencidos e a face oculta.
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faltaram deuses vencidos e a face oculta.
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tem uma biografia, acho que nao autorizada que assisti uma vez, mas nao consigo lembrar o nome para procurar...vcs saberiam qual é???se souberem eu agradeço imensamente....
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Adoro a Audrey e vivo vendo e revendo seus filmes, especialmente Sabrina e A Princesa e o Plebeu. Ela era completamente linda: um rosto lindo e um coração bondoso. Morreu tão cedo...
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Filme fantástico, já vi várias vezes e recomendo!
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PEGA NO YOU TUBE PO,,... ESSE CLASSICO, O FILME COMPLETO TEM NO YOU TUBE!!
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sao filmes como este em que a nobreza de sentimentos sao relatados de forma simples que fazem amolecer ate os mais duros dos coracoes alem de rolarem lagrimas na queles que o assistem
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Melhores curtas de Chaplin são: vida de cachorro; ombros, armas! ; idílio campestre; um dia de prazer; clássicos vadios; dia de pagamento; pastor de almas, todos lançados no Brasil pela Warner, da mk2 em DVD duplo.
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Belo artigo, meus parabéns, só que ele tem mais de cinco erros de português, o que é apenas um detalhe... Mas enfim: A Família Addams é mais criativa, de qualquer modo, A Família Monstro também não deixa em nada a desejar!
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Pô, fala sério, eu adorei o filme! Assisti pelo título de "O Pior Filme do Mundo", esperando detestar, acho que por isso, por esperar tão pouco do filme, eu me diverti pra caramba, como me divertira em pouquissimos filmes! Não morram sem assistir!
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Como saber se o download disponibilizado é na versão legendada ou dublada? Eu, pessoalmente, prefiro filmes legendados! Obrigado!
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As loiras do diretor
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What???!!! As 20 mulheres mais belas do cinema e SARITA MONTIEL não está incluida???!!! Vcs devem ter bebido. La Manchega sozinha, com a simetria perfeita do seu rosto espectacular, é mais belas do que todas as belas ilustradas. Sua beleza foi reconhecida pelos cinematógrafos europeus como a mais fotogenica e perfeita em todos os ângulos de todos os tempos. é considerada a mulher mais linda da España e, junto com Ava Gardner, as duas caras mais perfeitas da historia do cinema. Basta ver seus filmes e os ousados primeiros planos exibindo sua beleza em toda sua harmonia e esplendor. Isso sem falar nos seus olhos cor verde oliva, que tinham vida especial. Acho prudente que essa lista seja revisada e Miss Montiel venha encabeçando essa lista de beldades. Thanks!
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Tive a oportunidade conhece-la numa mostra de cinema Francês que teve no Reserva Cultural. A considero um atriz fascinante, e uma pessoa livre e desencanada como a maioria dos franceses.
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Tem uma foto do Jerry Lewis e do Dean Martin vestidos de Chaplin!
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eu gosto muito desse filme pq esse filme é muito importante para me
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eu adoro esse filme é muito bom demais
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bom eu nunca assisti esses filmes mais aposto que foi duro para charles fazer esses filmes e as pessoas intenderem mais eu acho que foi um belo ator e lido os parabens charles.
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Me recomendaram muito este filme
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esse filme é brilhante. uma aula de cinema com grandes atuações. O Falcão Maltês
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GOSTARIA DE SABER DOS SENHORES COMO FACO PARA ADQUIRIR OS FILMES PRODUZIDOS PELAS COMPANHIAS CINEMATOGRAFICAS NOS ANOS 40 A VERA CRUZ, A CINEDIA,A ATLANTIDA,BRASIL VITA FILMES A MARISTELA A SONOFILMES ESTOU FAZENDO UMA FILMOTECA EM CASA
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Um bom caminho para conhecer a história de Amacio Mazzaropi, o imortal Jeca do cinema nacional, é o Instituto Mazzaropi (www.institutomazzaropi.org.br), responsável pela administração do Museu Mazzaropi e por outros projetos como a biografia “Sai da Frente! A vida e a obra de Mazzaropi”, de autoria de Marcela Matos, entre outros. São quase 20 anos de pesquisas, coleta de dados, fotografias e documentos. Um acervo valioso para quem quer conhecer mais detalhes da carreira, da história e do sucesso de Mazzaropi.
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eu amoo doris day
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Olá, estou procurando o filme Festa Brava de 1947 mas não consigo encontrar o link para download em lugar nenhum e gostaria muito de baixar esse filme para meu avô. Se puderem me ajudar, eu agradeço.
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Se ele era homossexual ou nao, isso nao tem nada a ver com o grande ator.
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Estou a procura de um filme com o Anthony Perkins... onde numa das cenas, um persongem despenca para a morte do alto de um edificio rasgando a bandeira dos estados unidos! Qual é o filme?
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Olá tem dois filmes que preciso encontrar, sei que não tem no site, mas se tu puderes me indicar onde posso encontrar fico realmente grata. Deluge (1933 felix feist) Early Flight (b&w, silent, 16mm) se for em qualidade de dvd pelo menos seria bom, está muito dificil de conseguir. muito obrigada. Raíssa
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Nunca tinha ouvido falar nessa historia. Comecei a ler sobre jovens que morreram muito cedo e a história de Sharon Tate me chamou a atenção pelo requinte de crueldade, torturas de pessoas completamente desequilibradas. Graças a Deus estão todos presos e Susan teve o que merecia, afinal de contas, ela tirou duas vidas e foi muito "fria" ao assassiná-los.Sharon era simplesmente "linda" e infelizmente ela não pôde realizar seu sonho de ser mãe. Que Deus a abençõe e que ela descanse em paz junto de seu filhinho que deve estar com ela no céu.
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Sua vida pessoal parece mais com um drama de hollywood, mas isso ele nunca deixou transparecer para a tela. Enfim, foi e ainda é um dos melhores astros que o cinema americano conheceu. Valeu Clarck !!!!!!!!!!
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Na vida pessoal um drama hollydiano. Mas foi um dos maiores astros americanos que já conhecemos. Valeu Clarck !!!!!!!!
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Ah, que demais! adorei a matéria! eu to pra comprar esse livro, sou muito fã da BB, já assisti metade de seus filmes. ^^
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Rita Hayworth é a maior diva do cinema de todos os tempos. Pra mim, ela só é comparável a Vivien Leigh. As duas são minhas grandes ídolas de uma vida inteira.
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"Sangue & Areia" é um dos meus filmes favoritos. Uma obra-prima que nem o ridículo remake-pornochanchada dos anos 1980 conseguiu estragar. A versão original de 1941 tinha um gênio na direção e um casal de gênios nos papéis principais: Rita Hayworth sensacional como sempre, e Tyrone Power... que touro, meu Deus! Olé!
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Obrigada Carla pela publicação! Mazzaropi merece nossas homenagens!
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Um filme que muitos IIr. deveriam assistir.TFA
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Ola tudo bem? O link para download do filme Fasto nao esta valido abraçøs Resposta: Obrigada! Link Corrigido!
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Sou apaixonada pelo mazzaropi ele vai sempre morar no meu coraçao e o melhor artista e cantor que o mundo ja conheceu penso nele todos os dias as vezes sonho com ele com os filmes dele me imagino ali com ele sinto que ele foi o meu grande amor da minha vida não sei esplicar mais o meu coração se enche de alegria quando assisto o seu filmes fico triste por não ter conhecido o mazzaropi gosto de saber tudo sobre ele pra mim no meu coração ele vai estar sempre vivo moro de inveja das pessoas que teve o previlegio de comhecer o melhor artista e cantor saudade de ti mazzaropi ele foi o melhor presente que deus deu pro mundo ti amo ti amo Solange tenho 48 anos
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Título Original: Bardelys the Magnificent Ano/País/Gênero/Duração: 1926 / EUA / Drama | Romance / 90min Direção: King Vidor Roteiro: Rafael Sabatini e Dorothy Farnum Fotografia: William H. Daniels Música: William Axt Elenco John Gilbert ... Bardelys Eleanor Boardman ... Roxalanne de Lavedan Roy D'Arcy ... Chatellerault Lionel Belmore ... Vicomte de Lavedan Emily Fitzroy ... Vicomtesse de Lavedan George K. Arthur ... St. Eustache Arthur Lubin ... King Louis XIII Theodore von Eltz ... Lesperon Karl Dane ... Rodenard Edward Connelly ... Cardinal Richelieu Fred Malatesta ... Castelrous John T. Murray ... Lafosse Joe Smith Marba ... Innkeeper Daniel G. Tomlinson ... Sergeant of Dragoons Emile Chautard ... Anatol John Wayne ... Guarda (sem créditos) Sinopse   BAseado no romance de Rafael Sabatini, conta a história do Marquês de Bardelys, um conquistador de mulheres que vive de maneira frívola e é arrebatado por Roxalanne de Lavedan (Eleanor Boardman); em um contexto de desonestidade e intriga, ele se lança para cortejá-la e ganhá-la. Ricamente montado e dirigido, com cenas de ação espetaculares, Bardelys é um grande e divertido romance de ação, uma das melhores produções MGM. A única cópia sobrevivente foi encontrada na França em 2006, os intertítulos em inglês foram restaurados de acordo com o roteiro original. A lacuna nas sequências recuperadas foi preenchida com fotos, intertítulos e cenas do trailer original, de modo que a história está completa; a Orquestra Mont Alto Motion Picture oferece a bela música da época.  
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Título Original: Texas Cyclone Ano/País/Gênero/Duração: 1932 / EUA / Faroeste / 63min Direção: D. Ross Lederman Produção: Irving Briskin Roteiro: Randall Faye e William Colt MacDonald Fotografia: Benjamin H. Kline Música: Milan Roder Elenco Tim McCoy ... 'Texas' Grant Shirley Grey ... Helen Rawlings Wheeler Oakman ... Utah Becker John Wayne ... Steve Pickett Wallace MacDonald ... Nick Lawler, Ranch Foreman Jim Farley ... Webb Oliver Harry Cording ... Jake Farwell Vernon Dent ... Hefty, the Bartender Walter Brennan ... Sheriff Lew Collins Mary Gordon ... Katie   Sinopse   Pecos Grant entra em uma nova cidade e logo descobre que toda a gente o reconhece como sendo um homem que foi dado como morto. Até mesmo a viúva passa a achar que ele é realmente seu marido que retornou. Pecos prepara-se para resolver um mistério.  
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Título Original: The Big Stampede Ano/País/Gênero/Duração: 1932 / EUA / Faroeste / 54min Direção: Tenny Wright Produção: Sid Rogell Roteiro: Marion Jackson e Kurt Kempler Fotografia: Ted D. McCord Música: Bernhard Kaun Elenco John Wayne ... Deputy Sheriff John Steele Noah Beery ... Sam Crew Paul Hurst ... 'Arizona' Frank Bailey Mae Madison ... Ginger Malloy Luis Alberni ... Sonora Joe Berton Churchill ... Governor Lew Wallace Sherwood Bailey ... Pat Malloy Lafe McKee ... Cal Brett Joseph W. Girard ... Major Parker Duke ... Duke, John's Horse   Sinopse   Vice-xerife John Steele recruta bandido Joe Sonora para ajudá-lo descobrir paradeiro de ladrões de gado.    
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Título Original: The Three Musketeers Ano/País/Gênero/Duração: 1933 / EUA / Ação | Aventura | Mistério | Suspense | Guerra / 210min Direção: Colbert Clark e Armand Schaefer Produção: Nat Levine Roteiro: Colbert Clark e Bennett Cohen Fotografia: Tom Galligan Música: Lee Zahler Elenco Jack Mulhall ... Clancy Raymond Hatton ... Renard Ralph Bushman ... Dutch Schmidt John Wayne ... Lt. Tom Wayne Ruth Hall ... Elaine Corday Lon Chaney Jr. ... Lt. Armand Corday Hooper Atchley ... El Kadur Gordon De Main ... Colonel Duval Robert Frazer ... Major Booth, USA Noah Beery Jr. ... Noah Stubbs Al Ferguson ... Ali Edward Peil Sr. ... Leon Ratkin William Desmond ... Captain Boncour George Magrill ... El Maghreb Robert Warwick ... Col. Brent   Sinopse   Tom Wayne (John Wayne) é um piloto americano que resgata três estrangeiros dos Legionários Franceses que foram capturados por malfeitores Árabes. E é aí que começa a duradoura amizade entre os "Três Mosqueteiros" e o seu "D´artagnan" americano. Juntos eles lutam contra "El Shaitan" ("o diabo", em árabe), o chefe dos saqueadores, e toda a sua gangue de perigosos ladrões. Quando Wayne é acusado pelo assassinato de seu grande amigo, e se torna um fugitivo procurado, a lealdade dos Mosqueteiros não se abala e agora eles são "um por todos, e todos por um!"   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   Sem Legendas
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Título Original: West of the Divide Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / Romance | Faroeste / 54min Direção: Robert N. Bradbury Produção: Paul Malvern Roteiro: Robert N. Bradbury Fotografia: Archie Stout Música: Dave Stoner Elenco John Wayne ... Ted Hayden aka Gat Ganns Virginia Brown Faire ... Fay Winters George 'Gabby' Hayes ... 'Dusty' Lloyd Whitlock ... Mr. Gentry Yakima Canutt ... Hank Lafe McKee ... Fred Winters Billy O'Brien ... Spuds Dick Dickinson ... Henchman Joe Earl Dwire ... Delegado   Sinopse   Ted Hayne anda em busca dos assassinos do seu pai, e faz-se passar por Gat Ganns, um homem que é procurado pelas autoridades, para se poder introduzir na quadrilha de Gentry, de quem suspeita ligações com o acontecido.  
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Na verdade, este link torrent de dominio publico é do filme de 1934, com Virginia Bruce e Colin Clive. Resposta: filme não disponível para download, pois não é de domínio público. Obrigada.
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Adorei. Isso era algo que eu não tinha conhecimento.
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MM causava muita inveja nas mulheres
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O homem mais bonito q existiu. Um Deus....
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Gostaria muito de adquirir alguns filmes da atriz e dona de uma das vozes mais bonitas de musicas estrangeiras. Tenho somente o filma La violeteira! . onde posso adquirir outor da Sara Montiel? Tenho tentado mas sem sucesso!
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Assisti este filme ontem, domingo, 29 de abril de 2012, em um cinema direcionado aos fâs de filmes antigos. Gostei muito, a 'perfomance' dos interpretes foi formidável.
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cada vez que leio algo a respeito dessa lindissima,atriz... da um nó na garganta!! muito triste, espero que o senhor jesus esteja com ela e seu filho!! Sharon vç é linda!!!!
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A Lana foi uma verdadeira star, super chic, bem penteada, classuda, a vi pasando de carro com o jorge guinle quando esteve no Rio,
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eu ñ consigo baixar o filme serio eu quero muito consegui esse filme,mas quando fasso download ñ abri nada alem de um arquivo em branco.por favor me ajuda? Resposta: Instale um programa de download via torrent. Dessa maneira o arquivo poderá ser aberto e o download iniciado.
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Só tem as legendas. Aonde está o torrent? Resposta: Link corrigido! Obrigada!
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surpreendente.. excelente filme
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Uma pérola dos anos 40 ,talvez uns dos momentos mais bonitos de um Mosaico de situações entrelaçadas por um fraque preto,como um filme desse passou despersebidos pelos membros da academia do Oscar.
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Nossa! Muito boa essa matéria! Amo muito Alice! E fico triste pois muitos julgam ser infantil pelo desenho da Disney, e nem se quer leem os livros! Amo o Através do Espelho, estou tentando achar o download do filme, mas o jeito vai ser ver pelo youtube!
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Achei muito interessante, estava procurando filmes sobre artistas e vcs esclareceram. Daria para vcs indicarem onde encontrar os filmes.
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que coisa mais linda, rever essa Deusa...de minha infancia...só saudades...Parabéns a vocês por esse tão generoso retorno ao tempo.
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SENSACIONAL! ADOREI, ESPERO ENCOTRAR +++++++++!
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Robert Powell consegue hiponitizar o telespectador com sua belíssima interpretação. Sem dúvida a melhor interpretação de Jesus Cristo!!!!!!
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O ator Robert Powell consegue hipinotizar o telespectador com sua belíssima atuação. Sem dúvida a melhor interpretação de Jesus Cristo!!!
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Título Original: The Trail Beyond Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Ação | Aventura | Drama | Faroeste / 55min Direção: Robert N. Bradbury Produção: Paul Malvern Roteiro: James Oliver Curwood e Lindsley Parsons Fotografia: Archie Stout Música: Lee Zahler Elenco John Wayne ... Rod Drew Verna Hillie ... Felice Newsome Noah Beery ... George Newsome Noah Beery Jr. ... Wabi Robert Frazer ... Jules LaRocque Iris Lancaster ... Marie LaFleur James A. Marcus ... Brother of Felice's real father Eddie Parker ... Ryan, the Mountie Earl Dwire ... Henchman Benoit   Sinopse   Rod Drew, encarregado por um velho para que encontre sua sobrinha misteriosamente desaparecida, parte ao Norte do Canadá. Com o seu amigo Wabi, Rod descobre o mapa duma misteriosa mina de ouro...  
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Título Original: Winds of the Wasteland Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Ação | Comédia | Romance | Faroeste / 54min Direção: Mack V. Wright Produção: Nat Levine Roteiro: Joseph F. Poland Fotografia: William Nobles Música: Terry Kellum Elenco John Wayne ... John Blair Phyllis Cerf ... Barbara Forsythe Lew Kelly ... Rocky O'Brien Douglas Cosgrove ... Cal Drake Lane Chandler ... Larry Adams Sam Flint ... Dr. William Forsythe Bob Kortman ... Henchman Cherokee Joe Ed Cassidy ... Mr. Dodge Jon Hall ... Jim - Pony Express Rider Merrill McCormick ... Henchman Pete Christian J. Frank ... Telegraph Crew Chief Jack Rockwell ... Buchanan City Marshal Arthur Millett ... Buchanan City Postmaster Tracy Layne ... Reed Sinopse Depois que o trem substituiu o correio à cavalo e quando o telégrafo o substituiu por sua vez, encontramos John Blair e o seu amigo Smoky desempregados do trem postal. John e Smoky criam então uma linha de diligências as mais rápidas já existentes. Uma grande corrida até Sacramento vai trazer-lhes um contrato de 25.000 dólares por parte do Governo…
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Título Original: I Cover the War Ano/País/Gênero/Duração: 1937 / EUA / Ação | Drama | Romance / 68min Direção: Arthur Lubin Produção: Trem Carr Roteiro: George Waggner Fotografia: Stanley Cortez Elenco John Wayne ... Bob Adams Gwen Gaze ... Pamela Armitage Don Barclay ... Elmer Davis Charles Brokaw ... El Kadar James Bush ... Don Adams Pat Somerset ... Captain Archie Culvert Sam Harris ... Colonel Hugh Armitage Arthur Aylesworth ... Dave Logan Franklin Parker ... Graham Sinopse O cameraman Bob Adams se dirige ao norte da África para cobrir uma revolta dos árabes contra os ingleses.
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É do Nivel Bom e vi também os outros 4!...Adoro filmes de Aventura
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Obrigado pela postagem. Abração
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foi um dos melhores filme que ja vi . gostaria de conhecer leonard whiting e olivia hussey , seria meu maior sonho.
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Como faço para baixar este filme???? já tentei em vários lugares e não dá certo. Se puderem me mandem por email: maslima@ufv.br. Resposta: Filme não disponível para download pois não é de domínio público.
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Onde posso encontrar a legenda para este filme? Resposta: Legendas somente em espanhol.
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no livro"FILHA DE SATANAS,FILHA DE DEUS"susan atkins diz ter sido tex watson e nâo ele quem esfaqueou sharon tate,mas eu nâo acredito!
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Eu vi esse filme, ainda era pré adolescente. Simplesmente fantástico. Muito engraçado e também com um toque dramático muito sutil. Interessante, um Elenco fabuloso... Enfim, o filme é tudo de bom. Adoraria rever e rever... Vale sempre a pena ver esse filme, que pertence a uma era em que se fazia filmes extremamentes inteligentes.e com o foco cultural de entretenimento. Carlos José Soares Dramaturgo / Diretor / Poeta
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Oh,Bogie!!!!! Que homem...
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um dos melhres da categoria os pistoleiros do oeste
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Não estou conseguindo baixar as legendas! Help me please! rafaelpmmg@yahoo.com.br Obrigado pela antenção! Resposta: clique em Legendas e será encaminhado para site de download da mesma.
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Novamente, não estou conseguindo baixar as legendas! Help me please! rafaelpmmg@yahoo.com.br Obrigado Resposta: Clique em legendas e será encaminhado para o site de download.
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oi, eu baixe o filme mas a legenda está em inglês... pode colocar um link da legenda em português por favor, te agradeço desde já. já sobr a qualidade do filme está prefeita tanto áudio como vídeo, parabéns! Resposta: link de legenda disponível. Clicar em Legenda.
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Cadê a Nicole Kidman?
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Oi. Como posso inserir as legendas no filme??? Alguém pode me ajudar? Resposta: Clice em Legendas.
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cmecei a conhecer e a gostar dos filmes de mazzaropi por um mero acaso,quando em 95 fui visitar um amigo e o mesmo estava assistindo o filme em vhs,hoje tenho sua coleçao completa;para muitos que gostam do que é bom não se quer conhecem sua obra,porque não fazem um documentario com aqueles que atuaram com eleem seus filmes ,sei que a maioria já partiram mais ainda tem muita gente viva que poderia nos alegrar contando fatos e matando nossa curiosidade por onde anda o joaosinho,péricles,carlos garcia,rose garcia,enfim pessoas que fizeram parte de seus inumeros filmes e não apareceram no documentario feito em 2002, colocaram um tal ignacio loyola que mesmo disse não ter gostado de nenhum de seus filmes,demoraram fazer um documentario sobre o artista e quando fizeram ficou uma porcaria
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Título Original: Thunderbolt Ano/País/Gênero/Duração: 1947 / EUA / Documentário | Curto | Guerra / 44min Direção: John Sturges e William Wyler Produção: Carl Krueger Roteiro: Lester Koenig Música: Gail Kubik Elenco James Stewart ... Ele mesmo Lloyd Bridges ... Voice of the Pilot Robert Lowery ... Narrador   Assista online tWD4ITJGdTw  
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Nome: Adhemar de Almeida Gonzaga Nascimento e local: 26/08/1901, Rio de Janeiro, RJ, Brasil Morte e local: 29/01/1978, Rio de Janeiro, RJ, Brasil Ocupação: roteirista, produtor, diretor Nacionalidade: brasileiro Casamentos: - Filhos: - Biografia Adhemar de Almeida Gonzaga nasceu em  26 de agosto de 1901 no Rio de Janeiro, cidade onde, nos anos 1920, formou o primeiro clube de cinema do país, o Paredão. Além de diretor foi Crítico, pesquisador, historiador, produtor, dono de estúdio, argumentista e roteirista. Criou a prestigiada revista Cinearte (1926-1942), que defendia para o cinema brasileiro padrões estéticos semelhantes aos dos filmes norte-americanos. Fez estágios em Hollywood e fundou, em 1930, os estúdios da Cinédia, primeira tentativa de industrializar a produção cinematográfica no país. Produziu mais de 50 filmes de diretores como Humberto Mauro, Gilda de Abreu e Luís de Barros. Dirigiu, entre outros, o drama "Barro Humano" (1929) e quatro comédias musicais que inspirariam as chanchadas dos anos 50, com destaque para o clássico "Alô, Alô Carnaval" (1936), estrelado por Carmen Miranda e sua irmã Aurora Miranda, onde elas cantam o clássico "Cantoras do Rádio" e outros ídolos do rádio. A Cinédia sobreviveu até os dias atuais, servindo principalmente à televisão e abrigando precioso arquivo sobre o cinema no Brasil. Adhemar Gonzaga faleceu em 1978 aos 77 anos. Atualmente é sua filha, Alice Gonzaga resposável pelo seu precioso legado artístico. Como Ator: Obrigado, Doutor (1948) Romance Proibido (1944) .... No baile Berlim na Batucada (1944) Bonequinha de Seda (1936) Alô, Alô, Brasil (1935) Honra e ciúmes (1933) Ganga Bruta (1933) DOWNLOAD Lábios Sem beijos (1930) DOWNLOAD Sangue mineiro (1930) DOWNLOAD Barro Humano (1929) Convém Martelar (1920) Ubirajara (1919) Como Diretor: Salário Mínimo (1970) Carnaval em Lá Maior (1955) Pif-Paf (1945) Loucos Por Música (1945) Romance Proibido (1944) Mulher que passa (1937) Alô Alô Carnaval (1936) A Voz do Carnaval (1933) Como Se Faz Um Jornal Moderno (1933) Barro Humano (1929) Como Produtor: Salário Mínimo (1970) Agüenta Firme, Isidoro (1951) Anjo do Lodo (1951) Coração Materno (1951) Todos Por Um (1950) Um Beijo Roubado (1950) O Homem que Passa (1949) Pinguinho de Gente (1949) Estou Aí (1949) Mãe (1948) Obrigado, Doutor (1948) O Ébrio (1946) Caídos do Céu (1946) O Cortiço (1945) Pif-Paf (1945) Loucos Por Música (1945) Romance Proibido (1944) Corações Sem Piloto (1944) Berlim na Batucada (1944) Caminho do Céu (1943) Samba em Berlim (1943) O Dia é Nosso (1941) A Sedução do Garimpo (1941) 24 Horas de Sonho (1941) Pureza (1940) O Culpado (1940) O Madeireiro (1940) Joujoux e Balangandãs (1939) Onde Estás Felicidade? (1939) Está Tudo Aí (1939) Alma e Corpo de uma Raça (1938) Maridinho de Luxo (1938) Aruanã (1938) Tererê Não Resolve (1938) Mulher que passa (1937) Samba da Vida (1937)  Bonequinha de Seda (1936) Caçando Feras (1936) O Jovem Tataravô (1936) Carioca Maravilhosa (1936) Alô Alô Carnaval (1936) Estudantes (1935) Alô, Alô, Brasil (1935) Ganga Bruta (1933) A Voz do Carnaval (1933) Como Se Faz Um Jornal Moderno (1933) Mulher (1931) Lábios Sem beijos (1930) Mais Filmes brasileiros da década de 40 serão restaurados História do Cinema Brasileiro Carmen Miranda
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  Nome: Patricia Ruth Miller Nascimento e local: 17/01/1904, St. Louis, Missouri, EUA Morte e local: 16/07/1955, Palm Desert, California, EUA Ocupação: atriz Nacionalidade: americana Casamentos: Effingham Smith Deans, John Lee Mahin, Tay Garnett Filhos: Timothy Mahin Filmes Quebec (1951) The Thalians (1932) Night Beat (1931) The Great Junction Hotel (1931) Lonely Wives (1931) The Last of the Lone Wolf (1930) Wide Open (1930) The Aviator (1929) The Show of Shows (1929) The Sap (1929) So Long Letty (1929) Whispering Winds (1929) The Hottentot (1929) Twin Beds (1929) The Fall of Eve (1929 Tropical Nights (1928) The Gate Crasher (1928) Marriage by Contract (1928) Beautiful But Dumb (1928) Hot Heels (1928) Red Riders of Canada (1928) We Americans (1928) The Tragedy of Youth (1928) A Hero for a Night (1927) South Sea Love (1927) Once and Forever (1927) Shanghaied (1927) Painting the Town (1927) The First Auto (1927) What Every Girl Should Know (1927) Wolf's Clothing (1927) The White Black Sheep (1926) Private Izzy Murphy (1926) Broken Hearts of Hollywood (1926) So This Is Paris (1926) Hell-Bent for Heaven (1926) Oh What a Nurse! (1926) Why Girls Go Back Home (1926) The King of the Turf (1926) The Fighting Edge (1926) Camille (1926) Hogan's Alley (1925) Rose of the World (1925) Red Hot Tires (1925) Lorraine of the Lions (1925) The Girl on the Stairs (1925) Head Winds (1925) Back to Life (1925) Her Husband's Secret (1925) Those Who Judge (1924) The Breath of Scandal (1924) The Wise Virgin (1924) Fools in the Dark (1924) Girls Men Forget (1924) A Self-Made Failure (1924) The Breaking Point (1924) Singer Jim McKee (1924) My Man (1924) The Yankee Consul (1924) Daughters of Today (1924) Name the Man (1924) The Drivin' Fool (1923) The Hunchback of Notre Dame  - O Corcunda de Notre Dame (1923) The Girl I Loved (1923) Omar the Tentmaker (1922) Fortune's Mask (1922) Remembrance (1922) Trimmed (1922) For Big Stakes (1922) The Fighting Streak (1922) Watch Your Step (1922) Where's My Wandering Boy Tonight? (1922) Handle with Care (1922) Camille  - A Dama das Camélias (1921) One a Minute (1921)
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FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha Nome: Catherine Townsend Nascimento e local: 29/11/1904, Mount Vernon, New York, EUA Morte e local: 17/11/1975, Waterford, Connecticut, EUA Ocupação: atriz Nacionalidade: americana Casamentos: John Cromwell Filhos: John Oliver   Biografia Nascida Catherine Townsend em 29/11/1904, Mount Vernon, New York, EUA, morreu em 17/11/1975, Waterford, Connecticut, EUA. Foi casada com John Cromwell e tiveram um filho, John Oliver. Trabalhou no cinema de 1929 até 1954. Estrelou Dinamyte, 1929, Billy the Kid,1930,The Real Glory (1939) The Adventures of Mark Twain (1944) Mr. Lucky (1943), e Jivaro, de 1954, sua última aparição na telona.   Filmes Jivaro (1954) The Adventures of Mark Twain (1944) Mr. Lucky (1943) Son of Fury: The Story of Benjamin Blake (1942) The Real Glory (1939) White Banners (1938) Jalna (1935) The Call of the Wild (1935) Village Tale (1935) Their Big Moment (1934) Of Human Bondage (1934) This Man Is Mine (1934) Eight Girls in a Boat (1934) Thirteen Women (1932) American Madness (1932) The Spy (1931) The Single Sin (1931) Passion Flower (1930) Billy the Kid (1930) Madam Satan (1930) The Spoilers (1930) This Mad World (1930) The Ship from Shanghai (1930) Dynamite (1929)   Mais Prêmios Imagens Vídeos
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acho muito legal esses filmes de princesa pq nao é a toa que minha mamae me chama de princesa bom vim explicar isso que filmes de princesas pode ser visto por qualquer um vao ao meu site e postem fotos de filmes de princesas ;) o nome do meu site é www.issoeshow.com.br bjss adorei documentar.
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Sou apaixonada pelos papeis que intrer pretou nos filmes! Sou sua fã sempre...
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Eu sou de LIvramento que bom saber desta atriz dos primeiros anos do cinema brasileiro e ainda por cima ser da minha cidade natal.Sou um apaixonado pelo cimema antigo infelismente é rarissimo poder ver um filme nacional...
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por favor, se vc conseguir, me passe tb.. se eu conseguir, te passo, tb estou procurando, minha mãe quer muito ver esse filme. meu e-mail: lemes.le@zipmail.com.br
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Olá gente sou fã de charlie chaplin ja assisti vários filmes dele, entre esses dez melhores, eu assisti seis, se vcs não assistiram espero que vcs assistam e gostem, um grande abraço fiquem com Deus.
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Concordo com o administrador a cena do garotinho chorando é de cortar o coração, eu tbm chorei para quem não assistiu espero que assistam vão adorar, um abraço fiquem com Deus.
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causa da morte charlie Chaplin faleceu no dia de Natal (25 de Dezembro) de 1977 em Vevey, Suíça e foi enterrado no Cemitério Corsier-Sur-Vevey em Corsier-Sur-Vevey, Vaud, Suíça. Depois meses depois, em 3 de Março de 1978, seu corpo foi roubado do cemitério, numa tentativa de extorquir dinheiro de sua família. O plano falhou, e os ladrões foram capturados e o corpo recuperado onze semanas depois, no Lago Geneva. Há uma famosa estátua de Chaplin em Vevey.
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Como podem tirar do ar uma série tåo interesante da história europeia Muita falta de respeito ao telespectador assìduo
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Grande Hitch! Só um detalhe, Kim Novak trabalhou com ele em Vertigo. Janela indiscreta foi a Grace Kelly. :)
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qdo morava em copacabana via sempre na praia c/ uma mala e suas fotos acompanhadas de suas histórias da época .e agra no dia da explosão fiquei preocupada pois morava perto do restaurante q explodiu.queria notícia dele.dizem q caubi peixoto q paga esse hotel p/ ele ... tão famoso e jogado no mundo
| 1278 ace
gostei muiiiiito do são luiz acheii as pessoas que estão trabalhando lá muiito educadas e sabem dar realmente as informações slicitadas, ao contrario dos outros cinemas que não formnecem nenhum conforto... PARABENS a administração ! So acho que deveia ter mais tivugação , dizendo quais os filmes que estão passaando...
| 2184 ace
Título Original: Haunted Spooks Ano/País/Gênero/Duração: 1920 / EUA / Comédia | Curto / 25min Direção: Alfred J. Goulding e Hal Roach Produção: Suzanne Lloyd Hayes Roteiro: H.M. Walker Fotografia: Walter Lundin Música: Robert Israel Elenco Harold Lloyd ... The Boy Mildred Davis ... The Girl Wallace Howe ... The Uncle   Sinopse   Curta de Harold Lloyd.     ASSISTA ONLINE  
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Título Original: Speedy Ano/País/Gênero/Duração: 1928 / EUA / Ação | Comédia | Família / 82min Direção: Ted Wilde Produção: Harold Lloyd Roteiro: John Grey e Lex Neal Fotografia: Walter Lundin Elenco Harold Lloyd ... Harold 'Speedy' Swift Ann Christy ... Jane Dillon Bert Woodruff ... Pop Dillon - Her Grand-daddy Brooks Benedict ... Steve Carter Babe Ruth ... George Herman Ruth   Sinopse   Último filme mudo de Harold Lloyd.  
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Título Original: The Big Flash Ano/País/Gênero/Duração: 1932 / EUA / Curto | Comédia / 20min Direção: Arvid E. Gillstrom Produção: Arvid E. Gillstrom Roteiro: Frank Griffin e Bobby Vernon Fotografia: Gus Peterson Elenco Harry Langdon ... Harry Vernon Dent ... Klaus Ruth Hiatt ... Betty, Hinkle's Secretary Lita Chevret ... Nadine, Brick's Girl Matthew Betz ... Brick Dugan King Baggot ... Hinkle - Daily News Editor Jack Grey ... Hinkle's Assistant Helen Foster ... Fifi - Nadine's Maid   ASSISTA ONLINE  
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Título Original: The Moon's Our Home Ano/País/Gênero/Duração: 1936 / EUA / Comédia / 80min Direção: William A. Seiter Produção: Walter Wanger Roteiro: Faith Baldwin e Alan Campbell Fotografia: Joseph A. Valentine Música: Gerard Carbonara Elenco Margaret Sullavan ... Cherry Chester / Sarah Brown Henry Fonda ... Anthony Amberton / John Smith Charles Butterworth ... Horace Van Steedan Beulah Bondi ... Mrs. Boyce Medford Henrietta Crosman ... Lucy Van Steedan Walter Brennan ... Lem Dorothy Stickney ... Hilda Brandon Hurst ... Babson Lucien Littlefield ... Ogden Holbrook Margaret Hamilton ... Mitty Simpson Spencer Charters ... Abner Simpson Margaret Fielding ... Miss Manning Grace Hayle ... Miss Hambridge Monte Vandergrift ... Brakeman Richard Powell ... Candy Butcher   Sinopse   Um romancista de Nova York casa-se com uma atriz, sem a conhecer direito. A verdadeira aventura começa na lua de mel, quando eles realmente começarem a se conhecer.  
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Carmem Miranda não era portuguesa?
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Título Original: Men Are Such Fools Ano/País/Gênero/Duração: 1938 / EUA / Drama | Romance / 69min Direção: Busby Berkeley Produção: Jack L. Warner Roteiro: Norman Reilly Raine e Horace Jackson Fotografia: Sidney Hickox Elenco Wayne Morris ... James 'Jimmy' Hall Priscilla Lane ... Linda Lawrence Hall Humphrey Bogart ... Harry Galleon Hugh Herbert ... Harvey C. Bates Johnnie Davis ... Tad Turkel Penny Singleton ... Nancy Crowel Turkel Mona Barrie ... Miss Beatrice 'Bea' Harris Marcia Ralston ... Wanda Townsend Gene Lockhart ... Bill Dalton Kathleen Lockhart ... Mrs. Dalton Donald Briggs ... George Onslow Nedda Harrigan ... Mrs. Gertrude Nelson Eric Stanley ... Mr. Nelson Claud Allister ... Rudolf, Bates' Butler Renie Riano ... Mrs. 'Pinky' Pinkel, the Landlady Carole Landis ... June Cooper   Sinopse   Ao contrário de suas amigas, uma secretária está determinada a ficar solteira e seguir uma carreira. Seu namorado, ao contrário dela, não tem ambições. Ela recebe a chance de subir de carreira quando inventa uma cura para a ressaca e logo se apaixona por um publicitário.  
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Para mim também o Cristo mais bonito, e que mais me lembra Cristo foi o Ator Robert Powell. Mas amei o Filme A paixão de Cristo de Mel Gibson... Quero mais filmes sobre Jesus!!!!!
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O amigo Lancaster, do perfeito comentário acima, ainda se esqueceu de aderir Jezebel, também de 1939, que foi feito por W Wyller para concorrer, ou seja, para dar de frente com ...E O Vento Levou. Abraço ao bom comentarista e membro do CAW jurandir_lima@bol.com.br
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Vi esta fita na TV. Falam tanto de Gilda que este filme quase que anda no esquecimento. Um erro atroz, pois Carmem, como foi o título que passou na Globo, é um filme excelente, bem feito e com Rita muito mais linda e sensual que em Gilda e tão bela e voluptuosa quanto em Sangue e Areia. E como sofre o pobre Glen Ford, também mum bom trabalho seu. Assistam e confirmem todas estas verdades. jurandir_lima@bol.com.br
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Nunca fui ´fã de Davis, achando-a sempre esnobe demais e com ares de dona do mundo. Entretanto tenho de dar meu braço a torcer sobre esta fita, onde ela tem um desemprnho digno de Oscar, além de Wyller mostrar porque era o diretor cultuado que era. Um filme perfeito, com uma trama brilhantemente criada e com seu desenrolar que não nos deixa desgrudar os olhos da tela. Magnifico! jurandir_lima@bol.com.br
| 424 ace
Não vou aqui fazer apologia a este trabalho de Mankiewicz. Se não é um grande filme, salva-se pela beleza exuberante da mulher mais bela que hollywood já criou, que foi a fera Ava Gardner. Nada mais a comentar. A beleza desta mulher põe sob seu chinelo qualquer outra beleza feminina do mundo. jurandir_lima@bol.com.br
| 443 ace
Jenifer não está mal, porem ainda a prefiro como a mestiça sedutora de Duelo ao Sol ou a enfermeira de Adeus Às Armas ou ainda em Suplicio de Uma Saudade. Possivelmente Gene Tierney caisse melhor no papel, já que tem o poder e talento de destilar a fisionomia que deseje em cena, independente de uma beleza irreparável e um talento incontestável. jurandir_lima@bol.com.br
| 362 ace
Onde está escrito Lucille Ball leia-se Gloria Swanson em "Crepúsculo dos Deuses"
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Título Original: Search for Beauty Ano/País/Gênero/Duração: 1934 / EUA / Comédia | Crime | Drama | Romance / 78min Direção: Erle C. Kenton Produção: Emanuel Cohen Roteiro: Claude Binyon e David Boehm Fotografia: Harry Fischbeck Música: John Leipold Elenco Buster Crabbe ... Don Jackson Ida Lupino ... Barbara Hilton Robert Armstrong ... Larry Williams James Gleason ... Dan Healy Toby Wing ... Sally Palmer Gertrude Michael ... Jean Strange Bradley Page ... Joe Garrett Frank McGlynn Sr. ... Rev. Rankin Nora Cecil ... Miss Pettigrew Virginia Hammond ... Mrs. Archibald Henderson-James Eddie Gribbon ... Adolph Knockler Ann Sheridan ... Dallas Beauty Winner   Sinopse   Filme pre-code. Três personagens obscuros querem ganhar dinheiro legalmente, e para isso lançam uma revista de fitness com fotos e histórias picantes. Para dar legitimidade à revista, convidam os dois últimos campeões olímpicos para serem editores.  
| 1226 ace
Nenhuma forma de arte vai além da consciência comum como o filme faz. Ele vai direto às nossas emoções.  
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filme bem feito e único da miça que foi assassinada aos 20 anos de idade em Paris. Uma brilhante carreira se iniciava. o contrastre entre ela inocente e ela produzida no filme é uma lição para todos nós.
| 1094 ace
Título Original: Juninatten Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / Suécia / Drama / 82min Direção: Per Lindberg Roteiro: Tora Nordström-Bonnier e Ragnar Hyltén-Cavallius Fotografia: Åke Dahlqvist Música: Gunnar Johansson Elenco Ingrid Bergman ... Kerstin Norbäc Marianne Löfgren ... Åsa Lill-Tollie Zellman ... Jane Jacobs Marianne Aminoff ... Nickan Dahlin Olof Widgren ... Stefan von Bremen Gunnar Sjöberg ... Nils Asklund Gabriel Alw ... Professor Tillberg Olof Winnerstrand ... Count Sigurd Wallén ... Editor J:son-Eld - aka 'Röken' Hasse Ekman ... Willy Wilson - Jornalista Maritta Marke ... Miss Vanja - Jornalista Gudrun Brost ... Mrs. Nilsson, telephone operator John Botvid ... Gurkan Karin Swanström ... Mrs. Cronsiöö Carl Ström ... Doctor Berggren   Sinopse   Um tiro acidental, numa pequena cidade, força uma jovem a trocar seu nome e mudar-se para Estocolmo, onde vai morar com três garotas. Lá, ela arruma emprego numa farmácia e tenta esquecer seu passado. As complicações começam a acontecer quando o homem em quem ela atirou vai procurá-la querendo que ela volte.   Download: Este filme é de domínio público. Obs. Este site não incentiva a pirataria.   SEM Legendas
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Alguém lembra o nome de um filme parecido com "A Felicidade não se compra" mas o personagem principal era de uma moça e passava na TV no início dos anos 80?
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ASSISTA ONLINE a alguns episódios da Série que ficou conhecida no Brasil como "Os Reis do Riso".  
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Título Original: Consolation Marriage Ano/País/Gênero/Duração: 1931 / EUA / Drama / 81min Direção: Paul Sloane Produção: Myles Connolly Roteiro: Humphrey Pearson Fotografia: J. Roy Hunt Música: Max Steiner Elenco Irene Dunne ... Mary Brown Porter Pat O'Brien ... Steve Porter John Halliday ... Jeff Hunter Myrna Loy ... Elaine Brandon Lester Vail ... Aubrey Matt Moore ... The Colonel     Sinopse     Manhattan, a logista Mary Brown perde seu namorado de infância quando ele se casa com uma mulher rica. Ela conhece um repórter, que também está sozinho depois que sua noiva o deixou por outro. Mary e Steve se tornam amigos e fazem um casamento de conveniência. Quando seus antigos amores entram em suas vidas alguns anos depois, eles devem decidir o que é mais importante para eles.
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Título Original: Show People Ano/País/Gênero/Duração: 1928 / EUA / Comédia | Romance / 83min Direção: King Vidor Produção: Irving Thalberg Roteiro: Agnes Christine Johnston e Laurence Stallings Fotografia: John Arnold Elenco Marion Davies ... Peggy Pepper William Haines ... Billy Boone Dell Henderson ... Colonel Pepper Paul Ralli ... Andre Tenen Holtz ... Casting Director Harry Gribbon ... Comedy Director Sidney Bracey ... Dramatic Director Polly Moran ... The Maid Albert Conti ... Producer Charles Chaplin ... Ele mesmo   Sinopse   Peggy Pepper (Marion Davies) parte de Georgia e vai para Hollywood, acompanhada de seu pai, General Marmaduke Oldfish Pepper, que está incentivando a filha a ser uma atriz. Ela conhece Billy Boones (William Haines), em um restaurante, onde a maioria dos artistas vão lá para almoçar. Ela a ajuda a encontrar um trabalho no Estúdio Comet, fazendo filmes de comédias com ele. Depois de receber uma torta na cara, a sua reação realmente é desconcertante, mas sua "atuação" acaba arrancando de outros membros do elenco e a equipe. Peggy, do mesmo jeito, só tem olhos para o que ela acha "sério", ou seja, o drama. O Estúdio High Art a descobre, e então ela acaba deixando Billy e o Estúdio Comet para trabalhar lá. Para uma nova imagem dela, a companhia lhe dá um nome artístico chamado Patricia Pepoire, então ela dá o melhor de si para se acostumar com o novo nome, dentro e fora do estúdio. Um dia, em um desfiladeiro próximo, ela está trabalhando em seu novo filme dramático, assim como Billy em uma comédia. Eles se encontram, mas "Patricia" o ignora, desapontando Billy. Suas atuações, por um certo tempo, começou a separar alguns de seu público, quem não entendia ou apreciava a sua "arte". Ela planeja se casar com sua co-estrela Andre Telefair (Paul Halli), por pura publicidade. Billy, ainda apaixonado pela antiga e verdadeira Pepper, está determinado em trazer ela de volta para ele e inclusive, para ela mesma.    
| 2062 ace
Título Original: White Shadows in the South Seas Ano/País/Gênero/Duração: 1928 / EUA / Drama | Romance / 88min Direção: W.S. Van Dyke Produção: Irving Thalberg Roteiro: Frederick O'Brien e Ray Doyle Fotografia: Clyde De Vinna Música: William Axt Elenco Monte Blue ... Dr. Matthew Lloyd Raquel Torres ... Fayaway Robert Anderson ... Sebastian, a Trader   Sinopse   Um doutor alcóolatra que vive nas Ilhas Polinésias se revolta com a exploração dos nativos. Durante sua luta, conhece uma jovem nativa por quem se apaixona.  
| 2002 ace
Título Original: La bohème Ano/País/Gênero/Duração: 1926 / EUA / Drama | Romance / 93min Direção: King Vidor Produção: Irving Thalberg Roteiro: Fred De Gresac e Henri Murger Fotografia: Hendrik Sartov Música: William Axt Elenco Lillian Gish ... Mimi John Gilbert ... Rodolphe Renée Adorée ... Musette George Hassell ... Schaunard Roy D'Arcy ... Vicomte Paul Edward Everett Horton ... Colline Karl Dane ... Benoit - Janitor Mathilde Comont ... Madame Benoit Gino Corrado ... Marcel Eugene Pouyet ... Bernard Frank Currier ... Theatre Manager David Mir ... Alexis Catherine Vidor ... Louise Valentina Zimina ... Phemie
| 2508 ace
Eu colocaria a atriz canadense Yvonne De Carlo na lista porque ela era linda de viver.
| 318 ace
gostaria de baiixar esse filme vcs podem me ajudar?
| 2302 ace
Melhor se informar melhor antes de sair falando q a série acabou ou q foi censurada ou q não tinha audiência, etc. Veja notícias atualizada no link abaixo: http://jornalespalhafato.com/2011/12/the-borgias-assista-ao-primeiro-video-da-segunda-temporada/
| 290 ace
que saudades de vc mazaropi
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Realmente a Atriz mais bela do cinema é Sophia Loren
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Gostaria de assistir novamente a este filme. É divertido e fascina a todos os q conheceram o casal Taylor e Burton.
| 1525 ace
Apesar de muito confusa e louca a vida dos dois juntos, não deixo de achar um casal muito bonito... Chaplin e Paullete tinham muito em comum (pelo menos no bom humor) kkk adorei a matéria! *-*
| 271 ace
Todas são lindas, mas nunca existiu DIVA como Audrey Hepburn *-*
| 306 ace
Ele era um homem de verdade, muito melhor que esses "galãs" de hoje em dia.
| 268 ace
estou tentando baixar este filme a tempo, se conseguir fico muito grato.
| 577 ace
eu duvido aguem ver este filme e conter as llagrimas
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  Nome: Mário Peixoto Nascimento: 25/03/1908, Bruxelas, Bélgica Morte:02/02/1992, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro Ocupação: Diretor, produtor, roteirista e montador Nacionalidade: brasileira Casamentos: - Filhos:  - Biografia Nascido em Bruxelas na Bélgica, já escrevia poemas aos 15 anos. Parte de sua juventude foi passada na Europa, onde estudou o expressionismo alemão. Já no Brasil, se uniu ao cineclube Chaplin Club, fundado em 1928. Participou como figurante de "Barro Humano", dirigido por Adhemar Gonzaga. Entusiasmado, resolveu fazer seu próprio filme. Em março de 1929 começou a escrever o roteiro de "Limite", inspirado pela imagem de uma mulher envolta por mãos masculinas algemadas. Adhemar Gonzaga e Humberto Mauro, convidados para dirigir o filme, recusam, alegando ser um argumento muito pessoal. Mário assumiu então a direção de "Limite". As filmagens se realizaram em Mangaratiba, Rio de Janeiro, entre maio e dezembro de 1930. Em janeiro de 1931 o filme já estava pronto. No mesmo ano ocorre a estréia, dividindo críticos, intelectuais e espectadores comuns. Os dois primeiros, gente como Vinícius de Moraes e Rachel de Queiroz, identificavam na obra elementos da vanguarda francesa, com a qual o cineasta, que passou a adolescência na Europa, teria convivido. O resultado não foi um filme narrativo que se constrói apenas no plano visual. Na tradição de um cinema europeu proposto na década de 20 por Epstein, Dullac, Gance, Eisenstein ou mesmo Vertov, as imagens que o tema gerava só tinham sentido no ritmo dado pela montagem. O público que viu o filme com olhos menos preparados, porém, se aborreceu com duas horas de cinema mudo e poucos interlúdios. Depois dessa repercução, Peixoto não quis que "Limite" fosse novamente exibido no Brasil. Levado à Europa, o filme foi aplaudido em Londres e Paris. Esse longa-metragem é uma obra-prima do cinema mudo brasileiro, sendo uma das poucas contribuições do Brasil para o estilo Avant-garde. Durante décadas "Limite" foi considerado desaparecido. Mário Peixoto doara a única cópia existente ao Museu de Arte Moderna de Nova Iorque e lá o filme sofreu danos irreparáveis. Somente em 1972, após ser restaurado por Saulo Pereira de Almeida e Plínio Sussekind Rocha, o filme pôde ser revisto. "Limite" foi o único filme de Mário Peixoto. Depois dele, o cineasta escreveu outros roteiros, mas nenhum foi realizado. Em 1931, começou a filmar, em co-produção com Carmen Santos, "O Sono Sobre a Areia" cujo título foi mudado para "Onde a Terra Acaba", do qual restaram apenas fragmentos. Escreveu ainda os roteiros "Um Pássaro Triste", "A Alma Segundo Salustre", editado pela Embrafilme em 1983, e, em parceira com Saulo Pereira de Mello, "Jardim Petrificado/Outono". Deixou inéditos os romances "Sombrio" e "O Inútil de Cada Um", obra gigantesca em seis volumes onde, segundo o próprio autor, estariam reunidas as idéias que deram origem a "Limite". Apenas o pimeiro volume deste romance foi publicado em 1984. Mário Peixoto conseguiu o feito de ter uma cinematografia menos numerosa do que os documentários rodados sobre ele. O cineasta foi homenageado com dois curtas: "O Homem e o Limite" (1975), de Ruy Santos, e "O Homem do Morcego" (1980), de Ruy Solberg. Faleceu em 2 de fevereiro de 1992 no Rio de Janeiro. (retirado do site filmescopiobr.amplarede.com.br) Filmografia Limite (1931)
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Carla ! Eu quero entrar em contato com voce ! Eu sou amante do cinema clássico e estou criando um blog para colocar no ar. me apaixonei quando vi o teu site .....e gostaria que vc me desse algumas sugestoes do blog ... se eu coloco sobre os ícones falecidos e a biografia deles ? Aguardo vc Beijos .
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Acabo de vê-lo esta tarde cantando Frank Sinatra, Mike Jackson em frente ao Azul Marinho no Arpoador. Fiquei em dúvida da veracidade do que estava dizendo, inclusive que tem 100 anos. Pedi para ver sua identidade. Os tempos de glória se foram!!!...
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Sou apaixonada pelo mazzaropi ele vai sempre morar no meu coraçao e o melhor artista e cantor que o mundo ja conheceu penso nele todos os dias as vezes sonho com ele com os filmes dele me imagino ali com ele sinto que ele foi o meu grande amor da minha vida não sei esplicar mais o meu coração se enche de alegria quando assisto o seu filmes fico triste por não ter conhecido o mazzaropi gosto de saber tudo sobre ele pra mim no meu coração ele vai estar sempre vivo moro de inveja das pessoas que teve o previlegio de comhecer o melhor artista e cantor saudade de ti mazzaropi ele foi o melhor presente que deus deu pro mundo ti amo ti amo Solange tenho 48 anos
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André Luiz Mazzaropi - ‘O Filho do Jeca’ Nascido em 21 de Junho de 1.957, na cidade de Taubaté, no Vale do Paraíba, Estado de São Paulo, sob o nome de André Luiz de Toledo, filho de família tradicional da cidade, aos 11 anos de idade conheceu Amácio Mazzaropi, quando este filmava no Convento Santa Clara, em Taubaté–SP o filme No Paraíso das Solteironas, em 1.968, ali nascia uma amizade que duraria por toda a vida, ali nascia “O Filho do Jeca”. Entre 1.968 e 1.975 foram muitas idas e vindas, mas em 1.975, Mazzaropi adoecido encontra no amigo, alguém pra lhe cuidar, dois anos a beira de sua cama, na casa da Rua Paes de Araujo nº 162, no Itaim Bibi, São Paulo, que valeu uma vida, recuperado Mazzaropi me leva para o Cinema para interpretar justamente seu filho, ‘O Filho do Jeca’, em Jecão...Um Fofoqueiro no Céu, depois Jeca e Seu Filho Preto, A Banda das Velhas Virgens e O Jeca e a Égua Milagrosa, transformou-o em seu “Clown” (apresentador de seus shows), entre 1.976 á 1.981 foram 901 Shows, do Primeiro Show em Ourinhos – SP – 1.973 ao ultimo show em Leme-SP -1.981, e ai o Mazza se foi, 13 de Junho de 1.981. Mais na lembrança ficou muitas marcas profundas, de saudade e gratidão, de lembranças, das filmagens, das viagens pelo Brasil e o mundo, dos grandes navios transatlanticos, dos shows, Ourinhos-SP(O Primeiro), Londrina-PR,(Ginásio de Esportes Lotado maiis gente que no jogo Londrina e Corinthians no mesmo dia) Governador Valadares-MG (nascimento de meu filho Fernando e Show a noite com 40 graus) de, Guaratinguetá-SP e tantos outros, do Circo do Palhaço Vitrolinha e do Jeferson, do Circo do Chu-Chu – pai do meu amigo Luiz Ricardo(SBT), do Circo do Bira Loco, do Gigantesco Circo Romano do Rolando Garcia, e do que mais faz falta, a conversa de baixo do pé de Eucalipto no Estúdio novo; onde é hoje o Hotel Fazenda Mazzaropi. Da Gratidão, dos conselhos e das severas repreensões e do nome MAZZAROPI. Amácio Mazzaropi não teve filhos naturais, mais ao longo de sua vida criou 05 (Cinco) pessoas as quais tratava com se fosse seus filhos, João Batista de Souza,(o garotinho do filme Casinha Pequenina) o Péricles Moreira,(O Afilhado), Pedro Francelino de Souza,(O filho preto), Carlos Garcia (o galã de diversos filmes) e eu André Luiz de Toledo que me tornei André Luiz Mazzaropi - DRT 4211-RJ-12/05/1.981. Dos cinco filhos de criação sou o unico que não fui seu herdeiro pois não participei de seu testamento, que ele nunca assinou, seu polegar direito foi ali colocado; porem herdei dele o melhor sua arte e seu nome Mazzaropi. Após dois anos sem o Mazzaropi, decidi me arriscar, a relembrar no palco o Mazzaropi, e no dia 10 de Setembro de 1.983, num bar da cidade de Leme-SP, sob uma caixa de maçã, fiz pela primeira vez, eu vestido de Jeca, chapéu de palha, camisa xadrez, calça caqui e botina,um show ‘O Filho do Jeca “ comigo André Luiz Mazzaropi“. Adaptei o texto original de Mazzaropi e passei a contá-lo, meio que sem graça, mais, o respeito que todos tinham pelo Mazzaropi, os fizeram compreender que ali não estava um novo Mazzaropi e sim seu filho, ‘O Filho do Jeca “d’aquele dia em adiante me tornei”. André Luiz Mazzaropi – ‘O Filho do Jeca ““. A televisão foi o divisor de tudo o que fiz até hoje, levado pelo Carlos Garcia, Luiz Carlos de Olivera, Ramondine e por Eduardo Lafon para a REDE OM DE TELEVISÃO, mais conhecida por CNT - Paraná e TV. GAZETA – São Paulo, dos irmãos Martinez, José Carlos (in memória) e Flávio Martinez, apresentei o Programa “Rancho do Jeca’ musical sertanejo, onde tive o orgulho de apresentar cantores como João Paulo & Daniel, Milionário & José Rico, Mato Grosso & Mathias, Pena Branca e Chavantinho, Jaine, Moacir Franco, Jair Rodrigues, Rosemeire, César & Paulino,Rick & Rener e mais de 150 cantores e duplas de todo o Brasil, que me renderão até hoje a maior audiência da CNT-GAZETA, 14 pontos no IBOPE foi um ano que tenho certeza, voltará”. Nada, até hoje é mais gratificante do que os shows que faço por todo o Brasil.Levo comigo pelo Brasil afora uma Mostra de Cinema com filmes de Mazzaropi, uma Exposição Fotográfica que conta a verdadeira história de Amácio mazzaropi e os shows um monólogo cômico musical onde conto texto escrito por ele Amácio mazzaropi, e canto suas musicas; o povo ama Mazzaropi. Ao todo já foram realizados 1.585 shows desde o primeiro em 10 de Setembro de 1.983 em Leme-SP o ultimo em São Paulo- Capital- 09 de Abril de 2.012-, relação completa das cidades no meu site. www.andreluizmazzaropi.com.br No mesmo período foram completados também 7.905 exibições de filmes do Mazzaropi. 1.976.250 pessoas assistiram as apresentações. A cada novo show, uma nova cidade, uma nova historia, mais pessoas ficam me conhecendo e eu a elas, as pessoas que tocam os departamentos de Cultura deste pais são verdadeiros heróis; pois sempre com muito poucos recursos (que são publico) muito pouco podem fazer, mas quando percebem a seriedade de meu trabalho, sempre dão um jeito de me contratar. Em 2.005, Minha conversão me levou á JESUS por isto, JESUS CRISTO É MEU SENHOR. Em 2.009 e 2010 Convênio celebrado entre nossa entidade a AJECA - ASSOCIAÇÃO CULTURAL DOS AMIGOS DO JECA com a Secretaria de Estado da Cultura do Governo do Estado de São Paulo nos levou á 25 cidades do Estado de São Paulo, um sucesso. Em 2011 novos sonhos, novas realizações, o lançamento e a retomada da PAM FILMES Cinema & Televisão, empresa que sucedi tendo adquirido os direitos de sucessores de Amácio Mazzaropi e da minha avó Clara Ferreira Mazzaropi. Onde pretendo levar novos artistas e novos talentos ao cinema brasileiro, workshoping, oficinas de cinema e artes serão realizadas por todo o Brasil. Neste primeiro dia do ano do Centenário de Amácio Mazzaropi 2.012 sinto que será meu ano abençoado. Em 2012 o filme O FILHO DO JECA será uma realidade; entre outros e DEUS me dando saúde irei percorrer em 2.012 o Brasil afora pelas cidades brasileiras e pelos 100 anos do nosso Amácio Mazzaropi. A começar por São Paulo terra natal de Amácio Mazzaropi na GALERIA OLIDO na Avenida São João ao lado do Cine Art Palacio. Onde ele fazia todo dia 25 de Janeiro o lançamento de seus filmes. E escrever um livro contando a verdadeira história de Amácio Mazzaropi diferente do que contaram escreveram e documentaram, Estaremos produzindo em sua homenagem um filme curta metragem com o diretor Alexandre Estevanato, vai ser uma surpresa. Em comemoração ao CENTENÁRIO de Amácio Mazzaropi conquistei o registro definitido da ANCINE – Agencia Nacional de Cinema da PAM FILMES CINEMA, Radio e Televisão Ltda objetivando dar inicio as nossas produções cinematográficas; A minha esposa Neusa Maria, meus filhos Andrezinho, Fernando, Priscila, Mariana e Andressa; meu irmão Jarbas Toledo, Carlos Garcia e Malu, que já se foram, o Paulo Celso, Matheus, Solange, Luiz Carlos, Bidu, Biju, Katia, Vania, Rodrigo, Jean, Jorge Kirilco, que me acompanham nesta grande jornada e aos meus fâns meu obrigado. André Luiz Mazzaropi O Filho do Jeca DEUS é fiel.
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olha eu sou novo tenho 23 anos de idade mais sou muito fa de carmem miranda começei ouvindo a musica o mundo na se acabou eu digo que se eu fosse nascido na epoca dela eu faria de tudo pra ser um dos amores dela pois sou apaixonado por sua historia de vida olhem se alquem puder entar no meu seite e mandar alguma coida de carmem eu fico muito agradecido.
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Que dó! Estava Louco para ver o filme! Pena que não deu para baixar! Buáááááá Mas de qualquer maneira! Parabéns pelo site... meu E-mail rafaelpmmg@yahoo.com.br Se conseguirem colocar o filme novamente para download sem dar erro, por favor me avisem.... amo filmes antigos Um grande abraços a todos!
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Eu sou de LIvramento que bom saber desta atriz dos primeiros anos do cinema brasileiro e ainda por cima ser da minha cidade natal.Sou um apaixonado pelo cimema antigo infelismente é rarissimo poder ver um filme nacional...
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está legendado?? se não poderia dispor a legenda ??? por favor.
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Sem dúvida nenhuma, um grande filme. Pena que não foi lançado em DVD até agora. Parabéns pelo seu gosto Sonia Vieira.
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Desculpe, mas a legenda não está sicronizada com o filme...ela está atrasada!
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Esse filme é absurdamente bom, um dos melhores que já tive o prazer de ver. Recomendo.
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Ela sempre foi a doce e agradável joia da mega do cinema. Doris, com seu rosto pincelado de sardas e aqueles olhinhos sempre muito espertos, teve na sua época um destaque especial no mundo do cinema. Mesmo afora dos deliciosos filmes que protagonizou ao lado do, também excelente, Rock Hudson, a jovem atriz se saia sempre muito bem em todos os demais papeis que lhe orereceram como em; A Teia de Renda Negra, O Homem que Sabia Demais e, muito principalmente, no filme que lhe imputo sua melhor interpretação, Ama-me ou Esquece-me, ao lado do formicável James Cagnei e Cameron Mitchel, e sob o comando de Vidor. jurandir_lima@bol.com.br
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Com certeza o filme mais emocionante é o de 1965 com Max von Sydow, e não importa que ele é o mais feio, mas que sua interpretação nos faz chorar
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eu li o livro e é muito legal
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Que saudade da Dercy. que ´personalidade espetacular. tenho muitos filmes da Dercy Gonçalves e talvez não tenha todos porque só tenho os que conheço. Ela está certíssima quando disse que filho não gosta de mãe(ou pai) e certamente mãe (ou pai) gosta de filho(ou filha). Acrescentaria às palavras inteligentes da saudosa Dercy: casa de pais é a casa de filhos, entretanto nem sempre casa de filhos é a casa de pais. Que ela esteja em paz.
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Muito interessante!! Confesso que sou muito fã do talentoso ator John Goodman e da série Treme na qual ele atua muito bem, como sempre. A trama não poderia ser mais comovente, iremos descubrir os novos desafios que enfrentam os cidadãos de Nova Orleans após o furacão Katrina. Mal posso esperar pela nova temporada!!
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Adorei!! Muito bom trabalho do ator John Goodman assim com em Treme, essa série cujo enredo acho super interessante, a forma como eles mostram a luta dos cidadãos para recuperar suas vidas, suas casas, sua cidade com a ajuda da música. Estou muito ansiosa pelo início da 3ª temporada.
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saudades, adorava ver esse filme e outros tantos do jerry lewis e do dean mertin na minha infancia...
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esse filme é de uma epoca em que o circo imperava sobre as demais diversões, pois nem todo mundo tinha tv, não existia video game nem computador, (inventos maravilhosos, mas que determinaram o fim da era dos grandes circos que circulavam pelo mundo)... mas, a vida é assim, as coisas vem se mostram e depois vão embora, como tudo na vida.
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Correção: A primeira foto é do filme Uma Aventura na Martinica.
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One understands that humen's life seems to be expensive, nevertheless some people require money for different stuff and not every one gets enough cash. Thence to receive fast business loans and just sba loan would be good solution.
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Eu gosto muito da Shirley Temple,ela era muito esperta e sabida!
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gosto muito do filme o garoto, lembro muito e gostaria muito de rever mais naum sei onde achar da uma dica!
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oi, por favor!!! estou procurando filme antigo comédia onde um cientista é resgatado por agentes em duplas de outros países é muito engraçado tal filme assisti na tv ...não sei o nome nem atores...a fuga deles foi no planador feito por eles no alto de uma montanha havia um soldado vesgo atirando contra o planador e acabou acertando o avião deles mesmo ...soldados alemães. por favor me ajudem ...obrig desde já
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oi, Por favor !!! gostaria muito se possível for alguém ajudar a encontrar um filme comédia guerra antigo tipo primeira guerra soldados alemães não sei nome nem atores assisti na tv..um cientista foi resgatado por agentes em duplas de outros países e resgataram tal cientista e fuga foi em um planador de cima de uma montanha onde havia um SOLDADO ALEMÃO VESGO ATIRANDO COM UMA METRALHADORA ACABOU ACERTANDO O PRÓPRIO AVIÃO DOS ALEMÃES ... desde já agradeço. muito obrig
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oi, por favor!!! estou procurando filme antigo comédia onde um cientista é resgatado por agentes em duplas de outros países é muito engraçado tal filme assisti na tv ...não sei o nome nem atores...a fuga deles foi no planador feito por eles no alto de uma montanha havia um soldado vesgo atirando contra o planador e acabou acertando o avião deles mesmo ...soldados alemães. por favor me ajudem ...obrig desde já
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Gente quero diser uma coisa antes na epoca quando ana anderssom afirmava ser anastasia eles acreditavam em Deus ? Se acreditavam em Deus ana anderssom era mesmo anastacia por que ela ia saber se quando ela. Morre mentindo ela nao ia pro ceu aalguem responde minha pergunta porque se acreditavam em Deus ana anderssom estava falando a verdade
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Gente quero diser uma coisa antes na epoca quando ana anderssom afirmava ser anastasia eles acreditavam em Deus ? Se acreditavam em Deus ana anderssom era mesmo anastacia por que ela ia saber se quando ela. Morre mentindo ela nao ia pro ceu aalguem responde minha pergunta porque se acreditavam em Deus ana anderssom estava falando a verdade
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Oi, queria saber se vocês podem atualizar o link desse download. Não estou conseguindo baixar. Obrigada. Resposta: link atualizado. obrigado!
| 356 ace
concordo plenamente com o primeiro comentário, do Rudas e faço minhas suas palavras sem tirar nem por. Obrigada
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Gostária de assistir todos os filmes de jerry lwis, para min ele é, e sempre será um dos melhores comediante que pude assistir na tela da tv.pena que não passa mais filme dele na tv. sempre estou ligado no you tube,será que os amigos que tambem gosta dos filmes poderia fazer essa gentilesa de colocae no you tube, principalmente o o´tario completo..abraços para todos.
| 233 ace
Eta mulherada bonita, gente!
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Nos filmes disponíveis para download, você poderia informar em que idioma está a legenda, isto é de muita importância. Grato, Ademir
| 346 ace
Gosto de filmes épicos, adorei esse. Fiquei feliz em saber que poderei ver toda a história de Lucrécia em Borgia, uma nova série, que mostra todas as mentiras, alianças, falsas promessas e chantagens que Rodrigo Borgia usou para chegar ao poder no Vaticano. Parece excelente, quero assistir.
| 204 ace
FOI MINHA MAIOR IDOLO NA ADOLESCENCIA, FAZIA DE TUDO PARA COMPRAR UM RETRATO DELA, MINHA ESTRELA GUIA..
| 158 ace
FOI MINHA MAIOR IDOLO NA ADOLESCENCIA, FAZIA DE TUDO PARA COMPRAR UM RETRATO DELA, MINHA ESTRELA GUIA..NO IMACULADA DE GOVERNADOR VALADARES EU ERA PERSEGUIDA PELAS FREIRAS, PELO MEU FACINIO COM SEU TRABALHO DE ATRIZ E CANTORA.
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meu avo adora esse filme e to louca pra assisti-lo
| 168 ace
Bom filme, antigo mas bom mesmo assim.
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"Viver é uma arte, um ofício, só que precisa cuidado", e Carlitos cuidou em nos mostrar isso.
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Vou tentar ser o mais claro possivel para ajudar: Abre uma pasta e coloca o filme dentro e a legenda dentro da mesma pasta depois do download, a partir daqui o nome do ficheiro da legenda tem que estar igual ao do filme: Ex o filme está com XPTO, e a legenda está com o nome Duas Vidas.sr tem que copiar exactamente como está o nome para o filme ou seja o que era XPTO passa a ser agora Duas Vidas.sr ao filme, para não haver engano clica com o mouse sobre a pasta da legenda do lado direito e pede para copiar o título, depois vai ao ficheiro do filme clica em cima até ficar o campo para poder alterar o nome e executa o copiar. Se tiver alguma dúvida vai ao google e pede uma demonstração ou mesmo no Youtub porque está la e muito bem explícito.
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3261. legal
legal
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Olá tem como disponibilizar esse filma para download, faz tempo q procuro e n acho, por favor. obrigado
| 165 ace
Gosto do site cinemaclassico
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tomara que a Susan esteja queimando no inferno!
| 168 ace
é parecida com a morte, nunca avisa antes de chegar, a decepção chega de repente e leva certamente um pedaço da gente...um dia do passado ela levou um pedaço de mim, e de modo simultâneo levou um pedaço de Doris também....porque o nosso herói era o mesmo´- ROCK HUDSON
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lendo o rtigo sober NATALIE WOOD, diz que ela faleceu em 1981 após filmar O ÚLTIMO HOMEM CASADO. em sua filmografia consta o filme PROJETO BRAINSTORM de 1983
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Os dois estão apaixonados.
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Este foi o primeiro filme que assisti em minha vida dentro de um cinema. Pela beleza que esta fita me mostrou meu encantamento pelo cinema teve inicio e hoje, aos 67 anos, tenho uma lista de filmes vistos que chegam perto de 12 mil titulos. Também Gary Cooper se tornou meu ator preferido e o faroeste o genero primeiro. jurandir_lima@bol.com.r
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Cinéfilo doente, esta fita é por mim considerada uma das melhores e mais perfeitas obras que a setima arte já me ofereceu. Interpretado por atores de linha primeira, todos os personagens da fita têm linha firme e seguro desempenho. George Stevens, que já nos havia dado Um Lugar ao Sol e Shane, presenteia o mundo do cinema com este espetáculo indescritível, contornado por uma trilha de Tiomky e com papéis encabeçados pelos sensacionais Rock Hudson, Liz Taylor (lindissima) e James Dean. Além de um elenco de apoio que podemos citar a excelencia de McCambridge, Carrol Baker, Dennis Hopper, Earl Holliman, todos no auge de suas carreiras e famas. Enfim, um espetáculo para os olhos e sentidos, já que é um filme cheio de cenas belas e momentos inesqueciveis. Giant está entre meus dez melhores filmes. jurandir_lima@bol.com.br
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Muitos elogiam John Ford por seus belos faroestes. Eu o enlevo por esta obra, que considero seu momento mais especial no cinema e na carreira. Um filme cru, duro, perfeito, humano e muito real, onde sentimos na carne a trajetoria da pauperrima familia Joad em rumo à California e já nela experimentam a dor de uma vida sem rumos e onde sua matriarca, aos poucos, vê seua familia se degradando e desaparecendo. Acredito ser a melhor obra do escritor Stainback, assim como o melhor filme que John Ford fez em sua carreira, mesmo sendo conhecido como o homem que fazia faroestes. jurandir_lima@bol.com.br
| 203 ace
Não vou reclamar nem dizer que tá ruim a muito boa lista. Além do mais a deusa de minha preferencia está nela, e bem no topo. Não há, de verdade, nada neste mundo mais belo que a Ava Gardner. jurandir_lima@bol.com.br
| 198 ace
Foi um excelente filme, deixou muitas recordações. Gostaria de possuir uma cópia deste filme
| 212 ace
Conhecí o Mazza pessoalmente entre 1950 e 1970 quando tgrabalhava na Tv brasileira e no Cinema nacional. OEle não jamais terioa filhos naturais porque era homosexa, emas isso não o impediu que ajudasse alguns de seus " filhos " entre os quais havia o interesse sexual como parceiro, mas o Mazza era passivo...
| 329 ace
o filme é sem legenda?
| 336 ace
3275. MARAVILHOSA,
MARAVILHOSA,
| 336 ace
Caramba! Gravei ontem "Os pássaros". Apreciei cada segundo hoje a tarde. Fiquei realmente emocionado com a beleza, a delicadeza e a classe de Tippi Hedren. Graças a Deus ela deixou uma memória eterna. Eu não sabia que ela é a mãe de Mellanie Grifith
| 345 ace
Lindo este filme!!!!!!
| 339 ace
Excelente filme, vale a pena assistir!! Gosto muito dos trabalhos do excelente ator John Goodman. Nossa eu adoro a série que ele participa, Treme, ela mostra a história de um grupo de pessoas de Nova Orleans que perderam tudo após o furacão Katrina e estão determinados a reconstruir suas vidas, suas casas, a cultura e a cidade. O contexto desse drama é magnífico. Estou ansiosa para assistir a 3ª temporada.
| 234 ace
Faltou a Anne Baxter e a Debra Paget.
| 366 ace
jamais ouve é avera uma deslumbrante mulher como merili,,,,,,, ela era a garora maravilhosa,,,
| 345 ace
Também queria muuuuuito ver esse filme....
| 219 ace
Como sei se os filmes que irei baixar são dublados ou legendados?
| 339 ace
gesse filme é uma raridade, se conseguir baixar vou ficar muito contente, de qualquer forma muito obrigado.
| 227 ace
Este filme é inesquecível e incomparável. Tudo é perfeito. Eu também quero um Rhett Butler para mim !
| 289 ace
Muito de grande sabedoria, eterna diva da minha vida.
| 214 ace
não estou conseguindo fazer o download do filme, aparece uma tela que diz servidor não encontrado.
| 189 ace
Vi um filme dela com a marilyn , o tamaho era desproporcional, era uma mulher gigante, e bonita. no filme os homens preferem as louras, eu olhando aquela mulher....prefiria a morena Jane Russel.
| 329 ace
eu gostaria de ver esse clássico
| 195 ace
Eu gosto muito da Marilyn Monroe vc será inesquecível bjs...
| 218 ace
melhor é o circo!
| 285 ace
É UM FILME ÓTIMO, GOSTARIA MUITO SE TIVER PRA BAIXAR.
| 227 ace
Eu ainda lembro de outros filmes: 13º andar Cidade das sombras
| 243 ace
Ficaria grata se pudessem disponibilizar o download desse grande classico!
| 223 ace
Zsa Zsa Gabor nunca foi casada com Johnny Hyde.
| 274 ace
porhue eu gosto de filmes antigos obrigado por telo
| 392 ace
Um ator magnífico!! Quanto talento. Adorei sua participação em Cold Mountain, um dos meus filmes favoritos. O tema principal sobre a guerra civil é maravilhoso, recentemente pude vê-lo novamente no Cinemax, já assisti muitas vezes.
| 199 ace
Sou fã do site. Aqui tem perolas do cinema praticamente impossiveis de se encontrar. Gostaria apenas de pedir se é possivel conseguirem as legendas em português. Muito Agradecido Otavio
| 348 ace
Um excelente ator. Pena que após o filme PERFUME DE MULHER, ele ficou com tiques nos filmes posteriores. É que a representação dem PERFUME DE MULHER, de um cégo, marcou demais.
| 223 ace
Sergio Leone co-dirigiu com Mario Bonnard "Os Últimos Dias de Pompéia" em 1959, antes de realizar seu primeiro filme solo "O Colosso de Rodes". Na realidade, como Mario Bonnard adoeceu logo no início das filmagens, Leone rodou o filme de 1959 quase todo sozinho. Nesse trabalho já demonstrava enorme perícia em criar um espetáculo. Dino Dellamonica.
| 249 ace
para mim o elias disney foi o melhor animador do mundo
| 217 ace
Mel, na verdade não, depois de uns anos ( lá pra 2001) eencontraram o copo de Anastasia e seu irmão.
| 204 ace
Vocês podem disponibilizar este filme via TORRENT?
| 382 ace
Este filme é de 1959, o ator principal do filme de 1939 - que era em preto e branco - foi Basil Rathbone.
| 202 ace
Tudo me interessa desse maior e maravilhoso astro ítalo-norteamericano. Bastaria apenas visitar esse apartamento.
| 219 ace
ótima lista. só tiraria a gina e a paulette. O Falcão Maltês
| 209 ace
Espero que tenha sucesso em relação a pesquisa pois é uma doença ingrata. Meu cunhado atualmente com 47 anos já passa pela doença à 11 anos e está cada vez mais complicada sua situação, é muito sofrimento...
| 203 ace
A atriz perdeu alguns papéis importantes em sua carreira, em filmes de grande sucesso, como A Um Passo da Eternidade (1953). Quando ela insistiu que seus trajes fossem desenhados por Sheila O'Brien, os estúdios a substituíram por Deborah Kerr. Bette Davis: segundo o livro "Bette e Joan", de Shaun Considine, as duas tiveram uma antipatia mútua ao longo da vida. Segundo as más línguas, os bastidores do filme O Que Terá acontecido a Baby Jane? foram mais quentes do que as cenas vistas. As duas trocaram farpas durante e depois, não perdendo a oportunidade de cutucar uma à outra quando tinham a oportunidade. Christina Crawford, sua primeira filha adotada, publicou em 1978 "Mamãezinha Querida", que continua alegações de que a mãe abusou da mesma emocionalmente e fisicamente. Muitos dos amigos de Joan, incluindo Van Johnson , Blyth Ann , Marlene Dietrich , Myrna Loy , Romero Cesar, Douglas Fairbanks Jr. e suas filhas Cathy e Cindy denunciaram o livro, negando qualquer abuso. De qualquer forma o livro virou bestseller e virou filme em 1981, tendo Faye Dunaway no papel de Crawford. Faye se arrependeu posteriormente de ter feito este papel. Decidiu adotar crianças depois de ter uma série de abortos espontâneos e ter sido informada que era incapaz de ter filhos naturalmente. Seus filhos foram Christina, Christopher e as gêmeas  Cathy Crawford e Cindy Crawford.Christina e Christopher foram totalmente excluídos do seu testamento, "por motivos conhecidos por eles", conforme constava no texto deixado pela mãe. Enterrada no Cemitério Ferncliff, Hartsdale, Nova York. Foi convidada a assumir o papel de Carole Lombard em They All Kissed The Bride (1942), após a atriz ter morrido em um acidente aéreo. Crawford doou todo o salário recebido à Cruz Vermelha. Gastava horas do seu dia respondendo às cartas dos fãs, escrevendo-lhes e mandando autógrafos. Incentivava seus filhos a também participarem dessas atividades, além de doar seus prórpios presentes para instituições de caridade. Seus filhos eram também incentivados a lavar as louças e fazerem atividades simples. Segundo Joan, eles tinham que saber que a vida não era tão simples. Segundo Christina, era um abuso por parte da mãe, já que eles não tinham necessidade de lavar suas roupas, já que tinham muitos empregados. Harzfeld: chegou a trabalhar como operadora de elevador na loja de departamentos Harzfeld, no centro de Kansas City antes da fama. Iniciou a carreira cinematográfica em 1925 com o filme The Circle, 1925, seguido por Pretty Ladies. Foi indicada a três Oscars e venceu em 1945 por Almas em Suplício. Um de seus maiores sucessos foi sem dúvida O Que Terá Acontecido a Baby Jane? ao lado de Bette Davis. Joan Arden foi o primeiro nome escolhido para ela, em um concurso realizado nas páginas da revista "Movie Weekly". Mas o nome já estava sendo usado. Marie M. Tisdale, moradora de Nova York e quem deu a idéia do nome Joan Crawford, ganhou o prêmio. K: Devido a infância complicada (sua mãe separou-se diversas vezes e ela trabalhava fazendo trabalhos domésticos) só conseguiu estudar até o quarto ano. Mesmo assim sua ambição sempre foi ser bailarina, mesmo depois de ter se ferido com um ferimento profundo no pé, que lhe tomou um ano para sua total recuperação. Lançou a moda do uso das ombreiras. Milton Caniff, cartunista, afirmou que criou o personagem "Dragon Lady" no popular "Terry and the Pirates" inspirado em Joan. No início dos anos 30 ela estava cansada de sua imagem de melindrosa e decidiu mudar. Ela queria lábios grossos. Max Factor colocou uma mancha de cor nos lábios superiores e inferiores e foi exatamente isso que ela queria. O seu olhar se tornou também sua marca registrada. O seu contrato com a MGM era tão detalhado que tinha inclusive uma cláusula indicando a hora em que ela deveria estar na cama, dormindo. Pornográfico: após ter assinado contrato com a MGM, alguém tentou extorquir dinheiro do estúdio alegando que tinha um filme pornográfico da atriz. A tentativa fracassou quando a MGM apontou que não poderia provar definitivamente que a atriz no filme era Crawford. O incidente consta em várias biografias da atriz, e em algumas constam algumas lendas urbanas, de que Bette Davis teria uma cópia do filme. Quando sua filha Christina decidiu se tornar atriz, Joan exigiu que a mesma mudasse seu sobrenome. Christine se negou. Joan teve problemas com a filha durante toda a vida. Christine escreveu um livro descrevendo a mãe como uma louca obsessiva cuja convivência era impossível. Romance: apesar de ter sido casada por quatro vezes (Alfred Steele, Phillip Terry, Franchot Tone e Douglas Fairbanks Jr), afirmou em diversas entrevistas que o homem de sua vida foi Clark Gable, de quem foi amante, intermitentemente, por muitos anos. Seus pais se separaram antes dela nascer, e aos 16 anos de idade um de seus padrastos tinha lhe dado o apelido de Billie Cassin, nome que ela usaria dali em diante. Transtorno: provavelmente a atriz tinha Transtorno obsessivo compulsivo, pois lavava as mãos a cada 10 minutos e seguia os hóspedes em sua casa, limpando tudo o que tocavam, especialmente maçanetas e peças de porcelana. Além disso nunca fumava um cigarro se não fosse ela mesma quem abrisse o pacote. Única vez que viu o seu pai biológico foi em 1934, quando ele a visitou no set de Chained.  Viciada em cigarros e bebida, conseguiu se afastar do cigarro durante um bom tempo, quando começou a praticar a Cientologia. Mas durante as décadas de 60 e 70 o vício voltou com tudo e ela chegava a tomar um litro de vodka por dia. Consequentemente, os problemas de saúde inevitavelmente aumentaram. Winter Garder, na Broadway: foi nesse teatro que o produtor Jacob J. Shubert a colocou no coro do espetáculo Innocent Eyes (1924). Foi nessa época que ela conheceu e se casou com James Welton, um saxofonista. Embora tenha durado algum tempo, este casamento foi "esquecido" em suas biografias oficiais durante um bom tempo. Y: Franchot Tone foi seu segundo marido. Os dois casaram-se em 1935 e ficaram juntos por quatro anos. Na década de 60 retomaram a amizade e ele mudou-se para a casa da atriz, que cuidou dele até sua morte. Z: Em 1929 a atriz casou-se com Douglas Fairbanks Jr., filho de Douglas Fairbanks e enteado de Mary Pickford. Considerados a realeza de Hollywood, não aprovaram o casamento e demoraram um bom tempo para convidá-los a frequentar a mansão Pickfair.
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Eu gostei muito, vale a pena assistir. A atuação do talentoso Dustin Hoffman estava excelente assim como em Luck, seu mais novo trabalho. Ele é meu ator favorito!!
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Eu gostaria de largar tudo como ela fez no auge da carreira aos 36 anos e ir cuidar dos bichos, sou louca por eles, são minha grande paixão mas apesar de ter feito muita loucura por eles, não tenho essa coragem...."cá entre nos, 77 anos? está linda" mto melhor que mta mulher esticada por ai....ela se achava feia? então que será de mim pobre mortal...rsrsrsrs mta saúde e força pra essa "maluca" mas que tem um coração do tamanho do mundo. Li uma frase dela que dizia..."Eu dei minha beleza e minha juventude aos homens. Agora dou minha sabedoria e minha experiência aos animais.”...me tornei fã...rsrsrs
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Diz aqui que este filme maravilhoso está desaparecido, mas eu penso que está uma cópia nos arquivos da RTP Radio Televisão Portuguêsa pois em tempos idos passou pelo menos duas vezes na RTP.
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Uma espécie de fábula, tratando com muita propriedade de assunto familiar e adulto, com diálogos inteligentes, fazem deste um filme obrigatório.
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O filme é muito importante. Pois além de tratar de um lutador se refere ao seu sentimento.
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esse filme é muito chato! Da muito tédio!! Principalmente quando assiste em preto e branco, legendado e sem falar que é muito antigo! Nem monha mae tinha nascido naquela época.
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esse filme é muito chato! Da tédio! Principalmen quando se assiste em preto e branco, legendado e ainda é muito antigo! Nem miha mae tinha nascido naquela época.
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Vejam O garoto o melhor q ja vi dos filmes mudos !
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"Assim, liberta-nos; Bem como deixa livre a quem amamos."
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"Liberta-nos, bem como a quem amamos".
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"Mulher é igual a violão todo mundo passa a mão"
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"A melhor vingaça é o enorme sucesso"
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E o vento levou poderia ser até maior, o filme é perfeito do início ao fim.
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      Edward Peil Jr. (1907-1962)         Lewis Sargent (1903-1970) Ator de 36 filmes, foi "George" em três filmes de Tarzan.     Wesley Barry   (1907-1994) Estreou aos 7 anos nas telas. Aos 11 anos apareceu ao lado de Mary Pickford em Daddy Long Legs e também trabalhou ao lado de Gloria Swanson. Mais tarde tornou-se diretor e produtor de filmes para a tv.       Breezy Eason Jr. (1914-1921) O jovem ator participou de alguns westerns dirigidos por seu pai William Reaves Eason. Seu maior sucesso foi The Big Adventure" (1921). Perdeu a vida aos 6 anos, quando foi atropelado por um caminhão durante as filmagens de "The Fox" (1921).       Buddy Messinger (1907-1965) O ator fez mais de 50 filmes, em sua maioria comédias.       Jackie Coogan (1914-1984) Considerado o primeiro grande astro infantil desde que estreou ao lado de Chaplin em The Kid, teve a carreira prejudicada pela briga dos pais. Retornando ao estrelato já adulto no papel de Tio Chico da Família Adams.         Coy Watson Jr. (1912-2009) Apareceu em mais de 60 filmes, fazendo sua estréia em 1921. Foi destaque nos famosos Keystone Cops, produzidos por Mack Sennett, ganhando o apelido de The Kid Keystone. Mais tarde tornou-se fotógrafo.       Don Marion (1917-2012) Estreou nas telas aos 2 anos de idade, aparecendo em 21 filmes. DUrante os anos 20 foi considerado uma das crianças mais populares. Sua carreira declinou com o seu crescimento e ele seguiu outras carreiras.       Mickey Moore (1914-) Seu último papel como ator mirim foi no épico de Cecil B. DeMille O Rei dos Reis (1927). Anos mais tarde ele se tornou diretor assistente.       Ernie "Sunshine Sammy" Morrison (1912-1989) Ernie se tornou famoso como um dos integrantes da Our Gang Comedies.  
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Acho que a sinopse deveria se mas extensa.
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esse ator minha mae gostava muitoooooooooooooo
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ÉH, O TEMPO PASSA PR TODOS, DOM ELA PASSOU TBM.
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3325. Piper Laurie
    FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha Nome: Piper Laurie Nascimento e local: Michigan, 22/01/1932 Ocupação: atriz Nacionalidade: americana Casamentos: Joe Morgenstern Filhos: 1 Biografia Rosetta Jacobs em Detroit, que assumiu o nome de Piper Laurie, nasceu no Michigan, filha de judeus no dia 22 de Janeiro de 1932. Seus maiores sucessos foram em por suas participações no seriado "Twin Peaks" e como a mãe no filme "Carrie". Piper mudou-se para Los Angeles quando era jovem. Assinou contrato com a Universal Studios quando tinha 17 anos. Casou-se com Joseph Morgenstern em 1962, tiveram uma filha e se divorciaram em 1981. Insatisfeita com o trabalho oferecido em Hollywood, Laurie foi para Nova York em 1955para trabalhar em programas ao vivo da TV. Em 1961 retornou à Hollywood para estrelar junto a Paul Newman, o filme "The Hustler", pelo qual foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz. Em 1965, estrelou na Broadway a peça "The Glass Menagerie". Nos anos 60 ainda, novamente se desencatou com os trabalhos oferecidos e entrou numa semi-reclusão para cuidar da família. Nos anos 70, fez "Tim" (1979), no qual faz uma cena de sexo com Mel Gibson. Mas certamente, seu papel mais famoso foi no filme de Brian De Palma de 1976, "Carrie, a estranha", pelo qual foi novamente indicada ao Oscar, desta vez de Atriz Coadjuvante. Piper recebeu mais uma indicação ao Oscar de Atriz Coadjuvante em 1987, pelo filme "Children of a Lesser God". Ela também participou da série de sucesso na TV, "Twin Peaks". Em 1991, fez ao lado de Gregory Peck, "Other People's Money" e no filme de terror "Trauma". Laurie também fez a mãe de George Clooney na série de TV "ER". Depois de diversas participações televisivas, retornou ao cinema em filmes independentes como "Eulogy" e "The Dead Girl". Laurie ganhou um Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante em minisséries em 1986, pelo filme de TV "Promise". Também recebeu diversas outras indicações ao Emmy.   Filmes Mais Prêmios Imagens Vídeos   DRF2hjNN4Zw   x35714  
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execelente filme...de uma época q não volta mais
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Por favor, como consigo o filme C'era una volta.. ?????
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3328. Jack Haley
  FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha Nome: John Joseph Haley, Jr. Nascimento e local: 10/08/1898, Boston Morte e local: 06/06/1979, Los Angeles, ataque cardíaco Ocupação: ator Nacionalidade: americana Casamentos:Florence McFadde Filhos:Gloria Biografia Haley estreou no teatro Vaudeville como dançarino e cantor comediante. Em 1927 começou a fazer pontas em filmes de Hollywood. Sua grande chance veio em 1939, quando o ator originalmente escalado para o papel de Tin Man em The Wizard of Oz teve um reação alérgica a tinta usada na personagem, então Jack foi contratado para substitui-lo. O ator ficou marcado por esse papel. Depois do sucesso do filme, ele fez algumas comédias e participações em programas de tv. Foi casado uma única vez, durou até sua morte. Teve dois filhos, o diretor e produtor Jack Haley, Jr. e Gloria Haley-Parnassus. Jack Haley, Jr. foi casado com a atriz e cantora Liza Minnelli, filha da atriz Judy Garland, que atuou com Jack Haley em The Wizard of Oz, em 1974. O casamento acabou em divórcio em 1979. Haley, Jr. morreu em 2001. Em 1978 sua filha Gloria (morta em 2010) publicou a autobiografia do pai chamada Heart of the Tin Man. Jack Haley morreu em 1979 aos 81 anos de ataque cardíaco. Encontra-se sepultado no Cemitério Santa Cruz, Culver City, Condado de Los Angeles, Califórnia nos Estados Unidos.   Filmes New York, New York (1977) Norwood (1970) Vacation in Reno (1946) People Are Funny (1946) Sing Your Way Home (1945) George White's Scandals (1945) Scared Stiff (1945) One Body Too Many (1944) Take It Big (1944) Higher and Higher (1943) Beyond the Blue Horizon (1942) Navy Blues (1941) Moon Over Miami (1941) The Wizard of Oz (1939) (1939) Thanks for Everything (1938) Hold That Co-ed (1938) Alexander's Ragtime Band (1938) Rebecca of Sunnybrook Farm (1938) Danger-Love at Work (1937) Wake Up and Live (1937) She Had to Eat (1937) Pick a Star (1937) Pigskin Parade (1936) Mister Cinderella (1936) Poor Little Rich Girl (1936) F-Man (1936) Coronado (1935) The Girl Friend (1935) Redheads on Parade (1935) Spring Tonic (1935) Here Comes the Groom (1934) Sitting Pretty (1933) Salt Water Daffy (1933) Wrongorilla (1933) Then Came the Yawn (1932) Follow Thru (1930) Broadway Madness (1927)   Mais Prêmios Imagens Vídeos   DRF2hjNN4Zw   x35714     Nome: Nascimento e local: Morte e local: Ocupação: ator Nacionalidade: Casamentos: Filhos:
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FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha Nome: Charles Ellsworth Grapewin Nascimento e local: 20/10/1869, Corona Morte e local: 02/02/1956, causas naturais Ocupação: ator Nacionalidade:americana Casamentos:Anna Chance Filhos: -   Biografia Nascido em Xenia (Ohio), em Ohio, Charley Ellsworth Grapewin primeiro trabalhou como trapezista de circo. Sua única peça de teatro teve curta duração que foi exibido em 1905. Grapewin começou no cinema mudo nos anos 1900. Seus primeiros filmes foram "shorts imagem em movimento" feita por Frederick S. Armitage e lançado em novembro de 1900; Chimmie Hicks nas Corridas (também conhecido como Acima do Limite) e Chimmie Hicks eo Omelete Rum, ambos rodados em setembro e outubro de 1900 e lançado em novembro do mesmo ano. Durante sua longa carreira, Grapewin fez mais de cem filmes, incluindo The Good Earth, The Grapes of Wrath, e Tobacco Road. No início dos anos 1940, ele teve seu papel como Inspector na série de filmes Ellery Queen. Grapewin casou com a atriz Anna Chance (1875-1943) em 1896 e ficaram casados durante 47 anos. Grapewin morreu em Corona, na Califórnia, aos 86 anos, e suas cinzas estão enterradas com sua esposa, no Forest Lawn Memorial Park Cemetery em Glendale, na Califórnia no Great Mausoleum's Columbarium of Inspiration. Filmes Mais Prêmios Imagens Vídeos  
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FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha Nome:  William Reginald Gardiner Nascimento e local:27/02/1903, Londres Morte e local:07/07/1980, pneumonia Ocupação: ator Nacionalidade: inglesa Casamentos:Nadia Petrova e Wyn Richmond Filhos: 1   Biografia Filmes Mais Prêmios Imagens Vídeos  
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  FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha Nome: Charles Henry Daniel Nascimento e local:05/03/1894, Londres, Inglaterra Morte e local:31/101963, Santa Monica, ataque cardíaco Ocupação: ator Nacionalidade: inglesa Casamentos:Ann Knox Filhos: Biografia Filmes Mais Prêmios Imagens Vídeos
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quando assisti esse filme logo gostei de rita e fred.
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Eu amoooooooooooooooooo o Charles Chaplin melhores filmes que já vi me cago de rir
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Título Original: The Fugitive Kind Ano/País/Gênero/Duração: 1960 / EUA / Drama / 119min Direção: Sidney Lumet Produção: Martin Jurow e Richard Shepherd Roteiro: Tennessee Williams Fotografia: Boris Kaufman Música: Kenyon Hopkins Elenco Marlon Brando ... Valentine “Couro de cobra” Xavier Anna Magnani ... Lady Torrance Joanne Woodward ... Carol Cutrere Maureen Stapleton ... Vee Talbot Victor Jory ... Jabe M. Torrance R.G. Armstrong ... Sheriff Jordan Talbott Emory Richardson ... Uncle Pleasant Madame Spivy ... Ruby Lightfoot Sally Gracie ... Dolly Hamma Lucille Benson ... Beulah Binnings John Baragrey ... David Cutrere Ben Yaffee ... 'Dog' Hamma Joe Brown Jr. ... 'Pee Wee' Binnings Virgilia Chew ... enfermeira Frank Borgman ... atendente Sinopse Valentine “Couro de cobra” (Marlon Brando) é um andarilho, fugido de sua terra graças a um crime cometido. Ele chega na pequena cidade do Mississipi e consegue um emprego de balconista. Seu jeito faz com que as mulheres se atraiam por ele, sobretudo a esposa do gerente da loja, Torrance (Anna Magnani). É formado um triangulo amoroso, que causará danos à pequena cidade. Curiosidades - Este é o mais desconhecido trabalho de Tennessee Williams. Sinopse Imagens
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  Ficha Título Original: The Man with the Golden Arm Ano/País/Gênero/Duração: 1955 / EUA / Drama / 119min Direção: Otto Preminger Produção: Otto Preminger Roteiro: Nelson Algren, Walter Newman, Lewis Meltzer, Ben Hecht Fotografia: Sam Leavitt Música: Otto Preminger Elenco: Frank Sinatra .... Frankie Machine Eleanor Parker .... Zosch Machine Kim Novak .... Molly Arnold Stang .... Sparrow Darren McGavin .... Louie Robert Strauss .... Schwiefka John Conte .... Drunky Doro Merande .... Vi George E. Stone .... Sam Markette George Mathews .... Williams     Sinopse   Ao sair da cadeia, Frank Machine (Sinatra) tenta mudar de vida, mas enfrenta a pressão da esposa inválida, a chantagem do antigo patrão, dono de um ponto de jogo e o assédio do traficante do bairro, interessado em fazer com que ele volte ao vício. Prêmios e Indicações Oscar 1956 (EUA) Indicado nas categorias de melhor ator (Frank Sinatra), melhor direção de arte (Joseph C. Wright e Darrell Silvera) e melhor trilha sonora (Elmer Bernstein). BAFTA 1967 (Reino Unido) Indicado na categoria de melhor filme de qualquer origem.   Imagens  
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COMO POSSO ADQUIRIR ESSE FILM.TINHA 11 ANOS E O VI 2O VEZES SEGUIDAS EM NJTERI QUERO TER ESSE FILM TINHA 11 ANOS .HOJE TENHO 85 ANOS.
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Nossa, concerteza foi o ator Robert Powell, ele me faz chorar e ele tem uma face que nos impressiona muito parecido com a imagem biblíca , mais concerteza ele foi o melhor de todos sem sombra de duvidas
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É um filme para ser assistido com á família e, aprender a respeitar a si todos ao nosso a redor.
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3339. Anouk Aimée
  FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha Nome: Françoise Judith Sorya Dreyfu Nascimento e local: 27/04/1932, Paris, França Ocupação: atriz Nacionalidade: francesa Casamentos:Edouard Zimmermann, Nikos Papatakis, Pierre Barouh e Albert Finney Filhos:1 Biografia Filha de atores, sua primeira atuação no cinema foi aos 14 anos, em La Maison sous la Mer (1947), filme dirigido por Henri Calef. A partir de então resolveu adotar o nome de seu personagem - Anouk. Depois de estudos secundários na Inglaterra, estudou também teatro e dança com Andrée Bauer-Thérond. Posteriormente atua no seu primeiro longa-meragem, "La Fleur de l'âge", filme de Marcel Carné que entretanto jamais será lançado. Nessa ocasião, Jacques Prévert, que era o roteirista do filme, sugere-lhe que adote o pseudônimo de Aimée. Casou-se três vezes: com o cineasta Nikos Papatakis, com o qual tem uma filha, Manuella; com o compositor Pierre Barouh e com o ator Albert Finney. Posteriormente viveu com o cineasta Élie Chouraqui. Nos anos 1950 foi amiga de Jean Genet, Jean Cocteau e Raymond Queneau.   Filmes Mince alors! (2012) Tous les soleils (2011) Paris Connections (2010) Esses Amores (2010) Celle que j'aime (2009) De particulier à particulier (2006) Ils se marièrent et eurent beaucoup d'enfants (2004) La petite prairie aux bouleaux (2003) Napoleão (TV mini-series) (2002) Um Festival em Cannes (2001) L'île bleue (TV movie) (2001) Une pour toutes (1999) 1999 Madeleine (1999) Riches, belles, etc. (1998) Solomon (TV movie) (1997) Hommes, femmes, mode d'emploi (1996) Diga-me Sim... (1995) As Cento e Uma Noites (1995) Prêt-à-Porter (1994) Les marmottes (1993) Rupture(s) (1993) Screen Two (TV series) (1993) L'amour maudit de Leisenbohg (TV movie) (1991) Bethune - A Revolução de um Herói (1990) Mon dernier rêve sera pour vous (TV mini-series) (1989) La table tournante (1988) Arrivederci e grazie (1988) Piazza Navona (TV series) (1988) Um Homem, Uma Mulher: 20 Anos Depois (1986) O Sucesso É a Melhor Vingança (1984) Viva la vie! (1984) Un rêve à peine commencé (short) (1984) Il generale dell'armata morte (1983) Qu'est-ce qui fait courir David? (1982) A Tragédia de um Homem Ridículo (1981) Une page d'amour (TV movie) (1980) Salto nel vuoto (1978) Mon premier amour (1978) Si c'était à refaire (1978) Justine (1969) The Appointment (1969) Model Shop (1969) Un soir, un train (1968) Viver por Viver (1967) Lo scandalo (1966) Um Homem, uma Mulher (1966) Le stagioni del nostro amore (1966) Il morbidone (1965) La fuga (1964) Le voci bianche (1964) Liolà (1964) Il terrorista (1963) Il successo (1963) Les grands chemins (1963) 8½ (1963) Il giorno più corto (1963) Sodoma e Gomorra (1962) O Juízo Universal (1961) Quai Notre-Dame (1961) L'imprevisto (1961) Lola, a Flor Proibida (1961) Hors jeu (TV movie) (1961) Le farceur (1960) A Doce Vida (1960) Les dragueurs (1959) La tête contre les murs (1959) The Journey (1953) Os Amantes de Montparnasse (1958) Tous peuvent me tuer (1957) Pot-Bouille (1957) Stresemann (1957) Nina (1956) Ich suche dich (1956) Les mauvaises rencontres (1955) Noche de tormenta (1955) Contraband Spain (1955) Adrienne Mesurat (TV movie) (1953) Douglas Fairbanks, Jr., Presents (TV series) (1953) Le rideau cramoisi (short) (1953) The Man Who Watched Trains Go By (1952) La bergère et le ramoneur (1952) A Salamandra de Ouro (1950) Les amants de Vérone (1949) La maison sous la mer (1947) La fleur de l'âge (1947)   Mais Os Guarda-Chuvas do Amor (1964)       Prêmios Globo de Ouro para a melhor atriz (1967) Indicada ao Oscar de melhor atriz por Un homme et une femme (1967)Prêmio de Interpretação Feminina no Festival de Cannes pelo filme Salto nel vuoto de Marco Bellocchio (1980) César pelo conjunto de sua obra (2002) Urso de Ouro em Berlim, pelo conjunto de sua obra (2003)   Imagens Vídeos    
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  FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha Nome: Marc Allégret Nascimento e local:22/12/1900, Suiça Morte e local:04/11/1973, Paris, França Ocupação: diretor Nacionalidade: francês Namorados:  André Gide Filhos: - Biografia   Nascido na Suíça, filho de um pastor protestante missionário, Marc recebeu educação em Direito. Homossexual, foi amante do escritor André Gide aos quinze anos, quando este já tinha 47 anos, relação que durou por mais de dez anos. Em 1927, após filmar uma viagem ao Congo com Gide, ele se interessou em tentar uma carreira na indústria do cinema. Suas relações com Gide terminaram após esta viagem, quando ele descobriu que preferia se relacionar com mulheres, após ter relações com nativas africanas. Os dois mantiveram relações de amizade durante o resto de suas vidas. Após aprender o ofício como assistente de direção, em 1931 ele dirigiu seu primeiro filme e no ano seguinte foi aclamado por seu filme seguinte, Fanny. A partir daí, teve uma longa carreira na cinematografia francesa, onde escreveu roteiros e dirigiu mais de cinquenta filmes. Allégret é reconhecido por ter descoberto ou desenvolvido novos talentos para o estrelato como Michèle Morgan, Gérard Phillipe, Louis Jordan e Roger Vadim, que foi seu assistente de direção nos anos 1950, antes de fazer carreira própria. Morreu em 1973 e foi enterrado no Cimetière des Gonards, em Versailles, França. Filmes 1927 : Voyage au Congo (documentary) 1930 : La Meilleure bobone (short) 1931 : Mam'zelle Nitouche 1931 : J'ai quelque chose à vous dire (short) 1931 : Attaque nocturne (short) 1931 : Les Amours de minuit 1931 : Le Blanc et le Noir 1932 : La Petite Chocolatière 1932 : Fanny 1934 : Zouzou 1934 : L'Hôtel du libre échange 1934 : Lac aux dames 1934 : Sans famille 1935 : Les Beaux jours 1936 : Sous les yeux d'occident 1936 : Aventure à Paris 1936 : Les Amants terribles 1937 : Gribouille 1937 : La Dame de Malacca 1937 : Andere Welt 1938 : Orage 1938 : Entrée des artistes 1939 : Le Corsaire 1941 : Parade en 7 nuits 1942 : L'Arlésienne 1942 : La Belle aventure 1943 : Les Deux timides 1944 : Les Petites du quai aux fleurs 1945 : Félicie Nanteuil 1946 : Lunegarde 1946 : Pétrus 1947 : Blanche Fury 1950 : Blackmailed 1950 : Maria Chapdelaine 1952 : Avec André Gide (documentary) 1952 : La Demoiselle et son revenant 1953 : Julietta 1954 : L'Eterna femmina 1954 : L'Amante di Paride 1955 : Futures vedettes 1955 : L'Amant de lady Chatterley 1956 : En effeuillant la marguerite 1957 : L'Amour est en jeu 1958 : Sois belle et tais-toi 1958 : Un drôle de dimanche 1959 : Les Affreux 1961 : Les Démons de minuit 1962 : Les Parisiennes 1963 : L'Abominable homme des douanes 1966 : Lumière (documentary) 1970 : Le Bal du Comte d'Orgel Mais Prêmios Imagens Vídeos    
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  FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha Nome: Abílio Pereira de Almeida Nascimento e local:26/02/1906, São Paulo/SP Morte e local:11/05/1977, São Paulo/SP, suicídio Ocupação: dramaturgo, advogado, cineasta Nacionalidade: brasileiro Casamentos:- Filhos:- Biografia Advogado e dramaturgo brasileiro nascido em São Paulo, SP, cujas peças teatrais obtiveram notável êxito junto ao público, na contra-mão da crítica, que as consideravam inconsistentes. Formado em direito pela Universidade de São Paulo, estudou também na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP e na Escola de Aviação Militar. Entrou para o Exército (1927) e participou de duas revoluções (1930/1932). Advogou durante alguns anos enquanto publicou Prática jurídica e comercial e editou a Revista Judiciária. Estreou como ator teatral (1936) e, seis anos depois ingressou para o Grupo de Teatro Experimental, o GTE, fundado por Alfredo Mesquita. Após o êxito de peças como Pif-paf (1942) e A mulher do próximo (1948), tornou-se praticamente o único dramaturgo brasileiro a escrever para o famoso Teatro Brasileiro de Comédia. Foi um dos fundadores da Cia. Cinematográfica Vera Cruz, na qual passou a atuar (1950) também como ator, diretor e produtor. Seu nome apareceu como ator, autor ou diretor em cerca de 25 filmes nacionais, incluindo os que lançaram Mazzaroppi e fizeram dele um dos maiores sucessos do cinema brasileiro. Totalizando 688 itens documentais (550 textuais e 138 fotográficos), o público considerava suas peças espelhos dos descaminhos éticos da sociedade. Paiol velho (1951), que Alberto Cavalcanti transformou no filme Terra é sempre terra, Santa Marta Fabril S.A. (1955), Moral em concordata (1956) e Moeda corrente do país (1957), foram mais alguns de seus sucessos. Tragicamente morreu por suicídio, em São Paulo.   Filmes Como ator Independência ou Morte (1972) Candinho (1954) Sinhá Moça (1953) Apassionata (1952) .... Delegado Tico-Tico no Fubá (1952) Terra É Sempre Terra (1952) .... Antônio Loferato Ângela (1951) .... Gervásio Caiçara (1950) .... José Amaro Como Diretor: Candinho (1954) Nadando em Dinheiro (1952) Sai da Frente (1952) Ângela (1951) Mais Prêmios Imagens Vídeos  
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Meus preferidos: " O ultimo tango em Paris" e " Um bonde chamando desejo" .
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o ator que mais mexeu com o publico para mim foi jim caviezel foi uma ótima interpretação de cristo
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É inacreditável eu só estava sem nada p fazer no meu serviço e resolvi procurar pessoas q tinham morrido de overdose quando vim meio por cima a história de SHARON TATE fiquei impressionada fico imaginando a cena pq nunca vi nada igual,como o ser humano pode ser tão frio e não sentir pena d uma criança q ainda nem tinha nascido tomara que a família Manson apodreça na cadeia mas, ainda vai ser pouco isso deve ser pior q um estupro e Susan ñ ta tendo o castigo q merece isso é muito pouco perto do q ela fez eu acho q nem DEUS pode perdoar eles por tanta crueldade.Estou muita vergonha eu preferia ser um animal do que um ser humano
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Só um lembrete colega: os dados são do filme de 1939 mas as fotos são do filme da Hammer de 1959, com o Peter Cushing como o Sherlock Holmes. Resposta: obrigada, Nilson, corrigido!
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3346. Obrigada!!
Obrigada!!
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Olá! Esses videozinhos eram uma espécie de propaganda cômica da época. O primeiro, onde Greta aparece provando diversas roupas, chama-se "O que não vestir" mostrando combinações de roupas que não deveriam ser usadas. O segundo chama-se "O pão de cada dia". E mostra a Greta se entupindo com gostosuras de um jeito nada delicado. Claro que tudo propositalmente. Esses videos acompanham o DVD de The Gosta Berling's Saga. Muito legal a matéria, nós, fãs da Divina Garbo agradecemos :)
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Em Sampa ela não cantou o Canto de Ossanha, cantou outra música e usou uma parte do arranjo apenas. LIza foi uma simpatia no palco, estava um pouco cansada, mas o show foi fantástico.
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  FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha Nome:Frances Margaret Anderson-Anderson Nascimento e local: 10/02/1897, Adelaide, Austrália Morte e local: 02/01/1992, Austrália, tumor cerebral Ocupação: atriz Nacionalidade: australiana Casamentos: Luther Greene e Benjamin Harrison Lehmann Filhos: -   Biografia   Judith nasceu em Adelaide, na Austrália, e estreou em Nova York em 1918, tornando-se Dama do Império Britânico em 1960. Era reconhecida por sua participação em trabalhos de Shakespeare a Eugene O'Neill. Nos anos 30 e 40 sua carreira chegou ao auge, época em que foi recrutaad para interpretar personagens densos. Anderson até hoje é conhecida por seu segundo papel nas telas, a maligna Mrs. Danvers, governanta do filme Rebecca (1940), de Hitchcock. Outras aparições magníficas incluem a oprimida companheira de Burt Ives na adaptação de Gata em teto de zinco quente (1958), de Tennesse Williams. Em seus últimos anos, ela interpretou mais dois papéis de destaque nas produções que a levaram longe de suas origens shakespearianas. Em 1984, ela apareceu em Star Trek III: The Search for Spock como a sacerdotisa vulcaniana "T'Lar" (com a idade de 87). No mesmo ano iniciou um período de três anos como a matriarca Minx Lockridge na série da NBC Santa Barbara. Ela disse ser um fã, mas depois de assinar o contrato, se queixou amargamente sobre sua falta de tempo na tela. Ela foi sucedida no papel pela atriz norte-americana Janis Paige, que era um quarto de século mais jovem. Anderson se mudou para a cidade de Santa Bárbara, Califórnia, e passou o resto de sua vida ali, morrendo de pneumonia em 1992, aos 94 anos. Anderson foi amiga do poeta Robinson Jeffers, que escreveu a adaptação de Medéia que ela estrelou. Era vista visitando com frequência a sua casa "Tor House", em Carmel, na Califórnia. Anderson era casada e se divorciou duas vezes, primeiro com Benjamin Harrison Lehmann (1937-1939) e segundo com Lutero Greene (1946-1951). Não teve filhos, com os casamentos tendo ocorridos depois que ela completou 40 anos. Apesar de seus casamentos, Anderson esteve sujeita a especulações sobre sua sexualidade durante toda a sua carreira. Em sua biografia de Otto Preminger: The Man Who Would Be King (2007), Foster Hirsch afirma sem rodeios que Anderson era homossexual, estendendo-se essa especulação até os dias atuais.   Filmes O Primeiro Pecado Deste Lado do Céu (1986) Jornada nas Estrelas III: À Procura de Spock (1984) Medea (TV movie) (1983) Inn of the Damned The Chinese Prime Minister (TV movie) (1974) The Underground Man (TV movie) (1974) The Borrowers (TV movie) (1973) Um Homem Chamado Cavalo (1970) The File on Devlin (TV movie) (1969) Elizabeth the Queen (TV movie) (1968) The Ghost of Sierra de Cobre (TV movie) (1964) Don't Bother to Knock (1961) Cinderelo sem Sapato (1960) IIIMacbeth (TV movie) (1960) Cradle Song (TV movie) (1960) A Christmas Festival (TV movie) (1959) Gata em Teto de Zinco Quente (1958) Macbeth (TV movie) (1954) Almas em Fúria (1950) Tycoon (1947) A Casa Vermelha (1947) Pursued (1947) O Tempo Não Apaga (1946) Specter of the Rose (1946) The Diary of a Chambermaid (1946) O Vingador Invisível (1945) Laura (1944) Edge of Darkness (1943) Em Cada Coração um Pecado (1942) Balas Contra a Gestapo (1941) Lady Scarface (1941) Free and Easy (1941) Forty Little Mothers (1940) Rebecca, a Mulher Inesquecível (1940) Blood Money (1933) Mais Prêmios Imagens         Vídeos      
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    FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha Nome: Joaquim Pedro de Andrade Nascimento e local: 25/05/1932, Rio de Janeiro, RJ Morte e local:  10/09/1988, Rio de Janeiro Ocupação: cineasta, acadêmico, escritor, ator, diretor, produtor, roteirista Nacionalidade: brasileiro Casamentos: Cristina Aché e Sarah de Castro Barbosa Filhos: 2   Biografia Filho de Rodrigo Melo Franco de Andrade (fundador do IPHAN) e de Graciema Prates de Sá, Joaquim passou a infância no Rio de Janeiro e em Minas Gerais, entre os mais importantes intelectuais brasileiros da época. Manuel Bandeira era tão amigo da família que acabou sendo seu padrinho de crisma. Em 1950, iniciou graduação em Física na Faculdade Nacional de Filosofia, no Rio, onde freqüentava o cineclube do CEC, criado por Saulo Pereira de Melo e Mário Haroldo Martins. Recebeu a influência de Plínio Sussekind Rocha, professor de mecânica analítica, teórico e defensor do cinema mudo e fundador do Chaplin Club. Nessa época, Joaquim escrevia sobre cinema no jornal da faculdade e chegou a fazer experiências com cinema amador. Namorou Sarah de Castro Barbosa, com quem se casaria mais tarde. Entre as experiências cinematográficas da época, atuou no filme Les Thibault, de Saulo Pereira de Melo, e trabalhou como assistente de direção no curta-metragem Caminhos, de Paulo César Saraceni. A troca definitiva da física pelo cinema viria em 1957, mas antes de sua primeira experiência profissional como assistente de direção do filme Rebelião em Vila Rica, foi obrigado pelo pai a fazer um estágio em Congonhas, na restauração da obra Os Passos da Paixão, de Aleijadinho. Seu primeiro filme como diretor foi o curta-metragem O Poeta do Castelo e o Mestre de Apipucos, financiado pelo Instituto Nacional do Livro. O filme registra a intimidade do poeta Manuel Bandeira e a do escritor e sociólogo Gilberto Freyre. Em 1960 ele produziu o curta-metragem Couro de Gato, filmado no morro do Cantagalo, no Rio de Janeiro, e fotografado por Mário Carneiro. Contemplado pelo governo da França com uma bolsa de estudos, foi estudar cinema na França. Em 1963, foi convidado para dirigir o documentário Garrincha, Alegria do Povo, ideia de Luís Carlos Barreto, que o produziu e roteirizou, ao lado de Armando Nogueira. Em 1965, fundou a produtora Filmes do Serro e iniciou as filmagens de O Padre e a Moça, com Paulo José e Helena Ignez. Preso pela ditadura militar em 1969 e liberado alguns dias depois, começou a filmar Macunaíma, seu maior sucesso de crítica. Casou-se pela segunda vez em 1976, com a atriz Cristina Aché com quem teve um casal de filhos e a quem dirigiu em Guerra Conjugal e Contos Eróticos. Vítima de câncer no pulmão, morreu aos 56 anos, antes de realizar seu projeto de adaptar Casa-Grande e Senzala, de Gilberto Freyre, para o cinema.   Filmes Longa-metragens Garrincha, Alegria do Povo, (1963) O Padre e a Moça, (1965) Macunaíma, (1969) Os Inconfidentes, (1972) Guerra Conjugal, (1975) Contos Eróticos, (1977) O Homem do Pau-Brasil, (1981) Curta-metragens O mestre de Apipucos, (1959) O Poeta do castelo, (1959) Couro de gato, (1960, posteriormente incluido como segmento do filme Cinco Vezes Favela de 1962) Cinema Novo, (1967) Brasília, contradições de uma cidade nova, (1967) A linguagem da persuasão, (1970) O Aleijadinho, (1978) Mais Prêmios Imagens Vídeos      
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  FICHA BIOGRAFIA FILMES MAIS PRÊMIOS IMAGENS VÍDEOS COMPRAR   Ficha Nome: Jean-Jacques Annaud Nascimento e local: 01/10/1943, Draveil, Essonne, França Ocupação: diretor Nacionalidade: francês Casamentos: - Filhos: - Biografia   Realizador, argumentista e produtor francês nascido a 1 de outubro de 1943, em Draveil, Essonne. Antes de enveredar pela Sétima Arte, estudou literatura na Sorbonne. Começou por dirigir centenas de anúncios de televisão nos anos 60 e 70, antes de escrever e realizar o seu primeiro filme - Noirs et Blancs en Couleur (Pretos e Brancos a Cores) - para o grande ecrã, em 1976, baseado na sua experiência militar nos Camarões, em África. Este filme foi premiado com o Óscar do Melhor Filme Estrangeiro, apesar de ter tido pouco sucesso comercial. O seu filme seguinte, Coup de Tête (Golpe de Cabeça, 1979), preparou o terreno para que La Guerre du Feu (A Guerra do Fogo, 1981), sobre a busca do fogo de um homem primitivo, arrebatasse os Césares do Melhor Filme e do Melhor Realizador. A partir de então, foi considerado um realizador invulgar, que aceitou o desafio de levar às telas Der Name der Rose (O Nome da Rosa, 1986), adaptação do livro de Umberto Eco, protagonizado pelo carismático Sean Connery (César do Melhor Filme Estrangeiro em 1987). L'Ours (O Urso, 1989), praticamente sem diálogos e baseado na história da amizade de um urso e um Kodiak, obteve o César do Melhor Realizador. L'Amant (O Amante, 1992) chocou pela forma detalhada como levou para o ecrã os amores entre uma francesa e um chinês rico na Indochina francesa dos anos 20, numa adaptação da novela autobiográfica de Marguerite Duras. Wings of Courage (Asas da Coragem, 1995) antecedeu o famoso Seven Years in Tibet (Sete Anos no Tibete, 1997), que fez com que Annaud fosse declarado persona non grata pelo governo chinês e impedido de entrar na China. O seu filme mais recente é Enemy at the Gates (Inimigo às Portas, 2001), com Joseph Fiennes e Bob Hoskins.   Filmes Two Brothers (2004) Enemy at the Gates (Círculo de fogo) (2001) Seven Years in Tibet (Sete anos no Tibete) (1991) Wings of Courage (1995) L'Amant (O amante) (1991) L'Ours (O urso) (1988) Der Name der Rose (O Nome da Rosa) (1986) La Guerre du Feu (A Guerra do Fogo) (1981) Coup de Tetê (1979) Noirs et blancs en couleur (Preto e branco em cores) (1976)   Mais Prêmios   Recebeu duas indicações ao César, na categoria de Melhor Filme, por "A Guerra do Fogo" (1981) e "O Urso" (1988). Venceu em 1981. Ganhou dois César de Melhor Diretor, por "A Guerra do Fogo" (1981) e "O Urso" (1980). Recebeu duas indicações ao César, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, por "O Nome da Rosa" (1986) e "O Amante" (1991). Venceu em 1986.   Imagens Vídeos   DRF2hjNN4Zw    
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Sou estudante de jornalismo e gostaria de saber sua opinião sobre o discurso final de Chaplin no filme O Grande Ditador. Esse é meu tema de TCC. Qual é a sua opinião sobre a expulsão do ator dos EUA? Obrigada e parabéns pelo seu trabalho.
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Na ficha ela nasceu em 1900. Na Biografia nasceu em 1906.
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charles chaplin e o melhor ator de filmes de comedia do mundo kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk os files dele são muito engraçados
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Acredito que a Marlene é uma das maiores do cinema sim. Ela ficou 09º lugar na lista da AFI das maiores estrelas.
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o melhor filme de clark gable
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concordo plenamente com você, Mel.
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Não encontro em lugar nenhum legendas em português :\
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eu adoro esse filme ja assisti na escola anne sulivan
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Este filme é um espetaculo. Gostaria muito de comprá-lo. Será que alguém tem cópia ou há ulgum site ondo posso comprá-lo.
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    Bela Lugosi é lembrado no mundo todo como Drácula, mas esse papel marcante acabou se revelando tanto uma benção quanto uma maldição. Como Drácula Lugosi se tornou famoso, mas tragicamente seu sucesso acabaria por condená-lo. Nesse episódio de Mistérios e Escândalos, série da E! a vida do homem Bela Lugosi é desvendada. Legendado em português:   Assista Online
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  Thelma Todd: ela era conhecida por seus fãs como a loira Sorvete, mas para os amigos de Hollywood ela era Todd quente. Thelma era a atriz de comédia mais adorada no final da década de 20 e 30, e a atriz preferida dos Irmãos Marx. O público a amava não só por suas cenas picantes e timing impecável mas também por sua beleza excepcional. Mas a vida de Todd acabou misteriosamente quando ela tinha apenas 30 anos e as circunstâncias que cercaram sua morte eram mais que suspeitas. Assista a esse episódio de Mistérios e Escândalos e saiba mais sobre esta atriz:   Assista Online
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Carole Lombard era uma das mulheres mais influentes da década de 30. Adorada por fãs, seu marido Clark Gable e com a carreira em ascensão. Revisite a vida de uma das atrizes mais admiradas de seu tempo, e uma grande patriota que teve a vida abençoada, até que se foi, vitimada por um acidente aéreo no auge da fama.     Assista Online
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Só queria fzr uma obs. Vcs postaram a foto do remake de 99 do msm filme, com o Geoffrey Rush e a Famke Jansen como protagonistas, a sinopse é dessa versão, mas a p. é sobre a versão de 1960, com R. Mitchum.
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Ops... Ou são dois filmes diferentes e foi engano?
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Filmaço. Escrevi sobre ele aqui: http://pt.shvoong.com/entertainment/movies/2324353-lenny/
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Bom dia, Carla. Eu é que agradeço a oportunidade de participar do seu site. Coloco-me a disposição para divulgar notícias, matérias e eventos sobre as artes. Abç. Aline Hannun
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Amei e achei emocionante e educativo,este filme nos mostra que a dedicação,amor ultrapassam qualquer barreira,pois a sociedade deve ser aberta e fazer dela uma licão de vida,a inclusão deve ser respeitada,isto nos mostra como somos leigos a língua de sinais e que deveria ser uma forma de aprendermos para educarmos nossos alunos.Seria uma conquista para o ser humano aprender e ensinar....
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Jayne Mansfield, uma das sensações mais explosivas de Hollywood. A loira de seios fartos do Texas, acredite se quiser, tinha um QI de 163, um gênio. Mas ela não era conhecida exatamente por sua inteligência... Quando Jayne morreu em um angustiante acidente de carro em 1967, ela era perseguida por boatos de adoração ao demônio, alcoolismo e vida desregrada. Sua carreira tinha se resumido de pequenas apresentações a inaugurações de supermercados. Foi depois de uma apresentação em um clube no Mississipi que seu trágico destino foi consumado. Veja mais sobre Jayne neste episódio de Mistérios e Escândalos.     Assista Online
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  Roscoe Arbuckle, "Fatty" para seus fãs do mundo inteiro. Foi um dos comediantes mais bem sucedidos financeiramente na época do cinema silencioso. Um mestre da comédia física cujo talento era maior do que seu peso. Mas com toda a comédia vem a tragédia e Fatty a viveu mais do que podia suportar. No auge de sua carreira, em 1921, o astro se viu em meio a um escândalo, envolvendo o estupro e assassinato de uma atriz iniciante. Veja mais sobre o astro neste episódio de Mistérios e Escândalos.   Assista Online
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Era muito jóvem quando assisti este filme.Adorei
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Estou a procura desse filme a longos anos, onde posso comprar.
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Bando de cretinos. Destroem a arte, a beleza e a memória em nome da estupidez.
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Muitos biografos chegaram a criticar o filme por trazer outra imagem de elvis, mas o filme tem qualidade e tambem deu a ele a oportunidade pela primeira vez de atuar em uma comedia romantica, é tambem um divisor na carreira de elvis, alem de ter sido sucesso nas bilheterias, resumindo vale a pena ver pela historia, e pelo bom filme que é.
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Uns dos filmes de Elvis que mostra a origens do rock
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gostei desse filme com o grande marlon brando.
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Alguém teria por favor a legenda em pt-br desse filme?
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  Quem teve sorte foi a  Eva Peron, que morreu aos 32 anos. Eu já estou 45. Peças clássicas exigem mais imaginação e uma e uma melhor formação para ser capaz de fazer. Por isso gosto de interpretar peças de Shakespeare. Fazer comédia é muito mais difícil que tragédia e exige uma formação maior. É imensamente mais fácil fazer chorar do que rir. Meus queridos, eu sou tão grata por ainda ser amada. Todas as noites quando entro no palco estou nervosa. Nunca sei como o público irá reagir. Estou caminhando para ser uma grande atriz. Eu sei que posso ser a Scarlett. Eu posso convencer o Sr. Selznick. Eu nunca encontrei sotaques  difíceis, depois de aprender línguas. Eu acho que qualquer formação clássica no teatro é de enorme valor. Acho que Edith Evans é a atriz mais maravilhosa do mundo e ela tem um olhar bonito. Pessoas que não são bonitas podem ter um olhar bonito. Com isso podem ser tão lindas quanto Diana Cooper, que era a mulher mais bonita do mundo. Eu sou um escorpião, escorpiões comem-se por fora e queimam-se por dentro. Eu não sou uma estrela de cinema, eu sou uma atriz. Ser uma estrela de cinema é uma vida falsa, vivido por valores falsos e de publicidade. Eu não tenho medo de morrer. Eu não sou mais jovem. O que há de errado com isso? Gatos sempre foram a minha maior paixão. A vida é demasiado curta para trabalhar tão duro. Meu primeiro marido e eu ainda somos bons amigos e não há nenhuma razão terrena porque eu não devo vê-lo. Larry e eu estamos muito apaixonados. As pessoas pensam que se você tiver uma beleza razoável, você não pode atuar bem, e como eu só me preocupo com qualidade, acho que a beleza pode ser uma grande desvantagem. Às vezes eu temo a verdade das linhas que eu digo. Mas  nunca demonstro meu medo. Um Bonde Chamado Desejo é um filme maravilhoso, maravilhoso. Quando eu entro no teatro eu recebo uma sensação de segurança. Eu adoro uma platéia. Eu amo as pessoas, e eu agir porque eu gosto de tentar dar prazer para as pessoas.
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E muito bom charlie chaplin e engraçado e divertido pra quem ta se sentindo ruim
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  A História do Oscar: Os Primeiros 50 Anos (Academy Award Winners: The First 50 Years) Série de 10 episódios sobre a evolução do prêmio e o efeito que este teve sobre a indústria cinematográfica até o ano de 1977. Gênero: Documentário Diretor: John Bozeman & Jeff Forrester   Assista Online (dublado)
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me lembro dela ela era a filho clacke e de olivia, saudade deste filme.
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  Nos anos 20 essa bela bailarina que se tornou atriz era o bem mais precioso de Hollywood. Mas essa mulher forte e independente foi a primeira atriz de cinema a desafiar um diretor. Louise tinha opiniões próprias. Depois de entrar numa fase difícil boatos dizem que ela virou prostituta, porém mais tarde na vida encontrou sucesso como escritora. Esse episódio rever fatos importantes na vida de Louise Brooks.   Assista Online
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  James Dean, ícone do cinema dos anos 50. Nenhum outro ator conquistou a todos em tão pouco tempo. Dean fez apenas 3 filmes na vida, mas definiu uma época. Ele era durão, mas vulnerável, e expressou toda uma geração. Aos 24 anos sua carreira estava decolando, mas um terrível acidente acabaria com todos os seus planos. Assista a esse episódio de Mistérios e Escândalos sobre James Dean.   Assista Online
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  Sem dúvida Marilyn Monroe é um dos rostos mais conhecidos do século 20. Ela foi a maior estrela a brilhar em Hollywood e seus fãs ardorosos irão sempre se lembrar dela. Uma das mulheres mais bonitas, adoradas e desejadas. Ainda assim décadas após a sua morte muitos mistérios cercam a sua morte prematura, aos 36 anos. Assista a esse episódio de Mistérios e Escândalos sobre a atriz.     Assista Online
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      Charles Chaplin era conhecido como o pequeno vagabundo. Com seu andar desajeitado, roupas folgadas e jeito marcante se tornou o astro mais conhecido da era do cinema mudo. Mas após décadas de celebridade e reconhecimento, Chaplin virou assunto de boatos e escândalos. Aos 55 anos, seu apetite sexual e posicionamento político viraram polêmica. Assista mais no documentário Mistérios e Escândalos, sobre a vida de Charles Chaplin.     Assista Online
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    Em 1932 uma bela e talentosa atriz de 24 anos veio para Hollywood tentar a vida como atriz, porém não conseguiu sucesso. Desesperada, subiu na placa de Hollywood e se suicidou. Em vez de se tornar um símbolo de sucesso, se tornou de tragédia. Veja esse episódio de Mistérios e Escândalos sobre a atriz.   Assista Online
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Em O Carteiro e o Poeta, o ator principal morreu logo após filmar as ultimas cenas. Em Era Uma Vez no Oeste, um dos pistoleiros da primeira cena se suicidou durante as filmagens
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      Ficha Título Original: And Then There Were None Ano/País/Gênero/Duração: 1945 / EUA /  Crime | Drama | Mistério / 97min Direção: René Clair Produção: René Clair Roteiro: Agatha Christie e Dudley Nichols Música:  Mario Castelnuovo-Tedesco      Elenco: Barry Fitzgerald     ...    Judge Francis J. Quinncannon Walter Huston     ...    Dr. Edward G. Armstrong Louis Hayward     ...    Philip Lombard Roland Young     ...    Detective William Henry Blore June Duprez     ...    Vera Claythorne Mischa Auer     ...    Prince Nikita 'Nikki' Starloff C. Aubrey Smith     ...    Gen. Sir John Mandrake Judith Anderson     ...    Emily Brent Richard Haydn     ...    Thomas Rogers Queenie Leonard     ...    Ethel Rogers Harry Thurston     ...    Fred Narracott   Sinopse Clássico filme de suspense assinado por René Clair em seu período hollywoodiano, quando o cineasta fugiu da França por causa da presença dos nazistas no seu país. O Vingador Invisível é a primeira adaptação para o cinema da novela de mistério O Caso dos 10 Negrinhos, de Agatha Christie. Nesta modelar história da dama do crime, 10 personagens com culpa no cartório se encontram num castelo situado numa remota ilha da costa inglesa. Eles não sabem porque estão lá, até descobrirem que um juiz louco os levou para julgá-los por crimes do passado. Assim, cada um dos convidados morre de uma maneira misteriosa. Para dar cabo ao filme, René Clair contou com a presença de um elenco impecável, entre os atores estão Barry Fitzgerald (Como Era Verde o meu Vale, Cidade Nua), Walter Huston (O Tesouro de Sierra Madre, Fogo de Outono) e Louis Hayward (Maldição, Piratas de Capri).         Imagens
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  Ficha Título Original: Cyrano de Bergerac Ano/País/Gênero/Duração: 1950 / Inglaterra / Drama / 112min Direção: Michael Gordon Produção: Stanley Kramer Roteiro: Carl Foreman Fotografia: Franz Planer Música: Dmitri Tiomkin Elenco: José Ferrer... Cyrano de Bergerac Mala Powers... Roxane William Prince... Christian de Neuvillette Morris Carnovsky ... Le Bret Ralph Clanton ... Antoine, conde de Guiche Lloyd Corrigan ... Ragueneau Virginia Farmer ... Duenna Edgar Barrier ... Cardeal Richelieu Elena Verdugo ... Orange Girl Albert Cavens ... Visconde de Valvert Arthur Blake ... Montfleury Don Beddoe ... The Meddler Percy Helton ... Bellerose     Sinopse   A história se passa entre 1640 e 1655. Cyrano de Bergerac é um herói romântico, que combate a covardia, a estupidez e a mentira. Ele ama sua prima, Roxane, moça inteligente, mas um tanto pedante, que gosta de ser cortejada com palavras bonitas e originais. O jovem Cristiano também a ama, mas não sabe falar com brilhantismo, ao contrário de Cyrano, que tem o dom da palavra. Cyrano, sem esperanças de conquistar a prima, em razão de ser bastante feio, resolve ajudar Cristiano a conquistá-la através das palavras. Cyrano ensina a Cristiano observações espirituosas, poesia, e até fala por ele, às escondidas, fazendo com que Roxane o ame. Um terceiro homem, porém, a corteja, o duque de Guiche, que interfere mandando Cristiano e Cyrano para o cerco de Arras, um violento combate ocorrido nas guerras religiosas da França. Cyrano continua a escrever cartas a Roxane, em nome de Cristiano, e ela vai ao seu encontro na batalha, encontrando Cristiano agonizante, ferido em combate. Viúva, Roxane recolhe-se a um convento, onde recebe continuamente a visita de Cyrano. Um dia, Cyrano é mortalmente ferido, mas consegue chegar até a amada, e conta-lhe do sentimento que sempre teve com ela. Roxane chora “um amor duas vezes perdido”, percebendo, no último instante, que o amava.     Imagens
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    Ficha Título Original: Rope Ano/País/Gênero/Duração: 1948 / EUA / Crime | Drama / 80min Direção: Alfred Hitchcock Produção: Sidney Bernstein Roteiro: Hume Cronyn e Patrick Hamilton Música: David Buttolph   Elenco: Dick Hogan ... David Kentley John Dall ... Brandon - His Friend Farley Granger ... Phillip - His Friend Edith Evanson ... Mrs. Wilson - Their Housekeeper Douglas Dick ... Kenneth - Their Rival Joan Chandler ... Janet - David's Girl Cedric Hardwicke ... Mr. Kentley - David's Father Constance Collier ... Mrs. Atwater - David's Mother James Stewart ... Rupert Cadell   Sinopse Na cidade de Nova York, Brandon e Phillip assassinam seu amigo David, por considerarem-se superiormente intelectuais em relação a ele. Com toda a frieza e arrogância, resolvem provar para eles mesmos sua habilidade e esperteza: esconderão o cadáver em um grande baú, que servirá como mesa e estará exposto no meio da sala de estar do apartamento deles, durante uma festa que realizarão logo em seguida. Baseado em uma história real.     ASSISTA ONLINE         Imagens
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Documentário de TV, apresentado por Peter Lawford, que entrevista Natalie Wood, Steve Allen, Sal Mineo entre outros. Um tributo especial à estrela imortal chamada James Dean, repleto de depoimentos reveladores e homenagens. Gênero: Documentário Diretor: Jack Haley Jr. Duração: 66 minutos Ano de Lançamento: 1974 País de Origem: USA   Assista Online  
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Eu era fâ de seu pai e tambem sou de você.Lamento a perda de seu pai e principalmente de sua filha.Adoro vocês.Antonio.Nazaré-Portugal
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  Mesmo após sua morte, ainda restam dúvidas quanto à sexualidade de Cary Grant. Porém uma coisa é certa, não houve outra atriz que ele mais preferisse atuar do que Grace Kelly: “Sempre preferi Grace. Ela tinha serenidade, algo que não encontrei com as outras atrizes que contracenei”. E mais, ele ficou chateadíssimo quando não pode trabalhar com ela no filme Disque M Para Matar, por causa dos estúdios que não queriam ver a imagem do seu maior ator envolvido na pele de um marido que tenta matar a esposa.    
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  Ficha Título Original: L'orribile segreto del Dr. Hichcock Ano/País/Gênero/Duração: 1962 / Itália / Terror / 88min Direção: Riccardo Freda Produção: Luigi Carpentieri    Roteiro: Ernesto Gastaldi Música:  Roman Vlad Elenco: Barbara Steele     ...    Cynthia Hichcock Robert Flemyng     ...    Prof. Bernard Hichcock Silvano Tranquilli     ...    Dr. Kurt Lowe (as Montgomery Glenn) Maria Teresa Vianello     ...    Margherita Hichcock (as Teresa Fitzgerald) Harriet Medin     ...    Martha, the maid (as Harriet White)   Sinopse O necrófilo Dr. Hitchcock gosta de drogar sua esposa para fúnebres jogos sexuais. Um dia administra acidentalmente uma overdose e a mata. Diversos anos mais tarde, casa novamente, com a intenção de usar o sangue de sua recente noiva para trazer o cadáver da sua primeira esposa de volta à vida. L'Orribile Segreto del dott. Hichcock é inteiramente um filme de horror mais pela sutileza elegante de um bom suspense que pelos picos sensoriais do próprio horror. Isso apesar da sua natureza inconfundível que não o define, mas o mantém num limite sempre estável entre os dois gêneros.         Imagens
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  Manual da Estrela de Hollywood Parte 1: Escolha Uma Forma de Se Matar Mais Simples Suicídio, não é uma coisa simples.   É o que diga a atriz mexicana Lupe Vélez, quando tentou dar cabo da sua vida em 1944.   Há muito, percebera que sua beleza estava em decadência e relegada estava sendo ao ostracismo. Depressiva, resolveu por um ponto final, no intuito de não ser esquecida. O que fez? Comprou inúmeras flores e enfeitou o seu quarto, colocando o melhor vestido que possuía. Depois, tomou setenta e cinco comprimidos de sonífero e deitou-se, a espera do fim cinematográfico. O problema foram as fajitas — comida mexicana pesadíssima — que a atriz fartara-se durante sua última ceia. As fajitas provocaram uma indigestão na bela, que desesperada viu-se vomitando. Sujou cama, vestido, tapete, criado-mudo, abajur, flores — estrago assim, só em O Exorcista. Cena final: morreu com a cabeça enfiada na privada. (Por Ricardo Steil)    
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  — “Ela não sabe atuar. Não sabe falar. Ela é terrível”, foram às palavras de Louis B. Mayer, o todo poderoso chefão da MGM ao ver o teste feito por ninguém mesmo que... Ava Gardner.
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  Ficha Título Original: The Return of the Living Dead Ano/País/Gênero/Duração: 1985 / EUA / Terror / 91min Direção: Dan O'Bannon Produção:  Tom Fox Roteiro: Dan O'Bannon e  Rudy Ricci Música:  Matt Clifford Elenco: Clu Gulager     ...    Burt James Karen     ...    Frank Don Calfa     ...    Ernie Thom Mathews     ...    Freddy Beverly Randolph     ...    Tina John Philbin     ...    Chuck Jewel Shepard     ...    Casey Miguel A. Núñez Jr.     ...    Spider Brian Peck     ...    Scuz Linnea Quigley     ...    Trash Mark Venturini     ...    Suicide Jonathan Terry     ...    Colonel Glover Cathleen Cordell     ...    Colonel's Wife Drew Deighan     ...    Paramedic #1 James Dalesandro     ...    Paramedic #2   Sinopse Dois empregados de um armazém de medicamentos encontram no subsolo do estabelecimento barris do exército, lacrados e acidentalmente liberam um gás mortal no ar. Esse gás acaba re-animando os mortos de um cemitério próximo, que vão querer apenas uma coisa dos vivos: seus miolos.        
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    Certa vez, perguntaram a deusa o que ela achava de Hollywood. Resposta: “É uma cidade sem piedade. Não conheço nenhum outro lugar no mundo com tantos alcoólatras, neuróticos e tanta infelicidade”. Nem Sinatra, nem Cary Grant ou o príncipe Rainier, o grande amor da atriz foi o filho do dono de uma concessionária da fábrica de carros Buick, chamado: Harper Davis — que faleceu em 1953 devido à esclerose múltipla. Mesmo noiva de Rainier, ao ser indagada quem fora seu grande amor, a atriz respondeu: “Harper Davis. Ele morreu”. (Por Ricardo Steil)      
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Alguns casos serviam para alimentar os jornais e as rodas de fofocas da comunidade, como até hoje acontece. Esses foram só alguns. Mary Astor Mary Astor teve seus seus diários pessoais divulgados durante o processo de separação. Eles traziam detalhes um tanto quanto picantes sobre sua vida amorosa e amantes.Dentre os detalhes, encontros e relações sexuais à beira mar com o melhor amigo do seu então marido vieram à tona. O tal marido encontrara o diário quando Mary o deixara despercebido em um lugar à vista. Charles Chaplin Chaplin sempre teve problemas com mulheres. Sempre. Com sua primeira esposa, Mildred Harris, foi acusado de praticar cunilíngua (coisa que chocou os puritanos) e com a sua segunda esposa, Lita Grey o negócio foi ainda mais complicado. Partes dos depoimentos dados por Lita foram vendidos e lá continham detalhes como o fato de Chaplin gostar de orgias, sair com varias atrizes enquanto ainda estava com Lita (havia inclusive uma listinha com pelo menos 10 nomes) e obriga-la a fazer certos tipos de sexo que a então inocente Lita não aprovava. Depois desse escândalo Chaplin ainda se envolveu em outro, dessa vez com uma ex namorada, que afirmava estar grávida dele: o detalhe é que a garota tinha idade de ser sua filha. Ela disse que teria engravidado quando foi à casa do comediante no natal com uma arma. No que ele respondeu que jamais conseguiria ter ereção com uma arma na cabeça.     Hedy Lamarr   Ela contracenou uma cena no filme Ecstasy, em que corria nua e acabava mergulhando num rio. Após isso, havia uma simulação de sexo. A cena durava 10 minutos, mas foi proibida e teve suas copias queimadas. Por causa disso Hedy também foi espancada pelo marido e teve que fugir para Paris.  
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3400. otimo
otimo
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foi esquecido a mensão de um dos maiores filmes de cantinflas, "O Mata Sete".
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O genio,, nao importa a epoca,, nao tem como nao se emocionar. Fantastico,, essa e a palavra correta.
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  Aviso que essa é uma das histórias mais horrendas e perturbadoras da história de Hollywood. 15 de janeiro de 1947, o corpo mutilado de uma mulher cortado pelo meio foi encontrado num terreno baldio de Los Angeles. O nome da vítima era Elizabeth Short, mas ela era mais conhecida no meio como a Dália Negra.   Assista Online
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  Jean Harlow, na década de 30 a bela atriz redefiniu os padrões de Hollywood. Ela era ousada, segura e com uma sexualidade que chocava e provocava o público. Mas sua vida pessoal era ainda mais chocante. Casou-se três vezes, numa delas com um bígamo com problemas sexuais que se suicidou com um tiro na cabeça depois de deixar um bilhete para Jean. Ela foi a primeira sensação loira de Hollywood, mas sua vida era um redemoinho de decepções e frustrações amorosas. Veja mais no documentário Mistérios e Escândalos.     Assista Online
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Eu nunca tentei bloquear as memórias do passado, mesmo algumas sendo imensamente dolorosas. Eu não entendo as pessoas que se escondem do seu passado. Tudo o que você viveu ontem foi um ensinamento para o hoje. Sex appeal é apenas 50% do que você é, o restante é o que as pessoas acham que você tem. Os erros são uma parte das dívidas pagas para se ter uma vida plena. As duas grandes vantagens que eu tive ao nascer foi ter nascido pobre e sábia. Ter sucesso na carreira exige que você tenha fé em si mesmo. É por isso que tanta gente com talento medíocre, mas com uma força de vontade imensa conseguem ir mais longe que muitos talentosos. Cozinhar é um ato de amor, um presente, uma forma de partilhar com os outros os seus pequenos segredos. O vestido de uma mulher deve ser como uma cerca de arame farpado: servir ao seu propósito sem obstruir a vista. Uma mãe tem que pensar duas vezes: uma por si e a outra por seu filho. Muitas pessoas querem realizar coisas, mas não tem a força e disciplinas exigidas. São fracas. Eu acredito que se pode conseguir o que quiser, se você ir em frente e acreditar. (Sobre Tyrone Power): Ele era meu tipo de homem ideal. (Sobre Gregory Peck): Um dos homens mais charmosos que já conheci. (Sobre Marcello Mastroianni): Ele é muito homem, fala como homem e tem um grande magnetismo e uma alma doce como a de uma mulher. (Sobre Cary Grant): Eu aprendi muitas coisas com ele. Ele tem uma enorme concentração, ele sabe como se concentrar, como olhar diretamente para você, mas lhe deixando relaxada. Eu odiei meu pai por toda minha vida, mas em seus últimos dias eu o perdoei por todo o sofrimento que ele nos causou. À medida que envelhecemos, nós aprendemos a esquecer. Eu não esqueço facilmente, mas perdôo. Há uma fonte da juventude: sua mente, seu talento, a criatividade que voce traz para a sua vida e para a vida das pessoas que você ama. Sharon Stone fala de sexo como se fosse um prato de espaguete ou pizza. Essas coisas são privadas, você precisa ter um pouco de descrição.
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  Em 1935 uma jovem estrela chamada Francis Farmer deslumbrou Hollywood.A linda e talentosa atriz parecia estar vivendo um conto de fadas. Como essa atriz acabou passando anos de torturas dilacerantes e humilhação. Não há nenhuma estrela para Francis Farmer na calçada da fama. Oito anos após seu primeiro filme Francis perdeu tudo, sua fama, sua fé e sua liberdade. Ela passou mais de cinco anos trancafiada em um terrível sanatório público. Quando foi liberada os médicos a deram por curada, mas sua alma estava dilacerada e ela jamais se recuperou. Veja mais no documentário Mistérios e Escândalos.   Assista Online
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  Em 1922 o assassinato de um dos diretores mais famosos era assunto principal de Hollywood. Todos se perguntavam quem o teria assassinado. A investigação sobre o seu assassinato foi cheio de subterfúgios, corrupção policial, boatos, insinuações e mentiras. A boataria estava à toda nesse caso e os suspeitos vinham desde uma atriz muito famosa na época a inimigos não declarados. Assista a esse episódio de Mistérios e Escândalos sobre Willian Desmond Taylor.   Assista Online
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  Montgomery Clift foi considerado um dos maiores atores americanos, indicado 4 vezes ao Oscar. Ele criou um estilo que influenciou muitos que vieram depois dele. Antes de Marlon Brando e James Dean, existiu Montgomery Clift. Assista a esse episódio do Mistérios e Escândalos sobre o ator.   Assista Online
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Ficha Título Original: Battle for the Planet of the Apes Ano/País/Gênero/Duração: 1973 / EUA / Ficção científica Ação / 93min Direção: J. Lee Thompson Produção: Frank Capra Jr. Roteiro: Pierre Boulle Fotografia: Richard H. Kline Música:Leonard Rosenman Elenco:   Roddy McDowall…César Claude Akins…Aldo Natalie Trundy…Lisa Serven Darden…Kolp Austin Stoker…MacDonald John Huston…Líder dos macacos e narrador da história Len Ayres…Mandemus Paul Williams…Virgil Sinopse 12 anos após o início do reinado de César (McDowall), foi constituída uma sociedade rural pacífica de macacos, em que a mais valiosa lei é "macaco jamais matará macaco". Eles vivem em paz com alguns humanos sobreviventes da Guerra Nuclear que devastou a sua sociedade. Porém, Aldo (Akins), um gorila beligerante, acha que os macacos devem ter armas e matarem humanos. E conspira com os outros da espécie para que César não continue no poder. César acredita na coexistência futura entre as espécies. Ao ouvir por MacDonald (Stoker), um amigo humano, que existem arquivos com fitas de seus pais, Cornelius e Zira, e que eles teriam falado sobre o futuro, organiza uma expedição ao lugar. É acompanhado por MacDonald e o sábio orangotango Virgil (Williams). Os tapes estão em subterrâneos de uma grande cidade devastada por uma bomba nuclear, que eles pensam estar desabitada. Chegando lá, os humanos mutantes sobreviventes do bombardeio percebem sua presença. E o desequilibrado líder, Kolp (Darden), começa a planejar um ataque aos macacos, por lembrar da rebelião de César e crer que são seres inferiores.     Assista Online   Imagens
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Ficha Título Original: Lonely Are the Brave Ano/País/Gênero/Duração: 1962 / EUA / Western Romance / 107min Direção: David Miller Produção: Edward Lewis Roteiro: Dalton Trumbo Fotografia: Philip H. Lathrop Música: Jerry Goldsmith Elenco: Kirk Douglas...John W. "Jack" Burns Gena Rowlands...Jerry Bondi Walter Matthau...Xerife Morey Johnson Michael Kane...Paul Bondi Carroll O'Connor...Hinton (o motorista do caminhão) William Schallert...Harry (operador de rádio) George Kennedy...Ajudante de Xerife Gutierrez Karl Swenson...Rev. Hoskins Dan Sheridan...Ajudante Glynn     Sinopse O caubói John W. "Jack" Burns fica sabendo que seu amigo Paul foi preso por transportar imigrantes ilegais e resolve ir à cidade para ajudá-lo. Burns não tem seguro social ou licença para dirigir. Ele viaja a cavalo e se encontra com Jerry, a esposa de Paul. Deixando a montaria na casa de Jerry, Burns inicia seu plano: ele vai até um bar, se embriaga e procura briga para ir preso. Só que as coisas não saem bem como ele quer: um homem de um braço apenas é quem o chama para a briga e ele, relutante, acaba levando uma surra. Ao ser levado para a chefatura da polícia, os policiais querem libertar Burns, pois sabem da fama do aleijado. Então Burns não vê outro jeito senão agredir os policiais. Ele pega seis meses e finalmente vai para a cadeia onde está Paul. Quando os amigos se reencontram, Burns lhe mostra as serras que trazia escondido para usá-las para fugir. Paul não aceita então Burns foge sózinho, pois não aguentaria ficar confinado na prisão. O xerife Johnson sai em busca do fugitivo e logo descobre a casa de Jerry e rastreia Burns até as montanhas. O caubói tenta alcançar a fronteira do México com seu cavalo. As coisas se complicam quando um general oferece ao xerife um helicóptero militar para ajudar na perseguição   Curiosidades Kirk Douglas escolheu o elenco e a equipe técnica aravés da sua produtora, Joel Productions. Dalton Trumbo, que havia escrito Spartacus, colaborou mais uma vez com o astro. Alfred Newman recomendou o compositor Jerry Goldsmith para a música do filme, que assim recebeu sua primeira grande oportunidade.[1] As locações foram nas cercanias de Albuquerque, Novo México: Montanhas Sandia e Manzano, o Desfiladeiro Tijeras e a Base Aérea de Kirtland.[2] O filme era para se chamar "The Last Hero" (O último herói),[3] mas Douglas queria mudar para "The Brave Cowboy" (O bravo caubói). O Estúdio Universal Pictures associou o filme a um Western e foi quem escolheu o título final "Lonely Are the Brave" (literalmente, Solitários são os bravos).[1] Lonely Are the Brave teve seu lançamento em Houston, Texas em 24 de maio de 1962.[3] Bill Bixby faz uma pequena figuração como o homem no helicóptero.[4] Foi o primeiro filme de Carroll O'Connor, que se tornaria conhecido na televisão nos anos de 1970 pela série All in the Family .[5] Bill Raisch interpretou o aleijado que briga com Douglas em cena memorável. No ano seguinte, Raisch foi a ameaça para David Janssen na série de televisão clássica O Fugitivo, interpretando o "assassino de um braço". O roteiro traz semelhanças com a história real de Albert Johnson, apelidado de "caçador louco", um solitário homem misterioso que em 1931 sofreu uma perseguição implacável da Real Polícia Montada do Canadá. Um helicóptero do exército substitui o aeroplano que ajudou os policiais na perseguição verdadeira.       Imagens
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  Ficha Título Original: The Glenn Miller Story Ano/País/Gênero/Duração: 1953 / EUA / Biografia Drama Musical / 115min Direção: Anthony Mann Produção: Aaron Rosenberg            Roteiro: Valentine Davies, Oscar Brodney Fotografia: William H. Daniels           Música: leslie I. Carey Elenco: James Stewart     ...    Glenn Miller June Allyson     ...    Helen Berger Miller Harry Morgan     ...    Chummy MacGregor Charles Drake     ...    Don Haynes George Tobias     ...    Si Schribman Barton MacLane     ...    Gen. Hap Arnold, USAAF Sig Ruman     ...    W. Kranz Irving Bacon     ...    Mr. Miller James Bell     ...    Mr. Burger Kathleen Lockhart     ...    Mrs. Miller Katherine Warren     ...    Mrs. Burger Frances Langford     ...    Herself Louis Armstrong     ...    Himself Ben Pollack     ...    Himself Gene Krupa     ...    Himself   Sinopse Cinebiografia de Glenn Miller, um popular e influente líder de uma das famosas bandas da época nos anos 30 e início dos anos 40, que morreu servindo seu país na Segunda Guerra Mundial. O filme aproveita-se para dar detalhes acerca da vida nos Estados Unidos de 1929 a 1945.         Imagens
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Título Original: The Concorde ... Airport '79 Ano/País/Gênero/Duração: 1979 / EUA / Ação | Drama | Suspense / 123 min Direção: David Lowell Rich Produção: Jennings Lang Roteiro: Arthur Hailey e Jennings Lang Fotografia: Philip H. Lathrop Música: Lalo Schifrin     Elenco   Alain Delon ... Capt. Paul Metrand Susan Blakely ... Maggie Whelan Robert Wagner ... Dr. Kevin Harrison Sylvia Kristel ... Isabelle George Kennedy ... Capt. Joe Patroni Eddie Albert ... Eli Sands Bibi Andersson ... Francine Charo ... Margarita John Davidson ... Robert Palmer Andrea Marcovicci ... Alicia Rogov Martha Raye ... Loretta Cicely Tyson ... Elaine Jimmie Walker ... Boisie David Warner ... Peter O'Neill Mercedes McCambridge ... Nelli     Sinopse       Último filme da série do gênero catástrofe iniciada com ''Aeroporto'', em 1970, aqui George Kennedy volta a fazer o piloto Joe Patroni, dessa vez às voltas com mísseis nucleares e tendo de evitar uma colisão nos Alpes Suíços. Isso porque a bordo do avião há uma mulher que tem em mãos documentos secretos que podem causar sérios problemas a uma grande empresa de armas nucleares.   Imagens
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  Ficha Título Original: King of Kings Ano/País/Gênero/Duração: 1961 / EUA / Biografia Drama História / 168min Direção: Nicholas Ray Produção: Samuel Bronston Roteiro: Philip Yordan Fotografia: Manuel Berenguer Música: Miklós Rózsa Elenco: Jeffrey Hunter ... Jesus Siobhan McKenna ... Mary Hurd Hatfield ... Pontius Pilate Ron Randell ... Lucius Viveca Lindfors ... Claudia Rita Gam ... Herodias Carmen Sevilla ... Mary Magdalene Brigid Bazlen ... Salome Harry Guardino ... Barabbas Rip Torn ... Judas Frank Thring ... Herod Antipas Guy Rolfe ... Caiaphas Royal Dano ... Peter Robert Ryan ... John The Baptist Edric Connor ... Balthazar   Sinopse A vida de Cristo contada com rigor histórico. Da manjedoura em que nasceu na cidade de Belém para a adoração de milhares de fiéis espalhados pelo mundo, a vida de Jesus Cristo (interpretado por Jeffrey Hunter) foi inegavelmente repleta de grandes acontecimentos. Acompanhe em O Rei dos Reis, dirigido por Nicholas Ray e escrito por Philip Yordan - adaptado de nada menos que o Novo Testamento. Você verá seus milagres, os pilares da construção de sua igreja, a escolha dos Doze Apóstolos, a última ceia, a traição de Judas (Rip Torn), o humilhante julgamento em praça pública conduzido por Pôncio Pilatos (Hurd Hatfield), a crucificação e a ressurreição. Para os cristãos, a chance de ver seu líder espiritual. Para toda a humanidade, a oportunidade de aprender mais sobre a vida de um dos ícones religiosos mais importantes da História, reconhecido como espírito valoroso independentemente da religião. O Rei dos Reis tem música do vencedor do Oscar® Miklos Rozsa e narração de Orson Welles.     ASSISTA ONLINE       Imagens
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  Ficha Título Original:  Erinnerungen an die Zukunft Ano/País/Gênero/Duração: 1970 / Documentário / 92min Direção: Harald Reinl Produção: Manfred Barthel                    Roteiro: Harald Reinl, Erich von Däniken Fotografia: Ernst Wild                Música:Peter Thomas Elenco: Heinz-Detlev Bock     ...    Narrator Klaus Kindler     ...    Narrator Christian Marschall     ...    Narrator   Sinopse Publicado em 1968, o livro Eram os Deuses Astronautas? bateu, em pouco tempo, recordes de vendas em 38 países, com cerca de 7 milhões de cópias vendidas em todo o mundo. Com locações em diversos países, este filme mostra os fundamentos deste marco da ufologia. O escritor Erich Von Däniken procura provar, por meio de descobertas arqueológicas e textos sagrados, que todos os deuses das antigas civilizações eram, na verdade extraterrestres. Viaje junto com o autor por locais fascinantes, como as pistas de Nazca, as ruínas Maias e Astecas, A Ilha de Páscoa e as pirâmides do Egito. Com opção de áudio em alemão e português, Eram os Deuses Astronautas? é um programa obrigatório para os interessados em desvendar os mistérios da humanidade. Qualidade Excelente! Fret e registrado incluso no valor.     Assista Online    
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  Ficha Título Original: Silverado Ano/País/Gênero/Duração: 1985 / EUA / Western / 133min Direção: Lawrence Kasdan Produção: Lawrence Kasdan Roteiro: Lawrence Kasdan Fotografia: John Bailey Música: Bruce Broughton Elenco: Kevin Kline ... Paden Scott Glenn ... Emmett Kevin Costner ... Jake Danny Glover ... Mal Marvin J. McIntyre ... Clerk Brad Williams ... Trooper Sheb Wooley ... Cavalry Sergeant Jon Kasdan ... Boy at Outpost John Cleese ... Sheriff Langston Todd Allen ... Deputy Kern Kenny Call ... Deputy Block Bill Thurman ... Carter Meg Kasdan ... Barmaid Dick Durock ... Bar Fighter Gene Hartline ... Bar Fighter   Sinopse Quatro heróis involuntários têm em seu caminho a esquecida Silverado, cidade em que seus pais vivem e que foi tomada por um xerife corrupto e por um cruel ladrão de terras. Agora os amigos vão tentar restabelecer a paz no local.         Imagens
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  Ficha Título Original:  Hair Ano/País/Gênero/Duração: 1979 / EUA / Drama Musical / 120min Direção: Milos Forman Produção: Michael Butler    Roteiro: Michael Weller Fotografia: Miroslav Ondrícek                Música:  Galt MacDermot    Elenco: John Savage     ...    Claude Hooper Bukowski Treat Williams     ...    George Berger Beverly D'Angelo     ...    Sheila Franklin Annie Golden     ...    Jeannie Ryan Dorsey Wright     ...    Lafayette aka Hud Don Dacus     ...    Woof Cheryl Barnes     ...    Hud's Fiancee Richard Bright     ...    Fenton Nicholas Ray     ...    The General Charlotte Rae     ...    Lady in Pink Miles Chapin     ...    Steve Franklin Fern Tailer     ...    Sheila's Mother Charles Denny     ...    Sheila's Father Herman Meckler     ...    Sheila's Uncle Agness Breen     ...    Sheila's Aunt     Sinopse Um dia antes de alistar-se à Guerra do Vietnã, um jovem do interior faz amizade com um grupo de hippies urbanos que, dentre outras coisas, tentam lhe convencer sobre a inutilidade da guerra e o ajudam a conquistar uma moça da classe alta, pela qual se apaixonou.           Imagens  
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Libera o filme pra assistir, esse foi o melhor filme que asssisti na minha adolecencia.
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Ah!!!ques saudade de cenorinha....quero assistir de novo, libera o filme
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Maravilhoso!!!!!!!!
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Adoraria ter a oportunidade de asssistir ao filme que marcou minha infância. Desde já agradeço, Penha
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  Ficha Título Original: Lampião e Maria Bonita Ano/País/Gênero/Duração: 1982 / Brasil / Direção: Paulo Afonso Grisolli Produção: Rede Globo Elenco: Nelson Xavier     ...    Lampião Tânia Alves     ...    Maria Bonita Roberto Bonfim     ...    Sargento Libório Regina Dourado     ...    Joana Bezerra Heliana Menezes     ...    Alice Lú Mendonça     ...    Dadá Antônio Pompêo     ...    Sabonete Helber Rangel     ...    Lindolfo Macedo Marco Antônio Soares     ...    Telegrafista José Dumont     ...    Tenente Zé Rufino Arnaud Rodrigues     ...    Motorista Cláudio Corrêa e Castro        Joffre Soares     ...    Coronel Pedrosa Michael Menaugh     ...    Steve Chandler John Procter     ...    Mr.Fry   Sinopse Os últimos dias de Lampião e Maria Bonita. A ação tem inicio com o seqüestro por Lampião do geólogo inglês Steve Chandler. O cangaceiro usa Joana Bezerra como intermediária para negociar o resgate com o governo da Bahia: 40 contos de Réis pela vida do Refém. Em Salvador, o jornalista Lindolfo Macedo descobre que o governo pretende mandar prender Argemiro, irmão honesto e trabalhador de Lampião, para forçar o cangaceiro a soltar o inglês. O jornalista parte então para o sertão na esperança de encontrar Argemiro primeiro, mas o governador decide enviar tropas comandadas pelo tenente Zé Rufino, tradicional perseguidor de Lampião, para capturar o bandido, desvendado pelo secretário do interior da Bahia Euclides Fonseca. A partir daí tem inicio uma série de negociações, perseguições e fugas, durante as quais o grupo vive momentos de grande tensão, tanto pela presença de Chandler quanto pelo desaparecimento de Maria Bonita. O governo e a embaixada inglesa oferecem recompensas para quem fornecer pistas sobre o paradeiro do bando. O cerco se aperta. A volante de Zé Rufino, descobre o bando na fazenda de Manoel Severo, onde Lampião e Maria Bonita haviam ido visitar Expedita, a filha do casal. Por fim, em 28 de Julho de 1938, Lampião e Maria Bonita são metralhados na Serra de Angicos, vivendo as suas intrigas de estado.     Assista Online     Imagens
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Eu tenho apenas uma regra em ação - confiar no diretor e dar-me de coração e alma. Quando eu perco a calma, queridos, vocês não encontram em lugar nenhum! Eu não entendo as pessoas que gostam de trabalhar e falam sobre isso como se fosse uma espécie de dever maldito. Devo ter visto o nascer do sol mais do que qualquer outr atriz na história de Hollywood. No fundo, eu sou muito superficial. Depois de meu primeiro teste de tela, o diretor bateu palmas alegremente e disse: "Ela não sabe falar! Ela não sabe atuar! Ela é sensacional!" Todo mundo se beija nesse negócio de cinema o tempo todo. São negócios. Qual o meu ponto principal? Meu rosto, digamos, parece que viveu dentro de mim. Eu sou uma estrela apenas quando estou vestida para tal. Sem isso sou uma pessoa extremamente normal. Quero viver até os 150 anos, mas no dia que eu morrer, desejo que seja com um cigarro em uma mão e um copo de uísque na outra. O que eu realmente gostaria de dizer sobre o estrelato é que ele me deu tudo o que eu nunca quis. Talvez eu não tenha o temperamento para o estrelato. Nunca vou esquecer de ter visto Bette Davis no Hilton em Madrid. Fui até ela e disse: "Miss Davis, sou Ava Gardner e sou uma grandê fã sua". Ela somente me respondeu: "É claro que você é, meu bem, é claro." Embora ninguém acredite, eu nunca deixei de ser uma garotinha, de ter meus valores. (Sobre Robert Taylor): Ele é caloroso, generoso, um ser humano inteligente. Nosso caso de amor durou três ou quatro meses. Mas foram momentos mágicos. Nunca consegui esquecer aqueles meses... Eu não suporto enfrentar uma câmara. Não tenho respeito por atuar. Talvez se eu tivesse aprendido alguma coisa seria diferente. Eu nunca fiz nada (no cinema) de que me orgulhe. (Quando perguntada sobre seu tempo de contratada da MGM): Cristo, após 17 anos de escravidão, você ainda faz uma pergunta dessas? Eu odiava isso. Eles tentavam me vender como um prêmio.  
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  Ficha Título Original: La Violetera Ano/País/Gênero/Duração: 1958 / Espanha Itália / Romance Musical / 108min Direção: Luis Cesar Armadori Produção: Benito Perojo Roteiro: Jesús María de Arozamena Fotografia: Antonio L. Ballesteros Música: Juan Quintero Elenco: Sara Montiel ... Soledad Moreno Raf Vallone ... Fernando Franck Villard ... Henri Barnard Tomás Blanco ... Alfonso Pastor Serrador ... Carlos Tony Soler ... Lola Félix Fernández ... Dueño local Robert Pizani ... Maestro Charles Fawcett ... Extranjero   Sinopse Na Madri do início do Século XX, Soledad vende violetas no lado de fora do principal teatro da cidade. Jovem, bonita e sonhadora, ela canta para distrair seus fregueses. Até que um dia, sua voz encantadora chama a atenção de um jovem e rico aristocrada. Desse encontro, após muitas tentativas e sofrimento, ela se transforma em um grande sucesso mundial. E em meio a tribulações e preocupações, acontece o amor entre os dois. Música, alegria e emoção em um filme inesquecível, responsável pelo grande sucesso de Sarita Montiel.       Imagens
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  Adulado pelas mulheres, rejeitado pelos críticos de arte, era considerado por muitos, um ator de poucos recursos. Mas era adulado pelas mulheres e se transformou no maior galã de sua época. Tanto que muitas mulheres se suicidaram ao saber da morte do jovem ator.   Assista a esse documentário (em italiano) sobre o primeiro latin lover de Hollywood.       Assista Online
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  Cary Grant começou a fazer teatro, e acabou abandonando os estudos aos 14 anos. Depois de participar de algumas comédias musicais, como “Golden Dawn” e “Nikki”, conseguiu um contrato com a Paramount, em 1932, onde mudou o nome para Cary Grant (um trocadilho, do nome de um dos maiores atores da época Gary Cooper). Estreou em This Is the Night, de Frank Tuttle, fazendo um papel secundário. Em Blonde Vênus aparece ao lado de Marlene Dietrich. Mãe West se agradou dele, e exigiu sua participação em dois filmes seus. Depois de atuar com diversas estrelas, como Katherine Hepburn e Irenne Dunne, Carole Lombart, conseguia finalmente chegar ao estrelato. Assista a esse documentário (em espanhol) sobre o ator.         Assista Online
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  Barbara começou sua vida artística como corista aos 15 anos em cabarés de Nova York. O sucesso foi grande e ali nascia Barbara Stanwyck, mais tarde uma legenda de Hollywood.   Assista ao documentário em espanhol sobre a atriz americana.     Assista Online (dublado em espanhol)
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  Ficha Título Original: The Valachi Papers Ano/País/Gênero/Duração: 1972 / França Itália / 110min Direção: Terence Young Produção: Dino De Laurentiis Roteiro: Stephen Geller Fotografia: Aldo Tonti Música: Riz Ortolani e Armando Trovajoli Elenco: Charles Bronson ... Joe Valachi Lino Ventura ... Vito Genovese Jill Ireland ... Maria Reina Valachi Walter Chiari ... Gap Joseph Wiseman ... Salvatore Maranzano Gerald S. O'Loughlin ... Ryan Amedeo Nazzari ... Gaetano Reina Fausto Tozzi ... Albert Anastasia Pupella Maggio ... Letizia Reina Angelo Infanti ... Lucky Luciano Guido Leontini ... Tony Bender María Baxa ... Donna Mario Pilar ... Salierno Franco Borelli ... Buster Alessandro Sperli ... Giuseppe 'Joe the Boss' Masseria   Sinopse A máfia de New York se encontra ameaçada por Joe Valachi, o primeiro arrependido da "Cosa Nostra". O gangster da antiga e membro da máfia Americana, Joseph Valachi cumpre pena de prisão e aceita ser testemunha chave num importante julgamento de mafiosos filmado para a TV. Perante as câmeras, desvenda a história da sua vida: desde a sua infância aos primeiros encontros com membros veteranos da máfia, culminando com o seu casamento com a filha do próprio padrinho assassinado. Quando Joe Valachi (Charles Bronson) vê a sua cabeça a prêmio posta por Don Vito Genovese (Lino Ventura), não lhe restam senão medidas desesperadas param se proteger enquanto está na prisão. A principal testemunha no julgamento que será televisionado para todo país, conseguirá sair com vida? Grande filme do gênero, com uma atuação primorosa de Bronson.       Imagens    
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  Olhando minha carreira de mais de 60 anos vejo que eu era tão discreto quanto um touro mijando na sua sala de estar. Eu acho que realmente se escrever uma auto-biografia, desejo mais do que tudo mencionar o quanto eu e John F. Kennedy éramos amigos. Passar despercebido nunca foi o meu forte. Nunca consegui alguém que substituísse Dean Martin, porque nós tínhamos um fator X: um poderoso sentimento entre nós. Vou passar por este mundo apenas uma vez. Portanto, que eu possa fazer o bem a outro ser humano. Deixe-me fazer agora! Creio que não se deve deixar para depois essa tarefa de ajudar. Eu não gosto de comediantes femininas. Eu sou talentoso, gênio, rico e internacionalmente famoso. Tenho um QI de 190 e devo ser um gênio. As pessoas não gostam disso. A minha resposta a todos os meus críticos é simples: eu gosto de mim, eu gosto do que me tornei. Eu tenho orgulho do que consegui até hoje. Os atores irão se matar para trabalhar com você se forem tratados como seres humanos. Vocês tem que deixá-los saber que eles são necessários, pagar bem e tratá-los com gentileza. O sonho de todo homem é ser capaz de se afundar nos braços de uma mulher, mas sem que ela tire as mãos para você cair. (Sobre Stan Laurel): Ele amava as pessoas simples, e ele era uma delas. Gostava de trabalhar na arte e vivia se metendo em confusão.
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Todos os homens que conheci dormiram com Gilda e acordaram comigo. Não, não tive tudo da vida, mas tive muito. Eu realmente nunca pensei em mim mesma como uma deusa do sexo, sempre me senti mais como uma comediante que sabe dançar. Tudo o que eu queria era apenas o que todos querem, você sabe, ser amada. O que me surpreende na vida não são os casamentos que falham, mas os casamentos que duram. Acho que todas as mulheres têm uma certa elegância, que é destruída quando elas tiram suas roupas. A diversão de atuar é tornar-se outra pessoa. Ninguém consegue ser Gilda 24 horas por dia. Estamos todos ligados ao nosso destino e não há nenhuma maneira de nos libertar. Cada vez mais as estrelas são recrutadas pela beleza, e o resultado disso é que são belas atrizes, porém péssimas atuando. Eu me separei de Orson Welles porque não conseguia mais aturar seu gênio. Eu queria estudar canto, mas Harry Cohn dizia: "Quem precisa disso", e o estúdio não ia pagar. Me intimidaram de todas as maneiras. Eu era certamente uma dançarina bem treinada. Na verdade sou uma boa atriz, tenho talento e sinto a personagem, mas infelizmente, tudo o que conseguem ver em mim é a minha imagem.
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O cara que roubou não sabia no que estava se metendo he he he
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O início da maturidade da carreira hilária do Jerry Lewis. Imperdível.
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Pra imi é motimo de orgulho té-la com conterrania. viva o ceará!!!!
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    Assista a esse episódio da série Mistérios e Escândalos sobre a vida da atriz Joan Crawford. Em espanhol     Assista Online
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    Assista a esse episódio da série Mistérios e Escândalos sobre Vivien Leigh.     Assista Online
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    Este documentário, em espanhol, fala da forma como acabou a carreira de alguns dos maiores astros de Hollywood. Assista Online (em espanhol)
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Documentário em inglês (sem legendas) lançado em 2003 sobre a carreira de Rita Hayworth. Sem legendas.   Assista Online (em inglês, sem legendas)    
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3437. sim
sim
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VCS TEM COMO POSTAR O FILME PELO TORRENT OU POR OUTRO LINK? É QUE NÃO CONSIGO BAIXAR PELO P2P...
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  Neste documentário, Katharine Hepburn fala sobre sua vida desde o início, seus filmes, sua relação com Spencer Tracy e estrelato. Também é possível ver como vivia a atriz em seus últimos anos.   Assista Online      
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  Talentosa, inteligente e imprevisível, Louise Brooks foi dançarina, atriz, escritora, e acima de tudo, uma mulher muito moderna para os padrões da época em que viveu. Ganhou admiradores famosos e inimigos influentes, e acabou abandonando Hollywood. Assista ao documentário "Louise Brooks: Procurando por Lulu", com a narração de Shirley MacLaine,   Assista Online
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  Atriz de cinema de sueca, naturalizada norte-americana, conhecida por "a divina". Trabalhou com Mauritz Syiller, que lhe deu o apelido de Garbo. A sua celebridade seria conquistada nos EUA onde trabalhou no cinema mudo que transpôs para o cinema sonoro sem quaisquer problemas devido à sua voz profunda e sensual. Deixou de aparecer em 1947. Em 1955 recebeu o Óscar da Academia pelo conjunto da sua carreira. Saiu de cena no auge da fama tendo conquistado um lugar único na 7ª Arte.   Assista Online (em espanhol)
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  Spencer Tracy estreou em 1922 na Broadway. Mas o sucesso mesmo veio com o cinema. Por 20 anos ficou na MGM e em 1955 começou a atuar independentemente. Tracy é descrito como um dos maiores atores da história do cinema dos Estados Unidos. Participou em mais de setenta filmes em três décadas. Juntamente com Laurence Olivier possui o recorde de indicações ao prêmios Oscar de melhor ator.   Assista ao documentário Mistérios e Escândalos, sobre o ator.   Assista Online
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Acho que falta aqui o George Carlin!!
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  “Ame você mesmo primeiramente e tudo se encaixara. Você realmente tem de se amar para conseguir algo nesse mundo” Lucille Ball “O segredo de ficar jovem é viver honestamente, comer pouco e mentir sobre a idade” Lucille Ball “Eu prefiro me arrepender das coisas que eu fiz do que lamentar sobre as coisas que eu não fiz” Lucille Ball “Eu fico feliz que eu tenho trazido risadas porque tem sido mostrado o valor disso através de mim, em muitas vidas, em muitos jeitos” Lucille Ball “Eu amo um público, eu trabalho melhor com um público. Na verdade, eu sou morta sem um” Lucille Ball “Eu sou conhecida entre os comediantes como a garota que irá fazer de tudo. Red Skelton me bajula dizendo que eu tenho a coragem de um tigre. Eu não acho que é uma questão de coragem, é apenas fazer o que sai naturalmente” Lucille Ball “Eu logo aprendi que para sobreviver no teatro você tem que ser bem forte, bem saudável e muito resiliente. Raramente alguém lhe fala uma palavra encorajadora” Lucille Ball "Antes de você se desenvolver como atriz, você precisa se desenvolver como mulher. Você não vai se prostituir para conseguir um papel, não se você estiver consciente. Você nunca vai ser feliz, fazendo o que for, se não estiver de bem com consciência. Por isso mantenha a cabeça pra cima, ombros para trás, mantenha o respeito próprio, seja legal, seja inteligente e o mais importante, não ache o sucesso virá do dia pra noite. As vezes poderá demorar 15, 20 anos para ele vir" Lucille Ball “Diga sim para tudo. Faça tudo que te peçam sem reclamar. Aprenda algo novo sobre seu trabalho todo dia. Estude muito,trabalhe mais ainda.” Lucille Ball   Por Juliana Garrido
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O site está reformulado e muito lindo!!! Parabéns, Carla!! Um abraço, Dani.
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  The Celluloid Closet, conhecido no Brasil como O Celulóide Secreto ou O Outro Lado de Hollywood, é o título do documentário realizado em 1995, dirigido e escrito por Rob Epstein e Jeffrey Friedman. O filme é uma produção francesa, britânica, alemã e estadunidense, baseado no livro homônimo de Vito Russo, que pesquisou a história de quais filmes, especialmente de Hollywood retratavam personagens gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros. Foi exibido em determinados cinemas nos Estados Unidos. No Brasil, fora exibido após o término do Festival do Rio de cinema, em 1996.   O documentário entrevista vários homens e mulheres conectados à indústria cinematográfica de Hollywood para comentar várias passagens nos filmes e suas próprias experiências pessoais em como lidar e atuar com e como personagens LGBT. Dos personagens afetados à censura do Código de Produção de Hollywood, também conhecido como Código Hays, dos personagens implicitamente homossexuais, dos cruéis estereótipos aos progressos conquistados na década de 1990. Vito Russo quis transformar seu livro num documentário e ajudou no projeto até sua morte em 1990. Muitos críticos notaram que o tom dado ao filme era menos político do que no livro e encerrava-se com mais otimismo. Russo queria assim entreter e refletir as mudanças positivas que ocorreram na década de 1990.   Assista Online (legendado)
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  Com seu talento e aura de mistério, Greta tornou-se uma das mulheres mais fascinantes cinema, eleita pelo Instituto Americano de Cinema como a quinta maior lenda da história da sétima arte. Apesar de sua carreira meteórica, Garbo era solitária e reservada, e só concedeu quatorze entrevistas durante toda a vida. Pouco se soube e muito se especulou sobre a atriz, incluindo mistérios sobre sua relação com os Aliados da Segunda Guerra Mundial. Uma das citações mais memoráveis sobre ela é a de que "Greta é como a Mona Lisa - uma das grandes coisas da vida. E tão distante quanto."   Este documentário foi produzido pela History Channel contando fatos da vida da atriz Greta Garbo. Em italiano. Assista Online (dublado em espanhol)
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  Almodóvar é conhecido por seus enredos mirabolantes, em que as coisas mais absurdas acontecem com uma normalidade tranquila. Mas não é a vida, afinal, o maior dos absurdos? Sua paleta de cores, recheada com um vermelho intenso e com muito verde, também é sua marca registrada. Suas personagens são intensas, e muitas vezes parecem saídas de um melodrama dos anos 20. Vale a pena conferir.   Este documentário narra a tragetória e o processo criativo de um dos diretores mais cultuados da atualidade.   Assista Online (legendado)  
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  O documentário conta a extraordinária história da estrela brasileira que conquistou a imaginação e o coração do mundo. Carmen Miranda, nascida em Portugal e criada no Brasil, foi uma artista de imenso talento. Já famosa na América do Sul, em 1939 ela é descoberta por Lee Shubert que a leva para os Estados Unidos, onde ela se torna “The Brazilian Bombshell”. Carmen Miranda permanece como a mais famosa brasileira a conquistar as telas do cinema. No entanto, para os norte-americanos era mais conhecida como uma figura caricata que carregava um enorme cacho de bananas na cabeça. O filme tenta resgatá-la dessa trama, devolvendo-lhe o que há de mais fundamental: sua identidade.   Assista Online (legendado)
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  Após mais de 13 anos de espera, finalmente está prevista para 2013 a inauguração do Museu Chaplin, em Vevey, Suiça, às margens do Rio Geneva, antiga Mansão onde Chaplin passou as últimas décadas ao lado da família. A visita ao local será um passeio de três horas através de uma história repleta de sensibilidade, revelação e emoção, exibindo a mansão onde Charlie Chaplin viveu  e apresentando um novo salão de exposição no centro de um território de 14 hectares agraciados com jardins, trilhas e terraços oferecendo uma vista deslumbrante de um lago no esplendor alpino que é Suíça. Serão exibidos objetos pessoais, como a roupa utilizada por ele nos filmes e serão criados vários ambientes, como reprodução de salas de antigas de cinema mudo, recriações de cenários criados pelo cineasta; uma junção do passado com o presente, com projeções em 3D de filmes mudos: Veja em 3D Como será: Recriação de cenários Exibição de filmes Exposição Ambiente 3D A Mansão, à época de Chaplin: Na foto, Oona e Charles Frente Jardins  
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A atriz foi lançada no cinema americano por David Griffith, em 1909 depois de ter feito sucesso no teatro pelas mãos do diretor David Belasco. Se tornou em 1918 a atriz mais bem paga do cinema americano. Fez mais de 200 filmes, a maior parte deles ainda no cinema mudo. Este documentário narra a vida de Mary Pickford.   Assista Online (sem legendas)
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Título Original: Coney Island Ano/País/Gênero/Duração: 1917 / EUA / Comédia / 25min Direção: Roscoe 'Fatty' Arbuckle Roteiro: Roscoe 'Fatty' Arbuckle Fotografia: George Peters   Elenco   Roscoe 'Fatty" Arbuckle ... Fatty Joe Bordeaux ... Sledgehammer Man / Cop Jimmy Bryant ... Undetermined Role Buster Keaton ... Rival / Cop with Moustache Alice Lake ... Girl at Vanity Table Alice Mann ... Pretty Girl Agnes Neilson ... Fatty's Wife Al St. John ... Old Friend of Fatty's Wife     Sinopse   Roscoe tenta se livrar da esposa para aproveitar melhor um dia na praia.   Assista Online       Imagens
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20'   30'   40'   50' 60'   70'   80's   90's   2000   Últimas fotos     Digníssima!
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Título Original: Peggy Sue Got Married Ano/País/Gênero/Duração: 1986 / EUA / Romance / 104min Direção: Francis Ford Coppola Produção: Paul R. Gurian Roteiro: Jerry Leichtling e Arlene Sarner Fotografia: Jordan Cronenweth Música: John Barry e Buddy Holly Elenco Kathleen Turner .... Peggy Sue Kelcher Bodell Nicolas Cage .... Charlie Bodell Barry Miller .... Richard Norvik Catherine Hicks .... Carol Heath Don Murray .... Jack Kelcher Barbara Harris .... Evelyn Kelcher Jim Carrey .... Walter Getz Wil Shriner .... Arthur Nagle Maureen O'Sullivan .... Elizabeth Alvorg Leon Ames .... Barney Alvorg John Carradine .... Leo Joan Allen .... Maddy Nagle Kevin J. O'Connor .... Michael Fitzsimmons Sofia Coppola .... Nancy Kelcher Harry Basil .... Leon Helen Hunt .... Beth Bodell Sinopse Peggy (Kathleen Turner), uma mulher de meia idade, está com problemas no casamento e se sente infeliz. Durante uma reunião com os antigos colegas da escola, ela desmaia e volta ao passado, quando era apenas uma garota e ainda namorava seu futuro marido. No passado, ela tem a chance de mudar seu presente. Curiosidades - Debra Winger foi cogitada para o papel principal. Assista Online Imagens
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A SÉTIMA ARTE É UMA "FÁBRICA DE SONHOS"! COMO SONHAR É NECESSÁRIO À ESTABILIDADE MENTAL DO SER HUMANOS, ESPEREMOS QUE ELE, O CINEMA, CONTINUE ASSIM ;PRODUZINDO SONHOS... BOA NOITE, AMIGUINHAS E AMIGUINHOS, COM AS MARAVILHOSAS LENDAS DO CINEMA...! BENJAMIN
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  Pois é, a Bela Adormecida tem mais de 50 anos, e em comemoração foi lançado um DVD Platinum do desenho animado, restaurado e com extras. O que pouca gente sabe é que a voz da princesa Aurora foi feita por Mary Costa, hoje com 78 anos de idade, e que acabou servindo também de modelo para os desenhos. Mary foi descoberta numa festa em que, por acaso, cantou a música “When fall in love”. Não era cantora, mas mesmo assim sua voz chamou a atenção dos produtores de Wald Disney. Segundo, Mary, assim como as meninas de hoje em dia, ela também sonhava em ser uma princesa, e até brincava de ser Branca de Neve quando criança, mas não pensava que o sonho poderia se tornar, pelo menos ficticiamente, verdade.  
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MUITO BOM ESTES FILMES RAROS E ANTIGOS
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3458. é muito bom
é muito bom
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  Ficha Título Original: With Love and Hisses Ano/País/Gênero/Duração: 1927 / EUA / Comédia / 24min Direção: Fred Guiol Produção: Hal Roach Roteiro: Hal Roach, Harley M. Walker Elenco: Stan Laurel     ...    Cuthbert Hope Oliver Hardy     ...    Top Sergeant Banner James Finlayson     ...    Captain Bustle Anita Garvin     ...    Captain Bustle's First Girlfriend   Sinopse Comédia curta metragem da dupla Stan Laurel e Oliver Hard.         Imagens
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Imagine a cena: você está em casa e, de repente, o diretor James Cameron — em pessoa — vem a sua procura oferecendo-lhe o papel de Rose em Titanic, e claro, de brinde contracenarias com Leonardo Di Caprio (no auge da beleza. Se é que existe homem bonito), fazendo o par romântico com este. Você responderia algo como: “infelizmente ando muito atarefada para assumir este filme, fica pra próxima” ou “sim”? Pois é, Gwyneth Paltrow deu a desculpa anterior — visto não ter se entusiasmado com o filme e a personagem —, coube a Kate Winslet — conhecida na época como “a gordinha sexy” interpretar a segunda maior personagem de todos os tempos no cinema, já que a primeira, coube a Vivien Leight em ...E O Vento Levou.     Outra que não levou sorte também foi Jennifer Jones. Em 1954 ela foi convidada para atuar em Amar É Sofrer, mas descobrira estar grávida. Coube então a Grace Kelly assumir o papel e de lambuja levar o Oscar de Melhor Atriz, além do Prêmio Henrietta. (Por Ricardo Steil)
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Sim, sim, sim, é verdade. E seu nome é Dolores Hart (batizada Dolores Marie Hicks). Essa loirinha (que chega a lembrar a Grace Kelly) nasceu em Chigago, em 1938. Com 4 anos ela foi para a Califórnia, depois do divórcio dos pais. Desde cedo mostrou interesse pelas artes, mas foi só depois que ela se formou no colegial, que o destino bateu `sua porta: foi encontrada por um caça talentos e parecia perfeita para o papel de namorada num filme de ninguém mais que Elvis Presley. Estrelou “Loving you” e sua carreira deslanchou. Em 1961 ela foi chamada para estrear o filme “São Francisco de Assis”. Ela procurou ler tudo sobre Santa Clara, cujo papel faria na película, e freqüentou locais em que a santa esteve. Interpretou muito bem a irmã Clara, e depois disso passou a fazer retiros freqüentes. Até que... em 1966 ela resolveu seguir o caminho que a chamava, internando-se num convento, onde encontra-se até hoje, sendo mais conhecida como Irmã Judith. É, Hollywood tem dessas coisas também.
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  Assista ao documentário Mistérios e Escândalos, sobre Rita Hayworth, produzido pelo canal E!, legendado em espanhol.   Assista Online
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      Assista ao documentário Mistérios e Escândalos, sobre Lana Turner, produzido pelo canal E!, legendado em espanhol.   Assista Online
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  Ficha Título Original: Texas Lady Ano/País/Gênero/Duração: 1955 / EUA / Western / 86min Direção: Tim Whelan Produção: Nat Holt Roteiro: Horace McCoy Fotografia:  Ray Rennahan      Música: Paul Sawtell Elenco: Claudette Colbert     ...    Prudence Webb Barry Sullivan     ...    Chris Mooney Ray Collins     ...    Mica Ralston James Bell     ...    Cass Gower Horace McMahon     ...    Stringer Winfield Gregory Walcott     ...    Deputy Jess Foley John Litel     ...    Meade Moore Douglas Fowley     ...    Clay Ballard Don Haggerty     ...    Sheriff Herndon Walter Sande     ...    Whit Sturdy Alexander Campbell     ...    Judge E. Ness Herzog Florenz Ames     ...    Wilson Kathleen Mulqueen     ...    Nancy Winfield Robert Lynn     ...    Rev. Callender   Sinopse   Claudette Colbert faz Prudence Webb, uma mulher de decisões que ao adquirir um jornal, parte de Nova Orleans e vai para o Texas administrar seu novo negocio. Mas os problemas não tardam a aparecerem e os principais são dois dos maiores criadores de gado do local que não admitem uma mulher que possa cuidar dos negócios tão bem quanto Prudence, a qual não se deixa influenciar pelas provocações. e fara de tudo para evitar que seu jornal seja difamado ou levado a falência.       Imagens
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Ficha Título Original: Night Passage Ano/País/Gênero/Duração: 1957 / EUA / Western / 90min Direção: James Neilson Produção: Aaron Rosenberg    Roteiro: Borden Chase e Norman A. Fox Fotografia: William H. Daniels      Música: Dimitri Tiomkin     Elenco: James Stewart     ...    Grant McLaine Audie Murphy     ...    The Utica Kid Dan Duryea     ...    Whitey Harbin Dianne Foster     ...    Charlotte Drew Elaine Stewart     ...    Verna Kimball Brandon De Wilde     ...    Joey Adams Jay C. Flippen     ...    Ben Kimball Herbert Anderson     ...    Will Renner Robert J. Wilke     ...    Concho Hugh Beaumont     ...    Jeff Kurth Jack Elam     ...    Shotgun Tommy Cook     ...    Howdy Sladen Paul Fix     ...    Mr. Feeney Olive Carey     ...    Miss Vittles James Flavin     ...    Tim Riley   Sinopse   O dinheiro destinado a pagar os empregados da ferrovia tem sido sistematicamente roubado por Whitey Harbin e sua gang. Grant McLaine, depois de ser despedido sem honra pela companhia férrea, é chamado de volta para impedir que o mesmo aconteça com o próximo pagamento. Quando os bandidos atacam o trem, Grant esconde o dinheiro em uma caixa. Furioso, Whitey toma a jovem Verna como refém e exige um resgate no valor de dez mil dólares. Grant consegue descobrir o esconderijo dos facínoras e agora tem de se haver com Utica Kid, seu irmão mais novo, que faz parte da quadrilha.       Imagens
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  Ficha Título Original: Bend of the River Ano/País/Gênero/Duração: 1952 / EUA / Western / 91min Direção: Anthony Mann Produção: Aaron Rosenberg    Roteiro: Borden Chase e William Gulick Fotografia: Irving Glassberg      Música: Hans J. Salter Elenco: James Stewart .... Glyn McLyntock Arthur Kennedy .... Emerson Cole Julie Adams.... Laura Baile Rock Hudson .... Trey Wilson Lori Nelson .... Marjie Baile Jay C. Flippen .... Jeremy Baile Howard Petrie .... Tom Hendricks Chubby Johnson .... Capitão Mello Stepin Fetchit .... Adam, o ajudante de Mello Harry Morgan .... Shorty Jack Lambert .... Red Royal Dano .... Long Tom Frances Bavier .... Senhora Prentiss     Sinopse   Nesta aventura dirigida por Anthony Mann, James Stewart é o herói que guia uma caravana de pioneiros do Misouri, seguindo a ferrovia de Oregon, para uma nova vida em um local próximo ao grande Rio Columbia. Quando os moradores são enganados e tam todo o seu suprimento de comida e gado roubados, Stewart começa uma perseguição onde rios, montanhas e muitos tiros não são empecilhos para impedi-lo de completar a sua missão: garantir o alimento que será a sobrevivência de sua comunidade durante o inverno. Em seu caminho, ele encontra um amigo e a ajuda em um jogador de São Francisco, interpretado pelo ator Rock. Hudson, e também o amor da bela heroína, a filha de um fazendeiro interpretada pela atriz Julia Adams       Imagens
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  Assista a esse episódio de Mistérios e Escândalos com Howard Hughes, aviador, engenheiro, industrial, produtor de cinema, diretor cinematográfico e um dos homens mais ricos do mundo. Em espanhol.   Assista Online
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  Assista a esse episódio da série Mistérios e Escândalos sobre o ator Errol Flynn. Em espanhol.   Assista Online
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Sou louco pra ver este filme!
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  Roberto Gómez Bolaños, conhecido como Chaves é escritor, ator, comediante, dramaturgo, compositor e diretor mexicano. Ficou conhecido mundialmente pela criação das séries televisivas Chaves e Chapolin Cololarado, e com o Programa Chespirito que ganhou o título de o programa número 1 da televisão humorística as quais lhe trouxeram grande prestígio e garantiram-lhe o reconhecimento como um dos escritores comediantes mais respeitados do mundo.   Assista ao documentário produzido pelo canal Biography, em português, sobre o grande comediante mexicano.   Assista Online
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  Robert Redford, Jr. é ator e diretor, atuante principalmente nas décadas de 1960 e 70, quando era considerado um dos maiores sex symbols masculinos do cinema americano. Estrelou alguns dos maiores sucessos de Hollywood da época, como The Chase, Butch Cassidy and the Sundance Kid, Barefoot in the Park, dentre outros. Como diretor consagrou-se ao receber o Óscar de melhor diretor por Ordinary People.   Assista ao documentário, em espanhol, produzido pelo canal History.   Assista Online
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  Buster Keaton nasceu praticamente na vaudeville, e fazia teatro desde criança. Quando adulto tornou-se um dos maiores comediantes do cinema mudo, faturando tanto quanto Charles Chaplin. Ficou conhecido como o Palhaço que não ri. Sua comédia diferenciava-se da de Chaplin por serem mais elaboradas, e por ele se arriscar mais nas cenas. Infelizmente não soube administrar a carreira e terminou pobre.   Assista a este documentário, dividido em três partes, sobre o Grande ator e diretor Buster Keaton: Agradeço ao João Antônio, que nos enviou esse documentário. Assista Online (Parte 1)     Assista Online (Parte 2)   Assista Online (Parte 3)
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Ainda tem gente olhando pro Robert Powell como se fosse o prórpio jesus, é incrivel o poder da interpretação deste ator, até eu fico emocionado, contudo o jesus Cristo de dois mil e doze anos está em espirito e mensagens de fé aos que acreditam sem nunca ter visto.
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  Harold Lloydfoi um ator de cinema norte-americano. Criou um tipo cômico de grande sucesso na era do cinema mudo americano. Fez 206 filmes durante a sua carreira, a grande maioria na era do cinema mudo, sendo considerado, junto com Charles Chaplin e Buster Keaton, um dos maiores comediantes da época. Até o final dos anos 30 fez filmes com menos freqüência e no final dos anos 40 protagonizou seu último filme e se aposentou, mas no começo dos anos 60 dirigiu sem créditos um filme que era uma compilação de cenas de seus antigos filmes.   Assista a esse documentário sobre este grande cômico, legendado em português. Agradecemos a João Antônio por ter nos enviado.   Assista Online
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onde eu adquiro este filme, pelo amor de DEUS
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  Assista a essa entrevista dada por Louise Brooks, onde ela fala sobre sua carreira, seus filmes, sua vida pós cinema, bastidores, e muitas outras curiosidades. Exclusivo. Legendado.   Assista Online
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  Esta série de 2 programas lançados em Vídeo no Brasil pela Video Network mostra um Chaplin que nunca foi antes visto por ninguém. Trechos inéditos de filmagens nunca aproveitadas nos mostram, além de cenas antológicas, os métodos de trabalho adotados pelo maior G~enio do Cinema, desde suas primeiras filmagens, até as mais recentes obras do grande cineasta. Este documentário, narrado por James Mason, utiliza-se de arquivos antes inatingíveis para acompanhar a evolução do trabalho de Charles Chaplin.   Agradeço mais uma vez ao João Antônio por ter me enviado o material.   Assista Online (Parte 1)     Assista Online (Parte 2)    
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chaplin foi simpesmente o melhor ele inventou o riso
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eu considero o filme ótimo porisso gostaria de baixa-lo
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GRANDE EDITH HEAD, FIGURINISTA DE PRIMEIRA LINHA-GRANDE COMENTÁRIO, MAS FALTOU CITAR OS WESTERNS DA PARAMOUNT QUE ELA FOI RESPONSAVEL-QUE VESTIDOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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  Ficha Título Original: A Fool There Was Ano/País/Gênero/Duração: 1915 / EUA / Drama / 67min Direção: Roy L. McCardell Produção: Frank Powell Roteiro: Porter Emerson Browne Elenco: May Allison ... The Wife's Sister Theda Bara ... The Vampire Victor Benoit ... One of Her Victims - Reginal Parmalee Clifford Bruce ... Tom - The Friend Mabel Frenyear ... Kate Schuyler - Fool's Wife Minna Gale ... The Doctor's Fiancee Creighton Hale ... Minor Role Runa Hodges ... The Child Edward José ... The Husband - John Schuyler Frank Powell ... The Doctor     Sinopse Theda Bara é uma mulher que usa seu charme para seduzir e corromper o advogado John Schuyler, para que ele abandone a sua esposa.   Assista Online       Imagens  
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  Ficha Título Original: The Show Off Ano/País/Gênero/Duração: 1926 / EUA / Comédia Drama / 82min Direção: Malcolm St. Clair Produção: Malcolm St. Clair Roteiro: George Kelly e Pierre Collings Fotografia: Lee Garmes Elenco: Ford Sterling ... Aubrey Piper Claire McDowell ... Mom Fisher Charles Goodrich ... Pop Fisher Lois Wilson ... Amy Fisher Louise Brooks ... Clara Gregory Kelly ... Joe Fisher     Sinopse   Um fanfarrão que se apresenta como um executivo de ferrovia (mas é realmente apenas US $ 30 por semana escriturário) pega uma jovem noiva e depois drives finanças da sua família à beira da ruína.       Imagens  
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  Ficha Título Original: The Unchastened Woman Ano/País/Gênero/Duração: 1925 / EUA / Drama / 52min Direção: James Young Roteiro: Louis K. Anspacher e Douglas Z. Doty Fotografia: L. William O'Connell Elenco: Theda Bara ... Caroline Knollys Wyndham Standing ... Hubert Knollys Dale Fuller ... Hildegarde Sanbury John Miljan ... Lawrence Sanbury Harry Northrup ... Michael Krellin Eileen Percy ... Emily Madden Mayme Kelso ... Susan Ambie     Sinopse   Após descobrir que foi traída pelo marido, Caroline parte para a Europa sem lhe contar que está grávida. Lá tem seu filho e se torna uma dama da sociedade européia. Após algum tempo ela retorna ao seu país, com o filho e um novo namorado, e terá que prestar contas ao ex-marido.       Imagens
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Faltou a mais recente: Jessica Chastain.
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faltou a Gigliola Cinquetti
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3486. E Judy?
E Judy?
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E minha Julianne Moore?
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Por José Bruno AP Silva, do blog Sublime Irrealidade   O Encouraçado Potemkin (Bronenosets Potyomkin) - 1925. Dirigido por Sergei M. Eisenstein. Escrito por Sergei M. Eisenstein e Nina Agadzhanova. Direção de Fotografia de Vladimir Popov e Eduard Tisse. Música Original de Nokolai Kryukov, Edmund Meisel e Dimitri Shostakovich. Produzido por Jacob Bliokh. Goskino e Mosfilm / URSS. Enquanto militares reprimem uma manifestação popular, algo inusitado acontece, uma mulher que estava junto com um bebê é atingida pelo disparo de uma arma de fogo e acaba soltando o carrinho com a criança, que se precipita pela escadaria à sua frente. O carrinho desce degrau por degrau delineando um caminho entre corpos de militantes mortos e outros feridos. Nesta sequência a montagem, que nos diz no filme muito mais que poderiam dizer as palavras, deixa evidente diversos significados que estariam ocultos naquele fato. Entendo que de alguma forma aquela criança represente o futuro, o porvir utópico que está ameaçado pela brutalidade das classes dominantes, isto explica porque mesmo em meio a tudo que está acontecendo naquele local, algumas pessoas percebem o risco que o bebê corre e se alarmam. A edição não nos permite saber ao certo o que aconteceu com a criança, como se deixasse algo em aberto, algo a ser posteriormente reparado, tal incompletude é o que incitaria os espectadores a tomar alguma atitude contra toda a ameaça representada no filme ora pela hierarquia do navio Potemkin, ora pela repressão do exército. A sequência da escadaria de Odessa continua sendo até hoje uma das mais clássicas e emblemáticas da história do cinema e injustamente o filme continua sendo lembrado em muitas situações apenas por causa do impacto destas cenas. Quem tiver a oportunidade de assistir a versão com o filme na íntegra, irá descobrir uma obra de excelente profundidade dramática e com uma carga ideológica que vai muito além de uma mera propaganda política, como alguns críticos insistem em afirmar. Cenas como a do motim no navio, a dos vermes na carne apodrecida, a da homenagem a um marinheiro morto e a do encontro com um navio supostamente inimigo são mínimo esplêndidas. Desde a época da faculdade, quando estudamos superficialmente a história do cinema, eu ouvia comentários sobre os filmes de Sergei Eisenstein e a chamada montagem dialética, no entanto eu não imaginava o efeito que isso poderia me provocar. O ritmo que o cineasta deu a este filme, em meados da década de 20, é surpreendente e perceptível em pouquíssimas produções nos dias de hoje. Antes de enveredar pelos caminhos da sétima arte, Eisenstein já tinha criado e desconstruído diversas teorias sobre a montagem teatral, de tais reflexões surgiu o conceito de montagem de atrações, que defendia a ideia de que em uma encenação teatral, os diversos elementos que a compunham funcionariam como uma sistemática que em conjunto levaria o espectador a refletir sobre aquilo a que estava sendo exposto. Eisenstein colocaria esta teoria em prática também em seus filmes. O artifício que ficou conhecido como seria uma adaptação da montagem de atrações para a linguagem cinematográfica. Na dialética, uma situação vigente chamada de tese, tenderia a gerar sua própria contradição, chamada de antítese, o choque entre a tese e a antítese levariam a uma síntese, que seria conforme pressuposto algo maior do que a simples soma das duas situações que a geraram. Conforme defendia Eisenstein, em seus filmes cada cena seria uma atração, ou tese, a própria montagem forneceria a síntese e o espectador seria estimulado (condicionado, segundo alguns críticos) a produzir a sua própria síntese. O Encouraçado Potemkin (1925) foi todo idealizado com base nesta teoria, de fato o diretor explora com grande destreza cada um dos conflitos que reproduz. A sequência da escadaria de Odessa é uma boa ilustração de tudo isso, nestas cenas os Cossacos, o exército czarista, é mostrado sempre de longe, nunca conseguimos enxergar nitidamente seus rostos, ao contrários das pessoas simples do povo, que são mostradas por diversas vezes em close-up. Podemos ver ai uma relação dialética, nós tendemos a enxergar na figura dos soldados a brutalidade e a desumanização e nos rostos abatidos dos populares a dor e o sofrimento, o que nos leva ao repúdios dos primeiros e à uma identificação com os flagelados, a nossa síntese. Tal efeito, que poderia ser tido como manipulação, não acontece com perfeição na prática, afinal ninguém termina de ver o filme e decide começar de imediato uma revolução, no entanto, tendemos a receber melhor uma ideia, quando encontramos por nós mesmos a sua síntese. Mas tudo isso, acreditem, explica somente em parte a genialidade da obra e do cineasta. O Encouraçado Potemkin, que teria sido inspirado em um acontecimento real, narra o motim de marinheiros em um navio, que acontece devido às péssimas condições de trabalho a que eles estavam sujeitos e tem seu estopim quando a tripulação é obrigada a comer uma carne apodrecida tomada por vermes. Os marinheiros assumem o controle e os oficias que comandavam o navio, juntamente com um padre e o médico que atestara a qualidade da carne, são atacados, alguns são mortos e outros lançados ao mar. Quando a embarcação é ancorada no porto da cidade de Odessa, sua tripulação é recebida com honras pela população local. O homem que começara o motim, que morrera em combate se torna então uma espécie de mártir e seu corpo fica exposto em um tenda no cais. A população engajada na causa dos marinheiros vê na coragem daqueles homens um impulso para sua própria libertação, discursos revolucionários são bradados para a multidão e tudo indicava que a revolução começaria ali, naquele mesmo dia, no entanto os Cossacos chegam furiosos e um verdadeiro massacre começa. A revolução russa pode não ter conseguido manter nas décadas seguintes a utopia e o desejo de liberdade que guiava tanto o povo, quanto intelectuais como Eisenstein, alguns críticos e cinéfilos podem até acusar o filme de ser dogmático e manipulador, mas eu o defendo. O Encouraçado Potemkin transcende o contexto no qual foi produzido, pois ele é antes de tudo um filme sobre a luta pela liberdade e pela igualdade e sobre aquele sentimento nobre que acende a chama do desejo por mudanças, chamado de utopia. Se a revolução então idealizada pelos bolcheviques permanece até hoje apenas como uma abstração, se o capitalismo continua produzindo suas antíteses, sem uma síntese que nos satisfaça, se aqueles que lutaram na esperança de que o bebê chegasse a salvo ao final de sua trajetória morreram em vão, nada disso diminui a excelência desta obra. A trama do filme está repleta de mártires, mas sem alguém que personifique o herói, pois este não é necessário, aqui o herói é o povo unido e o ato de bravura é o engajamento. O Encouraçado Potemkin vale não só pela sua trama e montagem, mas também pela fotografia, enquadramentos e estética, que em conjunto o transformam numa das obras mais importantes e influentes do cinema. Ultra recomendado!  
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  Por Calebe Lopes do blog Pipoca Mecânica   Filmes com crimes "perfeitos" são costume de Hollywood há muito tempo. Mas será que existe mesmo um plano perfeito?   Para Tony Wendice (Ray Milland), sim. E ele passou muito tempo planejando seu crime perfeito. Sua esposa Margot (Grace Kelly, no primeiro trabalho em parceria com Hitchcock) o está traindo há muito tempo com o famoso escritor de romances policiais Mark (Robert Cummings), e com muito planejamento elabora o "plano perfeito" para matá-la. Para isso, ele irá contar com um antigo colega de faculdade recém-saído da cadeia, pronto para matar sua esposa em troca de dinheiro. O plano está pronto. É ensaiado meticulosamente. Mas... e quando o assassino é morto pela vítima? Bom... Quando o suposto plano perfeito dá errado, é hora de Wendice usar toda sua inteligência e tentar uma última cartada, num plano B desesperado e ousado.   Aqui, Hitchcock realiza um dos filmes mais simples de sua carreira e um dos melhores, certamente. O próprio diretor na época disse que era só mais um filme rotineiro, nada grandioso. Com certeza deve ter se surpreendido, pois "Disque M para Matar" tornou-se uma de suas obras mais cultuadas. Realmente, o filme é simples. 90% dele se passa no mesmo cenário, o círculo de personagens se fecha em 4 durante todo o filme, e a trama não é tão complexa. Mas é muito, muito inteligente. A forma como é narrada, por exemplo, é incomum: o personagem principal é na verdade o "vilão" da história, que de início já conta todo o seu plano de assassinar a esposa ao cúmplice e juntos ensaiam, ensaiam, planejam toda a ação, numa espécie de exibição, de apreciação intelectual, o que nos leva por um momento não só a apreciar o plano de Wendice como também torcer pelo assassino!     Mas e quando o plano dá errado e um detetive entra na história para apurar tudo de perto e começam as desconfianças? Hora de Wendice por sua cabeça para funcionar como que improvisadamente, numa interpretação maquiavélica, fria e cínica de Milland. E assim o roteiro genial do filme só ganha força e a partir da simplicidade citada antes, só ganha força e mais força, te prendendo cada vez mais, sem saber o que acontecerá aos personagens. E assim Hitch põe em prática todas as características que o consagraram como o "Mestre do Suspense" nos brindando com uma tensão que só aumenta e que não sabemos como irá acabar. Totalmente imprevisível. É possível existir um crime perfeito? Em certo momento, o escritor de romances policiais vivido por Cummings põe isso em debate e a conclusão pode ser apreciada na própria trama.
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  Por Calebe Lopes do blog Pipoca Mecânica Um fotógrafo (James Stewart) quebra a perna durante o serviço. É então fadado a ficar em casa de licença, sem fazer absolutamente nada, recebendo as visitas de uma enfermeira diariamente e sem contatos com o mundo exterior, sem ao menos poder sair à rua. Então começa a ter o estranho costume de passar suas horas (ou melhor, seus dias) observando a vida dos vizinhos, pela janela com um binóculo. A história é simples, não é mesmo? Hitchcock consegue transforma-la em algo grandioso. Ao primeiro olhar, temos um filme onde 90% dele se passa no mesmo cenário: a sala de estar do personagem principal. Mas, para demonstrar um pouco da genialidade de Hitch, e se eu disser que o fotógrafo começa a notar algo de estranho no comportamento de seus vizinhos? E se o vizinho dele for um assassino que matou friamente a esposa, esquartejou seu corpo e deu sumiço total? Hitch nos lança numa atmofesra de completo suspenso a partir de uma premissa simples, onde o fotógrafo numa espécie de fetish voyer vê coisas suspeitas e cria uma teoria conspiratória que pode estar 100% certa. Ou não. A questão é que somos lançados na paranóia de Jeff (Stewart), que ainda consegue incluir sua namorada Lisa (a bela Grace Kelly, em mais um papel em parceria com Hitch) e a enfermeira, colocando ambas para participar de seus delírios ou suspeitas sobre o vizinho, Lars Thorwald (Raymond Burr, presente nas horas certas).   Até que chega o amigo detetive de Jeff, Thomas J. Doyle (Wendell Corey) e prova que são coisas da cabeça de Jeff, que há explicações plausíveis para a mulher ter sumido, Lars sair com malas de madrugada, entre outras. Será que Jeff está mesmo enganado? Com uma premissa simples e uma direção majestosa, Alfred Hitchcock te pega pelo braço e te joga no mundo fechado de Jeff, durante os 100 minutos de filme dentro daquele quarto, em clima de voyerismo e profundo suspense. Com o tempo, o mistério aumenta até culminar no surpreendente final. Mais uma vez é Hitchcock fazendo arte. Uma coisa que amo nos flmes de Hitch mas que adoro nesse em particular: os diálogos. É delicioso ver as conversas de Jeff com a enfermeira, e interessante o modo com o personagem de Stewart gosta de Lisa, a garota rica que é apaixonada por ele, mas não tem medo de compromisso. Trilha sonora, fotografia, roteiro, elenco e principalmente direção, tudo com a qualidade de Hitch, que mais uma vez surpreende. É incrível como o filme começa pequeno, simples, bem-humorado, talvez monótono. Com o passar de uns 30 minutos, bang!: bem-vindo ao mundo do mestre do suspense. Mais um filme imperdível. Recomendadíssimo!  
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  Por Rodrigo Mendes do blog Cinema Rodrigo Casal de trambiqueiros amadores: uma falsa médium e um motorista de táxi, se envolvem em uma trama misteriosa quando uma velha rica decide pagar 10 mil dólares para a “vidente”, Blanche, localizar o sobrinho renegado e o seu único herdeiro que supostamente estaria morto. Só que tudo se complica quando o verdadeiro é encontrado. Trata-se de um sequestrador, ladrão de jóias e assassino profissional que é ajudado pela namorada, uma falsa loura.   Depois do sucesso comercial de FRENESI (Frenzy, 1972) era hora de Hitchcock (1899-1980) procurar por uma nova trama. Depois do fraco TOPÁZIO (Topaz, 1969) e o subestimado CORTINA RASGADA (Torn Curtain, 1966), Hitch estava lhe dando com uma nova audiência, um público diferente. Não era mais aquela plateia que se impressionava com filmes como: Janela Indiscreta, Intriga Internacional, Ladrão de Casaca, Disque M Para Matar, Pacto Sinistro, Um Corpo Que Cai... os anos dourados do diretor. Psicose (Psycho, 1960) foi uma ruptura em sua carreira, simbolizada no choque que foi a cena do chuveiro, o adeus do cineasta a uma era de filmes. Depois disso, a partir de Os Pássaros (The Birds, 1963) e Marnie, Confissões de Uma Ladra (Marnie, 1964), o próprio Hitchcock percebeu que tinha que se reinventar, com filmes mais ágeis. O marco de Psicose, sucesso absoluto de sua carreira, acabou sendo tão imitado, um trabalho tão influente, que nem mesmo Hitch conseguiu se superar já naquela idade e altura do campeonato vindo de uma vasta e brilhante carreira. Certamente o final dos anos 1960 e década de 1970 foi o período mais complicado e obscuro para ele. Começava a surgir uma nova safra de artistas na indústria (a própria indústria Hollywoodiana estava se modificando); Martin Scorsese, Brian De Palma (que sempre deixou claro a influência do mestre do suspense em sua obra), Francis Ford Coppola, George Lucas e Steven Spielberg, (citando apenas alguns e o último que colocava mais sensibilidade nas telas). Portanto, a concorrência com os jovens era uma tarefa árdua. Nem por isso, seus últimos filmes foram totalmente desinteressantes (sobretudo o mais fraco e que tenho pouca predileção, Topázio) e Hitchcock continuava com seu prestígio, mas era no sentido de respeito para com o Sir. do império britânico com relação aos seus últimos trabalhos do que qualquer outra coisa.     TRAMA MACABRA não é uma obra-prima, ou uma “pequena obra-prima”, é simplesmente um bom entretenimento, isto é, um programinha legal para um dia de chuva. É uma fita típica de Hitchcock, apesar dos novos tempos e reinvenção na arte de fazer cinema. Baseado em um livro de autoria do escritor inglês VICTOR CANNING (1911-1986), The Rainbird Pattern, eis um programa que Hitch declarou, se nós estivéssemos interesse em assistir, sobre o passado do homem que resolve sair da tumba para assombrá-lo. Mais ou menos esta analogia, que com seu humor típico, ele próprio confessava a sua culpa. Family Plot, como o filme foi chamado, é recheado de subtramas deliciosas, pistas que fazem o casal central, uma dupla de trapaceiros (BRUCE DERN e BARBARA HARRIS – hilários!) se envolverem em sequestros, roubo de jóias (os diamantes que são eternos...) e é claro, assassinato! Afinal estamos em um filme de Alfred Hitchcock não se esqueçam! O roteiro é assinado por ERNEST LEHMAN (1915-2005), exímio roteirista, várias vezes indicado ao Oscar, e que havia trabalhado com Hitchcock no sensacional Intriga Internacional (North By Northwest, 1959. Sem demagogias pelo meu amor ao mestre, seu melhor trabalho)   A premissa segue a história de uma “profissional” mentirosa e aspirante a vidente e ou/ médium, Madame Blanche Tyler (Harris) que em uma de suas consultas (e a cena no início é super engraçadinha), fica sabendo que uma fiel cliente, uma senhora milionária, Julia Rainbird, a ótima CATHLEEN NESBITT (1888-1982 – de filmes como Tarde Demais Para Esquecer, An Affair To Remember, 1957) esta disposta a pagar uma grande bolada em dinheiro se Blanche conseguir entrar em contato com o mundo espiritual e saber através dos parentes mortos da velha o paradeiro do sobrinho perdido que seria seu único herdeiro. A trama começa em torno disso, assim, Blanche convence o namorado/amante (aliás, o filme não evidencia que ambos os casais eram de fato casados), George Lumley (Dern) um taxista, a investigar este passado mórbido. Fumando o seu cachimbo e com um faro detetivesco, mas com atitudes amadoras, George vai descobrindo aos poucos o sumiço do rapaz. Chega até um cemitério e descobre que uma lápide foi colocada lá para despistar a família Rainbird e a polícia. O único herdeiro da fortuna estaria vivo? Será que o cara forjou sua própria morte? Seguindo as pistas, o casal de malucos acaba entrando pelo cano, envolvem-se em algo muito maior, já que descobrem que um joalheiro ladrão, cruel, e assassino pode ser o tal sobrinho morto. Ele é Arthur Adamson (WILLIAM DEVANE), que acha que Blanche e George estão em seu encalço devido aos crimes que cometera. Para colecionar diamantes, ele rapta homens poderosos e os mantém em um esconderijo secreto em sua própria casa,  e insere uma droga tranquilizante e os trata muito bem no cativeiro. Sem nenhum vestígio que possa incriminá-lo. Tudo é feito com a colaboração de uma cúmplice, sua namorada, Fran (KAREN BLACK), que se disfarça de loura para obter os diamantes na entrega. Armada, coberta com óculos escuros e sem dizer uma só palavra para não ser identificada. Infantil demais acreditarmos nisso, mas enfim... O barato deste filme é que Hitchcock o recheia com um humor negro maravilhoso. Tem mais alívios cômicos do que cenas tensas ou aterrorizantes, mas sim, existe o suspense só que desta vez, fica claro que é o suspense o alívio desta trama e não o oposto como nas obras anteriores do diretor. Tem apenas um assassinato depois da tentativa do mesmo, numa sequência em que mostra o carro dos heróis perdendo o controle em uma auto-estrada cheia de curvas, após eles terem sido descobertos por Adamson que não poupa despesas para realizar algumas queimas de arquivos. Manda seu comparsa, Maloney, interpretado por ED LAUTER, eliminar a dupla de farsantes. Ele é um frentista de posto e mecânico que “astutamente” sabota o veículo. Mas a tentativa é frustrada! O mais engraçado são as reações de Harris e Dern com uma química incrível e um overacting formidável.  Ela sai por cima quando o carro tomba, pisando na cara de Dern, que sai por baixo. A mulher é o gavião e o homem o verme. (Risos). HOWARD KAZANJIAN que mais tarde seria produtor executivo de alguns filmes como: Os Caçadores Da Arca Perdida, 1981 e produtor de Star Wars- Episódio VI: O Retorno De Jedi, 1983, foi convidado pelo gerente de produção e amigo de Hitch, HILTON A. GREEN, para ser o Assistente de Direção do mestre. "O que foi uma honra", segundo ele. Kazanjian conta várias histórias do período em que esteve com Hitchcock, uma delas foi a frustrante situação que foi conhecer pessoalmente Hitch depois de várias tentativas e durante longas cinco semanas se comunicando com ele através de outros assistentes. Ele diz que na época, por ser muito jovem, as pessoas pensavam que Hitch iria censurá-lo por querer falar com ele sobre o filme etc e tal. Novos cineastas estavam surgindo e tinham um jeito completamente diferente de trabalhar. Hitchcock ainda pertencia a velha moda de Hollywood. Isso é até irônico, Hitch foi o mais moderno contador de histórias de sua época, mas teve que passar pelo processo de modernidade do novo cinema. Uma dessas diferenças era a pontualidade britânica do velho de começar a trabalhar e até mesmo para comer o seu café da manhã, hábito que os jovens, como Kazanjian, não tinham. De súbito, ele entrou numa sala e se apresentou a Hitchcock e segundo ele, depois da apresentação, Hitch o pediu para acompanhá-lo até o seu escritório e a partir deste dia, Kazanjian passou todas as manhãs, pontualmente, ao lado do mestre e começando com uma xícara de café, é claro. Uma das discussões de Hitch com Kazanjian sobre o filme era a escolha ideal para o título e que a princípio se chamaria “Fraude” – Deceit (Hitchcock gostava de títulos com uma só palavra, Family Plot nunca lhe agradou) sobre duas histórias separadas e dois pares de pessoas completamente distintas que acabariam por se cruzar. Isso era o que mais fascinava Hitchcock, mais até do que os demais detalhes do roteiro. O filme tem várias insinuações sexuais, uma marca registrada de Hitchcock, e apesar de algumas explícitas, segundo Kazanjian, na época também passaram despercebidas. Os diálogos que incitavam isso eram alterados e modificados por Hitchcock no set de filmagem, espiritualmente, diga-se de passagem. Exemplo: Bruce Dern (George) para Barbara Harris (Blanche): “Estou cansado que você venha pegar as minhas bolas de cristal.” Outra marca dele é a comida e o mesmo casal discutindo e comendo depressa na cena com os hambúrgueres. É hilário! Depois de ter rompido a relação com Bernard Herrmann, Hitchcock teve a sorte de trabalhar com o jovem JOHN WILLIAMS, que ficou famoso depois do sucesso de Tubarão (Jaws, 1975), para compor a trilha. Williams faz um trabalho cuidadoso sem muita exposição pessoal, mas é evidente o reconhecimento da sua marca. Trama Macabra tem uma música tímida e não tão operística como nos filmes anteriores do diretor e certamente nos trabalhos seguintes de Williams com Spielberg. Ele foi dirigido pelo mestre da seguinte maneira, segundo Williams, os pormenores da música era para ser a voz do além que Barbara Harris imitava. Ou seja, Williams buscou nas vozes femininas o tom certo para as suas notas, além do mais, Hitchcock apreciava trabalhar com música em seus filmes através do método eficaz da edição. “A precisão da edição refletia a da filmagem”, segundo Williams sobre Hitch. De fato, é um trabalho brilhante do compositor, que sabe captar as nuances de cada cena do filme + as idéias de Hitchcock e cada tom que a música deve atingir ilustrando musicalmente cada momento de antecipação e comédia. A meu ver é uma de suas composições mais subestimadas.     O filme teve apenas uma indicação ao Globo De Ouro na categoria Melhor Atriz – Comédia ou Musical para Barbara Harris. Recebeu o prêmio Edgar Allan Poe Awards em 1977 como Melhor Filme. Em sua famosa aparição, é visível notar a silhueta de Hitchcock (famosa pela abertura de suas séries de TV: Alfred Hitchcock Presents e The Alfred Hitchcock Hour) que aparece através da porta do cartório conversando com uma mulher. Genial!     Inicialmente, Hitchcock desejava Al Pacino para o papel que acabou com Bruce Dern (que já havia trabalhado com ele fazendo uma ponta como o marinheiro no escandaloso Marnie com Tippi Hedren). Pacino só não pegou o papel porque exigia um cachê muito alto (naquela altura já era famoso pelos filmes de Lumet e por ter estrelado O Poderoso Chefão). Burrice dele. Afinal, teria em seu currículo um filme dirigido por Hitchcock, não basta? Este foi, infelizmente, o último filme do mestre. Ao término deste, ele estaria envolvido na direção do projeto THE SHORT NIGHT, também escrito por Lehman, adaptado do livro de mesmo nome escrito por Ronald Kirkbride (que só obteve uma obra sua adaptada para o cinema, em: A Girl Named Tamiko, 1962, por John Sturges). A notícia triste de que Hitchcock ia se aposentar foi anunciado pelo próprio em seu escritório numa conversa pessoal com seu assistente de produção e amigo Hilton Green que estava trabalhando de cabeça neste próximo filme. Mesmo insistindo, Green não conseguiu convencer Hitch, que estava bem doente e não podia mais estar presente dirigindo em externas. “Nunca mais farei outro filme.” E foram as suas últimas palavras naquela fatídica reunião. Triste. Assim sendo, Green teve que dar a notícia a Lew Wasserman, famoso agente de talentos e executivo de estúdio americano e também amigo de Hitch, a fazer o anúncio publicamente. Outra verdade, e concordo com o que Green disse no documentário do filme, é que as últimas fitas de Hitchcock não foram aceitas pelo público de imediato. A gente se acostuma, com todo o respeito, mas não são tão bons como os mais clássicos. No entanto, há momentos engraçados na qual notamos numa segunda revisão e pensamos o quanto ele era genial. Esta sensação, em número e grau, eu sinto. A piscadinha final de Barbara Harris foi pensada originalmente para Hitchcock, que desceria as escadas, olharia para o lustre com diamantes, sentaria no degrau e piscaria para o público. Pronto. A sua aparição final e seria curioso, mas Hitch desistiu da ideia e optou pela silhueta e até aquele momento, ninguém imaginaria que seria realmente seu último filme. Bom humor, reviravoltas e clima macabro nesta trama divertida do mestre do suspense. Assistam e aposto que nem irão piscar. ;)  
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Por Rubi Tegani do blog AllClassics Muitos diretores alemães consagraram-se, ou deram continuidade na carreira em solo norte-americano; foi o caso de Fritz Lang, F.W Murnau, Ernst Lubitsch, William Dieterle, entre outros. Este último, em especial, ficou conhecido pelas biografias de Louis Pasteur e Émile Zola, no entanto, o filme dedicado ao post de hoje será Portrait of Jennie (Retrato de Jennie). Baseado no romance de Robert Nathan e produzido por David O. Selznick, o filme lançado em 1948 e datado em 1934 gira em torno de Eben Adams (Joseph Cotten), um pintor que está com dificuldade para arrumar emprego e vender seus quadros. Durante um passeio noturno, Eben é surpreendido por uma garota chamada Jennie Appleton (Jennifer Jones) que veste roupas antigas. Com o passar do tempo, os encontros tornam-se mais escassos e curiosamente, Jennie parece ostentar um envelhecimento precoce nesses encontros. O fato aguça a curiosidade de Eben que, com o apoio da elegante Senhorita Spinney (Ethel Barrymore), resolve investigar o passado de Jennie. Tecnicamente simples, mas com cenários bem elaborados, trilha sonora marcante e personagens carismáticos, Portrait of Jennie conta com um elenco grandioso, onde se destaca a atriz Lillian Gish, considerada uma das maiores estrelas do cinema mudo, e a história nos leva a uma viagem surreal, cheia de surpresas. Visto como um dos maiores clássicos do gênero (fantasia), a produção dirigida por Dieterle, é uma obra-prima esquecida no tempo e na memória, no entanto, mesmo depois de quase 70 anos, ainda emociona.   Bastidores: Produção e Recepção - As diferenças entre o romance e o filme. O Livro de Robert Nathan despertou o interesse e a visão revolucionária de David O. Selznick, que comprou os direitos autorais para a produção do filme. Curiosamente, no início das filmagens de Portrait of Jennie em 1947, Dieterle não se mostrava satisfeito com a qualidade do roteiro, o que fez com que trocasse por cinco vezes o escritor responsável pelo mesmo, até a conclusão da obra em 1948. Embora a obra de Robert Nathan fosse uma fábula, o produtor Selznick insistiu em que as filmagens fossem realizadas em cenários reais das cidades de  Massachusetts e Nova York, o que acabou por encarecer o custo final da produção. Diferente dos filmes da época, Portrait of Jennie não trazia créditos em sua abertura, com exceção feita a menção ao Selznick Studio, ficando os demais créditos somente expostos ao final da película. Além do Oscar de melhor atriz, o filme concedeu uma homenagem póstuma a Joseph H August, que faleceu ao término das filmagens, na categoria de Melhor Fotografia.   O filme também trouxe uma certa frustração ao coreógrafo Jerome Robbins, pois após dez exaustivos dias trabalhando com Jennie, a cena de sua dança não foi incluída no original por conta de uma ilusão de ótica onde o cabelo de Jennie se confundia com uma árvore ao seu lado. O retrato que deu origem ao título do filme foi pintado por Robert Brackman, que acabou sendo arrebatada por Selznick em 1949 após seu casamento com Jennifer Jones (Jennie). Lançado em 1948, Portrait of Jennie não alcançou o sucesso almejado, porém atualmente, é considerado uma obra-prima do gênero e a canção título tornou-se um sucesso na voz de Nat King Cole. Uma diferença marcante entre o livro e o filme, baseia-se no fato de que na obra de Robert todos os personagens podem ver Jennie, e na adaptação de Dieterle, apenas Eben consegue vê-la. O filme foi nomeado a American Film Institute e antes mesmo de ser lançado no cinema, teve uma adaptação no rádio, estrelado por Joan Fontaine e John Lund em 1946.    
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  Por Rubi Tegani do blog AllClassics   Em 1897 Edmond Rostand escreveu a obra Cyrano de Bergerac que retrata as aventuras de um herói romântico que nutre uma imensa paixão por sua prima Roxane; foi levada as telas do cinema em 1950 pela United Artists sob a direção de Michael Gordon e produção de Stanley Kramer, tendo no elenco José Ferrer como Cyrano, Willian Prince como Christian de Neuvillette e Mala Powers como Roxane. A obra em preto e branco rendeu a Ferrer o Oscar de Melhor Ator pelo seu desempenho. A característica marcante do personagem Cyrano, apesar de seu vasto conhecimento literário, fixava-se na pretuberância de seu nariz que chegava aos 7 centímetros de comprimento. Para tanto, consumiu-se cerca de seis dias na fabricação dos moldes por Josef e Gustaf Norin. Dentre estes, Ferrer utilizou 52 reproduções. O filme começa numa grande sala de teatro, onde Cyrano está assistindo uma peça, porém, descontente com a fraca atuação do ator principal, obriga-o a retirar-se de cena após humilha-lo perante o público. Com o fim abrupto da apresentação, Cyrano paga as despesas da peça, porém ainda assim se vê obrigado a duelar com um desafeto em meio a multidão. Excelente espadachim, Cyrano conduz o duelo embalado por uma poesia que profere ao rival a cada golpe de espada encerrando o mesmo em grande estilo. Fica evidente neste pequeno trecho o enorme talento de Cyrano com as palavras. Talento este que utiliza para ajudar o amigo Christian de Neuvillette (William Prince) a conquistar o amor de Roxane (Mala Powers), mesmo tendo ele grande paixão pela bela prima que considerava inatingível devido a sua aparência. Neste cenário romântico, entra em cena um novo rival; Antoine, o conde de Guiche (Ralph Clanton) que os despacha para Guerra afim de tirá-los de seu caminho na luta pelo amor de Roxane. A partir daí, o filme conduz o espectador a uma série de aventuras e desventuras com um final surpreendente.   Bastidores: Do receio de um fracasso ao Oscar. Apesar do enredo intrigante, os produtores de Cyrano de Bergerac temiam um eventual fracasso de bilheteria, por isso, disponibilizaram um baixo orçamento para a produção do mesmo. Alguns truques de filmagem, tais como o excesso de escuridão nas cenas, foi utilizado para ocultar o design pouco elaborado do filme. Tudo isto no entanto, não impediu que o filme arrebatasse prêmios de significante importância. Como dito, coube a Ferrer o Oscar de Melhor Ator (que curiosamente foi recebido pela atriz Helen Hayes que o representou na solenidade); recebeu ainda o Globo de Ouro, enquanto o filme em si recebeu três indicações ao Globo de Ouro, ganhando na categoria de Melhor Fotografia; e conduzindo seu diretor Michael Gordon à nomeação para o Directors Guild of America Award. Não por acaso, o diretor Miichael Gordon reuniu para os papeis principais os atores José Ferrer e Ralph Clanton, respectivamente nos papéis de Cyrano e Duque de Guiche, que já haviam representado os mesmos papeis em 1946 nos teatros da Broadway. Cyrano de Bergerac recebeu outras versões em 1990 com Gérard Depardieu e 2008 num musical com Kevin Kline. Atualmente, o filme está em domínio público para acesso através da internet e disponível em VHS e DVD.  
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    Por Rodrigo Mendes do blog Cinema Rodrigo   Homem desperta após 200 anos em estado criogênico e descobre que o futuro não é do jeito que imaginava.   Woody Allen e as suas neuroses, e eu nunca havia rido tanto quando o neurótico cineasta realiza a sua cômica visão do mundo em um filme que mistura o seu humor típico com o gênero ficção-científica. Dorminhoco (Sleeper, 1973) é um pouco de Guerra Nas Estrelas se George Lucas tivesse lançado anteriormente, 2001: Uma Odisséia No Espaço de Stanley Kubrick e Z.P.G, um thriller futurista dirigido por Michael Campus e estrelado por Geraldine Chaplin e Oliver Reed. Há também uma sátira maluca de Um Bonde Chamado Desejo e que Diane Keaton, como Luna Schlosser (em seu primeiro filme com Woody) e Allen, estariam representando os papéis de Blanche DuBois e Stanley Kovalski, respectivamente Vivien Leigh e Marlon Brando numa sequência surrealista pirada que sucedia durante uma sessão de desprogramação da mente! Loucuras à parte é um dos grandes filmes do diretor em sua primeira fase e o próprio Allen o considera um dos mais divertidos que já fez. O filme traz tudo àquilo que o cinema mudo, as comédias estreladas por Harold Lloyd, por exemplo, poderia influenciar. Woody é uma esponja e certamente um cinéfilo astuto e atento quando cria seus roteiros. “Dorminhoco” é o mais insano de tudo que já propôs. Tão louco quanto Bananas (idem, 1971) e A Última Noite de Boris Gruskenko (Love and Death, 1975) e ambas as fitas tem muito em comum com Dorminhoco, e pode-se dizer que os três compõem uma trilogia já que o personagem de Allen é um trapalhão que se envolve com algum grupo revolucionário e que parece fadado a tal destino, ou seja, de substituir a tirania por outra. É também um trabalho que sabe alinhar lindamente comédia física e visual, tem o velho e bom pastelão de sempre, mas também um tipo de humor intelectual bem ao estilo de Woody. Desta vez todas as tiradas cômicas são extremamente lunáticas, literalmente.   Allen interpreta Miles Monroe, obviamente um músico de jazz (clarinetista) e dono de uma loja de alimentos nutritivos no Greenwich Village em Nova York, que é preservado em um processo de congelamento e desperta após 200 anos. Detalhe: ele ficou dois séculos preservado em papel alumínio porque teve problemas com sua cirurgia de úlcera! (Risos). Assim, quando esta de volta ao mundo, percebe que o futuro não é exatamente como imaginou, aliás, mudou drasticamente para pior. O terror é que todas as mulheres ficaram frígidas e os homens impotentes, além do mais, o planeta é governado por um ditador cruel. São hilárias muitas das cenas, magistralmente doidas, a polícia invadindo o local onde os cientistas descongelaram Miles e Allen fugindo disfarçado de robô, eu não me agüento! O herói trabalhando como mordomo na casa da riquinha poetisa com requintes de mimada, a linda e ótima Diane Keaton em um papel maroto. E é claro que eles, depois de muitas confusões, acabam se apaixonando, o que é o ponto alto da premissa.     Também morro de rir quando Luna leva Miles ao fabricante exigindo que troquem sua cabeça e o bobalhão, novamente fugindo, logo é capturado e sofre lavagem cerebral. E depois, com um grupo de rebeldes, Luna, agora fazendo parte da aliança, libertam Miles para que ele os ajude a matar o misterioso governante, enfim... um momento divertido após o outro, sem muitas pausas e com situações insanas. Toda a viabilidade científica no filme, as previsões futuristas, foram, segundo Allen, viáveis. E o próprio se certificou disso ao elaborar o roteiro, em parceria com Marshall Brickman, que também colaborou em Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (Annie Hall, 1977) e Manhattan (1979). Allen e Brickman tiveram uma consulta com Isaac Asimov (1920-1992) que escreveu livros do gênero e que já foram adaptados para o cinema: O Homem Bicentenário (Bicentennial Man, 1999 de Chris Columbus) e Eu, Robô (I, Robot, 2004 de Alex Proyas). O jornalista, editor e romancista de ficção-científica Ben Bova, que se tornou presidente honorário da National Space Society, também foi trazido para consultoria.     O esconderijo dos rebeldes foi filmado na casa do Sculptured, uma residência que havia sido projetada e construída pelo arquiteto Charles Deaton nas montanhas do oeste de Denver. O local começou a ser construído em 1963, mas o interior ainda não estava completo no momento da filmagem. Em 2004, a casa foi vendida por um valor de dez milhões de dólares! Originalmente, Allen havia concebido a história onde as pessoas, neste futuro, são proibidas de falar, motivo plausível para ele poder realizar um filme pantomímico moderno, mas a idéia acabou sendo rejeitada. Este é um dos exercícios mais interessantes do diretor, mas é claro, não é para todos os públicos e os americanos, nesta recente fase do diretor, insistem em apedrejá-lo. É mais sucesso na Europa e América do Sul do que propriamente em solo norte americano. O filme tem lá os seus trechos filosóficos que podem chegar a irritação destoando a comédia, ainda assim,o filme aborda de maneira genial as relações românticas (Allen e Keaton totalmente conectados, primeiro sucesso de muitos filmes juntos). Sleeper de uma forma ou de outra, me faz sorrir. Uma sessão deliciosa. Impossível puxar o ronco!     *Uma curiosidade: os figurinos são do futuro diretor Joel Schumacher (Os Garotos Perdidos) que depois faria as vestimentas de Interiores (Interiors, 1978) também de Allen.
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  Por José Bruno AP Silva, do blog Sublime Irrealidade   O início da Guerra Fria foi marcado nos Estados Unidos principalmente pelo temor e apreensão que a “ameaça” comunista representava para as instituições americanas. Neste contexto de instabilidade política, teve início uma ação liderada pelo senador Joseph McCarthy, que consistia na espionagem e vigilância de indivíduos que fossem suspeitos de pregar ou se simpatizarem com a ideologia Marxista. Com isso milhares de pessoas tiveram suas vidas expostas e reviradas por espiões do governo, muitos perderam seus empregos, foram presos, desapareceram misteriosamente ou foram levados ao suicídio pelos traumas das investigações. O Marcatismo estenderia sua vigilância também ao campo da cultura e da arte, numa ação que ficaria conhecida como “caça às bruxas”. Charlie Charplin, Luiz Buñuel e Bertold Brecht (os dois últimos moravam nos EUA na ocasião) foram alguns que estiveram na mira do cerco promovido pelo estado. Como Hollywoody não era povoada apenas por bons mocinhos tiveram ainda aqueles que se encarregaram de colaborar com as listas negras que eram divulgadas pelos marcatistas e renovadas a cada ano. Dentre os delatores estavam John Wayne (que se orgulhava de ter colaborado), Edward Dmytryk (que passou de perseguido a acusador) e Elia Kazan, este último também nunca se desculpou por ter entregado 11 colegas para o Comitê de Atividades Anti-Americanas e ficaria marcado para sempre por esta atitude mesquinha. Em 1999 Kazan ganhou o Oscar Honorário da Academia, a premiação gerou polêmica e alguns artistas, dentre eles Abraham Polonski (diretor que também foi perseguido), incentivaram um protesto planejado para o dia da festa de entrega do Oscar, pedia-se que os convidados não aplaudissem o cineasta maculado por seu passado. Na cerimônia alguns o aplaudiram, muitos não e outros tantos ainda o vaiaram.     O mais perto que Elia Kazan chegou de um pedido de desculpas foi com o filme Sindicato de Ladrões (1954). Ainda há controvérsias sobre tal interpretação que alguns críticos fazem do longa, uma vez que o seu roteiro começou a ser escrito por Arthur Miller bem antes dos depoimentos do diretor. O dramaturgo abandonaria o projeto quando veio a tona a notícia das delações feitas por Kazan. Budd Schulberg foi quem assumiu o roteiro da obra, que se tornaria clássica e, ironicamente, um contundente convite à organização descentralizada e ao levante do proletariado. O diretor, ao que parece, levou para o filme todo seu questionamento ético, que se expressa nas contradições e na angústia reflexiva do personagem principal, que se atormenta com o dilema de delatar ou não o esquema formado por aqueles que ele acredita serem seus amigos.   “Sabem o que há de errado aqui? É o amor pelo dinheiro fácil, que é mais importante que o amor ao próximo”. No longa, Marlon Brando, numa atuação brilhante, interpreta Terry Malloy, um boxeador fracassado, que trabalha de estivador no porto e colabora com os negócios obscuros do chefe do sindicato dos portuários, Johnny “Camarada” (Lee J. Cobb). Terry participa involuntariamente do assassinato de um estivador, que tinha tentado denunciar o lucrativo esquema que domina o porto. O jovem passa a ser atormentado por sua consciência, à medida que passa ter a compreensão do quão sujos são os negócios de seu sindicato, nos quais também está indiretamente metido. Edie Doyle (Eva Marie Saint), irmã do homem que fora morto, não se conforma com a perda do irmão e acaba por convencer o padre local (Karl Malden) a sair de sua inércia e organizar um movimento para unir os trabalhadores em prol de melhores condições de trabalho e contra os mandos e desmandos do sindicato corrompido. As represálias se intensificam no intuito de manter os portuários silenciados.     “Consciência, isso pode deixar a gente louco” A relação que começa a se desenvolver entre Terry e Edie, depois que eles se conhecem, intensifica o dilema que ele está vivendo. Se por um lado ele reconhece as injustiças que vigoram no lugar, por outro ele teme ter que prejudicar o “trabalho” lucrativo de seus amigos e de seu irmão mais velho, Charley (Rod Steiger), braço direito de Johnny “Camarada”, que foi seu único amparo enquanto vivia em um orfanato na infância. O embate ético no qual o personagem se mergulha não é simples, uma vez que a moral que vigora naquele local é instável e totalmente deturpada, a noção de certo e errado parece estar às avessas. A sua falta de expectativas com relação à própria vida o torna ainda mais inseguro e temeroso quanto a decisão de se levantar contra os poderosos que detêm o controle de tudo que acontece no porto. Numa das cenas ele deixa bem claro para a idealista Edie, que seu único objetivo é sobreviver, o que por si só já seria uma tarefa árdua, levando-se em conta suas condições de vida.   Durante o filme, algo me chamou a atenção, o quanto a atuação de Marlon Brando, construída sobre os preceitos do método de Stanislavsky (que Lee Strasberg adaptou para o cinema), me faz lembrar o estilo adotado por Leonardo Di Caprio (que com certeza deve tê-lo como inspiração) nos dias de hoje. Após este ligeiro devaneio, ainda assistindo ao filme, comecei a traçar um paralelo entre Sindicato de Ladrões e Diamante de Sangue (2007), que tem uma das melhores atuações de Di Caprio, na minha opinião. Ambos têm como personagens principais homens que foram embrutecidos pela vida árdua e pelo contexto em que estão inseridos, em ambos o dilema ético é impulsionado pela presença de uma mulher idealista, que leva o protagonista a rever seus pontos de vistas e tomar a atitude que o levaria a redenção. Apesar da diferença de quase 50 anos entre os dois longas, a similaridade é impressionante e a tônica da luta pela justiça social, que impulsiona as duas tramas, tem o poder de nos levar à reflexão, sem que seja purgado em nós o anseio pela transformação, tal anseio é alimentado pelas histórias, que nos convidam a repensar nosso próprio comodismo.   Sindicato de Ladrões é impressionante, principalmente, pelas atuações estupendas de Marlon, Eva, Karl e de todo o elenco secundário, que dão o brilhantismo, o suporte emocional e a dramaticidade necessária para que cada sequência do filme seja em si, ao mesmo, tempo natural, instigante e detentora da indescritível capacidade de nos oferecer algo que vai muito além do entretenimento característico de Hollywood. O filme também é de um realismo social chocante e isto se expressa  nos figurinos e nos cenários por onde os personagens transitam. A decisão audaciosa de levar os sets de gravação para as ruas e para o porto de Nova Iorque em um inverno gelado foi acertada e contou muito para o resultado final. A fotografia também é muito bem trabalhada, preste atenção na forma com que a luminosidade é trabalhada na icônica cena do diálogo entre Terry e seu irmão, que se passa no banco traseiro de um táxi.   A cena em que o personagem de Marlon caminha pelo cais após ter sido brutalmente espancado é emblemática e de um poder sobrenatural, que conseguiu ultrapassar até mesmo o contexto histórico conturbado que a deu o sentido original. No caso deste filme, vale a premissa, defendida por Oscar Wild através de seu alter ego em O Retrato de Dorian Gray, a de que o que deve ser exposto é a obra e não o artista. Se Kazan foi ou não um crápula de um delator não interessa, o que importa é que Sindicato dos Ladrões é uma produção que transcende a biografia de seu diretor e que viria se tornar um dos maiores clássicos do cinema americano. É uma obra que de forma nenhuma deve ser renegada por quem se diz amante da sétima arte! Sindicato de Ladrões ganhou o Oscar nas categorias de Melhor Filme, Diretor, Roteiro, Ator (Marlon Brando), Atriz Coadjuvante (Eva Marie Saint), Direção de Arte, Fotografia e Edição. O longa ainda foi indicado ao prêmio de Melhor Trilha Sonora e teve outras 3 indicações para a categoria de Ator Coadjuvante (LeeJ. Cobb; Karl Malden e Rod Steiger).    
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  Por José Bruno AP Silva, do blog Sublime Irrealidade   Billy Wilder entraria para a história como um dos maiores diretores de Hollywood, tal reconhecimento que ele conquistou não foi devido apenas à qualidade de suas obras, mas também à sua versatilidade. Wilder transitou com desenvoltura por diversos gêneros cinematográficos dentre eles, o drama, o noir e a comédia, deixando como legado uma das filmografias mais importantes do século XX. Produções como Crepúsculo dos Deuses (1950), A Montanha dos Sete Abutres (1951), Quanto Mais Quente Melhor (1959) e Se Meu Apartamento Falasse (1960) se tornaram alguns dos maiores clássicos da história da sétima arte, sendo ovacionados pelo público e pela crítica. O diretor foi um dentre tantos, que na primeira metade do século passado, deixou a Europa e foi para os Estados Unidos fugindo da guerra, sua mãe e avós maternos foram mortos em Auschwitz. Ao chegar na América em meados da década de trinta, Wilder firmou uma duradoura parceria com o roteirista e produtor Charles Brackett. Farrapo Humano (1945) foi um dos frutos desta colaboração, dirigido por Wilder e produzido por Brackett, o filme rendeu o Oscar a ambos, respectivamente na categoria de Melhor Direção e Melhor Filme. O filme ainda ganharia o prêmio em duas das outras cinco categorias a que fora indicado. O longa foi o primeiro a tratar o alcoolismo abertamente como um drama, deixando de lado a figura cômica do bêbado, que o cinema explorava até então. O realismo contundente da trama, reforçado pela atuação magistral de Ray Milland, que interpreta o personagem principal, tornariam o longa um dos retratos mais fiéis da degradação de um viciado.     Ao narrar o drama de Don Birnam (Milland), Farrapo Humano tocou em uma verdadeira ferida da sociedade americana. Desde o período da recessão econômica e da Lei seca, o alcoolismo já era tido como um dos principais problemas sociais dos Estados Unidos. Durante os anos 30, a proibição do comércio de bebidos alcoólicas, ao contrário do que o Estado esperava, tornara o problema ainda mais  grave, impulsionando ainda mais o consumo (o velho fetiche da proibição: o que é proibido é mais prazeroso) e deixando lotadas as instituições que davam assistência aos viciados. O brilhantismo do longa está em retratar esta realidade sem usar nenhum atenuante, a adaptação nos induz a mergulhar no fundo do poço junto com o personagem principal e provar cada uma das sensações que ele experimenta, iniciando assim um processo que caminha para a catarse.   A história, como o título original do filme sugere, está centrada em um final de semana na vida de Don Birman, mas o recurso de flashback é usado para nos mostrar que a situação vivida por ele teve um início relativamente banal e que pode acontecer com qualquer um. Don era tido como um promissor escritor na época da faculdade, porém ao se formar ele se vê diante de um hiato, ele se convence de que não consegue escrever se não estiver sob o efeito da bebida. Passando a beber cada vez mais, ele já não consegue mais se concentrar e escrever uma linha sequer. A dependência afeta suas relações e a forma com que seus vizinhos e amigos o vêm. Por não tem um emprego, Don passa a viver às custas do irmão, Nick (Phillip Terry), que paga seu aluguel e o dá o que vestir e comer. Além de Nick, a única pessoa que se preocupa com ele e acredita em um recomeço é Helen St. James (Jane Wyman), sua namorada.   O estado em que Don se encontra o impede de enxergar o esforço daqueles que tentam o ajudar, o final de semana mostrado no filme começa com otimismo, todos estão acreditando que Don está há uma semana sem beber e Rick pretende levá-lo para uma fazenda, onde ele poderá relaxar e se divertir longe das bebidas. Desnecessário dizer que nada disso acontece, Don não consegue cumprir seus compromissos e para conseguir mais uma dose (sempre mais uma) ele fará qualquer coisa, ele irá mentir, trapacear e até roubar. A situação caminha para um aparente final trágico, que Helen tentará evitar a todo custo. O caminho até o fundo, traçado de bar em bar, mostra o desprezo de todos pelos alcoólatras. A consciência coletiva dos Estados Unidos da época é personificada pelo dono de uma taberna, que se importa apenas em vender os drinques sem se preocupar com estado físico e mental de seu cliente.   Além do roteiro excelente, Farrapo Humano se destaca pela fotografia e pela trilha sonora, que dão a noção precisa da forma com que o personagem principal enxerga sua realidade. Ao assistir ao filme, preste atenção na maneira com que as luzes e as sombras são usadas, em alguns momentos o personagem parece que vai ser engolido pela escuridão que o envolve (entendo isso como uma espécie de herança da fase noir do cineasta). As atuações secundárias são fracas e chegam a estar destonantes se comparadas com a verdadeira incorporação feita por Ray Milland, ele fez jus ao Oscar e a tantos outros prêmios que recebeu pela sua atuação. A sequência em que Don tem alucinações causadas pelo delirium tremens (psicose provocada pela abstinência) é uma das mais fortes do filme e um dos melhores exemplos do mergulho assustador que Milland fez em seu personagem. Farrapo humano é um clássico atemporal, que sem dúvidas merece ser visto. Recomendo!   Farrapo Humano ganhou o Oscar nas categorias de Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Roteiro e Melhor Ator (Ray Milland), tendo sido indicado também aos prêmios de Melhor Fotografia, Melhor Edição e Melhor Música. No Globo de Ouro o longa foi o vencedor nas categorias de Melhor Filme - Drama, Melhor Diretor e Melhor Ator - Drama (Ray Milland). Farrapo Humano ainda ganhou o Grande Prêmio do Juri e o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cannes.
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Por Cassiano Terra Rodrigues do blog http://horizontesafins.wordpress.com   No livro Conversas com Woody Allen, é de se notar o seguinte: “Eric Lax: Como era a primeira ideia para A rosa púrpura do Cairo? Woody Allen: Quando tive a ideia, era só um personagem que desce da tela, grandes brincadeiras, mas aí pensei, onde é que isso vai dar? E me veio a ideia: o ator que faz o personagem vem para a cidade. Depois disso, a coisa se abriu feito uma grande flor. A Cecília precisava decidir e escolher a pessoa real, o que era um passo à frente para ela. Infelizmente, nós temos de escolher a realidade, mas no fim ela nos esmaga e decepciona. Minha visão da realidade é que ela sempre foi um lugar triste para estar… mas é o único lugar onde você consegue comida chinesa.” O novo filme de Woody Allen, “Meia-noite em Paris” (Midnight in Paris, com roteiro e direção próprios, Espanha/EUA, 2011), retoma e inverte a ideia de A rosa púrpura do Cairo: agora, em vez de um filme, uma cidade (de muitos sonhos), Paris; em vez de uma mulher, um homem, Gil (Owen Wilson), roteirista de filmes de qualidade duvidosa em Hollywood, prestes a terminar seu primeiro romance, ambicioso para realizar todo seu talento e mudar a carreira; mas, em vez de um abandono da realidade maçante… bem, aí é que está o nó, digamos assim.   De certa forma, há a retomada da ideia da realidade eivada de sonho e fantasia: em Paris, Gil entra em um automóvel antigo que o leva de volta à Paris dos anos 20, povoada pelos artistas vanguardistas que ele tanto admira: Scott Fitzgerald, Gertrude Stein, Luís Buñuel, Picasso… Nessa viagem ao passado, ele se encontra como escritor, descobre o amor e a si mesmo. Ao mesmo tempo, esse deslocamento espaço-temporal – dos EUA à Europa, dos anos de 2010 aos de 1920 – articula ao menos dois temas importantes: a perda da inocência e a recusa da realidade do presente. Antes de prosseguir, um aviso ao leitor: quem não quiser saber o final do filme, deve parar a leitura. O tempo todo no filme duas perguntas estão interligadas: que relação podemos ter com a cultura? Qual o sentido da permanência do passado? A primeira liga-se à perda da inocência e é um tema caro à literatura escrita nos EUA (lembre-se Henry James, por exemplo). Com efeito, a personagem que deixa os EUA e vai à Europa em busca de conhecimento, história, cultura etc. serve para discutir o que significa ser americano. Essa viagem a Paris (a real ou a idealizada) pode ser entendida como uma busca por legitimidade identitária, a colônia buscando sua identidade cultural retornando às suas raízes na metrópole. Assim como na literatura, também no filme (e já em Vicky Cristina Barcelona, de 2008) vemos uma contumaz crítica à futilidade e superficialidade da sociedade americana, dominada pelo consumismo e pelo utilitarismo: a noiva de Gil, Inez (Rachel McAdams), e sua família só pensam em dinheiro, em satisfação imediata pelo consumo e em manter seu alto padrão de vida. A fala de sua mãe, Helen (Mimi Kennedy), é reveladora dessa atitude: “Barato é barato.” Ela pensa que Gil é barato e só dá valor ao que pode ser comprado caro (uma cadeira antiga, roupas ou restaurantes etc.), mas a relação viva que Gil mantém com a literatura não lhe é cara – antes, parece-lhe excentricidade e esquisitice.   Gil é o único a perceber o pastiche, mas tarda a perceber o caso entre Paul e Inez. Quando percebe, resolve abandonar definitivamente todo esse mundo. Desse ponto de vista, a perda da inocência pode significar que ele também deixa de lado o “american way of life” e sua ideologia de “winners x losers”. Mas, aqui, surpreende-nos um desvio! É o francês Gilles Deleuze, no belo ensaio “Da superioridade da literatura anglo-americana”, quem afirma: “Fugir não é exatamente viajar, tampouco se mover. Antes de tudo porque há viagens à francesa, históricas demais, culturais e organizadas, onde as pessoas se contentam em transportar seu ‘eu’”. É exatamente isso que faz principalmente Paul no filme; não desprezemos mais essa chama na rinha das vaidades França x EUA. Durante todo o filme fica evidente que Gil não se sente bem em meio a tanto consumismo e vaidade. Ele sonha com uma Paris que não existe mais e, fugindo para ela, numa grande fantasia dentro do filme, encontra tudo o que quer e não tem em seu tempo. A fantasia do filme nos faz perguntar qual a função da arte numa sociedade consumista. É claro que temos de questionar qual o sentido da criação artística em nossas vidas; na verdade, que sentido damos à criação de nossas vidas. As pressões da noiva e da família dela são pelo uso instrumental de sua arte – Gil deve continuar escrevendo roteiros para filmes classe Z e, com isso, ganhar muito dinheiro para sustentar os gostos decorativos de sua noiva. A viagem à Europa, afinal, era só para um breve e profícuo aculturamento, que deveria, no retorno ao lar, se converter em muitos dólares – o ar de sofisticação de um produto local vem das brisas que ele tomou na Europa. Um belo ideal de macho burguês, no fim das contas. Já insistia Hegel, no século XIX: se a arte desistir dos grandes interesses do espírito, tornando-se meramente decorativa e ilustrativa, terá deixado de ser arte. E, com efeito, arte, em sentido pleno, já era para Hegel uma coisa do passado, que tinha atingido seu apogeu entre os gregos, já que o reconhecimento de nós mesmos e de nosso lugar no mundo só para poucos passa pela experiência artística – não à toa Gil sente-se deslocado, pois só ele parece recusar essa morte da arte. De fato, ele se desloca, uma vez no espaço e duplamente no tempo; e também podemos dizer que essa forma de Woody Allen problematizar a relação modernidade x pós-modernidade não dá de barato sua admiração pela história e pela cultura modernista. A viagem ao passado o faz encontrar Adriana (Marion Cotillard), jovem estudante de moda que, na Paris dos anos 20, torna-se amante de Picasso. Juntos, fazem uma viagem ao passado dentro do passado, à Paris dos sonhos de Adriana: a Belle Époque de Toulouse-Lautrec, Paul Gauguin, Degas e tantos outros expressionistas, simbolistas etc. Nesse momento, Gil tem uma revelação e é também então que a articulação espaço-temporal revela seu sentido. Ele recusa a possibilidade de aceitar totalmente a fantasia da fantasia e ficar na Paris da Belle Époque, numa viagem ao passado do passado; reconhece suas ilusões serem impossíveis, decide voltar a 2010 e viver em seu tempo. Ora, isso não significa que, no fim, Gil se torne um esquizofrênico pós-moderno, um historicista fixado em imagens de um passado modernista e irrecuperável. Ao contrário, o filme parece sugerir justamente o oposto. Sua consciência súbita da insuficiência da nostalgia extemporânea não significa uma concessão ao consumismo superficial – antes, renova seu olhar: as ruas de Paris; a diferença de iluminação a marcar as diferenças entre as épocas; e, por fim, as luminosas cenas finais do close em Gabrielle (Léa Seydoux) e do close em Gil, indicam a possibilidade de renovação do olhar (arriscamos dizer que a luz – Paris, cidade luz… – é personagem central do filme; o trailer dá uma breve amostra, e pode ser visto nos enlaces acima; clique para ver outro um vídeo interessante). Gil rompe com todas as suas relações, abandona a noiva fútil, a rendosa carreira de roteirista medíocre em Hollywood e decide ficar em Paris, dando novo sentido à sua vida – apenas por ter fugido da vida que tinha ele pode agora criar a própria vida. Woody Allen certa vez disse que trazemos em nós mesmos as sementes de nossa própria destruição. “Meia-noite em Paris” acrescenta uma nota otimista a essa afirmação psicanalítica e trágica: também trazemos as sementes de nossa recriação. Descobrimos a terra fértil onde plantá-las ao começarmos uma fuga e um desvio.
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Duelo entre os melhores atores da História do Cinema!
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Uma correção: Natalie Wood Onde se lê Richard Wagner, leia-se Robert Wagner
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        Documentário Stardust.- The Bette Davis Story, em inglês. No canal de Rodrigo Vennino.   Assista Online (legendado em português)      
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3501. muito bom
muito bom
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Jeffrey Hunter,em Rei dos Reis,e imbativel,alias,quando começa o tema de abertura,parece que voce ja vai ter um encontro no Ceu com o Pai!O,Gloria!
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    Este documentário mostra todo o processo que aconteceu durante a passagem do cinema silencioso para o falado, das dificuldades e adaptações. Vale muito a pena ver.
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  Ficha Título Original: The Americano Ano/País/Gênero/Duração: 1955 / EUA / Western / 85min Direção: William Castle Produção: Robert Stillman Roteiro: Leslie T. White Fotografia: William E. Snyder Música: Roy Webb Elenco: Glenn Ford...Sam Dent Frank Lovejoy...Bento Hermany Cesar Romero...Manuel Silvera, "El Gato" Ursula Thiess...Marianna Abbe Lane...Teresa Salvador Baguez...Capitão Gonzalez     Sinopse   O pecuarista texano Sam Dent vende três touros brahmans a um poderoso fazendeiro brasileiro chamado Barbossa e inicia o longo transporte, de navio e depois trem, até Mato Grosso. Ao chegar à pequena estação férrea de Boa Vista, porém, ninguém aparece para recepcioná-lo e logo descobre que Barbossa foi morto. Com a ajuda de um guia, o falante Manuel Silveira, Sam parte para o rancho de Barbossa pois quer se encontrar com o capataz Bento Hermany, braço direito do falecido. A viagem é dificil inclusive pela travessia de um rio com piranhas. Finalmente Sam se encontra com Hermany que lhe dá o dinheiro combinado pelos touros mas, quando retornava ao Texas, é roubado e com isso tem que ficar mais alguns dias como hóspede do capataz para tentar descobrir o ladrão, ao mesmo tempo que procura se manter neutro na disputa do seu anfitrião contra os pequenos agricultores chamados de "roceiros".     Curiosidades   Filmado no Brasil.       Imagens  
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Por Jefferson C. Vendrame do blog http://ocinemaantigo.blogspot.com.br/ (Sabrina) De: Billy Wilder, Com: Audrey Hepburn, Humphrey Bogart, William Holden, Walter Hampden, John Williams, EUA - P&B - Romance - Paramount - 1954.   Em 1953 a peça Sabrina Fair de Samuel A. Taylor ainda estava sendo montada na Broadway quando os executivos da Paramount Pictures perceberam que sua história era perfeita para ser utilizada no novo filme da nova estrela do estúdio; a vencedora do último Oscar Audrey Hepburn. Para adaptar o filme para as telas a Paramount convidou o também premiado Billy Wilder, que já havia vencido o Oscar em 1945 por seu ótimo trabalho em Farrapo Humano e que vinha de consecutivos sucessos como Crepúsculo dos Deuses, A Montanha dos Sete Abutres, e Inferno Nº 17. Em parceria com o autor da peça Samuel Taylor e com o ótimo roteirista Ernest Lehman, Wilder passou a reescrever Sabrina, o filme que fora o maior sucesso do estúdio em 1954. A princípio, para estrelar o romance ao lado de Hepburn, haviam sido convidados Cary Grant e William Holden, no entanto pouco antes do inicio das filmagens Grant se desligou do projeto sendo substituído pelo renomado e sazonado Humphrey Bogart. A história de Sabrina, que muito se assemelha aos contos de fadas de Cinderela e A Gata Borralheira começa como qualquer outro Fairy Tale: “Era uma vez na costa norte de Long Island a 50 km de Nova York, uma garota que morava numa grande propriedade, a propriedade era, de fato, imensa e tinha muitos empregados, havia jardineiros para tomar conta dos jardins, e um cirurgião vegetal de plantão. Havia um barqueiro para colocar os barcos na água na primavera, e raspar o fundo deles no inverno. Havia especialistas para cuidar dos campos da quadra de tênis externa e da quadra de tênis interna, da piscina externa e da piscina interna, e um homem sem um título especifico cuidava de um lago no jardim, com um peixinho dourado chamado George. Na propriedade, também havia um chofer chamado Fairchild, que havia imigrado da Inglaterra há alguns anos juntamente com um Rolls-Royce. Fairchild era um bom motorista, de uma polidez considerável assim como os oito carros aos seus cuidados, e ele tinha uma filha chamada, Sabrina.” É essa própria Sabrina que nos apresenta sua própria história. Filha do chofer Fairchild (Williams), Sabrina (Hepburn) é completamente apaixonada pelo filho do patrão, David Larrabee (Holden) um playboy mulherengo que sequer nota sua existência. No entanto, após ser enviada pelo pai a um curso de culinária em Paris, Sabrina que em outrora não passava de uma moçoila magricela se transforma em uma elegante e sofisticada mulher, que ao retornar não só consegue despertar a atenção de David como também de seu irmão mais velho Linus (Bogart) iniciando um complicado triângulo amoroso. As filmagens de Sabrina duraram pouco menos de oito semanas (de outubro a novembro de 1953) e quando chegou as telas, no inicio de 1954, além de receber todas as pompas em sua premiére também foi um grande sucesso de crítica e de público. O filme, que hoje não só é lembrado por ser uma ótima comédia romântica e por ter consolidado a carreira de Hepburn é reconhecido também como o primeiro de uma série de comédias românticas realizadas pelo lendário Wilder, que em seguida levaria as telas os ótimos; O Pecado Mora ao Lado, Quanto mais Quente Melhor e Se Meu Apartamento Falasse. Em 1995 Sabrina foi regravado sem sucesso (a não ser nas Sessões da Tarde da TV brasileira) por Sydney Pollack. O remake apesar de possuir o mesmo enredo e o mesmo título não alcançou sequer a sombra do original. Em suma, Sabrina de Billy Wilder, mesmo passados quase sessenta anos de seu lançamento não envelheceu e permanece hoje entre os grandes clássicos de Hollywood.
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  Ficha Título Original: Socrate Ano/País/Gênero/Duração: 1971 / Drama / Espanha França Itália / 120min Direção: Roberto Rossellini Produção: Roberto Rossellini Roteiro: Roberto Rossellini e  Renzo Rossellini Fotografia:  Jorge H. Martín      Música: Mario Nascimbene    Elenco: Jean Sylvère ... Socrate Anne Caprile ... Santippe Beppe Mannaiuolo ... Apollodoro Ricardo Palacios ... Critone Antonio Medina ... Platone Julio Morales ... Antistene Emilio Miguel Hernández ... Meleto Emilio Hernández Blanco ... Ipperide Manuel Angel Egea ... Cebete Jesús Fernández ... Cristobolo Eduardo Puceiro ... Simmia José Renovales ... Fedo Gonzalo Tejel ... Anito Antonio Requena ... Ermete Roberto Cruz ... Un vecchio     Sinopse   Com direção do mestre italiano Roberto Rossellini (Roma, Cidade Aberta), esta superprodução européia é a cinebiografia de Sócrates (470 - 333 a.C.), um dos maiores filósofos da Humanidade. Este DVD traz ainda um revelador depoimento de Roberto Bolzani, professor de Filosofia (USP) e especialista em filosofia socrática. Rossellini mostra o final da vida de Sócrates, em especial seu julgamento e sua condenação à morte, com destaque para os célebres diálogos socráticos: "Apologia", discurso de defesa do filósofo; "Críton", em que um dos seus discípulos tenta convencê-lo a fugir da prisão; e "Fédon", com seus últimos ensinamentos antes de tomar a cicuta.   Assista Online (legendado) SlJSF-V6yBA   Canal: http://www.youtube.com/user/hugoc3     Imagens
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  Ficha Título Original: Don't Look Now Ano/País/Gênero/Duração: 1973 / Drama / Itália Reino Unido / 110min Direção: Nicolas Roeg Produção: Peter Katz Roteiro: Allan Scott, Chris Bryant, Daphne Du Maurier Fotografia: Anthony Richmond, Nicolas Roeg Música: Pino Donaggio Elenco: Julie Christie ... Laura Baxter Donald Sutherland ... John Baxter Hilary Mason ... Heather Clelia Matania ... Wendy Massimo Serato ... Bishop Barbarrigo Renato Scarpa ... Inspector Longhi Giorgio Trestini ... Workman Leopoldo Trieste ... Hotel Manager David Tree ... Anthony Babbage Ann Rye ... Mandy Babbage Nicholas Salter ... Johnny Baxter Sharon Williams ... Christine Baxter Bruno Cattaneo ... Detective Sabbione Adelina Poerio ... Dwarf     Sinopse   O historiador de arte John Baxter (Donald Sutherland) conversa com sua mulher, Laura Baxter (Julie Christie), na confortável casa que ambos possuem na Inglaterra, enquanto, lá fora, seu filho anda de bicicleta sobre o gelo quebrado e sua filha brinca perigosamente perto de um pequeno lago. Quando seu sexto sentido avisa de que algo não vai bem, já é tarde demais: sua filha, Christine (Sharon Williams), afogara-se nas águas geladas. Depois de deixar o filho num colégio interno, o casal parte para Veneza, onde John irá restaurar uma igreja do século 16. Lá, encontram duas irmãs, uma das quais é cega e paranormal. Esta garante ao casal que Christine está feliz onde quer que esteja, mas que a vida de John está em perigo, enquanto ele permanecer em Veneza. John não leva a sério, mas é perturbado por estranhos pressentimentos e pela persistente reaparição de uma pequena figura vestida com uma capa de chuva vermelha, a mesma que sua filha estava usando quando se afogou.   Imagens  
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  Ficha Título Original: Fortress Ano/País/Gênero/Duração: 1986 / Austrália / Drama / 91min Direção: Arch Nicholson Produção: Raymond Menmuir Roteiro: Everett De Roche Fotografia: David Connell Música: Danny Beckermann Elenco: Sean Garlick ... Sid Rachel Ward ... Sally Jones Elaine Cusick ... Sra. O'Brien Laurie Moran ... Sr. O'Brien Marc Aden ... Tommy Ray Chubb ... Publican Bradley Meehan ... Richard Rebecca Rigg ... Narelle Beth Buchanan ... Leanne Asher Keddie ... Sue Anna Crawford ... Sarah Richard Terrill ... Toby Vernon Wells ... Dabby Duck Peter Hehir ... Father Christmas David Bradshaw ... Pussy Cat Roger Stephen ... Mac the Mouse Wendy Playfair ... Old Woman Ed Turley ... Old Man Nick Waters ... Det Sgt Cotter Terence Donovan ... Det Sgt Mitchell Robin Mason ... Derek     Sinopse   Uma professora e nove alunos são seqüestrados por homens mascarados, levados até uma caverna onde são aprisionados. O grupo consegue escapar e durante todo o filme há muito suspense e aventura e todos terão que se unir para lutar contra os seqüestradores.   ASSISTA ONLINE       Imagens    
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Ficha Título Original: Zangiku Monogatari Ano/País/Gênero/Duração: 1939 / Japão / Drama / 142min Direção: Kenji Mizoguchi Produção: Shintarô Shirai    Roteiro: Matsutaro Kawaguchi Fotografia:  Yozô Fuji    Música: Shirô Fukai e Senji Itô Elenco: Shôtarô Hanayagi     ...    Kikunosuke Onoue Kôkichi Takada     ...    Fukusuke Nakamura Gonjurô Kawarazaki     ...    Kikugoro Onoue Kakuko Mori     ...    Otoku Tokusaburo Arashi     ...    Shikan Nakamura Yôko Umemura     ...    Osata     Sinopse   O filho adotivo de um ator renomado descobre que só é elogiado nos palcos e poupado das críticas negativas por ser o herdeiro do seu pai, e que seus colegas o menosprezam pelas costas. Somente uma empregada da familia é honesta com ele e tem coragem de lhe dizer a verdade, ainda assim incentivando-o para que continue na profissão.   Assista Online     Imagens
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  Ficha Título Original: I racconti di Canterbury Ano/País/Gênero/Duração: 1972 / Itália França / Drama Comédia Romance / 112min Direção: Pier Paolo Pasolini Produção: Alberto Grimaldi Roteiro: Pier Paolo Pasolini Fotografia: Tonino Delli Colli Música: Ennio Morricone Elenco: Hugh Griffith ... Sir January Laura Betti ... The Wife from Bath Ninetto Davoli ... Perkin Franco Citti ... The Devil Josephine Chaplin ... May Alan Webb ... Old Man Pier Paolo Pasolini ... Geoffrey Chaucer J.P. Van Dyne ... The Cook Vernon Dobtcheff ... The Franklin Adrian Street ... Fighter O.T. ... Chief Witch-Hunter Derek Deadman ... The Pardoner Nicholas Smith ... Friar George Bethell Datch ... Host of the Tabard Dan Thomas ... Nicholas Michael Balfour ... John the carpenter Jenny Runacre ... Alison Peter Cain ... Absalom Daniele Buckler ... Witch Hunter John Francis Lane ... Greedy friar Settimo Castagna ... Angel Athol Coats ... Rich homosexual Judy Stewart-Murray ... Alice Tom Baker ... Jenkin Oscar Fochetti ... Damian Willoughby Goddard ... Placebo Peter Stephens ... Justinus Giuseppe Arrigio ... Pluto Elisabetta Genovese ... Prosperine Gordon King ... Chancellor Patrick Duffett ... Alan Eamann Howell ... John Tiziano Longo ... Simkin the miller Eileen King ... Simkin's wife Heather Johnson ... Molly Robin Askwith ... Rufus Martin Whelar ... Jack the Justice John McLaren ... Johnny the Grace Edward Monteith ... Dick the Sparrow     Sinopse   O segundo filme da Trilogia da Vida do renomado cineasta Pier Paolo Pasolini baseia-se nos Contos de Canterbury do escritor medieval Geoffrey Chaucer.Com fé exaltada, um grupo de peregrinos viaja rumo à Catedral de Canterbury. Durante intermináveis caminhadas que duram dias, e longas noites sem sono, os viajantes procuram tornar a peregrinação mais leve e prazerosa ao relatar contos libidinosos e apimentados.As histórias dos peregrinos são relatados no estilo inimitável de Pasolini, que faz dos Contos de Canterbury um prazer proibido que você não pode perder!     Imagens  
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Corrigindo o comentário acima Judy teve muitos motivos para abandonar a mãe, pesquise e você saberá
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Nossa, belíssimo texto! "Monsieur" é uma coisa excepcional da carreira de Chaplin! De outro mundo! O discurso do final, então? Polêmico, mas extremamente realista! Isso é Chaplin: Vagabundo ou serial killer, sempre indefectível! Assistam logo!!!!
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Eu gostaria que os filmes da Greta Garbo tivessem legenda em português.
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conhecer essas verdades de Ingrid é vivê-las, pois podemos entender quem as disse.
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    Ficha Título Original: Night Train to Munich Ano/País/Gênero/Duração: 1940 / EUA / Thriller Guerra / 90min Direção: Carol Reed Produção: Edward Black Roteiro: Gordon Wellesley e Sidney Gilliat Fotografia: Otto Kanturek Elenco: Margaret Lockwood ... Anna Bomasch Rex Harrison ... Gus Bennett Paul Henreid ... Karl Marsen Basil Radford ... Charters Naunton Wayne ... Caldicott James Harcourt ... Axel Bomasch Felix Aylmer ... Dr. Fredericks Wyndham Goldie ... Dryton Roland Culver ... Roberts Eliot Makeham ... Schwab Raymond Huntley ... Kampenfeldt     Sinopse   Quando os alemães invadem a cidade de Praga, o engenheiro de guerra, Dr. Bomasch, foge para a Inglaterra. Sua filha Anna escapa da prisão para se juntar a ele, mas a Gestapo consegue capturar os dois que tramam sua liberdade.       Imagens
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Acredito que hoje, seja onde ela estiver, continua mais linda como nunca, pois realmente a sua beleza é um colirio para os nossos olhos....Fascinante
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Acredito que hoje, seja onde ela estiver, continua mais linda como nunca, pois realmente a sua beleza é um colirio para os nossos olhos....Fascinante
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Por Jefferson Clayton Vendrame do blog http://ocinemaantigo.blogspot.com.br/ (Captain Blood) De Michael Curtiz, Com Errol Flynn, Olivia De Havilland, Basil Rathbone, Lionel Atwill, Ross Alexander, EUA - Aventura - P&B - Warner Bros. - 1935. Nunca uma década produziu tantos filmes de aventuras de época no estilo “capa-espada” como a década de 1920. Astros como Douglas Fairbanks e John Barrymore  se tornaram inclusive estereotipados interpretando Don Juan, Robin Hood e diversos outros do gênero. Durante a depressão de 1929 e com os estúdios a beira da falência esses filmes acabaram “saindo de moda”, pois como se tratavam de grandes e milionárias produções, era mais fácil e econômico lançar filmes contemporâneos e modernos com tramas se passando na atualidade. Em 1934 quando surgiu a Legião da Decência, (uma espécie de censura para os filmes considerados “imorais”) esses filmes que estavam em voga - retratando os dias atuais – encontraram muitos problemas com seus temas modernos e sempre recebiam negativas classificações, o que acabava refletindo nas bilheterias e também nas críticas. Os estúdios sabendo que não encontrariam problemas com a censura nos filmes de época decidem trazer de volta esse gênero que até então já estava esquecido. De Havilland e Flynn, sucesso já em suas estréias Lionel Barrymore e Robert Donat estrelaram os dois sucessos que trouxeram de volta o gênero capa-espada sendo respectivamente “A Ilha do Tesouro” (1934) e "O Conde de Monte Cristo" (1934). Diante do enorme sucesso alcançado, a Warner Bros resolve comprar os direitos sobre a obra de Rafael Sabatini “Capitão Blood” e decide refilmar a historia que já havia sido lançada em 1923 pela Vitagraph. A trama se passa no século XVII durante o reinado de James II na Inglaterra. Peter Blood (Flynn) que é um ex – marinheiro, decide ganhar a vida em paz exercendo a medicina até uma noite quando é chamado para socorrer um ferido envolvido em uma rebelião contra o rei, nesse momento os guardas de James II chegam e prendem-no sob acusação de traição. Condenado, ele segue como escravo para a colônia inglesa de Port Royal na Jamaica onde é comprado por capricho por Arabella Bishop (De Havilland) sobrinha do carrasco Coronel Bishop (Atwill). Certa noite quando a cidade é atacada por piratas espanhóis Blood e seus companheiros escravos escapam e tomam o navio salvando a cidade dos inimigos. Ao invés de receber as honras pela heróica façanha eles decidem fugir e lançando-se ao mar transformam-se em piratas espalhando terror por todo o caribe. Foi a primeira grande superprodução sonora de capa-espada lançado pela Warner. Michael Curtiz então contratado do estúdio (e que não se intimidava em dirigir todos os gêneros de filmes) fora escalado para dirigir aquele que seria em 1935 a grande aposta do estúdio de Burbank. Condenado o agora escravo Dr. Blood é examinado pelo coronel Bishop Robert Donat foi o primeiro a ser convidado para interpretar Blood, mas para a surpresa da Warner o ator disse Não. Fredric March e George Brent também receberam convite, mas estavam comprometidos com outros filmes. A esposa de Jack Warner sugeriu que testassem Errol Flynn um novo ator recém chegado da Inglaterra e que embora já estivesse sobre contrato com a Warner até então não havia feito nada a não ser pequenas aparições em curtas metragens. O Desafio foi aceito e Flynn saindo-se muito bem foi aprovado e aceito para o papel. Outra "quase" desconhecida fora escalada para estrelar o filme, Olivia De Havilland que assim como Flynn também só havia feito pequenas pontas. Nunca até então na historia de Hollywood um filme chegava às telas sem uma estrela se quer no elenco, a Warner corajosamente apostou e em troca obteve grande êxito, pois o filme foi uma das maiores bilheterias daquele ano. A parceria Flynn e De Havilland deu tão certo que juntos estrelaram mais sete filmes e Flynn assim como outros no passado se tornou o maior estereotipo do herói das aventuras de época. Indispensável em qualquer coleção o filme é hoje sem dúvidas um dos maiores clássicos do gênero colocando no bolso os atuais Piratas do Caribe com seus exagerados efeitos especiais feitos pelos computadores.   Blood as escondidas tenta ajudar os companheiros feridos Atraída, Arabella  presta diversos favores a Blood, entre eles, torna-o médico do governador      
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Por Cainã Moura do blog http://classicecultfilms.blogspot.com.br/   " Um toque parisiense, imaginação vívida, melodias deliciosas e atuações inteligentes" -MORDAUNT HALL , THE NY TIMES- "Monte Carlo" é um musical de 1930, um dos primeiros filmes falados da história, que leva a fama por ser uma das melhores comédias musicais de todos os tempos. Com piadas e diálogos bem sacados, Jeanette MacDonald e Jack Buchanan (que também fez o musical "A Roda da Fortuna" de 1953, com Fred Astaire e Cyd Charisse), dão um show de interpretação e de voz, longe de ser um filme muito lírico, a película é embalada pela famosa música "Beyond The Blue Horizon" que é repetida no filme diversas vezes. O roteiro de Hans Müller é baseado na obra de Booth Tarkington que leva o nome de "Monsieur Beucaire", que também levou o mesmo nome em uma opereta de 1919 de André Messager. Não foi só por ai que a história de Tarkington foi adaptada. Além de "Monte Carlo", a história teve versões na Broadway, um filme com Rudolph Valentino de 1924 e dezesseis anos mais tarde, Bob Hope também tratou de fazer a sua versão. Mas em nenhuma outra podemos ver a beleza, esplendor e alegria que vemos em "Monte Carlo". O filme tem momentos de comédia e a diversão vai crescendo ainda mais a cada minuto que o filme passa. A presença cômica e os trejeitos de cada ator, em especial do ator Claude Allister, o Príncipe Otto, faz do filme ainda mais engraçado e mais especial, com um toque a "là Chaplin". As filmagens são ótimas, com incríveis cenas externas como a cena na viagem de trem da Condessa com destino a Monte Carlo. Com características das ditas "comédias românticas modernas", é um daqueles filmes que são atemporais e nunca envelhecem por ter o toque de humor no momento certo. O filme está repleto de cenas e músicas memoráveis que nos fazem lembrar como começou a era dos grandes musicais de ouro de Hollywood. Simplesmente esplêndido e bonito de ser ver, e ouvir cada minuto da obra prima dos musicais. CURIOSIDADES: > Por ser tão conhecida, a música "Beyond The Blue Horizon", foi diversas vezes regravadas, uma delas pela cantora Lou Christie em 1970. > Uma das mais de 700 produções da Paramount, filmado entre 1929 e 1949, que foram vendidos a MCA / Universal, em 1958, para distribuição na televisão, e ter sido detida e controlada pela Universal desde então. >A canção "Beyond the Blue Horizon", cantada no filme, tornou-se a canção-tema para o resto da vida da atriz Jeanette MacDonald. > Durante a Segunda Guerra, a música "Beyond the Blue Horizon" mudou a sua letra, de "Além do horizonte azul encontra-se o sol nascente" para "... reside o sol que brilha", porque o Sol Nascente era o símbolo do inimigo dos Estados Unidos, o Japão.   TÍTULO ORIGINAL: Monte Carlo ANO DE PRODUÇÃO: 1930 TIPO DE FILMAGEM: Preto & Branco ELENCO :Jeanette MacDonald, Jack Buchanan, Claud Allister, Zasu Pitts DIREÇÃO: Ernst Lubitsch ROTEIRO: Hans Müller
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  Por Letícia Magalhães do blog http://www.criticaretro.blogspot.com.br/   Um melodrama singular dirigido por D. W. Griffith e estrelado por sua musa e constante colaboradora Lillian Gish, “Inocente Pecadora” ("As Duas Tormentas" em Portugal) , com seus 145 minutos, embora com o subtítulo de "uma história simples de pessoas comuns",  é prolixo e ao mesmo tempo fluente como a catarata para que Anna se dirige sobre uma pedra de gelo, no clímax da produção. Assim como a maioria dos filmes mudos, esse tem também uma série de intertítulos que servem de prólogo da ação. Aqui vemos uma celebração ao casamento monogâmico e o sofrimento que a infidelidade masculina pode causar para a mulher. As personagens têm nome, mas, como o próprio filme explicita, poderiam ser qualquer pessoa (ainda não houve a sacada de chamar as personagens apenas de "esposa" ou "marido", como faria Murnau em "Aurora", em 1927). Por si só, uma apresentação interessantíssima. E, quando a ação começa, nos vemos enfeitiçados pelo encanto virginal de Lillian e torcemos para sua personagem, embora, como em outros filmes, ela sofra, sofra, sofra e sofra mais um pouco durante toda a projeção. Anna, uma pobre jovem da Nova Inglaterra, vai a Boston pedir ajuda financeira para uma tia rica. Acolhida falsamente pela ricaça, ela acaba participando de uma festa na mansão, chamando a atenção do mulherengo Lennox Sanderson (Lowell Sherman) . Depois de algumas investidas, ele a pede em casamento, mas implora que ela mantenha segredo sobre a cerimônia, pois ele não quer perder a “mesada” que ganha do tio. Mas ela não pode esconder a verdade por muito mais tempo, pois um herdeiro está a caminho. É aí que ele revela que eles não são realmente casados, deixando-a sozinha e desamparada após a morte da mãe. Anna passa a ser vista como “pecadora” por ter um filho sem ser casada, embora seja “inocente” por ter sido enganada por Lennox. Mais uma série de tragédias se segue. Numa sequência comovente, Anna batiza seu bebê sabendo que ele está muito doente e segura-o nos braços até ele morrer, quando ela tenta, sem sucesso, reaquecer seu corpinho. Lillian relembra que o pai do bebê estava no set de filmagem e, com a comoção causada pela cena, desmaiou. A sinistra mulher que alugava a casa para a jovem a obriga a sair, pois ela não tem boa reputação. Anna tenta recomeçar sua vida na fazenda Bartlett, escondendo seu passado. Mas um dos vizinhos próximos é o próprio Lennox, que a enganara e agora teme que sua presença estrague seus novos planos de romance com Kate (Mary Hay), até então comprometida com David (Barthelmess). Curiosamente, Barthelmess e Hay se casaram na vida real. Corine Seymour, presença constante nos filmes de Griffith, gravou várias cenas como Kate antes de adoecer gravemente e falecer aos 21 anos. Ela foi substituída por Mary e o que vemos na tela é uma mistura das atuações das duas atrizes.   Lillian está especialmente bonita nesse filme, quase sempre com seus longos cachos presos em um coque. Os closes durante a festa chique são de uma beleza única, assim como a interação infantil com uma pombinha. É impossível não ser ofuscado por sua presença. Seu co-protagonista Richard Barthelmess (com quem também atuou em “Lírio Partido / Broken Blossoms”, no ano anterior), o sensível fazendeiro David Bartlett, não chega aos pés dela em tempo em cena. Seu grande momento é quando recita um poema para ela e diz que sempre a amou (além, é claro, dos momentos como herói perto do final). A versão a que eu assisti tem a maioria de suas cenas em tons de sépia, com algumas poucas (em especial a da catarata) em um tom de azul que me lembrou da própria Gish balançando o berço em “Intolerância” (1916). Em se tratando de visual, não podemos deixar de falar da sequência na nevasca, criada exclusivamente para o cinema, que culmina com Anna desmaiada em uma pedra de gelo (feita de madeira pela equipe cenográfica) e sendo levada para a morte. Lillian permaneceu horas com a mão mergulhada nas águas geladas de um rio para completar a cena, ficando com problemas motores na mão direita pelo resto da vida. A música é simpática, combinando melodias agradáveis que se intercalam e algumas músicas conhecidas usadas em pequenos momentos, como a Marcha Nupcial, uma canção de ninar e a cantiga folclórica infantil "Three Blind Mice". Em uma cena de dança (dança no cinema mudo é algo bizarro ao extremo) a futura estrela Norma Shearer participa como extra. Para surpresa geral, Griffith, em meio ao drama de Anna, salpica momentos e personagens cômicos. Mais uma vez ele constrói histórias paralelas (um gosto pessoal) que nem sempre se mostram úteis (um defeito pessoal).     O tema excessivamente puritano soa datado. Anna não poderia mais se casar porque ela não é "a branca flor virginal" com que David sempre sonhou. Hoje isso não mais se aplica (e se aplicasse, meu Deus!).  No entanto, outros aspectos moderninhos prevalecem, como Anna acusando Lennox de tê-la enganado sem medo da reação alheia (OK, ela não tinha medo porque sua situação não podia ficar pior), David atacando o pai após este expulsar Anna e alguns detalhes finais: um beijo cômico entre dois homens e o beijo entre Anna e a sogra, selando a união e terminando a película. Como não gosto do melodrama exagerado de Griffith, não me empolguei com o clímax no gelo, mas confesso que é uma sequência tecnicamente impressionante e de beleza pungente. Este filme foi 175 mil dólares mais caro que o épico "O Nascimento de uma Nação / The Birth of a Nation" (1915). Nada controverso, ele acabou se tornando um sucesso absoluto de público. Surpreendente, incrivelmente moderno em alguns pontos e ultrapassado em outros, "Inocente Pecadora" ainda emociona, diverte, prende o espectador e, em especial, mostra o talento incontestável de Lillian Gish.
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  Por Calebe Lopes do blog http://pipoca-mecanica.blogspot.com.br   Alfred Hitchcock foi um dos maiores gênios do cinema. Embora não tenha ganho nenhum Oscar em sua brilhante carreira, o diretor conseguiu deixar sua marca e nunca decepcionou os amantes da sétima arte. Sua maior obra (e consequentemente uma das maiores obras de todos os tempos, desde quando existe cinema) com certeza é Psicose. Filme polêmico, assustador e profundamente psicológico, Psicose chega a ser soberbo, inexplicável, perfeito. O filme é uma obra de arte. Cada ângulo, cada enquadro, cada fala, cada corte. Tudo sublime. A trama gira em torno de Marion Crane (Janet Leigh, cujo olhar expressivo fala por si só e atrai mais que toda sua beleza), secretária de uma imobiliária que acaba roubando de um cliente rico 40 mil dólares e fugindo, para recomeçar a vida com o amante. Na estrada, antes do anoitecer, resolve parar e dormir num motel. É aí que conhece Norman Bates (Anthony Perkins, inspiradíssimo), dono do hotel, dominado pela mãe que é inválida por problemas de saúde. A senhora Bates é ciumenta e não deixa Norman relacionar-se com nenhuma garota. Quando Norman vira amigo da nova hóspede, ocorre o assassinato de Marion. Resta ao detetive Milton Arbogast (Martin Balsam), à irmã de Marion, Lila (Vera Miles) e ao amante de Marion, Sam Loomis (John Gavin) descobrir o que houve no quarto do motel. O filme possui uma das cenas mais memoráveis de todas, a da morte no chuveiro. A música de Bernard Herrmann ajuda em todo o clima psicótico de tensão e assusta na cena citada. Aliás, tal cena é perfeita. Os cortes usados, os closes na face de Marion morrendo, o som das facadas entrando em seu corpo (o áudio original é de facas sendo cravadas em melões), a música crescente, tudo muito assustador e perfeito. O roteiro é conciso, enigmático, e foi escrito por Joseph Stefano, baseado num livro de Robert Bloch cujos direitos autorais Hitchcok comprou em segredo, por 9 mil dólares. Psicose é diferente de tudo o que você já viu. E se você viu algo parecido, o que você viu foi inspirado na obra de Hitchcock. O filme é único! Primeiramente, ele troca de personagens principais aos 40 minutos. A personagem da primeira metade do filme é Marion e quando ela é assassinada o foco muda totalmente e vemos Arbogast entrar em ação. Mas quem brilha mesmo no filme, cá pra nós, é Anthony Perkins com o seu Norman Bates, que já é um dos personagens mais cultuados do cinema.   Psicose rendeu 3 continuações e um péssimo remake (não chamaria de remake, chamaria de cópia descarada, uma vez que tudo é igual: falas, ângulos, caraterizações), nenhum deles dirigido pelo mestre Hitchcock. As continuações são boas e a última é dirigida pelo próprio Perkins. Hitchcock dá em Psicose uma aula de como se fazer cinema não só de suspense, mas como arte. Há detalhes tão preciosos, tão inspirados que eu poderia ficar falando e falando aqui sem parar. É um filme pra quem gosta de cinema. É um filme para poucos. E com certeza, um dos melhores que já vi.  
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Por Junia Lemos do blog http://vintageeblog.blogspot.com.br/     Duas semanas após seu casamento com Arthur Miller ,  Marilyn e o marido desembarcam na Inglaterra para filmagem de "O Príncipe Encantado". A diva protagonizaria um  contos de fadas com Sir Laurence Olivier. Terence Rattingan, autor da peça de teatro em que se baseava o filme, convidara pessoas de enorme prestígio para dar boas vindas ao casal em lua-de-mel. Os jornais esforçavam-se   em superar uns aos outros, publicando manchetes fúteis  de trivialidades sobre Marilyn. A diva recebeu de presentes, serenatas, propostas para passeios e até uma bicicleta.  Mas não se interessou por nada. Estava casada com Miller e havia nesse período, se tornado uma mulher retraída escondida  atrás dos portões de Parkside House, uma mansão que havia sido alugada para  ela. Por onde Marilyn ia era acompanhada por um robusto ex-superintendente  da Scotland Yard e como muitos notaram, parecia ter perdido senso de humor. Agora, era uma estrela no pior sentido da palavra. Marilyn conhecera Olivier muitos  anos antes, quando ela não era ninguém e ele já era um ator mundialmente aclamado. Agora ele seria diretor  e protagonista do filme em que ela estrelaria. Joshua Logan que a dirigiu em "Bus Stop" (Nunca Fui Santa) recomendou a Olivier o seguinte: “Por favor, nunca lhe diga o que fazer; ela com certeza sabe mais sobre atuar em filmes que qualquer outra pessoa no mundo. Não lhe dê ordens  porque isso a deixará nervosa, e você não conseguirá tirar nada dela”. Mais adiante, acrescentou alegremente: “Ela é a melhor combinação desde que inventaram o preto e branco”. Sir Olivier começou  quatro meses  de inferno profissional.   Marilyn tinha crise de total paralisia na frente das câmeras e não conseguia produzir nada. No início Olivier tentou ajudar a diva, mas acabou perdendo a paciência e gritando com a loira.  Foi ai que ele  a perdeu e as provocações começaram. Marilyn conseguiu quebrar seu próprio recorde de impopularidade, quando chegou nove horas atrasada para um compromisso, fazendo Dame Sybel Thorndike, que era uma idosa e atuava numa peça teatral a noite, passar a manhã toda esperando por ela. Louella Parsons, a colunista americana que estava na Inglaterra, escreveu que ela “estava testando os outros para ver se era realmente a estrela do filme. Comportava-se como uma criança que pede para levar uma sova “. Arthur Miller também teve que suportar as crises de Marilyn e até chegou  fazer anotações críticas sobre a personalidade de sua esposa  o que a deixou bastante abalada iniciando o declínio da relação de ambos.  Na chegada de Marilyn, a imprensa  inglesa, que não estava a par da verdade sobre a vida particular da diva e seu  hábito de misturar  álcool e pílulas, fizera perguntas fúteis  sobre  seus hábitos de dormir. A resposta foi: “Bem, digamos que agora que estou na Inglaterra gosto de dormir usando apenas o perfume de lavanda da Yardley.” A situação era menos romântica. Marilyn sentia-se doente e com a falta de sono e com os remédios que utilizava para induzi-lo. Os remédios não mais funcionavam e a medida que a noite passava, ela ia ficando histérica. Milton Greene , que lidava com a ruína que era Marilyn pelas manhãs, acrescento detalhes  assustadores: “ ela pedia gim com chá as nove, antes de ir para a filmagem. Eu tentava fazer a bebida mais fraca , e ela ficava furiosa. Me brigava  a lhe dar os estimulantes que queria. A cor deles era diferente  em Londres e Marilyn me acusava de tentar enganá-la, trocando os comprimidos"  Arthur Miller e Laurence Olivier sofriam problemas idênticos  no relacionamento com suas mulheres. A esposa de Olivier, Vivien Leigh ,era dada, fazia tempo, a depressões  e ataques de fúria incontroláveis. Os dilemas vividos por ambos  acabaram por aproximá-los . Em 1980, em sua autobiografia, o cantor Sammy Davis Jr. Escreveu sobre Marilyn: “Enquanto ela fazia O Príncipe Encantada, passava por um dos períodos mais difíceis de sua vida. Estava tendo um caso com um amigo íntimo, ele era fotografo... os dois encontravam-se às escondidas muitas vezes em minha casa...” Segundo o cantor tudo indica que o amante de MM era Milton Greene. Os relatos acima foram baseados no livro "A Deusa, As vidas Secretas de Marilyn Monroe" e vários sites relacionados ao período em que o filme foi gravado na Inglaterra. Todos fatos  são confirmados por documentos e relatos de pessoas que acompanharam a deusa no período, porém, um dos grandes questionamentos tem sido o affair vivido por Colin Clark e Marilyn, retratado no filme "Sete Dias com Marilyn Monroe".
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  Por Rodrigo Mendes do blog http://cinemarodrigo.blogspot.com.br/   La Primera Película de PEDRO ALMODÓVAR, chocante, humana e engraçada, é um filme inédito em termos de distribuição. Pepi, Luci, Bom Y Outras Chicas Del Montón, sua estréia em longa metragem, à primeira vista pode parecer um filme pornográfico vintage, mas apesar disso, Almodóvar nos brinda com uma comédia escrita com qualidade, mas ainda tecnicamente (extremamente) amadora. É uma delícia e um verdadeiro festival de risos. Gritante e absurdo, a premissa surgiu originalmente a partir de uma fotonovela underground que Pedro havia escrito com o nome de Erecciones Generales (preciso traduzir? Risos). Foi a estrela espanhola e amiga de longa data do diretor, CARMEN MAURA quem o incentivou a fazer uma adaptação cinematográfica, paixão de Pedro que até então, sustentava-se num emprego na companhia telefônica e fazia filmes menores e de pouca repercussão no formato 8 mm. Este que é considerado sua grande première, era uma produção barata, em 16 mm e filmado com um orçamento de meio milhão de pesetas com equipe de voluntários. E, concluído num período de dois anos. Foi exibido comercialmente causando algum escândalo na sociedade conservadora, certamente, mas a fita é apenas divertida e um filhote de John Waters, cineasta americano e admirador de Almodóvar. Acredito que vocês já devem ter assistido ou ouvido falar de Pink Flamingos (filme bizarro e discursivo de 1972). Ou seja, “Pepi, Luci, Bom” é um divertimento sadio e até leve no mundo trash.     Maura e Almodóvar faziam parte do mesmo grupo de teatro, Los Goliardos, uma companhia que trazia peças bem no estilo de estórias que o futuro cineasta faria. Ninguém poderia imaginar que o primeiro longa deste jovem o formaria para uma carreira brilhante e consagrada em filmes como Mulheres À Beira De Um Ataque De Nervos, Carne Trêmula, Fale Com Ela, Má Educação e A Pele Que Habito (não sou muito fã deste, mas...). Através de empréstimos para financiar a produção, Almodóvar se virou como podia para conseguir realizar o seu filme. Portanto são até perdoáveis as tantas falhas técnicas ao longo da sessão, sobretudo nas passagens de cenas e o áudio que é péssimo e tem até outtakes na versão do DVD lançado por aqui (Almodóvar não mexeu mais no filme e diversas copias percorreram clandestinamente!). Mesmo assim, é possível curtir esta viagem insana, pervertida e super engraçada deste verdadeiro gênio do kitsch e do atrevido. O filme é realmente gritante e logo de cara isso é explicado com os créditos de abertura feito basicamente por cartazes (o mesmo acontece com os intertítulos que explicam os próximos atos principais e não sei se foi intencional fazer alguma homenagem ao cinema mudo), mas como havia dito, tecnicamente é mal feito, no bom sentido (+ Risos). A mexicana OLVIDO GARA, depois conhecida artisticamente como ALASKA (favor não confundir com o Estado Americano), trabalhou como atriz e cantora pela primeira vez neste filme, mas já tinha uma banda chamada El Bomitoni. Na época, segundo fontes, ela era menor de idade, apesar de não parecer. Era apenas uma garota punk e mal encarada, que tocava guitarra e acabou impressionando Almodóvar com o seu visual, mas como Pedro sempre foi “família” em seus filmes, muitos amigos participam (Caetano Veloso em Fale Com Ela que o diga). Obviamente que naquela época ele era muito mais louco, bad boy. E, já que a fita foi realizada por voluntários, nem preciso dizer que a festa deve ter sido tremenda durante a feitura do filme. Drogas, sexo, e outras coisas mais, certamente devem ter rolado, aliás, Almodóvar sempre deixou isso explícito em seus filmes, como nostalgia e ou/ inspiração.     A primeira fase do diretor é muito refletida no movimento artístico espanhol de suma importância no país em que os personagens principais (inclusive Alaska na vida real) são figuras do movimento La Movida Madrileña, onde se concentravam pessoas, (sufocadas por décadas pela ditadura de Francisco Franco), que desejavam se libertar nem que para isso fosse preciso chocar. Após a morte de Franco foi que tudo isso aconteceu e onde nasceu o cinema de Almodóvar. Pedro faz uma ponta no filme como ator, um mestre de cerimônias cabeludo e de bigode, gay, que apresenta uma competição maluca na qual, em uma festa, os homens participavam e concorriam para ver quem tinha o maior pênis, devidamente medidos, tanto altura quanto grossura. O prêmio para o vencedor era o mesmo pedir o que quisesse. Ou seja... Há também participações de algumas atrizes que são freqüentes colaboradoras do cineasta. Morro de rir com CECILIA ROTH (Tudo Sobre Minha Mãe, fazia a Manuela) como uma chica que faz um divertidíssimo anúncio de lingerie e que sonha em soltar um pum e menstruar sem problemas futuros utilizando as tais calcinhas. Outras que participam são: ASSUMPTA SERNA (de Matador), KITI MANVER (de A Flor Do Meu Segredo, Abraços Partidos/ Mulheres À Beira...) interpretando uma modelo que diz que não é puta e por causa de sua beleza os homens se aproveitam e a ótima JULIETA SERRANO (também de Mulheres À Beira de Um... Ata-me!) como uma mulher que aparece dando bronca no filho pestinha e vestida de Scartett O´Hara!   Momento HILÁRIO com Cecilia Roth   A trama é cheia de excessos, mas a narrativa principal conta a história de uma garota descolada, Pepi (Maura), que faz de sua vida um passatempo irresponsável, inconstante e cheia de reviravoltas que ela acaba conseguindo conciliar. Uma bela manhã ela esta cuidando de sua vida, tem vários vasos de maconha na janela de seu apartamento e todo o dia vai regá-las. Simplesmente, quieta no seu canto, colando o seu álbum de figurinhas do Superman e ouvindo uma música-cliclete, é surpreendida pelo toque da campainha. Quem é? Seu vizinho machista e que por acaso é policial, interpretado por FÉLIX ROTAETA (1942-1994) que também interpreta o seu irmão gêmeo, que a aborda por cultivar plantas ilegais. Bom, para não incriminá-la o sujeito resolve, num ímpeto, tirar alguma vantagem, isto é, sexo! Ela não resiste, mas Pepi ainda era “virgem”, nunca haviam violado a sua vagina e a moça era praticante do sexo anal. Sem querer saber dos detalhes, e violentamente, o babaca e cabrón a estupra! Sedenta por vingança, Pepi chama seus amigos para espancar o escroto, mas infelizmente quem apanha é o seu irmão! Ainda querendo dar o troco, Pepi se aproxima da quarentona Luci, a ótima EVA SIVA (de outras fitas do diretor: Labirinto De Paixões, Maus Hábitos...) esposa do policial e que inicialmente foi contratada por Pepi para lhe dar aulas de tricô. O que ela não sabe é que Luci é sadomasoquista, mas vive sufocada num casamento tradicional e o marido nem sequer a espanca, apenas faz dela sua escrava. Com isso, depois da tão falada cena da urina em que Bom (Alaska) faz xixi na cara de Luci (assim que elas se conhecem!), Pepi descobre o tão grotesco segredo sexual da dona de casa. Assim, Luci e Bom começam um relacionamento lésbico e as três, quebrando tabus, vivem uma divertida e louca amizade. Vão a diversas festas e fazem de suas vidas um palco. O mais curioso é que o filme, mesmo sendo mal acabado e vulgar, é humano. Almodóvar, em seu debut, é capaz de fornecer sinceridade de suas personagens, o ponto alto de tudo. Desta forma, o filme não passa de uma brincadeira o que ameniza as cenas gratuitas à La Almodóvar. Insanas, depravadas, divertidas, este trio tem muita história pra contar. Chame a vizinha para um cafezinho da tarde, troque figurinhas, só não comentem o que sucedeu no capítulo anterior da novela, passe para as fofocas, de homem é mais legal, mas certifique-se de uma coisa: diz pra ela que o banheiro é ali, à direita, em caso de emergência, afinal, a maioria das mulheres sofrem da bexiga.     Estrelando: Carmen maura. Olvido Gara. Eva Siva Kiti Manver. Cecilia Roth. Julieta Serrano. Félix Rotaeta Ricardo Franco. Concha Grégori. Assumpta Serna Pedro Almodóvar. Agustín Almodóvar Música ALASKA Y LOS PEGAMOIDES Direção de Fotografia PACO FEMENÍA Montagem JOSÉ “PEPE” SALCEDO Figurinos MANUELA CAMACHO Maquiagem JUAN LUIS FARSACC Produtor Executivo FÉLIX ROTAETA Produtor Delegado PACO POCH Produzido por PEPÓN COROMIMA. PASTORA DELGADO. ESTER RAMBAL Escrito e Dirigido por PEDRO ALMODÓVAR Pepi,Luci,Bom Y otras chicas del montón  © 1980 Fígaro Films
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  Por Rubi Tegani do blog http://allclassics.blogspot.com.br Em 1952 George Axelrod levava aos palcos da Broadway a peça The Seven Year Itch, e devido ao grande sucesso alcançado, três anos mais tarde o diretor Billy Wilder conduziu esta comédia romântica as telas do cinema. No elenco fez questão de contar com o talento e carisma de Marilyn Monroe e Tom Ewell. The Seven Year Itch (O Pecado Mora ao Lado) narra as aventuras e desventuras de Richard Sherman (Tom Ewell) que, sozinho em Nova York após enviar a esposa Helen Sherman (Evelyn Keyes) e o filho para longe do intenso calor que acometia a cidade, envolve-se com a linda vizinha do andar de cima. Modelo encantadora, a jovem sem nome (Marilyn Monroe) ainda que sem intenção conduz o fascinado Sherman aos mais variados delírios. A medida em que Sherman vislumbra a possibilidade de tornar-se um marido infiel, passa a duvidar de si mesmo e da própria esposa, invertendo os papeis em sonhos conturbados onde o escritor Tom McKenzie (Sonny Tufts) aparece como o amante de sua esposa. Esses "repentes" conduzem o nosso personagem as mais ridículas situações, enquanto a jovem sem nome leva tudo em tom de pura amizade. O filme marca aquela que sem dúvida alguma, ao lado do beijo de Burt Lancaster e Deborah Kerr em From Here to Eternity (A um passo da Eternidade) é a cena mais clássica de todos os tempos, o momento em que Marilyn está sobre as grades do metrô e tem o seu vestido branco erguido até os joelhos pelo vento provocado por um trem que passa sob ela. A cena foi tão marcante que o vestido usado pela atriz foi leiloado em junho de 2011 por 5,6 milhões de dólares. A trilha sonora de alta qualidade traz o trabalho de Rachmaninoff com a canção "Concerto para piano n.º 2" e de Euphemia Allen com a canção "The Celebrated Chop Waltz" conhecida por Chopsticks, entre outras.   Bastidores Bastidores: Billy Wilder e a 20th Century Fox - A influência de Edwin Stanton Porter Único filme de Billy Wilder lançado pela 20th Century Fox, The Seven Year Itch é considerado pela crítica um dos melhores trabalhos de Marilyn Monroe. Filmado entre 1° de setembro e 4 de novembro de 1954, muitas cenas foram cortadas pois poderiam ser consideradas indecentes para a época, contudo, isto não impediu que o filme se tornasse um sucesso de bilheteria, e projetasse Marilyn como a maior estrela de cinema e símbolo sexual de sua época. Curiosidade à parte, a peça teatral de George Axelrod trazia Tom Ewell e Vanessa Brown nos papeis centrais e cogitou-se a escolha de Walter Matthau para o papel de Sherman no filme, porém Wilder optou por manter Tom Ewell e substituiu Vanessa por Marilyn. Listado na American Film Institute, vencedor do Globo de Ouro na categoria de Melhor Ator (Tom Ewell) e indicado ao BAFTA na categoria de Melhor Atriz (Marilyn Monroe), atualmente o filme está disponível em DVD. A inesquecível cena do vestido de Marilyn sendo levantado pelo vento é comparada a cena semelhante vista no curta-metragem de Edwin Stanton Porter (mesmo diretor do clássico The Great Train Robbery - O Grande Roubo do Trem de 1903) "What Happened on Twenty-third Street, New York City" de 1901.  
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Por José Bruno Silva do blog http://sublimeirrealidade.blogspot.com.br/   Certa vez o cineasta Roberto Rosselline afirmou que "o assunto do filme neorrealista é o mundo, não a história ou a narrativa", segundo ele "não há teses preconcebidas, porque as ideias nascem do assunto do filme", e "não há afinidade com o supérfluo e o meramente espetacular, mas a atração para o concreto". Tais afirmações definem perfeitamente aquela que é na minha opinião a melhor e mais importante obra do neorrealismo italiano, Ladrões de Bicicleta (1948) de Vittorio de Sica. Este filme, realizado com orçamento reduzido e muitas dificuldades, se tornaria uma das obras mais importantes da história da sétima arte e ajudaria a dar inicio à uma verdadeira revolução formal e estética, que ganharia ainda mais força nas décadas seguintes. Antes de comentar o contexto social e político no qual o filme foi produzido e alguns de seus aspetos técnicas e artísticos, preciso falar sobre a intensidade com que ele me impacta, pois ela influenciará praticamente todo o restante deste texto. Provavelmente eu já comentei em outras resenhas que filmes que de alguma forma abordam a infância me tocam de uma forma diferente e foi o que aconteceu desde a primeira vez que assisti Ladrões de Bicicleta, que tem um garotinho como um dos personagens centrais. A relação do menino com o pai dele no filme me remete à minha relação com o meu avô, que foi a figura paterna que eu conheci, e isso me transporta para algumas memórias de minha infância, que eu prefiro não relembrar com tanta frequência, de uma forma muito bonita eu vejo no personagem do pai, a mesma angústia e a mesma determinação de lutar contra as circunstâncias que eu via em meu avô. A minha comoção não me impede no entanto de observar os diversos aspectos que justificam a alcunha de clássico que atribuem ao filme, pelo contrário, a sensibilidade aguçada me ajuda a perceber pequenos detalhes que talvez de outra forma passariam despercebidos. Na crítica que escrevi de Roma, Cidade Aberta (1945) de Roberto Rossellini eu fiz um breve (muito breve) resumo do que foi o o neorrealismo italiano e de sua importância para outras escolas cinematográficas, para aqueles que ainda não estão familiarizados com o 'movimento' e suas características eu recomendo a leitura dos dois primeiros parágrafos da resenha (clique o nome do filme em destaque para acessá-la), pois  entender a situação pela qual a Itália passava na época em que o filme foi rodado é crucial para que se possa assimilar cada um de seus elementos narrativos.   A trama do filme é relativamente simples, ela gira em torno de Antonio Ricci (Lamberto Maggiorani), um homem que está em busca de emprego, e de sua família paupérrima. Já no início da história ele consegue um trabalho de colador de cartazes de cinema, mas para que possa assumir a vaga ele precisa de uma bicicleta. Maria (Lianella Carell), sua esposa, decide empenhar as poucas roupas de cama que eles tinham para assim conseguir reaver a bicicleta que fora empenhada anteriormente. Porém, no primeiro dia de trabalho de Ricci, alguém rouba o veículo enquanto ele estava distraído colando um cartaz, ao perceber a ação do ladrão ele tenta persegui-lo para tomar sua bicicleta de volta, porém o delinquente consegue fugir, desaparecendo em meio à multidão. Sem o apoio da polícia, Antonio decide procurar a bicicleta por conta própria, é então que começa sua jornada pelas ruas de Roma. Bruno (Enzo Staiola), seu filho de sete anos, o acompanha na busca. Ao mostrar a jornada dos dois personagens em busca da bicicleta roubada, o filme mostra também, de uma forma quase documental, a realidade que a Itália enfrentava naquele período de reconstrução. Na maioria das cenas podemos perceber o grande número de pessoas que estão indo e vindo nas ruas, são em sua maioria homens de meia idade desempregados, ou ocupando sub-empregos; em meio á multidão vemos poucos jovens, uma óbvia consequência da guerra que terminara poucos anos antes, não por acaso o único personagem jovem que ganha destaque em uma das passagens do filme é um rapaz epilético (que provavelmente fora dispensado do compromisso militar por causa de sua doença). É possível perceber também um grande número de crianças vadiando pelas ruas, na maior parte das vezes pedindo esmolas. A degradação física da cidade é outro aspecto que chama a atenção. Ladrões de Bicicleta não deixa de mostrar também o abismo existente entre as classes sociais, enquanto há uma quantidade enorme de desempregados e de homens e mulheres que se submetem a empregos inferiores às suas formações profissionais, há também aqueles que se fartam de comida e que gastam horrores nos melhores ambientes da cidade. A burocracia e a incapacidade do estado de garantir os direitos básicos da população agravam ainda mais a situação daqueles que não possuem recursos para se virarem sozinhos. Numa das cenas mais belas e emocionantes do filme, Ricci esboça uma satisfação contradizente com o desespero que o caracteriza ao levar o filho à uma pizzaria, ele compra algo para o menino comer com o dinheiro que sobrara do empenho das roupas, em uma outra mesa no mesmo local estão um grupo de pessoas aparentemente abastadas que esbanjam dinheiro com coisas que Ricci jamais poderia comprar.   Perto do final do final do filme, há uma sequência (que eu não pretendo comentar para não servir de spoiler) que mostra perfeitamente que nele não heróis ou vilões, são todos vítimas de uma realidade opressora que se sobrepõe a questionamentos morais e éticos, esta passagem, junto com o desfecho, comprovam que o importante no filme não é a trama em si, mas a forma com que serve de recorte de uma sociedade que se encontra em ruínas... Não sei se proposital ou não, mas há em Ladrões de Bicicleta uma referência irônica ao cinema escapista, que se contrapõe ao neorrealista; Antonio, como eu já disse, consegue o emprego de colador de cartazes de cinema, mas os filmes em si fazem pouco ou nenhum sentido para ele, o cartaz que ele colava no momento que sua bicicleta fora roubada era do filme Gilda (1946), o rosto da belíssima atriz Rita Hayworth, estampado nele, aparentemente não lhe despertava atração ou qualquer tipo de sentimento; sutilmente isso mostra o quanto o cinema que estava sendo reproduzido na Itália da época estava distante da realidade social do país. Pode-se perceber também na narrativa de Ladrões de Bicicleta diversos elementos melodramáticos, a presença deles na verdade era uma das marcas do movimento neorrealista, no filme há por exemplo uma sequência na qual Antonio impede sua esposa de dar dinheiro à uma vidente que previra que ele conseguiria o trabalho, esta passagem nos induz a crer que as peripécias que lhe acometem a partir de então são decorrentes desta atitude (o que pressupostamente invalidaria a crítica social que o longa faz). Contudo o uso de tais elementos se dá de forma sóbria, deixando que o foco permaneça no realismo e não em tais elementos dramáticos, como acontece em diversas passagens do já citado Roma, Cidade Aberta (1945) de Roberto Rossellini. Um dos aspectos artísticos que mais chamam a atenção no filme são as atuações, principalmente porque todo o elenco era composto de atores amadores, a verdade que percebemos em suas atuações vem de suas próprias vivências, eles estavam encenando algo que lhes era familiar e talvez por isso ele estejam tão bem e tão convincentes em seus respectivos personagens. Lamberto Maggiorani e Enzo Staiola estão extraordinários, eu ousaria dizer que boa parte do sucesso que o filme goza até hoje dentre diversos públicos vem da força de tais atuações, não tem como não se comover com o olhar tristonho e indagante do menino e com a expressão de desespero e desesperança esboçada pelo pai... Carlo Montuori, o diretor de fotografia, se valeu da iluminação natural para capturar as imagens externas e o resultado de seu trabalho foi soberbo, seus enquadramentos valorizam não só os personagens, mas também as locações, que emitem mensagens tanto quanto os diálogos. Ladrões de Bicicleta é um clássico absoluto, um filme que beira a perfeição e que não envelheceu mesmo depois de mais de 60 anos... É portanto ultra recomendado para todos! O filme ganhou o Oscar Honorário de Melhor Filme Estrangeiro, tendi sido indicado ao prêmio também na categoria de Melhor Roteiro.       Ladrões de Bicicleta (Ladri di Biciclette) - 1948. Dirigido por Vittorio De Sica. Escrito por Vittorio De Sica, Cesare Zavattini, Suso Cecchi D'Amico, Oreste Biancoli, Adolfo Franci e Gerardo Guerrieri. Direção de Fotografia de Carlo Montuori. Música Original de Alessandro Cicognini. Produzido por Giuseppe Amato e Vittorio De Sica. Produzioni De Sica / Itália.  
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  Por Daniele Rodrigues de Moura do blog http://telaprateada.blogspot.com.br/   Baseado no livro "Before The Fact", este filme teve um único erro: o fato de Hollywood ter mudado o final que Hitchcock planejava(e filmou) simplesmente por que Cary Grant era visto como bom moço e, segundo eles, a audiência não o aceitaria como um assassino. Com roteiro de Samson Raphaelson e Joan harrison, foi o primeiro filme produzido e dirigido por Alfred Hitchcock e lhe deu uma leveza imensa como artista, ao realizá-lo. Para a produção de SUSPICION, lançado em 1941 pela RKO, Joan Fontaine se ofereceu para trabalhar de graça no papel de Lina, tamanha sua empolgação com a estória original. E fez um grande trabalho. Um dos seus melhores momentos no cinema e que lhe rendeu o Oscar de melhor atriz daquele ano. Cary Grant é uma surpresa à parte: ele consegue levar um personagem divertido e brincalhão e ao mesmo tempo, envolver o público em mistério com um caráter duvidoso. Será Johnny um real assassino? Apesar do final ter sido modificado, com o casal vivendo feliz para sempre, não tem como não perceber a marca de Hitch durante o filme. Tudo aponta para que o personagem seja, de fato, um criminoso, e para a editora deste blog, ele é sim, o culpado. Mas devemos atentar para o fato de que Lina sempre se enganava com ele. Quando ela pensava que ele poderia estar armando uma emboscada para Beaky(Nigel Bruce em excelente forma), ela erra, chega em casa e encontra os dois conversando. Então, estaria Lina tendo alucinações? Sim e não. Quem já assistiu SUSPICION  deve lembrar da sequência das cadeiras, por exemplo, presente do pai da moça, que são vendidas por Johnny para pagar uma aposta em cavalos. Johnny é o típico bad boy, irresponsável, vadio, que queria uma boa vida, cercado de mulheres admiradoras e...irresistível. Ele brinca com Lina o tempo todo e a assusta com as besteiras que faz. Também vale lembrar a notícia do emprego, onde ele flutua com a cabeça da esposa de uma maneira sinistra. O filme é marcado por estes acontecimentos. Para Lina(Fontaine), uma moça que estava fadada ao esquecimento amoroso, devido à sua timidez, Johnny foi a sua salvação como mulher. Logo no início do romance, do alto de um precipício, ele a apelida estranhamente de "monkey face"(cara de macaco), e ela toma isto como uma delicadeza. É sozinha e até a família desacredita nela, achando que Lina nunca se casará. As duas marcas de Hitchcock neste filme são as personalidades dos personagens. Lina, a esposa inocente, que passa a desconfiar do marido. Johnny, o arquétipo do suspeito, quase a marca indelével de um assassino frio. Com suas brincadeiras, ele consegue amolecer o coração da menina apaixonada. A expressão em seu rosto passa de assustada e amedrontada para chorosa e arrependida. Então volta a acreditar nele, afinal, seu amor é maior. Em todo o decorrer de SUSPEITA, Lina leva sustos com Johnny, até descobrir que ele começou repentinamente a se interessar por estórias policiais, que sempre envolviam um assassinato. Seu interesse se aguça no jantar na casa da escritora Isobel Sedbusk(Auriol Lee), quando ele inicia uma conversa à respeito de venenos. Um dos pontos altos do suspense Hitchcockiano, Lina se apavora e passa a desconfiar ainda mais. Depois de um desmaio de Lina, vem a cena mais emblemática do filme. Cary Grant subindo as escadas, na escuridão, com um copo de leite. Hitchcock explicou que colocou uma luz elétrica incandescente no fundo do copo, para que a cena se tornasse ainda mais sinistra. Afinal, o que havia naquele copo? Será que Johnny havia finalmente posto em prática seus estudos sobre venenos através daquele leite? O suspense se torna ainda maior(para o deleite do público), pois Lina, cada vez mais confusa, decide não tomar a bebida. Joan Fontaine, em entrevista, disse que nos originais de Hitchcock, este seria o final de SUSPEITA: a personagem dela morreria envenenada pelo copo de leite misterioso. Mas este foi censurado e o filme dá continuidade. Tenho uma particular predileção por este trabalho do mestre do suspense, um carinho especial que me faz colocá-lo várias vezes, de tempos em tempos. Apesar de achar que INTRIGA INTERNACIONAL ou SABOTADOR são superiores no período do diretor em Hollywood. Fora os filmes deliciosos feitos na sua fase britânica. Mas isto é assunto para um outro texto!
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  Por Thiago Borges do blog http://anoiteamericana.wordpress.com/   Curioso perceber como pérolas cinematográficas acabam sendo esquecidas ao longo do tempo. A estreia do genial e genioso Peter Bogdanovich é um claro exemplo.  Na Mira da Morte faz profunda análise sobre o caráter mórbido do cinema e sua relação com o mundo real na forma de um intenso thriller de suspense. Um filme tão contundente e perturbador não deveria ser tão pouco conhecido – mas talvez sejam essas próprias qualidades os fatores a relegá-lo a um ostracismo imerecido. Bogdanovich criou, em parceria com sua então esposa Polly Platt e o diretor Samuel Fuller, um argumento forte, com ressonância completa no espectador. Ao longo dos 90 minutos de projeção, duas histórias distintas são contadas paralelamente, sem pressa, até se encontrarem em um brilhante clímax de horror – funcionando também como ponto de reflexão sobre os elementos discutidos pelo roteiro. A primeira delas mostra o ator Byron Orlok, vivido por Boris Karloff de maneira quase autobiográfica, decidindo-se pela aposentadoria. Após anos de sucesso interpretando monstros em filmes de terror, começa a ser ignorado pelo público, vendo-se preso a uma estética sem apelo às novas gerações – a sequência inicial, com cenas do filme Terror no Castelo, de Roger Corman, define bem esse modo artesanal, e ultrapassado, de se fazer terror. O que, de certa forma, nem chega a ser culpa do público: com notícias diárias nos jornais sobre crimes e mortes brutais, a fantasia vai assustar a quem? O outro lado da narrativa é sobre a va monótona de Bobby Thompson, homem casado, que mora com os pais. Bogdanovich – ele interpreta o diretor de cinema Sammy Michaels – paga tributo à Hitchcock na construção do suspense, seja na inclusão de elementos de humor, como quando Orlok e Michaels ficam bêbados, ou no crescendo de tensão e incerteza sobre a natureza do que assistimos. Quando Bobby – aquele homem aparentemente comum, de família boa – explode em um ataque inexplicável de fúria, semelhante aos tantos casos de pessoas matando familiares e companheiros de trabalho a esmo, chegamos ao cerne de Na Mira da Morte: o que nos choca? Por que ficamos chocados com a violência na tela e não com a real? A violência se tornou banal, parte do cotidiano? São perguntas subentendidas ao vermos o personagem, sem qualquer sentimento, atirando em civis. Não podemos julgar Bobby, pois seus atos não são explicados – o que com certeza influenciaria nossa percepção em relação ao filme; é-nos permitido apenas o choque com sua frieza e loucura. Frente à passividade em relação ao embrutecimento do mundo, Bogdanovich chacoalha o espectador para acordá-lo de um sono torpe imposto pela televisão, pelo consumo, pelas “versões oficiais” das instituições de poder e, até mesmo, pelo cinema enquanto mero produto descartável. O clímax brutal se passa, não gratuitamente, em um cinema, fazendo-nos recordar do importante papel da arte – em sua forma mais pura de desenvolvimento humano – na tarefa de transformar, para melhor, uma realidade. A loucura e a paranoia poucas vezes foram tão bem dissecadas como em Na Mira da Morte, sem dúvida uma das obras mais importantes do cinema americano nos anos 1960. Só é triste e trágico ver esta ficção se replicar no real quase que diariamente, como bem mostram os massacres ocorridos no Shopping Morumbi, em 1999, na cidade de São Paulo; no Instituto Columbine, no Colorado, EUA, no mesmo ano; e na Escola Municipal Tasso da Silveira, no bairro de Realengo, Rio de Janeiro, em 2011.  
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Obrigada, Carla por colocar mais um texto meu aqui! Vc é muito bacana!! Um abraço! Dani
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  Ficha Título Original: Radio Days Ano/País/Gênero/Duração: 1987 / EUA / Comédia Drama / 85min Direção: Woody Allen Produção: Robert Greenhut Roteiro: Woody Allen Fotografia: Carlo Di Palma Música: Michael Moyse Elenco: Mike Starr ... Burglar Paul Herman ... Burglar Don Pardo ... 'Guess That Tune' Host Martin Rosenblatt ... Sr. Needleman Helen Miller ... Sra. Needleman Danielle Ferland ... Child Star Julie Kavner ... Mother Julie Kurnitz ... Irene David Warrilow ... Roger Wallace Shawn ... Masked Avenger Mick Murray ... Avenger Crook William Flanagan ... Avenger Announcer Seth Green ... Joe Michael Tucker ... Father Josh Mostel ... Abe Renée Lippin ... Ceil William Magerman ... Grandpa Leah Carrey ... Grandma Joy Newman ... Ruthie Hy Anzell ... Sr. Waldbaum Judith Malina ... Sra. Waldbaum Dianne Wiest ... Bea Fletcher Farrow Previn ... Andrew Oliver Block ... Nick Maurice Toueg ... Dave Sal Tuminello ... Burt Rebecca Nickels ... Evelyn Goorwitz Mindy Morgenstern ... 'Show & Tell' Teacher David Mosberg ... Arnold Ross Morgenstern ... Ross Kenneth Mars ... Rabbi Baumel Andrew B. Clark ... Sidney Manulis Mia Farrow ... Sally White Lee Erwin ... Roller Rink Organist Roger Hammer ... Richard Terry Lee Swarts ... Nightclub Customer Margaret Thomson ... Nightclub Customer Tito Puente ... Latin Bandleader Denise Dumont ... Latin singer 'Tico-Tico no Fubá' Dimitri Vassilopoulos ... Perfirio Larry David ... Communist Neighbor Rebecca Schaeffer ... Communists's Daughter Belle Berger ... Sra. Silverman Guy Le Bow ... Bill Kern Brian Mannain ... Kirby Kyle Stanley Burns ... Ventriloquist Todd Field ... Crooner Peter Lombard ... Abercrombie Host Martin Sharman ... Sr. Abercrombie Crystal Field ... Abercrombie Couple Maurice Shrog ... Abercrombie Couple Marc Colner ... Whiz Kid Roberta Bennett ... Teacher with Carrot Joel Eidelsberg ... Sr. Zipsky Danny Aiello ... Rocco Peter Castellotti ... Sr. Davis Gina DeAngeles ... Rocco's Mother Shelley Delaney ... Chekhov Actress Dwight Weist ... Pearl Harbor Announcer Ken Levinsky ... USO Musician Ray Marchica ... USO Musician Jeff Daniels ... Biff Baxter J.R. Horne ... Biff Announcer Kuno Sponholz ... German Henry Yuk ... Japanese Sydney A. Blake ... Miss Gordon Kitty Carlisle ... Radio Singer Robert Joy ... Fred Henry Cowen ... Principal Philip Shultz ... Whistler Mercedes Ruehl ... Ad Men Bruce Jarchow ... Ad Men Greg Gerard ... Songwriter David Cale ... Director Ira Wheeler ... Sponsor Hannah Rabinowitz ... Sponsor's Wife Edward S. Kotkin ... Diction Teacher Ruby Payne ... Diction Student J.E. Beaucaire ... Diction Student Paul Berman ... 'Gay White Way' Announcer Richard Portnow ... Sy Tony Roberts ... 'Silver Dollar' Emcee Barbara Gallo ... Dance Palace Musician Jane Jarvis ... Dance Palace Musician Liz Vochecowizc ... Dance Palace Musician Ivan Kronenfeld ... On-the-Spot Newsman Frank O'Brien ... Fireman Yolanda Childress ... Polly's Mother Artie Butler ... New Year's Bandleader Diane Keaton ... New Year's Singer Gregg Almquist ... Radio Voice (voz) Jackson Beck ... Reporter In Disaster Sequence (voz) Wendell Craig ... Radio Voice (voz) William H. Macy ... Radio actor Ken Roberts ... Radio Voice (voz) Norman Rose ... Radio Voice (voz) Kenneth Welsh ... Radio Voice (voz) Stan Burns ... Ventriloquist Mark Patterson ... Nightclub Orchestra Trombonist Woody Allen ... The Narrator (voz) Bonnie Lee Bakley David Bickford ... Silver Dollar Assistant Ron Leir ... Radio Actor Fred Melamed ... Bradley Ilana Rapp ... Counter Girl Tommy Roeder ... Gym Trainer Ruth Rugoff ... Rita the Soda Jerk     Sinopse   Fascinado pelas histórias fantásticas que ouve no rádio sobre guerras sangrentas e lindas mulheres famosas, Joe Needleman, um garotinho de 10 anos, sonha com aventuras, com o dia em que ele verá os espiões inimigos, os submarinos alemães ou até com sua professora sensual dando um sorriso (e não muito mais do que isso). Mas, se a vida de Joe é povoada pelas fantasias sobre as vozes do rádio, as pessoas de carne e osso por trás daquelas vozes têm suas próprias fantasias. E enquanto as estrelas sobem, carreiras caem e a nação avança rumo ao futuro, a única certeza absoluta é: a era do rádio um dia será passado, mas a magia das memórias de Joe viverá para sempre.     Imagens  
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    Ziegfeld Follies, sinônimo de mulheres bonitas, glamour, coreografias elaboradas, e visuais como este:   Ser contratado por Ziegfeld significava ter status.Até que chegou Fanny Brice, cujo destaque não estava tanto na bela plástica ou nos dotes físicos: Mas no talento para hipnotizar a platéia e fazê-la rir. Deu um fôlego novo à coisa que já tinha ficado tão suntuosa que parecia não ter mais para onde ir. Posteriormente Fanny foi retratada na biografia “Funny Lady” e “Funny Girl”, interpretada por Barbra Streisant. Fania Borach, judia, nascida em Nova York e filha de donos de um Salloon, deixou a escola para trabalhar em um teatro e logo foi descoberta por Florenz Ziegfeld, que levou-a a trabalhar em seus elaborados espetáculos. A associação foi tão boa que durou mais de vinte anos. Casou-se ainda jovem e teve dois filhos. Seu marido teve problemas com a justiça e foi preso. Ao sair, o casal se divorciou, após Fanny gastar rios de dinheiro para tira-lo da cadeia. Casaria-se mais duas vezes. Enfim. O maior sucesso de Fanny foi ter criado a “baby snooks” em um programa de rádio, e se tornou seu maior sucesso.   Foi vestida assim que apareceu no filme, ao lado de uma jovem Judy Garland cantando “Why? Because!” em “Everybody sing” (1938), num duelo fantástico:   lX5-wAdAaz8 A atriz morreu com apenas 59 anos de um ataque cardíaco.
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  Ficha Título Original: Hansel and Gretel Ano/País/Gênero/Duração: 1987 / EUA / Fantasia / 84min Direção: Len Talan Produção: Yoram Globus Roteiro: Len Talan, Nancy Weems, Wilhelm Grimm, Jacob Grimm Fotografia:  Ilan Rosenberg Música: Engelbert Humperdinck    Elenco: David Warner ... Father Hugh Pollard ... Hansel Nicola Stapleton ... Gretel Emily Richard ... Mother Cloris Leachman ... The Witch Susie Miller ... Marta Eugene Kline ... Farmer Warren Feigin ... Baker Josh Buland ... Baker's Boy Lutuf Nouasser ... Blacksmith Beatrice Shimshoni ... Ribbon Lady Daniel Dickman ... Gingerbread Boy     Sinopse   Duas crianças brincam na floresta e deixam um rastro de migalhas de pão para encontrar o caminho de volta. Porém, as migalhas acabam sendo consumidas pelas aves, e as crianças são atraídas para a casa do pão da bruxa malvada, onde passarão por vários apuros.   Assista Online     Imagens  
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  Ficha Título Original: The Texas Chain Saw Massacre Ano/País/Gênero/Duração: 1972 / EUA / Suspense Terror / 83min Direção: Tobe Hooper Produção: Tobe Hooper Roteiro: Tobe Hooper, Kim Henkel Fotografia:  Daniel Pearl Música: Wayne Bell e Tobe Hooper Elenco: Marilyn Burns — Sally Hardesty Allen Danziger — Jerry Paul A. Partain — Franklin Hardesty William Vail — Kirk Teri McMinn — Pam (como Teri Mcminn) Edwin Neal — Hitchhiker Jim Siedow — Old Man Gunnar Hansen — Leatherface John Larroquette — narrador (voz)     Sinopse   Levemente baseado em fatos reais, conta a história de um grupo de jovens que, durante uma viagem de carro, acabam caindo no caminho de uma família de pessoas insanas, cujo filho utiliza uma serra elétrica para matar as pessoas, tratando-as como carne animal.   Assista Online     Imagens  
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  Ficha Título Original: Johnny Got His Gun Ano/País/Gênero/Duração: 1971 / EUA / Drama / 111min Direção: Dalton Trumbo Produção: Bruce Campbell Roteiro: Dalton Trumbo Fotografia:  Jules Brenner Música: Jerry Fielding Elenco: Timothy Bottoms     ...    Joe Bonham Kathy Fields     ...    Kareen Marsha Hunt     ...    Joe's Mother Jason Robards     ...    Joe's Father Donald Sutherland     ...    Christ Charles McGraw     ...    Mike Burkeman Sandy Brown Wyeth     ...    Lucky Don 'Red' Barry     ...    Jody Simmons Peter Brocco     ...    Ancient Prelate Kendell Clarke     ...    Hospital Offical Eric Christmas     ...    Corporal Timlon Eduard Franz     ...    Col. / Gen. Tillery Craig Bovia     ...    Little Guy Judy Howard Chaikin     ...    Bakery Girl Dalton Trumbo     ...    Orator Maurice Dallimore     ...    British Colonel Robert Easton     ...    Third Doctor Larry Fleischman     ...    Russ     Sinopse   Primeiro e único filme dirigido pelo escritor e roteirista Dalton Trumbo, uma das grandes vítimas do Macarthismo, ''Johnny Vai à Guerra'' criou a figura do soldado sem nome como uma metáfora de todos os homens que perderam a vida na guerra. A história é narrada em dois níveis, com o preto-e-branco e o colorido, separando a vida e a agonia de um soldado reduzido a um torso em combate, durante a Primeira Guerra Mundial. Por meio de um monólogo interior, conhecemos o que foi a vida do jovem soldado e acompanhamos o que restou de seu corpo, numa sala escura de hospital. Curiosidades - O filme só ficou famoso após 18 anos de seu lançamento, quando suas imagens e áudio foram utilizados no videoclipe One, da banda Metallica. - As cenas com Jesus Cristo foram escritas por Luis Buñuel. - A frase "Dulce et decorum est pro patria mori", que aparece ao fim do filme, significa: "É doce e apropriado morrer por seu país."   Prêmios - Vencedor do Prêmio do Júri de Cannes. Indicado à Palma de Ouro. Assista Online     Imagens
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  Ficha Título Original: Os Saltimbancos Trapalhões Ano/País/Gênero/Duração: 1981 / Brasil / Comédia / Direção: J.B. Tanko Produção: Renato Aragão Roteiro: Luis Bacalov, Renato Aragão,Antonio Pedro, Gilvan Pereira, J.B. Tanko Tereza Trautman Fotografia:  Antônio Gonçalves         Música: Luis Bacalov    , Sergio Bardotti e Chico Buarque de Hollanda Elenco: Renato Aragão .... Didi Dedé Santana .... Dedé Mussum Zacarias Lucinha Lins .... Karina Mário Cardoso Maria Cláudia Mila Moreira Ivan Lins Eduardo Conde .... Assis Satã Paulo Fortes Amauri Guarilha     Sinopse   Funcionários humildes, os amigos Didi (Renato Aragão), Dedé (Dedé Santana), Mussum (Mussum) e Zacarias (Zacarias) se tornam a grande atração do circo Bartolo, graças à sua incrível capacidade de fazer o público rir. Mas o sucesso lhes têm um preço: a oposição do mágico Assis Satã e a ganância do Barão, o dono do circo. Juntos, os quatro amigos precisarão combatê-los.   Trilha Sonora Piruetas - Chico Buarque & Os Trapalhões Hollywood - Lucinha Lins & Os Trapalhões Alô, liberdade - Bebel Gilberto & Os Trapalhões A cidade dos artistas - Elba Ramalho & Os Trapalhões História de uma gata - Lucinha Lins Rebichada - Chico Buarque & Os Trapalhões Minha canção - Lucinha Lins Meu caro barão - Chico Buarque & Os Trapalhões Todos juntos - Lucinha Lins & Os Trapalhões Assista Online     Imagens
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Ficha Título Original: Terra em Transe Ano/País/Gênero/Duração: 1967 / Brasil / Drama / 106min Direção: Glauber Rocha Produção: Glauber Rocha Roteiro: Glauber Rocha Fotografia:  Luiz Carlos Barreto      Música: Sérgio Ricardo Elenco: Jardel Filho .... Paulo Martins Paulo Autran .... Porfirio Diaz José Lewgoy .... Felipe Vieira Glauce Rocha .... Sara Paulo Gracindo .... Don Julio Fuentes Hugo Carvana .... Alvaro Danuza Leão .... Silvia Jofre Soares .... Father Gil Modesto De Souza .... Senator Mário Lago .... Capitain Flávio Migliaccio .... Common people man Telma Reston .... Felício's wife José Marinho .... Jerônimo Francisco Milani .... Aldo Paulo César Peréio .... Student     Sinopse   Num país fictício chamado Eldorado, o jornalista e poeta Paulo (Jardel Filho) oscila entre diversas forças políticas em luta pelo poder. Porfírio Diaz (Paulo Autran) é um líder de direita, político paternalista da capital litorânea de Eldorado. Dom Felipe Vieira (José Lewgoy) é um político populista e Julio Fuentes (Paulo Gracindo), o dono de um império de comunicação. Em uma conversa com a militante Sara (Glauce Rocha), Paulo conclui que o povo de Eldorado precisa de um líder e que Vieira tem os pré-requisitos para a missão. Grande clássico do Cinema Novo, o filme faz duras críticas à ditadura.   Assista Online     Imagens
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Eu recomendo um filme natalino que gosto muiiiiito, assisto todos os anos no mínimo uma 3 vezes, Não me lembro ao certo acho que e de 2004, chama-se: Tudo em família- Título original: The Family Stone, e com a atriz Diane keaton, filme tem todo clima natalino com festas e tudo mais, e a história e magnífica eee engraçada '-'
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  Joan Crawford casou com Douglas Fairbanks Jr, sem preocupar-se com a oposição ferrenha do pai do garoto (o grande ator Douglas Fairbanks) e da sua madrasta: Mary Pickford. Resultado: levaram-se meses e mais meses para ir com o cônjuge até Pickfair — célebre mansão de Hollywood, freqüentada por gente como Einstein, Chaplin, e outros. Quando entrou nesta, a primeira pessoa que viu foi Mary, que com um sorriso antes de mais nada disse: “Escute, nem pense em me transformar em avó, garotinha. Senão, prepare-se para encomendar a sua alma!”. Com relação ao sogro o relacionamento foi tranquilo. Mas o casamento durou quatro anos e para a felicidade de Mary, não rendeu-lhe netinhos. E por falar em Joan... ela também Não Era Fácil...   Na verdade, Joan Crawford nunca foi flor que se cheirasse. Era geniosa pra mais de um metro, não media palavras. Falaram isto para o showman Luis Carlos Miele, quando o convidaram a se apresentar para a atriz e seu esposo Alfred Steele — presidente da Pepsi-Cola — quando vieram ao Brasil para fechar um acordo de abertura da empresa por aqui. Miele, não se importou. Quis porque quis, homenagear a estrela interpretando uma canção que a mesma eternizara em uma de suas películas. “O quê, sou fã da mulher! Vou perder essa oportunidade ?”, teria dito. Tudo ia que ia bem. Risos, bate-papo, Miele mandando. Até que, parou tudo e disse: “Esta canção é uma homenagem a grande atriz Joan Crawford, que está presente aqui”. Aplausos. Um sorriso dela. Mal começou a abrir a boca, Joan levantou-se sem dizer “ei” ou “bi”: sumiu. Luis continuou a cantar, pensando: “adeus cheque”. Todos os envolvidos suavam. Miele, afirmou depois que ensopou a sua camisa. De repente, a atriz surge por trás dele e começa a fazer um dueto. Sucesso. Resultado: Joan sentiu-se realmente homenageada. Abriu-se a filial no Brasil da Pepsi. E Miele foi obrigado a conseguir uma camisa nova às pressas, pois, não podia ficar ensopado pelo resto da noite.
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  Ele não tinha lá essas vozes todas, era até meio desafinado, mas gostava de cantar. Quem nunca?   No archive.org há duas músicas interpretadas por Rodolfo Valentino. Clique no link para ouvir:   El Relicario 1923   Kashmiri Song 1923   via: http://www.archive.org                
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Quantos cigarros Bette Davis fuma em A Malvada (All About Eve?)                               São apenas 8, embora pareça mais. Isso porque, o primeiro a ser aceso reaparecerá no fim, quando o filme volta do imenso flashback. O mais curioso é o 3º, quando Margo Channing desliga o telefone à meia noite, e imediatamente há um fade, representando o amanhecer. Ela já está sentada na cama checando os jornais e traga outro cigarro, antes mesmo do café da manhã, servido a seguir pela solicita Birdie (Thelma Ritter). Como o clássico possui 138 minutos, isso dá em torno de um cigarro a cada 17 minutos! Agora a parte que prova que este mundo é realmente estranho. O selo lançado pelos correios dos EUA em comemoração ao centenário da atriz usa uma imagem justamente deste filme. Repare em suas mãos o que foi claramente deletado nos politicamente corretos dias atuais:     Por Miguel Andrade Link original: La Dolce Vita
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  Oficialmente Clark Gable teria tido somente um filho, mas reza a lenda, que a Loretta Young, após os terem feito um filme juntos, teria “sumido” e aparecido com uma menina adotada, que, coincidência ou não, lembrava Gable: tinha os mesmos olhos e orelhas de abano (corrigidas posteriormente com cirurgia)... Young tinha 22 anos quando ficou grávida de Gable, então com 34 e casado, durante as filmagens de "O grito da selva" (1935). Ela escondeu a gravidez, deixou a filha num orfanato e voltou para buscá-la antes que ela tivesse dois anos, simulando uma adoção. Judy tinha cinco anos quando sua mãe se casou com Tom Lewis, um produtor de rádio de quem adotou o sobrenome. Gable nunca reconheceu a filha, apesar da grande semelhança física entre ambos. Como seu pai, Judy tinha orelhas proeminentes que escondeu sob chapéus até os sete anos, quando se submeteu a uma cirurgia para corrigi-las. Em um livro de memórias publicado em 1994 e intitulado "Uncommon knowledge", Judy conta que recebeu a visita de Gable quando tinha 15 anos, sem saber ainda que o ator era seu pai. Eles conversaram e, ao se despedir, Gable beijou-a na testa. Ela nunca mais voltou a vê-lo. Judy ficou sem saber que Gable era seu pai até vários anos depois, quando, pouco antes de se casar com Joe Tinney, o noivo lhe disse que era de conhecimento comum que ela era filha do ator. Depois, com 31 anos, foi questionar a mãe, que lhe pediu para guardar silêncio sobre o assunto. Young negou publicamente que Gable fosse o pai de Judy quando a filha lançou seu livro de memórias, mas reconheceu-o depois, em uma biografia póstuma autorizada lançada em 2000. Julie faleceu aos 76 anos de câncer, em 25 de novembro de 2011.
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  Ficha Título Original: Roberto Carlos a 300 Quilômetros Por Hora Ano/País/Gênero/Duração: 1971 / Brasil / Aventura / 99min Direção: Roberto Farias Produção: Roberto Farias Roteiro: Roberto Farias, Bráulio Pedroso Fotografia: José Medeiros Música: Roberto Carlos Elenco: Roberto Carlos ... Lalo Erasmo Carlos ... Pedro Navalha Raul Cortez ... Rodolfo Mário Benvenutti ... Alfredo Libânia Almeida ... Luciana Cristina Martinez ... Neuza Flávio Migliaccio ... Luigi Otelo Zeloni ... Mané Reginaldo Faria ... Playboy Walter Forster Beatriz Assunção Antonio Carlos Avallone Zélia Borges José Renato Catapani Cacilda Rita de Jesus Jorberte dos Santos Olga Mary Hanada Rina Ostasevic Wanda Reiff Rita Olívia Veloso     Sinopse   Entre a fúria dos motores que roncam a cada curva e os braços da mulher amada, Roberto Carlos mostra a sua face de ator. Mas suas músicas não estão esquecidas e nem poderiam estar. Elas percorrem toda a trilha sonora.   Imagens
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EU SOU FÃ DE BRANDO,ACHO TUDO FASCINANTE NELE DESDE O NOME MARLON BRANDO,UM ÍCONE,DO CINEMA IGUAL JAMAIS HAVERÁ.
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Existe este filme saiu em DVD ou VHS? ou irá sair dentro em breve eu gostaria muito de assistir este clássico com a Ginger Rogers,assim como tbém Kitty Foyle ,que deu o oscar a e Ginger
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Gostaria de alugar ou possuir este filme tanto faz em DVD ou VHS,gostaria muito de saber se existe plantos de lançar este filme?
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Esse filme é uma obra prima do cinema,jamais saiu em video, está na hora do cinema classico, dá uma força nessses filmes que foram varrido da tv e das locadoras.
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Eu fiz uma relação de atores bons,tidos como médios e grandes e que nem siquer foram indicados aqui vai alguns deles:Mirna Loy,Edward G.Robinson,Joseph Cotten,Lili Palmer,Dick Bogarde;Mia Farrow,Hebert Marchal;Ida Lupino;Curt Jungers;Fernando Rey;Jeanne Morreau;June Allyson:Vittorio Gasman,daí apenas Mia Farrow, é viva ainda poderá receber alguma indicação,os demais já se foram.
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é uma pena mas não legendas em pt/br
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Ficha Título Original: Man with the gun Ano/País/Gênero/Duração: 1955 / EUA / Western / 83min Direção: Richard Wilson Produção: Samuel Goldwyn Jr. Roteiro: N.B. Stone Jr. e Richard Wilson Fotografia: Lee Garmes Música: Alex North Elenco: Robert Mitchum ... Clint Tollinger Jan Sterling ... Nelly Bain Karen Sharpe ... Stella Atkins Henry Hull ... Marshal Lee Sims Emile Meyer ... Saul Atkins John Lupton ... Jeff Castle Barbara Lawrence ... Ann Wakefield Ted de Corsia ... 'Frenchy' Lescaux Leo Gordon ... Ed Pinchot James Westerfield ... Mr. Zender     Sinopse   Um estranho chega à cidade à procura de sua esposa. Ele a encontra gerenciando as garotas do saloon. Também descobre que a cidade tem medo da própria sombra, aterrorizada por um homem que ninguém vê que reina através de seus pistoleiros. O estranho é um pacificador de cidade por profissão e decide aceitar o desafio de endireitar as coisas.       Imagens
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  Ficha Título Original: The Golden Blade Ano/País/Gênero/Duração: 1953 / EUA / Aventura / 81min Direção: Nathan Juran Produção: Richard Wilson Roteiro: John Rich Fotografia: Maury Gertsman Música: Irving Gertz Elenco: Rock Hudson ... Harun Piper Laurie ... Khairuzan Gene Evans ... Hadi George Macready ... Jafar Kathleen Hughes ... Bakhamra Steven Geray ... Barcus Edgar Barrier ... Caliph Alice Kelley ... Handmaiden Jack Baston ... Chamberlain Richard Carlson ... Narrator (voz) George Chirello ... Artist Martin Cichy ... Adjustment Dorinda Clifton ... Dancer Anita Ekberg ... Handmaiden Fred Graham ... Sergeant Renate Hoy ... Handmaiden Valerie Jackson ... Handmaiden Harry Lang ... Magician Dayton Lummis ... Munkar Olga Lunick ... Tavern Dancer Harry B. Mendoza ... Chinese Magician Erika Nordin ... Handmaiden Bill Radovich ... Eunuch Victor Romito ... Sherkan Dennis Weaver ... Rabble Rouser Mel Welles ... Minor Role Guy Williams ... Town Crier Harry Wilson ... Old Soldier Zacharias Yaconelli ... Waiter     Sinopse   Tendo o seu pai sido morto pelas mãos de uma horda de soldados que transportam o símbolo de uma serpente enroscada, Harun decide ir até Bagdad para descobrir quem mandou executar o assassinato. Assim que chega à cidade arma-se com uma espada que parece estar dotada de uma incrível força e cuja magia só funciona nas suas mãos. Entretanto, no palácio, o malvado vizir Jafar conspira com o seu filho para derrubar o califa. Mas a filha deste, a princessa Khairuzan, apaixona-se por Harun e juntos viverão uma aventura para salvar o califado dos perfídios planos do vizir.     Imagens
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Ficha Título Original: Ugetsu monogatari Ano/País/Gênero/Duração: 1953 / Japão / Drama Fantasia Mistério / 96min Direção: Kenji Mizoguchi Produção: Masaichi Nagata Roteiro: Yoshikata Yoda e Matsutarô Kawaguchi Fotografia: Kazuo Miyagawa Música: Fumio Hayasaka, Tamekichi Mochizuki, Ichirô Saitô Elenco: Masayuki Mori ... Genjurô Machiko Kyô ... Lady Wakasa Kinuyo Tanaka ... Miyagi Eitarô Ozawa ... To^bei Ikio Sawamura ... Genichi Mitsuko Mito ... Ohama Kikue Môri ... Ukon Ryosuke Kagawa ... Village master Eigoro Onoe ... Knight Saburo Date ... Vassal Sugisaku Aoyama ... Old Priest Reiko Kongo ... Old Woman in Brothel Shozo Nanbu ... Shinto Priest Ichirô Amano ... Boatsman Kichijiro Ueda ... Shop Owner     Sinopse   Obra-prima do cinema fantástico, o filme é uma fábula passada no século XVI em um Japão feudal violento durante a sangrenta guerra civil e conta a história de um fazendeiro que quer ser samurai e de perseguições de fantasmas. Realizada pelo mestre japonês Kenji Mizoguchi cheio de atmosfera e força, é um dos mais importantes filmes da história do cinema e um belo exemplo do cinema japonês clássico.Ganhou o Leão de Prata no festival de Veneza de 1953.   ASSISTA ONLINE         Imagens
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  Produzido originalmente para o canal TCM, foi indicado ao prêmio Emmy de 2004 na categoria Melhor Documentário. Mostra a vida de Cary Grant de forma diferente dos documentários biográficos normais feitos para a tv, onde se discute até sua provável bissexualidade. O filme apresenta entrevistas com duas das esposas de Grant, Betsy Drake e Barbara Grant, sua viúva, e vários diretores e coadjuvantes. Narração de Helen Mirren.Legendado em português.   Assista Online  
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Mickey Rooney (8 vezes): Seu primeiro casamento (e o dela também) foi com Ava Gardner. Depois vieram B.J. Baker, Martha Vickers, Elaine Devry, Carolyn Mitchell, Margaret Lane, Carolyn Hockett e Jan Rooney, com quem ele permanece casado até o presente momento.   Lana Turner (8 vezes): Aparente agradecendo a Deus por casar com Ronald Dante, seu último  marido. Nem adiantou muito, eles acabaram se separando. Os demais casamentos foram: Artie Shaw, Joseph Stephen Crane, Henry J. Topping, Lex Barker, Fred May e Robert Eaton.   Elizabeth Taylor (8 vezes). (com Mike todd,  jurando que seria a última vez. Não foi. Cantinflas, ao lado, com olhar melancólico, parecia prever...). Os demais foram: Conrad Hilton, Jr., Michael Wilding, Eddie Fisher, Richard Burton (2 vezes), John Warner e Larry Fortensky (esse aqui só pode ter sido carência absurda).   Zsa Zsa Gabor (7 vezes): Esse aí na foto com a Zsa Zsa é o George Sanders, seu terceiro marido. Os demais foram: Burhan Asaf Belge, Conrad Hilton, Herbert Hutner, Joshua S. Cosden, Jr., Jack Ryan, Michael O'Hara, Felipe de Alba, Frédéric Prinz von Anhalt (até o presente momento).   Hedy Lamarr (6 vezes). Reza a lenda que ela saiu fugida do primeiro marido, que era nazista, o Friedrich Mandl. Os demais foram: Gene Markey, John Loder,  Ernest Stauffer, o quinto com o petroleiro W. Howard Lee, Lewis Boies. Na foto, ela e John Loder.   Tony Curtis (6 vezes): O público acostumou-se ao vê-lo ao lado de Janet Leigh, mas o ator casou-se na verdade 6 vezes. As demais esposas foram: Christine Kaufmann, Leslie Curtis, Andrea Savio, Lisa Deutsch, Jill Vandenberg Curtis (até sua morte em 2010).   Gloria Swanson (6 vezes): a atriz, amante do pai de John Kennedy casou-se 6 vezes, Henri de la Falaise, que aparece na foto, foi o terceiro. Os demais foram: Wallace Beery, Herbert K. Somborn, Michael Farmer, George William Davey e William Dufty (até a morte dela).   Rex Harrison (6 vezes): o ator britânico,  casou-se, dentre outras, com a atris Lilli Palmer (na foto com ele). As outras foram: Noel Marjorie Collette Thomas, Kay Kendall, Rachel Roberts, Elizabeth Rees e Mercia Tinker (até a morte dele).   Stan Laurel (6 vezes): Mais conhecido como o magro da dupla O Gordo e o Magro, esse inglesinho também não se poupou na hora de casar-se. Foram elas: Lois Neilson, Virginia Ruth Rogers, Vera Ivanova Shuvalova, Virginia Ruth Rogers e Ida Kitaeva (até a morte dele). Na foto, com Lois Neilson, sua primeira esposa.   Clark Gable (5 vezes): Na foto com Carole Lombard, uma de suas 5 esposas, morta, infelizmente em um acidente aéreo que deixou o astro imensamente depressivo. As demais esposas foram: Josephine Dillon, Maria Franklin Gable, Sylvia Ashley e Kay Williams (até a morte dele).   Judy Garland (5 vezes). No colo de Vincente Minelli, seu segundo marido e pai de Liza Minelli, teve mais quatro maridos. Todos gays. Foram eles: David Rose, Sidney Luft, Mark Herron e Mickey Deans (até sua morte).   Cary Grant (5 vezes): (opa, foto errada). As demais esposas de Cary Grant foram: Virginia Cherrill, Barbara Hutton, Betsy Drake, Dyan Cannon e Barbara Harris (até a morte dele).   Charles Chaplin (4 vezes): Até encontrar o amor de sua vida, Oona O'neil, Chaplin casou-se diversas vezes: Mildred Harris, Lita Grey e Paullete Goddard. Na foto com Oona.   Joan Crawford (4 vezes). Seu primeiro marido foi Douglas Fairbanks Jr., filho do legendário Douglas Fairbanks. Mas a diva casaria-se também com: Franchot Tone, Phillip Terry e Alfred Steele.   Bette Davis (4 vezes): aparentemente felizinha, ao lado de seu primeiro marido, Harmon Nelson. Ele parece desconfiado, mas não mais do que o rapaz na extrema esquerda, surpreso talvez com a foto. Os demais maridos foram: Arthur Farnsworth, William Grant Sherry, Gary Merrill. Quase todos terminaram em divórcio, menos com Arthur, que faleceu durante o casamento, deixando Bette Davis em profunda depressão.   Por Carla Marinho
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  A mãe de Mary Pickford enviuvara cedo. Ainda menina, ela achou-se na obrigação de cuidar da mãe, tomando o lugar do seu pai. Tornou-se uma mulher de personalidade forte, defendendo com unhas e dentes e extrema paixão, a sua família. Isso ela levaria por toda a sua vida, tornando-se uma mulher de punho forte em suas decisões. Tivera mais dois irmãos, que também se tornariam atores: Jack e Lottie, mas sem tanto sucesso. Segundo Jack, isso teria feito com que ela crescesse cedo demais. Mary e seus irmãos Jack e Lottie Mary casou-se cedo: primeiro com Owen Moore, um ator canastrão e também bebarão, que a explorara mais do que tudo. Owen Moore Contudo após algum tempo, e já fazendo sucesso no cinema, iniciou um tórrido romance com Douglas Fairbanks, também casado na época. O romance era conhecido de todos, menos do marido. Para livrar-se dele, Mary teve que lhe dar uns bons milhares de dólares. Foi aí que finalmente pôde se casar com Douglas, que nessas alturas, também conseguira se divorciar de sua esposa. Juntos, compraram uma mansão, que passou a se chamar Pickfair, e atrair a atenção de todos de Hollywood. Todos os astros e estrelas queriam ser convidados para as festas lá. Os dois juntaram-se a Charles Chaplin e D.W. Griffth e criaram a United Artists, que os tornaria independentes, mas que com o tempo se tornou uma dor de cabeça para todos. No final, acabou sendo vendida por uma pechincha. Mary e Douglas Fairbanks E todas as festas eram puro glamour. E todos os casais queriam ser aclamados como eles. Porém o tempo foi passando e o romance minguando. Até que os dois resolveram se divorciar. O toque de dor, ou de romance que daria um filme até, foi que Douglas teria mandado uma carta para Mary, pedindo para que ela o encontrasse em um hotel para que os dois se reconciliassem. Mary não foi, mas não porque não quis, não foi porque só recebeu a carta dias depois do tal encontro. Era a última chance. Em junho de 1937 Mary casou-se com seu último marido, o ator Charles “Buddy” Rogers, com quem ela já havia contracenado em um filme anos antes. Mary e Charles “Buddy” Rogers Juntos, adotaram duas crianças: Roxanne (nascida em 1944) e Ronald Charles (nascido em 1937 e adotado em 1943). Contudo, a relação de Pickford com seus filhos foi tensa, pois ela se tornou crítica com relação ao que ela considerava imperfeições dos filhos: a baixa estatura de Ronnie e os dentes levemente tortos de Roxanne. Os filhos teriam dito mais tarde que ela não foi capaz de lhes dar o amor materno de que precisavam. Ronnie disse, em 2003, sobre sua mãe: “A coisa da adoção não funcionou muito bem, você sabe, mas eu penso que ela tenha sido uma boa mulher.” Apesar de seguir sua vida, após o divórcio, Douglas Fairbanks sempre seria o amor da vida dela, e dizem, que quando ela soube de sua morte, em 1939 de ataque cardíaco, caiu em prantos, na frente de seu marido Rogers, dizendo “meu amor , minha vida, meu amor morreu”. Seguiu-se um vício em alcool, uma depressão profunda, para atenuar as dores, como se isso fosse possível e a tentativa de refazer sua vida, adotando filhos. Problemas, problemas, problemas. Apesar de ganhar muito dinheiro com o cinema mudo, sua carreira caiu em declínio com o advento do cinema falado. Os projetos que ela e Rogers tinham foram para o limbo, e ela voltou-se para seus problemas internos. Mary tornou-se depressiva. Muitas perdas que acabaram com seus nervos: sua mãe Charlotte morreu de câncer de mama em 1928, seu irmão Jack em 1933, sua irmã Lottie de ataque cardíaco em 1936, Owen Moore (seu primeiro marido) e sem falar na morte do seu ex-marido Douglas Fairbanks. Sua vida resumiu-se a uma avalanche de lembranças dos que se foram. Apesar de tudo, Mary sobreviveu até os 87 anos, quase quatro décadas ao lado de Charles Rogers, que apesar de não ser o amor de sua vida, foi aquele com quem esteve com ela até a hora de sua morte. Pouco tempo antes, ganhou um Oscar honorário por sua obra, que reproduzimos no vídeo abaixo. Por Carla Marinho.   3vXhqrbSeOE
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  Em 1972 Jerry Lewis decidiu fazer um filme passado durante a segunda guerra, sobre um palhaço cuja função era levar crianças para os fornos dos centros de concentração de Hitler, "The Day The Clown Cried". O roteiro tinha sido escrito por Charles Benton em 1962, que inicialmente aprovou, mas depois de algum tempo, e de todo o filme realizado,  resolveu proibir o lançamento devido a várias controvérsias entre os dois. Mesmo assim Jerry Lewis ainda tem esperanças de lançá-lo algum um dia. Alguns sites até oferecem a opção de download do mesmo, mas ainda não testamos para ver se se trata realmente do filme em questão. Embora o roteiro pareça ser bizarro, só vendo para dar alguma opinião à respeito. O filme foi envolto em mistério durante anos e nunca lançado. Algumas fotos:  
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Por Sergio Vaz do site http://50anosdefilmes.com.br/ Este Mundo é um Hospício, no original Arsenic and Old Lace, literalmente arsênico e rendas antigas, é a comédia mais abertamente maluca do grande Frank Capra. Uma absoluta screwball comedy, para usar o termo que definia o tipo de filme que dava mais importância ao riso, à gargalhada, que à racionalidade, à lógica, à verossimilhança. Antes mesmo de dar uma olhada nos alfarrábios, arrisco um palpite. Para entender e apreciar melhor Arsenic and Old Lace, basta observar em que período este aqui foi feito. O filme foi lançado em 1944, aquele que seria o penúltimo ano da Segunda Guerra Mundial. Entre 1941 e 1945, Capra se dedicou a filmes do esforço de guerra, filmes a serviço do país que havia adotado – nascido em Bisaquino, na Sicília, em 1897, emigrou criança com a família para os Estados Unidos em 1903. Durante a guerra, Capra foi um dos produtores e diretores da série de documentários Why We Fight – e o título do filme, Por que lutamos, já explica tudo –, e dos longas Tunisian Victory, The Negro Soldier e Know Your Enemy: Japan. Para um humanista cheio de fé nas pessoas, um believer, um sonhador utópico, deve ter sido seguramente um período enlouquecedor, aqueles anos em que o país de seus pais, junto com a Alemanha e o Japão, enfrentaram o resto do mundo na mais trágica das guerras. No meio de tanta insanidade, só mesmo abandonando qualquer racionalidade, lógica, verossimilhança. Só mesmo partindo para a mais screwball de todas as comédias. Capra levou apenas quatro semanas para fazer o filme – e em seguida foi para a Guerra Hummm… A pensata acima parece correta, mas a ordem dos fatores – que não altera o produto – é diferente. Uma primeira olhada nos alfarrábios esclarece que, embora Arsenic and Old Lace tenha sido lançado apenas em 1944, na verdade o filme foi rodado em 1941, logo antes de Capra passar a se dedicar em tempo integral ao esforço de guerra, alistando-se no 834º batalhão do exército americano, chamado de Photo Signal Detachment, inicialmente sob as ordens do general George C. Marshall. Ao final da guerra, em 1945, Capra desmobilizou-se do Exército com a patente de coronel; da Grã-Bretanha de Winston Churchill, recebeu a ordem do Império pelo conjunto de seus documentários de guerra; do país que adotou, foi honrado com a Distinguished Service Medal. Arsenic and Old Lace foi filmado rapidissimamente, em apenas quatro semanas, em um único cenário – uma casa ampla no Brooklyn, onde moram as duas irmãs Brewster, Martha e Abby (Jean Adair e Josephine Hull, na foto acima), duas senhorinhas solteironas respeitabilíssimas, adoradas por todo mundo no bairro, e seu irmão visivelmente doido de pedra, que se acha o presidente Teddy Roosevel. Do lado de fora da casa, pode-se ver um centenário cemitério e, ao fundo, pintado em papelão, o horizonte de Manhattan, atrás da Ponte do Brooklyn. Um fundo desenhado em papelão que deixaria Alfred Hitchcock encantado – o velhinho doido adorava um cenário de papelão. Não abriu mão dele nem mesmo nos anos 60, como pode atestar qualquer um que viu Marnie, Confissões de uma Ladra, aquela maravilha. Entre o papelão e a casa dos Brewster, passam trens e carros, miniaturas arranjadas no estúdio. “Nada de grande documento social para salvar o mundo, nada de discussão sobre o destino trágico de John Doe”, diria Frank Capra em sua autobiografia. “Nada a não ser o velho e bom teatro – uma comédia louca, desopilante, em torno de uma série de assassinatos. Deixei as rédeas com meus atores, e eles se entregaram de coração à alegria – era uma disputa para ver quem eclipsava o outro em verve e fantasia.” Esse trecho da autobiografia de Capra, The Name Above the Title: An Autobiography, publicada em 1971 nos Estados Unidos, reproduzo a partir do livro Frank Capra, de Michel Cieutat, assim como outras informações desse livro interessantíssimo sobre o mestre. O velho e bom teatro: Arsenic and Old Lace, peça de autoria de Joseph Kesselring, estava ainda sendo apresentad na Broadway, com grande sucesso, quando Capra fez seu filme, em cima de um roteiro baseado na peça escrito pelos irmãos Julius J. e Philip G. Epstein, uma dupla genial que assinou belos textos entre 1935 e 1977, incluindo Casablanca. Foi por isso, porque a peça continuava em cartaz, que a Warner só pôde lançar o filme em 1944; no contrato para a cessão dos direitos, estipulava-se uma janela entre as apresentações no teatro e o lançamento do filme. Cary Grant está absolutamente solto, escrachado; parece personagem de desenho animado É fascinante ver a frase de Capra: “Deixei a rédea com meus atores”. Isso transparece claramente no filme. Cary Grant está absolutamente solto, tão ou mais solto quanto nas screwball comedies que fez com Howard Hawks, o mestre do gênero. Bem, Hawks era mestre em vários gêneros, mas foi o autor de algumas das mais malucas das comédias amalucadas dos anos 30 e 40, como Levada da Breca/Bringing up Baby, Jejum de Amor/His Girl Friday e O Inventor da Mocidade/Monkey Business, as três com Cary Grant. E, em Arsenic and Old Lace, Cary Grant está, repito, tão ou mais solto quanto nas screwball comedies de Hawks. Esbugalha os olhos. Curva-se – fica encurvado para poder baixar sua cabeça até a altura dos rostos de Martha e Abby, as tias de seu personagem, Mortimer Brewster. Corre de um lado para outro na grande sala da casa das tias. Parece um personagem de desenho animado. Cary Grant, como Mortimer Brewster, parece tanto um personagem de desenho animado que, por duas ou três vezes, ele repete aquela gag tão comum nos cartoons: aquela demora em cair a ficha. A primeira vez é quando, à procura de um manuscrito que havia esquecido na casa das tias, abre um baú de madeira colocado como espécie de sofá junto de uma das janelas da sala. Ele está falando sem parar, abre o baú, fecha o baú, continua andando para o meio da sala e aí! Boing! Cai a ficha! Ele viu algo no baú! E só então volta lá e abre de novo o baú. E aí esbugalha os olhos, corre de um lado para o outro. Um personagem de desenho animado. E grita. Cary Grant passa quase todo o tempo que está em cena falando altíssimo, gritando, em seu desespero após descobrir o que andavam fazendo suas duas imaculadas, deliciosas, maravilhosas tias solteironas.   As velhinhas loucas agem de forma contida; o sobrinho teoricamente são age como louco Já as duas atrizes que fazem as graciosas senhorinhas Martha e Abby, Jean Adair e Josephine Hull, ao contrário, atuam de maneira low profile, suave, contida, num contraponto delicioso com o show off, a expansividade caricata de Cary Grant-Mortimer Brewster. Volta e meia elas comentam entre si que estão achando Mortimer estranho, muito agitado, falando muito. Funciona tão bem esse contraponto das velhinhas loucas serenas com o sobrinho teoricamente são de olhos esbugalhados e gestos amplérrimos que dá para duvidar da frase de Capra. Será que ele de fato deixou seus atores soltos, com as rédeas nas mãos? Michel Cieutat, o biógrafo e estudioso da obra de Capra, bem que adverte o leitor de que não se deve levar muito ao pé da letra o que o grande realizador diz em sua autobiografia. Segundo Cieutat, Capra, como no Velho Oeste de John Ford, às vezes publicava a lenda, se a lenda fosse mais interessante que a verdade. Não sei também o quanto do texto original da peça de Joseph Kesselring foi conservado pelos irmãos Julius J. e Philip G. Epstein, ou o quanto de cereja eles acrescentaram ao bolo, mas o fato é que o filme é repleto de situações e diálogos maravilhosos. A começar da própria figura de Mortimer Brewster, respeitado crítico de teatro e autor de livros contra a instituição do casamento que, quando aparece pela primeira vez em cena, está na fila para a obtenção da licença de casamento, ao lado da graciosa lourinha Elaine (Priscilla Lane), filha do pastor vizinho das tias Brewster. Ao rever agora Este Mundo é um Hospício, me ocorreu que Woody Allen deve possivelmente ter visto e revisto o filme, antes de escrever e filmar Tiros na Broadway, seu filme de 1994. Em Tiros na Broadway, o guarda-costas do gângster, deliciosamente interpretado por Chazz Palminteri ele mesmo bom roteirista e diretor), acha que tem tino para escrever peças – e o pior é que tem mesmo. Na verdade, ele, o guarda-costa do gângster, é muito melhor que o dramaturgo, interpretado por John Cusak. Seis décadas antes, no filme de Frank Capra, o Brooklyn já estava cheio de gente que se achava o maior dramaturgo incompreendido e não reconhecido da América. É uma absoluta delícia o personagem do policial novo no pedaço, O’Hara, interpretado por Jack Carson. A primeira vez que ele aparece em cena, no comecinho da narrativa, vem com o policial veterano, que o introduz aos moradores da região e seus hábitos. O’Hara assusta-se bastante com o Brewster que se acha Teddy Roosevelt, mas respeita suas irmãs, as doces senhorinhas solteironas. Quando o jovem policial O’Hara retorna à cena, e descobre que ali, diante dele, está o grande crítico de teatro Mortimer Brewster, é uma maravilha: ele, o policial O’Hara, tem uma peça de teatro na cabeça, e gostaria que o grande crítico ouvisse e desse suas opiniões. Como se o pobre coitado do sujeito que acabou de descobrir o que suas gentis tias andavam fazendo tivesse cabeça para ouvir as idéias de um amador para uma nova peça. E aí teremos que também o sr. Whiterspoon (Edward Everett Horton, excelente), o diretor do hospício onde Mortimer quer enfiar o tio Teddy supostamente Roosevelt, também é um dramaturgo amador. E, tudo junto e ao vivo, teremos também a dupla Jonathan Brewster (Raymond Massey) e o dr. Einstein (Peter Lorre), um assassino serial e seu cirurgião plástico sempre de plantão, que irrompem na sala das serenas, doces, suaves irmãs Brewster, tias do doidão. O dr. Einstein muda o rosto de Jonathan a cada mês, para que ele possa escapar da polícia – só que o dr. Einstein bebe um pouco demais da conta, e os remendos que faz no rosto do pobre Jonathan o deixam igualzinho ao Frankenstein dos filmes então recentes, os filmes de terror da Universal dos anos 30. E então todo mundo que vê Jonathan o acha parecido com Boris Karloff – o que é uma piada absolutamente deliciosa, mesmo que seja repetida algumas vezes. E é maravilhosa a piada recorrente do tio louco que se acha Theodore Roosevelt, o presidente republicano conservador e linha dura entre 1901 e 1909, justamente quando o presidente Franklin D. Roosevelt, democrata e liberal, está no poder. E tem ainda o chofer de táxi, interpretado por Garry Owen (na foto), que, também como nos desenhos animados, demora um minuto inteiro para que caia a ficha do que já havia acontecido lá atrás. É tudo absolutamente hilariante. Às vezes é bobo, é verdade, mas é engraçado demais.   Cada país dá para os filmes de Capra seu próprio título, às vezes longe do original Atrás da graça, das piadas hilariantes, há, para quem quiser ver, uma espantosa, fascinante, muitíssimo à frente de seu tempo, defesa do direito à eutanásia, à morte com dignidade. Título de filme tem bastante a ver com marketing, mas também com talento de quem o escolhe, é claro. Os filmes de Capra têm os títulos mais díspares possíveis nos vários países. Este Arsenic and Old Lace teve na França um título praticamente literal, Arsenic et vieilles denteles. Os dois principais países de língua portuguesa escolheram títulos semelhantes entre si, embora diferentes dos de todo o resto do mundo: Este Mundo é um Hospício aqui, O Mundo é um Manicômio em Portugal. O título na Espanha me parece o que mais extraordinariamente percebeu uma das intenções do filme: Arsénico por compasión. Capra finge que a casa de loucos é apenas uma brincadeira de Dia das Bruxas A absoluta zorra que se dá na casa das doces, suaves irmãs Brewster me fez lembrar a casa superpovoada, louca, zoneada, de Do Mundo Nada se Leva/You Can’t Take it With You, de 1938. Frank Capra, humanista de primeira linha, adorava a convivência de pessoas díspares, diferentes, uma influenciando a outra, uma ensinando a outra, todas juntas no mesmo espaço. A casa zoneada de Do Mundo Nada se Leva parece uma antevisão do sonho do hippismo. Apenas três anos separam Do Mundo Nada se Leva da produção deste Arsenic and Old Lace – embora tivesse que haver seis anos de distância entre o lançamento de um e de outro. E, no entanto, que imensa diferença há entre a casa repleta de gente do senhor Martin Vanderhof do filme de 1938 para a casa repleta de gente das irmãs Brewster do filme de 1941 lançado em 1944. Na primeira, as pessoas são felizes. Na segunda, são insanas; e, nela, afinal de contas, há um monte de mortos. Corpses. Dead bodies. O filme seguinte do mestre do humanismo, da esperança, do sonho, da utopia, It’s a Wonderful Life, no Brasil A Felicidade Não se Compra, viria bem mais amargo ainda. Não se atravessa uma guerra mundial, não se convive com o nazismo, ainda que do outro lado, impunemente. Foi necessária a passagem de muitos, muitos anos, para que A Felicidade Não se Compra adquirisse a aura, a auréola de um filme otimista, virasse um esperançoso, believer filme de Natal. Na verdade, na verdade, A Felicidade Não se Compra é um filme noir, como tantos outros feitos logo após a Segunda Guerra. O jovem Steven Spielberg gostava de dizer que a idade da inocência acabou na Segunda Guerra. Talvez no momento exato em que a bomba atômica explodiu em Hiroshima – como ele mostra em Império do Sol. E seguramente é por isso que ele prefere fazer filmes que se passam antes de 6 de agosto de 1945. O mundo piorou tanto nos últimos tempos que o filme dark que Capra fez no ano seguinte ao fim da guerra hoje nos parece um conto de fadas bom de se ver no Natal. Na sua obra anterior ao filme dark pós-guerra, Capra ainda conseguia rir, e nos fazer rir, gargalhar. Mas, em vez de uma casa feliz como a mostrada em seu filme proto-hippie de 1938, focalizou uma casa de loucos. Como, no entanto, além de um realizador estupendo, dos melhores que já houve na História, era também um esperto conhecedor do gosto popular, um marqueteiro antes do tempo dos marqueteiros, fingiu que toda aquela loucura que mostra emArsenic and Old Lace fosse uma brincadeira do Dia das Bruxas.   Este Mundo é um Hospício/Arsenic and Old Lace De Frank Capra, EUA, 1944 Com Cary Grant (Mortimer Brewster), Raymond Massey (Jonathan Brewster), Priscilla Lane (Elaine Harper), Josephine Hull (Abby Brewster), Jean Adair (Martha Brewster), Jack Carson (O’Hara), Edward Everett Horton (Mr. Witherspoon), Peter Lorre (Dr. Einstein), James Gleason (tenente Rooney), John Alexander (“Teddy Roosevelt” Brewster), Grant Mitchell (Reverendo Harper), Edward McNamara (Brophy), Garry Owen (o motorist do taxi) Roteiro Julius J. Epstein e Philip G. Epstein Baseado na peça de Joseph Kesselring Fotografia Sol Polito Música Max Steiner Montagem Daniel Mandell Produção Frank Capra, Warner Bros. DVD Versátil. P&B, 118 min R, *** Título na França: Arsenic et Vieilles Denteles; na Espanha: Arsénico por Compasión; em Portugal: O Mundo É Um Manicómio
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Por Joelmar Fernando do blog recantofilosofico.blogspot.com.br   Produzido a partir da obra literária de Anthony Burguess (A ClockWork Orange, 1962), o filme Laranja Mecânica é uma superprodução considerada a obra-prima do diretor de cinema Stanley Kubrick. Nesta obra, Kubrick procurou representar com a maior capacidade e fidedignidade possíveis o conteúdo expresso no livro. Entretanto, antes de qualquer coisa, convém lembrar que toda obra ou produção artística é uma compilação da realidade ou de como a mesma se manifesta nos caracteres e percepções do individuo. No caso específico de Burguess, tal caracterização se torna ainda mais válida se se observar que o mesmo era originário da Inglaterra, nascido em 1917, e passou por um momento histórico mundial de grande importância, já que o mesmo lutou como militar na Segunda Guerra Mundial (1939-1945) de modo a cooperar com a “Tríplice Aliança” contra a “Tríplice Entente”. Este fato e as circunstancias vividas durante o período bélico provocou no autor uma sensibilidade notável (e de fato desprezível) diante da selvageria e brutalidade que a Humanidade atingira e dos métodos e medidas repressivas e ditatoriais que vieram atrelados ao mundo moderno. De fato, A Laranja Mecânica se constitui de um relato da vida do Jovem Alexandre ou Alex; rapaz muito inteligente, porém imerso em sua contextualidade de sexo, drogas, violência e amor pela musica erudita de Ludwig Van Beethoven. Alex e seus três “drugues” (Pete, George e Tapado) formam um grupo de punks que adoram divertir-se sem limites, obtendo prazer através de delitos e da criminalidade. Neste quesito seria de interessante destaque as assertivas da área da Psicologia Criminal, destacadamente a Teoria do Desenvolvimento Moral e do Processo Cognitivo que prevê o “comportamento delitivo ligado a certos processos cognitivos, isto é, a seu modo de perceber o mundo, ao próprio contexto subjetivo do delinqüente, ao grau de desenvolvimento e moral deste, às suas normas e valores e as outras variáveis cognoscitivas da personalidade” (MOLINA,1992). Entretanto, apesar de altamente importante o entendimento e compreensão do fenômeno da delinqüência, o fato mais marcante na produção cinematográfica em questão é a transformação de Alex de um punk socialmente sem moral para um cidadão “exemplar” doutrinado e, conseqüentemente, sua volta ao estado de rebelde. Como muito bem elaborado no cinema, uma vez preso na Prisão Estatal numero 84-F para cumprimento de um pena de 14 anos de reclusão social, o protagonista ver-se modificado radicalmente do seu velho estado radical de viver ao enquadramento de normas “positivistas” privilegiadoras de ordem como objeto e possibilidade de progresso. Para Alex “a emoção do roubo, da violência, a necessidade da vida fácil se justifica à medida em que temos provas insofismáveis e incontroversas de que o inferno existe“ (BURGUESS,1962). Se este simples discurso já revela um desajustamento sócio-cultural, pode-se concluir que é pela negação ou indução do mesmo que o próprio se propõe - apesar de satiricamente em seu interior – haver uma aceitação do “Deus Salvador” e da fé como refúgio (como pode ser bem observado através de suas palavras). E seria desta interação que Alex confirmaria os rumores ouvidos sobre uma nova técnica desenvolvida por cientistas: A Técnica Ludovico. É precisamente nesta técnica de condicionamento bio-fisiológico por meio de associações diretas que se encontra, talvez, um dos temas mais discutíveis no decorrer da narrativa. Nesse sentido, vale esclarecer que intrinsecamente, todo condicionamento é uma aprendizagem por associação, embora deve-se deixar bem claro, que a aprendizagem é uma mudança relativamente permanente no comportamento de um organismo em decorrência da experiência e que o condicionamento - processo de aprender associações - não é a única forma de aprendizagem. Partindo dos estudos dos Processos Psicológicos e do avanço da Psicologia enquanto Ciência, existem dois tipos de condicionamento, o Condicionamento Clássico e o Condicionamento Operante. O último se dá ao aprendermos associar a resposta e sua conseqüência e, assim, a repetir os atos seguidos de recompensa e evitar os atos seguidos de punição, este envolve o comportamento operante - o ato opera no ambiente para produzir estímulos de recompensa ou punição. No primeiro, o Condicionamento Clássico proposto por Ivan Pavlov, aprendemos associar dois estímulos e, assim, antecipar eventos. Percebe-se neste o caráter altamente adaptativo, já que ele ajuda a preparar os organismos para os bons e maus eventos. No Condicionamento Pavloviano, existem alguns processos ligados a adaptação e aprendizagem efetiva do processo de aprender associações, este seria composto por: Estímulos Incondicionados, Condicionados e Neutros; além de Respostas Incondicionadas e Condicionadas. Em se tratando, especificamente da Técnica Ludovico na qual foi submetido o Jovem Alex, e aplicado pelo Dr.Brodsky, seria possível compararmos pela análise da ficção os conceitos anteriores como: Estimulo Incondicionada (soro), Resposta Incondicionada (dor, náusea), Estimulo Neutro (imagens e musica). Estas associações com a repetição de sessões e de aparelhos tecnológicos promovera um Estimulo Condicionado ligado às imagens e a música de Beethoven (necessariamente a Nona Sinfonia) que produziriam uma Resposta Condicionada que gerou dores e náuseas ao garoto sempre que imposto a situações similares as que ele observara nos filmes - o que lhe causava repúdio biológico e alteração a nível fisiológico. Sobre este assunto, é salutar destacar que após Alex adquirir o seu “status de liberdade” e gozar de sua autonomia limitada na sociedade, o condicionamento que é clássico, também mostra-se operante. Visivelmente o antigo punk produzia respostas automáticas a determinados eventos, entretanto, o seu poder de escolha ainda permanecia, relativamente, uma vez que ele podia através de sua interação com o mundo saber o que lhe seria aversivo ou não. Já no final do filme, graças a um processo de condicionamento denominado Extinção e pela inter-relação com o seu estado de coma que durou alguns meses lhe foi permitido pelo declínio de uma característica condicionada e pela diminuição da resposta que ocorre quando o estimulo não sinaliza mais um Estimulo Incondicionado iminente, ver-se livre novamente da experiência submetida, podendo com isso voltar a ser o que sempre quis ser e tornar a ouvir o clássico Beethoviano. Finalmente, Laranja Mecânica é uma rica ilustração de temas importantes e ainda em pauta na Contemporaneidade, permite não só aliar o estudo teórico em relação com sua praticidade, como também levantar questões relativas à Ética e Bioética - seja ela em Pesquisa como em técnicas adaptativas. Afinal a Bioética é a parte da Ética - ramo da Filosofia que enfoca as questões referentes à vida humana e, portanto, acerca da saúde. Sem querer entrar em detalhes e presunções sobre a eticidade do papel da política nos dois casos, o que vale é ressaltar o comportamento e afirmação do Alex ao dizer que “Ser bom pode não ser agradável”, o que nos remete ao fato de que o comportamento moral do homem, que se apresenta como consciente, obedece a forças ou impulsos que escapam ao controle de sua consciência. Freud dá uma contribuição importante a Ética, pois convida-a a levar em consideração essa motivação inconsciente. Assim sendo, a proposta freudiana é remeter o campo da ética a indagar-se se o ato propriamente moral é aquele no qual o individuo age consciente e livremente, e mais ainda, depreender sobre a possibilidade de atentar a possibilidade de que os atos praticados por uma motivação inconsciente devam ser excluídos (ou não) do campo moral. Referencias: MOLLINA, A.Criminologia.2.ed.São Paulo: Editora Revista dos Tribunais,1997. MYERS,D. Psicologia.7.ed.Rio de Janeiro:LTC, 2006.  
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Por Danielle Carvalho do blog http://ofilmequeviontem.blogspot.com.br   Neyde Veneziano afirma, em “Não adianta chorar: o teatro de revista brasileiro... oba!”, que, a despeito do afã brasileiro de imitar tudo o que se produzia nos Estados Unidos, no que toca ao cinema nacional nós deixamos de lado a cópia em prol do escracho. A verdade dessa afirmação é verificada tão logo vemos um filme da Dercy Gonçalves. “A baronesa transviada” (1957) é um bom exemplo de produção que se aproveita do ritmo das comédias musicais norte-americanas para subvertê-lo com elementos muito brasileiros. A influência do nosso teatro de revista é patente, e ela é temperada com algumas características do gênero melodramático, que são, no entanto, sempre lidas sob a óptica da comédia. Dercy é Gonçalina, “enjeitadinha” desde o berço, que se descobrirá herdeira de uma baronesa que está com o pé na cova. Aliás, os eufemismos utilizados pelos personagens para se referirem à morte são impagáveis: “apitar”, “ir pras cucuias”, “esticar os cabos”, “bater o pino”, “arriar as canelas”, e o inacreditável “fritar o bolinho para viajar”, pronunciado por Grande Otelo, foram os que eu consegui anotar. A exploração de palavras da mesma raiz também garante algumas risadas, como as informais “pinta grossa” (?) e “pinta brava” (pessoa que inspira receio), que aparecem enquanto procuram a filha da baronesa, cujo sinal de reconhecimento é uma pinta que a menina tem “dividindo a alcatra”. Depois de ter lido uma porção de mágicas, vaudeviles, revistas e revistas de ano, eu pensei que já tinha visto tudo em matéria de exploração de duplos sentidos e metáforas sexuais, mas estava muito enganada até ontem. O “bacalhau com rabanada” que a nova baronesa oferece ao seu convidado é o píncaro da esculhambação – se é que eu posso dizer assim... Os tipos são também nossos. As comédias musicais hollywoodianas têm as mocinhas puras e os galãs apaixonados – que ocupam o papel de protagonistas – e os bobalhões. Nós temos o português, que explica, por meio de seu acento característico, que jogou a filha da baronesa no lixo para se desfazer dela – e nem sequer pensou na possibilidade de alguém encontrá-la; o “mão quebrada”, parente da baronesa que tem um "defeito" na mão, e gera um rebento saltitante e com voz afeminada; o negro Benedito, pequenino e muito matreiro. Também temos nossa versão da garota ingênua e apaixonada, mas quem dá as cartas na comédia não é ela, e sim nossa protagonista escrachada, que dança com Humberto Catalano um tango desengonçado numa época em que Fred Astaire e Cyd Charisse fascinavam as telas com seus românticos números de dança. A história corre, por vezes, de modo artificial, devido à preocupação dos artistas com a pronúncia atenta de cada palavra – o que se deve à influência dos palcos – e à enorme quantidade de gags. Os números musicais não têm, na maioria das vezes, uma boa integração com a história. Mas alguns personagens são muito divertidos, as músicas são bacanas, e a Dercy Gonçalves é a Dercy Gonçalves. O filme vale muito a pena. Sobretudo para que possamos conhecer uma época do cinema nacional em que o público ia em peso ver as produções.  
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  Por Antonio Nahud Junior do blog http://ofalcaomaltes.blogspot.com.br   Um dos filmes mais impressionantes, divertidos e cativantes de Hollywood. Tem ação, humor, romance e charme como ninguém hoje mais consegue fazer. Mesmo tendo-o assistido várias vezes, ele sempre me provoca risadas emocionadas. Passa-se na África selvagem, durante a Primeira Guerra Mundial, e conta a história de duas pessoas de classes e ideologias totalmente diferentes que, em um pequeno barco, fugindo dos alemães rio abaixo, terminam se respeitando e se amando, num improvável caso amoroso. O estimado barco se chama “African Queen” – título original da fita - e pertence ao aventureiro beberrão Charlie (Humphrey Bogart), que assumiu a responsabilidade de levar a irmã do recém-falecido pastor protestante Samuel (Robert Morley), a inglesa puritana solteirona Rose (Katharine Hepburn), para a civilização, em um barco mercante a vapor. Mas existe um problemão: Rose e Charlie não combinam em nada, num relacionamento difícil, só faltando um voar na garganta do outro. Grande sucesso de crítica e público, UMA AVENTURA NA ÁFRICA foi indicado aos Oscars de Melhor Direção, Melhor Atriz, Melhor Ator e Melhor Roteiro. Apenas Bogart conseguiu levar a estatueta, enquanto Hepburn a perdeu para Vivien Leigh por sua inesquecível performance em “Um Bonde Chamado Desejo / A Streetcar Named Desire” (1951). A Columbia havia adquirido os direitos, alguns anos antes, do romance de C. S. Forester, planejando um filme com Charles Laughton e Elsa Lanchester. Depois a Warner comprou-os da Columbia, mas o projeto foi arquivado. A Horizon, de Sam Spiegel, pagou 50 mil dólares à Warner pelos direitos, resultando na extraordinária versão de 1951. Estrelas veteranas e grisalhas, no ápice de suas carreiras, Bogie (meu ator favorito, ao lado de Spencer Tracy) e Kate estão magníficos e demonstram uma perfeita química entre eles, num clima leve e cômico. Salta da tela a tensão sexual. No entanto, o papel feminino principal tinha como meta Bette Davis. Primeiro, em 1938, com David Niven como o capitão do barco. Depois foi oferecido novamente para ela em 1947, com John Mills ou James Mason como Charlie, mas ela teve que recusar porque estava grávida. Quando Davis tentou pegar o papel em 1949,  ele já era de Katharine. Grande parte do filme foi rodado em locações no antigo Congo belga, hoje República Democrática do Congo, e no Lago Alberta, em Uganda. Kate escreveu em 1987 um livro, intitulado “The Making of African Queen”, a respeito dos perigos, inconvenientes, doenças da equipe, calor e outros problemas que afetavam a todos, menos a Bogart e John Huston, porque segundo conta, bebiam demais. Nele, descreve as filmagens como “quando eu fui pra África com Bogie, Bacall e Huston e quase fiquei louca”. Eles percorreram 3.5 milhas de Biondo até o Rio Ruiki e foram necessários cinco carros e caminhões para levar a equipe, os atores e os equipamentos. Depois, em barcos, navegaram mais 2.5 milhas para chegar até o local das gravações. Lá lidaram com disenteria, malária, água contaminada, cobras venenosas e diversas picadas de mosquitos. A maioria da equipe e dos atores esteve doente em grande parte da filmagem. Além disso, todos eram mal vistos no local, como disse Huston em um artigo publicado no “The New York Times”. Ainda assim, como num passe de mágica, tudo funciona perfeitamente, resultando numa obra deliciosa e imperdível, votada pelo American Film Institute como um dos dez melhores filmes norte-americanos de todos os tempos. Exagero? Que nada. Confira. Diversão garantida. UMA AVENTURA NA ÁFRICA (The African Queen, 1951). País: EUA; Duração: 105 mins. Cor. Produção: Sam Spiegel (Romulus-Horizon). Direção: John Huston. Roteiro: James Agee e John Huston, adaptado do romance de C. S. Forester. Fotografia: Jack Cardiff (co-Ted Scaife). Edição: Ralph Kemplen. Música: Allan Gray. Cenografia: Wilfred Shingleton (d.a.). Vestuário: Doris Langley Moore e Connie Di Pinna. Elenco: Humphrey Bogart (“Charlie Allnut”), Katharine Hepburn (“Rose”), Robert Morley (“Reverendo Samuel Sayer”), Peter Bull, Theodore Bikel, Walter Gotell e Richard Marner.
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  Por Filippe José do blog http://muitoalemdofim.blogspot.com.br     A beleza feminina é uma verdadeira armadilha para os homens que a amam. François Truffaut já fez um filme sobre os desastres e as vertigens que o sexo de saias causa nos mais alucinados: “O Homem Que Amava As Mulheres” transborda de curvas e olhares sedutores do protagonista. E essa cafajestice masculina, apesar de ser bastante degradada, por incrível que pareça, ainda flerta muito com os corações das puras e inocentes donzelas, ou das nem tão puras assim, pelo mundo afora. Desde o princípio, já ganhamos a primeira evidência do quanto é perigoso se relacionar com uma mulher; o pobre Adão começou perdendo uma costela para que a mais racional das criaturas divinas pudesse ser criada. “E Deus Criou A Mulher” para que todos pudessem conhecer, ver e se fascinar com Brigitte Bardot. O filme apresenta a jovem Juliete (Brigitte Bardot), moça alegre, que adora perambular pelas vielas da cidade litorânea em que vive, St Tropez, e dançar pelos bares ao som das vitrolas. Órfã, ela é criada por um casal que não admite o seu comportamento e ameaça lançá-la de volta ao orfanato. Casa-se então com o ingênuo Michel Tardieu (Jean-Louis Trintignant), um rapaz ingênuo apaixonado por ela, mas que não é correspondido, para apenas poder se manter “livre”. Em meio aos tormentos de uma antiga paixão e da fascinação do rico empresário Eric Carradine (Curd Jürgens), Juliete tenta amar o marido, passando a sofrer sem seus mambos noturnos. Nas praias de St Tropez, Brigitte Bardot se destaca com sua exuberante beleza. Sempre ouvimos comentários sobre esta musa, deusa, mulher e vemos suas fotografias, mas que, por serem estáticas, não realçam seus delicados e felinos movimentos; apenas com as cenas, assistimos ao tamanho do potencial arquitetônico divino empregado em sua criação; seu andar é de uma feminilidade singular. Sua primeira aparição já mostra o teor sensual que o filme todo trará: deitada de bruços, tomando o tão amado banho de Sol, nua. Juliete é um pássaro selvagem, sem vergonha dos olhares invejosos ou desejosos dos outros. Apesar de prezar pela liberdade, ela se casa para escapar do orfanato, entrando na prisão matrimonial. Mesmo com um histórico de vida não muito digno de confiança – ela se envolvia com muitos homens -, seu marido a dá total crédito, muito bem correspondido pela fidelidade dela. Por trás do escudo de mulher feliz, Juliete esconde sua saudade das danças e música que sempre apreciou, derramando, nos momentos de solidão, lágrimas nada dignas de sua face - ela se esforça para ser uma boa esposa. Os homens são todos apaixonados pela personagem. Não há idade para apreciar seus esvoaçantes cabelos loiros. E quando muitos marmanjos amam a mesma mulher, o que temos? Briga e confusão. As cenas de luta entre os personagens com testosterona à flor da pele são muito divertidas pela forma antiga de como são feitas; ninguém nunca se machuca como realmente deveria ter se machucado com aqueles socos e chutes tomados. Mesmo com todos aos seus pés, Juliete sempre teve uma "apaixonite" por  Antoine (Christian Marquand), o cafajeste da história, adquirida nos tempos de solteira. Mas por que? Por que tanto carinho desperdiçado com os que não prestam? O ser humano ama ser rejeitado, ser tocado por alguém que gosta nem que seja com um pé na bunda. Só pode! Dança. Muito Cha Cha Cha embala os passos de Brigitte nas cenas. O mambo a enlouquece, liberta-a de qualquer cárcere. E é sobre o efeito da percussão frenética que se desenrola um dos momentos mais alucinantes e sensuais do cinema. Há também a calma romântica de “Dis-moi quelque chose de gentil”, cantada por Solange Berry, para expor os sentimentos e os sonhos de Juliete; as mulheres gostam de serem discretas com seus sentimentos. Talvez não possamos desvendar todos os mistérios da mente feminina, mas basta prestarmos um pouco de atenção para observarmos sob a camada de pele que as envolve e enxergarmos muitos dos anseios, alegrias e tristezas das senhoras e das senhoritas. Não foi a toa que a Dior fez o comercial de seu perfume “Addict” inspirado em “E Deus Criou A Mulher”; beleza e aromas não faltam nesta produção divina. Deem graças aos céus pelas suas criações. Esta é mais uma que marca qualquer amante da sétima arte. No filme, temos várias evidências de como é perigoso se envolver com uma mulher e de como é impossível não fazê-lo. Veja para confirmar minhas observações. “Esta garota foi feita para destruir os homens”.  Ah! Brigitte, je t’aime.
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Por Jefferson Vendrame do blog http://ocinemaantigo.blogspot.com.br   Após vencer seu segundo Oscar de melhor direção em 1940 por Vinhas da Ira (o primeiro havia sido em 1935 com O Delator) o Irlandês naturalizado americano John Ford vinha realizando conseqüentemente uma série de grandiosos sucessos; No Tempo Das Diligências (1939), A Mocidade de Lincoln (1939), Caminho Áspero (1941) etc. Sob contrato com a Twenty Century Fox, o diretor estava no inicio de 1941 diante de um novo projeto que custara a Darryl F. Zanuck US$ 300 mil; de Richard Llewellyn: Como Era Verde Meu Vale. Trata-se da primeira obra de Llewellyn, um romancista Galês nascido em 1906 e que alcançara enorme prestigio com a publicação desse tocante e comovente drama. Esteticamente o filme tem o poder de encantar profundamente, filmado em um belíssimo preto e branco algumas seqüências dispensam completamente os diálogos já que as imagens falam por si só. A sensível trilha sonora de Alfred Newman quase que como parte do elenco se faz presente em diversos momentos da trama banhando ainda mais as cenas com emoção e ternura. A Trama de Como Era Verde Meu Vale se dá a partir do instante em que Huw Morgan (MacDowall com a interpretação infantil mais comovente da história do cinema) despede-se do Vale Rhondda (uma pequena vila mineradora no País de Gales) por volta dos sessenta anos de idade. Nesse momento ele passa a relembrar detalhadamente sua infância naquele local trazendo a tona reminiscências vividas por ele e toda sua família incluindo seu dedicado e tradicional pai Gwilym (Crisp), sua doce mãe Beth (Allgood) e sua irmã Angharad (O´Hara). Com o orçamento em torno de US$ 1,25 milhões o filme rendeu aos cofres do estúdio um satisfatório lucro com sua bilheteria que esteve entre as maiores do ano, sua mensagem de paz, solidariedade e amor fraterno caiu como uma luva naquela sociedade temerosa com o alvorecer da segunda guerra mundial. Vencedor de cinco Oscar, incluindo melhor filme e diretor (consecutivo), Como Era Verde Meu Vale divide opiniões, embora alguns o considerem merecedor dos prêmios outros criticam a academia pelo fato dele ter vencido o revolucionário Cidadão Kane de Orson Welles, esse que ainda hoje é considerado por muitos "o melhor filme de todos os tempos". Independente de ter sido ou não merecedor dos prêmios é certo afirmar que, dono de um charme absoluto, Como Era Verde Meu Vale se tornou ao longo dos anos uma obra prima sem tamanho e dentre os filmes out-western de John Ford esse é sem dúvidas o melhor deles. (How Green Was My Valley) De: John Ford, Com Walter Pidgeon, Maureen O´Hara, Anna Lee, Donald Crisp, Sara Allgood, Roddy MacDowall, EUA – Drama – P&B – Fox - 1941.
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Por Rodrigo Mendes do blog http://cinemarodrigo.blogspot.com.br/   O filme marcou a promissora chegada de Hitchcock à América, sua primeira fita naquele país e o responsável pela chegada do mestre à Hollywood foi nada menos do que o astuto produtor DAVID O. SELZNICK (1902-1965) que o manteve sobre contrato por um bom tempo (e os filmes de Hitch com Selznick foram verdadeiros ovinhos de ouro – Spellbound – Quando Fala O Coração, 1945, que pretendo rever e postar em breve, com Ingrid Bergman e Gregory Peck, confirma o sucesso desta parceria). Hitchcock vinha de uma fase brilhante, praticamente sem erros (em minha opinião) com os filmes ingleses, um melhor do que o outro, verdadeiro exercício de cinema para qualquer cinéfilo. Com isso, Selznick, com o seu poder de persuasão e ainda recebendo os frutos de sua aclamada obra-prima, E O VENTO LEVOU (Gone With The Wind, 1939), agarrou a ideia de poder trabalhar com o jovem diretor o levando a dirigir uma adaptação que lhe caiu como uma luva, basicamente um suspense psicológico, até um pouco parecido com sua futura fita estrelada pela mesma diva JOAN FONTAINE (que ainda vive! – Suspeita, Suspicion, 41) inspirado no livro de DAPHNE DU MAURIER (a mesma autora de Os Pássaros, que Hitch faria em 63 e Jamaica Inn, aqui como “A Estalagem Maldita” de 39 com Charles Laughton) sobre uma gótica trama que envolve a memória/fantasma de uma mulher, a do título! O romance havia sido publicado em 1938 e a fita segue como uma história sombria sobre as lembranças persistentes de Rebecca que assombra a mocinha (a personagem de Fontaine que não revela seu nome durante o filme), que, mesmo depois de sua morte, ainda afeta diretamente os principais personagens. Irônico é saber que o filme é um dos mais premiados de toda a carreira de Hitchcock e o único a levar a cobiçada estatueta de Melhor Filme, outro para Selznick. Obteve 11 indicações: Diretor (Hitchcock), Roteiro (Robert E. Sherwood, Joan Harrinson), Ator (Laurence Olivier). Atriz (Fontaine), Atriz Coadjuvante (Judith Anderson como a governanta), Direção de Arte, Montagem/Edição, Efeitos Especiais e Música (Franz Waxman – que faz um magnífico trabalho. Assinaria para Hitch obras-primas como Janela Indiscreta, Rear Window, 54). Ganhou apenas o de Filme e Fotografia para GEORGE BARNES, de filmes como A Guerra Dos Mundos (The War Of The Worlds, 53 de George Pal e Byron Haskin). Um trabalho entorpecente, nunca havia visto um trabalho de fotografia tão fúnebre em qualquer filme do gênero (Hitchcock também aprendeu com o expressionismo alemão). O filme abriu o Festival de Berlim naquele ano. Uma das brilhantes sugestões de Hitchcock foi começar o seu filme com uma narração feminina indagando as primeiras linhas de A Noite Passada Sonhei Que Voltava À Manderley Novamente onde imagens de uma mansão totalmente em ruínas, parecendo mais com um castelo mal-assombrado, são mostradas. Com este artifício tão lindamente concebido, já é possível segurar a audiência. Outras estrelas fizeram testes para interpretar “A Esposa do Sr. Winter”, entre elas Vivien Leigh, que, diga-se de passagem, seria muito interessante, e outras como a novata Anne Baxter. Vivien só não pegou o papel por ser namorada/amante do astro da fita Sr. LAURENCE OLIVIER (1907-1989), que já vinha do sucesso de O Morro Dos Ventos Uivantes (Wuthering Heights, 1939 de William Wyler, do livro de Emily Brontë) e vivia uma fase de ouro em sua carreira, tanto no cinema como no teatro. Dizem que Olivier tentou de todas as maneiras fazer com que sua amada pegasse o papel, mas quando Fontaine foi escalada, reza a lenda que o ator passou a tratá-la mal nos bastidores. Assim sendo, Fontaine sentia-se deslocada naquele âmbito e de qualquer forma foi ótimo porque a atriz obteve exatamente o tom que Hitchcock desejava para a mocinha. A má criação de Olivier acabou sendo um estímulo e Hitch ordenou que todos os membros da equipe a tratassem da mesma forma, para assim ajudá-la em sua interpretação. Olha, se todos os estrangeiros fizessem uma estréia destas nos Estados Unidos, mas poucos são como Hitchcock que fez de tudo para se consagrar nesta obra, sua primeira grande oportunidade. O mestre trabalhou com um orçamento pomposo para os padrões da época e fez da Mansão Manderley uma personagem importante (como Kubrick com o Hotel Overloock e James Whale com a torre do Dr. Frankenstein). Orson Welles poderia ter se inspirado quando concebeu a propriedade Xanadu em Cidadão Kane, quem sabe? De fato, o cenário é um personagem importantíssimo para a premissa, que se passa à beira-mar, local à primeira vista mal visto (tudo é tão assustador) para um notório romance entre Olivier e Fontaine. O ator, com o seu estilo galês e habitual, interpreta um rico carente e viúvo, “Maxim” de Winter, tão gélido quanto seu sobrenome, nem por isso (isso é apenas uma opinião pessoal deste trabalho de Olivier, um dos mais distantes que já presenciei), o mocinho deixa de cortejar a donzela. Ela, uma moça atraente, linda, tímida e que jamais questionará sua sorte por ter encontrado um verdadeiro príncipe encantado – gentleman que soaria menos piegas – e sem perder muito tempo o casal faz a união dos laços matrimoniais, mas, à medida que o relacionamento dos pombinhos se aprofunda, Fontaine fica cada vez mais atormentada pelo espírito (representado pela lembrança e não espectro) da esposa morta, Rebecca. Pronto, e é a partir deste ponto que o suspense começa a tomar conta. Tudo pode ser apenas delírio de sua imaginação, paranoia  ou alguma força de mau agouro que culminará em desgraça, mas nunca que o filme é “mal-assombrado”. O mais suspeito são os motivos loucos da governanta/criada, Sra. Danvers, brilhantemente interpretada por JUDITH ANDERSON (1897-1992) que faz de tudo para manter viva a memória da outra a ponto de chegar a preservar o antigo dormitório da ex-patroa como um verdadeiro santuário. Danvers tem dificuldades de aceitar a jovem como a nova dona da casa. A coisa complica ainda mais com a visita do primo de Rebecca, Jack Favell, o ótimo GEORGE SANDERS (1906-1972. Já levou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por outro clássico inesquecível, A Malvada, All About Eve, 50), um parente estranho que seria amante da falecida e que dá as caras quando Maxim esta ausente. Sem dizer que suas visitas são apenas meras formalidades, o cara ainda tem a audácia de se dirigir a governanta intimamente, da mesma maneira como Rebecca a chamava, por exemplo. Ou seja, ambos fazem o impossível para deixar a presença de Rebecca cada vez mais notada naqueles cômodos e isso acaba prejudicando a mente da heroína que luta com todas as armas que conhece contra o “fantasma”. Por isso que o filme é um pseudomistério excitante, tão bom quando Suspeita. Fontaine repete o papel na fita com Cary Grant (seria o meu marido um assassino? Será mesmo que realmente ele quer me matar?), isto é, suas personagens em ambas as fitas vivem torturas psicológicas e embarcamos com elas no mesmo nível estupendo de suspense e nisso Hitchcock é brilhante quando cria esta atmosfera de thriller mental, rodeado de incertezas (as melhores antecipações possíveis), só que neste aqui é o passado que deseja viver no presente. Manderley é um museu aterrador de Rebecca. A autoria de Hitchcock chega à perfeição neste filme (traição, suspeitas mal contidas, o romance aparentemente perfeito demais que será interrompido pelo passado, incitações sexuais, um prólogo antes da história que se seguirá, tão mórbida quanto, e é claro, o crime, que só saberemos se existiu ou ocorrerá perto do clímax. Também aprecio o trabalho da veterana FLORENCE BATES (1888-1954) no papel da senhora Van Horper, que ajuda a desencadear a premissa quando a heroína trabalha para ela como sua dama de companhia, uma pessoa que é paga para acompanhar velhinhos (as) em ocasiões sociais. Rebecca acabou concorrendo com outro filme de Hitch no mesmo ano: CORRESPONDENTE ESTRANGEIRO (Foreign Correspondent) com Joel McCrea e Laraine Day, outro grande filme do cineasta, sobre um repórter americano que se envolve numa espionagem perigosa na Inglaterra em plena Segunda Guerra Mundial. O filme teve seis indicações ao Oscar: Ator Coadjuvante (Albert Basserman), Direção de Arte, Fotografia, Efeitos Especiais, Roteiro Original, inclusive a roteirista Joan Harrison concorrendo consigo mesma e finalmente Melhor Filme. Não ganhou nada. Mesmo sendo um filme sóbrio, sério e sem nenhum vestígio do humor negro de Hitchcock (nada de jocoso na fita), Rebecca, A Mulher Inesquecível é uma das grandes obras-primas do mestre do suspense. Lúgubre e sofisticado do começo ao fim, Rebecca se mostra como um dos trabalhos de direção mais apavorantes na qual Hitchcock mantém o espectador apreensivo, como a mocinha, para saber o final. Acredito que o filme é tal como ele é justamente por ser a grande première de Hitch numa Hollywood prestes a mudar.     EUA – 1940 SUSPENSE/DRAMA/ROMANCE FULLSCREEN PRETO E BRANCO 130 min. CONTINENTAL GEORGE SANDERS. JUDITH ANDERSON NIGEL BRUCE. REGINALD DENNY C. AUBREY SMITH. GLADYS COOPER FLORENCE BATES. MENVILLE COOPER e LEO G. CARROLL Música de FRANZ WAXMAN Fotografado por GEORGE BARNES Montagem......{ Doon W. Hayes Direção De Arte......{Lyle R. Wheeler Adaptação por PHILIP MacDONALD. MICHAEL HOGAN Escrito por ROBERT E. SHERWOOD & JOAN HARRISON Baseado no livro de DAPHNE DU MAURIER Produzido por DAVID O. SELZNICK Dirigido por ALFRED HITCHCOCK Rebecca ©1940 A Selznick International Picture
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  Por André Setaro do blog http://setarosblog.blogspot.com.br/   O autor dessa proeza original - e única na história do cinema, o francês Jacques Demy, pertence à Nouvelle Vague mas pode ser considerado um cineasta atípico. Dá início a sua carreira com um curta, Le Sabotier de Val du Loire, em 1956, ao que se seguem outros três em anos sucessivos, entre eles, Le Bel Indiferent (O Belo Indiferente), inspirado no texto aclamado de Jean Cocteau. Em pleno auge do movimento - do qual participa com filmes e a amizade de Truffaut, Rohmer, Chabrol..., dirige o seu primeiro longa metragem, "Lola, A Flor Proibida" ("Lola"), revelando-se um dos talentos mais sugestivos do movimento. "Lola", iluminado pelo artista da luz Raoul Coutard - um dos principais diretores de fotografia da Nouvelle Vague, já anuncia, de certa forma, "Os Guarda-Chuvas do Amor", pois todo ele é conduzido em ritmo de balé, com amor e humor, traduzindo com extremo lirismo as paisagens de Nantes. Georges Sadoul, historiador francês, enquadra "Lola" numa espécie de "neo-realismo poético", aproximando-o de "As Damas do Bois de Bologne", do jansenista Robert Bresson. Para uma introdução na poética de "Les Parapluies..." é bom que se veja um pouco desta "Lola", cujo personagem (Anouk Aimée), dançarina de cabaré em Nantes, cortejada sempre por um amigo de infância (Marc Michel), reencontra o seu amor perdido com o qual, há alguns anos, tivera um filho, e, neste reencontro, ela se casa com ele. Uma característica de quase todos os filmes demynianos: o encontro ra, dizem suas falas cantando ao ritmo dos arranjos belíssimos de Michel Legrand. Pode-se, no caso de "Os Guarda-Chuvas do Amor", falar em co-autoria entre Demy e Legrand, tal a conjunção perfeita entre musicalidade e ação dramática. Daí se dizer que "Les Parapluies de Cherbourg" é uma película que se estabelece como "mise-en-musique". Assim como em outra obra excepcional - e pouco vista e apreciada - que é "Duas Garotas Românticas" ("Les Demoiselles de Rochefort", 1966), com Catherine Deneuve e Françoise Dorleac - sua irmã que seria vítima, logo após a conclusão do filme, de trágico acidente. e o desencontro permeado pelo acaso. Catherine Deneuve em princípio de carreira - já tinha trabalhado com Roger Vadim antes de Demy - é a terna Geneviève que está noiva de Guy (Nino Castelnuovo), mas este, de repente, é convocado para a guerra da Argélia. Esperando o noivo voltar, ela se vê obrigada a confessar à mãe (Anne Vernon) que está grávida de Guy. O tempo passa. A mãe, desesperada, obriga a filha a se casar com um pretendente, Roland Cassard (Marc Michel), rico proprietário de uma loja de jóias. Ela, conformada, aceita. O tempo passa. Guy volta da guerra, ferido, procura Geneviève mas não a encontra. Sua tia Elisa está morta e, para não ficar sozinho, busca consolo em Madeleine (Ellen Farmer), uma mulher que cuidava de Elisa quando doente e que sempre o amou em silêncio.O tempo passa. Guy, já casado com Madeleine, abre um posto de gasolina na periferia de Cherbourg. Numa noite de Natal, Geneviève aparece, rica e charmosa, num reluzente carro de luxo, para colocar gasolina. Guy a vê e ambos tentam um diálogo mas nada mais têm a dizer. Obra-prima, que reflete sobre a memória, a recordação, a nostalgia e a fugacidade do amor, "Les Parapluies de Cherbourg", Palma de Ouro no Festival de Cannes em 1964, derrotando, inclusive, "Deus e o Diabo na Terra do Sol", de Glauber Rocha, tem uma fábula que, à primeira vista e se exposta pela narrativa oral, pode parecer uma história destinada às revistas sentimentais. Jacques Demy, no entanto, com sua varinha mágica, com sua mise-en-scène original, transforma-a numa espécie de conto poético musicado que é experiência que transcende o musical cinematográfico clássico americano. Os personagens, como numa ópera - mas o filme não é uma ópera, dizem suas falas cantando ao ritmo dos arranjos belíssimos de Michel Legrand. Pode-se, no caso de "Os Guarda-Chuvas do Amor", falar em co-autoria entre Demy e Legrand, tal a conjunção perfeita entre musicalidade e ação dramática. Daí se dizer que "Les Parapluies de Cherbourg" é uma película que se estabelece como "mise-en-musique". Assim como em outra obra excepcional - e pouco vista e apreciada - que é "Duas Garotas Românticas" ("Les Demoiselles de Rochefort", 1966), com Catherine Deneuve e Françoise Dorleac - sua irmã que seria vítima, logo após a conclusão do filme, de trágico acidente. O que torna "Os Guarda-Chuvas do Amor" uma obra de rara transcendência se encontra numa conjunção de fatores.Em primeiro lugar, a concepção da mise-en-scène de Demy, mas outros elementos ajudam a potencializar o encanto desse filme inesquecível: a deslumbrante fotografia de um artista que é Jean Rabier, que usa, aqui, a iluminação em função do tecido dramatúrgico; a cenografia de Bernard Evein, que utiliza fundos de papel pintado que estabelecem sutis acordes com os estados de ânimo dos personagens; e, claro, os diálogos todos cantados segundo as melodias do maestro Michel Legrand.
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Por Letícia Magalhães do blog http://criticaretro.blogspot.com.br/ A razão de “Saratoga” ter sido um dos maiores sucessos de bilheteria de 1937 foi a curiosidade mórbida tão comum aos seres humanos. Seu astro, Clark Gable, poderia ser um atrativo para as plateias, mas foi a morte da atriz Jean Harlow, com apenas 26 anos, no meio das filmagens que atraiu multidões para ver como o filme foi terminado sem sua protagonista. Fora isso, trata-se de uma produção simpática sobre corridas de cavalo com um romance previsível e dois grandes nomes, um já consagrado, outro que ainda esperava seu auge: Lionel Barrymore e Walter Pidgeon. Duke Bradley (Gable) conhece o pai (Jonathan Hale) e o avô (Barrymore) de Carol Clayton (Harlow) todos envolvidos com criação e corridas de cavalos. Quando o pai falece durante uma corrida, Bradley, que havia se tornado sócio da fazenda, pois o pai havia lhe dado parte das terras para pagar uma dívida, resolve esquecer o acordo, devolvendo tudo ao avô. Ele e Carol não se entendem, até porque ela está noiva de Hartley Madison (Pidgeon), que Bradley insiste em ofender. Seu plano é fazer Madison apostar cada vez mais nas corridas, indo contra as apostas de Carol e enriquecendo Bradley. Os coadjuvantes têm um papel especial e se tornam mais relevantes devido à necessidade de compensar a falta da protagonista. Barrymore, em suas poucas cenas, está muito divertido. Una Merkel está especialmente cativante como Fritzi, amiga de longa data de Bradley cujo hilário marido é dono de uma empresa de cosméticos e alérgico a cavalos. Quem também está lá é Hattie McDaniel, que voltaria a trabalhar com Gable dois anos mais tarde em “E o vento levou / Gone with the Wind”. E por falar em filmes de 1939, aqui temos a oportunidade de ver lado a lado dois atores muito importantes de “O Mágico de Oz”: Margaret Hamilton, a bruxa má do oeste, e Frank Morgan, que interpretaria o próprio mágico. Em uma viagem de trem, ele faz questão de insultar a feiura da pobre moça, que diz usar seus cremes sem obter resultados.        Pela metade do filme, não sei se por influência dos fatos que eu já conhecia, comecei a perceber uma Jean Harlow mais inchada e não tão bonita quando focalizada de frente, porém com um perfil inalterado. Interessante notar como o filme trata de doenças, pois em muitos momentos Carol está acamada ou precisa ser examinada por um médico. Na vida real, Jean sofreu uma nefrite aguda e seus rins pararam de funcionar. Supõe-se que a causa da doença tenha sido a escarlatina que ela contraiu aos 15 anos. Numa época antes de hemodiálise e transplante de rins, ela não teve salvação.   Quando o filme completa uma hora, podemos ver que Jean foi substituída. Como nem todas as cenas são gravadas na sequência, ainda há um momento, em uma festa, em que é ela, e não uma sósia, que conversa com Barrymore. Nos demais momentos, tudo o que vemos é uma atriz loira (Mary Dees) com algo escondendo seu rosto: um binóculo, um chapéu. Muitas vezes ela é gravada de costas e dublada por alguém com um tom de voz parecido (Paula Winslowe) com o de Jean (aliás, adoro a voz da loura platinada). Com certeza o filme teve de ser modificado devido à sua morte, com a supressão de falas, dando um maior destaque a Gable. Detalhe: não há nenhum beijo durante o filme, nem sequer no final! A ideia inicial da MGM era regravar todas as cenas de Jean Harlow com Jean Arthur ou Virginia Bruce, no entanto muitos fãs pediram que este último trabalho da loura platinada estreasse logo. Além dessa tragédia, outro problema que aconteceu nas filmagens, só que bem menos grave, foi um acidente com Lionel Barrymore, que tropeçou em um cabo e quebrou o quadril, ficando um bom tempo numa cadeira de rodas. Curiosamente, este filme era para ser estrelado por Gable e Carole Lombard, rainha das comédias que em 1939 se tornou esposa de Clark e faleceu tragicamente em 1942 em um acidente de avião. Este foi o sexto filme em que Jean contracenou com Gable, que a chamava carinhosamente de “irmãzinha”, e a química entre eles é visível. A morte de Jean Harlow foi um choque para a indústria do cinema e em especial para seus fãs. No entanto, a garota que aos 16 anos saiu de casa para se casar e cujo sonho era formar uma família se tornou, em sua curta vida, uma estrela memorável, adorada e adorável mesmo 75 anos após sua morte.  This is my entry for The Late Film Blogathon, hosted by Shadowplay, showing some of great people’s last films. Great morbid idea!  
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Este filme é belíssimo, gostaria de vê-lo novamente
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Harold Robbins escreveu um livro intitulado “Escândalo na Sociedade”, que fala em um triângulo amoroso entre a filha, a mãe e o amante desta. O livro acabou virando filme em 1964, tendo Susan Hayward e Bette Davis nos papéis principais. A história foi inspirada em um acontecimento real. No escândalo ocorrido com Lana Turner, sua filha Cheryl Crane e seu amante Johnny Stompanato. As coincidências são poucas. Mas o livro, o filme e a história real, venderam muito. Cheryl Crane matou o amante da mãe ao enfiar-lhe uma faca de 20 centímetros no estômago do ex-gangster. No dia seguinte o escândalo já tinha tomado proporções imensas e uma Lana Turner chorosa aparecia em todos os jornais. Segundo alguns maldosos, as respostas dadas por Lana Turner no interrogatório foram tão falsas, que levaram alguns a considerar aquela a melhor performance de todos os tempos, digna de um Oscar. A performance de Lana Turner   Lá ela falou que amava a filha mas não compreendia porque ela tinha feito isso, chorou piedosamente durante todo o interrogatório e parecia esquecer as surras que levava do finado e das armas apontadas para sua cabeça. Enquanto isso a custódia de Cheryl, menor de 14 anos, foi entregue à sua avó depois que foi encontrada vagando nas ruas. Posteriormente ela cumpriu pena algum tempo em um Instituto correcional, de onde fugiu algumas vezes. Cheryl em depoimento   No final do julgamento o assassinato foi considerado um homicídio justificável, pois Stompanato era conhecido por ser um homem abusivo e bater constantemente em Lana. O lado B da história conta que na verdade quem teria matado Stompanato não teria sido a filha, mas a mãe. Cheryl teria, como menor, e menos conhecida, assumido a culpa para o escândalo não ter sido menor. Mas isso é um fato que não teremos nunca como saber. Cheryl sendo escoltada pela policial O que sabemos é que em sua autobiografia, "Detour: a Hollywood Tragedy - My Life With Lana Turner, My Mother (1988)", Crane assumiu publicamente que realmente foi ela quem esfaqueou o padrasto. E também falou que foi vítima de vários estupros do quarto marido de sua mãe, o ator Lex Barker. Após ter tido câncer de mama em 1998, Cheryl, se recuperou e vive hoje em dia em Palm Springs, com sua parceira Jocelyn LeRoy. Cheryl Crane hoje em dia   Por Carla Marinho
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  Marlon Brando sempre foi chegado a uma beldade morena, e sempre foi um dos solteiros mais cobiçados da praça. Quando conheceu Anna Kashfi enlouqueceu com sua história de vida: hindu, sozinha no mundo, coitada, sem família, e pouco tempo depois de ficarem amigos ela ficou doente de tuberculose. Nessa época Marlon já estava caído de amores pela bela morena, e praticamente se internou junto a ela no hospital. Lá, apaixonado como estava, e vendo como sua musa estava tremendamente frágil, pediu-a em casamento. Após quase um ano de tratamento ela recebeu alta, e logo descobriu que estava grávida. O casório foi logo marcado para 11 de outubro de 1957. Não havia mais o que esperar. Quando todos os preparativos estavam prontos, festa marcada, convidados esperando a data, noiva feliz, explodiu a bomba. A porca torceu o rabo. Ao ver as fotos do casamento, um senhor, operário que morava no país de Galles (Inglaterra), entrou em contato com a imprensa dizendo que Anna, na verdade, era sua filha, e que de hindu não tinha nada!! Ele afirmou que seu nome era Johanna O'Callaghan e que tinha desaparecido de casa há muitos anos. Os moradores da localidade confirmaram sua história, e disseram que ela trabalhara durante algum tempo como caixa de um açougue e como garçonete em um Café. Segundo seu pai, ela nascera acidentalmente na Índia durante uma estadia dele à trabalho, mas logo fora trazida para a Inglaterra, completando seus estudos lá. Nem precisa dizer o quanto Marlon Brando ficou arrasado com a história.   Aos 18 anos ela abandonara o pai e partira sem dizer o destino, foi tentar a sorte como modelo. Foi daí que inventou toda a história que era hindú e que não tinha família. Inventou também que seu pai havia morrido há muito tempo em Bombaim. Após uma vergonha pública como essa, não havia muito o que Marlon Brando fazer. Mas ela ainda tivera a sorte de ter tido um filho com ele, porém, depois do escândalo, nenhum estúdio quis mais contratá-la e sua carreira foi para o limbo. Após o divórcio ela ainda conseguiu uma boa soma de dinheiro, que iria custear sua vida e a de Christian Devi, nascido em 1958, ganhando a quantia de meio milhão de dólares ANUAIS, mesmo se viesse a se casar novamente.     Anna bate em Marlon durante o processo de divórcio Depois desse escândalo, o Marlon ficou passado de vergonha, ela perdeu a oportunidade de ser atriz e também o marido. Mesmo assim não saiu perdendo: no processo de separação levou meio milhão de dólares por ano até morrer. Danada ela. Tá vivinha ainda! Seu filho com Marlon, Christian morreu recentemente, depois de estar preso por causa do assassinato do namorado de sua irmã Cheyenne.   Anna e Christian, filho de Marlon Anna, ou melhor Johanna O'Callaghan continua viva e lutou durante um bom tempo pela guarda de Christian Brando com Marlon. Posteriormente casou-se com James Hannaford em 1974. Na década de 1990, seu filho, foi julgado por matar o namorado de sua meia irmã por parte de pai, Cheyenne Brando. Christian morreu de pneumonia em Los Angeles em 2008 aos 48 anos. Anna tem um neto, Michael Brando, nascido em 1988 e hoje vive sozinha.   Por Carla Marinho
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  Cada um tem seu próprio modo de lidar com a traição de seu conjugue. Walter Wanger teve a sua própria, matando o mal pela raiz. Sabendo que sua esposa Joan Bennett, com quem casara em 1940, estava tendo um romance com o agente Jenning Lang, certo dia decidiu seguir sua esposa até o apartamento onde os dois se encontravam. O ano era 1951. Não, ele não estava disposto a matar o amante, nem tampouco a esposa. Ele faria algo pior. Wanger era conhecido por ter um gênio forte e não deixaria essa passar.   Joan e Jenning Lang Walter esperou, pacientemente, os dois saírem do apartamento, e quando os viu abraçados, apontou diretamente para as partes íntimas de Jenning. Dois tiros. A vítima não morreu, mas acabou impossibilitado de usar, tanto com Joan, quanto com qualquer outra mulher, seus dotes masculinos. Walter acabou condenado por tal ato. Cumpriu a pena de 6 meses, alegando insanidade temporária. Mesmo assim achou injusto cumprir a pena, afinal, para ele, defendera a sua honra de marido traído e não matara o seu rival. Com relação ao casamento, bem, Joan e Walter continuaram juntos até 1965, apesar do escândalo. E tiveram 2 filhos juntos. Ficaram casados por 25 anos. Em 1978 ela viria a se casar novamente, com David Wilde, crítico de cinema, com quem viveu até sua morte, em 1990. Após o divórcio com Joan, Walter jamais voltou a se casar. Jenning Lang casou-se posteriormente, em 1956, mas não se sabe se o uso do equipamento estava normal. Por Carla Marinho
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Eu assisti o filme "O Aviador", com Leonardo di Caprio, sobre a vida do Howard Hughes. E que eu saiba, ele não tinha impotência sexual, mas, a doença do TOC. E, por causa disso, ninguém podia tocá-lo.., era um infer a vida dele (segundo relatos "reais" nesse filme). Quanto ao seu harém, realmente ele só se aproximava de mulheres "top de linha". O cara tinha bom gosto .. hehehe
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  Ficha Título Original: Gli ultimi giorni di Pompei Ano/País/Gênero/Duração: 1959 / Alemanha Espanha Itália Monaco / Drama Ação Aventura / 100min Direção: Mario Bonnard, Sergio Leone Produção: Paolo Moffa Roteiro: Edward George Bulwer-Lytton, Sergio Corbucci, Ennio De Concini, Luigi Emmanuele, Sergio Leone, Duccio Tessari Fotografia: Antonio L. Ballesteros Música: Angelo Francesco Lavagnino Elenco: Steve Reeves ... Glaucus Christine Kaufmann ... Ione (as Cristina Kaufmann) Fernando Rey ... Arbacès, high priest Barbara Carroll ... Nydia Anne-Marie Baumann ... Julia Mimmo Palmara ... Gallinus Guillermo Marín ... Ascanius Carlo Tamberlani ... Leader of the Christians Mino Doro ... Consul Mario Berriatúa ... Praetorian Guard Mario Morales ... Praetorian Guard Ángel Ortiz ... Praetorian Guard Ignazio Dolce Ángel Aranda ... Antonius Tony Richards     Sinopse   Retornando à Pompéia de sua última aventura na fronteira, Glaucus vê a bela jovem Ione perdendo o controle de sua biga e a salva de um acidente. Após deixar a dama a salvo, Glaucus finalmente regressa à cidade e a encontra totalmente aterrorizada. Um escravo informa que um grupo de bandidos encapuzados estavam assassinando famílias inteiras e saqueando todas as casas, inclusive sua fazenda, tendo como principal vítima seu pai. Glaucus, sedento por vingança, segue à caça dos assassinos.     Imagens
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Ficha Título Original: Compulsion Ano/País/Gênero/Duração: 1959 / EUA / Biografia Crime / 103min Direção: Richard Fleischer Produção: Richard D. Zanuck Roteiro: Richard Murphy, Meyer Levin Fotografia: William C. Mellor Música: Lionel Newman Elenco: Orson Welles.... Jonathan Wilk Diane Varsi.... Ruth Evans Dean Stockwell.... Judd Steiner Bradford Dillman.... Artie Strauss E.G. Marshall.... promotor Harold Horn Martin Milner.... Sid Brooks Richard Anderson.... Max Steiner     Sinopse   Orson Welles interpreta o advogado Clarence Darrow, determinado a defender dois jovens da acusação e salvá-los da pena de morte. Bradford Dillman faz o jovem mandão e folgado. Dean Stockell é o mais sensível e introvertido. Ambos achavam que tinham realizado o crime perfeito e agora desafiariam os mais brilhantes advogados a provarem que são realmente os culpados. Baseado no notório caso ocorrido em 1924, sobre os assassinos Leopold e Loeb, documentado no best-seller do repórter Meyer Levin. Principais prêmios e indicações BAFTA 1960 (Reino Unido) Indicado na categoria de melhor filme de qualquer origem. Festival de Cannes 1959 (França) Venceu na categoria de melhor ator (Dean Stockwell, Bradford Dillman e Orson Welles) Indicado à Palma de Ouro.     Imagens
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Carmen Miranda, nascida em Portugal, mas criada no Brasil, desde cedo demonstrava ter o dom de cantar, quando ainda trabalhava em uma chapelaria no Rio de Janeiro. Era lá que ela cantava tangos e irritava profundamente a dona do estabelecimento. Mas o período foi bom, porque futuramente ajudaria a futura cantora a fabricar suas próprias roupas. Uma de suas clientes a ouviu cantar e fez um convite para que ela se apresentasse no Instituto Nacional de Música. Lá ela conheceu o compositor Josué de Barros, que se auto entitulou, o descobridor de Carmen Miranda. Dele ela gravou a sua primeira marchinha, "YáYá YôYô", que já foi sucesso no carnaval daquele ano. Carmen tornou-se cantora de rádio e em 1930 já era considerada a maior cantora de rádio do Brasil, com a música "Taí, Pra Você gostar de Mim", de Joubert de Carvalho, que vendeu mais de 35 mil discos em um mês. Carmen une-se posteriormente ao Bando da Lua, e com eles começa a viajar o Brasil, apresentando-se. As pessoas ficam surpresas ao verificar que a dona da bela voz é também tão bela quanto ela. A baiana ainda não nascera. Grava marchas e sambas de Francisco Alves, Noel Rosa, Ismael Silva, Assis Valente, Ary Barroso, Cartola e é acompanhada pelo conjunto Diabos do Céu, de Pixinguinha. Apresenta-se nos maiores teatros do Brasil inteiro, Uruguai e na Argentina. Participa de alguns filmes brasileiros, onde canta, como Estudantes e Alô, Alô Brasil, todos perdidos. Mas ainda é possível encontrar trechos dos filmes na internet. Em 1937 conheceu o ator Tyrone Power, que ouvira falar da cantora. Ele estava em viagem, com sua então namorada da época, a também atriz Annabella. Tyrone comenta com amigos de Hollywood sobre Carmen. Alguns já tinham ouvido falar da brasileira. Começam os rumores de Carmen deixaria o Brasil. Acontece então o inevitável. O dramaturgo norte-americano Marc Connelly e a atriz Sonja Henje veem uma apresentação da cantora no Cassino da Urca e ela é convidada para ir para os Estados Unidos. Ela fez um show de despedida no Cassino e viajou para os Estados Unidos em 17 de maio de 1939. Não sabia falar inglês. Mas veio treinando durante toda a viagem. Suas primeiras palavras eram monossilábicas e as fotos mostram uma Carmen bem humorada e otimista. Pode-se dizer que em pouquíssimo tempo já dominava totalmente a língua inglesa, mas os americanos insistiam para que falasse de modo caricato, fato que a incomodou durante toda a vida, e a limitou. Sua primeira apresentação em Boston foi um sucesso fenomenal. Os americanos adoraram O que é que a baiana tem, Touradas em Madri, Bambu, Bambu e South American Way. A estréia em Nova York repetiu o mesmo sucesso, com casas sempre lotadas e jornais relatando que nascia a Brazilian Bombshell. Nesta época, ela escreveu uma carta para Almirante, cantor e amigo, relatando esses tempos: "Aqui vai uma cartinha contando-te que a tua amiga, segundo jornais, é a grande sensação da Broadway. A minha estréia foi algo indescritível. Eles não entendem patavinas do que eu canto, mas dizem que sou a artista estrangeira mais sensacional que até hoje apareceu aqui". Aos brasileiros, manda notícias pelo rádio, única forma naquela época: “Meus queridos e saudosos amigos ouvintes do Brasil, boa noite. Os aplausos que eu escuto todas as noites na Broadway parecem-me o eco dos aplausos brasileiros, contentes por ver o sucesso de sua música popular nos Estados Unidos. Novamente digo que eu tudo farei para sempre corresponder à gentileza do público da minha terra. Adeus, Brasil. Até a volta e bye bye.” Com o sucesso estrondoso, em 1940 a 20th Century Fox convida ela e o Bando da Lua para uma participação no filme Serenata Tropical. Incia-se aí sua carreira cinematográfica. Mas isso é um assunto para um outro tópico.   Por Carla Marinho  
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Ser milionário tem suas utilidades. Aliás, milhares de utilidades. Pode-se ser excêntrico e gastar seu dinheiro com hobbies como aviões e cinemas, ou sustentando belas mulheres, mantendo-as como um sheik, numa espécie de harém. Era isso que Howard Hughes, milionário que não sabia o que fazer com tanto dinheiro, fazia com o seu. Ele teve em suas mãos, e não necessariamente em sua cama, diga-se de passagem, algumas das mulheres mais belas e famosas de sua época. Vamos conhecer algumas dessas beldades que foram "amantes" de Hughes. 1. Bárbara Darrow: uma bela ruiva, ex-modelo da Max Factor, que ele tentara transformar em estrela da RKO. Após algum tempo, fez alguns filmes para a TV.   2. Úrsula Thiess: Antes de se tornar esposa de Robert Taylor, foi uma das protegidas de Hughes, recebendo mensalmente um cheque dele e vivendo em um apartamento bancado pelo mesmo. Veio da Alemanha já com um contrato de 7 anos com a RKO. Isso porque Hughes viu uma foto sua e se agradou. Foi usada em alguns poucos filmes do estúdios, todos tipos B. Úrsula desistiu do contrato quando conheceu Robert Taylor, com quem viria a se casar.   3. Gail Ganley: Aos 22 anos ela rondava os estúdios procurando uma vaga quando deu de cara com Hughes. Claro que ele a contratou e durante 22 meses ela recebeu um bom salário para ficar à disposição da companhia aguardando uma oportunidade de trabalho que nunca veio. Ela até pensou que ele estivesse com segundas intenções com ela, mas ele nunca a procurou para nada. Depois desse período, no qual ele nem chegou a procurá-la, acabou por dispensá-la sem maiores consequências.   4. Gina Lollobrigida: Gina já era conhecida na Itália quando o milionário ouviu falar dela e quis contratá-la por 7 anos. O que Hughes não esperava era que ela viesse acompanhada de seu marido que era extremamente ciumento. Hughes, se achando o tal, mandou que ela o dispensasse. Gina afirmou que isso não estava no contrato. Como vingança, ele a deixou de molho durante 8 meses, até que Gina resolveu retornar à Itália e reiniciar sua carreira, onde tinha mais futuro. Para aceitar outros contratos em Hollywood, teve que esperar mais 7 anos, até que o contrato com Hughes terminasse.   5. Jean Harlow: Reza a lenda que o milionário teria se apaixonado verdadeiramente por Jean. Ele realmente teria ficado impressionado por ela, mas não teria sido correspondido. Jean Harlow, apesar de ser considerada uma das mulheres mais sensuais de todos os tempos, era extremamente fechada para qualquer relacionamento e não teria dado chances para seu patrão.   6. Jane Russell: Esta realmente o impressionou e caiu em suas graças. Lançou-a no filme O Proscrito (1943), e foi ele mesmo quem desenhou um soutien especial para a atriz usar no filme, dando a impressão de nudez total. Jane tirou a sorte grande, porque teve seu contrato com a RKO mantido até 1977, ganhando 1000 dólares por semana, podendo trabalhar para outras empresas. Nada mal hein?   7. Ava Gardner: Howard surgiu na vida de Ava após um dos divórcios dela. O relacionamento foi conturbado, pois Ava, belíssima como era, chamava a atenção por onde ia, e isso o enlouquecia. Mas eles nunca foram amantes. Segundo Ava, foram apenas amigos durante mais de vinte anos, e o máximo que ele conseguiu dela foi um beijo no rosto. Ela não nega, porém, que ele tenha se apaixonado, e tentado, de todas as formas, inclusive com presentes caríssimos, ganhar o seu amor. Ele teria chegado a pedi-la, chorando, em casamento.   8. Katharine Hepburn: o relacionamento deles parece ter sido mais de amizade do que de amantes, embora os dois tivessem namorado durante algum tempo. Ela o abandonou assim que conheceu Spencer Tracy, e passou a viver com Spencer um relacionamento que durou toda a sua vida. Mas os dois permaneceram amigos, pois Kath era uma amiga fiel, e chegou a socorrê-lo em momentos difíceis da vida de Hughes.   9. Bette Davis: Hughes teve um breve relacionamento com Bette Davis, logo que ela chegou em Hollywood, mas ao contrário das outras, não a ajudou a emplacar na carreira. Ela tinha méritos próprios. Consta que ela teria ajudado ele a curar a sua impotência sexual, mas isso são só especulações....   10. Jean Peters:Jean foi a única que ele conseguiu desposar, em 1957, separando-se dele, quando já não suportava suas excentricidades, em 1970.   Outras: Joan Fontaine, Ginger Rogers, Rita Hayworth,Ida Lupino, Susan Hayward, Yvonne De Carlo, Cyd Charisse, Janet Leigh, Barbara Hutton, Gene Tierney, Gloria Vanderbilt, Virginia Mayo, Marilyn Monroe.   Howard Hughes também teve seu harém de astros, mas isso é assunto para outra matéria...   Por Carla Marinho   Fontes de pesquisa: Livro: Hollywood Nua e Crua, Dulce Damasceno de Brito Livro: A vida sexual dos ídolos de Hollywood
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  L.B. Mayer não era apenas conhecido por ser o todo poderoso da MGM, ele ERA o Deus absoluto que decidia carreiras em um estalar de dedos. Foi ele quem decidiu por birra acabar com a carreira de John Garfield, conhecido ator do cinema silencioso. Ele também era um sádico, que obrigava suas estrelas e astros a aceitarem tudo o que ele impunha. Ele deixou traumas profundos em Judy Garland ao lhe chamar de "corcundinha", quando ela era apenas uma adolescente, e fez tantos outros males que cabem em uma outra matéria que não esta. Mas teve uma atriz que ousou enfrentá-lo de frente: Luise Rainier. Luise estava cansada de ser apenas um objeto. Explico. Às atrizes não cabia escolherem seus projetos. Para L. B. Mayer, da MGM, atores eram apenas objetos decorativos. Eram pagos para interpretar e mais nada. Os roteiros eram enviados para eles que só tinham uma opção: aceitar. Cansada de papéis medíocres, Luise foi procurar Mayer em seu gabinete e lhe explicou que desejava atuar em filmes em que se sentisse bem. Mayer lhe respondeu que ela era paga para interpretar e não para escolher. Luise pediu demissão. Mayer disse que ele encerraria a carreira dela lá mesmo, e que faria de tudo para que ela nunca mais fosse contratada por nenhum estúdio. A atriz não se reteve: disse ao todo poderoso da MGM que fizesse isso. Ela tinha apenas 20 e poucos anos. Ele tinha 60. E não viveria para sempre. Mais 20 anos e ele já estaria entre os mortos, enquanto ela estaria vivinha e podendo refazer sua vida. E ele não poderia mais fazer nada quanto a isso. Claro que foi demitida. Seu último filme foi em 1954, após várias recusas. Retornou ao cinema em 1997. Hoje vive em Londres, em um apartamento que pertenceu a Vivien Leigh. E o melhor: provou a Mayer que ele não estava acima do bem e do mal, sobrevivendo a ele.   Por Carla Marinho
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  Ficha Título Original: The Far Country Ano/País/Gênero/Duração: 1954 /  Western / 94min Direção: Anthony Mann Produção: Aaron Rosenberg Roteiro: Borden Chase Fotografia:  William H. Daniels Música: Henry Mancini, Hans J. Salter, Frank Skinner, Herman Stein Elenco: James Stewart     ...    Jeff Webster Ruth Roman     ...    Ronda Castle Corinne Calvet     ...    Renee Vallon Walter Brennan     ...    Ben Tatum John McIntire     ...    Gannon Jay C. Flippen     ...    Rube Harry Morgan     ...    Ketchum Steve Brodie     ...    Ives Connie Gilchrist     ...    Hominy Robert J. Wilke     ...    Madden Chubby Johnson     ...    Dusty Royal Dano     ...    Luke Jack Elam     ...    Newberry Kathleen Freeman     ...    Grits Connie Van     ...    Molasses     Sinopse   Em 1896, Jeff Webster vê o início da corrida do ouro de Klondike como uma oportunidade para consguir uma fortuna no ramo do gado. Ele leva um rebanho de gado do Wyoming para Seattle, e depois para Skagway. Lá, ele e seu parceiro Ben Tatum vendem o gado e passam a trabalhar com o ouro. Os problemas vão começar, pois duas mulheres começam a disputar o seu coração e várias pessoas ambiciosas estão de olho no seu dinheiro, e de tudo farão para roubá-lo.       Imagens
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esse filme e otimo um verdadeiro clasico
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GOSTO DOS FILMES DELE.
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Ficha Título Original: Good Morning, Vietnam Ano/País/Gênero/Duração: 1987 / EUA / Comédia Drama Guerra / 121mim Direção: Barry Levinson Produção: Larry Brezner Roteiro: Mitch Markowitz Fotografia: Peter Sova Música: Alex North Elenco: Robin Williams .... Adrian Cronauer Forest Whitaker .... recruta Edward Montesque Garlick Tung Tranh Tran ... Tuan Chintara Sukapatana .... Trinh Bruno Kirby .... tenente Steven Hauk Robert Wuhl .... sargento Marty Lee Dreiweitz J.T. Walsh .... sargento Phillip Dickerson ('Dick') Noble Willingham .... general Taylor Richard Edson .... recruta Abersold Juney Smith .... sargento Phil McPherson Richard Portnow .... Dan Levitan Floyd Vivino .... Eddie Kirk Cu Ba Nguyen .... Jimmy Wah     Sinopse   O DJ do exército norte-americano no Vietnã Adrian Cronauer (Robin Williams) chega para mexer com a programação da rádio com seu humor forte e irônico. Ele acaba agradando a todos os soldados, com exceção de alguns superiores, que vêem nele uma ameaça à organização das tropas. Enquanto isso ele se apaixona perdidamente por uma vietnamita, trazendo mais problemas para si. Principais prêmios e indicações Oscar 1988 (EUA) Recebeu uma indicação, na categoria de melhor ator (Robin Williams). Globo de Ouro 1988 (EUA) Venceu na categoria de melhor ator - comédia / musical (Robin Williams). BAFTA 1989 (Reino Unido) Recebeu duas indicações, nas categorias de melhor ator (Robin Williams) e melhor som. American Comedy Awards 1988 (EUA) Robin Williams venceu na categoria de ator mais engraçado em cinema. Political Film Society 1989 (EUA) Venceu na categoria Paz. Assista Online (legendado) 91XMahQXQ44   Canal: http://www.youtube.com/user/dmaccoy?feature=watch     Imagens
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  Ficha Título Original: The Gunfighter Ano/País/Gênero/Duração: 1950 / Drama Western / 85min Direção: Henry King Produção: Nunnally Johnson Roteiro: William Bowers), André De Toth Fotografia: Arthur C. Miller Música: Alfred Newman Elenco: Gregory Peck ... Jimmy Ringo Helen Westcott ... Peggy Walsh Millard Mitchell ... Marshal Mark Strett Jean Parker ... Molly Karl Malden ... Mac Skip Homeier ... Hunt Bromley Anthony Ross ... Deputy Charlie Norris Verna Felton ... Mrs. August Pennyfeather Ellen Corby ... Mrs. Devlin Richard Jaeckel ... Eddie     Sinopse   Um pistoleiro quer refazer sua vida e viver em paz com a mulher, mas sua fama de rápido no gatilho continua atraindo desafiantes, cada um deles quer se tornar o homem que o venceu.     Imagens
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eu nunca achei o dvd o magico de oz novo tem o novo
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FLORINDA PORQUE VOCÊ NÃO VISITA URUBURETAMA
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Por  Calebe Lopes do blog http://pipoca-mecanica.blogspot.com.br     O surrealismo sempre foi uma das mais famosas formas diversificadas de se expressar artisticamente. Podemos vê-lo principalmente na pintura e na literatura. Hoje, é incomum vê-lo voluntariamente em um filme, tirando algumas exceções como Sucker Punch. Quando pensamos em surrealismo na sétima arte, sempre vem um curioso filme em mente,  O Anjo Exterminador (1962), de Luis Buñuel. Filme mexicano clássico, é o ápice do surrealismo nas telonas, um conjunto de situações e códigos aparentemente sem sentido, mas que podem fazer algum para os mais observadores, criando algo que o próprio Zack Snyder tentou fazer com seu Sucker Punch citado acima: a possibilidade de diferentes interpretações, sem uma que seja a verdadeira. A premissa é aparentemente simples: um grupo da burguesia aristocrata é convidado para um jantar, logo após a uma ópera. O que acontece, é que de repente, eles não conseguem mais sair da sala onde estão, simplesmente parece que não se lembram mais, ficando presos lá. Tem então o início do cair das máscaras, onde todos, confinados por semanas, começam a mostrar realmente quem são por trás de tanta etiqueta e postura, revelando seus lados mais obsuros, desejos e atitudes selvagens, carnais, secretas. A narrativa não trata de revelar muita coisa não. As coisas simplesmente... Acontecem. Não sabemos as relações entre os 20 convidados presentes, não sabemos porque os criados foram embora, e afinal, quem é ou o que é esse tal de “anjo exterminador”? Por que os convidados ficaram presos? O surrealismo entra, a mente de Buñuel começa a funcionar, e vemos ali muito mais do que uma crítica à sociedade: vemos ali um conjunto de mensagens pinceladas como arte, ponto ápice do surrealismo cinematográfico. No entender do próprio Buñuel, em sua biografia, ele avalia que o filme é um estudo sobre a vontade: o que faz alguém caminhar para alguma direção ou mover um braço, por exemplo? São diversas críticas à sociedade, à política e à Igreja (os cordeiros andando pela mansão, sendo devorados pelos convidados famintos, a frase “Sou ateu, graças a Deus”, entre outros exemplos), características de Buñuel, que sobre o tema, falou: "A moral burguesa é, para mim, uma imoralidade contra a qual há de se lutar; esta moral que se baseia em nossas instituições sociais mais injustas como o são a religião, a pátria, a família e a cultura, em suma, o que se denomina os pilares da sociedade”.   Durante a película, personagens morrem, brigam, amam-se, comem papel, abrem um encanamento na falta de água e aparentemente praticam canibalismo. Entre todos os acontecimentos, pedaços e mais pedaços de surrealismo jogados aqui e ali, aparentemente sem explicação. Quem aventura-se a tentar entender a mulher que possui uma pata de galinha na bolsa; a dona da casa que tem um urso de estimação; homens se comunicando por sinais secretos; a virgem jogando uma pedra na janela; etc. O filme é composto por detalhes, que reforçam a crítica à ilusão em que a sociedade é submersa. Podemos resumir simplesmente analisando a cena final, burguesia e clero preso numa igreja, o povo apanhando da polícia por fora e o sino badalando chamando "as ovelhas de deus" para a sacristia, enquanto o comodismo que prendeu-os novamente assola e reinicia o ciclo. Verdadeiramente, um filme para poucos, pouquíssimos. Um excelente filme, nada convencional, que pode impressionar, enojar, enjoar. Uma obra surrealista crítica, disfarçada de cinema clássico.  
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Por Rubi Tegani do blog http://allclassics.blogspot.com.br A Tchecoslováquia (atualmente dividida em República Tcheca e Eslováquia), existiu entre 1918 e 1992, e durante este período nos presenteou com grandes cineastas e produções, muitas vezes desconhecidos ou esquecidos pelo público. Nomes como Karel Zeman, com seu grandioso filme Vynález zkázy (The Fabulous World of Jules Verne), baseado na obra de Julio Verne, Jirí Trnka visto como um dos maiores ilustradores e geralmente lembrado por suas obras em "motion picture", e tantos outros que fizeram história no mundo cinematográfico e merecem ser reconhecidos. Dedicarei o post de hoje aos dois diretores Ján Kadár e Elmar Klos, que em parceria, realizaram um dos filmes mais importantes do cinema tchecoslovaco. Premiado com o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e inserido no Festival de Cannes de 1965, Obchod na Korze (A Pequena Loja da Rua Principal) conta com a participação de Jozef Kroner como o carpinteiro Brtko e a simpática Ida Kaminska que recebeu uma nomeação ao Oscar na categoria de Melhor Atriz, interpretando Rozália a proprietária da loja de botões. O filme conta a dramática história de Brtko durante a Segunda Guerra Mundial, num período onde todo comerciante judeu, para sobreviver, tinha que ter como um co-proprietário um ariano legítimo. Desta forma, após ser indicado para assumir o comando de uma pequena loja de botões que pertencia a Rozália (uma mulher judia e idosa com sérios problemas auditivos), encontra inúmeras dificuldades para faze-la compreender que sua própria sobrevivência dependia do fato de aceita-lo como novo dono da loja. Ao longo do filme é narrado todo o envolvimento dos dois personagens, das dificuldades de relacionamento e entendimento em meio a pressão das forças nazistas. Obchod na Korze surpreende pelo enredo forte, uma história cheia de conflitos, temores e resignação; mostrando um cenário desconhecido dentro dos horrores que foi a Segunda Guerra Mundial. Bastidores: Ladislav Grosman Nascido em 1921, Ladislav Grosman trabalhou como correspondente e editor para o jornal Pravda em Praga onde começou a delinear sua carreira como escritor e roteirista para o cinema local. Em 1964 publicou a novela Obchod na Korze que no ano seguinte despertou o interesse do governo Tchecoslovaco para a produção de um longa metragem. Coube ao próprio Ladislav produzir o roteiro do filme Obchod na Korze; após adaptar o formato inicial para o estilo de filmagem eslovaco. Intensificando os diálogos numa linguagem única e atribuindo a direção da obra aos diretores Ján Kadar e Elmar Klos, com patrocínio e supervisão do Partido Comunista local. O filme foi produzido nos Estúdios Barrandov, Praga e filmado no Estado de Sabinov, localizado no nordeste da Eslováquia
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Por José Bruno AP Silva do blog http://sublimeirrealidade.blogspot.com.br   Tudo o que Você Sempre Quis Saber Sobre Sexo Mas Tinha Medo de Perguntar (1972) faz parte da primeira fase de Woody, marcada por um senso de humor primitivo e ao mesmo tempo inteligente e sofisticado. O estilo de fazer comédia desta primeira fase de Woody lembra bastante o estilo do grupo inglês Monty Python, que teve grande influências em humorísticos brasileiros como Casseta e Planeta e TV Pirata, este estilo é construído sobre situações absurdas e tramas anárquicas, que disparam farpas na direção do conservadorismo da sociedade e de suas instituições. Confesso que os filmes desta fase chegam a me parecer menores, quando os comparo com outras produções mais sérias do realizador. No entanto, sei que seria de fato um pecado quase imperdoável comparar Tudo o que Você Sempre Quis Saber Sobre Sexo com clássicos como Interiores (1978), Manhattan (1978) e Crimes e Pecados (1989). Tudo o que Você Sempre Quis Saber Sobre Sexo é baseado no livro homônimo de David Reuben, que trazia alguns esclarecimentos, um tanto polêmicos para a época, sobre a sexualidade. O que Woody fez ao “adaptar” a obra, foi montar situações que ilustrassem alguns dos capítulos do livro, resultando em 7 sketches, independentes entre si, que abordam de forma ousada temas que vão desde a frigidez à ejaculação e a sodomia. Na primeira sketche, Os afrodisíacos funcionam?, Woody Allen é um um bobo da corte que nutre um ardente desejo pela rainha, aconselhado pelo fantasma do pai, ele a dá uma poção do amor preparada por um feiticeiro. O afrodisíaco funciona, mas seus planos podem ser frustrados por um cinto de castidade que ela usa. Em O que é sodomia?, um médico renomado é procurado por um paciente armeno, que relata seu grande problema, ele é pastor e se apaixonou por uma de suas ovelhas, o médico acha a situação absurda e considera seu paciente doentio e repulsivo, mas sua opinião muda completamente quando ele conhecer a ovelha. Em Por que algumas mulheres tem problemas de orgasmo? (uma verdadeira homenagem de Woody ao cinema italiano), um homem não consegue provocar o prazer em sua esposa, ele acredita que ela é frigida até descobrir seu fetiche por transas em lugares movimentados. Os travestis são homossexuais?, a quarta sketche, conta o drama de um homem casado que adora vestir roupas femininas em segredo, ele se mete em uma situação bem embaraçosa ao ser descoberto pela família e pela sociedade. Em O que são perversões sexuais?, um programa de televisão explora as taras e fantasias sexuais dos participantes. Esta sequência é toda fotografada em preto e branco, simulando a imagem de televisores antigos. A próxima parte, Os experimentos e as pesquisas sobre sexo feitas pelos cientistas médicos são válidas?, faz referência à história de Frankenstein e lembra a trama de The Rocky Horror Picture Show (1975), nesta sketche dois jovens, um pesquisador e uma repórter vão para um castelo de um cientista louco que estuda a sexualidade, lá eles são surpreendidos pelas teorias improváveis do cientistas e pelos seus experimentos, dentre eles um peito gigante, que os ataca e começa a destruir a cidade. Na última parte, O que acontece durante a ejaculação?, nos deparamos com a mais bizarra alegoria do ato sexual: o corpo masculino é mostrado como um máquina controlada pelas diversas partes de sua anatomia (numa paródia que lembra filmes de viagens espaciais), que batalham pelo objetivo de chegar ao orgasmo. A luta para alcançar um bom grau de ereção e os espermatozoides, que questionam o que pode ter do outro lado, são hilários. Esta última é sem dúvidas a melhor dentre as 7 partes do filme. O filme se encerra com a mesma cena inicial, que mostra uma ninhada enorme coelhos, deixando bem claro que o comportamento sexual é tão instintivo nos homens, quanto nos animais e que dificilmente pode ser explicado e compreendido como uma ciência exata. Mesmo não sendo um dos melhores filmes de Woody Allen, Tudo o que Você Sempre Quis Saber Sobre Sexo merece ser assistido. A ousadia e o absurdo do filme pode nos surpreender e arrancar boas risadas. Definitivamente não é um filme família e pode não agradar a todos. As referências presentes no roteiro, que vão de Shakespeare ao clássico E o Vento Levou (1939), podem não ser compreendidas facilmente e outros, num rompante de moralismo, podem achar tudo pervertido demais. No entanto a avaliação que faço é a de que se trata de um bom filme, regular em se tratando de Woody Allen, mas ainda assim uma grande comédia, com direito à trilha sonora jazzística e questionamentos morais e filosóficos.
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Por Daniele Rodrigues de Moura do blog http://telaprateada.blogspot.com.br Uma das minhas últimas aquisições em dvd, "Suplício de Uma Saudade", é um dos filmes da lista que eu já tinha visto várias vezes mas precisava comprar imediatamente e...nada. A grana sempre curta me colocava na frente dele nas lojas e eu, ali enamorada por aquele clássico romântico. Tão romântico como por muitas vezes eu sonhei nos meus devaneios de menina-mulher. Até que esta semana eis que surgiu a oportunidade de ter para sempre em minha prateleira este renomado drama, dirigido por Henry King, vencedor de 3 Academy Awards em 1955: Desenhista de figurino à cores; melhor trilha sonora e melhor canção original(o tema título do filme). Aliás, a canção original vencedora já daria um post à parte, de tão bela e profunda que é: Love is a Many Splendored Thing não foi só o tema do casal vivido por Jennifer Jones e William Holden, mas com certeza de muitos outros, para várias gerações. Tanto é que ela me emociona também. A história de amor de uma eurasiana por um médico americano, dividida entre o medo de não pertencer mais à sua terra, a China e de ser preterida por seu povo poderia por muitos ser comparada à Romeu e Julieta, de Shakespeare. Poderia, se não fosse uma história real: o roteiro de John Patrick é baseado na obra de Han Suyin, lançado em 1952. A fotografia de Hong kong é outra obra de arte , além do desempenho dos atores principais. A cena em que  a Dra. Suyin recebe a última carta de Mark e sabe que ele "finalmente havia parado de roer as unhas" é a melhor cena de Jennifer no filme.   Ela vai correndo contar para sua amiga , tomada de emoção, que agora ele era finalmente dela, pois estava seguro de si: havia parado de roer as unhas. Não sei se os jovens de hoje teriam paciência para assistir a um filme desses...Bem, acho que depois de "Diários de Uma Paixão", que é bem romântico e melodramático e foi muito bem aceito por eles...hmmm...sim, pode ser. A questão é que o cinema ficou tão cheio de ação, super-heróis e super produções com mega efeitos especiais, que as novas gerações não receberam o delicioso presente de crescer com o romance, com o sonho, que é tão legal. A culpa não é dos jovens. É dos produtores de Hollywood, que só pensam em faturar. Então quando vem um "Titanic", um "Diários de Uma Paixão" as pessoas voltam a sonhar. Isso prova que as audiências nunca deixarão de gostar de filmes desse gênero. Eles sempre farão sucesso. Afinal, até para o box office, existe coisa mais esplendorosa do que o amor?
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Por Thiago Borges do site http://anoiteamericana.wordpress.com “O Bandido da Luz Vermelha”: a perfeita definição do Brasil Quatro razões que mostram o porquê de O Bandido da Luz Vermelha, de Rogério Sganzerla, ser essencial para nosso País: 1. Apresenta um novo caminho ao cinema brasileiro Bandido rasga a cartilha do Cinema Novo. Enquanto Glauber Rocha mostra a essência do Brasil por meio de um processo narrativo que evoca nossa pureza cultural, nossas raízes ligadas à terra, Sganzerla e seus colegas da Boca do Lixo paulistana aplicam a antropofagia cinematográfica, alimentando-se de todas as influências estrangeiras possíveis para fazer cinema radical, subversivo, a fim de escancarar o amargo momento político e social vivido durante a ditadura militar. O uso disconexo entre som e imagem e a profundidade de campo de Orson Welles; a montagem fragmentada de Godard; o modo labiríntico das histórias de Alain Resnais; o surrealismo de Luis Buñuel: encontramos tudo isso em Bandido. Se Glauber é Euclides da Cunha, Sganzerla é Oswald de Andrade. 2. Possui personagens que não poderiam ser encontrados em outro lugar Tipicamente tupiniquim um zé-ninguém que quer ser importante, fazer algo grande na vida, mas sabe que nunca vai conseguir. O Luz, como é gentilmente chamado o bandido assassino vivido por Paulo Vilaça, representa de forma perfeita o eterno complexo de vira-latas do brasileiro, imortalizado nas palavras e na pena de Nelson Rodrigues. Podemos ver ainda todo o conceito de brasileirice – a esperteza, o “jeitinho”, a corrupção, a falta de interesse pelo futuro – em praticamente todos os personagens, desde o delegado Cabeção (Luiz Linhares), até a prostituta Janete Jane (Helena Ignez), passando ainda pelo político J.B. da Silva (Pagano Sobrinho). 3. Diálogos memoráveis O roteiro escrito pelo próprio Sganzerla provavelmente tem o maior número de frases antológicas reunidas em um único filme. Algumas delas, proferidas por variados personagens, resumem bem o termo “Terceiro Mundo”: “Quando a gente não pode fazer nada, a gente avacalha. Avacalha e se esculhamba” “O terceiro mundo vai explodir! Quem tiver de sapato não sobra, não pode sobrar” “A solução pro Brasil é o extermínio” “Posso dizer de boca cheia: eu sou um boçal” “Arte moderna. É o que sempre digo: coisa de depravado. Lixo! Quanto mais podre, mais caro! Por mim eu mandava juntar tudo isso e botava fogo! Admito tudo menos essa laia de parasitas intelectuais!” “Um país sem miséria é um país sem folclore! E um país sem folclore… O que é que nós podemos mostrar pro turista?” 4. E, finalmente: é o próprio Brasil Torto, sujo, absurdo, folclórico, sensacionalista, delirante, ridículo, corrupto, vagabundo. Tudo isso é O Bandido da Luz Vermelha, tudo isso é Brasil.  
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Por Sérgio Vaz do site http://50anosdefilmes.com.br Em Busca do Ouro/The Gold Rush, que Charlie Chaplin lançou em 1925, quase 90 anos atrás, são 72 minutos contínuos de inventidade, de criatividade e - perdão pela repetiçao do sufixo –, da mais brilhante genialidade. É muita genialidade demais. É uma seqüência antológica atrás da outra. O espectador ainda não se recuperou do extasiamento por uma, e já vem outra, e depois outra, e mais outra. Me ocorreu que Em Busca do Ouro é mais ou menos assim como o videotape de um jogo de futebol em que alguém concentrou uns 30 dos melhores lances de toda a carreira de Pelé. O vagabundo, Carlitos, aqui garimpeiro solitário, caminhando naquele passo inimitável dele, um tanto torto que nem as pernas de Garrincha (se me perdoam pela segunda imagem futebolística em seguida), à beira de um imenso precipício, com o urso atrás. A cabana do vilão Black Larsen, o vilão mandando o garimpeiro solitário para fora, e a ventania impedindo que ele saia. O garimpeiro preparando como se fosse a mais fina iguaria de um restaurante francês chiquérrimo a sua própria bota – e depois o garimpeiro e Big Jim à mesa, comendo a bota, o cadarço como se fosse o spaghetti mais delicioso da Itália, o prego torto como se fosse espinha de peixe à belle manière. Big Jim louco de fome, delirando, vendo o garimpeiro-solitário como uma gigantesca galinha. A dança no saloon, a bela Georgia dançando com o garimpeiro solitário só para irritar Jack, o conquistador, e a calça do garimpeiro caindo, e ele segurando a calça primeiro com o guarda-chuva, e depois com a corda que, mal sabe ele, está atada a um imenso cão. A briga entre o garimpeiro solitário e o grandão Jack, o soco do garimpeiro na pilastra, o imenso relógio caindo sobre a cabeça de Jack e o levando a nocaute. O sonho de uma noite de inverno, a noite da véspera do ano novo, em que o garimpeiro solitário executa para as damas, no prato vazio, os passos da dançarina formada por garfos e pãezinhos. Consta – e, quando a lenda é mais fascinante que a história, registre-se a lenda – que, em muitas sessões nos cinemas, o projecionista voltava o filme para passar novamente a sequência da dança dos pãezinhos, e a platéia ia à loucura, ao sétimo céu da felicidade. Nos anos 20, tinham inventado a tecla de rewind, acessível às pessoas a partir dos anos 80, no VHS e depois no DVD. E, finalmente, a cena do barraco debruçado sobre o precipício, oscilando perigosamente rumo ao vazio a cada passo, a cada suspiro do garimpeiro solitário e de Big Jim. É muita genialidade demais da conta.   Dois episódios reais, importantes, trágicos, estão na origem do filme. Foi, até então, o filme mais longo, mais caro, mais ambicioso, mais audacioso da carreira de Sir Charles Spencer Chaplin (1889-1977). E também o de produção mais tumultuada, difícil, problemática, angustiante. Chaplin diria várias vezes, bem mais tarde, que este é o filme pelo qual ele mais gostaria de ser lembrado. Mas o que acontecia na sua vida pessoal ao longo dos 15 meses de filmagens era algo que ele seguramente gostaria de esquecer. É o que diz o historiador David Robinson, autor daquela que é considerada a biografia definitiva do gênio inglês, na abertura do capítulo 10 de sua obra monumental (789 páginas na mais recente edição brasileira, da editora Novo Século): “Chaplin iria agora embarcar no filme pelo qual ele mais gostaria de ser lembrado, como ele mesmo disse algumas vezes, e em um casamento quew ele tentaria em vão esquecer pelo resto de sua vida.” No seu cartapácio Chaplin, David Robinson mostra que Em Busca do Ouro nasceu a partir de dois episódios marcantes, trágicos: aquilo que passou para a história como a corrida do ouro de Klondike, The Klondike Gold Rush, entre 1897 e 1899, e a expedição de um grupo de imigrantes rumo à Califórnia em 1846. Esse grupo de imigrantes à procura de um lugar ao sol no Oeste da América era formado por 29 homens, 18 mulheres e 43 crianças, e seu guia se chamava George Donner. O trem em que viajavam ficou bloqueado pela neve na Sierra Nevada, no Estado de Nevada. Esse episódio da história americana é bem menos conhecido do que aquele, mais recente, de um desastre de avião com uruguaios nos Andes, que até deu origem a um filme. Assim como no desastre na América do Sul, naquela ocasião, nos Estados Unidos, quem sobreviveu teve que recorrer ao canibalismo. Chaplin leu sobre esse episódio horroroso na mesma época – era 1923, e ele acabara de finalizar Casamento ou Luxo/A Woman of Paris: A Drama of Fate – em que viu fotos do Chilkoot Pass, uma das imagens mais impressionantes que foram registradas da corrida do ouro de Klondike, no extremo noroeste do Canadá, próximo ao Alasca. Estima-se que cerca de 100 mil pessoas participaram da corrida de ouro de Klondike. Há uma imagem original do Chilkoot Pass hoje fácil de ser encontrada na internet (acima): é uma fila de centenas e centenas de homens subindo uma montanha até essa passagem Chilkoot, rumando para o Norte, na esperança de encontrar ouro. Chaplin iria reproduzir para o seu filme, exatamente na Sierra Nevada, não muito longe de Hollywood, e bem perto de Reno, a capital de Nevada, com um batalhão de 600 extras, figurantes, a cena imortalizada na fotografia feita entre 1897 e 1899. A seqüência de centenas e centenas de homens subindo a montanha gelada até a passagem de Chilkoot abre o filme, dura pouquíssimo tempo – um minuto, se tanto –, mas permanece até hoje como uma das imagens mais impressionantes do cinema. Quem mais poderia contar uma história sobre fome, sofimento horrível, numa comédia? A frase é óbvia, mas é tão verdadeira que não há como repetir: só Charles Chaplin seria capaz de, a partir de dois episódios reais e trágicos da história, envolvendo fome, desespero, criar uma comédia. Uma das comédias mais clássicas, mais antológicas da história. Em sua autobiografia, História de Minha Vida, lançada originalmente em 1964, e em 1966 no Brasil pela Livraria José Olympio Editora, o artista escreveu: “É paradoxal que a tragédia estimule o espírito do ridículo; suponho que seja uma atitude de desafio; nós devemos rir diante de nossa impotência frente às forças da natureza – ou ficamos loucos”. Uma lolita chamada Lillita marca o ano em que o filme foi feito Em dezembro de 1923, Chaplin já tinha a base do roteiro de seu novo projeto. As filmagens começaram no dia 8 de fevereiro de 1924. E 1924 foi um dos piores anos da vida pessoal do realizador. A garotinha se chamava Lillita MacMurray (na foto abaixo). Lillita – que nome. Quase Lolita, como a garotinha criada pelo escritor russo e depois americano Vladimir Nabokov, no livro de 1955. Lillita havia feito trabalhado em O Garoto/The Kid, de 1921 – o papel do Anjo da Tentação. Na época de O Garoto, tinha 12 anos. Quando apareceu no estúdio de Chaplin se oferecendo para fazer um teste, em fevereiro de 1924, ainda não tinha completado 16 – estava com 15 anos e nove meses, embora com toda a aparência de maior de 18. O realizador estava então com 35 anos. E Chaplin precisava de uma atriz para o papel da moça por quem o garimpeiro solitário se apaixona perdidamente, aí quando o filme já vai pela metade. Sua atriz principal de diversos filmes anteriores, inclusive o mais recente, Casamento ou Luxo, Edna Purviance, já estava um tanto matrona. Em 2 de março daquele ano de 1924, Lillita MacMurray assinou o contrato para o principal papel feminino de Em Busca do Ouro. Seu nome artístico passaria a ser Lita Grey. A mãe de Lillita-Lolita-Lita fazia um acompanhamento de perto dos passos da filha. Mas não era tão de perto assim: no final de setembro, a garotinha anunciou a Chaplin que estava grávida. No livro sobre a vida dela, Wife of the Life of the Party, publicado em 1998, ela diria: “O que Charlie queria era arranjar um aborto o mais rápido possível. Se eu não estivesse disposta a fazer isso, sua outra oferta era me pagar 20 mil dólares para eu me casar com outra pessoa”. A família exigia que Chaplin se casasse com a moça – e as leis da Califórnia são especialmente duras com quem faz sexo com menor de idade. Roman Polanski sabe disso. Lita Grey Em novembro, houve a morte, a bordo do iate do magnata da imprensa William Randolph Hearst, de Thomas Harper Ince, outro dos primeiros grandes realizadores que se estabeleceram em Hollywood. A história – que seria tema de um ótimo filme de Peter Bogdanovich, de 2001, O Miado do Gato/The Cat’s Meow – é até hoje um dos grandes mistérios de Hollywood. Um boato persistente, jamais confirmado, jamais desmentido – e que é contado no filme de Bogdanovich -, assegura que Ince foi morto por Hearst por engano; Hearst, na verdade, teria confundido Ince com Chaplin. Chaplin seria o sujeito que o multimilionário – sim, ele mesmo, o que é retratado no Cidadão Kane de Orson Welles – queria matar, porque estaria dando em cima de Marion Davies, a amante de Hearst. Chaplin – é o que se depreende – era um sujeito que não conseguia manter sua braguilha fechada. Assim uma espécie de Dominique Strauss-Kahn de seu tempo – – rico, poderoso, e incapaz de segurar o pinto dentro das calças. Três dias depois do funeral de Ince, Chaplin despachou Lillita-Lita, sua mãe e um tio para o México. O casamento se deu no dia 25 de novembro. Os assessores de imprensa de Chaplin – publicists, no jargão jornalístico americano – eram bem bons, e conseguiram esconder por um tempo o fato de que a moça era menor, ao mesmo tempo em que explicavam que ela não seria mais a atriz principal do filme que estava sendo rodado porque iria se dedicar ao papel de esposa e dona de casa. Em dezembro, anunciou-se que o papel da protagonista feminina seria interpretado por Georgia Hale, uma moça de sorte assombrosa, que, depois de ser Miss Chicago aos 16 anos de idade, encantou Joseph von Sternberg, o sujeito que transformou Marlene Dietrich em um dos maiores mitos da história do cinema, e obteve o papel principal em seu filme The Salvation Hunters. Fizeram com que Chaplin visse o filme, e ele contratou a moça. Tinha 19 anos quando interpretou Georgia, o objeto da paixão do vagabundo-garimpeiro solitário em The Gold Rush. As últimas cenas foram filmadas em maio de 1925, após um ano e três meses do início e 170 dias efetivos de trabalho diante das câmaras. Em 5 de maio de 1925 Lillita-Lita deu à luz Charles Chaplin Jr. Em 26 de junho o filme estreou – com uma festa de arromba – no Grauman Egyptian Theater de Los Angeles. A estréia em Nova York seria em 16 de agosto de 1925, mas Chaplin fugiu para a Costa Leste assim que pôde, para ficar longe da esposa que detestava. Efeitos especiais muito, muito antes das empresas especializadas em efeitos especiais. Talvez eu tenha me alongado um pouco nessas descrições da vida pessoal de Chaplin ao longo dos 13 meses de filmagem de Em Busca do Ouro, mas era impossível fugir disso. Essa história é maravilhosa, é uma novela riquíssima, poderia ser a base de um belíssimo filme. Confesso que me lembro pouco de Chaplin, a cinebiografia que Sir Richard Attenborough realizou em 1992 com Robert Downey Jr. no papel do genial artista (e é interessante que para interpretar Chaplin Sir Richard tenha escolhido exatamente esse ator que também teve uma vida pessoal particularmente atribulada). Mas acho que só esse período específico, a época da realização de Em Busca do Ouro, já daria um filme excepcional. No fabuloso livro Chaplin (que, faço questão de registrar, ganhei de presente da minha sobrinha Rejane), David Robinson dedica um capítulo inteiro à época da filmagem de Em Busca de Ouro – deliciosas 25 das 789 páginas da obra. Robinson faz uma descrição acurada, espetacular, de como foi a filmagem da sequência em que Big Jim, enlouquecido pela fome, tem alucinações e enxerga o garimpeiro solitário como uma gigantesca galinha. O historiador também explicita como foi o processo de filmagem da seqüência da cabana balançando perigosamente na beira do penhasco – havia a cabana construída no estúdio, e havia um modelo da cabana em miniatura, e as tomadas eram fundidas umas nas outras. Não sou entendido em técnicas de filmagem, muito menos quando entramos na região dos efeitos especiais, e sequer tenho grande curiosidade sobre isso. Muito ao contrário: sempre que passava por esses aspectos técnicos, nos livros e cursos sobre história do cinema, me entendiava. Mas David Richardson esclarece um ponto importantíssimo, do qual não me lembrava: em 1924, 1925, a montagem de uma tomada com a seguinte não era ainda feita no laboratório, com os negativos do filme, como viria a ser pouco depois. O fade out (escurecimento, até o desaparecimento, da tomada anterior) e o fade in (a entrada da nova tomada) eram feitos nas próprias câmaras. Eis como Richardson descreve: “Os operadores de câmara daquela época tinham que ser criativos. Suas câmaras eram tecnicamente excelentes, mas tinham poucos dos refinamentos dos equipamentos de hoje. Além disso, efeitos como os fades, as dissoluções ou abertura e fechamento da íris da tela, que em épocas posteriores seriam feitas em laboratório, ainda tinham de ser feitos pela câmara. Esse era o caso das transformações na filme Em Busca do Ouro. Chaplin começava a cena com o traje habitual do Vagabundo; em um dado instante, a câmara fazia o fade e era desligada. A posição da câmara e a cena deviam permanecer imóveis enquanto Chaplin vestia rapidamente a fantasia de galinha. Ao mesmo tempo, a câmara era posicionada no início do fade, o ponto onde começava a transformação. Quando a câmara era ligada de novo e a cena abria, Chaplin fazia novamente toda a ação que tinha sido filmada antes. Desse modo, as duas imagens de Carlitos e da galinha ficavam uma sobre a outra, de maneira que uma imagem parecia se dissolver na outra. A mesma técnica era necessária para transformar a galinha de volta em Carlitos.” Uma assombrosa competência técnica, mais um gênio Isso que transcrevi da biografia Chaplin é muito, mas muito, mas muito impressionante. Tudo bem: Georges Méliès fez maravilhas ainda bem antes de Chaplin. Seu Viagem à Lua é de 1904. Em 1925, os gênios russos, Pudovkin e Einsenstein, já haviam estabelecido as bases da montagem inteligente, artística, um elemento mais um segundo elemento resultando num choque à chegada do terceiro elemento, e D. H. Griffith, contemporâneo de Chaplin, já havia feito as audiências (que nos anos 1890 achavam que o trem filmado pelos Lumière iria saltar da tela e avançar sobre as cadeiras da sala de teatro) compreenderem a ação paralela. Tudo bem. Tenho uma vaga lembrança de bons professores nos cursos de história de cinema que fiz quando adolescente em Belo Horizonte dizerem que Chaplin não inventou, não criou nada, em termos de gramática do cinema; que criação mesmo era do departamento de Griffith e Pudovkin e Einsenstein. Tudo bem. Lição aprendida. Agora, o fato é que, em 2012, muito tempo pós-efeitos especiais modernos, pós-Light & Industrial Magic de George Lucas, pós-CGI, as imagens geradas por computador, pós-Avatar, pós-tudo, ao ver Em Busca do Ouro, não dá para babar com a competência técnica que aquele povo tinha em 1925. Uma assombrosa competência técnica com os mecanismos então disponíveis – somada à genialidade de um criador extraordinário, ah, meu, aí então não tem jeito. Em Busca do Ouro é como se fosse um videotape de um jogo de filme em que Pelé reuniu 30 de suas jogadas mais geniais. Dezessete anos após a estréia, a reestréia, com música e narração Autor de histórias, roteirista, diretor, ator, Charles Spencer Chaplin era também compositor de mão cheia. Tem aquela piada de que Chaplin, numa dada ocasião, resolveu cantar, e alguém depois foi dizer a ele algo do tipo: Pô, Charlie, não sabia que, além de tudo, você cantava tão bem. E ele teria respondido: eu não estava cantando, estava só imitando o Caruso. Mas o fato é o que o puto, como se sabe, era um extraordinário compositor. Aparentemente, teria deixado anotações, partituras com temas para serem executados durante a exibição de Em Busca de Ouro nos cinemas. (Nos bons cinemas, como se sabe, um pianista, ou às vezes um pequeno conjunto, tocava enquanto os filmes eram exibidos, já que os filmes, de novo como se sabe, só aprenderam a falar a partir de 1927.) Novamente como se sabe, Chaplin resistiu ao cinema falado enquanto pôde. No início dos anos 30, todos os filmes já falavam, mas Chaplin continuava fazendo filmes sem diálogos – apenas com trilha sonora já na própria película, sem necessidade de instrumentistas ao vivo nos cinemas. Resistiu enquanto pôde. Em 1942, 17 anos, portanto, após a estréia do filme, dois anos após haver feito O Grande Ditador, Chaplin fez reestrear Em Busca do Ouro em nova versão, sonorizada. Para essa nova versão, criou uma trilha sonora, que dura exatamente o mesmo tempo do filme – há música continuamente, ao longo dos 72 minutos. Retirou os cartazes da versão muda com as palavras que ajudavam o espectador a compreender a ação, e fez uma narração, com sua própria voz, da história. Por algum motivo tão inexplicável quanto o que de fato se passou dentro do iate de William Randolph Hearst, e que resultou na morte de Thomas Ince, Chaplin, para essa nova versão, agora musicada e falada, mudou o final do filme. Não é uma mudança brutal. É sutil – mas é importante. Na versão original, o vagabundo tornado agora multimilionário beija Georgia na boca. Há um close-up do rosto dos dois se beijando, diante do fotógrafo e do repórter que estão registrando a história. Para a versão sonorizada de 1942, com música e narração, Chaplin optou por uma forma mais “casta” – e boto aspas na palavra porque é exatamente a expressão usada pelo seu biógrafo David Robinson. O vagabundo e Georgia se distanciam da câmara, enquanto o narrador fala que houve, afinal, um happy ending. Por que cazzo caraio ele mexeu nas derradeiras imagens do filme pelo qual mais gostaria de ser lembrado? Por que tirar fora o beijo? Mistério neste mundo de mistérios. Na preciosa edição em DVD, as duas versões, a de 1925 e a de 1942 Se há algo que não é misterioso é o talento, o cuidado extremo com que a produtora e distribuidora francesa mk2 trata os filmes que lança em DVD. Ao lançar em DVD boa parte da obra deste que é um dos maiores gênios do cinema, a mk2 fez um trabalho especialmente caprichado. Em Busca do Ouro vem em dois discos. No primeiro está o filme tal qual foi relançado em 1942, na versão sonorizada, com narração de Chaplin – sem os letreiros da versão muda, e sem o beijo original final. No segundo disco, vem a íntegra da versão original, de 1925, do filme – com os cartazes usuais do cinema mudo, sem palavra alguma. Mas com música. Era a primeira vez que a versão original era lançada em DVD, e a cópia é a que foi restaurada em 2003. Tem, porém, acompanhamento musical, como os filmes mudos tinham nos grandes cinemas – apenas um piano, acompanhando o clima de cada sequência. Quem toca é Neil Brand, que compôs o acompanhamento, “inspirado na trilha original dos arquivos de Chaplin”. No disco 2, há também os especiais – uma introdução do biógrafo de Chaplin, ele mesmo, o historiador David Robinson, contextualizando a obra, um conjunto dos trailers do filme em diversos países, uma deliciosa coleção de pôsteres em vários países, em várias épocas. Não sei se essa preciosidade continua à venda, ou se saiu de catálogo. Se saiu, tudo bem – vai voltar. Chaplin é eterno. Em Busca do Ouro é eterno. Se, daqui a uns mil anos, os terráqueos já tiverem conseguido destruir o planeta, e uma civilização mais avançada pousar aqui, vai se deparar com uma quantidade estrondosa de relíquias. Como seria uma civilização mais avançada, seguramente não teria grandes dificuldade em separar o joio do trigo, em identificar o que importa, em tudo que a humanidade produziu, e o que é porcaria, lixo. Mas facilitaria o trabalho da equipe à procura do material audiovisual se rapidamente encontrassem uma caixa com os dois DVDs da mk2 de Em Busca do Ouro.   Em Busca do Ouro/The Gold Rush De Charles Chaplin, EUA, 1925 Com Charles Chaplin (Carlitos, o vabagundo, o garimpeiro solitário), Mack Swain (Big Jim McKay), Tom Murray (Black Larsen), Henry Bergman (Hank Curtis), Malcolm Waite (Jack Cameron), Georgia Hale (Georgia) Argumento e roteiro Charles Chaplin Fotografia Rollie Totheroh Direção de arte Charles D. Hall Produção Charles Chaplin Productions, depois United Artists. DVD mk2, Warner Bros. P&B, 72 min
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Por Joelmar Fernando do blog http://recantofilosofico.blogspot.com.br/ O inicio de Quiet Earth, filme Neozelandês do ano de 1985, demonstra em sua abertura um sol estático e um mar em movimento intercalado com os gritos de gaivotas que circulam sobre a paisagem complexa e paradoxal, onde em uma só imagem, se é possível estabelecer uma figura mítica (do sol) inerte em sua magnitude e o transladar da fugacidade da vida representada pelo mar e as marés que ao pouco se distanciam do cenário belo. A imagem inicial de Quiet Earth prenuncia a totalidade do filme - trata-se aqui da possibilidade de um modo de vida fugaz diante da beleza de um universo distante (representado pela estrela alva) e intocável - inteiramente permanente. De fato, um trocadilho – pois, se tudo o que as mãos humanas tocam faz-se leviano e passageiro, aquilo que só podemos admirar com os olhos continua eterno, pra sempre, e inerente ao contínuo. Se a principio nada conclui se estamos diante de um sol dormente ou nascente, é no transcorrer da paisagem cinematográfica que o sol anuncia que as trevas foram se embora e que ele amanhece. Assim, o Sol cresce, expõe sua grandeza exuberante e bela. Um novo dia se inicia. Geoff Murphy, diretor de Quiet Earth, continua a brincar com o telespectador. Em uma cena quando às 6:11 da manhã, Zac (personagem principal da história) continua inacordado, o relógio marca exatos 6:12. Um choque de explosão desperta o protagonista. Mas, porque as seis e doze? Não tão simples como elucidativo, a ideia que resta sobre um fim de um mundo não é a plena destruição do Todo. O fim do mundo de Murphy, já no inicio é o duplo vivenciado pelo cientista. Mais além, Geoff fala pelo filme de uma vivencia imaginaria fugidia do real, a duplicação da realidade e de suas figuras da consciência. Seis, - o singular- no seu dobro, doze. Doze - a dupla face de um mundo tão conhecido, mas que desabitado torna-se incognoscível (inapreensível). As primeiras cenas após o despertar da consciência de Zac, o cientista, mostram-no no laboratório onde trabalha e começando a ficar ciente de um mundo desabitado onde somente ele existe como ser humano. Uma mensagem avisa-o: “Proceder com o projeto flashligth como agendado”. A Palavra “flashlight” nesse contexto implica “Lanterna”. E será sobre este símbolo que Zac irá passar todo o o enredo cinematográfico. Afinal, o que o filme deixa implícito no seu inicio, é que a operação na qual se dedicara o cientista já havia sido completa. Zac de alguma forma pulou a etapa. Não jogou o jogo como os demais. O primeiro esforço de Zac Hobson após a destruição parcial do laboratório é buscar uma referencia simbólica. Pra isso ele pontua-se, depreende-se, auto-intitulando como o “o único ser humano na terra”. Todavia, pra quem afinal era dirigida a mensagem? Qual o receptor da informação? Um pouco de álcool, uma melancolia ressentida e vejam só - Zac torna-se um policial, inclusive exercendo as atribuições do cargo dentro de um carro de patrulha. O clamor, indiferente, continua o mesmo: “Por favor, alguém apareça”. Muito comum e abordado nos filmes desse gênero e recorrente na vida cotidiana, outro passo dado por Hobson é sublimar-se diante da realidade - toca-se o sax, um som uníssono e rasgado. Para um cientista sem maestria na arte da sublimação, Zac não é, lógico, o homem das artes, pelo contrário é o cientista (a figura da razão desencontrada) perante  um mundo sem nexo e onde a vontade de verdade reduz e diminui  sua vontade de potencia.   Os mesmos “Seis e doze”. Retorna aos vinte minutos do filme. Nesse ponto já como um trauma instaurado, é o que propõe o diretor à reflexão do telespectador. Indiferente ao que tenha acontecido, o efeito foi de inscrição psicológica e o retorno do recalcado aponta-se como um regime de baixa compensação da realidade. Quebra-se o relógio, o personagem começa a distanciar-se de sua realidade. Ironicamente a voz diz: “O tempo parou na terra”. Mas não é de um tempo cronológico de que se esta falando, é do inconsciente estruturado como linguagem e com sua máxima da atemporalidade (inconsciente desconectado com a ideia do tempo cronológico) que a voz insidiosa vem alertar e proclamar. A insistência de Hobson nas mensagens radiofônicas não é necessariamente um apelo ou busca por algum outro sobrevivente. A mensagem é auto-referencial. É preciso que se diga, quantas vezes forem necessárias, a história que simplifica a sua condição de ser vivente. As mensagens são como bússolas, lanternas, que insistentemente visa a situa-lo novamente na realidade e, também, é um gozo exarcebado. A vivência contínua do sintoma, o real da angustia, repetido ciclicamente e lançado para si; o que desencadeará mais tarde a cena bizarra, delirante e alucinada, de Zac ensaiando uma partida de sinuca consigo mesmo. Solitário em mundo habitado só por ele, o protagonista passa a encenar outros atores - transpõe os elementos da sua (in)consciência para uma realidade imaginária mergulhada na realidade autóctone. Sem ter um outro onde possa reconhecer-se. O cientista encontra-se diante de um espelho - vestido como um traje feminino, afeminado-, emociona-se ao se ver e se tocar. A ambigüidade da sexualidade apresenta-se. Os paradigmas da sexualidade desaparece mediante a inexistência das convenções sociais. Com um terço do filme, começa ficar evidente o que a Psicanálise moderna tanto apregoa como a “possibilidade da travessia da neurose para psicose”. Mediante as situações experienciais de Zac, seu comportamento vai tendendo cada vez mais amplamente para uma psicose. Traços paranoicos  delírios de grandeza e religiosos, falas inteiramente delirantes. A realidade tornada distintiva - prontamente a psicose se anuncia e prevalece.     Quando finalmente, Zac encontra alguém. Esta pessoa, uma mulher chamada Joanne, está armada. Pronta para atacar ela diz: “Nao é de verdade”. Novamente o talento do diretor nos deixa indagativos sobre qual fato não é verídico: a arma ou a mulher que aparece num contexto que até então era totalmente desorganizado, psicótico. Durante as próximas cenas, Hobson e sua companheira lutam contra a ideia do solipsismo e quando juntos sentem uma nova ruptura da realidade, Joanner ao ligar para Zac e perguntá-lo onde ele está, um novo trocadilho aparece: ele  está na Mental Street com a Hill Crest em San Diego na California. Nada mais simbólico, no sentido conotativo, do que uma Rua das Mentes e a Hill Crest, localidade conhecida pela ~tolerance and acceptance~, ou seja, a tolerância e aceitação. De novo, Geoff Murphy brinca, já que no desenvolver das próximas fotografias o ar de serenidade de Zac irá revelar uma personalidade conformada e adaptada com os fatos, completamente tolerante com os planos materiais e psicológicos - não relutante, mas com uma inclinação maior a dialogar e falar a respeito das possíveis causas do que aconteceu consigo e o mundo. Quando o ator se localiza depois do iminente abalo da realidade, ele quer aqui dizer que se encontra mentalmente disposto a aceitar e ser tolerante com a realidade que se apresenta. A inserção de um terceiro personagem no filme, Api, traz  a tona pelo menos duas questões, 1) se estão realmente todos vivos ou mortos e o questionamento do problema tão comum a Filosofia da Mente que é a problemática do encontro da mente individual com as outras mentes, ou seja, a intersecção da existência possível de uma realidade compartilhada a partir das experiências psicológicas individuais em interação com a intersubjetividade. Nesse sentido, todos relatam um episódio de possível morte ou quase morte; Zac que poderia ter morrido num suicídio ao tomar altas doses de um remédio para insônia chamado Mogadon (Nitrazepan como é conhecido no Brasil); Joanne, ao ter recebido um choque no banheiro; e Api, ao duelar pela sobrevivência com seu amigo na beira do lago. 2) O triangulo amoroso que se instala; fluxo de sentimentos que podem ser originados por ex-habitantes de um mundo predominantemente monogâmico e o que será feito da sexualidade, uma vez que as fantasias sexuais, principalmente, na figura da mulher são emergentes.   De fato, Joanne pouco tempo depois de conhecer Api, convida-o a partilhar uma relação. Afinal, ela esclarce: “que deve amar a todos que a amam” – nesta frase explicitamente erotizada - ela aponta a oportunidade de um sexo desregrado e compartilhado. Mas ao saber que o mesmo havia “matado” a mulher do seu amigo, defronta-se com a percepção que tanto Zac quanto Api, diminuem sua autonomia. Joanne reivindica seu estatuto de mulher emancipada. Durante uma briga entre ambos os machos, seu instinto de sobrevivência a faz atirar entre os dois e ela declara que prefere viver num mundo sem ambos do que ter que submeter-se a um relacionamento onde ela se objetaliza perante o desejo masculino. Nessa cena, especificamente, é da mulher feminista e ciente dos seus malogros que o filme aponta a necessidade de uma libertação ideológica - que mesmo em um mundo apocalíptico pode advir. Joanne luta contra o sistema e tenta quebrar o paradigma dominante de uma sociedade machista - nesse caso, de homens ainda arraigados a uma visão da mulher como fonte exclusiva de prazeres e suscetível as ordens e mandos do masculino. De um ponto de vista romântico, a cena mais trágica da película, é a constatação de Zac de que Joanne e Api não são reais, são apenas sua imaginação, de que tudo que ocorre no mundo é fruto de seus atos. O movimento compensatório e a fuga da realidade do cientista é um recurso direto ao ato de ter que enfrentar os fatos de que a sua amante anseia sexualmente o seu rival. Na fuga da dor da perca de seu objeto amado,  Zac acaba por legitimar essa relação. Joanne e o Api estão próximos, no campo imaginário, os desvios sexuais e suas realizações já ocorrem. Se não realmente não são reais para Zac, então tudo é permitido. Eles retiram de si o que ainda restava de pudor e restrição a uma trama de amor a três. De fato, o quadro psicótico de Zac retorna, agora a ideia é que Joanne e Api não só se amam, mas já se conheciam há tempos. O desencadeamento desse pensamento vai resultar em uma nova investida suicida. A certeza intransigente de não mais dar conta de uma relação a três, ou pior, de ser o nao-preferido (o numero dois) vai fazer com ele ponha fim em sua própria historia. Entre a bela cena de consumação do ato sexual de Api e Joanne, Zac se dirige com um caminhão superlotado de dinamites e decidamente acaba onde tudo começou - no laboratório. A morte de Zac Hobson é intercalada com uma sublimação a um outro campo hemisférico. O ciclo esta de volta com o seu mar. Desta vez não mais com a exuberância de um sol inerte, mas com a totalidade de um universo que assim como as marés estão em constante fluxo e refluxo. A vida continua novamente, no inabitável, espaço da irrealidade de si. Lá esta Zac, o cientista, de frente para o mar - onde as ondas vão e sempre voltam, nunca as mesmas. Há de se concluir que é das aparências e das figuras da consciências que a Quiet Earth discute. Terra Silenciosa, numa tradução mais literal, é o espaço nada tranqüilo da consciência de um homem perdido em seu próprio mundo.      
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  Por Daniele Carvalho do blog http://ofilmequeviontem.blogspot.com.br Se alguém quer ser muito feliz e deseja ver o mundo através de lentes cor-de-rosa - nem que seja apenas pelo espaço de um par de horas -, "Sinfonia de Paris" (An American in Paris, 1951) é o remédio perfeito. Poucos filmes casam tão bem os caracteres, a fotografia e o som. Aquelas cores vivas e aqueles cativantes personagens, lindamente representados, se casam tão bem à música dos Gershwins que inevitavelmente o leitmotiv do pintor idealista americano grudará por dias na cabeça de quem o ouvir - ele gruda na minha sempre que revejo o filme, cada vez por mais tempo, e de um modo tão vivo que não raro me vejo saltitar pelas calçadas assoviando-o. Quando fez o filme, Gene Kelly já estava entrando na casa dos quarenta, e acumulava trabalhos como coreógrafo e diretor. Leslie Caron tinha 20 anos e estreava nas telas. Porém, a diferença de idade não torna o par romântico menos crível. Leslie era sem dúvida bastante jovem na época. Porém, a juventude é uma qualidade mais da alma que do corpo, e ela acompanhou Gene durante toda sua vida - isso é evidente pelo lindo número musical que ele divide com Olivia Newton-John em "Xanadu" (1980) aos 68 anos de idade. Sua experiência como dançarino foi fundamental para a coreografia e execução do número musical mais espetacular de todos os tempos, o longo balé que fecha "Sinfonia de Paris" com chave de ouro, glosando, no plano musical, a interação que os personagens experimentam na ação dramática: lá está a rosa vermelha com que Jerry pinta sua amada Lise, rosa tornada pintura como Lise e ele, ambos engolidos pela tela viva sonhada pelo pintor; lá está a mocinha ambígua que ele ama, aproximando-se e fugindo dele ao seu bel-prazer; lá estão os cenários reais e fictícios com os quais cruza, uns tão importantes quanto outros, já que são responsáveis por criar uma Paris só do artista, que o assusta e o apaixona. Essa é uma das comédias musicais que mais me fascinam. Que delícia ver a personagem de Gene cantando o amor com a personagem de Georges Guétary, que interpreta o noivo de Lise. Aliás, esse brinde ao amor, cantado pelos dois jovens que amam a mocinha, é tão parisiense - não só daquela Paris hollywoodiana, cujo exemplo maior é o debochado Maurice Chevalier, mas também da Paris cantada por tantos artistas, Hemingway, Lautrec,... Uma dessas canções é nada menos que '"S Wonderful", de uma maravilhosa simplicidade. Depois de fotografar as personagens em primeiro plano, o número que a apresenta termina num plano de conjunto que engloba prédios, lojas, carros, ambulantes, transeuntes e curiosos, os quais parecem ser abraçados pelos jovens que ocupam as extremidades da cena, convidando o público do outro lado da tela a tomar parte na farra. As belas músicas se somam para criar uma das melhores trilhas sonoras que já ouvi: "Our love is here to stay", "I Got Rhythm", "How long has this been going on?", Who could ask for anything more?". Toda ela entremeada ao leitmotiv daquele pintor que parece sentir-se o convidado principal da festa que Paris oferece diariamente aos idealistas: "A movable feast", como diria Hemingway. E confesso que também eu me sinto convidada para essa festa, e isso me faz tão feliz que ocasionalmente recuso o convite temendo estragar a sensação de que tenho sempre que revejo o filme, temendo que a rotina estrague esse banquete para os olhos, os ouvidos e o espírito que é "Sinfonia de Paris".
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